Analisis de Riesgos San Vicente
Analisis de Riesgos San Vicente
ANALISIS DE RIESGOS
ABRIL DE 2025
SAN VICENTE DEL CAGUÁN, CAQUETÁ.
TABLA DE CO NTENIDO
1 INTRODUCCIÓN..................................................................................................................................................................... 6
2 DESARROLLO......................................................................................................................................................................... 6
3 ANALISIS MORFOMETRICO.................................................................................................................................................... 8
7 ESCENARIOS DE RIESGO....................................................................................................................................................... 13
7.1 CASA GRANDE...................................................................................................................................................................... 14
7.1.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................14
7.1.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............14
7.1.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................14
7.1.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):14
7.1.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................14
7.1.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................14
7.1.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 15
7.2 MEDIO QUEBRADÓN............................................................................................................................................................ 15
7.2.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................15
7.2.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............15
7.2.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................15
7.2.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):15
7.2.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................16
7.2.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................16
7.2.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 16
7.3 HONDURAS........................................................................................................................................................................... 16
7.3.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................16
7.3.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............16
7.3.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................16
7.3.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):17
7.3.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................17
7.3.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................17
7.3.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 17
7.4 CAMPO BELLO...................................................................................................................................................................... 17
7.4.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................17
7.4.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............17
7.4.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................18
7.4.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):18
7.4.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................18
7.4.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................18
7.4.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 18
7.5 GUAMO BAJO....................................................................................................................................................................... 18
7.5.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................18
7.5.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............19
7.5.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................19
7.5.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):19
7.5.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................19
7.5.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................19
7.5.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 19
7.6 EL EDÉN DEL TIGRE............................................................................................................................................................... 20
7.6.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................20
7.6.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............20
7.6.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................20
7.6.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):20
7.6.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................20
7.6.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................21
7.6.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 21
7.7 LAS DAMAS........................................................................................................................................................................... 21
7.7.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................21
7.7.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............21
7.7.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................21
7.7.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):21
7.7.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................22
7.7.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................22
7.7.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 22
7.8 CIUDAD YARI.........................................................................................................................................................................22
7.8.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................22
7.8.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............22
7.8.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................23
7.8.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):23
7.8.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................23
7.8.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................23
7.8.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 23
7.9 LA CAMPANA........................................................................................................................................................................23
7.9.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.........................................23
7.9.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...............24
7.9.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):......................................................................................24
7.9.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):24
7.9.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):...........................................24
7.9.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.................................................................................24
7.9.7 Riesgos Específicos:.......................................................................................................................................................... 24
7.10 CRISTO REY........................................................................................................................................................................... 24
