TUBULAÇÕES INDUSTRIAS AULA 5 Prof.
Clélio
AULA 5 Volume I do Livro Texto
CONTEÚDO:
• Capítulo 16
Aquecimento, Isolamento Térmico, Pintura e Proteção.
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AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES
Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade
ou materiais que sejam sólidos na temperatura ambiente.
MOTIVOS DE Manter determinados líquidos, por exigência de serviço, dentro
AQUECIMENTO de certos limites de temperatura.
Pré-aquecer as tubulações, no início do funcionamento, para
desfazer depósitos sólidos.
SISTEMAS USADOS PARA AQUECIMENTO
1 – Tubos de aquecimento externo paralelos
( POR UM OU MAIS TUBOS DE AQUECIMENTO)
VANTAGENS:
• Baixo custo inicial
• Facilidade de manutenção
• Impossibilidade de contaminação do fluido
circulante
DESVANTAGENS:
• Aquecimento irregular e de difícil controle
• Aquecimento inicial lento
PODE-SE MELHORAR A EFICIÊNCIA DA TROCA DE CALOR, PREENCHENDO-SE OS
ESPAÇOS ENTRE OS TUBOS DE AQUECIMENTO E O TUBO A AQUECER COM
MASSAS QUE POSSUAM ALTO COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO DE CALOR.
2 – Tubo de aquecimento enrolado externamente
É bem mais caro e mais difícil de ser
construído do que os tubos paralelos, porém
permite um aquecimento mais intenso e
uniforme.
3 – Tubo de aquecimento integral
Fluido
SISTEMA RARO, EMPREGADO APENAS EM TUBOS NÃO Circulante
FERROSOS FABRICADOS POR EXTRUSÃO (alumínio,
latão etc.)
Canal de
aquecimento
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4 – Tubo de aquecimento interno
UTILIZADO EM TUBOS DE
GRANDES DIÂMETROS Ø > 20”
TEM BOA EFICIÊNCIA DE
AQUECIMENTO
PRINCIPAIS DESVANTAGENS
1. Construção cara e complicada.
2. Problemas de dilatação diferencial entre os tubos (o tubo de vapor é mais
quente e se aquece mais depressa).
3. Possibilidade de contaminação do fluido circulante.
4. Dificuldade de localização e de reparo dos vazamentos.
5. Não permite a limpeza mecânica interna da tubulação.
5 – Camisa externa
CUSTO DE IMPLANTAÇÃO E DE
MANUTENÇÃO ELEVADOS
PERMITE AQUECIMENTO RÁPIDO,
INTENSO E CONTROLADO
6 – Aquecimento elétrico
CONSISTE NA COLOCAÇÃO DE FIOS ELÉTRICOS, LONGITUDINALMENTE OU EM
ESPIRAL, POR FORA DA TUBULAÇÃO.
UTILIZA UMA CORRENTE, DE BAIXA VOLTAGEM E ALTA INTENSIDADE,
CONTROLADA POR TERMOSTATO QUE MEDE A TEMPERATURA DA PAREDE DO
TUBO.
O CUSTO DE INSTALAÇÃO E OPERACIONAL SÃO RELATIVAMENTE ALTOS
- Muito bom controle do aquecimento.
- Aquecimento rápido, de partida instantânea , e uniforme
VANTAGENS em toda a tubulação.
- Baixo custo de manutenção.
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AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
1 – Quantidade, diâmetro dos tubos
Ábaco para cálculo de tubos de aquecimento. Extraído da N-42 da PETROBRAS
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2 – Comprimento dos tubos de aquecimento
Pressão do Vapor Diâm etro Nom inal Com primento Máximo
MPa ( ≅ Kgf/cm 2) do Tubo de Aquecimento (m)
3/8” – 1/2" 60
até 0,17 ( ≅ 1,7)
3/4" – 1” 90
3/8” – 1/2" 60
0,17 a 1,4 ( ≅ 1,7 a 14)
3/4" – 1” 120
Extraído da N-42 da PETROBRAS
QUANDO O COMPRIMENTO DA TUBULAÇÃO A AQUECER FOR MAIOR QUE O
MÁXIMO ADMISSÍVEL PARA O TUBO DE AQUECIMENTO, ESTES ÚLTIMOS SERÃO
SUBDIVIDIDOS EM SEÇÕES SUCESSIVAS.
