ANA0004228
ANA0004228
1 INTRODUCCIÓN .............................................................................................. 1
1.1 RESUMEN........................................................................................................... 2
1.2 ANTECEDENTES................................................................................................ 3
1.3 UBICACIÓN......................................................................................................... 3
1.3.1 Ubicación política: ........................................................................................ 3
1.3.2 Ubicación geográfica: ................................................................................... 4
1.4 OBJETIVOS ........................................................................................................ 7
1.4.1 Objetivo General........................................................................................... 7
1.4.2 Objetivos Específicos ................................................................................... 7
1.5 METODOLOGÍA DE TRABAJO ........................................................................... 7
1.5.1 Actividades preliminares. .............................................................................. 7
1.5.2 Trabajo de campo. ........................................................................................ 7
1.5.3 Trabajo de gabinete. ..................................................................................... 7
1.6 INFORMACIÓN BÁSICA ................................................................................... 10
2 CARACTERÍSTICAS GENERALES DE LA CUENCA RÍO SANTA .............. 10
2.1 CUENCA DEL RÍO SANTA. .............................................................................. 10
2.2 PARÁMETROS GEOMORFOLÓGICOS DE LAS SUBCUENCAS
MONITOREADAS. ....................................................................................................... 11
3 INFORMACIÓN HIDROMETEOROLÓGICA DISPONIBLE ........................... 13
3.1 BANCO DE DATOS........................................................................................... 13
3.2 EXPLORACIÓN Y ANÁLISIS DE LA DATA HIDROMETEOROLÓGICA ........... 22
3.2.1 Exploración y análisis, datos de precipitación. ............................................ 22
3.2.2 Exploración y análisis, datos de temperatura. ............................................. 32
3.2.3 Exploración y análisis, datos de caudales .................................................... 33
3.2.4 Análisis estadístico de los datos hidro meteorológicos, ................................. 38
3.2.5 Análisis de datos Cartográficos,.................................................................. 40
3.3 COMPLETADO DE DATOS FALTANTES ......................................................... 40
4 MODELAMIENTO HIDROLÓGICO ................................................................ 44
4.1 Calibración del modelo. ..................................................................................... 44
4.2 Validación del modelo ........................................................................................ 45
4.3 MODELOS HIDROLÓGICOS UTILIZADOS ...................................................... 45
4.3.1 Modelo GSM............................................................................................... 45
4.3.2 Modelo HBV ............................................................................................... 47
4.3.3 Modelo GR4J.............................................................................................. 49
4.4 BALANCE HIDROLÓGICO SUPERFICIAL........................................................ 50
5 RESULTADOS Y ANÁLISIS .......................................................................... 52
5.1 Sub cuenca Pachacoto ...................................................................................... 55
5.2 Sub cuenca Yanayacu ....................................................................................... 59
5.3 Sub cuenca río negro. ....................................................................................... 62
5.4 Sub cuenca Quillcay .......................................................................................... 64
5.5 subcuenca Casca .............................................................................................. 66
6 CONCLUSIONES Y RECOMEDACIONES .................................................... 75
6.1 CONCLUSIONES .............................................................................................. 75
6.2 RECOMENDACIONES ...................................................................................... 77
7 DISCUSIÓN DE RESULTADOS .................................................................... 78
7.1 6.1. sub cuenca pachacoto ................................................................................ 78
7.2 sub cuenca YANAYACU .................................................................................... 78
7.3 Subcuenca río negro. ........................................................................................ 79
7.4 Subcuenca Quillcay ........................................................................................... 79
7.5 Subcuenca casca .............................................................................................. 80
8 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................. 80
9 INTRODUCCIÓN ............................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.1 RESUMEN............................................................ ¡Error! Marcador no definido.
9.2 ANTECEDENTES................................................. ¡Error! Marcador no definido.
9.3 UBICACIÓN.......................................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.3.1 Ubicación política: ......................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.3.2 Ubicación geográfica: .................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.4 OBJETIVOS ......................................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.4.1 Objetivo General............................................ ¡Error! Marcador no definido.
9.4.2 Objetivos Específicos .................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.5 METODOLOGÍA DE TRABAJO ............................ ¡Error! Marcador no definido.
9.5.1 Actividades preliminares. ............................... ¡Error! Marcador no definido.
9.5.2 Trabajo de campo. ......................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.5.3 Trabajo de gabinete. ...................................... ¡Error! Marcador no definido.
9.6 INFORMACIÓN BÁSICA ...................................... ¡Error! Marcador no definido.
10 CARACTERÍSTICAS GENERALES DE LA CUENCA RÍO SANTA ... ¡Error!
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10.1 CUENCA DEL RÍO SANTA. ................................. ¡Error! Marcador no definido.
10.2 PARÁMETROS GEOMORFOLÓGICOS DE LAS SUBCUENCAS
MONITOREADAS. .......................................................... ¡Error! Marcador no definido.
11 INFORMACIÓN HIDROMETEOROLÓGICA DISPONIBLE ¡Error! Marcador
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11.1 BANCO DE DATOS.............................................. ¡Error! Marcador no definido.
11.2 EXPLORACIÓN Y ANÁLISIS DE LA DATA HIDROMETEOROLÓGICA .... ¡Error!
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11.2.1 Exploración y análisis, datos de precipitación. ¡Error! Marcador no definido.
11.2.2 Exploración y análisis, datos de temperatura. ¡Error! Marcador no definido.
11.2.3 Exploración y análisis, datos de caudales ....... ¡Error! Marcador no definido.
11.2.4 Análisis estadístico de los datos hidro meteorológicos, .... ¡Error! Marcador no
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11.2.5 Análisis de datos Cartográficos,..................... ¡Error! Marcador no definido.
11.3 COMPLETADO DE DATOS FALTANTES ............ ¡Error! Marcador no definido.
12 MODELAMIENTO HIDROLÓGICO ............... ¡Error! Marcador no definido.
12.1 Calibración del modelo. ........................................ ¡Error! Marcador no definido.
12.2 Validación del modelo ........................................... ¡Error! Marcador no definido.
12.3 MODELOS HIDROLÓGICOS UTILIZADOS ......... ¡Error! Marcador no definido.
12.3.1 Modelo GSM.................................................. ¡Error! Marcador no definido.
12.3.2 Modelo HBV .................................................. ¡Error! Marcador no definido.
12.3.3 Modelo GR4J................................................. ¡Error! Marcador no definido.
12.4 BALANCE HIDROLÓGICO SUPERFICIAL........... ¡Error! Marcador no definido.
13 RESULTADOS Y ANÁLISIS .......................... ¡Error! Marcador no definido.
13.1 Sub cuenca Pachacoto ......................................... ¡Error! Marcador no definido.
13.2 Sub cuenca Yanayacu .......................................... ¡Error! Marcador no definido.
13.3 Sub cuenca río negro. .......................................... ¡Error! Marcador no definido.
13.4 Sub cuenca Quillcay ............................................. ¡Error! Marcador no definido.
13.5 subcuenca Casca ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
14 CONCLUSIONES Y RECOMEDACIONES .... ¡Error! Marcador no definido.
14.1 CONCLUSIONES ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
14.2 RECOMENDACIONES ......................................... ¡Error! Marcador no definido.
15 DISCUSIÓN DE RESULTADOS .................... ¡Error! Marcador no definido.
15.1 6.1. sub cuenca pachacoto ................................... ¡Error! Marcador no definido.
15.2 sub cuenca YANAYACU ....................................... ¡Error! Marcador no definido.
15.3 Subcuenca río negro. ........................................... ¡Error! Marcador no definido.
15.4 Subcuenca Quillcay .............................................. ¡Error! Marcador no definido.
15.5 Subcuenca casca ................................................. ¡Error! Marcador no definido.
16 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............. ¡Error! Marcador no definido.
Diversos artículos, coinciden en que los glaciares en las cuencas de alta montaña, cumplen un rol
regulador fundamental en el ciclo hidrológico y en la dinámica económica (agricultura, ganadería,
piscigranjas, agua potable) así como en la generación de energía eléctrica, y por ende en el
desarrollo de estas poblaciones.
Con las estaciones existentes y con publicaciones realizadas sobre la comparación del balance de
masa por el método glaciológico e hidrológico (comparación de métodos de balance de masa del
glaciar Zongo, Bolivia-2014). La oficina inicia dicho trabajo entregando para el año 2014 un primer
informe aplicando el método hidrológico.
Este año hidrológico se modelaron las subcuencas de Yanamarey, Pachacoto, Quillcay, Casca y
Uruashraju. Se determinó la disminución del aporte hídrico por parte de los glaciares en
comparación con el periodo de modelamiento hidrológico 2016-2022. Resultando la subcuenca
Quillcay el que perdió mayor superficie glaciar 2,02 km2.
