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Oiml R-76

La OIML R 76-1: 2006 es una recomendación internacional que establece los requisitos técnicos y metrológicos para instrumentos de pesar de funcionamiento no automático. El documento incluye definiciones, principios, requisitos metrológicos y técnicos, así como procedimientos de ensayo y certificación. Su objetivo es armonizar las regulaciones metrológicas entre los Estados Miembros de la OIML.
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Oiml R-76

La OIML R 76-1: 2006 es una recomendación internacional que establece los requisitos técnicos y metrológicos para instrumentos de pesar de funcionamiento no automático. El documento incluye definiciones, principios, requisitos metrológicos y técnicos, así como procedimientos de ensayo y certificación. Su objetivo es armonizar las regulaciones metrológicas entre los Estados Miembros de la OIML.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Recomendación OIML R 76-1


Internacional Edición 2006 (E)

Instrumentos de pesar de funcionamiento no automático

Parte 1: Requerimientos técnicos y metrológicos - Tests

Organización Internacional
de Metrología Legal

1
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
Prólogo............................................................................................................................................................... 6

T Terminología.................................................................................................................................... 8

T.1 Definiciones generales..................................................................................................................... 8

T.2 Construcción de un instrumento.................................................................................................... 11

T.3 Características metrológicas de un instrumento............................................................................. 18

T.4 Propiedades metrológicas de un instrumento................................................................................ 20

T.5 Indicaciones y errores...................................................................................................................... 20

T.6 Influencias y condiciones de referencia.......................................................................................... 25

T.7 Ensayo de desempeño..................................................................................................................... 26

T.8 Índice de los términos definidos...................................................................................................... 26

T.9 Abreviaturas y símbolos.................................................................................................................. 30

1 Objeto.............................................................................................................................................. 35

2 Principios de la recomendación....................................................................................................... 35

2.1 Unidades de medida........................................................................................................................ 35

2.2 Principios de los requisitos metrológicos........................................................................................ 35

2.3 Principios de los requisitos técnicos................................................................................................ 35

2.4 Aplicación de los requisitos............................................................................................................. 36

2.5 Terminología.................................................................................................................................... 36

3 Requisitos metrológicos.................................................................................................................. 36

3.1 Principios de clasificación................................................................................................................ 36

3.2 Clasificación de instrumentos.......................................................................................................... 37

3.3 Requisitos adicionales para instrumentos multi intervalo.............................................................. 38

3.4 Dispositivos indicadores auxiliares.................................................................................................. 39

3.5 Errores máximos tolerados.............................................................................................................. 41

3.6 Diferencias permitidas entre resultados......................................................................................... 42

3.7 Patrones de ensayo......................................................................................................................... 43

3.8 Movilidad……………........................................................................................................................... 44

3.9 Variaciones debidas a las magnitudes de influencia y el tiempo.................................................... 44

3.10 Aprobación de Modelo: ensayos y evaluación................................................................................ 48

4 Requisitos técnicos para instrumentos con indicación automática o semiautomática................... 55

4.1 Requisitos generales de construcción............................................................................................. 56

2
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
4.2 Indicación de los resultados de pesar.............................................................................................. 58

4.3 Dispositivos indicadores analógicos................................................................................................ 60

4.4 Dispositivos indicadores dgitales..................................................................................................... 63

4.5 Dispositivo de puesta a cero y dispositivo de mantenimiento (seguimiento) del cero................... 64

4.6 Dispositivos de Tara......................................................................................................................... 66

4.7 Dispositivos de tara predeterminada.............................................................................................. 71

4.8 Posiciones de bloqueo..................................................................................................................... 72

4.9 Dispositivos auxiliares de verificación (removibles o fijos) ............................................................. 73

4.10 Selección de rangos de pesar en un instrumento multi rango........................................................ 73

4.11 Dispositivos de selección (o conmutación) entre varios dispositivos receptores y/o transmisores

de carga y varios dispositivos de medición de carga....................................................................... 73

4.12 Instrumentos de comparación "más y menos"............................................................................... 74

4.13 Instrumentos para la venta directa al público................................................................................. 74

4.14 Requisitos adicionales para instrumentos calculadores de precio para la venta directa al púbico 77

4.15 Instrumentos similares a los normalmente utilizados para la venta directa al público.................. 79

4.16 Instrumentos etiquetadores de precio............................................................................................ 79

4.17 Instrumentos contadores mecánicos con receptor de peso unitario.............................................. 80

4.18 Requerimientos técnicos adicionales para instrumentos móviles (ver también [Link])................ 80

4.19 Instrumentos portátiles para pesar vehículos de carretera............................................................ 81

4.20 Modos de operación........................................................................................................................ 82

5 Requisitos técnicos para los instrumentos electrónicos.................................................................. 83

5.1 Requisitos generales........................................................................................................................ 83

5.2 Reacción a fallas significativas......................................................................................................... 84

5.3 Requisitos de funcionamiento......................................................................................................... 84

5.4 Ensayos de desempeño y de estabilidad de la pendiente (span stability)...................................... 85

5.5 Requisitos adicionales para dispositivos electrónicos controlados por software........................... 86

6 Requisitos técnicos para los instrumentos con indicación no automática...................................... 93

6.1 Sensibilidad mínima......................................................................................................................... 93

6.2 Soluciones aceptables para los dispositivos indicadores................................................................. 94

6.3 Condiciones de construcción........................................................................................................... 95

6.4 Astil simple de brazos iguales.......................................................................................................... 96

3
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
6.5 Astil simple de relación 1/10........................................................................................................... 96

6.6 Instrumento simple con pesas cursoras (Romanas)...................................................................... 97

6.7 Instrumentos Roberval y Béranger.................................................................................................. 98

6.8 Instrumentos con plataformas de relación 1/10. Plataformas decimales....................................... 99

6.9 Instrumentos con un dispositivo medidor de carga con pesas cursoras accesibles

(del tipo romana)…………………………………….…………………………………………………………………………………. 100

7 Marcado de instrumentos y módulos.............................................................................................. 100

7.1 Marcas descriptivas......................................................................................................................... 100

7.2 Marcas de verificación..................................................................................................................... 105

8 Controles metrológicos................................................................................................................... 106

8.1 Obligatoriedad de controles metrológicos...................................................................................... 106

8.2 Aprobación de Modelo.................................................................................................................... 106

8.3 Verificación inicial............................................................................................................................ 109

8.4 Controles metrológicos posteriores................................................................................................ 111

Anexo A Procedimientos de ensayo para instrumentos de pesar de funcionamiento no automático......... 112

A.1 Examen administrativo (ver el apartado 8.2.1)............................................................................... 112

A.2 Comparación entre la construcción y la documentación (8.2.2)..................................................... 112

A.3 Examen inicial.................................................................................................................................. 112

A.4 Ensayos de desempeño................................................................................................................... 112

A.5 Factores de influencia...................................................................................................................... 124

A.6 Ensayo de durabilidad (ver el apartado [Link]).............................................................................. 128

Anexo B Ensayos adicionales para instrumentos electrónicos...................................................................... 130

B.1 Requisitos generales para Instrumentos electrónicos Bajo Ensayo (IBE)........................................ 130

B.2 Calor húmedo, régimen estable...................................................................................................... 130

B.3 Ensayos de desempeño para perturbaciones.................................................................................. 131

B.4 Ensayo de estabilidad de la pendiente (span stability).................................................................... 138

Anexo C Ensayo y certificación de indicadores y dispositivos de procesamiento de datos analógicos,

como módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no automático............................... 141

C.1 Requisitos aplicables....................................................................................................................... 141

C.2 Principios generales de ensayo....................................................................................................... 143

C.3 Ensayos............................................................................................................................................ 146

4
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
C.4 Certificados OIML............................................................................................................................ 151

Anexo D Ensayo y certificación de dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y pantallas

digitales, como módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no automático................ 155

D.1 Requisitos aplicables....................................................................................................................... 155

D.2 Principios generales de ensayo....................................................................................................... 156

D.3 Ensayos............................................................................................................................................ 157

D.4 Certificados OIML............................................................................................................................ 157

Anexo E Ensayo y certificación de módulos de pesaje como módulos de instrumentos de pesar

de funcionamiento no automático………………………………………..………………..…………………………………. 160

E.1 Requisitos aplicables....................................................................................................................... 160

E.2 Principios generales de ensayo....................................................................................................... 161

E.3 Ensayos............................................................................................................................................ 161

E.4 Certificados OIML............................................................................................................................ 162

Anexo F Verificación de compatibilidad de módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento

no automático…………………………………………………………………………………………………………………………… 164

F.1 Instrumentos de pesar..................................................................................................................... 164

F.2 Celdas de carga ensayadas por separado........................................................................................ 166

F.3 Indicadores y dispositivos de procesamientos de datos analógicos ensayados por separado....... 168

F.4 Verificaciones de compatibilidad de módulos con salida analógica................................................ 169

F.5 Verificaciones de compatibilidad de módulos con salida digital..................................................... 173

F.6 Ejemplos de verificaciones de compatibilidad de módulos con salida analógica........................... 173

Anexo G Evaluación y ensayos adicionales para dispositivos e instrumentos digitales controlados

por software………………………………………..…………………………………………………………………………………….. 181

G.1 Dispositivos e instrumentos con software embebido (5.5.1).......................................................... 181

G.2 Computadoras personales y otros dispositivos con software programable o cargable (5.5.2)....... 181

G.3 Dispositivos de almacenamiento de datos (5.5.3)........................................................................... 183

G.4 Formato del informe de ensayo...................................................................................................... 184

Bibliografía......................................................................................................................................................... 185

5
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

PRÓLOGO

La Organización Internacional de Metrología Legal (OIML) es una organización mundial, e


intergubernamental, cuyo objetivo primario es armonizar las regulaciones y los controles
metrológicos, de sus Estados Miembros, aplicados por los servicios metrológicos nacionales u
organizaciones relacionadas. Las categorías principales de las publicaciones de OIML son:

 Recomendaciones Internacionales (OIML R): son regulaciones modelo, que


establecen las características metrológicas requeridas por ciertos instrumentos de
medición y, que especifican métodos y equipamiento para verificar su
conformidad. Los Estados Miembro de OIML implementarán estas
Recomendaciones, en la mayor medida posible;

 Documentos Internacionales (OIML D): son documentos de naturaleza


informativa, que pretenden armonizar y mejorar el trabajo en el campo de la
metrología legal;

 Guías Internacionales (OIML G): son documentos de naturaleza informativa, como


los anteriores, que pretenden dar directrices para la aplicación de ciertos
requerimientos de la metrología legal; y

 Publicaciones Básicas Internacionales (OIML B): definen las reglas operativas de


los varios sistemas y estructuras de OIML.

Los Proyectos de Recomendaciones, Documentos y Guías, son desarrollados por Comisiones


Técnicas o Subcomisiones, que incluyen representantes de los Estados Miembros. Algunas
instituciones internacionales y regionales también participan de una consulta base. Se han
establecido acuerdos cooperativos entre OIML y ciertas instituciones, tales como ISO y la IEC, con
el objetivo de evitar requisitos contradictorios. Consecuentemente, los fabricantes y usuarios de
instrumentos de medida, laboratorios de ensayo, etc… pueden aplicar de manera simultánea las
publicaciones OIML y las de otras instituciones.

Las Recomendaciones Internacionales, los Documentos, las Guías y las Publicaciones Básicas se
publican en inglés (E) y se traducen al francés (F), y están sujetas a revisiones periódicas.

Adicionalmente la OIML publica o participa en las publicaciones de Vocabularios (OIML V) y


periódicamente comisiona a expertos en metrología legal para escribir Reportes de Expertos
(OIML E). Los Reportes de Expertos tienen como objetivo proporcionar información y
asesoramiento, y están escritos solamente desde el punto de vista de su autor, sin la participación
de una Comisión o de una Subcomisión Técnica, ni de la Comisión Internacional de Metrología
Legal. Por lo tanto, no necesariamente representan el punto de vista de la OIML.

Esta publicación – referencia OIML R 76-1, Edición 2006- fue desarrollada por la Subcomisión
Técnica TC 9/SC 1 Instrumentos de funcionamiento No automático. Fue aprobada para su
6
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

publicación final, por la Comisión Internacional de Metrología Legal en el año 2006 y será enviada
a la Conferencia Internacional de Metrología Legal en el año 2008, para recibir una sanción formal.
Reemplaza a la edición previa de R 76-1 (1992).

Las Publicaciones OIML se puede descargar de la página web de la OIML con formato de archivos
PDF. Información adicional sobre Publicaciones de OIML se pueden solicitar a la Jefatura de la
Organización.

Bureau International de Métrologie Légale


11, rue Turgot - 75009 Paris - France
Téléphone: 33 (0)1 48 78 12 82
Fax: 33 (0)1 42 82 17 27
E-mail: biml@[Link]
Internet: [Link]

7
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

TERMINOLOGÍA

(Términos, definiciones y referencias)

La terminología utilizada en esta Recomendación cumple con el “Vocabulario Internacional de


Términos Básicos y Generales de Metrología” (VIM) *1+, el “Vocabulario Internacional de Términos
de Metrología Legal” (VIML) *2+, el “Sistema de Certificados OIML para Instrumentos de Medición”
[3] y otras publicaciones relevantes de OIML. Además, para los fines de esta Recomendación, se
aplican las siguientes definiciones. En T.8, se puede encontrar un índice de todos los términos,
definiciones y referencias definidos más abajo.

T.1 Definiciones Generales

T.1.1 Instrumento de pesar


Instrumento de medición que sirve para determinar la masa de un cuerpo utilizando la acción de la
gravedad sobre este cuerpo.

Nota: En esta Recomendación, se utiliza preferentemente el término “masa” (o “valor de peso”) en


el sentido de “masa convencional” o “valor convencional del resultado de pesar en el aire” de
acuerdo con R 111 y D 28, mientras que se utiliza preferentemente el término “peso” para una
representación física (es decir medida material) de la masa que se regula con respecto a sus
características físicas y metrológicas.

El instrumento también puede ser utilizado para determinar otras cantidades, magnitudes,
parámetros o características relacionadas con la masa determinada.

De acuerdo con su método de operación, un instrumento de pesar se clasifica como un


instrumento de pesar de funcionamiento automático o un instrumento de pesar de
funcionamiento no automático.

T.1.2 Instrumento de pesar de funcionamiento no automático


Instrumento que requiere la intervención de un operador durante el proceso de pesar para decidir
si el resultado del pesaje es aceptable.

Nota 1: Decidir si el resultado del pesaje es aceptable, incluye cualquier acción inteligente por parte
del operador que afecte el resultado, tales como ejercer una acción cuando una indicación es
estable o ajustar la masa de la carga pesada y tomar una decisión con respecto a la aceptación de
cada resultado de pesaje al observar la indicación o realizar una salida de impresión. Un proceso de
pesar no automático permite al operador ejercer una acción (es decir, ajustar la carga, ajustar el
precio unitario, determinar que la carga sea aceptable, etc.) que influye en el resultado de pesaje
en el caso que éste no sea aceptable.

Nota 2: En caso de duda con respecto a si un instrumento es un instrumento de pesar de


funcionamiento no automático o automático, las definiciones para instrumentos de pesar
8
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
automáticos dadas en las Recomendaciones OIML R 50, R 51, R 61, R106, R 107 y R 134 tienen
prioridad frente a los criterios de la Nota 1 de más arriba.

Un instrumento de pesar de funcionamiento no automático puede:

 ser graduado o no graduado; o

 ser con indicación automática, con indicación semiautomática o con indicación no


automática.

Nota: En esta Recomendación, a un instrumento de pesar de funcionamiento no automático se lo llama


“instrumento”.

T.1.2.1 Instrumento graduado


Instrumento que permite la lectura directa del resultado del pesaje completo o parcial.

T.1.2.2 Instrumento no graduado


Instrumento no equipado con una escala numerada en unidades de masa.

T.1.2.3 Instrumento con indicación automática


Instrumento en el cual la posición de equilibrio se obtiene sin la intervención de un operador.

T.1.2.4 Instrumento con indicación semiautomática


Instrumento con un rango de pesar con indicación automática en el cual el operador interviene
para modificar los límites de este rango.

T.1.2.5 Instrumento con indicación no automática


Instrumento en el cual la posición de equilibrio es obtenida completamente por el operador.

T.1.2.6 Instrumento electrónico


Instrumento equipado con dispositivos electrónicos.

T.1.2.7 Instrumento con escalas de precio


Instrumento que indica el precio a pagar mediante tablas de precios o escalas relacionadas con un
rango de precios unitarios.

T.1.2.8 Instrumento calculador de precio


Instrumento que calcula el precio a pagar en base al valor de peso indicado y el precio unitario.

T.1.2.9 Instrumento etiquetador de precio


Instrumento calculador de precio que imprime el valor de peso, el precio unitario y el precio a
pagar por pre-empaques.

9
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.1.2.10 Instrumento de autoservicio


Instrumento que está destinado a ser utilizado por el cliente.

T.1.2.11 Instrumento móvil


Instrumento de pesar de funcionamiento no automático montado o incorporado en un vehículo.

Nota 1: Un instrumento montado en un vehículo es un instrumento de pesar completo que se


monta fijamente en un vehículo y que está diseñado para ese fin especial.
Ejemplo: Balanza postal montada en un vehículo (oficina postal móvil).

Nota 2: Un instrumento incorporado a un vehículo utiliza partes de ese vehículo para el


instrumento de pesar.
Ejemplo: Pesadores de basura, elevadores de pacientes, elevadores de paletas, horquillas
elevadoras con pesador incorporado, pesadores para sillas de ruedas.

T.1.2.12 Instrumento portátil para pesar vehículos en carreteras


Instrumento de pesar de funcionamiento no automático que posee receptor de carga en una o
varias partes, que determina la masa total del vehículo pesado y que está diseñado para ser de
instalación móvil.

Ejemplo: Puente de pesaje portátil, grupo de balanzas asociadas y no automáticas, de pesar por eje
(o por rueda).

Nota: Esta recomendación cubre solamente puentes de pesaje y grupos de balanzas asociadas y no
automáticas, de pesar por eje (o por rueda) que determinan simultáneamente la masa total de un
vehículo con todos los ejes (o ruedas) apoyados simultáneamente en partes apropiadas de un
receptor de carga.

T.1.2.13 Instrumento de clasificación


Instrumento que asigna un resultado de pesaje a un rango predeterminado de masa, para
determinar una tarifa o tasa.

Ejemplo: Balanzas postales, pesadores de basura.

T.1.3 Indicaciones de un instrumento


Valor de una magnitud proporcionada por un instrumento de medición.

Nota: Los términos “indicación”, “indicar” o “indicador” incluyen tanto al visor como a la
impresión.

T.1.3.1 Indicaciones primarias


Indicaciones, señales y símbolos que están sujetos a los requisitos de esta Recomendación.

T.1.3.2 Indicaciones secundarias


Indicaciones, señales y símbolos que no son indicaciones primarias.
10
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.2 Construcción de un instrumento


En esta Recomendación, el término “dispositivo” se utiliza para designar cualquier medio por
intermedio del cual se realice una función específica, independientemente de cómo se ejecute
físicamente esa acción: por ejemplo, mediante un mecanismo o tecla que inicie una operación. El
dispositivo puede ser una parte pequeña o una parte principal de un instrumento.

T.2.1 Dispositivos principales

T.2.1.1 Receptor de carga


Parte del instrumento destinado a recibir la carga.

T.2.1.2 Dispositivo transmisor de carga


Parte del instrumento que sirve para transmitir al dispositivo de medición de carga, la fuerza
producida por la carga que actúa sobre el receptor de carga.

T.2.1.3 Dispositivo de medición de carga


Parte del instrumento que sirve para medir la masa de la carga mediante un dispositivo
equilibrador de la fuerza que proviene del dispositivo transmisor de carga y un dispositivo
indicador o impresor.

T.2.2 Módulo
Parte identificable de un instrumento que realiza una función específica o funciones específicas y
que se puede evaluar por separado, de acuerdo con los requisitos específicos de funcionamiento,
metrológicos y técnicos, que figuran en la Recomendación pertinente. Los módulos de un
instrumento de pesar están sujetos a límites de errores parciales específicos.

Nota: Típicos módulos de un instrumento de pesar son: celda de carga, indicador,


dispositivo de procesamiento de datos analógicos o digitales, módulo de pesaje, terminal,
pantalla o display primario.

Se pueden emitir Certificados OIML independientes de acuerdo con R 76 para los módulos
mencionados en T.2.2.2-T.2.2.7.

11
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Celda de carga analógica (T.2.2.1) 2


Celda de carga digital (T.2.2.1) 2 + 3 + (4)*
Indicador (T.2.2.2) (3) + 4 + (5) + (6) + 7
Dispositivo de procesamiento de datos analógicos (T.2.2.3) 3 + 4 + (5) + (6)
Dispositivo de procesamiento de datos digitales (T.2.2.4) (4) + 5 + (6)
Terminal (T.2.2.5) (5) + 6 + 7
Pantalla primaria (T.2.2.6) 7
Módulo de pesaje (T.2.2.7) 1 + 2 + 3 + 4 + (5) + (6)

* Los números entre paréntesis indican opciones.

T.2.2.1 Celda de carga [OIML R 60: 2000, 2.1.2]


Transductor de fuerza que, después de tomar en cuenta los efectos de la aceleración de la
gravedad y el empuje del aire en el lugar donde está instalada, mide la masa convirtiendo la
magnitud medida (masa) en otra magnitud medida (salida).

Nota: A las celdas de carga equipadas con electrónica que incluyen amplificador, conversor
analógico-digital (CAD), y dispositivo de procesamiento de datos (opcionalmente), se les llama
celdas de carga digitales (ver la Figura 1).

T.2.2.2 Indicador
Dispositivo electrónico de un instrumento que puede realizar la conversión analógica a digital
de la señal de salida de la celda de carga y que además procesa los datos y muestra el resultado de
pesar en unidades de masa.
12
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.2.2.3 Dispositivo de procesamiento de datos analógicos


Dispositivo electrónico de un instrumento que realiza la conversión de analógica a digital de la
señal de salida de la celda de carga, procesa los datos y proporciona el resultado del pesaje en un
formato digital mediante una interfaz digital sin mostrarlo. Opcionalmente, puede tener una o
más teclas (o ratón, pantalla táctil, etc.) para operar el instrumento.

T.2.2.4 Dispositivo de procesamiento de datos digitales


Dispositivo electrónico de un instrumento que procesa los datos y proporciona el resultado del
pesaje en un formato digital mediante una interfaz digital sin mostrarlo. Opcionalmente, puede
tener una o más teclas (o ratón, pantalla táctil, etc.) para operar el instrumento.

T.2.2.5 Terminal
Dispositivo digital que tiene una o más teclas (o ratón, pantalla táctil, etc.) para operar el
instrumento y una pantalla para proporcionar los resultados del pesaje, transmitidos mediante la
interfaz digital de un módulo de pesaje o de un dispositivo de procesamiento de datos analógicos.

T.2.2.6 Pantalla digital (Display digital)


Una pantalla o display digital, puede ser una pantalla primaria
o una pantalla secundaria.

a) Pantalla primaria: Incorporada en el gabinete del indicador o en el gabinete del terminal o


materializada como pantalla en un gabinete separada (es decir, terminal sin teclas), por
ejemplo, para ser utilizada en combinación con un módulo de pesaje.

b) Pantalla secundaria: Dispositivo periférico adicional (opcional) que repite el resultado del
pesaje y cualquier otra indicación primaria, o proporciona información no metrológica
adicional.

Nota: Los términos “pantalla primaria” y “pantalla secundaria” no deben confundirse con los
términos “indicación primaria” e “indicación secundaria” (T.1.3.1 y T.1.3.2).

T.2.2.7 Módulo de pesaje


Parte del instrumento de pesar que comprende todos los dispositivos mecánicos y
electrónicos (es decir, receptor de carga, dispositivo transmisor de carga, celda de carga y
dispositivo de procesamiento de datos analógicos o dispositivo de procesamiento de datos
digitales) pero que no tiene los medios para visualizar el resultado del pesaje. Opcionalmente,
puede tener dispositivos para procesar además los datos (digitales) y operar el instrumento.

T.2.3 Partes electrónicas

T.2.3.1 Dispositivo electrónico [OIML D11: 2004, 3.2]


Dispositivo que emplea subconjuntos electrónicos y que realiza una función específica.

Por lo general, los dispositivos electrónicos son fabricados como unidades separadas y pueden ser
ensayados independientemente.

13
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
Nota: Un dispositivo electrónico, según esta definición, puede ser un instrumento completo (por
ejemplo: un instrumento para la venta directa al público), un módulo (por ejemplo: indicador,
dispositivo de procesamiento de datos analógicos, módulo de pesa) o un dispositivo periférico (por
ejemplo: impresora, pantalla secundaria).

T.2.3.2 Subconjunto electrónico [OIML D11: 2004, 3.3]


Parte de un dispositivo electrónico que utiliza componentes electrónicos y tiene por sí mismo
una función reconocible.

Ejemplos: Conversor analógico-digital, pantalla

T.2.3.3 Componente electrónico [OIML D11: 2004, 3,4]


Pequeña unidad física que utiliza electrones o conducción por huecos en semiconductores, en
gases o en vacío.

Ejemplos: Tubo electrónico, transistor, circuito integrado.

T.2.3.4 Dispositivo digital


Dispositivo electrónico que sólo realiza funciones digitales y proporciona una salida o
indicación digital.

Ejemplos: Impresora, pantalla primaria o secundaria, teclado, terminal dispositivo de


almacenamiento de datos, computadora personal.

T.2.3.5 Dispositivo periférico


Dispositivo adicional que repite o que además procesa el resultado del pesaje y otras
indicaciones primarias.

Ejemplos: Impresora, pantalla secundaria, teclado, terminal, dispositivo de almacenamiento de


datos, computadora personal.

T.2.3.6 Interfase de protección


Interfase (hardware y/o software) que permite introducir en el dispositivo de procesamiento de
datos de un instrumento, módulo o componente electrónico sólo aquellos datos que no pueden:

 mostrar información que no está definida claramente y que puede ser tomada como si
fuera un resultado del pesaje;

 falsificar resultados de pesaje o indicaciones primarias, visualizadas, procesadas o


almacenadas; o

 ajustar el instrumento o cambiar cualquier factor de ajuste, salvo liberar un procedimiento


de ajuste con dispositivos incorporados o también en el caso de instrumentos de clase I
con pesas de ajuste externas.

T.2.4 Dispositivo indicador (de un instrumento de pesar)


Dispositivo que proporciona el resultado de pesaje en forma visual.

14
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.2.4.1 Componente indicador


Componente que muestra el equilibrio y/o el resultado.

 En un instrumento con una sola posición de equilibrio, muestra solamente el equilibrio.

 En un instrumento con varias posiciones de equilibrio, muestra tanto el equilibrio como el


resultado.

T.2.4.2 Marca de escala


Línea u otra marca en un componente del indicador que corresponde a un valor de masa
específico.

T.2.5 Dispositivos indicadores auxiliares

T.2.5.1 Jinetillo
Pesa móvil de masa pequeña que puede colocarse y moverse en una barra graduada que
forma un conjunto con el transmisor o en el mismo transmisor.

T.2.5.2 Dispositivo de interpolación de lectura (vernier o nonio)


Dispositivo conectado al componente indicador y que subdivide la escala de un instrumento
sin un ajuste especial.

T.2.5.3 Dispositivo indicador complementario


Dispositivo ajustable que permite estimar el valor, en unidades de masa, correspondiente a la
distancia entre una marca de escala y el componente indicador.

T.2.5.4 Dispositivo indicador con una división de escala diferenciada


Dispositivo indicador digital, cuya última cifra después del signo decimal se diferencia claramente
de otras cifras.

T.2.6 Dispositivo de extensión de la indicación


Dispositivo que cambia temporariamente el valor de una división de escala real, d, a un valor
inferior a la división de verificación, e, al ejecutarse un comando manual.

T.2.7 Dispositivos adicionales

T.2.7.1 Dispositivo de nivelación


Dispositivo que permite llevar un instrumento a su posición de referencia (horizontal).

T.2.7.2 Dispositivo de puesta a cero


Dispositivo que permite poner la indicación en cero cuando no hay carga en el receptor de carga.

T.[Link] Dispositivo no automático de puesta a cero


Dispositivo que permite la puesta a cero de la indicación con la intervención de un operador.

15
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.[Link] Dispositivo semiautomático de puesta a cero


Dispositivo que pone automáticamente la indicación en cero, como consecuencia de la ejecución
de un comando manual.

T.[Link] Dispositivo automático de puesta a cero


Dispositivo que pone automáticamente la indicación en cero, sin la intervención de un operador.

T.[Link] Dispositivo de puesta a cero inicial


Dispositivo que pone automáticamente la indicación en cero en el momento en que se enciende el
instrumento y antes de que el mismo esté listo para su uso.

T.2.7.3 Dispositivo de mantenimiento (seguimiento)de cero


Dispositivo que mantiene automáticamente la indicación en cero, dentro de ciertos límites.

T.2.7.4 Dispositivo de tara (Dispositivo de pesaje de tara)


Dispositivo que permite poner la indicación en cero cuando sobre el receptor de carga hay una
carga:

 sin alterar el rango de pesar para cargas netas (dispositivo aditivo de tara); o,

 reduciendo el rango de pesar para cargas netas (dispositivo sustractivo de tara).

Puede funcionar como:

 dispositivo no automático (carga equilibrada por un operador);

 dispositivo semiautomático (carga equilibrada automáticamente después de ejecutarse un


único comando manual);

 dispositivo automático (carga equilibrada automáticamente sin la intervención de un


operador).

T.[Link] Dispositivo de equilibrio de tara


Dispositivo de tara sin indicación del valor de tara cuando el instrumento está cargado.

T.[Link] Dispositivo de pesaje de tara


Dispositivo de tara que almacena el valor de tara y que puede mostrarlo o imprimirlo, ya sea que
el instrumento esté cargado o no.

T.2.7.5 Dispositivo de tara predeterminada


Dispositivo que permite restar un valor de tara predeterminado de un valor de peso bruto o neto e
indicar el resultado del cálculo. El rango de pesaje de las cargas netas se reduce en consecuencia.

T.2.7.6 Dispositivo de bloqueo

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Dispositivo que permite inmovilizar todo o parte del mecanismo de un instrumento.

T.2.7.7 Dispositivo auxiliar de verificación


Dispositivo que permite la verificación por separado de uno o más dispositivos principales de un
instrumento.

T.2.7.8 Dispositivo de selección de receptores de carga y dispositivos de medición de carga


Dispositivo que permite acoplar uno o más receptores de carga a uno o más dispositivos de
medición de carga, cualesquiera sean los dispositivos transmisores de carga intermedios que se
utilicen.

T.2.8 Software

T.2.8.1 Software legalmente relevante


Programas, datos, parámetros específicos de Modelo y parámetros específicos para un dispositivo,
que pertenecen al instrumento de medición o módulo, y definen o cumplen funciones que están
sujetas a control legal.

Ejemplos: Resultados finales de la medición, es decir, peso bruto, neto y tara / tara predeterminada
(incluyendo el símbolo decimal y la unidad), identificación del rango de pesar y del receptor de
carga (si se han utilizado varios receptores de carga), identificación del software.

T.2.8.2 Parámetro legalmente relevante


Parámetro de un instrumento de medición o un módulo, sujeto a control legal. Se pueden
distinguir las siguientes clases de parámetros legalmente relevantes: Parámetros específicos de
modelo y parámetros específicos de dispositivo.

T.2.8.3 Parámetro específico de modelo


Parámetro legalmente relevante con un valor que depende solamente del modelo del
instrumento. Los parámetros específicos de modelo, son parte del software legalmente relevante.
Se fijan en la Aprobación de Modelo del instrumento.

Ejemplos: Parámetros utilizados para el cálculo de masa, análisis de estabilidad o cálculo de precio y
redondeo, identificación del software.

T.2.8.4 Parámetro específico de dispositivo


Parámetro legalmente relevante con un valor que depende del instrumento individual. Los
parámetros específicos para un dispositivo comprenden parámetros de calibración (por ejemplo,
ajuste del span u otros ajustes o correcciones) y parámetros de configuración (por ejemplo,
capacidad máxima, capacidad mínima, unidades de medición, etc.).

Se pueden ajustar o seleccionar sólo en un modo operativo especial del instrumento. Los
parámetros específicos de dispositivo pueden clasificarse en aquellos que deberían estar
protegidos (inalterables) y aquellos pueden ser accedidos por una persona autorizada (parámetros
ajustables).

T.2.8.5 Almacenamiento a largo plazo de datos de medición


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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Almacenamiento utilizado para guardar los datos de medición, luego que la misma se ha
completado, para fines legalmente relevantes posteriores a la operación de pesaje (por ejemplo:
la finalización de una transacción comercial en una fecha futura, cuando el cliente no está
presente para la determinación de la cantidad, o para aplicaciones especiales identificadas y
legisladas por el Estado).

T.2.8.6 Identificación del software


Secuencia legible de caracteres de software, que está relacionada intrínsecamente con el software
(por ejemplo: número de versión, suma de comprobación).

T.2.8.7 Separación del software


Separación, sin ambigüedad, del software en software legalmente relevante y software sin
relevancia legal. Si no existe separación del software, todo el software debe ser considerado como
legalmente relevante.

T.2.9 Metrológicamente relevante


Cualquier dispositivo, modulo, parte, componente o función de un instrumento de pesar, que
pueda influir en el resultado del pesaje o en cualquier otra indicación primaria, es considerado
como metrológicamente relevante.

[Link]ísticas metrológicas de un instrumento

T.3.1 Capacidad de pesaje

T.3.1.1 Capacidad máxima (Máx)


Capacidad máxima de pesaje, que no tiene en cuenta la capacidad aditiva de tara.

T.3.1.2 Capacidad mínima (Mín)


Valor de la carga por debajo de la cual los resultados de pesaje pueden estar sujetos a un excesivo
error relativo.

T.3.1.3 Capacidad de indicación automática


Capacidad de pesaje, para la cual se obtiene el equilibrio sin la intervención de un operador.

T.3.1.4 Rango de pesaje


Rango comprendido entre la capacidad mínima y la capacidad máxima.

T.3.1.5 Intervalo de ampliación de la indicación automática


Valor en el cual es posible ampliar el rango de indicación automática, dentro del rango de pesar.

T.3.1.6 Efecto máximo de tara (T = + ..., T = – ...)


Capacidad máxima del dispositivo aditivo de tara o del dispositivo sustractivo de tara.

T.3.1.7 Carga segura máxima (Lím)


Carga estática máxima que puede soportar el instrumento, sin alterar de forma permanente, sus
cualidades metrológicas.

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.3.2 Divisiones de escala

T.3.2.1 Longitud de división (instrumento con indicación analógica)


Distancia entre dos marcas consecutivas cualesquiera de la escala.

T.3.2.2 División real, d


Valor, expresado en unidades de masa de:

 la diferencia entre los valores correspondientes a dos marcas consecutivas de escala, para
indicación analógica; o

 la diferencia entre dos valores indicados consecutivos, para indicación digital.

T.3.2.3 División de verificación, e


Valor, expresado en unidades de masa, utilizado para la clasificación y verificación de
un instrumento.

T.3.2.4 División utilizada para numeración


Valor de la diferencia entre dos marcas numeradas consecutivas de la escala.

T.3.2.5 Número de divisiones de verificación, n


Cociente entre la capacidad máxima y la división de verificación:

n = Máx / e

T.3.2.6 Instrumento multi intervalo


Instrumento que tiene un rango de pesar que se divide en rangos de pesar parciales, cada uno con
una división de escala diferente, con el rango de pesar parcial determinado automáticamente
según la carga aplicada, tanto para cargas tanto crecientes como decrecientes.

T.3.2.7 Instrumento multi rango


Instrumento que tiene dos o más rangos de pesar con capacidades máximas diferentes y divisiones
de escala diferentes para el mismo receptor de carga, extendiéndose cada rango desde cero hasta
su capacidad máxima.

T.3.3 Coeficiente de Reducción, R


El coeficiente de reducción de un dispositivo transmisor de carga es igual a:

R = FM / FL

en donde: FM= fuerza que actúa sobre el dispositivo de medición de carga,


FL= fuerza que actúa sobre el receptor de carga.

T.3.4 Modelo
Modelo definitivo de un instrumento de pesar o módulo (incluyendo una familia de
instrumentos o módulos) en el que todos los elementos que afectan sus propiedades metrológicas

19
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

están definidos adecuadamente.

T.3.5 Familia [adaptado de OIML B 3: 2003, 2.3]


Grupo identificable de instrumentos de pesaje o módulos que pertenecen al mismo modelo
fabricado y que tienen las mismas características de diseño y los mismos principios metrológicos
de medición (por ejemplo, el mismo modelo de indicador, el mismo modelo de diseño de celda de
carga y de dispositivo transmisor de carga) pero que pueden diferir en algunas características
metrológicas y en características técnicas de funcionamiento (por ejemplo: Máx, Mín, e, d, clase
de precisión, etc.).

El concepto de “familia” pretende principalmente reducir los ensayos requeridos en el proceso de


Aprobación de Modelo. No descarta la posibilidad de incluir más de una familia en un solo
Certificado.

T 4 Propiedades metrológicas de un instrumento

T4.1 Sensibilidad
Para un determinado valor de la masa medida, es el cociente entre la variación, ∆l, de la
variable observada, l, y la variación correspondiente, ∆m, de la masa medida, m.

T4.2 Movilidad
Capacidad de un instrumento para reaccionar a pequeñas variaciones de carga.
El umbral de movilidad para una determinada carga, es el valor de la carga adicional más pequeña
que, al ser colocada suavemente en el receptor de carga o retirada de éste, produce un cambio
perceptible de la indicación.

T4.3 Repetibilidad / Fidelidad


Capacidad de un instrumento para proporcionar resultados que coincidan entre sí, cuando se
coloca la misma carga varias veces y de manera prácticamente idéntica sobre el receptor de carga
en condiciones de ensayo razonablemente constantes.

T4.4 Durabilidad
Capacidad de un instrumento para mantener sus características de funcionamiento durante un
período de uso.

T 4.5 Tiempo de calentamiento (puesta en régimen)


Tiempo transcurrido entre el momento de encendido del instrumento y el momento en que éste
puede cumplir con los requisitos de esta Recomendación.

T.4.6 Valor final del peso


Valor del peso que se obtiene cuando el instrumento se encuentra completamente en reposo
y equilibrado, sin perturbaciones que afecten la indicación.

T.5 Indicaciones y errores

T.5.1 Métodos de indicación

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.5.1.1 Equilibrio por pesas Valor de pesas controladas metrológicamente, que equilibra la carga
(tomando en cuenta el coeficiente de reducción de la carga).

T.5.1.2 Indicación analógica


Indicación que permite la evaluación de la posición de equilibrio en fracciones de la división de
escala.

T.5.1.3 Indicación digital


Indicación en la cual las marcas de la escala están compuestas de una secuencia de números
alineados, que no permiten la interpolación a fracciones de la división de escala.

T.5.2 Resultados de pesaje


Nota: Las definiciones de T.5.2 sólo se aplican si la indicación era cero, antes de haber colocado la
carga en el instrumento.

T.5.2.1 Valor de peso bruto, G o B


Indicación del valor de peso de una carga sobre un instrumento, sin dispositivo de tara o de tara
predeterminada en funcionamiento.

T.5.2.2 Valor neto del peso, N


Indicación del valor de peso de una carga colocada sobre un instrumento posterior a la operación
de un dispositivo de tara.

T.5.2.3 Valor de tara, T


Valor de peso de una carga, determinado por un dispositivo de pesaje de tara.

T.5.3 Otros valores de peso

T.5.3.1 Valor de tara predeterminada, PT


Valor numérico, que representa un peso que se introduce en el instrumento para aplicarse a otros
pesajes, sin determinar taras individuales.

La palabra “introducir” incluye procedimientos tales como: introducción desde teclado,


recuperación desde un dispositivo de almacenamiento de datos, o introducción por una interfaz.

T.5.3.2 Valor neto calculado


Valor de la diferencia entre un valor de peso medido (bruto o neto) y un valor de tara
predeterminada.

T.5.3.3 Valor de peso calculado


Suma o diferencia calculada de más de un valor de peso medido y/o valor neto calculado.

T.5.4 Lectura

T.5.4.1 Lectura por simple yuxtaposición


Lectura del resultado de pesar por simple yuxtaposición de números consecutivos,
que da el resultado de pesar, sin necesidad de calcularlo.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.5.4.2 Inexactitud total de lectura


En un instrumento con indicación analógica, es igual a la desviación estándar de la
misma indicación, cuya lectura es realizada por varios observadores, en condiciones normales de
uso.

Es habitual realizar por lo menos 10 lecturas del resultado.

T.5.4.3 Error de redondeo de una indicación digital


Diferencia entre la indicación y el resultado que el instrumento daría con una
indicación analógica.

T.5.4.4 Distancia mínima de lectura


Distancia más corta a la cual un observador se puede aproximar libremente al dispositivo
indicador, para realizar una lectura en condiciones normales de uso.

Se considera que esta aproximación es libre para el observador si existe un espacio despejado de
al menos 0,8 m delante del dispositivo indicador (ver la Figura 2).

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.5.5 Errores

Figura 3

m= masa a medir
E= error de indicación (T.5.5.1)
emt1= error máximo tolerado en la verificación inicial
emt2= error máximo tolerado en el servicio
C= característica en las condiciones de referencia
C1= característica debida a un factor de influencia o a una perturbación
(Para los fines de esta ilustración, se supone que el factor de
influencia o la perturbación, tienen una influencia en la
característica, que no es errática).
ESP = error de indicación evaluado durante el ensayo de estabilidad de la
pendiente (span stability).
I= error intrínseco (T.5.5.2)
V=

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
variación de los errores de de estabilidad de la pendiente (span stability)
indicación durante el ensayo

Situación 1: muestra el error E1 de un instrumento debido a un factor de influencia o una


perturbación. I1 es el error intrínseco. La falla (T.5.5.5), debida al factor de influencia o a la
perturbación aplicada es igual a E1 - I1.
Situación 2: muestra el valor promedio, ESP1av, de los errores de la primera medición del ensayo de
estabilidad de la pendiente, algunos otros errores (ESPi y ESPk) y los valores extremos de los errores
ESPm y ESPn, evaluando todos estos errores en diferentes momentos durante el ensayo de estabilidad
de la pendiente. La variación, V, en los errores de medición durante el ensayo de estabilidad de la
pendiente es igual a ESPm – ESPn.

T.5.5.1 Error (de indicación) [R76 adaptado de VIM 1993 ,3.10]


Indicación de un instrumento menos el valor convencional verdadero de la masa
correspondiente.

T.5.5.2 Error intrínseco [VIM 1993 ,5.4]


Error de un instrumento determinado en las condiciones de referencia.

T.5.5.3 Error intrínseco inicial


Error intrínseco de un instrumento tal como se determina antes de los ensayos de desempeño y
de estabilidad de la pendiente (span stability).

T.5.5.4 Error máximo tolerado, emt


Diferencia máxima, positiva o negativa, permitida por las regulaciones, entre la indicación de
un instrumento y el valor verdadero correspondiente, que se determina con estándares de masa
de referencia o pesas patrón, estando el instrumento en cero sin carga, en la posición de
referencia.

T.5.5.5 Falla
Diferencia entre el error de indicación y el error intrínseco de un instrumento.

Nota: Una falla es principalmente el resultado de un cambio no deseado de los datos contenidos en
un instrumento electrónico o que provienen del mismo.

T.5.5.6 Falla significativa


Falla superior a e.

Nota: En el caso de instrumentos de multi intervalo, el valor de e es el que corresponde al rango de


pesar parcial.

Las siguientes fallas no son consideradas como significativas, aunque sean superiores a e:

 fallas en el instrumento que surgen de causas simultáneas y mutuamente independientes;

 fallas que implican la imposibilidad de realizar cualquier medición;


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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 fallas tan graves que deben ser notadas por todos los interesados en el resultado de
medición; o

 fallas transitorias que son variaciones momentáneas de la indicación y, que no se pueden


interpretar, memorizar o transmitir como resultados de medición.

T.5.5.7 Error de durabilidad


Diferencia entre el error intrínseco luego de un período de uso y el error intrínseco inicial de
un instrumento.

T.5.5.8 Error de durabilidad significativo


Error de durabilidad superior a e.

Nota 1: Un error de durabilidad puede deberse al desgaste mecánico por uso, o a la deriva y
envejecimiento de las partes electrónicas. El concepto de error de durabilidad significativo sólo se
aplica a partes electrónicas.

Nota 2: En el caso de instrumentos multi intervalo, el valor de e, es el que corresponde al rango de


pesar parcial.

Los errores que se producen después de un período de uso del instrumento, no son considerados
errores de durabilidad significativos, aunque sean superiores a e, si son claramente el resultado de
la falla de un dispositivo/componente o de una perturbación y para los cuales:

 no se puede interpretar, memorizar o transmitir la indicación como resultado de


medición;

 la indicación es tal que es imposible realizar una medición; o

 la indicación es tan evidentemente errónea que es notoria para todos los interesados en el
resultado de medición.

T5.5.9 Estabilidad de la pendiente (span stability)


Capacidad de un instrumento para mantener la diferencia entre la indicación a capacidad
máxima y la indicación en cero dentro de límites especificados.

T.6 Influencias y condiciones de referencia

T.6.1 Magnitud de influencia


Magnitud que no es objeto de la medición pero que influye en los valores del mensurando o en las
indicaciones del instrumento.

T.6.1.1 Factor de influencia


Magnitud de influencia, cuyo valor se encuentra dentro de las condiciones de funcionamiento de
referencia especificadas para el instrumento.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.6.1.2 Perturbación
Magnitud de influencia, cuyo valor se encuentra dentro de los límites especificados por esta
Recomendación, pero fuera de las condiciones de funcionamiento de referencia especificadas para
el instrumento.

T.6.2 Condiciones nominales de funcionamiento [R76 VIM:1993, 5.5]


Condiciones de uso, que definen los rangos de valores de magnitudes de influencia, para los cuales
se supone que las características metrológicas, están dentro de los errores máximos tolerados
especificados.

T.6.3 Condiciones de referencia


Conjunto de valores específicos de factores de influencia, que se fijan para asegurar
comparaciones válidas, entre los resultados de las mediciones.

T.6.4 Posición de referencia


Posición del instrumento para la cual se ajusta su operación.

T.7 Ensayo de desempeño


Ensayo que permite verificar si el equipo bajo ensayo (IBE por sus siglas en inglés: Equipment
Under Test) es capaz de realizar las funciones para las cuales está diseñado.

T.8 Índice de los términos definidos


Los números entre paréntesis hacen referencia a capítulos importantes de esta Recomendación.

