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COMPACTAÇÃO

Este documento resume os requisitos para a compactação de solos em rodovias e ferrovias, incluindo a densidade máxima, umidade ótima, e grau de compactação necessários. Ele também descreve os métodos de compactação no laboratório e no campo, e apresenta resultados de compactação de solos de obras em Tocantins.

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EdsonBarros
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COMPACTAÇÃO

Este documento resume os requisitos para a compactação de solos em rodovias e ferrovias, incluindo a densidade máxima, umidade ótima, e grau de compactação necessários. Ele também descreve os métodos de compactação no laboratório e no campo, e apresenta resultados de compactação de solos de obras em Tocantins.

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COMPACTAÇÃO DE SOLOS: EM RODOVIAS E FERROVIAS

LAVRAS – MG

2004

RESUMO

Estudos do processo de compactação do solo tem demonstrado que diferentes tipos de solos apresentam
comportamentos distintos quando submetidos ao processo de compactação, devido a vários fatores, tais como:
energia de compactação, textura, matéria orgânica, densidade máxima e umidade.

Os objetivos deste estudo foram avaliar o comportamento de solos da região do Maranhão, Tocantins e Goiás
onde passa o traçado da Ferrovia Norte-Sul.

Este documento define a sistemática empregada na execução da camada do solo utilizada na construção de
ferrovias e rodovias. Para tanto, são apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos,
execução e controle da qualidade dos materiais empregados e da execução, além dos critérios para aceitação e
rejeição dos serviços.

SUMMARY

Studies of the soil compaction process have been demonstrated that different types of soils present different
behaviors when submitted to the compacting process, due to several factors, such as: compacting energy,
particle size distribution, organic matter, maximum density and moisture content.

The objectives of this study was to evaluate the behavior of the soils of the Maranhão, Tocantins and Goiás area
where it passes North-south Railroad.

This document defines the systematics used in the execution of the soil layer used in the construction of
railroads and highways. For so much, the concerning requirements are presented to materials, equipment,
execution and control of the quality of the employed materials and the execution, besides the criteria for
acceptance and rejection of the services.

1- INTRODUÇÃO

A necessidade do homem trabalhar com os solos, encontra sua origem nos tempos remotos, podendo-se
mesmo afirmar ser tão antiga quanto a civilização.

Somente em 1925, data em que o professor Karl Terzaghi publicou o seu famoso livro Erdbaumechanih (1),
constitui um marco decisivo na nova orientação a ser seguida no estudo do comportamento dos solos. Naquela
data, nascia a mecânica dos solos.

A escolha do tema compactação de Solos em Rodovias e Ferrovias, teve origem a partir de observações feitas
nas obras de construções de terraplenagem da Ferrovia Norte-Sul e acessos Rodoviários dos Pátios Multimodais
de Porto Franco - MA e Aguiarnópolis - TO.

Para que Rodovias e Ferrovias sejam bem executadas é necessário o controle dos ensaios de compactação de
solos. Os ensaios de compactação estão normalizados por métodos de ensaios comuns ao DNIT (antigo DNER)
e vários DER’s brasileiros e organismos internacionais.

Os objetivos deste estudo foram avaliar o comportamento dos solos, quando submetidos ao processo de
compactação, devido a vários fatores, tais como energia de compactação, textura, densidade máxima e
umidade ótima de compactação. O estudo foi conduzido utilizando-se solos argilosos, arenosos, siltes argilosos
e arenosos, solos expansivos e solos saprolíticos, das regiões do Maranhão, Tocantins e Goiás.

2 - COMPACTAÇÃO

Chama-se compactação de um solo, o processo manual ou mecânico que visa reduzir o volume de seus vazios
e, assim, aumentar sua resistência, tornando-o mais estável.

A compactação do solo pode ser realizada no laboratório ou no campo, anexo 2 E 3.


2.1 – Compactação no Laboratório

No estudo da compactação do solo, um outro ensaio pode ser usado é o proctor normal (Dias Junior, 1996;
Dias Junior, 2000 a), proposta por Ralph R. Proctor, em 1933, para controle da compactação em barragens de
terra. Neste ensaio, para uma mesma energia de compactação, a densidade do solo depende de sua umidade
no momento da compactação (Vargas, 1977). Plotando-se os valores de umidade versus densidade do solo,
obtêm-se a curva de compactação, da qual no seu ponto de máximo obtém-se a densidade do solo máximo e a
umidade ótima ou crítica de compactação correspondente.

O ensaio de Proctor normal, consiste basicamente em compactar um corpo de prova constituído de 3 camadas,
em um cilindro de volume conhecido 1000 m³, usando para isso um soquete de peso conhecido de 2,5 Kgf, as
quais recebem 25 golpes deste soquete caindo de uma altura de 30 cm correspondendo a uma energia de
compactação de 6 Kgf cm cm¯³ (Stancati et al; 1981). Outros níveis de compactação podem ser usados neste
tipo de ensaio bastando para isso utilizar a expressão Ec= (P. L. N. n) /V onde: Ec= energia de compactação
(Kgf cm cm¯³), P= peso do soquete (Kgf), L= altura de queda do soquete (cm), N= número de golpes por
camada, n= número de camadas e V= volume do cilindro (cm³) (Stancati et al; 1981).

