Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M.
Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
CAPTULO 7
7.10 - EXERCCIOS
pg. 270 - 272
Nos exerccios de 1 a 12, calcular o volume dos slidos delimitados pelas superfcies dadas.
Observao: Para os exerccios de 1 a 12, haver uma escolha de uma regio de integrao
e a partir dessa escolha tem-se a delimitao do slido superiormente e inferiormente,
entretanto a escolha apresentada no nica.
1. y x 2 , y 4 , z 0 e z 4
Vamos considerar a regio de integrao no plano xz. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo plano y 4 e inferiormente pela calha y x 2 , sendo a regio de
integrao dada por:
2 x 2
0 z 4
Considerando-se a simetria do slido vamos definir o volume como:
4 2
V 2 4 x 2 dx dz
0 0
Temos:
4 x dx 4 x
2
16
3
4
4
16
16
dz
z
0 3
3
64
3
0
Portanto,
64
V 2
3
128
V
unidades de volume.
3
2. z 4 x 2 , z 0 , x 0 , x 2 , y 0 e
y4
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pela calha z 4x 2 e a base fica em z=0, definida como
390
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0 x 2
0 y 4
Assim,
4 2
V 4 x 2 dx dy
0 0
4x
dx
4x
32
3
4
32
32
128
0 3 dy y 3
3 0
4
4 2
Portanto, V 4 x 2 dx dy
0 0
128
unidades de volume.
3
3. z 1 x 2 , z 0 , x y 4 e
y0
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pela calha z 1 x 2 e inferiormente por z 0 . A regio de integrao dada
por:
0 y 4 x
1 x 1
A regio de integrao (base do slido) pode ser visualizada na figura que segue:
y
5
4
y=4-x
3
2
1
x
-1
O volume dado por:
1 4 x
1 x dy dx
2
1 0
1
= x 4 x 2 1 dx
1
16
unidades de volume.
3
391
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4. x2 y 2 1, z 0, z x2 y 2 .
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo paraboloide z x 2 y 2 , inferiormente por z 0 e lateralmente pelo
cilindro circular x 2 y 2 1 . A regio de integrao, descrita em coordenadas polares,
dada por:
0 r 1
0 2
Assim o volume dado por
V
y 2 dx dy
2 1
0 0
= r 2 r dr d
2
1
1
unidades de volume.
d d
4
2
0
4
4 0
0
5. x 2 y 2 4 , y z 8 , z 0 .
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo plano z 8 y , inferiormente por z 0 e lateralmente pelo cilindro
circular x 2 y 2 4 . A regio de integrao, descrita em coordenadas polares, dada por:
0 r 2
0 2
Assim o volume dado por
V
R
2 2
8 y dx dy
8 r sen r dr d
0 0
Sendo que 8r r 2 sen dr 8
2
r
r
sen
2
3
2
8
8
4 4 sen 16 sen
3
3
0
e
2
8
8
V 16 sen d 16 cos
16 2 32 unidades de volume.
3
0
3
0
2
6. z x2 1, z 0 , y 0 , x 0, x 4 e
y 5
392
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Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pela calha z x 2 1 e inferiormente por z 0 . A regio de integrao
dada por:
0 x 4
0 y 5
Assim o volume dado por
5 4
V x 2 1 dx dy
0 0
Como
x
4
1 dx
76
3
temos,
5
5
76
76
380
dy
unidade de volume .
y
3
3
0
3 0
7. z 9 x 2 y 2
z x2 y2
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo paraboloide z 9 x 2 y 2 e inferiormente pelo paraboloide
z x 2 y 2 . A projeo da interseco entre os dois parabolides circular centrada na
origem e tem raio 3 / 2 , descrita em coordenadas polares como:
0 r 3 / 2
0 2
Assim o volume dado por:
V
9 x
y 2 x 2 y 2 dx dy
Resolvendo temos:
2 3
V=
9 2r r
2
dr d
Como
393
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3
9 2r r
2
dr
81
8
81
81
d
8
4
Portanto, V=
81
unidades de volume.
