Machos e Cossinetes
Comprimento total
Comprimento
da Rosca
ngulo de Sada
Largura da
superfcie lateral
da rosca
Comprimento
do ngulo de
Entrada
Dimetro do
Ncleo
Ponto de
Centro
Comprimento da Haste
[Link]
Reduo
Dimetro
Comprimento do
Arraste do Quadrado
Reduo do
Dimetro Dimetro da
Haste
Quadrado
ngulo de Entrada
ngulo de Folga
ngulo do
Canal
Helicoidal
Furo de
Centro
Comprimento de Entrada Helicoidal
ngulo de Entrada Helicoidal
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
Dimetro externo
Reduo do dimetro
Espessura
Comprimento da broca
Furo para fixao do cossinete
Chanfro
Comprimento do chanfro
Dimetro do chanfro
Gun-nose
ngulo de entrada
Comprimento de entrada
ngulo de sada frontal
Superfcie da rosca
Largura da superfcie da rosca
Fenda radial
Diviso para ajuste
T25
NOMENCLATURA
Nomenclatura
ROSQUEAMENTO
Ferramentas para Roscar
Dicas Gerais
O sucesso na operao de rosqueamento depende
de alguns fatores que ajudaro na qualidade final do
produto.
1. Selecione a geometria correta de machos para o
tipo de material e de furo, por exemplo, cego ou
passante, na Tabela de Grupos de Materiais
2. Certifique-se de que a pea est bem fixada,
pois movimento lateral pode causar a quebra do
macho ou roscas fora do especficado.
3. Selecione o dimetro correto da broca a partir
das Tabelas de Brocas para Rosqueamento,(veja
pgina T34) lembrando-se que os dimetros de
brocas para machos laminadores so diferentes.
Sempre certifique-se de que o material no
esteja temperado.
4. Selecione a velocidade de corte correta como
mostrado na Tabela de Grupo de Materiais
(AMG).
5. Quando as mquinas tiverem a opo de passo
guiado, certifique-se de que este seja o mesmo
da ferramenta.
6 . Assegure uma entrada suave do macho no furo,
pois um avano irregular pode causar o
alargamento da rosca.
DIFERENTES TIPOS DE MACHOS
Machos com Canal Reto
Os machos de canal reto so os mais utilizados.
Adequados para o uso na maioria dos materiais,
eles foram a base do programa de fabricao.
T26
Machos com rosca interrompida
A rosca interrompida assegura o menor atrito e
portanto menor resistncia, o que particularmente
importante ao se roscar materiais resistentes e
difceis de usinar (por exemplo: ao inoxidvel e
bronze) e torna-se tambm mais fcil a penetrao
do lubrificante nas arestas de corte, auxiliando a
minimizar o torque.
Machos com ponta helicoidal
O macho possui um canal bem superficial, e
geralmente chamado de gun nose ou ponta
helicoidal. O gun nose ou ponta helicoidal foi
desenvolvido para direcionar o cavaco para frente.
Esse tipo de macho recomendado para roscar
furos passantes, mas pode ser utilizados em furos
cegos, quando houver espao suficiente para a
acomodao dos cavacos.
Machos com canal helicoidal
Os machos com canal helicoidal so utilizados em
furos cegos. O canal transporta o cavaco para fora
da rea de corte, ou seja, para fora do furo,
evitando assim um acmulo de cavaco no canal da
ferramenta e na base do furo; minimizando o risco
de quebra do macho ou de dano rosca.
Machos com refrigerao interna
A performance dos machos com furos para
refrigerao interna melhor do que as dos machos
utilizados com lubrificao externa. Esse tipo de
macho permite melhor retirada do cavaco, que
transportado para fora do furo. A resistncia na
aresta de corte reduzida, j que o efeito da
refrigerao na zona de corte maior do que a
gerao de calor. Esses tipos de machos podem
ser usados somente em mquinas equipadas com
um eixo e um cabeote rosqueador dedicados,
para refrigerao interna. A lubrificao pode ser
leo, emulso ou ar pressurizado com vapor de
leo. A presso no deve ser menor do que 15
bars, mas bons resultados podem ser obtidos com
mnima lubrificao. Para aplicaes onde seria
difcil levar o lubrificante rea de corte, como em
um rosqueamento horizontal, as vantagens da
refrigerao interna so maiores.
Machos laminadores podem ser fabricados com
diferentes revestimentos superficiais, que
propiciaro uma maior vida til ferramenta.