A compactação de um solo do ponto de vista de engenharia tem como objetivo melhorar suas características,
não só quanto à resistência, mas também em relação a permeabilidade, compressibilidade e absorção de água.

2.1.1- Curvas de compactação

Quando se realiza a compactação de um solo, sob diferentes condições de umidade e para uma determinada
energia de compactação, a curva variação dos pesos específicos g , em função da umidade h, tem o aspecto
indicado na figura 1. Esta curva nos mostra que há um determinado ponto para qual g s e máximo. A umidade
correspondente a este ponto de peso específico aparente máximo (g s máx.) é denominada umidade ótima de
compactação (hot). Para cada solo, sob uma dada energia de compactação, existem, então, uma umidade
ótima e um peso específico máximo.

A curva de compactação depende de vários outros fatores, tais como: energia de compactação, textura e
matéria orgânica do solo (Ekwue & Stone, 1997; Silva et al; 1986; ohu et al; 1986).

A energia de compactação utilizada na realização do ensaio de Proctor normal é equivalente a um rolo tipo "pé
de carneiro" leve (5a 7t), passando cerca de 12 vezes sobre uma camada de solo com 0,30 m de espessura
(Vargas, 1977). Já na agricultura, a energia de compactação representa aproximadamente 15 passadas de um
trator com 0,727 t na roda (pressão de 140 KPa) em solo franco arenoso (Raghavan et al, 1976).

As curvas de compactação do solo se assemelham quanto à forma, independente da classe de solo


(Caputo,1973). Segundo Pacheco & Dias Junior (1990), à medida que se adicionava areia a um Latossolo
Vermelho-Amarelo, os valores da densidade do solo máxima aumentavam e a umidade ótima ou crítica de
compactação diminuía. De acordo com Silva et al: (1986); Ekwue & Stone (1997), maiores teores de argila e
de matéria orgânica do solo, provocam redução na, amplitude das curvas de compactação, diminuindo
conseqüentemente, a densidade do solo máximo e aumentando a umidade ótima ou crítica de compactação.
Isto ocorre devido a argila e a matéria orgânica afetarem o poder de absorção de água do solo (Silva et al,
1986). Segundo Ekwue & Stone (1995) e Stone & Ekwue (1993) a redução da densidade do solo máxima e o
aumento da umidade ótima ou crítica de compactação com o aumento da matéria orgânica é atribuído ao seu
baixo valor de densidade e ao aumento da umidade do solo promovido pela sua adição.

O comportamento da curva de compactação pode ser explicado pelo fato de que a medida que a umidade
aumenta a massa específica do solo aumenta até atingir um valor máximo e a seguir diminui devido a baixa
compressibilidade da água.

Para o traçado da curva de compactação é conveniente a determinação de uns cinco pontos, procurando-se
fazer com que dois deles se encontre no ramo seco (ramo da esquerda da curva), um próximo à umidade ótima
e os outros dois no ramo úmido (ramo da direita da curva).

Para execução do corpo de aterro o Ensaio de Proctor utilizado é o normal com grau de compactação iqual ou
maior que 95% e desvio de umidade ótima de mais ou menos 3%. Não devemos utilizar no corpo de aterro
material com densidade inferior a 1300 kg/m³. No subslatro e sub-base o Ensaio de Proctor utilizado é o
intermediário com grau de compactação igual ou maior que 100% e desvio de umidade ótima de mais ou
menos 2%.

2.1.2- Compactação no campo

No campo, a compactação é feita após espalhar o material, uniformemente, em camadas mais ou menos
horizontais, utilizando-se rolos compactadores, além de carros pipa munidos de barra de distribuição para
irrigação.
Dependendo do solo empregam-se rolos lisos, rolos pé de carneiro e pata curta ou rolos pneumáticos. Para
solos arenosos utiliza-se rolo liso e para solos argilosos rolo pé de carneiro e pata curta, sendo que os rolos
pneumáticos são adaptáveis a quase todos os tipos de terreno.

A quantidade de água a ser adicionada ao solo é calculada em função da descarga da barra de distribuição e da
velocidade do carro pipa. A espessura das camadas de solo solto é de 0,30 m e o número de passadas do
equipamento de compactação, podem ser determinados controlando-se os resultados obtidos em um trecho
experimental escolhido.

O grau de compactação do corpo de aterro é iqual ou maior que 95% do proctor normal, desvio de úmidade
ótima mais ou menos 3%, CBR igual ou maior que 2% e expansão igual ou menor que 4%.

