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Futuro da Ergonomia no Brasil: Normas e ISO

O documento discute as normas técnicas de ergonomia da ABNT e ISO, destacando a importância delas para a saúde e segurança no trabalho. É feita uma revisão das principais normas ISO relevantes como a ISO 20646 sobre análise de riscos e a ISO 11226 sobre trabalho estático. Também é mencionado que o Brasil ainda não possui normas técnicas nacionais de ergonomia.

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Futuro da Ergonomia no Brasil: Normas e ISO

O documento discute as normas técnicas de ergonomia da ABNT e ISO, destacando a importância delas para a saúde e segurança no trabalho. É feita uma revisão das principais normas ISO relevantes como a ISO 20646 sobre análise de riscos e a ISO 11226 sobre trabalho estático. Também é mencionado que o Brasil ainda não possui normas técnicas nacionais de ergonomia.

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O FUTURO DA ERGONOMIA NO BRASIL:

NBRs de
ergonomia
ISOs de
ergonomia
NBRs e IS0s de ERGONOMIA
Marcio Moreira
Especialista em ergonomia pela USP;
Ergonomista Profissional Nvel 1;
Membro da Comisso Especial para
Normatizao da Ergonomia no Brasil;
Pesquisador da ABNT;
Membro fundador do Ncleo de Ergonomia de SP.
Diretor ERGOPLANET
Diretor ERGOSOLUTION
Delegado ABERGO So Paulo
Membro da comisso organizadora ABERGO 2010
Alguns Parceiros
GM
VALE
EMBRAER
FORD
FIAT
VISTEON
JOHNSONs
BRASKEM
PETROBRAS
DUPONT
ALCOA
EATON MOGI
DOW automotive
SHELL
ABB
SIEMENS
VALEO
ALUMAR
MWM
Outros
Histrico IS0s
Motivao inicial: Google (2000 203.000
entradas / 2006 1.500.000 entradas) :
W. Karwowski.
Objetivos: permitir ao pblico, acessar
informaes sobre ergonomia e produtos:
Promover a integrao de informaes
sobre design de processos e produtos:
Desenvolver a cincia e o nvel
internacional da ergonomia:
EQUID
2003 - Definido comit executivo (39 membros):
2004 Definida a misso e objetivos
para o recm criado processo EQUID
(Ergonomics Quality in Design);
2005 Apresentao do programa:
2006 Reviso dos textos e contedos:
2007 Apresentado em Berlin.
2007 Certificao das companhias que
utilizam o processo EQUID.
Processo ISO
ISO (International Organization for
Standardization) Genebra Sua:
ISO TC (Tecnical Report);
Definidas mais de 100 IS0s;
ISO TC 159: SCE3 (20 646, 11226, 11228,
12100, 14121, 9001, 6385);
Trata de produtos, sistemas de trabalho,
equipamentos, processos e mtodos, carga
mental, etc;
Certificao BCPE, CREE, J ES:
ISO 159 Relevantes
20646
11228-1
11228-2
11228-3
11226
12100
14121
6385
10075
Direcionador.
Levantamento de cargas.
Empurrar e puxar.
Ferramentas de anlise.
Trabalho esttico
Segurana em mquinas
Ergonomics principles in
the design of work systems
Trabalho mental:
IS0 159 representao
53 pases membros;
24 pases membros participantes;
29 pases membros observadores;
1 pas membro correspondente;
Alm da OIT, OMS, IEA, CE (comisso
europia) ECMA (european computer
manufacturers association).
IS0 159
IS0 TC159
Trata-se de um compndio de ISOs auxiliares,
com atributos e objetivos distintos;
Refere um esforo da IEA, OIT e OMS na busca
da melhoria das situaes de trabalho, melhoria
contnua de produtos processos e mtodos, sem
ultrapassar as capacidades psicofsicas
humanas;
Retrata uma GESTO complexa de valores
ainda no alcanados pelas indstrias e
servios;
Estritamente relacionada a organizao do
trabalho e sistemas.
IS0 TC159
Padronizao da ergonomia;
Transparncia Global;
Facilitar o comrcio nos EUA e EUROPA;
Ergonomia para portadores de
necessidades especiais (NBR 9050);
Usabilidade e segurana;
Qualidade de vida;
Custo benefcio.
IS0 159
Melhoria do ambiente de trabalho (NBR
5413 , 10152);
Antropometria (ISO 7250, 15535);
Softwares (ISO 9241);
Concepo de mquinas e equipamentos;
