Marcha 35
Marcha 35
1 General-cada 30
Mil Hibiíaiiíes
COimiALIIIlIRA
H
Esto Es e! Psicoaaáíisís EL "GIN" EM
I J. TOE.RES. SARGIA
LAS TABERNAS
asus cíe pi oiMneíocion, ¡a, faltas de lectu
olmdos, las pérdidas de objetos. SI autor
CtiTieA DE C^¡T¡C@ •Be ípaso >o-^
para Conquistar Siid América Mí) Ana a las Mujeres per© ¡as tnm^o ka I autoriz<ido por el -inéd^-co a- comet
^«•"j y Po'r lapsus 'expresa: "lo que
Es la- t&rmÍ7iaGÍón de zaia- tejid^u
caanipeobana.
?;S!=i;^t:-¿^'-^^^-^'"'
I
igo, todos iiabr P u e a siTnÍplementtet: -^ que ya es b o r a - d e qüa, "icon-"criter
igiüaire DÚÍbliiDo la veirdajd y aiún- q'ue n o 3a .eamipreinida,,
no es n o r m a r
el derrsjjoainieiito de Ha 'diiciio ccn..erifceriio — . ¿ q u i ^ lo tá-en^e?
;Ti< AUa>-^CIíA —TEsito de la ampiudencia
1.!<i!n,"ii'o'- A U R O I Í A — L a musa, d'^i gallo •De golpe nad: sabe." P o r eisíc
BAíNiCO.- za mod^'rna que salta .antes jercieio d-ei a
-r. 1 ^' OH ,<. o Niil,i< d t su^ sui-no- calaba t r a s mía penas y f
'Tenernos dersciio sobre S u d 1, i.iyi.' 1 no <¡ -ii.i,i<' -(T^iíMW' ! - . n.{, j de --ii Hitler, d e s g r a c i a áe 3a h u m a n i d a d CIZAi; i^ —-"Pspir t u ae lami^ia
^1 a] did,
m(iiií*b dba q^Te
CONÍ^EIS'^R E n t r e g a r el fu^ii ^\i% -saílió del
América ibres. : E s t o e s r s a l m e n t e poli
las cari:ac^b.os be .dldbo": g.ue n a y a evo-I
:iein{EH> ~— d*guo Iiije. de • í>n t
CHEQUfS ^ B i l l e t e a^mocroso
e r a ^os Üombxes -q.iie m e &J-1 ñau,Ka sIeñ-¡tado-a d-e los mejoj
es CLue éi aparece
l<m
Escuchemos estos oigasmos eada .paib '
:CUMiEL.IíM.íENTO.^ Caricia verbal.
GOXtSCT^A. —Paujco -^iLtre el pubiiec anza '^XL-e^ en &ulma i^qne ÍSÍ^
3 salTadoi. EílO!, O'-an todoá es verbales Ese índice ofrecen^ e\.*n.3
Oda vez v i e r a la lu? del día
icrp- DEJ'EC^O — S ^ d_jstingue del vicio o -qué ae',-permiíe comiprend'P
m^r-r^w q u e aesc üaisscíming ""Vierte a -nadie
a l a fio onalidad e~~e si
recopilado t o d o lo di-oiio por Hi diclio
con sus propias palabras, el cíii dánea-o-. n,*da(m6ii-te.
por el derra:
a l Napole-iSn d e Siñifonía T o n t a , con los bo.s nos n^^"^ OE>3INICtíSr.—La v e r d a d de «ada caal
EAR^EiZA-—Lo ^ u e se encuentra ©n todas i basta" puedejL' llegar
"ITnnca empezaré uns. g u e r r a s m e s t a r '^ST^J^^
nuB el enemigo desmo^-a'"izada se det-rumbará. ai W^ ÜEFitANT—TMion a e aos coros
cientos de m e r .golpe de u n solo a t a a n e en m a s a " sáteindo lego ©n la maíteria per-o emi
SljIElSO-—La evasión a l alcance de todos Qu)& 'ibasíta ^.n ciennífico_op5ne i (como se ba. dad». «I ca&£
Hitler aio t e n m s s a e e r t e s a e n esta g u e r r a contra SERPIENTE]. Ondulación neimaji^nt*' sona^"'-<i'-d dis. al"íni-ra "y, no ba
J'riancia e mg^ate-^^-a ¿Qné b a r i a ? en gracia de s u gran :::,B:h-eít — pu'^s
.TESIS.—-Idea que uitLo t r a t a de sostener-, I que diidaí, que ajgo aira iqnc vair^a í T>uei¿en s T en Jn alto, ao-^
DTLvencido- de ] de " P o d r í a Tiresentarse u n a sitiiacidn" la qii-s- -¿^ ae a m e n u d o no ti^n-^ -nn -g ^c -ni /-aba'í'a aiverg-jLtes e^ io bajo v a t i n a r en
a STi p^oprí biera sostener u n a l a r g a g u e r r a " . C^a VOTO "Venita C<)ím.pra-<íambio o trueque fon en maT-sel3e>»,
m a d a alianza- franco-brité^nica c o n t r a el, íia presea-
podra dec'-^ que no ^ea liueco
nace dominar a los tado) -^ ecíivo de un siglo a t r a s , QU-S"
" E n e s e caso p e r m a n e c - r í a er, l a delensiva y ae- TOaa, V qu'é aún no" descuibre el"
j n a r THTO re-o-noee íine, e n l a ^3.TÍ^ que P1 enem^^o d i e - a e . p r i m e r naso < 3 u a u ^ 'sfera pon-^r ^ t-o-do a l a^ÜeaKicei de- SXL =0 a Iialila- <Ie l a " v l l a ' n e -
eios o tatarabuea^ =i ¿ oor que t^ *)2'ie?idí> oon^trníF <*n
el se decidiera m e apoderaría de S o i a n d a , r h n a f m a . ^ t m a JS Academ.ia yo. aopenkii
Su32a T los E s t a d o s E s c a n d i n a v o s ^ Sr esto ^o ^^ ler^ a-un baec- e OIT> Bira quizas sfneras d^ l a cmdaíí.
diíicSísinio esea-oar e s, de la ane le f-aé cíieio — ¿De veras'' —- „Ti í u i ta. én a pAmaría? P u e s 1© feliciito -T:;! TíalH"io, ami^í-í m
g u s t a nuéden t r a t a r de i m n e d í r m e l o " cr^^
W desconfiaba -> "dudaba de todo lo que H i t l e r l e P e r o "SI el e n e m i g o no diera el p n m ^ " ° ^ ^ _ qiie esoé •-aiV.TJL s^^^S y t a n a su ,placeT-^r-o- ust-ed-no nos "sirve, -porque-"
decía, tenía sus dudí: s acerca d-e J^ integridad m e n t a l «]1 Nanoleón de a s e r n n c&n todo STI poderoso ej •&stra cu-íifeura- 'd&be a e cumíplar su n 1<> el ooitiedor íiene 5>or lo m e
de.-Hitler, ttm-'a poi cito, ¿liabrá pensado <V^^ p a s a n a ' ' o,q«'fe adiémico né ^on lo- falso- íq:u© la r e a ü
w o- e -^^ d '•-
y sm -embargo, no l o s r a
calificación paina- i l i t l e
A pesar de todo, ne^o abí H a ¿esencad&^aao
m á s -irracional de l a s g u e r r a s , da^ido T-da a ^f^
sólo en u n C u e n t o -de H o r r o r p o d r í a imaginarse, y
^ 3lg!-^'""°' IFebrero die -1940:
^^^VVVVVVVVSfMíí^VVV'wVVVV
cmií.'ida, V Ma-ííescal recíifi-ca
peí- dos d e anpüio-.
aesgracia d e ío^ia, l a 5.uim^Tudad
•iííHidü ivterrorLziWlo Toda la Semana en u n Día Página 3
MEAEOiíA MARCHA
Toda la Semana ea un Día
Página 2
af¿*ía#ej5-í3'»iírjS?'wÍ!*'«=ÍS'i,
ZEBAiLOS'SS
Especial para "MARCHA" por López Soíari
ha dispue-
""".I,': ' • v " " T ' "">•""..
la opi-nion < Jofle
oporticna.
sa -7/ no otra debe
i^t^ gehtioTí del-.presidente'ya-n-ki. N-o se envta
^7-opa un funcionario de la jerarquía y coTidicio j e^ líUis l i c jsu til li'asi' «lííEt ! c ti cí L U « 1 ( » I \t«í¿as ju» íuncionarios \
de Sumner WeUes para obtener mfomiet. e inv- representantes de los d^m.
•complej d a d erieciente de inte la Corte de Saint Jam.
iones que. puedeTi llegar, con idéntico valo) 4 ^ Q u é Ji iTii -^ . | , i c n,
ISLOTL, jj'or la's v^as c'ipLo-ma.Hcas ñámales^ m se
Tia-^er fa-" (b^^ - u n a n e d !
blig q u e e l s o l o - h o o b o «íe
del i p e í a s él'i-otora'les, e n u n impIeiTíeiito flejicnarsi a a< I s^f i p f a r
W e l l ' e s , . s e r á d i l l a t a d a . y •engro
1 . • t> i j t í u / i «-ti j i u n d . i T O Si t i f o «!í,"i.K^tJT.o
o u c f d á s e r p a r a SíEr. E o o s i e v e l t facífcor d e .p-T^est-g-'o
i T i t e m o y c o n . i r e p e r c í i s i ó n i n d u d a M e - zín_ e l p i e
•t tpa^-ece m d i c a r q u e t o d a 3
conucial a ne^olveise d e n t r o d s i s n i s e ^ •«•n l a T» i i i a i i i e ' - i r a í i 'í (.OII<ÍIMS( i ^(.oTtónJ^ííi fL^I Tíajirí lii^^x-
Vi. I
g- a n RenoiblíLca a m e r i c a n a
t erjL-aTia, euiya-s acfcLUí.deí, tiie
Falta. - saber además fiasta qué 2-^'•i'-'^o ..os d-^inris
rfsult=i-d>o m i j i y d i n a - o s o I ^ a Tjeser orgaTiisTrios de gobierno y especi-aÍ7nente el Senado
la 'le li.i —íi !MÍ..aMi <h •'os . 7 l ¿ ^ s . ^ , pi'., er 3> J « i n ofif Í^ST^ e^víii ' n e í F - , l í « o s I n ÍTÍ S
f r i a l d a d c o n q u e l i a sití de lo3 BE UU están dispuestos a seguir al Pre
s - o f i c i a l e s 'M 2 a g e r a i i t e s , ^e M-o ,iui.. ,n;^<3o
^je de la política .yartki en. relación, a Europu. Des-
p a r -eü f r - a c a s o ¡Je c u a l a u í e - » - t e n t a »2íe<! dé la eocperiencia -de 19T8' na\da pved" s")
prend'=i a ese respecvo Poique, — c o m o lo sevaloh-^ (1 í í í i í f - < p^<. í
" 1 i a d o nazii f s p e o i a l m e - n t e , IfiB *'3>í!,e31G6
e S o a i p a x e e e c o n ^übsoiiica -evijdencia -Hace dos o con ac-i 7^0 Oi-tiz Echagtie en oo res yondenca re
t r e s idaaiS a i p e n a s , n o íhi'eii s e a n - u n c i o 1 ^ •visa'ta d e c e-nte -—' ^z los Estados Unidos consideran que
7 tud d*' la, iUte depende «e. \r al» I i s ¡rnan u i>jnp, j i - i , , , „, ^
3 ^ W é l f l e s G o d b í b e i s i p r o c i a n n a ' b a c o n t c H a . cxañ za
-fien deh- Eu "'"-•I "<•''> I • " • t i l J
^ o ¿ ~ fine-íi d'e g n e r r a [ p e r s e g r u d o s ¡pcar f ^ d e m a i i ^ a , rin, , ^ ^t,„^o ,.,li,^,'„
- e a s I L q u e r a a e e l l a s ( m a n t e i M i m e n t o d ^ l a s ald ü-a K.>lo n . . r é . ( . r , , l , C i - , . . 1, PM
les c o r ^ u x a t a s temtor-iabts en Polo-ma, ^asíjnd., nte y que
iCíhecoefcrifTarijEua, r e r p ^ i i d c t e a i c i o í i e s e o l o n i a i i e s , &-iíb-
f^Hí t'TO del < sf i ' i i í , ^ , „„
siSlTSaa d i a ^ m e n n a t o o n a l s ' ^ O i a b s t a , occ ) e s (.JH i i f . i í i ííivisifs "ira ia ' 01313 r t <K- n < («ti/fíiis Í.U i^iiJít
Tfcan iTijc>T33Jatííible c o r Ices < s D „ e t ^ o s bellacos, d e loír,
í > a : f e ^ a l i a d o s , y- a f o n d a n -Danlo l a s ^ ^ e
existentfcb a l od U,na" l a g ^ a e r r a , g u e n a d a p a n e f e
metas
T - r T í ¡u , w , , ,
Ei "AFFAIRE" DE LA HARINA DESAPARECIDA
n i i a s IBsjos -er- ^ a a í - t u a l i d a d icfne x m a s o i b i e o T . con,oi
p i - f ' . l e n , , , s m o n o t riívs l o s T - > i , i
I s a j d o a a M a i t , { f u e - J i a e t ^ T i n a - P o r m i i l j . d e p a s l a ^ h.
^ a i r e a s s e oT~i^ii"Daai h a c a u i i a l e x t e - i s i o n d e ""a a i i o h a j i a i í i e r o s Tos r r ( b í r n í is i l i - . , n , l o , flel
d .
