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Espetáculo de Natal Infantil

1) A história conta a noite de Natal de uma criança chamada Bernardo que recebe uma carta do Papai Noel dizendo que irá visitá-lo. 2) Bernardo é acordado no meio da noite por um esquilo e levado para conhecer o trenó e as renas do Papai Noel. 3) Durante a viagem, Bernardo vê como o Natal é celebrado em diferentes partes do mundo.

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Espetáculo de Natal Infantil

1) A história conta a noite de Natal de uma criança chamada Bernardo que recebe uma carta do Papai Noel dizendo que irá visitá-lo. 2) Bernardo é acordado no meio da noite por um esquilo e levado para conhecer o trenó e as renas do Papai Noel. 3) Durante a viagem, Bernardo vê como o Natal é celebrado em diferentes partes do mundo.

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Natal no Mundo

Espectáculo de Natal
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO ATLÃNTICO
DEZEMBRO 2010

História de Natal 1ª Parte


Já há quase uma hora que o Bernardo brincava na neve do seu jardim, quando um
esquilo, com um gorro pontiagudo na cabeça, pousou aos seus pés um envelope.
- Bernardo? – perguntou o animal.
- Sou eu – respondeu a criança.
O esquilo inclinou-se para a frente.
- Então esta carta é para ti.
O Bernardo apanhou o envelope sobre a neve.
Onde devia estar o selo, apenas havia um sinete formado por quatro letras entrelaçadas:
PN, PN.
Logo abaixo, estava escrito simplesmente: Bernardo.
- Quem ma enviou? – perguntou ele ao esquilo.
- Lê-a! – respondeu o esquilo, antes de desaparecer a saltitar.
O Bernardo abriu o envelope e leu a carta que lhe era endereçada:
“Bernardo”: Esta noite, agasalha-te bem. Vou visitar-te.
Assinado: Pai Natal, Pólo Norte.”
Ele releu a carta três vezes sem conseguir perceber o seu significado.
Aquela noite era a noite de 24 de Dezembro. Parecia-lhe evidente que o Pai Natal lá
passasse para o ver, como passaria a visitar todas as crianças bem-comportadas do Mundo!
Ele encolheu os ombros, enfiou a carta no bolso e não pensou mais no assunto.

Canção “ Vai nevar” 2. Vai nevar


Ai lá fora o frio aperta Trouxe milho p’ra pipoca

Mas não me posso queixar Que este frio e p’ra ficar
Pois cá dentro está quentinho Vou comê-las à lareira
E lá fora vai nevar, vai nevar E lá fora vai nevar, vai nevar
3º 4º E a fogueira ao apagar-se
Mas por fim tenho de ir para cama
Vou meter me ao quentinho Também quer ir descansar
Dão- me um beijo de boa-noite Já tão todos a dormir
Já estou pronto para o soninho E o pai natal vai chegar vai chegar

5º 6º
Mas por fim tenho de ir para cama E a fogueira ao apagar-se
Vou meter me ao quentinho Também quer ir descansar
Dão- me um beijo de boa-noite Já tão todos a dormir
Já estou pronto para o soninho E o pai natal vai chegar vai chegar

História de Natal 2ª Parte

O Bernardo dormia profundamente quando o esquilo de gorro pontiagudo o acordou.


- Vamos, de pé, acorda lá, estamos à tua espera!
O Bernardo sentou-se na cama, com os olhos cheios de sono.
- Já é de manhã?
- Não, não, vamos! – Enervou-se o roedor. – Vem depressa à janela, vamos partir!
A criança avançou aos tombos até à janela.
- Então estás de pijama? – Resmungou o esquilo. - Nós dissemos-te para te vestires
com roupa quente! Felizmente o Pai Natal pensou em tudo! Enfia isto!
E estendeu-lhe umas calças vermelhas, um casaco vermelho forrado de pêlo branco,
botas vermelhas e um gorro vermelho com um pompom branco.
Sem protestar, o Bernardo vestiu o fato, e depois foi até à janela.
Demorou alguns segundos a compreender o espectáculo que aí viu.