Instituir a cultura ergonmica;
Organizar aes para implementao de
processos sistmicos e integrados
(GESTO).
Tecnologia,
especializao e
racionalizao;
CMT (carga mental do
trabalho);
Resilincia;
Estresse;
Cortisol;
Adrenalina (fsica);
Noradrenalina(mental).
Limite humano e relao com
aparecimento de distrbios psicofsicos
Domnios de Especializao da
Ergonomia
Ergonomia
Fsica
Ergonomia
Cognitiva
Ergonomia
Organizacional
IS0 20646
LMWL local muscular workload (IS0
12100).
DANO- danos a sade e leses fsicas;
PERIGO potencial de surgimento do risco;
RISCO- probabilidade do dano x severidade;
ANLISE de RISCO reduzir LMWL atravs
da anlise de risco das situaes de
trabalho, identificao e estimativa dos
riscos e perigos.
IS0 20646 Situaes de trabalho
Processo de produo, contedo do trabalho e
da tarefa;
Acidentes e estatsticas, ndices de
acometimentos;
Organizao do trabalho;
Horas de trabalho por dia, semana, meses;
Tempo de operao por dia;
Caractersticas dos trabalhadores; antropom.
experincia, treinamentos, etc.
IS0 20646 Identificao dos perigos
Horas de trabalho;
Tipos de trabalho;
Posturas e movimentos;
Espaos e objetos manuais;
Locais (vibrao, piso, ambiente).
IS0 20646 Medidas de reduo
Resultado das anlises;
Facilidade de implementao;
Plano de ao;
Efeito da reduo;
Custo benefcio.
IS0 20646 Metodologia
Organizar um grupo ou comit estratgico
e grupos de trabalho;
Definir o ambiente a ser analisado;
Aplicar o check list;
Discutir as demandas e solues;
Definir PLANO de AO;
Fazer triagemdas proposies e
implementar.
IS0 20646 Implementao
Criar um programa para verificao e
monitoramento da eficincia e reduo
das sobrecargas fsicas;
O proprietrio ou executivo o
responsvel pela implementao do
programa;
Participao ativa dos trabalhadores;
Avaliaes peridicas.
IS0 20646 Orientao Anexo C
Organizar comit estratgico e sub grupos
(5 a 8 membros);
Lista posto a posto:
Treinar grupos;
Alguns minutos na localidade;
Entrevista com trabalhadores e gestores;
Organizar grupo de discusso;
Priorizar, elaborar plano de ao.
IS0 20646 Bipolar Anexo D
Questionrio Bipolar
utilizado na Anlise
de demandas.
IS0 11226 Trabalho esttico
Avaliao do trabalho esttico;
Conectado a 11228;
Para mnimas foras e pesos;
Definio para adultos;
Tempo acima de 4 segundos;
Utilizar filmes, gonimetros, inclinmetro.
IS0 11226 Objetivos
Prope variao mental e fsica;
Alternncia entre ciclos curtos, mdios e longos;
Autonomia suficiente;
Alternncia entre dificuldades;
Oportunidade de contatos;
Trabalho em p e sentado;
Operaes no montonas;
Tempo para recuperao mnima 20% (neutro).
IS0 11226 Abrangncia
Tronco;
Pescoo;
Ombros;
Ante braos;
Mos e punhos;
Pernas.
11226 - Tronco
Postura simtrica - aceitvel
0 a 20 - aceitvel
20 a 60 com suporte aceitvel
>60 - inaceitvel
<0 sem suporte - inaceitvel
<0 com suporte lombar-
aceitvel
30 mximo 3 minutos
40 mximo 2 minutos
50 mximo 1.5 minutos
11226 Pescoo
Simtrico aceitvel
>85 - inaceitvel
25 a 85 com suporte
aceitvel
0 a 25 - aceitvel
< 0 - inaceitvel
< 0 com apoio aceitvel
30 mximo 7 minutos
40 mximo 6 minutos
50 mximo 5 minutos
60 mximo 4 minutos
70 mximo 3 minutos
85 mximo 1 minuto
IS0 11226 Ombros flexo
>60 inaceitvel
0 a 60 com suporte
aceitvel
At 20 aceitvel
30 mximo 3 minutos
40 mximo 2.5
minutos
50 mximo 1.5
minutos
11226 Ombros abduo
O a 20 - aceitvel
30 mximo 3
minutos
40 mximo 2
minutos
50 mximo 1.5
minutos
IS0 11226 Antebraos e punhos
Extrema flexo ou extenso de antebrao
inaceitvel
Extrema postura flexo / extenso de
punho inaceitvel
11226 Tempo para recuparao:
20% contrao mxima e 80% para recuperao
11228-1 Levantar/carregar
Levantamento de cargas em curtos perodos (Tb 2).
11228 1 Levantar/ carregar
Carga inferior a 25Kg
Abaixo dos joelhos e acima dos ombros, reduzir
limite para 1/3 (tab 2)
Freqncia para carregar < 15 vezes por
minuto, carga inferior a 7kg.
