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^w^^^^^^^^^^Ksr• Í5S

PELieRim BEL6ICfl Y HOLAHD


Montevideo, Enero 19 de 1940 ASO H. [Link] 31
Bedaclor KesponsaWe. W. J, Andreoletti, Siticí„ 5»S
Talleras Gráíicos "Sur", Juan Carlos Gómez 1283

¿CHAPLÍÍTO" HITLJR?
TOYÁMA M Ü T S Ü R U
F A B R I C A N T E DE
IRECLAME EMPERADORES | E n Medio del' Agua, su [Link] Natural de i
^t^f;^¿>|Def6nsa, el Pueblo Holandés se Apuesta Para i
I AI T e n d e d o r Eesistir la Invasión de las Tropas Fazis i
I el Suplemento 1^
I L i t e r a r i o con
f'El Hogar Ideal'

Ide P. 6-. Wodehouse: LOS CARROS DE ASALTO A


| 2 NOVELA
ICO i T A.S TRAVÉS DE LAS GUIRRAS 1
Página
w^
La Eenuneia de los Miémísros" deF

El Nazismo Aeieiiaza <on laS2o"í'¡L''fMES.c™ AiÁPCHA


Se,«umrt. (a e d i t a r l a ! — K l a m s a ea.
LO QUE MOS DICE EL Dr. C. ARMRTE COIBO"
— T r e o q n e e l c o n f l i c t o Rl q u e s e vuS a b o -
c a d o e n lOi ú l t i m o s flía.=i e l F r i ^ o p É f i c n N a c i ó -
nal h a ooedado definitivamente fmiquiTado.

Iri
a u n a O o o p e r a t i v a I n t e g i ' a d a pea- e l l o ^ , e n c o n -

Invasión de los Países-Bajos».=E-~~fr=i~c;r:::;;


''Eb u n crrür ÍÍIHÜ[Link] de los ' ' n e u t r o s "
¿jííjítíSíier j g n o í d r (lue 3a n e n f i r a l n i a d s o j o e s p e
EeJgica, A l e m a n i a p o d r í a t e n e r l a espej
ittipedu l a a j a d a franco-bütánica a Ho.
A ñ o n
- T e l é f o n o : S. s e M -

« . . t a a . r= « . « u ..

MonteTideo, Enero 19 a e 1940


P,ed

R«»

NiSm. S I
L a p i Ó i T o g a « c o r c h a d a n o -íismlficarü, o t r a c o s a
que í a contÉnuacíón d e l rígimeii de abasto
e v í s f e n t e í i a s f a ol si Se d i c i e m b r e p a s a d o . H a

p o r t o d o s r o n o c l d a , q u e ha 'iiño l a z j í a d a c o n
—XJOS camiccios —tratando

íTa el a r E o m e n t o de fierto p e s o de los perjui-


de defender

^ible cuando el sujeto de u n a g u e r r a está peslec- a d e m á s , si B é l g i c a p e i - m a n e c e m m ó v i l j s e p o n d r í a -Utüit-o ej, j isa S Í


d e m a s i í a d a p r e m u r a y a p a s i o n a m i e n t o , y sin « n <ios q u e p d r f a n o c a b í o n a r l e s n n e s t r a ^ v e n í a s -
mipetJLituííUiOi. i a «H- e;
t a i n e n t e d e l u n i t a d o , jíero « u e carece de s e n t i d o •t m e r c e d d e A l e m a n i a . E i m a c i z o d e l o ; esturiio seií-nc d e s u s v e i d a d e r a s p r f \ e f - i o n e s .
t u & n d o la g u e r r a e s ' t o i a l í t a n a " j s e e x t i e a d e a jttes, h u s l í n e a s d e d e t e n s a e n e l Ss&e p e r d e r í a n T a l re<o7acM7i — c o m o \a se h a áicho— s o b r e e l í-on&amidop.
t í ^ n d r í a l a ví<tutl d e i obu'-tp'reí* c o n s m u í f s c u a n
iodo } s todoa".
H o L í a d a j B e l g i c A h a a v a e l t o a c o n o c e r es,ta
bcmaíia la a i a a i g a realidad d e e^ía afiimacíón
e i i c a c a a . E a este caso s e p i e s e a í a n a a l e j e r c i t o
a l e m a ü con sii f r o n t e r a n o i t e d e s c u b i e r t a . lECOJAlOS l A EMSEÑÁMZA tÍo*ía<: r ' * T i r o \ i r a d a m e n t e S 3 5 0 . 0 0 0 1 l a i f m a n -
z a s d e t F r i g o r í f i c o , l o ou*» r ^ d u n f l a i í a Mn d u d a
Vale l a p e n a recordar d e paso q « e este
m i ^ m o a r g u m e n t o y a íial>fa s i d o e & g í i m i t í o p o r

X e n l o q u e s e i - e i i e i e a B é l g i c a , su. i a v a s i ó n , e n T i i w e p l a z o , e n p r o d e Tos i n t e r e s e s d e l o s líala del precio d e lai carnes, que limitaban


xajitas Teces repeticía e n e i b t e \ o tranhcxirsa d e i a además de proporcionarle \entajas seiuejanteg en
g u e r r a . T o d o s lo* p e n o s o s e a t n e r z o s , t o d o s l o s r e -
Cuando la guerra de Espaaa, se emitieron diversas d a coiíctitnían pai'a ellos f u e n t e s de seíisibles
io que s e r e í i e r e a baset. a e r e a s j s u b m a r i n a s ,
auncíamMnto&, todoa los sacriíicios r e a l i z a d o s p a - .cal>eza l a r e v o l u c i ó n - i
teorías d e caráeíet* económico p a r a exolfcar la pasíviásá es affualmfnte evcesívamenfe c a i o : S 10 la pérdidas...
pernuCisía a A l e m a n i a crear u n v a s t o H'ente d e
r a poaer salvar la neutralidad, delender sus te-
de las Uauaadas grandes democracias. Algunas de e"*!»*!, ''«=- toTiPlada, " P ñ í a c o m c r o T t n i l o í i a s t ^ « í l o C O I B - F m p e r o a u n q u e « s t e a r j j u m e n t o aoaj-eció a
g u e r r a eja e l O e s t e poj* d o n d e p o d r í a i n t e n t a r q u e -
riiCOKos d e J a hi\&f¡i6& y c o n s e r v a r s u s riJios xm-
vadas a todas sus eonsecisencias, condiieCasi a la concliasión p a i f l r e s t a s u m a c o n l o s TírecSotí c o b r a d o s o r - ú l t i m a h o r a , nosotros nos a b o c a m o s de inuie-
b r a n t a r o jiebasar #1 s i s t e m a d e forciíicacJones tn al e s t u d i o <ie l a s o l u c i ó n d e e s t a p a r t e
penoij de idíramar, resultan inútiles, ©e u n mo-
de q u e u n a nueva g u e r r a europea era iisípGsibÍe=
orientales de Prancia, p r o b l e m a . Ahí p u d i m o s p r o n t o o f r e c e r a
l a e u t o a oi^ro e l c u a r t e l g e n e í a i a l e m á n e s t a b l t - c t - • * -í» Se díío, p o r eiVmpfo, eme !a alia finanza de ínerk- í : r e m i o , d o s s o l u c i o n e s q u e Tisrfcnaímenfe
d o a n a o s 6 0 k i l ó m e t r o s d e l a í^rontera j i o i a n d e - iCIaro e s t a q u e t o e e s t o eii l a i i i p ó t e s i s n o Ierra y Alemanaa yishia IJegado a MU entejadimiento efec- a n a "íu-? i n t p p T a n t e s , s e n d a s o n o r t u n í f ^ a d e s
h& — d o a d e p o r o í i a pai'te s e l i a n c o n s t i u í d o n u e - iívo ñ o r la inversión eoraúia ÍÍP eaolíales. De esa inaríera ísoyar d e l c r f d i i o n e c e s a r i o p a r a c o n t i n u a r
a c e p t a b l e d e q u e l o s a -dos l a d e j a r a n a e r u a r o a veTTtas a l f i a d o .
v o s caiiíjKís d e a v i a c i ó n y c o n c e n t r a d o e a o n a e s ^ B é l g i c a y H o l a n d a c ü t o d a i m o j a m d a d P^eio c o - se lial>ría creado u n blooTie molífSco de^^í-^H*» Da^-a eí s»f^^n-
r o n a s o m b t o Timf>s l u e e o <ine e s t a a o l i . ^ i ^ "
uintMiades de hombres j material de giierra—
ir y s e g u r a m e n t e a p e n a s
zamienío de l a pa?, al que s e le llamó e! efe Londres-Berlsíi.
p a K d e d a r 3a o r d e a a e m o r l J U z a c i ó a j a t r a y e s a r
se produzca €l a t a q u e £ man c o a t r a H o l a n d a sola. P e r o sp díio m^s. ¡Se d n o qise el entendimiento inter-
Hou nacional del caTíUaliííBiíí e r a de alfaní'e universal. 4 Si-a-
glatc: ayu-
Aieniaaia sabe c e d e r á n a o'Capar l a s i ñ^ni
IJs. Q a e ^ c a i i d u
a, d s i estre^^-üo c 3te c a í o e l e a m p o d e l a
F1 íiiínf'í-ialisal!o no sería ^''la. Ú^HIMI
allí
p o s i b i l i d a d t í s d e r e a í s t e n c i a . Y -íLue no e s p o s i b l e ,
í f s í U m o * ' ^ . & « ; ^ | f " í a ^ K l s a l i o r a . n o v-^ a l fh'
eyil5a^''dí=s f i n a n c i e r a s e x - n ^ ^ e í v a s , s a n o r>T s u r a t m í p n t o
l^'ÍXÍPOR BOMW. SACA LA CAEEZA EL PATO
de nñ
j j o r [Link] p a r t e , m a n t e n e r m d e á m i d a m e n t o a s u s 'jírtuahne'fítc ^"c'f^ido el 'yn.o'^fi-'" cus no "píi^dcn (izarse ]jor n-^ííMa^^e n J^y o^w/f^^-'-r T^¡ r>r-.
í o r a . d a o i e s divis^-ones e n l a m a c t i T i d - d d d e s m o - . ipresolnción :
K n e v í a í ^ - e t i 1 V n e l « n . c^n m ^ s r - í y ó n f ^ í í - v í a míe P « l a a n -
í P i - ' m - . ín a f í i f ' i ' n ^^ier1mTiP5•5^•!í^fa r i p c n i f a b a i m n o s í b l e p a r a
política deí l u s i s m o frente a las peq u eñas nacio- <^í f i i S i . r o : e l Trsimí'n e<'-n^^'^lUi'% hi^h^ii s i i p ? r a d o « « t - í 3P
3>o a i i i l a s e g a r i d a d d t . a u e m á s p r o n t o o m á s n e s n e u t r a l e s . [Link] y s u e s t a d o m a y < - r d e s e a r í a n sis^ íísá-s s ^ a n d e « c o s í l r a d i í ' e J O T i e s i n S e m a s ,
tard'c, l a yiolaeión de la n e u t r a l i d a d íielga-hoian- d a r u n g o l p e tulniaiaiJLte c o n t r a í í o l a u d a y B e l g í
díioa y ¡a i a r a ' n 5 n d-e sufa í r o n t e r a a e s n a iieclio ca, c u j a conquista les a s e g u r a r í a v e n t a j a s estra-
íégicafd d e m d i s e u t i b i e i t a p o r t a n c i a . ef^r^^i^n^i-^^^^^^ ..aíP.Ví.Tpq. f'I^ «A-"-, h-^ (.<.í-.l?^.1n H EniP>ra, a la cna. Ins •<^P0í?<ío?
o á u e i i l o u n o s ¿ 5 Oüt) >J00 d e ü a m l t e «5«o m í . U i«a ^^fU l i - . ' ^ J i « a *1ícírí1>n*"Uis He fner^^Tig no pre- alm,
P e r o n o I g n o r a r a t i i b i é n q u e l a inm<:-diata i a t e i -
d e l o s a s p e c t o s , •de l a b e m n c i a ^ a a d m i í E i s t i a c i ó n sfenores. acab
¥ e n c i 6 3 i d e i o s e j é r c i t o s a l i a d o s l i a r í a f r a c E s a r bSw= Ido l a e m i e g a a e los tesr o t airiles a l s i n d i c a t o d e " í . t : » - í-n m a ^ ée m^ as-Rí^to, d e n t r o d e aínieíl^s tearía», "e vti riy-iyi->i-^h^^
mSaba • ffiUe,
planes ¡ lievaría. i a g u e r r a a « n t e ñ e n » j a con- ;ica..« d e f í a b a j a d o i c s í e i r o e a r i U e x o s d e J a S c g TA íerdtd ^^^ mif ifííjc d e s t P i í r - i - s p . Í-I -Ijomip, con-
s- mas Ir- 1'
diciones q u e t a l Tez n o le íaerajt dej t o d o favorar írf.r. en el i^tisiS^ tt * ? Í W Í « - ^^«•.
priit(..paieb: i i e n P ú b b e o " e n u n a r t i c u l o p u b l i t ^ d o e l 1 0 d ^ l r( a-nm clfl frn , tiva-co
í . o ) iiS. p o s p b i o n p o r A ^ p i a a n i a d e lo'í' a e r o d r o
J B O S a v a n z a í i o s B-jb^e ia- c o s t a <-este d p H o i a s i d a f
^* ^ a c á al g-obiemo d » M t ^ i t o , y " a i e g r e m e ^ t e " c o m í
; l a admuu'^*-^*. xójt o ^ b r e r a d e i o s í e r r o c a r í i l o ^ .
ticulista n o íidUe e m p a i h o e n ^er pa*tldaiiL. d t l in
tíisnimaiiía e n 1 0 0 raiHas l a d i s t a n c . ^ q u e t i e n e n que a l pimcspio Itubo i
^ u e r e c o r r e r l o ^ BTÍOIICS d e J b o a n b a r d e o q u e ata-
c a n a iMgl&t^rí's. j efi :55 m i a n t o s í a duración del , utilld^
ts u n a b o n o d e 2 " OOu OíHf Ge ly^sos m -
I n o f a p q u e l o s ^ t r r o t O F i u e a e>.iAbaii PJ
d e aOG : üa •
e n t i e s o e l gobieiTio a l S i n d i c a t o
poLioieías t a m b i é n íufiojí «emit-g^da
JOSÉ P. FFMJí-^n
;es e s c a n d i i i a -
o dtsea obíener más qne . b a l e a n &s p r e - '^BuTo d-p tr>aoí. jo
necesidad de mvadir Bel-
jne Holanda. Bespetando a
rf VJ ^#%fc| ^Sif f i r P i I ^ Ü H
ÍISTORIÁ DEL PACTO G E R M A N O - R U S O s ^ Z _ T «n«toní-mn
™ n ; . í o <?e f n P
m » . e l t ^ m i ^ f n <?p i i n i ,1» e n - , ? , l a . . n e '
r e i w - p s e n H n l r . « s i l i - < l " a 1-esullar-K m's í i e j t o f w í o s a B a r - lr>^
S J g n n o s peFiocljí,fA3, p - i a e n i a l m e n t e n o r t e s m e -
Ticano-i p a r e c e n ^ l a b e r e s t t t d o m e j o r mfo'-madOft J e s t ! n o > , í l e I s f i n m - j n i í l ; , » ! m í e e l t r i u n f o ,fp Jo w t r a . P P " O
>&" l a ? p o N i D i b d a t í ^ d e ] camlíH) dí* frenÉí* s c v i e t i -
-co p n i a e r a m e n t e , y d e s p u é s d e l 2ni>-i!io c a m b i o E l 1& d e e n e r o d e 1 0 3 9 , i o s D a i l y Í^CTV» d e Ane-
i'ork. anmicid.b,an f n i m b r e v e ü t s p a i - b o r c c i - J . li. X i O B E S S O X A B I n«é THiTitn a c l n i tomn mnior <!e ! a ( • o n f l a g r a c i ó u !a riva-
dL f r e n í * ' , qut^ l o ? diplonsá^scOv, proffPSionalea. F-or
_ l o m e n o s ^ i t p ^ e r o n i n t e r p r e t a r < o a e s p í r i t u «clari- Eo n e B e r ü n q u e " e i x s r i a n n e g o c i a c i o n t - t , p a r a lidad fie interese»! mnleriaic«.
TTdüníe aíguíia* m f o r m a c i o n e - , f f a s m e n t a i i a s , p a c t o e c o n ó m i c o ^ n n h t a r " . i^l l i i a r i o a g r e g a - F s I j u e ^ n a u e l o lenf^^amos e n c u e í . t a n o s o t r o s e ^ p e -
q u e A l e m a n i a e s t a b a d i s p u e s t a a r o m p e r -^us
rO's t o n e í J a p ó n ; qxíe líis S o v i e t s p a c e r í a n , i^itc- c i a T m e n t P . F n i - m - m o s jísííe» n a e í o s , «nieto,! a l i u e e o r!e
3 > e s d e e l 3 S d e m a ¿ o d e 1 9 3 S , 5 L TVillLam B i r d ,
aai'ella"! a r a n d » » f u e r z a s i n t e m w i n n o V s . s i n subei- siin ci'nj
<.^>rre'^I3onsai p a r i M e o ^ d e l ^evf 'Scrk. í»an, l l a -
m a b a la, a t e n í - i é n d e s i t a l e c t o r e s s o b r e e l r e g r e - , d e lAO'inoEE d i s m u m í a ; p e r o q u e t o d o s cfato» es n u e s t r o v e r d a d e r o p a p e l c u ta Tiistorii. si e^ cn.e re»I-
s o d e l cücibajador a l e m á n , v o n S c l i u l e n b a í ^ a M o s - n o i e s e j a g i a i i c o n t i r m a c i ó n j q a e P o era. c o n - g ineTiSe t e n e m o s alari'iio o e s t a m o s l í a m - i d o s a feíer'T/j. ho
cú y Ja designación slmnltáiiea, c o m o e m b a j a d o r u e n t e a c o g e r l o s sin. r e s e r \ , a s . Í5i 3 1 a e ^ n e i o . S
soviético e n Serlla, del c a m a r a d a MerekaloT, es-
p e c i a l i s í a e n c u e s t i o n e s m e t a í i u g i c a í . . "íESíi- n e c e - d e loi, B a i l y
eproaucía
ííponsal d e l a Ass
J>riideiiíe. p u e s , e s e m i s e i í ^ r s e TÍOT -iTsrecíar l ' t s f e c o T i i e . i o s
u r i i v e r s e í e s c o n l a m a v o r ol>ietivid-id i^nsíble;
por praet'e^r e! c o n s e í o
<^
s a r i o n o olTiáar, esís-ibía, q u e l a n e c e s i d a d e s e n - oated Pres M o s c ú d e s t a c a b a q a e &L b i e n
í i a l d f l BeicJí. e s l e g r a r a c c e s o a l o s g r a n e r o s d e c i e r t o qBe : ; abrían comentarios, tampoco i d.<I>i i m p e n s a d o r e u r o p e o — e l d e p o r t e d e l a pre-
liCraniai jjucntras q u e las necesidades p n i n o r d i a - atióa. M 1 1 de marzo — c n a t
iea. d e íst-ahn s o n e l a c e r o 7 - 1 ; ^ m á q u i n a s a l e m a - D e e * a m a n e r a l i ^ b r e s n o s e x t r a í d o d e l a r e a l i d a d ,*o!l-
siss'\ A l g u n a s s e m a n a s n i S s E;arde, e l 1 8 d e JELBIO^
t e ^ ^ > • o r « I l e a . p n = » ñ a n y ! « .—¡e ^ e ^ í n ™ r e e j n » a s a l o s f i n e *
Snicberbocfeer, biea conocido por sus r e v e l a ^ o -
s e s s o b r e los d c a g n i o s naaas e a el esíraBJeüo, t e - n n e i o T i i I e s . ,>r:ii4nto He, m . s e n s e ñ a a e e r r - » d e 7.n»=ír-, « r r , .
l e g r a f i a b a d e s d e P r a g a a la. a g e n c i a S e a r f e s q n e p i í « n j - i o j i f U d a d . n o r e i e m n l o . e l e ! » i s í . d i « <le1 " f ; r - . f - S n e e " .
'^'Scliulen3>íiEg t r a í a d e s i e g o c i a r u n p a c t o c o a S t a - La entrada alemanes en :Praga señala el r u a n d o s e l e « n a l i z a . e o j í e s m r i t n c r i t i e n ? 1K> m í e « " m o s e n
lin p a r a c o n í r a m i n a r ej a c u e r d o f r a a e o - s o í d á ü - o n u e i í z o d e tm
i Silencio d e aeis s e m a n a s s o b r e ei Yenta de neizmáüeos de todas Biareas, l a e e o n o n i f » i n t e m a e i o n a T . el a l c a n c e d e n u e s t r o [Link].
ímiDOi" "T Ti^PcíTiitad'íTnsTi-'cí
co'* y q E ¿ -el g o b i e r a i o c h e c o e s t á T i s ü s - i e m e u í e - T u s o - a l e m á ^ . Pta-o p o r e s a m i s m a f e - pfreai,-!»s r e l ? , e í O J » e s c o n E l l r o ! r > a y n u e s t r o s ví.í*'^nlofe c o r
prf o c u p a d o . ha, R a d e k e r ^ sacado de prisión e instalado 5 t S 1 2 £ T T 1 , «e l i n n r i I T E l e m a i i o '^s ím-onu^
i j n i r i c a . t n d f i f i l é T i n e s l o a l d e s m u l n - n a r a amen «uiso
B í i O d e o c t u b r e a e 1 9 S 8 —^imaediatameiEf-tí
después de 5íanicli - ÍTalter B u r a n t y t é l ^ r a í S s - 3 n a y o — c u a t r o í i í a s d e ^ u é s d e l a d i m i s i ó n d.,
reconstnieeión dfe nemnáticos^ repara- •verl« e n el e n r s o d e n n a s e m a n a v e r t í p i n o - , a .
d e --ü d,=>i=t^iio, t o d o a l o a d
C o m o ^ o l p a d e b a n u i d a i . p o l í t i c a , ' a l e y tie le-m-as m-a 4 n d ¿ ^
bs. d e > í ^ Barfí. a l S^w S b r k T n n e s q u e s e r í a e^aS^ [Link]— T o l i s c í i n s , c o r r e s p o n s a l d e l N e w Y o r k 1s o r n a s a me-
S5n e m ba r ? . . . m á s r e a l ! - i = s n u e e l r e v Ta i i a s i d o T g l a n d e e l c r e a r es--fa -concius^oír
voc&tio n o fcncarar c o m o p o s i b l e , a t n i q u e
p'X)l>ab2e, u n a c e r c a m i e n t o y u n a m a y o r c o o p e r a -
pbm» 'SSEi.^^n Serlín, teiegraíiaíia a su diario que Eí-
tler busca u n acuerdo con Moscú amtes de conU
ciones de euMert^s j <íáinaras i-iiJo f ^ j . f e a l o o í » i - . n d e s n->) s e s . d e nn e « í - i t n »n
n ^ b s g a m o s , -en d í > í i n l í i v a , e l j a e g o a s i i s a
ción e n t r e B e r l í n y M o s c ú . S I ú n i c o o b s í á c u l a i i u a r su aecién c o n t r a jPolonia y q n e l a p r e n s a n^loeien.» nara en
r e a l estadía e n la. p o l í t i c a antÉsemita d e l H e i c l i ; -alemana lia recibido la o r d e n estricta d e sospe e l l o s r n í " " " * - „ Í H « o | . r ! , , s eT. >~ 4 . . ) < . ! « , V n 5 rigoío en
p e r o e s í^-ecaeiite e n t r e l o s d i c t a d o r e s e a m J s i a r - d e r . o d a c a m p a ñ a c o n t r a R n s i a y -el b o l c h e v í - l a j«nltf>eríHfia t a d e r e a u U a r l e s r i d í c u l o .
sn^ posiciones teóricas y s í Httier lo paga bi^n.
h a y razones p a r a ^ e e r q u e Sstalin n o se rehu^-^
TJ. T. E. 8 70 91
ría, B p a c í s í * y qu& a o d e i r a i a s r f a m u c h a s l á g r i '
MABCHA Toda la Semana en un DI»
Toda ia Semana en un Bía M^SHA
^ S B
E I P O S T Á J E S COETOS.
FRExNTEALA SITUACIÓN POLÍTICA
Y BE imm mmEms ACTUAL EL CAMINO DEL NACIONA- El Problema de la Oposiciém
i© Hᥠmmñásms... ILISMO INDEPENDIENTE, ES CLARO Panorama BASILIO MUÑOZ ALFOFSO LA2SAS