4
8. z 16 2 x2 y 2
e z x2 2 y 2
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo paraboloide z 16 2 x 2 y 2 e inferiormente pelo paraboloide
z x 2 2 y 2 . A projeo da interseco entre os dois parabolides circular centrada na
origem de raio 4 / 3 , descrita em coordenadas polares como:
0 r 4 / 3
0 2
Assim o volume dado por:
V
16 2 x
y 2 x 2 2 y 2 dx dy =
16 3x
3 y 2 dx dy
Em coordenadas polares temos:
2 4
16 3r r
2
dr d
16r 3r dr
3
16r
2
3r
4 3
64
3
64
64
128
d
2
unidades de volume.
3
3
3
0
9. x2 y 2 4 e z 2 x2 4
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Considerando-se a simetria do slido
em relao aos planos coordenados, vamos calcular a parte do primeiro octante, para
posteriormente encontrar o volume total multiplicando por oito. Dessa forma o slido no
primeiro octante ser delimitado superiormente pela superfcie z 4 x 2 e inferiormente
pelo plano coordenado z 0 . A projeo, no primeiro octante definida pela quarta parte
do crculo x 2 y 2 4 , descrita em coordenadas cartesianas como:
394
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0 y 4 x 2
0 x 2
Assim o volume dado por:
4 x 2
V 8
4 x 2 dy dx
Calculando temos:
4 x2
4 x dy 4 x
2
4 x 2
4 x2
y
0
4 x dx 4 x
2
V 8
16
3
16 128
unidades de volume.
3
3
10. z 0 , x2 y 2 16 e
z 10 x
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo plano inclinado z 10 x , inferiormente pelo plano coordenado z 0
e lateralmente pelo cilindro x 2 y 2 16 . A regio de integrao o crculo centrado na
origem com raio 4. Descrita em descrita em coordenadas polares, a regio de integrao
dada por:
0 r 4
0 2
Assim o volume ser:
V
10 x dx dy
Resolvendo temos:
395
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2 4
10 r cos r
dr d
0 0
10r r
4
cos d
80
0
2
cos
10r
44
44
cos d 80
sen
3
4
5 16 cos
64
64
80
cos
3
3
0
2
80 2 160
0
Portanto, o volume igual a 160 unidades de volume.
11. x2 y 2 4 x 6 y 4 0,
z 0,
z 5 y.
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy. Dessa forma o slido ser delimitado
superiormente pelo plano z 5 y , inferiormente por z 0 e lateralmente pelo cilindro
centrado em (2,3) com raio 3. A regio de integrao o crculo x 2 y 3 9 .
2
Fazendo a transformao u x 2, v y 3 , temos
x u2
y v3
x, y
1
u, v
A regio se transforma num crculo de centro na origem e raio 3, que pode ser descrita em
coordenadas polares como:
0 r 3
0 2
Assim o volume dado por:
5 ydxdy 5(v 3)dudv
R'
2 3
0 0
5 r sen 3 r dr d 5 9sen 27 / 2 d 135 unidades de volume.
12. z 16 x2 3 y 2 , z 4 .
Vamos considerar a regio de integrao no plano xy.
O slido est delimitado superiormente pelo paraboloide z 16 x 2 3 y 2 e inferiormente
pelo plano z 4 . A projeo da interseco entre o parabolide e o plano vai estabelecer a
x2 y2
regio de integrao que ser delimitada pela elipse
1 . Para resolver a integral
12 4
vamos usar uma dupla transformao como segue:
396
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x 12u
y 2v
x, y
u, v
2 12
A regio R se transforma no crculo u 2 v2 1 . Temos,
16 x
12 x
3 y 2 4 dx dy
3 y 2 dx dy
R'
12 12u
12v 2 2 12 du dv
Passando para coordenadas polares, vem:
2 1
12 12r 2
2
2 r dr d
0 0
12r
12
r
12
r
dr
12r
0
2
633
12 d 24 3 unidades de volume.