Carregar - limite de 10.000 Kg em 8 horas de
trabalho.Se a distncia for superior a 20 metros,
reduz para 6.000kg.
Carga superior a 3 kg;
Utilizar NIOSH.
Treinamento de funcionrios
11228 1- Levantar / carregar
Largura o objeto < 0,75m
Idade inferior a 45 anos, mulheres
grvidas ou limitaes fsicas;
ndice < 1 aceitvel:
ndice > 1 inaceitvel.
11228 1- Levantar / carregar
CONSTANTE 23 Kg
Crianas, idosos 5kg;
Populao domstica 10kg;
Profissional ativa incluindo jovens e idosos
15, 20, 23 kg;
Profissional ativa adultos- 25kg;
Profissional especializado- 30, 35, 40kg.
IS0 11228 1 Levantar/ Carregar
11228 2 Empurrar e Puxar
Abrange 11228-2 , 11228-3 e 11226.
Utilizao da tabela Liberty Mutual (No
inclui carregar da tabela original e possui
alteraes importantes na forma de
anlise e aplicao).
IS0 11228 2
IS0 11228 2
IS0 11228 2
IS0 11228 2
IS0 11228 -3 Ferramentas de anlise
OWAS
RULA
REBA
PLIBEL
Strain Index (Moore Garg)
QEC
OSHA (checklist)
HAL / TLV ACGIH
Upper Limb
OCRA index
OCRA checklist
11228-3 Fundamentos
Variao de posturas;
Trabalho em p e
sentado;
Enriquecimento;
Posturas extremas
devem ser evitadas;
Reduo das foras;
Definir tempo para
recuperao;
Eliminao de vibraes
Frio e ambiente;
Organizao do trabalho;
Envolvimento social;
Treinamento;
Aspectos cognitivos e
psicolgicos;
Definio criticidade
(verde, amarelo,
vermelho);
Ciclo maior que 30seg ou
movimentos que ocupem
50% do ciclo.
11228-3 Pontos de ateno
Utilizao da escala
de BORG
BORG, G. Borgs Perceived exertion
and pain scales. Human Kinectics, 104
pginas, EUA, 1998.
ABNT e ISOs
ABNT e NBR
O Brasil no possui nenhuma NBR de
ergonomia;
As NRs deveriam ser leis abrangentes e
as NBRs tcnicas segundo a ABNT;
A falta de NBRs incentiva a disseminao
de aes sem fundamento, perigosas e
ilegais!
Histrico da ergonomia no Brasil
1980 1990 Compreenso mdica
1995 2005 Linha biomecnica
2006 - 2009 Linha mista (americana e
francesa)
2010 - 2013 Gesto, ISO, NBR e
psicopatologias do trabalho.
2014 - Transformao em rea
ABNT se mobiliza
Convoca um grupo multidisciplinar para
discutir as ISOs;
Subdivide o grupo em 3 GtS
Dois grupos discutindo; antropometria e
displays visuais;
Terceiro grupo formado por acadmicos,
consultores . Ministrio do trabalho, e
pesquisadores, possui livre arbtriopara
escolha das ISOs.
Subdiviso dos GTs (27/04);
Escolha das ISOs (maio);
Definio dos coordenadores (8 ISOs
definidas - 4 com coordenaes);
Traduo (junho);
Definio das NBRs (traduo,
adaptao ou novo conceito para NBR)
novembro;
Andamento do trabalho
Atendimento a NR17;
Melhoria da qualidade e
produtividade;
Reduo dos acidentes;
Reduo do erro humano;
Reduo dos DORT e Hrnias;
Obteno das novas ISOs (159,
20646 e 11228);
Reduo ou eliminao do risco jurdico;
Administrao do FAP e SAT.
PGE- Processo de Gesto
Ergonmica propostos p/ NBR
Definio de processo sistmico e integrado
de GESTO ERGONMICA, que permita a
empresa , compreender os potenciais de
sobrecarga humana, organizar aes e
justificar recursos em favor da evoluo
contnua do sistema sem ultrapassar limites
psicofsicos humanos.
Objeti vos do Programa
Pr Anlise
AET
CELs
Apreciao das
AETs
Envio do REN e
PAC ao NEI
(100%)
Entrega das
Demandas
amarelas e
verdes aos Sub
Comits
CEL
Solicitao das Pr
Anlises e AET (interno
ou externo)
NEI
Sol i ci tao das
demandas aos CELs
Demandas
Vermelhas e
Roxas
resolvidas pelo
CEL
Definio
dos 20% ao ano
(vermelhos e
roxos)
Envio do
planejamento ao
NEI
(cronograma)
Planejamento e
Projetos
Apreciao
Ergonmica da
proposta
Reviso da
AET ou Pr
Anlise
Controle e
insero no Livro
de Evidncias
Envio dos
resultados ao
NEI
Sistematizao
Organograma NEI, CEL e SCE
NEI
CEL 1 CEL 2 CEL 3
Ergo
Analista
Sistema de Avaliao Ergonmica
Auto Avaliao. ndices (50% primeiro ano, 70%
segundo ano e 85% terceiro ano):
V
a
l
o
r
e
s
E
n
c
o
n
t
r
a
d
o
D
i
f
e
r
e
n