4 Opiniones Sobre la Huelga Bealizada por t á\ ^ ° ^ I I jO li^*^ ^ p n n i a i a Tista pueda pa de los Partidos Democráticos ¿CialEselPensa-
los Oarniceros La Upiiiioi del \izJ.°x\Zrí¿mTlon:¡ Hace a l g ú n tiempo 3IAÍIOHA inició una c
[gentes batlUstas T nac
"Queda ;todaxtií lina forma', de
'e jmede ser efv. miantode !®s Lí-
Sr. Amador siguiente p r e g u n t a : "¿Poi- ^ué debe optarse: por sublema rme-
po lenia, coalición indepeinüente o basfeación?" Hoy los be-
"hos nos obligan a ima i evasión de las respuestas obtenidas
el es y pai-üd^ismo
vrohleino/ «c deres Opositores?
partido p o r ua dolo-

e a t r e n a d o cuaatdo ía moi'aí
' & Í » ;-oitiutUsr es la coaL pomim lo exija, o 1» com-
del problema e n la. ConTenrión batllista, la^, decía-
Sr. Ealdomir, que definen l a posición del gobicr
áades del nacionalis
indej^eíidiento q u e se realizará e i próximo domingo
de IL>S Í>C^ cíífo*
di' .putuí el
El,
!)Ko al régn
.edi
Balance de la En-
pleja solución sobíe la q u e
MAitOHA pide opinLón.
íío t e n g o
E n general —-expuestos los casos eon toda objetividad—
.nanifiiesta; u n aflojamiento de l a posición nb'VtpntiQín'^ta
I l ^ a a ser fií-memente realizada por algunos míen-
se y ISI tvd'm: se, que depende
)i lo hci dieh
D¡ Lmn«3 — de su plmifmm leii
cuesta Realizada El Pax*tido gue íonsió e m u -
la columana
que .por otros es sóio aceptá-da e n razón de las dificultades
por MARCHA c«2Ca m á s
templó e l
gt'ande q u e con-
país p o r n u e v a

BimiOORAIlC&S, lógica
t e no rechazará an^ co-í
i3ispa*ada -PH un 2;ian n
osíe
¿Cuándo Fiierm Creadas Estos
Poderosos Elemeatos de Combate?
la India los europeos conocieron lo que era enfrentarse con estas
masas vivientes. En el añt327 antes de Cristo, Alejandro se
enoontro al rev fndio Poras ji mando de un ejército de 50 000
hombres y 1 300 elefantes alineados con cien pies de separa
Clon cabrían un inmenso caitpo de batalla y se apoyaban sobre
ttesdentos carros de goerri construidos en mimbre situados
delante suyo. El primer interSo d' las trooa-j ligeras del mvasor
fué frustrado fícilmente pjtjos elefantes
"Lo que m a s asombrafeaa íos macedonios — tíicribe Quinto
Curcio, era ver a íos eiefantts alzar con sus trompas a los gue-
rreroíi enemigos y enlregarlig a los soldados que los conducían
E s t o obh^'ó a ios soldados oeAleiindro a ser más circunsoectos
V tío hubieran alcanzado la victoria de no haber Cortad» las
pi»tas de los mastodontes maSatites hachas preparadas e^pe^ial
mente para ese fin Utilizaban también fuertes espadas curvas
::: ?
con las cuales lograban co-tl !as trompas de los elefantes"
" E n este instante del litbate los elefantes enloquecidos
rJor eil dolor, rompieron fitó v se com lertieron en un terrible
peligro para los suvos, rancho mas temible que ¡os soldados
macedonios; aplanaban tr4 dlreáedor suyo convirtten<ío en
los Que Se -
Emplean En Las Guerras
una horrible masa a la calialíería Ind a que se hallaba en aquel
lugar".
La victoria de Aleíanjri» le \ahó apoderarse de ía mayor
parte de los elefantes del eismijro Conservo oara su uso per
nonal al animal «líe montabajj rej Porus, lo cubrió de ornamen
tos preciosos, adorno sus colmi'los con brazaletes de oro sobre Xios loruímos empleaiom muciio los eleini'"es co' publica qne se inteiesaba poi l^ his^ «11 de las maqu:.nas de guerra
Clones Ae lat Calías Estos inimaíes "'•n+iibuveí on e no rota ] qmso daise cuenta del podeiio leai d í H balisti Hizo constisiíi en
¡os cuates hizo grabar "Sjandro, hijo de Júpiter, ofrece al dida a los triunfos lominos CK estas oportunidade-Kj i ei polígono de "^ 3 este tipo de'itiiiacli a arrojai
sol este elefante". j msgos, no habiendo visco imncí elefantes, gued-iban petiificados en una boinlji i i-idcs en asedio El capituai de
D4WD(*TRA GOITATH sus «lÉios Foi oti^ paite estos pueblos acostumbiaban a jiresentai Ttiaieria Faré empleando la mp^imi d«l bi-ísao de ^a oilist* iogró
Xosnnmeíosos elefantMífe el conaisi^tadi^i ti lio a r t u o n a Jae l>itana agrupados estieoiiaraeníe, lo qne les cieabí tma MOtable m IiiJiat hista tüii di&tap la de 300 metí os nna bombt de SO Idlo=i
go de sn expedición en la In^ íueron lepaitido posteiimmente f eiioridad pai i la lucita contra estas bestia'* Esta ocasión íue Ía ní- — "No ha^ áaü^i, declaiafoa el cxpitm qu^ «.on tepptsdos en¡»&-
entie sas «.ncesores quienesloseniiilenron en cuan escalT en Jas Eme tima en que los lomanos emplearon este medio d<e coinbate al que i,os -> peileccionando el [Link] ^ i posible l o g n i los mismos
11 i s inmediatas Seleucos,eiaiaorlugaiteiueiite do AJenndio Jlpgt por otia paite paiece q«e nunca atiibnyeion niuciii injpoitancia
T poseei nna cantidad tan siaife de estos animales, «ne íne liauciz,! TAISQUÍ^ FABIJXOSOS EN I ^ EDID MIEDJA
do eoii el nombie ile ^'Elefíulí^a* i Edad Media a las ¡onmeías iiiaiuiiías de gu-e
I;os elefantes IncieroiTsiijgiinera niaiicion en It ili i con el eiei , dividida poco a ooco -en nació
Cito de P n i o ^ o iiasitian ü e ^ t e iieio =e Tiastoion paia decidir la nes Boea aplicación f^n-v^ci-LraJoan el^afantes y -carro^ de ¡hoces en el
b-italU de Heracles Pero ^ segnndi bValIa ej inemuío los es ata-aue de las ciudades o foitalezas
pelo con gneiieíos que les^jalian antoiehas encendidas La es En \L^ libio de cemas mil tares cuya piimer^ ed c on es con
«ataífenii. dio bnen resnlfeiáil&os elefantes ictiocediei-on ^ll jan tempoi Li^a. de la inTención de la impienta ae encuentra un dibujo
do 1 sus condncíoreis lOd Bl^s cuaíio^ne s-ilieiOn con Tida de exüaoidmaiio uue rípresenta la mas canosa maqi ma de gneria que
Ji íiitalla fueron conducíaos ai Ronia en fiiunfo 3)U°da cou-cebirse Se llamaba -Psnrmgal'
En sos ^neiris con loa roíanos los eaitaimieses decidieion ic Tema loa rasgos de un temible dragón T)'=- su boca y de su ipecbo
emnlazai sus cirros de giienaíon elefantes olvidando dpmisiado surgían armas ce fuego destinadas a semblar la m^eí-te en campo
rápidamente las deiroías ^ ^ e l e f a n t e s Jes mlhíiienn leidadeins enemigo ^n la mitad del p°cbo aparei^e un puente levadizo que tan
desasties l o s elefantes flaettf ron a Fmopí dcsemnoS-iion im Hi- toputíde emplearse como escala '^n caso de atacne como pa^a eoitar
pe! catastrófico en las guerMnmicas En el curso de la numera las comunieaeíones con el esteno en caso de soip-^esa En un >el
Jl nnodiscniha.(n en SicímCaOOlK'sli s d, ¡i,<|u_p l u i o H i i- ebpimgal estaba ileuo de cuerdas cad-enas y podía avansai sobie
j-^ndo iiiisiouciñs t t __„„.¿^„,^^_^__,__ __, i,iImJios a-eoEíodados bajo si^s pa*as Ijaí,ala« del araron s'^mi &xten
didas SPiTiau para ¿proteger a la pequeña
ri]'7^han en sus -combaíes con 1os árabes carros miínMo-^ le una lelitiva eficacia, gia
lientos de guerra destinados a sembrar el dffsórde-i cías •>• su mOTil'^^íi T o conducid, otto combatía El lustoi ador Vegece ea su libro Arte Militar aparecido t
filas enemioa- 2¡—En la edad nsaí>ai2 Joín.í'-s lodaníes pir^ lea- la32 mueatia xna maimna lodante acaso más ongmal qu-" la ot
dix los castillos Sobre dos •euo'-mes ru'^das avti,nza uoia gigantesca c^hezs. liumaiia a
Por su parte C^ ro decidió hacerlos 3 —^1^3 cairos cou hoce: «e ba-^tabín pai t lleTar el pimco mada de picas Una sale de ía boca de^ monstruo la otra de la ^ren
s ^ ^os concibió con toda la barbarie Olie i^iiede ñec-nrpndp^qe enemigo una i-ei-cera de la nucn Dos grand&s ojos d= vidiio protegen a 1
m cerebro on'sftal Los n e í o í carros fueron bit=tiruídos por 4:—Jji maqmna baudcia usada en el siglo x m con el
de airojar mptenas mflamables Sstos car"0i> reemplazabaa a la maquina rodante bumana guf*
is tirados por dos, o cuatro caba1í-o=: <;u\as ruedas b-íLb an pues o en prací ca lo'í romanos Vanos ''oldado ele^ido'í =;e
ner-^e resistentes El í>ebcante se ek^absa en for-na En «1 siglo XW los ingleses uuentaioa J»
precursora de los tanques apretaban codo ^on fodo sob e uaa gran plataforma p-ovisU de me
^ torr-e cnbriendo <L1 codbero h a i t a ios ojos 6 —Est" animal íantAstlco no es c das Ponían fíente a ellos los escudos y constituían asi una masa
La caja del xiarro estaba guerrera saUda del cei-eln-o de Valtnxio irnnfrenable que se introducía en el campo enemigo
de'?ntera v lanzas en Sos córtanos En la extremidafl de los eies lat^odUí^ir a los gueir=^ros en campo adversario fue — basta
hacia arriba ^ndefect blemente Nmgiin cabal'o podía la invención de la polvo-^a — la obstíSton de los ^^íea militares D«
^cbre cada rueda, se fijaban lioce^ d e b ' e r r o niU3 -afdada<í Bafo
el «"-ro asomaba dna verdadera sdva de tioces con la= patitas
ir-g-aas b a a a la tíerra destinadas a seg-ar a íos enemia-os que
- a i e r a n E^te carro cornendo a roda velocidad, constituía u i
m u d i o s metros sob'e el terreno a q preparado