Em materiais de difcil usinagem a cobertura TiN e
TiCN tem apresentado resultados excelentes de
vida til. O dimetro do furo para rosqueamento
um fator extremamente importante, pois determina
tanto a qualidade da rosca como a vida til do
macho. Normalmente o furo um pouco maior do
que o dimetro da broca. O tamanho excedente
depende do material que est sendo usinado, as
condies de corte e do equipamento que est
sendo utilizado. Se o material estiver sendo
empurrado para entrada da rosca pelo macho, ou
se a vida til do macho estiver muito curta,
selecione um dimetro de broca um pouco maior.
Se, por outro lado, o perfil da rosca formada for
insuficiente, selecione um dimentro de broca
menor.
Machos Laminadores
Os machos laminadores se diferem dos machos de
corte porque a rosca produzida pela deformao
plstica do material, mais do que pela tradicional
ao do corte. Isso significa que nenhum cavaco
produzido. A fora de resistncia (Rm) no deve
exceder 1200 N/mm2, e o fator de alongamento
(A5) no deve ser menor do que 10%.
T27
ROSQUEAMENTO
Ferramentas para Roscar
MACHOS MANUAIS
Machos Manuais
MACHO MANUAL PERFIL SERIADO
Machos seriais so utilizados para se obter reduo de torque,
melhor calibrao e excelente acabamento na rosca.
Os trs machos possuem dimetros diferentes. Isso significa
que, para obter a rosca dentro da tolerncia especfica,
necessrio a utilizao dos 3 machos, pois o 1 e 2 macho do
jogo, tm a funo de desbastar e pr-acabar a rosca. Os
machos com rosca grossa ( M, UNC, BSW ) so fornecidos
com trs peas e, os machos com rosca fina ( MF, UNF, BSP
ou G ), com duas peas. Ainda nesse grupo a Dormer fabrica
machos para tubos com rosca NPT cnica. A grande
vantagem desses machos que os esforos no desbaste da
rosca so divididos por trs, portanto, a probabilidade de quebra
dessa ferramenta durante o processo bem menor. So
utilizados em materiais de difcil usinagem e quando se deseja um
melhor grau de acabamento, por isso so fornecidas em HSS.
utilizado em materiais de difcil usinagem, e onde
se deseja um melhor grau de acabamento, por isso
so fornecidos em HSS.
MACHO MANUAL PERFIL COMPLETO
Caracterizam-se por possuirem a mesma dimenso
de rosca nas trs peas (1, 2 e 3), sendo
diferenciados no comprimento de entrada (afiao),
o que facilita a centralizao no uso do macho.
Esse tipo de macho fabricado com dois tipos de
material: Ao Liga (sae 52100) com Rosca
Laminada e em Ao Rpido (M2) com Rosca
Retificada.
1 macho
7-8 filetes
d1
4 a 5
2 macho
Macho
Tap No.N33
7 a 9
4-5
filetes
d2
Macho
Tap No.N52
Tap No.N41
Macho
Perfil Seriado
O 1 macho corta 55% do material (desbaste)
3 macho
15
2-3
filetes
d3
d1
1 desbaste
O 2 macho corta 25% do material (pr-acabamento)
d1 = d2 =d3
d2
2 desbaste
O 3 macho corta 20% do material (acabamento)
d3
macho de acabamento
d1 menor que d2, d2 menor
Onde usar?
A grande vantagem desse macho que o esforo
no desbaste da rosca, dividido por trs, portanto,
a probabilidade de que a ferramenta quebre durante
o processo bem menor.
T28
Onde usar?
aconselhvel para servios que exijam bom
acabamento e rapidez, pois com o uso do 1
macho, obtm-se a medida nominal da rosca.
lembramos que aconselhvel tambm, utilizar pelo
menos dois machos do jogo para se obter um
melhor grau de acabamento.
COMPRIMENTO DO CHANFRO PARA MACHOS
Entrada
a parte do macho que realmente corta. O seu
comprimento influncia o tamanho da resistncia
qual cada filete submetido - quanto menor o
comprimento, maior a resistncia. A experincia tem
mostrado que medida em que a resistncia ao
filete aumenta, a vida til do macho diminui. Por
outro lado, aumentando-se o comprimento da
entrada se diminuira o torque gerado, e no caso de
roscas de passo fino, isso pode levar perda da
preciso.
Escolha do comprimento da entrada
O comprimento da entrada do macho deve ser
escolhido de acordo com aplicao. Para machos
com canais, o comprimento deve ser de no mnimo
2-4 filetes. A escolha do comprimento da entrada,
normalmente determinado pelo tipo de furo, por
exemplo, cego ou passante.