NÃO É CONVENIENTE QUE OS TUBOS DE AQUECIMENTO TENHAM COMPRIMENTO MUITO
CURTO PARA EVITAR QUE OS PURGADORES TENHAM CICLOS RÁPIDOS
3 – Disposição dos tubos de aquecimento
4 – Alimentação de vapor e descarga de condensado
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5 – Dimensionamento do tubo tronco
Diâm etro Nom inal do Quantidade e Diâm etro dos tubos de Aquecim ento
Tronco de Vapor 3/8” 1/2" 3/4" 1”
1/2 1–2 1 - -
3/4 3a5 2a4 1 -
1 6a8 5–6 2–3 1
1 1/2 9 a 18 7 a 12 4a7 2a3
2 19 a 28 13 a 16 8 a 11 4a6
Extraído da N-42 da PETROBRAS
6 – Trajeto dos tubos de aquecimento
DE PREFERÊNCIA O FLUXO
DEVE SER DESCENDENTE,
PARA QUE O CONDENSADO
FORMADO CORRA POR
GRAVIDADE PARA OS
PURGADORES
QUANDO O FLUXO NÃO FOR
DESCENDENTE, A SOMA DE
TODAS AS ELEVAÇÕES,
MEDIDAS NO SENTIDO DO
FLUXO,NÃO DEVE EXCEDER OS
VALORES DA TABELA ABAIXO.
Soma das elevações de cota = A + B + C
Pressão do Vapor Som a Total das Elevações Valor Máximo de Cada
(MPa) de Cota (m ) Elevação de Cota (m)
0,14 a 0,17 3,0 1,0
0,17 a 0,35 6,0 1,0
0,35 a 0,42 7,5 3,0
0,42 a 0,53 9,0 3,0
0,53 a 0,70 12,0 3,0
0,70 a 1,05 18,0 6,0
1,05 a 1,40 24,0 6,0
Extraído da N-42 da PETROBRAS
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7 – Uso de uniões e conexões
DEVEM SER COLOCADAS UNIÕES ONDE EXISTIREM FLANGES, VÁLVULAS
E QUAISQUER OUTRAS PEÇAS DESMONTÁVEIS NA TUBULAÇÃO A
AQUECER.
8 – Dilatação diferencial
COMO OS TUBOS DE AQUECIMENTO SÃO SEMPRE MAIS QUENTES, A
DILATAÇÃO DELES SERÁ MAIOR QUE A DO TUBO AQUECIDO E ASSIM
SENDO, SÃO NECESSÁRIAS CURVAS DE EXPANSÃO (normalmente colocadas
a cada 15 m) PARA COMPENSAR A DILATAÇÃO DIFERENCIAL
9 – Aquecimento de válvulas e outros equipamentos
É OBTIDO ENROLANDO O TUBO DE AQUECIMENTO NA VÁLVULA OU NO
EQUIPAMENTO
10 – Massas transmissoras de calor
PODE AUMENTAR EM ATÉ 3 (três) VEZES A EFICIÊNCIA DO AQUECIMENTO
11 – Fixação dos tubos de aquecimento
SÃO AMARRADOS COM ARAME GALVANIZADO OU CINTA METÁLICA
(não podem ficar presos para não impedir os movimentos de dilatação)
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ISOLAMENTOS TÉRMICOS
LINHAS QUENTES
APLICAÇÕES DE
ISOLAMENTOS TÉRMICOS LINHAS FRIAS
MOTIVO ECONÔMICO (Normalmente em t > 80°C e t < 0°C)
MOTIVO DE SERVIÇO (Aplicados em qualquer temperatura)
FINALIDADES DE
APLICAÇÃO DOS PROTEÇÃO PESSOAL (Aplicado em t > 60°C e t < 0°C em
ISOLAMENTOS tubulações a menos de 2 m de altura ou a menos de 1 m de
TÉRMICOS distância de qualquer piso de operação)
O ISOLAMENTO DE PROTEÇÃO PESSOAL, SE HOUVER
VANTAGEM ECONÔMICA, PODE SER SUBSTITUIDO POR
GRADES OU GUARDAS DE PROTEÇÃO
Obs.: Nas linhas frias o motivo pode ser para evitar a formação de orvalho
ou de gelo na superfície da tubulação.
