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Encoders: Qual o melhor tipo para sua apli ao
www.sabereletronica.com.br
ELETRONICA
TECNOLOGIA - INFORMATICA - AUTOMAGAO
Protetor de aaaiisenias =. &
eletrénicos com PIC 16F877 ~~
Evite problemas com o funcionamento
de PCs, PLCs, CNCs...
Comparative Técnico <¢YNowos¥sensoressm
Eletronica Embarcada: r
ANGER: iedes Witeless
=e yy . WN B0eTD
Técnicas de, Projeto
com o Xilinx ISELABORATORIO DE ELETRICIDADE E ELETRONICA L
‘Autores: Francisco Gabriel Capuano e Maria Aparecida Mendes Mariano - 312 pag,
Este ivro aborda as principals teorias, experiéncias © projetos necessdrios para o aprendizado de Eletricidade
Eletrénica Basica. Apresenta uma sequéncia evolutiva de experiéncias, utlizando equipamentos © componentes
facilmente encontrados, possibiitando, assim, a aprendizagem com o desenvolvimento pratico dos
assuntos abordados. Além disso, o livro mostra uso de equipamentos indispensaveis as atividades
praticas referentes a Area, tais como: 0 muitimetro, 0 osciloscépio & 0 gerador de fungdes. Possui
‘exemplos resolvidos e exercicios propostos, essenciais para a complementacao dos conhecimentos,
proporcionando uma melhor assimilagao conceitual
Nas experiéncias pertinentes ao campo da Eletrénica, 0 livro possibilita 0 entendimento ¢
desenvolvimento de circuits de grande aplicabilidade pratica, tais como: ampilificadores de
pequenos sinais ¢ fontes estabilizadas de tensao e corrente.
LasoRaToRia
ELEMENTOS DE ELETRONICA DiGiTa. Maal
‘Autores: Francisco Gabriel Capuano e Ivan Valelle
Wdoeta - 552 Pag.
‘APLICAGOES PRATICAS DO MICROCONTRO-
LADOR 8051
‘Autor: Vidal Pereira da Silva Jr. - 300 Pag.
Esta Atualizagao do “Elementos de Eletrénica
Digital” objetiva principalmente atender as recentes
inovagdes tecnolégicas dessa drea. Continuando com
uma abordagem didatica, simples e objetiva, e com
uma apresentacao dos conceitos adequada @ atual
realidade de ensino, aborda: Sistemas de
Numeracao; Fungdes e Portas Logicas:
Algebra de Boole © Simplificacao de Cir-
‘cuitos Légicos; Circuitos Combinacionais;
Flip-Flops, Registradores e Contadores:
Conversores; Familias de Circuilos Logicos.
Possui exercicios revolvidos, propostos,
reformulados, além de suas respostas.
(08051, microcomputador de um $6 chip, 6 estudado.
de forma completa, desde uma introducao
acessivel aos iniciantes de area até exemplos
‘completes de hardware e software com
teclados, LCD, saida para impressora, con-
versao AID e D/A e outros, com énfase nos
programas escritos em assembler e em*C".
a
Pate)
Cres
RS 63,00
CIRCUITOS DIGITAIS
Autores: Anténio Carlos de Lourengo, Eduardo
Cesar Alves Cruz, Sabrina Rodero Ferreira e
Salomao Choueri Junior - 344 Pag.
i
AUTOMACAO ELETROPNEUMATICA
‘Autores: Nelson Gauze Bonacorso @ Vaidir Noll
= 160 Pag.
Em uma abordagem pratica e didatica, o livro
prop6e iniciar os estudantes em EletrOnica, Infor-
mética Industrial, Eletroeletrénica e Eletrotécnica
na area da Eletronica Digital. Comegando com os
sistemas numéricos e a logica, o estudante entra no
‘mundo dos circuitos combinacionais ©
seqiienciais, desenvolvendo projetos
Ge circuitos dedicados e de aplicacoes
praticas aumentando, gradativamente,
‘seu potencial de analise Iogica @ cria-
tividade, dando os subsidios neces-
sérios para o estudo dos micro-
processadores e — compuladores.
Este livro 6 indicado aos alunos técnicos
Universitérios, e aos profissionais que atwam na area
de Autornagzo Indust
fougi) © Livto fornece subsidies teéricos &
‘ERpaawie, Praticos, descrevendo todos os elementos
sn, | 908 processes eletropneumaticos, propor-
cionando a capacidade de entender, der
manutenao e projetar sistemas automati-
zados. Inclui o metodo sequencial, utlizado
para 0 projeto dos sistemas de automacao
‘em processos eletropneumeaticos.
[circurros}
DIGITAIS
fe wow.sabermarketing.com.br
io de compra da tiltima pgina.
Eee)
Bete)
CresEDITORIAL
AEra sem fio
Um relatério do In-Stat, 6rg40 governmental de pesquisa nos
Estados Unidos (EUA), estima que 6,8 milhdes de dispositivos sem fio,
dotados do protocolo 802.11b, foram vendidos naquele pais para
uso residencial em 2002, 0 que representa um aumento de 160% em
relagao ao registrado em 2001 s
No mesmo estudo foi observado que as entregas para empresas
apresentaram um aumento de 65%, chegando a 11,6 milhdes de
dispositivos. Cerca de 14% dos laptops vendidos nos EUA em 2002 |
incluiram um adaptador Wi-Fi, 0 que significa aumento de 2%
sobre 2001.
No Brasil, 0 impacto de toda essa revolucao sem fio acontece com
menor velocidade na érea residencial, uma vez que o poder aquisitivo
do povo brasileiro é bem menor que o do americano.