í h i a s t a BTütiremoa -fcddti.TBa i i m í p r e v i s a i b l e s j^a oreten alizando el , que jt> » xi s t - j i o j - Í K v i h í o \ tifií. í.ii'-í< i e | > i [ •-.< n ' iT>ri i! ii iMt-i « u a r á 3lrea-dor del Banco
s^LOU ^ e lfa_a''irza,^ l a g n e r ^ T a i > s r s e g m l d a aJigaxs.uLos^ <' ¡I i *< i i O J isí^i Iir isjíl jü ^, > líii i i r i L d o r s i i h l m i f . *1Í^ Vtí>Ti^ní TMí''0 s a t r a í s coBxeittano a n e la a.T"íonds^-
i m i c a t e [ p o r l o s e s x a d o s i L G U t r a l e s , ) s UTia. ÜTISIOTI q u e información telegráfica señala J i ol<2i-.iv c <iri ( l o t 11 Til < o i r ( T i 5 - i « l ( , íLSi í í r í n i ' i i i i x L'i '^pj > í i e m o s r e f e n d o l i a d e d i c a d o al pro'
d í a p O T d í a v a q n e b r a n d o s e a n t e l a p i - e < a o n d e fie acr centitmento de los embarques df pef^oi \ - h í íío í c >-*i«(f( t i i . o p í ü , ^\ i l | Stií^eí ^ s , . ( i a d í - í ' o j n t
í ^ o s ^-e t r a í j c e n d e p e ^ c s c a p e i o o i a í l los '0-; c; to^ ameri/iaTios del Pacifico con J íi
^ l E n I ^ J l e s e o n ü - ^ e í o n e . p o m a íriLB'-aTSi l e a l p t ^ ^ s - i s a por t'ict de Vlad-vostoJc Vale dec r qiL"
r i i 7 n r - j - , í o i » ^c 4 000 000 Oí>T»
d e s . - r e a l o s lESE J U 1^ c a s i c « - - t a Titol ki^ i d e a n a rr'-po'; Estudios Unidos sale parte del._comb',
" fon cve loi, fuerzas inotoí-izadas comunzs am^l•ic^7l'^s cnr mPTi*::iia --Tt Ti s o b c n n ^ í í jn* .oír SPOTH1Í>' >I < i d í ^
g e s i a o n ¡pt^co-f c a d o a - a . , s e a c u a ' ' - s e a l a "fo^-ma Í Í n -q>e
ípL-'n s7¿^ C07 qu i^tas en tt>r ito-to finlanctes
•ooiJt.rtt' j i iih a los íJ-jíjiia<ío r - > íl< P i r , ^ o crt - ' í T» i - 4 < ' n ñ m (o -, ' T T n í i € - o Tt. o '»- - o n v 1
i® ®c©m««F*"
o c u r r a — - q n e <?T p r o y r í r f o f(V)CJi«e, r o m o f j a < , t s i > , * » iti i F-,
ne de la p a g i n a D) f e m o o r - í n a m ' ^ r í - . " e l T>l*"•^eJ^fo d t i r r t p d i r n o - . h ' ^ r r c - s , c n r í i o 1. i t í i - - o
'' •" -^ •" ~ f (OS fír< «íai^^O's 7>ar 1 ' . t i - t . í r
abOiía, l o s molineros 02^" / ' í c / a c a p a s de c^ oyí>o^f^c.OTiO'i -\-ji^fiijis, P r p o dn.r irt i í T í n o f . n - s i v d^n I'Í(
%®
to de ia^ cloaca ¡tjS r r » •"íiTi-^mo j i n e r i c a j » o (jiisc^irá Tff-as p a r a l O í t r a r s , i s p r o p w s i -
do f Todo' el ^t,uvdo que
¿ad-onde ftte la ha'^r «lio- f - í o s J i e e i l o s v a y ^ T l í>hrfoT»fí„ io<; o j o s a lo^-
O al consumo Loca s i n r f r a v i . nÍH? co"-?.* i n c i d o » , o"*? 7>**'" "^tO'*' ' ^ l í ^ m s
^1 n o m b r e 3el infracto-^ P o r I so
Itahsr la menor dzuta' pacato de que J £ A Í S Q H : \ oa e-
Efay que -proceder c Tos d e i'n fué o-yc°na»jo MoiríT"d--o
infrcMtoies, se enoor escandaloso asunto*' -•pal a i D :
algo terrihleTnente
ir-'^Jia hahia
ló
desaparee T n n T - r ^ e l fisunito rtíro- I>e la Agrupación Demócrata Social "'En
lá. Irarin^,,
^lól
"Mejorada^'
Wi\ / / .A El
eontesiiaron
estupendo de
n f i o a l e s -pneg-antaroTí . d o n d e e s t a
b a ia b a r i n a ,
la
lo-s- j n o L m e n * o s J e s
"oTte c o m o s e i h a b í a
p r e t s e n d ' e n bTir'''s.r l a s ""n-ylstíc;
í e s y s a n c a o n e - a ^ ^ i r n t a x í i a s XJO
P Í O e s x > e r o < i u e feaiga e l J n i í n
la reunión „ ,,
V i e r n e s 1 6 , a l a s 1.0 b o r a « , e n
•ól J o < a l de la calJe Rincón . „ ,_ _ - . . - .
7 entre los dí^s li
i r a o i o a los- i n s p í c t o ' ' e c zmi
3/
f a c U j ^ a i K í o S a g e s t i ó n £(=
QUIMTESISMO Considc^a-mos
•^etieThíyre,
que el
si fué leff-aZ ^en su
o'égimen
origet hcchi
de AgricultuT
m^i
otadas a Aimérica Xiatina d i c a d - e s - a - l a pro^pa-ganda, todas specfo entiendo -(fue ^b. i . a T c m o s q u e e x i s t e l a d i f e r e n -
< íf.v '^í 7 ! v í i i , r r > \ n 1 . ! \ v-i ^o=! i > i n . E l " S U n d a T ISTe-ws", de'IÑrTi'^Ta eta-pas d e u n a mi=;m'i T í a A h o r a s la Revühl^ca l í r e l á zo<n£i d© l i t o r a l j l a s d e n o r t e
' l i a ^ p s i c j ó - 1 One- a d o p t > ^ ] » l o s q u e d í r i £ : e n o o r í -,1 T'^fw 4 Mi!,T/OT>rr'<! N O T O A V M .Torlc-, p o r e j e i n - p l o , p . u - b H c a b a e s - 2 el E-fSrciéo dd
3.X.. m ' M t l ! . ^ r . > i i ! . ) l . s jl c-K.í-o d ' tri-ío so
1P 7>oIíÉica d é T-e^tTircTcm^'i 3. l a s COTÍI- HINCO f'!"í''VTS- •ST : ; S T Í ! > 0 OUTl Ví> tos días, e n suplemento,.un m a p a B a n c o Inter.aTDerieano: 'Ef^ una p a i É a m e n t o s d e l -Gentro p r e d o a r i i L a n
p r ^ s 7>or p a r t e d p l o s S s t a d a e ? T T i u d o s d e m v ^ d e d e 1-a A m é r i c a : l , a t i n a .cbia l a s i - m=d da de-una trascendencia jnu d e suelo q u e se p r e s t e para, el cul-
QTiJi ^faSfíi -íñísí^n ?*= ? o « Í I P Í T - O ' Í coT-^^i^^tenÍp e n g u i e n t e l e y e n d a : " N n e s t r o s nut-i- elimatoiógicas
e i n d i r e l e T t a s n e n (^« t o d o » * T o s f ^ í - f o - p e s *"COTIÓIXIÍ ü » i>!;V%ri:!"n><> , o \ 1^^.r triT-ini-i. r « - Tos a m i g o s " " T t t e ET^enrag S u - d e n t e , e s t á dest: n a d a a convertir A. miBABBEN o^eciías abuts-
o s o r í f t l e í ; «anai-ec-ídos e n l o s ñ l í i n i o s a ñ o s d e r\ n^^.^tT\ o r R T - f n x ) t v ^m,i as TS-Ü' i l e t i U " , diD F i l a d e K i a , dedicalsa sJ<¡Tie^á T o r l r e n el centro direc-
i M i e s t ? o d e s a n o l T n ^i^m c r e e n inípííjlble » r o - , e a : r a i r t o r d e l a '©cono-mía. y l a s í i n a n i ' o , W] ! ' " <i'">i t . ' i í u í o - . d o T ! l í . \ e í , ' j e " p a v ' ' a r í r i
^o-n l - í s m i s e r i a s n r S c t í c ^ s d e l t i . e m T ) ofenoTse e l t a m e n í - Q S d e D n ' - a z n o "fi^iOTjdf C a íl e l o n s 5-, I v X a ' d o -
u n - T e t r o s p e c t o d-e l a s a c t a " V - i d a d e s íEfí d e l coTitiinen'-& E l e ^ e p c o i t o V --alio > , o i r „ í x t i e m o c u c a o- t . p o d e •^uCa
ti
•srolaiKeií d e l a s o t ^ e r a c i o n e s c o n c i e r r o s n r t e r e a
m i F > T ^ ! (, !)K < l ! \ R F ' ^ X ' , Tíí ^ T VV-
T>f> 01 íjl F ! S»; illXTOA. V 4 Í - 4 T"\T!* -RT,
en maestros dJstJitos iiaises, r e
t r o s p e c t o d o n d e , diclio sea de
m i c o d e l IN'ueTo m t u - n d o c o n t i n u a
j í a ^ í s n d - e o - D l a z a n i i e n t o •=• e r n T i r e ^ ¡ n a d o , M i n a s , J i o t , í i 3 v p a r t e s á.iy
dtzpaiTtaiinenitos q u e l o r o d e a n As
•es d e l o s
• el re^a-
m e n c o r t o d e l o s r e s u l t a d o s , a q ip ^ x u é í i f c g a d o e l
1
d « l o s i n t e r í í s e ^ -r d e l a ^ - a l f a . d o l i T i m ^ - r f ^-"-i
i . o T i r . o TOíx» II i r r f-Rru-R. QTTF ST^ irA.
í oN'i I : Í R ' > ••o^ 1 \ \ M !;;i \ NKOATIV-\
paso., dB d e s l l z a í j a n c o s a s t a n .gra- dentro'del."nsuTido - a u s l o "^ajon
a e • L o n d r e s a "^rne-ra Y O T I Í :
UNO D E L O S D O € E
-.n IJW Tif>r(^ I a
foTtP.,:,
I ' u i a í i o t i t i ,ii>rc r i j i * b ' o r í a f U -
P f í ' n o qi-í- r ^ i - í e e n t r e o . t o s d o ^ t i p o - . . e s t u d i ó d e l a c a p ' a c i d a d l í r o d i i c t nra d - iÉ
íil
UTU.guajyi> S a n I v l a r t í n , (^ue a t x a
T^i-o=! c(^fn--
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í-/ iK t j i n o > , ^on fíe Ta TJTOIOI
1^ . , i i f i - j ( i i + r < > . i l i d i ' ] . (>oTn<>
v e s o l o s Ai^dí^s"
T.1 o f e n s i v a - s l a i m m d a ,Co
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M i s m o e n l a z o n a p r o p i c i a p a r a e l -CUÍ 1.-vo di= t i - i -
g o , q u e e s l a d e l l i t o r a l , so-n c o n t a d a s
ti(..i *«^níiinr' <í- (.líii^ridr'-I ^o^ d^ ar.-r*^
el trigo- E n u n -Foi'eto, p u b l i c a a o p o r l a Li=cueia
• d e A g r o n o m í a d-a- P a ^ T s a a ^ a u e n ¿^ dCi - a e - _
' d i e a d o p a r a - J o s " a g r i c u l t o r e s -y . g a m a d e
•ent-.
CONTRA EL SERVÍCIO MILITAR OBLIGATORIO dimientos d e diferentes Tariedad^s
a e i n v i e r n o t o m a n d o - e l frendi-niien ornedio d e
I m o p o r u n i d a d , e o n s i d e r a n d o .°ste
Una Carta áe la Asociación de Estudiantes de Agronomía . g u r o e n s e n t i d o d e renaíJO-j-en o s e i ella z o s a -
-ft
Kendimiento pi^medio d© lino ÍOOí>
• M o n t e - T j d - e o , ¡fé-lyr.ero 1 3 - d e 1 9
luno comim 103.7.
F-r Director .del ssmanaT
" Mal Abrígo
' M a r í s l i a - " C i f u d a d . - — I > e nx
rva. consideración: íloigamo Trigo Pelón
99 5
R
V d . ¡ t e n g a a " b i e n p w ' b l ü e a r &n
TD°x^dd.co <de a u d i g n a - d i r é
" Xnarrañaga
6S»
S I S ''
13, s ü g n i e n í s tíecísaracidn: Arena cc«mlin 167.6
6 i S Í73 9 .