O comprimento da entrada de 2 a 3 filetes, macho
N3, usado especialmente para fazer furos cegos.
O comprimento e entrada de 4-6 filetes, macho
N2, utilizado para roscar furos longos e
passantes, em materiais que produzem cavacos
longos.
AOS USADOS NA FABRICAO DOS
MACHOS DORMER
Os aos utilizados na fabricao Dormer so de
absoluta qualidade, tendo um cuidadoso controle
metalrgico de sua composio. A alta qualidade
requisito imposto a todos os fornecedores.
Os aos so submetidos a um preciso tratamento
trmico, com o objetivo de adquirir dureza e
estrutura adequada para alto rendimento das
ferramentas.
Na fabricao dos machos so utilizados os
seguintes aos:
- Ao Cromo SAE 52100, e Ao Rpido M2 para
Machos Manuais.
- Ao Rpido Cobalto M35 para Machos Mquina.
Composio Qumica do Ao Cromo Al 52100 (%)
Carbono
Cromo
Mangans
Silcio
1,04
1,45
0,35
0,23
Composio Qumica do Ao Rpido (%)
Carbono
Tungstnio
Molibidnio
Cromo
Vandio
0,83
6,0
5,0
4,0
2,0
Guia para comprimento de entrada
Perfil Completo
Perfil Seriado
3 Macho
Tipo de Macho
N 1
N 2
N 1
N 2
N 3
Comprimento Normal de
entrada
7-8
4-5
2-3
3,5
Comprimento de entrada (N de roscas DIN)
Tipos de Machos
Comprimento Normal de
entrada
Forma
Forma
Forma
Forma
Forma
6-8
3,5-5
2-3
3,5-5
1,5-2
COSSINETES
Cossinetes so usados para rosqueamento externo.
O rosqueamento manual o mtodo mais utilizado,
enquanto que o rosqueamento com mquina
utilizado para tarefas simples.
DICAS GERAIS PARA O USO DE
COSSINETES
(ponta
helicoidal)
1. Antes de iniciar a operao, faa um chanfro de
45 graus, para eliminar as rebarbas. Certifiquese de que o cossinete esteja esquadrejado em
relao ao eixo.
2. Utilize o tipo de cossinete gun nose, como o
F100 ou similar, pois isso assegura que o
cavaco seja direcionado para fora da rea de
corte.
3. Assegure-se de que uma boa quantidade de
lubrificante est sendo direcionada para a rea
de corte.
T29
MACHOS MANUAIS
Machos Manuais
REAFIAO // INFORMAES GERAIS
Reafiao de Machos
Reafiao de Machos
Observe ao reafiar:
Os machos depois de utilizados tornam-se foscos,
e trabalham sob grande esforos e podem vir a
quebrar ou lascar, cortam fora das medidas e
produzem uma rosca com um acabamento ruim; a
soluo reafiar.
O ngulo de corte correto deve ser mantido - veja
a tabela abaixo
A diviso por igual das arestas de corte deve ser
mantida
O dimetro do macho ser reduzido.
A superfcie da rosca ser diminuda, portanto
ficar mais fraca
Evite formar rebarbas entre os filetes.
Reafiaes de machos devem ser feitas, se
possvel, em uma reafiadora de machos, e no
manualmente. Os machos reafiados em mquina,
cortam melhor, fazem roscas mais precisas e
mantm a afiao das arestas por mais tempos.
ngulos de sada para Machos
Ao se roscar, todo o corte acontece no local do
comprimento da entrada. Geralmente, suficiente
se reafiar apenas essa parte do macho. O ngulo
de incidncia da entrada depende do comprimento
da mesma. A tabela abaixo mostra um valor do
ngulo de folga para os machos N 2 e N 3.
Material a ser roscado
Ferro fundido
4-6
Ferro fundido malevel
5-10
Ao at 500 N/mm de resistncia frao
2
Ao at 1000 N/mm de resistncia frao
Dimetro
Relief Macho
/ mm width
N. 2 of land
ngulo de sada(aprox.) em graus
12-15
10-12
Macho N. 3
2
0,45
0,68
10
0,41
0,58
16
0,37
0,52
20
0,35
0,49
30
0,33
0,43
Ao acima 1100 N/mm de resistncia frao
7-10
Ao inoxidvel
8-12
Lato
Alumnio
0-5
15-25
Nunca reafie um macho danificado ou com
aresta postia em sua rea de rosca.
