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5 - Faixa Verde

Exame faixa verde judo

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EXAME DE FAIXA 2023

1
2
INTRODUÇÃO

Este livro é fruto de pesquisa em livros historias e paginas na web, que falam
sobre nosso Judô, sua evolução, seus heróis que perpetuaram essa Arte-
Marcial, hoje sendo o 3º esporte mais praticado no mundo inteiro.

Tendo nos princípios educacionais sua fonte inspiradora, o professor Jigoro


Kano desejava, além de promover a educação física por meio do judô, a
formação de seres humanos
fortes sadios e uteis à sociedade.
O sistema de graduação do Judô
foi idealizado pelo próprio Jigoro
Kano, que sempre teve a
preocupação com a conduta
moral, intelectual e a eficiência
em combate, pois seus primeiros
graduados tiveram a missão de
difundir o judô pelo mundo,
como seu primeiro faixa preta e
grande campeão, Shiro Saigo.

As lutas de mãos desarmadas existem desde a Pré-História, passando pela


civilização egípcia, mesopotâmia e hindus.

Este foi elaborada visando o judoca facilitar a formação e aprimorar os


conhecimentos através de novas técnicas e conservar a tradição do judô
através da pratica e do kata.

3
Espero esta contribuindo para com o aprimoramento cultural dos atletas e
alunos da ANJU’S 1, aumentando os seus conhecimentos históricos e
filosóficos sobre o nosso Judô.

Nilo Peçanha - Ba, novembro de 2022

Prof. Jose Antônio da C. Santos


Diretor Técnico Geral
3º Dan R.F.: AT034349

1
ANJU’S – Associação Nilopeçanhense de Judocas.

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APOSTILA PREPARATORIA PARA EXAME DE FAIXA 2023

FAIXA VERDE

MENU

1- Introdução ........................................................................................... pg. 03


2- História do Fundados da ANJU’S ....................................................... pg. 06
3- Graduação Básica ............................................................................... pg. 10
4- Graduação Intermediaria ..................................................................... pg. 10
5- História do Judô................................................................................... pg. 11
6- Principais Filosofia do Judô ................................................................ pg. 15
7- Disciplina ............................................................................................ pg. 16
8- Higiene ................................................................................................ pg. 17
9- Vocabulário ........................................................................................ pg. 17
10- Pontuação ............................................................................................ pg. 19
11- As Três Fases Para a Execução de um Golpe ...................................... pg. 20
12- Numerais ............................................................................................. pg. 20
13- Postura ................................................................................................ pg. 21
14- Cumprimento ...................................................................................... pg. 21
15- Amortecimento de Quedas .................................................................. pg. 22
16- Katame-Waza (Imobilização) ............................................................. pg. 23
17- Shime-Waza (Técnica de Estrangulamento) ....................................... pg. 24
18- Kansetsu-Waza (Técnica de Chave de Braço) .................................... pg. 25
19- Técnicas de Projeção .......................................................................... pg. 26
20- Renraku- Henka- Waza (Sequência De Golpes) ................................. pg. 28
21- Kaeshi-Waza (Técnicas De Contra Golpe) ......................................... pg. 28
22- Nague No Katá (Três Primeiras Séries) .............................................. Pg. 28
23- Missão – Visão e Valores ......................................................... pg. 31

5
HISTORIA DO FUNDADOR DA ANJU’S

Em setembro de 2006 um jovem de 19


(dezenove) anos praticante de Judô graduado
em faixa roxa 2º KIU, pediu permissão aos
seus professores Cássio Murilo e Gil Marcos,
Faixas Pretas 1º Dan, para montar uma equipe
de criança para dar aulas; seu intuito era aderir
experiência como instrutor para quando
tornar-se um faixa preta estar pronto para atuar
como professor. Acreditava e alimentava dentro de si que seguindo os
princípios do mestre “Kano”, dando educação às crianças através do judô,
saberia que estaria formando cidadãos e estes ensinamentos seriam
passados de gerações em gerações. E desta forma estaria contribuindo com
a sociedade. Nesta época não havia mais aulas de judô na cidade devido à
evasão de aluno. Com a partida do Pe. Neivaldo, responsável pela
implantação do judô na cidade e cidades vizinhas, e anos depois com a
partida do seu aluno mais graduado que assumiu o projeto, Agnovaldo
Reis “Gino”, o judô de Nilo Peçanha se enfraqueceu ao ponto de só restar
treinando, este jovem e mais dois colegas. Então teve como objetivo
começa um novo trabalho. Os professores que os acompanhavam,
permitiram iniciar suas aulas. Ele começou convidando três meninos e
iniciou seu trabalho.