4
íLa" I>iS"eativ.a" d é l a . Asae
Cebada 75 A 1714
í r ^ n - e a l 3>rab!Ieinia « " ^ e a d o
±? iposJíbSIMad;" d e Kí^í'r S' .Titjo r o a f m a « i n < iiic H s - ^-Í 11 i ^ G L Í -
ei5n-'"del S e r v i c i o -Militar Oblij v a n c . I a d o s d e l a l-iS-
i i T i j T i t í í i , J a K s c n e l a d e ^ ^ r o a i o j n ^ a dt> T ' a s v i n d u
m a s e n é r g i c a proítesta. r w í l o ' e v a n t í i r l o s r n d í m H : ' n í O ' i P Í Í S Í J . . sfo-* m á -
_'"i.'=<aida ( d e learáj<4i.ei- : u m r o o s i t i T ' 0
gue- a í i e n t u a r S .
t n d -e" K d i m a ,
Párina 7
Página 6
^ 1 ^ Escribe
48 iiofis con \m detectives insíeses
—Adiós, P a d d y No volv
— P e r o s!, m a s t a r d e , y a
S o b r e e! anden, se desl.ra
m e n t e , vm s a l t a r a dos pohcli
multitud
!o& L eches de !a pol cía v a n de (ando, aquí y alia, e n l u g a r e s S C O T L A N 0 Y4SD OFICINA D E E X P E D I C I Ó N —f Su perniji&o's
e s t r a t é g i c o s , a los detectives e n c a r g a d o s de la r e p r e s i ó n t e r r o - £-! h o m b r e m u e s t r a su c a r n e t profesional y -u c a r i a r a
r i s t a E s e s t a u n a m a n i o b r a r á p i d a y sdencío'sa qsie t i e n e c o m o i l a b i a m o c o m p r e n d o Ksrt h o m b r e í g u r a e n 'a p r i m e r —^Esto n o es u n a bomba dice s o n n e n d o
fin c e r - a r to'^as l a s salíüa-í, de u n a " l a ^ z a n a de c a s a s , sin c : t ; i f r o n ' í n r e r a t r ' " " * ^ ^ " ^ -^'•'^ ' ° ^ -i"^ ^^ '^'^ - - ^ 1 * ° '^ Con las fichas de p r o n t u a r i o m «as m a n o s ios olstectise
e r t o í ' p e c e r Dará -^ada ía circulación n o r m a j Ge los h a b i t a n t e s van de cOí^parím'eníG en c o m p a r t i m e n t o , e s c r u t a n ios ros=
e s t ^ l ^ ^ l n " '^'^ ^ ^ P ^ ^ ^ f f l dt l i ley especial b pojicia no t r o s , miraT bajo los asientos, a b r e n las p u e r t a s de ios l a v a t o
e s t a b a en condiciones d e t o n a r medidas c o n t r a el j a q u e n o n o s y f n a i m e r t e , logran a t r a p - r a u n o de los hombre» qu"
A i g u r o s Fer^ odssíajj, ccn los oíie l'e m a t a c o el t i e m p o e n ruebas hubiera i n t e r \ enido directa o mdirec
ía á*mmuta. sala de p r e i « a de S c o í l a n d Y á r d o b s e r v a n los '¡run atentado buscan Bien custod.dd'- a b a n d o n a el t - e n , con air» t r i s t e
p'-ep'Sf-aíivos on las pipas; e'^tre los dientes U n comisario de íievando la m u ñ e c a sujeta p o - la pulsera de a c e r o Los policía»
p o l í c ? q u e p a s a f r e n t e a n o « o t r f s con su g o r r a c h a t a y las en u n i f o r m e rodean a! detenido y ío l l e í a n h a s t a la s a h d a
e'-tr^e'las d*^ píatti en e! h o m b r o , dice =m a b a n d o n a r u n a m m o " donde e pera un coche q a e p a r t e e n ^ e g j da encuadrado encr^
. * « * • * • a j e n i e s motociclistas
\ I s p r i s a qese arquea "Us labios*
lün h o m b r e Mejo ínsuíta al p a s a - a! detenido, a p e s a r á'
— N a d a de foto-5 cabaíSeros, si hacen e! fa-- o r
V a n !íeg:a-ido o t - o s veh iilo« pohc^ales Se trat^í a h o r a de ^M los^llamados a !a cortesía que le hac» un d-^^ective E ! v e i ^
e s t á r e a l m e n t - furioso porque i-na b o m b a d e s t r u y o su negc
!rs d'-t^ t«\et. de! Servicio Bsp^cial L o s j e t e s llevan hsta.^ en
ía.-^ amaros D e c T é d e m e n t e e s t a s batidas se o r g a n i z a n c o m o cío v ios d a ñ o s n o le serrín indemnizados por e! g b en-^
t'1-í Suncion t e a t r a l S m p r i s a s , Itís pclacias e n t r a n en ¡a p r i m e r
calle y comfenzan a h a c e r p-n g:ri!D&s de ''ess h o m b r e fa rofida
de ías csiarenta casa& que d e b e n v i s i t a r
i • ^
deb.do s carencia de t o n d c s para tai fin
n
a Brigada de Choque del Terror
•j Scotiand Yard
P a ecc q u e en L o n d i es h a n p e r d i d o las g-anas d e b r o m e a r " B i l l " c o n t r a los terrorista*; ¡Hafideses a u t o r i z a a la policía
t r a s t i e i d a Tjn pooo ma^ t a r d al l o h er aüi p a r a bu
cosa oü un t i c t a c s o r d o \ concluí poi a m e n g u a r que
p r o v e n a deil p i q u e t e q u e me había i ce itiajdo con ei llüniuer
zo de Padd-v R e g a n Dteslhicc ei en-icfltoria 5 m e e n c o n t i e
H a y r u m o r e s que anuncian ía e n t r a d a danclestma en
I n ^ a t e r r a de S e a n Russei Los americtsnos, que t u v i e r o n preso
a e t e jefe d e la í R A , d u r a n t e eí viaje de los r e v é s ingleses, ,
ío h a n de-ado en libertad P e r o la policía inglesa m a n i ñ e s t a
L a l - g e n d a r i a pacieTlcia de' ' " o n br t á n i c o (ha llegado a s-us
h m i t e í Lueg-o de ponei se en t i g o i el Biü o sea la ley que
POR P R I M E R A VEZ EN LA H í s T O R I Á .
\ • '»3C«j^-í-# con una b o m b a unida a un aíoarato de l e l q i e n a a r r e g l a d o
p a r a p r o v o c a r a explosión a Is doce v treinra, h o r a en q u e
qiís SI Russei »'ega a introducir -^ en G r a n B r e t a ñ a — lo que
a p n c n Íes p a r e c e imposible — n3 p o d n a ir muy lejos y a q u e
p e r m i t i r á p o r fm a 'CK elemento^ de Sootland Y a r d a c t u a r de
n a l e r ^ ef eaz coiritra Ids eje^^uti^reo ^ e j e c u t o r a s de la ^g" u A íletener sin a u t o r i z a c i ó n iiidscEaí a t o d a p e r s o n a sospe la cantina esta llena de p a r r o q u i a n o s S-in esperar m a s t o m e la pol cía e s t a a l e r t a y d ez mi! a g e n t e s t r a t a r a n de a t r a p a r l o
p a u o n <ie t e r r o r i s t a s que d i n g e la I R ^ las operacio es <lioi d lis e s t a r c o m p r o m e t i d n e n u n a c t o de violencia. la b o t a b a y la t i r e al a g u a
d t a t a q u e h a n c o m e n z a d o Lais recientes e j e r u c ones de p a t r i o A maníenerla arnestada durante cuarenta y ocho horas, — P o d n a mdicairnos el l u g a r ex:acto^
t a s irUnde-,es von u n a ¡prueba de ello plazo f¡tte p u e d e s e r p r c l o n g a d o ha«tta cmco dsas p o r disposi- JEAN ETJ&SKL,,
ción dej M i n i s t r o del I n t e r i o r . B u e n o H a r e m o s l e n i - -un Duzo
'Vcabo de a istir a a l g u n a s escenas d e m o s t r a t r v a s de la A J a n z a r de m i n e d ^ t o c o n t r a e s t a p e r s o n a u n a o r d e n d e "Nío- '^e descuido n m g u n detalle >a q u e el e>am&-i a e u n a
acrfcuacion de fiofi pesíiuisas y p u e d o a s e g u r a r q u e los policías expulsión q u e poA-a ^er a p e l a d a a n t e el M i n i s t r o d e ! I n t e r i o r . Alia a r r i b a e n los fenm+oiios los ' n i t e r x o g a t ó n o s se bomba vpiotar piteo- p r o p o r c i o n a r del
•^aoen t o d o lo pos b l e rpor r e c u p e r a r el ^-lempo p e r d i d o A t o m a r t o d a ciase d e m e d i d a s p a r a impedir, " d e facto ', pro'ong-an N a d a de asomt&o ei e s t o S e d'ce q ' e '^ir S a m u e l a l t o mt
P e r o e=to n o significa q u e Sootland v a d h a > a p e r m m e ia e n t r a d a al p a í s de t o d a p e r s o n a sospechosa. H o a r e c o n el ±in de logJr que el P a r l a m e n t o a c e p t a r a s u r*^ "Vi to cornparecei tre=:
c J o ina t \ a haw+a ' a g u e r i d. F r e í t e a b a l a n c e q u e a r r o j a n A e x i g i r a t o d a pertsona s o s p e c h o s a qíle proiporcKine los íamosoí Bill, d-bio con pnBetei-s,e d e l a m a n e r a i r a s f o r m a l V e l e g a n t e llamados J o h n
laa a c t i \ ! a i d e s d e los m i ^ m b r a s dL la I R A. en la época '^e d a t o s de identificación oue «le l e D dan, soinetiéndola a d e m á s a r e t l i z a r t d d o s los ^sbnab tendientes a e v i t a r l a s m j u s t i O Regan H e r b e r t M o o r e v Ed-v\ard
la p r e g u e r r a ( c i e n t o T-eintinueve a t e n t a d o s ) nos e n c o n t r a - a ' a s f o r m a l i d a d e s a n t r o p o m é t r i c a s en caso neicesarro cías y JÍos e r r o r e s Algií^ d^iutados, faberaljes, l a b o r i s t a s Stapleton
m o s c o r q u e c i n c u e n t a + c - r o n s t a s h a n sadd ae^enidos en aquel D e a c u e r d o con l a s disposiciones que h a n r e g i d o s i e m p r e > ootibervadoeres ihabianbrinutado 'Vdinas objeic o n e s s. ISL El detective C W Alien 1 >•. acu¡
p n o d o ] izga-d^ re'XjnociJos culpables ^ condenados a p e n a s e n Cirají B r e t a ñ a , a i - i e r i o m i c n t c l a uolicía e s t a b a obligada a nueva ley — D u r a n t - u n a inspecc o n en B hemos
d e i ^ r i b o i que l ' e í j a - a l o r m a i u n t o t a l d e serecientos a ñ o s tteiar e n t r a r í i b r e m e n t e e n e! p a í s a t o d a p e r s o n a (jue no M e h a n dado estos ¿tos s J b r e el p a r t i c u J a r descubierto ma'^etas v bolsas llenas oe explosivo^ e n t ^ e eiUos
'^ g u n c e t e c t i v e s «e cxpre a n en este sentido h u b i e r a delinquido, ausí sabiéndola m i e m b r o o r e J a c o n a d a J í P r - t t , í a ^ ^ s í a i)tí?esto dicr^'^d.^ <m^ T^^l2.^erra ^ph-'s n o e-"*» j siet» detoT'adores t o c o ' o c^a p e - t ^ - e c » i cataba,
—1-Ob grandf-s jefes de U I R A h a n echado la ZAnt,a cor- ta I R A emt>leado m u c h o s años F ' ^ c ü n t r ü i r b a r r e r a s c o n t r a la en ddDc^s t o --n c a s a de e s t o s h o m b r e a P o r eilo ScotíanO \ a - ^ d
di f a a los ejeicutores h a c endole^ c r e e r q u e so''ame!nte se les injusticia y q u e aíhora el '«nistro del I n t e n o r •deseaba barrea- sChcita q u e se m a n t e n g a su d e t e n c i ó n
U a detecti-ie m e h a mf a r m a d o qtte e n cAso d e ntecesldad
p o d r í a juao^ar o o m o c a n d e n a d d s políticos l o q u e limita-i i a p o d n a p o n e r s e e n f u n c i o n a m i e n t o e¡ plan D E s t e p i a n a u t o - coh t o d o M D j i g i e Tootibe al prc(pu«o que a t e d a p e r s o n a El j u e z contiesta
p » n a a sufrir e n t r e u r a ñ o o afSo v n e d o d e c a - c e l P e r o es*c r i z a a l a s a u t o r . d . , a e s a d i s p o n e r d e efectivos p a r a la vigilancia c o n d e n a d a a ''a expmsion ¡e ipei-n t i e r a t e n e r u n a erntremsta —'A.cordado Ll-^ve e a los prisioneros
es c o m p l e t a m e r t e falso N o h a v a m n i s t í a p a r a e los L o s acto» h a s t a u n n u m e r o de quince m i l p o h c i a s en luiiforme y seis c o n e l l u e z y 1^ posibiíii-'^ de s o m e t e r s e a i n t e r r o g a t o r i o s U n o de los colegas del detective Alien m e m a K a
de t e r r o r i s m o caen en la l u n s d i c c i o n de 'a ' e y Tarnada ' E-íplo m J v o l ú n t a n o s r e c l u t a d o s e n t r e la población lon<8nense Y (•contra - ini^erroigatonoa) J a s p e r s o n a s q u e huDieran propo"- —JÍU5 gi"ai e el c a s o de estos hOxnbres Si ios e j e c u t o r e s
sjves A c t ' a q u e establece q t e t o a ? pers^^na ' q u e pro-vocara r a agregado c í o n a d o m f o r m e s sobre ^ "W I h o - n a y c r d f t conservador, a o r temibles 5 a que n o vacilan en t r a n s p o r t a r con p e l i g r o