A entrada e o alvio no topo da rosca devem ser
idnticos em todas as reas do macho. Se a
entrada for irregular, o resultado ser furos muito
maiores do que o tamanho real do macho,
rasgados e com roscas deformadas, desgaste
irregular e eventual quebra do macho.
Quando as pontas do filetes comearem a ficar
foscas e lascadas, os canais devem ser reafiados.
Um afiador que d um acabamento preciso nas
arestas de corte deve ser utilizado. Se as medidas
no estiverem exatas, o macho poder se quebrar
ou cortar a mais.
Reafiar os canais pode ser bom em casos onde
haja falta de equipamento adequado para afiar a
entrada.
T30
Reafiao para Machos de Alto Rendimento
para Mquina
A reafiao correta aumenta a durabilidade e a
economia dos machos de alto rendimento. Quando
se continua trabalhando com machos que j
perderam o corte, diminui-se a qualidade das
roscas abertas e aumenta-se o perigo de refugos.
Com o aumento da falta de corte aumenta o torque,
o que pode ocasionar a quebra prematura do
macho. Recomenda-se portanto afiar os machos
em tempo hbil e de maneira correta.
Deve-se evitar a afiao manual. Somente com o
emprego de mquinas especiais para afiar
ferramentas que se consegue a preciso da
concentricidade e da diviso. Alm disso, o
processo de afiar torna necessrio e indispensvel o
emprego de rebolos de qualidade. Tanto a
granulao como a dureza do rebolo tem influncia
sobre a qualidade da afiao. Evita-se portanto, que
a afiao fique muito spera, que se formem
rebarbas ou que se queimem as pontas dos filetes
do macho.
Para afiar entradas
Como a formao do cavaco se d na entrada do
macho, o desgaste dos filetes (cantos de corte)
ocorre na mesma regio da entrada (fig.1). A fim de
eliminar as marcas de desgaste (VR e VS), a
superfcie do ngulo de corte nas ranhaduras assim
como a superfcie da entrada, devem ser reafiadas.
Em geral, recomenda-se afiar ambos a fim de poder
reduzir as afiaes constantes, especialmente
quando h desgaste maior dos cantos de corte.
Os machos com canais retos so relativamente
fceis de afiar. Quando o desgaste dos fios
moderado V (fig.2) suficiente afiar somente a
superfcie do corte do cavaco S.
Os machos com canais helicoidais devem ser
guiados com preciso ao serem afiados os ngulos
de corte do cavaco. Isto se faz com dispositivos
dotados de padres-guia intercambiveis ou rguas
de seno. Existem tambm dispositivos com
engrenagem de mudana de velocidade para tal fim.
Mediante a regulagem da mquina, consegue-se
que coincidam o ngulo de hlice das estrias do
macho e do padro-guia, fazendo inclinar o rebolo
no ngulo da hlice do macho (fig.3). A fim de que
o rebolo no repita o corte e que seja evitado o
arrendondamento dos cantos de corte a regulagem
do ngulo a ser escolhido de 1 e 2 graus mais
altos do que o ngulo de hlices teorico.
O ngulo de hlice e de passo podem ser
identificados na descrio dos nossos machos.
Devem-se usar rebolos planos com forma F. O perfil
do rebolo deve ser adaptado ao formato dos canais
do macho. O ngulo de corte deve ser verificado no
primeiro filete completo depois da entrada.
Os machos com entrada corrigida (Forma de
entrada B e machos de alto rendimento) exigem
uma afiao tanto nos canais de entalhe como
tambm da entrada inicial do macho, a fim de que a
geometria especial do corte dessas ferramentas no
sofra modificaes.
Para conseguir o ngulo da entrada corrigida, a
preparao da mquina deve ser feita de tal forma,
para que haja possibilidade de oscilao do eixo do
macho em dois planos (fig. 4 e fig. 5)
fig.1
fig.3
VR
X
VS
fig.4
fig .2
fig.5
V
X2
S
Y
X1
T31
REAFIAO
Reafiao
O ngulo de sada
Maior nas dimenses menores, e nos maiores
menor e situa-se entre 6 e 10.
Observa-se que o ngulo de corte do cavaco deve
ser mantido no primeiro filete completo depois da
entrada.
Os rebolos prprios so os planos da forma A, que
devem ser perfilados de acordo com a figura 4. A
afiao correta da entrada muito importante, pois
com isso elimina-se o desgaste que aparece nas
superfcies da entrada VR (fig.1), pois este desgaste
muitas vezes a causa da formao de aresta
postia de corte.