Diferente ao que acontece na érea residencial, as industrias
brasileiras instalaram varios equipamentos que comunicam-se via
wireless com 0 protocolo 802.11b. A procura por essa solucéo vem
de encontro 0s anseios das grandes indUstras: acesso a informacoes
em dispositivos portateis; maior velocidade; padrdes abertose facil =
interoperabilidade; grandes empresas no mercado e competicao
saudavel |
agi, assinatr
ubilccade
Em algumas empresas brasileiras ja ¢ possivel encontrar, inclusive,
ferramentas com 0 protocolo 802.11g que opera na frequéncia de
2,4 GHz e transmite até 54 Mbps. Segundo a In-Stat, a Era sem fio vai |
representar um mercado de USS 5 bilhdes até 2004. |
|
~ ASSINATURAS
saboreletronica.com.br
Noticias do mercado wireless e varios outros temas ligados & .
eletrnica estao sendo publicados diariamente no site da Saber
Eletrénica (www.sabereletronica.com.br). Na home page da revista
também esta sendo disponibilizada uma pesquisa que ja foi a
encaminhada para todos os nossos assinantes. As informacées &
recebidas por nossa equipe séo de grande importancia para que
possamos produzir um veiculo que tenha, cada vez mais, informagées
adequadas aos nossos leitores.
Estado:
Pees
he ton unies dese Revi, bem coma a cutilagio wo coneeaiagéo dos oars ov at
‘tune ds tedoe merceradon. eb poa db snes lpi. Ae conus lars retweiea aos ego Se
vet vrs fas ocean po cara, su ea (Mw Depa Tee) Sk mos tee
os cles rasios ta pepo do coda desta Revista, mas re umes 9 nape
reas ores, pnepainete nas nagene par tata do polos earn, Tampon sebmGt
‘rns fx roses gti oi Ensign wy ce eh
Se cron rr fn i sro pre tone PN 8 Me
Cidade:
Profissao.Redes Wireless LAN (802.11)
e suas aplicacdes >
Eletrénica Embarcada
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com Relés
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Conhega o sistema CAN BUS
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Saiba como eliiné-los, por espalhamento 7"
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Conhegas as novas tecnologias dos Microcontroladores
sensores de pressao, aceleragao e PIC 18F6720 x MSP430F149 See!
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com PIC 16F877A
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nos mais diversos equipamentos
como PCs, PLCs, CNCs.
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‘Obedecendo o conasiio de Feira Pronic’, Pee os ‘como exposiior no evento é muito
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iat no Congyesn Bs Bost 2003; Moly dos Congress.
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Fraga deAimertoco, Gourmet Cer eodos as vertogens de expr no coro france da Arica do Su.
Informagées: (11) 3055.1310 334.8000/249-6778/9983-0668
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_. [aFENASOFT
20 - 22 MAIO 2003
CENTRO DE CONVENCOES FREI CANECA - SAO PAULO - SPee ae
Segao
do Letor—
Gostaria de saber se
ainda posso adquirir 0 sof-
tware da TI "Code Composer
Studio”. E um simulador para
DSP que na edigdo 337 razia
propaganda de uma promo-
‘40 onde o software podia ser
adquirido gratuitamente, mas
ela 56 valia para 180 dias
Aguardando, Higor Coelho
Philippi (e-mail)
Caro Leitor,
Vocé pode tentar dire-
tamente na Texas Instru-
ments (wwwti.com/ecstudio)
@ baixar 0 download atual do
software,
‘Tenho uma empresa que desenvolve
(e fabrica) balangas rodovidrias. Atual-
mente, mudamos nosso hardware para
PCI totalmente em SMD, inclusive com-
Ponentes com encapsulamento BGA.
Procuro uma empresa que possa
fazer trabalhos de insercao desses
‘componentes na piaca.
Eng.? Waldir M. Rodrigues -
‘Sao Paulo (SP)
Gostaria de parabenizer a revista pela série de artigos
que vem sendo publicados acerca da comparagao entre os
‘microcontroladores mais comerciaimente utilizados. Pelo menos
8 em cada 10 projetos que usam microcontroladores, ultilizam
0 8051 oo PIC.
Por essa e oulras razGes, acredito que 0s artigos dessa
revista devem trazer, obviamente, além de muitas informagdes
Praticas importantes, também discussdes acerca do estilo de
programacao de cada programador, optimizacdes, enfim, a
liberdade de criaeao, como foi sugerido no artigo publicado na
‘edigdio n®. 361 (por Alessandro F. Cunha)...
st
Finalmente uma revista técnica esta contemplando,
‘0s engenheiros da area de negdcios. As noticias
@ reportagens sobre 0 mercado de componentes
‘equipamentos 1ém ajudado muito minhas decises.
Em breve enviarei alguns dados sobre minha area
de atuagao (componentes e produgao de PCIs) como
ccontribuicdo. Continuem assim.
Aureo Constantino - Sao Paulo (SP)
Ribeiro (e-mail)
Tenho acompanhado 0 comparativo técnico de
‘ocontroladores (janeiro e fevereiro / 2003) e gostaria
de parabenizar essa iniciativa, principalmente pela forma
‘come ela apresentada pelo Sr. Alessandro Ferreira da
Cunha. Os textos estéo bem elaborados e as ilustracdes
{aciltam o entendimento, além disso, os artigos da revista
1. 361: *Microcontrolador MMSP430" e "Memoria RAM.