n a g a l m e i t e u i a e x p o s i o r de n a t u - a l e z a suficiente c o m o p a r a d e c l a r o que le e r a in-po^ii^ a d m i n r que el M i n i s t r o del I n t e d=^ sus V das las b-imbais expltísivas > depositarías en los Inga
p o n e r en p e l i g r o vidas h u m a b a s o c a u s a r d a ñ o s m a t e r i a l e s — E i a t e n t a d o , d e la e s t a c i ó n a e K m g ' s C r o s s q u e h a ñ o r a c e p t a r a qr.e u UL ^^^ t u e r a e ^ u l s a í l a sim q u e 1a res mdrcad<g los especialistas q u e fabiican v r e g u l a r las
se h a c e c u ' p a b t e de u n c r i m e n ' Y en I n g l a t e r r a n o ha^ c a u c a d o la m t , e r t e ai confenencisía D o n a l d Campbell q u e p a r t í a 5 olicia l o g r a b a reunir ei^^ «Ha p r u e b a » suficientes c o m o bomban; son t a n peligrosos c o m o aíiu»l!as s n o m a s Y p o r
ninsTj 1 te-scto d e 'i-^ qu<* a d m i t a o r e c o n o z c a el ' V - m en en vMje d e b o d a s , modifico p o r completo l a s i t u a c i ó n . ío t a n t o es c o n r r a los fabricantes ou-^ d i r i g i m o s c o r m a
S e g u i d o p o r n u e s t r o s t a x i s , el c a r r o celular a r r a n c a en
d i r e í c . e n a S c o t i a n d Y a r d y p e n e t r a bien p r o n t o e o el v a s t o OPERACiíÍES N O C T U R N A S
De que la u n i la speranza p a t i o m i e n t r a s q^e n o s o t r o s f r e n a m o s f r e n t e a ¡a p u e r t i t a ALTA TRAICIÓN
u u e p u e a e n e n e r los t e r r o r i s t a s p r e s o s (-\ e s t o e n épocas v e r d e d e la oficina de p r e n s a , y a que % pitefectura de policía
N o s e n t e r a m o s ense^*"» de q u e n u e v a s operaciones H a s t a l a declaración de la g u e r r a , los t e r r o r r e t a s i r í a n -
n o r m ^ i e s ^ e» la de p o a e r s*r p u c s t i s en h o e r t a d a los q u j i c e de I o n a r e s n o desea q u e s u s c o r r e d o r e s sean invadidos p o r
años de p r i s i ó n si-m.Dre q u e h a i a n demos-trado b u e n a los p e r i o d i s t a s . *^ poUcialas v a n a reaEzarse* la estación d e E a s t o n , d e donde
s e s convictos d e h a b e r p a r t i c i p a d o e n im a t e n t a d o , fuero-,
condU'O^-a salen t r e n e s em direcGGilS^ ^ c'yhead, p u e r t o de e m b a r q u e
l u e g o d e u n a h o r a y m e d i a á. espera, !a p u e r t a m t e - i o r condenados » e g u n lass disposícioiies del " E x p l o s n ' e 4 c t " q u e
S e cal'cu'a que os ^^ondcs sec-etos de la x T? \ a l e a n z a - p a r a I H a n d a . U n llaraaifcte'efonico a !a p a r a d a d e t a x i s y
que c o m a m c a la oficma con ios e s c r - t o n o s de S c o t j a n d Y a r d e s t a m o s n u e v a m e n t e s¡P^° 'os c o c h e s poKciates. no r e c u r r e a la p e n a d e m u e r t e sino e n el c a s o de bomic'dio
a la s u m a de « u m e n t o s mi Iones d e libras la pohcia inglesa Pera a c t u a l m e n t e las c o s a s h a n cambiado y t o d o a c t o d e
c'-STura q u e <<• e s t e d -"er^ n o se h a móvil za-do n i u n a m o n e d a n r c ^ r ^ ^ L " " " ' " " " " " ^ ^ ™ ^ ^ " «"^^ ™ ^ ^- l e n t a m e n t e E l número de irían*? 1"^ "desean" volver a su p a t n a
es t a n g r a n d e que ha sí**<^sarto t r i p l r c a r l o s t r e n e s . L l e n o t e r r o r i s m o s e r á c e n a d o como a l t a traición, c o n d e n á n d o s e a ' o ^
O i b r ^ n " ^ * ^ ^ ^ M e AHisters. d e v e i n t e y ocho a ñ o s , n a c i d o e n culpables a í a h o r c a .
s o p o r t a - e n tcrflc =u r i g o - "a regla-n- i t a - i o r d - faa pn-sio l e , h a s t a tos topéis, el primer"«K e s níspeccionaáo p e r d e t e c t i v e s
p a b l m n e g a d o a I n g l a t e r r a e n M a r z o últmio el día once n o de» S e r v i c i o E - ^ e c a l - E ^ policías b u s c a n f e b n l m e n t s a E s esta, indudablemente, la s u e r t e que e s p e r a al f a m o s o
íUg'esas
iia_ podido de-qnentir l a e x a c t i t u d de los i n f o r m e s q u e lo aJgttnds s o s p e c h o s a s tel*í«s qofe, d e s d e h a c e b a í t a n t e S e a n Rnssel — jefe d e las t r o p a s de choqne d e !a I R A ,—
IJNA BATIDA ENTRE LOS SOSPECHOSOS SI las a a t o r f á a d e s inglesas llegan a ponerle l a m a o o e n o m a y
A ! e s t e d e L i m e h o n s e , e n sin b a r r i o s o m b r í o d o n d e ' o s : : ™ l l r r t Z ^ S ^ r e . í " J r ? - P « ^ " - » _ a r m y " (ejérato t i e m p o h a n desapareo*) » s n s domicilios S m p r e o c u p a r s e
ediato t o m a r á u n a rescíluci5n d e las i d a s y vttelías ds « ^ j e ñ o í e s , l o s v i a j e r o s y los q u e a d e m o s t r a r q u e las ejecuciones se h a n cnroplido p o r orden
edifcios óe uno y dos ptsos alzan sos pasadas moíeí grisáceas.
h a n v e n i d o a acompaSarloí^oib^n adiosaa Ifenos - suya.
SACHA GÜITIY Y ^*'^s**^^«^**MV*sA^VMiA]íM%tfVfe»tA*VV^Í^^«^^
•o dp la giL"
cobtaba
grtento
eatacter<'s
^ la figura
de símbolo
cumbre de la
san SXTS DIS'ICni.TADES
] oesia F^deiTco Gaí cía Loica a^e
E s t a Sfecciosi px emiira, c o n u n a . s í i s c r i p c í o n s i O Í E S T R A i DOS BE ^^EL PLATA" szi ido cobardemente
de Fiatvo en lat calles
^ar ¡os
de Gi
-^icaotos
añada
A I V Í A l l C H A ' l a m e j o r m a a n a q.He s e m a n a l m e n t . » s e l e - e n v í e | Desde entonces h.emo'í pi e^enciado D1 d e inp h n l e g i o . q u e ocain-
A l a v u í - t a -eei a q u e Ei Plata E3a '='1 S i s p i e m e n t o d-e Eli PICATA", del 24 de en^ro de 194 0
Cada <'olaI>oiacioix -deheiA T C E i i a.com'pañ.'i^i {del r e « ! p e - e t i v o i el m lagj i de szi vengan a Su voz
s.<^ i h a i^fo^ladio c o n r b i a , l a s S a g r a - s e ü o s o ^ T j r r i ó l e e r ( l a u í é u n o s l o T a a p r o l i i t ) ' ) l a n o v e l a El
"feNda d e s e e s e i g o i s r s s •
• d a s S s e i i t u i a i s , c j u e , s e g n a i T o m a s H o m b r e % l-i B e s t i a A l a l c a n z a i la fig 16 e n la r u g - n o i lia vestid i. de ca-iíc ones ebta. Ue-)-ando
E J . p i e i i i i o s v e m a n a l il•^ onesponclicío al Si E tJ Scoffoiií" I fie ra de ecmín <Í Ta atinosfe^a
d e A i q u i n i o , " s o n m s i p a - ' a i d a s i p o í r U i n o 3 Ci^e í ^ n l a s a m p l i a s h a b i i / a c i o n e s " o d o estxbx e n v u e l t o . Se
d e P a = o <ie l a A r e n a e l E s p L i i f t n S a n t i o c c s u t i e n e n l a s r o í a - c l a r a m e í i t e q u e ¿.u d u e ñ o h a o i a r ^ v i s a í í o c o n l a l a p n i c j ' a e l q u e de del') 10 tírtiento gne llegaba, a tra
' ' o s a s s a n t a s y quie s a n t i f i c a a i a p r a t p a r - i u n a f u g a p n e c i p i t i i J a , l o s m u e b i e s y l o s p a p e l e s H a s t a l as ves de los ma7Ps fotmfb^ mnbiente
r o p a s t e m a n l o s b o l s i l l o s d e l l e v e s y e a l a -oliiiíieiiea se v e í a u n m o n -Me propongo lusí-amente esciibn un üi (al do para qne los -pitehlos de Arrf
lo=i h C ' i m b r e s "
n-ica t ecibíei an "I 'mensaje del ai ts
E i m p e n a J o «01 u n ¡plaTusiMg a f ^ u t-ón d© c e n i z a - 3 g i s e s p r o d u c t o d e i r c c i e n ^ e c & n i b
AHOUA HOS TOGA A HOBOTBOS d"^ i m i o v a c i ó n e i e n t i f i t e a , ^ a l r ? tT. do en d e s o r d e n , l o q u e os dice mi
j s í e n s u i m a e r a xr^ r e v o l o j o a ( q u > e l i a O í a i b i t a c i ó n , ¿ p
ina enseñanas que ba sido completamen y acordaba
J ! f il la
a este
Pc'fadoif'i
esencia
d" este
social
•men
n-
El^::TOR@
moría digyia de enveta regisúraba derante en el -c icauza mentó de •
S^enaTberg «aBía íiaee^ b a d o aparece « n a de las c í a y V t a l i a a d M a s - q u e Xa d a n z a p o r a u e m e -
en discos canciones pop'iia.) es j ^o corrzent^ El teatro no pu&ae TTÍ
peKetila= policiales Pe- n o s x O T m a l p e r m t e a i b o m b r e e x p r e s a r l e d"" itwd la liheOtad, y
aviadoras soviéticas..." ico^ -m frrTíien-e- -Fu€f»-'-'n C n s •manees qiíe s-& trasmitían por la so aparcado de La r-^áiidnd <GCI^^ «
r e c t a m e n t e - e m p l e a n d o ei l e n g u a j e d e i a a r la Ihontadez e'^vrest-b-a que se exige
r o a o s reciiexda miiclio ^n /^ '^•^1-^ P-°On i^í'fc.) la vía ae la t? adición o^aZ Sus ooiras qir" debe nuimr en eila suc -ratc
E n fia... Comprende- • q u i t e c + u r a -qi^e e s e l q u e o f r e ' * " n n a a d a n t a 1 la ot>ya de arte de ho^f Ya "^ere
^ í^u-ínAsl°Tnc(=í p «5t= n^iian-^r'^ hai 7-ecog'^o t^da - e s a -mur-^n^la li contnbui/endo '^e ^esa •maneraT-TfL a a li
m á s s a l g i ó n V 0 2 1 á e If* m o s Ió~<le la economía C l o n m a y o - d e l a T - a r t e a^ T o d o P a - ^ a v e n mas onas -adelante c^mo estos dos
neo. dr> España, szn -qtie ellas tó^w foimaczon e^prrrviml de pp,eh~Tos
a c t u a l g u e r r a , l o axse s e • f i e a r l o n o " b ^ y m a s -qa-e v - ^ - i a s a * n i d a d a s Tio-nh es > e s v n e n . toda una, ei^ca hr^
d i r i g i d a , a l g o b e m o s leí- P^ata" -ncaríatmr^- eT'<^o-TsMer''='^ e n t - e -el c o n j u n t o o r q u e s t a l d e i o s m ú s i c o s lante del arte v atral de España
cí>rifirins p o r ía laiirea- do sobre los planea eu- T-^c^orc^ -co-mo ei cronista int-cnt^
f u e r z a a n i m a d o r a y el c o n j u n t o danzamt-s d e Un e'^tos t-ns-'-^nies fve que López
^^^^A
CL¿ente con miest^a, época En ei jut,
í'a ca-vaca. ^ a ilocu^-^ Jazz" lorma animada -Cuanao Ligar decidió echaj- a la -ca^l^ ^crto 00 sabio de las dtcs-ioTie'' y d los dr -hablar de teatro coi Vilr>o V
g e n é s i c o s d el o ^ n a z i s , sa- ^^l — actriz ff'iEe -zct^io con i'-cp
TT-n '••eá PreF^=! -et ^^n-y^ iS^V^tií^n -este m l a g r o s e p r o d u c e v s g o r o d u c e s o b r ° lo q-ue haUor avaTiza-do a ^^osta d" Símbolos en el enciientro- zrf^jw e-yis^o
Olvidados del liábil b e m o s q u e e n R u s i a fse L^ga-- ei eT 18 — cenobio -fefer^e:
t o d o e n A m é r i c a «'e p u e d e d e c i r q u e u n f o x gra-nd^s esfuerzos e incorpor^^rse de zrmjbgenes extrañas, en 3a- yuxta
o-anaffíTiflage quí» comen- b a adelantado msiebo en t r o t r e a ' ' i 2 i a u n a c a t e d r a l <=:ouora TTna e a í e d - a l tnowrmenzo \ enoirador, qve encabeza posición esirecha entre lo hizriano y
t á b a m o s e a el n n m e r o esta r a m a d e la ciencia. de 5 HLoiutos actriz cazaZarca Llego el poeta el ss
Pero, b a y algiinas aae. e^ p^TTp p i T e t í e i i o i i r i " * a " H ^ l ' o n "PT J-^asta eUor pretensiones nvngv. barroco -moderno
anterior, leentos c o a el
5vÍ7+^co "«ub-*a-ow^l ' Pv^;?o de
%,^,^,^t^,,^^fi^jitj>,firjl%fi^.,^tf^
- , ^ ' ^ ^ ^ ^ - i i ^ ^ ^ ^ ^ ^ - ^ ^ ^ - ^ : - - ' ^ -
QUIERE VD. LIECAR A SER
CABALLERO SIN ESPADA''
E n la sala del Ámbassador, refrigerado WS^'- - ^*' f. ' t u , , .