Com o decorrer de suas aulas, o jovem começou a criar gosto em dar aulas
do esporte que amava e sabia que indiretamente estava contribuindo para

6
com a sociedade, fazendo um trabalho voluntário na Casa da Criança e do
Adolescente de Nilo Peçanha-Ba. Executando suas aulas de modo
renovado e cativante foi o segredo do seu sucesso.

No início alguns pais não acreditavam que ele seria de total


responsabilidade para confiar seus filhos na pratica do judô. Mas, o tempo
foi passando e este jovem mostrou, que por mais que fosse jovem, não
deixaria de ser responsável.

Com o seu belo trabalho voluntário foi conquistando a confiança de todos,


chegando ao final de 2007 com 17 alunos e contratado pela prefeitura de
Nilo Peçanha, como professor de judô.

Passou por algumas dificuldades; relatou que deixava de ir ao seu trabalho


“bico” o qual adquiria dinheiro, no intuito de realizar suas aulas, pois se
sentia feliz em ver os alunos aprenderem. Seu maior objetivo era fazer a
inclusão das crianças e adolescentes, mas atendia todo o público como;
jovens e adultos que se identificasse com a modalidade.

Ainda no final de 2007 ele percebeu que seus alunos já estavam mostrando
condições técnicas para participar de campeonatos, então, entrou em
contato com o professo Jackson de Taperoá, cidade vizinha a Nilo
Peçanha, onde treinou por 03 anos após o judô de Nilo Peçanha ter
enfraquecido, filiou seus alunos através da academia (GALPÃO DE
ARTE) que era a respectiva academia de Taperoá filiada à Federação
Baiana de Judô. A visão dele era que seus atletas adquirirem experiências
competitivas, com isso, no final de 2007 seus alunos participaram de 04

7
(quatro) campeonatos conquistando 36 (trinta e seis) medalhas; pensou
então que seria de grande satisfação para ele, ter seus alunos competindo
e representando sua própria agremiação. Então, decidiu entrar em contato
com algumas pessoas sensibilizando a criar uma Associação de Judô no
município, para que além de beneficiar e facilitar os trabalhos com seus
alunos, que pudessem participar dos devidos campeonatos realizados pelo
calendário FEBAJU – Federação Baiana de Judô e CBJ – Confederação
Brasileira de Judô, assim contribuir com o desenvolvimento de seu
município através do esporte na formação de pessoas de bem.

Foram enumeras tentativas até que conseguiu reunir com o apoio da


assistente social Dulce Mônica, um grupo de pessoas no Centro de Cultura
“Alfredo Netto” podendo fundar a ANJU’S – Associação
Nilopeçanhense de Judocas no dia 10 de janeiro de 2008.

A caminhada foi longa, mais em 01 de abril de 2008 ele conseguiu


juntamente com algumas pessoas que lhe apoiava registrar a ANJU’S, no
Cartório de Registro Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de Nilo Peçanha,
estado da Bahia. Depois passou por um processo de arrecadação nos
comércios, o qual foi à ferramenta principal na aquisição da quantia para
a filiação da ANJU’S na FEBAJU. Esse Jovem chama-se Jose Antônio da
Conceição Santos, popularmente conhecido por “Zezinho”, nascido em
21 de agosto de 1987. No ano de 2008 ele era graduado em faixa marrom
1ª KIU, e exerceu o papel de presidente e técnico da ANJN’S.

