
Carmem Virgolino
Desenvolve atividade como atriz/dançarina, praticante de capoeira Angola, é educadora popular, atua como assessora de Relações Internacionais, é membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Francofonia e tradução; em Artes, com ênfase em Treinamento Pré-Expressivo;em educação popualar, como educadora de capoeira angola e danças negras . Os principais temas trabalhados são: Teatro-Dança, Antropologia da Performance, Gênero, Danças Negras, Intercultaralidade, Tradução.
Possui graduação em Letras/Língua Francesa/Licenciatura - UFPA (2007); mestrado no Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia Social-PPGSA/ UFPA (2010). Doutoranda em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes-PPGA/UFPA (2023)
Possui graduação em Letras/Língua Francesa/Licenciatura - UFPA (2007); mestrado no Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia Social-PPGSA/ UFPA (2010). Doutoranda em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes-PPGA/UFPA (2023)
less
Related Authors
Luiza Reis
Universidade de Pernambuco - UFPE (Brasil)
Ricardo Nascimento
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa
David S . Contreras Islas
Humboldt Universität zu Berlin
Revista de História Bilros (RHB)
Universidade Estadual do Ceara
Uploads
Papers by Carmem Virgolino
o protagonismo de mulheres na capoeira. Partindo de uma confluência de narrativas pautadas em
vivências aqui apresentadas, o texto busca articular as experiências que ocorreram no evento a
referenciais teóricos de áreas diversas do conhecimento, que põem em diálogo conceitos como
sentipensar e performance negra, os quais serão esmiuçados no decorrer do texto. Ao evidenciar
como uma vivência entre mulheres capoeiristas pode propiciar reflexões e incentivo para que
possamos anunciar um novo tempo, de uma capoeira que acolha a diversidade de corpos que a
manifestam, este ensaio afirma participações de mulheridades na capoeira e a importância
histórica delas nesse contexto. Tecendo conexões entre mulheridades matripotentes de motrizes
africanas e ancestralidades amazônicas em Belém, a presente escrevivência anuncia a eficácia de
grupos, rodas de conversas, encontros autogeridos por mulheres como espaços que favorecem a
afirmação de identidades plurais no universo da capoeira.
o protagonismo de mulheres na capoeira. Partindo de uma confluência de narrativas pautadas em
vivências aqui apresentadas, o texto busca articular as experiências que ocorreram no evento a
referenciais teóricos de áreas diversas do conhecimento, que põem em diálogo conceitos como
sentipensar e performance negra, os quais serão esmiuçados no decorrer do texto. Ao evidenciar
como uma vivência entre mulheres capoeiristas pode propiciar reflexões e incentivo para que
possamos anunciar um novo tempo, de uma capoeira que acolha a diversidade de corpos que a
manifestam, este ensaio afirma participações de mulheridades na capoeira e a importância
histórica delas nesse contexto. Tecendo conexões entre mulheridades matripotentes de motrizes
africanas e ancestralidades amazônicas em Belém, a presente escrevivência anuncia a eficácia de
grupos, rodas de conversas, encontros autogeridos por mulheres como espaços que favorecem a
afirmação de identidades plurais no universo da capoeira.