SISTEMAS DE COLOCAÇÃO DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS
ISOLAMENTO INTERNO ISOLAMENTO EXTERNO
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MATERIAIS USADOS PARA ISOLAMENTO TÉRMICO
Condutividade Térmica Média
Limite de Resistência à
Material BTU (h°F pé2/pol) Obs.
Temp.
°C Água ou Danos a a a a a
Fogo
Umidade Mecânicos 40°C 100°C 200°C 300°C 400°C
Isolantes térmicos rígidos
Materiais em forma de calha ou segmentos pré-moldados
Fraco à
Hidrossilicato de Ca até 1000 Boa Boa 0,38 0,40 0,47 0,57 1,2
tração
Composição de Mg Fraco à
até 320 Fraca Boa 0,40 0,43 0,51 0,59 3,4
85% tração
Lã mineral
até 900 Boa Excelente Fraca 0,32 0,37 0,50 0,64 0,77 5,6,7
(Lã de rocha)
Sílica diatomácea
até 1000 Fraca Regular Fraca 0,58 0,60 0,68 0,78 0,86 7,8
(Terra diatomácea)
Lã de vidro -180 a 540 Excelente Excelente Fraca 0,25 0,28 0,30 9
Espuma de plástico Não
-50 a 80 Excelente Regular 0,40 10,11
(poliestireno expan.) resiste
Não
Cortiça -50 a 80 Boa Regular 0,25 0,26 11,12,13
resiste
Isolantes térmicos flexíveis
Materiais em forma de mantas (tecidos)
Amianto até 400 Boa Excelente Regular 0,47 0,50 0,57 0,65 14
Lã de vidro
Como acima
Lã mineral
Materiais aplicados por “spray”
Não
Poliuretanos -240 a 100 Boa Regular 0,14 11
resiste
OBSERVAÇÕES SOBRE A TABELA
1 – Material mais usado para tubulação quente 8 – Material de custo elevado e de alta
condutividade térmica. Indicado para
temperaturas superiores a 650°C
2 – Material especificado nas normas PNB-141 e 9 – Material macio, flexível e leve
PEB-221 da ABNT, e C-345 da ASTM
3 – Material de emprego tradicional antes do 10 – Material muito usado para tubulações de
aparecimento do hidrossilicato de cálcio baixas temperaturas
4 – Material especificado na norma C-320 da 11 – Para uso em baixas temperaturas
ASTM
5 – Material de custo elevado, podendo ser mais 12 – Material moldado ou granulado e aglutinado
econômico devido à menor condutividade
térmica
6 – Material flexível e capaz de absorver 13 – Material de boa resistência a choques e
grandes dilatações dos tubos vibrações
7 – Material não recomendado quando existem 14 – Empregado como segunda camada para
cargas externas na tubulação recobrir outros matérias isolantes
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ESPESSURAS DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS
1 – Espessura calculada por motivo econômico
A ESPESSURA IDEAL É
RESULTANTE DA COMPARAÇÃO
ECONÔMICA ESTRE O CUSTO
DO ISOLAMENTO E O CUSTO DA
ENERGIA PERDIDA.