7.10.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.....................................25
7.10.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...........25
7.10.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):..................................................................................25
7.10.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):
25
7.10.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):.......................................25
7.10.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.............................................................................25
7.10.7 Riesgos Específicos:......................................................................................................................................................26
7.11 CHORRERAS.......................................................................................................................................................................... 26
7.11.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):.....................................26
7.11.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa, Incendios forestales):...........26
7.11.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):..................................................................................26
7.11.4 Riesgos asociados a fenómenos de origen humano no intencionales (Aglomeración de público, Accidentes laborales):
26
7.11.5 Riesgos asociados a fenómenos tecnológicos (Químicos, Eléctricos, Mecánicos, Térmicos):.......................................26
7.11.6 Riesgos asociados a fenómenos naturales-tecnológicos (NATECH):.............................................................................27
7.11.7 Riesgos Específicos:......................................................................................................................................................27
8 ANALISIS Y EVALUACION..................................................................................................................................................... 27
8.1.1 1. Riesgos por Movimientos en Masa...............................................................................................................................27
8.1.2 2. Riesgos por Escorrentía Superficial y Erosión...............................................................................................................27
8.1.3 3. Riesgo Sísmico.............................................................................................................................................................. 27
8.1.4 4. Inundaciones Localizadas..............................................................................................................................................28
8.1.5 5. Riesgo de Incendios Forestales.....................................................................................................................................28
8.1.6 6. Riesgos por Accidentes Laborales.................................................................................................................................28
8.1.7 7. Riesgos por Equipos y Maquinaria................................................................................................................................28
8.1.8 8. Riesgos NATECH (Naturales-Tecnológicos)...................................................................................................................28
9 CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES................................................................................................................................ 28
TABLA DE ILUSTRACIONES
Ilustración 1. Zonificación de amenaza por movimiento en masa municipio San Vicente del Caguán..................7
Ilustración 2. Mapa de pendientes, San Vicente del Caguán...................................................................................9
Ilustración 3. Mapa Índice Topográfico de Humedad, San Vicente del Caguán..................................................10
Ilustración 4. Mapa Landslide Susceptibility Index (LSI).....................................................................................11
Ilustración 5. Amenaza por movimientos en masa................................................................................................13
Ilustración 6. Precipitación decadal Promedio Multianual....................................................................................13
1 INTRODUCCIÓN
El presente análisis de riesgos tiene como finalidad identificar, evaluar y categorizar los posibles eventos
que puedan afectar el desarrollo del proyecto “FORTALECIMIENTO DE LA INTEGRACIÓN
RURAL EN EL MARCO DEL POSCONFLICTO MEDIANTE LA CONSTRUCCIÓN DE
PUENTES RURALES EN EL MUNICIPIO DE SAN VICENTE DEL CAGUÁN,
DEPARTAMENTO DEL CAQUETÁ”, considerando tanto factores inherentes a la ejecución de las
obras como aquellos derivados de fenómenos naturales o actividades de origen antrópico.
Este estudio permite anticipar escenarios que comprometan el cumplimiento de los objetivos técnicos,
económicos y sociales del proyecto, y establece medidas de mitigación para minimizar su impacto. La
intervención propuesta contempla principalmente el mejoramiento de estructuras tipo puente, que faciliten
la conectividad rural y el acceso a bienes y servicios, con el fin de fortalecer el tejido social y productivo en
zonas históricamente afectadas por el conflicto armado.
2 DESARROLLO
El análisis y evaluación del riesgo consiste en la identificación y valoración de las amenazas, sus causas y
fuentes, así como de las posibles consecuencias y la probabilidad de su ocurrencia. Este proceso permite
relacionar la amenaza con la vulnerabilidad de los elementos expuestos, estimar los posibles impactos
sociales, económicos y ambientales, y establecer criterios técnicos para definir intervenciones orientadas a
la reducción del riesgo, la preparación para la respuesta y la recuperación.
Según estudios de zonificación de amenaza por movimientos en masa realizados a nivel veredal y de
centros poblados, se identificó que múltiples veredas del municipio presentan porcentajes significativos de
su área en condiciones de amenaza alta, superando el 40% en casos como El Cafeto, El Pescado, Laureles,
Los Andes, El Venado, La Paz, La Ilusión, entre otras. Estos resultados resaltan la necesidad de realizar
estudios más detallados en las zonas de intervención específicas del proyecto.
Es importante tener en cuenta que la amenaza no es una condición estática; factores como el cambio
climático, la dinámica del uso del suelo y los procesos de recuperación ambiental pueden modificar los
niveles de riesgo a lo largo del tiempo. En este sentido, el desarrollo del proyecto, con una adecuada
gestión de aguas lluvias y escorrentías, puede contribuir a mitigar dichas amenazas y generar condiciones
más estables para la infraestructura construida.
Ilustración 1. Zonificación de amenaza por movimiento en masa municipio San Vicente del Caguán.
3 ANALISIS MORFOMETRICO
La caracterización de las pendientes en el municipio de San Vicente del Caguán se llevó a cabo a partir del
Modelo Digital de Elevación (MDE), siguiendo los lineamientos establecidos en la Guía Metodológica para
la Zonificación de Amenaza por Movimientos en Masa del Servicio Geológico Colombiano (SGC, 2017).