a
0 a 10
0 a 10
0 a 10
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 5
0 a 10
0 a 10
TOTAL 0 - 130
Documentando a Equipe (soma das notas: 0 - 130)
1. Existe Presidente do Comit?
2. O Comit possui quadro de integrantes oficiais?
3. Existe o LIVRO DE EVIDNCIAS?
5. O PROCESSO ERGONMICO est inserido no Livro de Evidncias?
Demanda oculta
Priorizaes das correes
Absentesmo
Anlise de postos
9. Os integrantes do comit participaram de treinamentos ergonmicos?
7. As atas de reunies dos ltimos 6 meses esto atualizadas?
4. A empresa possui histrico das suas aes, boas prticas e controles dos ltimos 5 anos?
Mapeamento e afastamentos
6. Existe controle estatstico?
8. A Matriz "treinamento"esta inscrita no LIVRO DE EVIDNCIAS?
Oramento
Reintegrao e reabilitao
0 a 10
Casos novos
Primeira consulta
Fases
Pl ani l ha de Aval i ao dos Comi ts (PAC)
0 a 10
0 a 10
Definio do Livro de Evidncias
1. Carta de compromisso
2. Diagnstico
3. Definio do Processo Ergonmico
4. Avaliao dos COMITS
5. Documentos Base
6. Antropometria
7. Anlises
8. Ferramentas de Anlise
9. Projetos
10. Treinamentos
11. Solues
12. Literatura
13. Bibliografia
Relatrio Gerencial
Jan Fev Mar Abr Mai Ju n Jul Ago Set Out Nov Dez
Popul ao
Afast ados
%
Rest ri tos
%
Ocu lt os
%
Casos novo s
%
Not a audi to ri a (PAC)
%
Ati vi dades aval i adas
Roxas
%
Vermel has
%
Amarel as
%
Verdes
%
Uni dade:
Ano:
Gestor:
Documento Base
Cadeiras Mnimo Mximo Norma Obs.
NR17
NBR 13 962
Largura do Assento 40cm - NBR 13 962
Profundidade til 38cm 44cm NBR 13 962
ngulo de inclinao do assento 0 5 negativo NR17
Altura do Apoio Lombar 10cm NBR 13 962
Largura do Encosto 30,5cm NBR 13 962
Patas 5 5 NBR 13 962
Raio de curvatura do encosto 40cm NBR 13 962
Profundidade do apoio lombar 1,3cm 2,5cm NBR 13 962
Espao entre apoio lombar e assento 13cm 19cm NBR 13 962
ngulo de inclinao livre do encosto 15 NBR 13 962
Espuma injetada
Borda frontal arredondada 4cm 12cm NBR 13 962
Espuma Injetada / dureza 55kg/m PRODERG
Espessura Espuma 3cm 5cm PRODERG
ngulo assento encosto 90 105 NBR 13 962
Regulagem de altura 37cm 50cm
Ferramentas de Anlise
EMPRESA AUDITOR 0 Outros
POSTO DATA
NVEL 1- Baixo TEMPO 1=0 a6 seg ESFOROS 1 =0a 1 1 1 2 3
DE 2- Moderado DE 2=6 a20seg POR 2 =1a 5 1 3 2
ESFORO 3- Pesado ESFORO 3=20 a30seg MINUTO 3 =5a 15 2 1 3
4 > 30seg 4 > 15 2 2 2
2 3 1
PESCOO VERDE 2 3 2
3 1 2
OMBROS ROXO
2
TRONCO 2 2 3
3 1 3
BRAOS AMARELO 3 2 1
3 2 2
MOS-PUNHO
DEDOS 3 3 2 3
3 3 1
PERNAS 3 3 2
PS/ DEDOS X4X
XX4
NVEL DE ESFORO