Almacenamiento a largo plazo de datos de medición (5.5.3) T.2.8.5

Capacidad de indicación automática (3.6.4, [Link], 4.2.5) T.3.1.3

Capacidad máxima (3.3, 4.13, 6.6, 6.8) T.3.1.1

Capacidad mínima (2.2, 3.2, 3.4.3) T.3.1.2

Carga segura máxima (7.1.2) T.3.1.7

Celda de carga ([Link], [Link], [Link], C, F) T.2.2.1

Coeficiente de reducción (6.2.3, F.1, F.2.7) T.3.3

Componente del indicador (4.3, 6.2, 6.3, 6.6) T.2.4.1

Componente electrónico ([Link]) T.2.3.3

Dispositivo automático de puesta a cero (4.5.6, A.4.1.5, A.[Link]) T.[Link]

Dispositivo auxiliar de verificación (3.7.2, 4.9) T.2.7.7

Dispositivo de bloqueo (4.8.1) T.2.7.6

Dispositivo de equilibrio de tara (4.6) T.[Link]

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________________________________________________________________________________

Dispositivo de extensión de la indicación (3.4.1, 4.4.3, 4.13.7) T.2.6

Dispositivo de interpolación de lectura (3.4.1) T.2.5.2

Dispositivo de mantenimiento de cero (4.5, A.4.1.5) T.2.7.3

Dispositivo de medición de carga (2.4, 6.9, 4.11, [Link]) T.2.1.3

Dispositivo de nivelación (3.9.1, 4.18.2) T.2.7.1

Dispositivo de pesar de la tara ([Link], 3.6.3, [Link], 4.5.4, 4.6.2, A.4.6.3). T.[Link]

Dispositivo de procesamiento de datos analógico ([Link], [Link], F.3) T.2.2.3

(4.5, 4.6.5, 4.13.2, 6.4.2, 6.6, 6.7, 6.8, A.[Link],


Dispositivo de puesta a cero T.2.7.2
A.[Link]

Dispositivo de puesta a cero inicial (4.5.1, 4.5.4, A.4.4.2) T.[Link]


Dispositivo de selección de receptores de carga y
(4.11) T.2.7.8
dispositivos de medición de carga
Dispositivo de tara (3.3.4, 4.2.3, 4.6, 4.13.3, 6.3.5, A.4.6.2) T.2.7.4

Dispositivo de tara predeterminada (2.4, 4.7, 4.13.4) T.2.7.5

Dispositivo digital ([Link], [Link], 4.13.6, F.5, G) T.2.3.4

Dispositivo electrónico (5.5) T.2.3.1

(2.4, 3.6.3, 4.2.1, 4.2.4, 4.3, 4.4, 4.17.1, 6.2,


Dispositivo indicador T.2.4
A.4.5, E.2.2)

Dispositivo indicador complementario (3.4.1, 4.3.2) T.2.5.3

Dispositivo indicador con una división de escala


(3.4. 1) T.2.5.4
diferenciada

Dispositivo no automático de puesta a cero (4.13.2) T.[Link]

Dispositivo periférico (3.10.3, 5.3.6, 5.5.2, [Link], B.3) T.2.3.5

Dispositivo semiautomático de puesta a cero (4.5.4, 4.6.5, 4.6.9) T.[Link]

Dispositivo transmisor de carga ([Link], 4.11) T.2.1.2

Dispositivos indicadores auxiliares (3.1.2, 3.4, 4.13.7) T.2.5

Distancia mínima de lectura (4.3.1, 4.3.2) T.5.4.4

División de verificación (2.2, 3.1.2, 3.2, 3.3.1, 3.4, 3.5. 1). T.3.2.3

División real, d (3.4.3, [Link], [Link], A.4.8.2) T.3.2.2

División utilizada para numeración (4.3.1) T.3.2.4

Durabilidad ([Link], A.6) T.4.4

Efecto máximo de tara (A.4.6.1) T.3.1.6

Ensayo de desempeño (5.4, A.4, B.3, B.4, C.2.2.1, C.2.4, C.3.1) T.7

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________________________________________________________________________________

Error de durabilidad ([Link], A.6) T.5.5.7

Error de indicación (2.2, 3.1.1, 3.5, 3.6, 5.1.1, 8.3.3) T.5.5.1

Error de redondeo de una indicación digital ([Link], B.3) T.5.4.3

Error intrínseco (5.3.4, A.4.4.1, A.6) T.5.5.2

Error intrínseco inicial (A.4.4.1). T.5.5.3

Error máximo tolerado, emt (2.2, 3.1, 3.5, A.4.4.1) T.5.5.4

Estabilidad de la pendiente o del span (3.10, 5.3.3, 5.4, B.4) T.5.5.9

Factor de influencia ([Link], 5.4.3, A.5) T.6.1.1

Falla (5.1, 5.2) T.5.5.5

Falla significativa (4.13.9, 5.1, 5.2, 5.3.4, B.1, B.3) T.5.5.6

Familia (3.10.4, 8.2.1) T.3.5

Identificación del software (5.5.1, [Link], 7.1.2, 8.3.2, G.1, G.2.4) T.2.8.6

Indicación analógica ([Link], 4.6.3, A.4.8.1) T.5.1.2

([Link], [Link], [Link], 4.5.5, 4.13.6, A.4.1.6,


Indicación digital T.5.1.3
A.4.4.3, A.4.8.2)

Indicaciones de un instrumento (3.8.2, 4.2, 4.3.3, 4.4, 4.6.12) T.1.3

(4.4.4, 4.4.6, 4.13, 4.14.1, 4.14.4,


Indicaciones primarias T.1.3.1
[Link],[Link], [Link])

Indicaciones secundarias (4.2.4) T.1.3.2

Indicador (3.10.2, 5.3.1, 5.5.2, [Link], C, F) T.2.2.2

Inexactitud total de lectura (4.2.1) T.5.4.2

Instrumento calculador de precio (4.13.11, 4.14). T.1.2.8

Instrumento con escalas de precio (4.14.2). T.1.2.7

Instrumento con indicación automática (3.8.2, 4, 5, 6) T.1.2.3

Instrumento con indicación no automática (3.8.1, 6) [Link] T.: no existe 3.8.6, existe 3.8.1, 2 T.1.2.5

Instrumento con indicación semiautomática (3.8.2, 4.2.5, 4.12, 4.17, 5) T.1.2.4

Instrumento de autoservicio (4.13.11). T.1.2.10

Instrumento de clasificación (3.2) T.1.2.13

Instrumento de pesar de funcionamiento no automático (1 etc.) T.1.2

Instrumento de pesar. (1). T.1.1

Instrumento electrónico (2.3, 5, B) T.1.2.6

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________________________________________________________________________________

Instrumento etiquetador de precio (4.16) T.1.2.9

Instrumento graduado (3.1.2) T.1.2.1

Instrumento móvil ([Link], 4.18, A.4.7.5, A.4.12, A.5.1.3) T.1.2.11

Instrumento multi intervalo (3.3, 3.4.1). T.3.2.6

Instrumento multi rango (3.2, 4.5.3, 4.6.7, 4.10) T.3.2.7

Instrumento no graduado (3.1.2). T.1.2.2

Instrumento portátil (4.3.4, 4.19, A.4.13) T.1.2.12

Interfase de protección (3.10.3, [Link]) T.2.3.6

Intervalo de ampliación de la indicación automática (4.2.5) T.3.1.5

Jinetillo (3.4.1). T.2.5.1

Lectura por simple yuxtaposición (4.2.1) T.5.4.1

Longitud de división (4.3, [Link], [Link], 6.9.3) T.3.2.1

Marca de escala (4.3.1, 4.17.2, 6.2, 6.3, [Link]) T.2.4.2

Metrológicamente relevante (3.10.4) T.2.9

Modelo (2.3 etc.). T.3.4

Módulo (3.10.2, 5.5.2, [Link], C, E, F) T.2.2

Módulo de pesaje (3.10.2, [Link], E.1, E.2, E.3, E.4) T.2.2.7

Movilidad (3.8, 6.1, A.4.8) T.4.2

Número de divisiones de verificación (2.2, 3.2, 3.3.1, 3.4.4, C.1.2, E.1.2.3, F) T.3.2.5

Pantalla digital ([Link], C.1) T.2.2.6

Parámetro específico de dispositivo ([Link], 7.1.4, G.2.2.3) T.2.8.4

Parámetro específico o de modelo ([Link], G.2.2, G.2.4) T.2.8.3

Parámetro legalmente relevante ([Link], 5.5.3) T.2.8.2

Perturbación ([Link], 3.10.3, 5.1.1, 5.3, 5.4.3, B.3) T.6.1.2

Posición de referencia ([Link], [Link], 6.3.1, A.4.1.4, A.4.3, A.5.1) T.6.4

Rango de pesar (3.2, 3.3, 3.9.5, 4.2.3, 4.10). T.3.1.4

Receptor de carga (3.6, 4.11, [Link], A.4.7) T.2.1.1

(3.6.1, 3.7.3, 8.3.3, A.4.1.7, A.4.4.5, A.4.10,


Repetibilidad/Fidelidad T.4.3
C.2.7, C.3.1.1).

Resultados de pesar (3.6, 4.2, 4.3.1, 4.4.4, 4.6.11, 4.6.12, 4.13.1). T.5.2

29
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Sensibilidad ([Link], 6. 1, A.4.9) T.4.1

Separación del software ([Link], G.2.3) T.2.8.7

([Link], 5.5.1, [Link], 5.5.3, 7.1.4, [Link], C.1,


Software T.2.8
E.1, G)

Software legalmente relevante (5.5.2, 5.5.3, G.1, G.2) T.2.8.1

Subconjunto electrónico ([Link]) T.2.3.2

Terminal ([Link], 5.5.2, C.1, E.2.2). T.2.2.5

Tiempo de calentamiento (puesta en régimen) (5.3.5, A.5.2, B.1, B.3). T.4.5

Valor bruto (4.6.5, 4.13.3) T.5.2.1

Valor de peso calculado (4.6.11) T.5.3.3

([Link], 4.6.5, 4.6.11, [Link], [Link], A.4.6.


Valor de tara T.5.2.3
1, C.3.2, G.3.3)

Valor de tara predeterminada ([Link], 4.7, 4.13.4, 4.16) T.5.3.1

Valor final del peso (4.4.2) T.4.6

Valor neto ([Link], 4.6.5, 4.6.11) T.5.2.2

Valor neto calculado (4.7.1) T.5.3.2

T.9 Abreviaturas y símbolos


Esta Recomendación hace referencia tanto a términos metrológicos, así como a términos técnicos
y físicos. Por lo tanto, no se excluye la ambigüedad de abreviaturas y símbolos. Sin embargo, con
las siguientes explicaciones, debería evitarse cualquier confusión.

 coeficiente de temperatura del material de cable C.[Link]

 resistencia específica de material del cable C.[Link]

F.2 Tabla 13,


A clasificación de celda de carga
F.4

C.[Link],
A sección transversal de un hilo individual del cable de celda
F.1, F.4

CA corriente alterna 3.9.3 etc.

A/D Analógico- digital T.2.2

T.2.2 Figura
componentes analógicos relevantes, incluyendo Conversor
CAD 1,[Link],
Analógico- Digital
Tabla 11

F.2 Tabla 13,


B clasificación de celda de carga
F.4

30
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.5.2.1,
B valor de peso bruto
4.6.11

F.2 Tabla 13,


C clasificación de celda de carga
F.4

C marca del valor de peso calculado, cuando se imprime 4.6.11

C salida nominal de una celda de carga F.2, F.4

clasificación de celda de carga adicional: se ensaya [Link], F.2,


CH
humedad- temperatura cíclica R 60, [Link]

CRC verificación de redundancia cíclica [Link]

T.3.2.2,
d división real
T.2.6, 6.9.3

F.2 Tabla 13,


D clasificación de celda de carga
F.4

CC corriente continua 3.9.3 etc.


F.1, F.2.5,
DL Carga Muerta del receptor de carga
F.4
DR Retorno de carga muerta F.2, F.4

DSD dispositivo de almacenamiento de datos 5.5.3

T.2.6, 3.1.2,
e división de verificación
3.2, [Link]

e1, ei, er división de verificación, reglas para índices 3.2, F.1, F.4

T.5.5.1,
E error de indicación Figura 3,
A.4.4.3

error intrínseco (N.d.T: la notación ”Ein” no figura en todo T.5.5, Figura


Ein=I
el documento fuente, excepto en este apartado)(DLT) 3

Emáx capacidad máxima de la celda de carga F.2, F.4

Emín carga muerta mínima de la celda de carga F.2, F.4

EMC compatibilidad electromagnética B.3.7

T.7, 3.10.4,
IBE equipo bajo a ensayo (por sus siglas en ingles)
Anexo B

T.5.2.1,
G valor de peso bruto
4.6.11

i índices de variable 3.3 etc.


31
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

T.3.2.1,
i, ix longitud de división
4.3.2, [Link]

i0 longitud de división mínima 4.3.2, 6.9.3

A.4.4.3
(Evaluación
I valor de peso indicado
de errores),
A.4.8.2

I/O entrada/salida B.3.2

IZSR Rango de puesta a cero inicial F.1, F.4

k Exponente variable 3.4.2, [Link]

l, L Longitud del cable de conexión 3.4.2, [Link]

L Distancia de lectura T.5.4.4, 4.3.2

A.4.4.3
L Carga (Evaluación
de errores)

LC Celda de carga Anexo F

Lím Carga segura máxima 7.1.2

M Masa 3.5.1 etc.

T.3.1.1, F.1,
Máx Capacidad Máxima del instrumento de pesar
F.4

Capacidad Máxima del instrumento de pesar, reglas para


Máx1, Máxi, Máxr 3.2, F.1, F.4
índices

Mín Capacidad Mínima del instrumento de pesar T.3.1.2


T.5.5,
emt Error máximo tolerado T.5.5.4, 3.5
etc.
n, ni Número de divisiones de verificación T.3.2.5, F.4

nmax Número máximo de divisiones de verificación [Link] etc.

Número máximo de divisiones de verificación para un


nWI F.1, F.4
instrumento de pesar

Número máximo de divisiones de verificación para un


nind F.3, F.4
indicador

Número máximo de divisiones de verificación de la celda


nLC F.2, F.4
de carga
T.5.2.2,
N, NET, Net, net Valor neto del peso
4.6.5, 4.6.11

32
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

N Número de celdas de carga F.1, F.4

Clasificación adicional de celdas de carga no sometidas a [Link], F.2,


NH
ensayos de efectos de humedad R 60: [Link]

NUD Corrección por carga no distribuida uniformemente F.1, F.4

p, pi factor de distribución del emt [Link]

fracción pi del emt para indicador, celda de carga y


pind, pLC, pcon [Link], F.4
elementos de conducción

A.4.4.3
P Indicación antes del redondeo (Evaluación
de errores)

P Precio a pagar 4.14.2

PLU Dispositivo de consulta de precio 4.13.4

PT Tara predeterminada T.2.7.5, 4.7

Q Factor de corrección F.1, F.4

R Relación de reducción del dispositivo transmisor de carga T.3.3

Rcable Resistencia de un solo hilo del cable de celda C.[Link]

Resistencia de la carga para un indicador (y rangos


RL, RLmín, RLmáx F.3, F.4
mínimos y máximos)

RLC Resistencia de entrada de una celda de carga F.2, F.4

Clasificación adicional de celda de carga ensayadas a [Link], F.2,


SH
temperatura estática y humedad R 60: [Link]

T.5.2.3,
T valor de tara
4.6.5, 4.6.11

T+ Tara Aditiva 7.1.2 etc.

T– tara sustractiva 7.1.2 etc.

límite inferior del rango de temperatura, límite superior del


Tmín, Tmáx C.[Link]
rango de temperatura

um unidad de medición 2.1, 4.12.1

tensión mínima de entrada por división de verificación para C.2.1.1, F.3,


∆umin
el indicador F.4

U precio unitario 4.14.2

U tensión nominal de suministro de energía (alimentación) 3.9.3, A.5.4

Umín, Umáx rango de tensión de suministro de energía (alimentación) 3.9.3, A.5.4

33
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Uexc tensión de excitación de celda de carga F.1, F.4

Umín tensión mínima de entrada para el indicador F.3, F.4

UMRmín tensión mínima del rango de medición del indicador F.3

UMRmáx tensión máxima del rango de medición del indicador F.3

vmín división de verificación mínima de la celda de carga F.1, F.2, F.4

V variación del error Figura 3

W peso 4.14.2

W1, W2 instrumento de pesar 1, instrumento de pesar 2 7.1.4

WI instrumento de pesar F.1

WR rango de pesar F

relación con el intervalo de verificación mínimo de la celda


Y F.2, F.4
de carga: Y = Emáx / vmín

relación con el retorno mínimo de la señal de salida de la


Z F.2, F.4
carga muerta de la celda de carga: Z = Emáx / (2 x DR)

34
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Instrumentos de pesar de funcionamiento no automático


1. Objeto

Esta Recomendación específica los requisitos metrológicos y técnicos para Instrumentos de pesar
de funcionamiento no automático que son objeto de controles metrológicos oficiales.

Tiene por objeto proporcionar requisitos estandarizados y procedimientos de ensayo, para evaluar
las características metrológicas y técnicas de una manera uniforme y trazable.

2. Principios de la Recomendación

2.1 Unidades de medida


Las unidades de masa a utilizar en un instrumento son:

 kilogramo, kg;

 miligramo, mg;

 gramo, g; y

 tonelada, t.

Para aplicaciones especiales, por ejemplo, el comercio de piedras preciosas, se puede utilizar el
quilate métrico (1 quilate = 0,2 g) como unidad de medición. El símbolo del quilate es ct.

N. de T.: ct no es una unidad del SI. No lo acepta la ley argentina.(DLT)

2.2 Principios de los requisitos metrológicos


Los requisitos aplican a todos los instrumentos, independientemente de sus principios de
medición. Los instrumentos se clasifican según:

 la división de verificación, que representa la precisión absoluta; y

 el número de divisiones de verificación, que representa la precisión relativa.

Los errores máximos tolerados son del orden de magnitud de la división de verificación y se
aplican a las cargas brutas. Cuando un dispositivo de tara está en funcionamiento, se aplican a las
cargas netas. Los errores máximos tolerados no se aplican a los valores netos calculados cuando
está en funcionamiento un dispositivo de tara predeterminada.

Se especifica una capacidad mínima (Mín) para indicar que es probable que el uso del instrumento

35
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

por debajo de este valor, dé origen a errores relativos importantes.

2.3 Principios de los requisitos técnicos


Los requisitos técnicos generales se aplican a todos los modelos de instrumentos, ya sean
mecánicos o electrónicos, y son complementados o modificados con requisitos adicionales para
instrumentos usados para aplicaciones específicas o diseñados para una tecnología especial.
Tienen por objeto especificar el funcionamiento de los instrumentos, pero no su diseño, a fin de
no impedir los avances tecnológicos.

En particular, se deberían permitir las funciones de instrumentos electrónicos no cubiertas por


esta Recomendación, siempre que no interfieran con los requisitos metrológicos y si se asegura la
aptitud para el uso y un control metrológico apropiado.

Se proporcionan procedimientos de ensayo para establecer la conformidad de los instrumentos


con los requisitos de esta Recomendación. Es conveniente aplicarlos y utilizar el Formato de
Informe de Ensayo (R 76-2), para facilitar el intercambio y la aceptación de resultados de ensayo
por parte de las autoridades metrológicas.

2.4 Aplicación de los requisitos


Los requisitos de esta Recomendación se aplican a todos los dispositivos que realizan funciones
relevantes, ya sea que estén incorporados en un instrumento o fabricados como unidades
separadas. Ejemplos:

 dispositivo de medición de carga;

 dispositivo indicador;

 dispositivo impresor;

 dispositivo de tara predeterminada; y

 dispositivo calculador de precio.

Sin embargo, los dispositivos que no están incorporados en el instrumento, pueden, según la
legislación nacional, ser eximidos del cumplimiento de los requisitos, cuando se usan en
aplicaciones especiales

2.5 Terminología
La terminología proporcionada en el capítulo T Terminología debe ser considerada como una parte
obligatoria de esta Recomendación.

3. Requisitos metrológicos

3.1 Principios de clasificación

3.1.1 Clases de precisión


En la Tabla 1, se dan las clases de precisión de los instrumentos y sus símbolos*. Nótese que las
36
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

denominaciones de clase utilizadas en esta Recomendación no incluyen el óvalo alrededor del


número para mayor claridad del texto de la Recomendación.

Tabla 1

Denominación utilizada en esta


Nombre Símbolo marcado en el instrumento
Recomendación

Precisión especial I

Precisión alta II

Precisión media III

Precisión ordinaria IIII

* Se permite utilizar cualquier tipo de óvalos o dos líneas horizontales unidas por dos semicírculos. No se debe utilizar
un círculo porque, de conformidad con OIML R 34 Clases de precisión de instrumentos de medición, éste se reserva
para la designación de clases de precisión de instrumentos de medición, cuyos errores máximos tolerados se
expresan mediante un error relativo constante en %.

3.1.2 División de verificación


En la Tabla 2, se especifica la división de verificación para los diferentes modelos de instrumentos.

Tabla 2

Tipo de instrumento División de verificación


Graduado, sin dispositivo indicador auxiliar e=d

Graduado, con dispositivo indicador auxiliar e es seleccionado por el fabricante de acuerdo con los requisitos
de 3.2 y 3.4.2
No graduado e es seleccionado por el fabricante de acuerdo con los requisitos
de 3.2

3.2 Clasificación de instrumentos


En la Tabla 3, se especifican la división de verificación, el número de divisiones de verificación y la
capacidad mínima en función de la clase de precisión de un instrumento.

Tabla 3

Número de divisiones de verificación, Capacidad mínima,


Clase de División de n = Máx/e Mín
precisión verificación, e
mínimo máximo (Límite inferior)
Especial
0,001 g ≤ e* 50 000** – 100 e
(I)
Fina 0,001 g ≤ e ≤ 0,05 g 100 100 000 20 e
(II) 0,1 g ≤ e 5 000 100 000 50 e

37
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Media 0,1 g ≤ e≤ 2 g 5 100 10 000 20 e


(III) g≤e 500 10 000 20 e
Ordinaria
5g≤e 100 1 000 10 e
(IIII)
* Normalmente, no es posible ensayar y verificar un instrumento con e < 1 mg, debido a la
incertidumbre de las cargas de prueba.
** Ver la excepción en el apartado 3.4.4.

La capacidad mínima se reduce a 5 e para instrumentos de clasificación, es decir, instrumentos


que determinan una tarifa de transporte o una tasa (por ejemplos, balanzas postales e
instrumentos que pesan desechos).

En instrumentos multi rango, las divisiones de verificación son e1, e2, ..., er con e1 < e2 < ...< er.
También se utilizan subíndices similares con los términos Mín, n y Máx.

En instrumentos multi rango, cada rango es tratado como si fuera un instrumento con un solo
rango.

Para aplicaciones especiales que están claramente indicadas en el instrumento, un instrumento


puede tener rangos de pesar de clases I y II o de clases II y III. En ese caso, el instrumento en su
conjunto debe cumplir con los requisitos más estrictos de 3.9 aplicables a cada una de las dos
clases.

3.3 Requisitos adicionales para instrumentos multi intervalo

3.3.1 Rango de pesar parcial


Cada rango parcial (índice i = 1, 2, ...) está definido por:

 su división de verificación: ei, ei +1 > ei ;

 su capacidad máxima: Máxi ; y

 su capacidad mínima, Míni = Máxi-1 (para i = 1, la capacidad mínima es Mín1 = Mín).

El número de divisiones de verificación, ni, para cada rango parcial es igual a Máxi/ei.

3.3.2 Clase de precisión


ei y ni en cada rango parcial de pesaje, y Mín1 deben cumplir con los requisitos especificados en la
Tabla 3 según la clase de precisión del instrumento.

3.3.3 Capacidad máxima de los rangos parciales


Con excepción del último rango de pesar parcial, se deben cumplir los requisitos de la Tabla 4,
según la clase de precisión del instrumento.

Tabla 4

38
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
Clase I II III IIII
Máxi / ei+1 ≥ 50 000 ≥ 5 000 ≥ 500 ≥ 50

Ejemplos de un instrumento multi intervalo:


Capacidad máxima, Máx = 2 / 5 / 15 kg, clase III
División de verificación, e = 1 / 2 / 10 g

Este instrumento tiene una Máx, y un rango de pesar desde una Mín = 20 g a Máx = 15 kg. Los rangos de
pesar parciales son los siguientes:

Mín = 20 g, Máx1 = 2 kg, e1 = l g, n1 = 2 000

Mín2 = 2 kg, Máx2 = 5 kg, e2 = 2 g, n2 = 2 500

Mín3 = 5 kg, Máx3 = Máx = 15 kg, e3 = 10 g, n3 = 1 500

Los errores máximos tolerados en la verificación inicial (emt) (ver apartado 3.5. 1) son:

para m = 0 a 500 g emt = ± 0,5 e1 = ± 0,5 g


para m > 500 a 2 000 g emt = ± 1 e1 =±1g

para m > 2 000 a 4 000 g emt = ± 1 e2 =±2g

para m > 4 000 a 5 000 g emt = ± 1,5 e2 =±3g

para m > 5 000 a 15 000 g emt = ± 1 e3 = ± 10 g

Cuando la variación de la indicación debida a ciertos factores de influencia, está limitada a una fracción o un
múltiplo de e, en un instrumento multi intervalo, se debe tomar e, en función de la carga aplicada; en el caso
particular de carga igual a cero o cerca de cero: e = e1.

3.3.4 Instrumento con dispositivo de tara


Los requisitos referentes a los rangos de un instrumento multi intervalo se aplican a la carga neta,
para cada valor posible de la tara.

3.4 Dispositivos indicadores auxiliares

3.4.1 Tipo y aplicación


Sólo los instrumentos de las clases I y II pueden estar equipados con un dispositivo indicador
auxiliar, que será:

 un dispositivo con jinetillo;

 un dispositivo de interpolación de lectura;

 un dispositivo indicador complementario (ver la Figura 4); o

39
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 un dispositivo indicador con una división de escala diferenciada (ver Figura 5).

Estos dispositivos sólo están permitidos a la derecha del símbolo decimal.

Un instrumento multi intervalo no debe estar equipado con un dispositivo indicador auxiliar.

Nota: Los dispositivos de extensión de la indicación (ver T.2.6 y 4.4.3) no son considerados como
dispositivos indicadores auxiliares.

Figura 4. Ejemplo de un dispositivo indicador complementario

4,29
4,28
17 4,27

4,26

indicación: 174,273 g

última cifra: 3

d = 1 mg

e = 10 mg

Figura 5. Ejemplos de dispositivos indicadores que poseen una división de escala


diferenciada

última cifra diferenciada: 5

2 3, 4 5 g d = 0,01 g ó 0,05 g

e = 0,1 g

última cifra diferenciada: 8

d = 0,01 g ó 0,02 g
2 3, 4 8 e = 0,1 g

40
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

3.4.2 División de verificación


La división de verificación, e, está determinada por la expresión:

d < e ≤ 10 d (ver Tablas 5a y 5b)

k
e = 10 kg

siendo k un número entero positivo o negativo, o cero.

Para un instrumento con indicación automática o con indicación semiautomática, ver apartado
[Link].

Tabla 5a. Ejemplo de valores de e, calculados siguiendo esta regla

d= 0,1 g 0,2 g 0,5 g


e= 1g 1g 1g
e= 10 d 5d 2d

Este requisito no aplica a un instrumento de la clase I con d < 1 mg, donde e = 1 mg, tal como se
muestra en la siguiente Tabla.

Tabla 5b Ejemplo de valores de e donde d < 1 mg

d= 0,01 mg 0,02 mg 0,05 mg < 0,01 mg


e= 1 mg 1 mg 1 mg 1 mg
e= 100 d 50 d 20 d > 100 d

3.4.3 Capacidad mínima


La capacidad mínima del instrumento se determina en conformidad con los requisitos de la Tabla
3. Sin embargo, en la última columna de esta Tabla, la división de verificación, e, es remplazada
por la división real, d.

3.4.4 Número mínimo de divisiones de verificación


Para un instrumento de clase I con d < 0,1 mg, n puede ser inferior a 50 000.

3.5 Errores máximos tolerados

3.5.1 Valores de los errores máximos tolerados en verificación inicial


En la Tabla 6, se proporcionan los errores máximos tolerados para cargas crecientes y
decrecientes.

41
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Tabla 6

Errores máximos Para cargas, m, expresadas en divisiones de verificación, e


tolerados en
verificación Clase I Clase II Clase III Clase IIII
inicial
± 0,5 e 0 ≤ m ≤ 50 000 0 ≤ m ≤ 5 000 0 ≤ m ≤ 500 0 ≤ m ≤ 50
± 1,0 e 50 000 < m ≤ 200 000 5 000 < m ≤ 20 000 500 < m ≤ 2 000 50 < m ≤ 200
± 1,5 e 200 000 < m 20 000 < m ≤ 100 000 2 000 < m ≤ 10 000 200 < m ≤ 1 000

Nota: El valor absoluto del error máximo tolerado es 0,5 e, 1,0 e ó 1,5 e, es decir, es el valor del
error máximo tolerado sin el signo positivo o negativo.

Nota: Para instrumentos de multi intervalo, consultar 3.3 (incluido el ejemplo).

3.5.2. Valores de los errores máximos tolerados en servicio


Los errores máximos tolerados en servicio deben ser iguales al doble de los errores máximos
tolerados en la verificación inicial (ver apartado 8.4.2).

3.5.3 Reglas básicas referentes a la determinación de errores

[Link] Factores de influencia


Los errores deben ser determinados en condiciones normales de ensayo. Cuando se evalúa el
efecto de uno de los factores, todos los demás deben mantenerse relativamente constantes, con
valores próximos a sus valores normales.

[Link] Eliminación del error de redondeo

Se debe eliminar el error de redondeo incluido en una indicación digital si la división real, d, es
superior a 0,2 e.

[Link] Errores máximos tolerados para los valores netos


Los errores máximos tolerados se aplican al valor neto para todo valor posible de tara, salvo para
los valores de tara predeterminados.

[Link] Dispositivo de tara


Los errores máximos permitidos para un dispositivo de tara son, para cualquier valor de tara, los
mismos que los del instrumento para el mismo valor de carga.

3.6 Diferencias permitidas entre resultados


Independientemente de la variación de resultados que se permita, el error de cualquier resultado
individual de pesaje, no debe sobrepasar el error máximo tolerado para la carga en cuestión.

3.6.1 Repetibilidad (Fidelidad)


La diferencia entre los resultados de varias pesadas de la misma carga, no debe ser superior al
valor absoluto del error máximo tolerado del instrumento para esa carga.
42
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

3.6.2 Excentricidad de carga


Las indicaciones obtenidas para diferentes posiciones de una carga deben cumplir con los errores
máximos tolerados, cuando se ensaya el instrumento de acuerdo con [Link]-[Link].

Nota: Si un instrumento está diseñado de manera tal que las cargas puedan aplicarse de diferentes
maneras, puede ser apropiado aplicar más de uno de los siguientes ensayos.

[Link] A menos que se especifique otra cosa, en lo sucesivo, se debe aplicar una carga
correspondiente a 1/3 de la suma de la capacidad máxima y del efecto máximo aditivo de tara.

[Link] En un instrumento con un receptor de carga que tiene n puntos de apoyo, con n > 4, se
debe aplicar a cada punto de apoyo, una carga igual a la fracción 1/(n - 1) de la suma de la
capacidad máxima y del efecto máximo aditivo de tara.

[Link] En un instrumento con un receptor de carga sometido a una carga excéntrica mínima
(por ejemplo, un tanque, una tolva, etc.), se debe aplicar a cada punto de apoyo, una carga de
prueba correspondiente a 1/10 de la suma de la capacidad máxima y del efecto máximo aditivo de
tara.

[Link] En un instrumento utilizado para pesar cargas rodantes (por ejemplo, balanzas de
vehículos), se debe aplicar en diferentes puntos del receptor de carga, una carga de prueba
correspondiente a la carga rodante usual más pesada y más concentrada que pueda ser pesada,
pero no superior a 0,8 veces la suma de la capacidad máxima y del efecto máximo aditivo de tara.

3.6.3 Dispositivos indicadores múltiples


Para una determinada carga, la diferencia entre las indicaciones proporcionadas por múltiples
dispositivos indicadores, incluyendo dispositivos de tara, no debe ser mayor al valor absoluto del
error máximo tolerado, pero debe ser igual a cero entre los dispositivos de indicación digital y los
dispositivos de impresión.

3.6.4 Diferentes posiciones de equilibrio


La diferencia entre dos resultados obtenidos para la misma carga, cuando se cambia el método
para equilibrar la carga (en el caso de instrumentos equipados con un dispositivo para ampliar (o
extender) la capacidad de la indicación automática) en dos ensayos consecutivos, no debe ser
mayor al valor absoluto del error máximo tolerado para la carga aplicada.

3.7 Patrones de ensayo

3.7.1 Pesas
En principio, las pesas o masas patrón utilizadas para evaluación de modelo o verificación de un
instrumento, deben cumplir con los requisitos metrológicos de la Recomendación OIML R 111. No
deben tener un error superior a 1/3 del error máximo tolerado del instrumento para la carga
aplicada. Si pertenecen a la clase E2 o superior, su incertidumbre (en vez de su error) no puede ser
mayor a 1/3 del error máximo tolerado del instrumento para la carga aplicada, siempre que se
tome en cuenta el valor real de la masa convencional y la estabilidad estimada en el tiempo.

43
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________________________________________________________________________________

3.7.2 Dispositivo auxiliar de verificación


Cuando un instrumento posee un dispositivo auxiliar de verificación o cuando éste se verifica por
medio de un dispositivo auxiliar separado, los errores máximos tolerados de este dispositivo
deben ser iguales a 1/3 de los errores máximos tolerados para la carga aplicada. Si se utilizan
pesas, el efecto de sus errores no debe ser superior a 1/5 de los errores máximos tolerados del
instrumento sometido a la verificación, para la misma carga.

3.7.3 Sustitución de pesas patrón en verificación


Al ensayar instrumentos en el lugar de uso (aplicación), en vez de pesas patrón, se puede utilizar
cualquier otra carga constante, siempre que las pesas patrón utilizadas proporcionen al menos el
50 % de la capacidad máxima del instrumento a ensayar.

Si el error de repetibilidad/fidelidad no es superior a 0,3 e, la parte de pesas patrón puede


reducirse a 1/3 Máx.

Si el error de repetibilidad/fidelidad no es superior a 0,2 e, esta parte puede reducirse a 1/5 Máx.

Se tiene que determinar el error de repetibilidad/fidelidad con una carga (pesas o cualquier otra
carga) de aproximadamente el valor con el que se realiza la sustitución, colocándola tres veces en
el receptor de carga.

3.8 Movilidad

3.8.1 Instrumentos con indicación no automática


Para una determinada carga aplicada, la colocación sin choque o retiro del instrumento en
equilibrio, de una sobrecarga equivalente a 0,4 veces el valor absoluto del error máximo tolerado
para esa carga, pero no menor a 1 mg, debe producir un desplazamiento visible del elemento
indicador.

3.8.2 Instrumentos con indicación automática o semiautomática

[Link] Indicación analógica


Para una determinada carga aplicada, la colocación sin choque o retiro del instrumento en
equilibrio, de una sobrecarga igual al valor absoluto del error máximo tolerado para esa carga,
pero no menor a 1 mg, debe producir un desplazamiento permanente del elemento indicador,
correspondiente a no menos de 0,7 veces el valor de la sobrecarga.

[Link] Indicación digital


Para una determinada carga aplicada, la colocación sin choque o retiro del instrumento en equilibrio de
una sobrecarga igual a 1,4 veces el valor de la división real, debe cambiar la indicación sin
ambigüedades. Este apartado solo se aplica para instrumentos con d ≥ 5 mg.

3.9. Variaciones debidas a las magnitudes de influencia y el tiempo


Salvo que se especifique lo contrario y en la medida en que se aplique, un instrumento debe
cumplir con los apartados 3.5, 3.6 y 3.8 en las condiciones fijadas en el apartado 3.9. Los ensayos
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no deben combinarse, salvo que se especifique lo contrario.

3.9.1 Desnivelación

[Link] Instrumentos susceptibles de desnivelarse


En el caso de un instrumento de clase II, III o IIII susceptible de desnivelarse, se debe determinar la
influencia del desnivel bajo el efecto de una inclinación longitudinal o transversal igual al valor
límite de desnivel como se define en a) a d).

El valor absoluto de la diferencia entre la indicación del instrumento en su posición de referencia


(nivelado) y la indicación en la posición desnivelada (= valor límite de desnivel en cualquier
dirección) no debe superar:

 sin carga: dos divisiones de verificación (previamente el instrumento sin carga, debe haber
sido ajustado a cero en su posición de referencia), salvo los instrumentos de clase II; y

 a Capacidad de indicación automática y a Capacidad máxima: el error máximo tolerado,


(previamente el instrumento sin carga, debe haber sido ajustado a cero tanto en su
posición de referencia como en la posición desnivelada).

a) Si el instrumento posee un dispositivo de nivelación y un indicador de nivel, el valor límite


de desnivel será definido por una marca (por ejemplo, un anillo) en el indicador de nivel,
que muestre que se ha sobrepasado el desnivel máximo permitido, cuando la burbuja se
desplace de su posición central y su borde toque la marca. El valor límite del indicador de
nivel debe ser evidente, de tal manera que el desnivel sea fácilmente perceptible. El
indicador de nivel debe estar fijado firmemente al instrumento, en un lugar claramente
visible para el usuario y adecuado para la parte sensible a la desnivelación.

Nota: Si, en circunstancias excepcionales, razones técnicas impiden fijar el indicador de nivel en un lugar
visible, esto se puede aceptar sólo si el usuario tiene fácil acceso al indicador de nivel sin el uso de
herramientas (por ejemplo, debajo del receptor de carga removible) y si hay un aviso legible en el
instrumento en un lugar claramente visible, que señale al usuario la ubicación del indicador de nivel.

b) Si el instrumento está equipado con un sensor automático de desnivel, el valor límite del
desnivel es definido por el fabricante. El sensor de desnivel debe desconectar la pantalla o
emitir otra señal apropiada de alarma (por ejemplo. luz, señal de error) y deberá bloquear
la impresión y la transmisión de datos, si se ha sobrepasado el valor límite de desnivel (ver
también 4.18). El sensor automático de desnivel también puede compensar el efecto de
desnivelación.

c) Si no se aplica ni a) ni b), el valor límite del desnivel en cualquier dirección es 50/1000.

d) Los instrumentos móviles (instrumentos que no son de instalación fija) destinados a ser
usados en lugares abiertos, (por ejemplo, en carreteras) deben estar equipados: o con un
sensor automático de desnivel o de una suspensión cardánica (tipo cardán) de la parte(s)
sensible a desnivelarse. En el caso de un sensor automático de desnivel, se aplica b),
mientras que en el caso de una suspensión cardánica, se aplica c) pero el fabricante puede
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definir un valor límite de desnivel superior a 50/1000 (ver también el apartado 4.18).

[Link] Otros instrumentos


Los siguientes instrumentos son considerados como no susceptibles de desnivelarse, de manera
que no se aplican los requisitos de desnivel indicados en [Link].

 Los instrumentos de Clase I deben estar equipados con un dispositivo de nivelación y un


indicador de nivel, pero no tienen que ser ensayados, porque estos instrumentos
requieren condiciones ambientales y de instalación especiales, y deben ser operados por
personal calificado.

 Instrumentos instalados en una posición fija (instrumentos de instalación fija).

 Instrumentos suspendidos libremente, por ejemplo, instrumentos colgantes o de grúa.

3.9.2 Temperatura

[Link] Límites de temperatura estipulados


Si no se especifica ninguna temperatura particular de trabajo, en las marcas descriptivas de un
instrumento, éste debe mantener sus propiedades metrológicas dentro de los siguientes límites de
temperatura:
- 10 °C / + 40 °C

[Link] Límites de temperatura especiales


Un instrumento para el cual se mencionan límites particulares de temperatura de trabajo, en su
marcado descriptivo, debe cumplir con los requisitos metrológicos dentro de esos límites.

Los límites se pueden seleccionar, en función de la aplicación del instrumento.

Los rangos dentro de esos límites deben ser al menos iguales a:

 5 °C para instrumentos de clase I;

 15 °C para instrumentos de clase II; y

 30 °C para instrumentos de clases III y IIII.

[Link] Efecto de la temperatura en la indicación sin carga


La indicación en cero o próxima a cero, no debe variar en más de una división de verificación, para
una diferencia en la temperatura ambiente de 1 °C, para instrumentos clase I y 5 °C para otras
clases.

En el caso de instrumentos de multi intervalo y de instrumentos multi rango, ésto aplica a la


división de verificación más pequeña del instrumento.

3.9.3 Fuente de alimentación

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Un instrumento debe cumplir con los requisitos metrológicos, si la tensión de la fuente de


alimentación difiere de la tensión nominal Unom, o del rango de tensión, Umin-Umax, del
instrumento para los siguientes casos:

 Alimentación por la red pública (CA):


límite inferior = 0,85 Unom ó 0,85 Umin
límite superior = 1,10 Unom ó 1,10 Umax

 Fuente de alimentación: dispositivo de alimentación externo o enchufable (CC o CC),


incluyendo baterías recargables si es que es posible la (re)carga de baterías durante la
operación del instrumento:
límite inferior = tensión mínima de operación
límite superior = 1,20 Unom ó 1,20 Umax

 Fuente de alimentación: batería no recargable (CC), incluyendo batería recargable si es


que no es posible la (re)carga de baterías durante la operación del instrumento:
límite inferior = mínima tensión de funcionamiento límite superior = Unom ó Umax

 Fuente de alimentación: batería de vehículos de carretera de 12 V ó 24 V:


límite inferior = mínima tensión de funcionamiento
límite superior = 16 V (batería de 12 V) ó 32 V (batería de 24 V)

Nota: La mínima tensión de funcionamiento se define como la tensión de funcionamiento más baja posible,
antes de que el instrumento se apague automáticamente

Los instrumentos electrónicos alimentados por batería y aquellos alimentados mediante un


dispositivo externo o enchufable (CC o CC), deben o seguir funcionando correctamente o no
indicar ningún valor de peso, si la tensión se encuentra por debajo del valor especificado por el
fabricante, siendo este último mayor o igual a la mínima tensión de operación.

3.9.4 Tiempo
En condiciones ambientales razonablemente constantes, un instrumento de clase II, III o IIII
debe cumplir con los siguientes requerimientos.

[Link] Fluencia (creep)


Cuando se coloca y se mantiene una carga cualquiera en un instrumento, la diferencia entre la
indicación obtenida inmediatamente luego de colocar la carga y la indicación observada durante
los siguientes 30 minutos, no debe ser mayor a 0,5 e. Sin embargo, la diferencia entre la indicación
obtenida al cabo de 15 minutos y la obtenida al cabo de 30 min no debe ser mayor a 0,2 e.

Si no se cumplen estas condiciones, la diferencia entre la indicación obtenida inmediatamente


luego de colocar la carga en el instrumento y la indicación observada durante las siguientes cuatro
horas no debe ser mayor al valor absoluto del error máximo tolerado para la carga aplicada.

[Link] Retorno a cero


El desvío de retorno a cero, considerado luego de la estabilización de la indicación, luego del retiro

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de una carga cualquiera que haya quedado en el instrumento por media hora, no debe ser mayor
a 0,5 e.

En el caso de un instrumento multi intervalo, el desvío no debe ser superior a 0,5 e1.

En un instrumento multi rango, el desvío de retorno a cero desde Máxi no debe ser superior a 0,5
ei.

Además, después del retorno a cero a partir de cualquier carga superior a Máx1 y después de la
conmutación inmediata al rango de pesar más bajo, la indicación próxima a cero no deber variar
en más de e1 durante los siguientes 5 minutos.

[Link] Durabilidad
El error de durabilidad debido al desgaste por uso, no debe ser mayor al valor absoluto del error
máximo tolerado.

Se asume el cumplimiento de este requisito si el instrumento ha superado el ensayo de


durabilidad (o fatiga) especificado en el apartado A.6, el cual debe realizarse sólo para los
instrumentos con Máx ≤ 100 kg.

3.9.5 Otras magnitudes de influencia y restricciones


Cuando otras influencias y restricciones, tales como:

 vibraciones;

 precipitaciones y corrientes de aire; y/o

 limitaciones y restricciones mecánicas,

constituyen una característica normal del entorno de funcionamiento previsto para el


instrumento, éste debe cumplir con los requisitos de los capítulos 3 y 4, cuando está sometido a
esas influencias y restricciones, ya sea porque ha sido diseñado para operar correctamente a pesar
de estas influencias, o porque está protegido contra su acción.

Nota: Los instrumentos instalados en exteriores sin protección adecuada contra las condiciones
atmosféricas normalmente pueden no cumplir con los requisitos de los capítulos 3 y 4, si el número
de divisiones de verificación, n, es relativamente grande. (En general, sólo se puede sobrepasar un
valor de n = 3 000 tomando medidas muy especiales. Además, para puentes de pesaje de básculas
de carretera o ferroviarias, la división de verificación no debería ser inferior a 10 kg). Estos límites
también deberían aplicarse a cada rango de pesar de combinaciones de instrumentos o de
instrumentos multi rango o a cada rango de pesar parcial de instrumentos multi intervalo.

3.10 Aprobación de Modelo: ensayos y evaluación

3.10.1 Instrumentos completos


Para la evaluación de modelo, se deben realizar los ensayos indicados en los Anexos A y B para

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verificar el cumplimiento de los requisitos de 3.5, 3.6, 3.8, 3.9, 4.5, 4.6, 5.3, 5.4 y 6.1. El ensayo de
durabilidad (A.6) debe realizarse después de todos los demás ensayos indicados en los Anexos A y
B.

En el caso de instrumentos controlados por software, se aplican los requisitos adicionales del
apartado 5.5 y del Anexo G.

3.10.2 Módulos
Previo acuerdo con la autoridad de aprobación, el fabricante puede definir y presentar módulos
para ser examinados por separado. Ésto es especialmente aplicable en los siguientes casos:

 cuando es difícil o imposible el ensayo del instrumento completo;

 cuando los módulos son fabricados y/o comercializados como unidades separadas, para
ser incorporados en instrumentos completos; o

 cuando el solicitante desea tener una variedad de módulos incluidos en el modelo


aprobado.

Los siguientes requisitos se aplican, cuando los módulos se examinan por separado, en el proceso
de Aprobación de Modelo.

[Link] Distribución de errores


Los límites de error aplicables a un módulo Mi, que se examina por separado, son iguales a una
fracción pi de los errores máximos permitidos o a las variaciones de la indicación aceptadas para el
instrumento completo, según se especifica en 3.5. Las fracciones para cualquier módulo, deben
aplicarse por lo menos a la misma clase de precisión y por lo menos al mismo número de
divisiones de verificación que tiene el instrumento completo que incorpora al módulo.

Las fracciones pi deben satisfacer la siguiente ecuación:

p1 2  p2 2  p3 2  .. . .  1

La fracción pi debe ser seleccionada por el fabricante del módulo y debe ser verificada mediante
un ensayo apropiado, tomando en cuenta las siguientes condiciones:

 Para dispositivos puramente digitales, pi puede ser igual a 0.

 Para módulos de pesar, pi puede ser igual a 1.

 Para todos los demás módulos (incluyendo celdas de carga digitales), la fracción no debe
ser superior a 0,8 y no debe ser inferior a 0,3, cuando más de un módulo contribuye al

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efecto en cuestión.

Solución aceptable (ver la explicación en la nota que introduce el capítulo 4):

Para estructuras mecánicas, tales como puentes de pesaje, dispositivos transmisores de carga y
elementos de conexión mecánicos o eléctricos evidentemente diseñados y fabricados de acuerdo
con buenas prácticas de ingeniería, se puede aplicar una fracción global pi = 0,5 sin ningún ensayo,
por ejemplo, cuando las palancas son del mismo material y cuando la cadena de palancas tiene
dos planos de simetría (longitudinal y transversal) o cuando las características de estabilidad de los
elementos conectores eléctricos, son apropiadas para las señales transmitidas, tales como la señal
de salida de celda de carga, la impedancia, etc.

En el caso de instrumentos que incorporan a los módulos típicos (ver T.2.2), las fracciones pi
pueden tener los valores indicados en la Tabla 7. La Tabla 7 toma en cuenta que los módulos son
afectados de manera diferente, dependiendo de los diferentes criterios de desempeño.

Tabla 7

Celda de Indicador Elementos de


Criterios de desempeño
carga electrónico conexión, etc.
Efecto combinado* 0,7 0,5 0,5
Efecto de la temperatura en la indicación sin carga 0,7 0,5 0,5
Variación de la alimentación – 1 –
Efecto de fluencia (creep) 1 – –
Calor húmedo 0,7* 0,5 0,5
*
Estabilidad del span (de la pendiente) – 1 –

* Efectos combinados: no linealidad, histéresis, efecto de temperatura en el span (pendiente), repetibilidad/fidelidad,


etc. Después del tiempo de calentamiento especificado por el fabricante, las fracciones de error del efecto combinado se
aplican a los módulos.
** De acuerdo con OIML R 60, válido para celdas de carga ensayadas para SH (pLC = 0,7). El símbolo “-” significa “no
aplicable”.

[Link] Ensayos
En la medida en que se aplique, deben realizarse los mismos ensayos que para los instrumentos
completos. En el Anexo C, se proporcionan los ensayos aplicables para indicadores y dispositivos
de procesamiento de datos analógicos. En el Anexo D, se proporcionan los ensayos aplicables para
dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y pantallas digitales. En el Anexo E, se
proporcionan los ensayos aplicables para módulos de pesar.