LOS E L E F A N T E S I>E <3UERRA


P o r su masa y SH fuerja colosal e] elefante es íina espiecie
aquí esas eno-^mes Coitaiezas rodaLÍes qne emnii^a a Julio César y
luego de él bastea el Síglo XVT y que son mdiscutiblemeoit-e cairos de
Naíui-almente que el tenemigo contentaba lanzando otra foita
Je2a '^oÚ3, a h^stora de I«.s cruzadas e'=íta llena oe -^^sías •^orres
•V- •
de carro de asalto viviente y manejable INo hay que asombrarse móviles
P e r o si el efecto de e^tos carros de asalto era temiMe eti ds qne su empleo ^ n ía guerra se remonte a los tiempos m á s BE I^OS CAEKO^ OE HOCES A liOb ClEFCh DE HO^TíAS
ta confusión de la-, batallas íerinTnaba po'- hacerse poco pell Junto a los cairos de asalto de tipo lan diverso que acabamos
a n ü g a o s en los pueMoi^ de Oriente, sobre t o d o en !a Inára, don de ver los ejercto-; de antes llei-aban otias máqnmas <
e-ro:,o cuando üos sraer'eros rehaciéndose de la pnixx^ra so- «te hasta hoy rinden grandes serwcios a los uigleses tmadas a lanzar contra el enemigo fleclias de nn peso Í
1 -esa, Ifeífaban a famdiarlzarse con su deso'azamiento Tito E n la India, tan lejos como uno pueda remontarse ^ n ía n o E)o''aé> de plomo, enormes piedras 3 carroñas infectas, serpientes
T 'T o cuenta con reapecto a Ir>= carros d e asalto empleados con venenosas, objetos inflamados
Instona, s e «acoirtrará Eos sisraSeñte» elementos comnon'eniio
»ra el eiéi-cito de Svlla que ^o^ soldados de este último los sn los ejércitos: un elefante, un carro de guerra, tres caballeros, Un iiianu=ciito de 3a Biblioteca de "^
^aban da-ido un s a ^ o de costado cuando se acercaba y abrién- cinco infantes U n eiército indio se cooonía de 21 870 elefantes completa de la»? materias in£laina3)les ei
í 'e paso Se hicierori mav pronto bábdís'mos en la ejecución divitüdos en falanireí de 64 E s t a s , a su vez, se sakdivfdían en aceite liumendo, azufre vivo aceite de s
V ' - t a maniobra- ihasta el punto de que cada vez que los ca cerdo y de ballena
grapios m á s pequeños. V .'^ ' ,.- í. y
m s eran JanzadDs contra ellos los esquivaban «n medio de Hoy en día resalta liificil imaginar lo que podía ^er un *«=• Xo^ proj-ectiles laflaniabl
L.... - —
por 3os Riegos e: ' • "
cnentro en las sananas de la India entre d-s eiércitos deelefan- tiempo se les llamó fuegos griego» y STSS
"Los romanos — seeún Ve?ece — se defendían de los ca t e s formados en falanges dispuestas en cuadrados de «che filas cretas pa^a los demás pnefllos 1 Oos armas poderosas de uso guerrero. En la parte s nnenor del i
rros con hoces de la siaruiente manera sembraban rápidamente l a s Ijombas sncendiaiias bicieroa grabado un cañan antiaéreo Sobre la barricada, asoj
de frente sobre ocho filas iJe profundidad y lievando cada ani- Tta antitanque 75 de tiro rápido
en todo el campo de batalla ima espede d e abrojos ^le hierro mal ocfio soldados sobre su lomo. ISB7, en EspaSa, florante la invasléa áraDe,
cTzados -con filosas puntas, de las cuales quedaba una siempre Hasta entQSíJ ' ' '' aabfan
T.~»^«"" provoesdo en el campo
Rectón con motivo de la excursióa de Alejandro magna a
I™'
;^V>iA!M*A^»Vw*»V>»Mi!iVi»«i(*/«*<M(»VMM<

i ESTBENOS DE ASATA

I L BURRITO DEL TENIENTr


En el f
-•4.1 ata
por lo
18 de J u
el ún
los eíecíos d
. de Luis

ementa lia actual temporada de teatros Inte-


sante' má^ por la actuación de' actor titu-
ms mmm i Y SÍAIESPEIÍE
Be a liCido con In posiCidn de
(oni o no podía asociaist
i'ulgaies d e l fotiO ÍSe leco.-da
1.1, los comeñnntps
1» ey. V Be-saban nn si
H carne), « i o n ble
ponen que el Conde de Oxíoíd comí
beio de íiti itfoid-ou-lyon para
, las cnales son afr'btsiíia
r que poi lias obras lleí adas a esoena, la iidad a Willia m Shakespeare
fnjpañía de Luis \ r a t a da de todos modos Esta stacióii , 1,1 piegunJ
tiere sa base cientí
des de la l>'ijo dtl ^^-i-pet-to íotogiáfico y sec
i penúltimo es- 1.. «Sociedad amigos de
treno de la coniipañía Challes V, 1' airell. Eí trpbaio de
teniente" de Viola, obra Mirado 11 e Jamiaiy Siie^íjlic
iicipal de B u e - f

¿Quién es Quién en Macanas Ajenas y Propias idia se

\™gi
poi Ashbo

id Política Crioíla? 1 Esta aee'lojí premiará cojí DUA suscngoón SBiUBSTB-ll-


' la m ^¡ov macan 1. que semanatmejite se le
ún mes será premiada, además, «ooi lí* ompadi e "Urljiíia — desia — d^s
u])U que el sueno es lo mas P-\
por deUute. e= incapaz de
, adversas v de ese modo
qae actual
Polgei de

9
01=) DirigiTf.e a "[Link]", (Maca- re atadc a un empleo luci-

PBCTItfO —
Pronias) ICOMPASANBO E i BBCOBTB KES- Laño T profundo d^ c ¡auto ^¡\ ~ , n o s - . 1. im , 1 , „.„
lí! milr pamaljií^Btc cu-
l^
1M4NAÍL HA rOKRBSPOXDIDO 4L Matieieaba coa TJibma el en
-rer IÜ.1S í-alvo; ÍSt) qne
[Link] ULE Í E F I E M A • DEBTJT4^a^¡'• \ A I QI'B B O G I 1 s a I) a n ios isobles, íia
se paga E
MOS PASE POK EST^ €ASA 0 ÜPt que n-íaiía u,i ssm-
blando, ciiiH, í^ poi haber apo ¡^ado h tal
(3c •iüitM<'!í uifl. Jnscn]>-
H
til adhesno
!ns halagus del poder prefe-
-p
í]* la [Link]ía (le Orfocü^ •«Er
ría el paii negro de la libci veibo Una de -^ivllo oiíi? lure el JnoSfllo , 1
íad Me^es mas tarde cuari^ ' de Don Buenas entrna ' s orno 1 ambiéa lian sifla '3?-
CT d los caballos los ttpje ; nn
te el culpable del dcspic
siginia de la íaanília <íe la --Í;^
-fi^ sa aneipentido su LUÍ
3 t — Esta ¿adíe ^ lo sacudí una 7 otia -ft
re del Ojden de la demo- diclio lecortE í on s, lue Cuando acabé de ari s erarione« similaies •PH IO'Í
racia f'ente ; la demago-
la, de k aatoi 'dad^ ladi-;-
qi'ete Rettir glai mi caballo mi comsndie LO
ía-^ja uo desipentaiba- lie agaír-^ 1- ; deas daEautoi este fu ' i ' l i ' ds "El [Link] del teniente'
la ropa, en -e] ietí?ato iSc
'&
í^üíffeí 1 en «I retrato d*»
plraa tient" ; -irnte 1 1.1 [Link]«dÓ3i retí
3 i sueño siguió agual ;BU resp
Fue batlli-t:
pfe
1 iCiOn la misma, el gesto de «"
sa i qued-o tianqmlo, ítpacibie
como SI ea "v ez de estar yo til aa
'
'
Como es eOstinib- s - u t i ^ i n en el l u i s \ afi v
istíUje undraima j - , i' .e ^1 i>eiSGliaje que Sf le d ^ 1, T M le rd^iietdt
más por el Ticcbo .
c 3T1 í. , obras de SfiRtejs-
loon T parte de elías,s-^
i-.
ido, desa- ucu'ano ui , lo 0¥e Ipor encmia n¡ E l u m b u i d -de la acció 1, i ur no^ tales como ílarlosF^
- constructor Años (J ole d" loa cabellos y trotátndjl 3Iei,í-ii!&=, que deái
^su.'estai-aga.-'caído-jjflí lioii "ado. T-rañ e&tiío de actor dramático, recargando a -veces los eíec-
~'rí>s, caído y setni 'babeante tdíde, llegad! otro lefe 'os teatrales, pero- sm caer nunca "en la vulgaridad Ha^
eÚáláo caídos IcJs ojo-! do i-
'áe anidan U pe^cya 'i d^ -
eclaió anti b'.tllista <-n
11 ñ de ' i [Link] ha-
mi g-ra borliomía
do que no d^bpArtaba 1P •=
ij, moniuia de poi deba30
usipo deiaudole-eaer al suf
^momentos de auténtico patetismo en esta dolorosa peregí,-
lón de Don Buen-i e i r u i i El hi oar l u i^ cji a ^ d e l ,
LOS VIEJOS C A Í T O S GREGOIÍAMOS
Ujcidad 1 el uia^ fuo e-ce¡i
ticí^mo es en lioáísic tan ica rlt hmiibr^ ili]ceiiui a dnimieudo
pmpece a ensillar el otro c^
.ai-sni al mismo tiemipo n 1
lina al tiogar. asi duian e tremta e n i añi ,
m^to ej Grande ^n e VIIl ¡ n ¡u mietito-iUirntado 0/1 és "del vulls de las so^iiMi'as
llanada es ü'- Ai^a-ía dice sobriaiaieníe el cansancio dci pobie enqvleLdc n, desarj oUaron y ceent^iaiO/L ce ese canto arav&v
H é n tin ihombre "de ma-^ilh ,s sueño» y las at.pías, lo a Loies a mi compad P
,ibJe DI chu- compensaciones, melodías ver^aderam^^nte p' >ío sn las zalestas iLX)ariadas%del'
e Kerosi las armas y lOs sa- r^Sr nacidas de este -Aodo e
! Ule las .alforjáis 'Oon los rb^do térUl
E n el peí- Ir 1 t-ilo'! os lo sujeté todo a laá sillas 'savihVeas cnsticmas do la lale al Misn-ei * miUnanos, ^ _ - ¿ M ^ ^ ^ ^ ^ _ , ^
novelero^ f ana r )- U'T Eduardo G nz prtmrtiva"JE^se ^'eanfvs fvr- Ict •nvi^nn ^nélnctahle-d2~la h'c t la ímwreswTi-pViPi'ii
•rr,s-a Maña ompadre no despertaba/^lé
na ampliamente e' ges-i ' o cdMoAgr-fio qv^ Íi<nría 'oer- mda-d resi^nadOr a sufrir vi
Decíaai de e p^r e i-niplu i-ta Lualq i e- entonces a gritarle con t o - uqrwia^ dv eyit-'i'iiecmiisnto a mamienio a la -eterna-jus-tich i
; e r a n r ,^r u-. o-rdoi \ s ! mis íuerzas T gilt« tan alto t'^oz, m a s no h a llegado aún Aifustin • vd-er la ' edención <
^maestro, Araía, se -destaia ±n ZK ah er^mi
de itodt a poder tiasp
E s un "£;-a i' Dfador -onjunto, ique ic^n e a Bcni
iionado CTific: no -es el verho jmvo, oeadoi- d^ l'i
-de iiiegos florales ^[Link]- "do lecesidad de i pas se lili Patricio A z c i le
bbis melodía, el gue entrevie-r% PS-
. y de iti^rc. fiora- Despre-^ia a los niombre- Eu de p H. R. avestro'i otdot fa;<r leUmías Seveía, tri^U, inii"
,- T^CÚ E s t . atrás idn i i r i y ba empegado a ccín xible la^nfelopea -íe-^rolonaa'ha-io
las bóvedas sombrías de la basüi-
ender —bagáirnsle es
a s n e a - cná- desprecianl
s él mismo P o r crmprer
Y b i
-le s ; b l 1 ;
"EL PLACER DE SER HONESTO"
toomtmes !geno c
tM-riíxión
^ teonío:
-gotera 11 'de,'
y j a r a [Link]
caíüna de enfrente una
fué a estallao- 3unto -a orno se ve, a&ierta:r ¿Que Tiiim,"b
liberal mil' 3 sabemos PJarai^'Eáílo nos muestra sólo iin giro del alma de sv
-tetit» da Es í I f s u s dH»Trente cruclf < ro'tag--oni&ta su Ifi-Éve pasaje ípor la, liim^í," idaá de apar encías
liondo d= .-u spr v
« e r T r e - a if r do estará a la caisecera ruido quiPi
fíebií (í^ufc bienal ouo ti-íi^Ti n a í-^eriya m£s
I ^ S a z a d o cnn sit a t a í d ; Ipero real<nei erdad qui too'-ilsrp i c n ^tu no
meítismo de l^s pres'dirT d dneV rdo del aeer^Zítdo E L BANDIDO - \ a ubcs ' l e i,a .í Eh míi^o
ra'jeladir h re iodo nn sítnboüo— >a moño ^a M E L l M T i , c- Í1--I ustóB, este ir T T-^DSF soíjre lo rciliüau T la.^ apirienciab, í^o-
Conferido traslado al í iro lo íjue (TeeiE l í s gentes y lo qní> snp ^ii Terdifl los pu'so-
^ a í ^ ' a cara E d'd? caía de híeri prec'so que respete' -¡yadie r i i a
itjp- "El Tflíi^'^ dp -er lionísto" es mía iiei-m^sa obra de tea-
que ^ío aquí g r i t a ' :ro: car"-ada de id-^s, turbadora í^n^rtte ü-f ISe ,±qtií lo flne 1
El pescador de macanas 1
Jajírerdad < relato titulado "Lo -quij yo Ea consopante e^tá muy píen la poesía si 10 os c la- ^itto tiene dt- sniruítable- lo que lo doícnder i, a<> sn-^ enemigeos
bord-o del AlmiTaJ Graf sica, es pasable pero lo que 10 podeuiOo " p a s a r ' , en upa aJ» V crnio +1 (niie * Ti indifeiencia ^«i píibhco ( ' 5 los
Spee', ba estado f l a pirmer a< to es Jt-nso í i HJ-Í* inte]f-ctii:
niña por más E E E B i L que sea, es qu:e use M E L I N i T A , ^-ta íToattaidt feria la obra St plantí'a Luis Ir'itj. jnfcemrete- tan cabal comf> enfn'^astñ -de Piran-
acidez mental debida ^orquc í^so francamente nos sui na 1 anarqmsiro hambre cibado
listocrática va a Ifner na liijo d. itilo tjent. €l rol del fi03n?>re qne^ííesfa -^cr honesto KoI difífil,
ravabu Uesrados elu ,iiírata3i j , im íhemT>T# • lor I1 iTEtí-ns^ y coii^<Uctoida viña, ints^uor de SIL persoisaíev
diecionario d^ 1
j S u s t o n a s f i T o r ' o s ' Ea ^jienao d i'iia de Ios^lc No queremos vanagloriarnos por haber oescodo" una o patine (lí^LiLJio P«ro >Tti -cirip t^ lia nuevo ixim^ojpasa el srran actor -aTS^níino_,£Sr
Tinten
libertad ía patria el de-e- graliadoi Está perfectamente bien perla, pe-^ queremos desta^-arla porque si ese Suplemento "brii'did de ^e^tos, la e^sac^ófL ae los M&mos, la Intelisen^á
MiO, lia ju~t'cn la democra- ca-so, co- d'cbo trasponer raí oríficio. El íie «s6e tEaSaSb-
diccionario del pescador — íesún en crJlores de -'EE SOE'' es-ta dirigido a los niño^, puede
Fráa. «1 orden ^ ^TeJiT del -p-eraí ocurur que el ejemolo d t MI^JNIE cund„ 7 r e r e m o s en-
eí testimonao de éste — dice- que 0-n_prí^U"E me "^aiíon -piaTiesaiido per a mujer ! o-n PS'"C
F n é cjesf;.=ta •-- apo-vo ^ „„estros lectoxe. la tan trasponer significa *'mudar de lu- tonces a tedas las niñas F L É B I L E S , u s a a E M E I I M T A . aTieüo de U situacnSn P=^ro en real.d<.á J^
«ella dictadííra a pretex--o resol-ye^ 103 eai^mas qa« Ir gar a una persona o cosa ponerla cOsa que desde 'uegci no e^ ¡o mismo que chupar [Link] ri=ngaT^e <Le la socieaa-d -?ozar del í?i-aíer di
en lugar dif^-rente del-gue ocnna- n-do las desíiosestida-des de ios áea33-á.-=
restaarar ía dernocracia. prp=pntíoido ba". Si que nosotros usamos, Que

