Livro: “Religião e Política: temas emergentes”

Capa do Livro

Esse livro apresenta textos de pesquisadores e estudantes de pós-graduação que trabalham com o tema “religião e política”. Essa relação tem se revelado essencial para se compreender as tramas por meio das quais as realidades planetárias são tecidas. Trata-se de duas realidades que ocupam o lugar central do processo humano de estruturar seu estar no mundo individual e socialmente. Os textos que seguem tratam de temas situados num gradiente amplo que abarca a revolução iraniana; relações internacionais; pentecostalismo; estudo das Ciências das Religiões sobre a política no Brasil; diplomacia Vaticana e a Guerra de Canudos; e religião e política no século XIX brasileiro.

O texto de Paulo Giovanni Pereira apresenta um estudo sobre a relação entre a religião e a política na formação do Estado Nacional brasileiro. Ela é uma herança do processo de expansão da colonização da américa portuguesa em que a religião era elemento central do processo colonizador. Essa relação estruturante do Leviatã brasileiro é tratada pelo autor apontando para novas possibilidades de interpretação da nossa história política e também religiosa.

Paulo Giovanni Pereira é Doutorando e mestre em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Graduado em Filosofia pela Faculdade Católica de Pouso Alegre e em Teologia pela Faculdade Dehoniana de Taubaté/SP. Pesquisa a relação entre a imprensa católica na formação religiosa e política do Sul de Minas. É bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG). Suas áreas de interesse de pesquisa têm se concentrado em Religião e Política e no processo de formação do Sul de Minas Gerais.

Você pode baixar o livro no link: https://drive.google.com/file/d/1CbkqBxNWMN6GG-a4NZBfkkYBIyE7nEyB/view?usp=drivesdk

POPOLI CHE HANNO PERDUTO LA LINGUAChe ne è oggi dei popoli europei? Ciò che non possiamo oggi non vedere è lo spettacolo del loro perdersi e smemorarsi nella lingua in cui si erano un tempo trovati. Le modalità di questo smarrimento variano per ogni popolo: gli anglosassoni hanno già compiuto l’intero cammino verso un linguaggio puramente strumentale e obiettivante – il basic English, in cui ci si possono solo scambiare messaggi sempre più simili ad algoritmi – e i tedeschi sembrano avviati per la stessa via; i francesi, malgrado il loro culto della lingua nazionale e forse anzi per questo, perduti nel rapporto quasi normativo fra il parlante e la grammatica; gli italiani, furbescamente insediati in quel bilinguismo che era la loro ricchezza e che si trasforma ovunque in un gergo insensato. E, se gli ebrei sono o almeno erano parte della cultura europea, è bene ricordare le parole di Scholem di fronte alla secolarizzazione operata dal sionismo di una lingua sacra in una lingua nazionale: «Noi viviamo nella nostra lingua come dei ciechi che camminano sull’orlo di un abisso… Questa lingua è gravida di catastrofi… verrà il giorno in cui essa si rivolterà contro coloro che la parlano».In ogni caso, quel che è avvenuto è la perdita del rapporto poetico con la lingua e la sua sostituzione con un rapporto strumentale in cui colui che crede di usare la lingua ne è invece senza avvedersene usato. E dal momento che il linguaggio è la forma stessa dell’antropogenesi, del diventare umano del vivente homo, è la stessa umanità dell’uomo che appare oggi minacciata.Decisivo è però che quanto più un popolo si smarrisce nella sua lingua, che gli diviene in qualche modo estranea o troppo familiare, tanto meno è possibile pensare in quella lingua. Per questo vediamo oggi i governi dei popoli europei, divenuti incapaci di pensare, imprigionarsi in una menzogna di cui non riescono a venire a capo. Una menzogna di cui il mentitore non è consapevole è in realtà semplicemente una impossibilità di pensare, l’incapacità di interrompere almeno per un istante il rapporto puramente strumentale con la propria parola. E se gli uomini nella loro lingua non possono più pensare, non ci si dovrà stupire se si sentiranno obbligati a trasferire il pensiero all’intelligenza artificiale.Va da sé che questo smarrimento dei popoli nel linguaggio che era la loro dimora vitale ha innanzitutto un significato politico. L’Europa non uscirà dal vicolo cieco in cui si sta chiudendo se prima non ritroverà un rapporto poetico e pensante con le sue parole. Solo a questo prezzo una politica europea – che oggi non esiste – diventerà eventualmente possibile.Giorgio Agambem,  11ottobre 2024https://www.quodlibet.it/giorgio-agamben-popoli-che-hanno-perduto-la-lingua

A religião está em declínio no mundo. Por que este Natal parece diferente?