Siendo parte de la meta 55, contribuir con la mejora de la gestión integrada de los recursos hídricos,
a través en este caso del modelamiento hidrológico para la determinación del aporte hídrico del
1
glaciar, es que se ha elaborado el presente informe utilizando la sistematización, análisis y
evaluación de la información recopilada.
1.1 RESUMEN
El presente informe corresponde al modelamiento hidrológico periodo 2022-2023, en las cuencas
de alta montaña con presencia glaciar de la Cordillera Blanca, Pachacoto, Yanayacu, río Negro,
Quillcay y Casca, evaluadas dentro de la meta denominada Seguimiento al Comportamiento de
Glaciares y Lagunas a nivel nacional.
Tabla 1 Cuencas evaluadas
El RS Minerve requiere los datos de precipitación y temperatura a tiempo de paso diario y de contar
con caudales para la calibración mucho mejor; es así que se recopilan los datos de las 21 estaciones
básicas meteorológicas (precipitación, temperatura y humedad relativa), ubicadas en las cabeceras
de cuenca de alta montaña de acuerdo al POI; otra de las variables que requiere el modelo GSM es
la superficie glaciar, por ello que se descargan las imágenes satelitales del satélite SENTINEL
correspondiente al año 2022 entre los meses de agosto a julio (menor nubosidad), con la finalidad
de obtener las áreas glaciares actualizadas de las subcuencas en evaluación. Estas variables
meteorológicas pasan por el análisis exploratorio, de consistencia (se utiliza el programa de
distribución libre TREND), corrección de darse el caso; para ser ingresados a la plataforma del RS
Minerve. La variable de la superficie glaciar también se realiza la corrección de reflectancia y
radiancia aparente TOA, y la corrección atmosférica por el método DOS, con un plugin del programa
de distribución libre QGIS. Que también se ingresa al RS Minerve.
Se realiza una primera corrida para el año hidrológico 2022-2023, con los parámetros calibrados del
periodo 2016-2022, para la sub cuenca Pachacoto, y Yanamarey, en esta última se ajustan los
parámetros del modelo GSM al resultado obtenido por el método glaciológico; obteniendo por
parte del método hidrológico el valor de 7,50 l/s y de 9,30 l/s del método glaciológico. Para la
sucuenca Pachacoto cuya estación hidrométrica se ubica a la salida de la misma, los parámetros de
ajustaron al aforo cuyo valor fue de 1,289 m3/s y del modelamiento de 1,320 m3/s.
De modo similar para la subcuenca Quillcay, en la microcuenca glaciar Shallap se obtuvo el aporte
del glaciar por el método glaciológico un caudal de 10,6 l/s y por el método hidrológico un caudal
de 20,1 l/s. Para la subcuenca Casca el modelamiento hidrológico de ajusto al resultado del aforo
que fue de 0,14 m3/s y en el del modelamiento fue de 0,141 m3/s. En la microcuenca glaciar
2
Uruashraju también se ajustó los parámetros de los modelos para aproximar el resultado del
modelamiento hacia el aforo cuyo valor fue de 0,14 m3/s y del modelamiento de 0,135 m3/s.
Es de precisar que para el presente informe no se modelo la subcuenca del río Llullán, donde se
ubica el glaciar Artesonraju y la laguna Parón; esto en medida de que no se ha contado con datos
de las variables de Temperatura y Precipitación de las estaciones meteorológicas desde el mes de
junio del 2023. De modo similar el modelamiento en la microcuenca de Jirishanca, por contar con
demasiada falta de datos, así no contar con alguna estación cercana para el posible llenado de datos
faltantes.
1.2 ANTECEDENTES
En la meta Seguimiento al Comportamiento de Glaciares y Lagunas a nivel Nacional, en el
marco de programación de actividades en el POI 2023, realiza actividades de evaluación
glaciológica y control de instrumentos hidrometeorológicos en la red de microcuencas con
presencia glaciar instalados en la cordillera blanca; adicional a ello se contempla la actividad
de obtener el aporte del glaciar hacia dichas cuencas a través del modelamiento hidrológico.
1.3 UBICACIÓN
Las estaciones hidrometeorológicas que se evalúan, están ubicadas dentro de la Cordillera
Blanca, la cual conforma la cadena de montañas de los andes peruanos que se extienden por
la cordilleras central, oriental y occidental.
3
Sub cuenca Casca.
Limita por el norte con: cuenca Crisnejas, Cuenca Chicama y Cuenca Virú y la intercuenca
137711.
Limita por el Oeste con: Cuenca Fortaleza, Cuenca Huarmey, Cuenca Casma, Cuenca Nepeña,
Intercuenca 137599 y Cuenca Lacramarca.
4
Figura 2. Mapa de ubicación de la subcuenca Quillcay
5
Figura 4. Mapa de ubicación de la subcuenca Yanayacu
6
1.4 OBJETIVOS
7
se trabajó con la data que elaboró la unidad de glaciología (UGRH) en su publicación
“Inventario de glaciares del Perú” 2da actualización-2014.
NDSI y DEM
Con el shp del NDSI y el shp con los atributos obtenidos del DEM, se
procede a la unión de éstos.
Al shp resultante, mediante la aplicación de 3D Analyst de ArcGis, se
añade la altitud, utilizando el ráster del DEM fill.
Con la altitud añadida, se procede a la nomenclatura de los polígonos
glaciares y no glaciares en la tabla de atributos. Donde es importante que
la tabla contenga la identificación de la cuencas glaciares y no glaciares,
8
el punto o unión a donde llega la cuenca (glaciar, no glaciar), los centroides
(Xc, Yc) y el valor de la altitud media (Z) obtenido en el item anterior.
Con el shp de ríos, la tabla de atributo debe de contener la identificación
del río, el nudo o unión donde llega el río, longitud del río en metros
lineales, el ancho del río y la pendiente promedio.
Se crea un shp de unión con el atributo de punto, el cual en la tabla debe
de contener la identificación del punto el río que llega al punto.
Información SIG, donde se contempla las áreas de la cuenca por rango altitudinal, así como
su centroide, y sus denominaciones de diferenciación, los ríos y sus características cómo
longitud, ancho y pendiente.
Los resultados del balance de masa (método glaciológico), para comparar el aporte del glaciar
con el obtenido por el método hidrológico y calibrar los parámetros del modelamiento
hidrológico a escala anual.
Los aforos en las cuencas donde no se realiza el monitoreo glaciar, como Pachacoto por
ejemplo también es información básica para aproximar los resultados del modelamiento.
Se ubica entre:
10
Se ubica en la costa central del Perú, en el sector septentrional del departamento de Ancash.
Políticamente comprende territorios correspondientes a las regiones de Ancash y La
Libertad, 12 provincias y 69 distritos.
La cuenca del río Santa está delimitada por la Cordillera Blanca al Este, conformada por la
cadena glacial más extensa del Perú, y por la Cordillera Negra al Oeste, conformada por una
cadena montañosa carente de glaciares. Ambas cadenas se unen a la altura de la laguna de
Conococha en el extremo sur de la cuenca. Por el norte la cuenca tiene sus límites en áreas
montañosas alto andinas sin glaciares desembocando finalmente en el Océano Pacífico cerca
de la localidad de Santa. Tiene una extensión de 11 668 km2 y un perímetro 960.302 km. La
longitud promedio de la cuenca es de aproximadamente 320 Km y su ancho promedio de 38
Km.
11
Tabla 2. Parámetros geomorfológicos de las sub cuencas y microcuencas monitoreadas.
Área Longitud
Área Área Altura Perímetro Longitud Coeficiente Factor Densidad Distancia Tiempo de Elevación Elevación Pendiente
total de
no de
Sub cuenca glaciar media de cauce cursos de de de media concentración mínima máxima medias
glaciar drenaje
todo
principal compacidad forma escurrimiento
orden
(km2) (km2) (km2) (msnm) (km) (km) (km) (kc) superficial (msnm) (msnm)
JAHUACOCHA 34,2 10,3 23,9 4 853 25,8 3,7 3,7 1,24 2,53 0,11 2,32 0,15 4 054 6 470 66%
RECRETA 279,3 1,7 277,6 4 283 103 37,9 68,6 1,73 0,19 0,25 1,02 2,3 3 989 5 434 4%
PACHACOTO 202,5 8,2 194,3 4 620 86,3 29,2 61,7 1,7 0,24 0,3 0,82 1,68 3 670 5 595 7%
YANAYACU 273,6 5,5 268,1 4 388 84,3 27,9 89,3 1,43 0,35 0,33 0,77 1,6 3 475 5 596 8%
OLLEROS 179,3 9,9 169,4 4 403 73,6 27,4 56,3 1,54 0,24 0,31 0,8 1,56 3 312 5 659 9%
QUILLCAY 247,8 28 219,8 4 476 83,5 30,7 71,6 1,49 0,26 0,29 0,87 1,72 3 026 6 165 10%
LLACA 38,5 4,6 33,9 4 259 41,1 14,6 14,6 1,85 0,18 0,38 0,66 0,73 2 978 6 096 21%
RANRAHIRCA 145 26,5 118,5 4 444 70,9 27,6 39,3 1,65 0,19 0,27 0,92 1,47 2 427 6 719 16%
LLULLAN 168,4 18,7 149,7 4 284 66,3 26 34,3 1,54 0,21 0,24 1,05 1,41 2 196 6 231 16%
PARIA 23,7 6,7 17 4 659 22,8 4,2 4,2 1,31 1,35 0,18 1,41 0,18 3 793 5 765 47%
Fuente: Inventario de glaciares del Perú (2da actualización)- Autoridad Nacional del Agua.