lADi© CITY
Dirección: Bennaxdo G-Iueksmaan
mm.MMmm^m^
Wé^sa, 12 Toda la Semana en un Día MARCHA
^lARCHA Toda la Sanana en xm Día Página I S
**'*'^'*'*'*^*''***''*^^*''^'*'^^^'*'*^**'"*'*'^'*'*'^'*^^ I^I^M^líI T I ^ ^ I Í ^ '^dWUIJI'ftK^ «*M«S*»^*í«|í*»V^»)«í'«íl#V<^«l^^l#W>^sMi!<VW«»^
Hogar, ch Duke
MODAS
S A i O a í E . — . . . a p e s a r de t e n e r iin rostro que m á s a©
u n a esti-eDa se enTldiaría, me encuentro medio con Isionca
p o r a l g u n o s Eumtcs n e g r o s q u e me afean. H e probado toaos
los eonsejos y h e f r a c a s a d o . . . Me tíirijo a nstact como nl-
Hogar..,
SoE Bistraídss Peres No QuiersE Recoacicerl© Eso es lun juego d e niños, Gómí)rese una' cajrta de aeua
r Ids y 'píntese ioñ j)untO'& negros del ííoler :do s u ¡piel oi del
^-^ L.-' E-j <::y Liz t'j
,...,e- i,>- !o .-ú.^^i^y q u s [miás le •&uste. üiaeiendo juego eon el esmalte de las uíias
cop las heliiíaas de sus za,pat'os o el color ide las iigas
''l ú. ir> — í .
J e qs.e '.- Sie «• >! !< .iSrt í^^'IG^fA. — e n dos años d e casafia liiee íie m i maWdo
! l - ^ . ' i J . 1 . • 5K.CÍ-Í. j - i o l j n f í . l " • ,ae u n iiombre distinto'. Dejó de fnmar, no t o m a aperitlT'OS, se
a c u e s t i a las nueve, m e da siempre la razón, cío^ia mi** ro ^ í . i ' ¡ í ^ ,'orfo.i s
jíiiíl-is n o tiene aniigos, m'e d a t o d o el sneldo Justo el 3 1 •-".n—nl!, , ,Ur
Peno no logro inte-esarlo e n ei psicoanálisis. ¿Qnc hac^r ^ r.o i! •«•, .11 ,.-, prm te, ya es demasl'ado tarde pa-
Si &u max.i'do h a llegado a sei^ lo' que dice, corre'Sjpoude .e,.»ts 'Ir ',-.- I s /.Jé-
ob a n c n i e d o ¿el que uo se
m i e n t o t ' e ' « ' ' .«liK-.r^í- - i i i. « l a t ¡-rw,- is u.>,»h,- s ',< in,^-a,-i Sabe como salii-. A saedida qxue¡
íe e s . í!j. n . . « O . I K . , lí.m.k >. n " •. í • a ¡larlr ¡H>--< srioi, i>e> Iiácen esfuerzos pítrii lograr
lo la ccuaplieaciósi ps snayor
y las paiten se sienten uiitó
e s t e r a y o de tni r ' í 1 .( n<o. '.üii descontentas. Porque tada
u n a de elTas está persuadiOa
K n t o n i t'-. ' ' " " CT-aí. p<sflr<iii =u<-. 'i<>i : de «lu ela. calpa es de ia otra,
'Pero. Helbe! He 'ning'una manera. No renunci.^ a su r a se guarda im poco de lencoi
e, 3.1 ilc ...111 •' ! ) - e = t n " i j r u n i'uíil)^ . V b.cs. •yuto . 1 ^ . onejor 'hora ;P'ara ba'ñario es antes .de acO'S'tarlo, E s - ¿.JUntoncíEs -qué decideií"^ Se
ipolvoréelo 'coin taLco. Déle ia lecSii'ta siean¡pre a la misma iiOira Siacen burla e n í i e si no se
-Las ibomlbaiClíiitas 'de goima so^^ sumamente práctteas y, UP hablan o se dicen alganas pa-
Li. n \.)iL .- v e - u n a p c i i l i l i s<-'.!ifiien5al
, i . . i . . . . a .. V,i. . . . ' . i t e . ' í <n l a g r i -
Viendo una bolsa le ^era cólmodo ba-cei & respirar el aiie de
lií; playas. Ouide raiuieítio 'la aliinentajción-en . v e r a n o ; -frenue Crecliet labras sarcásticas. E l o ellia
repiten el juego , porque
líi - . í'e~() .J'>r !u q i i o 'iips f u - , <-a. .ip.i- i s tite a un especialista es preciso ser esposos p a i a
ien!< q t i p d . T « n •aiitr (í.i: P - . I UIS )>-.>- que e^-ista^j. (Sbtas rencillas; lo
íí, i'.!.i é ' ' - _ i ' i . . « s p í i-.a1ir-(!i!í p . T o V « Cíial no es obstáculo, al con
Le'piiíle ^ tlji pw lo í í ' i i i o , es u n a operación p a r a
P o r '.uiíi.» - t o , i o s
colaboradores
P i f i e n !i,.d.« p - í r u < Ko <. B t l 4ñ-> ^ u < de aíprov'&tíbarla. ^Cómo hacer para
oos y wiiisliiys de con u n a rencilla?
.,¡5 < M i . i j . ' e a ñ o ' Vd ^t < n í . í g a - « d e « ¡i- No bablo,
rjnAJ, .ve, pí<ca>> p e i s c n . " . ^ep<i.i n u i ¡.-^ i e r j ' i o s pe.-o <B clom.is!ad'> ¡ « d . t - «jiie las v^rdader
ríífaíiat CHUSES, - v i s . , o l í i d o s ^ibiei i.«- r . í i i p r d e n e> . i " ' > r s a i > d e l a b o d a , d t '
t i e e s p i j p d p n lleí^<í' « s i l í . . U b i d e di- alegre
d í a d t ' . o n i p Püjii-o. ' ' e l p u w . - ! < ! ! - u í t i - ^ tad d l s e i d j t n o n ' « s ^s t^l río, se los aseguro. l í a -
v o r c i o s feíit en-ih.ii g o , i i „ d i e « t f i - a de
AHORA
! r o o r u a l j ' ü » •• « i ' O d í a p >r cj e » l i i o blo las peqiseñas lencillas
tonr-íb, inútiles, agrias, como
.. t a u a a d e í i i o » . eilip.xfia!*.. i>u ftÍMPtíad 4luc-= ia - - « p a : ^ d . d e b o i a a t o d a aquellas que todos conocjsmos
c«>.a ..¡i.)rte<i !.!<>ri.":a v . , ¡ . .->uta i « r a ^ 'Sufrido", dice usted? ¿X
a toda> J o r a » , h a s t ^ « i ' e: do-..iv!Jiii>. poi que no provocado^
*,<íií ííuj.^hasiint íii.í^ f i e t ' l e n t e s ia-- di^- Una rencill*, es muy des
t - a t t i j n ^ ^ i>ot p.iií.e dt 1 Í l a s ' d o ntse tíe j r í l o ^ . i'i íi p« a s a . *Ei,ínrat' 1101 ' o - 10 mdLXs . 1 PJ e -1, ELa Oi-efnnibsa ¡c!a.ia(p!a.na -d'e la liarte po •igi-adable; pero, seamos fran-
l a snsujer. -toiisintií n d * ^ aicr l-uerl. . p - . .. :.,.C' jSiTaÍ d e íJiÍ aI !P¡a
ÍÍ*. le'n d e , ( ol.»->d.'. o la'O sobresaliente de .este lauúeiio. La pollera e cos, también es inei7itáble. I J S
. o . - . í i , d ' i o -c>. t o d a ' p a i , ! ' . v 111 ¡ n - h a - encima de la de taXetta negra se lialIa otra de í i n a miiselina prudencia aconseja, pues,
( U a ^ , ' l o ( I I l o q u e 'i* 4'i3, s n o < ri l o q a e
BELIIOETOi
.de seída del misTco coloir. Acoübas icae-n. SLin!pl>eim:en-te- «jdela^nte, aceptarlas, como todas le¡s co
d o s t i r do,íU^er. y son 'a!ca.m,paiia!das an lu -porte iposteripir.
oía-Síu d í t i r . sas inevitables y liasta de. co.a
^ -La fiarte ide m^us-eaína ©s a,b-ierta en la delantera, y Uene sidírarías como normales y
><» ííí^j u n Ei^^Libir '£!' "-10 « ^It 4011- Vor iiiiüno, i.iia, p a l a b - a s todo su borde, inclusive el escote, adornado de •encaj-r=' ne^ro útiles, J a rencilla es un .ele-
v n e l d o q u e c ., 1 a f-vp. t l u «'i p-,u o i o s i a ior- n a b a j o s d e ' í a , . d i ' i . F O Í sobie Jj.. tie i !)Mn< J 1 iil i TiSDS anangas, ligeíaimente aitiiiLloiiaidas, se- üialladi también mento- indispensable de l i
«"pí.ii'iuu.. t •. p o r ISO ii«« t u a r d o íe t n- ) lar.; d e cuida aidornaidas de «meaje, -y -el 'esieote' se oiierra ipor -un lazO'. imisfead y, más aún, de 1-^ T3
cn •¿ifi a 'i fi qütó !iag.i alj^an t r a b a j o ¡ > . i i - a . a q-.c le v e ^ i b de da conyugal. H a b o a que í*"
a S I imod lo ajusta n e r piedad p o r . esos . jÓT/^nefa
dí-B.i'.i.tii.'lsSe, e n i p t z a r a r s.t i r ' p i e p o j t r >•>!].» . ' . t ! ¡ a r d u i >'.u a M i t l t 1 !.< lie i r i ron mi!. ft'.i .1- esposos todo nervio que toda-
rparte B"u{peir: pero se Jiace luego
pl.íííLir i i . c s í c d o '.iití-vo- l u c u a i n o Í E I - l i a . a p l a i a i a \ o s < a n i ' n o s , ^ h a s . a 'Ufía- dobl< s '.os la/os , ,ir!_ , icnrplia iftaanipana en la p a r t e •VII no lian- disputado, un ma-
p e n i r a q^l.* e.íí .'t'niKÍo ^fca l l íj 3e ' ' ' r.. ' I v e / .1 ' a (friar e l < < ^¡sed d< r I lio del modelo, liso aJd&Iaiite. Loa tiimoEio no Cata verdadera
«•onipro a.irfc d o » asios \ q . . c S.i c i - i . . m , < a . i " , p t J i - P e r o ~ . . a \ i. « a i a r a l - mente anudado sino con la
o n DOne de n n t e j n ' o i' i ^o ^ primeria querella. I>e ella' y-de
•-ole d e ^ * r J o , p ' ^ i o r u n t a !p Í!IÍ^.E ^*"0 a r , . n t e . !a «E'ÍP d< b t r í p ' a . t.ll l a s s f l i u - u^v C ni re Ifc., i . < ti - '" ' su sstilo dependerá sin a n d a
»-i. t^j>c-.í>. ^ ' i n u i t í c s t . i . p r t i f i s-»uíijnt.ít
h.J.'l^aiía \ dCjClo p* «..ar q r l " ^-^ lUi al"
, ' i , . u i d - r " k s b.dbos
h a - , V [ i x e r . o d ? - 1 i« t d ! ' a s d« q u í el
El Cuidad© de fus Guantes inteligente madre de Tanailia
,¡:Í e a 1< -J ^t< n d t - ^ p o r l a e n í t o r r o s >- t i t i a p o con esa oaj,, l„ esio- que vino iisi día a verme p a r a
tes m u y ajustados. -No s-ólo son tíecirme llena de a l e g r a ;
Si ~ l e i i n l i s fib s ( « ' i i - ensuísan rápidainent-s. CuaJido — ¡ A l finí Mí marido íia
í^i~ h o m b r e , i<ui.< i p.< 'is .n ii,u d d- piel obs-érTense l a s roto u n j a r r ó n y lia querido
d a s « l n « ti-culo . s u b a 1 n i
•311 Eviinuto par<i o l r o . 6«L vt>' vo i i o ' . P - lanciías blan- d a r nn puntapié al gato
p a m u o h o a»e"(,5 d e ( l í o s . j » c . o aiie jia- <(ue mojad i cO[i .iceil. o . "» d-e mala caüdad. y s e -om ¿Cómo salir de lan eiaii^edo
r e c c q u e P r í o t,» v-ord.id. Í5i \ t' tiPiK u n s i n . - V'" 'I ir b-dlo 1 'os
doioí- d p fftiaeiiS. j>or pjí^—.plí, pH' ^ d i - mi! bles S - t i p ' i i i i i-n -"ili P"ara .gu.e ios guantes no s*^ defo-rmen es nre-
d e st ST, n IV al i.r, -v cu toi eiso -calzarlos sobre manos secas y limpias Si
r á » ; " ' ^ . 'lili íís, q s i p r í u a , j c - ' j 110 P-J no d e t - e s o v ii .!~ siiipii s están b j m e d a s por da. transpira-eión, eonveiidrá solo. Se dice
p a i . i afli^n.=o <.->rí<>, ;,.io lo pa>-tií •*"' s i empoiTfi.rl'as.ligexaTn'&nte. E n esas con-üíiiones
„ 1¿. ^'•m.'^n'^ ..if^uiculL c s i o s d e n ^ u .A^a se calzarán pTóanero los cuatro dedos, desanido
s* ¥aT^jalite. I c re p i » í t í i a r a n a i r i a r g . i t u e u i * ultima niüllít d a,-fuera el pulgar, que se introducirá de-^nués
q u » h a i l t ^ u d o d( q u c r r l o s S Í \ d . n o si- iCuando
m u e s t r a p r o f u n d a m e n t e Í.<»I d í d t d a p o r I n -^s o vuelta de fin
UIo Z< , í Ííis"ía3ii-e en L
•varetas simples pasándolas
p o r l a s v a r e t a s de l a i l l a an- aJgodón y lama se la^an bruma a «n ei eiu^edo t ^n—
tendidos en t o d o su largo. I^o m e - t a l i i i " "((> ina^- coniod^iuentí
L t í á d e s p u é s eJ a s u £ t l o dt-i i n a q u i l ' . i - n dejarlos en u n a -caja perfnmadia. po- blí
jp^ es b a ' du d t ia*, u ñ a s , e l e . "Líios p i e n - la70< UneíTo sij; c i n 1 vi'« n ^
s a n q j p t_»o >i<» le c o i í v i e u e a \ d., q u e Al Jieno>,
\ I m a lia a l a i ' e a l ' e r n indo ^ seguida,
u n . i m u j e r fJc b e a p . i r í ' « r l a ' t o i E o o - . a u m e n t a n d o T a s v ireía.s ¡i i- ni mujenes que tengan 1>a5itaai
n o PslínlarKít» un.» i a U . i h e r i ' i o s u r a KÍA- vín iior US 1.2 vareta., -,in'nlo- te lucidez y tacto como p a r a
d a ¡ O " lo.. ¡ . r o J u t l o ! - u e b l i e ? i. ''«n
e i n b . t r í í o , <Tí l a p r i m e r a fu s ' a a que» \ tN
d t iT vnflti, fi-i o r o r n t " -
<era vne1t.i "s u n a v n e ü a d Matqíiillaje a Prueba de «Agua eanpresa deli-
^i.y'
f -V
'S.