Canção “ A rena do nariz encarnado” 2.A rena do nariz encarnado

Prendas! Frio! Renas! Neve! E assim foi naquela noite


Trenó no céu a aproximar-se! O Rodolfo a comandar,
u-lá-lá mas quem vem lá? O trenó do Pai Natal
Que coisa estranha….O quê? Ali... Com o seu nariz a brilhar.
Rodolfo era uma rena E entregaram muitas prendas
Com um nariz encarnado, Ai, em todos os países,
Que brilhava no escuro E deixaram as crianças
E era mesmo engraçado. Muito alegres e felizes.
Mas todas as outras renas E o nosso amigo Rodolfo
Se riam daquele nariz, Não cabia de contente,
E o pobre do Rodolfo Pois conduzir o trenó
Andava muito infeliz. Não era para toda a gente.
Refrão Refrão
Mas uma noite de nevoeiro E assim foi naquela noite
O Pai Natal veio dizer: O Rodolfo a comandar,
- Rodlfo, tu és perfeito (falado) O trenó do Pai Natal
P’ra nos conduzir, esta noite, a preceito! Com o seu nariz a brilhar
História de Natal 3. Parte

Um trenó de madeira dourada, puxado por renas brancas, flutuava à sua altura.
Sobre a neve, vestido de couro vermelho, à frente no trenó, estava o Pai Natal. De barba
branca, de fato vermelho como a lava incandescente, de gorro com um pompom e com um
sorriso divertido que iluminava todo o seu rosto.
- Pai… Pai Natal?
- Vamos, Bernardo! Sobe já, este ano não quero que esta noite demore muito a
passar.
A criança saltou pela janela como se estivesse num sonho, sempre acompanhado pelo
esquilo de chapéu pontiagudo.
Juntos, sentaram-se ao lado do Pai Natal, e então as renas começaram a sua viagem
pelos céus.

Canção “ Pai Natal cansado” 3. Pai Natal cansado

Pai Natal anda cansado, Não descansa um minuto Mesmo assim o Pai Natal
Pois tem muito que fazer Tem mil prendas p’ra entregar. Cumpre sempre o seu dever,
Desce e sobe, sobe e desce, Só as renas não se cansam Pois ele sabe que as crianças
anda sempre a correr De andar sempre a viajar. Muitas prendas sonham ter

História de Natal 4ª Parte


- Esta noite temos muito trabalho a fazer – anunciou o Pai Natal.
- Temos? – espantou-se Bernardo. Mas
- Sim, minha criança. Este ano tu foste o mais bem-comportado de todos os meninos
bem-comportados, e esta viagem é a tua recompensa. Ninguém se irá aperceber da tua
partida.
O tempo passa de maneira diferente para o Pai Natal, e é isso que me permite
descobrir todos estes presentes numa única noite.
A noite de 24 de Dezembro pode durar mil horas, se eu o quiser.
Na verdade, ela só termina quando eu deixar o último presente junto ao abeto da
última casa…

Canção “ É sempre assim” 4.É sempre assim


1º 2ºDepois do perú o bolo-rei
Eu queria mesmo a trotinete
Mas descobri quando provei
Mas saiu-me um canivete
É sempre assim
Raio de sorte da tia Leonor
Eu já desconfiava
A ela bis
deram-lhe um despertador
Foi logo a mim que saiu a fava

História de Natal 5ª Parte

O Bernardo nem queria acreditar no que ouvia.