Na camada final o grau de compactação deverá ser igual ou maior que 100% do proctor normal, desvio de
umidade ótima mais ou menos de 2%, CBR igual ou maior que 8% e expansão igual ou menor que 2%.

Caso contrario a pista será rejeitada.

A seguir são apresentado alguns resultados relativos a compactação de algumas obras de terra..

OBSERVAÇÃO

DENS. SOLO CAMPO Kg/m³

DENS. MÁXIMO LABORATÓRIO Kg/m³

UMIDADE CAMPO

UMIDADE DE LABORATÓRIO

GRAU DE COMPACTAÇÃO

CORPO DE ATERRO AGUIARNÓPOLIS-TO

 2031
 1991
 10,0
 11,1
 102,0

CORPO DE ATERRO AGUIARNÓPOLIS-TO

 2067
 1911
 11,1
 11,1
 103,8

CORPO DE ATERRO AGUIARNÓPOLIS-TO

 2086
 1991
 11,1
 11,1
 104,8

CORPO DE ATERRO AGUIARNÓPOLIS-TO


 2062
 1991
 11,1
 11,1
 103,6

CORPO DE ATERRO ANÁPOLIS-GO

 1684
 1700
 21,0
 19,0
 99,1

CORPO DE ATERRO ANÁPOLIS-GO

 1676
 1700
 21,0
 20,5
 98,6

CORPO DE ATERRO ANÁPOLIS-GO

 1722
 1700
 21,0
 19,0
 101,3

CORPO DE ATERRO ANÁPOLIS-GO

 1734
 1700
 21,0
 19,0
 102,0

CORPO DE ATERRO ANÁPOLIS-GO

 1726
 1700
 21,0
 19,7
 101,5

2.1.3- Controle de compactação

Para comprovar se a compactação está sendo feita devidamente, deve-se determinar sistematicamente a
umidade e o peso específico aparente do material. Para esse controle pode ser utilizado o "speed" na
determinação da umidade, e o processo frasco de areia na determinação do peso específico.
O grau de compactação como sendo o quociente do peso específico aparente obtido no campo, pelo peso
específico máximo obtido no ensaio de proctor normal no laboratório. Assim, o grau de compactação é
calculado pela expressão:

Gc = g s (campo) . x 100
g s máx. (laboratório)

Para que o aterro seja aprovado o grau de compactação deve atender as especificações do projeto, anexo 4.
Caso contrario à compactação deve ser refeita.

3- APLICAÇÕES

3.1 – Compactação de aterros em Rodovias

Definições

 Aterros são seguimentos de rodovia cuja implantação requer depósito de materiais provenientes de
corte e/ou de empréstimos no interior dos limites das seções de projeto que definem o corpo estradal.
 Corpo do aterro é a parte do aterro situado entre o terreno natural até 0,60 m abaixo da cota
correspondente ao greide da terraplenagem.
 Camada final é a parte do aterro constituído de material nobre, compreendido, entre o greide da
terraplenagem e o corpo do aterro.

3.1.1- Controle dos materiais empregados em Rodovias

Os procedimentos a serem estudados: no controle dos materiais empregados em rodovias estão listados a
seguir

 Um ensaio de compactação 95% do proctor normal para cada 1.000 m3 de material do corpo do
aterro;
 Um ensaio de granulometria, limite de liquidez e limite de plasticidade para cada 1.000 m 3 de material
do corpo do aterro;
 Um ensaio do índice de suporte califórnia (CBR), com energia do proctor normal para cada 5.000 m 3
do material proveniente do corte ou empréstimo;
 Classificação HRB para cada 5.000 m3 do material proveniente do corte ou empréstimo.

A determinação no campo de massa específica aparente In situ, é feita pelo método do frasco de areia,
utilizando-se um frasco no qual se adapta um funil munido de um registro, obedecendo o seguinte critério: eixo
– bordo direito – bordo esquerdo, sendo que a distância do furo dos bordos é de 0,60 m.

Para pistas de extensões limitadas, com volume de no máximo 1.200 m3 no corpo do aterro, deverão ser feitas
pelo menos cinco determinações para o cálculo do grau de compactação. As determinações do grau de
compactação serão realizadas utilizando-se os valores da massa específica aparente seca máxima de
laboratório e da massa específica aparente obtida no campo. Para aceitação da pista executada, deverão ser
obedecidos os limites seguintes:

 Grau de compactação igual ou maior que 95% do proctor normal;


 Índice suporte Califórnia (CBR) igual ou maior que 2%;
 Expansão igual ou menor que 4%.

A prática tem mostrado que para uma boa uniformização do grau de compactação do corpo de aterro, o
resultado de ensaio de proctor normal deverá ficar compreendido entre 95% e 105% do proctor normal. Caso o
resultado exceda ao limite de 105%, o tecnologista fará uma inspeção visual, para aceitação ou rejeição do
ensaio. Se houver desagregação do solo onde foi realizado o ensaio a pista não será liberada.