“Há evidências estatísticas de que a última onda de secularização atingiu um limite, e que muitas pessoas sentem falta não apenas da visão moral da religião, mas também de seus horizontes metafísicos”

Em março, dirigi com minha família de Roma até as montanhas do sudeste da Úmbria, para chegar à cidade de Norcia e ao mosteiro – agora uma abadia; foi promovida desde nossa visita – de São Bento na Montanha, uma comunidade de monges beneditinos situada acima de um amplo vale que estava apenas esverdeando com a primavera.


Os monges de Norcia não são obscuros, no que diz respeito a monges. Eles produzem cerveja, têm um álbum de cantos e foram citados no The New York Times em uma matéria sobre a recuperação da região após os terríveis terremotos de 2016. Eles também aparecem com destaque no caso de Rod Dreher de 2017 para a contenção e renovação cristã, “The Benedict Option” (A opção beneditina) – por razões compreensíveis, já que Norcia é o berço do monasticismo [forma de vida que se caracteriza pela dedicação à prática religiosa, em detrimento dos objetivos comuns da sociedade] ocidental, a casa de São Bento, o lugar onde a cristandade medieval provavelmente teve seu início.

Inauguração da iluminação natalina em Munhoz MG em 14 de dezembro.


E é um lugar peculiarmente ressonante para se visitar neste momento específico. O cristianismo na Europa, mesmo na Itália católica, está em declínio há gerações e agora, na esteira da descristianização, vem o despovoamento. A zona rural ao redor do mosteiro está se esvaziando, com vilas pitorescas e antigas cidades nas colinas desocupadas – um processo acelerado em Norcia pelo impacto do terremoto, mas parte de um fenômeno geral em uma Itália que está envelhecendo cada vez mais e tendo cada vez menos filhos.

No entanto, aqui se encontra uma abadia próspera com seus monges jovens, atraindo peregrinos enquanto seus beneditinos rezam o antigo latim da igreja romana. Não se trata da queda do Império Romano novamente, mas há uma estranha qualidade de rima, uma sensação semelhante de morte e renascimento.


Todo Natal eu tento escrever uma coluna sobre religião e, ao longo dos anos, ela sempre aborda temas de desafio, luta e declínio. Em um ensaio desta semana sobre a descoberta de Deus, meu colega David Brooks brinca que “entrar na igreja em 2013 foi como investir no mercado de ações em 1929″, e algo semelhante pode ser dito sobre se tornar colunista de um jornal católico há 15 anos: As instituições religiosas tradicionais têm sido alvo de escândalos e fraturas ao longo de meus anos neste jornal – sofrendo uma maré baixa no início do século XXI, se não um grande rugido de retirada.


Este Natal parece diferente. Há evidências estatísticas de que a última onda de secularização atingiu algum tipo de limite. Há evidências culturais sugestivas de que o liberalismo secular perdeu a fé em si mesmo, que muitas pessoas sentem falta não apenas da visão moral da religião, mas também de seus horizontes metafísicos, que os argumentos a favor da crença religiosa podem estar sendo ouvidos novamente.


A Notre-Dame de Paris foi reconstruída a partir de suas cinzas. Previ precipitadamente um renascimento religioso no início deste ano e, no mínimo, espero que as tendências religiosas no final da década de 2020 sejam diferentes das tendências da década de 2010.

Mas diferente provavelmente significa realmente diferente, não apenas um retorno ao que existia no passado. Os últimos bastiões dos tempos anteriores, as antigas instituições religiosas, provavelmente continuarão com problemas existenciais.


Por exemplo, a Polônia católica, um dos últimos centros de intensa religião nacional da Europa, parece estar seguindo o mesmo caminho de descristianização da Irlanda, Quebec e Itália. A linha principal do protestantismo americano não está prestes a se levantar de seu leito de enfermidade, nem o anglicanismo britânico, que está praticamente vencido. Da mesma forma, grupos como os Batistas do Sul e os Mórmons, que cresceram rapidamente há algumas décadas e hoje enfrentam dificuldades, não vão se recuperar automaticamente ou crescer novamente.