'•1 «j»
iS-'-*
illMiiiil
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^^^^^^^^
I I o
I
La Verdadera Causa de
I!^o^bace MJiisterioso amcidio
ucíio en IJonOreg se encontró a, 5iii.e
" lneis.jra pri'ícJla- Drirer d 38 años iruerta
/M S Loo sal /ajes creen- aue e' errer-o en sueidepartívmenío de J'enuTTi Street A su í^ao
¿á.^I Lii '"sa'o sa' a e ae la tri lO se oeo o o ios e«p ' lus mo iq-os yya"ia cuerpo de ua g^-m. dogo danés
pEQO e-5tablecers€^ que Mme 1>rrrer tba^tdonada
niisro itt-^DO "O muy lejos ce bu de '^du deccub e a los considera i aue tales eoDinus soi los por s-T marido un aafecuano d& Canaxiit Scee
allí Buct Mal e ^^ su esoosa Zlsie -a a s as jT corre a o-e e-iir r oos b ancos í.i.5onicin Buck i E«sis ga-s se lnáhisL buacudado con su perro -ralxendose ae
Drocurcp ai reglo- ei aa'o er aue Sus oo-noareros sm re''de' a mapos ae los nsgros sa'vcres' He tqca la ultiina carta de la mfortimada sm
reahzc" un -o'd u'^ -egj'ncto c da
1 } Jja, '^zon qu-p ms UL.paIsa a qtíjíaritte la -w-
es sencdla "^o tengo m amigos nx dmerg^ ^ ^en
tro de 5"IgEmas hora*, estare ^n la calle pues ^
5ííW^^aií'M>¡WNíV^^ V^SASrSí'í^'SAíV A¡%!ií«s^a!j!%¡aí^,^^^í¡^^¿ií;V^ís¡^5^*¡ife,^s^l^^^^VW%»^<V*^V*MMV^^ prop'eta- o^ reclama ei al<iuaier cosa bien ustcral
jpmaln-ente —^y no en aitmio lugar— oo«eo ana
uerra bello ^juinal afectuoso, cuvos <>30s neg-O'í
miraai con díeii:a«íada insistencia, la puerta por xa
5s "? copfra-'on eK el ca n o ^lo ssi \ Ja 'a ¡a y finij hará o cual entraba antes el ser ^ue mas, «[mere en el
oho Jy'ois^s Is m nL^ a su ünit^o c a cíca.- —^ CuEí ío ? mundo su amo
baha de a^i gurar sif '•asecha o tira eJ ttiego —Po7 ser tu ie lo deja e e i cuari^nia rra pe- EX a3no '^ ba do para ao TOlTer jamas y la pe-
se muere, lea^^aiueníe COB el eorazon d^tro
—¿E^fite^e' zade
—Me iafece ni i hei qie i-a /IC_,ÍL> cue- —¿Bs f^-^rfe"^ Tajaoi&í amaba yo a ese laombre pero jne h
g rado co i^ a et ti ego —"sspo'-d o 'acot^i— - —Sí-ají O LeZ'y d eho que ^ ama nías a sa rsadre y a su líb^rtaa
p/>rG CQ Ira el gra uso ¿V co i o ves a J—¿Bncoge^ a' oue a naoie es el muaSu Mas que a^su mace" "^
a. su pe-n>
cer cae" el qtií lao^ —Tü to co 1 o 'c 11M-1 o que lo ht/a da?ant-e Ssto es todo Tja justicia declarara, mi siiicia_o
—¿G'-rc ulo? una cnsis Üe desesperación'
** * —Pa^dkra de ho Oi Leoy
Le' y califa el traje T R O G EBO BEL TEATRO
Golústei dneñct de' J o
^ ^ as e a arreg^avdo la Gcf o días después Goldsie i i \loise¿
' ai'ai seitaáo^ eila úe^a * >u a^l i ígocioLna
UEoU e &UAYO DÉ 1808 A 1938*^
De obra de JOSÉ A DIBJMBOLE
1 le' aderm cim do s en gaUe ^lo-ises d ce
-f\udo Vo iss Te "111 a ¡a Se an^mcia pa--^ rtny en breve TSH ^' ^P^oce
•uis la de an go Lez\ \ a" —rfraGolds-'in A^ oie le Lej^ i suso del i.eatro nrugna^-o d«- ISOS a 1938 d^
sif Ju o o jDios no' el iiaie de^ rhi^o Ja euco aue ^ attofE José ilberí» I>l'>aGÍ>oure,
—B <ei oo d-as CoVs- gdo 'Esüe libro <e •ejacnwnrre. ilra<íi<i'o en •^•«ÍS
Í.11 ii et os d as \Io sei Ufectca ente "I boide 4 1 pii*afíi giaixddc. le c^cios el que eoir'e^iioii-de ais pnm. ros;
—íQ¡e deseas l.ev\f V^ga a 'a 11 laá ael inso y el saco aTintenítos ^a tea'^rales ^strBuañCha. eiJtre nosotros
—6 Q'e o Iteres que dt de 'o cmluia Ci a do Le^y e paia ci f eidefecarafr-' a' er b s^ori-eo xomaniB.co y -gausáiesc©' Iiue
see vimendo con ni-hijo° i-'^goc o Goíds^e i L c'cnia alegíemente g?> eí anfcoi es^hidia. la, obrat y fia nsQuencoa. áe
—¿Ropa uiTvwrf —¡Gl Ole espl ndula cite tía' Lo Qít.Z?lori nc o Saii¿U^ ea lui'^tro "featro eon= ' ía.c.-craifcio
H" aecido en ocho días' ¡Xjn veidadeio todos Jos anaticss de sn ipersoiialidad attfsfcíca lia
—No Un lajatíe'u ¡^
—I isíamente tet go lo que p des Toiaai a íí. i teirH„er<¡i-
:u jparte ©üLara 1^ act yidad teatraj pos-
mna esre Tra^e itiaimcio o anco Ot. ^uia
^f>li>^'^>lff^>^>!^>^•^^^^^>^<^>^>/|^^^¥^i^^^¥<^|^^^^ enor ,^ "^aindieiz
del paáuelo extendido. Les isabía qí^edado para QniGU despaehíii, se lia sentado cereíi de la
siempre ceríiaiia, aigúsi Sorbellmo a veces pero puerta eu oeliava. Es alta líoelié e iEiniensa la el piso de madera. Aclara la mesa. El cuerpo. garita. Sus manos quietas." ^ías^garita que está
ToK'ia a reaparecer en ISL retina la, iniageii eii- claridad. Parece que las cosas y ios seres Ivaana- Frolongásidcse éu la.p"as°ed blanqueada. detrás de ¿1, levanta los brasos para aprisionar
Bos hubieran esperimeutado lui aclarar en su
li-sga^do el Terano, más aéii, Serrano solía eo32GÍencia, y nusica más profas^aráia esta quis- -—Cara conocida, parece, — exclama, al los liomi^FOSs y su vida. Los deja caer, pausa-
i? seguido. ind inmóvil para siempre. Serena de taula vida. tiempo que déjala copa sobre la mesa^ d: mente. - '
—FaraYerte,.— deeía sienipre ^n& se lo pacito, Por prinaera ves, en lo que lleva en este des- —-Y puede ser uomás. Soy Serrauo,^ de pos* '—¿-ii!.s_..„. ^.„us>ude vas, ya tan de madruga
preguntaba. .iBÍra a conciencia la espléndida 3ií>elie, aquí en ©ira época.
Ni la"-soledad de los íitardeeeres abada su y eso que ya van para diez años. —¿Anduvo por el interior? —Al portón de la fábrica^ A" La Blanqueada.
soledad^ ha de ellos por eucíítia de la cp-iielisd. ansarillenta.Besde 1.a pieaa interior, lian apagadf^ la luz SJe frente a ella, - aliora, resalía la esta^npa
. Seios ios díss, exíendíaai sns laiiradas más allá %^aroniI, íoda vestida de negí-o, ,el rostro páiicl&. •
de ios sitios l>aldícfs, las cercas, de alamlbres La claridad sedante de la noclie ep.se se detie- Asnanece. El pelo rubio. Bien ecbado .baeia atrás.
eí'íf^os, p€-r3'=a'^í?íi en Blanca, liasta las altas pa- ne bajo el diniel de la puerta, esiviaelve todos
sus pensamientos. Y eosnienzan a surgir visio- Margarita abre lapuerta del cuarto contiguíe La madre le anuda el pañuelo al cuello.
f'-"-doí-. .:íf"aL<"'r-2iti:b de La Teja. 0oBde des^ nes pasadas. al de eSla. Un joveaieito está de pie frente a uu —. . .pero"no Mores, pues!
La voz,' varonil, tiembla.
amplio espejo. Se anuda al cneílo' itn bei-moso
— jrisóíiía '•Naríiííid tienen las palabras,! —• Eu el crucepoco'
. Necesitó . tiempo- para acostumbrarse.-
de dos calles, montado sob5.'e sú ca- pañuelo blanco. Fresiesiíe la presencia de Mar- LViS GAUCEA, ,
lüib^a dieiio 'tíargariía, — jDescaiasat
A^gLinae vece? ?7iíí>rgarita sio, podía precisar balgadura, permanecía toda la ssítclie en el ser-
vicio de guardia, civil. K^ a'ecorrkia tenía qi7C
í;i3Íe¡:i había utii^'^aíjo a Blanca. Se alejaba a
ifii!r\= dí^ stros diinintos. Tantos, y tan lejos
es.ta?3i:2\ qiio fUt:sido volvíaíi a ella, a lana liora
dísiini;'.- eon ^311 fiv, simOar no los reconocía. A
pe?a»- de ru ijsesperada magnitud ?-tal vez por
í^so íi2"5£rG- ^Táfi iisn. cuando nua iioclie, entre
ellíiíS, íanabiéiJL líabía llegado Serrano envuelto
^£?N W
i^%
i
en hi ^ísina voráeínLe. ¡El taoibién!
—1\ víarjítirita ^ería a Blanca!, — se Isaeer. Para esOg el sargenli.í„ ñóío fterínrbaba™
rejiifitfG Serrano, euandít empezaba a ver más alguna ioaagen, tanabaleaníe. te^^rki-Ie soT?r.bra
eIa5*o quí- siijinea su extravío. .de lo que fué, errante en la ¡itbícuridad. i'3"ar
Y un atardeoer., Jiinto al portonciío de ta uoebe cuando ya babían pasado v!i¿ií'ha«, ^\6
capa de eHa, «p Jo dijo. La sociedad utilizó a venir por la obscuridad, V-y}.!i r^ícchc CL^andaí ya
IMancí y ÍIÍISÍO tstHizando a Margarita.