@ registradores nos microcontroladores” completam
aleitura,
Nas préximas edigdes, pretendo continuar acompa-
nhando © comparativo e, como sugestéo, acredito que
seria interessante para todos os leitores a continuidade
desses testes praticos com projetos simples de grande
utlidade, a exemplo do controle para motores de passo,
Rodrigo Albino (e-mail)
‘SABES ELETRONICA N° S6/ABRILZ003Ja tratamos 0 assunto “encoders”
em edigdes passadas, abordando,
principalmente, seu “modus ope-
randi’, ¢ estrutura basica de funcio-
namento. Entretanto, com a exi-
géncia de uma producao maior €
mais precisa, novas tecnologias
surgiram desde aquela época e,
hoje, € comum encontrarmos esses
dispositivos ligados até em rede.
Aproposta deste artigo ¢ analisar
esse transdutor sob outro ponto de
vista: a aplicagao em campo.
‘través de tabelas comparativas
€ do estudo das novas arquiteturas,
sugerimos algumas solugdes mos-
trando vantagens @ desvantagens
dos varios tipos de encoders (abso-
lutos, relativos, senoidais, digitais),
e resolvers.
MOTORES DC, BRUSHLESS, E AC
No inicio dos anos 1980, a tecno-
logia mais comum para movimento
de eixos era o motor DC. Atualmente,
ontudo, 0 desejo por baixa manu-
tengo, alta produtividade, e baixos
custos proporcionou o surgimento
da tecnologia dos motores AC
trilésicos.
Outro tipo de motor, até hoje
utlizado, 6 0 sincrono AC (também
conhecide como motor “brushless"),
‘sem escovas, e com ima permanente
ro rotor.
Para o Spindle (eixo-drvore), par-
ticularmente falando em maquinas-
‘SABER ELETRONICA N° 369/ABRIL/2003,
ferramenta, 0 motor DC foi substituido
pelo AC trifasico assincrono,
Quando nos referimos aos ser-
vomotores DC, logo pensamos em
escovas, desgaste, sujeira, faisca-
mento, @ um limite “apertado” de
velocidade de rotagao. De fato, essas
sao as principais desvantagens do
‘motor DC.
© motor brushless (brush =
escova, less = 'sem’) resolve grande
parte deste problema. Ele foi desen:
volvido gragas a aplicagao de novos:
‘materiais, tais como “eras raras’ nos,
imas e pélos.
De qualquer modo, varias S40
as diferengas entre esse motor @ os
motores AC assincronos convencio-
hai, e os DC.
‘Além da auséncia de escovas,
0s enrolamentos do motor estao
localizados no estator, eo rotor nao 6
tum simples “clindro” metalico como
um motor AC assincrono, mas sim
um ima permanente.
A figura 1 mostra um diagrama
‘genético da sua estrutura, onde pode-
“Transdutor
49 posigao do rotor
‘enrolamanta|
rte de rotor AS tora
ESTEE
RS
qual o melhor tipo
para sua aplicagdo.
Alexandre Capelli
‘mos notar que um transdutor de posi-
(G40 jd es incorporado ao motor.
“Mas qual é a forma-de-onda
necessaria para esse motor?”
Normaimente, este tipo de disposi-
tivo necessita de um circuito de controle
{acionamento), e que o alimenta com
uma onda “quadrada’ modulada em
PWM (figura 2). Embora sua forma-
de-onda de tensao seja quadrada, a
corrente aproxima-se de uma senéide,
‘© com baixo indice de harménicas.
Atabela 1 apresenta as vantagens
e desvantagens de cada tipo de
motor.
ENCODER INCREMENTAL E
‘ABSOLUTO|
Pademos encontrar varios tipos de
encoders no mercado, porém, temos
duas principais categorias: encoder
incremental e absoluto.
Q encoder incremental gera basi-
camente 3 sinais, dois deles defasa-
dos em 90°, que podem ser sencidais
cconvenlonal
Norotor da cobte sate
EATReales
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1 eo 60 aan)
| Gomplexidade do sstoma
| do contol econamana) | Mito Grande
ou quadrados;¢0 terceiro ¢ um pulso
de referéncia. Esse pulso ocorre uma
vez por volta.
‘A figura 3 ilustra um exemplo
dessas formas-de-onda.
‘Aeletronica subseqiente ao enco-
der (inversor de trequéncia, CNC,
04 PLC) determina 0 deslocamento
através da contagem destes pulsos.
Todavia, uma ver que a maquina,
equipamento, ou sistema sela des-
ligado, perde-se a referencia da
pasigao real. € necessério, enti,
“roferenciar" 0 equipamento nova:
mente, Nas maquinas-erramenta,
por exemplo, essa tarefa é conhecida
6
‘como “home machine”
Por outro lado, 0 encader absoluto
transmite a informagao de posicao
com mais de trés sinais, na verdade,
a maioria utliza 0 cédigo Gray para
isso.
A figura 4 “concretiza" melhor a
diterenca entre ambos, se observar-
mos a diferenca construtiva entre
© disco do encoder relativo em com-
paragao com 0 absoluto. Notem a
diferenca do nimero de ‘Janelas”.
Ora, alravés dessa técnica, 0 enco-
der absoluto 6 capaz de indicar @
osigao real do eixo (mesa, braco,
Manipulador, etc.), ¢ nao a relativa.
eviodo do sinh
60"
4 Li
Yel |
> Medica de um passe
Up. uso do roferdncia
“Encoder incremental
‘com saida digital
erode do sin
fees sng
mer
“Enoxder omnia
com aaa analog
By lts8) XOODO00000000C
Bn SOROS
a) SSS
CS —
“Encoder abeoluto
Fig. 3 - Formas de ondas
pulso de
reteréncia
[SABER ELETRONICA N® 363/ABRIL/2003Por esta razéo, isto é, por trabalhar
‘com coordenadas absolutas € nao
‘coordenadas relativas, em caso de
interrupgao de energia, a maquina ndo
precisa ser referenciada novamente.