12
3 INFORMACIÓN HIDROMETEOROLÓGICA DISPONIBLE
3.1 BANCO DE DATOS
A continuación, en el siguiente cuadro se presenta las microcuencas en la Cordillera Blanca
donde se cuenta con estaciones hidrometeorológicas.
13
Figura 8. Ubicación de las estaciones pluviométricas.
14
Tabla 4. Estaciones térmicas, variables de temperatura y humedad relativa.
Parámetro Tipo Sensor Cuen Sub_Cuen Micr_Cuen UTM Est. (X) UTM Nrt. Elev. msnm Estado
Nombre / (Y)
Marca
ARTESONRAJU AP1 Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Río Llullán Parón 209 188 9 008 207 4 916 OPERATIVO
ARTESONRAJU AP2 H.R
Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Río Llullan Parón 210 021 9 007 431 4 816 OPERATIVO
ARTESONCOCHA AP4 H.R
Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Río Llullán Parón 209 182 9 006 618 4 308 OPERATIVO
HUARAZ H.R
Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Rio Quillcay 221 854 8 946 356 3 040 OPERATIVO
CUCHILLACOCHA H.R
Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Rio Quillcay Quillcayhuanca 241 392 8 958 503 4 631 OPERATIVO
SHALLAP H.R
Tem. / AUTOMATICO Río Santa Rio Quillcay Shallap 242 788 8 949 923 4 796 OPERATIVO
URUASHRAJU H.R /
Tem. AUTOMATICO HOBO Río Santa Río Negro Rurec 245 073 8 938 262 4 997 OPERATIVO
H.R Río
YANAMAREY Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Yanamarey 250 740 8 931 491 4 734 OPERATIVO
Yanayacu
H.R
Río
HUARAPASCA Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Santa Pachacoto 260 530 8 907 470 4 995 OPERATIVO
Pachacoto
H.R
Río Río
PARIA Tem./H.R AUTOMATICO Paria 214 226 9 007 447 4 430 OPERATIVO
Marañón Marañón
Río
JAHUACOCHA/JIRICHANCA Tem. / AUTOMATICO HOBO Río Pativilca Jirishanca 285 000 8 888 042 4 076 OPERATIVO
Pativilca
H.R
15
Tabla 5. Registro de inicio de las estaciones térmicas, variables de temperatura y humedad relativa.
Nombre Estación Fecha Inicio Fecha Final % vacios Cuenca Sub cuenca Micro cuenca Río Administrador
AP1 22/09/2010 20/06/2023 7,27 Río Santa Llullán artesonraju Llullán ANA
AP2 15/05/2013 20/06/2023 0 Río Santa Llullán artesonraju Llullán ANA
AP4 19/04/2002 20/06/2023 1,55 Río Santa Llullán artesonraju Llullán ANA
HUARAPASCA 3/03/2006 23/01/2023 0 Río Santa Pachacoto Huarapasca Pachacoto ANA
HUARAZ 16/03/2004 24/01/2024 8,24 Río Santa Quillcayhuanca Quillcayhuanca Quillcay ANA
QUEROCOCHA 27/04/2005 27/10/2019 16,05 Río Santa Yanayacu Querococha Yanayacu ANA
SHALLAP 24/04/2014 31/05/2023 0 Río Santa Quillcayhuanca Shallap Shallap ANA
URUASHRAJU 2/08/2000 22/11/2023 21,66 Río Santa Río negro Uruashraju Río negro ANA
YANAMAREY 29/11/2003 23/11/2023 7,19 Río Santa Yanayacu Yanamarey Yanayacu ANA
16
Tabla 6. Estaciones pluviométricas automáticas.
Artesonraju A-P1 HOBO Río Santa Río Llullan Parón 209 188 9 008 207 4 916 Operativo
Artesonraju A-P2 HOBO Río Santa Río Llullan Parón 210 021 9 007 431 4 816 Operativo
Artesoncocha A-P4 HOBO Río Santa Río Llullan Parón 209 217 9 006 593 4 300 Operativo
Parón HOBO Río Santa Río Llullan Parón 294 919 9 003 884 4 263 Operativo
Huaraz HOBO Río Santa Rio Quillcay 221 854 8 946 356 3 040 Operativo
Llaca HOBO Río Santa Río Casca 231 154 8 955 874 4 479 Operativo
Cuchillacocha HOBO Río Santa Rio Quillcay 241 391 8 958 503 4 631 Operativo
Pitek HOBO Río Santa Rio Quillcay 229 291 8 948 463 3 686 Operativo
Shallap HOBO Río Santa Rio Quillcay 240 831 8 949 539 4 250 Operativo
MET ONE
Palcacocha INST Río Santa Rio Quillcay 239 263 8 960 156 4 867 Operativo
Paquishca HOBO Río Santa Rio Quillcay 229 430 8 947 194 3 428 Operativo
Yanamarey HOBO Río Santa Río Yanayacu Yanamarey 250 739 8 931 491 4 716 Operativo
Huarapasca Box car Río Santa Río Pachacoto Contadera 260 530 8 907 471 5 021 Operativo
DELTA
Pastoruri OHM Río Santa Río Pachacoto Contadera 260 807 8 903 158 5 060 Operativo
Recreta HOBO Río Santa - - 245 210 8 889 285 4 010 Operativo
río
Jahuacocha/Jirichanca HOBO 285 000 8 888 042 4 076 Operativo
Pativilca
17
Tabla 7. Registro de inicio de las estaciones pluviométricas.
Estación ID Nombre Fecha Inicio Fecha Final % vacios Cuenca Sub Cuenca Micro Cuenca Río Administrador
AP1 AP1 21/09/2010 20/06/2023 19,55 Río Santa Llullan artesonraju Llullan ANA
AP2 AP2 14/05/2013 20/06/2023 0 Río Santa Llullan artesonraju Llullan ANA
AP4 Artesococha 18/01/2010 20/06/2023 37,94 Río Santa Llullan artesonraju Llullan ANA
CASAAGUA CAPTACION 21/09/2010 7/03/2023 43,40 Río Santa Quillcayhuanca Quillcayhuanca Quillcayhuanca ANA
GUESHGUE GUESHGUE 10/12/2013 26/01/2022 5,08 Río Santa Yanayacu Gueshgue Gueshgue ANA
HUARAPASCA HUARAPASCA 27/12/2010 23/01/2023 37,97 Río Santa Pachacoto Huarapasca Pachacoto ANA
HUARAZ HUARAZ 16/09/2003 25/09/2023 12,91 Río Santa Quillcayhuanca Quillcayhuanca Quillcayhuanca ANA
LLACA LLACA 2/11/2013 19/10/2023 22,23 Río Santa Casca Llaca Casca ANA
PALCACOCHA PALCACOCHA 21/12/2011 31/08/2023 9,83 Río Santa Cojup Palcacocha Cojup ANA
PAQUISHCA PAQUISHCA 18/06/2013 8/11/2023 17,94 Río Santa Quillcayhuanca Quillcayhuanca Shallap ANA
PARON PARON 12/02/2014 8/02/2023 12,36 Río Santa Llullan Parón Llullan ANA
PASTORURI PASTORURI 24/04/2013 23/01/2023 30,10 Río Santa Pachacoto Pastoruri Pachacoto ANA
PITEK PITEK 26/01/2012 8/11/2023 7,36 Río Santa Quillcayhuanca Quillcayhuanca Quillcayhuanca ANA
PUCARANRA CUCHILLACOCHA 26/06/2014 17/01/2024 16,26 Río Santa Quillcayhuanca Pucaranra Cuchillacocha ANA
QUEROCOCHA QUEROCOCHA 29/04/2005 26/10/2020 20,16 Río Santa Yanayacu Querococha Querococha ANA
RECRETA RECRETA 16/01/2014 2/03/2023 11,31 Río Santa CabeceraSta Santa ANA
SHALLAP SHALLAP 2/08/2010 5/12/2023 33,53 Río Santa Quillcayhuanca Shallap Shallap ANA
URUASHRAJU URUASHRAJU 3/03/2003 22/10/2020 21,94 Río Santa Río negro Uruashraju Negro ANA
YANAMAREY YANAMAREY 8/08/2002 23/11/2023 13,15 Río Santa Yanayacu Yanamarey Querococha ANA
18
19
Tabla 8. Estaciones hidrométricas automáticas.