En este análisis, se definieron y ajustaron los rangos de clasificación de pendientes en grados,
distribuyéndolos en siete categorías morfométricas, con el propósito de identificar zonas con mayor
susceptibilidad a procesos de inestabilidad del terreno.
El análisis espacial del ITH evidenció una correlación significativa entre las zonas con mayor humedad del
suelo y la presencia de eventos de deslizamiento, especialmente en contextos de lluvias intensas y
prolongadas, lo que refuerza la importancia de este parámetro en la evaluación integral del riesgo.
Para el caso del municipio de San Vicente del Caguán, se aplicó un enfoque multivariable que integró los
factores condicionantes más relevantes: pendiente del terreno, cobertura y uso del suelo, unidades
geológicas superficiales, subunidades geomorfológicas, curvatura del relieve e índice topográfico de
humedad (ITH). Esta combinación de variables fue seleccionada con base en metodologías reconocidas,
como la propuesta por Van Westen (2013), que establece que las condiciones bajo las cuales han ocurrido
deslizamientos en el pasado pueden considerarse indicativas de posibles eventos futuros.
A partir de la integración de estas capas temáticas y mediante la técnica de pesos de evidencia, se calculó el
Índice de Susceptibilidad a Deslizamientos (LSI, por sus siglas en inglés). Este índice representa la
suma ponderada de los factores condicionantes que inciden sobre la estabilidad del terreno.
Con base en los resultados del LSI, se generó un mapa de susceptibilidad categorizado en cuatro niveles:
Los procesos identificados incluyen deslizamientos superficiales y flujos con recorridos de hasta 100
metros. Las pendientes se encuentran entre 8° y 35°, y el relieve está compuesto por sierras denudadas,
cerros estructurales y lomeríos disectados. Predominan suelos residuales del Complejo Garzón y, en
menor medida, del Grupo Orito, con coberturas de vegetación secundaria baja y mosaicos de pastos.
Las pendientes varían de planas a moderadamente inclinadas (<4° a 16°), asociadas a llanuras de
inundación, terrazas y lomeríos poco disectados. Los suelos son predominantemente fluviales o
residuales del Grupo Orito, cubiertos por pastos limpios, pastos enmalezados y vegetación secundaria
baja.
7 ESCENARIOS DE RIESGO
Fuente: IDEAM.
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 0 y 30 mm por década),
lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia pueden
generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de infiltración, lo
que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad. Geológicamente, el
sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por lo que será necesario
implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de estabilización de taludes que
reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad intermedia, el diseño
estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
7.1.3 Riesgos asociados a fenómenos biológicos (Plagas, Epidemias):
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por
lo que será necesario implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de
estabilización de taludes que reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad
intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa
sismorresistente vigente.
7.2.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa,
Incendios forestales):
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.3 HONDURAS
7.3.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por
lo que será necesario implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de
estabilización de taludes que reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad
intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa
sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.3.7 Riesgos Específicos:
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por
lo que será necesario implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de
estabilización de taludes que reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad
intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa
sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 0 y 30 mm por década),
lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia pueden
generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de infiltración, lo
que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad. Geológicamente, el
sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por lo que será necesario
implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de estabilización de taludes que
reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad intermedia, el diseño
estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 0 y 30 mm por década),
lo que indica un régimen climático seco o semiárido. En general, las condiciones climáticas no representan
una amenaza significativa para la ejecución del proyecto. No obstante, aunque poco frecuentes, eventos
puntuales de lluvia podrían generar escorrentía superficial, especialmente en sectores con suelos
compactados o de baja infiltración, lo que podría ocasionar retrasos menores en las actividades de obra y en
el transporte de materiales.