Dependendo da mquina reafiadora, devemos
verificar se o rebolo ou o macho que deve-se
inclinar para o ngulo (fig.6)
fig. 6
fig.7
120
O
ha
T32
Existem vrias maneiras de se conseguir a
detalonagem da entrada do macho (fig.7). Existem
mquinas ou dispositivos com quais se consegue a
detalonagem mediante um movimento radial de
rebolo ou do macho.
O ngulo de entrada (O) est em funo do
comprimento da entrada I4 (fig 8).
fig.8
l4
O
d3
O ngulo de inclinao
Na forma B de 8 at 10.
120
REAFIAO
Reafiao
Roscas
Roscas
Roscas
H
hm
hs
H/8
H/4
r
ISO
Mtricas, M
Unificadas, UNC, UNF
=
0,86603 P
=
5/8H = 0.54127 P
=
17/24H = 0.613343 P
=
0.10825 P
=
0.21651 P
=
H/6 = 0.14434P
Roscas W (BSW)
BSF, G, Rp, ADMF, Bronze 1/4
BS Conduit, ME
H
=
0.96049 P
h
=
2/3H = 0.64033 P
H/6
=
0.16008 P
r
=
0.13733 P
hs
r
H
Rosca Whitworth Cnica para Tubos
Rc (BSPT)
H
=
0.96024 P
h
=
2/3H = 0.64033 P
r
=
0.13728 P
conical 1:16
Rosca
NPT
H
h
H/24
Americana Cnica para Tubos
P
=
=
=
0.8668 P
0.800 P
0.033 P (valor mnimo)
conical 1:16
Roscas
PG (Pr)
H
h
r
em Ao Conduit
D.1H
=
=
=
0.59588 P
0.4767 P
0.107 P
80
H
D.1H
P
T33
ROSQUEAMENTO
Perfis de Rosca
TOLERNCIA
P
Tolerncia de rosca para machos com rosca
mtrica ISO 60
E1d/2
Es
2
d
d min
d2
H/4
H/6
T2
Tap
Macho
D2
d2 min
d2 max
TD1
2
D1
Td2/2
E1/2
TD2/2
Au
Macho
d
Dimetro externo (=D)
dmin Dimetro externo mnimo
d2 Dimetro efetivo
d2max Dimetro efetivo mximo
d2min Dimetro efetivo mnimo
E1 Menor variao no d2
Es Maior variao no d2
E1d menor variao no d
P
Passo
R
Raio do p do dente
Td2 Tolerncia no dimetro efetivo
T2 Tolerncia em meio ngulo da rosca
ngulo da rosca
/2 Metade do ngulo da rosca
H/8
H/8
Internal
Thread
Rosca Interna
H/4
Rosca Interna
Au Variao da base
D
ngulo nominal
D1 ngulo interno
D2 ngulo efetivo
H
Altura do tringulo fundamental
P
Passo
Td1 Tolerncia D1
Td2 Tolerncia D2
ngulo da rosca
/2
Rosca
InternalInterna
Thread
Macho
Tap
Tolerncias usuais para machos e roscas internas
Tolerncia classe H
Rosca interna
Tolerncia
do macho
Tolerncia classe G
Rosca interna
8G
8H
7G
7H
5H
(7G)
t = TD2 (Qual. 5)
5G
4G
0.5t
D2
0.3t
0.1t
0.7t
0.5t
d2
0.3t
ISO 1
A = 0.2 t = Au
ISO 3
ISO 2
0.1t
Au = noll
4H
Td2 = 0.2 t
6G
6H
D2
ROSQUEAMENTO
Ferramentas para Roscar
Tabela comparativa entre tolerncia do macho e
tolerncia da rosca interna.