13. Calcular o volume de parte da esfera x 2 y 2 z 2 9 , que est entre os planos
z 0 e z 2.
A Figura que segue mostra, em vermelho, a calota acima do plano z 2 . O volume pode
ser calculado tomando o volume do hemisfrio menos o volume da calota V1.
V1
3
3
y
Temos:
397
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V1
9 x 2 y 2 2 dx dy
2 5
9 r 2 2 r dr d
0 0
Resolvendo temos:
9 r
5
2 12
r 2r dr
1 9r
2
2 32
2r
3 2
1
1
4
43 2 5 93 2
3
3
3
2
0
V1
4
8
2
3
3
2 3
Vhemisfrio
9 r 2 r dr d
0 0
12
9 r
3
r dr
1 9r
2
Vhemisfrio 9 2 18
2 32
3
1
1
93 2 27 9
3
3
3 2
0
Portanto o volume solicitado dado por:
V 18
8 54 8 46
unidades de volume.
3
3
3
14. Calcular o volume do slido com uma base triangular no plano xy formado por
00,0 , A1,1 e B0,2 , limitado superiormente por z 2 x e lateralmente pelo
contorno da base dada.
O slido dado delimitado superiormente pelo plano z 2 x e inferiormente por z 0 . A
regio de integrao pode ser visualizada na figura que segue.
398
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y
2
y=-x+2
1
y=x
x
1
O volume dado por:
V 2 x dx dy
R
1 x2
2x
dy dx
( 4 x 2 4 x )dx
0
2
.
3
15. Calcular o volume do slido no 1. octante, delimitado por z 1 2 x 3 y e os planos
coordenados.
A Figura que segue apresenta um esboo do slido.
z
1/3
1/2
x
y
A regio de integrao definida como:
399
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1 3y
0 y 1
3
Portanto, o volume dado por:
V
1 3 y
13 2
1/ 3
1 2 x 3 y dx dy ( x x
0
3 yx )
(1 3 y ) / 2
0
13
dy
3 y 12 dy
4
1
.
36
Nos exerccios 16 a 19, a integral iterada representa o volume de um slido. Descrever o
slido.
16.
1 x 2
1 x 2 y 2 dydx
1 1 x 2
O slido pode ser descrito analiticamente como:
1 x 2 y 1 x 2
1 x 1
0 z 1 x 2 y 2
Trata-se de um hemisfrio de raio 1, conforme mostra a figura a seguir.
z
x
y
17.
3
3 x
2
1
1
1 x y dy dx
3
2
1
1
Temos um tetraedro delimitado por z 1 x y e pelos planos coordenados.
2
3
Segue a descrio analtica e grfica.
400
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0 x 2
1
1
0 z 1 x y
2
3
3
y
1 2
18.
dx dy
0 0
Temos o volume de um paraleleppedo retngulo com dimenses 2 1 1 .
Veja a seguir a descrio analtica e a representao grfica.
0 y 1
0 x 2
0 z 1
4 2
19.
4 x 2 dxdy
0 2
uma calha circular de raio 2 e altura 4.
Veja a seguir a descrio algbrica e a representao grfica.
401
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mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
0 y 4
2 x 2
2
0 z 4 x
z
-2
2
x
4
20. Determinar a rea da regio R delimitada pelas curvas y x 3 , x y 2 e
y 0.
A regio R pode ser visualizada na figura a seguir.
y
x
1
A rea dada por:
1 2 y
dx dy
2 y y
0
13
y 2 y 4/3
3
dy 2 y
unidades de rea.
2 4/30 4
21. Calcular a rea da elipse x 2 4 y 2 4 x 0 .
Estamos diante de um elipse centrada em (2,0) e semi eixos 2 e 1. Veja a Figura que segue.