8
Continuou preparando seus alunos para sim, realizar seu maior desejo de
ter atletas competindo e representando sua Cidade e sua marca. Com seu
empenho e esforços de seus atletas no seu primeiro ano de competição pela
agremiação ANJU’S, conseguiu colocar 05 (cinco) atletas de diferentes
categorias entre os Melhores do Ano em todo o Estado Baiano. Chegando
ao final de 2008 calcularmos mais de 60 alunos entre: crianças, jovens,
adolescentes e até adultos frequentando seu projeto de Judô. O professor
Zezinho, relatou: “No ano de 2008 foi de grandes realizações, pois além
de todas minhas conquistas consegui o Título de Faixa Preta 1ª DAN,
pela FEBAJU no dia 30-11-2008 em meus plenos 21 anos de idade,
dedico essas conquistas primeiramente a Deus que foi minha fonte de
energia e ao PE. NEIVALDO CARVALHO quem trouxe o Judô pra a
cidade de Nilo Peçanha e a todos que me apoiaram desde o início até a
fundação da ANJU’S. Estou realizado, mais meus sonhos não terminam
por aqui, meu ideal é educar e capacitar jovens com perspectivas de
continuar esse trabalho, dando
continuidade a ANJU’S,
fazendo a inclusão social em
qualquer lugar que seja, usando
o judô como ferramenta
principal.” Depoimento
registrado no final de 2008.

Os anos foram passando e hoje a ANJU’S já se estendeu pra outras cidades.


Tem algumas dezenas de faixas pretas formados, muitos frutos já surgiram
e continuam surgindo e muitas das coisas que foram pensando por seu

9
idealizado prof. Zezinho no passado estão se concretizando hoje. Agora é
esperar as novas gerações enriquecer seu conhecimento sobre a arte marcial
e fazer o trabalho de expansão da ANJU’S.

Hoje o prof. Zezinho estar graduado em faixa preta 3º DAN, assumindo a


diretoria técnica geral da ANJU’S, sendo atual presidente a Sr.ª Cinthia
Machado Ribeiro.

Além disso a ANJU’S trabalha em rede, tendo polos na cidade de Taperoá,


Cairu, Ituberá, Camamu, Itacaré e a própria matriz de Nilo Peçanha. Cada
polo conta com sua coordenação técnica própria, trabalhando unificado com
tordos os núcleos e matriz, o que torna a ANJU’S um clube forte e respeitado
em todo território baiano.

GRADUAÇÃO BASICA

GRADUAÇÃO INTERMEDIARIA

10
HISTÓRIA DO JUDÔ

O JUDÔ teve sua origem quando o Professor Jigoro Kano procurou


sistematizar as técnicas de uma arte marcial japonesa, conhecida como
"Jujitsu" e fundamentar sua prática em princípios filosóficos bem definidos,
a fim de torná-la um meio eficaz para o aprimoramento do físico, do intelecto
e do caráter , num processo de aperfeiçoamento do ser humano.

Nesse contexto, invariavelmente surge a questão: Porque chamar de judô ao


invés de Jujitsu como já era conhecida a arte marcial?

Para poder entender a razão e a dimensão pretendida por essa mudança, deve-
se buscar e interpretação no processo histórico que envolve o cultivo do
"Budo " nas antigas formas de artes marciais do Japão. Segundo T.Watariabe
(1967): "Budo é uma palavra característica do povo japonês e sua origem se
encontra nas formas de autoproteção que permitiram a sobrevivência dos
indivíduos e a perpetuação da espécie humana através do tempo".

Essas formas de autoproteção, que constituíram as artes marciais, nasceram


da qualidade de vida que o povo japonês impôs a si próprio, diante da
necessidade que tinham de se defender. Daí, então, surgiram os indivíduos
com grande habilidade e treinamento nas artes marciais, formando uma casta
de guerreiros conhecidos como "samurais", a serviço dos senhores feudais.

Durante o período medieval japonês, do século XIV ao XVIII,


aproximadamente, as artes marciais tiveram grande; importância por seu uso
militarista, apresentando evidente progresso técnico, destacando-se os

11
grandes talentos em todas as formas de luta pela preservação da vida,
utilizando-se de armas como sabres, lanças e outros instrumentos, bem com
métodos de combates com as mãos nuas. Ao mesmo tempo em que
aprimorava o físico para adquirir destreza na arte marcial, o "samurai"
desenvolvia formas de dominar seus próprios impulsos e controlar sua
vontade, em alto grau, para poder enfrentar as adversidades corajosamente
"até a morte". Essa filosofia de vida era a alma das artes marciais e
entendiam, os samurais, que ela só poderia ser atingida através de árduo
treinamento para desenvolver o espírito de luta -"Budo" - através da busca da
serenidade, da simplicidade e do fortalecimento do caráter, qualidades
próprias da doutrina ZEN. Um código de honra, ética e moral, o "Bushido",
conhecido como via do guerreiro, foi elaborado com forte influência do
Budismo, alicerçando-se na preservação do caráter máximo, tal como honra,
determinação, integridade, espírito de fé, imparcialidade, lealdade e
obediência; preconizando uma forma de viver pela conduta de cavalheirismo,
respeito, bondade, desprezo pela dor e sofrimento.