Para as camadas finais do aterro o grau de compactação deverá ser no mínimo 100% e no máximo 110% do
proctor normal. Caso o limite venha exceder a 110%, devemos fazer uma inspeção para aceitação ou rejeição
do ensaio efetuado. Se houver desagregação do solo onde foi realizado o ensaio a pista não será aprovada.

3.2- Condições Gerais


 A execução dos aterros será precedida da execução dos serviços de desmatamento e limpeza.
 - Preliminarmente à execução dos aterros, deverão estar concluídas as obras de arte correntes e
obras de arte especiais.

3.3 - Condições Específicas

3.3.1- Material

 Os solos deverão ser preferencialmente utilizados atendendo à qualidade e a destinação prévia,


indicadas no projeto.
 Os solos para os aterros provirão de empréstimos ou de cortes a serem escavados, devidamente
estudados.
 Os solos para os aterros deverão ser isentos de matérias orgânicas, micáceas e diatomáceas. Turfas e
argilas orgânicas não devem ser empregadas.
 Na execução do corpo dos aterros não será permitido o uso de solos de baixa capacidade de suporte
(CBR) menor do que 2% e expansão maior que 4%.
 A camada final dos aterros deverá ser constituída de solo selecionado na fase de projeto, dentre os
melhores disponíveis, os quais serão objeto de especificações complementares indicadas no projeto.
Não será permitido o uso de solos com CBR menor do que 8% e expansão maior do que 2%.

3.3.2- Equipamento

 A execução dos aterros deverá prever a utilização racional de equipamento apropriado, atendidas as
condições locais e a produtividade exigida.
 - Poderá ser empregado trator de lâmina, moto-scraper, pá mecânica, escavadeira, caminhão
basculante, carro pipa, grade de discos, patrol, rolo liso, rolo de pneu, rolo pé-de-carneiro e pata
curta, estático ou vibratório.

3.3.3- Execução

 Descarga, espalhamento, homogeneização, conveniente umedecimento ou aeração, compactação dos


materiais selecionados procedentes de cortes ou empréstimos, para construção do corpo do aterro até
a cota correspondente do greide da terraplenagem.
 O lançamento do material para construção dos aterros deve ser feito em camadas sucessivas, em
toda a largura da seção transversal, e em extensões tais que permitam seu umedecimento e
compactação de acordo com o previsto nesta norma. Para o corpo dos aterros a espessura da camada
compactada não deverá ultrapassar 0,30 m. Para as camadas finais essa espessura não deverá
ultrapassar 0,20 m.
 Todas as camadas do solo deverão ser convenientemente compactadas. Para o corpo dos aterros, na
umidade ótima, mais ou menos 3%, até se obter a massa específica aparente seca correspondente a
95% da massa específica aparente máxima seca, do ensaio DNER-ME 092/94 ou DNER-ME 037/94.
Para as camadas finais aquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100% da massa
específica aparente máxima seca do referido ensaio. Os trechos que não atingirem as condições
mínimas de compactação deverão ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e
novamente compactados de acordo com a massa específica aparente seca exigida.
 Um ensaio de compactação, segundo o método DNER-ME-48-64, para determinação da massa
específica aparente seca máxima, com espaçamento máximo de 100 m de via. As amostras serão
coletadas em diferentes pontos, obedecendo sempre a ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo,
eixo, bordo direito etc. O número de ensaios de compactação poderá ser aumentado ou reduzido,
desde que se verifique a homogeneidade do material.

3.3.4- Aceitação

Os valores máximos e mínimos decorrentes da amostragem, a serem confrontados com os especificados, serão
calculados pelas seguintes fórmulas:

Xmáx. = X + 1,29 - 0,68


 N

Xmin. = X - 1,29 - 0,68


N
N ³ 9 (número de determinações feitas)

Onde:

X máx = Valor máximo calculado

X mínimo = Valor mínimo calculado

= Média da amostra

N = Número de ensaios

 = Coeficiente

No caso da não aceitação dos serviços pela análise estatística, o trecho considerado será subdividido em
subtrechos, fazendo-se um ensaio com o material coletado em cada um deles.

Os subtrechos serão dados como aceitos, tendo em vista os resultados dos ensaios face aos valores exigidos
pelas especificações.

A seguir é apresentado um exemplo do controle estatísco do corpo do aterro, anexo 5.

Controle estatístico corpo do aterro

Número Média Desvio


Observações Z (coef.) X máx X mín.
ensaios ensaios padrão
Corpo de aterro

sub-trecho 9,00 98,93 3,31 1,09 102,54 95,33

Aguiarnopolis-TO

Resultado do controle estatístico do grau de compactação do corpo do aterro, obtendo Xmáx. calculado 102,54
e Xmín. calculado 95,33.

Xmáx. especificado = 105,00

Xmín. especificado = 95,00.