BAIXO ( 0 - 30% ) MODERADO ( 30 - 70% ) PESADO ( 70 - 100 % )
PESCOO A cabeagira parcialmente A cabeagira totalmentepara olado Igual ao moderado porm
A cabeaesta ligeiramente para frente A cabeaestatotalmene paratrs comaplicaodefora
A cabeaestparafrenteaprox. 20 A cabea esta flexionada
acima de 20
OMBROS Braos ligeiramente abduzidos Braos abduzidos semsuporte Aplicafora ou sustentando
Braos extendidos comalgumsuporte Braos flexionados (nvel Doombro) pesos comos braos
separados docorpo
TRONCO Inclinaligeiramente paraolado Flexiona parafrente semcarga Levantando ou aplicando
Flexiona ligeiramente o tronco Levantacarga de pesomoderado fora comrotao
prximoao corpo Grandeforacomflexo
Trabalho prximoao nvel dacabea dotronco
BRAOS Braos ligeiramente afastados do Rotao do brao, exigindofora Aplicao de grande fora
ANTE-BRAOS corposemcarga moderada (1 <F<ou =2,5 Kg) comrotao
Aplicao de pouca fora ou Levantamento de cargas
levantandopequenacarga comos braos extendidos
prximaaocorpo (<ou =1kg) (F >2Kg)
MOS Aplicao de pequenaforaem Area de agarregrande ou estreita Pinamentocomdedos
PUNHOS objetos prximos aocorpo Moderadoangulodo punho especial - Punho angulado comfora
DEDOS Punho reto, comaplicao defora mente emflexo (F >1 Kg)
paraagarrepequena( F<ou=1 kg) Usode luvas comfora moderada Superfcieescorregadia
(1 <F<ou=2,5 Kg) ( F >2Kg)
PERNAS Parado, caminhandosem Flexo para frente Exercendograndes foras
J OELHOS flexionar-se Inclinar-se sobre a mesa detrabalho paralevantamentode
Pesodo corpo sobre os dois ps Pesodo corposobre ump algumobjeto
Girar ocorpo semexercer fora Agachar-seexercendo
fora
TORNOZELOS Parado, caminhandosem Flexo para frente Exercendograndes foras
PS flexionar-se Inclinar-se sobre a mesa detrabalho paralevantamentode
DEDOS Pesodo corpo sobre os dois ps Pesodo corposobre ump algumobjeto
Girar ocorpo semexercer fora Agachar-seexercendo
fora
AMARELO 2 3 1
AMARELO 2 3 1
2 3 1
1 2 1
1 4 1
NOME DO FUNCIONRIO
Nome: .......................................................................................................................................................
Idade: .................... Tempo nafuno: Funo Anterior .................................
.................................................................................................... Chapa: ................................................
Linha: Operao:
Turno: .........................................
Semqueixas
E D
Olhos
Cabea
Trapzio
Ombro
Brao
Torcica
Cotovelo
Antebrao
Lombrar
Ndega
Coxa
J oelho
Panturrilha
Tornozelo
DESCRIO DO FREQUNCIA EVOLUO
DESCONFORTO DURANTE A
JORNADA
5 INSUPORTVEL 5 todoo dia 5 INSUPORTVEL
4 SEVERO 4 muitas vezes por dia 4 SEVERO
3 MODERADO 3 1 vez por dia 3 MODERADO
2 PEQUENO 2 3-4vezes por semana 2 PEQUENO
1 AUSENTE 1 1-2vezes por semana 1 AUSENTE
Baseado (Cornell)
Curvas de Avano
P
r
o
g
r
a
m
a
d
o
R
e
a
l
i
z
a
d
o
1
0
%