Classe da tolerncia - Machos
ISO
DIN
ANSI/BS
T34
Tolerncia - Rosca interna
ISO 1
4H
3B
4H
5H
ISO 2
6H
2B
4G
5G
ISO 3
6G
1B
7G
6H
6G
7H
8H
7G
8G
T35
TABELA DE DIMETROS DE FURO PARA ROSCAR
Tabela de Dimetros de Furo para Roscar
MACHOS SHARK // TABELA AMG
Aplicao: Grupos Gerais (AMG)
Machos Mquina
Ponta Helicoidal para Furos Passantes
Canal Helicoidal para Furos Cegos
Canal Reto para Furos Cegos e Passantes
Excelente para Aplicao
Bom para Aplicao
O Recomendado com Revestimento
Dureza
HB
Aplicao: Grupos de Materiais (AMG)
1. Aos
1.1 Aos carbono de baixa resistncia
< 120
Foras de
Tipo de
Resistncia Cavaco
2
N/mm
< 400
extra longo
Velocidade de corte m/min
Retificada
TiN/ZrN
TiCN/TiNAl
25
40
48
1.2 Aos pata
Cementao
1.3 Aos carbono
< 250
< 850
longo
18
32
35
1.4 Aos liga
< 250
< 850
longo
16
27
30
> 250
> 850
longo
10
13
17
< 350
< 1200
longo
11
1.5 Aos liga
beneficiados
1.6 Aos liga
> 350
beneficiados
2. Aos
Inoxidveis
> 1200
< 1620
1.7 Ao temperado
49-55 HRC
> 1620
1.8 Ao temperado
55-63 HRC
> 1960
2.1 Ao inox de fcil usinagem
< 250
< 850
mdio
12
17
2.2 Austentico
< 250
< 850
longo
12
15
2.3 Ferritico + Austenitico
< 300
< 1000
longo
10
12
3.1 Cinzento (lamelar)
< 150
< 700
extra curto
15
18
22
3.2 Cinzento (lamelar)
> 150
> 500
extra curto
12
18
< 300
< 1000
< 200
> 700
mdio/curto
15
22
25
> 200
< 300
mdio/curto
12
18
< 300
< 1000
4.1 Titnio no ligado
< 200
< 700
extra longo
15
25
25
4.2 Ligas de titnio
< 270
< 900
mdio/curto
10
13
13
4.3 Ligas de titnio
> 270
> 900
mdio/curto
< 350
< 1250
Ferrtico, Martenstico
3. Ferro fundido
3.3 Nodular
(malevel)
3.4 Nodular
(malevel)
4. Titnio
5. Nquel
5.1 Nquel no ligado
< 150
< 500
extra longo
12
25
25
5.2 Ligas de nquel
< 270
< 900
longo
10
> 270
> 900
longo
< 350
< 1200
5.3 Ligas de nquel
6. Cobre
7. Alumnio
Magnsio
6.1 Cobre
< 100
< 350
extra longo
12
18
25
6.2 Lato, Bronze
< 200
< 700
mdio/curto
30
45
55
35
50
6.3 Lato
< 200
< 700
longo
20
6.4 Ligas de Cu-Al-Fe, Bronze de a. resist.
< 470
< 1500
curto
7.1 Alumnio magnsio no ligado
< 100
< 350
extra longo
16
25
7.2 Ligas de Al Si : Si<0,5%
< 150
< 500
mdio
35
45
55
7.3 Ligas de Al Si : Si>0,5%
< 120
< 400
mdio/curto
20
30
40
< 120
< 400
curto
15
20
30
Si<10%
7.4 Ligas de Al Si : Si>10%
liga de Magnsio
Alumnio reforado
8. Materiais
Sintticos
9. Materiais Duros
no Metlicos
T36
8.1 Materiais termoplsticos
extra longo
30
8.2 Materiais plsticos termoendurecidos -
curto
12
18
25
8.3 Materiais plsticos reforados
extra curto
10
12
9.1 Materiais cermicos, cermets
< 550
< 1700
extra curto
DIN371
E340
E342
E344
E346
E348
E350
E201
E352
E354
E358
E360
DIN376
E341
E343
E345
E347
E349
E351
E252
E353
E355
E359
E361
M TiN
DIN371
E206
E213
E375
E460
M TiN
DIN376
E257
E264
E376
E461
M TiCN
DIN371
E454
E456
E446
E462
M TiCN
DIN376
E455
E457
E447
E463
M ZrN
DIN371
E450
E448
M ZrN
DIN376
E451
E449
MF
DIN374
E364
G(BSPF) DIN374
E363
E365
E366
E269
E367
E362
Ponta
Canal
Ponta
Canal
Ponta
Canal
Ponta
Canal
Canal
Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Reto
IC
IC
Profund.