Para maior precisa, muitos fabri-
cantes disponiilizam em um mesmo
‘encoder ambas as fungoes (absoluta e
relativa).O sistema de processamento
pode ullizar um, outro, ou ambos.
*Mas qual deles utilizar em meu
projeto, afinal?”
‘Como sempre, a escolha depende
da relacao custo/beneticio. A tabela 2
mostra um pequeno comparativo,
SAIDA DIGITAL E ANALOGICA,
Normalmente, a maioria dos enco-
ders fornecem saidas digitais, visto
{que os sistemas de controle (CNCs,
PLCs, etc.) tipicamente, operam com
formas-de-onda dessa natureza. Por
outro lado, ha encoders que disponibi-
lizam sinais senoidais e cossenoidais
‘como saidas. Essa técnica € muito
eficaz no controle de motores brush-
Jess, e permite uma preciso de posi-
cionamento do eixo de 5°.
INTERPOLAGAO
(Oniimero de pulsos por votta emi-
tidos pelo encoder rotative depende de
cada respectivo modelo. A faixa mais
comum, contudo, encontra-se entre
1024 a 4096 pulsos por rotacao.
(Ora, dentro desta média, um motor
girando a 6000 rpm exige 500 mil
medidas por volta, 0 que equivale
a um periodo de 0,02 41s. 1850 or-
responde a uma freqiiéncia de 12,5
MHz, 0 que nos traz dois problemas:
‘esse sinal nao pode ser processado
por circuitos TTLs de baixa veloci-
dade, € 0s sinais nao podem trafegar
por cabos muito longos (devido a
perda em alta frequéncia).
‘Até ent, com a evolugdo dos
circuitos de processamento (novos
microprocessadores, DSPs, etc.)
@ com a utilizagao da fibra éptica
como meio de transmisséio de dados,
esse fendmeno deixou de ser um pro-
blema. Em contrapartida, 0 aumento
hoje, é comum encontrarmos maqui-
nas que necessitam de velocidade de
rolacao acima de 12000 rpm.
‘Ainterpolagao foi a tinica solugéo
técnica encontrada para atender a
nova demanda de velocidade, e ainda
roporcionar um aumento na resolu-
a0 de todo o sistema ou maquina.
A interpolagao 6 a multiplicago
do numero de pulsos gerados pelo
disco do encoder. Geralmente, ela é
realizada em duas etapas: a primeira
(dentro do proprio encoder através
dos seus circuitos intemnos); ¢ uma
segunda (feita pelo sistema de con-
trole da maquina).
Um encoder de 2048 pulsos, por
‘exemplo, se interpolado (mutiplicado)
por um fator 512 prové uma resolugao
que excede 10 milhdes de pulsos /
volta. A figura 5 exibe alguns exem-
x 2 (Interpolaco)
<>) < count
aS LLP outouts
x4
™
‘SABER ELETRONICA N* S62/ABRIL/2003,epee
plos de interpolacao feita no proprio
encoder, e a figura 6 um esquema
‘genérico de interpolagao.
Resumindo 0 proceso, o sistema
de controle de medida (seja le um
inversor de fraquéncia digital, CNC, ou
PLC) mede 0 destocamento através
de amostras (‘sampling’). Quanto
menor 0 intervalo de tempo entre
amostras, melhor a resposta dinamica,
do ctrve
Como jé dissemos, méquinas de
alta velocidade exigem variagoes
compreendidas entre 0,01 e 12 mil
‘pm. Para poder medirtamanha vatia-
Gao, 0 tempo de amostragem (Ts),
normalmente, 6 fixado em 500 us,
© que resulta em um feedback de
1,2x10? medidas por volta
A formula, a seguir, relaciona
© numero de bits por volta a ser
ee
s
x = resolugao em bits
onde:
Nmax = velocidade maxima de
rotagao
f= frequéncia de alimentacao de
motor.
Para manter a frequéncia baixa
‘entre 0 encoder e 0 controlador, a
Interpolacao ¢ feita parte no encoder,
© parte digitalizada no controle.
RESOLVER OU ENCODER
© Resolver & um sensor do tipo
absoluto, @ € allamente resistente
a vibragoes. Essas caracteristicas
fizeram (e ainda fazem) dele um
dispositive muito uti
de movimento.
Em sua safda tomos duas formas-
de-onda, sendo uma senoidal e outra
cossenoidal. Porém, no podemos
confundi-lo com 0 encoder de saida
analigica, visto que 0 resolvertornece
‘apenas um tinico ciclo por volta.
Esta técnica exige um conversor
analégico/digital, cuja resolugao
nao ultrapassa 12bits. Este é um
fator limitante da utilizagao desse
dispositivo, visto que ele nao pode
controlar velocidades inferiores a 30
‘pm, e superiores a 15600 rpm.
‘Mas, quando é conveniiente uti-
ado no controle.
lizar um resolver no lugar de um
encoder?”
0 resolver, como ja foi dito, &
um componente muito mais robusto
que 0 encoder, principalmente para
maquinas com alta vibragao,
‘Atabela 3 mostra um comparativo
entre ambos os transdutores, ¢ a
escolha deve ser feita com base nas,
limitagoes do resolver.