MASGHA MASJGm. Toda la Semana en nn Bía


t|ii==^^sft SO Toda la Semana en un Día
,í,«^»8«MMVM.íW*«.íii»«!W*^^^S*^^

YDIA BAROVA '**''^'^'*'"''^'^^'*''*^^

LA PiOTiiiA m JOSEPH GyiiBELS


Siizet Majs evoca el re-
cuerdo de Ljd'd Baiova,
Fue entoiices que desliza
ron en ia oreja ae Suzet ¡a
verdad "forrumidabie Li
'EL DICTADOR"
protegida del doctor Goeb
dya Baroia había tenido el
bels y qwe d»-.eniiiefla el
honor único, m&igne exrra-
mismo papeü qu€ ella en '*E1
ordmano, légalo de los dio-
Jugador".
ses, de haber sido elegida
Hace alreaednr ¿e un año,
Suzet Mais fué contratada por H e r r Doktor Joseph
para fdmar "El Jugador", Goebbels, y desde hacia ya nueva película
que se estaba rodando en
Berlín en francés y en ale- Propaganda del Reich había
mán El papel de Suzet confesado una pasión devo-
rante p r 1-a hermosa Checa de la persona-
Mais era creado en la ver- lidad de! dicta-
sión alemana por L) día Ba- que no podía hacer otra
cosa que corresponder a se- dor, Herr Chrt-
mejante amor Ei-a lo rae- ier o Herr Ha^
A! l e g a r a Beilír, pre- altos personajes,
nos que podía hacer fren+e pün, según se
guntó- ^ madas telefónicas que
a tal inesperada fortuna desee, ei que,
— ; Quien hace mi papel nían a trasmitidle aprest

que la Barova m
Que Goebbe's sea Jesagra-
dabk raquítico, cojo y que
camine como un pato no
Dos Bobos en Oxford tabies medidas
de gobierno, ha
inventado una -?*.,
'. su tarea J/ara ir tiene ningún; míportancia.
-Ab ,Y ti. l)ue- el teletono, el di-
0 manifestaba la
ya que se trata de uno de
os dioses dell partido nac o-
Nieva DefecciÓE de HaKRoacli, El •:l
igí-a b a d c
—Es Lydia Barcva, le re
pitieron secamente
\ ] fil'iarte L s primems
naí - sociahsta al cual HixIei
concedía su unpagable amis- DistriliiiMa Como Todas sus Defec- I muestra al per-
|sonajc enseñan^
tad
escenps I i d j a B?io^a m70
su aOctricíóit r^'o'petuosa-
Lidya Barova afectaba la
serenidad sonriendo
cioees, por Artistas ÜBidcis al pueblo
Icémo debsi-fec*
m ' n t e saludada por iodos Ituarse ef nuevo
todos con condescendencia o. C a d a
Es una muier morena, muy
linda, g-ande fuerte que no |íina £le las fa-
careoe de "a^pe^ro" ni de fses de este complicado suq colegas Je Hürcpa en Í3ck Oakie interpretará a i\li:ssolin; 5 Búly
clase La'" prese-itacíores se meníran expuestas e líustiaáas en la pre gracia % destreza. Oslbert a Staím. P&PQ Cliapíi^í d-',ír*?siíc.
'licieron en s»gu'da y las antes que •eoi Sitados Lü-idos Acaso el gran cómiLO espere l-\ [Link] ev6=
l í e n t e fotografía, siendo e-ndeníe la veííUja
dos "Nina" de ^a ob^a de •s una bueía mucha ^ ' solo se ^ustitica e^ el caso ae iiícifón de ía política mifcniacsostaí para reaol=
Dosto^ewskv iniciaron una ini''dgios', estrenaba tambi'én ; i p<>Jíííca d& esta obra. Se dice Que deñnití^r^ el tono de ^u peliCMb
anm^ada conversación, sm Es posible XJi a muchaclia Pero mas sorpresa aun iiO¡
la tiemeiida burla OÍ s di Colegie üt
arredrarse por el >&cbo de por la aue Goebbels aban- Oí^foru. y a su lecto] naiculiztados de m modo
que Su7et no b a b h alemán d o í o a s u mujer, madre de
íre^ hijos, cbte-siendo en
solutamente aLouido S^'o
t tH-ai Roach ^producto^}
ÁNGELES SIN ALAS t^^-«--^^ HORAS ROBADAS
•LuiENTO — |M E i k es un -Señor í[iie p(.isonÍfica -a, la
P o r otra parte, Suzet bC cítnbio que elia se sepa'^ara en Osíord', liroma aue no se perci>"= [Link]'^, y g.u'^, por otia • aue "TibLL pn &u on ^'•mn aa-d, a caña aio de les "[Link]
df Jico a esperar tranquila- de =u esposo, Gusta\ F r o e - liarte, liesd, X-xié^ muy tardf, o Mi •aoach tieiid m^tlot, leLue^-dOc, a SI. ím *lai.a — piit-cticaanente, eso Jiaue — a, un aaatri- '
lich, tan pronto como a opimoües y pens-ami^atoa de Oxford Su ambos cí^os, Li~eemos [Link]^ ciiíilfcs 1 poi ii"ué, ei titulo en inglés Piü Hou 1 JLIJO de tal matrimonio- Yir« entonees con sus aDuslos-^
mente su turno mientras 'a (I^a luja del a-m-i de llaves) da ^on Tutamen
"Dportun dad aitistica" se ebte film dará Idg^r a u a i j i o mu"^ [Link]'^ta -guizas diplomática, .. _ ^T Brink [Link]és ai^^s«^G, ^BJ-Q esíe, vaTi^--,
Paro^ a desa^oarecía ba<- a su j í,ití mos taiaaieii gue -una. redn^on en U QV-a se íia^leii pres^niss argumento giia en tomo a Jo^n EtnnLtt que ' üosí" 3.© n^pdder ultraterrenal qu-e íiofeeía, lo lenoadana a niT 4rboI/ -
cama-in -n -cada descanso le presentara bajo la poco Mr Hal RoacJi, Mr Ohiey ».Olive lO) Hardy, M"^ btan Estanislao) laí- l'aTe'í p^io el a nada lene •qu.-w vfei '-OJ fcs teriénnolo a su noluntad La^ derr^aCiOnT s de tal snceso — eáti^e ^
agraciada loima de Goeb liauíel, 81 Sr [Link] dd Colegio de Osfoid, y Jo'-ge TI dará lugar importan CLíd-, tosas,_rpor esos días na/éie muño — uiln-in-n ^n !•> a^,jsacióoT
\] ^abo de algunos días,
beis. de loco quí" se le Jia-tiei al abuela Un íí>r- ÍHL ^o conirreiid3end,a, ^
Suzet comenzó a sentirse Sue^o d^ wj« biin-'^^, -j-k^ ia s -'"i^" -í^n és j^^ra, y que -Jio hay ¿Bll^
Gieemos también GII la po-^ibilidad de -au© -ti p-^ediriio-
i i*-ri2:ada por las señale^ de Ahora parece que t o a o ha üectoT almuerce, uno Se -f^^os -dMS, eou un, MS^JQ gorda rjng,an^ ano [Link],¿ Te qu •(, á*^j anc ano, -^conseja a este que-
de n-cuslios insoí suelte íi ad. llutrte par^ u er dt la j_umanidad siquiera, sea para
p-ot iido respv'tu con que se cambiado Goebbels no es ya bigadn ñai o
rodeaha a 1? actriz alemana r esto es el don Juan S'asi, al el Ti ñc mimado del Tercer =0 todi [Link] inj-de^a á^- hs-cho^ de
Sin nii guna duda, uu era (^üe también. llaman el "eDa- Rtich y, coincideicia bas- ¡a mas absurdi e incomprtnis-ble m; ? en-L'icntra pn Aii,ge
po^ sus oondiciones *de ac-
triz qae Ja Baro/a ohier a
BG labioso del DJ K«ic1i"

i enor impaciercia, a p'^s


tante cunosa, a magnifica
propiedad que
Como el arsumeuto
die OH a l e g a r un s-heU]
* * . obje. . [Link].,
.r, eiu sn ue^ica-^^o ¡ine la. peii^^-ala
i> di^i mismo tipo becbos en E r o í'-^ es ou? Jo ¿jqutjan de^dp un^ -eaiú^ dr-l a^-bo
Kemos [Link] comesiieiií^;-expones priia í^amrnte el arga-
tan extraordmanas m?r.£es- ^ a Lid^'a Barova aca'ha ra de Osford, Q"u.e al tm. ; I flabíamos coa aaucl H-^i Roacn de 'Capi+an nte^ív de e íe iiltn ^ s somplffamento ^bs^i'-'o
úe. tos gran-des "perjuic original, este * sketcb. e ^olameate an sioductt del oii lo, uoi-a
t a c o r e s de cortesía tantos spr desuruida por u n IHL. Tur a' totalm^nt fuera de ^o 1.36 deb j 'íei, "^a nos, •enojamos con , p-e
que oca'íioiiaba 1a actriz repetir on -d^. rodos los r ui¿os de 1-ue s-^ ha \aliao a Honorable el Hai Ho^cü de Dos, ^ol us er Osfo d j a ll^gama^ « la jnf^d ca OímiipotPikv,ia iObrí- la
la empí esa inipadora nareja para iacbi reír da ;aLe tant-otí años. Bl mismo lianreí disfra- con ' Angelen -sin a as' Si MT
sado de macama las mis is caídas,, 'os mismos pasieíe^ a^gun acto ilegal
eian ios trajes 'ipeidón los pasteles deben, ¿er Uro-^. ^ Ic L H-t,13vY-ooü CaUo'ma, "
declama- pisotones "¡a*- e^i =>s del ilaco, las caras feas d 1 gordo, Iiaciepdola
demás Señores, lo giaeíoso déte sor original, •exu^i íhora, qae e'-e absnido pnedt tcjnai'^f ti>- ^
la gracia [Link], [Link] ^ s i-i rep-en^i^n de una palabra de concepciones filoboíita-- QU^, hien tr-cttadas