402
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y
x
1
-1
Para fazer o clculo vamos realizar uma dupla transformao:
x 2 2u
R R' : y v
( x, y )
2
(u, v)
u r cos
R ' R" : v rsen
(u, v)
r
(r , )
Assim, a rea da elipse dada por:
A dxdy 2dudv 2rdrd
R
2rdrd 2 unidades de rea.
22. Calcular a rea da regio do 1. quadrante delimitada pelas curvas y 2 8ax ,
x y 6a, y 0 , sendo a uma constante positiva.
A regio pode ser visualizada na figura que segue.
y
6a
4a
x
2a
6a
A rea dada por:
403
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mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
4a
6a y
4a
dxdy
y 2 /8 a
y2
x y 2 /8 a dy 6a y dy
8a
0
4a
6a y
4a
y2
y3
40a 2
6ay
unidades de rea.
2 24a 0
3
23. Calcular a rea da regio delimitada pela curva x 2 3 y 2 3 1 .
A regio pode ser visualizada na figura a seguir.
y
1
x
-1
-1
Para resolver vamos fazer uma dupla transformao:
x1/3 u
R R ' : y1/3 v
( x, y )
9u 2 v 2
(
u
,
v
)
u r cos
R ' R" v rsen
(u, v)
r
(r , )
Assim a rea solicitada dada por:
A dxdy 9u 2v 2 dudv 9r 5 cos 2 sen 2 drd
R
R
2
9r
0
cos 2 sen 2 drd
6 cos
sen 2 d
6 cos sen
0
3
d unidades de rea.
8
24. Calcular a rea da regio delimitada por y 4 x 2 , y x e
y 2x .
A regio pode ser visualizada na figura que segue:
404
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y
2
4
5
x
2
2
5
Usando coordenadas polares temos:
arctg 2 2
arctg 2
2d 2 arc tg 2 4 unidades de rea.
dr d
25. Calcular a rea da regio delimitada por y 2 x 2
x2
.
4
A regio pode ser visualizada na figura que segue:
y
2
22 8 6
25
22 8 6
25
x
8 2 61
5
82 63
5
Portanto, a rea dada por:
8 2 6
2 x 2 2
5
8 2 6
5
8 2 6
5
8 2 6
5
x2
4
dy dx
5x 2
16 6
unidades de rea.
4 x 2 dx
25
4
26. Calcular a rea da regio delimitada por y e x1 , y x e
A regio pode ser visualizada na figura que segue:
x 0.
405
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y
x
1
Temos que:
1 e x1
e x1
dy dx y
0 x
dx (e x 1 x)dx
0
1 1
unidades de rea.
2 e
27. Calcular a rea da regio R mostrada na figura 7.55.
A figura est representada a seguir, observando-se que a regio est delimitada por
9
y x 2 e pela reta y x que passa pelos pontos0,0 e 8,9 .
8
y=x2
y
9
8
7
6
5
4
3
2
1
x
1
Temos:
8
y
9 9
dx dy
Resolvendo as integrais temos:
8
y
9
dx x
8
y
9
y
8
y y
9
146
8
A y y dy
unidades de rea.
9
9
4
9
406
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28. Mostrar que as regies R1 e R2 , mostradas na figura 7.56 tm a mesma rea.
As duas regies esto apresentadas na figura que segue:
59/3
y
4
y=-x2+4x
3
R2
R1
1
x
Clculo da rea da Regio R1, observando que esta regio est delimitada por y x ;
59
y
x e x 1.
3
Temos:
59
x
1 3
AR1
56 x
6
2 1
( 59 / 3) x
dy dx y
59
dx x x dx
3
28
unidades de rea.
3
A Regio R2 est delimitada por y 2 x , y x 2 4 x , o eixo do x entre zero e quatro.
Assim, temos:
4 x2 4x
2 2x
AR 2 dy dx
0 0
2
2x
0
dy dx
dx x 2 4 x dx 4
4
16 28
unidades de rea.