Parámetro Tipo Sensor / Cuen Sub_Cuen UTM Est. UTM Nrt. Elev. Estado
Nombre Marca (X) (Y) msnm
Artesoncocha Limn. AUTOMATICO OTT Río Santa Río Llullan 209 174 9 006 619 4 309 Inoperativo
Llanganuco Limn. AUTOMATICO SOLINST x 2 Río Santa Río Ranrahirca 208 529 8 995 442 3 839 Inoperativo
Yanamarey Limn. AUTOMATICO SOLINST x 1 Río Santa Río Yanayacu 250 005 8 931 338 4 606 Inoperativo
Querococha Limn. AUTOMATICO SOLINST x 2 Río Santa Río Yanayacu 244 082 8 923 948 4 013 Inoperativo
Pachacoto Limn. AUTOMATICO SOLINST x 2 Río Santa Río Pachacoto 236 543 8 909 972 3 749 Inoperativo
Recreta Limn. AUTOMATICO SOLINST x 2 Río Santa - 245 030 8 889 125 3 992 Inoperativo
Nombre Estación Fecha Fecha Final % vacíos Cuenca Sub cuenca Micro cuenca Río Administrador
Inicio
ARTESONCOCHA 22/06/1996 26/02/2019 30.622 Río Santa Llullan Artesoncocha Llullan ANA
LLANGANUCO 1/08/2003 12/11/2018 27.064 Río Santa Ranrhirca Llanganuco Ranrahirca OHIO
PACHACOTO 4/07/2008 31/08/2020 7.902 Río Santa Llullan Artesoncocha Pachacoto ANA
PUCARANRA 7/07/2008 20/10/2019 20.276 Río Santa Quillcayhuanca Cuchillacocha Quillcayhuanca OHIO
YANAMAREY 21/12/2001 30/03/2021 14.474 Río Santa Yanayacu Yanamarey Yanayacu ANA
20
De la tabla 9, las estaciones hidrométricas dejan de registrar variaciones de nivel de agua, por
ende el caudal, lo que debilita el proceso de calibración y validación del modelamiento
hidrológico.
21
3.2 EXPLORACIÓN Y ANÁLISIS DE LA DATA
HIDROMETEOROLÓGICA
Para la exploración y análisis de los datos meteorológicos en las sub cuencas evaluadas se ha
sectorizado en 03 grupos, ubicadas dentro de la Cuenca del Santa, a las estaciones
administradas por la ANA en cabeceras de cuencas con presencia glaciar, así también se le
agrega las estaciones meteorológicas administradas por el SENAMHI ubicadas a nivel del valle
de la Cuenca del Santa con la finalidad de contar con data, para una mejor interpolación. Las
variables consideradas son temperatura y precipitación.
Sub cuencas:
De este modo se observará mediante histogramas que estaciones cuentan con mayor
registro de datos, luego mediante gráficas de correlaciones notaremos a qué tipo de curva
de distribución tiende esta variable y las correlaciones entre estaciones.
22
Gráfica 1. Histograma de precipitación diaria, grupo norte 2014-2023
23
Gráfica 2. Correlación y curva de distribución de precipitación diaria grupo norte.
24
Tabla 10. Distancias (km) entre estaciones del grupo norte
AP1 1,00 1,14 1,61 6,08 5,60 12,92
AP2 1,14 1,00 1,16 6,21 4,74 12,22
AP4 1,61 1,16 1,00 5,08 5,63 11,31
PARON 6,08 6,21 5,08 1,00 10,51 9,32
PARIA 5,60 4,74 5,63 10,51 1,00 13,75
LLANGANUCO 12,92 12,22 11,31 9,32 13,75 1,00
PARIA AP4
PARON
25
Gráfica 4. Histograma de precipitación diaria, grupo centro 2014-2023
26
Gráfica 5. Correlación y curva de distribución de precipitación diaria grupo centro.
27
Tabla 11. Distancias (km) entre estaciones del grupo centro
LLACA
6000
SHALLAP 4000 PALCACOCHA Gráfica 6. Diagrama de altitud de las estaciones pluviométricas grupo
2000 centro.
CUCHILLACOCH
PAQUISHCA 0
A
HUARAZ
28
Gráfica 7. Histograma de precipitación diaria, grupo sur 2014-2023
29
Gráfica 8. Correlación y curva de distribución de precipitación diaria grupo sur
30
Tabla 12. Distancias (km) entre estaciones del grupo sur.
URUASHRAJU
6000
5000 Gráfica 9. Diagrama de altitud de las estaciones
RECRETA 4000 YANAMAREY pluviométricas grupo sur.
3000
2000
1000
0
HUARAPASCA QUEROCOCHA
PASTORURI GUESHGUE
31
3.2.2 Exploración y análisis, datos de temperatura.
Los datos de temperatura se visualizaron gráficamente a escala diaria.
Se presentan en gráficas de doble entrada las correlaciones entre estaciones y a qué tipo de
curva de distribución tienden; se observa que la data de temperatura presenta una curva de
distribución normal, por ello se presentan las gráficas de “cajas” o de “bigotes”, donde se
observa los datos atípicos a corregir.
Así mismo se presentan cuadros estadísticos donde se describe de manera general el número
de datos por estación, los percentiles, mínimos, máximos, promedio y desviación estándar.
Gráfica 11. Correlación y tipo de distribución teórica. Variable de temperatura promedio diaria.
33
aproximación de confiabilidad de ellos, y con cual se puede utilizar para la calibración de los
parámetros de los modelos a generar.
Con un primer análisis visual de estas estaciones de acuerdo a la gráfica 14 las estaciones hidrométricas
que se prestan para poder calibrar los parámetros al menos en un año o dos contamos con Pachacoto, y
Yanamarey.
Así empezamos a trabajar con la estación hidrométrica de Pachacoto, en el periodo hidrológico 2016 al
2018; contando con los siguientes datos estadísticos.
Pachacoto Yanamarey
Cantidad 1 461 1 461
Promedio 3,10 0,12
Desviación estándar 3,18 0,06
Mínimo 0,13 0,03
25% 0,66 0,07
50% 2,04 0,11
75% 4,25 0,15
Máximo 21,47 0,38
.
34
Gráfica 13. Atípicos caudales Pachacoto
Así con la gráfica de datos atípicos, se ajusta los datos de caudal para calibrar los parámetros del
modelamiento.
El resto de las estaciones hidrométricas por presentar sólo en el análisis exploratorio saltos, discontinuidad
de la gráfica, son descartados.
A continuación, se presentan los cuadros de los aforos para la determinación de la curva de gasto de las
estaciones hidrométricas de Pachacoto y Yanamarey, determinados por el grupo de la Universidad de
Ohio, encabezado por Brayan Mark.
35
Curva de gasto, estación hidrométrica Pachacoto.
H (cm) Q (m3/s)
15 1,224
19,5 0,9
20 2,285
26 1,64
30 3,653
30 3,309
11 0,9424
17 0,6915
11,53 3,179
11,31 2,715
55 8,197
58 10,287
20 1,727
48 6,6
18 0,888
8 1,291
36
Curva de gasto, estación hidrométrica Yanamarey.
H(cm) Q(m3/s)
20 0,009
23 0,037
25 0,059
28 0,097
29 0,111
30 0,126
32 0,157
49 0,527
53,2 0,648
56,8 0,759
62 0,938
67,3 1,136
72,5 1,35
37
3.2.4 Análisis estadístico de los datos hidro meteorológicos,
Para realizar el análisis de consistencia de estos datos se utilizó el aplicativo libre TREND, con
la finalidad de determinar si los datos con los que se cuentan para el input al modelo sean los
adecuados, y de existir tendencias o saltos ejecutar las correcciones del caso,
Se muestra los resultados de las estaciones pluviométricas base de los grupos, así del grupo
norte, grupo centro y sur con las estaciones AP1, Palcacocha, y Pastoruri respectivamente,
donde el resultado nos describe que estas estaciones pluviométricas no muestran diferentes
tendencias y saltos, con el 5% del nivel de significancia,
38
Tabla 17 Test de tendencias y saltos de precipitación, estación Pastoruri.
z-
Test statistic a=0,1 a=0,05 a=0,01 Result Inferencia Tipo
statistic
Mann-Kendall -1,147 1,645 1,96 2,576 NS No paramétrico
Spearman's Rho -1,161 1,645 1,96 2,576 NS No paramétrico Tendencia
39
Mann-Kendall 0,918 1,645 1,96 2,576 NS No paramétrico
Spearman's Rho 0,831 1,645 1,96 2,576 NS No paramétrico Tendencia
La ausencia de datos está sujeto a factores como fallas del sensor, hurto de los sensores, batería
sin carga, memoria llena, Tales factores se pueden compensar para poder completar los datos
faltantes, para esto existen varios métodos, y por la que se opta en la presente modelación se
basa en un algoritmo escrito en Python, un aplicativo de programación libre,
Para completar los datos faltantes en la variable meteorológica de precipitación, se trabajó con
un algoritmo escrito en Python, el cual utilizando la Machine learning de Keras y Tensor Flow,
permiten imitar a las redes neuronales en la cual se entrena al input de entrada con datos de
tres o dos estaciones que cuenten con registros completos y la estación que se desea completar
los datos faltantes.