•E- -^
EstoesHolIfiooíI det^he, 'gue no- tiene por ^ue sor canof
MADELEINE ROBIN5ON fondo cmeiJiatografico Por la mií i^í <íe la. peln
, disgusta Jo«:' no Iia^ dt
obbervado dbsde bace mjebo tiempo la inteUgenca d« la "nareja : í strifc de sncebos, one podrían
n-DTo un tra Joan Cra-wfford :
i su pequeña de emociSn IXE '"''^' ' A A resdfi en Lairel y ^1 se IUCB [Link], mer-03d a 1 ^ cii^ULStancas,
, •Caroi Ann, coa e^ obj^uo de tocaya;» que íiene^ •"^ "* **• un '^'^o-' d ' ingiés tan pei^eetaiaente ridit,nlo 'ojie c-ausa gracia Es LA FAMOSA "VEDETTE" FRAN- desi>iies, justificamos esi ris
a ratos, U Muerte en b^onir
lo yñ te de -etiqueta en su es- cíente lue nna nm: Terry Kilbam es xaníjdo tíe
ñor a la janta y banquete que
a eht * lo-a , escad ante sabihondo de Osíord, a ^ulsu le p.d'^n
audlen-cia para •-ecib^'r ^UP-^j-^es-oi Emstein, quien '
Estrena el Cine Metro ^e deciíOí y lucipn cosas profimdí'
ixio ae Metio-Ooldwm-Mayer pocos dias, cayo p CESA EN OTEO GSAN FILM! destino,
^ - ^ graío áe los esíudn expl •caeíones ' porque [Link] un tanto -confuso en el planí-eamieato , ¿Cómo e^-pljcap cata contradicción'* íl'í'aíar de anormal al aa^U"
de su teoría ae U relatividad = iGrand oso! "La Desdeñada" mentistfi, no es Xa^-tiCd aplomada. Porgue en el meiacio del fiba <;e
losn Fontame no sabe por qu^ * * * Otro detalle Hr Earry X^angüon, -eonoc^Ldo eomico, oompañexo "^ dice, a modo de espJicacíónf que la trama >f,s extracto de luia leyei^da
r'ecidxrse. si p^aTnanecer en Ho- ílosaimd Hussell [Link] su SüciLej Rooniej obsequia íiela^ fie Hat dy y sustituto ñ.f Laurel en 2-&ncbia'. ; -r
ilyr-ood sm pararse en los estu ntom6vil con velocidad T^rtigi- todos Ío<i laienibrct, del re-
diOj (en Tía de descanso) o &ce^ Oí>a oara Uogaa a ti&mno a San- parto de "
lai aníL ofírta te^íral 1 Baroara y iacer
liA FA-
costumbre, aleaado abora de a par^ija, smo que fs él uno >
a el argumento dp este ii^m ^o merece ''LA CIUDAD DE SOY Tíernes se realizara en ''I
CrSE aiEXKO el entreno de ja
nneía prodmcio:^ de 3a. ^ÍFTTO
enástente d-esde hace siglos. Qi.,e es "nn. cuento abí.ardo^ fa&Cinador
y mara^Llioso'* (discrepamos con lo de fasCjnpJor'} Tra''^»' d^ ano-i
m"l al djí^et^r, es t^mhma imp^o^io, porque vasfe^f^jn-ente,niáa ba,
3 tía a EAM>UIii' H A '. aecUo el du-ect^r para reformar la estnictiiEa del íihn Unt^ncet.
GOTJ>WYÍí A5 lYEB titulada no í'ipliqnemo-i ía contradicrion. 'íl-ínifesíénsonos confusos, y docla-
LAS LUCES" " l A l>rSBF-váJ5A" comcdii que
e^tá rnterprctaú^t por el conocido
galán ROBERX YOtTíG y la
Sn a •p-eiical^ 3
"^InprtSi ornada a
gracic^a [Link] AW &OTHEH\. m e n c importanc a
R. YOtING a qmen eenfía?- (-•endeblt £
ia joca BUfcianc a ha nao de la de!>tua-
tíieatí, s" I« reronocfan aptiínilcs ^nta asunto, I::, int^rprpíaciod t

mmM(LMmmSM\ HOY-REX THEATRE para el género frívoío y cÓmfcc (joa dustacanuose ésta úit ma 51 la e^&t:a dp^ p-incipío deí fílan^-
desempeña po^ primeri vea un •pese a qu-e "'OCQ lo Jeníág -e^ eitdel)]«, "olie t
papel de va^íiero r partícipa en ieeto»", -gue T-C.* el fiJni Con "^ra-noneza le diremo:
escenas inteu'íameaíe dramátiOíEs, es un co3isej<^ de eomentaribta cinematosrafieo Es
Cinematográfica Glaclcsmann S. A. em las que revela escí-lentes ap- Que sea Vá testigo y comsirooante de-por qué se
tlíTidfs para, el género semi-dra-

PagraS' IS Toda U SeiEana en ua Día


MABCHÁ Toda ia Semana en -QH Día rágifia i 3 " ~ j ^ ^
haría Vd? - f W "--^ ^**""'

Haela la Dleha

Página i4
HITLEi SE HALLA ACOSADO
i¥áS : H. ;_, BM)A^A ::SLi^á .1 '."' i
S ©E

iidad

Violaiid© Fronteras de Débiles Países ij


1 !jor armaao, cqui-
ziao 4iue en 1'
pooi'ia aitojai

cíiísivpb
£E1 Poderío Mico Naii lateEtaráO
oi-ífanizaciOD es
peí íectajn ente -itlapía
cada detras de

juntos ámtviitos. Vencer las Defensas de ios Aliados \ -seguí idaa

ares Jua prunela, . iidiica Irob — que los alemanes


"t^^- LA LINEA el-grueso, dei ejéríii
acizü bob^.Oí,o y acciacntrf- jeion tíur^sití la _pasaa2 guc
los áj-aennes. Júa^deiensa jpai-a deícnaerse cojitia, rax eT
Lucado d.e [Link]-'^anbm-go no ¡jria salyado -el Iii
í i basaüa en el empleo " '
ningún . medio de deituaa
3SL0 de 1914. ííié [Link]
Una segunda línea de pe«isíea
tropas i-apiaas la -CbU confetitiuda l>oi la ntiU
ron [Link] e

im-uRTAKciA " ts^ofivt^zf:ni


T s a í p ' p AsTn-k,[Link]*A
ación del Canal AÜjerto, CUJÍ

^o estos enLontrarian en el 3ío- factoiíamente los


d-« su •capital. Per-a
lo, Imea •Má[Link] 'h% sido proion
gada en toda la estensión de la
£ii2&.sa^£x2.^^%^^%/£^ s^ ujia po-íicion para repiegari,© conucos de Bélgica y stis ^reocu corta fronteía Iiüemburgu-esa con
A o ocarrtna lo tnisrao si la d;esde donde dominarían todas paciones "defensivas. Esté gigan el-mismo, poderío -^ne al este d-eJ gue las •posibilidades de dsfensaí
TÍoiacióH de fronteras se estien- las comunicaciones liaciá ei Oes- tesco foso s-e apoya eai el Oesls Mosela. TJna extensión- de íronte- de Bélgica son inimit^mf^n
de a Bélgica E a 19-íft como «n te en Amberea, que tiene alguno'^ ras limitada úaicamerite al twm menores a las de H-oIaíñda.
iOi4, el [Link] feprocarril de ; i a íroutera del Korte, enti-e el iaeites qne conservan, '•n valoi toriQ del Gran ducado-no -podiia pa-ga aÍLora e] precio d-e si
Bsrlin a Pai's, el jnejoi aussíiar llo^a y el iv--caida, se entiende de como puntos de apoyo j en desem
el preoeupaíiióii... Holanda,
continúa ^ignu^car nmguma TPntaja apre t o la de
de los medios tíe com^siMcación, i¿eja a Amberes a través de ünfceen Ijeja, lable para los aíemunes
__ desproTíSíó de' obstáciilos país llano, arenoso y de fácil r ^ penando un rol esencial Í de Tio-
naturales, pa&a por teTit-oiio ^.onidofeadefensa e&ta babada beza de paente" sobre el >Iosa y de T A Tfc'Flí^'PWCÍ A H " ^ ^^^ ®^ ^^^ '^'^ [Link] un e^e
belga Es aib atmbien, donde se ^ n La:, lineas ae agua Una prime- bisigra entre los sistemas defen- • * - ^ ^ t i t iiXSi3íi XMJU capaz de hace írente al IBT
podrían esí^aolecer laa baaes sab- x-x Imsa de resisíencia: puede apo- sivos de las dos fronteras del Es- ilOXsAlT33A Grevo ^ue ^ u neutralidad
marináis y aéiieas más gr&s.-ímas yarse eu ios canales dé la Cam- te y del Zíorte. DespiiLás de la pa'-
a íngLi^trrá. p ^ a I>e Tnrrlioat a i Escalda n o sada guerra, la plaza imlitai ba Queda ei proDlem^ de Holán
Citando en 1037 Aiemaziáa se abajo, puede por taia ironía de [Link] y modernizada por da. A este respecto pueden ocu- ^^^ para
comprometió süjemnemente a re-^ Iv suerte, utilizar una Imea snny la construcción d.e algunos fuer- n i r dos Jiipoiesis i a primera
- = 3 j .^„ ™ ™„ ^ ^ *^^ ^^ -"merosas cacamatas y de se^ia la invasión de ette pais por
avanzados fortificados Alejnania combinada con un axa
a Ais-la <3iapene. . que contra-Bélgica de manéi-a de düdají- mucho :d© la e r
t, ofen="va contra-los"-ejér- este sistema, de£e'nsi?o:
Front&ras de I03 Países neutrales nna uitnna Imea ds defensa l a LUOS franco bn^^aaicos toda la i r e lo m smo eon Bélgica Desde
Eacalda, que ae_ Tonmai a Gante ampl^Lud anipl->LUd posible la, pasada guerra esta
de Gante
'~ Amberes,
" ' c n b n n a Pero pued'^ [Link]^n estado construyendd
la llegada de so qn'e podrfa .que" Alemíinia.S'' de defensa -que humos derallado^
ajitentacionales
pedir a lí'rancia uva capacidad- deiessi"va
. 350! con:=idera muv se^ia Si en 191^»
ntoXu- . holandesa para " ^ sm defensas de ningún genero,"^
fbnizd ¿50 7 los territorios luxemburgueses y
\ vErmania . 350 13 belgas, encontraría actualmente próximas a Inglaterra y mnv laferioi al ítctuai, Bélpes.-
tíjiivenaburgu 50 2 dificultades mucho más grandes aceesoriamente apoderarse de 1 pudo oponer tan tenaz y heroicaj
•Bólfeica 100 i] aqTiei país. resistencia a los-ejércitos''
I

BA-PiCO U RUGUAYO
^E A
' ffltlÑláTRA
' ^IGÑ. Y C. RÉDITO
/GASA» OENTEAL: SARAMM'ESQ. MISIONES
„—•—-

SU.0 ÜES ALES/E N- MINAS Y M'lLO


DIRECTORIOS
'D i. Mi
Isg. [Link] dé DiosBoSema,
Aílbrpsoli presidente.
nami,seeretino.
dcepresidente
Ese. Ni
^Q.' N canor B os Santos,
efeon B. I^^o, tesorero.
tog, BeTmxáQ'Laxrájm.
Sr¡ Federi [Link]
Esc Aüü
Director DoEse.
general: ez.. Péreg Foiircade,
mínguB.
Sereate- Sr. Pedro A. Lafeaeá.
Corporacióa Aixiiiar del
^ CoMerci® y de la Iifatria
Director: PRÜBINGIG ELLAUEI
Una nueva y perfecta orgasiijadÓE al servicio de! Comercio y la indsistria en todo lo
[Link] relaciona con la propiedad mdíistríal • .; ¡
M. de Fábricas, Patentes de ísiveiscáón, Privilegios IfídsEstriales
[Link] FICHEROS MECÁNICOS, ÚNICOS EN EL PAÍS, SOBRE
MARCAS DE FABRI CA Y DE COMERCIO

días: RADÍO AMERICA - CX46 — A las 12.30 y las 21.30 horas.


Ssntoi'-ce itsdos los

Porque nadie tiene más interés que el pueblo


misrao en contar lo más pronto posible con
•'••EDIFICIO DE' LA BOLSA . /-: la naayor cantidad de escuelas en las que se
puedan educar sus hijos.
EIKOOM 454,: 2' •Piso.; Escr. 205-7-0 - U. T E. 8 74 03

piranfcslaCousíniir
Coleciaení Montevideo y er todos los
IJcDartanícntos, la cantidad total do escíiclas
de que ostá necesitada la líepública para
-F-SítreANDO" "H. . STGHJBTA-
' stKtA.— Escribano-.— Zs' de M.a-
dignificar la vida de los ciudadanos.
AbQsaóo.--'Rincón 5.9S A?. yo "4-Í4- , "
CAHl-OSsea.
Bia£:óii- 43JÍ<JAKO.— Abogado.
Ap. 1 UTS- S 40 SI
¿Cóm® Cimplirá Siis
:|1|=sÍ?I>¿íig?is.?f5^
S 31. LO?SZ.— .Dentista.--:
.HOÍíACIO
.Saráddí "4-93BA^IÍIS - Abos
- 2.?, -p. ÜTE £
Fines Esta Colecta?
.-Taguarón 1135. 2.0 !>-. [Link] GASnpHO— . Sscriba-
no,—-Rincón" 53:3 -Ap. L "I'ÍTS G ÍJOS camplirá con la eontiibueión del pueblo
[Link]-E—-ia
[Link], Mayo
SAVÁ.330.
— Aboga-.
que colaborarcá en la obra más digna y
ba' no-—• Sabala^ 1560 • Ap. B.,:.í _.A 1-C33ES DJEAM3ÍK&^1&— . Abo-
"g-a'[Link] [Link] Í67S uTB merecedora de su solidaridad y su simpatía:
-S-,6"S O?-- asegurar una escuela en la patria, un aula
Aíiogaao. m de Mayo 4-67 á.o P."
Edo. [Link],I, MAC 2-» C 3eO Lí*a- ""JA SC
IB QINFTO
AL
O •"GA'CS ARÁ^5TXI/Á - SO-
ASASA^ií-LA ES- en la escuela, un asiento en el anla^ para sus
-V, EEUGO CAJItOÍ.1 -- AÍJOgsdO - •— •' Esiucio Jurídico.—
Siieiios .¿ires 494.- U-TE; S 73 29 yo .55ri 4-.0-F. TTTS ^ 35 fí4
-"M T - - Abogados
CA.SÁ[Link].l^A. - ""-ílHCTOa"
13S5 IESTTl
T TA Efií.A-- Ss-
bijos y los Mjos de todos los hombres que
•crlbáiio'1-.-iGsíones"
.:13í:.-. AJa:r"EB-P- ^aOA_0;.^. — Abo_^ =.=-S^19--S4.-. "-""- ----- --T- - í -" ^' ---
g-ado. —-Luis C".I*:-vns.. — Con- .TIJAS' 5»EÍ>HO BSÍRGALILO.
viven y trabajan en el IJiuguay,
OOlSríLi' - Abogado A NTÓ TÍ
5 0 ,- -ía'do.r. — Umcón 593 Ajp.. 1 ^UTB.-iEscribanb.^—r 2i5 de ^Tayo- óli
•A
baS-=
nIoXA- Hincón
í2aitA3íí>OS]EA Ss&ri-
538 - TJOVB^S íSíO.- . 'S 85 '