Los módulos puramente digitales no tienen que ser sometidos a ensayos de temperaturas
estáticas (B.2.1), humedad (B.2.2) y estabilidad de la pendiente (span) (B.4). Tampoco necesitan
ser sometidos a ensayos de perturbaciones (B.3) si se establece de otro modo la conformidad, con
los estándares IEC relevantes, en al menos el mismo nivel que el requerido en esta
Recomendación.

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[Link] T.: B.2.1. No existe, B.2.2. No existe (DLT)

En el caso de instrumentos controlados por software, se aplican los requisitos adicionales de


5.5 y del Anexo G.

[Link] Compatibilidad
El fabricante debe establecer y declarar la compatibilidad de módulos. En el caso de indicadores y
celdas de carga, ésto debe hacerse de acuerdo con el Anexo F.

Para módulos con salida digital, la compatibilidad incluye la comunicación correcta y transferencia
de datos mediante la/s interfaz (ces) digitales, ver el Anexo F.5.

[Link] Uso de certificados OIML


Si existe el respectivo Certificado OIML y si se cumplen los requisitos de [Link], [Link] y
[Link], se puede utilizar los siguientes módulos sin repetir ensayos:

 celdas de carga ensayadas para SH o CH (pero no celdas de carga marcadas con NH) que
han sido ensayadas por separado de acuerdo con OIML R 60;

 indicadores y dispositivos de procesamiento de datos analógicos que han sido ensayados


por separado de acuerdo con el Anexo C;

 dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales, y pantallas digitales que han


sido ensayados por separado de acuerdo con el Anexo D;

 módulos de pesar que han sido ensayados por separado de acuerdo con el Anexo E;

 otros módulos (si existen Recomendaciones OIML relevantes).

Los Certificados OIML deben contener toda la información relevante requerida en el Anexo F. Los
Certificados OIML para módulos deben distinguirse claramente de los Certificados OIML para
instrumentos completos.

Un instrumento representativo completo debe ser presentado para ensayos de funcionamiento


correcto si la autoridad responsable lo considera necesario, por ejemplo, para llevar a cabo
ensayos que no se han realizado, como el ensayo desnivel.

3.10.3 Dispositivos periféricos


Los dispositivos receptores periféricos tienen que ser examinados y ensayados sólo una vez
mientras están conectados a un instrumento de pesar, y pueden ser declarados como adecuados
para ser conectados a cualquier instrumento de pesar verificado, provisto de una interfaz
apropiada y segura.

Los dispositivos periféricos puramente digitales, no tienen que ser sometidos a ensayos de
temperaturas estáticas (A.5.3), humedad (B.2) y estabilidad de la pendiente (span) (B.4).
Tampoco necesitan ser sometidos a ensayos de perturbaciones (B.3) si se establece de otro modo

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________________________________________________________________________________

la conformidad, con los Estándares IEC relevantes, en al menos el mismo nivel que el requerido en
esta Recomendación.

3.10.4 Ensayo de una familia de instrumentos o módulos


Cuando una familia de instrumentos o módulos de diferentes capacidades y características se
presenta a la evaluación de modelo, se aplican las siguientes condiciones para seleccionar el
Instrumento Bajo Ensayo (IBE). Para indicadores, remitirse también el Anexo C.2.

[Link] Selección de IBEs


La selección de los IBEs que se van a ensayar, debe ser tal que se minimice la cantidad de los
mismos a someter a ensayo, pero no obstante los seleccionados, deben ser lo suficientemente
representativos (ver ejemplo de una solución aceptable en [Link]).

La aprobación de los IBEs con la mayor sensibilidad, implica la aprobación de aquellas variantes
con menor sensibilidad.
Por lo tanto, cuando existe la posibilidad de elegir, se deben seleccionar para el ensayo, los IBEs
con las mejores características metrológicas.

[Link] Variantes dentro de una familia a ensayar


Para cualquier familia, se deben seleccionar como IBEs, al menos:
- a la variante con el mayor número de divisiones de verificación (n) y

- a la variante con la división de verificación más pequeña, e.

Se pueden requerir IBEs adicionales de acuerdo con [Link]. Si una variante tiene ambas
características, puede bastar con un solo IBE.

[Link] Variantes aceptables sin ensayos

Se pueden aceptar variantes distintas a los IBEs, sin ser ensayadas, si se cumple una de las
siguientes disposiciones con viñetas (para características metrológicas comparables):

 Sus capacidades, Máx, se encuentran entre dos capacidades ensayadas. La relación entre
las capacidades ensayadas no debe ser superior a 10; o

 Se cumplen todas las siguientes condiciones a), b) y c):

a) n ≤ nensayado

b) e ≥ eensayado

c) Máx ≤ 5 x Máxensayo x (nensayo / n)

Nota: Máxensayo, nensayo y eensayo son las características del IBE.

[Link] Clase de precisión


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Si se ha ensayado un IBE de una familia de manera completa para una sola clase de precisión,
éstos ensayos serán válidos y suficientes para un IBE de una clase inferior, debiéndose someter al
IBE de clase inferior, solo a ensayos parciales que no hayan sido cubiertos por los ensayos
realizados.

[Link] Otras características a considerar


Se deben ensayar todas las características y funciones metrológicamente relevantes al menos una
vez en un IBE y en el mismo IBE si es aplicable, las veces que sea posible.

Por ejemplo, no es aceptable ensayar el efecto de temperatura en la indicación sin carga en un IBE
y el efecto combinado (ver la Tabla 7) en uno diferente. Las variaciones en las características y
funciones metrológicamente relevantes para diferentes:

 cubiertas;

 receptores de carga;

 rangos de temperatura y humedad;

 funciones del instrumento;

 indicaciones; etc.

pueden requerir ensayos parciales adicionales de aquellos factores que son influenciados por estas
características listadas. Estos ensayos adicionales deberían realizarse, de preferencia, en el mismo
IBE pero, si ésto no es posible, pueden realizarse ensayos en uno o más IBEs adicionales, bajo la
responsabilidad de la autoridad encargada de los ensayos.

[Link] Resumen de características metrológicas relevantes


Los IBEs deben cubrir:

 número máximo de divisiones de verificación, n máx;

 mínima división de verificación, emín;

 señal de entrada más baja, µV/e (al utilizar celdas de carga extensométricas analógicas);

 todas las clases de precisión;

 todos los rangos de temperatura;

 instrumento de un solo rango, multi rango o multi intervalo;

 tamaño máximo del receptor de carga, si es significativo;

 características metrológicamente relevantes (ver [Link]);

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 número máximo de funciones del instrumento;

 número máximo de indicaciones;

 número máximo de dispositivos periféricos conectados;

 número máximo de dispositivos digitales implementados;

 número máximo de interfaces análogicas y digitales;

 varios receptores de carga, si pueden ser conectados al indicador; y

 diferentes tipos de fuente de alimentación (red eléctrica y/o baterías).

Solución aceptable para la selección de los IBE de una familia:

Tabla 8. Selección de los IBEs para un modelo de un instrumento de pesar de funcionamiento no automático con dos
familias

Variante Máx e d n IBE


Familia 1 1.1 200 g 0,01 g 0,001 g 20 000
Clase de precisión II
1.2 400 g 0,01 g 0,001 g 40 000 X
Rango de temperatura:

10 °C / 30 °C 1.3 2000 g 0,05 g 0,05 g 40 000

Familia 2 2.1 1,5 kg 0,5 g 0,5 g 3 000 X


Clase de precisión III 2.2 3 kg 1g 1g 3 000
Rango de temperatura:
2.3 5 kg 2g 2g 2 500
– 10 °C / 40 °C
2.4 15 kg 5g 5g 3 000 X
2.5 60 kg 20 g 20 g 3 000

Nota: Este ejemplo cubre sólo las diferentes capacidades y características metrológicas de los IBEs
de acuerdo con el apartado [Link] hasta el [Link] inclusive. En la práctica, también se deben
tomar en cuenta las otras características metrológicamente relevantes, de acuerdo con [Link] y
éstas pueden conducir a uno o más IBE adicionales.

Observaciones sobre la selección:

 Se seleccionan las variantes 1.2, 2.1 y 2.4 como IBEs (marcadas en la última columna de la
Tabla 8).

 La variante 1.1 no necesita ser ensayada porque tiene el mismo e y d que la variante 1.2.
Solamente el valor de Máx se reduce a 200 g (ver [Link]).

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 La variante 1.2 tiene las mejores características metrológicas de la familia 1 y debe ser
ensayada completamente de acuerdo con [Link].

 La variante 1.3 no necesita ser ensayada porque su Máx no es superior a 5 veces la de la


variante 1.2 (ver [Link]).

 La variante 2.1 tiene las mejores características metrológicas de la familia 2, la e más


pequeña y el mayor n. Por lo tanto, se ensayará la variante 2.1 (ver [Link]). Es suficiente
realizar adicionalmente sólo los ensayos aplicables para la clase III. No es necesario repetir
aquellos ensayos que son los mismos, para las clases II y III, y que ya se han realizado en la
variante 1.2.

 Las variantes 2.2 y 2.3 no necesitan ser ensayadas, porque sus valores de Máx se
encuentran entre las Máx de las variantes ensayadas 2.1 y 2.4 (ver [Link]) y sus
características metrológicas son inferiores o iguales a las de las variantes 2.1 y 2.4

 Se debe ensayar la variante 2.4 porque la relación entre las Máx de las variantes 2.5 y 2.1
es superior a 10 (ver el apartado [Link]). Para la variante 2.4, es suficiente realizar
adicionalmente algunos ensayos importantes, tales como ensayo de pesaje, temperatura,
excentricidad, movilidad, repetibilidad/fidelidad, etc. Normalmente, no es necesario
repetir otros ensayos (por ejemplo ensayos de: desnivel, alimentación, humedad,
estabilidad de la pendiente o span, durabilidad, perturbaciones), que ya se han realizado
en las variantes 1.2 y 2.1).

 La variante 2.5 no necesita ser ensayada porque su Máx no es superior a 5 veces a la de la


variante 2.4 (ver el apartado [Link]).

Tabla 9. Resumen de las características metrológicas presentadas en el Certificado OIML

Familia 1 Familia 2
Clase de precisión II III
Máx 1 g ... 2000 g 50 g ... 60 kg
e 0,01 g ... 0,2 g 0,5 g ... 100 g
d 0,001 g ... 0,2 g 0,5 g ... 100 g
n ≤ 40 000 ≤3 000
Rango de equilibrio de tara 100 % de Máx 100 % de Máx
Rango de tara predeterminada 100 % de Máx 100 % de Máx
Rango de temperatura 10 °C / 30 °C -10 °C / 40 °C

Nota: El respectivo Certificado OIML debe incluir la familia completa de acuerdo con la Tabla 8, con
ocho instrumentos de dos familias, o puede incluir alternativamente las características metrológicas
de las familias de acuerdo con la Tabla 9. En el segundo caso, los valores de Máx pueden reducirse
(en comparación con el IBE más pequeño, Tabla 8) si es un instrumento idéntico con la misma
división de verificación, e, y si se siguen cumpliendo las condiciones de la Tabla 3. El Certificado

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cubre todas las variantes que cumplen las características metrológicas de la Tabla 9.

4 Requisitos técnicos para instrumentos con indicación automática o semiautomática


Los siguientes requisitos se refieren al diseño y a la construcción de instrumentos, y tienen por
objeto asegurar que éstos den resultados de pesaje correctos e inequívocos y otras indicaciones
primarias, en condiciones normales de uso y de manipulación apropiada, por parte de usuarios no
especializados. No están destinadas a recomendar soluciones sino a definir el funcionamiento
apropiado del instrumento.

Ciertas soluciones que se han utilizado durante un largo período, son ahora comúnmente
aceptadas; estas soluciones son indicadas como “solución aceptable”; aunque no es necesario
adoptarlas, se considera que cumplen con los requisitos de la disposición aplicable.

4.1 Requisitos generales de construcción

4.1.1 Aptitud

[Link] Aptitud para la aplicación


Un instrumento debe estar diseñado para adecuarse a su uso previsto.

Nota: El término “uso previsto” incluye aspectos tales como la naturaleza y necesidades de la
aplicación y el ambiente. Cuando se debe restringir el uso previsto, se puede requerir una
identificación o marca que indique dicha restricción de acuerdo con las regulaciones nacionales.

[Link] Aptitud para el uso


Un instrumento debe estar construido de manera sólida y cuidadosa, con el fin de asegurar que
mantiene sus cualidades metrológicas durante un período de uso.

[Link] Aptitud para la verificación


Un instrumento debe permitir realizar el conjunto de ensayos establecidos en esta
Recomendación.

En especial, los receptores de carga deben estar diseñados de manera tal, que permitan depositar
sobre ellos las pesas patrón, fácilmente y con total seguridad. Si no se pueden colocar las pesas, se
puede requerir un soporte adicional.

Debe ser posible identificar los dispositivos que hayan sido objeto de un procedimiento separado
de evaluación de modelo (por ejemplo, celdas de carga, impresoras, etc.).

4.1.2 Seguridad

[Link] Uso fraudulento


Un instrumento no debe tener características que puedan facilitar su uso fraudulento.

[Link] Falla accidental y desajuste

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Un instrumento debe estar construido de tal manera, que no puedan ocurrir una falla accidental o
un desajuste de los elementos de control, que perturbe su correcto funcionamiento, sin que su
efecto sea evidente.

[Link] Controles
Los controles deben estar diseñados de manera tal que, normalmente no puedan enclavarse en
posiciones distintas a las previstas por el diseño, a menos que durante la maniobra resulte
imposible cualquier indicación. Las teclas deben estar identificadas de manera inequívoca, sin
ambigüedades.

[Link] Protección de componentes y de los controles de preseteo (o de configuración)


Se proveerán los medios para proteger los componentes y los controles de preseteo, a los cuales
están prohibidos el acceso y el ajuste. La legislación nacional puede especificar qué tipo de
protección se requiere.

En un instrumento de clase I, los dispositivos de ajuste de la sensibilidad (span) pueden no estar


protegidos.

Solución aceptable:
Para la aplicación de las marcas de control, el área de protección debería tener un diámetro de por
lo menos 5 mm.

Los componentes y controles de preseteo pueden estar protegidos mediante software, siempre
que cualquier acceso a los controles o funciones protegidos, se vuelva evidente automáticamente.
Además, se aplican los siguientes requisitos a los medios de protegidos por software.

a) Por analogía con los métodos de protección convencionales, el estado legal del
instrumento debe ser evidente en el mismo instrumento, para el usuario o para cualquier
otra persona responsable.
Las medidas de seguridad adoptadas deben proporcionar la evidencia de cualquier
intervención previa, a la próxima verificación o inspección oficial comparable.
Solución técnica aceptable:
Un contador de eventos, es decir, un contador no reiniciable, que se incrementa cada vez
que se ingresa a un modo operativo protegido del instrumento y se realizan uno o más
cambios de los parámetros específicos del dispositivo.
El número de referencia del contador al momento de la verificación (inicial o posterior) se
fija o se protege mediante hardware o software apropiado, para el instrumento recién
configurado. El número indicado en el contador, puede ser comparado con el número de
referencia, mediante un procedimiento descripto en el manual y en el certificado OIML e
Informe de ensayo.
Nota: El término “no reiniciable” implica que, si el contador ha llegado a su número
máximo, no empezará nuevamente desde cero, sin la intervención de una persona
autorizada.

b) El/los parámetro/s específico/s de dispositivo y el número de referencia deben estar


protegidos contra cambios involuntarios y accidentales. Para estos datos, se deben

57
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

cumplir los requisitos para software del apartado [Link] en la medida en que se apliquen.
Solución técnica aceptable:
El/los parámetro/s específico/s de dispositivo sólo debería/n ser cambiado/s por una
persona autorizada mediante un código PIN especial. Adicionalmente, se debería guardar
el
número de serie (u otra identificación de las que figuran en la placa identificatoria del
instrumento, fija a la plataforma principal o a otras partes apropiadas), si el componente o
subconjunto electrónico que posee el dispositivo de memoria no está protegido y puede
ser reemplazado. Estos datos deberían estar protegidos mediante una firma (suma de
comprobación, checksum, de por lo menos 2 bytes CRC-16 con función polinómica oculta);
éste es considerado un método de protección suficiente. El número de referencia y el
número de serie (o respectivamente otra identificación), se deberían visualizar ejecutando
un comando manual, para luego poder compararlos con los mismos datos protegidos y
que figuran en la placa identificatoria del instrumento (fija a la plataforma principal o a
otras partes apropiadas instrumento).

c) Un instrumento que utiliza un método de seguridad por software, debe tener los medios
adecuados para que una persona u organismo autorizado coloque el número de referencia
en o cerca de la plataforma principal.
Nota: Una diferencia entre el número de referencia indicado (según a)) y el número de
referencia protegido y fijado en el instrumento indica que ha habido una intervención. Las
consecuencias son establecidas por la legislación nacional (por ejemplo, que el
instrumento ya no debe utilizarse para fines controlados legalmente).
Solución técnica aceptable:
Un contador ajustable (hardware) que se monta firmemente en el instrumento y que se
puede proteger después de haber sido ajustado al número de contador, indicado al
momento de la verificación (inicial o posterior).

[Link] Ajuste
Un instrumento puede estar equipado con un dispositivo automático o semiautomático de ajuste
de la pendiente (span). Este dispositivo debe estar incorporado dentro del instrumento. Después
que el instrumento ha sido asegurado, la influencia externa sobre este dispositivo, debe ser
concretamente imposible.

[Link] Compensación por gravedad


Un instrumento sensible a la gravedad puede estar equipado con un dispositivo de compensación
de los efectos de las variaciones de la gravedad. Después que el instrumento ha sido asegurado, la
influencia externa o el acceso a este dispositivo, deben ser concretamente imposibles.

4.2 Indicación de los resultados de pesar

4.2.1 Calidad de lectura


La lectura de las indicaciones primarias (ver T.1.3.1) en las condiciones normales de uso, debe ser
confiable, fácil y sin ambigüedades:

 la inexactitud total de lectura de un dispositivo indicador analógico no debe ser superior a

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

0,2 e; y

 los símbolos, unidades y designaciones que conforman las indicaciones primarias deben
tener un tamaño, forma y claridad que hagan fácil la lectura.

Las escalas, la numeración y la impresión, deben permitir leer las cifras que forman los resultados
por simple yuxtaposición.

4.2.2 Forma de la indicación

[Link] Los resultados del pesaje y, si es aplicable, el precio unitario y el precio a pagar deben
contener los nombres o símbolos de las unidades en las cuales están expresados.

Para cualquier indicación de peso, sólo se puede utilizar una sola unidad de masa.

La división de escala para los resultados de pesar debe ser de la forma 1 x 10k, 2 x 10k o 5 x 10k
unidades en las cuales se expresa el resultado, siendo el índice, k, un número entero positivo o
negativo o igual a cero.

Todos los dispositivos indicadores, de impresión y de pesar de la tara, de un instrumento, deben


tener dentro de cada rango de pesar y para cualquier carga dada, la misma división de escala.

[Link] Una indicación digital debe mostrar por lo menos una cifra empezando desde la
extrema derecha.

Cuando se cambia automáticamente la división de escala, el signo decimal debe mantener su


posición en la pantalla.

Una parte decimal debe estar separada de su parte entera por un símbolo decimal (coma o
punto); la indicación debe mostrar por lo menos una cifra a la izquierda del signo y todas las cifras
a la derecha.

El símbolo decimal debe estar alineado con la parte inferior de las cifras (ejemplo: 0,305 kg, no 0-305
kg
[[Link].: considerar a” –“ =”, “ ,lo que se ejemplifica es la posición del símbolo decimal]). (DLT)

El cero puede ser indicado por un cero a la extrema derecha, sin signo decimal.

La unidad de masa debe ser seleccionada de tal manera que los valores de peso tengan no más de
un cero no significativo a la derecha. Para los valores con signo decimal, se permite el cero no
significativo sólo en la tercera posición después del signo decimal. En el caso de instrumentos de
multi intervalo e instrumentos multi rango con cambio automático, estos requisitos se aplican sólo
al rango de pesar (parcial) más pequeño.

Ejemplos de un instrumento multi intervalo o un instrumento multi rango con cambio automático:

Ejemplo 1:
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Máxi ei Indicaciones permitidas


Máx1 = 150 kg e1 = 50 g xxx,050 kg xxx,050 kg xxx,05 kg xxx,05 kg
Máx2 = 300 kg e2 = 100 g xxx,100 kg xxx,1 kg xxx,10 kg xxx,1 kg

Ejemplo 2:

Máxi ei Indicaciones permitidas


Máx1 = 1 500 kg e1 = 500 g xxxx,5 kg

Máx2 = 3 000 kg e2 = 1 000 g xxx1,0 kg

4.2.3 Límites de indicación


No debe haber ninguna indicación por encima de Máx + 9 e.

Para instrumentos multi rango, ésto se aplica a cada rango de pesar. Sin embargo, para
instrumentos multi rango con cambio automático, Máx es igual a Máxr del mayor rango de pesar,
r, y no debe haber ninguna indicación por encima de Máxi = n x ei para el menor rango(s) de pesar,
i.

Para instrumentos multi intervalo, no debe haber ninguna indicación que utilice ei; por encima de
Máxi= ni x ei para el rango(s) de pesar parcial inferior, i.

Es posible una indicación por debajo de cero (con signo menos) cuando un dispositivo de tara está
en funcionamiento y se ha retirado la carga de tara del receptor de carga. También es posible
visualizar valores negativos hasta – 20 d aunque no haya un dispositivo de tara en funcionamiento,
siempre que estos valores no se puedan transmitir, imprimir o utilizar para un cálculo de precio.

4.2.4 Dispositivo indicador aproximador


La división de escala de un dispositivo indicador aproximador debe ser superior a Máx/100 pero
no inferior a 20 e. Se considera que este dispositivo aproximador da indicaciones secundarias.

4.2.5 Extensión del rango de la indicación automática en un instrumento con indicación


semiautomática
La extensión o ampliación del rango de la indicación automática, no debe ser superior al valor de
la capacidad de la indicación automática del instrumento.

Soluciones aceptables:

a) La división de escala de ampliación del rango de la indicación automática debería ser igual
a la capacidad de la indicación automática (los instrumentos comparadores son excluidos
de esta condición).

60
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

b) Un dispositivo de extensión con pesas cursoras accesibles (externas), está sujeto a los
requisitos del apartado 6.2.2.

c) En un dispositivo de extensión con pesas cursoras internas o mecanismos internos de


conmutación de pesas, cada ampliación debería implicar una modificación adecuada de la
numeración. Debería ser posible sellar el gabinete y las cavidades de ajuste de las pesas o
masas.

4.3 Dispositivos indicadores analógicos


Además de los indicados en los apartados 4.2.1 a 4.2.4, se aplican los siguientes requisitos.

4.3.1 Marcas de escala: longitud y ancho


Las escalas deben estar diseñadas y numeradas de tal manera, que la lectura del resultado del
pesaje sea fácil y sin ambigüedades.

Soluciones aceptables:

a) Forma de marcas de escala


Las marcas de escala deberían consistir en líneas del mismo espesor; este espesor debería
ser constante y estar entre 1/10 y 1/4 de la longitud de una división, sin que sea inferior a
0,2 mm. La menor longitud de las marcas de escala debería ser por lo menos igual a la
longitud de una división.

b) Disposición de marcas de escala


Las marcas de escala deberían estar dispuestas, de acuerdo con uno de los esquemas de la
Figura 6 (la línea que une los extremos de las marcas de escala es opcional).

Figura 6. Ejemplos de aplicación a escalas rectilíneas

c) Numeración
En una escala, la división de escala utilizada para la numeración debería ser:
 constante,
 de la forma 1 x 10k, 2 x 10k, 5 x 10k unidades (siendo k un número entero positivo o
negativo o igual a cero),
61
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 no mayor a 25 veces la división de escala del instrumento.


Si la escala se proyecta en una pantalla, por lo menos dos marcas numeradas completas de
escala, deberían aparecer en la zona proyectada.

La altura (real o aparente) de los números, expresada en milímetros, no debería ser


inferior a tres veces la distancia mínima de lectura, expresada en metros, sin que sea
inferior a 2 mm.
Esta altura debería ser proporcional a la longitud de la marca de escala a la cual refiere.
El ancho de un número, medido paralelamente a la base de la escala, debería ser menor a
la distancia entre dos marcas numeradas consecutivas.

d) Componente indicador
El ancho de la aguja del componente indicador debería ser aproximadamente igual al
ancho de las marcas de escala y de una longitud tal que su punta llegue por lo menos al
nivel de la mitad de la marca más corta.
La distancia entre la escala y la aguja debería ser como máximo igual a la longitud de una
división, sin que sea mayor a 2 mm.

4.3.2 Longitud de una división

El valor mínimo, io, de la longitud de una división es igual a:

 en un instrumento de clases I o II:


1 mm para los dispositivos indicadores;
0,25 mm para dispositivos indicadores complementarios. En este caso, io es el
desplazamiento relativo entre el componente indicador y la escala proyectada
correspondiente a la división de verificación del instrumento;

 en un instrumento de clases III o IIII:


1,25 mm para dispositivos indicadores de cuadrante;
1,75 mm para dispositivos indicadores de proyección óptica.

Solución aceptable:
La longitud de una división (real o aparente), i, en milímetros, debería ser por lo menos igual a:

(L + 0,5) i0,

en donde: i0 = la longitud mínima de una división en milímetros,


L = la distancia mínima de lectura en metros; L ≥ 0,5 m.

La mayor longitud de una división no debería ser superior a 1,2 veces la longitud más pequeña de
una división de la misma escala.

4.3.3 Límites de indicación


Los topes deben limitar el movimiento del componente indicador permitiendo su desplazamiento,
inclusive por debajo del cero y más allá del alcance de la indicación automática. Este requisito no
se aplica a instrumentos con dial de varias vueltas de agujas.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Solución aceptable:
Los topes que limitan el movimiento del componente indicador, deberían permitirle a este
componente indicador, recorrer zonas de al menos cuatro longitudes de división por debajo de
cero y más allá de la capacidad de indicación automática (estas zonas no poseen divisiones de
escala indicadas en los instrumentos con diales en abanico y de diales con una sola vuelta de
aguja; a éstas se les denomina "zonas en blanco").

4.3.4 Amortiguación
La amortiguación de las oscilaciones del componente indicador o de la escala móvil, debe
ajustarse a un valor ligeramente inferior al de la "amortiguación crítica", cualesquiera que sean los
factores de influencia.

Solución aceptable:
La amortiguación debería permitir una indicación estable, después de tres, cuatro o cinco
semiperíodos de oscilación.

Los amortiguadores hidráulicos sensibles a variaciones de temperatura, deberían estar provistos


de un dispositivo de regulación automático o de un dispositivo de regulación manual fácilmente
accesible.

Debería ser imposible que el líquido de los amortiguadores hidráulicos de instrumentos portátiles
se derrame, cuando el instrumento se inclina en 45°.

4.4 Dispositivos indicadores digitales


Además de los indicados en los apartados 4.2.1 a 4.2.5, se aplican los siguientes requisitos.

4.4.1 Cambio de indicación


Después de un cambio de carga, la indicación previa no debe persistir por más de 1 segundo.

4.4.2 Equilibrio estable


Una indicación es definida como en equilibrio estable, si está lo suficientemente próxima al valor
final del peso. Se considera que se ha alcanzado el equilibrio estable cuando:

 en el caso de una impresión y/o almacenamiento de datos, los valores de peso impresos o
almacenados no se desvían más de 1 e con respecto al valor final del peso (es decir, se
permiten dos valores adyacentes); o

 en el caso de operaciones de cero o tara, se logra el funcionamiento correcto del


dispositivo de acuerdo con los apartados 4.5.4, 4.5.6, 4.5.7 y 4.6.8, cumpliendo los
requisitos aplicables de precisión.

Durante la perturbación continua o temporal del equilibrio, el instrumento no debe imprimir,


almacenar datos, ajustar a cero o tarar.

4.4.3 Dispositivos de extensión de la indicación


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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

No debe utilizarse un dispositivo de extensión de la indicación, en un instrumento con una división


de escala diferenciada.

Cuando un instrumento está equipado con un dispositivo de extensión de la indicación, la


visualización de la indicación con una división de escala inferior a e debe ser posible solamente:

 mientras se presiona una tecla; o

 por un período que no sobrepase los 5 segundos, luego de ejecutado un comando manual.

En cualquier caso, la impresión no debe ser posible mientras el dispositivo de extensión de la


indicación, está en funcionamiento.

4.4.4 Uso múltiple de dispositivos indicadores


Se pueden visualizar o imprimir indicaciones que no sean indicaciones primarias en el mismo
dispositivo indicador, siempre que:

 cualquier indicación adicional no conduzca a ninguna ambigüedad con respecto a las


indicaciones primarias;

 las magnitudes distintas a los valores de peso sean identificadas por la unidad de medida
apropiada, o su símbolo, o un signo especial o designación; y

 los valores de peso que no son resultados de pesar (T.5.2.1-T.5.2.3) sean claramente
identificados. De lo contrario, se podrían visualizar sólo temporalmente después de un
comando manual y no se deben poder imprimir.

No se aplica ninguna restricción si se desactiva el modo pesaje, y esto es claro y sin ambigüedad
(también para clientes en el caso de instrumentos utilizados para la venta directa).

4.4.5 Dispositivos de impresión


La impresión debe ser clara y permanente para el uso previsto. Las cifras impresas deben tener
por lo menos 2 mm de altura.

Si se realiza la impresión, el nombre o símbolo de la unidad de medida debe aparecer a la derecha


del valor o arriba de una columna de valores.

La impresión debe ser imposible cuando el equilibrio no sea estable.

4.4.6 Dispositivos de almacenamiento en memoria


El almacenamiento de indicaciones primarias para indicación posterior, transferencia de datos,
totalización, etc., no debe ser posible cuando el equilibrio no es estable.

4.5 Dispositivo de puesta a cero y dispositivo de mantenimiento (seguimiento) del cero


Un instrumento puede tener uno o varios dispositivos de puesta a cero y no debe tener más de un
dispositivo de mantenimiento de cero.

64
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

4.5.1 Efecto máximo


El efecto de cualquier dispositivo de puesta a cero, no debe modificar la capacidad máxima de
pesar del instrumento.

El efecto total de los dispositivos de puesta a cero y de mantenimiento de cero, no debe ser más
de 4% de la capacidad máxima y de 20 % de la capacidad máxima para el dispositivo de puesta en
cero inicial.

Esta recomendación no afecta a un instrumento de clase III, salvo si se utiliza para transacciones
comerciales.

Un rango más amplio es posible para el dispositivo de puesta a cero inicial, si el instrumento
cumple con los apartados 3.5, 3.6, 3.8 y 3.9 para cualquier carga compensada por este dispositivo,
dentro del rango especificado.

4.5.2 Precisión (de la puesta a cero)


Después de la puesta a cero, el efecto de la desviación del cero en el resultado de pesar, no debe
ser superior a ± 0,25 e.

4.5.3 Instrumentos multi rango


La puesta a cero en cualquier rango de pesar debe ser igualmente eficaz en los rangos de pesar
más altos, si la conmutación a un rango de pesar superior es posible mientras el instrumento está
cargado.

4.5.4 Control del dispositivo de puesta a cero

Un instrumento – con excepción de los indicados en los apartados 4.13 y 4.14 – ya sea que esté
equipado o no con un dispositivo de puesta a cero inicial, puede tener un dispositivo
semiautomático de puesta a cero y un dispositivo semiautomático de equilibrio de tara,
combinados y ambos operados por el mismo mando o tecla.

Si un instrumento tiene un dispositivo de puesta a cero y un dispositivo de pesaje de la tara, el


control del dispositivo de puesta a cero debe ser distinto al del dispositivo de pesar de la tara.

Un dispositivo de puesta a cero semiautomático debe funcionar sólo si:

 el instrumento se encuentra en equilibrio estable; y

 anula cualquier operación de tara anterior.

4.5.5 Dispositivos indicadores de cero en un instrumento con indicación digital


Un instrumento con indicación digital debe tener un dispositivo que muestre una señal especial
cuando la desviación de cero no es superior a ± 0,25 e. Este dispositivo también se puede activar
cuando se indica el cero después de una operación de tara.

65
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Este dispositivo no es obligatorio en un instrumento que tiene un dispositivo indicador auxiliar o


un dispositivo de mantenimiento o seguimiento de cero, siempre que la velocidad de seguimiento
de cero no sea inferior a 0,25 d/segundo.

4.5.6 Dispositivo automático de puesta a cero


Un dispositivo automático de puesta a cero debe funcionar sólo cuando:

 el equilibrio es estable; y

 la indicación se ha mantenido estable por debajo de cero durante al menos 5 segundos.

4.5.7 Dispositivos de mantenimiento (seguimiento) de cero


Un dispositivo de mantenimiento de cero debe operar sólo cuando:

 la indicación está en cero o muestra un valor neto negativo equivalente al cero bruto;

 el equilibrio es estable; y

 las correcciones no son superiores a 0,5 d/segundo.

Cuando se indica cero después de una operación de tara, el dispositivo de mantenimiento de cero
puede funcionar dentro de un rango de 4 % de Máx alrededor del valor verdadero de cero.

4.6 Dispositivos de Tara

4.6.1 Requisitos generales


Un dispositivo de tara debe cumplir con las condiciones aplicables de los apartados 4.1 a 4.4.

4.6.2 División de escala


La división de escala un dispositivo de pesar la tara debe ser igual a la división de escala del
instrumento, para cualquier valor de la carga.

4.6.3 Precisión
Un dispositivo de tara debe permitir la puesta a cero de la indicación con una precisión mayor a:

 ± 0,25 e para los instrumentos electrónicos y cualquier instrumento con indicación


analógica; o

 ± 0,5 d para los instrumentos mecánicos con indicación digital. Para instrumentos multi
intervalo, e debe ser reemplazado por e1.

4.6.4 Rango de operación


El dispositivo de tara debe ser tal que no pueda utilizarse en o por debajo de su efecto de cero
(efecto nulo) o más allá de su efecto máximo indicado.

4.6.5 Visibilidad de operación


66
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Se debe indicar de manera visible en el instrumento la operación del dispositivo de tara. En el caso
de instrumentos con indicación digital, ésto debe hacerse marcando el valor de peso neto indicado
con el signo "NET".

Nota 1: Alternativamente, se puede visualizar “NET” como “Net” o “net”.

Nota 2: Si un instrumento está equipado con un dispositivo que permite visualizar temporalmente
el valor del peso bruto, mientras un dispositivo de tara está en operación, el símbolo “NET” debe
desaparecer mientras se visualiza el valor del peso bruto.

Esto no se aplica para un instrumento equipado con un dispositivo semiautomático de puesta a


cero y un dispositivo semiautomático de equilibrio de tara, combinados y accionados por el mismo
mando o tecla.

Se permite reemplazar “NET” por palabras completas expresadas en un idioma oficial del país en
el que se utiliza el instrumento.

Solución aceptable:
Se debe mostrar el uso de un dispositivo aditivo de tara mecánico, mediante la indicación del valor
de la tara o mediante la indicación en el instrumento de un símbolo, por ejemplo, la letra "T".

4.6.6 Dispositivos de tara sustractiva


Cuando el uso de un dispositivo de tara sustractivo no permite conocer el valor del rango de pesar
residual, un dispositivo debe prevenir el uso del instrumento más allá de su máxima capacidad o,
indicar que se ha alcanzado esta capacidad.

4.6.7 Instrumentos multi rango


En un instrumento multi rango, la operación de tara debe ser igualmente eficaz en los rangos de
pesar superiores, si se puede pasar a un rango de pesar superior mientras el instrumento está con
carga. En ese caso, se deben redondear los valores de peso de tara a la división de escala del rango
de pesar que está en operación.

4.6.8 Dispositivos de tara semiautomáticos o automáticos


Estos dispositivos deben funcionar sólo cuando el instrumento está en equilibrio estable.

4.6.9 Dispositivos combinados de puesta a cero y de equilibrio de tara


Si el dispositivo semiautomático de puesta a cero y el dispositivo semiautomático de equilibrio de
tara son operados por el mismo mando, se aplican para cualquier carga los apartados 4.5.2, 4.5.5
y, si es apropiado el 4.5.7.

4.6.10 Operaciones de tara consecutivas


Se permite la operación repetida de un dispositivo de tara.

Si se opera más de un dispositivo de tara al mismo tiempo, los valores de tara pesados deben ser
claramente identificados cuando se indican o imprimen.

4.6.11 Impresión de resultados de pesaje


67
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Los valores de peso bruto se pueden imprimir sin ninguna identificación. Para una identificación
mediante un símbolo, sólo se permiten “G” o “B”.

Si sólo se imprimen los valores de peso neto sin los correspondientes valores de peso bruto o de
tara, se pueden imprimir sin ninguna identificación. El símbolo de identificación debe ser la letra
“N”. Ésto también se aplica para dispositivos combinados semiautomáticos de puesta a cero y de
equilibrio de tara cuando se accionan, al actuar sobre el mismo mando o tecla.

Los valores brutos, netos o de tara determinados por un instrumento multi rango o multi intervalo
no tienen que ser marcados con una designación especial que haga referencia al rango de pesar
(parcial).

Si se imprimen los valores de peso neto junto con los correspondientes valores de peso bruto y/o
de tara, se debe identificar al menos los valores de peso neto y de tara mediante los símbolos
correspondientes “N” y “T”.

Sin embargo, se permite reemplazar los símbolos “G”, “B”, “N” y “T” por palabras completas en un
idioma oficial del país donde se utiliza el instrumento.

Si se imprimen por separado los valores de peso neto y los valores de tara determinados por
diferentes dispositivos de tara, se los debe identificar adecuadamente.

Si se imprimen juntos los valores brutos, netos y de tara, uno de estos valores puede calcularse a
partir de dos determinaciones reales de masa. En el caso de un instrumento multi intervalo, se
puede imprimir el valor neto calculado, con una división de escala más pequeña.

Se debe identificar claramente cuando lo que se imprime, es un valor de peso calculado. Esto
podría hacerse de preferencia, mediante el símbolo “C” además del correspondiente símbolo
arriba mencionado si es aplicable, o mediante palabras completas en un idioma oficial del país
donde se utiliza el instrumento.

4.6.12 Ejemplos de indicaciones de resultados de pesaje

[Link] Instrumento con un dispositivo de equilibrio de tara


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx = 15 kg, e = 5 g

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,000 kg

1)
Cargado con carga de tara, valor interno = 2,728 kg valor redondeado y visualizado=2,730 kg

Después de equilibrar la tara valor neto visualizado= 0,000 kg Net


1)
Cargado con carga neta, valor interno = 11,833 kg valor neto redondeado y visualizado = 11,835 kg Net

1)
Carga total, valor interno = 14,561 kg valor bruto redondeado y visualizado (si es posible) = 14,560 kg

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Posibles salidas impresas de acuerdo con el apartado 4.6.11:


a) 14,560 kg B (o G) 11,835 kg N
b) 14,560 kg 11,835 kg N
c) 11,835 kg N
d) 11,835 kg

[Link] Instrumento con un dispositivo de pesar tara


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx. = 15 kg, e = 5 g

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,000 kg


1)
Cargado con carga de tara, valor interno = 2,728 kg valor redondeado y visualizado=2,730 kg

Después de pesar la tara valor neto visualizado= 0,000 kg Net


1)
Cargado con carga neta, valor interno = 11,833 kg valor neto redondeado y visualizado = 11,835 kg Net
1)
Carga total, valor interno = 14,561 kg valor bruto redondeado y visualizado (si es posible) = 14,560 kg

Posibles salidas impresas de acuerdo con el apartado 4.6.11:


a) 14,560 kg B (o G) 11,835 kg N 2,730 kg T4)
4)
b) 14,560 kg 11,835 kg N 2,730 kg T
c) 11,835 kg N
d) 11,835 kg N
e) 11,835 kg

[Link] Instrumento multi rango con un dispositivo de pesar tara


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx1 = 60 kg, e1 = 10 g, Máx2 = 300 kg, e2 = 100 g

Instrumento sin carga valor visualizado en rango de pesar (WR)1= WR 1 0,000 kg


1)
Cargado con carga de tara y valor interno = 53,466 kg valor redondeado y visualizado = WR1= 53,470 kg
Después de pesar la tara valor neto visualizado = WR1 0,000 kg Net
Cargado con carga de tara, valor interno = 212,753 kg valor neto redondeado y visualizado = WR2 =212,800 kg
Neto1)2)
2) 3)
Con cambio automático a rango de pesar 2, el valor de pesar valor de tara redondeada = WR2 53,500 kg
de la tara debe ser redondeado al e real del rango de pesar 2

Carga total, valor interno = 266,219 kg valor bruto redondeado y visualizado (si es posible) = WR2 =
1)2)
266,200 kg

Posibles salidas impresas de acuerdo con el apartado 4.6.11:


2)4)
a) 266,200 kg B (o G) 212,800 kg N 53,500 kg T
2)4)
b) 266,200 kg 212,800 kg N 53,500 kg T
2)
c) 212,800 kg N 53,500 kg T
2)
d) 212,800 kg N
2)
e) 212,800 kg

69
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

[Link] Instrumento multi intervalo con un dispositivo de pesar tara


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx = 3/6/15 t, e = 0,5/2/10 kg

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,0 kg


1)
Cargado con carga de tara, valor interno = 6674 kg valor redondeado y visualizado = 6670,0 kg
Después de pesar la tara valor neto visualizado = 0,0 kg Net
1)
Cargado con carga neta, valor interno = 2673,7 kg valor neto redondeado y visualizado 2673,5 kg Net
Carga total, valor interno = 9347,7 kg 1)2)
valor bruto redondeado y visualizado (si es posible) = 9350,0 kg

Posibles salidas impresas de acuerdo con 4.6.11:


2)4)
a) 9350,0 kg B (o G) 2673,5 kg N6670,0 kg T
2)4)
b) 9350,0 kg 2673,5 kg N6670,0 kg T
2)
c) 2673,5 kg N 6670,0 kg T
2)
d) 2673 ,5 k g N
2)
e) 2673,5 kg

[Link] Instrumento multi intervalo con un dispositivo de tara predeterminada (4.7)


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx = 4/10/20 kg, e = 2/5/10 g

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,000 kg

1)
Cargado con carga bruta, valor interno = = 13,376 kg valor bruto redondeado y visualizado= 13,380 kg

Entrada del valor de tara predeterminada = 3,813 kg valor visualizado durante la entrada = 3,813 kg,

valor de tara predeterminada redondeada y temporalmente


visualizado = 3,814 kg PT

el valor de tara puede ser redondeado por exceso o por


defecto porque e = 2 g (o 3.812 kg PT)
5)
cálculo interno: 13,380 kg – 3,814 kg = 9,566 kg valor neto redondeado y visualizado = 9,565 kg Neto

5)
o: 13,380 kg – 3,812 kg = 9,568 kg valor neto redondeado y visualizado = 9,570 kg Neto)

Posibles salidas impresas de acuerdo con los apartados 4.6.11 y 4.7.3:


4)
a) 13,380 kg B (o G) 9,565 kg N 3,814 kg PT
4)
b) 13,380 kg 9,565 kg N 3,814 kg PT

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
c) 9,565 kg N 3,814 kg PT
o:
4)
a) 13,380 kg B (o G) 9,570 kg N 3,812 kg PT
4)
b) 13,380 kg 9,570 kg N 3,812 kg PT
c) 9,570 kg N 3,812 kg PT

[Link] Instrumento multi intervalo con un valor de peso calculado


Especificaciones del instrumento: Clase III, Máx = 20/50/150 kg, e = 10/20/100 g

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,000 kg


Primer pesaje (recipiente vacío, valor de tara)
= 17,726 kg valor visualizado = 17,730 kg

Instrumento sin carga valor visualizado = 0,000 kg


Segundo pesaje (carga neta, valor neto) = 126,15 kg valor redondeado y visualizado = 126,200 kg

Posibles salidas impresas de acuerdo con el apartado 4.6.11:


Bruto 143,930 kg C Tara 17,730 kg Neto 126,200 kg

Notas al pie de página

Nota 1: Los errores máximos tolerados son aplicables a los resultados del peso bruto (3.5.1), de la tara
([Link]) y del neto ([Link]) con excepción de los pesos netos calculados debido a una tara predeterminada
([Link]).

Nota 2: En instrumentos multi intervalo y multi rango con cambio automático en los rangos de pesar
(parciales) superiores, puede aparecer más de un cero no significativo, dependiendo del rango de pesar
(parcial) más pequeño (apartado [Link]).

Nota 3: En instrumentos multi rango, se deben redondear los valores de tara a la división de escala del
rango de pesar que está en funcionamiento (4.6.7, 4.7.1).

Nota 4: Se deben redondear los resultados de pesar visualizados e impresos (bruto, peso de tara, neto) al e
vigente. El e puede ser diferente dependiendo del rango de pesar vigente o del rango parcial de pesar
vigente, de manera que puede ser posible una desviación de 1 x e, entre el resultado del peso bruto y el
cálculo de los valores del neto y de la tara.
Sólo son posibles resultados coherentes de acuerdo con el párrafo 7 y 8 de 4.6.11 (ver [Link]).

Nota 5: El valor neto calculado se calcula a partir del valor de peso bruto visualizado y del valor de tara
predeterminada visualizado y ya redondeado (T.5.3.2), no a partir de los valores internos.

4.7 Dispositivos de tara predeterminada

4.7.1 División de escala


Independientemente de la manera en que se introduzca un valor de tara predeterminado en el
71
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________________________________________________________________________________

dispositivo, su división de escala debe ser igual o redondeada automáticamente a la división de


escala del instrumento. En un instrumento multi rango, sólo se puede transferir el valor de tara
predeterminado de un rango de pesar a otro con una división de verificación más grande, pero
entonces debe ser redondeado a la división de verificación del rango más grande. Para un
instrumento multi intervalo, el valor de tara predeterminado debe ser redondeado a la división de
verificación más pequeña, e1, del instrumento y el máximo valor de tara predeterminado no debe
ser superior a Máx1. El valor neto calculado visualizado o impreso debe ser redondeado a la
división de escala (d) del instrumento para el mismo valor de peso neto.

4.7.2 Modos de operación


Un dispositivo de tara predeterminada puede usarse de manera conjunta con uno o más
dispositivos de tara siempre que:

 se cumpla el apartado 4.6.10; y

 no se pueda modificar o anular una operación de tara predeterminada, mientras esté


funcionando otro dispositivo de tara, que fue accionado después de la operación del
dispositivo de tara predeterminada.

Los dispositivos de tara predeterminada pueden funcionar automáticamente sólo si el valor de


tara predeterminada, está claramente identificado con la carga a pesar (por ejemplo, mediante
una identificación por código de barras en el envase de la carga a pesar).

4.7.3 Indicación de la operación


La operación del dispositivo de tara predeterminada se debe indicar en el instrumento de manera
visible. En el caso de instrumentos con indicación digital, ésto debe hacerse marcando el valor
neto indicado con “NET”, “Net” o “net”, o con palabras completas en un idioma oficial del país en
el cual se utiliza el instrumento. Si un instrumento está equipado con un dispositivo que permite
visualizar temporalmente el valor bruto mientras un dispositivo de tara está en funcionamiento, el
símbolo “NET” debe desaparecer mientras se visualiza el valor bruto.

Debe ser posible indicar el valor de tara predeterminada por lo menos temporalmente.

Se aplica el apartado 4.6.11 según corresponda, con las siguientes condiciones:

 si se imprime el valor neto calculado, también se imprime, por lo menos, el valor de tara
predeterminada, con excepción de los instrumentos cubiertos por los apartados 4.13, 4.14
ó 4.16; y

 los valores de tara predeterminada son identificados con el símbolo “PT”.

Sin embargo, se permite reemplazar el símbolo “PT” por palabras completas, en un idioma oficial
del país en el cual se utiliza el instrumento.

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
Nota: El apartado 4.7.3 también se aplica a instrumentos con un dispositivo semiautomático de puesta a
cero y un dispositivo semiautomático de equilibrio de tara combinados y accionados por el mismo mando
o tecla.