ENCODERS COM PROFIBUS - DP
Claro que @ maioria das maquinas
uitlizem 0 sistema ponto-a-ponto entre
seus transdutores © equipamentos
de controle, tendo em vista a neces-
sidade de uma rapida resposta face
a uma variagao. Entretanto, para
um sistema cuja caracteristica de
funcionamento nao necessita de uma
Encoder
Motor
——F one
— one
——— rmostragem = 500 us
Interpolagao e conttoles feitos
pelo CNC,
Interpolacd feta pelo crive digital
‘e controle pelo CNC.
|
‘SABER ELETRONICA N* 968/ABRIL/2003alta velocidade de resposta & possivel
utlizarmos a arquitetura em “ponto
comum’, ou melhor, em rede.
(Os encoders sa0 exemplos claros
desta tecnologia onde, alguns modelos
ja sao fabricados para operar direta-
mente com redes Profibus - DP.
‘A tnica limitagao &, conforme ji
dissemos, o tempo que os dados
demoram para chegar até o sistema
de controle. Como em toda redo,
‘essas informagées entram em uma
“fila” de priridades, e podem demorar
varios segundos até 0 processa~
mento
Caso 0 sistema em questio
admita este ‘delay’, vale @ pena
considerar esta opcao, tendo em
vista @ simplificagao da montagem,
diminuigao de cabos, e redugao de
custos de um modo geral.
ENCODER LINEAR X ENCODER
ROTATIVO
Além da “filosofia de funciona-
mento (incremental ou absolute),
© encoder pode se dividir também
a sua arquitetura de construgao.
Estamos falando sobre encoders
lineares (também conhecidos como
*“régua Optica’) ou dos ja conhecidos
rolativos.
Para compreender melhor a dife-
renga de performance entre ambos,
vamos analisar a figura 7. Ela ilustra
uma classica montagem de uma
maquina-ferramenta onde 0 movi-
mento angular do eixo do motor 6
transformado em movimento linear
("slide") através de um fuso de esteras
recirculantes (‘ballscrew")
(Ora, na mesma figura podemos
observar dois modos de “medir” 0
deslocamento da mesa. Através do
‘encoder rotativo (medida indireta) ou
através do encoder linear (medida
ireta), ficando clara a vantagem
deste ultimo sobre 0 primeiro, uma
vez que 0 rotativo nao leva em
conta os desgastes mecénicos, folgas
@ deformagdes que 0 fuso do esfe-
ras sofre durante a operacdo da
maquina,
Como ele esta acoplado direta-
mente ao eixo do motor, 0 deslo-
camento linear 6 é visto através
do numero de revolugdes do eixo,
desprezando as variaveis acima.
Isso ndo ocorre com 0 encoder
linear, uma vez que ele esta acoplado
diretamente na mesa (medida real e
nao indireta).
] \
~ tor encoder
A
ICE
Poor rere ere eae
eeere et
‘SABER ELETRONICA N° 363/ABRILI2003,
eee eens
Rae |
Como podemos observar na
figura 8, 0 sistema de controle que
utiliza encoders rotativos deve ser
‘mais “inteligente” a fim de compensar
tais fendmenos.
A figura 9 exibe um teste real
feito pela Heidenhain em um centro
de usinagem. O encoder rotativo,
‘apés um ano de uso, provoca erros
de medida. Nao pela sua deteriora-
‘do, mas sim pelo desgaste das
partes mecénicas, principalmente 0
fuso de esteras,
Um efeito semethante ocorre no
instante da usinagem onde, sob esfor-
905, 0 erro do sistema rotativo é maior
do que 0 do linear (figura 10).
O calor, e conseqiente dilatagao
do fuso, também influem negati-
vamente no sistema de medigao
com encoders rotativos. A figura
11 apresenta a variagao em um
simples teste de geometria cujo
Ciclo 6 de 45 5, apos duas horas de
funcionamento.
Oulto teste real interessante pode
ser visto na figura 12, Um centro de
usinagem produzia um quadrado de
5 yy
Feces
A
{accom
5 ui
HEIDENHAIN
fr
‘ACCO?
SI
1 ano depois
cerry
Peete eos
/ #
x
MPewee
70 mm x 70 mm. Apés 6 minutos de
usinagem, as pecas nao apresenta:
ram grandes variagbes. Uma vez que
© eixo Z foi incrementado em 1 mm
(profundidade do corte), oto pegas
apresentaram desvios de medida
no lado esquerdo. Isso foi devido ao
Cito térmico do fuso de esteras.
“Mas, qual encoder utilizar afinal:
linear ou rotativo?”
Como sempre ha vantagens e
desvantagens para ambos. O linear
6 mais caro e mais dificil de ser ins-
talado, uma vez que seu alinhamento
deve ser impecavel. Esse tipo de
encoder é mais susceptivel a sujcira.
As vezes é necessario usar modelos
“blindados", 0 que o torna ainda
mais caro.
‘Sua preciso, por outro lado, 6 a
principal vantagem, sem contar que
© sistema de medida nao precisa ser
tao complexo, ja que nao ha necessi
dade de se fazer compensacées.
© encoder rotativo é mais barato,
facil de instalar, e mais resistonte.
Sua precisao, porém, é menor.
A escolha, portanto, dependerd
da performance desejada para a
‘maquina em questo.
Mecatrénica
10
Linear
Linear
Fo. 25.
$ o2
oA5. Tempo de ciclo: 45 ¢
got
E005.