A França se choca contra a realidade
Em vez disso, é provável que qualquer crescimento seja não denominacional, subcultural (pense nos católicos da missa em latim, nos convertidos à ortodoxia oriental ou nos protestantes de orientação comunitária), místico e sui generis, com florescimentos notáveis em lugares onde a fé tradicional raramente cresceu antes (como no setor de tecnologia, por exemplo).


Como parte de minha teoria mais ampla de apostar nos EUA do futuro, espero que qualquer vitalidade religiosa renovada se espalhe dos Estados Unidos para a cristandade mais antiga da Europa. (A abadia de Norcia é um estudo de caso: Seus beneditinos fundadores eram um grupo de americanos empreendedores cuja comunidade, desde então, também tem irmãos europeus).


E também espero um rigor que os antigos estabelecimentos religiosos em sua velhice claramente não tinham. Em nossa primeira noite em Norcia, levamos nossos filhos para a Compline, a parte noturna do ciclo monástico diário. As orações duraram cerca de 20 minutos; foi lindo, saímos para jantar e um dos monges sugeriu que eu acordasse e me juntasse a eles para o início do ciclo diário, Matinas, que eles estavam programados para rezar por volta das 2h30 da manhã.


Claro, posso me levantar, rezar por 20 minutos e depois voltar para a cama, pensei com confiança.
Então, programei meu despertador, levantei-me e fui para a capela de madrugada …


… e quase duas horas de orações em latim depois, cambaleei de volta para a noite estrelada da Itália, grato a Deus pela experiência, mas também preocupado com o fato de que um verdadeiro reavivamento religioso talvez não seja inteiramente para mim.


Feliz Natal.

Ross Douthat (The New York Times) – publicado no Estadão na coluna opinião de 24 de dezembro de 2024.

O papel da filosofia segundo Hegel

Não é sensato crer que a filosofia possa ir além de seu tempo presente, do mesmo modo que imaginar que um indivíduo possa saltar por cima de seu tempo. E se uma teoria vai além da sua realidade e constrói um mundo tal como deve ser, este existirá por certo, mas somente em sua opinião, elemento maleável no qual se pode plasmar qualquer coisa. […]

O papel da filosofia segundo Hegel

Ferramentas para o estudo bíblico

Bom dia, paz e bem!

Estamos no mês de setembro, mês que a Igreja dedica às Sagradas Escrituras, conhecido como Mês da Bíblia. Desejo compartilhar com a comunidade algumas ferramentas para o estudo bíblico de Código Aberto em que participo da comunidade de desenvolvimento. Com a popularização dos aplicativos MyBible e MySword para Android o número de módulos disponíveis aumentou bastante, abrindo a possibilidade de realizar melhores e mais avançados estudos bíblicos.

Partilho com vocês o estado de desenvolvimento de três aplicativos em que tenho contribuído com o suporte às Bíblias Católica e Ortodoxa com tradução das interfaces e que tem suporte para ambos formatos (MyBible e MySword).

Créditos: Estudos bíblicos – teológicos

UNBOUND BIBLE

O primeiro é o Unbound Bible que está na versão 5.4, este aplicativo desenvolvido em pascal tem versão para Windows, MacOS e Linux, o que possibilita instalá-lo também no Chrome OS Flex. Além disso, há uma versão portátil para Windows. Ultimamente o desenvolvedor Vladimir Rybant tem desenvolvido uma versão em Swift que está na versão 4.3.1 exclusiva para MacOS. Tem ótimo suporte para livros deuterocanônicos e possibilita estudos bíblicos básicos.

Créditos: Unbound Bible

Disponível em: http://unboundbible.net

SIMPLE BIBLE READER

O segundo aplicativo é o Simple Bible Reader, desenvolvido pelo Felix Immanuel que tenho partilhado com vocês que além de ultimamente ter possibilitado a leitura e conversão dos livros deuterocanônicos está em rápido desenvolvimento. O aplicativo está na sua versão 5.4.3 com uma gama grande de formatos suportados e permitindo uma ótima qualidade de conversão de módulos. Há configurações avançadas para uma qualidade mais refinada dos módulos.

Disponível em: https://trumpet-call.org/simplebiblereader/

ANDBIBLE


O terceiro e último é o AndBible desenvolvido para Android que na versão 5, que está em estágio beta de desenvolvimento, trará suporte aos formatos Sword, MyBible, MySword e EPUB possibilitando estudos bíblicos básicos e avançados.