Como Xmáx. calculado é menor que Xmáx. especificado e Xmín. calculado é maior que Xmín. especificado,
conclui-se que a pista foi bem trabalhada. Caso contrario a pista foi mal trabalhada e será reprovada.

3.3.5- Manejo Ambiental

 As providências a serem tomadas visando a preservação do meio ambiente referem-se a execução


dos dispositivos de drenagem e proteção vegetal dos taludes, previstos no projeto, para evitar
erosões e conseqüente carreamento de material.
 As obras construídas sobre os rios e córregos são feitas coletas de água para análises dos exames
físico-químico e bacteriológico, anexo 1.
 Os bota-foras, em alargamento de aterros, deverão ser compactados com a mesma energia utilizada
nos aterros e revestidos com hidrossemeaduras.

4- REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO DE RODOVIAS

Regularização do subleito de rodovias é a operação destinada a conformar o leito estradal, quando necessário,
tranversal e longitudinalmente, compreendendo cortes e aterros até 0,20 m de espessura e de acordo com os
perfis transversais e longitudinais indicados no projeto.
4.1- Condições Gerais

 A regularização será executada prévia e isoladamente da construção de outras camadas do


pavimento.
 Os cortes e aterros, além de 0,20 m máximos, serão executados de acordo com as especificações de
terraplenagem.
 Não será permitida a execução dos serviços de regularização em dias de chuva.

4.2 - Condições Específicas

4.2.1- Material

Os materiais empregados na regularização do subleito, deverão ser provenientes de materiais nobres com
índice suporte califórnia (CBR) igual ou maior do que 8% e expansão igual ou menor do que 2%.

4.2.2- Equipamento

São indicados os seguintes tipos de equipamento para execução da regularização:

 Patrol, com escarificador.


 Carro pipa distribuidor de água.
 Rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, liso vibratório e pneumático.
 Grade de disco.

Os equipamentos de compactação são escolhidos de acordo com o tipo de material empregado.

5- SUB-BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE

Sub-base estabilizada granulometricamente é a camada granular de pavimentação executada sobre o subleito


devidamente compactado e regularizado.

5.1- Condições Gerais

Não será permitida a execução dos serviços, objeto desta norma, em dias de chuva.

5.2- Condições Específicas

5.2.1- Material

 Os materiais constituintes são solos, mistura de solos, mistura de solos e materiais britados, escória
ou produtos totais de britagem.
 Os materiais destinados à confecção da sub-base devem apresentar as características seguintes:

- Índice de grupo (IG) igual a zero;


- A fração retida na peneira número dez no ensaio de granulometria deve ser constituída de partículas duras,
isentas de fragmentos moles, material orgânico ou outras substâncias prejudiciais;
- Índice de suporte califórnia (CBR) é igual ou maior do que 20% e expansão igual ou menor do que 1%.

5.2.2- Equipamento

São indicados os seguintes equipamentos para a execução de sub-base granular: patrol com escarificador,
carro pipa distribuidor de água, rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, liso vibratório e pneumático, grade de
disco, pulvimisturador e central de mistura.

5.2.3- Execução

 A execução da sub-base compreende as operações de mistura e pulverização, umedecimento ou


secagem dos materiais, em usina ou na pista, seguidas de espalhamento, compactação e
acabamento, realizada na pista devidamente preparada, na largura desejada, nas quantidades que
permitam, após a compactação, atingir a espessura projetada.
 Quando houver necessidade de se executar camada de sub-base com espessura final superior a 0,20
m, estas serão subdivididas em camadas parciais. A espessura mínima de qualquer camada de sub-
base será 0,10 m, após a compactação.

6- BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE

Base estabilizada granulometricamente é a camada granular de pavimentação executada sobre a sub-base,


subleito devidamente regularizado e compactado.

6.1- Condições Gerais

Não permitir a execução dos serviços de base, em dias de chuva.

6.2- Condições Específicas

6.2.1- Material

Os materiais destinados a confecção da base devem apresentar as seguintes características:

 Deverão possuir composição granulométrica satisfazendo a uma das faixas do DNER, A, B, C, D, E, F,


de acordo com o número N de tráfego.
 O índice de suporte califórnia (CBR), deverá ser superior a 60% e a expansão máxima será de 0,5%,
com energia de compactação do proctor modificado. Para rodovias de tráfego pesado o índice de
suporte califórnia (CBR) do material da camada de base deverá ser superior a 80% e a expansão
máxima será de 0,5%, com energia de compactação do proctor modificado.

6.2.2- Equipamento

São indicados os mesmos equipamentos para execução da sub-base.

6.2.3- Execução

A execução da base compreende as operações de mistura e pulverização, umedecimento ou secagem dos


materiais realizados na pista ou em central de mistura, bem como o espalhamento, compactação e acabamento
na pista devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam, após a compactação
atingir a espessura projetada.