4.8 Posiciones de bloqueo

4.8.1 Imposibilidad de pesar fuera de la posición “pesar”

Si un instrumento tiene uno o más dispositivos de bloqueo, estos dispositivos sólo deben tener
dos posiciones estables correspondientes a “bloqueo” y “pesar” y el pesar sólo debe ser posible en
la posición “pesar”.

Puede existir una posición "pre pesar" en un instrumento de las clases I o II, con excepción de los
instrumentos contemplados en los apartados 4.13, 4.14 y 4.16.

4.8.2 Indicación de posición


Las posiciones "bloqueo" y "pesar" deben estar claramente indicadas.

4.9 Dispositivos auxiliares de verificación (removibles o fijos)

4.9.1 Dispositivos con una o más plataforma(s)


El valor nominal de la relación entre las pesas a colocar en la plataforma para equilibrar una cierta
carga y esa carga no debe ser inferior a 1/5 000 (se debe indicar de manera visible justo encima de
la plataforma).

El valor de las pesas necesarias para equilibrar una carga igual a la división de verificación debe ser
un entero múltiplo de 0,1 g.

4.9.2 Dispositivos de escala numerada


La división de escala del dispositivo auxiliar de verificación debe ser igual o inferior a 1/5 de la
división de verificación para el cual está destinado.

4.10 Selección de rangos de pesar en un instrumento multi rango


Se debe indicar claramente el rango está en funcionamiento. Se permite la selección manual del
rango de pesar:

 de un rango de pesar inferior a un rango de pesar superior, con cualquier carga; y

 de un rango de pesar superior a un rango de pesar inferior, cuando no hay ninguna carga
en el receptor de carga y la indicación es cero o un valor neto negativo equivalente al cero
bruto; se debe anular la operación de tara y realizar la puesta a cero a ± 0,25 e1, estas dos
operaciones deben ser automáticas.

Se permite un cambio automático:

 de un rango de pesar inferior al siguiente rango de pesar superior cuando la carga

73
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

sobrepasa el peso bruto máximo Máxi del rango, i, en funcionamiento; y

 solamente de un rango de pesar superior al rango de pesar más pequeño, cuando no hay
ninguna carga en el receptor de carga, y la indicación es cero o un valor neto negativo
equivalente al cero bruto. Se debe anular la operación de tara y realizar la puesta a cero a
± 0,25 e1, estas dos operaciones deben ser automáticas.

4.11 Dispositivos de selección (o conmutación) entre varios dispositivos receptores y/o


transmisores de carga y varios dispositivos de medición de carga

4.11.1 Compensación del efecto sin carga


El dispositivo de selección debe asegurar la compensación por el desigual efecto sin carga de los
diferentes dispositivos receptores y/o transmisores de carga, en uso.

4.11.2 Puesta a cero


La puesta a cero de un instrumento con cualquier combinación múltiple de varios dispositivos de
medición de carga y de varios receptores de carga, debe poder realizarse sin ambigüedad y de
acuerdo con los requisitos de 4.5.

4.11.3 Imposibilidad de pesar


El pesaje no debe ser posible, mientras se están utilizando dispositivos de selección.

4.11.4 Identificación de las combinaciones utilizadas


Las combinaciones de los dispositivos receptores de carga y de medición de carga utilizados,
deben ser fácilmente identificables. Debe ser claramente visible qué indicación(es) corresponde a
qué receptor(es) de carga.

4.12 Instrumentos de comparación “más y menos”


Para los fines de la verificación, un instrumento de comparación “más y menos” es considerado
como un instrumento con indicación semiautomática.

4.12.1 Distinción entre zonas “más” y “menos”


En un dispositivo indicador analógico, las zonas situadas a ambos lados del cero, deben
diferenciarse con los signos "+" y "-".

En un dispositivo indicador digital, se debe colocar una inscripción, cerca del dispositivo indicador
en la forma:

 rango ± ... um; o

 rango – ... um / + ... um

en donde um representa la unidad de medida de acuerdo con el apartado 2.1.

4.12.2 Forma de la escala


La escala de un instrumento de comparación, debe tener por lo menos una división de escala d =
74
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________________________________________________________________________________

e, a ambos lados del cero. El valor correspondiente debe figurar en ambos extremos de la escala.

4.13 Instrumentos para la venta directa al público


Nota: La interpretación de lo que se incluye en “venta directa al público” se deja a criterio de la
legislación nacional.

Los siguientes requisitos se aplican a un instrumento de las clases II, III o IIII con una capacidad
máxima no mayor a 100 kg, diseñados para ser utilizados para la venta directa al público y se
adicionan a los requeridos en los apartados 4.1 a 4.11 y 4.20.

4.13.1 Indicaciones primarias


En un instrumento para la venta directa al público, las indicaciones primarias son los resultados de
pesaje y la información sobre la posición correcta del cero; también son indicaciones primarias la
información sobre las operaciones de tara y de tara predeterminada.

4.13.2 Dispositivos de puesta a cero


Un instrumento para la venta directa al público no debe estar provisto de un dispositivo no
automático de puesta a cero a menos que solo pueda ser accionado mediante el uso de una
herramienta.

4.13.3 Dispositivos de tara


Un instrumento mecánico con un receptor de carga no debe estar provisto de un dispositivo de
tara.

Un instrumento con una sola plataforma puede estar equipado con dispositivos de tara si éstos
permiten al público ver:

 si están en uso; y

 si se modifica su ajuste.

Solo un dispositivo de tara debe funcionar debe funcionar por vez.

Nota: Las restricciones en cuanto al uso aparecen en el apartado [Link], segunda viñeta.

Un instrumento no debe estar provisto con un dispositivo que permita recuperar el valor bruto,
mientras estén en funcionamiento un dispositivo de tara o tara predeterminada.

[Link] Dispositivos de tara no automáticos


Un desplazamiento de 5 mm de un punto del control, debe ser como máximo, igual a una división
de verificación.

[Link] Dispositivos de tara semiautomáticos


Un instrumento puede estar provisto con dispositivos de tara semiautomáticos si:

 la acción de los dispositivos de tara no permite la reducción del valor de tara; y

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 se puede realizar la cancelación de su efecto sólo cuando el receptor de carga está vacío.

Además, el instrumento debe cumplir con por lo menos uno de los siguientes requisitos:

 se indica el valor de tara de manera permanentemente, en una pantalla separada;

 se indica el valor de tara con un signo “ –“ cuando no hay carga en el receptor de carga; o

 se anula automáticamente el efecto del dispositivo y la indicación retorna a cero cuando


se descarga el receptor de carga, después de que se ha indicado un resultado de pesaje
neto estable superior a cero.

[Link] Dispositivos de tara automáticos


Un instrumento no debe estar equipado con un dispositivo de tara automático.

4.13.4 Dispositivos de tara predeterminada


Se puede proveer a un instrumento, de un dispositivo de tara predeterminada, si se indica el valor
de tara predeterminada como una indicación primaria en una pantalla separada, claramente
diferenciada de la pantalla de peso. Se aplica el primer párrafo del apartado [Link].

No debe ser posible operar un dispositivo de tara predeterminada cuando un dispositivo de tara
está en uso.

Cuando una tara predeterminada está asociada con un dispositivo de consulta de precio (PLU por
sus siglas en inglés), el valor de tara predeterminada se debe cancelar al mismo tiempo que el PLU.

4.13.5 Imposibilidad de pesar


No debe ser posible pesar o guiar el elemento indicador, durante la operación normal de bloqueo
o durante la operación normal de adición o substracción de pesas.

4.13.6 Visibilidad
Todas las indicaciones primarias (apartados 4.13.1 y [Link] si es aplicable) deben ser visibles en
forma clara y simultánea, tanto para el vendedor como para el comprador. Si ésto no es posible
con un solo dispositivo indicador, son necesarios dos, uno para el vendedor y otro para el cliente.

En dispositivos digitales que muestran indicaciones primarias, las cifras numéricas que se
muestran al cliente, deben tener por lo menos 9,5 mm de altura.

En un instrumento que requiere el uso de pesas, debe ser posible distinguir el valor de las mismas.

4.13.7 Dispositivos indicadores auxiliares y de extensión de la indicación


Un instrumento no debe estar provisto ni con un dispositivo indicador auxiliar, ni con un
dispositivo de extensión de la indicación.

4.13.8 Instrumentos de clase II


Un instrumento de clase II debe cumplir con los requisitos del apartado 3.9 para un instrumento
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________________________________________________________________________________

de clase III.

4.13.9 Falla significativa


Cuando se ha detectado una falla significativa, se debe generar una alarma visible o audible para el
cliente, y se debe impedir la transmisión de datos a cualquier equipo periférico. Esta alarma debe
continuar hasta que el usuario ejerza una acción o la causa desaparezca.

4.13.10 Relación de conteo


La relación de conteo en los instrumentos contadores mecánicos debe ser 1/10 o 1/100.

4.13.11 Instrumentos de autoservicio


Un instrumento de autoservicio no requiere tener dos conjuntos de escalas o pantallas.

Cuando se utiliza el instrumento para vender diferentes productos y si se imprime un


comprobante o una etiqueta, entonces las indicaciones primarias deben incluir la designación de
cada producto procesado.

Si se utiliza un instrumento calculador de precio como instrumento de autoservicio, entonces se


deben cumplir los requisitos de 4.14.

4.14 Requisitos adicionales para instrumentos calculadores de precio para la venta directa al
público
Se deben aplicar los siguientes requisitos, además de los indicados en el apartado 4.13.

4.14.1 Indicaciones primarias


En un instrumento indicador de precio, las indicaciones primarias suplementarias son el precio
unitario y el precio a pagar y, si es aplicable:

 la cantidad, el precio unitario y los precios a pagar por artículos que no se pesan

 los precios de artículos que no se pesan y el precio total.

Las tablas de precio (a diferencia de las escalas de precio, que están cubiertas por el apartado
4.14.2), como los diagramas en abanico, no están sujetos a los requisitos de esta Recomendación.

4.14.2 Instrumento con escalas de precio


Para las escalas de precio unitario y de precio a pagar, se aplican los apartados 4.2 y 4.3.1 al
4.3.3 según corresponda; sin embargo, las fracciones decimales, se deben indicar de acuerdo con
las regulaciones nacionales.

La lectura de las escalas de precio debe ser posible, de tal forma, que el valor absoluto de la
diferencia entre el producto del peso indicado, “W”, por el precio unitario, “U”, y el precio a pagar
indicado, “P”, no sea mayor que el producto de e por el precio unitario de esa escala:

⎢W × U – P⎥ ≤ e × U

77
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

4.14.3 Instrumentos calculadores de precio


El precio a pagar debe ser calculado y redondeado al escalón (o intervalo) más próximo del precio
a pagar, multiplicando el valor del peso por el precio unitario ambos como están indicados en el
instrumento.
El dispositivo o dispositivos que realizan el cálculo e indicación del precio a pagar, son
considerados siempre, como parte del instrumento.

El escalón (o intervalo) del precio a pagar, debe cumplir con las regulaciones nacionales aplicables
a las transacciones comerciales.

El precio unitario sólo puede ser expresado como: precio/100 g o precio/kg.

Sin perjuicio de los requisitos del apartado 4.4.1:

 las indicaciones de peso, precio unitario y precio a pagar, deben permanecer visibles
después que la indicación de peso sea estable y después de cualquier introducción del
precio unitario, durante al menos un segundo y mientras la carga se encuentra sobre el
receptor de carga; y

 estas indicaciones pueden permanecer visibles durante no más de 3 segundos después de


retirar la carga, siempre que la indicación de peso se haya estabilizado antes y la
indicación sea por otro lado cero. Mientras haya una indicación de peso después de haber
retirado la carga, no debe ser posible introducir o modificar ningún precio unitario.

Si se imprimen las transacciones efectuadas por el instrumento, se deben imprimir el peso, el


precio unitario y el precio a pagar.

Los datos pueden ser almacenados en una memoria del instrumento antes de su impresión. No se
deben imprimir los mismos datos dos veces en el comprobante destinado al cliente.

Los instrumentos que se pueden utilizar para operaciones de etiquetado de precios, también
deben cumplir con el apartado 4.16.

4.14.4 Aplicaciones especiales de instrumentos calculadores de precio


Sólo si se imprimen todas las transacciones realizadas por el instrumento o por los dispositivos
periféricos conectados, en un comprobante o etiqueta destinado al cliente, un instrumento
calculador de precio, puede efectuar otras operaciones adicionales que faciliten el comercio y la
gestión. Estas funciones no deben dar lugar a confusiones en lo que respecta a los resultados del
pesaje y al cálculo de precios.

Pueden realizarse otras operaciones o indicaciones, no especificadas en esta Recomendación,


siempre que no se presente ninguna indicación al consumidor, que pueda ser confundida con una
indicación primaria.

[Link] Artículos no pesados


Un instrumento puede aceptar y registrar precios a pagar positivos o negativos de uno o varios

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________________________________________________________________________________

artículos no pesados, siempre que la indicación de peso sea cero, o que el modo de pesaje no esté
activo. El precio a pagar de uno o más de dichos artículos, debe aparecer en la pantalla de precios
a pagar.

Si se calcula el precio a pagar para varios artículos idénticos, el número de artículos debe aparecer
en la pantalla de pesos, sin que pueda ser confundido con un valor de peso, y el precio de un
artículo en la pantalla de precios unitarios, a menos que se utilicen pantallas suplementarias para
mostrar el número de artículos y el precio del artículo.

Solución aceptable:
El número de artículos mostrado en la pantalla de peso se diferencia de un valor de peso,
incluyendo una designación apropiada, por ejemplo “X¨ u otra designación clara de acuerdo con
las regulaciones nacionales (si hubiera alguna).

[Link] Totalización
Un instrumento puede totalizar las transacciones en uno o varios comprobantes; se debe indicar el
precio total en la pantalla de precios a pagar, e imprimirlo acompañado con una palabra o símbolo
especial, ya sea al final de la columna de precios a pagar o en una etiqueta o comprobante
separado con la referencia apropiada a los productos, cuyos precios a pagar hayan sido
totalizados; todos los precios a pagar que son totalizados deben imprimirse, y el precio total debe
ser la suma algebraica de todos estos precios impresos.

Un instrumento puede totalizar las transacciones realizadas por otros instrumentos conectados a
éste, directamente o a través de periféricos controlados metrológicamente, conforme a los
requisitos del apartado 4.14.4 y si son idénticos los escalones de precio a pagar, de todos los
instrumentos conectados.

[Link] Operación multi vendedor


Un instrumento puede estar diseñado para ser utilizado por más de un vendedor o para atender a
más de un cliente simultáneamente, siempre que la conexión entre las transacciones y el
correspondiente vendedor o el cliente sea identificada apropiadamente (referirse al apartado
4.14.4).

[Link] Anulación
Un instrumento puede anular transacciones anteriores. Cuando la transacción ya ha sido impresa,
el importe cancelado pertinente, se debe imprimir con un comentario apropiado. Si la transacción
que se va a cancelar es visualizada por el cliente, debe estar claramente diferenciada de las
transacciones normales.

[Link] Información adicional


Un instrumento puede imprimir información adicional si ésta claramente relacionada con la
transacción y no interfiere con la asignación del valor de peso al símbolo de la unidad.

4.15 Instrumentos similares a los normalmente utilizados para la venta directa al público
Un instrumento similar a uno normalmente utilizado para la venta directa al público, que no
cumpla con los requisitos de los apartados 4.13 y 4.14, debe llevar cerca de la pantalla, la

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________________________________________________________________________________

inscripción indeleble "No usar para la venta directa al público".

4.16 Instrumentos etiquetadores de precio


Se aplican los requisitos de los apartados 4.13.8, 4.14.3 (párrafos 1 y 5), [Link] (párrafo 1) y
[Link].

Un instrumento etiquetador de precio debe tener por lo menos una pantalla para el peso. Se
puede utilizar temporalmente para otros propósitos tales como supervisión de ajuste de límites de
peso, precios unitarios, valores de tara predeterminada y/o nombres de productos.

Durante la utilización del instrumento, debe ser posible verificar los valores vigentes del precio
unitario y el valor de tara predeterminada.

No debe ser posible la impresión por debajo de la capacidad mínima.

Se permite la impresión de etiquetas con valores fijos de peso, precio unitario y precio a pagar
siempre que el modo de pesar esté fuera de servicio y sea evidente.

4.17 Instrumentos contadores mecánicos con receptor de peso unitario.


Para fines de verificación, un instrumento contador es considerado como un instrumento con
indicación semiautomática.

4.17.1 Dispositivos indicadores


Para permitir su verificación, los instrumentos contadores deben tener una escala con al menos
una división, d = e, a ambos lados del cero; el valor correspondiente debe mostrarse en la escala.

4.17.2 Relación de conteo


Se debe indicar claramente la relación de conteo justo encima de cada plataforma de conteo o en
cada marca de escala de conteo.

4.18 Requerimientos técnicos adicionales para instrumentos móviles (ver también [Link])
Dependiendo del tipo de instrumento móvil, las siguientes características deben ser definidas por
el solicitante:

 procedimiento/período de calentamiento (puesta en régimen) (además del apartado


5.3.5) del sistema de izar hidráulico, cuando un sistema hidráulico está involucrado en el
proceso de pesar;

 el valor límite del desnivel (límite superior de desnivel) (ver apartado [Link]);

 condiciones especiales si el instrumento está diseñado para ser utilizado para pesar
productos líquidos;

 descripción de posiciones especiales (por ejemplo, ventana de pesar) para el receptor de


carga con el fin de asegurar condiciones aceptables durante la operación de pesar; y

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 descripción de detectores o sensores que se pueden utilizar para asegurar el


cumplimiento de las condiciones de pesar (aplicables, por ejemplo, para instrumentos
móviles utilizados en lugares abiertos).

4.18.1 Instrumentos móviles utilizados en el exterior en lugares abiertos (ver también apartado
[Link] d)
Nota: Esta sección también se utiliza en aplicaciones especiales en interiores, con terrenos o pisos
irregulares (por ejemplo: vehículos de horquilla elevadora en salas con pisos desnivelados).

El instrumento debe tener un medio apropiado para indicar que se ha sobrepasado el valor límite
de desnivel (por ejemplo, desconexión de pantalla, indicación luminosa, señal de error), y para
impedir en ese caso la impresión y transmisión de datos.

Después de cada movimiento del vehículo, debe producirse automáticamente una operación de
puesta a cero o de equilibrio de tara, al menos luego del encendido del instrumento de pesar.

En instrumentos con una ventana de pesar (posiciones o condiciones especiales del receptor de
carga), se debe indicar en qué momento el instrumento, no se encuentra dentro de la ventana de
pesar (por ejemplo, desconexión de pantalla, lámpara, señal de error) y se debe impedir la
impresión y transmisión de datos. Se pueden utilizar sensores, interruptores u otros medios para
reconocer la ventana de pesar.

Si el dispositivo de medición de carga del instrumento, es sensible a influencias que dependen del
movimiento o manejo del vehículo, debe estar equipado con un sistema de protección apropiado.

El apartado 5.3.5 se aplica durante un período o procedimiento de calentamiento (puesta en


régimen), por ejemplo, si está involucrado un sistema hidráulico en el proceso de pesar.

Cuando también se utiliza un sensor automático de inclinación, para compensar el efecto de


inclinación que agrega una corrección al resultado de pesar, este sensor es considerado como
parte esencial del instrumento de pesar y debe ser sometido a ensayos de factores de influencia y
de perturbaciones, durante el procedimiento de Aprobación de Modelo.

Cuando se utiliza una suspensión cardánica (tipo cardán), se deben tomar las medidas apropiadas
para evitar la indicación, impresión o transmisión de datos de resultados de pesar erróneos, si el
sistema de suspensión o el receptor de carga entra en contacto con la estructura circundante,
especialmente cuando se desnivela superando el valor límite.

El Informe de Ensayo OIML debe incluir una descripción de los ensayos de desnivel, que deben
realizarse en la verificación.

4.18.2 Otros instrumentos móviles


Los instrumentos móviles no destinados a ser usados en lugares abiertos (por ejemplo, básculas
para sillas de ruedas, elevadores de pacientes) deben tener un dispositivo para evitar la influencia
de la inclinación de acuerdo con el apartado [Link] a), b) o d). Si están equipados con un
dispositivo de nivelación y un indicador de nivel de acuerdo con el apartado [Link] a), se debe

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________________________________________________________________________________

poder operar el dispositivo de nivelación fácilmente sin herramientas. Deben llevar una inscripción
apropiada, que señale al usuario la necesidad de nivelar, después de cada movimiento.

4.19 Instrumentos portátiles para pesar vehículos de carretera


Los puentes de pesaje portátiles deben ser identificadas como tales en la solicitud de Aprobación
de Modelo y en el Certificado OIML que se emite correspondientemente.

El solicitante debe proporcionar la documentación que describe la superficie de montaje


apropiada.

Nota 1: Se pueden utilizar grupos de básculas asociadas, de pesaje por eje o de pesaje por rueda,
para determinar la masa total del vehículo, sólo si todas las ruedas están apoyadas
simultáneamente. Dependiendo de las regulaciones nacionales, se podría permitir la determinación
secuencial de las cargas por eje o rueda con una sola báscula de pesar por eje/rueda para
determinar la masa total de un vehículo de carretera, pero ésto no está dentro del alcance de esta
Recomendación. La masa total puede calcularse a partir de las cargas de cada eje, pero no se
considera válido para un control legal, por las razones dadas en la Nota 2.

Nota 2: Al utilizar básculas de pesaje por eje o rueda simples, el mismo vehículo es la carga y, por lo
tanto, forma una conexión entre el instrumento portátil y el entorno fijo. Esto puede conducir a
considerables errores si no se toman en cuenta apropiadamente efectos adicionales en el resultado
del pesaje. Estos efectos pueden ser causados por:

 fuerzas laterales debidas a las interacciones del puente de pesaje con el vehículo;

 fuerzas que dependen del vehículo por comportamientos transitorios diversos y fricción en las
suspensiones del eje; o

 fuerzas que dependen de las rampas si hay diferentes niveles entre el puente de pesaje y la
rampa que podrían conducir a la distribución variable de la carga sobre el eje.

4.20 Modos de operación


Un instrumento puede tener diferentes modos de operación que se pueden seleccionar al ejecutar
un comando manual.

Ejemplos de modo de pesar son:

 rangos de pesar;

 combinaciones de plataformas;

 instrumento multi intervalo o de un solo intervalo;

 modo con operador o autoservicio;

 ajuste de tara predeterminada; y

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________________________________________________________________________________

 desconexión de pantalla o instrumento, etc.

 Ejemplos de modos de no pesar (modos en los cuales el pesar está inoperativo) son:

 valores calculados;

 sumas;

 conteo;

 porcentaje;

 estadísticas;

 calibración; y

 configuración; etc.

Se debe identificar claramente el modo que está en operación, con un signo especial, símbolo o
palabras, en el idioma del país en que se usa el instrumento. De todas formas, también se aplican
los requisitos del apartado 4.4.4.

Debe ser posible volver al modo de pesar, desde cualquiera de los modos de operación y en
cualquier momento.

Sólo se permite la selección automática del modo de operación, dentro de una secuencia de
pesaje (por ejemplo: una secuencia fija de pesajes para obtener una mezcla). Al término de la
secuencia de pesajes, el instrumento debe cambiar automáticamente al modo de pesar.

Al volver de un modo de no pesar al modo de pesar, se puede visualizar el valor de peso vigente.

Al volver del estado de desconexión (desconexión de pantalla o instrumento) al modo de pesaje,


se debe visualizar cero (ajuste automático de cero o tara). Alternativamente, se puede visualizar el
valor de peso vigente pero sólo si se ha verificado antes de manera automática la posición
correcta de cero.

5. Requisitos técnicos para los instrumentos electrónicos


Además de los capítulos 3 “Requisitos metrológicos” y 4 “Requisitos técnicos para instrumentos
con indicación automática o semiautomática”, los instrumentos electrónicos deben cumplir con
los siguientes requisitos:

5.1 Requisitos generales

5.1.1 Los instrumentos electrónicos deben estar diseñados y fabricados de tal manera que,
cuando estén expuestos a perturbaciones, o:

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

a) no se produzcan fallas significativas; o

b) se detecten y se actúe sobre las fallas significativas. La indicación de fallas significativas en


la pantalla no debería prestarse a confusión con otros mensajes que aparecen en la
misma.

Nota: Se permite una falla igual o inferior a e independientemente del valor del error de indicación.

5.1.2 Se deben cumplir de manera duradera los requisitos de los apartados 3.5, 3.6, 3.8, 3.9 y
5.1.1, según el uso previsto del instrumento.

5.1.3 Se asume que un modelo de instrumento electrónico cumple con los requisitos de los
apartados 5.1.1, 5.1.2 y 5.3.2 si supera los exámenes y ensayos especificados en el apartado 5.4.

5.1.4 Los requisitos del apartado 5. 1.1 pueden aplicarse por separado a:

a) cada causa individual de falla significativa; y/o

b) cada parte del instrumento electrónico.

Se deja a criterio del fabricante la elección de aplicar el apartado 5. 1.1 a) o el apartado 5.1.1 b).

5.2 Reacción a fallas significativas


Cuando se ha detectado una falla significativa, el instrumento debe o:
 dejar de funcionar automáticamente, o
 producir automáticamente una indicación visible o audible, la cual debe continuar hasta
que el usuario tome medidas o la falla desaparezca.

5.3 Requisitos de funcionamiento


5.3.1 Una vez encendido el instrumento o la indicación, se debe realizar un procedimiento
especial, que muestre todos los signos relevantes del indicador en su estado activo y no activo,
durante un tiempo suficiente para que el operador pueda verificarlos. Esto no es aplicable para
pantallas en las cuales las fallas son siempre evidentes, por ejemplo, pantallas no segmentadas,
pantallas matriciales, etc.

5.3.2 Además del apartado 3.9, un instrumento electrónico debe cumplir con los requisitos, a
una humedad relativa de 85 % en el límite superior del rango de temperatura. Esto no es aplicable
a un instrumento electrónico de clase I ni de clase II, si e es inferior a 1 g.

5.3.3 Los instrumentos electrónicos, excepto los de clase I, deben ser sometidos al ensayo de
estabilidad de la pendiente (span stability) especificado en 5.4.4.
El error próximo a la capacidad máxima no debe sobrepasar el error máximo tolerado y el
valor absoluto de la diferencia entre los errores obtenidos para dos mediciones cualesquiera, no
debe sobrepasar la mitad de la división de verificación, o la mitad del valor absoluto del error
máximo tolerado, (el que sea mayor).

84
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

5.3.4 Cuando un instrumento electrónico es sometido a las perturbaciones especificadas en el


apartado 5.4.3, la diferencia entre la indicación de peso debida a la perturbación y la indicación sin
la perturbación (error intrínseco) no debe sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

5.3.5 Durante el tiempo de calentamiento o puesta en régimen de un instrumento electrónico,


no debe haber ni indicación ni transmisión de un resultado de pesaje.

5.3.6 Un instrumento electrónico puede estar equipado con interfaces que permitan conectar
el instrumento a dispositivos periféricos o a otros instrumentos.

Una interfaz no debe permitir que las funciones metrológicas del instrumento y sus datos de
medición, sean influenciados inaceptablemente, por los dispositivos periféricos (por ejemplo,
computadoras), por otros instrumentos interconectados, ni por las perturbaciones que actúen
sobre la interfaz.

Las funciones realizadas o iniciadas a través de una interfaz, deben cumplir con los requisitos y
condiciones aplicables del capítulo 4.

Nota: Una “interfaz” comprende todas las propiedades mecánicas, eléctricas y lógicas, en el punto
de intercambio de datos entre un instrumento, y los dispositivos periféricos u otros instrumentos.

[Link] No debe ser posible introducir en un instrumento, a través de la interfaz; instrucciones


o datos, destinados o adecuados, para:

 visualizar datos que no estén claramente definidos y que se podrían confundir con un
resultado de pesaje;

 falsificar los resultados de pesar visualizados, procesados o almacenados en memoria;

 ajustar los instrumentos o cambiar algún factor de ajuste; sin embargo, se pueden
proporcionar instrucciones mediante una interfaz, para realizar un procedimiento de
ajuste, utilizando un dispositivo de ajuste de la pendiente, incorporado en el instrumento
o, en el caso de instrumentos de clase I, una pesa o masa patrón externa; o

 falsificar las indicaciones primarias visualizadas, en el caso de venta directa al público.

[Link] No es necesario proteger una interfaz, mediante la cual no se pueden realizar o iniciar las
funciones mencionadas en el apartado [Link]. Las otras interfaces deben estar protegidas de
acuerdo con el apartado [Link].

[Link] Una interfaz destinada a ser conectada a un dispositivo periférico, al cual se aplican los
requisitos de esta Recomendación, debe transmitir los datos pertinentes a las indicaciones
primarias de tal manera, que el dispositivo periférico pueda cumplir con los requisitos.

5.4 Ensayos de desempeño y de estabilidad de la pendiente (span stability)

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

5.4.1 Consideraciones sobre los ensayos


Todos los instrumentos electrónicos de la misma categoría, deben ser sometidos al mismo
programa de ensayos de desempeño, ya sea que estén equipados o no con medios de
comprobación.

5.4.2 Estado del instrumento sometido a ensayo


Los ensayos de desempeño deben realizarse en el equipo completamente operativo, en su
configuración normal de funcionamiento o en un estado lo más similar posible. Cuando se conecta
en una configuración diferente a la normal, el procedimiento debe ser mutuamente acordado
entre la autoridad de aprobación y el solicitante, y debe ser descripto en el documento de ensayo.

Si un instrumento electrónico está equipado con una interfaz, que permite conectarlo a un
equipamiento externo, el instrumento debe estar conectado, durante los ensayos especificados en
los apartados B.3.2, B.3.3 y B.3.4, al equipo externo según lo especificado en el procedimiento de
ensayo.

5.4.3 Ensayos de desempeño


Los ensayos de desempeño deben realizarse de acuerdo con B.2 y B.3.

Ensayo Característica bajo ensayo


Temperaturas estáticas Factor de influencia
Calor húmedo, régimen estable Factor de influencia
Variaciones de tensión Factor de influencia
Caídas de tensión de red de CA e interrupciones breves Perturbación
Ráfagas de tensión (Bursts- transitorios) Perturbación
Descargas electrostáticas Perturbación
Ondas de choque (si es aplicable) Perturbación
Inmunidad a campos electromagnéticos radiados Perturbación
Inmunidad a campos de radiofrecuencia transmitidos por conducción Perturbación
Requisitos especiales de compatibilidad electromagnética para instrumentos
Perturbación
alimentados por el suministro eléctrico de un vehículo de carretera
Tabla 10

5.4.4. Ensayo de estabilidad de la pendiente (span stability)


El ensayo de estabilidad de la pendiente debe realizarse de acuerdo con el apartado B.4.

5.5 Requisitos adicionales para dispositivos electrónicos controlados por software


Nota: Pueden existir en otras publicaciones de OIML, más requisitos generales y asesoría, para
instrumentos de medición y dispositivos controlados por software.

5.5.1 Dispositivos con software embebido


Para instrumentos y módulos con software embebido o integrado, el fabricante debe describir o
declarar que el software del instrumento o módulo está integrado, es decir, se utiliza en un
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

entorno de hardware y software fijo y no se puede modificar o cargar a través de ninguna interfaz
u otros medios, después de que el instrumento ha sido protegido y/o después de la verificación.
Además de la documentación exigida en el apartado [Link], el fabricante debe presentar la
siguiente documentación:

 Descripción de las funciones legalmente relevantes;

 Identificación del software que está claramente asignado a las funciones legalmente
relevantes;

 Medidas de protección previstas para proporcionar evidencia de una intervención.

La identificación del software debe ser proporcionada por el instrumento y mencionada en el


Certificado OIML.

Solución aceptable:
La identificación del software se proporciona en el modo de operación normal mediante:

 una operación claramente identificada de una tecla física específica o de una tecla de
función variable, o de un botón o de un interruptor; o

 un número de versión que se pueda visualizar siempre o suma de comprobación, etc.

acompañado, en ambos casos, de instrucciones claras sobre cómo comparar la identificación del
software vigente con el número de referencia (mencionado en el Certificado OIML), marcado en el
instrumento o visualizado en el mismo.

5.5.2 Computadoras personales, instrumentos con componentes de PC, y otros instrumentos,


dispositivos, módulos y elementos, con software legalmente relevante programable o cargable
Se pueden utilizar computadoras personales y otros instrumentos/dispositivos con software
programable o cargable como indicadores, terminales, dispositivos de almacenamiento de datos,
dispositivos periféricos, etc. si se cumplen los siguientes requisitos adicionales.

Nota: Aunque estos dispositivos pueden ser instrumentos de pesar completos con software
cargable o módulos y componentes basados en PC, etc., en lo sucesivo se les denominará
simplemente “PC”. Siempre se asume que es una “PC” si no se cumplen las condiciones de software
integrado según el apartado 5.5.1.

[Link] Requisitos para hardware


Las PC consideradas como módulos que incorporan el o los componentes analógicos
metrológicamente relevantes, deben ser tratadas de acuerdo con el Anexo C (Indicador), ver la
Tabla 11, categorías 1 y 2.

Las PC que actúan como un módulo puramente digital, sin incorporar componentes analógicos
metrológicamente relevantes (por ejemplo, utilizadas como terminales o dispositivos calculadores
de precio en el punto de venta), deben ser tratadas de acuerdo con la Tabla 11, categorías 3 y 4.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Las PCs utilizadas como dispositivos periféricos puramente digitales, deben ser tratadas de
acuerdo con la Tabla 11, categoría 5.

La Tabla 11 también especifica cuán detallada debe ser la documentación que debe presentarse
para los componentes tanto analógicos como digitales de la PC, dependiendo de la categoría
respectiva (descripción de la alimentación, tipo de interfaces, tarjeta principal, gabinete, etc.)

Tabla 11. Ensayos y documentación requerida para PC utilizadas como módulos o dispositivos periféricos

Categoría Ensayos necesarios Documentación Observaciones


No. Descripción Componentes de hardware
1 Conversor Analógico Son posibles las
PC como un módulo; Conversor Analógico Digital (CAD): igual que en influencias de la PC
las indicaciones primarias se Digital (CAD) y PC [Link] (diagrama de sobre el Conversor
ven en el monitor; ensayados como unidad: circuitos, esquemas, Analógico Digital CAD)
en la PC están incorporados Ensayos como para descripciones, etc.). (temperatura,
los componentes analógicos indicadores de acuerdo al PC: Igual que en [Link] interferencias
metrológicamente relevantes Anexo C; (fabricante, tipo de PC, tipo electromagnéticas (IEC))
(CAD), en una tarjeta de EL modelo debe equiparse de gabinete, tipo de todos
circuito impreso no blindada con la configuración más los módulos, dispositivos
(dispositivo abierto) montada completa posible (consumo (electrónicos y componentes
sobre una ranura o slot; máximo de energía) incluyendo dispositivo de
la fuente de energía para el fuente de potencia, hoja de
Conversor Analógico Digital datos, manuales etc.)
(CAD) proviene de la PC o del
bus de datos

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________________________________________________________________________________
2 Conversor Analógico Son posibles las
PC como un módulo; Conversor Analógico Digital (CAD): Igual que en influencias de la PC
las indicaciones primarias se Digital (CAD) y PC [Link] (diagrama de sobre el Conversor
ven en el monitor; ensayados como unidad: circuitos, esquemas, Analógico Digital CAD)
en la PC están incorpora- Ensayos como para descripciones, etc.). (temperatura,
dos los componentes indicadores de acuerdo al interferencias
analógicos metrológica- Anexo C; PC: dispositivo de fuente de electromagnéticas (IEC))
mente relevantes (CAD), EL modelo debe equiparse potencia: Igual que en
pero el CAD incorporado con la configuración más [Link] (fabricante, tipo, hoja Otras influencias de la
tiene una cubierta blindada completa posible de datos) PC no son críticas.
(dispositivo cerrado); (consumo máximo de Otras partes: Sólo Son necesarios nuevos
el dispositivo de fuente de energía) descripción general o ensayos de IEM (PC) si
potencia para el Conversor información necesaria con se cambia el dispositivo
Analógico Digital (CAD) respecto a la forma de la de fuente de potencia.
proviene de la PC pero no del cubierta, placa madre, tipo
bus de datos de procesador, RAM,
unidades de disco flexible y
de disco duro, tarjetas
controladoras, controlador
de video, interfaces,
monitor, teclado, etc.
3 PC como módulo puramente CAD: Ensayos como para CAD: Igual que para la Posible Influencia (solo
digital, indicadores de acuerdo al categoría 2. IEM) en el CAD desde el
las indicaciones primarias se Anexo C; utilizando el PC: dispositivo de fuente de dispositivo de fuente de
ven en el monitor; monitor de la PC para las potencia: igual que para potencia.
CAD fuera de la PC en un indicaciones primarias. PC: categoría 2, otras partes: Otras influencias de la
gabinete separado, De acuerdo con 3.10.2 igual que para categoría 4 PC no son posibles o no
dispositivo de fuente de son críticas.
potencia para el CAD desde Nuevos ensayos de
la PC. compatibilidad
electromagnética (PC)
son necesarios si se
cambia el dispositivo de
fuente de potencia

4 PC como módulo puramente CAD: Igual que para la CAD: Igual que para la Las influencias de la PC
digital, categoría 3 categoría 2 (temperatura,
las indicaciones primarias se IEM) en el CAD no
PC: Igual que para la PC: Sólo descripción general
ven en el monitor;
categoría 3 o información necesaria, por son posibles.
CAD fuera de la PC en un ejemplo. con respecto al tipo
gabinete separado, que de placa madre, tipo de
tiene su propio dispositivo procesador, RAM, unidades
de fuente de potencia de disco flexible y de disco
duro, tarjetas controladoras,
controlador de video,
interfaces, monitor, teclado.

5 PC como dispositivo PC: De acuerdo con PC: Igual que para la


periférico puramente 3.10.3 categoría 4
digital

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________________________________________________________________________________

Nota: PC = Computadora Personal


CAD: Componente(s) analógico relevante, incluyendo Conversor Analógico- Digital (ver la figura 1)
EMC: Compatibilidad Electromagnética

[Link] Requisitos para software


El software legalmente relevante de una PC, es decir, él software que es crítico para características
de medición, datos de medición y parámetros metrológicamente importantes almacenados o
transmitidos, es considerado como una parte esencial de un instrumento de pesar y debe ser
examinado de acuerdo con el Anexo G.2. El software legalmente relevante debe cumplir con los
siguientes requisitos.

a) El software legalmente relevante debe ser protegido adecuadamente, de cambios


accidentales o intencionales. Evidencias de una intervención, por ejemplo: cambiar, cargar
o eludir el software legalmente relevante, deben estar disponibles hasta la siguiente
verificación o inspección oficial comparable.

Este requisito implica que:


La protección contra cambios intencionales con herramientas de software especiales, no
es objeto de estos requisitos, porque ésto es considerado como un acto delictivo.
Normalmente, se puede asumir que, no es posible influir en los parámetros y datos
legalmente relevantes, especialmente valores variables procesados, siempre que sean
procesados mediante un programa que cumpla estos requisitos. Sin embargo, si
parámetros y datos legalmente relevantes, especialmente valores variables finales, se
transmiten fuera de la parte protegida del software, para aplicaciones o funciones sujetas
a control legal, deberá asegurarse que cumplen los requisitos de [Link]. El software
legalmente relevante con todos los datos, parámetros, valores variables, etc. serán
considerados como suficientemente protegidos, si no se pueden cambiar con
herramientas de software comunes. En este momento, por ejemplo, todos los tipos de
editores de texto son considerados como herramientas de software comunes.

Solución aceptable:
Después de iniciar el programa, cálculo automático de una suma de comprobación para el
código de máquina de todo el software legalmente relevante (por lo menos una suma de
comprobación CRC-16 con función polinómica oculta) y comparación del resultado con un
valor fijo almacenado. No hay inicio si el código de máquina está falsificado.

b) Cuando hay software asociado que provee otras funciones, además de la o las funciones
de medición, el software legalmente relevante debe ser identificable y no debe ser
influenciado inaceptablemente por el software asociado.

Este requisito implica que:


El software asociado esté separado del software legalmente relevante, en el sentido que
se comuniquen por medio de una interfaz de software. Una interfaz de software es
considerada como interfaz protectora si:

90
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 sólo se puede intercambiar un conjunto definido y permitido de parámetros,


funciones y datos a través de esta interfaz, de acuerdo con el apartado [Link]; y

 ninguna parte puede intercambiar información por medio de cualquier otro


enlace.

Las interfaces de software son parte del software legalmente relevante. El hecho de que el
usuario eluda la interfaz de protección, es considerado como acto delictivo.

Solución aceptable:
Definición de todas las funciones, comandos, datos, etc., que se intercambian a través de
la interfaz de protección desde el software legalmente relevante, hacia todas las demás
partes de software o hardware conectadas. Verificar si se permiten todas las funciones,
comandos y datos.

c) El software legalmente relevante debe ser identificado como tal y estar protegido.

El dispositivo debe proporcionar fácilmente su identificación, para controles metrológicos


o inspecciones.

Este requisito implica que:


El sistema operativo o software estándar auxiliar similar, tales como controladores de
video, controladores de impresora o controladores de disco duro, no necesitan estar
incluidos en la identificación del software.

Solución aceptable:
Cálculo de una suma de comprobación en el código de máquina, del software legalmente
relevante en el tiempo de ejecución e indicación después de un comando manual. Esta
suma de comprobación representa el software legalmente relevante y puede compararse
con la suma de comprobación definida en la Aprobación de Modelo.

d) Además de la documentación descripta en el apartado [Link], la documentación especial


del software incluirá:

 una descripción del hardware del sistema, por ejemplo, diagrama de bloques, tipo
de computadora(s), tipo de red, si no se describe en el manual de operación (ver
también la Tabla 11);

 una descripción del entorno del software legalmente relevante, por ejemplo, el
sistema operativo, controladores requeridos, etc.;

 una descripción de todas las funciones del software legalmente relevante, de los
parámetros legalmente relevantes, interruptores y teclas que determinan la
funcionalidad del instrumento incluyendo una declaración de la integridad y
completud de esta descripción;

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 una descripción de los algoritmos de medición relevantes (por ejemplo, equilibrio


estable, cálculo de precio, redondeo);

 una descripción de los menús y diálogos relevantes;

 las medidas de seguridad (por ejemplo, suma de comprobación, firma, pista de


auditoría);

 el conjunto completo de comandos y parámetros (que incluya una breve


descripción de cada comando y parámetro) que puedan ser intercambiados entre
el software legalmente relevante y el software asociado a través de la interfaz
protectora, incluyendo una declaración de la integridad de la lista;

 la identificación del software legalmente relevante;

 si el instrumento permite la descarga de software por medio de un módem o


internet: una descripción detallada del procedimiento de carga y las medidas de
protección contra cambios accidentales o intencionales;

 si el instrumento no permite la descarga de software por medio de un módem o


internet: una descripción de las medidas tomadas para impedir cargas
inadmisibles de software legalmente relevante; y

 en el caso de almacenamiento de datos durante largos períodos de tiempo o de


transmisión de datos a través de redes, una descripción de los grupos de datos y
medidas de protección (ver el apartado 5.5.3).

5.5.3 Dispositivos de almacenamiento de datos (DSD)


Si hay un dispositivo, ya sea que esté incorporado en el instrumento o sea parte del instrumento
como solución de software, o conectado a éste externamente, que esté destinado al
almacenamiento a largo plazo de datos de pesaje (en el sentido de T.2.8.5), se aplican los
siguientes requisitos adicionales.

[Link] El DSD debe tener una capacidad de almacenamiento, que sea suficiente para el
propósito previsto.

Nota: La regulación del período mínimo de mantenimiento de información, está fuera del alcance
de la presente Recomendación y probablemente queda a criterio de las regulaciones nacionales
para el comercio. Es responsabilidad del propietario del instrumento, tener un instrumento con
suficiente capacidad de almacenamiento para cumplir los requisitos de su actividad. En la
evaluación de modelo, sólo se verificará que los datos son almacenados y recuperados
correctamente y, que se proporcionan los medios adecuados para evitar la pérdida de datos, si se
agota la capacidad de almacenamiento antes del plazo previsto.

[Link] Los datos legalmente relevantes almacenados, deben incluir toda la información relevante
necesaria, para recuperar un pesaje anterior.

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________________________________________________________________________________
Nota: Los datos legalmente relevantes son (ver también apartado T.2.8.1):

 valores brutos o netos y valores de tara (si es aplicable, junto con una distinción de tara y tara
predeterminada);

 el símbolo(s) decimal;

 unidad(es) de medida (puede estar codificada);

 identificación de los datos almacenados;

 el número de identificación del instrumento o del receptor de carga, si varios instrumentos o


receptores de carga están conectados al dispositivo de almacenamiento de datos; y

 una suma de comprobación u otra firma de los datos almacenados.

[Link] Los datos almacenados, legalmente relevantes, deben estar protegidos


adecuadamente contra cambios accidentales o intencionales.

Ejemplos de soluciones aceptables:

a) Una simple comprobación de paridad, es considerada suficiente para proteger los datos,
contra cambios accidentales durante la transmisión.

b) El dispositivo de almacenamiento de datos, puede materializarse como un dispositivo


externo controlado por software utilizando, por ejemplo, el disco duro de una PC como
medio de almacenamiento. En este caso, el software respectivo, debe cumplir los
requisitos para software indicados en [Link]. Si los datos almacenados están, o
encriptados o protegidos mediante una firma (por lo menos 2 bytes, por ejemplo, una
suma de comprobación CRC-16 con función polinómica oculta), esto será considerado
suficiente para proteger los datos contra cambios intencionales.

[Link] Los datos legalmente relevantes almacenados, deben ser susceptibles de ser identificados
y visualizados. Para lograr lo anterior, se deben almacenar el o los números de identificación para
uso posterior y registrarlos en el medio de transacción oficial. En caso de una salida impresa, se
deben imprimir el o los números de identificación.

Ejemplo de una solución aceptable:


La identificación puede materializarse como números consecutivos, o como la respectiva fecha y
hora (mm:dd:hh:min:ss) de la transacción.

[Link] Los datos legalmente relevantes se deben almacenar automáticamente.


Nota: Este requisito significa que la función de almacenamiento, no debe depender de la decisión del
operador. Sin embargo, se acepta que no se almacenen pesadas intermedias, que no se utilizan para
las transacciones.

[Link] Los grupos de datos legalmente relevantes, que se deben verificar mediante la
identificación,
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________________________________________________________________________________

deben ser visualizados o impresos en un dispositivo sujeto a control legal.

[Link] Si los DSD están incorporados en el instrumento o forman parte del instrumento como
solución de software, son identificados en los Certificados OIML como una característica, opción o
parámetro.

6. Requisitos técnicos para los instrumentos con indicación no automática


Los instrumentos con indicación no automática deben cumplir, siempre que sea posible, con los
requisitos aplicables de los capítulos 3 y 4. Este capítulo proporciona requisitos complementarios
correspondientes a algunos de los del capítulo 4.

Aunque las disposiciones de 6.1 son obligatorias, las de 6.2 contienen “soluciones aceptables”
como las introducidas en el capítulo 4.

Los apartados 6.3 a 6.9 contienen requerimientos para ciertos instrumentos simples que pueden
ser sometidos directamente a la verificación inicial. Estos instrumentos simples son:

 Balanza de brazos iguales y de una relación 1/10;

 romana simple con pesas cursoras;

 Instrumentos Roberval y Béranger;

 instrumentos con plataformas decimales; e

 instrumentos del tipo romana con pesas cursoras accesibles.

6.1 Sensibilidad mínima


La colocación sobre el instrumento en equilibrio, de una carga adicional equivalente al valor
absoluto del error máximo tolerado para la carga aplicada (pero no menor a 1 mg), debe provocar
un desplazamiento permanente del elemento indicador de al menos:

1 mm para un instrumento de clase I o II;

2 mm para un instrumento de clase III o IIII con Máx ≤ 30 kg;

5 mm para un instrumento de clase III o IIII con Máx > 30 kg;

Los ensayos de sensibilidad deben realizarse colocando las cargas adicionales con un ligero
impacto, a fin de eliminar los efectos de umbral de movilidad.