Buenos- Aires 4^0 TíTSi g 0€ 11 Ciriijano


JOSÉ KA-de RXáLbrtfios
FSS<ÍO.
-d1e2-l5S-JiQspital
r; Médico.,
" "ÜTE g, 25 21 - -._:..-.-
GRAN COLECTA PATiOTiCA
PasteuT.
r-8-61 53. —
AH^OJÍTO M. [Link].— Abó- AUSBI-IO PASTOHI.— Al5í>sa^
Soriano
" ^ado.^— ^-S -de-Mayo 535 piso ^.o' ."Rin' cñTi 5i2i irrs 2.29 S5
TJTS g 2 €5. _ _ _A5I:ADSO AÜ.OS'E^GÍTJÍ-— Inge^ "
• xnrs " S¡
T £A :
S ^
C I
S C O V . '
n tAzoauí.—
A'boga^ío 3^ Sscribano-.^ Bue-
nos .Aires.:-5ftS.:TJ1'S'-,-S--39 G9-: .
So.— 13 -Se JiaHo-:ffI75Ti^IHS. •
NACO
I NAL Pñú ESCUELA
'- -AlM^aao - Slisiones X-ÍSS Esc í "'•EÍero Ag—
•peiitajeE. T-finoD&pt
mo. [Link]-ci
dé-San -oBesJo-sé"-
y
4 -ei-47:""-"- FLOEIBA, 1-393 - MONTEVIDEO - U. T. E. 8 89 37
^

horizontales.
REFERENCiAiS
P wedeiei-se
Décimo XQ^s del calendario r&publicaao
íraacés.
Embustero, estafador.
9 Di-cese del negro recién sacado d-e su país.
11 ¡Nombre: propio de mujer.
14 Ordenes
cas.
guberaativas injustas y tiráni-
, Cualíiuler adorno que se 'pone a las ca-
ballerías.
17.. Barco
"Violoncelo siamés.
18. carga ypequeño y chato destinudo a la
descarga enJos puertos.
Obrar, proceder.
20. ¡Nocivas
21. Termiiiaclún, a la salud.
de
22, •C-ontorme a la letra iaüiiitivo.
23 tido exacto y propio. del testo o al sen-
25 Negación.
26 iNombre
27 Dícese
propio de mujer.
de los gue por mala coníiguraciSn
tienen juntas las rodillas y &&paradas las
piernas hacia afuera.
30 ,. )Bs docto en alguna cosa.
¡Especie d-e saco Que sirve parall-evar o
31 guardar alguna cosa^
1
. Impedirá el curso de alguna cosa., LÍTEJIEjN golpt'ó a ÍTLI juierta. Me mcorporé en desde vari:>s me^es sírás no ío veía; pero- &sihi¿i
. 'Minas i3ie sal. á la c«sniíí, vlecirl^tiúo. COEI exíiepiioa de Mac-
lbe*^i, oif^ (ni oot'ab pn-^rsonas be iiajan asu^^la-
que durojite la ausencia de la Sra. .jaalia, la e&-
critora San eonocísüa, vi^ía eti bit ca&a de Wíns-
Verticales. úo tajilo como iiíe a<i3jslé yu aq!.«í'ilu JIOCKÍ- a bledon como t;aiTvdián. To inás jmister?oso ess
1. Arma aoitigua á& -palo guarnecido de Eaü íivs de Ja Ta<„Tñana. íítJo esío era vn^ carts qr.e rec3S>í con un cHeq^íe
Merro o toda de hierro, con la cabeza de die£ libres qn& decía ma-^darme a cuenta deíí
g^ruesa. Se al*rió la puer£ t > apercibí, alumhrado
3. Esip-acios de ti^eorra limpia y firme donde pul ía iii.' de UEíd \(i-íj„ los» rah^^juis de e2Eip<*ra- dinero as-e n^e había pedido prestado aníerios^
S8 trillaii las mies^es. l-l- dor romano, de Uii propiciarSo Bov-Ser; ¿ble leeníe y pur io <|ne nie edti^ba siaEnamente agra-
3. iSiüo en aue se da sal a los .ganad-os en COH'O íodüb ios propictdrics «c Sloeisie Sfjiiare. decido. No había dado expücación ningíiaia a es-
[Link]ón
campo. insepíiral>le que equivale a er.i aSiíeriormeiiSe malEí-e d'hoid; aun en robe
c5íHisibre efc<'ü«'e'-J eíi}u.*<er\a ss^ a<ipecto piLdJeSp
Jc mélag»*o, pero íne h^ícía salíer qiae su genio y
SK precisión lo habían psiCblo en el caznino de h&
"en''*. íEío&o que 124^ mt!sniti<i bicjaipre, opMÍerLcia. ••„,:.^j
5. -Conceda, otorgU'©. —Diseúlpeme seÉor, me dijo c^n ais «i miste- —Hay dinero sob~e el escritorio.
6. En sentido figurado, p-ersonas adulonas Instrumento músico de forma ovoide más riosf), Eondria \ d. osho eheibies) v &eÍ!? peniquebiT —Grdciua. señor.
que llevan cliísmes y cuentos y lo -tieoiien o menos alargada, con ocho agujeros que —¿í)*'!!^ f'heíines? Pregunté! —¿El señor Ukidge le ha dicho a
por oficio. modifican el sonido según, se tapaot con —Y seis peiíiqwps, son pura e\ boñor Ukádse. Vd, pnr' qué recorre la ciudad en laxib a esta
los dedos; es de timbre muy dulce. FronüEieió o'stcíS pslalíra* ron i,i»io C'Í* rs^bjeto
7. Dar vueltas la-nave en circulo.
• 9. Punto en que estriba -la dificultad del 12. Ai pa-ci'bleSa sos&gados. \m y afeclsi. 3-lb un mibierio eu mi ^Ida: ¿per qssé
hora ?
—^^o« señor. Me !ia pedido nna pif'Z^. y qiie le
asuiito de que se trata. 13.. Qiie tiene o lleva en. sí azar o deegraíáa. es*c hombre que isie traía con alíHe?, a mí, que fcie've whSskj' y a^sa de Seit?,
15.. aiuy inclinado a la lujuria.
Daban balidos. 3»ag« me& a mvs> mj alquilf='jr5 UÍI COIÍIO 'A jo —/lía >enido íwra in^ta^arsí^- aquic
19.. Mesa iisf ra [Link] > cocina de —^St^ soñor, conteeló Bowler eoia verdadera
21.. Ciudado del llano en la cumbre ue una altura, atenciones a Stanley Featlierslosis^hauíígli Ukid-
24. ciudad-es más-Egipto antiguo, una -de las
célebres -de ia antigüedad. ge, del cual lodo^ í*«!tán en ?eue~T!o que es ía sati sfaccí 6h.
gran ^eríríitii¿a de ia sociedad? Se aseanejaisa aS padre del hijo pródiíío.
. Tardanza, ^en cum'plir una obiigacióii. —¿Para <jii'^ quics-e el 3t^or í kiíljre eso di- Bíjfé 'i! balí^sn, en rol>e chambre. AUí» cojnfi I©
. Nombre propio de varón, nero? —^jsrpgiiiit".. había dicho Bo>*Ier el "«'slsky y el agaa de Seíts
.Contracción de ipreposíeión ry artículo.' —^i^ara p^sgar bü taxi. «"ñor. estaban prep«rados. %o acostuznhro loinar al'
:. Vigésima segunda letra del alfabeto —¿tlsi^ este seño'" aqíií'í coLoi de noche pero me pa-epi« prudení'f^ Henar
giüego. —Sí, señor, m¡ vaeo> CrüJJó ^a Cbcaíera se oyó -.jn peso pe-
—;En ia-á? sado y eniró [Link].
—Sí» señor. —Ál diablo t ejcelamé. Sabía que vendría
—¿ \ la- Ire» dí^ ía mañana? IJkidge pero nunca creí verlo llegar "V€*stídt* con
—Sí, señor. «n pi}í*inja. r^ivado bafo un inapermeabíe ants-
No T^eia nada claro i^ji este asunto; la vida de rilio, en zapatillas, sin calcetines; parecía esca-
fjkidge este úlfimo tiempo era míiv Eni^íe^^o=í5: par de un incendio.

^ í I La Municipalidad de Montevideo Jis subvencionado nuesteas actividades


Solución del problema anterior
I SEA PATEIOTA: Apresúrese "a stisciábir acciGues I
i I GGMPAKlAAEGENTmA-imFGUAY de Navegación 7 Turismos. A. |
I I Itumin^ó, .1464: TJ. T.E. 814 31 |
^ ¡:£WTEnirSjF 1 bilí mñ m^'^wn ÍMST \mnm hTMnsmrmmmMMMs^^íWñ mmjs'mu£-mm?^añ\i:mwm
Me saludó eoai un gesto, se pugo los leisles yesíabají pagos; tres buenas comidas por día te-
%e abalansó liacia el Ijotelióa ele wliisky. KÍa aseguradas, veía «1 porvenir con color de tcrra. Los demás eran todos hombres inteligen- despachar mis huéspedes de inmediato, par^
—¿Qeé pasa? — pregante — ¿Por qué an-rosa. Fué entonces que mi tía pronunció estas tes que sabían sostener una conversación, todtt que mi tía encontrara su casa sin á- snettos"
das así vestído? palabras pligrosas. No sé si has observado <j«e eso amenizado con uiaos partidos de bridge. indicio de haber sido habitada- Lo comprendí,
—Vengo directaiaeiife de "Wimb CosEmnn,la mitad de las catástrofes en este mundo han llfcidge se sirvió otro whisky y se quedó tía pero, ¿qómio llegar a eso? Mis huéspedes teníáB.
«—-me contestó— porque sé que ea lo de uia sido causadas por palabras imprudentes pro- rato pensando distraído, contratos que les permitía quedarse seis Bseses,
áissig© tal como eres íú, encontraría buena aco- nunciadas por mujeres. Todo marcha bien, hay Cuaaido mi tía Julia se ausenta no acostun?- de los cuales sólo habían Irauseiirrido íres.
gida. Tienes calcetines, me harán falta mañana calma y tranquilidad y he aquí que a iiaa mu- bra escribir, de modo que la falta de noticias nopodía echarlos.
y taBihiéa caaüisas, corhatas, im traje, tm' som- jer le da por hablar sin ilación. Te juro qae me alarma en absoluto. Supuse qsie se desem- Esa noche durante la velada, por prfms's
S33*ero, zapatos y tiradores. Tieiaes esifreníe, Basta el instante en que nji tía me hizo esa reeo- peñaba [Link] en Hollywood, sólo me ape- vez el dueño del CastiSlo estuvo distraído, siffi
Caarfey, usx íionshre en el más completo desasi-
inieat».- Paerfes ;yecir [(jsje "roy a íiacer vida laendacióa mi idea de transformar "Los Cedros
de WimWeáou" en pensión familiar ni me lialjía
naba que no hiabiera hecho un contrato por toldar parte como de costunabre en la conyess
tres años, la tenía casi olvidada, Fero he aquí saclón.'Después de iin rato de reflexión, me di
misera, pasado por ia imaginación. qn^ una tarde que me encontraba en Londres cuenta que sao era yo úsaico en el siegocio, paaes
—¿Por f{i3é acidas cosí ese pijassa? —Transformaste la casa de tu lía en pen- se me acerca ett ia calle s«t amiga Angélica to que las ganancias las repartía eaíre toSa
—^Es el traje ideal para dorsnir para todo sión? —le pregunté azorado. Vining la poetisa. No habrás olvidado esa tipa, el persondl. Oasné parri^ennSr los aeciosEÍ9ta%
gí^tlessiasi lai^és. -—Kl no haberlo hecho, habría sido rehusar Corky. Aquella que quería llevarse por unos ios cuales se presenla^^^ uaao Iras otro, e&t&
los dones de la Providencia. Si tú recorres esos «lias el pretidedor de mi tía. No quise dárselo. eran el muchacho qii/-e istraha los zapato®, la
parajes te darás cuenta que las pensiones son For principios ante todo y también porque lo ayaadaníe de la cocin^je?^ las dos mucasías y
tajiy deficientes; por un lado el desorden y ei híjbía empeñado. el maistre d' hotel. \
descnido, por el otro el lujo. Tú nunca le has Y sonrió mostrando sus «Mentes postizos.
tenido simpatía a mi tía; pero, tienes que reco- —^Debe estar usted encantado con la noticia,
nocer que sabe apmueblar una casa con. con- me dijo después de muchos cumplidos,
fort y gusto refinado. Y el servicio! ün maitre —¿Qysé noticia? le pregunté resignado..
—Pero OÍS estás durmiendo. ' d'hotei, naucamas enseñadas a servir, lan cor^ —¿Como, no sabe que vuelve SK tía?
I—^OorSHÍs —isie contestó,— me aííojé aquí don bien. Te asegwr© qiie ciaando salí de la ¿Nunca te ha sucedido Corky durante
Isace íisia hora. Sai vez hora y ^edia, doruaia estación de Waterloo y fui a la imprenta a ha- una amena conversación, recibir un golpe de
eo2sss> uBa mannota- — Se laterrümpió para ea-cer publicar un aviso cantaba de alegría. Áain- puño en la pariz? Fué esto lo que sentí ciando lias snujeres se sentaron, ios hosabr^i qiie-
ceader un cigaaxill», fumó unas pitadas y lue- que pedía precios exorbitantes recibí enormidad oí estas palabras eñ medio de Bond Street. daroü de pie^ me instalé sobs^ el eserítoríes y-
go con una risa sia alaría agregó: —^Así es lade pedidos; parecía que todos los habitantes de Estábamos delante un vendedor de perros; les expliqué lo que sucedía, -
vida. Recibiste las diez libras que te mandé, sa Londres querían desprenderse de su dinero los dos cuzcos y el bnüdog de la vidriera" se í>ebo reconocer que aceptaron, con caiiiaa
Isrás lo que representaban para mí, nada me- para dármelo. "Wimlbdon Common" es una transfonnaron en cuatro cuzcos y dos buldogs. esta átiaaciÓM dMíciü; pasado ei pcimer IS£Í>
u&a íjue nada, tana pequeñísima parte de laís huena dirección, üa copetudo de la Ciudad le ~v -^-¿Sii vuelta? balbucié. jnesato de estupor nos pusimos a buscarle laisa
rentas. gusta decir a sias relaciones 'Venga a visitarme; —¿No Ra recibido usted noticias? Si, llega solucióíi. Se dijeron muchas palabras inútiles^
propusieron cosas descabeHadas^ Pienso ^íbrs
—Tízs qsié? vivo en Cedros de Wianbledon Common. en el próximo vapor.
—Mi» renías, viejo. .'. . . Recibí una enormidad de pedidos, entre Como en éxtasis, escuchaba a la poetisa na- iodo en el muclsaeho qu.e lustra los zapatos.
Es 1351 muchaelio Heno de pecas que éelse
—¿Y de ilónde sacas reatas? ellos, el lugarteniente coronel Sagnero y Lady rrar los acontecimientos que debían terminar haber
—Oe mi negocio de hoteles. ' Bastable, viuda de un barón.. Los además eran con una tragedia, más escuchaba y más me per-ies. Enpasado su vida leyenjdo novelas poMcia-
—¿Qasé HegíKio? buena gente qaie a pesar de estar muy ocupados suadía que mi tía Julia debía haber desapare- frazado su opinión deberíamos habernos dis-
iodos de fantasnsas. 7 asustar a niae&-.
no olvidaban de pagar regularmente su cuenta. cido, al nacer,
—Mi parte de ganancias dei "Home Ideal". fJe<?aron uno t^a?. otro, el nido pronto se ilesió. Sn ios estudios qiíe !á habían contra'ado, los tros clientes que díspararian. Conspreatderás
Todo n^arcliaba como =obre nicdas, era an direclores eran ssííuamenie indulgentes cois los el estado en que me enconírahEs el le digo qu
iíe íJUco apare<-!Ó la njírada triste. aríifetiís. Se tni tía s^^ hubiera conformado con no rocharé eia. seguida e»a idea. Pero, hlesí
—i^w mina fué mientras diu-ó e) íiegocio. verdadero idilio. reflexioFiado me pareció impcacíleable y le
l>edí oíra cosst
i^ero lo bsaerno no dura. . >íi tía me lo t^ígirió. ILntonees me sconsejó jnaiidar a Sou'-ham-
He aquí como succd!<í. Tú sahes, de^dr- que Iiüj pton, al encuentro de TISS tía^ a im íiomijrs
fütn? habiados lon cineastas buscan personas que ia arrebaiaría y ia tendría enoer-ada su
cspaces de escribir diáiogos que int'-'rese!!. UMi sótano hasta nueva orden, Acietí}^?
Naínraísnent** mi tía fué riiírevsstada, Firnjó un ííole de cuando en cuando una oreja o ur, dedo
eoiíírato en Hoüywood por un año, sus últimas de U W
. pie se le convencería de firmar lass. bue
palabras ciando í>aeó la cabeza poi- ¡a porte-
zuela dei íreiL, fueron para recomeíidarme que envenenar los artistas, o perseguir los emplea- cbfctpsen cosa que no nos haWa siingúa tnah
no alquilara su ejfia bajo ningún pretexto du- dos hasta enloquecerlo^ no la hubieran moles- Por suerte el msitre d' ho^el toirió ÍEÍ usa-
raísse su ausencia. Tú sabes el liorror que aienle Formábamos una familia numerosa y feliz. tado. Pero hay algo que no debe nimca hacerchacho
por las persona» que no conoce. un artista, y Ccto ess pegarle al patrón y esto líesdepor una íircfa y ío puso afnera.
ese mosnt^rtfcj la tiiscusión se vol'ríó
•—L Amenuiio las circuOítancias nae han obligado a
' o advertí f-'i día que cené -contigo, cuan-vivir es lo que mi tía Julia había hecho cuando ie más razonSble.
do lleqó de improviso, conro parásito. Pero me siento hecho para criticaron su prosa.
—Buen», te doy «ni palabra, que basta ese ser dueño de ca&a. Era amable, cpierido por to- Tú me lias visto anienndo en apuro» Corky: For fin se dcí*id¡<!'> que vendría UEI amigo- del
xttosnento fíenía la ijaíención más firme de dos mis hué^pedc^, tenía siempre una frase me has observado cuando estaba en situacio- maiíre y ^e liaría, pásíir por sm riiírpecíor &aisl-
ssidar bien la casa > de abuyentar los rate- ade maJ>ie para c^da uno de ellos. I^ aristocracia nes críticas y le has dado cuenta que no me tñíío y de<*!ararsa tpic ia instalación, era ssál-
san3< Ei maitre d' hotel creía que esi> ser
ís«. TislusnlsrEba un año de írancroilidad y de la escuela jstiiigua. ni más ni menos. desanimo faciíjnenlc. Pero esta vez, te lo con- bastante
reposo úvrssle ei cual esce^niraría una ocupa-El coronel nos contaba sus anécdotas recor- fiero, lodo «ni optimismo había desaparecido. Sia amlg^opara ííaccr paríir a Ludo ei mundo.
acentaria sc^sriiraniei) te ese trabajo
elóc digna de mis aptiltcdes. los sueldos del dando su estadía en la India, Lady Ba-^table es- I>irás qiíe sólo un camine me quedaba fjue se-n~ccdiante una libra- ^' si? frasíos de loeí»mü<áón
ajallre é'botel y de Ja demás gente de jíerrlcio taba relacionada con toda la nobleza de Ingla- gair. Por más fastidioso que resultara cerrar pagos desde Futney
HKab uyeni míruva s.¿Ii. . lo que era partt mi una mina de oro. tenía qae y nti \ÍÍSO dt c^r^eza; 5;