A quantidade de calor trocada através do isolamento térmico pode ser avaliada
pela seguinte fórmula:
Qt = quantidade de calor trocada na unidade de tempo (BTU/hora)
K = coeficiente de condutividade térmica do isolamento considerado
para a temperatura em questão (BTU/pé x hora x °F)
L = comprimento do tubo (pés)
2πKL (Ts − Ta )
Qt = Ts = temperatura do tubo (°F)
r K
2,3 log 2 + Ta = temperatura ambiente (°F)
ri re (h + 0,9hr )
r2 = raio externo do isolamento (pés)
ri = raio interno do isolamento (pés)
h = coeficiente de convecção (BTU/pe2 x hora x °F)
hr = coeficiente de radiação (BTU/pe2 x hora x °F)
2 - Espessura calculada por motivo de serviço
Qi = mc∆t
em que:
m = peso do fluido que entrou na tubulação A ESPESSURA A ADOTAR SERÁ
durante o tempo considerado(Kg/hora) AQUELA QUE CORRESPONDER A
c = calor específico do fluido na temperatura UM VALOR DE Qt (calculado acima),
média considerada (Cal/Kg x°C)
∆t = maior diferença de temperatura que IGUAL AO VALOR DE Qi
possa haver entre o fluido que entra e o
fluido da tubulação
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3 – Considerações sobre a espessura do isolamento térmico
- localização da tubulação
A EFICIÊNCIA DO - temperatura ambiente
ISOLAMENTO TÉRMICO (circunstâncias locais) - umidade do ar
VARIA COM - velocidade do vento.
EM FUNÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS LOCAIS OS DADOS FORNECIDOS
PELOS FABRICANTES SOBRE COEFICIENTES DE TRANSMISSÃO DE CALOR
DEVEM SER UTILIZADOS COM CAUTELA
NA PRÁTICA RARAMENTE A ESPESSURA DOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS É
DETERMINADA POR CÁLCULOS.
Na maioria dos casos utiliza-se espessuras já consagradas pelo uso
Espessura do isolamento térmico da tubulação (mm) Hidrossilicato de cálcio
Diâmetro Temperatura de operação da tubulação (°C)
Nominal
75 100 125 150 175 200 250 300 350 400 450 500 550 600
(pol)
3/4 25 25 38 38 51 51 63 63 63 63 63 63 63 63
1 25 25 38 38 51 51 63 63 63 63 63 63 63 63
2 25 25 38 38 51 51 63 63 63 63 63 63 76 76
3 25 25 38 38 51 51 63 63 63 63 63 76 76 89
4 25 25 38 38 51 51 63 63 63 63 76 76 89 89
6 25 25 38 38 51 51 63 63 76 76 89 102 102 114
8 25 25 38 38 51 51 63 76 76 89 102 114 114 126
10 25 38 38 51 51 63 63 76 89 102 102 114 126 126
12 25 38 38 51 63 63 76 76 89 102 114 126 126 126
14 25 38 38 51 63 63 76 89 89 102 114 126 126 126
16 25 38 51 51 63 63 76 89 102 102 114 126 126 126
20 25 38 51 51 63 63 76 89 102 114 126 126 126 126
24 25 38 51 51 63 63 76 89 102 114 126 126 126 126
QUANDO AS PERDAS DE CALOR DEVAM SER REDUZIDAS AS ESPESSURAS
DO ISOLAMENTO DEVEM SER AUMENTADAS, PORQUE AS TABELAS
MOSTRAM VALORES MÉDIOS.
OS VALORES DAS TABELAS TAMBÉM DEVEM SER AUMENTADOS PARA AS
TUBULAÇÕES SITUADAS EM AMBIENTES DE BAIXA TEMPERATURA, DE
GRANDE UMIDADE OU PARA TUBULAÇÕES EXPOSTAS
AO VENTO E À CHUVA.
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PINTURA DAS TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS
TODAS AS TUBULAÇÕES DE AÇO-CARBONO E AÇOS LIGAS, NÃO
ENTERRADAS E QUE NÃO TENHAM ISOLAMENTO TÉRMICO, DEVEM
RECEBER ALGUM TIPO DE PINTURA.