Desde el punto de vista geológico, el sitio específico del puente se encuentra en una zona con amenaza baja
por movimientos en masa, lo cual reduce considerablemente el riesgo de deslizamientos. Aun así, como
medida preventiva, se recomienda incorporar elementos básicos de manejo de aguas superficiales, como
cunetas y filtros, para mantener la estabilidad del terreno y prevenir acumulaciones de agua. Aunque la
región presenta sismicidad intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios
establecidos en la normativa sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, pero el área del proyecto se encuentra
en condición de amenaza baja, lo que reduce la necesidad de medidas geotécnicas complejas. Aun así, se
recomienda mantener obras básicas de drenaje para prevenir acumulaciones de agua. Aunque la
precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias aisladas que generen escorrentía superficial, por
lo que el diseño debe incluir soluciones hidráulicas sencillas. El riesgo de incendios forestales es bajo, pero
se deben evitar quemas abiertas y asegurar una adecuada gestión de residuos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, pero el área del proyecto se encuentra
en condición de amenaza baja, lo que reduce la necesidad de medidas geotécnicas complejas. Aun así, se
recomienda mantener obras básicas de drenaje para prevenir acumulaciones de agua. Aunque la
precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias aisladas que generen escorrentía superficial, por
lo que el diseño debe incluir soluciones hidráulicas sencillas. El riesgo de incendios forestales es bajo, pero
se deben evitar quemas abiertas y asegurar una adecuada gestión de residuos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.7.7 Riesgos Específicos:
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 0 y 30 mm por década),
lo que indica un régimen climático seco o semiárido. En general, las condiciones climáticas no representan
una amenaza significativa para la ejecución del proyecto. No obstante, aunque poco frecuentes, eventos
puntuales de lluvia podrían generar escorrentía superficial, especialmente en sectores con suelos
compactados o de baja infiltración, lo que podría ocasionar retrasos menores en las actividades de obra y en
el transporte de materiales.
Desde el punto de vista geológico, el sitio específico del puente se encuentra en una zona con amenaza baja
por movimientos en masa, lo cual reduce considerablemente el riesgo de deslizamientos. Aun así, como
medida preventiva, se recomienda incorporar elementos básicos de manejo de aguas superficiales, como
cunetas y filtros, para mantener la estabilidad del terreno y prevenir acumulaciones de agua. Aunque la
región presenta sismicidad intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios
establecidos en la normativa sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, pero el área del proyecto se encuentra
en condición de amenaza baja, lo que reduce la necesidad de medidas geotécnicas complejas. Aun así, se
recomienda mantener obras básicas de drenaje para prevenir acumulaciones de agua. Aunque la
precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias aisladas que generen escorrentía superficial, por
lo que el diseño debe incluir soluciones hidráulicas sencillas. El riesgo de incendios forestales es bajo, pero
se deben evitar quemas abiertas y asegurar una adecuada gestión de residuos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.9 LA CAMPANA
7.9.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio específico del puente presenta una amenaza media por movimientos en masa, por
lo que será necesario implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de
estabilización de taludes que reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad
intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa
sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. Debido a la amenaza media por movimientos en masa en el sitio del puente es
recomendable tomar medidas de monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de
construcción. Aunque la precipitación promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que
generen acumulaciones rápidas de agua, por lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes
en el diseño. El riesgo de incendios forestales se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles
sobre quemas abiertas y asegurar una adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio del puente presenta una amenaza alta por movimientos en masa, por lo que será
necesario implementar obras de drenaje, control de escorrentía y estabilización de taludes que reduzcan el
riesgo de deslizamientos. Adicionalmente, se ha identificado que el puente Cristo Rey se encuentra
directamente sobre la Falla de Santana Ramos, lo cual requiere un análisis geotécnico detallado y un diseño
estructural reforzado. Aunque la región presenta sismicidad intermedia, el diseño del puente deberá cumplir
con la normativa sismorresistente vigente para garantizar su seguridad.
