Lipólise
Mobilização dos depósitos
de triacilgliceróis
Tem início por ação da lipase hormônio-sensível
(LHS) nos adipócitos, que hidrolisa TAGs a AGs
e glicerol.
Glicerol não é metabolizado nos adipócitos por
falta de enzima específica. Então é liberado na
circulação e transformado em diidroxiacetona-P
(DHAP) em outros tecidos como o fígado. DHAP
é substrato da glicólise.
AGs liberados são transportados no sangue pela
albumina sérica e distribuídos aos tecidos
capazes de utilizá-los como fonte de energia
(ex.: fígado, músculos).
Hemácias e células do cérebro não podem utilizar
AGs como fonte energética.
Nas células os AGs são ativados e oxidados
Convertidos em derivados de CoA (os acil-CoA) no
citoplasma
Transportados para as mitocôndrias
Oxidados por reações da b-oxidação (ciclo de
Lynen)
Fonte da figura:
Lehninger Princípios de Bioquímica 3.ed., 2002.
b-oxidação de ácidos graxos (ciclo de Lynen)
Na b-oxidação a acil-CoA é oxidada
A via é composta por 4 reações cíclicas
Em cada ciclo formam-se: uma acil-CoA com 2C a menos, liberados na forma de acetil-CoA, 1 FADH2 e 1 NADH.
A acil-CoA resultante refaz o ciclo várias vezes até ser totalmente convertida em acetil-CoA.
4) cisão
1) oxidação
2) hidratação 3) oxidação
Fonte da figura:
Bioquímica Básica 2.ed., 1999.
b-oxidação de ácidos graxos e a respiração celular
Relação entre a oxidação do ác.
Oxidação do ác. palmítico (16C) palmítico e a respiração celular
Encurtamento da cadeia carbônica
e formação de acetil-CoA
Fonte das figuras:
Lehninger Princípios de Bioquímica 3.ed., 2002.
Rendimento energético da b-oxidação de ácidos graxos
Exemplo válido apenas para o ácido palmítico (de 16C)
É preciso descontar: gasto inicial de ATP na reação de ativação do ácido graxo
(2 ligações ricas em energia = 2 ATP)
Rendimento total = 129 ATP
Fonte da tabela:
Bioquímica Básica 2.ed., 1999.