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como saílie lems asüs mejor 'que proponer, preguntado sí no estaría vagamente emparen-
quedamos en eso< taáo con el muclioslío que hisiralsa ios botlaes. silo snás inveterado desalojara inmediatamen- echarlos antes del últinio momento y el cable
La aiañsEa sigaiesite aie paseé Espirando Tenía la misma imaginación fértil, te si le dices que sana enfermeíiad contagiosa deniostradaba que ese moaiento cataba todavía
y pregu2slé a ssilg huéspedes si no habííín ao- dijo—el El cómplice de una. haadsi de ladrones, se lia declarado en la casa.
jado 32a olor s-aro; y áe ía^áe llegó &l anúg^ eoi-oi^el. Es el iiiéíodo de esa gesiíé. Ei coroaei Bagiaen podía esgriisii- ju revól- lejano.
del laaitre d' totel. Sa Hii opmiósi Isizsi Diiy Eavían a alguien a exísminar el terreno y no ber-y bsirlarse de los ladrones, pero estaba se- seTi! sabes que caasdoraítía Julia va a París,
queda allí por lo menos dos semanas. Eso
bieaa siu papel, dasi Ene convenció a liií [Link] iucomodsi n hasta que coaiocea la topografía guro que si lo informaba que ia coeÍEera estaba en tiempo norjnal, enando la -í'ivieiida que ella
Tenía el caeílo grasieiito y eí bigote, crecido deUIñ casa. ca cama coa escarlatina saldría disparando.
q^se earsscteris:a a ios inspectores sanitarios. esas' palabras Corky,
n momento, tuTe hi esperanza Le pedí consejo al maiire, Isombre de ex- quferepúas
!e atrae con todos sus deseos ¿Cual sería
la prolo DgacJóa de sa estadía si recibiese
Agrega a eso uiia libreta negra, Basa gorra queqae aríegáaroii toda. Dos de los pcrieaeia y el mejor secicassta despules njío, y
tipos de la eiadad cambiaron una miradii de
psH-ecía an ícepis y desde aqní verás al [Link]íad y Lady Bastaitle se puso verde. fué de mi opinión. ¿Mi tía Jalia, Jan templada un telegrama anunciándole qne "Los Cedros"
se encontraban asolados por la fiebre escarla-
Pero la desgracia esi esta triste íiei'ra es qsfie sin embargo, no había volado al saber qne ana tina? Elst
a ba convencido que eí "Home Ideal"
ssiio • siuaea sabe si v"i -Í9 tropezar C012 el espe-te—¿Ladroaes? gritó, use voy inEierfiataiffien-
y los tipos de la ciuáad, imirniuraron, que de las njucamas estaba eon paperas? Ifci3dría todavía por lo menos uu mes de exis-
cialista, e! tipo que liei UiílLado la eaestióii de esas Se eoaviiío paes qtie la cocinera se retira- tencia y ese snes me haría propietario de la
- ea&ays BdeiuyWi
A liasía Z. A las sieíect^:. ando naiestrí» cÓ2npKaisladas inMeílon esíaban tIeinasiadG
lejos de la policía. ría disereSamente al día siguiente por la ma- suma colosal de ciento veinte libras.
Eníonces el coronel — ¡el idiota! — volr ñana y que ei maitre bajarían la cabeza, eon aire
vio a tomar la palabra y eclió SE perder todo. lágubre al servirnos durante tm día o dos.
—Señora, dijo demuéstrese lisiad una verda- Bespués elegiría el momento ea que yo me
dera inglesa í | Señores, sean hombres í Vamos encontrara rodeado de mi pequeño rebaño
ñ dejííí-nos echar de esta yivie^ida confortable para comunicarme la noticia. Hice varios en-
por algún miserable ladrón? sayos de la escena y me pareció - perfecta.
Lady Bastablé replicó ijue no le interesaba —¿El señor me permite decirle una palabra?
morir asesinada en su cama. Los dos tipos de —Seguramente Bas-ter. ¿Qué hay?
2a ciudad dijeron lo misnio y yo agregué qiae —Siento tener que comunicar al señor que "No había que vacilar. A ia mañana siguiente
ce se Iiiiho retirado olfateando todavía, cmeo no hay nada tan horrible como ser asésisaado Juana está enferma. ie telegrafié al hotel Crllloa, donde ella para
de mis invitados estaban prontos a hacer sas en su cama. Pero al coronel se le liabía subido —¿Juana? ¿Juana? jAh! ¿La cocinera? De siempre y volví sintiéndome est paz con el uni-
verso. El telegrama me había costado caro pues
líaáles. ¥ fué entonces qiie el sexto, im'cierto la mostaga a la nariz. Todos esos antiguos sol- toras, Barter? Siento mucho. ¿Nada grave su- no babía economizado palabras para liacerme
Wapeholt, volvió al redil. Había pasado la dados, Corky,, son unos héroes. pongo? entender. Pero hay que saber dar un huevo
tarde contempílaüado un matcli de cricket. ^Temo que sí, señor. para ganar un buey.
Al reunir mi pequeña familia, Corky, ao —Vamos hombres I gritó. Los ladrones son —Hable, Barter, qué hay?
me había dado el trabajo de verificar sus es- iodos unos cobardes. Amenácenlos con un —^Escarlatina; señor. El doctor acaba ile Esa noche en la comida nadie pudo repro-
geeialidades y sne había cojifonaado co2$ refe- revólver y se escaparán como coaiejos. anunciármelo. charme que estuviera preocupado. Se me había
rencias fiaaBcieras. ímagiaia, pues, mi pesia —-^ yo Lady Basteüe contestó que no tenía revólver. ocurrido que, cuándo lanzara la epidemia de
.Sensación y desbande genera!. Ese pilan me eseariaSlna
coando "Wapsliott, al saber lo ocurrido, alzó tengo uno, dijo ei coronel, y mí parecía infalible. Pero el hombre propone y Dios disparar com no solanaente vería a mis huéspedes
la cabeEa como caballo de guerra qaie Ita oídocuarto está en. el mismo piso que el suyo. Cuen- dispone o im solo hombre, sino que hasta
el cíaríii, y aoaiEieíó coa ojos ceuteílaates qjie te conmigo, señora. Ál primer grito que dé Vd. podría perseguirlos y exigir grandes indemni-
A Ía~hora del te, el día siguiente, cuando Bar-zaciones
volaré
hasta el momeato - de retirarse, seis meses an- Decidieron pues en su auxilio. ter acababa de traer UB plato de tostadas y seestuve depor ruptura de contrato. También asi
ocurrente y de brillante. Le había or-
tes, había sido inspector sanitario y qise era quedarse, había que empe- retiraba bajando la cabeza, nte liego un telegra- denado
ano de los mejo-es «pie se pudiera encontrar. zar de auevo. ma enviado por mi tía desde el medio del océa-siniestrosa yBarter no
que dejara de. [Link] sus aires
se veían sino rostros sonrientes.
T aseguró qsie quería ser aborcado si la hnbiera Y en tales momentos, cuando Cíialqsíier otro no. Te pido Corkey que te fijes bien en el con-Fué ia naás alegre velada que pssasnos Juntos.
mstaiaeión de ios Cedros era defectuosa, estado perplejo y desconcertado, Cor- tenido de ese telegrama y que me digas si mi Si día siguiente fué. también tranquií© y ale-
—'Fóngannse frente al lionsbre que preten- ky, circunstancias.
tu viejo amigo se demostró a la altura de decisión no estaba jastifitoada. gre. La comida fué una fiesta encantadora, y,
de que Ise vivido tres meses en una' casa sin ias Ei peligro no hace más que Estaba concebido en estos témanos: "Uego cuando los otros hubieron subido a sus ceartoss
apercilsirane qué sus caños funcionan mal, aguzar su inteligencia. Me dirás que bebiera martes París". cómo no teñía sueño, tomé im cigarro, me seí>
gritaba eos calor, y le probaré que ha [Link] pensar sn eso desde el principio y tú vi iin whisky y me pase a calcular el montó de
No podíamos ponerlo en presencia de nues- mis riqueza? futuras.
íro hombre que, después de embolsar su paco Te aseguro Corky, que estaba contento como
y bebido su cervei^, iibría tomado el autobús. se puede estar cuando uao ha transformado una
Pera voces apuradas le describieron todos derrota en victoria y qsie gracias a su juicio e
sus heebos y Wapshott se puso a reír. inteligencia üiio está en vísperas de hacer for-
Sin duda bay una técnica esp'ecial para exa- ttusa.
iaiaar ios caños. Al especialista no se le enga- Tales eraa mis meditaciones, viejo, y mi o^
ña. A pesar de sn kepis, su libreta ^ su bigote • íimismo no hacía más que crecer, cuando, de
caído, el amigo del maitre d'botel se había Era todo "U^o martes París";. Pero era sn- golpe estalló una detonación en el primer piso
vendido de cien maneras. Había beeho gestos Sim embargo, apenas luia tora después de fíciente para írasformar iodo ini plan de cam- y enseguida otra. Dos en todo. Y comprendí qUa
poco bábües, babía preguntado cosas que no crítica esta justificada. .• paña; hasta ese momento todos mis esfuerzos se debían ai revólver dd. teniente coronel
debía. - hab^n tendido a echar a la cuéntela. Compren- Bagnew. ' .
—Ese hombre es un impostor, declaró la discusión que acabo de repetirte, tuve nña
idea que parecía resolver el problema. dí que eso sería la última de las inhabilidad^. EfeelÍTamentfe, cuando, de pie en la puerta
Reflexione un poco, Gorky. Después de dedu- esperaba !a continnacióa de los acontecimientos,
.Wapsbott. cidos los gastos y ia parte de ios accionistas, to-vi adelantarse al coronel qué esgrimía el arma.
—^Perb ¿qué motivo podía tener? preguntó Me apercibí que mis tentativas precedentes da semana suplementaria que esa buena gente
Xady Bastablé. . ' no eran sino ju^o de niños, He observado la pasara en los "Cedros" dejaba unas treinta li- — ^¿Qué sucede? pregunté.
El Coronel Begnen intervino: Después me he naíurídeza humana y sé una cosa: el ^arár bras en mi cartera. Hubiese sido una locura alElescritorio corone! parecía muy orgulloso. Me siguió
y tomó una silla.
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Míí£a*
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a soga que siempre lleva


consigo le permite librarse del
9 En •'d íorma. Cárter consigue üegoT;
8. Uno vez en él árbol, desata:a la orilla de un lago, cuyo centro está
a
eligro.'Enlaza la-copa de un la cuerda y eiilaza con ella ocupado por extrañas viviendas- la-
árbol y trepa con todas sus la cope: de otro árbol, para custres.- . •"
fuerzas. cruzar, asi el pantano.