Quando houver necessidade de se executar camada de base com espessura final superior a 0,20 m, estas serão
subdivididas em camadas parciais. A espessura mínima de qualquer camada de base será 0,10 m, após a
compactação.

7- COMPACTAÇÃO DE ATERROS EM FERROVIAS

Aterros são segmentos de ferrovia, cuja implantação requer o depósito de materiais, quer provenientes de
cortes, quer de empréstimos, no interior dos limites das seções de projeto, que define o corpo estradal.

Os aterros constituem-se de corpo de aterro e camada final. Corpo de aterro é a parte do aterro situado entre o
terreno natural até 0,60 m abaixo da cota correspondente ao greide de terraplenagem. Camada final é a parte
do aterro constituído de material selecionado, compreendido, entre o greide da terraplenagem e o corpo de
aterro.

7.1- Condições Gerais

 A operação será precedida da execução dos serviços de desmatamento, destocamento e limpeza.


 Preliminarmente à execução dos aterros, deverão estar concluídas as obras de arte correntes e obras
de arte especiais.

As operações de aterro compreendem:


 Descarga, espalhamento, conveniente umedecimento ou aeração, homogeneização e compactação
dos materiais oriundos de cortes ou empréstimos, para construção da camada do corpo do aterro, até
a cota indicada no projeto de terraplenagem.
 Descarga, espalhamento, conveniente umedecimento ou aeração, homogeneização e compactação
dos materiais selecionados oriundos de cortes ou empréstimos para a construção da camada final do
aterro até a cota correspondente ao greide de terraplenagem.

7.2- Condições Específicas

7.2.1- Materiais

 Os materiais deverão ser selecionados dentre os disponíveis, atendendo à qualidade e à destinação


prevista no projeto.
 Os solos para os aterros provirão de cortes ou empréstimos existentes, devidamente indicado no
projeto.
 Os solos para os aterros deverão ser isentos de matérias orgânicas, micáceas e diatomáceas. Turfas e
argilas orgânicas não devem ser empregadas.
 Na execução da camada inferior do aterro não será permitido o uso de solo que tenham CBR £ 2% e
expansão maior do que 4%. O grau de compactação das camadas inferiores é igual ou maior do que
95% do proctor normal.
 Na execução da camada superior do aterro, correspondente aos últimos sessenta centímetros do
aterro não será permitido o uso de solos que tenham CBR < 8% e expansão maior do que 2%. O grau
de compactação das camadas superiores é igual ou maior do que 100% do proctor normal.

7.2.2- Equipamento

 A execução dos aterros deverá prever a utilização racional de equipamento apropriado, atendidas as
condições locais e a produtividade exigida.
 Poderão ser empregados tratores de lâmina, moto-scraper, pá mecânica, caminhões basculantes,
carro pipa, patrol, grade de disco, rolos lisos, de pneus, pé-de-carneiro, estáticos ou vibratórios.

7.2.3- Execução

O lançamento do material para a construção dos aterros deve ser feito em camadas sucessivas, em toda a
largura da seção transversal, e em extensões tais que permitam seu umedecimento e compactação de acordo
com as especificações de serviço.

Para a camada inferior do aterro, a espessura da camada compactada não deverá ultrapassar a espessura de
0,30 m. Para os 0,60 m finais da camada superior do aterro as camadas de solo compactada não deverão ter
espessura superior a 0,20 m.

Todas as camadas deverão ser convenientemente compactada, e segundo a metodologia descrita.

Para as camadas inferiores dos aterros, o grau de compactação deve ser iqual a 95%. Para as camadas
superiores, isto é 0,60 m finais, o grau de compactação deve ser iqual a 100%. Os segmentos que não
atingirem as condições mínimas de compactação deverão ser escarificados, homogeneizados, levados a
umidade ótima e novamente compactados, de acordo com o grau de compactação exigida.

A inclinação dos taludes de aterros, tendo em vista a natureza dos solos e as condições locais, será fornecida
pelo projeto.

8- REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO DE FERROVIAS, COM A TERRAPLENAGEM JÁ CONCLUÍDA.

Regularização é a operação destinada a conformar o leito estradal, quando necessário, transversal ou


longitudinal, compreendendo cortes ou aterros até 0,20m de espessura.

8.1- Condições Específicas

8.1.1- Materiais
Os materiais empregados na regularização do subleito serão os do próprio subleito. No caso de substituição ou
adição de material, estes deverão ser provenientes de ocorrências de materiais indicados no projeto.

8.1.2- Equipamentos

A execução da regularização do subleito deverá prever equipamento adequado que permita a racionalização da
execução do serviço.

8.1.3- Execução

 Após a execução de cortes e adição de material necessário para atingir o greide de projeto, proceder-
se-á a uma escarificação geral na profundidade de 0,20 m, seguida de pulverização, umedecimento ou
aeração, compactação e acabamento.
 Os aterros, além dos 0,20 m máximo previstos, serão executados de acordo com as especificações de
terraplenagem.