Cuidado com o óculos!

Nossa visão passa pela lente do óculos. Todo aquele que faz uso de óculos sabe como se tornou uma labuta diária, enxergar melhor e utilizar máscara nesses tempos pandêmicos. As lentes embaçadas ao falar, ou andar sem óculos e não conseguir ler e enxergar direito.

Imagem: lenscope.com.br


Ocorre, no entanto, que nossa visão da realidade é sempre mediada. As informações  nem sempre as obtemos pessoalmente. É um exercício de confiança nas fontes que nos transmitem. Estas fontes podem ser desde nossos amigos e parentes até livros, jornais, mídias e ultimamente as redes sociais. As ciências trazem um método que dá razoabilidade às suas considerações, mas o acesso a elas deve ser criterioso. A ciência não está isenta de fraudes, como podemos ver pelas “fake news” promovidas por “especialistas”.


Antes de opinar sobre um assunto deveríamos avaliar quais são as nossas fontes de informação. Quais são os óculos que utilizamos para ler a realidade. Precisamos de escolhas mais criteriosas para nossa leitura. A mídia tradicional está vinculada a interesses de grandes grupos de comunicação lêem as realidades com seus óculos e as imprimem em reportagens, novelas e outras formas de transmitir seus valores/contra valores/invalores. Assim também fazem os tradicionais jornais escritos e por fim , do mesmo modo, os novos meios de comunicação que fazem uso da internet. Nada é isento.


Nesse espaço em que vivemos a verdade se dilui e as fake news são promovidas. Precisamos selecionar nossas fontes de informação para lermos a realidade com melhores óculos.

Pe. Paulo Giovanni Pereira

theWord Portable 6 beta disponível para download

Amados e Amadas. Compartilho com vocês a versão portátil do popular aplicativo theWord em sua versão 6 beta (em desenvolvimento). A versão portátil do aplicativo segue o padrão da PortableApps e não deixa nenhuma configuração do usuário armazenada no computador hospedeiro, além de trazer já instalado todas as bíblias e conteúdos em português disponíveis para baixar pela theWord. Esta versão está em fase de testes e peço que aqueles que fizerem uso relatem os bugs (erros) encontrados. Desde já despeço-me em Cristo Jesus. Padre Paulo Giovanni.

Baixe o arquivo e instale em seu pendrive.

Reforma da Capela de São Sebastião dos Campos

Depois de alguns anos, estamos finalizando a reforma da Capela de São Sebastião dos Campos. Abaixo compartilhamos algumas imagens das etapas da reforma.

KDE neon e Kubuntu: qual o melhor?

KDE neon

O KDE neon tem como filosofia trazer os últimos pacotes desenvolvidos pela comunidade KDE em uma base sólida. Esta base sólida é o Ubuntu LTS, cujo último lançamento é a 20.04. O KDE neon traz sempre as ultimas versões dos pacotes do KDE estabilizados em uma base bastante consistente no mercado que é o Ubuntu LTS. O KDE neon oferece várias versões, sendo a recomendada para usuários comuns a User Edition, ou em bom português Edição de usuário. Além desta versão o KDE neon traz mais três versões: a Testing Edition, a Unstable Edition e a Developer Edition.

Fonte: Distrowatch KDE neon 20211014

A interface do Plasma vem com a opção de cores claras por padrão. É uma distribuição que traz um sistema bastante enxuto e adequado para quem gosta de fazer no pós-instalação a instalação dos principais aplicativos de produtividade. Com o KDE neon você não precisará se preocupar com o excesso de aplicativos que vem por padrão pré instalados.

Os aplicativos podem ser instalados através da Loja de Aplicativos do projeto KDE, a Discover, que oferece aplicativos no formato Snap, que são desposados pela Canonical.

Utilizando o KDE neon o usuário encontrará sempre os últimos pacotes desenvolvidos sobre uma base sólida. Se você gosta de ter sempre as últimas versões dos aplicativos instalados e gosta do ambiente KDE este sistema é para você.

Kubuntu

Este membro da família oficial de versões do Ubuntu não recebe a atenção que o irmão mais importante recebe. O seu ciclo de lançamentos segue o da distro principal da Canonical, empresa por trás do Ubuntu. Ele apresenta duas versões para Dowload. Uma versão mais recente e uma versão LTS. Atualmente a versão mais recente é a Kubuntu 21.10 (Impish Indri) que traz o Plasma 5.22 e a LTS é a Kubuntu 20.04 LTS (Focal Fossa) que terá suporte de 3 anos até 2023, esta traz a versão do Plasma 5.18 LTS.