Como uma das formas de arte marcial surgiu o Jujitsu, luta corporal sem uso
de armas, não tendo porém, registro preciso de sua origem. Algumas citações
encontradas no "Nihon Shoki", que é uma crônica antiga do Japão, fazem
referência ao início do Sumô que teria alguma relação com o Jujitsu naqueles
tempos. Houve, então, evolução desses dois tipos de lutas corporais, em que
o Sumô estabeleceu-se à base do uso da força e do peso, sendo orientado no
sentido do espetáculo e o Jujitsu na base da habilidade, da astúcia e da ética,
foi consagrado como combate real.

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A prática do Jujitsu levou à criação de inúmeras escolas, cujas características
eram a especialização dos professores em determinadas técnicas, adotando
estilos próprios e secretos, cujos princípios de ensinamento se apoiavam no
conhecimento axioma empregado pelos "samurais". "Na suavidade está a
força"( Ju = suavidade; Jitsu = arte ou prática). Dentre essas escolas, duas
delas foram especialmente estudadas pelo Professor Jigoro Kano, "Kito-
Ruy"e "Tenshinshinyo-Ryu".

A abertura dos portos japoneses em 1865, provocou intensas transformações


do ponto de vista político-social, marcando a era "Meiji", quando foi abolido
o sistema feudal, com rejeição da cultura e das instituições antiquadas,
introduzindo-se os conhecimentos dos países ocidentais, ocorrendo
acentuado declínio das artes marciais, em completo desuso no país. O Jujitsu
não foi exceção, pois as escolas ficaram privadas das subvenções dos clãs e,
ainda a modernização das forças armadas levaram essa arte marcial a ser
considerada parte do passado e em total decadência.

Jigoro Kano, um jovem de físico franzino, graduado em filosofia pela


Universidade Imperial de Tóquio, tendo conhecimento do Jujitsu, observou
que suas técnicas poderiam ter valor educativo na preparação dos jovens, no
sentido de oferecer ao indivíduo oportunidade de aprimoramento do seu
autodomínio para superar a própria limitação. Assim, passou a ter como meta
transformar, aquela tradicional arte marcial num esporte que pudesse trazer
benefícios para o homem, ao invés de utilizá-la como arma de defesa pessoal
simplesmente.

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Aprofundou seus estudos, pesquisando e analisando as técnicas conhecidas;
o Professor Kano organizou-as de forma a constituir um sistema adequado
aos métodos educacionais, como uma disciplina de educação Física, evitando
as ações que pudessem ser lesivas ou prejudiciais à sua prática por qualquer
leigo. Com esse intuito, em 1882 fundou sua própria escola e, para distinguir,
de maneira evidente, das formas que identificavam o antigo Jujitsu,
denominou de JUDÔ KODOKAN, destinada à formação e preparação
integral do homem através das atividades físicas de luta corporal e do
aperfeiçoamento moral, sustentada pelos princípios filosóficos e exaltação do
caráter, que era a essência do espírito marcial dos samurais, o "Budo". Jigoro
kano transformou a arte marcial do antigo Jujitsu no "caminho da suavidade"
em que através do treinamento dos métodos de ataque e defesa pode–se
adquirir qualidades mais favoráveis à vida do homem, sob três aspectos:
condicionamento físico, espírito de luta e atitude moral autêntica.

A primeira qualidade, condições física, é obtida pela prática do esporte que


exige esforço físico extenuante, de forma ordenada e metódica para
proporcionar um corpo forte e saudável. Pois todas as funções corporais
tornam-se melhor adaptada pela atividade que promove aumento de força
muscular geral, da resistência, da coordenação, da agilidade e do equilíbrio.
Devido ao treinamento rigoroso, também, o indivíduo tende a tomar mais
cuidado com a sua saúde, prevenindo doenças e condicionando a reagir
reflexivamente para evitar acidentes.