°9 20 40 60 80 100 120
‘SABER ELETRONICA N® 269/ABRIL/2003Solucées em
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* Belo Horizonte: 31 33849476. Joinville: 47 435-7440)vr—séVnL!/
‘COMP,
DE MIC
PIC18F6720
Uma andlise técnica de dois pod
sobre suas caratteristi
Uma das decisbes mais dificeis
que um projetista precisa tomar &
2 escolha do microcontrolador ade-
quado para um determinado projeto
onde este componente € 0 centro das
fungdes. Nem sempre a melhor op
6 usar aquele micro com o qual ja
8 esté acostumado. Isso pode valer
para projetos caseiros, mas quando
© objetivo final é criar um produto
{que vai ser comercializado e competir
com outros no mercado, a escolha
no pode ser leviana,
Muitos fatores compdem a doci-
‘so: prego, energia consumida, velo-
cidade, capacidade de memoria,
sseguranea, robustez, ipos de intera-
ces, faciidade no desenvolvimento
do software, ferramentas disponives,
faciidade de compra, facilidade de
produgao.
Do ponto de vista tecnolégico €
ppuramente funcional quase todos os
microcontroladores podem atender
satisfatoriamente qualquer trabalho
considerando, é claro, suas limitagéos
mais dbvias (um micro com 1Kbyte
‘de meméria de programa néo poderia
conter uma tabela de conversao de
dados que precise mais do que isso).
Neste artigo, é explorada a compa-
racdo apenas entre dois microcontro-
ladores muito potentes: PIC18F6720
@ MSP430F 149. Esses foram os
“finalistas’ de uma analise real que
fiz durante a fase inicial do desen-
volvimento de um novo produto.
Importante saliontar que a escolha
entre dois ou mais componentes
deve-se unicamente aos requisitos de
uma aplicagao em particular. Todos
2
ATIVO TECNICO
CONTROLADORES:
08 microcontroladores analisados
Possuem caracteristicas formidaveis
@ naturalmente cada um deles é
© mais apropriado para diferentes
projetos,
‘Antes de fazer a comparagio, cabe
uma breve exposicao das caracterist-
cas técnicas de cada microcontrolador.
Note-se que estas caracteristicas s40
mostradas aqui do ponto de vista do
projelo, salientando os aspectos que
importaram para este caso.
MSP430F149
Este microcontrolador de 16 bits
possui arquitetura cldssica com bar-
ramento unico de dados/instrugoes @
barramento de enderego igualmente
de 16 bits (ver figura 1). O micro
acessa unicamente a meméria interna
organizada em 4 tipos, além dos
enderecos mapeados para os regis-
tradores internos de tratamento dos
periféricos: RAM de 2048 bytes, Boot
Code — uma ROM de Kbyte com um
programa que permite (via serial) ler
ou gravar toda a meméria FLASH,
Information Memory — uma FLASH
com dois setores de 128 bytes e a
meméria de cédigo em FLASH de
60 Kbytes divididos em 120 setores
de 512 bytes cada. A pilha (stack)
6 montada dentro da RAM de forma
idéntica & feita nos microprocessado-
res convencionais.
ACPU tem ainda 16 registradores
de 16 bits (RO a FI15) sendo 4 deles
dedicados da CPU e 12 disponiveis,
para uso geral pelo programa do
SP430F149
Tnicrocontroladores com die
portantes:
Augusto Einsfeldt
usuario. Dois deles, 0 R2 em alguns
casos @ normalmente o R3, sto cha-
mados de geradores de constantes e
sservem para reduzir o tamanho dos
programas (ao mesmo tempo que
aceleram @ execucao de algumas
instruges) ao assumirem alguns
valores pré-daterminados @ servirem
‘como segundo operando em certas
instruges. Por exemplo, para limpar
© regstrador R15, pode-se usar as
instrugdes CLR R18 ou MOV #0000h,
R15; ambas fazom a mesma coisa,
mas a segunda usa 2 bytes a mais
(além do tempo extra para lor estes
bytes da memoria) para guardar 0
valor imediato 0000h, enquanto a
primeira emprega o registrador RB
ajustado para o valor de 0000h e faz
apenas a transferéncia de conteido
de R3 para 15 (a primeira consome
1 ciclo de clock e 2 bytes enquanto a
segurda consome 2 ciclos de clock
© 4 bytes)
Este MSP430 pode operar com
até 3 osciladores independentes (ver
figura 2): DCO, LFXT1 © XT2,
© DCO (Digitally Controlled
Oseiilaton é um oscilador tipo RC de
boa preciso e que possul um sistema
de calibragdo onde o software pode,
com @ ajuda de um padrdo externo,
caleular um fator de correcao, Este
oscilaior é escolhido como 6 gerador
de clack de execucao logo apés 0
MSP430 ser energizado. O software
entéo decide se vai manter esse
oscilador ou se vai ligar @ selecionar
algum dos outros dots osciladores.
OLFXT? € um oscilador que pode
Usar um cristal de baixa freqiéneia LE
‘SABER ELETRONICA N* 369/ABRIL/2003_ MICROCONTROLADOI
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TI
tT
come
= lier
rial | =3
a
(ex: 32768 Hz) ou de alta frequéncia,
HF (ex: 8 MHz). No modo LF nao
precisa de capacitores externos. Este
oscilador pode servir como fonte de
Glock de execugao (MCLK) e como
fonte de clock para alguns periféicos.
© XT2 6 um oscilador de alta
frequéncia (450 kHz até 8 MHz)
ode ser selecionado como fonte de
Glock de execugao e/ou para acionar
alguns periéricos.