- Pai Natal, não sei como te dizer obrigado, esta é uma prenda maravilhosa!
- E tu ainda não viste nada! – exclamou o esquilo de chapéu pontiagudo.
- Abre bem os olhos e observa!
O Bernardo abriu ainda mais os seus olhos, muito atento…
O esquilo tinha cem por cento de razão. Aquele que ele viu naquela noite ultrapassou
de longe todos os seus sonhos de rapazinho.
Canção “Rapaz do tambor” 2. Rapaz do tambor
Certo dia nasceu, Meu pequeno rapaz,
Pa, rum, pum, pum, pum. Pa, rum, pum, pum, pum.
Um novo Rei do céu, Sou pobre como tu,
Pa, rum, pum, pum, pum. Pa, rum, pum, pum, pum.
Deu muito amor e paz, Só tenho p’ra te dar,
Pa, rum, pum, pum, pum. Pa, rum, pum, pum, pum.
Ao mundo inteiro. O som do meu tambor.
Pa, rum, pum, pum, pum. Pa, rum, pum, pum, pum.
Rum, pum, pum, pum. Rum, pum, pum, pum.
Rum, pum, pum, pum. Rum, pum, pum, pum.
Rum, pum, pum, pum. Rum, pum, pum, pum.
Rum, pum, pum, pum.
Rum, pum, pum, pum.

História de Natal 6ª Parte

Ele viu os sítios onde moravam as crianças do mundo inteiro, desde as casas de
bambu aos arranha-ceús, desde a cabana de barro cozido à casa de vidro, desde o castelo
mais antigo ao edifício mais moderno. Aprendeu que nem todas as crianças do mundo
conheciam a neve e o frio do Inverno, que os Natais dos países quentes eram cheios de cor,
aromas e de frutos exóticos, e que os Natais nas altas montanhas eram decoradas com
esculturas de gelo, com fogueiras enormes e fantásticas ceias.
Percebeu que o Natal não tinha o mesmo nome em toda a parte, que era Christmas
para uns, Weihnacht ou Natale para outros, que os abetos nem sempre ficavam dentro de
casa ao lado da chaminé, e que, aliás, nem sempre havia chaminé para se pôr ao lado da
árvore de Natal…
Ele viu as estrelas no céu ao lado das nuvens, tocou ao de leve no Pólo Norte e nos
seus duendes, no Pólo Sul e nos seus pinguins, viu o Leste onde o Sol tentava em vão
levantar-se, e o Oeste onde não acabava de se deitar.
Ele viu tanto e tantas coisas que adormeceu abraçado ao esquilo de chapéu
pontiagudo, aninhado nos seus braços.
- Bernardo – sussurrou a Mamã. – O Pai Natal já cá esteve.
Ele abriu lentamente os olhos. Estava no seu quarto, em pijama, e havia um gorro
vermelho com um pompom branco ao seu lado.
“Oh sim – pensou ele a sorrir – o Pai Natal já cá passou!”
Aproximou-se da janela, o trenó já lá não estava mas, lá em baixo, uma espécie de esquilo,
de chapéu pontiagudo fez-lhe um gesto com a pata, antes de desaparecer no bosque…
Entoação do seguinte poema:

Miscelânea de Natal 5. Miscelânea de Natal


Introdução – Canto A B A – Palmas ou flauta A B A –
Canto A B A A

Merry Christmas et Joyeux Noel Ai, Ai, Christmas Time


Froehliche Weihnachten, Feliz Navidad Ai, Ai, c’est Noel
Boas festas e Feliz Natal Ai, Ai, Navidad
Ding dong, ding,dong, Dubi, dubi uá Jingle, jingle bells, Dubi, dubi uá

Natal no Mundo
 
Espectáculo de Natal 
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO ATLÃNTICO
DEZEMBRO 2010 
História de Natal 
1ª Parte 
Já há
3º                                                            4º
              
5º
História de Natal 
3. Parte 
Um trenó de madeira dourada, puxado por renas brancas, flutuava à sua altura.
Sobre a neve, vest
Canção “Rapaz do tambor”
2. Rapaz do tambor
Certo dia nasceu,
Pa, rum, pum, pum, pum.
Um novo Rei do céu,
Pa, rum, pum, pum,

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