A segunda qualidade, espírito de luta, significa que pela prática das técnicas
do Judô e pela incorporação dos princípios filosóficos durante os

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treinamentos, o indivíduo se torna mentalmente, condicionado a proteger seu
próprio corpo em circunstâncias difíceis, defendendo-se quando ameaçado
perigosamente. Com o treinamento, adquire autoconfiança e autocontrole,
não para fugir do perigo, mas para adotar medidas e iniciativas em qualquer
situação. Em outras palavras, o Judô é uma arte para a autoproteção total.

Por último, a atitude moral autêntica é concebida através do rigor do


treinamento, que induz a humildade social, a perseverança, a tolerância, a
cooperação, a generosidade, o respeito, a coragem, a compostura e a cortesia.
As experiências obtidas durante o treinamento, por tentativa e erro e pela
aplicação das regras de luta, impõem mudanças de atitudes, elevando o poder
mental da imaginação, redobrando a atenção e a observação e firmando a
determinação. Quanto falhas do conhecimento social e de moralidade
constituem-se em problemas, um método de ensinar a cortesia entre as
pessoas e melhorar a atitude social torna-se importante e, por isso, o Judô,
desempenha papel relevante nesse contexto, como instrumento de formar e
lapidar os verdadeiros caracteres morais do ser humano.

PRINCIPAIS FILOSOFIAS DO JUDO

1- “Quem teme perder já está vencido. ”


1- “Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância,
sabedoria e, sobretudo, humildade. ”
2- "Conhecer-se, dominar-se é triunfar."

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3- "Quando verificares com tristeza que não sabes nada, terás feito teu
primeiro progresso no aprendizado."
4- "Nunca te orgulhes de haver vencido um adversário. O que venceste
hoje pode derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se
conquista sobre a própria ignorância."
5- "O Judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar."
6- "O Judoca é aquele que possui inteligência para compreender aquilo
que lhe ensinam, paciência para ensinar o que aprender aos seus
semelhantes, e fé para acreditar naquilo que não compreendes."
7- "Saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem, é
o caminho do verdadeiro judoca."
8- "Praticar judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão,
bem como o corpo a obedecer com justeza. O corpo é uma arma cuja
eficiência depende da precisão consegue usa a inteligência. ”

DISCIPLINA

O aluno deve sempre:

 Manter silêncio;
 Sentar-se corretamente: Agura ou Zarei;
 Cumprimentar ao entrar e sair o dojô;
 Pedir autorização do professor para sair do dojô;
 Respeitar o professor e os colegas;
 Ajoelhar em ordem quando da chegada do professor;
 Estar atento as instruções do professor;

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 Conservar o Dojô sempre limpo e em ordem;
 Não treinar em outra academia sem a autorização do professor

Obs.: Pontualidade é um hábito que deve ser seguido rigorosamente nas


aulas, assim como nas competições.

HIGIENE

O aluno de judô deve sempre estar com:

 Unhas cortadas;
 Pés limpos;
 Cabelo preso. Obs: prendedores de elásticos;
 Judogui sempre limpo e passado;

A higiene é uma das qualidades que um judoca deve possuir.

VOCABULÁRIO

Agura: sentado com a perna cruzada

Arigato: Obrigado

Dojô: lugar onde se pratica judô; sala de aula

Hai: Sim, pronto

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Hajime: começar

Hidari: Esquerda

Jigotai: Posição de Defesa

Judô: caminho da suavidade

Judogui: roupa para praticar judô; Kimono

Mae: frente

Migui: direita

Mukuso: Meditação

Obi: faixa

Randori: Exercício livre, treino livre

Rei: cumprimento, saudação

Ritsu-rei: Saudação em pé

Sensei: Professor

Sempai: Superior

Uke: Judoca passivo, aquele que é atacado

Ukemi: Rolamento, queda

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Uchi-komi: entrada de golpes

Yoko: lado

Zarei: sentado de joelho, saudação de ajoelhado

Zori: chinelo

Zubon: Calça (do judô)

Wagui: casaco (do judô)

Shiai: competição

Shiaijô: local de competição

Kiotsuke: atenção ou posição de sentido

Sonomama: não se mova

Soramadê: terminar

Matê: Parar

PONTUAÇÃO

Ippon: Projeção completa. Quando o adversário é projetado completamente


de costa em um único tempo, (ponto completo);

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Wazari: Projeções quase completa. Quando o adversário cai de lado ou de
costas em dois tempos (meio ponto e acumulativo).