3
3
29. Uma lmina tem a forma do tringulo de vrtices 1,0 , 1,1 e 1,1 . Determinar
a massa e o centro de massa da lmina se:
a) sua densidade de massa constante.
b) sua densidade de massa no ponto P x, y proporcional distncia deste ponto reta
x 2 .
A lmina apresentada na Figura que segue:
407
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y
Reta x=-2
1
y=(x+1)/2
x
-2
-1
y=-(x+1)/2
-1
Observar que a lmina est delimitada por y ( x 1) / 2 ; y ( x 1) / 2 e x 1 .
Soluo do item (a).
Clculo da massa:
m
x 1
2
dx dy
dy dx
1 x 1
2
1
k x 1 dx 2k
1
Clculo das coordenadas do centro de massa:
x 1
2
1
1
1
2 1
x k x dy dx
k x 2 x dx
k .
m 1 x 1
2k
2k
3 3
1
x 1
1 2
1
k y dy dx 0.
m 1 x1
2
Soluo do item (b)
Clculo da massa:
1
m k
x 1
2
x 2 dy dx
1 x 1
2
1
k x 1 x 2 dx k
1
14
.
3
Clculo das coordenadas do centro de massa:
408
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
x 1
2
1
1
3
3
x k x x 2 dy dx k x x 1 x 2 dx
k 2 .
m 1 x 1
m 1
14k
7
2
x 1
2
1
3
y k y x 2 dy dx
k 0 dx 0.
m 1 x 1
4k 1
2
30. Uma lmina tem a forma da regio plana R delimitada pelas curvas x y 2
Sua densidade de massa constante. Determinar:
x4.
a) o momento de inrcia da lmina em relao ao eixo dos x;
b) o momento de inrcia da lmina em relao ao eixo dos y.
A Figura que segue mostra a lmina dada.
y
2
1
x
4
-1
-2
Clculo do item (a):
k y dx dy
2 4
Ix
2 y 2
k 4 y 2 y 4 dy
2
128
k.
15
Clculo do item (b):
2 4
Iy
k x
dx dy
2 y 2
2
64 y 6
512
k dy
k.
3
3
7
409
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
31. Calcular a massa de uma lmina com a forma de um crculo de raio 3 cm, se a sua
densidade de massa num ponto P x, y proporcional ao quadrado da distncia desse
ponto ao centro do crculo acrescida de uma unidade.
Se considerarmos o crculo centrado na origem temos que P x, y x 2 y 2 1 .
Portanto, a massa dada por:
m k
2 3
y 2 1 dx dy
1 r dr d
0 0
99
k .
2
32. Calcular o centro de massa de uma lmina plana quadrada de 4 cm de lado, com
densidade de massa constante.
Podemos considerar a lmina alocada no sistema cartesiano como mostra a Figura que
segue:
y
4
3
2
1
x
1
Assim, temos que o clculo da massa dado por:
4 4
0 0
m k dx dy k x dy k 4 dy 4ky 16k .
0
Clculo do centro de massa dado por:
4 4
4
k
1
x
x dx dy
8 dy 2
16k 0 0
16 0
4 4
k
y
y dx dy 2
16k 0 0
O ponto encontrado (2,2) o centro geomtrico da lmina (ver figura).
410
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
33. Uma lmina plana tem a forma da regio delimitada pelas curvas
y x 2 1 e y x 3 . Sua densidade de massa no ponto P x, y proporcional
distncia deste ponto ao eixo dos x. Calcular:
a) a massa da lmina;
b) o centro de massa;
c) o momento de inrcia em relao ao eixo dos x.
A Figura que segue mostra a lmina.
y
5
4
3
2
1
x
-2
-1
A densidade dada por P x, y ky (proporcional distncia do ponto (x,y) at o eixo dos
x).
Assim, a massa dada por:
2 x 3
2
x4 x2 6x 8
117
m k y dx dy k y dy dx k
dx
11, 7k .