En función de las estaciones de ingreso para el entrenamiento, se opta por contar con tres o dos
estaciones índices para un mejor testeo de la estación a completar los datos faltantes,
Así se muestra en el presente informe los últimos intervalos de fechas completados, con las
gráficas de simulación con los valores observados y sus respectivas bondades de ajuste,
40
Grupo Norte
Para el Grupo Norte al inicio se contaba con los datos de precipitación de la estación ubicada
alrededor de la laguna Chinancocha, sin embargo, desde el 17/10/2019 el sensor dejó de
funcionar hasta la actualidad, por lo tanto, para el presente análisis temporal no se contará con
estos datos,
Se resalta para el presente grupo que para este año hidrológico 2022-2023, no se ha podido
contar con los datos de las estaciones debido a los problemas sociales existentes en esta sub
cuenca, donde el pase hacia la laguna Parón y el glaciar Artesonraju, está tomada por los
comuneros y a su voluntad de dejar el pase para el cumplimiento de nuestras actividades,
A continuación, se muestra para la estación pluviométrica AP4, la corrida del script con resultado
gráfico y los coeficientes de bondad de ajuste del modelo,
Indicadores de desempeño:
41
Gráfica 15. Modelo predictivo vs observada estación pluviométrica Artesoncocha “AP4”
Grupo Centro
Como muestra de la corrida del algoritmo, presentamos a las estaciones de Shallap y Huaraz, la
bondad de ajuste del modelo predictivo,
42
Gráfica 16. Modelo predictivo vs observada estación pluviométrica Shallap.
43
4 MODELAMIENTO HIDROLÓGICO
Para el modelamiento hidrológico existen varios programas, entre libres y monetizados, el
abanico de opciones se reduce cuando se trata de realizar el modelamiento hidrológico contando
como variable en la ecuación la presencia de glaciares; y en función de la capacidad de cómputo
(hardware), banco de datos de variables (uso de suelo, geología regional, etc). Tanto la Autoridad
Nacional del Agua (ANA), como el Servicio Nacional de Meteorología e Hidrología (SENAMHI)
desde el año 2021, vienen utilizando la plataforma del RS Minerve que es un programa para la
simulación de la formación de escorrentía superficial y flujo de propagación. Modela redes
hidrológicas e hidráulicas complejas según un esquema conceptual semi-distribuido.
El RS minerve discrimina zonas de igual comportamiento hidrológico y las analiza de forma
independiente para después superponer sus efectos; a pesar de ser una simplificación, representa
mejor la variación del suelo y pendiente.
La simulación hidrológica contempla procesos como el deshielo o derretimiento de glaciares o el
flujo superficial y subterráneo.
El programa informático RS minerve contiene diferentes modelos hidrológicos para lluvia-
escorrentía, como GSM, SOCONT, SAC-SMA, GR4J y HBV. Siendo el Glacier Snow Melt (GSM) el
que se utiliza para nuestro caso en particular.
En el RS minerve la calibración se realiza de manera automática. Según XU, 2002, una calibración
automática se puede separar en cuatro elementos necesarios: función objetivo, algoritmo de
optimización, criterio de determinación y calibración de datos.
La función objetivo es una ecuación usada para representar una medición numérica de la
diferencia entre el resultado obtenido por el modelo y el resultado obtenido en campo. La función
está compuesta por indicadores estadísticos multiplicados por un determinado porcentaje que
representa la prioridad de cada indicador, de esta manera se calcula la diferencia en base a valores
estadísticos.
El criterio de determinación es la condición seleccionada que, una vez alcanzada, concluye las
iteraciones arrojando el valor final optimizado.
44
4.2 VALIDACIÓN DEL MODELO
Cuando se ha terminado la calibración del modelo, este se debe de validar comparando los valores
obtenidos con los reales, esta diferencia se mide con herramientas estadísticas. El modelo
validado permitiría una predicción de los flujos muy cercanos a la realidad; sin embargo, este no
permitirá predecir eventos extraordinarios que podrían surgir en algún momento del tiempo,
como fuertes lluvias o sequias.
Al tener los parámetros calculados, se procede a verificar si el modelo proporciona resultados
adecuados; la validación se puede realizar a través de los indicadores estadísticos.
45
Figura 10. Esquema de uso del modelo GSM en Shallap.
Los parámetros a ajustar son Asn, Asint, Agl, Agint, Kgl y Ksn. Los parámetros Aph, bp, θcr, Tcp1,Tcp2,Tcf
and Tcg, pueden ser asumidos como constantes (bp = 0.0125, θcr = 0.1, Tcp1 = 0 °C, Tcp2 = 4 °C, Tcf =0 °C,
Tcg = 0 °C, Aph = 264).
Las variables de ingreso al modelo son la precipitación (P) y la temperatura (T). El resultado o salida del
modelo es la descarga total (Qtot).
47
Tabla 24. Lista de parámetros y condiciones iniciales del modelo HVB.
Las variables de ingreso al modelo son la precipitación (P) y la temperatura (T). El resultado o salida del
modelo es la descarga total (Qtot).
48
4.3.3 Modelo GR4J
El modelo GR4J es un modelo hidrológico global con cuatro parámetros desarrollados por
Perrin et al (2003). Este es un modelo empírico, pero tiene una estructura similar a un modelo
conceptual. Tiene en cuanta la humedad y contiene dos reservorios (producción y ruta).
También se asocian hidrogramas unitarios para el comportamiento hidrológico de la cuenca.
49
Tabla 25. Lista de parámetros y condiciones iniciales del modelo GR4J.
Las variables asociadas o condiciones iniciales del modelo son are SIni and RIni. Los parámetros
a calibrar son X1, X2,X3 and X4.
Las variables de ingreso al modelo son la precipitación (P) y la temperatura (T). El resultado o salida
del modelo es la descarga total (Qtot).
La ecuación del balance hídrico, indica los valores relativos de entrada y salida de flujo y la
variación del volumen de agua almacenada en una región. En general, las entradas en la
ecuación del balance hídrico comprenden la precipitación P, en forma de lluvia o nieve, y las
aguas superficiales. Las salidas incluyen la evaporación desde la superficie de la masa de agua
E, la evapotranspiración desde el suelo y la vegetación ETR, y la salida de agua superficial y
subterránea desde la cuenca QS. Cuando las entradas superan a las salidas el volumen de agua
almacenada DS aumenta y cuando ocurre lo contrario disminuye.
50
Esquema del Balance Hídrico
Se
PP>ETP cumple PP<ETP
51
5 RESULTADOS Y ANÁLISIS
A continuación, se presenta el resultado de las áreas glaciares obtenidas con base a
imágenes satelitales del año 2022, comparadas con lo mostrado en la tabla 2, donde las
superficies de los glaciares son en base al informe del año 2014.
La tabla 27 es origen de la tabla 2, que es producto del informe del año 2014, el cual se
toma como referencia.
52
Tabla 28. Áreas glaciares perdidas.
250.00
200.00
150.00
100.00
50.00
0.00
Pachacoto Llaca Yanayacu Quillcay Negro
Gráfica 18. Superficie de las cuencas modeladas en base al informe del 2014.
250.00
200.00
150.00
100.00
50.00
0.00
Pachacoto Casca Yanayacu Quillcay Negro
Gráfica 19. Superficie de las cuencas modeladas obtenidas de imagen satelital año 2022.
53
Perdida de área glaciar
300.00
250.00
200.00
150.00
100.00
50.00
0.00
Pachacoto Yanayacu Quillcay Negro
Gráfica 20. Diferencia entre superficie glaciar del informe 2014 y del 2023.
De la tabla 28, se desprende que existe una pérdida de superficie glaciar, y el que mayor
pérdida muestra es la cuenca Quillcay con 2.02 km2, siguiendo la cuenca Pachacoto con
0.97 km2, y por último la cuenca Yanayacu con 0.52 km2. Mientras que el área no glaciar
se ha incrementado.
54
5.1 SUB CUENCA PACHACOTO
La sub cuenca Pachacoto se destaca por contar dentro de su ambito a la famosa zona
turistica del glaciar Pastoruri, al sur de la ciudad de Huaraz.