6.2 Soluciones aceptables para los dispositivos indicadores

6.2.1 Disposiciones generales

[Link] Componentes indicadores de equilibrio

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Para un instrumento con un componente indicador que se desplaza en relación a otro


componente indicador, los dos índices tienen el mismo espesor y la distancia entre éstos no debe
sobrepasar este espesor.

Sin embargo, esta distancia puede ser igual a 1 mm si el espesor de los índices es inferior a este
valor.

[Link] Protección
Es posible proteger las pesas cursoras, las masas removibles y las cavidades de ajuste o las
cubiertas de dichos dispositivos.

[Link] Impresión
Si el dispositivo permite la impresión, ésta solo será posible si las pesas cursoras o reglas o un
mecanismo de conmutación de pesas, se encuentran cada uno de ellos, en una posición que
corresponde a un número entero de divisiones de escala. Salvo en el caso de pesas cursoras o
reglas accesibles, la impresión es posible sólo si el componente indicador de equilibrio, se
encuentra en la posición de referencia, a menos de la mitad del valor de división más cercano.

6.2.2 Dispositivos con pesas cursoras

[Link] Forma de las marcas de escala


En las reglas donde el valor de división de escala, es el valor de la división de verificación del
instrumento, las marcas de escala están constituidas por trazos de grosor constante. En otras
reglas mayores (o menores), las marcas de escala están constituidas por muescas.

[Link] Espaciado de la escala (longitud de una división)


La distancia entre las marcas de escala, no debe ser menor de 2 mm y tendrá una longitud
suficiente para que la tolerancia normal de mecanizado de las muescas o marcas de escala, no
provoque un error en el resultado de pesaje, que exceda de 0,2 del valor de división de
verificación.

[Link] Topes
El desplazamiento de las pesas cursoras y regletas se limita a la parte graduada de las reglas y
regletas.

[Link] Componentes del indicador


Cada pesa cursora lleva un componente indicador.

[Link] Dispositivos con pesas cursoras accesibles


No hay partes móviles en las pesas cursoras, con excepción de las regletas cursoras.

Las pesas cursoras están libres de cavidades, que podrían alojar accidentalmente cuerpos
extraños.

Es posible proteger las partes que son desmontables.

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________________________________________________________________________________

El desplazamiento de pesas cursoras y regletas requiere un cierto esfuerzo.

6.2.3 Indicación mediante el uso de pesas controladas metrológicamente


Las relaciones de reducción son de la forma 10k, siendo k un número entero o cero.

En un instrumento destinado a la venta directa al público, la altura del reborde de la plataforma


receptora de carga no excederá de un décimo de la mayor dimensión de la plataforma, sin ser
superior a 25 mm.

6.3 Condiciones de construcción

6.3.1 Componentes indicadores de equilibrio


Un instrumento debe estar provisto de dos índices móviles o de un componente indicador móvil y
una marca de referencia fija, cuyas respectivas posiciones indiquen la posición de referencia de
equilibrio.

En un instrumento de clases III o IIII, diseñado para la venta directa al público, los índices y las
marcas de escala, deben permitir observar el equilibrio desde los lados opuestos del instrumento.

6.3.2 Cuchillas, cojinetes y placas de fricción

[Link] Tipos de conexión


Las palancas deben estar equipadas solamente con cuchillas; éstas deben estar articuladas con
cojinetes.

La línea de contacto entre cuchillas y cojinetes debe ser una línea recta.

Los contra-astiles deben estar articulados en las aristas de las cuchillas.

[Link] Cuchillas
Las cuchillas deben estar montadas en las palancas de tal manera que se asegure la invariabilidad
de las relaciones de los brazos de estas palancas. No deben estar ni unidas ni soldadas.

Las aristas de las cuchillas de una misma palanca, deben ser prácticamente paralelas, y pertenecer
al mismo plano.

[Link] Cojinetes
Los cojinetes no deben estar ni unidos ni soldados a sus soportes o a sus bridas o bases.

Los cojinetes de un instrumento con plataformas decimales y de romanas deben poder oscilar en
todas las direcciones en su soporte o en sus bridas. En tales instrumentos, debe haber dispositivos
que impidan la desconexión de las piezas articuladas.

[Link] Placas de fricción (topes)


El juego longitudinal de las cuchillas debe estar limitado por placas de fricción. El contacto entre la
cuchilla y las placas de fricción debe ser puntual y estar situado en la prolongación de la línea(s) de

96
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

contacto entre la cuchilla y el cojinete(s).

La placa de fricción debe formar un plano que pase por el punto de contacto con la cuchilla y su
plano debe ser perpendicular a la línea de contacto entre la cuchilla y el cojinete. No debe estar ni
soldada ni unida a los cojinetes o a su soporte.

6.3.3 Dureza
Las partes en contacto entre las cuchillas, cojinetes, placas de fricción, dispositivos de pesas
cursoras, palancas intermedias, soportes de las palancas intermedias y estribos deben tener una
dureza de al menos 58 Rockwell C.

6.3.4 Revestimiento protector


Puede aplicarse un revestimiento protector a las partes en contacto de los componentes
articulados, siempre que esto no conduzca a cambios de las propiedades metrológicas.

6.3.5 Dispositivos de tara


Los instrumentos no deben estar equipados con un dispositivo de tara.

6.4 Astil simple de brazos iguales

6.4.1 Simetría de los astiles


El astil debe tener dos planos de simetría: longitudinal y transversal. Debe estar en equilibrio con o
sin los platillos receptores de carga. Las piezas desmontables que pueden utilizarse
indiferentemente, en cualquiera de los dos extremos del astil, deben ser intercambiables y tener
masas iguales.

6.4.2 Puesta a cero


Si un instrumento de clase III o IIII está provisto de un dispositivo de puesta a cero, éste debe
consistir en una cavidad debajo de uno de los platillos.
Esta cavidad puede estar protegida.

6.5 Astil simple de relación 1/10

6.5.1 Indicación de la relación


La relación se debe indicar en el astil de manera legible y permanente y en la forma 1:10 ó 1/10.

6.5.2 Simetría del astil


El astil debe tener un plano de simetría longitudinal.

6.5.3 Puesta a cero


Se aplican las disposiciones de 6.4.2.

6.6 Instrumento simples con pesas cursoras (Romanas)

6.6.1 Generalidades

97
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

[Link] Marcas de escala


Las marcas de escala deben consistir en líneas o muescas, ubicadas o bien en la arista o en la parte
plana de la regla graduada. La longitud mínima de una división es de 2 mm entre muescas y 4 mm
entre líneas.

[Link] Articulaciones
La carga por unidad de longitud sobre las cuchillas no debe ser superior a 10 kg/mm.
Los agujeros de los cojinetes en forma de anillo, deben tener un diámetro al menos igual a 1,5
veces la dimensión más grande de la sección transversal de la cuchilla.

[Link] Componente indicador de equilibrio


La longitud del componente indicador de equilibrio, tomada desde el borde del fulcro del filo de la
cuchilla del instrumento, no debe ser inferior a 1/15 de la longitud de la parte graduada de la regla
para pesas cursoras.

[Link] Marca distintiva


El cabezal y la pesa cursora de un instrumento con pesas cursora desmontables, deben llevar la
misma marca distintiva.

6.6.2 Instrumentos con capacidad simple

[Link] Distancia mínima entre bordes de cuchillas


La distancia mínima entre bordes de cuchillas es:

 25 mm para las capacidades máximas ≤ 30 kg, y

 20 mm para las capacidades máximas > 30 kg

[Link] Graduación
La graduación debe extenderse desde cero hasta la capacidad máxima.

[Link] Puesta a cero


Si un instrumento de clase III o IIII está provisto de un dispositivo de puesta a cero, éste debe ser
un dispositivo de tornillo prisionero o un sistema de tuerca, con un efecto máximo de 4 divisiones
de escala de verificación por vuelta.

6.6.3 Instrumentos con doble capacidad

[Link] Distancia mínima entre los bordes de cuchillas


La distancia mínima entre bordes de cuchillas es:

 45 mm para la capacidad menor; y

 20 mm para la capacidad mayor.

[Link] Diferenciación de mecanismos de suspensión

98
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

El mecanismo de suspensión de un instrumento, debe diferenciarse del mecanismo de suspensión


de cargas.

[Link] Escalas numeradas


Las escalas correspondientes a cada una de las capacidades del instrumento, deben permitir pesar
desde cero hasta la capacidad máxima, sin discontinuidad:

 Ya sea sin que las dos escalas tengan una parte común; o

 con una parte común de un valor como máximo igual a 1/5 del máximo valor de la escala
inferior.

[Link] Divisiones de escala


Las divisiones de escala de cada una de las escalas deben tener un valor constante.

[Link] Dispositivos de puesta a cero


No están permitidos los dispositivos de puesta a cero.

6.7 Instrumentos Roberval y Béranger

6.7.1 Simetría
Las partes simétricas desmontables que se presentan en pares, deben ser intercambiables y tener
masas iguales.

6.7.2 Puesta a cero


Si un instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero, éste debe consistir en una
cavidad debajo del soporte de uno de los platillos. Esta cavidad puede estar protegida.

6.7.3 Longitud de las cuchillas


En los instrumentos que tienen un astil simple:

 la distancia entre los límites externos de las cuchillas de carga debe ser al menos igual al
diámetro del fondo del platillo; y

 La distancia entre los límites externos de la cuchilla central debe ser al menos igual a 0,7
veces la longitud de las cuchillas de carga.

Los instrumentos de astil doble deben tener la misma estabilidad del mecanismo que la que
poseen los instrumentos de astil simple.

Figura 7 99
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

6.8 Instrumentos con plataformas de relación 1/10. Plataformas decimales

6.8.1 Capacidad máxima


La capacidad máxima del instrumento debe ser superior a 30 kg.

6.8.2 Indicación de la relación


Se debe indicar en el astil, de manera legible y permanente, la relación entre la carga pesada y la
carga de equilibrio, en la forma 1:10 ó 1/10.

6.8.3 Puesta a cero


Un instrumento debe tener un dispositivo de puesta a cero que consista en:

 una copa o alojamiento, con una cubierta muy convexa; o

 un dispositivo de tornillo prisionero o un sistema de tuerca, con un efecto máximo de 4


divisiones de escala de verificación por vuelta.

6.8.4 Dispositivos complementarios de equilibrio


Si el instrumento está provisto de un dispositivo complementario de equilibrio, que evita el uso de
pesas de bajo valor, en relación con la capacidad máxima, este dispositivo debe ser una regla
graduada con una pesa cursora, con un efecto máximo aditivo de 10 kg.

6.8.5 Bloqueo del astil


Un instrumento debe tener un dispositivo manual de bloqueo del astil, cuya acción evite que los
índices que indican el equilibrio se toquen cuando la balanza no está operando.

6.8.6 Disposiciones referentes a partes de madera


Si alguna de las partes de un instrumento, tales como el chasis, la plataforma o el tablero son de
madera, ésta debe estar seca y libre de defectos. Debe estar cubierta de una pintura o un barniz
protector eficaz.

No se deben utilizar clavos, para el ensamblaje definitivo de las partes de madera.

6.9 Instrumentos con un dispositivo medidor de carga con pesas cursoras accesibles (del tipo
romana)

6.9.1 Generalidades
Se deben cumplir los requisitos de 6.2 referentes a los dispositivos de medición de carga con pesas
cursoras accesibles.

6.9.2 Extensión o rango de la escala numerada

100
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

La escala numerada del instrumento debe permitir pesar sin discontinuidad desde cero hasta la
capacidad máxima.

6.9.3 Longitud mínima de una división


La longitud mínima de una división ix de las diferentes reglas (x = 1, 2, 3...) correspondiente a la
división de escala, dx, de estas reglas, debe ser:

ix ≥ (dx/e) × 0,05 mm, pero ix ≥ 2 mm


6.9.4 Plataforma de relación
Si un instrumento está provisto de una plataforma de relación que permite la ampliación del rango
de indicación de la escala numerada, la relación entre el valor de las pesas colocadas sobre la
plataforma para equilibrar una carga y esta carga, debe ser de 1/10 ó 1/100.

6.9.5 Puesta a cero


Se aplican los requisitos del apartado 6.8.3.

6.9.6 Bloqueo del astil


Se aplican los requisitos del apartado 6.8.5.

6.9.7 Partes de madera


Se aplican los requisitos del apartado 6.8.6.

7 Marcado de instrumentos y módulos

7.1 Marcas descriptivas


Nota: Las marcas descriptivas que se indican a continuación, son a modo de ejemplo, pero pueden
variar según las regulaciones nacionales.

7.1.1 Obligatorias en todos los casos

 Marca o nombre del fabricante, expresado completo (A);

 Marcas metrológicas (B):

- Indicación de la clase de precisión en la forma de un número


romano dentro de un óvalo (ver nota al pie de página de 3.1.1):

para precisión especial

para precisión fina:

para precisión media:

para precisión ordinaria:

Y además
101
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
- Capacidad máxima en la forma: Máx ...
- Capacidad mínima en la forma Mín ...
- División de verificación en la forma: e= ...

7.1.2 Obligatorias si es aplicable

 Nombre o marca del representante del fabricante, para los instrumentos importados (C);

 Número de serie (D);

 Marca de identificación de cada unidad de instrumentos compuestos de unidades


separadas pero asociadas (E);

 Marca de Aprobación de Modelo (F);

 Características metrológicas suplementarias (G):

o identificación del software (obligatorio para instrumentos controlados por


software)

o división de escala, si d < e, en la forma: d =

o efecto máximo aditivo de tara, en la forma: T = + ...

o efecto máximo sustractivo de tara si es diferente de Máx, en la forma: T = – ...

o relación de conteo para los instrumentos contadores de acuerdo con el apartado


4.17, en la forma: 1:... ó 1/...

o rango de indicación más/menos de un instrumento de comparador digital, en la


forma: ±... um o –... um / +…um (um representa la unidad de masa según 2.1)

o relación entre la plataforma de pesas y la plataforma de carga según se especifica


en 6.5.1, 6.8.2 y 6.9.4;

 Límites especiales (H):

o Carga segura máxima, en la forma: Lím = ... (si el fabricante ha previsto


una carga segura máxima superior a Máx +T)

o los límites especiales de temperatura de acuerdo con [Link], dentro de los cuales
el instrumento cumple con las condiciones reglamentarias de funcionamiento
correcto, en la forma: ... °C/… °C

7.1.3 Marcas adicionales (I)

102
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Se pueden exigir, si es necesario, marcas adicionales en los instrumentos según su uso particular o
ciertas características especiales, como por ejemplo:

 no usar para la venta directa al público/para transacciones comerciales;

 uso exclusivo para: ........................................................................ ;

 el sello no garantiza/garantiza sólo:.....................................................;

 usar solamente como se indica a continuación: ............... .

Estas marcas adicionales pueden estar en los idiomas oficiales del país o en forma de pictogramas
o signos internacionalmente acordados y publicados.

7.1.4 Presentación de marcas descriptivas


Las marcas descriptivas deben ser indelebles y tener un tamaño, forma y claridad que permitan
una fácil lectura.

Deben estar agrupadas en uno o dos lugares bien visibles del instrumento, en una placa o etiqueta
adhesiva fijada de manera permanente al instrumento, o en una parte no removible del mismo
instrumento. En caso de una placa o etiqueta adhesiva que no se destruye al ser retirada, se debe
prever un medio de protección, por ejemplo, puede aplicarse una marca de control.

Como alternativa, todas las marcas aplicables indicadas en 7.1.1 (B) y 7.1.2 (G) se puede mostrar
en la pantalla simultáneamente mediante una solución de software, en forma permanente o
después de un comando manual. En este caso, las marcas son consideradas como parámetros
específicos del dispositivo (ver T.2.8.4, [Link] y 5.5).

Las marcas: Máx…,


Mín…,
e =…, y
d =…, si d ≠ e

deben aparecer al menos en un lugar y de forma permanente, o en la pantalla, o cerca de la misma


en una posición bien visible.

Alternativamente, toda la información adicional mencionada en 7.1.1 (B) y 7.1.2 (G) puede
mostrarse en una placa.

Otra opción es mostrarla en la pantalla mediante una solución de software:

 en forma permanente o,
 luego de ejecutar un comando manual simple.

En el caso de usar la solución de software, las marcas son consideradas como parámetros
específicos del dispositivo (ver T.2.8.4, [Link] y 5.5).

103
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Debe ser posible sellar la placa que lleva las marcas descriptivas, a menos que su remoción
ocasione su destrucción. Si se sella la placa identificatoria, debe ser posible aplicar una marca de
control a la misma.

Soluciones aceptables:
a) Marcado de Máx, Mín, e ............. y d si d ≠ e:
Estos valores aparecen en forma permanente y simultánea en la pantalla de peso,
mientras el instrumento está encendido.
Estos valores se pueden desplazar en una pantalla, hacia arriba o hacia abajo
automáticamente (se pueden visualizar alternándose uno después de otro). El
desplazamiento automático (no cuando se produce luego de un comando manual) es
considerado como “permanente”.

b) Marcado de instrumentos multi intervalo y multi rango:


En casos especiales, algunas de las marcas deberían aparecer en forma de tabla. Ver
ejemplos en la Figura 8.

c) Fijación
Si se utiliza una placa, debe ser fijada, por ejemplo, con remaches o tornillos, con uno de
los remaches de cobre rojo o de un material que tenga cualidades reconocidas como
similares, o utilizando marcas de control no removibles. Debería ser posible proteger la
cabeza de uno de los tornillos, con medios apropiados (por ejemplo, mediante una tapa de
material adecuado, insertada en un dispositivo que no se pueda desmontar, u otra
solución técnica apropiada).

La placa puede pegarse o ser una calcomanía, siempre que su remoción ocasione su
destrucción.

d) Dimensiones de las letras


La altura de las letras mayúsculas debe ser como mínimo de 2 mm.

7.1.5 Casos específicos


Los apartados 7.1.1 a 7.1.4 se aplican íntegramente, a instrumentos simples hechos por un solo
fabricante.
104
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Cuando un fabricante construye un instrumento complejo o cuando varios fabricantes intervienen


para construir un instrumento simple o complejo, se deben aplicar las siguientes consideraciones
adicionales.

[Link] Instrumentos que tienen varios receptores de carga y dispositivos de medición de carga
Cada dispositivo de medición de carga que está conectado o puede ser conectado a uno o más
receptores de carga, debe llevar las marcas descriptivas referentes a estos últimos, a saber:

 marca de identificación;

 capacidad máxima;

 capacidad mínima;

 división de verificación; y

 carga segura máxima y efecto máximo aditivo de tara (si corresponde).

[Link] Instrumentos compuestos de partes principales construidas por separado


Si no se pueden intercambiar las partes principales de un instrumento, sin alterar las
características metrológicas del instrumento al que pertenecen, cada unidad debe tener una
marca de identificación que debe repetirse en las marcas descriptivas.

[Link] Módulos ensayados por separado


Para celdas de carga con un Certificado OIML R 60, se aplica el marcado según OIML R 60.

Para otros módulos (indicadores y módulos de pesaje), se aplican el marcado según el Anexo C o
D. Sin embargo, cada módulo debe llevar por lo menos las siguientes marcas descriptivas para su
identificación:

 designación del modelo;

 número de serie; y

 fabricante (marca o nombre)

Se deben especificar otras informaciones y características relevantes, en el respectivo Certificado


OIML (tipo de módulo, fracción pi del error máximo tolerado, número de Certificado OIML, clase
de precisión, Máx, e, etc.) y se deben incluir en un documento que acompañe al respectivo
módulo.

[Link] Dispositivos periféricos


Los dispositivos periféricos mencionados en un Certificado OIML, deben llevar las siguientes
marcas descriptivas:

105
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 designación de modelo;

 número de serie;

 fabricante; y

 otra información en la medida en que sea aplicable.

7.2 Marcas de verificación


Los instrumentos deben tener un lugar que permita la aplicación de marcas de verificación.
Este lugar debe:

 ser tal que la parte en la cual se encuentra, no se pueda sacar del instrumento sin dañar
las marcas;

 permitir una fácil aplicación de las marcas sin cambiar las características metrológicas del
instrumento; y

 ser visible, sin tener que mover el instrumento cuando está en servicio.

Nota: Si razones técnicas, restringen o limitan la fijación de las marcas de verificación, solo a un
lugar “oculto” (por ejemplo, cuando un instrumento – en combinación con otro dispositivo – está
integrado en otro equipo), se puede aceptar si:
- estas marcas son de fácil acceso, y
- hay un aviso legible en el instrumento en un lugar bien visible que señale la ubicación de estas
marcas, o
- si su ubicación está definida en el manual de operación, el Certificado OIML y el Informe de
Ensayo OIML.

Solución aceptable:
Los instrumentos que requieren llevar marcas de verificación, deben tener un soporte de marca de
verificación, que asegure la conservación de las marcas:

a) cuando la marca se hace con un sello, este soporte puede estar compuesto de una tira de
metal adecuado o cualquier otro material con características similares al plomo (por
ejemplo, plástico, bronce, etc. dependiendo de la legislación nacional), insertada en una
placa fijada al instrumento o una cavidad hecha en el instrumento; o

b) cuando la marca es de tipo autoadhesivo, se debería prever en el instrumento un espacio


para la aplicación de esta marca.

Para la aplicación de las marcas de verificación, se requiere un área de sellado, de al menos 150
mm2.

Si se utilizan etiquetas autoadhesivas como marcas de verificación, el espacio para estas etiquetas
106
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

debería tener un diámetro de al menos 15 mm. Estas marcas deberían ser adecuadamente
durables para el uso previsto del instrumento, por ejemplo, mediante una protección adecuada.

8 Controles metrológicos

8.1 Obligatoriedad de controles metrológicos


La legislación nacional puede imponer controles, para asegurar que los instrumentos utilizados en
aplicaciones específicas, cumplen con los requisitos de esta Recomendación.

Si se exigen controles para determinar la conformidad, éstos pueden consistir en


Aprobación de Modelo y verificación inicial (u otros procedimientos equivalentes de evaluación de
la conformidad) y
verificaciones posteriores, por ejemplo: verificaciones periódicas o inspecciones en servicio u otros
procedimientos de control metrológico equivalentes.

Sin embargo, los instrumentos cubiertos por los apartados 6.4 a 6.9 de esta Recomendación, no
deben ser sometidos a Aprobación de Modelo, y la legislación nacional puede proveer la
verificación inicial sin la Aprobación de Modelo, para aplicaciones de instrumentos particulares.

8.2 Aprobación de Modelo

8.2.1 Solicitud de Aprobación de Modelo


La solicitud de Aprobación de Modelo debe incluir la presentación ante la autoridad de aplicación,
de normalmente un instrumento representativo del modelo sujeto al procedimiento de
aprobación. El enfoque modular (especificado en el apartado 3.10.2) y el ensayo de una familia de
instrumentos o módulos (apartado 3.10.4), puede ser más apropiado y eficiente.

El solicitante debe proporcionar la información que sigue, en la medida en que se aplique y de


acuerdo con la legislación nacional.

[Link] Características metrológicas

 características del instrumento, según apartado 7.1; y

 especificaciones de los módulos o componentes del sistema de medición según el


apartado 3.10.2.

[Link] Documentos descriptivos


Nota: Los números entre paréntesis de la siguiente tabla hacen referencia a los capítulos de esta
Recomendación.

Ítem Documentación requerida

107
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Descripción general del instrumento, descripción de la función, uso previsto, modelo de instrumento (por
1
ejemplo, plataforma, balanza para comprobar peso en más y en menos, etiquetador de precio).
Características generales (fabricante; Clase, Máx, Mín, e, n, un solo intervalo/intervalo múltiple, multi rango,
2
rango de temperatura, tensión, etc.).
3 Lista de descripciones y datos característicos de todos los dispositivos y módulos del instrumento
Planos de configuración general y detalles de interés metrológico, incluyendo detalles de interbloqueos,
4
protecciones, restricciones, límites, etc.
Protección o aseguramiento de componentes, dispositivos de ajuste, controles, etc. (4.1.2), acceso protegido a
4.1
operaciones de configuración y ajuste ([Link]).
Lugar para aplicación de: marcas de control, elementos de protección, marcas descriptivas, marcas de
4.2
identificación, marcas de conformidad y/o aprobación (7.1, 7.2).
5 Dispositivos del instrumento.
5.1 Dispositivos indicadores auxiliares o de extensión de la indicación (3.4, 4.4.3, 4.13.7).
5.2 Uso múltiple de dispositivos indicadores (4.4.4).
5.3 Dispositivos impresores (4.4.5, 4.6.11, 4.7.3, 4.14.4, 4.16).
5.4 Dispositivos de almacenamiento en memoria (4.4.6).
5.5 Dispositivos de puesta a cero y de mantenimiento (seguimiento) de cero (4.5, 4.6.9, 4.13.2)
5.6 Dispositivos de tara (4.6, 4.10, 4.13.3) y dispositivos de tara predeterminada (4.7, 4.13.4).
5.7 Dispositivo de nivelación e indicador de nivel, sensor de desnivel, límite superior de desnivel (3.9.1)
5.8 Dispositivos de bloqueo (4.8, 4.13.5) y dispositivos auxiliares de verificación (4.9).
5.9 Selección de rangos de pesar en instrumentos multi rango (4.10).
5.10 Conexión de diferentes receptores de carga (4.11).
5.11 Interfases (modelos, uso previsto, inmunidad a influencias externas, instrucciones (5.3.6)).
Dispositivos periféricos, por ejemplo: impresoras, pantallas secundarias, para incluir en el certificado de
5.12
Aprobación de Modelo y para conexión para los ensayos de perturbaciones (5.4.2).
Funciones de instrumentos calculadores de precio (por ejemplo: para la venta directa al público) (4.14),
5.13
autoservicio (4.13.11), etiquetado de precio (4.16).
Otros dispositivos o funciones, por ejemplo: para fines distintos a la determinación de masa (no sujetos a
5.14
evaluación de la conformidad).
5.15 Descripción detallada de la función de equilibrio estable (4.4.2, A.4.12) del instrumento.
6 Información concerniente a casos especiales.

Subdivisión del instrumento en módulos, por ejemplo: celdas de carga, sistema mecánico, indicador, pantalla.
Se indican las funciones de cada módulo y las fracciones pi de cada uno. Para módulos que ya han sido
6.1
aprobados, referencia a certificados de ensayo o certificados de Aprobación de Modelo (3.10.2), referencia a
evaluación de acuerdo con R 60 para celdas de carga (Anexo F).

6.2 Condiciones de funcionamiento especiales (3.9.5).


6.3 Reacción del instrumento a fallas significativas (5.1.1, 5.2, 4.13.9).
6.4 Funcionamiento de la pantalla después del encendido (5.3.1).
Descripción técnica, planos y dibujos de dispositivos, subconjuntos, etc. especialmente los cubiertos por 7.1 a
7
7.4.
Receptor de carga, sistemas de palanca si no están de acuerdo con (6.3.2-6.3.4), dispositivos transmisores de
7.1
fuerza.
7.2 Celdas de carga, si no se presentan como módulos.
108
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Elementos de conexión eléctricos, por ejemplo, para conectar celdas de carga al indicador, incluyendo la
7.3
longitud de líneas de señal (necesarios para el ensayo de ondas de choque, ver B.3.3).
Indicador: diagrama de bloques, diagramas esquemáticos, procesamiento interno e intercambio de datos a
7.4
través de las interfaces, teclado y función asignada a cada tecla.
Declaraciones del fabricante, por ejemplo: para interfaces ([Link]), para acceso protegido a operaciones de
7.5
configuración y ajuste ([Link]), para otras operaciones basadas en software.
7.6 Muestras de todas las salidas impresas previstas.
Resultados de ensayos realizados por el fabricante o ensayos de otros laboratorios, utilizando los protocolos
8
de R 76-2, incluyendo evidencia de competencia.
Certificados de otras aprobaciones de modelo o ensayos separados, referentes a módulos u otras partes
9
mencionadas en la documentación, junto con los protocolos de ensayo.
Para instrumentos o módulos controlados por software, documentos adicionales según 5.5.1 y [Link] (Tabla
10
11).
Plano o fotografía del instrumento que muestre el principio y la ubicación de las marcas de verificación y
11 protección y aseguramiento que deben aplicarse. Será incluido necesariamente en el Certificado o Informe de
Ensayo OIML.

La autoridad de aprobación debe mantener todos los documentos del instrumento de pesar, con
excepción del plano o fotografía (ítem 11), en absoluta confidencialidad, excepto en la medida que
se acuerde con el fabricante.

8.2.2 Evaluación del modelo


Los documentos presentados deben ser revisados para verificar la conformidad con los requisitos
de esta Recomendación.

Se deben realizar las verificaciones adecuadas, para asegurarse que las funciones se realizan
correctamente de acuerdo con los documentos presentados. No es necesario provocar acciones
que generen fallas significativas.

Los instrumentos deben ser presentados, en base a lo especificado en el apartado 3.10 y, con
patrones de ensayo de acuerdo con el apartado 3.7.1, a los procedimientos de ensayo del Anexo A
y del Anexo B, si es aplicable. Para dispositivos periféricos, ver el apartado 3.10.3.

Los ensayos se pueden realizar en instalaciones que no sean los de la autoridad de aplicación.

La autoridad de aprobación puede, en casos especiales, exigir al solicitante que proporcione cargas
de prueba, equipamiento y personal necesarios para los ensayos.
Se recomienda a las autoridades de aprobación considerar la posibilidad de aceptar, con el
consentimiento del solicitante, los resultados de ensayo obtenidos por otras autoridades
nacionales, sin volver a realizar estos ensayos*.

Éstas pueden, a su criterio y bajo su responsabilidad, aceptar los resultados de ensayo


proporcionados por el solicitante para el modelo presentado, y consiguientemente reducir sus
propios ensayos*.
* Remitirse a OIML B 3 [3], B 10-1 y B 10-2 [23].

109
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

8.3 Verificación inicial


La verificación inicial puede ser realizada por personal autorizado, de acuerdo con las regulaciones
nacionales.

La verificación inicial no debe realizarse a menos que se haya establecido la conformidad del
instrumento con el modelo aprobado y/o los requisitos de esta Recomendación. Se debe ensayar
el instrumento cuando ya está instalado y listo para el uso, a menos que se pueda enviar al lugar
donde se instalará, ya habiendo recibido su verificación inicial.

La verificación inicial puede realizarse en instalaciones del fabricante o en cualquier otra o lugar:

a) si el transporte al lugar de uso, no requiere desmontar el instrumento;

b) si la puesta en servicio del instrumento en su lugar de uso, no requiere el montaje del


instrumento u otro trabajo técnico de instalación que probablemente afecte el
desempeño del mismo; y

c) si se considera el valor de la gravedad en el lugar en el cual se pondrá en servicio el


instrumento, o si el desempeño del instrumento no es sensible a las variaciones de
gravedad.

En todos los demás casos, los ensayos deben realizarse en el lugar donde se utilizará el
instrumento.

Si el desempeño del instrumento es sensible a las variaciones de gravedad, los procedimientos de


verificación pueden realizarse en dos etapas, donde la segunda etapa debe incluir todos los
exámenes y ensayos, cuyo resultado depende de la gravedad, y la primera etapa, todos los demás
exámenes y ensayos. La segunda etapa debe realizarse en el lugar donde se utilizará el
instrumento.

En vez del lugar de uso, se puede definir una zona de gravedad o una zona de uso, siempre que el
instrumento cumpla con los respectivos requisitos nacionales o regionales con respecto a la
gravedad.

8.3.1 Conformidad
Una declaración de conformidad con el modelo aprobado y/o los requisitos de esta
Recomendación deben cubrir:

 el funcionamiento correcto de todos los dispositivos, por ejemplo, los de puesta a cero, de
tara y de cálculo;

 los materiales de construcción y el diseño, en la medida en que tengan relevancia


metrológica;

 evidencia de compatibilidad de los módulos si se ha elegido el enfoque modular según el


apartado 3.10.2; y

110
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 si es apropiado, una lista de los ensayos realizados.

8.3.2 Inspección visual


Antes de los ensayos, el instrumento debe ser inspeccionado visualmente en lo que respecta a:

 sus características metrológicas, es decir, clase de precisión, Mín, Máx, e, d;

 la identificación del software si es aplicable;

 la identificación de los módulos si es aplicable; y

 las indicaciones obligatorias y la ubicación de las marcas de verificación y control.

Si el lugar y las condiciones de uso del instrumento son conocidos, se debería considerar si son
apropiados.

8.3.3 Ensayos
Se deben realizar ensayos para verificar el cumplimiento de los siguientes requisitos:

 3.5.1, [Link] y [Link]: errores de indicación (remitirse a A.4.4 - A.4.6, pero cinco valores
de carga son normalmente suficientes, las cargas de prueba seleccionadas deben incluir
Mín sólo si Mín ≥ 100 mg);

 4.5.2 y 4.6.3: precisión de dispositivos de puesta a cero y de tara (remitirse a A.4.2.3 y


A.4.6.2);

 3.6.1: repetibilidad/fidelidad (remitirse a A.4.10, 3er párrafo);

 3.6.2: carga excéntrica (remitirse a A.4.7);

 3.8: movilidad (remitirse a A.4.8); no aplicable para instrumentos con indicación digital;

 4.18: desnivel en caso de instrumentos móviles (remitirse a A.5.1.3); y

 6.1: sensibilidad de instrumentos con indicación no automática (remitirse a A.4.9).

Se pueden realizar otros ensayos en casos especiales, por ejemplo: en el caso de construcción
inusual, resultados dudosos, o según se indique en el respectivo Certificado OIML.

La autoridad de aprobación puede, en casos especiales, exigir al solicitante que proporcione cargas
de prueba, equipamiento y personal, necesarios para los ensayos (remitirse a 3.7).

Para todos los ensayos, los límites de error que deben respetarse, deben ser los errores máximos
tolerado en la verificación inicial. Si se debe enviar el instrumento a otro lugar, después de la
verificación inicial, la diferencia en la aceleración de la gravedad local entre los lugares de ensayo y

111
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________________________________________________________________________________

de uso, debe ser considerada apropiadamente, por ejemplo, mediante una segunda etapa de
verificación inicial después del ajuste, o considerando el valor de la gravedad local del lugar de
uso, durante la verificación inicial.

8.3.4 Marcado y protección


De acuerdo con la legislación nacional, la verificación inicial puede ser indicada mediante marcas
de verificación. Estas marcas pueden indicar el mes o año en que se llevó a cabo la verificación
inicial, o el momento en que debe efectuarse la reverificación. Asimismo, la legislación nacional
puede exigir la protección de los componentes, cuyo desmontaje o desajuste podría alterar las
características metrológicas del instrumento, sin que estas alteraciones sean claramente visibles.
Se deben cumplir los requisitos de los apartados [Link] y 7.2.

8.4 Controles metrológicos posteriores


Los controles metrológicos posteriores, pueden ser realizados por personal autorizado de acuerdo
con las regulaciones nacionales.

8.4.1 Verificación posterior


Durante las verificaciones posteriores, normalmente sólo se deben realizar inspecciones y ensayos
descriptos en 8.3.2 y 8.3.3, siendo los límites de error los de la verificación inicial. El sellado y la
protección pueden efectuarse como se indica en 8.3.4, siendo la fecha la de la verificación
posterior.

8.4.2 Inspección en servicio


Durante la inspección en servicio, normalmente sólo se deben realizar los exámenes y ensayos
descritos en los apartados 8.3.2 y 8.3.3, siendo los límites de error el doble de los de la verificación
inicial. El sellado y la protección pueden permanecer inalterables o ser renovados de acuerdo con
el apartado 8.4.1.

ANEXO A
(Mandatorio)

Procedimientos de ensayo para instrumentos de pesar de funcionamiento no automático


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________________________________________________________________________________

A.1 Examen administrativo (ver el apartado 8.2.1)


Revisar la documentación que se ha presentado, incluyendo las fotografías, planos,
especificaciones técnicas relevantes de los componentes principales, etc. necesarios, a fin de
determinar si es adecuada y correcta. Considerar el manual de operación o documentación
equivalente para el usuario.

Nota: El “manual de operación” puede ser un borrador.

A.2 Comparación entre la construcción y la documentación (8.2.2)


Examinar los diferentes dispositivos del instrumento, a fin de asegurar su conformidad con la
documentación. Considerar también 3.10.

A.3 Examen inicial

A.3.1 Características metrológicas


Registrar las características metrológicas, de acuerdo al Formato de Informe de Ensayo (R 76-2).

A.3.2 Marcas descriptivas (ver el apartado 7.1)


Verificar las marcas descriptivas de acuerdo con la lista de verificación dada en el Formato de
Informe de Ensayo.

A.3.3 Sello y protección (véanse los apartados [Link] y 7.2)


Verificar la ubicación para sellado y protección, de acuerdo con la lista de verificación dada en el
Formato de Informe de Ensayo.

A .4 Ensayos de desempeño

A .4.1 Condiciones generales

A .4.1.1 Condiciones normales de ensayo (ver el apartado [Link])


Los errores deben ser determinados en condiciones normales de ensayo. Cuando se evalúa el
efecto de un factor, todos los demás factores deben mantenerse relativamente constantes, con un
valor próximo a la normal.

En el caso de instrumentos de clase I, deben aplicarse todas las correcciones necesarias con
respecto a factores de influencia debido a la carga de ensayo, por ejemplo, corrección por empuje
del aire.

A.4.1.2 Temperatura
Se deben realizar todos los ensayos a una temperatura ambiente estable, generalmente la
temperatura ambiente normal, salvo que se especifique lo contrario.

La temperatura es considerada estable, cuando la diferencia entre las temperaturas extremas


registradas durante el ensayo, no sobrepasa 1/5 del rango de temperatura del instrumento
ensayado, sin que sea superior a 5 °C (2 °C en el caso de un ensayo de fluencia/creep), y la

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

velocidad de variación no sobrepase 5 °C por hora.

A.4.1.3 Fuente de alimentación


Los instrumentos alimentados eléctricamente deben estar normalmente conectados a la red
eléctrica o al dispositivo de suministro de energía y deben estar encendidos durante todos los
ensayos.

A.4.1.4 Posición de referencia antes de los ensayos


En el caso de un instrumento susceptible de desnivelarse, éste deberá ser nivelado a su posición
de referencia.

A.4.1.5 Puesta a cero automática y mantenimiento de cero


Durante los ensayos, se pueden eliminar o suprimir los efectos del dispositivo automático de
puesta a cero o el dispositivo de mantenimiento de cero comenzando el ensayo con una carga
igual a, por ejemplo, 10 e.

Para ciertos ensayos en los que la puesta a cero automática o el mantenimiento de cero, debe
estar en funcionamiento (o no debe estar en funcionamiento), se hace una mención específica de
este hecho en la descripción del ensayo.

A.4.1.6 Indicación con una división de escala inferior a e


Si un instrumento con indicación digital tiene un dispositivo indicador con una división de escala
inferior (no superior a 1/5 e), se puede utilizar este dispositivo para determinar el error. Si se
utiliza este dispositivo, se debe mencionar en el Informe de Ensayo,

A.4.1.7 Uso de un simulador para ensayar módulos (ver los apartados 3.10.2 y 3.7.1)
Si se utiliza un simulador para ensayar un módulo, su repetibilidad/fidelidad y estabilidad deben
permitirle determinar el desempeño del módulo, con al menos la misma precisión que cuando se
ensaya un instrumento completo con pesas, siendo los emt a considerar, los aplicables al módulo.
Si se utiliza un simulador, se debe mencionar el hecho, en el Informe de Ensayo y se debe hacer
referencia a su trazabilidad.

A.4.1.8 Ajuste (ver el apartado [Link])


Se debe realizar un ajuste del span (pendiente) mediante un dispositivo de ajuste semiautomático
del span, sólo una vez antes del primer ensayo.

Un instrumento de clase I debe, si es aplicable, ser ajustado antes de cada ensayo, según las
instrucciones del manual de operación.

Nota: El ensayo de temperatura A.5.3.1 es considerado como un solo ensayo.

A.4.1.9 Recuperación
Después de cada ensayo, se debería dejar que el instrumento se recupere lo suficiente, antes del
siguiente ensayo.

A.4.1.10 Precarga
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Antes de cada ensayo de pesaje, el instrumento debe ser precargado una vez a Máx (o a Lim, si
este valor está definido), excepto para los ensayos A.5.2 y A.5.3.2. Cuando se ensayan celdas de
carga por separado, la precarga debe seguir OIML R 60.

A.4.1.11 Instrumentos multi rango


En principio, se debería ensayar cada rango como un instrumento separado. Sin embargo, en el
caso de instrumentos con cambio automático de rango, es posible realizar ensayos combinados.

A.4.2 Verificación de cero

A.4.2.1 Rango de puesta a cero (ver el apartado 4.5.1)

A.[Link] Puesta a cero inicial


Con el receptor de carga vacío, ajustar el instrumento a cero. Colocar una carga de ensayo en el
receptor de carga y apagar el instrumento y luego volver a encenderlo. Continuar este proceso
hasta que, después de colocar una carga en el receptor de carga y apagar y encender el
instrumento, no vuelva a cero. La carga máxima para la cual es posible la puesta a cero, es la parte
positiva del rango de puesta a cero inicial.

Retirar la carga del receptor de carga y poner el instrumento a cero. Luego retirar el receptor de
carga (plataforma) del instrumento. Si, en esta circunstancia, se puede ajustar el instrumento a
cero apagando y encendiendo sucesivamente el mismo, se utiliza la masa del receptor de carga
como la parte negativa del rango de puesta a cero inicial.

Si no se puede poner el instrumento a cero cuando se quita el receptor de carga, añadir pesas en
una parte sensible de la balanza (por ejemplo, en las partes sobre las cuales se apoya el receptor
de carga), hasta que el instrumento indique nuevamente cero.

Luego ir retirando las pesas agregadas y, después de retirar cada pesa, apagar y volver a encender
el instrumento. La carga máxima que se puede retirar, mientras todavía es posible poner el
instrumento a cero apagándolo y encendiéndolo, es la parte negativa del rango de puesta a cero
inicial.

El rango de puesta a cero inicial, es la suma de las partes positiva y negativa. Si no se puede quitar
fácilmente el receptor de carga, sólo se debe considerar la parte positiva del rango de puesta a
cero inicial.

A.[Link] Puesta a cero no automática y semiautomática


Este ensayo se realiza de la misma manera que la descripta en A.[Link], excepto que se utiliza el
botón de puesta a cero, en lugar de apagar y encender el instrumento.

A.[Link] Puesta a cero automática


Retirar el receptor de carga como se describe en A.[Link] y colocar pesas en el instrumento hasta
que indique cero.

Retirar las pesas poco a poco y después de retirar cada pesa, dejar que el dispositivo de puesta a
cero automático funcione, a fin de ver si el instrumento se pone a cero automáticamente. Repetir
115
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

este procedimiento hasta que el instrumento no se ponga a cero automáticamente.

La carga máxima que se puede retirar de tal manera que el instrumento todavía se pueda poner a
cero, constituye el rango de puesta a cero.

Si no se puede retirar fácilmente el receptor de carga, una solución práctica puede ser añadir
pesas al instrumento y utilizar otro dispositivo de puesta a cero para poner el instrumento en cero.
Luego retirar las pesas y verificar si el dispositivo de puesta a cero automático continúa poniendo
el instrumento a cero. La carga máxima que se puede retirar de tal manera que el instrumento
todavía se pueda poner a cero, constituye el rango de puesta a cero.

A.4.2.2 Dispositivo indicador de cero (ver el apartado 4.5.5)


Para los instrumentos equipados con un dispositivo indicador de cero e indicación digital, ajustar
el instrumento a aproximadamente una división de escala por debajo de cero; luego, añadiendo
pesas equivalentes a, por ejemplo, 1/10 de la división de escala, determinar el rango en el cual el
dispositivo indicador de cero, indica la desviación con respecto a cero.

A.4.2.3 Precisión de puesta a cero (ver el apartado 4.5.2)


El ensayo puede ser combinado con A.4.4.1.

A.[Link] Puesta a cero no automática y semiautomática


Se ensaya la precisión del dispositivo de puesta a cero, cargando primero el instrumento hasta una
indicación lo más cercana posible al punto de cambio, y luego accionando el dispositivo de puesta
a cero y determinando la carga adicional para la cual la indicación cambia de cero a una división de
escala por encima de cero. El error en cero se calcula de acuerdo con la descripción dada en
A.4.4.3.

A.[Link] Puesta a cero automática o mantenimiento de cero

Se saca la indicación del rango automático (por ejemplo, mediante una carga igual a 10 e). Luego,
se determina la carga adicional a la cual la indicación cambia de una división de escala (d) a la
división de escala inmediatamente superior y se calcula el error de acuerdo con la descripción
dada en A.4.4.3. Se asume que el error sin carga sería igual al error con la carga considerada.

A.4.3 Puesta a cero antes de la carga


Para instrumentos con indicación digital, la puesta a cero o la determinación del punto cero se
realiza de la siguiente manera:

a) Para los instrumentos con puesta a cero no automático, se colocan pesas equivalentes a
media división de escala en el receptor de carga y se ajusta el instrumento hasta que la
indicación oscile entre cero y una división de escala. Luego se retiran del receptor de carga
las pesas equivalentes a esa media división de escala, para obtener la posición de
referencia del cero.

b) Para los instrumentos con puesta a cero semiautomática o automática, o mantenimiento


de cero, se determina la desviación de cero como se describe en A.4.2.3.

116
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

A.4.4 Determinación del desempeño del pesaje

A.4.4.1 Ensayo de pesaje


Aplicar cargas de prueba a partir de cero hasta Máx inclusive, y similarmente retirar las cargas de
prueba hasta cero. Para determinar el error intrínseco inicial, se debe seleccionar por lo menos 10
cargas de prueba diferentes y, para los otros ensayos de pesar, se debe seleccionar por lo menos 5.
Las cargas de prueba seleccionadas deben incluir Máx y Mín (Mín sólo si Mín  100 mg) y valores
correspondientes a los puntos o cercanos a los puntos para los cuales el error máximo tolerado
(emt) cambia.

Durante la evaluación de modelo, se debería observar que, al cargar o descargar pesas, se debe
incrementar o disminuir progresivamente el valor de la carga. Se recomienda aplicar el mismo
procedimiento en la medida de lo posible durante la verificación inicial (ver el apartado 8.3) y los
controles metrológicos posteriores (ver el apartado 8.4).

Si el instrumento está provisto de un dispositivo automático de puesta a cero o de mantenimiento


de cero, este dispositivo puede estar en funcionamiento durante los ensayos, excepto durante el
ensayo de temperatura. Luego, se determina el error en el punto cero de acuerdo con A.[Link].

A.4.4.2 Ensayo de pesaje suplementario (ver apartado 4.5.1)


Para los instrumentos con un dispositivo de puesta a cero inicial con un rango superior a 20% de
Máx, se debe realizar un ensayo de pesaje suplementario, utilizando el límite superior del rango
como punto cero.

A.4.4.3 Evaluación de errores (A.4.1.6)


Para los instrumentos con indicación digital y que no tengan un dispositivo indicador con una
división de escala (d) inferior (no mayor que 1/5 e), se pueden utilizar los puntos de cambio para
determinar la indicación del instrumento, antes del redondeo, de la siguiente manera.

Con cierta carga, L, se observa el valor indicado, I. Se añaden sucesivamente pesas adicionales de,
por ejemplo, 1/10 e hasta que la indicación del instrumento se incremente de manera inequívoca
en una división de escala (I + e).

La carga adicional ∆L añadida en el receptor de carga, da la indicación P, antes del redondeo


utilizando la siguiente fórmula:

P  I 1 / 2 e  ∆L

El error antes del redondeo es:

E  P  L  I  1/ 2 e  ∆L  L

El error corregido antes del redondeo es:

Ec  E  E0  emt

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
en donde E0 es el error calculado con cero o con una carga cercana a cero (por ejemplo, 10 e).