O grau de compactação deverá ser de 100% do obtido no ensaio proctor normal.

8.2- Controle

8.2.1- Controle tecnológico

8.2.1.1- Ensaios

Serão procedidos:

 Determinação de massa específica aparente, In situ, com espaçamento máximo de 100 m de pista,
nos pontos onde foram coletados as amostras para os ensaios de compactação.
 Um ensaio de compactação, segundo o método proctor normal para determinação da massa específica
aparente seca máxima, com espaçamento máximo de 100 m de pista, com amostras coletadas em
pontos obedecendo sempre a ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo, eixo, bordo direito etc, a
0,60 m do bordo.

O número de ensaios de compactação poderá ser reduzido, desde que se verifique a homogeneidade do
material.

8.2.1.2- Aceitação

Os valores máximos e mínimos decorrentes da amostragem a serem confrontados com os especificados, serão
calculados pelas seguintes fórmulas:

Xmáx. = X + 1,29 + 0,68


N

Xmin. = X - 1,29 - 0,68


N

N ³ 9 (número de determinações feitas)

Onde:

X máx = Valor máximo calculado

X mínimo = Valor mínimo calculado

= Média da amostra

N = Número de ensaios

 = Coeficiente
A seguir é apresentado um exemplo de controle estatístico da camada final, anexo 5.

Controle estatístico camada final

Número Média Desvio X máx X mín.


Observação Z (coef.)
ensaios ensaios padrão calculado calculado
Camada final

sub-trecho 10,00 103,16 2,86 1,07 106,22 100,10

Aguiarnópolis-TO

Resultado do controle estatístico do grau de compactação camada final, obtendo Xmáx. calculado 106,22 e
Xmín. calculado 100,10.

Xmáx. especificado = 110,00.

Xmín. especificado = 100,00

Como Xmáx. calculado é menor que Xmáx. especificado e Xmín. calculado é maior que Xmín. especificado,
conclui-se que a pista foi bem trabalhada, caso contrario a pista mal trabalhada e será reprovada.

9- SUBLASTRO DE FERROVIAS

Sublastro é a camada de material que completa a plataforma ferroviária e que recebe o lastro.

A função do sublastro é a de absorver os esforços transmitidos pelo lastro e transferi-los para o terreno
subjacente, na taxa adequada e capacidade de suporte do referido terreno.

A seguir é apresentado um exemplo de controle de compactação de sublastro.

Dens. Solo Umidade Umidade


Dens. Máx Grau de
Observação campo de de
kg/m³ compactação
kg/m³ campo laboratório
Sublastro

2004 2045 10,6 11,7 102,0


Aguiarnópolis-TO
Seixo in naturo
Sublastro 2072 2105 9,6 8,9 101,6

Aguiarnópolis -TO
Seixo in naturo
Sublastro 1995 2027 11,3 11,1 101,6

Aguiarnópolis -TO
Seixo in naturo

O material empregado no sublastro da Ferrovia Norte-Sul, sub-trecho Aguiarnópolis – Mosquito – TO, foi seixo
arenoso in naturo com densidade máxima acima de 1900 kg/m³.

O proctor utilizado para sublastro é o intermediário. Para aceitação da pista o grau de compactação é igual ou
maior que 100%, desvio de umidade ótima mais ou menos 2%, CBR igual ou maior que 20% e expansão igual
ou menor que 1%. Caso contrario a pista será rejeitada.

9.1- Condições Específicas

9.1.1- Materiais

materiais em usina ou na pista, de modo que o produto resultante tenha sempre as seguintes características:
 A granulometria do material deverá se enquadrar numa das faixas A, B, C, D e/ou F da AASHO.
 A capacidade de suporte deverá ser medida pelo ensaio de CBR, com a energia de compactação do
proctor intermediário (26 golpes). O CBR para sublastro é igual ou superior a 20% e expansão
máxima de 1%.
 O índice de grupo (IG) deverá ser igual a zero.
 No caso de solos lateríticos a expansão máxima admitida será de 0,5% no ensaio de CBR. A fração
que passa na peneira número quarenta deverá ter limite de liquidez inferior ou igual a 40% e índice
de plasticidade inferior ou igual a 15%.

9.1.2- Equipamentos

A execução do sublastro deverá prever equipamento adequado que permita a racionalização da execução do
serviço.

9.1.3- Execução

Compreende as operações de espalhamento, mistura, pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e


acabamento de tal modo que, após a compactação a camada se apresente na largura, espessura e conformação
indicada no projeto.

O grau de compactação deverá ser no mínimo igual a 100% do proctor intermediário, em relação a massa
específica aparente seca máxima, obtida no ensaio DNER-ME-48-64.

A umidade deverá ser a umidade ótima, do ensaio acima especificado, com variação de mais ou menos 2%.