—Y yo i\ yo? innibiéii, Síárgarita. Jimto concruzar
Eiíi!'j«i, N
babíán pasado lúuelias, vio venir por 'a pen-
diente otra igual a todas;riiudarse íiempfi a
' o' JC rse olvidará níinca esa noche en cruce. por él primer precsio víicío, Iv s;;lió nií
Iflllíiaf
LaJIevó a amenazí.í« iiíisía In c=erc3 de
?!^' nríj;í£^ELí eítipezaba. a aceptarlo iodo. ^alaaHbré» Ferdi© pie entre los xanjíi'jios.
—JÍU'^i'-j. í-oszií^^endaóitsi vidá| Margarita. Y • —¡Ab, masnao délos d:;',blosr I
c'eyí> coji'-pí'Cíidor ^amía, sanándoosle. Pensó en Y le cruza el cuerpo de ^w lulígazo. WT
-—jA ver la platal |To'da.!
Y-Tuás lejos, jurando '*en^a:iza. ía so;ipbra \^eszisEír a i íi fi í t í ií a
desaparecía por algón^callejéri, o bur^dida eti
alguna zanja.
\ . I Ese griíí> era: "suyo I
Fero ahora ya firme sobre HUÍ-, recuerdos- se Jaaíí Ppi'C.i hnhla sirio obrero uinfhn iimipo. Dítbió Sí- un niün sípi tiiñt':;, >--a¡:
^aiirisíece de dicba: una iKjclie ce esa^,' fisíahis, Cfísi innh} como uñoe terán. .^'o !-<,'C.-iríJí;f'^o'n^hrf.
a SÍÍ f-í i=i¿e míieríxi su íiíadrc. re
aaoebe de í|uincenag cuando ya había 3£*'eho re- nrim'^r /?la dv irnlhtjOf nJ siqí¿ierí£ su.7}r;r pnrrier el excesivo trohnjor dssdíi íos :I?-C'Í
sonar usas de uai.a ves el galope sof í-eisado rio f-n dííhió mirar la vida graceríieafe, t^nfLU
añn. ¡"ara .síí ¡nuniGriti, habla H'iei'lr, laJ^ujando.
ií y e^¿2 isaí ai inlbmotíenipo.jNo puede ser, cabalgadura, comprendió ípjr ?e había IÍÍÍÍ"Í:K\V T'il vez na se engañara, por'jue sa mailrp en g;iardii2,
!.t.la- d.isptieslo ü Ja lurha, Solo.
Marga'-itaí ¡Nrs puede serl la iinagéai de une de ellos; oí extra^^cro babía hít-icst:an(in í)n ph-i cuando sintió Tus íWores
LIE brisa de Sa tarde llevaba liasta ellos la voz abierto ios brazos en cruz y fícríiuiiiecló de precarsaras. Fuá n tzr.osíarsn. Cr.r: tiv'aa ducha
de uiií esíiJo. í-a primera Hota quedaba en sus- frente, aterrado, desfigurado eJ rostro. Remoli- íc l'J:» la ¡íjiírhaf'a de ayuílnrln a sidir ílpt Irnnce.
perjfeí* y cuando la frase sosusical ya dominaba neó el látigo y Xe cruzó la Cíjra, Al o'rrt tlín — bcs-mi pi-o('.i-gio iln la rríiaeria ipreríiski— scdu a leer, ron díanos rzfj».s
ia enioeiÓJi de] guitaí^ero, recién la sentían, A la noche siguiente, iisicbe de calma eonus estaba //e tiuvvu íavmido pisas. .<.')•(»' s." hiso al Irahajo. a¡ dnro y '¡<ii>::
pero autora, con e! nuevo misterio de su vague- ésta, reconocía ai extranjero en un lifííjibi-e hajn ohrerj. Vnn loUzl snlpd'ul «/o'-.'-ru, p
dad oae ic jnprfmía la lejanía de origen, curtido en años, que acercan do seie« ío Invita D Eí3fi-it Itis Irtipos que le si-víc-ron de intrnio canil, de ?:>•.= pobres, fné su úni.-:. fí'-n'.
tomar algo para después qsie deje la giscvdia.o. JuanfíJaiiii-iósu. KP.riotlad. esíi serieílad Y loque moldeó fiierie, cariado, arisco, eyo
JV ' ^ _ aun en tierí-a lejana queda vivo, todavía, n?ueht» nanea dihía ah'tníh>P.arlo. Con .-a.s prini4íros
amor. przsos, con fus pr-.-rí ;'.'«.•.• "raííhs cin irónico",szis
alcon pe.issmien.'os. l'ué vno de eso? liomh
valvar de su Iruiíajo asitni sii habitació
Ya Re han Ido iiace rato casi todos los pa- Foco después abandonaba la plaza de gíiar- sus priinfíTiis hainhrps, nprenñií> a r.iirar denlaSilvida cama, laívi su r.'>pa, y luego, sile
rrí-qaianos. - ^; dia. Y se sucediei^n las n<!>cbe5 apacible» jisnlo "de hombre a hombre".
Miserias rccosiájsdose en la obscumdad, toi a la puerta en ocbava. fJíi W snmi - íra'jKi/ina.'o dondn sa rn'idresieTTíTjrv.'se
ai- ei^ritelv.i'ij. en noche tonia
Imlift so acurruca, aun más- sobre una inesa, en ^ Se incorpora- Ya bacía vi mostrado r. Se acer- uuHaha una fñez-a. admitierar. al nim;en h: nBOr'a.
ai condi-
asreir,
¡rehuja nños lo hallaron v.iviendo
el rincón más lejano. La luz amarillenta re- ca a la mesa del riucón con. una copa en ^a ción de qiie 'no niole.slara. MnJesliir era Vitloriii, pie--a ara pit':a con otro ^raii
eoRSlruyc por naomeníos la eíabeza Iiumana mauo. Uit^ttT, kahíar, irrMrersfí. Alanm así SÍF. infancia.
ri'-.honz-¥'.-!n¡so. Sin p:¡l'il>ros, ser.cShcir^
deíJcansaado sobre los brazo* erozados. —¿Otra, no? M'acko — aunqine no ionio — después, los
N^díe acodado sobre el mostrador. La claridad de la iuua Stc lia extendido sobre hres nise exploltm a los hombres alaran,ciándose f'i ju-
gos.deSin.
a la primera ojeada, se hiciero
TCTiiud, si Arilidad, xa vida toda al pairo sa arisca la einhargí>, sohjnn respctirr rnut
sole^lotl. Su aniUlad se compo
jnise.TÍfí.
•sji d7>^3S 4 SUPLEMENTO LÍTEilARiO
SÍ'iRCHA Sir^.KWH^TO ¡.ITURA
t>asíO'S 'silencios y de muchas cebaduras se preguntaba del hediondeces.
r____
si ^^eso^^ era gente. Era unnenian haci" un hambre de mujer que asustaba. pídabras, . . volvió a reir, dando vuelta
namiento de N'egros y blanc&s^. F concluyó con rabia: habitación.
R&ngo era un rebelde, un .obreroprostiíutas
^'de luces'^, y niñas en cansino de serlo, familias — ¡y'yo soy la única rubia que hay. .aquí! — Y. . . no me convidas con mate s
aficioimdo a leer toda clase de libros amontonadas
y revistas en una pieza de lata, perros sarno- /síe?£ pensó que nunca Ixabía visto em ojos de mientras él cebaba,' ella
Después,
donde te ofrecieran a su sed inmensasos, boliches inmundos. Al caer la tarde, obrero
de jusiicia iban. el cansancio enorme como '^'de iodo. adentro^'',
el manantial luminoso de las bellas llegando
palabras re- innumerables carritos, curiosísimos que vería en los ojos de aquélla mujer. . ,—- Estás hien instalado I. . . y cuán
dentoras. Juan •aprendió a admirar•ejemplaresa su amigOfque en un momento dado inundaron — ¿Por qué no cambias de vida? —¡Qué aventuró
de libros!. . A ver. . '%a vida de
para él "un poso de ííustraeiSn", Y así Montevideo.
nació en. Eran los vehícsélos de carga de—los ¿Cambiar? El único trabajo que i7e?E"sé. .hae-er
"La madre^*. . . ^'Juan Crist
él una inquietud interrogan&e y ansiosa. juntadores Quiso de trapos y papeles: cuatro labias ^ses- este. ¿Irme con un hombre, como ¡í^aro otras?
que cara seria tienen estos libr
saber el p.or qué de muchas cs>sas, sobre quiso llantas
que los de automóvil, liradas, por un jBah! ' Para recibir palos de uno, es preferible
SI sonreía, viéndola, picotear en to
hombres capacitados le explicaraneuélido muchascaballejo
de o por el mismo propietario; recibir hesos de muchos. como una muchachiia, ,No parecía
eseSs cosas sobre la¡s qiíe reflexionaba verdadera
a vecescaravana
eiz de los ex-hombres, queI^spuésno de un silencio, mientras se vesúan,
rubia de. . .
la soledad de sus noches. Quiso saber se elresignaban,
por qué empero, a morir de hambre¿uvcf ni a' como una angustia. — Pero íenés la cama sin hacer, hijo
de SIS destino, que es él mism-o de robar...íanta^s escla- ¿Es que n& habrá esperanzas para Eu nú.un periquete se la dejó pronta, a
vos de nuestra uliracivitizadón de gases asfi- — decía Kongo- — sienlo deseos ra ninguno de nosotros? pa- dole también otras cositas, A Juan l
xianies y repugnantes ambiciones. de— A veces
abrazar en un has a estos desgraciados, a áo- que su pieza cambiaba de aspecto bru
dos los ojprimidos, a todos los desvalidos, a io- Tal ves fuera por la lutninosidad de aq
dos los que viven al margen de ía hellesn, del siencm femenina.
amor y de la felicidad. . . Tomaron unos mates, hablando ^oc
Juan no podía expresarlo tan bien, pero s-en.- dida que ge ib^ el día, Lydia se iba q
tía, sí, un cariño raro, i¿na ternura extraña p&r pensativa, triste.
toda aquella gente, Los reconocía: eran de siz •— Q:ué estás pensando?
clase. Solo que él tenía suertet era fuerte, tra- — Que tengo que irme, volver a aq
bajaba, tenia su piecita, no le faltaban diez pe- ¡Con lo que a mi me gusiaria!. .
sos, ni un amigo. Y tenía, además y por sobre juafi — de ¿Qiié?^
todo, S'.2* soledad, ers. la qu.e podía refugiarse. . . no supo
ms inútiles
qué contestar. La lectura
palabras luminosas le decían Ellaque taU' sus ojos azules por la ha
paseó sí, la^ cosos.
Leyó todos los libros y revislas que halló en pero el espectáculo del mundo acariciando
parecía proela-
la pieza de Rongo, Se'saturó de teorms. Sobre li^cr que no, Adem.ás, ¿él qué podía •—
saber?Tener Seuna piesa así. . . mía^ Y a
esos papeles soñó con la redención •deLos lossábados,
hu-- iímifaha a vivir, a agradecer que le tenerla coqueta.,
permitiérem. comprar cositas, . .
inildes, con el hambre aplacada^ con la destruc' Juan sacudía su caparazónvivir... y se - . — Pero. . . solía?
ciSn de los lobos.,. . Cuando salió de ihaese a ''Himpiar
haño el c-uerpo^^. Las noches sahaiin^ss
Salieron. Brillaban puniiios rojos en — ¿No estoy sola ahora ^anihién?
adormecedor de libros^ ¿eorias, palabras se 'llenaban
nosas y redentoras, que l& tuvieronadurante
luiní"de puníitos rojos de cigarros frenli-;
las cíEsds 4.'hfí del patio y del portfd,
me-'alegres, los lenocinios que infestaron — la Si,no-
ya sé. . . Querés decir. Jejos d
ses como en una nube opiosG^ miról&s a subarrios
atrede^obreros citado llegó el ^^radiohay — ¡Lydia!
libr£^^<. ~— la llamaron — ¡Venldo eso.
que . .
aqiá Pero ¿dé que Ufas a vivir?
dar. Mallo todo igual. Opresión. Mambre^^-Injus-
A pesar de los innumerables "nidos de amor uno al que le gust&n las rsibms!ras con un hombre. ...
ticia. Lobos^ muchos lobos. . . Entonces, ¿esos
mercenario-, 'exisSentes_ por ¿a Victoria y Despidió a Juan en él portoncito, cpm^ a un
La'Teja.,
libros?... Y admiró aún -mus a Kongo, capasy ranches de. irist& aspecto^ Juan, alarido,iha o Eraun amante, hasta con uri poco de me»
de soñar con eras mejores despuésendecasitas haber ¿aneolta. el de ellos un caso únicOj real-
pasado sobre la inutilidad de todas siempre esaselegía
que
al ínisFno. Quisas era el único iambíón,
hermo- siempre fe misma mujer. Así 3noiftíe.
pogisiío— Tenes suerte, Juan, Vos te vas, sos Ubre...
sas relabras... ^ a poco. Lydia se acúsíunibrS a esperarlo, prím--e=
ro, y luego a desear su llegada. Ese rato delFijo-te sá' a irá
Cuando
lo que me espera todavía. . .
llegó a su piecita, caliente y agrada-
hado llegó a. ser para ella como un remanso ble,eS' sintió Juan la dicha: de su soledad. Lydia,
piritisul, donde su cuerpo macerado parecía rvdíiaéa siempre de gente y de bullicio, vivía en sí.