Fonte: Kubuntu Release Notes 21.10

O Kubuntu vem com o Firefox como Navegador de Internet padrão e com a suíte de Escritório LibreOffice.

Se você quer instalar um sistema que já vem pronto para o seu uso e traz toda a confiabilidade da base Ubuntu o Kubuntu é uma boa opção, sendo a versão LTS a recomendada para ambientes de trabalho e produção.

Qual dos dois sistemas é o melhor? Os dois sistemas são bons sistemas e tem propósitos diferentes. Então veja em qual tipo de usuário você se encaixa, e assim você poderá usufruir melhor do sistema. Até mais. E não esqueça de compartilhar este post.

Lançamento do BigLinux 20220104

Com o novo ano o BigLinux traz uma nova versão, o BigLinux 04012022. O BigLinux é um sistema operacional baseado em Linux que é desenvolvido por Bruno Gonçalves e colaboradores. É uma distribuição GNU/Linux comunitária que ao longo do seu desenvolvimento foi desenvolvida com base em outros sistemas como Ubuntu, Deepin, novamente Ubuntu e agora está sendo desenvolvido sobre a base Manjaro que é um projeto criado utilizando a base Arch. O sistema é conhecido por oferecer aos usuários iniciantes no mundo Linux diversas facilidades de configuração.

Logo do BigLinux

Dentre os novos aprimoramentos essa versão traz:

Otimizações e desempenho

O BigLinux é conhecido por trazer desde suas primeiras versões diversas otimizações, e melhorias que ajudam o sistema a apresentar um melhor desempenho em diversas atividades. O sistema traz por padrão o sistema de arquivos Btrfs + zstd que além de rápido, economiza espaço e tem snapshot integrado ao grub com nofsync o que deixa ainda mais rápido o sistema. O BTRFS já vem todo configurado com o melhor desempenho e integrado com o timeshift. A descoberta que o BTRFS permanece seguro desativando o fsync na camada de aplicativo permitiu que se conseguisse um ganho de desempenho muito bom, frente a outras distribuições.

O BigLinux traz o zram e preload que deixa o carregamento dos programas mais rápido e economiza o uso de memória RAM sem a necessidade de SWAP. Estas customizações visam diminuir o uso de CPU e de memoria RAM.

Um ambiente deskotop KDE com varias opções de layout: clássico, que apresenta um desktop com estilo windows tradicional (Win 7), moderno, unity, que lembra o antigo ambiente do Ubuntu e um estilo que lembra o Gnome. Um seletor de temas simples e prático que troca os temas de todo o sistema incluso os GTKs integração dos programas GTK aos temas, pastas e cia do Qt. Com essa integração não precisa o usuário ficar preso apenas ao uso de aplicativos desenvolvidos em Qt pois os aplicativos desenvolvidos em GTK também ficam bem integrados ao sistema.

Um amplo menu de aplicativos

Além do vasto leque de programas que vem disponibilizados nos repositórios oficiais do Manjaro, a distribuição traz ativado por padrão os repositórios AUR. , além do sistema também permitir a instalação de pacotes pacotes .deb e .rpm. O BigLinux traz para essa versão uma loja própria com pacotes selecionados pela big-comunidade e desenvolvida com a tecnologia bigbashview. Essa mesma tecnologia permite a criação de interface para scritps. Também o sistema traz os webapps que quase não consomes espaço e com a possibilidade de criar os seus proprios.

O sistema traz também por padrão a integração de programas Android ao BigBinux através da utilização do Weston+Waydroid modificados pela equipe do BigLinux.

A central de aplicativos Big Store é nativa do sistema, desenvolvida do zero utilizando tecnologia web 5.0 tem como objetivo ter a melhor performance e ser fácil de usar, sendo bastante intuitiva. Ela apresenta uma coleção de aplicativos selecionados pela Comunidade do BigLinux.

Simplicidade de Configurações

Realizar ajustes ou mudar a aparência do sistema nunca foi mais fácil. O BigLinux conta com uma Central de Controle mais simples e intuitiva desenvolvida em bigbashview. Simples para quem está chegando ao mundo Linux e poderosa para quem já está acostumado a utilizar outros sistemas, oferecendo ferramentas para a gestão do sistema e a possibilidade de expansão das funcionalidades através do uso de shellscripts.