da Rosca
MACHOS SHARK // TABELAS AMG
2,5xD
2xD
2,5xD
2xD
2,5xD
2xD
Canal
Reto
IC
2xD
Canal
Reto
Interr
Canal
Ponta
Canal
Helicoidal Helicoidal Helicoidal
2xD
2,5xD
2,5xD
2xD
1.5xD
1,5xD 2xD
(AMG)
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
2.1
2.2
2.3
3.1
3.2
3.3
3.4
O
4.1
4.2
4.3
5.1
5.2
5.3
6.1
6.3
6.2
7.1
7.2
7.3
6.4
7.4
8.1
8.2
8.3
9.1
T37
MACHOS NORMA DIN // TABELA AMG
Aplicao: Grupos de Materiais (AMG)
Machos Norma DIN, M e MF
Ponta Helicoidal para Furos Passantes
Canal Helicoidal para Furos Cegos
Canal Reto para Furos Cegos e Passantes
Excelente para Aplicao
Bom para Aplicao
O Recomendado com Revestimento
Dureza
HB
Aplicao: Grupos de Materiais (AMG)
[Link]
Foras de
Tipo de
Resistncia Cavaco
2
N/mm
Velocidade de corte m/min
Retificada
TiN
1.1 Aos carbono de baixa resistncia
< 120
< 400
extra longo
22
40
1.2 Aos para
< 200
< 700
mdio/longo
20
40
cementao
1.3 Aos carbono
< 250
< 850
longo
16
32
1.4 Aos liga
< 250
< 850
longo
12
27
> 250
> 850
longo
13
< 350
< 1200
longo
1.5 Aos liga
beneficiados
1.6 Aos liga
> 350
beneficiados
2. Aos
Inoxidveis
> 1200
< 1620
1.7 Ao temperado
49-55 HRC
1.8 Ao temperado
55-63 HRC
> 1620
> 1960
2.1 Ao inox de fcil usinagem
< 250
< 850
mdio
12
2.2 Austentico
< 250
< 850
longo
12
2.3 Ferrtico + Austentico
< 300
< 1000
longo
10
3.1 Cinzento (lamelar)
< 150
< 700
extra curto
12
18
3.2 Cinzento (lamelar)
> 150
> 500
extra curto
12
< 300
< 1000
< 200
> 700
mdio/curto
10
22
> 200
< 300
mdio/curto
12
< 300
< 1000
4.1 Titnio no ligado
< 200
< 700
extra longp
15
25
4.2 Ligas de titnio
< 270
< 900
mdio/curto
13
4.3 Ligas de titnio
> 270
> 900
mdio/curto
< 350
< 1250
5.1 Nquel no ligados
< 150
< 500
extra longo
12
25
5.2 Ligas de nquel
< 270
< 900
longo
5.3 Ligas de nquel
> 270
> 900
longo
< 350
< 1200
Ferrtico, Martenstico
3. Ferro fundido
3.3 Nodular
(malevel)
3.4 Nodular
(malevel)
4. Titnio
5. Nquel
6. Cobre
7. Alumnio
Magnsio
6.1 Cobre
< 100
< 350
extra longo
12
18
6.2 Lato, Bronze
< 200
< 700
mdio/curto
30
45
35
6.3 Lato
< 200
< 700
longo
20
6.4 Ligas de Cu-Al-Fe, Bronze de a. resist.
< 470
< 1500
curto
7.1 Alumnio Magnsio no ligados
< 100
< 350
extra longo
16
25
7.2 Ligas de Al Si : Si<0,5%
< 150
< 500
mdio
35
45
7.3 Ligas de Al Si : Si>0,5%
< 120
< 400
mdio/curto
20
30
< 120
< 400
curto
15
20
Si<10%
7.4 Ligas de Al Si : Si>10%
liga de Magnsio
Alumnio reforado
8. Materiais
Sintticos
9. Materiais Duros
no Metlicos
T38
8.1 Materiais termoplsticos
extra longo
30
8.2 Materiais plsticos termoendurecidos -
curto
12
18
8.3 Materiais plsticos reforados
extra curto
10
9.1 Materiais cermicos, cermets
< 550
< 1700
extra curto
DIN371
E200
E422
E207
E212
E214
E216
DIN376
E250
E423
E258
E263
E265
E266
E650
E213
E663
E211
E264
E686
E262
E152
E113
MACHOS NORMA DIN // TABELA AMG
M
M Tol. 6G
DIN371
E198
E197
M Tol. 6G
DIN376
E248
E247
MF
DIN374
E270
Canal
Reto
Tipo de
Furo
Cego ou
Passante
Profund.
de Rosca 1,5xD
Ponta
Canal
Canal
Ponta
Ponta
Broca
Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Helicoidal Macho
c/ TIN
15
c/ TIN 15
inter.