Pachacoto
OF = Σ[2*Nash + 1*Nash-ln + 1*Pearson Correlation Coeff + 1*Kling-Gupta
Efficiency + 0,5*Bias Score+0,5*RRMSE]
Best OF value = 3,0165
Best parameters:
GR4J-X1 1,179
GR4J-X2 -1E-07
GR4J-X3 0,352
GR4J-X4 1,461
HBV – CFMax 11,4957
HBV – CWH 0,0900
HBV – TT 1,9511
HBV – TTInt 1,2664
HBV – TTSM 0,1094
HBV – SUMax 0,0599
HBV – Kr 0,2332
HBV – Ku 0,2068
HBV – Kl 0,0577
HBV – Kperc 0,2641
55
Best indicators values for selected comparator:
Nash 0,5520
Nash-ln 0,6195
Pearson Correlation Coeff 0,8171
Kling-Gupta Efficiency 0,7759
Bias Score 0,9835
RRMSE 0,4798
Relative Volume Bias 0,1282
Normalized Peak Error 0,4241
Peirce Skill Score -0,016
Overall Accuracy 0,8328
6
5
4
3
2
1
0
01/09/16
01/11/16
01/01/17
01/03/17
01/05/17
01/07/17
01/09/17
01/11/17
01/01/18
01/03/18
01/05/18
56
Caudal observado y simulado sub cuenca Pachacoto
validado
10
9
8
7
Caudal (m3/s)
6
5
4
3
2
1
0
1/3/20
1/9/20
1/4/21
1/11/20
1/9/19
1/10/19
1/11/19
1/12/19
1/1/20
1/2/20
1/4/20
1/5/20
1/6/20
1/7/20
1/8/20
1/10/20
1/12/20
1/1/21
1/2/21
1/3/21
1/5/21
1/6/21
1/7/21
1/8/21
Qreference Qsimulation
Con los parámetros calibrados del periodo 2016 – 2018, se ha validado para el periodo 2019 –
2021. De acuerdo a lo descrito en el item de validación del modelo.
Donde:
Qreference: caudal observado (m3/s), a tiempo de paso diario.
Qsimulation: caudal validado, en este caso en (m3/s), a tiempo de paso diario.
De la gráfica
Qgl : Aporte glaciar (m3/s), tiempo de paso diario.
Qngl: Aporte no glaciar (m3/s), tiempo de paso diario.
Qtot: Suma del caudal glaciar y no glaciar (m3/s), tiempo de paso diario.
Se tiene que precisar que en al gráfica 23 y siguientes, está el resultado del informe anterior
periodo 2016-2022, con las áreas glaciares en base al informe del año 2014, y que para el año
hidrológico 2022-2023, se actualizaron las áreas glaciares con imágenes satelitales del año 2022.
57
AFORO POR VADEO
ALTITUD 3 721
SUBCUENCA Pachacoto
Estación Ubicación Prof. Factor 0,2 0,4 0,6 0,8 Veloc. Área Flujo
media
(m) margen (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m2) (m3/s)
(m/s)
1 4,300 0,050 0,500 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,025 0,005
2 5,300 0,200 - 0,000 0,000 0,422 0,000 0,422 0,200 0,084
3 6,300 0,270 - 0,000 0,000 0,725 0,000 0,725 0,270 0,196
4 7,300 0,450 - 0,751 0,000 0,000 0,192 0,471 0,450 0,212
5 8,300 0,390 - 0,638 0,000 0,000 0,439 0,539 0,390 0,210
6 9,300 0,350 - 0,000 0,000 0,678 0,000 0,678 0,350 0,237
7 10,30 0,200 - 0,000 0,000 0,236 0,000 0,236 0,200 0,047
8 11,30 0,390 - 0,549 0,000 0,000 0,671 0,610 0,429 0,262
9 12,50 0,200 0,500 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,120 0,036
Flujo 1,289
ELEMENTOS GEOMÉTRICOS
58
De la corrida del modelamiento para el día 02/05/2023 se obtiene un resultado de 1,320 m3/s,
el cual es cercano al obtenido por el aforo que es de 1,289 m3/s.
Los parámetros obtenidos del anterior informe que se utlizaron para el año hidrológico
2022-2023, son para una primera corrida del modelo y su aproximación al resultado
obtenido por el método glaciológico, y en función a ello poder ir ajustando los
parámetros del modelo GSM de modo manual.
Parámetros de calibración
Yanamarey
OF = Σ[2*Nash + 1*Nash-ln + 1*Pearson Correlation Coeff + 1*Kling-Gupta
Efficiency + 0,5*Bias Score+0,5*RRMSE]
Best OF value = 0,974
Best parameters:
GR4J-X1 0,0804
GR4J-X3 0,064
59
GR4J-X4 1,224
GSM – S 16,149
GSM – Sint 1,367
GSM – G 19,415
GSM – Gint 3,007
GSM – Kgl 0,1019
GSM – Ksn 0,1975
Best indicators values for selected comparator:
Nash 0,115
Nash-ln -0,671
Pearson Correlation Coeff 0,770
Kling-Gupta Efficiency 0,360
Bias Score 0,985
RRMSE 0,412
Relative Volume Bias -0,108
Normalized Peak Error 0,264
Peirce Skill Score 0
Overall Accuracy 1
Tabla 31. Comparación de aporte de agua glaciar obtenido por el método directo e
indirecto, microcuenca Yanamarey.
60
Debe de destacarse que la gráfica 24, para el año hidrológico 2016-2022, se trabajó con un área
glaciar constante obtenida del informe del año 2014, y para el año 2022-2023, se actualizó la
superficie glaciar en base a imagen satelital del año 2022.
De la tabla 31, se cuenta con cuatro datos comparativos entre el método hidrológico y el
glaciológico en la obtención del aporte del glaciar, tendiendo entre los años 2017-2018 y 2018-
2019 a tener una buena aproximación, mientras que para el año 2016-2017 tienen una
diferencia marcada.
61
5.3 SUB CUENCA RÍO NEGRO.
Dentro del ámbito de la subcuenca del río negro, se ubica el distrito e Olleros, al sur de la
ciudad de Huaraz, que se caracteriza por el escurrimiento de aguas ácidas.
LUGAR URUASHRAJU
REGION Ancash
PROVINCIA Recuay
DISTRITO Catac
62
CUENCA Río Santa
SUBCUENCA Negro
Estación Ubicación Prof. Factor 0,2 0,4 0,6 0,8 Veloc. Área Flujo
media
(m) margen (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m2) (m3/s)
1 1,10 0,12 0,6 0 0 0 0 0 0,012 0,001
2 1,30 0,13 - 0 0 0,133 0 0,133 0,033 0,004
3 1,60 0,12 - 0 0 0,314 0 0,314 0,042 0,013
4 2,00 0,13 - 0 0 0,777 0 0,777 0,059 0,045
5 2,50 0,12 - 0 0 0,566 0 0,566 0,054 0,031
6 2,90 0,13 0 0 0,813 0 0,813 0,039 0,032
7 3,10 0,14 0 0 0,597 0 0,597 0,020 0,012
8 3,18 0,14 0,6 0 0 0 0 0 0,006 0,002
Caudal 0,140
ELEMENTOS GEOMÉTRICOS
63
5.4 SUB CUENCA QUILLCAY
En la sub cuenca Quillcay, se encuentra ubicada la ciudad de Huaraz, una de sus
características es de que la quebrada que aporta el agua para consumo humano es de
Cojup, donde se ubica la emblemática laguna Palcacocha, del cual su salida de aguas ha
sido regulada mediante tuberías HDPE (sifonaje).
Ubicamos además a la microcuenca glaciar Shallap donde se realiza el balance de masa
por el método glaciológico para determinar el aporte del glaciar hacia la cuenca; siendo
este resultado el comparado con el obtenido por el método hidrológico.
Tabla 32. Comparación de aporte de agua glaciar obtenido por el método directo e
indirecto, microcuenca Shallap.
64
2022_2023 20,1 10,6
Para la subcuenca Quillcay, para el periodo 2022 – 2023, se calibro manualmente el modelo
GSM, en la microcuenca glaciar Shallap, obteniendo parámetros que se aproximan al valor de
aporte anual en términos de caudal realizado por el método directo (glaciológico).
De la tabla 32, se aprecia que para los años hidrológicos 2016_2017 y 2017_2018, los resultados
son similares; para el año 2018_2019 los resultados son muy lejanos; y para el año 2022_2023,
se mantiene la disparidad, pero en menor proporción que el año 2018_2019.
65
5.5 SUBCUENCA CASCA
66
Gráfica 27. Aporte de glaciar en la microcuenca Casca 2016-2023.
Símil a las gráficas anteriores existen dos tiempos de corrida del modelo uno del periodo 2016-
2022 y el otro 2022-2023. Teniendo que para el primer periodo el área glaciar corresponde al
utilizado en el informe del año 2014, y para el otro periodo el área glaciar actualizado.