Ejemplo: Un instrumento con una división de verificación, e, de 5 g es cargado con 1 kg y en ese


momento indica 1 000 g. Después de añadir sucesivamente pesas de 0,5 g, la indicación cambia de 1
000 g a 1 005 g para una carga adicional de 1,5 g. Introduciendo estos datos en la fórmula antes
mencionada, se obtiene:

P = (1 000 + 2,5 – 1,5) g = 1 001 g

De este modo, la indicación verdadera antes del redondeo es 1 001 g y el error es

E = (1 001 – 1 000) g = + 1 g

Si el punto de cambio en cero calculado arriba es E0 = + 0,5 g, el error corregido es:

Ec = + 1 – (+ 0,5) = + 0,5 g

En los ensayos A.4.2.3 y A.4.11.1, la determinación de los errores debe realizarse con una precisión
suficiente en consideración de la tolerancia en cuestión.

Nota: La descripción y las fórmulas antes mencionadas también son válidas para los instrumentos
multi intervalo. Si la carga, L, y la indicación, I, se encuentran en rangos parciales de pesar
diferentes:

 las pesas adicionales ∆L deben estar en progresión de 1/10 de ei,

 en la ecuación “E = P – L = ...” arriba indicada, el término “½ e” debe ser ½ ei; o ½ ei; + 1


según el rango parcial de pesar al que pertenece la indicación (I + e).

A.4.4.4 Ensayo de módulos


Al ensayar módulos por separado, debe ser posible determinar los errores con una incertidumbre
lo suficientemente pequeña considerando las fracciones seleccionadas del emt, ya sea utilizando
un dispositivo que muestre la indicación con una división de escala inferior a (1/5) pi × e o
evaluando el punto de cambio de la indicación con una incertidumbre mejor que (1/5) pi × e.

A.4.4.5 Ensayo de pesaje usando material de sustitución (ver el apartado 3.7.3)


El ensayo debe realizarse sólo durante la verificación, y en el lugar de uso teniendo en cuenta
A.4.4.1. Determinar el número permitido de sustituciones de acuerdo con el apartado 3.7.3.

Verificar el error de repetibilidad /fidelidad con una carga de aproximadamente el valor con el cual
se realiza la substitución, colocándola tres veces en el receptor de carga. Los resultados del ensayo
de repetibilidad/fidelidad (A.4.10) pueden utilizarse si las cargas de prueba tienen una masa
comparable.

Aplicar las cargas de prueba desde cero hasta la cantidad máxima de pesas patrón inclusive.

Determinar el error (A.4.4.3) y luego retirar las pesas hasta obtener la indicación de caga nula, o

118
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

en el caso de un instrumento con un dispositivo de mantenimiento de cero, hasta obtener una


indicación de carga correspondiente a 10 e.

Sustituir las masas anteriores por el material de sustitución, hasta alcanzar el mismo punto de
cambio de indicación, que el utilizado para la determinación del error. Repetir el procedimiento
antes mencionado hasta obtener Máx del instrumento.

Descargar hasta cero en sentido inverso, es decir, retirar las pesas y determinar el punto de
cambio de indicación. Volver a colocar las pesas y retirar el material de substitución hasta obtener
el mismo punto de cambio de indicación. Repetir este procedimiento hasta obtener la indicación
de carga nula.

Pueden aplicarse otros procedimientos equivalentes.

A.4.5 Instrumentos con más de un dispositivo indicador (ver apartado 3.6.3)


Si el instrumento tiene más de un dispositivo indicador, las indicaciones de los diferentes
dispositivos deben ser comparadas durante los ensayos descriptos en A.4.4.

A.4.6 Tara

A.4.6.1 Ensayo de pesaje (ver el apartado [Link])


Se deben realizar ensayos de pesaje (carga y descarga de acuerdo con A.4.4.1) con diferentes
valores de tara. Se debe seleccionar al menos 5 valores de carga. Estos pasos de carga, deben
incluir valores cercanos a Mín (Mín sólo si Mín ≥ 100 mg), valores cercanos o iguales a aquellos
para los cuales cambia el error máximo tolerado (emt), y un valor cercano a la máxima carga neta
posible.

Los ensayos de pesaje deberían realizarse en instrumentos con:

 tara substractiva: con un valor de tara entre 1/3 y 2/3 de la tara máxima;

 tara aditiva: con dos valores de tara de aproximadamente 1/3 y 3/3 del efecto máximo de
tara.

Para 8.3 y 8.4, el ensayo práctico puede ser reemplazado por otros procedimientos apropiados,
por ejemplo, por consideraciones numéricas o gráficas; simulación de una operación de equilibrio
de tara por desplazamiento (cambio) de los límites de error (emt) a cualquier punto de la curva de
error (curva de resultados de ensayo de pesaje); o verificación de si la curva de error y la histéresis
se encuentran dentro del emt en cualquier punto.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo puede estar en funcionamiento durante el ensayo; en este caso, se debe
determinar el error en el punto cero de acuerdo con A.[Link].

A.4.6.2 Precisión del ajuste de tara (ver el apartado 4.6.3)


El ensayo puede ser combinado con A.4.6.1.

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________________________________________________________________________________

Se debe establecer la precisión del dispositivo de tara de manera similar al ensayo descrito en
A.4.2.3, poniendo la indicación a cero con el dispositivo de tara.

A.4.6.3 Dispositivo de pesaje de tara (véanse los apartados [Link] y 3.6.3)


Si el instrumento tiene un dispositivo de pesaje de tara, se deben comparar los resultados
obtenidos para la misma carga (tara), por el dispositivo de pesaje de tara y por el dispositivo
indicador.

A.4.7 Ensayo de excentricidad (ver el apartado 3.6.2)


Se preferirá el uso de pesas grandes en vez de muchas pesas pequeñas.

Las pesas más pequeñas deberán colocarse sobre las más grandes, pero se evitará un apilamiento
innecesario sobre la sección a ensayar.
Si se utiliza una sola pesa, la carga debe aplicarse centrada en la sección considerada, pero si se
utilizan varias pesas pequeñas, deben aplicarse uniformemente sobre la sección en cuestión. Es
suficiente aplicar la carga sólo en las secciones excéntricas, no en el centro del receptor de carga.

Nota: Si un instrumento está diseñado de tal manera que las cargas puedan aplicarse de diferentes
maneras, puede ser apropiado aplicar más de uno de los ensayos descritos en A.4.7.1-A.4.7.5.

Se debe marcar la ubicación de la carga en un croquis en el Informe de Ensayo.

El error en cada medición, se determina de acuerdo con A.4.4.3. El error de cero E0 utilizado para
la corrección, es el valor determinado antes de cada medición. Normalmente, es suficiente
determinar el error de cero sólo al inicio de la medición, pero en instrumentos especiales (clase de
precisión I, alta capacidad, etc.), se recomienda determinar el error de cero antes de cada carga de
excentricidad. Sin embargo, si se sobrepasa el emt, es necesario el ensayo con error de cero antes
de cada carga.
Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento
de cero, este dispositivo no debe estar en funcionamiento durante los ensayos.

Nota: Si las condiciones de funcionamiento son tales que no puede producirse la excentricidad, no
es necesario realizar los ensayos de excentricidad.

A.4.7.1 Instrumentos con un receptor de carga que no tiene más de cuatro puntos de apoyo
Los cuatro segmentos, aproximadamente iguales a un cuarto de la superficie del receptor de carga
(según los dibujos de la Figura 9 o dibujos similares) deben ser cargados por turnos.

Figura 9

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Ejemplos: Un receptor de carga que transmite la fuerza de la carga:

 directamente a una celda de carga de un solo punto, tiene un punto de apoyo;

 directamente a tres celdas de carga, tiene tres puntos de apoyo; y

 con cuatro elementos de conexión mecánicos a un mecanismo de palanca, tiene cuatro puntos de
apoyo

A.4.7.2 Instrumentos con un receptor de carga que tiene más de cuatro puntos de apoyo
La carga debe aplicarse encima de cada punto de apoyo, en una superficie del mismo orden de
magnitud que la fracción 1/n de la superficie del receptor de carga, donde n es el número de
puntos de apoyo.

Cuando dos puntos de apoyo se encuentran demasiado cercanos el uno del otro, para que la carga
de ensayo antes mencionada pueda ser distribuida como se indica arriba, se debe duplicar la carga
y distribuirla en el doble de la superficie, a ambos lados del eje que une los dos puntos de apoyo.

A.4.7.3 Instrumentos con receptores de carga especiales (tanque, tolva, etc.)


La carga debe aplicarse a cada punto de apoyo.

A.4.7.4 Instrumentos utilizados para pesar cargas rodantes (ver el apartado [Link])
Una carga deberá aplicarse en diferentes puntos del receptor de carga. Estas posiciones deben ser
el comienzo, el centro y el final del receptor de carga en el sentido normal de circulación. Luego,
las posiciones se deben repetir en el sentido inverso, si la aplicación en ambos sentidos es posible.
Antes de cambiar el sentido, se tiene que volver a determinar cero. Si el receptor de carga está
compuesto de varias secciones, el ensayo deberá aplicarse a cada sección.

A.4.7.5 Ensayos de excentricidad para instrumentos móviles


Se deberían cumplir los requisitos de los apartados A.4.7 y A.4.7.1 a A.4.7.4 en la medida en que
estos puntos sean aplicables. Si no lo son, las posiciones de las cargas de prueba deben ser
definidas de acuerdo con las condiciones operativas de uso.

A.4.8 Ensayo de movilidad (ver el apartado 3.8)


Los siguientes ensayos deben realizarse con tres cargas diferentes, por ejemplo, Mín, ½ Máx y
Máx.

A.4.8.1 Indicación no automática e indicación analógica


Se debe colocar suavemente una carga adicional, pero no inferior a 1 mg, en el receptor de carga o
retirarla del mismo mientras el instrumento está en equilibrio. Para una cierta carga adicional, el
mecanismo de equilibrio debe tomar una posición de equilibrio diferente, como se especifica.

A.4.8.2 Indicación digital


Este ensayo sólo se aplica a la evaluación de modelo y a instrumentos con d ≥ 5 mg.

Se debe colocar una carga más pesas adicionales (por ejemplo, 10 veces 1/10 d) en el receptor de
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________________________________________________________________________________

carga. Luego, se debe retirar sucesivamente las pesas adicionales hasta que la indicación, I,
disminuya de manera inequívoca en una división real de la escala, I – d. Se debe volver a colocar
una de las pesas adicionales y luego se debe colocar suavemente una carga igual a 1,4 d en el
receptor de carga y debe dar un resultado incrementado en una división real (d) por encima de la
indicación inicial, I + d. Ver ejemplo en la Figura 10.

A.4.9 Sensibilidad de instrumentos con indicación no automática (ver el apartado 6.1)


Durante este ensayo, el instrumento deberá oscilar normalmente y se colocará en mismo, una
carga adicional igual al valor del emt para la carga aplicada, pero no inferior a 1 mg, mientras el
receptor de carga sigue oscilando. Para los instrumentos amortiguados, la carga adicional deberá
aplicarse con un ligero impacto. La distancia lineal entre los puntos intermedios de esta lectura y la
lectura sin la carga adicional, se tomará como el desplazamiento permanente de la indicación. El
ensayo debe realizarse con un mínimo de dos cargas diferentes (por ejemplo, cero y Máx).

A.4.10 Ensayo de repetibilidad/fidelidad (ver el apartado 3.6.1)


Para la Aprobación de Modelo, deben realizarse dos series de pesadas: una con una carga de
aproximadamente 50 % y otra con una carga cercana a 100 % de Máx. Para los instrumentos con
Máx inferior a 1000 kg, cada serie debe consistir en 10 pesadas. En otros casos, cada serie debe
consistir en al menos tres pesadas. Las lecturas deben tomarse cuando el instrumento esté
cargado y cuando el instrumento descargado esté inactivo entre las pesadas.
En caso de una desviación de cero entre las pesadas, se debe poner el instrumento a cero sin
determinar el error en cero. No se tiene que determinar la posición verdadera del cero entre las
pesadas.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo debe estar en funcionamiento durante el ensayo.

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Para la verificación, es suficiente una serie de pesadas con aproximadamente 0,8 Máx. Son
necesarias tres pesadas para las clases III y IIII o seis pesadas para las clases I y II.

A.4.11 Variación de la indicación en el tiempo (solamente para los instrumentos de las clases II,
III o IIII)

A.4.11.1 Ensayo de fluencia (creep) (ver el apartado [Link])


Cargar el instrumento con una carga cercana a Máx. Tomar una lectura tan pronto como la
indicación se haya estabilizado y luego registrar la indicación mientras la carga permanece en el
instrumento durante un período de cuatro horas. Durante este ensayo, la temperatura no debería
variar en más de 2 °C.

El ensayo puede concluirse después de 30 minutos si la indicación difiere en menos de 0,5 e


durante los 30 primeros minutos y si la diferencia de las indicaciones entre 15 y 30 minutos es
inferior a 0,2 e.

A.4.11.2 Ensayo de retorno a cero (ver el apartado [Link])


Se debe determinar la desviación de la indicación de cero, antes y después de un período de carga
de media hora de duración, con una carga cercana a Máx. Se debe tomar la lectura apenas se haya
estabilizado la indicación.

Para los instrumentos multi rango, se debe continuar leyendo la indicación de cero, durante los
cinco minutos posteriores a la estabilización de la indicación.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo no debe estar en funcionamiento.

A.4.12 Ensayo de estabilidad del equilibrio (ver el apartado 4.4.2)


Revisar la documentación del fabricante, para verificar si las siguientes funciones de equilibrio
estable, se describen de manera detallada y suficiente:

 el principio básico, la función y los criterios de equilibrio estable;

 todos los parámetros ajustables y no ajustables de la función de equilibrio estable


(intervalo de tiempo, número de ciclos de medición, etc.);

 protección de estos parámetros; y

 la definición del ajuste más crítico del equilibrio estable (caso más desfavorable). Esto
debe cubrir todas las variantes de un modelo.

Ensayar el equilibrio estable con el ajuste más crítico (caso más desfavorable) y verificar que la
impresión (o almacenamiento de datos) no sea posible, cuando todavía no se ha alcanzado el
equilibro estable.

Verificar que, bajo perturbación continua del equilibrio, no puedan realizarse funciones que

123
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________________________________________________________________________________

requieren el equilibrio estable, por ejemplo: impresión, almacenamiento de datos, cero u


operaciones de tara.

Cargar el instrumento a 50 % de Máx o hasta una carga incluida en el rango de funcionamiento de


la función relevante en cuestión. Perturbar manualmente el equilibrio mediante una sola acción
simple, e iniciar el comando de impresión de datos, almacenamiento de datos u otra función, tan
pronto como sea posible. En el caso de impresión o almacenamiento de datos, leer el valor
indicado durante un período de cinco segundos después de la impresión. Se considera que se ha
alcanzado el equilibrio estable, cuando no se indican más de dos valores adyacentes, uno de los
cuales es el valor impreso. Para instrumentos con divisiones de escala diferenciadas, este párrafo
se aplica a “e” en lugar de a “d”.
En el caso de puesta a cero o de equilibrio de tara, controlar la precisión de acuerdo con
A.4.2.3/A.4.6.2. Realizar el ensayo cinco veces.

En caso de instrumentos montados en un vehículo, incorporados en un vehículo o de instrumentos


móviles, los ensayos tienen que realizarse con una carga de ensayo funcional conocida, estando el
instrumento en movimiento para asegurarse que los criterios de estabilidad impiden cualquier
operación de pesaje, o que se cumplen los criterios de equilibrio estable de 4.4.2.

En caso que el instrumento pueda utilizarse para pesar productos líquidos en un vehículo, los
ensayos deberían realizarse en condiciones en las que se detenga el vehículo justo antes de los
ensayos, de manera que los criterios de estabilidad inhiban cualquier operación de pesaje o que se
cumplan los criterios de equilibrio estable de 4.4.2.

A.4.13 Ensayos adicionales para puentes de pesaje portátiles (ver el apartado 4.19)
Nota: Los instrumentos portátiles tienen construcciones muy variadas para un gran número de
aplicaciones muy diferentes, de manera que principalmente no es posible definir procedimientos
de ensayo uniformes. Podrían ser necesarios diferentes requisitos, condiciones y especificaciones,
dependiendo de la construcción y aplicación y, por supuesto, de los requisitos metrológicos (por
ejemplo, clase de precisión). Éstos deberían ser mencionados y descriptos en el respectivo Informe
de Ensayo. Por lo tanto, A.4.13 sólo proporciona algunos medios generales para ensayar
apropiadamente un instrumento portátil.

A realizar durante la Aprobación de Modelo:

 En un lugar acordado con el fabricante:

- inspeccionar la nivelación del área de referencia (todos los puntos de apoyo del
puente de pesaje deben estar al mismo nivel) y luego realizar un ensayo de precisión y
un ensayo de excentricidad; e

- identificar varias áreas de referencia con diferentes fallas en la nivelación (los valores
de estas fallas deben ser iguales a los límites establecidos por el fabricante) y luego
realizar un ensayo de excentricidad para cada configuración.

 En el lugar donde se utiliza el instrumento:

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

- examinar la conformidad con los requisitos, para la superficie de montaje; y

- examinar la instalación y realizar los ensayos, para establecer la conformidad con los
requisitos metrológicos.

A.5 Factores de influencia

A.5.1 Desnivelación (sólo instrumentos de las clases II, III y IIII) (ver el apartado [Link])
Se debe inclinar el instrumento longitudinalmente hacia adelante y hacia atrás y de un lado al otro,
transversalmente.

En la práctica, los ensayos (sin carga y con carga) descriptos en A.[Link] y A.[Link] pueden ser
combinados como se indica a continuación.
Después de la puesta a cero en la posición de referencia, se debe determinar la indicación (antes
del redondeo) sin carga y con dos cargas de prueba. Luego, se descarga el instrumento y se inclina
(sin una nueva puesta a cero), después de lo cual se determinan las indicaciones sin carga (carga
nula) y con las dos cargas de prueba. Este procedimiento debe repetirse para cada dirección de
inclinación.

Para determinar la influencia de la desnivelación, sobre el instrumento cargado, las indicaciones


obtenidas para cada desnivelación, deben ser corregidas de la desviación de cero que tenía el
instrumento antes de ser cargado.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo no debe estar en funcionamiento.

A.5.1.1 Desnivelación de los instrumentos con un indicador de nivel o sensor automático de


desnivel

A.[Link] Desnivel sin carga


Se debe poner el instrumento a cero en su posición de referencia (no desnivelado). Luego, se debe
desnivelar el instrumento longitudinalmente, hasta el valor límite de desnivel. Se debe constatar la
indicación cero. El ensayo debe repetirse con un desnivelado transversal.

A.[Link] Desnivel con carga


Se debe poner el instrumento a cero en su posición de referencia, y se deben realizar dos pesadas:
una con una carga cercana a la carga más baja, para la cual cambie el error máximo tolerado, y la
otra con una carga cercana a Máx. Luego, se descarga el instrumento y se lo desnivela
longitudinalmente y se ajusta a cero. El desnivel debe ser igual al valor límite de desnivel. Se deben
realizar los ensayos de pesaje como se describió más arriba. El ensayo debe repetirse con un
desnivelado transversal.

A.5.1.2 Otros instrumentos (ver el apartado [Link] c)


Para los instrumentos susceptibles de desnivelarse y que no están provistos ni de un indicador de
nivel ni de un sensor automático de desnivel, se deben realizar los ensayos de A.5.1.1 con una
inclinación de 50/1000 o, en caso de un instrumento con sensor automático de desnivel, con una
inclinación igual al valor límite de desnivel definido por el fabricante.
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

A.5.1.3 Ensayo de desnivel para los instrumentos móviles utilizados en exteriores en lugares
abiertos (véanse los apartados 3.9.1.1d y 4.18.1)
El solicitante debe proporcionar receptores de carga apropiados para aplicar las cargas de prueba.

El ensayo de desnivel debe realizarse con el valor límite de desnivel.

Se debe desnivelar el instrumento longitudinalmente hacia adelante y hacia atrás y de un lado al


otro, transversalmente.

Los ensayos de funcionamiento deben realizarse para asegurar si es aplicable, que los sensores de
desnivel o interruptores de desnivelación, funcionan de manera apropiada:

a) al generar la señal de que se ha alcanzado o sobrepasado el desnivel máximo permitido


(por ejemplo, desconexión de la pantalla, señal de error, indicación luminosa), y
b) al impedir la transmisión e impresión de los resultados de pesaje cuando ocurre la
situación a).

El ensayo debe realizarse cerca del punto de desconexión (en el caso de un sensor automático de
desnivel) o con un desnivel tal que el receptor de carga entre en contacto con su estructura
portante (en el caso de una suspensión tipo cardan). Esto constituye el valor límite de desnivel.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo no debe estar en funcionamiento. El instrumento se debe ensayar de
acuerdo con A.5.1 y A.5.1.1 o A.5.1.2.

A.5.2 Ensayo de tiempo de calentamiento (puesta en régimen) (ver el apartado 5.3.5)


Los instrumentos que utilizan alimentación eléctrica, deben ser desconectados de la alimentación,
durante un período de al menos 8 h antes del ensayo. Luego, se debe conectar y encender el
instrumento y tan pronto como la indicación se haya estabilizado, se debe ajustar el instrumento a
cero y determinar el error en cero.
El cálculo del error debe realizarse de acuerdo con A.4.4.3. Se debe cargar el instrumento con una
carga cercana a Máx. Estas observaciones deben repetirse después de 5, 15 y 30 min. Cada
medición individual realizada después de 5, 15 y 30 min debe ser corregida por el error de cero en
ese momento.

Para los instrumentos de clase I, deben cumplirse las disposiciones del manual de operación en lo
que respecta al tiempo de calentamiento (puesta en régimen) después de la conexión a la red
eléctrica.

A.5.3 Ensayos de temperatura


Nota: Ver en la Figura 11 un enfoque práctico, de la realización de los ensayos de temperatura.

A.5.3.1 Temperaturas estáticas (véanse los apartados [Link] y [Link])


El ensayo consiste en exponer al equipo bajo ensayo (IBE) a temperaturas constantes (ver A.4.1.2)
dentro del rango estipulado en el apartado 3.9.2, en condiciones de aire libre, durante un período
de 2 horas, después de que el IBE ha alcanzado la estabilidad de temperatura.
126
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Los ensayos de pesar (en carga y en descarga) deben realizarse de acuerdo con A.4.4.1:

 a una temperatura de referencia (normalmente 20 °C, pero para los instrumentos de clase
I, el valor medio de los límites de temperatura especificados);

 a la mayor temperatura del rango especificado;

 a la menor temperatura del rango especificado;

 a una temperatura de 5 °C si la temperatura baja especificada es ≤ 0 °C; y

 a la temperatura de referencia.

Las variaciones de temperatura no deben sobrepasar 1 °C/min durante el calentamiento y el


enfriamiento. Para los instrumentos de clase I, se deben tener en cuenta, las variaciones de la
presión atmosférica.

Para ensayos de pesar realizados a la mayor temperatura del rango especificado, la humedad
relativa no debe sobrepasar 20 g/m3.
3
Nota: Una humedad absoluta de 20 g/m corresponde a una humedad relativa de 39 % a 40 °C, de
50 % a 35 °C y de 66 % a 30 °C. Estos valores son válidos para una presión del aire de 1 013.25 hPa
[4]. Referencia: [4], [17]

A.5.3.2 Efecto de la temperatura en la indicación sin carga (ver el apartado [Link])


Se debe ajustar el instrumento a cero y luego se lo debe llevar a la más alta y la más baja
temperatura del rango prescripto (límites de temperatura estipulados), así como a 5°C si es
aplicable. Después de la estabilización, se debe determinar el error de la indicación cero.

Se debe calcular la variación de indicación en cero para 1 °C (instrumentos de clase I) o para 5 °C


(otros instrumentos). Se deben calcular las variaciones de estos errores para 1 °C (instrumentos de
clase I) o para 5 °C (otros instrumentos), para dos temperaturas cualesquiera consecutivas de este
ensayo.

Este ensayo puede realizarse junto con el ensayo de temperatura (A.5.3.1). Luego, se deben
determinar adicionalmente los errores en cero, inmediatamente antes de pasar a la temperatura
siguiente y luego del período de 2 horas después de que el instrumento ha alcanzado la estabilidad
a esta temperatura.

Nota: No se permite una precarga antes de estas mediciones.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo de puesta a cero automático o de mantenimiento


de cero, este dispositivo no debe estar en funcionamiento.

A.5.4 Variaciones de tensión (ver el apartado 3.9.3)


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________________________________________________________________________________

Estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

El ensayo consiste en someter el IBE a variaciones de tensión de acuerdo con A.5.4.1, A.5.4.2,
A.5.4.3 o A.5.4.4.

El ensayo debe realizarse con cargas de prueba de 10 e y una carga comprendida entre ½ Máx y
Máx.

Si el instrumento posee de un dispositivo automático de puesta a cero o de mantenimiento de


cero, este dispositivo puede estar en funcionamiento durante el ensayo, en cuyo caso, se debe
determinar el error en el punto cero de acuerdo con A.[Link].

En lo sucesivo, Unom designa el valor nominal marcado en el instrumento. En caso que se


especifique un rango, Umín es el valor más bajo y Umáx es el valor más alto.

A.5.4.1 Variaciones de tensión de la red de CA

Severidad del ensayo: 0,85 Umín


límite superior 1,10 Unom ó 1,10 Umáx

Variaciones máximas Todas las funciones deben operar según lo previsto en el


permitidas: diseño.
Todas las indicaciones deben encontrarse dentro de los errores
máximos tolerados.
Variaciones de tensión:
límite inferior 0,85 Unom ó

Nota: En el caso de alimentación trifásica, las variaciones de tensión deben aplicarse a cada fase
sucesivamente.

A.5.4.2 Variaciones de un dispositivo de alimentación eléctrica externo o enchufable (CA o CC),


incluyendo alimentación por batería recargable, si es posible la (re)carga de baterías durante la
operación del instrumento

Severidad del ensayo: tensión de


operación (ver el apartado 3.9.3)
límite superior: 1,20 Unom ó 1,20
Umáx
Variaciones máximas
permitidas: Todas las funciones deben operar según lo previsto o
la indicación debe apagarse.
Variaciones de tensión: Todas las indicaciones deben encontrarse dentro de los errores
límite inferior de la mínima máximos tolerados.

A.5.4.3 Variaciones de la alimentación eléctrica por batería no recargable, incluyendo


alimentación eléctrica por batería recargable, si no es posible la (re)carga de baterías durante la

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________________________________________________________________________________

operación del instrumento

Variaciones de tensión: límite inferior de la mínima tensión de


operación (ver 3.9.3)
límite superior: Unom ó Umáx
Severidad del ensayo:
Todas las funciones deben operar según lo previsto o
la indicación debe apagarse.
Todas las indicaciones deben encontrarse dentro de los errores
Variaciones máximas máximos tolerados.
permitidas:
A.5.4.4 Variaciones de tensión de una batería de vehículo de carretera de 12 V o 24 V
Para especificaciones de la alimentación eléctrica utilizada durante el ensayo para simular la
batería, remitirse a [21].

Severidad del ensayo: operación


mínima (ver el apartado 3.9.3)
límite superior batería de 12 V: 16 V
límite superior batería de 24 V: 32 V

Variaciones máximas Todas las funciones deben operar según lo previsto en el


permitidas: diseño o la indicación debe apagarse.
Todas las indicaciones deben encontrarse dentro de los errores
máximos tolerados.

Variaciones de tensión:
límite inferior tensión de
A.6 Ensayo de durabilidad (ver el apartado [Link])
Nota: Aplicable solamente a los instrumentos de las clases II, III y IIII con Máx ≤ 100 kg.

El ensayo de durabilidad debe realizarse después de todos los demás ensayos.

En las condiciones normales de uso, el instrumento debe ser sometido repetitivamente a cargas y
descargas, de un valor aproximadamente igual a 50 % de Máx. La carga debe aplicarse 100 000
veces. La frecuencia y la velocidad de aplicación deben ser tales que el instrumento alcance un
equilibrio cuando se carga y cuando se descarga. La fuerza de aplicación de la carga no debe
sobrepasar la fuerza obtenida en las operaciones normales de carga.

Se debe realizar un ensayo de pesaje de acuerdo con el procedimiento descripto en A.4.4.1 antes
de comenzar el ensayo de durabilidad, para obtener el error intrínseco. Se debe realizar un ensayo
de pesaje después de la finalización del proceso de cargas y descargas, para determinar el error de
durabilidad debido al desgaste por uso.

Si el instrumento está provisto de un dispositivo automático de puesta a cero o de mantenimiento


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________________________________________________________________________________

de cero, este dispositivo puede estar en funcionamiento durante el ensayo, en cuyo caso, se debe
determinar el error en cero de acuerdo con A.[Link].

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________________________________________________________________________________

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________________________________________________________________________________

ANEXO B
(Mandatorio)

ENSAYOS ADICIONALES PARA INSTRUMENTOS ELECTRÓNICOS

Nota preliminar 1: Los ensayos específicos para los instrumentos electrónicos, descriptos en el
presente Anexo, han sido tomados, en la medida de lo posible, del trabajo de la Comisión
Electrotécnica Internacional (IEC) y también considerando la última edición del Documento
Internacional de OIML D 11 [4].

Nota preliminar 2: Aunque se han hecho referencias a las versiones vigentes de las publicaciones
IEC, todos los ensayos de EMC y otros ensayos adicionales para instrumentos electrónicos, deberían
realizarse en base a las últimas versiones válidas, al momento de los ensayos. Se debería mencionar
esto en el Informe de Ensayo. El objetivo es sir al compás el ritmo de los futuros avances técnicos.

B.1 Requisitos generales para Instrumentos electrónicos Bajo Ensayo (IBE)


Energizar el equipo bajo ensayo (IBE) durante un período igual o superior al tiempo de
calentamiento (puesta en régimen) especificado por el fabricante y mantenerlo energizado
durante el ensayo.

Ajustar el IBE lo más cerca posible a cero antes de cada ensayo y nunca reajustarlo durante el
ensayo, excepto para reinicializarlo si se ha indicado una falla significativa. Se debe registrar la
desviación de la indicación con carga nula que resulte de cualquier condición de ensayo y,
cualquier indicación de carga debe corregirse de manera acorde, para obtener el resultado de
pesaje.

La manipulación del instrumento debe ser tal que no se produzca condensación del agua en el
mismo.

B.2 Calor húmedo, régimen estable


Nota: No se aplica a instrumentos de clase I ni a instrumentos de clase II para los cuales e es inferior
a 1 g.

Resumen del
procedimiento de ensayo: El ensayo consiste en exponer al IBE a una temperatura
constante (ver A.4.1.2) y a una humedad relativa constante. Se
debe ensayar al IBE con al menos cinco cargas de prueba
diferentes (o cargas simuladas):

 a la temperatura de referencia (20 °C o el valor medio


del rango de temperatura cuando 20 °C está fuera de
este rango) y a una humedad relativa de 50 %;

 a la temperatura mayor del rango especificado en


3.9.2 y una humedad relativa de 85 %, durante dos
días después de la estabilización de la temperatura y la
humedad; y
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________________________________________________________________________________

 a la temperatura de referencia y una humedad relativa


de 50 %.

Variaciones máximas operar según lo previsto.


permitidas: Todas las indicaciones deben encontrarse dentro de los errores
Todas las funciones deben máximos tolerados.
Referencia: [8], [10]

B.3 Ensayos de desempeño para perturbaciones


Antes de cualquier ensayo, se debe ajustar el error de redondeo lo más cercano posible a cero.

Si el instrumento tiene interfaces, durante los ensayos se debe conectar un dispositivo periférico
apropiado, a cada tipo diferente de interfaz.

Para todos los ensayos, registrar las condiciones ambientales en las cuales se realizaron.

Energizar el IBE durante un período igual o superior al tiempo de calentamiento (puesta en


régimen) especificado por el fabricante y mantenerlo energizado durante el ensayo.

Ajustar el IBE lo más cerca posible a cero antes de cada ensayo y nunca reajustarlo durante el
ensayo, excepto para reinicializarlo si se ha indicado una falla significativa. Se debe registrar la
desviación de la indicación con carga nula que resulte de cualquier condición de ensayo y,
cualquier indicación de carga debe corregirse de manera acorde, para obtener el resultado de
pesaje.

La manipulación del instrumento debe ser tal que no se produzca condensación del agua en el
mismo.

Los ensayos adicionales o alternativos de perturbaciones, necesarios para los Instrumentos de


pesar de funcionamiento no automáticos alimentados por la batería de un vehículo, deben
realizarse de acuerdo con [20], [21], [22] (ver también B.3.7).

B.3.1 Caídas de tensión de red de CA e interrupciones breves


Resumen del
procedimiento de ensayo:
Estabilizar el IBE bajo condiciones ambientales constantes.

Se debe utilizar un generador de ensayo que permita reducir


por un período definido de tiempo, la amplitud de uno o más
semiciclos (en el paso por cero) de la tensión de la red de CA.
Se debe ajustar el generador de ensayo antes de conectar el
IBE. Las reducciones de la tensión de la red deben repetirse 10
veces, con un intervalo de al menos 10 segundos.

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________________________________________________________________________________

El ensayo debe realizarse con una única pequeña carga de ensayo.

Severidad del ensayo: Ensayo


Reducción de Duración/ número
amplitud a de ciclos
Caídas de tensión: Ensayo a 0% 0,5
Caídas de tensión: Ensayo b 0% 1
Caídas de tensión: Ensayo c 40 % 10
Caídas de tensión: Ensayo d 70 % 25
Caídas de tensión: Ensayo e 80 % 250
Interrupción breve 0% 250

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [4]

B.3.2 Ráfagas de tensión (Bursts- transitorios)


El ensayo consiste en exponer el IBE a una secuencia de pulsos repentinos de tensión
(transitorios), para los cuales la frecuencia de repetición de los pulsos y valores máximos de la
tensión de salida, para cargas de 50 Ω y de 1 000 Ω, están definidos en el standard de referencia.

Se deben ajustar las características del generador antes de conectar el IBE.

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

El ensayo debe aplicarse por separado a:

 líneas de alimentación; y

 circuitos I/O y líneas de comunicación, si existen.

El ensayo debe realizarse con una única pequeña carga de ensayo.

Deben aplicarse pulsos repentinos de tensión (ráfagas) de polaridad tanto positiva como negativa.
La duración del ensayo no debe ser de menos de un minuto, para cada amplitud y polaridad.

La red de inyección, en la línea de alimentación, debe contener filtros de bloqueo, para evitar que
la energía de las ráfagas, se disipe en la línea de alimentación. Para el acoplamiento de las ráfagas
en la entrada/salida y en las líneas de comunicación, debe utilizarse una abrazadera de
acoplamiento capacitivo, como se define en la norma (standard) de referencia.

Severidad del ensayo: Nivel 2

Amplitud (valor máximo) para líneas de alimentación: 1 kV,


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________________________________________________________________________________

datos y de control:0,5 kV.


para la señal I/O, líneas de

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación, no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [14]

B.3.3 Ondas de choque (tensión transitoria aperiódica)


Este ensayo sólo se aplica en aquellos casos, en los que, en base a situaciones típicas de
instalación, puede ser factible que exista riesgo de una influencia significativa de las ondas de
choque (transitorios). Esto es especialmente relevante en casos de instalaciones exteriores y/o
interiores conectadas a líneas de señal de gran longitud (líneas de más de 30 m o aquellas líneas
parcial o completamente instaladas fuera de los edificios independientemente de su longitud).

El ensayo se aplica a líneas de alimentación, líneas de comunicación (internet, conexión por


módem, etc.) y otras líneas de control, datos o señal antes mencionadas (líneas para sensores de
temperatura, sensores de flujo de gas o de flujo de líquido, etc.).

También se aplica a instrumentos alimentados por CC, si el suministro de energía proviene de la


red de CC.

El ensayo consiste en exponer el IBE a ondas de choque para las cuales los valores que se listan,
están definidos en la norma (standard) de referencia:

 el tiempo de incremento de la tensión al valor máximo,


 la amplitud del pulso de tensión,
 los valores máximos de salida de la tensión/corriente, para cargas de impedancia
alta/baja, y
 el intervalo mínimo de tiempo entre dos pulsos sucesivos.

Se deben ajustar las características del generador antes de conectar el IBE.

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

El ensayo debe aplicarse a las líneas de alimentación.

En las líneas de alimentación de CA, deben aplicarse al menos tres ondas de choque positivas y
tres ondas de choque negativas sincrónicamente con la tensión de alimentación de CA, en ángulos
de 0°, 90°, 180° y 270°. Para cualquier otro tipo de alimentación, deben aplicarse al menos tres
ondas de choque positivas y tres ondas de choque negativas.

El ensayo debe realizarse con una única pequeña carga de ensayo.

Debe aplicarse polaridad tanto positiva como negativa de las ondas de choque. La duración del
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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

ensayo no debe ser menor a un minuto, para cada amplitud y polaridad. La red de inyección, en la
línea de alimentación, debe contener filtros de bloqueo, para evitar que se disipe la energía de las
ondas de choque, en la línea de alimentación.

Severidad del ensayo: Nivel 2

Amplitud (valor máximo): Líneas de alimentación: 0,5 kV (línea a línea) y 1 kV (línea a


tierra)

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación, no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [15]

B.3.4 Descargas electrostáticas


El ensayo consiste en exponer el IBE a descargas electrostáticas específicas, directas e indirectas.

Se debe utilizar un generador de descarga electrostática, que tenga el desempeño que se define,
en la norma de referencia. Antes de comenzar los ensayos, se debe ajustar el desempeño del
generador.

Este ensayo incluye, si es apropiado, el método de tintas penetrantes.

Para las descargas electrostáticas directas, se debe utilizar el método de descarga en el aire,
cuando no sea posible aplicar el método de descarga por contacto.

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

Deben aplicarse al menos 10 descargas. El intervalo de tiempo entre descargas sucesivas debe ser
de al menos 10 segundos. El ensayo debe realizarse con una única pequeña carga de ensayo.

En el caso de un IBE no equipado con descarga a tierra, éste debe ser completamente descargado
entre descargas.

Las descargas por contacto deben aplicarse en superficies conductivas; las descargas en el aire
deben aplicarse en superficies no conductivas.

Aplicación directa: En el modo de descargas por contacto, el electrodo debe estar


en contacto con el IBE. En el modo de descargas en el aire, se
acerca el electrodo al IBE y la descarga se produce por chispa.

Aplicación indirecta: En el modo de contacto las descargas se aplican, a planos de


acoplamiento montados en los alrededores del IBE.

136
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Severidad del ensayo: Nivel 3 (ver IEC 61000-4-2 [12])


Tensión continua hasta 6 kV inclusive para las descargas por
contacto y 8 kV para las descargas en el aire.

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación, no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [12]

B.3.5 Inmunidad a campos electromagnéticos radiados


El ensayo consiste en exponer al IBE a campos electromagnéticos específicos.

Equipo de ensayo: Ver IEC 61000-4-3 [13]

Preparación del ensayo: Ver IEC 61000-4-3 [13]

Procedimiento de ensayo: Ver IEC 61000-4-3 [13]

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE bajo condiciones ambientales constantes.

El IBE debe ser expuesto a campos electromagnéticos de una naturaleza e intensidad especificadas
por el nivel de severidad.

El ensayo debe realizarse con solamente una pequeña carga de ensayo.

Severidad del ensayo: Rango de frecuencia: 80 MHz-2 000 MHz


Nota: Para instrumentos que no tengan línea de
alimentación u otros puertos I/O de manera que el ensayo
según B.3.6 no pueda aplicarse, el límite inferior del ensayo
de radiación es 26 MHz.
Intensidad de campo: 10 V/m
Modulación:80 % AM, 1 kHz, onda sinusoidal
Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la
permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación, no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [13]

B.3.6 Inmunidad a campos de radiofrecuencia transmitidos por conducción


El ensayo consiste en exponer el IBE a perturbaciones inducidas por campos de radiofrecuencia
transmitidos por conducción.

Equipo de ensayo: Ver IEC 61000-4-6 [16]

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________________________________________________________________________________

Preparación del ensayo: Ver IEC 61000-4-6 [16]

Procedimiento de ensayo: Ver IEC 61000-4-6 [16]

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE bajo condiciones ambientales constantes.

El IBE debe ser expuesto a perturbaciones conducidas de una naturaleza e intensidad


especificadas por el nivel de severidad.

El ensayo debe realizarse solo con una pequeña carga de ensayo.

Severidad del ensayo: Rango de frecuencia: 0,15 MHz-80 MHz


Amplitud de RF (50 Ω): 10 V (emf)
Modulación: 80 % AM, 1 kHz, onda sinusoidal

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [16]

B.3.7 Requisitos especiales de EMC para instrumentos alimentados por el suministro eléctrico de
un vehículo de carretera

B.3.7.1 Conducción de transitorios eléctricos a lo largo de la línea de alimentación de baterías


externas de 12 V y 24 V
El ensayo consiste en exponer el IBE a perturbaciones de transitorios conducidos a lo largo de las
líneas de alimentación.

Equipo de ensayo: Ver ISO 7637-2 (2004) [21]

Preparación del ensayo: Ver ISO 7637-2 (2004) [21]

Procedimiento de ensayo: Ver ISO 7637-2 (2004) [21]

Norma aplicable: ISO 7637-2 (2004) [21]

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

El IBE debe ser expuesto a perturbaciones conducidas de una naturaleza e intensidad


especificadas por el nivel de severidad.

El ensayo debe realizarse con solo una pequeña carga de ensayo.

Pulsos de ensayo: Pulsos de ensayo 2a+2b, 3a+3b, 4

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________________________________________________________________________________

Objetivo del ensayo: Verificar el cumplimiento de los requisitos mencionados en


"variaciones máximas permitidas” en las siguientes
condiciones:

 transitorios debido a una interrupción repentina de


corriente en un dispositivo conectado en paralelo al
dispositivo sometido a ensayo debido inductancia del
arnés del cableado (pulso 2a);

 transitorios de motores de CC que actúan como


generadores después de desconectar el encendido
(pulso 2b);

 transitorios en las líneas de alimentación que se


producen como resultado de los procesos de
conmutación (pulsos 3a y 3b);

 reducciones de tensión causadas por la energización


de los circuitos del motor de arranque, de los motores
de combustión interna (pulso 4).

Severidad del ensayo: Nivel IV de ISO 7637-2 (2004) [21]:

Tensión de la batería Pulso de ensayo Tensión conducida

2a + 50 V

2b + 10 V

12 V 3a – 150 V

3b + 100 V

4 –7V
2a + 50 V
2b + 20 V

24 V 3a – 200 V
3b + 200 V

4 – 16 V

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [21]
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________________________________________________________________________________

B.3.7.2 Transmisión de transitorios eléctricos por acoplamiento capacitivo e inductivo a lo largo


de líneas distintas a las líneas de alimentación.
El ensayo consiste en exponer el IBE a perturbaciones conducidas a lo largo de líneas que no son
líneas de alimentación.

Equipo de ensayo: Ver ISO 7637-3 [22]

Instalación de ensayo: Ver ISO 7637-3 [22]

Preparación del ensayo: Ver ISO 7637-3 [22]

Norma aplicable: ISO 7637-3 [22]

Antes de cualquier ensayo, estabilizar el IBE en condiciones ambientales constantes.

El IBE debe ser expuesto a perturbaciones conducidas de una naturaleza e intensidad


especificadas por el nivel de severidad.

El ensayo debe realizarse solo con una pequeña carga de ensayo.

Severidad del ensayo: De acuerdo con ISO 7637-3 [22]

Pulsos de ensayo: Pulsos de ensayo a y b

Objetivo del ensayo: Verificar el cumplimiento con los requisitos mencionados en


"variaciones máximas permitidas” en condiciones de
transitorios que se producen en otras líneas como resultado de
los procesos de conmutación (impulsos a y b)

Severidad del ensayo: Nivel IV de ISO 7637-3 [22]


Tensión
Voltaje de la batería Pulso de ensayo
conducida
a – 60 V
12 V b + 40 V
a – 80 V
24 V b + 80 V

Variaciones máximas La diferencia entre la indicación de peso debido a la


permitidas: perturbación y la indicación sin la perturbación no debe
sobrepasar e o el instrumento debe detectar y poner en
evidencia una falla significativa.

Referencia: [22]

B.4. Ensayo de estabilidad de la pendiente (span stability)


Nota: No se aplica a los instrumentos de clase I.

140
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Procedimiento de ensayo observar las variaciones del error del IBE en condiciones
en resumen: ambientales lo suficientemente constantes (condiciones
razonablemente constantes en un ambiente normal de
laboratorio) en diferentes momentos antes, durante y después
de que el IBE haya sido sometido a ensayos de desempeño.
Para instrumentos con un dispositivo automático incorporado
de ajuste de la pendiente, se debe activar el dispositivo
durante este ensayo antes de cada medición para verificar su
estabilidad y su uso previsto.

Los ensayos de desempeño deben incluir el ensayo de


temperatura y, si es aplicable, el ensayo de calor húmedo; no
deben incluir ensayos de durabilidad; pueden realizarse otros
ensayos de desempeño, indicados en los Anexos A y B.

Se debe desconectar el IBE de la alimentación de la red


eléctrica (también alimentación por batería, si existe), o del
dispositivo de suministro de energía, dos veces por al menos
ocho horas durante el ensayo. El número de desconexiones
puede incrementarse si el fabricante lo especifica, o a criterio
de la autoridad de aprobación en ausencia de dicha
especificación. Para la realización de este ensayo, se deben
considerar las instrucciones de operación del fabricante.

Se debe estabilizar el IBE en condiciones ambientales lo


suficientemente constantes después de encenderlo durante al
menos cinco horas, y al menos 16 horas después de que se
hayan realizado los ensayos de temperatura y de calor
El ensayo consiste en húmedo.

Duración del ensayo: 28 días o el período necesario para realizar los ensayos
de desempeño, el más corto de estos dos valores.

Tiempo entre mediciones: Entre ½ día y 10 días, Entre ½ y 10 días, con una razonable
distribución de las mediciones durante todo el ensayo.

Carga de ensayo: Cercana a Máx. Se deben utilizar los mismos patrones de peso
a lo largo de todo el ensayo.

Número de mediciones: Al menos 8.

Secuencia del ensayo:


Estabilizar todos los factores en condiciones ambientales lo
suficientemente constantes.

Ajustar el IBE lo más cerca posible a cero.

141
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Se debe desactivar el
dispositivo automático de
mantenimiento de cero y
se debe poner en automático incorporado de ajuste de la pendiente.
funcionamiento el
dispositivo Aplicar la o las pesas y determinar el error.

Durante la primera medición, repetir inmediatamente la


puesta a cero y cargar cuatro veces para determinar el valor
promedio del error. Para las mediciones siguientes, realizar
sólo un ensayo, salvo en los siguientes casos: el resultado está
fuera de la tolerancia especificada o el rango de las cinco
lecturas de la medición inicial es superior a 0,1 e.
Registrar los siguientes datos:

a) fecha y hora,

b) temperatura,

c) presión barométrica,

d) humedad relativa,

e) carga de ensayo,

f) indicaciones,

g) errores,

h) cambios en el lugar de ensayo.

y aplicar todas las correcciones necesarias que resulten de


variaciones de temperatura, presión y otros factores de
influencia debido a la carga de ensayo entre las diferentes
mediciones.

Dejar que el IBE se recupere completamente antes de realizar


cualquier otro ensayo.

Variaciones máximas
toleradas:

La variación de los errores de medición no debe


sobrepasar, para cualquiera de las n mediciones, la mitad de la
división de verificación o la mitad del valor absoluto del error
máximo tolerado en la verificación inicial para la carga de
ensayo aplicada, el que sea mayor de estos dos valores.
142
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

mitad de la variación permitida especificada arriba, se debe


Cuando las diferencias de continuar con el ensayo hasta que la tendencia desparezca o
los resultados indican una se revierta, o hasta que el error sobrepase la variación máxima
tendencia superior a la permitida.
ANEXO C
(Mandatorio para módulos ensayados por separado)

Ensayo y certificación de indicadores y dispositivos de procesamiento de datos analógicos, como


módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no automático

C.1 Requisitos aplicables


El uso del término “indicador” en lo sucesivo incluye cualquier dispositivo de procesamiento de
datos analógicos. Son posibles familias de indicadores si se cumplen los requisitos de 3.10.4.