- proteger o material contra a corrosão atmosférica
FINALIDADES
DA PINTURA - dar melhor aparência à instalação
- imediata identificação da tubulação
FAZER UMA BOA PINTURA E MANTÊ-LA EM BOAS CONDIÇÕES É O MEIO
MELHOR E MAIS ECONÔMICO DE PROLONGAR A VIDA DA TUBULAÇÃO.
PREPARAÇÃO DAS SUPERFÍCIES PARA A PINTURA
A PINTURA SERÁ TANTO MAIS DURÁVEL E RESISTENTE QUANTO MELHOR
TIVER SIDO A PREPARAÇÃO PRÉVIA DA SUPERFÍCIE.
- com solventes
LIMPEZA QUÍMICA - com álcalis
- com ácidos
LIMPEZA COM JATO DE VAPOR
PROCESSOS DE
LIMPEZA COM JATO ABRASIVO
LIMPEZA E
PREPARAÇÃO - elétrica
SE SUPERFÍCIES LIMPEZA MECÂNICA - pneumática
LIMPEZA MANUAL
TINTAS E SISTEMAS DE APLICAÇÃO
AS TINTAS COMUNS NÃO RESISTEM A TEMPERATURAS ACIMA DE 80 °C.
TINTAS A BASE DE SILICONE, DEPENDENDO DA COMPOSIÇÃO, PODEM
TRABALHAR ATÉ A 500 °C
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PODE-SE FAZER PINTURA INTERNA DO TUBO PARA PROTEGE-LOS
CONTRA A CORROSÃO PELO FLUIDO CIRCULANTE.
CORES PARA IDENTIFICAÇÃO DAS TUBULÇÕES – Norma NB 54 da ABNT
verde água alumínio combustíveis gasosos ou líquidos de baixa viscosidade
branco vapor preto combustíveis e inflamáveis de alta viscosidade
azul ar comprimido vermelho sistemas de combate a incêndio
amarelo gases em geral cinza-claro vácuo
laranja ácidos castanho outros fluidos não especificados
lilas álcalis
PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS
VISA PROTEGER CONTRA A CORROSÃO E CONTROLAR A AÇÃO ELETROLÍTICA DE
CORRENTES ELÉTRICAS GERADAS
PELA DIFERENÇA DE POTENCIAL ENTRE O TUBO E O MEIO
SISTEMAS MAIS USUAIS
1 - Revestimento com esmalte de Aplicação a quente em espessuras de 3 a 8 mm.
alcatrão de hulha O esmalte deve ser imediatamente recoberto com uma
camada de véu de fibra de vidro e outra de papel feltro
2 – Revestimento com asfalto Aplicação semelhante ao descrito acima
Tem menor custo e vida mais curta que o
revestimento de alcatrão
3 – Revestimento com fitas É um revestimento de qualidade inferior, empregado em
plásticas pequenos trechos ou para reparos e falhas em outros
revestimentos.
4 – Revestimento com polietileno É feita a extrusão da resina plástica, com espessura de 3 a 5
(ou com polipropileno) extrudado cm, diretamente sobre a superfície do tubo.
5 – Revestimento misto a base de Tinta de fundo a base de epóxi aplicada eletrostaticamente,
epóxi e polietileno extrudado seguida de uma camada de adesivo a base de polietileno e
finalmente uma camada de polietileno aplicado por extrusão
PROTEÇÃO CATÓDICA
Nos casos mais simples é feito com “anodos de sacrifício” (Mg, Zn, Al) enterrados
no solo de espaço em espaço e ligados eletricamente à tubulação
Nos casos de solos de grande resistividade deve-se empregar o sistema de
proteção catódica por “corrente impressa”
Uma fonte externa de energia introduz uma corrente contínua entre a tubulação e
os anodos, que neste caso deve ser de grafita ou ligas especiais (Fé-Si, Fé-Cr-Si)
AULA 5
Referente ao Capítulo 16 do Livro Texto
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