Canal
Canal
Canal
Helicoidal Helicoidal Helicoidal
c/ TIN Revenido
Passante
Cego
Cego
Furo
Passante
Furo
Passante
Furo
Passante
Furo
Cego
Furo
Cego
Furo
Cego
2xD
2xD
2,5xD
2,5xD
2,5xD
1,5xD
1,5xD
2xD
2xD
(AMG)
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
2.1
2.2
2.3
3.1
3.2
3.3
3.4
4.1
4.2
4.3
5.1
5.2
5.3
6.1
6.2
6.3
6.4
7.1
7.2
7.3
7.4
8.1
8.2
8.3
9.1
T39
MACHOS LAMINADORES NORMA DIN // TABELA AMG
Aplicao: Grupos de Materiais (AMG)
Machos Laminadores Normas DIN,
M e MF
M 6HX
M TiN
M TiN
M
M
M Dialub
MF TiN
DIN371
DIN371
DIN376
DIN371
DIN376
DIN371
DIN374
Macho Laminador para Furos Cegos e Passantes
E458
E426
E427
E458
E267
E312
Forma Forma
C
C
Excelente para Aplicao
Bom para Aplicao
Dureza
HB
Aplicao: Grupos de Materiais (AMG)
[Link]
Foras de
Tipo de
Resistncia Cavaco
2
N/mm
Retificada
Profund.
de Rosca 2,5xD
TiN
2,5xD
(AMG)
1.1 Aos carbono de baixa resistncia
< 120
< 400
extra longo
30
55
1.1
1.2 Aos para cementao
< 200
< 700
mdio/longo
27
50
1.2
1.3 Aos carbono
< 250
< 850
longo
23
45
1.3
1.4 Ao liga
< 250
< 850
longo
20
40
1.4
1.5 Ao liga
> 250
> 850
longo
20
1.5
< 350
< 1200
cementao
beneficiados
1.6 Ao liga
> 350
beneficiados
2. Aos
inoxidveis
> 1200
longo
1.6
< 1620
1.7
1.8
1.7 Ao temperado
49-55 HRC
> 1620
1.8 Ao temperado
55-63 HRC
> 1960
2.1 Ao inx de fcil usinagem
< 250
< 850
mdio
18
2.1
2.2 Austenitico
< 250
< 850
longo
15
2.2
2.3 Ferrtico + Austentico
< 300
< 1000
longo
10
2.3
3.1 Cinzento (lamelar)
< 150
< 700
extra curto
3.1
3.2 Cinzento (lamelar)
> 150
> 500
extra curto
3.2
< 300
< 1000
< 200
> 700
mdio/curto
3.3
> 200
< 300
mdio/curto
3.4
< 300
< 1000
4.1 Titnio no ligado
< 200
< 700
extra longo
4.2 Ligas de titnio
< 270
< 900
mdio/curto
4.2
4.3 Ligas de titnio
> 270
> 900
mdio/curto
4.3
< 350
< 1250
1.9
Ferrtico, Martenstico
3. Ferro fundido
3.3 Nodular
(malevel)
3.4 Nodular
(malevel)
4. Titnio
5. Nquel
6. Cobre
7. Alumnio
Magnsio
35
4.1
5.1 Nquel no ligado
< 150
< 500
extra longo
20
5.1
5.2 Ligas de nquel
< 270
< 900
longo
5.2
5.3 Ligas de nquel
> 270
> 900
longo
< 350
< 1200
5.3
25
6.1 Cobre
< 100
< 350
extra longo
6.2 Lato, Bronze
< 200
< 700
mdio/curto
6.3 Lato
< 200
< 700
longo
6.4 Ligas de Cu-Al-Fe, Bronze de a. resist.
< 470
< 1500
curto
7.1 Alumnio Magnsio no ligados
< 100
< 350
extra longo
22
40
7.1
7.2 Ligas de Al Si : Si<0.5%
< 150
< 500
mdio
38
55
7.2
7.3 Ligas de Al Si : Si>0.5%
< 120
< 400
mdio/curto
22
40
7.3
< 120
< 400
curto
25
7.4
6.1
6.2
40
6.3
6.4
Si<10%
7.4 Ligas de Al Si : Si>10%
liga de Magnsio
alumnio reforado
8. Materiais
Sintticos
9. Materiais Duros
no Metlicos
T40
8.1 Materiais termoplsticos
extra longo
8.1
8.2 Materiais plsticos termoendurecidos -
curto
8.2
8.3 Materiais plsticos reforados
extra curto
8.3
9.1 Materiais cermicos, cermets
< 550
< 1700
extra curto
9.1