Los siguientes requisitos se aplican a los indicadores:

3.1.1 Clases de precisión

3.1.2 División de verificación

3.2 Clasificación de instrumentos

3.3 Requisitos adicionales para instrumentos multi intervalo

3.4 Dispositivos indicadores auxiliares

3.5 Errores máximos tolerados

3.9.2 Temperatura

3.9.3 Fuente de alimentación

3.10 Aprobación de Modelo: ensayos y evaluación

4.1 Requisitos generales de construcción

4.1.1 Aptitud

4.1.2 Seguridad

4.2 Indicación de los resultados de pesar

4.3 Dispositivos indicadores analógicos

4.4 Dispositivos indicadores digitales

4.5 Dispositivo de puesta a cero y dispositivo de mantenimiento (seguimiento) del


143
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

cero

4.6 Dispositivos de Tara

4.7 Dispositivos de tara predeterminada

4.9 Dispositivos auxiliares de verificación (removibles o fijos)

4.10 Selección de rangos de pesar en un instrumento multi rango

4.11 Dispositivos de selección (o conmutación) entre varios dispositivos receptores y/o


transmisores de carga y varios dispositivos de medición de carga

4.12 Instrumentos de comparación “más y menos”

4.13 Instrumentos para la venta directa al público

4.14 Requisitos adicionales para instrumentos calculadores de precio para la venta


directa al público

4.16 Instrumentos etiquetadores de precio

5.1 Requisitos generales

5.2 Reacción a fallas significativas

5.3 Requisitos de funcionamiento

5.4 Ensayos de desempeño y de estabilidad de la pendiente (span)

5.5 Requisitos adicionales para dispositivos electrónicos controlados por software

Nota: Especialmente para las PC, se deberían observar la categoría y los ensayos necesarios de
acuerdo con la Tabla 11.

C.1.1 Clase de precisión


El indicador debe tener la misma clase de precisión que el instrumento de pesar con el cual se
utilizará. También se puede utilizar un indicador de clase III, en un instrumento de pesar de clase
IIII tomando en cuenta los requisitos de la clase IIII.

C.1.2 Número de divisiones de verificación


El indicador debe tener el mismo o un número mayor de divisiones de verificación, que el del
instrumento de pesar con el que se lo utilizará.

C.1.3 Rango de temperatura


El indicador debe tener un rango de temperatura igual o mayor que el del instrumento de pesar
con el que se lo utilizará.
144
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

C.1.4 Rango de señal de entrada


El rango de la señal analógica de salida de la(s) celda(s) de carga conectada(s) debe estar dentro
del rango de la señal de entrada para el cual el indicador está especificado.

C.1.5 Mínima señal de entrada por división de verificación


La mínima señal de entrada por división de verificación (µV) para la cual el indicador está
especificado, debe ser igual o menor a la señal de analógica salida de la(s) celda(s) de carga
conectada(s), dividida por el número de divisiones de escala del instrumento de pesar.

C.1.6 Rango de impedancia de la celda de carga


La impedancia resultante de la(s) celda(s) de carga conectada(s) al indicador debe encontrarse
dentro del rango especificado para el indicador.

C.1.7 Longitud máxima del cable

Se deben utilizar sólo indicadores que tengan una tecnología de seis hilos con sensado remoto (de
la tensión de excitación de la celda de carga), en el caso en que:

 se tenga que alargar el cable de la celda de carga, o

 si varias celdas de carga están conectadas mediante una caja de unión separada.

Sin embargo, la longitud del cable (adicional) entre la celda de carga (si es una sola), o la caja de
unión de celdas de carga (caso de varias celdas), y el indicador, no debe sobrepasar la longitud
máxima para la cual está especificado el indicador. La longitud máxima del cable depende del
material y de la sección transversal de un hilo individual y, de este modo, puede ser expresada
como la resistencia máxima del hilo, expresada en unidades de impedancia.

C.2 Principios generales de ensayo


Se pueden realizar varios de los ensayos previstos, tanto con una celda de carga como con un
simulador, pero ambos (celda o simulador), deben cumplir con los requisitos de A.4.1.7. Sin
embargo, los ensayos de perturbaciones, se deberían realizar con una celda de carga o una
plataforma de pesar con celda de carga, que es el caso más real.

Nota: Para el ensayo de una familia de indicadores, en principio, se aplican los requisitos descriptos
en el apartado 3.10.4. Se debe prestar especial atención al comportamiento de las diferentes
variantes de indicadores en EMC (compatibilidad electromagnética) y en temperatura, ya que
puede ser distinto.

C.2.1 Condiciones más desfavorables


Para limitar el número de ensayos, en la medida de lo posible, se debe ensayar el indicador en
condiciones que cubran el máximo rango de aplicaciones. Esto significa que se deberán realizar la
mayoría de ensayos, en las condiciones más desfavorables.

C.2.1.1 Mínima señal de entrada por división de verificación, e


Se debe ensayar el indicador con la señal mínima de entrada (normalmente mínima tensión de
145
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

entrada) por división de verificación, e, especificado por el fabricante. Se asume que éste es el
caso más desfavorable, para los ensayos de desempeño (ruido intrínseco que cubre la señal de
salida de la celda de carga) y para los ensayos de perturbaciones (relación desfavorable de la señal
y, por ejemplo, nivel de tensión de alta frecuencia).

C.2.1.2 Mínima carga muerta simulada


La carga muerta simulada debe ser el valor mínimo especificado por el fabricante. Una señal de
entrada al indicador, baja, cubre el rango máximo de problemas con respecto a la linealidad y
otras propiedades significativas. La posibilidad de una mayor deriva del cero con una mayor carga
muerta, es considerada como un problema menos significativo. Sin embargo, se deben considerar
posibles problemas con el valor máximo de la carga muerta (por ejemplo, saturación del
amplificador de entrada).

C.2.2 Ensayo con alta o baja impedancia de la celda de carga simulada


Los ensayos de perturbaciones (ver el apartado 5.4.3) deben realizarse con una celda de carga en
vez de un simulador, que tenga el mayor valor factible de la impedancia de la o las celdas de carga
(por lo menos 1/3 de la mayor impedancia especificada), que se debe(n) conectar según lo
especificado por el fabricante. Para el ensayo de “Inmunidad a campos electromagnéticos
radiados”, se debe(n) colocar la o las celdas de carga, dentro del área uniforme (IEC 61000-4-3
[13]) en el interior de la cámara anecoica. El cable de la celda de carga no debe desacoplarse,
porque se supone que la celda de carga es una parte esencial del instrumento de pesar y no un
dispositivo periférico (ver también la Figura 6 en IEC 61000-4- 3 [13] que muestra una instalación
de ensayo para un IBE modular).

Los ensayos de influencia (ver el apartado 5.4.3) pueden realizarse utilizando una celda de carga o
un simulador. Sin embargo, la celda de carga/simulador no debe estar expuesta(o) a la influencia
durante los ensayos (es decir: el simulador/celda, debe estar fuera de la cámara climática). Los
ensayos de influencia deben realizarse con el menor valor de impedancia de la o las celdas de
carga que se pueden conectar según lo especificado por el solicitante.

La Tabla 12 indica qué ensayo se debe realizar con la impedancia más baja (baja) y cuál con el valor
factible más alto de la misma (alta).

Tabla 12

Cap. de R
Artículo referente a
76-1
A.4.4 Determinación del desempeño del pesaje
A.4.5 Instrumentos con más de un dispositivo indicador
Analógicos
Digitales
A.4.6.1 Precisión de pesaje con tara
A.4.10 Ensayo de repetibilidad/fidelidad
A.5.2 Ensayo de tiempo de calentamiento (puesta en régimen)
A.5.3.1 Temperaturas estáticas (efecto en la amplificación).

146
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

A.5.3.2 Efecto de la temperatura en la indicación sin carga


A.5.4 Variaciones de tensión
3.9.5 Otras magnitudes de influencia y restricciones

B.2.2 Calor húmedo, régimen estable [Link] T.: B2.2 no existe es B2 (DLT)

B.3.1 Caídas de tensión de red de CA e interrupciones breves.


B.3.2 Ráfagas de tensión (Bursts- transitorios).
B.3.3 Ondas de choque (tensión transitoria aperiódica)- si es aplicable
B.3.4 Descargas electrostáticas
B.3.5 Inmunidad a campos electromagnéticos radiados
B.3.6 Inmunidad a campos de radiofrecuencia transmitidos por conducción
Requisitos especiales de EMC para instrumentos alimentados por el suministro
B.3.7
eléctrico de un vehículo de carretera.
B.4 Ensayo de estabilidad de la pendiente (span stability).
* El ensayo tiene que realizarse con la celda de carga.
** Ver C.3.1.1.

La impedancia de la celda de carga mencionada en este Anexo es la impedancia de entrada de la


celda de carga que es la impedancia que está conectada entre las líneas de excitación.

C.2.3 Equipos periféricos


Los equipos periféricos deben ser suministrados por el solicitante para demostrar el
funcionamiento correcto del sistema o subsistema y que los resultados de pesar no estén
corruptos.

Al realizar los ensayos de perturbaciones, los equipos periféricos pueden conectarse a todas las
diferentes interfaces. Sin embargo, si no están disponibles todos los equipos periféricos opcionales
o no se pueden colocar en el lugar de ensayo (especialmente cuando se tienen que colocar, en el
área uniforme durante los ensayos de campos radiados), entonces por lo menos se deben
conectar los cables a las interfaces. Los tipos y longitudes de cables deben ser los especificados en
el manual autorizado del fabricante. Si se especifican longitudes de cables de más de 3 m, se
considera suficiente la realización del ensayo con longitudes de 3 m.

C.2.4 Ensayos de ajuste y desempeño


El ajuste (calibración) debe realizarse según lo descripto por el fabricante. Los ensayos de pesar
deben realizarse con al menos cinco cargas (simuladas) diferentes desde cero hasta el número
máximo de divisiones de escala de verificación, e, con la tensión de entrada mínima por e (para
indicadores de alta sensibilidad es posible también, con la tensión de entrada máxima por e, ver
C.2.1.1). Es preferible seleccionar puntos cercanos, a los puntos de cambio de los límites de error.

C.2.5 Indicación con una división de escala inferior a “e”


Si un indicador tiene un dispositivo indicador del valor de peso con una división de escala inferior a
“e” (no superior a 1/5 x pi x e, en modo de alta resolución), se puede utilizar este dispositivo para
determinar el error. También se puede ensayar en modo de servicio, ya que en ese modo se

147
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

muestran los “valores en bruto” (conteos) del conversor analógico/digital. Si se utilizan en los
ensayos alguna de las dos opciones anteriores, se debería mencionar en el Informe de Ensayo.

Antes de comenzar los ensayos, se debe verificar que este modo de indicación es adecuado para
comprobar los errores de medición. Si el modo de alta resolución no cumple con este requisito, se
deben utilizar una celda de carga, pesas y pesas adicionales pequeñas para determinar los puntos
de cambio con una incertidumbre mejor a “1/5 x pi x e “(ver A.4.4.4).

C.2.6 Simulador de celda de carga


El simulador debe ser adecuado para el indicador. El simulador debe estar calibrado para la
tensión de excitación utilizada del indicador (tensión de excitación de CA también significa
calibración de CA).

C.2.7 Fracciones, pi
La fracción estándar es pi = 0,5 del error máximo tolerado del instrumento completo, sin embargo,
puede variar entre 0,3 y 0,8.

El fabricante debe declarar la fracción pi, que luego se utiliza como base para los ensayos para los
cuales se asigna un rango de pi (ver la Tabla en C.2.2).

No se da un valor para la fracción pi con respecto a la repetibilidad/fidelidad. La


repetibilidad/fidelidad insuficiente es un problema típico de los instrumentos mecánicos con
mecanismo de palanca, cuchillas y platillos y otras estructuras mecánicas que pueden causar, por
ejemplo, una cierta fricción. Se espera que el indicador normalmente no cause una falta de
repetibilidad. En el raro caso en que suceda, esto no sería una falta de repetibilidad según el
significado de Recomendación (R 76-1), sin embargo, se debe prestar especial atención a las
razones y las consecuencias.

C.3 Ensayos
Se deben utilizar las partes relevantes del Formato de Informe de Ensayo (ver C.1) y la lista de
verificación para un indicador de R 76-2. Las partes de la lista de verificación de R 76-2 que no son
relevantes, son las que se refieren a los siguientes requisitos de R 76-1:

[Link]
[Link]
4.17.1
4.17.2
4.13.10
F.1
F.2.4
F.2.5
F.2.6

C.3.1 Ensayos de temperatura y de desempeño


En principio, se ensaya el efecto de la temperatura en la amplificación, de acuerdo con el siguiente
procedimiento:

148
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 Realizar el procedimiento de ajuste prescripto a 20 °C.

 Cambiar la temperatura y verificar que los puntos de medición se encuentren dentro de


los límites de error después de la corrección de un corrimiento de cero.

Este procedimiento debe realizarse ajustando el indicador a su amplificación más alta y a la


impedancia más baja posibles. Sin embargo, esas condiciones deben garantizar, que la medición
pueda realizarse con una precisión tal, que asegure que las no linealidades encontradas en la curva
de error, no sean causadas por el equipo de ensayo utilizado.

En caso que no se pueda lograr esa precisión (por ejemplo, con indicadores de alta sensibilidad), el
procedimiento debe realizarse dos veces (C.2.1.1). La primera medición debe realizarse con la
amplificación más baja, utilizando por lo menos cinco puntos de medición. La segunda medición se
realiza con la amplificación más alta, utilizando dos puntos de medición, uno en el extremo inferior
y otro en el extremo superior del rango de medición. El cambio en la amplificación debido a la
temperatura es aceptable si la línea de la segunda medición, trazada entre los dos puntos de
medición y corregida del corrimiento del cero, es de la misma forma a la de la primera medición
([Link] T.: la de la primera medición al tener 5 puntos, como mínimo, puede ser una línea curva), y
está dentro de los límites de error relevante (envolvente de error).

El efecto de la temperatura en la indicación con carga nula, es la influencia de la variación de


temperatura sobre el cero, expresada en cambios de la señal de entrada en µV. El corrimiento del
cero se calcula con la ayuda de una línea recta que pasa por las indicaciones a dos temperaturas
adyacentes. El corrimiento del cero, debería ser inferior a pi x e / 5 K.

C.3.1.1 Ensayos con alta y baja amplificación


Si la mínima tensión de entrada por división de verificación es muy baja, es decir, menor o igual a 1
µV/e, puede ser difícil encontrar un simulador o una celda de carga adecuados, para determinar la
linealidad. Si el valor de la fracción pi es 0,5 para un indicador con 1 µV/e, entonces el error
máximo tolerado para cargas simuladas inferiores a 500 e es ± 0,25 µV/e. El error del simulador no
debe causar un efecto que sobrepase 0,05 µV/e o al menos la repetibilidad/ fidelidad debería ser
igual o mejor que 0,05 µV/e.
En cualquier caso, se debe tener en cuenta lo siguiente:

a) Se ensaya la linealidad del indicador en el rango de entrada completo.


Ejemplo: Un indicador típico con un suministro de energía de excitación a la celda de carga de 12 V,
tiene un rango de medición de 24 mV. Si el indicador está especificado para 6000 e, se puede
ensayar la linealidad con 24 mV/6000 e = 4 µV/e.

b) Con la misma configuración se debe medir el efecto de la temperatura sobre la


amplificación, durante el ensayo de temperatura estática y durante el ensayo de estado
estable de calor húmedo.

c) Luego se ajusta el indicador con la mínima carga muerta especificada y con la mínima
tensión de entrada por intervalo de verificación “e”. Suponiendo que este valor sea

149
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

1 µV/e, significará que sólo se usará el 25% del rango del rango de entrada.

d) A continuación, se debe ensayar el indicador con una tensión de entrada próxima a 0 mV y


con otra tensión próxima a 6 mV. Se registra la indicación para ambas tensiones de entrada
a 20 °C, 40 °C, – 10 °C, 5 °C y 20 °C. Las diferencias entre la indicación a 6 mV (corregida
por la indicación con 0 mV) a 20 °C y las indicaciones corregidas a las otras temperaturas,
se representan en un gráfico. Los puntos hallados se unen con el punto cero, mediante
curvas de la misma forma de las obtenidas en (a) y (b). Las curvas trazadas deben estar
dentro de la envolvente de error para 6 000 e.

e) Durante este ensayo, también se puede medir el efecto de la temperatura en la indicación


sin carga para ver si el efecto es inferior a pi x e/5 K.

f) Si el indicador cumple con los requisitos antes mencionados, también cumple con [Link],
[Link], [Link] y con los requisitos del ensayo de temperatura estática y del ensayo de
estado estable de calor húmedo.

C.3.2 Tara
La influencia de la tara en el desempeño de la operación de pesar, depende exclusivamente de la
linealidad de la curva de error. Se determinará la linealidad, cuando se realicen los ensayos de
desempeño de pesaje normal. Si la curva de error muestra una no linealidad significativa,
se debe desplazar la envolvente de error a lo largo de la curva, para verificar si el indicador cumple
con los requisitos, para el valor de tara correspondiente, a la parte más pronunciada de la curva de
error.

C.3.3 Ensayo de la función sensora (sólo con conexión de celda de carga de seis hilos)

C.3.3.1 Alcance
Los indicadores destinados para la conexión de celdas de carga extensiométricas, emplean el
principio de cuatro o seis hilos para la conexión de celdas de carga.

Cuando se utiliza la tecnología de cuatro hilos, no se permite en absoluto el alargamiento del cable
de la celda de carga o, el uso de una caja de unión separada de celdas de carga, separada, con un
cable adicional. Los indicadores con tecnología de seis hilos tienen una entrada de sensado, que
les permite compensar variaciones en la tensión de excitación de la celda de carga, debido al
alargamiento de cables o a cambios de la resistencia del cable debido a la temperatura. Sin
embargo, en contraposición al principio teórico de funcionamiento, la compensación de las
variaciones en la tensión de excitación de la celda de carga es limitada, debido a una resistencia de
entrada limitada de la entrada de sensado. Esto puede conducir a una influencia por la variación
de la resistencia del cable debida a la variación de temperatura, y producir un desplazamiento
significativo de la pendiente (span).
.
C.3.3.2 Ensayo
Se debe ensayar la función de sensado en las condiciones más desfavorables, es decir:

 el valor máximo de la tensión de excitación de la celda de carga;

150
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 el número máximo de celdas de carga que pueden conectarse (se puede simular); y

 la longitud máxima del cable (se puede simular).

C.[Link] Número máximo simulado de celdas de carga


Se puede simular el número máximo de celdas de carga, colocando una resistencia derivadora
adicional (shunt), en las líneas de excitación, conectada en paralelo al simulador de celda de carga
o a la celda de carga respectivamente.

C.[Link] Longitud máxima simulada del cable


Se puede simular la longitud máxima del cable, colocando resistencias variables en cada una de las
seis líneas. Las resistencias deben ajustarse a la resistencia máxima del cable y, por lo tanto a la
longitud máxima del cable (dependiendo del material previsto, por ejemplo, cobre u otros, y de la
sección transversal). Sin embargo, en la mayoría de casos, es suficiente colocar las resistencias
variables, sólo en las líneas de excitación y en las líneas de sensado, puesto que la impedancia de
entrada de la entrada de señal es sumamente alta, en comparación con la de la entrada del
sensado. Por lo tanto, la corriente de entrada de la señal es casi cero o al menos sumamente
pequeña, en comparación con la corriente que circula por las líneas de excitación y de sensado.
Como la corriente de entrada (de la línea de señal) es cercana a cero, no se puede esperar ningún
efecto significativo, puesto que la caída de tensión es insignificante.

C.[Link] Reajuste del indicador


Se debe reajustar el indicador después de haber ajustado las resistencias variables descriptas en
C.[Link] (de simulación de longitud de cable).

C.[Link] Determinación de la variación de la pendiente (Span)


Se debe medir la pendiente entre cero y la carga máxima (simulada). Se asume que, en las
condiciones más desfavorables, puede producirse un cambio de resistencia debido a un cambio de
temperatura, correspondiente a todo el rango de temperatura del instrumento. Por lo tanto, se
debe simular una variación de la resistencia, ∆RTemp, correspondiente a la diferencia entre las
temperaturas de funcionamiento mínima y máxima. La variación esperada de resistencia se debe
determinar de acuerdo con la siguiente fórmula:

∆RTemp  Rcable x  x Tmáx - Tmín


en donde: Rcable = resistencia de un hilo individual, calculada de acuerdo con la siguiente fórmula:

Rcable   x l / A
en donde:  = resistencia específica del material del cable (por ejemplo, cobre: cobre = 0,017 5 Ω mm2 /
m)

l = longitud del cable (en m)


2
A = sección transversal de un hilo individual (en mm )

151
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
 = coeficiente de temperatura del material del cable en 1/K (por ejemplo, para cobre, cobre =
0,0039 1/K)

Después de haber ajustado Las resistencias variables al nuevo valor, se debe volver a determinar la
pendiente entre cero y la carga máxima. Puesto que la variación puede ser positiva o negativa, se
deben ensayar ambas direcciones, por ejemplo, para un instrumento de clase III, la variación de la
resistencia del cable simulado, debe corresponder a una variación de temperatura en 50 K en
ambas direcciones, aumentando o disminuyendo la temperatura (siendo el rango de temperatura
de – 10 °C a + 40 °C).

C.[Link] Límites de variación de la pendiente (span)


Para determinar los límites de variación de la pendiente debido a la influencia de la temperatura
en el cable, se deben considerar los resultados de los ensayos de temperatura en el indicador. La
diferencia entre el error máximo de la pendiente del indicador debido a la temperatura y el límite
de error, puede ser atribuida al efecto en la pendiente debido a la compensación limitada del
dispositivo sensor. Sin embargo, este efecto no debe causar un error de más de un tercio del valor
absoluto del error máximo tolerado multiplicado por pi.

∆ pendiente∆T   pi x emt  Emax ∆T 


en donde: ∆ pendiente ∆T  1/ 3 pi x emt abs

Si el indicador no puede cumplir estas condiciones, se debe reducir la resistencia máxima del cable
y, por consiguiente, la longitud máxima del mismo, o se debe seleccionar un cable con una sección
transversal más grande.

Se puede dar la longitud específica del cable en la forma m/mm2 (dependiendo del material del
cable, por ejemplo, cobre, aluminio).

152
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

C.3.4 Otras influencias


Se deberían considerar otras influencias y restricciones para el instrumento completo, pero no
para los módulos.

C.4 Certificados OIML

C.4.1 Generalidades
El Certificado debe contener información común y datos sobre la autoridad emisora, el fabricante
y el indicador. En cuanto al formato, se deben cumplir las reglas generales de OIML B3, Anexo A
[3] en la medida en que se apliquen.

Se debe proporcionar la siguiente información importante sobre el indicador bajo el título


“Identificación del módulo certificado”:

 modelo, clase de precisión;

 valor de la fracción pi del módulo;

 rango de temperatura;

 número máximo de divisiones de verificación;

 tensión de entrada mínima por división de verificación;

153
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 rango de medición; e

 impedancia mínima de la celda de carga.

C.4.2 Formato del Informe de Ensayo

El Formato del Informe de Ensayo de R 76-2 debe contener información detallada sobre el
indicador. A saber: datos técnicos, descripción de las funciones, características, aspectos
principales y la lista de verificación de R 76-2. La información relevante es la siguiente:

Número de informe: zzzzz

Examen de modelo de: Indicador como módulo de un instrumento electromecánico


de pesar de funcionamiento no automático

Autoridad emisora: Nombre, dirección, persona responsable

Fabricante: Nombre, dirección

Tipo de módulo: .......................

Requisitos de ensayo: R 76-1, edición xxxx

Resumen de la evaluación: Módulo ensayado por separado, pi = 0,5, celda de carga o


simulador de celda de carga conectado, dispositivos periféricos
conectados, información especial si algunos ensayos fueron
realizados por el fabricante y por qué fueron aceptados; en
resumen: los resultados del ensayo.

Evaluador: Nombre, fecha, firma

Tabla de contenidos:
Este informe pertenece al Certificado OIML No. R 76/xxxx-yy-zzzz

1. Información general sobre el módulo:


Descripción del gabinete, pantalla, teclado, tomas (enchufes) y conectores, etc. deben ser
descriptos brevemente y sustentados con las correspondientes figuras o fotografías del indicador.

2. Funciones, instalaciones y dispositivos del módulo:


Se deben enumerar los dispositivos de puesta a cero, dispositivos de tara, rangos de pesaje,
modos de operación, etc. (ver el capítulo 4) y facilidades de instrumentos electrónicos
mencionados en el capítulo 5.

3. Datos técnicos:

154
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Para verificar la compatibilidad de módulos, cuando se utiliza el enfoque modular (ver 3.10.2 y el
Anexo F), son necesarios un cierto conjunto de datos. Esta parte contiene los datos del indicador
en la misma presentación y las unidades que se requieren para verificar fácilmente, los requisitos
del Anexo F.

3.1 Datos metrológicos con respecto al instrumento de pesar

- Clase de precisión

- Número máximo de divisiones de escala de verificación, n

- Rango de temperatura de funcionamiento (°C)

- Valor de la fracción pi del módulo

3.2 Datos eléctricos

- Tensión de alimentación (V CA o CC)

- Tipo (y frecuencia (Hz)) de suministro de energía

- Tensión de excitación de celda de carga (V CA o CC)

- Tensión mínima de la señal para la carga muerta (mV)

- Tensión máxima de la señal para la carga muerta (mV)

- Tensión de entrada mínima por división de verificación, e (µV)

- Tensión mínima del rango de medición (mV)

- Tensión máxima del rango de medición (mV)

- Impedancia mínima de la celda de carga ()

- Impedancia máxima de la celda de carga ()

3.3 Sistema de sensado


Existente o no existente

3.4 Cable de señal


El cable adicional entre el indicador y la celda de carga o la caja de unión de celdas de carga
respectivamente (sólo se permite con indicadores que utilizan el sistema de seis hilos, es decir,
sistema de sensado), debe ser especificado como se indica a continuación:

- material (cobre, aluminio, etc.)


155
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

- longitud (m)

- sección transversal (mm2); o

- longitud específica (m/mm2) cuando se especifica el material (cobre, aluminio, etc.); o

- resistencia máxima por hilo individual

4. Documentos:
Lista de documentos.

5. Interfases:
Modelos y cantidad de interfaces para dispositivos periféricos y para otros dispositivos. Todas las
interfaces son interfaces protectoras en el sentido de [Link] de R 76-1.

6. Dispositivos conectables:
Impresora, pantalla, etc. Para aplicaciones no sujetas a verificación obligatoria, se puede conectar
cualquier dispositivo periférico.

Ejemplos: Convertidores analógico/ digital, PC, etc.

7. Marcas descriptivas y marcas de control:


Se deben describir los medios para aplicar las marcas descriptivas considerando 7.1.4 y
7.1.5, en la medida en que se apliquen. Además del instrumento completo, el mismo módulo debe
ser claramente identificable. Se debe describir los lugares para la placa descriptiva y las marcas de
verificación. Si es aplicable, se deben describir y mostrar en figuras o fotos, a los medios para sellar
y proteger el indicador.

8. Equipamiento usado para los ensayos:


Información sobre el equipamiento de ensayo utilizado para la evaluación de modelo de este
módulo, e información sobre la calibración del equipamiento de ensayo. Ejemplos: simulador de
celda de carga, cámaras de temperatura, voltímetros, transformadores, equipamiento para ensayo
de perturbaciones, etc.

9. Observaciones sobre los ensayos


Ejemplo: En la lista de verificación de R 76-2, no se completan las partes relacionadas con el
instrumento de pesar completo (“marcas descriptivas”, “marcas de verificación y sellado” y
parcialmente “dispositivo indicador”). Durante los ensayos de perturbaciones, se conectaron una
celda de carga modelo … y una impresora del tipo ….

10. Resultados de medición:


Formatos de R 76-2.

11. Requisitos técnicos:


Lista de verificación de R 76-2.

156
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

ANEXO D
(Mandatorio para módulos ensayados por separado)

Ensayo y certificación de dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y


pantallas digitales, como módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no automático

D.1 Requisitos aplicables

D.1.1 Requisitos para dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y


pantallas digitales
Los siguientes requisitos se aplican a estos módulos en la medida en que sea factible:

3.3 Requisitos adicionales para instrumentos multi intervalo


3.9.3 Fuente de alimentación
3.9.5 Otras magnitudes de influencia y restricciones
3.10.1 Aprobación de Modelo: ensayos y evaluación
4.1 Requisitos generales de construcción
4.2 Indicación de los resultados de pesar (no para dispositivos de procesamiento de
datos digitales)
4.4 Dispositivos indicadores digitales (no para dispositivos de procesamiento de
datos digitales)
157
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

4.5 Dispositivo de puesta a cero y dispositivo de mantenimiento (seguimiento) del


cero
4.6 Dispositivos de tara
4.7 Dispositivos de tara predeterminada
4.10 Selección de rangos de pesar en un instrumento multi rango
4.11 Dispositivos de selección (o conmutación) entre varios dispositivos receptores
y/o transmisores de carga y varios dispositivos de medición de carga
4.13 Instrumentos para la venta directa al público
4.14 Requisitos adicionales para instrumentos calculadores de precio para la venta
directa al público
4.16 Instrumentos etiquetadores de precio
5.1 Requisitos generales
5.2 Reacción a fallas significativas
5.3 Requisitos de funcionamiento
5.4 Ensayos de desempeño y de estabilidad de la pendiente (span)
5.5 Requisitos adicionales para dispositivos electrónicos controlados por software
[Link] Documentos descriptivos

D.1.2 Requisitos suplementarios

D.1.2.1 Fracción de límites de error


Los dispositivos de procesamiento de datos digitales, las terminales y las pantallas digitales, son
módulos puramente digitales. Para estos módulos, la fracción es pi = 0,0 del error máximo
tolerado del instrumento completo, del que podrían formar parte.

D.1.2.2 Clase de precisión


Los dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y pantallas digitales son
módulos puramente digitales. Por lo tanto, se puede utilizar en instrumentos de pesar, de todas
las clases de precisión. Se deben tomar en cuenta, los requisitos relevantes de la clase de
precisión, del instrumento de pesar del cual formarán parte.

D.2 Principios generales de ensayo

D.2.1 Generalidades
Los dispositivos de procesamiento de datos digitales, terminales y pantallas digitales son módulos
puramente digitales. Por lo tanto, se deben ensayar:

 el diseño y construcción de acuerdo con la documentación ([Link]);

 las funciones e indicaciones de acuerdo con los requisitos mencionados en E.1.1; y

 las perturbaciones de acuerdo con E.3.

Sin embargo, se deben ensayar todos los valores indicados y todas las funciones que se transmiten
y/o emiten por una interfaz, para asegurar que sean correctos y cumplan con esta
Recomendación.

158
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

D.2.2 Dispositivos de simulación


Para el ensayo de estos módulos, se debe conectar un dispositivo de simulación adecuado (por
ejemplo:

 CAD para ensayar un dispositivo de procesamientos de datos digital;


 módulo de pesaje o dispositivo de procesamiento de datos digitales, para ensayar una
terminal o pantalla digital, a la interfaz de entrada del módulo, de manera que se pueda
operar y ensayar todas las funciones.

D.2.3 Dispositivos indicadores


Para el ensayo de un dispositivo de procesamiento de datos digitales, se debe conectar una
pantalla digital o una terminal adecuada, donde se puedan visualizar los resultados del pesaje y
operar todas las funciones del dispositivo de procesamiento de datos digitales.

D.2.4 Interfase
Los requisitos de 5.3.6 son aplicables a todas las interfaces.

D.2.5 Dispositivos periféricos


Los dispositivos periféricos deben ser suministrados por el solicitante para demostrar el
funcionamiento correcto del módulo y también que los resultados de la operación de pesar, no
pueden ser influenciados por los dispositivos periféricos a menos que ésto esté permitido.
Al realizar los ensayos de perturbaciones, los dispositivos periféricos deberán estar conectados, a
cada una de las diferentes interfaces.

D.3 Ensayos
Para estos módulos, se deben realizar los siguientes ensayos (de acuerdo con los Anexos A y B):

Variaciones de tensión* A.5.4

Caídas de tensión de red de CA e interrupciones breves** B.3.1

Ráfagas de tensión (Bursts- transitorios)** B.3.2

Ondas de choque (tensión transitoria aperiódica) (si es


aplicable)** B.3.3

Descargas electrostáticas** B.3.4

Inmunidad a campos electromagnéticos radiados** B.3.5

Inmunidad a campos de radiofrecuencia transmitidos por


conducción** B.3.6

Requisitos especiales de EMC para instrumentos alimentados


por el suministro eléctrico de un vehículo de carretera** B.3.7

159
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

* Para el ensayo de las variaciones de tensión, sólo se deben observar las funciones
legalmente relevantes y la lectura fácil e inequívoca de las indicaciones primarias.

** Los módulos puramente digitales, no necesitan ser sometidos a ensayos de


perturbaciones (B.3) si se establece de otro modo la conformidad, con los Estándares IEC
relevantes, en al menos el mismo nivel que el requerido en esta Recomendación.

En la medida en que se apliquen, se deben utilizar para estos módulos, el Informe de Ensayo y la
lista de verificación de R 76-2.

Las partes de la lista de verificación de R 76-2 relacionadas con “marcas descriptivas” y “marcas de
verificación y sellado (protección)” no son relevantes y no se deben completar.

D.4. Certificados OIML

D.4.1 Generalidades
El Certificado debe contener información común y datos sobre la autoridad emisora, el fabricante
y el módulo (dispositivo de procesamiento de datos digitales, terminal o pantalla digital. En cuanto
al formato, se deben cumplir las reglas generales de OIML B3, Anexo A [3] en la medida en que se
apliquen.

D.4.2 Formato del Informe de Ensayo


El Informe de Ensayo de R 76-2 debe contener información detallada sobre el módulo (dispositivo
de procesamiento de datos digitales, terminal o pantalla digital). A saber: datos técnicos,
descripción de las funciones, características, aspectos principales y la lista de verificación de R 76-
2. La información relevante es la siguiente:

Número de informe:

Examen de modelo de:


Evaluador:
zzzzz

Autoridad emisora: Un módulo (dispositivo de procesamiento de datos


digitales,
Fabricante: Terminal o pantalla digital) para un instrumento
electromecánico de pesar de funcionamiento no automático.
Tipo de módulo:
Nombre, dirección, persona responsable
Requisitos de ensayo:
Nombre, dirección
Resumen de la evaluación:
.......................

R 76-1, edición xxxx


160
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

resultados de pesar y operar el módulo, dispositivos periféricos


Módulo ensayado por conectados, información especial si algunos ensayos fueron
separado, pi = 0,0; realizados por el fabricante y por qué fueron aceptados,
dispositivos conectados resultados del ensayo de manera resumida.
para simular la señal de
entrada, para visualizar los Nombre, fecha, firma

Tabla de contenidos:
Este informe pertenece al Certificado OIML No. R 76/xxxx-yy-zzzz.

1. Información general sobre el modelo de módulo:


Breve descripción de las interfaces del módulo.

2. Funciones, prestaciones y dispositivos del módulo:


Dispositivos de puesta a cero, dispositivos de tara, función multi intervalo, diferentes rangos
de pesaje, modos de operación, etc.

3. Datos técnicos:
Rangos de tara, etc.

4. Documentos:
Lista de documentos

5. Interfases:
Modelos y números de interfaz para dispositivos periféricos y para otros dispositivos. Todas
las interfaces son interfaces de protección en el sentido de [Link] de R 76-1.

6. Dispositivos conectables:
Terminal, impresora, pantalla digital, etc. Para aplicaciones no sujetas a verificación
obligatoria, se puede conectar cualquier dispositivo periférico (ejemplos: conversor
analógico/digital, PC, etc.).

7. Marcas de control:
Si se requiere protección (sellado) para el instrumento de pesar, los elementos de ajuste de
este módulo pueden ser protegidos con una marca de control (marca adhesiva o sello).

8. Equipo de ensayo:
Información referente al equipo de ensayo, utilizado para la evaluación de modelo de este
módulo. Información sobre calibración del equipo. Ejemplos: Voltímetros, transformadores,
equipo de ensayo de perturbaciones, etc.

9. Observaciones sobre los ensayos:


En la lista de verificación de R 76-2, no se completan las partes relacionadas con el indicador
(“marcas descriptivas”, “marcas de verificación y sellado”). Durante los ensayos de
perturbaciones, se conectó una impresora del tipo ……………….

161
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

10. Resultados de medición:


Formatos de R 76-2.

11. Requisitos técnicos:


Lista de verificación de R 76-2.

ANEXO E
(Mandatorio para módulos ensayados por separado)

Ensayo y certificación de módulos de pesaje


como módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no automático

E.1 Requisitos aplicables

E.1.1 Requisitos para módulos de pesaje


Los siguientes requisitos se aplican a los módulos de pesaje:
[Link] T. Módulo de pesar=módulo de pesaje (DLT)
3.1 Principios de clasificación
3.2 Clasificación de instrumentos
3.3 Requisitos adicionales para instrumentos multi intervalo
3.5 Errores máximos tolerados
3.6 Diferencias permitidas entre resultados
3.8 Movilidad
3.9. Variaciones debidas a las magnitudes de influencia y el tiempo
3.10 Aprobación de Modelo: ensayos y evaluación
162
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

4.1 Requisitos generales de construcción


4.2 Indicación de los resultados de pesar
4.4 Dispositivos indicadores digitales
4.5 Dispositivo de puesta a cero y dispositivo de mantenimiento (seguimiento) del
cero
4.6 Dispositivos de Tara
4.7 Dispositivos de tara predeterminada
4.10 Selección de rangos de pesar en un instrumento multi rango
4.11 Dispositivos de selección (o conmutación) entre varios dispositivos receptores y/o
transmisores de carga y varios dispositivos de medición de carga
4.13 Instrumentos para la venta directa al público
4.14 Requisitos adicionales para instrumentos calculadores de precio para la venta
directa al público
4.16 Instrumentos etiquetadores de precio
5.1 Requisitos generales
5.2 Reacción a fallas significativas
5.3 Requisitos de funcionamiento
5.4 Ensayos de desempeño y de estabilidad de la pendiente (span)
5.5 Requisitos adicionales para dispositivos electrónicos controlados por software

E.1.2 Requisitos suplementarios

E.1.2.1 Fracción de límites de error


Para un módulo de pesar, la fracción es pi = 1,0 del error máximo tolerado del instrumento
completo.

E.1.2.2 Clase de precisión


El módulo de pesar debe tener la misma clase de precisión que el instrumento de pesar del cual
formará parte. También se puede utilizar un módulo de pesar de clase III, en un instrumento de
pesar de clase IIII tomando en cuenta los requisitos de la clase IIII.

E.1.2.3 Número de divisiones de verificación


El módulo de pesar debe tener por lo menos el mismo número de divisiones de verificación, que el
instrumento de pesar del cual formará parte.

E.1.2.4 Rango de temperatura


El módulo de pesar debe tener un rango de temperatura igual o mayor, al del instrumento de
pesar del cual formará parte.

E.2 Principios generales de ensayo

E.2.1 Generalidades
Un módulo de pesar se debe ensayar de la misma manera, que un instrumento de pesar completo,
con la excepción de tener que examinar y evaluar el diseño y la construcción del dispositivo
indicador y los elementos de control.
Sin embargo, se deben ensayar todos los valores indicados y todas las funciones que se transmiten
y/o emiten a través de la interfaz, para asegurar que sean correctos y cumplan con esta
163
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Recomendación.

E.2.2 Dispositivos indicadores


Para este ensayo, se debe conectar un dispositivo indicador o una terminal adecuados, para
indicar los respectivos resultados de pesaje, y, operar todas las funciones del módulo de pesar.

Si los resultados de pesar del módulo de pesar, tienen una división de escala diferenciada de
acuerdo con 3.4.1, el dispositivo indicador debe indicar este dígito.

El dispositivo indicador debería permitir, de preferencia, la indicación a una mayor resolución para
determinar el error, por ejemplo, en un modo de servicio especial. Si se utiliza una resolución
mayor, se debe registrar en el Informe de Ensayo.

E.2.3 Interfase
Los requisitos de 5.3.6 son aplicables a todas las interfaces.

E.2.4 Equipo periférico


El solicitante debe suministrar el equipo periférico, para demostrar el funcionamiento correcto del
sistema o subsistema y asegurar que los resultados del pesaje no estén corruptos,

Al realizar los ensayos de perturbaciones, el equipo periférico debe estar conectado a cada una de
las diferentes interfaces.

E.3 Ensayos
Se debe realizar el procedimiento de ensayo completo para los Instrumentos de pesar de
funcionamiento no automáticos (de acuerdo con los Anexos A y B).

Se deben utilizar el Informe de Ensayo y la lista de verificación de R 76-2, para los módulos de
pesar.

Las partes de la lista de verificación de R 76-2 relacionadas con “marcas descriptivas”, “marcas de
verificación y sellado” y parcialmente para “dispositivo indicador” no son relevantes, y no se
deben completar.

E.4 Certificados OIML

E.4.1 Generalidades
El Certificado debe contener información común y datos sobre la autoridad emisora, el fabricante
y el módulo de pesar. En cuanto al formato, se deben cumplir las reglas generales de OIML B3,
Anexo A [3] en la medida en que se apliquen.

E.4.2 Formato del Informe de Ensayo


El Informe de Ensayo de R 76-2 debe contener información detallada sobre el módulo de pesar. A
saber: datos técnicos, descripción de las funciones, características, aspectos principales y la lista de
verificación de R 76-2. La información relevante es la siguiente:

Número de informe:
164
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Examen de modelo de:


Un módulo de pesar para un instrumento electromecánico de
pesar de funcionamiento no automático.
Autoridad emisora:
Nombre, dirección, persona responsable
Fabricante:
Nombre, dirección.
Tipo de módulo:
.......................
Requisitos de ensayo:
R 76-1, edición xxxx
Resumen de la evaluación:
Módulo ensayado por separado, pi = 1,0, dispositivo
conectado para indicar los resultados de pesar y operar el
módulo, dispositivos periféricos conectados, información
especial si algunos ensayos fueron realizados por el fabricante
y por qué fueron aceptados, resultados del ensayo de manera
Evaluador: resumida.

zzzzz Nombre, fecha, firma


Tabla de contenido:
Este informe pertenece al Certificado OIML No. R 76/xxxx-yy-zzzz.

1. Información general sobre el modelo de módulo:


Descripción de las estructuras mecánicas, celda de carga, dispositivo de procesamiento de
datos analógicos, interfaces.

2. Funciones, prestaciones y dispositivos del módulo:


Dispositivos de puesta a cero, dispositivos de tara, módulo de pesar multi intervalo, diferentes
rangos de pesaje, modos de operación, etc.

3. Datos técnicos:
Tabla con clase de precisión, pi = 1,0, Máx, Mín, n, ni, tara y rangos de temperatura, etc.

4. Documentos:
Lista de documentos:

5. Interfases:
Tipos y números de interfaces para: el dispositivo indicador y de operación (terminal), para los
dispositivos periféricos y para otros dispositivos.

Todas las interfaces son interfaces de protección en el sentido de sentido del apartado [Link]
de R 76-1.

6. Dispositivos conectables:
Dispositivo indicador y de operación (terminal) con pi = 0,0, impresora, pantalla, etc. Para

165
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

aplicaciones no sujetas a verificación obligatoria, se puede conectar cualquier dispositivo


periférico. Ejemplos: conversores A/D, PC, etc.

7. Marcas de control:
Si se requiere protección (sellado) para el instrumento de pesar, los componentes y elementos
de ajuste de este módulo pueden protegerse con una marca de control (marca adhesiva o
sello) que se coloca sobre un tornillo de fijación, debajo de la placa del receptor de carga. No
es necesaria una protección adicional.

8. Equipo de ensayo:
Información sobre el equipo de ensayo utilizado para la evaluación de modelo de este módulo.
Información sobre calibración. Ejemplos: pesas patrón (clase), simulador de celda de carga,
cámaras de temperatura controlada, voltímetros, transformadores, equipo de ensayo de
perturbaciones, etc.

9. Observaciones sobre los ensayos:


En la lista de verificación de R 76-2, no se completan las partes relacionadas con el indicador
(“marcas descriptivas”, “marcas de verificación y sellado”); se completa parcialmente
"dispositivo indicador". Durante los ensayos de perturbaciones, se conectó una impresora del
tipo …

10. Resultados de medición:


Formatos de R 76-2.

11. Requisitos técnicos


Lista de verificación de R 76-2.

ANEXO F
(Mandatorio para módulos ensayados por separado)

Verificación de compatibilidad de módulos de instrumentos de pesar de funcionamiento no


automático

Notas: F.1 a F.4: Sólo para celdas de carga analógicas de conformidad con R 60 en
combinación con indicadores de conformidad con R 76-1, Anexo C.

F.5: Sólo para celdas de carga digitales en combinación con:


- indicadores,
- unidades de procesamiento de datos analógicos o digitales, o
- terminales.

F.6: Ejemplos de verificaciones de compatibilidad.

166
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

La verificación de compatibilidad del instrumento de pesar y los módulos, al utilizar el enfoque


modular, requiere de ciertos conjuntos de datos. Los tres primeros apartados de este Anexo
describen los datos necesarios para verificar los requisitos de compatibilidad de:
- instrumento de pesar,
- celda/s de carga, e
- indicador

F.1 Instrumentos de pesar


Los siguientes datos metrológicos y técnicos, del instrumento de pesar, son necesarios para la
verificación de compatibilidad:

Clase de precisión del instrumento de pesar.

Máx (g, kg, t) Capacidad máxima del instrumento de pesar de acuerdo con T.3.1.1
(Máx1, Máx2, ..., Máx en el caso de un instrumento de pesar multi
intervalo y Máx1, Máx2, ..., Máxr en el caso de un instrumento de
pesar multi rango).

e (g, kg) División de verificación de acuerdo con T.3.2.3 (e1, e2, e3) (en el caso
de un instrumento de pesar multi intervalo o multi rango, donde e1 =
emín).

n Número de divisiones de verificación de acuerdo con T.3.2.5: n = Máx


/ e (n1, n2, n3) (en el caso de un instrumento de pesar multi intervalo o
multi rango, donde ni = Máxi / ei).

R Coeficiente de reducción, por ejemplo, de un mecanismo de palanca


de acuerdo con T.3.3, es la relación (Fuerza sobre la celda de carga) /
(Fuerza sobre el receptor de carga)

N Número de celdas de carga

IZSR (g, kg) Rango de puesta a cero inicial, de acuerdo con T.[Link]: se ajusta la
indicación a cero automáticamente cuando se enciende el
instrumento de pesar, antes de cualquier pesar.

NUD (g, kg) Corrección por carga no distribuida uniformemente**

DL (g, kg) Carga Muerta del receptor de carga: masa del mismo receptor de
carga que descansa sobre las celdas de carga y cualquier construcción
adicional montada en el receptor de carga.

T+ (g, kg, t) Tara aditiva

Tmín (°C) Límite inferior del rango de temperatura


167
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Tmáx (°C) Límite superior del rango de temperatura

CH, NH, SH Símbolo ensayo de humedad realizado

Sistema de conexión, sistema de seis hilos:

L (m) Longitud del cable de conexión

A (mm2) Sección transversal de un hilo individual del cable de celda

Q Factor de corrección
El factor de corrección, Q > 1 considera los posibles efectos de la
carga excéntrica (distribución no uniforme de la carga), carga muerta
del receptor de carga, rango de puesta a cero inicial y tara aditiva en
la siguiente forma:

Q = (Máx+ DL + IZSR + NUD + T+) / Máx

** Se podrían asumir los valores de la distribución no uniforme de la carga, por lo general para
construcciones típicas de instrumentos de pesar, cuando no se presentan otras estimaciones:

- Instrumentos de pesar (WI) con mecanismo de palanca y una celda


de carga, o WI con receptores de carga que permiten sólo una
mínima excentricidad en la aplicación de la carga, o WI con una
celda de carga de un solo punto: 0 % de Máx

- Otros WI convencionales: 20 % de Máx

- Básculas para horquillas elevadoras y básculas de carril aéreo 50 % de Máx

- Máquinas de pesaje de multiplataforma:


combinación fija: 50 % de Máxtotal
de selección variable o combinada: 50 % de Máxpuente simple

F.2 Celdas de carga ensayadas por separado


Se pueden utilizar celdas de carga que han sido ensayadas de acuerdo con R 60, sin repetir
ensayos, si existe el respectivo Certificado OIML y se cumplen los requisitos de [Link],
[Link] y [Link]. Sólo se permite incluir en el en el enfoque modular, a las celdas de carga SH y
CH (no a celdas de carga NH).