p
o
r

a
n
o
2006 3 3 5,4
2007 26 26 10,8
2008 27 28 16,2
2009 32 21,6
2010 50 27
2011 51 32,4
2012 51 37,8
2013 51 43,2
2014 54 48,6
2015 54 54
SCE 6 - Curva de avano
0
10
20
30
40
50
60
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Programado
Realizado
10% por ano
P
r
o
g
r
a
m
a
d
o
R
e
a
l
i
z
a
d
o
1
0
%

p
o
r

a
n
o
2006 6 6 4,9
2007 7 6 9,8
2008 7 7 14,7
2009 17 19,6
2010 19 24,5
2011 19 29,4
2012 21 34,3
2013 21 39,2
2014 30 44,1
2015 30 49
2016 30 49
2017 45 49
2018 45 49
2019 45 49
2020 48 49
SCE 4 - Curva de avano
0
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30
40
50
60
2
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2
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1
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2
0
1
5
2
0
1
6
2
0
1
7
2
0
1
8
2
0
1
9
2
0
2
0
Programado
Realizado
10% por ano
Consideraes finais
Definir PROCESSO
Definir LIVRO de EVIDNCIAS
Constituir NEI treinamentos 1
Constituir CELs treinamentos 2
Definir SCEs treinamentos 3
Elaborar Pr Anlises
Definir criticidades
Elaborar AETs
Consideraes finais
Definir tem 3
Adicionar histrico no tem (7, 6, 10, 11, 9)
Responder tem 4
Definir tem 5
Definir Curva de Avano
Acompanhar semestralmente.
Consideraes finais
Treinamentos:
NEI GESTO, AVANADO
CEL Aplicabilidade, reintegrao, projetos.
SCE - Bsico
Consideraes finais
Relatrios:
Cel envia REN, Curva de Avano e PAC
SCE recebe problematizaes e solues
Contato CEL e NEI
Adquirir IS0s citadas nesta apresentao
Recomendaes finais
Adquirir IS0s citadas;
Todas as observaes , referem partes
das IS0s , alm do que o proprietrio das
IS0s poder utilizar os dados:
O contedo das IS0s citadas mior do
que explicitado aqui:
Material de apresentao e evocao s
IS0s, portanto no dever ser utilizado
em qualquer relatrio ou material interno.

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