Sobre as fontes de clock do
MSP430, um dado importante é que,
caso 0 oscilador selecionado como
Glock de execucao falhar, 0 proprio
hardware do MSP muda a selegao
para 0 DCO e aciona uma interrupgao
NMI avisando do problema. Isto ¢ par-
ticularmente util em projetos criticos
‘onde fainas de oristais, infelizmente
no raras, poderiam simplesmente
pparar 0 microcontrolador.
(Oconsumo de energia do MSP430
{6 muito baixo, Rodando a 1MHz, ele
consome cerca de 280 A em 22 V
fe apenas 2,5 vA quando em 4 kHz.
No modo stand-by consome 1,6 1A
e em retengdo da RAM apenas 0,1
WA. Este baixo consumo facilita muito,
‘a montagem de uma fonte barata &
eficiente. A tensao de alimentagao
vai de 1,8 V a 3,8 V, embora nao rode
bem em 8 MHz com tensao muito
abaixo de 3,3 V.
‘SABER ELETRONICA N? 363/ABRIL2003,
TMS
Nesta freqiiéncia, o MSP430 exe-
cuta instrugdes simples em apenas
125 ns (ou 8 MIPS). As instrugdes
mais demoradas como a soma de
duas posigées de meméria de 16
bits indexadas e com offset (ex: ADD
offi(R4), off2(R5)) consomem 6
ciclos de clock ou 750 ns. A grande
maioria das instrugdes mais usadas
em programas comuns gasta apenas
1 0U 2 ciclos de clock.
© conjunto de instrugdes deste
RISC contém apenas 27 instrugdes
© 7 modos de enderecamento que
© tornam sério competidor com os
processadores CISC permitindo,
como exempiticado acima, executar
operacées meméria-meméria sem
passar por registradores ou acu-
muladores, Uma combinagao de
modos particularmente interessante,
@Rn+,x(Am), permite executar uma
operagéo qualquer com valores de
memoria apontados por Rn e x(Rm)
@ auto-inerementar Rin, enquanto x é
um offset de 16 bits, tudo em 5 ciclos
de clock ou 0,625 1s.
Os periféricos do MSP430F149
840: multiplicador/acumulador em
hardware (ver figura 3), dois timers
de 16 bits (A e B), um timer para
watchdog (WDT), um comparador de
tenso, um conversor A/D de 8 canis
‘oxternos e 12 bits, duas portas serials
(UART) em hardware, ¢ até 48 pinos
de WO digitais além de outras faci-
dades nao abordadas aqui. Os peri
{éricos citados merecem um detalha-
mento maior.
O muttiplicadorfacumulador exe-
‘cute uma operacao completa entre
uma instrugao e outra, ou seja, se em
uma instrugao ¢ transferido o valor
do operando para o registrador do
periférico, a instrugao seguinte ja
pode lero resultado, Este MAC, como
6 chamado, possibilta 20 MSP430
fazer tratamento de dados complexos
(tipo OSP) em alta velocidade. Em
rotinas de cdlculo em ponto flutuente
ode-se fazer uma divisao deste tipo
em apenas 50 its.
Os timers possuem circuitos de
comparagao e controle especial-
mente desenhados para geracao de
PWM. Pode-se, por exemplo, gerar
6 sinais de PWM para controlar 3
fases de um motor considerando as
saidas com o tratamento de dead-
time (tempo morto), usando a CPU
apenas para acertar 0 valor dos
PWMs a cada mudanca necesséria
na geragao de uma onda senoidal.
timer do watchdog pode ser empre-
gado para gerar interrupcoes de
temporizagao geral, funcionando
como um terceiro timer acessivel 20
programador.menerrimremevne/
LFATICLK
ACLK
‘Auxlary
‘Clock
ACLKGEN
© comparador de tensao pode
ser programado para supervisionar
fa tenséo de uma bateria ou auxiliar
nna operagao de conversores A/D de
precisao tipo (dupla rampa).
© conversor A/D poss, de fato,
12 canais sendo 8 externos ¢ 4 inter-
‘nos. Os quatro canais internos sao
para medir a tensdo de alimentagao,
duas tenses de referéncia externas
lum sensor de temperatura interno. Isto
mesmo! Com este sensor o programa
pode medir a temperatura do préprio
MSP430, e como ele nao consome
muita energia, permite medi a tem-
peratura ambiente onde o MSP esta
4
1
1
1
\
\
1
1
i
\
\
' 1
1 High Froquency 1
1 X71 Oscitator, XTS = 1 1
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XOUT) Law Powar | 1
1 LeOscttator,x7S = 0 a fel2 | MOK 1
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f | 1
| swe!