7.10.2 Riesgos asociados a fenómenos socio-naturales (Inundaciones, Remociones en masa,
Incendios forestales):
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. La amenaza alta por movimientos en masa en el sitio del puente exige medidas de
monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de construcción. Aunque la precipitación
promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que generen acumulaciones rápidas de agua, por
lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes en el diseño. El riesgo de incendios forestales
se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles sobre quemas abiertas y asegurar una
adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.11 CHORRERAS
7.11.1 Riesgos asociados a fenómenos de origen natural (Atmosféricos, Hidrológicos, Geológicos):
El área del proyecto se localiza en una zona con baja precipitación promedio (entre 30 y 60 mm por
década), lo que indica un régimen climático seco o semiárido. Sin embargo, eventos puntuales de lluvia
pueden generar escorrentía superficial significativa, especialmente en suelos con baja capacidad de
infiltración, lo que podría afectar el cronograma de obra, el transporte de materiales y la movilidad.
Geológicamente, el sitio específico del puente presenta una amenaza alta por movimientos en masa, por lo
que será necesario implementar obras de drenaje y control de escorrentía, así como el diseño de
estabilización de taludes que reduzcan el riesgo de deslizamientos. Aunque la región presenta sismicidad
intermedia, el diseño estructural del puente debe cumplir con los criterios establecidos en la normativa
sismorresistente vigente.
El municipio presenta zonas con amenaza por remociones en masa, y el área del proyecto no está exenta de
esta condición. La amenaza alta por movimientos en masa en el sitio del puente exige medidas de
monitoreo y mitigación geotécnica, especialmente durante la fase de construcción. Aunque la precipitación
promedio es baja, pueden presentarse lluvias concentradas que generen acumulaciones rápidas de agua, por
lo que es fundamental incorporar obras hidráulicas eficientes en el diseño. El riesgo de incendios forestales
se considera bajo, aunque se recomienda mantener controles sobre quemas abiertas y asegurar una
adecuada disposición de residuos sólidos.
El uso de maquinaria y equipos implica riesgos mecánicos y eléctricos inherentes a cualquier obra civil.
Estos deben ser gestionados mediante un plan de seguridad y salud en el trabajo, capacitación del personal
y control sobre el uso y almacenamiento de materiales y combustibles.
Aunque no se identifican riesgos NATECH específicos en la zona, deben considerarse medidas preventivas
ante la posibilidad de eventos naturales que puedan activar incidentes tecnológicos, como derrames de
combustible o fallos eléctricos.
7.11.7 Riesgos Específicos:
8 ANALISIS Y EVALUACION
El proyecto de mejoramiento de 11 puentes rurales en el municipio de San Vicente del Caguán se desarrolla
en una región con régimen climático seco a semiárido, con una precipitación promedio baja (0 a 60 mm por
década). Aunque este régimen limita la ocurrencia de fenómenos hidrometeorológicos extremos, se deben
considerar ciertos riesgos naturales, tecnológicos y antrópicos durante la ejecución y operación de las
obras.
Los sitios de implantación de los puentes se ubican en áreas con amenaza media a alta por movimientos
en masa, de acuerdo con la zonificación municipal. No obstante, las laderas aledañas a los puntos de
obra presentan baja pendiente y no constituyen taludes críticos. Aun así, se recomienda implementar
obras básicas de drenaje y control de escorrentía para evitar saturación de suelos y garantizar la
estabilidad del terreno intervenido. Estas medidas también ayudan a prevenir erosión superficial en
zonas expuestas durante la fase constructiva.
Eventos de lluvia concentrada pueden generar escorrentía significativa, especialmente en suelos con baja
capacidad de infiltración. Esto podría afectar la movilidad, los accesos temporales y la manipulación de
materiales. Se deben instalar cunetas, zanjas perimetrales y barreras de control de sedimentos en los
frentes de obra, así como garantizar la estabilidad de superficies expuestas mediante técnicas temporales
de protección.
El área del proyecto se encuentra en una zona de amenaza sísmica intermedia. Los diseños estructurales
de los puentes cumplen con los lineamientos establecidos en la normativa sismorresistente vigente,
considerando las solicitaciones sísmicas esperadas para la región, el tipo de suelo, y la categoría
estructural de las obras.