168
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

F.2.1 Clases de precisión


Las clases de precisión incluyendo rangos de temperatura y la evaluación de la estabilidad en
relación con la humedad y deriva en el tiempo con carga aplicada (creep) de la(s) celda(s) de
carga(s) (LC), deben cumplir los requerimientos para el instrumento de pesar (WI).

Tabla 13. Clases de


precisión
Precisión Referencia
WI I II III IIII OIML R 76
LC A A*, B B*, C C, D OIML R 60
* si los rangos de temperatura son suficientes y la evaluación de estabilidad en relación con
la humedad y fluencia corresponden a los requisitos de la clase inferior.

correspondientes

F.2.2 Fracción del error máximo tolerado

Si en el Certificado OIML no se indica ningún valor para la celda de carga, entonces pLC = 0,7. La
fracción puede ser 0,3 ≤ pLC ≤ 0,8, de acuerdo con el apartado [Link].

F.2.3 Límites de temperatura


Si no se indica ningún rango de temperatura para la celda de carga en el Certificado OIML,
entonces: Tmín = – 10 °C y Tmáx = 40 °C. Se puede limitar el rango de temperatura, de acuerdo
con el apartado [Link].

F.2.4 Capacidad máxima de la celda de carga


La capacidad máxima de la celda de carga debe cumplir la condición:
Emáx  Q x Máx x R / N

F.2.5 Carga muerta mínima de la celda de carga

La carga mínima producida por el receptor de carga, debe ser igual o superior a la carga muerta
mínima de una celda de carga (existen muchas celdas de carga con Emín = 0):

Emín  DL x R / N

F.2.6 Número máximo de divisiones de la celda de carga


Para cada celda de carga, el número máximo de divisiones de celda de carga, nLC, (ver OIML R 60)
no debe ser inferior al número de divisiones de verificación, n, del instrumento:

169
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

nLC  n

En un instrumento multi rango o multi intervalo, ésto se aplica a cualquier rango de pesar
individual o parcial:
nLC  ni

En un instrumento multi intervalo, el retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta, DR


(ver OIML R 60), debe cumplir la condición:
DR x E / Emáx  0,5 x e1 x R / N ó DR / Emáx 0,5 x e1 x Máx

En dónde: E = Máx x R / N, es la carga parcial de la celda de carga cuando se carga el instrumento


de pesar con Máx.

Solución aceptable:
Cuando no se conoce DR, se debe cumplir la condición nLC ≥ Máx / e1.

Además, en un instrumento multi rango, donde la o las mismas celdas de carga se utilizan para
más de un rango, el retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta, DR, de la celda de
carga (ver OIML R 60) debe cumplir la condición:
DR x E / Emáx  e1 x R / N , ó DR / Emáx  e1 / Máx
Solución aceptable:
Cuando no se conoce DR, se debe cumplir la condición nLC ≥ 0,4 x Máxr / e1

F.2.7 División de verificación mínima de la celda de carga


La división de verificación mínima de la celda de carga, vmín (ver OIML R 60), no debe ser superior a
la división de verificación, e, multiplicada por el coeficiente de reducción, R, del dispositivo
transmisor de carga y dividido entre la raíz cuadrada del número, N, de celdas de carga, según sea
aplicable:

vmín  e x R / √ N

Nota: vmín se mide en unidades de masa. La fórmula se aplica tanto a celdas de carga analógicas
como digitales.

En un instrumento multi rango donde se utilizan la o las mismas celdas de carga para más de un
rango, o en un instrumento multi intervalo, e debe ser reemplazado por e1.

F.2.8 Resistencia de entrada de una celda de carga


La resistencia de entrada de una celda de carga, RLC, está limitada por el indicador:
RLC / N debe encontrarse dentro del rango para el indicador RLmín a RLmáx.

F.3 Indicadores y dispositivos de procesamientos de datos analógicos ensayados por separado


Se pueden utilizar sin repetir ensayos, indicadores y dispositivos de procesamiento de datos
analógicos que hayan sido ensayados por separado de acuerdo con el Anexo C, si existe el
respectivo Certificado OIML y se cumplen los requisitos de los apartados [Link], [Link] y
170
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

[Link].

F.3.1 Clase de precisión


Las clases de precisión incluyendo rangos de temperatura y la evaluación de la estabilidad en
relación con la humedad, deben cumplir los requisitos para los instrumentos de pesar (WI).

Tabla 14. Clases de precisión correspondientes


Precisión Referencia
WI I II III IIII OIML R 76
IND I I*, II II*, III III, IIII OIML R 76
* si los rangos de temperatura son suficientes y la evaluación de la estabilidad en relación con la
humedad corresponden a los requisitos de la clase inferior.

F.3.2 Fracción del error máximo tolerado


Si no se indica ningún valor para el indicador en el Certificado OIML, entonces pind = 0,5. La fracción
puede estar en el rango 0,3 ≤ pind ≤ 0,8 de acuerdo con el apartado [Link].

F.3.3 Límites de temperatura


Si no se indica ningún valor para la celda de carga en el Certificado OIML, TMín = – 10 °C y TMáx = 40
°C. Se puede limitar el rango de temperatura de acuerdo con el apartado [Link].

F.3.4 Número máximo de divisiones de intervalos de escala de verificación


Para cada indicador, el número máximo de divisiones de verificación, nind, no debe ser inferior al
número de divisiones de verificación, n, del instrumento de pesar:

nind  n

En un instrumento multi rango o multi intervalo, esto se aplica a cualquier rango de pesar
individual o parcial:
nind  ni

En caso de aplicaciones multi intervalo y multi rango, se deben incluir estas funciones en el
indicador certificado.

F.3.5 Datos eléctricos con respecto al instrumento de pesar

Uexc (V)

Tensión de excitación de la
celda de carga Tensión mínima de entrada para el indicador (desde celda/s-
caja de unión)
Umín (mV)
Tensión mínima de entrada por división de verificación para eL
Indicador
∆umín (µV) La señal por intervalo de escala de verificación, ∆u, se calcula
171
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

de la siguiente manera:

Para instrumentos de pesar multi rango o multi intervalo WIs, e


= e1

UMRmín (mV) Tensión mínima del rango de medición del indicador

UMRmáx (mV) Tensión mínima del rango de medición del indicador

RLmín (Ω) Impedancia mínima de la celda de carga

RLmáx (Ω) Impedancia máxima de la celda de carga

Nota: RLmín y RLmáx son los límites del rango de impedancia permitido por el indicador electrónico
para la impedancia(s) de entrada reales de la celda de carga.

F.3.5.1 Cable de conexión


El cable adicional entre el indicador y la celda de carga o la caja de distribución de celdas de carga
respectivamente (sólo se permite con indicadores que utilizan el sistema de seis hilos, es decir en
sistemas con sensado) debe especificarse en el Certificado OIML del indicador.

El procedimiento más simple es especificar, en el Certificado del indicador, un valor de la relación


entre la longitud del cable y la sección transversal de un hilo del cable (m/mm2) para un material
dado (cobre, aluminio, etc.).

En otros casos, se debe calcular la resistencia óhmica máxima (Ω) por hilo individual, a partir de la
longitud (m), la sección transversal de un hilo del cable (mm2) y los datos sobre el material del
conductor (resistividad del material).

Nota: En el caso de un cable con diferentes secciones transversales del hilo, la conexión del hilo
sensor es de interés. Al utilizar barreras contra rayos o barreras para aplicaciones a prueba de
explosiones, se debe verificar la tensión de excitación en las celdas de carga con el fin de probar
que se cumplen las condiciones para la tensión de entrada mínima por división de verificación del
indicador.

F.4 Verificaciones de compatibilidad de módulos con salida analógica


Se incluyen en el siguiente formulario, las magnitudes y características relevantes ya identificadas
y que conjuntamente establecen la compatibilidad. Si se cumplen todas las condiciones, se
cumplen los requisitos de compatibilidad de R 76. Las Tablas en las cuales se pueden introducir
datos, permiten tomar decisiones de manera simple, con respecto a si se cumplen o no las
condiciones.

El fabricante del instrumento de pesar puede verificar y demostrar esta compatibilidad

172
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

completando el formulario que aparece en la página siguiente. El apartado F.6 proporciona


ejemplos típicos de formularios que fueron completados, en ocasión de la verificación de
compatibilidad.

Formulario: Verificación de compatibilidad

(1) Clase de precisión de la celda de carga (LC), el indicador (IND) y el instrumento de pesar (WI)

LC & IND igual o mejor 173 WI Cumple No cumple


& igual o mejor
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(2) Límites de temperatura del instrumento de pesar (WI) en comparación con los límites de
temperatura de la celda de carga (LC) y el indicador (IND) en °C
LC IND WI Cumple No cumple
Tmín & 
Tmáx & 

(3) Suma de los cuadrados de las fracciones pi de los errores máximos permitidos de los
elementos de conexión, el indicador y las celdas de carga
2 2 2
pcon + pind + pLC 1 Cumple No cumple
+ + 1

(4) Número máximo de divisiones de verificación del indicador y número de divisiones del
instrumento de pesar
nind  n  Máx / ei Cumple No cumple
Instrumento de pesar de un

solo rango
Multi intervalo i=1 
o multi rango
i=2 
WI
i=3 

(5) La capacidad máxima de las celdas de carga debe ser compatible con Máx del instrumento de
pesar
Factor Q: Q = (Máx + DL + IZSR + NUD + T + ) / Máx = ….
Q x Max x R / N  Emax Cumple No cumple


(6a) Número máximo de divisiones de verificación de la celda de carga y número de divisiones del
instrumento de pesar

nLC  ni = Máx i / ei Cumple No cumple


Instrumento de pesar de un

solo rango
Multi intervalo i=1 
o multi rango
i=2 
WI
i=3 

(6b) Retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1 , de un instrumento de pesar multi intervalo

nLC o Z = Emax / (2 x DR)  Maxr / e1 Cumple No cumple




174
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(6c) Retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1, de un instrumento de pesar multi rango

nLC o Z = Emax / (2 x DR)  0,4 x Maxr / e1 Cumple No cumple




(6d) Carga muerta real del receptor de carga en relación con la carga muerta mínima de las celdas
de carga en kg

DL x R / N  Emín Cumple No cumple




(7) La división de verificación del instrumento de pesar y la división de verificación mínima de la


celda de carga (en kg) deben ser compatibles.

exR/ N  vmín= Emáx / Y Cumple No cumple




(8) Tensión de alimentación mínima para el indicador electrónico y tensión de entrada mínima
por división de verificación y salida nominal de las celdas de carga

Tensión de alimentación mínima para el indicador electrónico (WI sin carga)

U = C x U exc x R x DL /(Emáx x N )  mín Cumple No cumple




Tensión de entrada mínima por división de verificación

∆u = C x Uexc x R x e /( Emáx x N )  ∆umín Cumple No cumple




 Rango de impedancia permitido del indicador electrónico e impedancia real de la celda de
carga en Ω
No
RLmín  RLC / N  RLmáx Cumple
cumple
 

   


(10) Longitud de cable de extensión entre la celda(s) de carga e indicador por sección transversal
de cada hilo de este cable en m/mm2

(L / A)  (L / A) máx Cumple No cumple




F.5 Verificaciones de compatibilidad de módulos con salida digital


175
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Para módulos de pesaje y otros módulos o dispositivos digitales (ver la Figura 1), no son necesarias
verificaciones especiales de compatibilidad; es suficiente realizar el ensayo del funcionamiento
correcto de un instrumento completo. Si no hay una transmisión correcta de datos entre los
módulos (y probablemente entre otros componentes/dispositivos), el instrumento no funcionará
en absoluto o algunas funciones fallarán, por ejemplo la operación de puesta a cero o la tara.

En el caso de celdas de carga digitales, se aplica la misma verificación de compatibilidad que en


F.4, con excepción de las condiciones (8), (9) y (10) del formulario.

F.6 Ejemplos de verificaciones de compatibilidad de módulos con salida analógica

F.6.1 Báscula de vehículos de carretera con un solo rango de medición (Ejemplo No. 1)

Instrumento de pesar:

clase de precisión III

capacidad máxima Máx = 60 t

división de verificación e = 20 kg

número de celdas de carga N=4

sin mecanismo de palanca R=1

carga muerta del receptor de carga DL = 12 t

rango de puesta a cero inicial IZSR = 10 t

corrección por carga no distribuida uniformemente NUD = 30 t


+
tara aditiva T =0

rango de temperatura - 10 °C a + 40 °C

longitud de cable L = 100 m


2
sección transversal de un hilo A = 0,75 mm

Indicador:

clase de precisión III

número máximo de divisiones de verificación nind = 3 000

tensión de excitación de celda de carga Uexc = 12 V

tensión de entrada mínima Umín = 1 mV

tensión de entrada mínima por división de verificación ∆Umin = 1 µV

impedancia mínima/máxima de la celda de carga 30 Ω a 1 000 Ω

rango de temperatura - 10 °C a + 40 °C

176
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

fracción del emt pind = 0,5

cable de conexión 6 hilos


2
valor máx. de longitud de cable por sección transversal de hilo (L/A)máx = 150 m/mm

Celda(s) de carga:

clase de precisión C

capacidad máxima EMáx = 30 t

carga muerta mínima EMín = 2 t


1
salida nominal C = 2 mV/V

número máx. de divisiones de verificación nLC = 3 000

relación Emáx / vmín Y = 6 000

relación Emáx / (2 x DR) Z = 3 000

resistencia de entrada de una celda de carga


RLC = 350 Ω
rango de temperatura
– 10 °C to + 40 °C
fracción de emt pLC = 0,7

Elementos de conexión:

fracción de emt pcon = 0,5

1
Cambio de señal de salida de la celda de carga relacionado con la tensión de entrada, después de la carga
con Emáx, normalmente en mV/V.

Nota: Para un cálculo más moderado, se utilizan los siguientes valores relativos de R 60:
Y = Emáx/ vmín
Z = Emáx / (2 x DR)

Verificación de compatibilidad (Ejemplo No. 1)


(1) Clase de precisión de la celda de carga (LC), el indicador (IND) y el instrumento de pesar (WI)

LC & IND igual o mejor WI Cumple No cumple


C & III igual o mejor III

177
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(2) Límites de temperatura del instrumento de pesar (WI) en comparación con los límites de
temperatura de la celda de carga (LC) y el indicador (IND) en ºC

LC IND WI Cumple No cumple


Tmín -10 ºC & -10 ºC ≤ -10 ºC
Tmáx 40 ºC & 40 ºC ≥ 40 ºC

(3) Suma de los cuadrados de las fracciones p i de los errores máximos tolerados de los elementos
de conexión, el indicador y las celdas de carga
2 2 2
pcon + pind + pLC ≤1 Cumple No cumple
0.25 + 0,25 + 0,49 ≤1

(4) Número máximo de divisiones de verificación del indicador y número de divisiones del
instrumento de pesar

nind ≥ ni = Max i / ei Cumple No cumple


Instrumento de pesar de un solo rango 3 000 ≥ 3 000
Instrumento de pesar multi i=1 - ≥ -
intervalo o multi rango
i=2 - ≥ -
WI
i=3 - ≥ -

(5) La capacidad máxima de las celdas de carga debe ser compatible con Máx del instrumento de
pesar
Factor Q:Q = (Máx + DL + IZSR + NUD + T ) / Máx = 1.867

Q x Máx x R / N ≤ Emáx Cumple No cumple

28 000 kg ≤ 30 000 kg

(6a) Número máximo de divisiones de verificación de la celda de carga y número de divisiones del
instrumento de pesar

nLC ≥ ni = Max i / ei Cumple No cumple

Instrumento de pesar de un solo rango 3 0000 ≥ 3 000


De intervalo múltiple o i=1 - ≥ -
multi rango
i=2 - ≥ -
i=3 - ≥ -

(6b) Retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1, de un instrumento de pesar multi intervalo

nLC o Z = Emáx /(2 xDR) Cumple No cumple


≥ Máx r / e1
- ≥ -

178
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(6c) Retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1, de un instrumento de pesar multi rango WI

nLC o Z = Emáx / (2 x DR) ≥ 0,4 x Máx r / e1 Cumple No cumple

- ≥ -

(6d) Carga muerta real del receptor de carga en relación con la carga muerta mínima de las celdas
de carga en kg

DL x R / N ≥ Emín Cumple No cumple


3 000 kg ≥ 2 000 kg

(7) La división de verificación del instrumento de pesar y la división de escala mínimo de la celda
de carga (en kg) deben ser compatibles.

e x R / √N ≥ vmín = Emáx / Y Cumple No cumple


10,00 kg ≥ 5,00 kg

(8) Tensión de alimentación mínima para el indicador electrónico y tensión de entrada mínima
por división de verificación y salida nominal de las celdas de carga

Tensión de alimentación mínima U = C x U exc x R x DL/(Emáx x N ) ≥ mín Cumple No cumple


Para el indicador electrónico
(WI sin carga) 2.40 m V ≥ 1 mV

∆u = C x Uexc x R x e /( Emáx x N ) ≥ ∆U min Cumple No cumple


Tensión de entrada mínima por
por división de verificación 4,00 V ≥ 1.0V

(9) Rango de impedancia permitido del indicador electrónico e impedancia real de la celda de
carga en Ω

RLmín ≤ RLC / N ≤ RLmáx Cumple No cumple


30 ≤ 87,5 ≤ 1 000  

(10) Longitud de cable de extensión entre la celda(s) de carga e indicador por sección transversal
de cada hilo de este cable en m/mm2

(L / A) ≤ (L / A) máx Cumple No cumple


133,3 ≤ 150

F.6.2 Balanza industrial con tres rangos de medición (Ejemplo No. 2)

179
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

Instrumento de pesar
clase de precisión III
capacidad máxima Máx = 5 000 kg
Máx2 = 2 000 kg
Máx1 = 1 000 kg
división de verificación e3 = 2 kg
e2 = 1 kg
e1 = 0.5 kg
número de celdas de carga N=4
sin mecanismo de palanca R=1
carga muerta del receptor de carga DL= 250 kg
rango de puesta a cero inicial IZSR = 500 kg
corrección por carga no distribuida uniformemente NUD = 1 000 kg
tara aditiva T+ = 0
rango de temperatura – 10 °C a + 40 °C
longitud de cable L = 20 m
sección transversal de un hilo del cable A = 0.75 mm2

Indicador:
clase de precisión III
número máx. de divisiones de verificación nind = 3 000
tensión de excitación de celda de carga Uexc = 10 V
tensión de entrada mínima Umín = 0,5 mV
tensión de entrada mínima por división de verificación ∆ Umin = 1 µV
impedancia mínima/máxima de la celda de carga 30 Ω a 1 000 Ω
rango de temperatura – 10 °C a + 40 °C
fracción del emt pind = 0,5
cable de conexión 6 hilos
valor máx. de longitud de cable por sección transversal de hilo (L/A)máx = 150 m/mm2

Celda(s) de carga:
clase de precisión C
180
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

capacidad máxima E máx = 2 000 kg


carga muerta mínima Emín = 0 t
salida nominal2 C = 2 mV/V
número máx. de divisiones de verificación nLC = 3 000
intervalo mínimo de escala de verificación vmín= 0,2 kg
relación E máx / (2 x DR) Z = 5 000
resistencia de entrada de una celda de carga RLC = 350 Ω
rango de temperatura - 10 °C a + 40 °C
fracción de emt pLC = 0,7

Elementos de conexión:
fracción de emt pcon = 0,5
2
Cambio de señal de salida de la celda de carga relacionado con la tensión de entrada, después de la carga
con Emáx, normalmente en mV/V.
Nota: Para un cálculo más moderado, se utilizan los siguientes valores relativos de R 60:
Y = Emáx / vmín
Z = Emáx / (2 x DR)

Verificación de compatibilidad (Ejemplo No. 2)

(1) Clase de precisión de la celda de carga (LC), el indicador (IND) y el instrumento de pesar (WI)

LC & IND igual o mejor WI Cumple No cumple


C & III igual o mejor III

(2) Límites de temperatura del instrumento de pesar (WI) en comparación con los límites de
temperatura de la celda de carga (LC) y el indicador (IND) en ºC

LC IND WI Cumple No cumple


Tmin -10 ºC & -10 ºC ≤ -10 ºC
Tmax 40 ºC & 40 ºC ≥ 40 ºC

(3) Suma de los cuadrados de las fracciones p i de los errores máximos tolerados de los elementos
de conexión, el indicador y las celdas de carga
2 2 2
Pcon + Pind + PLC ≤1 Cumple No cumple
0.25 + 0.25 + 0.49 ≤1

181
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(4) Número máximo de divisiones de verificación del indicador y número de divisiones de escala
del instrumento de pesar

nind ≥ ni = Máx i / ei Cumple No cumple


Instrumento de pesar de un solo - ≥ -
rango
Instrumento de pesar i=1 3 000 ≥ 2 000
multi intervalo o multi i=2 3 000 ≥ 2 000
rango
i=3 3 000 ≥ 2 500

(5) La capacidad máxima de las celdas de carga debe ser compatible con Máx del instrumento de
pesar
Factor Q: Q= (Máx + DL +IZSR + NUD + T) / Máx = 1.35

Q x Máx x R / N ≤ Emax Cumple No cumple


1 687,5 kg ≤ 2 000 kg

(6a) Número máximo de divisiones de verificación de la celda de carga y número de divisiones del
instrumento de pesar
nLC ≥ ni = Max i / ei cumple no cumple
Instrumento de pesar de un solo rango - ≥ -
Instrumento de pesar multi i=1 3 0000 ≥ 2 000
intervalo o i=2 3 0000 ≥ 2 000
multi rango
i=3 3 0000 ≥ 2 500

(6b) Retorno mínimo de la señal de salida de la carga muerta de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1 , de un instrumento de pesar multi intervalo

nLC o Z = Emax / (2 x DR) ≥ Max r / e1 Cumple No cumple

- ≥ -

(6c) Retorno de la señal de salida de la carga muerta mínima de la celda de carga y división de
verificación más pequeña, e1, de un instrumento de pesar multi rango

nLC o Z = E máx / (2 x DR) ≥ 0,4 x Max r / e1 Cumple No cumple


5 000 ≥ 4 000

(6d) Carga muerta real del receptor de carga en relación con la carga muerta mínima de las celdas
de carga en kg

DL x R / N ≥ Emin Cumple No cumple


62,5 kg ≥ 182 0 kg
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

(7) La división de verificación del instrumento de pesar y la división de verificación mínima de la


celda de carga (en kg) deben ser compatibles.

e x R / √N ≥ Vmin = Emáx / Y Cumple No cumple


0,25 kg ≥ 0,2 kg
(8) Tensión de alimentación mínima para el indicador electrónico y tensión de entrada mínima por
división de verificación y salida nominal de las celdas de carga

Tensión de alimentación U = C x U exc x R x ≥ U mín cumple no cumple


mínima para el indicador DL /(Emáx x N )
electrónico (WI sin carga) 0,625 mV ≥ 0,5 mV

Tensión de entrada mínima cumple no cumple


por división de verificación ∆u = C x Uexc x R x e ≥ ∆umín
/( Emáx x N )
1,25 V ≥ 1 V

(9) Rango de impedancia permitido del indicador electrónico e impedancia real de la celda de
carga en Ω

RLmín ≤ RLC / N ≤ RLmax cumple no cumple


 

30 ≤ 87,5 ≤ 1 000  

(10) Longitud de cable de extensión entre la celda(s) de carga e indicador por sección transversal
del hilo de este cable en m/mm2

(L / A) ≤ (L / A) máx cumple no cumple

26,67 ≤ 150,0

ANEXO G
(Mandatorio para dispositivos digitales e instrumentos controlados por software)

Evaluación y ensayos adicionales para dispositivos e instrumentos digitales controlados por


software

Nota: OIML TC 5/SC 2 está desarrollando más procedimientos de ensayo y evaluación para
dispositivos e instrumentos de medición controlados por software.

G.1 Dispositivos e instrumentos con software embebido (5.5.1)


Verificar que los documentos descriptivos, estén de acuerdo con [Link] y verificar si el fabricante
ha descripto o declarado que el software está embebido, es decir, que se utiliza en un entorno de
183
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

hardware y software fijo, y no puede ser modificado o cargado a través de ninguna interfaz o por
otros medios, luego de haber sido protegido o sellado.

Verificar si se describen los medios de protección y si éstos brindan evidencia en el caso de haber
sido intervenidos.

Verificar si hay una identificación del software que esté claramente asignada al software
legalmente relevante, y si las funciones legalmente relevantes se efectúan tal como lo descripto en
la documentación presentada por el fabricante.

Verificar que el instrumento proporcione de manera simple, la identificación del software.

G.2 Computadoras personales y otros dispositivos con software programable o cargable (5.5.2)

G.2.1 Documentación del software


Verificar que el fabricante haya proporcionado la documentación del software según [Link] (d), y
que ésta contenga toda la información relevante, para examinar el software legalmente relevante.

G.2.2 Protección del software

G.2.2.1 Software con cubierta cerrada (closed shell)


(el acceso al sistema operativo y/o programas no es posible para el usuario):

 Verificar si el aplicante, suministra un listado que contenga el conjunto completo de


comandos (por ejemplo, teclas de función o comandos mediante interfaces externas) y si
está acompañado de breves descripciones.

 Verificar si el fabricante ha presentado una declaración escrita, de la completud del


conjunto de comandos.

G.2.2.2 Sistema operativo y/o programa(s) accesibles para el usuario:

 Verificar si se genera una suma de comprobación (checksum), o una firma equivalente, en


el código de máquina del software legalmente relevante (módulo(s) de programa sujeto(s)
a control legal y parámetros específicos de Modelo).
 Verificar que no se pueda iniciar el software legalmente relevante, si se falsifica el código
utilizando un editor de texto.

G.2.2.3 Además de los casos de G.2.2.1 o G.2.2.2:

 Verificar si todos los parámetros específicos de un dispositivo, están lo suficientemente


protegidos, por ejemplo, mediante una suma de comprobación (checksum).

 Verificar si hay una pista de auditoría, para la protección de los parámetros específicos de
un dispositivo, y si también el aplicante provee una descripción de la pista de auditoría.

184
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

 Realizar algunas comprobaciones aleatorias prácticas, para comprobar si las protecciones


documentadas y las funciones operan según lo descripto.

G.2.3 Interfaz o interfaces de software

 Verificar si los módulos de programa, del software legalmente relevante, están definidos y
separados de los módulos del software asociado, por una interfaz de software protectora
definida.

 Verificar si la misma interfaz de software protectora, es parte del software legalmente


relevante.

 Verificar si se definen y describen las funciones del software legalmente relevante, que se
pueden ejecutar a través la interfaz de software protectora.

 Verificar si se definen y describen los parámetros que se pueden intercambiar a través de


la interfaz de software protectora.

 Verificar si la descripción de las funciones y los parámetros es concluyente y completa.

 Verificar que cada función y cada parámetro documentado, no contradigan los requisitos
de esta Recomendación.

 Verificar si existen instrucciones apropiadas para el programador de aplicaciones (por


ejemplo, en la documentación del software) con respecto a la calidad protectora de la
interfaz de software.

G.2.4 Identificación del software

 Verificar si hay una identificación apropiada del software, que se genera para el o los
módulo(s) del software legalmente relevante y para los parámetros específicos de modelo,
mientras el instrumento está funcionando.

 Verificar si la identificación del software se inicia y se muestra después de un comando


manual, y si se la puede comparar con la identificación de referencia, declarada en la
Aprobación de Modelo.

 Verificar si todos los módulos relevantes de programa y si todos los parámetros


específicos de modelo del software legalmente relevante, se incluyen en la identificación
del software.

 Verificar también mediante algunas comprobaciones aleatorias prácticas, si se generan las


sumas de comprobación (u otras firmas) y funcionan según lo documentando.

 Verificar si existe una pista de auditoría eficaz.

185
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

G.3 Dispositivos de almacenamiento de datos (5.5.3)


Revisar la documentación presentada y verificar si el fabricante ha previsto un dispositivo – ya sea
que esté incorporado en el instrumento o conectado externamente – que esté destinado para el
almacenamiento a largo plazo de datos legalmente relevantes. Si es así:

G.3.1 Verificar si el software utilizado para el almacenamiento de datos está instalado en un


dispositivo con software embebido (G.1) o con software programable/cargable (G.2).
Luego de verificarlo, aplicar G.1 o G.2 según corresponda, para examinar el software utilizado
para el almacenamiento de datos.

G.3.2 Verificar si los datos se almacenan y recuperan correctamente.

Verificar si el fabricante describe la capacidad de almacenamiento y las medidas para prevenir la


pérdida inadmisible de datos, y si éstas son suficientes.

G.3.3 Verificar si los datos almacenados contienen toda la información relevante necesaria,
para reconstruir una operación de pesaje ya realizada:
la información relevante es:
- valores brutos o netos y valores de tara (conjuntamente con una distinción de tara y tara
predeterminada, si es aplicable),
- los signos decimales,
- las unidades (por ejemplo, kg puede ser codificado),
- la identificación del conjunto de datos,
- el número de identificación del instrumento o receptor de carga si varios instrumentos o
receptores de carga están conectados al dispositivo de almacenamiento de datos, y
- una suma de comprobación u otra firma del conjunto de datos almacenados.

G.3.4 Verificar si los datos almacenados, están adecuadamente protegidos contra cambios
accidentales o intencionales.

Verificar si los datos están protegidos, al menos con una comprobación de paridad, durante la
transmisión al dispositivo de almacenamiento.

Verificar si los datos están protegidos, al menos con una comprobación de paridad, en el caso de
un dispositivo de almacenamiento con software embebido (ver el apartado 5.5.1).

Verificar si los datos están protegidos, mediante una suma de comprobación o firma adecuada
(por lo menos 2 bytes, por ejemplo, una suma de comprobación CRC-16 con función polinómica
oculta) en el caso de un dispositivo de almacenamiento con software programable o cargable (ver
el apartado 5.5.2).

G.3.5 Verificar si:

- los datos almacenados pueden ser identificados y visualizados, y

- el o los números de identificación son almacenados para su posterior uso y registrados en


el medio de transacción oficial, (por ejemplo, en una salida impresa).
186
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

G.3.6 Verificar si los datos utilizados para una transacción, se almacenan automáticamente, es
decir, el almacenamiento no depende de la decisión del operador.

G.3.7 Verificar si los conjuntos de datos almacenados, que se deben verificar mediante su
identificación, se visualizan o imprimen en un dispositivo sujeto a control legal.

G.4 Formato del informe de ensayo


El Informe de Ensayo debe contener toda la información relevante sobre la configuración del
hardware y software de la PC ensayada y los resultados de ensayo.

BIBLIOGRAFÍA

Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


[1] Vocabulario Internacional de términos básicos y Vocabulario, elaborado por un grupo de trabajo
generales de Metrología (VIM) (1993) conjunto compuesto de expertos designados por
BIPM, IEC, IFCC, ISO, IUPAC, IUPAP y OIML.

187
OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________

[2] Vocabulario Internacional de Términos de Metrología Vocabulario que incluye sólo los conceptos utilizados
Legal, BIML, París (2000) en el campo de la metrología legal. Estos conceptos
se relacionan con las actividades del servicio de
metrología legal, con los documentos relevantes, así
como otros problemas asociados con esta actividad.
En este Vocabulario también se incluyen ciertos
conceptos de naturaleza general que han sido
tomados del VIM.
[3] OIML B 3 (2003) Proporciona reglas para emitir, registrar y utilizar
Sistema de Certificados OIML para Instrumentos de Certificados de Conformidad OIML.
Medición (antes OIML P 1)
[4] OIML D 11 (2004) Contiene requisitos generales para los instrumentos
Requisitos generales para los instrumentos de de medición electrónicos.
medición electrónicos
[5] IEC 60068-1 (1988-6), Apéndice B Enumera una serie de ensayos ambientales, así como
(incluyendo Modificación 1, 1992-4) Ensayos los grados de severidad con los que se deben realizar,
ambientales. Parte 1: y establece diferentes condiciones atmosféricas para
Generalidades y guía medir la aptitud de las muestras para funcionar en
condiciones normales de transporte,
almacenamiento y uso operativo.
[6] IEC 60068-2-1 (1990-05) con Se refiere a ensayos en frío en muestras que disipan
Modificaciones 1 (1993-02) y 2 (1994-06) calor y en muestras que no disipan calor.
Ensayos ambientales, Parte 2: Ensayos, Ensayo A: En
frío
[7] IEC 60068-2-2 (1974-01) con Contiene ensayo Ba: calor seco para muestras no
Modificaciones 1 (1993-02) y 2 (1994- 05) Ensayos disipadoras de calor con cambio brusco de
ambientales, Parte 2: Ensayos, Ensayo B: Calor seco temperatura;
ensayo Bb: calor seco para muestras no disipadoras
de calor con cambio gradual de temperatura;
ensayos Bc: calor seco para muestras disipadoras de
calor con cambio brusco de temperatura;
ensayo Bd: calor seco para muestras disipadoras de
calor con cambio gradual de temperatura.
La reedición de 1987 incluye IEC Nro. 62-2-2A

Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


IEC 60068-2-78 (2001-08) Ensayos Proporciona un método de ensayo para determinar la
ambientales, Parte 2-78: aptitud de los productos electrotécnicos,
[8]
Ensayos - Ensayo Cab: Calor húmedo, estado estable componentes o equipos para ser transportados,
(IEC 60068-2-78 sustituye a las siguientes normas almacenados y utilizados en condiciones de humedad

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OIML R 76-1: 2006 (E)

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retiradas: elevada. El ensayo está destinado principalmente a
IEC 60068-2-3, ensayo Ca y IEC 60068-2- permitir la observación en la muestra, de los efectos
56, ensayo Cb) de una humedad elevada a temperatura constante sin
condensación y durante un período establecido.
Este ensayo se realiza para diferentes grados de
severidad en relación a: temperaturas altas, humedad
elevada y diferentes duraciones del mismo ensayo. Se
puede aplicar a muestras disipadoras y no disipadoras
de calor.
Este ensayo se aplica tanto a equipos o componentes
pequeños, así como a equipos grandes que tienen
interconexiones complejas con periféricos situados en
el exterior de la cámara, y que requieren un tiempo de
puesta en servicio que impide recurrir a un
precalentamiento y al mantenimiento de las
condiciones especificadas durante el período de
instalación.

IEC 60068-3-1 (1974-01) + Suplemento A Proporciona información básica para los Ensayos A: En
(1978-01): Ensayos ambientales, Parte 3: Información frío (IEC 68-2-1), y Ensayos B: Calor seco (IEC 68-2-2).
básica, Sección 1: Ensayos de frío y calor seco. Incluye apéndices sobre el efecto de:
- el tamaño de la cámara en la temperatura de
superficie de una muestra, cuando no se utiliza
ventilación forzada;
- el flujo de aire en las condiciones de la cámara;
- las temperaturas de superficie de muestras de
[9]
ensayo;
- las dimensiones y material de la terminación del hilo
en la temperatura de la superficie de un componente;
Incluye también: mediciones de temperatura,
velocidad del aire y coeficiente de emisión.
El Suplemento A proporciona información adicional
para casos en los que no se logra la estabilidad de la
temperatura durante el ensayo.
IEC 60068-3-4 (2001-08) Proporciona la información necesaria para ayudar a
Ensayos ambientales. Parte 3-4: Documentación de elaborar las especificaciones relevantes, tales como
soporte y guía normas para componentes o equipos, con el fin de
Ensayos de calor húmedo seleccionar los ensayos y severidades de ensayo
apropiadas para productos específicos y, en algunos
casos, para aplicaciones específicas. El objetivo de los
ensayos de calor húmedo, es determinar la capacidad
[10] de los productos para soportar los esfuerzos que se
producen en un ambiente de humedad relativa
elevada, con o sin condensación, y especialmente en
lo que se refiere a variaciones de las características
eléctricas y mecánicas. También se pueden utilizar los
ensayos de calor húmedo, para verificar la resistencia
de una muestra a algunas formas de ataque de
corrosión.

Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


IEC 61000-4-1 (2000-04) Proporciona ayuda a los usuarios y fabricantes de
Publicación básica de EMC equipos eléctricos y electrónicos, con respecto a la
[11]
Compatibilidad electromagnética (EMC) Parte 4: aplicación de las normas de EMC de la serie IEC
Técnicas de ensayo y medición Sección 1: Visión de 61000- 4 sobre técnicas de ensayo y medición.

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OIML R 76-1: 2006 (E)

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conjunto de la serie IEC 61000-4 Da recomendaciones generales con respecto a la
selección de los ensayos relevantes.

IEC 61000-4-2 (1995-01) con Modificación Proporciona información básica para los Ensayos A: En
1 (1998-01) Se relaciona con los requisitos y métodos de ensayo
Publicación básica de EMC referentes a la inmunidad de equipos eléctricos y
Compatibilidad electromagnética (EMC) Parte 4: electrónicos, sometidos a descargas de electricidad
Técnicas de ensayo y medición Sección 2: Ensayo de estática, producidas directamente por los operadores
inmunidad a y por objetos adyacentes.
descargas electrostáticas. Adicionalmente, define la gama de niveles de ensayo
Edición Consolidada: que corresponden a las diferentes condiciones
IEC 61000-4-2 (2001-04) Ed. 1.2 ambientales y de instalación, y establece los
[12] Esta publicación se basa en IEC 60801-2 (segunda procedimientos de ensayo.
edición: 1991) Esta norma tiene por objeto establecer una base
común y reproducible, para evaluar el desempeño de
equipos eléctricos y electrónicos, cuando son
sometidos a descargas electrostáticas. Además,
incluye las descargas electrostáticas, que pueden ser
producidas por los operadores y por objetos situados
cerca del equipo principal.

IEC 60068-3-4 (2001-08) Se aplica a la inmunidad de los equipos eléctricos y


Ensayos ambientales. Parte 3-4: Documentación de electrónicos, a la energía electromagnética radiada.
soporte y guía Establece los niveles de ensayo y los procedimientos
Ensayos de calor húmedo de ensayo necesarios. Establece una referencia
[13] común, para evaluar el desempeño de equipos
eléctricos y electrónicos sometidos a campos
electromagnéticos de radiofrecuencia.

Ref. Normas y documentos de referencia Descripción

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OIML R 76-1: 2006 (E)

________________________________________________________________________________
IEC 61000-4-4 (2004-07) Establece una referencia común y reproducible, para
Compatibilidad electromagnética (EMC) Parte 4-4: evaluar la inmunidad de los equipos eléctricos y
Técnicas de ensayo y medición electrónicos, cuando son sometidos a transitorios
Ensayos de inmunidad a los transitorios eléctricos eléctricos repentinos en ráfagas, en los puertos de
repentinos en ráfagas (Bursts) alimentación, señal, control y tierra. El método de
ensayo documentado en esta parte de IEC 61000-4
describe un método consistente, para evaluar la
inmunidad de un equipo o sistema, en relación con un
fenómeno definido.
La norma define:
- la forma de onda de tensión del ensayo;
[14] - el rango de niveles de ensayo;
- el equipo de ensayo;
- los procedimientos de verificación del equipo de
ensayo;
- la preparación del ensayo; y
- el procedimiento de ensayo.
La norma proporciona especificaciones para los
ensayos realizados en laboratorio y los ensayos que se
realizan luego de instalado el equipo.

IEC 61000-4-5 (2001-04) Edición Se relaciona con los requisitos de inmunidad, los
consolidada, edición 1.1 (Incluyendo Modificación 1 y métodos de ensayo y el rango de niveles de ensayo
Corrección 1) Compatibilidad electromagnética (EMC) recomendados, para los equipos en relación con
Parte 4-5: Técnicas de ensayo y medición ondas de choque unidireccionales producidas por
Ensayo de inmunidad a las ondas de choque sobretensiones, debidas a transitorios de rayos y de
conmutaciones de interruptores. Define varios niveles
de ensayo, que se relacionan con diferentes
condiciones de entorno e instalación. Estos requisitos
[15] son desarrollados para los equipos eléctricos y
electrónicos y se aplican a éstos. Establece una
referencia común para evaluar la inmunidad de
equipos cuando son sometidos a perturbaciones de
niveles altos de energía en las líneas de alimentación e
interconexión.

191
OIML R 76-1: 2006 (E)

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Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


IEC 61000-4-6 (2003-05) con Se relaciona con los requisitos de inmunidad a las
Modificación 1 (2004-10) perturbaciones conducidas, que deben cumplir los
Compatibilidad electromagnética (CEM) Parte 4: equipos eléctricos y electrónicos. Estas perturbaciones
Técnicas de ensayo y medición Sección 6: Inmunidad a son electromagnéticas y son producidas por
las perturbaciones conducidas, inducidas transmisores de radiofrecuencia (RF) que funcionan
por campos de radiofrecuencia en el rango de frecuencia de 9 kHz--80 MHz. Se
excluyen los equipos que no tienen al menos un cable
conductor (por ejemplo, cable de alimentación, línea
de transmisión de señal o conexión de puesta a
tierra), que pueda conectar los equipos con los
[16] campos de RF que generan las perturbaciones. Esta
norma no tiene por objeto especificar los ensayos que
deben aplicarse a aparatos o sistemas particulares. Su
principal objetivo es dar una referencia básica general,
a todas las comisiones de productos involucrados de
IEC. Las comisiones de productos (o usuarios y
fabricantes de equipos) siguen siendo responsables de
la selección apropiada del ensayo y nivel de severidad,
que deben aplicarse a sus equipos.

IEC 61000-4-11 (2004-03) Define los métodos de ensayo de inmunidad y la gama


Compatibilidad electromagnética (EMC) Parte 4-11: de niveles de ensayo preferibles, para los equipos
Técnicas de ensayo y medición. Ensayos de inmunidad eléctricos y electrónicos, conectados a redes de
a caídas de tensión, interrupciones breves y alimentación de baja tensión para caídas de tensión,
variaciones de tensión interrupciones breves y variaciones de tensión. Esta
norma se aplica a equipos eléctricos y electrónicos,
cuya corriente de entrada nominal no es superior a 16
A por fase, y destinados a ser conectados a redes de
CA de 50 Hz o 60 Hz. No se aplica a equipos eléctricos
y electrónicos, destinados a ser conectados a redes de
[17] CA de 400 Hz. Los ensayos para estas redes serán
tratados en futuras normas IEC. El objetivo de esta
norma es establecer una referencia común para
evaluar la inmunidad de equipos eléctricos y
electrónicos, cuando son sometidos a caídas de
tensión, interrupciones breves y variaciones de
tensión. Tiene la categoría de una Publicación Básica
de EMC de acuerdo con la Guía IEC 107.

192
OIML R 76-1: 2006 (E)

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Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


IEC 61000-6-1 (1997-07) Compatibilidad Define los requisitos de ensayos de inmunidad a
electromagnética (EMC) perturbaciones continuas y transitorias, conducidas y
Parte 6: Normas genéricas, Sección 1: Inmunidad en radiadas, incluyendo descargas electrostáticas, para
entornos residenciales, comerciales y de industria aparatos eléctricos y electrónicos, destinados a ser
ligera. utilizados en entornos residenciales, comerciales y de
industria ligera y para los cuales no existe ninguna
norma específica para producto o familia de
productos. Cubre y específica para cada puerto del
aparato en cuestión, los requisitos de inmunidad en el
[18] rango de frecuencia de 0 kHz a
400 GHz. Esta norma se aplica a aparatos destinados a
ser conectados directamente a la red pública de
alimentación de baja tensión o a una fuente de
corriente continua dedicada, que está destinada a
servir de interfaz entre el aparato y la red pública de
alimentación de baja tensión.

IEC 61000-6-2 (1999-01) Se aplica a aparatos eléctricos y electrónicos


Compatibilidad electromagnética (EMC) destinados a ser utilizados en entornos industriales,
Parte 6: Normas genéricas para los cuales no existe ninguna norma específica
Sección 2: Inmunidad en entornos industriales para un producto o familia de productos. Cubre los
requisitos de inmunidad en el rango de frecuencia de
0 Hz a 400 GHz, en relación a perturbaciones
continuas y transitorias, conducidas y radiadas,
incluyendo descargas electrostáticas. Especifica
los requisitos de ensayo para cada puerto del aparato
considerado.
Los aparatos destinados a ser utilizados en locales
industriales se caracterizan por la existencia de una o
más de las siguientes condiciones:
[19] - una red de energía alimentada por un transformador
de alta tensión o media tensión, reservado a la
alimentación de una instalación que alimenta a un
local industrial o
similar;
- aparatos industriales, científicos y médicos
(ISM);
- cargas inductivas o capacitivas importantes, que se
conectan y desconectan de manera frecuentes;
- valores altos de corrientes, asociadas a campos
magnéticos.

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OIML R 76-1: 2006 (E)

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Ref. Normas y documentos de referencia Descripción


ISO 7637-1 (2002) Define los términos básicos que se usan en las demás
Vehículos de carretera. partes de la norma, en lo que respecta a
Perturbaciones eléctricas por conducción y perturbaciones eléctricas por conducción y
[20] acoplamiento acoplamiento. Además, proporciona información
Parte 1: Definiciones y consideraciones general referente al conjunto del Estándar
generales Internacional y común a todas las partes.
ISO 7637-2 (2004) Especifica ensayos en banco, que permiten verificar la
Vehículos de carretera. Perturbaciones eléctricas por compatibilidad a transitorios eléctricos conducidos
conducción y acoplamiento Parte 2: Transmisión para dispositivos instalados en:
transitorios eléctricos sólo por las líneas de - automóviles particulares y vehículos comerciales
alimentación. ligeros equipados con un sistema eléctrico de 12 V, o
- en vehículos comerciales equipados con un sistema
eléctrico de 24 V.
[21] Asimismo, da una clasificación de severidad de los
modos de falla relacionada con la inmunidad a los
transitorios. Es aplicable a estos modelos de vehículos
de carretera, independientemente de su sistema de
propulsión (por ejemplo, motor de encendido por
chispa, motor Diesel o motor eléctrico).

ISO 7637-3 (1995) con Corrección 1 (1995) Vehículos Establece una base común para la evaluación de EMC
de carretera. Perturbaciones eléctricas por conducción de instrumentos, dispositivos y equipos electrónicos, a
y acoplamiento Parte 3: Automóviles particulares y bordo de vehículos, que sufren la influencia de
vehículos comerciales ligeros con una tensión de transitorios transmitidos por acoplamiento, por líneas
alimentación nominal de 12 V, y vehículos comerciales que no sean la de alimentación. El objetivo del ensayo
con una tensión de alimentación de 24 V. Transmisión es demostrar la inmunidad del instrumento,
[22]
de perturbaciones eléctricas por acoplamiento dispositivo o equipo, a las perturbaciones transitorias
capacitivo o inductivo a lo largo de líneas rápidas de acoplamiento, generadas por ejemplo por
que no sean las de alimentación una conmutación (conmutación de cargas inductivas,
rebote de contactos de relé, etc.).

OIML B 10 (2004) + Modificación 1 (2006) Marco para Establece las reglas para un marco voluntario,
un Acuerdo de Aceptación Mutua sobre las mediante el cual los Participantes dentro de los
Evaluaciones de Modelo de OIML (MAA) Estados Miembros de OIML y los Asociados a los
Miembros Correspondientes acepten y utilicen los
Informes de Ensayo (cuando son validados con un
Certificado OIML) para:
[23]
-una Aprobación de Modelo, o
-para reconocimiento en sus programas
nacionales/regionales de control metrológico, y/o
-para emitir posteriores Certificados OIML.

Documento de referencia
INTERNATIONAL ORGANIZATION OF LEGAL METROLOGY, OILM, Non-automatic Weighing
Instruments Part 1: Metrological and Technical Requirements. Tests. Paris, Francia, 144 p. 2006.
(OIML R 76-1).
Ing. Dilva Leunda Tosi, junio 2019

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