Se acostumhraron & aprovechar descansarcaminandopor toda la semana. Eran amigos; unaysoledad ^nucha mayor^ enorme^ Juan Es le cierí&i
notó un teñihlor en la roí- E
IfíS tardecilas primaverales, tibias ella sabía apreciar esto.
y ventolas. ^.• hasta el fnás humilde sueño se le desv
Miraban mélaneólieamente aquella — miseria
No séde —' pensaba a veces -— Este.hombre «^ 4» * Pemsó en la igualdad de sus deslinos.
ranchitas agujereados, hombres silenciosas,parece traer p la tranquilidad .\ . Y casi no habJa.. =- hombre solo; ella, una mujer seda.
horrachoB -y pendencieros^ y mujeres flacas, vie> ÍJn atardecer, ello lo sorprendió Uegtmdo
sus dos soledades
in- — sin af-erios, sin i
jas en. plena juventud, hes saiian al paso perros 4?piri.adam¡ente a su pie&i. Envuelta unaen fuerza
perfume intpulsiva, sin porvenir, sin
y chiquUines iguáhnente sucios^ con ^Hus pulgas; bezralo, risueña, contenta de veras,zoy espantosa
parecía mu- séíedad del que vive en
entreveradas^^ ^ Iban por la avenida -cosiera que cho más joven. néejantes ignorado y sin una fuerza in
i~(-T-i /".s 't el Pantaihoso, justo hasialas puertas había una diferencia. Juan se avergo
f/.> *r ^-c-'^-zT}. A todo i> laTg&, las pobres "sivien' inútil, de su estéril soledad., que no se
das^ fpüarfadas allí en los tiempos^ de las barran. die, tal ves ni a él mismo. Eilcx.., en ca
c£is. a'<cdaron luego como a dos ineiros hajo el I a- el regalo de su cuerpo todas las noch
rli-f-l '-ee hormigón. Parecían, asoirt-arse úmida' constantemente -^u única propiedad t
•:,' -. ¿' a ... cínla brillante del cmniño, vtehéndo- litarios.
:'} coi: 'OS ojos curiosos de sus venianitas. En- — ¿Te quedaste de palo? — rió. ^trc^se Sintió de golpe tin deseo de dar algo,
ff-crve. dol otro lado déla bahía., el Tal ves sea
Palacio
Sebían
por eso,
Sal-
cerveza en silencio, sentados en la cie- — ¿Cómo se t^ ocurrió venir aqm? generoso, de hacer un gran re
vo« ÍG i'lndad, tas noches florecidasrna. de desi^ll&s
A veces, — X. . . tenía ganas de tonmr aire,lumhrante dé salir... a aquéHa mujer, ejemphf
infsfiíO'-i-t'. Como una ufrenia a lascerle tinieblas
que de Lydia
aquel ^ra
ge ahstrdia y llegaba a P^Te'
su marido con todas las Váfs
de ia sabes que después, de noche. dcdor
. . En ladel ca- mundo. Y le dio su arisca so
cf.'e Us lo, donde el barrio agujereado ley. -de
No- canse-
era que lo deseara, ni siquiera queUe lo recordé que vivías por aquí. F. . se Mientras
me ocu- cambiaba he yerba al maíe
ras 'ihindi»nadas solo era dueño delpensara lejano des-
a proposito. Le parecía^ nomás... rrió dxirte una sorpresa. - - . con sus ojos lecd^s y- detuvo su ademá
l'j::¡i> de las estrellas. — ¡Vfft — exclamó una noche. — Te ga- Se apagó su risa^ apareció en su rostro pedidaiodo con la palabra hendiía que éU
A vectis. llegaban hasta la farnosa ranto que ya no doy más. . . Es una esclavitud...
Cachimba su cansancio y. m.urm3iT0: y que le agradecería í&ds la vida:
ac'í Pí^'j^>' --iíií ^^" más- desesperante,¡Qué más vida^ ]ucm,t. . . .Fíjale que yare vinieron
tsrri' — Es que sos mi único amigo, Juan..—. Quédate. HUGO CORDQVA
como diez^uan
hl^ el íüf'Jndono en que vivid, su pohlacióii- gauchos, ctso que troperas o algo asi. (*aFG rom.per la tensión prjjvocada por sns
SV^LfMENTÜ. UTEBAmO gx.¿í£í.%jXJíA MÁSvSÁ SVBLEMETSTO LIThRA
ÁJEBEEE
r.KSraiBX TEÓRICO. — G. Piano (cont.).— Palabras. Crinadas
Las blancas pueden variar su cuarta movida O—G jugaudc
a ILONA
Sxteriormeníe, en STIS maneras, Vd.
-P8A con amenaza de P4D. Así: LPIR-—^P-IR; 2. CSAR—C34I!
3. A4IA—^A4A; 4. !P8A—C3A (iLo exacto! Si 4... PSD luego d&
si 5,
KORIKGNTAL ' -ES
1 Dehiio furioso; ylolenta exaltación
que s& idiíerenieia uotabls^Dieiite 'de sus aimitiples P4D—PXP; «. PXP—A5C + ; 7. PaAÜ las Maneas tienen irul- del au mo
^guitas, compañeras de carta. 'Mientras o D30,amenazas contra el Artll mediante P6D con miras de Ay P-).
etc.). 5. O—O—^CXP; 6. P4IJ! Cerrando )a diagoaal < Aa-
S pT imei o V .principal en uua junta o
ejlas "son más bien esDoatá-iieas, Vé. tien- lil negro. comunidad, que preside y niauda en
de a aí-simuiLar sus estados, n'odeán'dose d-e AXT+; S.Ineticaz es 6. A5D a causa de 6. . -CXPAR. 7 TXC— ella
un a-ire, y lun garbo en -cuyO' -esfuerzo por —^P5K: .12RXA—C2R; 9. DSC—0—0; 10. A4R—P4D H 1,2 4. 10 Pequeño mamííero carnicero de Amé-
iü-a.ntejier tesa aetituñ, Td. se 'hace extre- —P4AD; 16. PSD—^CSC; i
C l
R
—
IS. P4A—^P50; 14. [D3C—P4AR lo RIO
^P6AR con mejor íuego Para Jas negias (Paita- TiQd, de la íamiiia de üos ursídeos.
madameinte evidente, causando quizás lo da AIÍBIN-WINAWEK, 1S96). Luego de 6. P4D sigue 6. PiD V 11 Cada lino de los libros sag-rados j>r¡~
coüiíiTario de la simpa,tia. Tiene una gran, si ahora 7. PXA—±-XA; S. Dxm-j-—RXÍD; 9. C3T!—^C > P 10 u> tiTJs dt^ la. India.
tendencia a adoptar modalidades, costum- C 13 Embaí cae 6n grande de transporte,
bres o actitudes que la desfea^quen, pues ' XP—^PSA y das iie.gras están mejor. mii3 anchd ,por el centro.
14 Habitan liospedan.
tien-e Y'd. U'U exagerado y no justificado Ellla partida ALEEHEfB-TARRASH. 1914, teneros 1 P4R—
•concepto de sí misma. ¿En qué lo basa? P4R; 2. C3AR—CSAI); 3. AC^—^A4A; 4. P3A—D2JI; 6. P4I)—^A3C
(nóg-lco era 5. . . PXP porque después de O—O el ataque blanco 15 Aibipnü.tura usual de "Iteim".
Por de ,j)ronto, tien^ la tendencia a creer- seria 16 Quebiadí' - •b.ecíia pedazos: destro-
se' bastante suiperioii- a los- idemás, haieieii^ partidasuperior). 6. O—O—iPSiD; 7. P41I)—^P.^TD; «. ASK etc En la
GUNSBffiltG-AlBKHINB, San Petersliurgo 1914 se jugó 8 zada
dip ^a:larde de un domlaio sobre si misma P5T—^CXPT-; 9. TXiC—AXT; 10. D4T-! P4C; 11 DXA—PXA 19 Onda de gran (amplitud aue se forma
•üue >no -posee Tirtualmente, y esa laisa etc. — O. IPIAIÍO. en "ía superficie del agua.
creencia le i)uede acarrear —si no le ih.a 20 Piouombie personal de segunda per-
•acairelada ya— experiencias aimiairgas. sona singular.
fDeiS'pój'es3 de esa ipersonalidad facticia, 21 "^odo fluido aeriforme a üa presión y
abra sus sentimientos, viva la rida en -su tempeíatuia ordinarias.
Terdadera reailidad, déjese de TÍYÍE? en el 33 Piefijo negativo o privativo.
plano sideral (gua sólo es .p^ara ios astró- 23 Ofic al d6i ej^ército turco.
nomos). Mientras uo'. aliaga esto, sus •opi- 25 Calles de un pueblo; caminos carre-
niones sei'án "vacías, -li'U'ecas, imaginativas, teros
puraonente producto intelectivo; creerá 2 7 tMirmatiioii
tener una aU-tOTidad ein sus palabiias, de 28 Cuei-po que .por la distancia, por falta
•que caxeee. iSea, en cambio, más concilia- de Ins o ñor estar cubierto no se dls~-
dora 'eis su peasar, co:u menos Tanidad y tmgna lo que es.
orgullo -en sus m-aniíestátíiones. íHay en 30 Cetáceo que vive en los naares del
V'd., adiemás, exagerada pérdida de ener- 2íoTte y Suele Sje-rseguár ía-s íolcas y
gía len i&sfííaiao' s sne-afcaies idieim.asiad-o in- ballenas
tensos, 6n lo ^Gual Yd, vuelve a demostrar 32 Indígena de lías montañas de Filipinas
que car-exíe de -eontroi de sus -eae-rgias mea 33 Intruyco edu-cas, diriges.
taies. 34 Excavados poT debajo, de'jados en
a-ENSOÑACIÓN - falsn
Vú. escribió icuy poco para estar dea- 37 Llanuras dilatadas, sin vegetación
arbórea • - • '
tro ^s _las coadicioiies reglascaentaEias de ViBIlI!IiCA.I^S ^
ia sección. Piense además que apeló a lai 1 FiBíida de vestir- de .liombre que por
inelislgeitcia, por lo que se despmede de decante Uega liasta la cint-ura y por
sa carta* Nadie míe garaittiza la sinceridad fi-eti as ti-ene dos [faldones.
de lo qjie Vd. me expresa. Sia acadir a 3a 2 Desafiar, provocar .a -duelo, contien-
ílraáología, para saber sus modaSidad^, da o batalla.
no podrSav en puridad, de verdad, adoptar g Preposición inseparable qus signifi-
Hiás que dos posicioites: creer o no creer ca "soore' - .
16 ^ce Yd. me dice. Pero eomo debemos 4 Negación
defiairiios daaido saÉisfacción a la expec- 5 Existe . _ y
tativa, allá -vaa los secretos q^e Vd, pren- 6 Uno de ios dioses de los itindúes, ter-
dió en sns palabras. íDistoialo, mentirillas. cera person-a 'de la trinidad i-ndost-á- •
Emjpiea las ajanas que son toda un sínto- auca
ana de lá jo^pen edad; armas infantiles, de 7 Hfipito reitero.. , .
2ií^icia= ii^enna. Hay tantas oscilaciones S ISTatuiai de un -país del sudoeste de
ett sn letra como las liay en sus pensa- lEuTopa
mientos y. «ñ las salidas qae Ijnsca- para 9 Ssclavías de'dieadas al serrieio de los
Justificarse ante los demás. Egoísino. Tie Iiarenes xur-cos. _~.
3ie tendencia a conciliar. Poca lógica gnía 10 Acaitaba, ponía en apuro,, afligía.
sus pensamientos o sps actos. Est^.os 1% Uno de ios tres j'-óvenes -iiebreos eclia-
anímicos poteútes, pasionales. Biáy moda- dos al lio-"no por l^íabucodonosor.
lidades de franqn-eza cae se contradicen 14 Uva seca enjuga-da naturalmeiite en
con su roíjTista imaginación. Hay, en ge- la vid o artificialmente al sol, o" co-
neral, modestia, Exagera bastante.ia im- ciéndola en Sajía-
17 -Gigante -jue, según las mitologías y
portancia de las cosas. Propensa a impre- consí'jas de los pueblos del cñorte de
sionarse con lo que vive. Vive bastante en :SuTopa, ^e alimentaba ds.eaiU-B hu-
las aitEiras^ tendencia utópica. mana • -.-"'
18 U-itima letra del alfabeto, bebreó.
TJiEsolíciíaate, eseribiííí sin mandar pseu- 24 ijeT^aniados, elev-ados; de graii -esta-
dónimo, 'unias frases Se Carlos BergtaiLt. tura
ÜSTo :será posible, evacuar sn «oHSUita si ^o 26 Que no oye, o no oye bien.:
"Pü-elve a escribir llídicaiido era.poíio,--pseá- 29 Alacena pequeña. -
üóinnio o 10:"iin« guste, jara ser indiTidua- Sf •Comentes de.agua continua y-más o
lizado. m.enos cajaalosa, que van a desem-
bocí'" en ct^as o • en ei imar. •
33 PeTO
S^ p-^eDcsic on inseparable que denota
sc:pc.rá-ej.oc o ex-ceso de -acción.
5 6 Obra, pTocede.
Poír falta d= espacio, noc vemos obligados
a posí; Tgíjr D^ra el próximo número la^
s-'"T2c'ói: cel probl=ma anterior
F^)^^^^¡ft^^^^^^^i^^^^^^^^^j^^^>^^8^^^/^{<VMW^^^^^^lA^^^