A declividade transversal da camada de sublastro concluída deverá ser de 3%, devendo a superfície se
apresentar lisa, sem sulco ou depressão.

9.2- Controle

9.2.1- Controle tecnológico

9.2.2- Ensaios

Serão procedidos os seguintes ensaios:

 Determinação da massa específica aparente, In situ, com espaçamento de 100 m de pista, nos pontos
onde foram coletados as amostras para os ensaios de compactação.
 0,60 m do bordo. O número de ensaios de compactação poderá ser reduzido, desde que se verifique a
homogeneidade do material.

9.3- Aceitação

Os valores máximos e mínimos decorrentes da amostragem, a serem confrontados com os especificados, serão
calculados pelas seguintes fórmulas:

Xmáx. = X + 1,29 + 0,68


N

Xmin. = X - 1,29 - 0,68 


N

N ³ 9 (número de determinações feitas)

Onde:

X máx = Valor máximo calculado

X mínimo = Valor mínimo calculado


= Média da amostra

N = Número de ensaios

 = Coeficiente

A seguir é apresentado um exemplo de controle estatístico de sublastro, anexo 5.

Número Média Desvio X máx X mín.


Observação Z (coef.)
ensaios ensaios padrão calculado calculado
Sublastro

sub-trecho 9,00 102,83 2,18 1,09 105,21 100,46

Aguiarnópolis-TO

Resultado do controle estatístico do grau de compactação do sublastro obtendo Xmáx. calculado 105,21 e
Xmín. calculado 100,46.

Xmáx. especificado = 110,00

Xmín. especificado = 100,00.

Como Xmáx. calculado é menor que Xmáx. especificado e Xmín. calculado é maior que Xmín. especificado,
conclui-se que a pista foi bem trabalhada, caso contrario a pista foi mal trabalhada e será reprovada.

CONCLUSÃO

Nesta monografia discutiu-se a utilização do ensaio de proctor para o controle da compactação de aterros, bem
como o controle de qualidade do aterro através do grau de compactação, o qual fornece subsídios para
aceitação e rejeição da camada compactada.

Para os aterros serem aprovados o grau de compactação do corpo do aterro Gc 95% do proctor normal e
para camada final Gc 100% do proctor normal.

Para compactação da sub-base e sublastro serem aprovados Gc 100% do proctor intermediário.

Para a base ser aprovado o Gc 100% do proctor modificado.

Caso contrario à pista será reprovada.

O controle estatístico é emitido de acordo com os seguintes critérios.

 X máx. especificado maior que X máx. calculado.


 X mín. especificado menor que X mín. calculado.

Concluímos: Pista bem trabalhada.

Caso contrário pista mal trabalhada.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

STANCATI, G.; NOGUEIRA, J.B. & VILAR, O. M. Compactação do solo. São Paulo, Universidade de São Paulo,
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EKWUE, E.J. & STONE, R.J. Organic matter effects on strength properties of compacted agricultural soils. Trans.
Am. Soc. Agric. Eng., 38:357-365, 1995.

EKWUE, E.J. & STONE, R.J. Density-moisture relations of some Trinidadian soils incorporated with sewage
sludge trans. Am. Soc. Agric. Eng., 40:317-323,1997

SILVA, A.P. da; LIBARDI, P.L. & CAMARGO, O.A. Influência da compactação nas propriedades físicas de dois
latossolos. R. Bras. Ci. Solo, 10:91-95, 1986.

OHU, J.O; RAGHAVAN, G.S.V. & McKYES, E. Shear strength prediction of compacted soil with varying organic
contents. Trans. Am. Soc. Agric. Eng., 28:351-355, 1986.

STONE, J.A. & EKWUE, E.I. Maximum bulk density achieved during soil compaction as affected by the
incorporation of three organic materials. Trans. Am. soc. Agric. Eng., 36:1713-1719, 1993.

CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. 6. ed. São Paulo.

VARGAS, Milton. Introdução à Mecânica dos Solos. ed. 1977.

VALEC. Normas e Especificações Técnicas. Obras Ferroviárias. ed. 2000.

DNER. Especificações Gerais. Obras Rodoviárias. ed. 2000.

DNER. Divisão de Pesquisas Tecnológicas. Métodos de Ensaios. 3. ed. 1971.

ANEXOS

ANEXO 1 – Análise Físico – Química de água


ANEXO 2 – Compactação em laboratório (proctor)

Homogeneização do material para compactação

Ensaio de compactação
ANEXO 3 – Compactação no campo (densidade in situ)

Equipamento utilizado para densidade in situ

Furo de densidade

Frasco de areia e placa perfurada

Momento em que se tira o frasco de areia do furo

Pesagem do frasco de areia

Determinação da umidade pelo aparelho de "speed"

Grade de disco

Rolo compactador
ANEXO 4 – Controle de compactação no campo
ANEXO 5 – Controle estatístico de compactação

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