REGION Ancash
PROVINCIA Recuay
DISTRITO Catac
SUBCUENCA Casca
Estación Ubicación Prof. Factor 0,2 0,4 0,6 0,8 Veloc. Área Flujo
67
media
(m) margen (m/s) (m/s) (m/s) (m/s) (m2) (m3/s)
(m/s)
1 0,45 0,30 0,7 0 0 0 0 0 0,023 0,005
2 0,60 0,30 - 0,361 0 0 0,28 0,32 0,082 0,026
3 1,00 0,31 - 0,45 0 0 0,36 0,405 0,109 0,044
4 1,30 0,29 - 0,451 0 0 0,432 0,441 0,088 0,039
5 1,60 0,28 - 0,412 0 0 0,357 0,385 0,056 0,022
6 1,70 0,28 0,7 0 0 0 0 0 0,014 0,004
caudal 0,140
ELEMENTOS GEOMÉTRICOS
Tabla 33. Resultados de caudales promedios totales mensuales, producto del modelamiento.
68
Ago_17 0,8359 0,7330 1,106 0,035 1,100
69
Dic_19 5,1600 7,6195 11,866 1,166 10,193
70
Oct_22 1,4685 1,002 2,299 0,224 3,098
Tabla 34. Resultado de caudal glaciar promedio mensual, producto del modelamiento.
71
Jul_17 0,0071 0,075 0,0219 0,029 0,043
72
Nov_19 0,0105 0,021 0,0352 0,069 0,081
Dic_19 0,0344 0,012 0,0399 0,092 0,057
Ene_20 0,0874 0,011 0,0520 0,097 0,090
Feb_20 0,0920 0,015 0,0569 0,113 0,051
Mar_20 0,0957 0,024 0,0486 0,092 0,081
Abr_20 0,0559 0,017 0,0298 0,061 0,089
May_20 0,0414 0,011 0,0305 0,063 0,073
Jun_20 0,0179 0,011 0,0252 0,040 0,035
Jul_20 0,0148 0,011 0,0229 0,035 0,024
Ago_20 0,0214 0,098 0,0341 0,041 0,040
Set_20 0,0186 0,092 0,0300 0,038 0,047
Oct_20 0,0065 0,015 0,0231 0,040 0,050
Nov_20 0,0322 0,028 0,0439 0,072 0,060
Dic_20 0,0147 0,034 0,0319 0,063 0,052
Ene_21 0,0035 0,050 0,0214 0,048 0,046
Feb_21 0,0080 0,022 0,0350 0,069 0,060
Mar_21 0,0044 0,038 0,0364 0,038 0,045
Abr_21 0,0041 0,023 0,0322 0,060 0,069
May_21 0,0071 0,054 0,0195 0,045 0,041
Jun_21 0,0086 0,021 0,0197 0,033 0,031
Jul_21 0,0032 0,021 0,0296 0,022 0,018
Ago_21 0,0067 0,047 0,0188 0,027 0,034
Set_21 0,0006 0,029 0,0178 0,026 0,010
Oct_21 0,0012 0,041 0,0351 0,059 0,004
Nov_21 0,0036 0,025 0,0279 0,063 0,007
Dic_21 0,0029 0,039 0,0386 0,083 0,009
Ene_22 0,0046 0,036 0,0356 0,078 0,010
Feb_22 0,0011 0,016 0,0240 0,047 0,004
Mar_22 0,0008 0,014 0,0183 0,034 0,002
Abr_22 0,0013 0,054 0,0330 0,047 0,001
May_22 0,0015 0,042 0,0252 0,045 0,002
Jun_22 0,0004 0,010 0,0487 0,020 0,003
Jul_22 0,0004 0,038 0,0164 0,026 0,003
Ago_22 0,0005 0,057 0,0229 0,027 0,006
73
Set_22 0,0001 0,044 0,0312 0,026 0,005
Oct_22 0,0002 0,025 0,0197 0,028 0,005
Nov_22 0,0019 0,016 0,0395 0,023 0,006
Dic_22 0,0014 0,030 0,0123 0,023 0,005
Ene_23 0,0011 0,038 0,0023 0,025 0,006
Feb_23 0,0013 0,045 0,0212 0,020 0,002
Mar_23 0,0007 0,052 0,0125 0,016 0,003
Abr_23 0,0009 0,049 0,0144 0,022 0,004
May_23 0,0011 0,031 0,0370 0,024 0,005
Jun_23 0,0007 0,037 0,0240 0,022 0,003
Jul_23 0,0009 0,017 0,0497 0,025 0,004
Ago_23 0,0011 0,018 0,0405 0,026 0,005
Promedio 0,0120 0,0454 0,0313 0,0046 0,0381
Máximo 0,0957 0,0634 0,0634 0,1125 0,1079
Mínimo 0,0001 0,0023 0,0023 0,0160 0,0015
15
10
0
Mar_17
Mar_18
Mar_19
Mar_20
Mar_21
Mar_22
Sep_22
Mar_23
Jun_17
Dic_17
Jun_18
Jun_19
Jun_20
Jun_21
Jun_22
Jun_23
Set_16
Set_17
Set_18
Set_19
Set_20
Set_21
Dic_16
Dic_18
Dic_19
Dic_20
Dic_21
Dic_22
74
Aporte glaciar medio mensual 2016-2023
0.12
0.10
Caudal (m3/s)
0.08
0.06
0.04
0.02
0.00
Dic_16
Dic_17
Dic_18
Dic_19
Dic_20
Dic_21
Dic_22
Mar_22
Sep_22
Set_16
Mar_17
Set_17
Mar_18
Set_18
Mar_19
Set_19
Mar_20
Set_20
Mar_21
Set_21
Mar_23
Jun_17
Jun_18
Jun_19
Jun_20
Jun_21
Jun_22
Jun_23
Pachacoto Yanayacu Río negro Quillcay Casca
La tabla 33, nos muestra el resultado del modelamiento hidrológico de dos periodos de corridas,
es decir uno que comprende el modelamiento desde el año 2016-2022, y el otro periodo
comprende el año hidrológico 2022-2023, esto se realizó para observar el comportamiento de
las respuestas de las cuencas modelas, en función de la reducción de la superficie de los
glaciares.
Se puede observar para el aporte total de las cuencas modeladas, la mayor respuesta es la que
se produce en presencia del inicio del periodo húmedo (septiembre a abril). Tal y como se puede
observar en la gráfica 29.
De la gráfica 29, se observa que una respuesta de aporte de agua por fusión glaciar de las
cuencas modeladas, para el periodo 2016-2022 es mayor en relación al año hidrológico 2022-
2023.
6 CONCLUSIONES Y RECOMEDACIONES
6.1 CONCLUSIONES
Con los modelos con el que cuenta la plataforma RS Minerve como son GSM, GR4J
y HBV, se utilizó los parámetros obtenidos por calibración del informe de
modelamiento hidrológico 2016 – 2022 para las subcuencas como Pachacoto y
Yanayacu,
El análisis exploratorio de las variables hidro - meteorológicas como la precipitación,
la temperatura y el caudal, hace ver del tiempo de registro con el que cuenta la ANA,
a nivel de cabeceras de cuenca con presencia glaciar presentes en la Cordillera
Blanca, y su gran importancia no sólo para el modelamiento hidrológico para
obtención del aporte glaciar, sino para otros fines estudiantiles a nivel de pregrado
y grado,
75
Los datos de caudales históricos, en las diferentes estaciones hidrométricas, no se
han utilizado ni en la calibración ni para la validación excepto Pachacoto y
Yanamarey, pero en un corto periodo,
De acuerdo a las tablas de distancias entre estaciones meteorológicas, la que cuenta
con menor distancia en promedio está al norte de la ciudad de Huaraz (estaciones
AP1, AP2, AP4, Parón, Paria y Llanganuco); siendo las estaciones del sur que cuentan
con mayor distancia (estaciones Uruashraju, Yanamarey, Guesgue, Pastoruri,
Recreta),
De acuerdo al análisis estadístico, empleando programa de distribución libre, nos
garantiza que los datos de precipitación de todas las estaciones administradas por
la ANA, ya sea en la inferencia paramétrica y no paramétrica, en la mayoría de ellos
no se ha presentado saltos o tendencias, que requieran ser corregidas,
Se obtuvieron las imágenes del satélite Sentinel del año 2022 para la obtención de
las áreas glaciares con la metodología desarrollada por el área de Inventarios,
utilizando programa de libre distribución como el Qgis, para la corrección, edición y
exportación a la plataforma del RS Minerve,
El completado de datos faltantes de precipitación fue desarrollada en el algoritmo
de Python, corrido en Jupiter, obteniendo coeficientes de desempeño o bondad del
ajuste cercanos a la unidad, En algunas estaciones (donde no se cuenta con dos
estaciones índice), se utilizó el método de relleno obtenido de un artículo científico.
La utilización de esta plataforma de grado-día en este caso el RS Minerve, a pesar se
simplicidad ha demostrado ser una herramienta de gran utilidad para el modelo de
derretimiento, Sin embargo, la variabilidad espacial no se puede modelar con
precisión ya que las velocidades de fusión pueden variar debido a los efectos
topográficos, tales como la inclinación, pendiente, sombreado y otros.