AS TRÊS FASES PARA A EXECUÇÃO DE UM GOLPE

1- Kuzushi (Desequilíbrio)
2- Tsukuri (Preparação)
3- Kake (Projeção

NUMERAIS

1- ichi (se lê “iti”) 13- Juu-san


2- ni 14- Juu- shi
3- san 15- Juu-go
4- shi ou yon 16- Juu-roku
5- go 17- Juu-shichi
6- roku 18- Juu-Hachi
7- shichi (se lê “shiti”) 19- Juu-Kyu
8- hachi (se lê “hati”) 20- Ni-Juu
9- kyuu ou ku 30- San- juu
10- juu 40- Shi-juu(Yon-Juu)
11- Juu – ichi
50- Go-juu 60- Roku-juu
12- Juu- ni

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POSTURA

Conheça os tipos de postura (Shisei):

Sizen Hontai: Postura natural

 Migi Shizentai: postura natural à direita


 Hidari Shizentai: postura natural à esquerda

Jigo Hontai: Postura defensiva

 Migi Jigotai: postura defensiva à direita


 Hidari Jigotai: postura defensiva à esquerda

CUMPRIMENTO

- Cumprimento em Pé (Ritsu Rei) - Cumprimento Ajoelhado (Za-


Rei)

AMORTECIMENTO DE QUEDAS

- Ushiro Ukemi

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- Zempo Kaitem Ukemi

- Yoko Ukemi - Mae Ukemi

22
KATAME-WAZA (IMOBILIZAÇÕES)

- Hon Kessa Gatame - Tate Shiho Gatame

- Kami Shiho Gatame - Yoko Shiho Gatame

- Kuzure Yoko Shiho Gatame

- Katá Gatame

Makura-Kessa-Gatame Kuzure-Kessa-Gatame

23
SHIME-WAZA (TÉCNICA DE ESTRANGULAMENTO)

Kata-Juji-Jime Nami-Juji-Jime

Kataha –Jime
Okuri-Eri-Jime

Sankaku –Jime

24
KANSETSU-WAZA (TÉCNICA DE CHAVE DE BRAÇO)

Juji-Gatame Ude-Gatame

Ude-Garame Sankaku-Gatame

25
TÉCNICAS DE PROJEÇÃO

- GO KYO (2º KYO)

- GO KYO (3º KYO)

26
- GO KYO (4º KYO)

GO KYO (5º KYO)

27
RENRAKU- HENKA- WAZA (SEQUÊNCIA DE GOLPES)

1. Harai-Goshi X Juji-Gatame
2. Ko-Uchi-Gari X Uchi-Mata
3. De-Ashi-Harai X Sode-Tsuri-Komi-Goshi
4. Ko-shi-Guruma X O-Uchi-Gari
5. Morote-Seoi-Nague X Seoi-Otoshi
6. Hiza-Guruma X Harai-Goshi
7. O-Goshi X Uki-Goshi
8. Sassae-Tsuri-Komi-Ashi X Ko-Soto-Gake

KAESHI-WAZA (TÉCNICAS DE CONTRA GOLPE)

1. Uchi-Mata X Tai-Otoshi
2. Okuri-Ashi-Harai X Tsubame-Gaeshi
3. O-Uchi-Gari X Tomoe-Nague
4. Harai-Goshi X Ko-Soto-Gake
5. Uchi-Mata X Te-Guruma
6. De-Ashi-Harai X Hiza-Guruma

NAGUE NO KATÁ (Três primeiras séries)

Entrada

1º Série – Te Waza
- Uki Otoshi

28
- Ippon Seoi Nague

- Katá Guruma

2º Série – Koshi Waza

- Uki Goshi

- Harai Goshi

29
- Tsuri Komi Goshi

3º Série – Ashi Waza

- Okuri Ashi Barai

- Sasae Tsuri Komi Ashi

- Uchimata

30
Saída

MISSÃO – VISÃO E VALORES DA ANJU’S

31
Boa Sorte!

32

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