00 [7.24.2 Off }}+SuB-System t
1
1
1
montado.O conversor A/D ainda pode
fazer as conversées automaticamente,
de todos os 12 canals, depositando
a medida realizada em registradores
especificos. Comisso, a CPU também
do precisa gastar uma Unica instru-
(edo para gerenciar a varredura dos
ccanais. Este A/D faz cerca de 200.000
conversdes por segundo e admite
uma impedéncia da fonte de sinal
de 10 kohm para um erro menor que
#1188,
‘As duas portas seriais possuemn
geradores de baud-rate internos
e iindependentes. Um circuito enge-
rnhoso faciita a vida do projetista para
ajustar a taxa de comunicagéio em
fungao da freqiéncia do clock: um
registiador especial aplica um fator de
ajuste que reduz os erros causados
ela dvisao itera tipicamente obtida
nos geradores de beud-rate, atuando
como um divisor fracionario. Um
Circuito de fitragem (degli) impede
2 deteceao falsa de ruidos rapidos
(cerca de 300 ns de largura) que
possam estar presentesnas entradas
de datos (RX)
Finalmente, 08 48 pinos de VO
sisponiveis em 6 portas, todos com
‘Schmit Trigger (histerese), s80 com-
partihados com diversas fungdes
‘SABER ELETRONICA N° 363!ABRIL/2003‘MPY 1905
Operana 1
(address | MPYS 182h
m ots __w oo
‘Operand 1
‘Operand ? 138h
defines | mac 14h
Tmodie a
poration)
‘MACS 136h
16x 16 Multiplior
U
Accessible Register
Product Register
“Accumulator ACC
SumH 13.0h | SumLo 013An
especiais como os terminais TX/AX
das UARTS, saidas de PWM, entra-
das analdgicas, etc. O usuario pode
escolher quais pinos sao entrada,
saida ou operando segundo suas
fungdes especiais. A capacidade de
corrente, embora boa individual-
mente (até 25 mA por VO) nao é
das melhores como um todo, pois
fornecendo ou drenando corrente de
forma combinada com 24 mA total
(todos os 1/0 envolvidos somados)
causa um erro de 0,6 V nas saidas
(GND+0.6 V ou VCC-06 Vv)
Todos os pinos de VO possuem
dlodos de protecdo contra transiente
© ESD que suportam apenas 2 mA
A tenséo de entrada nos pinos nao
pode superar 0,3V do nivel da tensao
de alimentagdo, O MSP430F 149 nao
possui Brownout-Detector (supervisor
de tensdo de alimentagao e gerador
de Reset), existente no novo modelo
F169.
‘A meméria FLASH pode ser apa-
gada em setores ou em grupos de
setores e permite ser programada por
meio externo ou através do programa
escrito pelo usuario. Devido ao modo
de acesso e arquitetura, 0 usuario
pode colocar programas na meméria
RAM e mandar a CPU executar sem
qualquer perda de performance.
(O MSP430 possui uma interface
SABER ELETAONICA N° S63/ABRILI2003,
JTAG usada para programagao e
‘emulagao, tornando faceis e baratas
as ferramentas de desenvolvimento.
Um fusivel especial pode ser quei-
mado apés a programacao, tornando
impossivel 0 uso do JTAG para ler
© conteudo da memoria FLASH.
Através do Boot-ROM pode-se fazer
@ programagao ou apagamento da
FLASH via porta serial especial.
Finalmente, o MSP430F 149 6
fabricado e fornecido apenas na
‘opgao de temperatura industrial, ou
soja, de ~40°C & +85°C.
PICI8F6720
A familia PIC18F esta sendo um
grande avango nos microcontrolado-
res da Microchip (ver figura 4). ©
modelo 6720 possui caracteristicas
notaveis e um dos elementos que
© classificaram para as finais foi 0
‘oscilador de clock, que através de um
PLL, permite rodar este PIC em 40
MHz (ou 100ns por ciclo de maquina
pois cada um consome quatro ciclos
de clock)
Este PIC mantém a arquitetura
cléssica Harvard com barramento de
dados de 8 bits e, neste caso, barra
mento de instrugdes de 16 bits, memé-
ria RAM de 9840 bytes, EEPROM de
1 K byte e meméria FLASH de cédigo
com 128 Kbytes (ou 64 K words).
Uma pilha (stack) com 31 posi¢bes
6 construfda independeniemente
da meméria de dados. A meméria
RAM 6 organizada em blocos de
256 bytes escolhidos através de um
registrador especial (BSR) que pre-
cisa ser alterado sempre que for
necessario acessar uma posigao da
RAM em um bloco diferente. Contudo,
empregando-se 0s registradores de
acesso especial (SFR) ou a instrucao
especial MOVFF, é possivel ler ou
gravar qualquer byte da RAM de
forma linear.
‘A meméria FLASH pode ser apa-
gada em blocos de no minimo 64
bytes. Ela 6 utlizada para armazenar
© programa e pode ser escrita (ou
‘apagada) pelo programa do usuario.
‘A memoria EEPROM é bastante
resistente e aceita até 1 milhao de
ciclos de apagamento/escrita com
‘acesso individual a cada byte através
de registradores SFR,
Existem dois osciladores: um prin-
cipal com até 8 modos de operagao
(desde usando cristais LF tipo 32768
Hz até cristais HF em conjunto com
© PLL) e um oscilador do timer 1
apenas para cristais LF, que pode
ser selecionado como fonte de clock
principale, assim, reduziro consumo
em aplicagdes de baixa energia. Esta
selegao nao ¢ automatica.
conjunto de instrugdes possui
75 comandos sendo algumas instru-
Ges mais poderosas do que as
encontradas no conjunto de instru
gées convencional do muito conhe-
cido PIC16F84A. Por exemplo, a
instrugdo MOVFF move um byte de
uma posigao direta de meméria para
‘outra (que pode ser o W) e atende
toda a faixa de enderecamento da
RAM. Outro grupo de instrugées
melhoradas sao 0s pulos condicionais
(conditional Branch) que permitem
{estar um flag e pular para outra posi-
‘¢40 do programa (opulo élimitado em
+/- 128 words). Aigumas instrugdes
permiter ler ameméria de programa
‘como uma tabela e mover estes
dados para a RAM. Uma instrugao
especial faz a multipicagdo de dois
niimeros de 8 bits. Esta operacao
consome de 16 ciclos de maquina
15
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