Central de Controle do BigLinux

Um sistema completo para o uso diário

O BigLinux é um sistema perfeito para uso diário como sistema principal de produção. É um sistema “out of box”, ou seja, já vem pronto para uso e traz as melhores escolhas para o seu sistema. Confira:

O servidor de áudio que vem por padrão no sistema é o pipewire.

O BigLinux traz uma aplicativo restaurador de grub que é bastante útil para quem gosta de ter instalado em sua máquina diversas distribuições ou sistemas em dual boot.

Conversor de OCR de PDF. Este aplicativo transforma arquivos PDF de imagem em arquivos PDF de texto. Com isso foi possível desenvolver um dos mais eficientes sistema de OCR em software livre para tornar PDF pesquisável. Todo o processo é feito localmente sem a necessidade de armazenar dados em servidores de terceiros, ou em nuvem.

Conversor de arquivos de áudio e vídeo de forma simples e com o uso do botão direito do mouse.

Criação de um redutor de ruídos de áudio próprio do BL.

Otimização para uso em máquinas virtuais. Se o BL estiver em maquina virtual, não precisa dos adicionais de convidados, eles já veem integrados, mas se não tiver em maquina virtual eles não são ativados, é um processo automático, o que permite não ficar “lixo” no sistema.

O gestor de arquivos do KDE é o Dolphin, mas que no BigLinux vem customizado dando mais poder e praticidade para o usuário com a possibilidade de abrir diretórios e arquivos como root e as integrações com o botão direito, permitindo converter vídeos, imagens e áudio. Também apresenta para melhorar a compatibilidade de programas que exigem openGL mais novos, a possibilidade de abrirem por software render com o botão direito do mouse.

A otimização dos navegadores web permite que estes rodem sem engasgos, lentidões e consumindo menos recursos da máquina.

Usar token de pje e alguma-office pra quem trabalha com Direito no BigLinux é simples de instalar e funciona sem os conhecidos bugs apresentados em outros sistemas.

Compatibilidade de dual boot em modo legacy (todos os outros sistemas estão deixando de suportar dual boot em legacy) o que permite dar uma sobrevida a máquinas mais antigas.

Suporte facilitado

Uma questão importante para a implantação do sistema em pequenas empresas, escolas, ou mesmo para o uso doméstico é a possibilidade de oferecer um bom suporte. Tendo em conta isto o BigLinux traz instalado por padrão o aplicativo Rustdesk que é um sistema de acesso remoto livre e gratis e fácil de usar, não exigindo grandes e complicadas configurações por parte do usuário.

Além do suporte que pode ser oferecido por técnicos e parceiros, a comunidade BigLinux conta com um fórum ativo onde é possível sanar as principais dúvidas e dificuldades encontradas ao utilizar o sistema. O fórum conta com suporte pela comunidade e pelos desenvolvedores em português do Brasil. Além do fórum também a comunidade possui um canal no Telegram de batepapo, ideias e ainda um canal “boteco” totalmente em português do Brasil (mas ajudamos em outros idiomas tb) para conversas mais descontraídas e outros temas de tecnologia.

Baixando o Sistema

Para baixar a mais recente versão do BigLinux clique no link abaixo:

https://build.biglinux.com.br/iso/BigLinux-2022-01-04-kernel515.iso

MD5 bd9570807c732dcb473efbdaed83eec9

Criando o pendrive bootável

Para criar o pendrive com o BigLinux, recomendo utilizar o programa Balena Etcher, que pode ser baixado gratuitamente clicando aqui.

Configuração mínima

  • Processador de 64 bits Intel ou AMD ou compatível
  • 2 GB de memória RAM
  • 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada

  • Processador de 64 bits Intel ou AMD ou compatível
  • 4 GB ou mais de memória RAM
  • 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Gostaria de saber mais sobre o sistema BigLinux? Visite: www.biglinux.com.br e também acesse a página do BigLinux no Distrowatch https://distrowatch.com/table.php?distribution=biglinux

Não esqueça de deixar seu comentário e compartilhar esta postagem em suas mídias sociais. Ajude na divulgação do Sotware Livre. E você pode colaborar com o Projeto fazendo sua doação https://www.biglinux.com.br/doacao-financeira/

Padre Paulo Giovanni

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