El modelamiento no tiene en cuenta las variaciones estacionales del sistema físico,
incluso si se sabe que el sistema de drenaje sub glaciar sufre una evolución a lo largo
de la temporada seca, La red de drenaje, así como el tamaño de los canales varean
en respuesta a los cambios de los aportes de agua; se puede suponer que esta
evolución del sistema de drenaje interno tiene una influencia en la descarga. Para
mejorar las simulaciones descara podría ser interesante seguir investigando sobre
la dependencia temporal de los parámetros, considerando especialmente los
vínculos potenciales entre los parámetros y las variables climáticas.
En la subcuenca Pachatoco, los resultados obtenidos para el presente periodo 2022
- 2023, están sujetos a los parámetros obtenidos del informe pasado (modelamiento
hidrológico 2016-2022); sin embargo, cabe precisar que para este periodo (2022-
2023) la cobertura glaciar se ha reducido con respecto al utilizado en anterior
informe, Esto puede resultar en el aumento de cota de la Línea de equilibrio de los
glaciares, y el cambio de condiciones en cómo responde el glaciar ante ese nuevo
escenario,
El modelamiento hidrológico en la subcuenca Pachacoto, nos otorga un aporte total
de 2,26 m3/s, aporte glaciar de 0,009 m3/s. siguiendo la tendencia de los aportes
anteriores obtenidos en el modelamiento 2016-2022.
En la microcuenca Yanamarey los parámetros calibrados del modelo GSM periodo
2016-2018, se utilizaron para el periodo 2022-2023, al compararlo con los
resultados obtenidos por el método glaciológico, para el periodo 2022-2023, tienen
una diferencia de 1,8 lt/sg; sólo llegando a ser similares para el periodo 2017 - 2018,
76
Esto nos conduce a la necesidad urgente de la reactivación de la estación
hidrométrica para mejorar la calibración del modelo y la buena correlación que debe
de obtenerse entre le método directo e indirecto (hidrológico),
En la subcuenca Yanayacu para este periodo 2022-2023, se obtiene un aporte total
de 3,08 m3/s en promedio, siendo el aporte de los glaciares de 0,034 m3/s,
Continuando con la tendencia obtenida en el modelamiento anterior periodo 2016-
2022,
Para la subcuenca del río Negro, se ha utilizado los parámetros de Yanayacu del
periodo 2016 – 2022, Este criterio se basa por la similitud de estas cuencas, cómo
presencia de bofedales, longitud de cauce, tiempo de concentración; obteniendo un
aporte total de 3,08 m3/s, aporte glaciar de 0,025 m3/s,
En la subcuenca Quillcay, se ajustó manualmente los parámetros del modelo GSM
dentro de la microcuenca de Shallap, para acercar el aporte obtenido por el método
directo; resultando en una diferencia de 0,0099 m3/s de más obtenido por el
método indirecto en este caso el hidrológico,
Así mismo en esta subcueca Quillcay se realizó un ajuste a los parámetros del
modelo GSM, debido a que en el periodo 2016-2022, se apreciaba un mayor aporte
de fusión glaciar, porque se consideró los parámetros de ajuste de la corrida en la
microcuenca del glaciar Shallap, en las otras cuencas con presencia glaciar, ubicando
que en la subcuenca de la laguna Palcacocha los valores se dispararon; razón por la
que se corrigió,
El radio de cálculo de la densidad de las estaciones que miden variables de
temperatura y precipitación es de 5 km rango del aplicativo que utiliza el RSMinerve;
la distancia entre estaciones meteorológicas en las subcuencas al sur de la cuenca
del río Santa es mayor al rango permitido por el programa, adicionar a ello la
abrupta topografía de las subcuencas en estudio, lo que debilita el peso de las
estaciones virtuales,
Se puede observar que la fusión de hielo de los glaciares hacia las subcuencas
pertenecientes a la cuenca del Santa aporta un caudal mínimo hacia ésta, Sin
embargo, para el ecosistema donde que depende del deshielo de los glaciares si es
de vital importancia considerando que son cabeceras de cuenca, así también
considerando el aprovechamiento para el riego, ganadería, agua potable y otras
actividades económicas,
El método indirecto, para este caso el hidrológico, tiene en general una buena
aproximación hacia el método directo, lo que anima a sostener la colección de data
y mejorar la calidad de los sensores, Activar las estaciones hidrométricas para la
calibración de los modelos, validaría los resultados obtenidos, llegando a poder
contemplar el estudio de otras microcuencas con presencia glaciar sólo por el
método indirecto, contemplando la utilización del modelo grado-día,
6.2 RECOMENDACIONES
Reactivar las estaciones hidrométricas y la elaboración de las curvas de ajuste del
gasto, contando con la previsión de adquirir buenos sensores, de acuerdo incluso a
la calidad del agua, puesto que en algunas estaciones la acides del agua deteriora
los sensores acortando su vida útil,
77
Para calibrar los parámetros hidrológicos con modelos sin presencia glaciar es
necesario contar con estación hidrométrica activa a la salida del glaciar en estudio,
así como a la salida de la subcuenca tributaria a la cuenca del río Santa; por ejemplo,
a la salida de la laguna en formación de la laguna Pastoruri,
Sin estaciones hidrométricas activas, la labor del modelamiento hidrológico pierde
el peso necesario para la validación de la corrida del modelo, cuando sólo se calibra
a un valor promedio anualizado obtenido por el método directo, Por lo que se torna
indispensable activar las estaciones hidrométricas,
Se requiere contar con estaciones meteorológicas de clase 1 o “top”, en las
cabeceras de las microcuencas de Yanamarey, Uruashraju, Pastoruri; contar con
estaciones clase 2 en la zona media de las subcuencas, con la finalidad de mejorar
la densidad de estaciones para obtener mejores datos espacios temporales,
7 DISCUSIÓN DE RESULTADOS
7.1 6.1. SUB CUENCA PACHACOTO
Es la única cuenca en la que se pudo realizar la calibración y validación del modelo;
pero sólo para el periodo 2016-2022, obteniendo los indicadores de valor como
Nash, Coeficiente de Pearson, Bias Score de 0,55; 0,81 y 0,98 respectivamente.
De la gráfica 29, se puede observar la disminución del caudal por fusión glaciar en
el año hidrológico 2022-2023, puesto que para este año se introdujo las áreas
glaciares del año 2022, como dato de ingreso para el modelamiento. Esta
disminución de aporte glaciar es respuesta a que la cuenca perdió una superficie de
0.97 km2.
78
Del cuadro comparativo entre los resultados obtenidos entre el método
glaciológico e hidrológico descrito en la tabla 30, se aprecia que entre los años 2017
al 2023 existe una cierta correlación, mientras que para el año 2016-2017, el aporte
de agua por fusión del glaciar obtenido por el método glaciológico es mayor al
obtenido por el método hidrológico; esta variación se puede dar debido a que el
año 2017 sucedió el evento extraordinario del fenómeno El Niño, el que se
caracteriza por acelerar el derretimiento de los glaciares, debido a las
precipitaciones liquidas que se producen a altitudes donde normalmente son
sólidas.
En cuanto al aporte de agua del glaciar hacia la subcuenca Yanayacu, se aprecia una
disminución en el año hidrológico 2022-2023, debido a que se corrió el modelo con
las áreas glaciares obtenidas de imagen satelital del año 2022, esto se aprecia en la
gráfica 30. Siendo la respuesta a la disminución de la superficie glaciar en 0,53 km2
(tabla 28).
79
glaciar (gráfica 29). Esta respuesta es en base a que esta unidad hidrológica perdió
2,02 km2 de superficie glaciar con respecto al área del informe 2014 (tabla 27).
Los ajustes de los parámetros hacia los resultados obtenidos, ya sea por el método
glaciológico o bien por los aforos, en el modelamiento hidrológico es de apoyo, pero no
es lo óptimo, puesto que el resultado del método glaciológico es a escala de un año
hidrológico y el aforo es puntual en un año hidrológico, lo que aumenta la incertidumbre
del modelamiento ya sea por la baja densidad de estaciones meteorológicas,
evapotranspiración asumida, obviar el comportamiento y respuesta de los bofedales que
contribuyen al aporte hídrico, entre otras.
Por ello es necesario activar las estaciones hidrométricas, de ser posible una campaña
mensual para actualizar la curva de gasto en aquellas estaciones hidrométricas ubicadas
en lecho natural.
8 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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RS Minerve – Technical Manual v2,2, Marzo 2018 Crealp and HydroCosmos
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Revista Peruana Geo-Atmosférica RPGA (4),109-124 (2015), Modelización
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del Agua 2014.
Evaluación de Recursos Hídricos en la cuenca Santa-INCLAM PERU,
Autoridad Nacional del Agua, 2015.
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Python, 2016.
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Jimeno S, Patricia, Simulación de procesos hidrológicos utilizando técnicas
de machine learning y modelos hidrológicos, 2018.
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María Castellano Méndez, Modelización estadística con Redes Neuronales.
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81