Aunque el régimen de lluvias en la región es bajo, pueden ocurrir eventos de precipitación intensa que
generen aumentos súbitos en el caudal de las quebradas que atraviesan los sitios de los puentes, lo cual
podría afectar los accesos y las zonas de trabajo. Para mitigar estos efectos, se contempla la
implementación de obras hidráulicas complementarias, tales como canales de desagüe, sistemas de
drenaje transversal y adecuación de pendientes, con el fin de garantizar un manejo eficiente del agua y
prevenir encharcamientos o afectaciones a la movilidad durante la fase constructiva.
El riesgo de incendios forestales en la zona se considera bajo. Sin embargo, se recomienda implementar
medidas preventivas como la prohibición de quemas abiertas en el área de influencia del proyecto,
disposición adecuada de residuos sólidos, y sensibilización comunitaria sobre el manejo del fuego,
especialmente en épocas secas.
Durante la fase de construcción pueden presentarse riesgos típicos de obra como caídas, cortes, golpes y
atrapamientos. Se contará con un Plan de Seguridad y Salud en el Trabajo (SST) que incluirá protocolos
específicos, uso obligatorio de elementos de protección personal (EPP), capacitación continua del
personal y señalización adecuada de las áreas de trabajo.
El uso de maquinaria pesada y equipos eléctricos implica riesgos mecánicos, eléctricos y térmicos. Estos
serán gestionados mediante procedimientos de seguridad operativa, mantenimiento preventivo, control
de accesos a zonas críticas y almacenamiento seguro de combustibles y materiales peligrosos.
Aunque no se identifican riesgos NATECH relevantes, se consideran medidas preventivas ante posibles
incidentes como derrames de combustible causados por lluvias o por volcamiento de maquinaria. Se
prevén sistemas de contención, disposición adecuada de residuos peligrosos y procedimientos de
atención ante emergencias ambientales.
9 CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES
El área del proyecto se caracteriza por un régimen climático de baja precipitación (0 a 60 mm por década),
lo cual minimiza riesgos por inundaciones generalizadas. Sin embargo, se identifican eventos de lluvia
puntual que pueden generar escorrentía superficial, afectando la movilidad y el cronograma de obra.
La mayoría de los puntos donde se ubican los puentes presentan amenaza baja a media por movimientos
en masa, lo cual implica un riesgo manejable mediante obras de drenaje y estabilización básica.
Existen dos casos críticos que requieren especial atención: los puentes Cristo Rey y Chorreras, ambos
con amenaza alta por movimientos en masa, lo que demanda un enfoque técnico riguroso en las fases de
diseño, construcción y operación.
En el caso específico del puente Cristo Rey, se identificó que la estructura se ubica directamente sobre la
Falla de Santana Ramos, una falla geológica de tipo rumbo dextral.
Incorporar sistemas de drenaje eficientes en todos los puentes para mitigar los efectos de lluvias
concentradas y evitar acumulación de agua en zonas de trabajo y acceso.
En puentes con amenaza media, como medida preventiva, se recomienda implementar control de
escorrentía, revegetalización de taludes, monitoreo periódico de estabilidad y protocolos de manejo de
lluvias.
Realizar estudios geotécnicos detallados que permitan modelar la estabilidad del terreno en
condiciones extremas.
Mantener un sistema de monitoreo activo durante la fase constructiva y operativa, con alertas
tempranas en caso de movimientos inusuales.
En el caso particular del puente Cristo Rey, el diseño estructural debe considerar explícitamente la
presencia de la Falla de Santana Ramos, aplicando criterios sismorresistentes reforzados y adaptaciones
que minimicen la vulnerabilidad ante posibles desplazamientos tectónicos.
Finalmente, promover buenas prácticas de manejo de residuos y control de quemas en la zona de obra,
especialmente en época seca, para evitar riesgos ambientales adicionales.