R
2
10
1 x 2 1
1
As coordenadas do centro de massa so encontradas por:
4
2
2 x 3
2
1
10 x x x 6 x 8
35
x
xy dy dx
dx .
117 1 2
117 1
2
52
x 1
10
2 x 3
2
10
10 x 6 3x 4 x3 6 x 2 27 x 26
529
2
y
y dy dx
dx
.
117 1 x2 1
117 1
3
182
O momento de inrcia em relao ao eixo dos x dado por:
2 x 3
3033
I x k yy 2 dy dx
k.
28
2
1 x 1
34. Calcular a massa e o centro de massa da chapa da figura 7.57, considerando a densidade
igual a x.
Segue a figura citada:
411
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
y
5
4
3
2
1
x
1
Observe que a chapa esta delimitada por y 4 x 2 ; y 3x ; x 0 .
Assim, a massa dada por:
1 4 x2
x dx dy
0 3x
3
x dy dx x x 2 3x 4 dx .
4
0
As coordenadas do centro de massa so dadas por:
1 4 x2
4
x
30
xy dy dx
47
.
18
3x
4
y
30
4
23
x 2 x 2 3x 4 dx .
30
45
2
1 yx
x 2 dy dx
3x
35. Calcular a massa e o centro de massa de uma chapa com o formato de um tringulo
issceles com base 10 cm e altura 5 cm. Considerar a densidade constante.
O tringulo dado foi alocado no sistema cartesiano como mostra a figura que segue.
y
5
4
y=5-x
y=x+5
2
1
x
-5
-4
-3
-2
-1
O clculo da massa dado por:
5 5 y
k dx dy 25k.
0 y 5
O centro de massa dado por:
412
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
5 5 y
5 5 y
1
1
x
k x dx dy 0 0
25k 0 y 5
25
1
1 125 5
y
k y dx dy
25k 0 y 5
25 3
3
Observe que o centro de massa encontra-se a 5/3 cm da base sobre a sua mediatriz.
36. Calcular o momento de inrcia em relao ao eixo dos x de uma chapa delimitada por
x y 4 , x 4 e y 4 . Considerar a densidade igual a uma constante k.
A Figura que segue mostra a chapa dada.
y
5
4
3
2
1
x
-5
-4
-3
-2
-1
Assim, o momento de inrcia em relao ao eixo dos x dado por:
4
Ix k
dx dy 64k .
0 4 y
37. Calcular o momento de inrcia de um disco circular de dimetro 10 cm:
a) em relao ao seu prprio centro;
b) em relao ao seu dimetro.
Considerar a densidade igual a uma constante k.
Estamos diante de um disco de raio 5 que pode ser modelado como um crculo de centro na
origem e raio r 5 . Usando coordenadas polares, temos:
Momento de inrcia em relao ao seu centro:
I0
2
2
k x y dx dy
2 5
625
625
625k
d
2 k
.
4
4
2
0
2
kr r dr d k
0 0
Momento de inrcia em relao ao seu dimetro:
2 5
625
2
I x ky dx dy kr2 sen 2 r dr d
k.
4
R
0 0
413
Resoluo dos exerccios de GONALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Clculo B: Funes de vrias variveis, integrais
mltiplas, integrais curvilneas e de superfcie. So Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 270 272.
38. Calcular o momento de inrcia de um quadrado de lado igual a 4 cm em relao ao eixo
que para por uma diagonal. Considerar a densidade constante.
A Figura que segue apresenta o quadrado alocado de forma conveniente no sistema
cartesiano.
y
8
y x 8
y x 8
x
8
y x 8
y x 8
8
Dessa forma podemos calcular o momento de inrcia em relao ao eixo dos x (onde se
localiza uma das suas diagonais) como:
8 8 y
Ix
0 y 8
kx2dxdy
y 8
8 y
64
32 32
kx2dxdy k k .
3
3
3
8
414