EL CÍNE Y LA aUERRA
Jj& pereza de Heuri Jeason es prorerbiai. Será Iiaí>iendo contado el autor de "Jeau. de ia Iniíe"
divertíáo paes sat>er que lia sido BKOTilizado.. el íieclio a Lonís Jouvei, respím'didle ásíe:
¡ea aat r^imieiito -ae trabajaaor^! —-iVamos, Aeiíaídi ¿Me va a deeir usted, un
*• ^ actor diasnático, que no lo iiabiají, sHl>ado nunca
. (Aípesar de Las r-eccaneBÚacáones de. los Serri- ant^? 1
^ 4- * . .
' " -•
elos -de defensa pasiva, Buanexceos ¡parisienses l/os primeros días de üa guerra, Jaaiáñe Bfereey,
dejan aüiL- sns luces •aicendidas dnraiLte el apa- so^reiidida €31 su ciaaleí de Eayiaai, ofreció sn^
góos. Pero no .juenos tnuanertsos parisienses dan servicios a la ^caldía Q& 5a dadadL FeiPo déjé¿
ca^"a estos coatravantares y es muy laaro «ue _
diez minuíos descaes de -cexTada la noeh^e no se mosia costar sa aventura; _
<ágan"ío« aHíatos ^íoMéiaíes llamando- ai orden a —Se jne ócs^é ea ^ciáísF ps^ussos ps^e^es
los iniáetores. Ms así :[Link] Mareel Ash&rd, célebre coa las órdesaes de re^SsadóE de düfereiáes
par su distracelóa, EO íiabíeiido respetado -las loícal^... X sucedió «pie en tma de esas me tocó
preserhieiones en vlg&r, se TÍO sliijar e2 íáro día Henar la orden de rjegaisar mi peopía casa. Co3n¡t>
por agestes p' &id<áales íjue liabían sido atraídos al ustedes se imaginaaíán, no me epiedaüKffi; ganas de
iogar del deliío por veeinos Í^CÍCCÍ caritatiTOS. Y eontiainai' el trabajo.
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—Y^ ie liabía -díclio yo, empesó^ que el tipo •—Me pareec múlii. V<1. áice fs^ie el Iiosabre anís refiexioHes fueroíi tmi aig^argas. —^NG tenga miedo, íía Julia, dije con ardor^
ajuie se hizo pasar por inspector sajiitai'ío era el se escapó por isa veatasaa dei corredora MañS' Ka de mañana, io mandaré buscar para
—-Slasüey, dijo mi tía, Barier se ha vueiio "diseutir
cóxir^pliee de iiJia !íí35ida de ladroíies. Ya me iba -—Lo creo pero desapareció con uiisi rapides ioeo. aigis-ios detalles domésticos. ""'Earíer,
a dorBiír cuaado QÍ un ruido en la escalera. extraordinaria. —¿Qaé?, ílije yo, diré con descuido, eailre BarterT' '^ aprove-
To2üé mi reyóiver y CGÜ niesios ruido que un '—Bueno, tomenios tina úiti^iiií copa y va- —lílegisé mny tai-de i\ S-Giilba^iipíoii y, eoauíochando
bre él y
un iiiomeiito de iEíatencióa, saltaré so-
lo domisiaré- E^ muy sisBpie, No se
leopardo salí de mi eisai-to. üiia silueta oscura "oíos « acostarnos. quería do2'n2Ír en" mi ea^na, t022ié un taxi y mpreccape
e por mí,
siilsía por la escaíea'a. Estaba osenro y no piide •—Sin duda tiene Vd. razón, di=ocoronel. e. liice Ivaer derecho aqisí. Abrí la piserta coia mi
ver asías que im couíoi'iio isidistisito, pero liiee Después de haber brindado nosparamos. liávé y siihí la escalera con el usessor riuádo po- Ea ia oscuridad "ao podía ver la admlraeióa
fuego. s^
For io S3ie3ios no saos separamos isamediatasi-ien- sible para no despertar a. nadie. Eii eso, apare- que b]filia¿5a en sus ojos, pero la sesitía. Fui a
—¿rv'o hay cadáver? —dije. íe pues dormíamos en ei n2lsni¿> piso. Mi euarío ció Barter delante mío con mi revólver en la la piie.i'm y di una. ojeada afuei-a.
estaba frente a la escalera, cerca del de lady
SI eorosael fastidiado biz© ebasqisesr la lea- Basíelie mano y tiróo Grité "¡Bartej-, BarEer!", debe ha- Todo estaba trasiquilo en el corredor; le
y el eoroneí se alojaba en la exlre235Í- ber reconocido JSÚ VOS, pero n& esc'^clió nada. tomé ia smano y la laice salir.
gna. Tiro Eina segiancla vea. Enseguida eistrc en tu Hasta ahí iodo uaarclialís laiuy hien.
—^DelíQ baberie errado, dijo. Cuaado esaeen- dadJizgdel eora-edor.
HÓ que ea mi calidad de dueño de casa, criarlo y isie eseosaíJí en el arjuiaíio. For suerte —No puedo- ir al botel" sin valija, dájo ella
di la luz,, no- laabía cadáver, debía golpear a la puerta de lady Basteble pa-. de proíiio. Hay una: esa el armario de nsl cua
—No hay cadáver, dije, -to, y encontraré,seguramenae lo que ueeesito-
—No iay cadáver, repitió el corone!. Es quera preguntarle eoino se enco33Ss"abñ. Pero im Corky, sni corasóiíi se detuvo. El corazón
la visibilidad no era buena, Em realidad estába- alarido de terror me respondió y-sio isisistá.
El coronelraehabía dejado. Entré en mi tu viejo, aíiajgo se detuvo. Coanprendes: Coíno
3220S casa en tlaieblas. La EaisHsa aventura me cuarto. era ia úi^ica mujer de sm psndilia le había
saicedió ea Purnadapore. CaHÜné iiaaos pasos un poco fastidiado,el espijama
M e puse y me acosté. Estaba
claro, con la idea que do a Lady Bastelle el xuejor cuarto, el eíiario .
hubieran entrado ladrones en "Los Cedros", de mi tía, ese bacía el cual mi tía se adelautab
pero sin duda, el tiro del coronel les impediría su mano estaba- casi en el pestillo.
volver. Apagué la luz y me dormí enseguida en Hice un último esfuerzo.
un profundo sueño. 3IO me siguió. J^ehe halier perdido la cabeza. ¿N o—No valija.
neesita valija, íía Julia, supliqué. No
Mi historia concluiría aquí, Corkey, si hubiera Botaste laada raro en su conducta áiirsntenecesita míFero fué inútil. Volvió a tomar su tono "
alguna justicia en el mundo, si la Providencia ausesicia ? y autoritario.
velara sobre los justos como es su deber. Pero Corhy: a menudo has expresado la admiración •—^No te hagas el Idiota,' dijo. No' me voy' a
su deber muchas veces lo olvida. ' •que te inspira :mi ingesiiosidad y los recursos de acostar con mi traje de viaje.
No te podría decir cuanto tiempo dormí. Tai sn3 c&rehro expeditivo... ¿Qué? Bueno, si ao©ló vuelta
vez una hora, tal vez un poco menos. Fui des- lias sido tú, ha sido algún, otro. Eia todo caso,cendió la [Link] pestillo, avaujKÓ el brazo, en-
ea ei corredor y me a{>ercibí qjie la ventana pertado por una mano sjue me sacudía e incor- he 2"ecil>ido írecasesiíessjente elogios por esas
estaba abierta; sin duda el bandido se escapó porándome me apercibo que había una mujer .«ondselone's. Pero puedo decirte que nunca los En seguida se oyó ua grito como para partir
por aHí, las paredes están cubiertas de hiedra yen mi cuarto. No podía verla distintamente y ya lie merecido tanto cosao en ese nioínento. el alma. Lady Basteble creía que veniau a de-
lia podido bajar sin diíicnltad. iba a ordenarle que se retirara, cuando ella Me encontraba al Isorde del abisnao. Mi tía gollarla. Hubo en seguida uu ruido de liuracáu.
Era ei coronel que se lauzaba fuera' de su
—¿No dijo nada? habló. estaba en. ia casa, eu esa casa que cobijaba a uncuarto y reanudaba sus ejercicios de tiro.
—Es extraño que me pregunte eso, notó el —Chut!, dijo. «oroner retirado, a ía viuda de un barón y cua-
coronel. Bespués del primer tiro, dijo algo que —¿Qué hace Vd. en mi cuarto?, contesté con tro hombrea de negocios de la Ciudad. Conser- Ea el cine se ven escenas en ese estilo. Bueno
parecía Ba... Ba... Tenía ana vos aguda y muycalor. i vé toida la lucidez de mi espíritu e inníediata- Corky, me eclipsé. No esperé» No veo muclíp
extraña. sneute encontré un subterfugio. que bubiera ganado quedándoíne. No di más
—Ba Ba,..?, dije yo sorprendido. —Soy yo, Stanley, dijo. —Sí, tía Julia, le dije. Noté que la conducta que un salto basta 2uí cuarto evitando las balas
—Es 3o que creí comprender. Corty, era nü tía! Y te lo puedo decir, mi ^e Barter era muy extraña. T-euía un aire grave Tomé mi [Link] y bajé la escalera de-
—Un ladrón apretado. razón vscHó. - e inclinaba la cabeza. Sin duda alguna, está jándolos que se arralasen solos. Salí de la casa
—Pnede ser que se burlase; compleíaniiraite encontré un taxi, tomé el íaxij vine aquí y aqu
¿íáss ladronestínenla coslumbre de bro- —¡Tía Julia! •coni|íletaií2enté cbiflado. Esto es lo que usted estoy.
anear? va a haí^r. Usted no está segura en, la íjasa. Y quiero decirte una cosa, Corky, como
—Es frecuente, dijo el coronel. —No hagas mido. Tiene <fue irse sin perder un segtiiido. Baje hombre que tiene experiencia de todas las dt
Se sirvió una breve, dosis de whisky y lo tra- despacito y deslícese fuera de la casa. Encoa- flcultades de la vida. Sé prudente, viejo; cuan-
gó como un hombre que ha hecho honor a so trará taxis a la vuelta de la esquina; tome uso do teugaSj la ocasión de ganar plata facüiraénte.
regimiento. , j vaya al íiotel. Durante ese tiempo yo me ocu- Eres Joven, optimista, al acecbo de^ baieJaos
Me pareció muy raro <iue la casa estuviera paré áe Barter- Uí^ocios. Pues bien, Corky, cuando el buesi
tan tranquila. Mis pensionistas hubieran debido —lOhl ¡Siasdey! dijo. n^oeio se presóiíe, examínalo bieuj dalo
oír los tiros y Eenar la casa con el zumbido de —Sbcúchense, dije con voz' irritada, pues Hahlaha con una voz íeiubíona que era &>raG vaelte, tautéalo, siéntelo, y si tien^^ 2a m^aor
sus preguntas. estaba furioso contra el> destino y la providencia. -una suave música a snls oídos. Me daba cuentasospecha que puede fallar y dejarle ^ea uu
—^¿Doade están los otros? —^pregunté. —^d, anuncia en su telegrama que iba. a que eMa. estaba maravillada poar mi valor intré- apuro, renuncia a él y dispara como un^ ^bra.
El coronel tnvo ana risa indnigeiite. desembarcar a París. "Oego Slartes París". pido; 310 solamente podría escapar al desastre,
—Acurrucados en sus camas. No hay que —^Dije: "Llego en el París". El "París" es «i siistr que tai \er h^isia con pio^<^^hc. Cuando an
criticarlos. Los héroes son escasog. Me sorpren- barco que tomé. ¿Qué importancia tiene eso? liomlíre íieup temple, tieiie trfldb la» íiiují. res
dió no ver a nadie e hice la ronda de los cuartos. "¿Qné importancia tiene?" Te lo pregunto de rodillas aate éí.
Ño tenían las cabezas debajo de las sábanas, peroCorfcy. —Confíe eD mí, dijt. F*, uy asiin"o d. bom-
poco faltaba. La pobre lady BasteMe era ia mo unTodos mis planes se derrumbaban co^
eastiHo de aa^es porque esa vieja brnjá^ bre, íía JUIÍJ. ^AJ ewnc'al ^^ íjue u*t**d e£>*c en
fecguridad-
más asjistala. No me abrió y pretendió haber no se había dado el trabajo de escribir claro. —^¿Y qué barái *ú, *^í5ti 'ev ^ Tiene un
perdido la llave 'Jel cuarto. Habrá que revisar Algunas veces, durante mi vida tuve ocasión de revólver.
la casa de arriba a abajo? juzgar a las mujeres con severidad, pero jamás
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-—Un moEttesito. Ya qií& te gusta tanto ía áUs eriiSienes, medían las posibilidades, tratabaa
peé&a, |K>drás ver"piezas magnáfscas a dos me- de preverlo iodo*-. ¿Resultado? Permitían que
tros de la superficie, entre dos aguas. fuera encontrado el cadáver y terminaban en
Sm. ningmia deseonííanza^ Fernsndo la guJlIolJBa.
hahíaMientras que él, Julián Cbspars,
s^asido a su prisno. Se acercó si estanque y no corría ningún peligro, absolutaraeiiíe ain-
recibió uu golpe terrible en la nuea que lo gunol
deavasieció, Volvió a reírse alegremente. Fero su risa se
Ciae© isúnuZoB issás Sarde ei priaso aci^edor cortó de golpe.
dorHmsa para siempre en el fosido del estaai- —¿Qué tal, señor Cbapars? Está contento
qage. lastrado con enormes piedras de más deesta lísañaua, ¿eli"?
Ki asesino gira y se eiicMeii^ra cara a cara
eou Fermin, el guardabisques del señor Sando-
/VV¥V^í^íV¥VVMVVVV:^5V^%^Mí!*V^íVVWi^V^?*^^**s*W val, dueño del esíanque.
—¿Lindo día, eb? — comenta el guardián.
—Sí. . . Bastante. . .
Haciendo un esfuerzo, Jiiiián Eegó a dominar
ss nervios. Su teanor no tenía ningsín sentido.
No babía ningún peligro para él. Aquel encuen-
tro era completamente natural. Preguntó,
ireánía kilos cada una, bien sujetas por grue- mi-s— ¿Cuanto se cobra, don Fermín, por uu per
o de pesca en este estanque?
sos altíasibres robados a un cerco vecino. —Cisco pesos- ¿Es aficionado a ía pesca, se-
Las manos en la espalda, su pipa entre los —No vas a hacer eso, Fernando. No lo vas a Terminada su macaEra tarea, luíián llegó
álejüíes, Jiallán Chapare estaba de píe jjMsito hacer ai porque dentro de diez horas te pagaré basta la casa que kabía alquilado, a un kiló- ñor—Chapars? ^Y. podría empezarr..
estanque cuyas aguas reflejaban el cielo gris y hasta el último centesimo. Tengo el dinero en uselTo del estanque. Los cbeques sin fondos, -—^Lo malo es que este año no sacará gran cosa
los raínajes iiaelímcólscos de los sauces <3e ílonde casa. Aigiiiilé ama casita por el verano, en Aslán- las letras protestadas, las cartas, todo había áeí estanque,
partía el rumor de los pájaros. El reloj pulsera íida; allí tengo el dinero. Vamos a conser juntos sido convertido en cenizas. —¿Por qué?
de Cliapars señalaba las seis de la mañana, Ha-y te pagaré todo. Toisí... Estás solo en la ciudad, Pero babía dorimdo muy mal y a la Bia- Fermín se pone a reir: -'
biendo cometido sn criínen la víspera, a las til mujer está en el campo... Yajaaos. drugada se levantó para revisar el automóvil
®cho áe la aoelite, Chapars calculaba, diciéndose —^¿Estás segíiro de que tienes ese dinero? y examinar el estanque. N o teasía ninguna, in-
¿Todo? , qiiieíud, en realidad. Había procedido sin aff-
—Si no lo tHTJera.. Vamos, arrüa. snas; no babía dejado burilas". Su crimen ba-
—-Es asombroso. De ti se puede esperar enal- bas sido un crimen perfecto. Nadie podía sa-
qiiier sorpresa. > |>er que se babía encontjrado con su primo
Fernando subió al coche. El viaje transcurrió Femando. Antes de dar el golpe, laabía obser-
sin novedades siguiendo la costa. Al fin se detuvo vado ' cuidadosamente los alrcidedores., Nadie.
el coche en una carretera aislada, perdida entre No, no íeaía miedo de nada. Eíestaba tranquilo.
la vegetación. Un camino partieolar, sin duda. Pero tenía ganas de pasearse, en aquella lier- —Pues porque no habrá nada.
—Es un lugar encantador, dijo. Femando,. nsosa mañana. ¿ Por qué *io ir entonces basta —^No entiendo lo que quiere decirme...
amable por ía pers^>ectr¡ra de cohr&r sn dinero. el borde del estanque? -No n>á a dejarse im- Fermín levanta su bastón y señala Kacia el
—Sí, es difíctt encontrar nada mejor. Te traje presionar por la teoría «Jue jaiuesíra al asesino camino. Julián vio un camión que se acercaba
qne era un asesino desde hacía "diez hora*. husta aquí para ífue veas unn propiedad que aSraído por el lugar del cHmeía. No era un. asé-en dirección al estanque.
Se oyó decir a sí mismo, casi en voz alia: pienso cottxprar. siuo cosnúia, por otra parte. —Este - camión, dijo ei gaurdíán, trae a los
—Ya hace diez horas que 'Eernando es un Julián hahfaba sin saber lo que decía. Befca- Clare* que ¡a desaparicsóri dr Temando no obreros y lo¿ materiales nectarios para vaciar
cadáver^.. ' |í£E^aría en si-eTifio. }.<lansaría la atención en el eslancjue...
Lanzó una rápidamirada a su alrededor. ¡Na- ba ganar tiempo. ílesele el prÍ3»ier naomento, nn la fábrica, alisarían a ^ mujer, publicarían —¿Corno..?
die. Encogió los hombres. Sus pensamientos die- problenjE lo preocupaba. ;,Óómo ¡uirfa para ma-; —^Per-o si. Cada tres años el señor Sandoval
ron, marcha atrás. Volvió a verse en la noche íar ros
a su primo acreedor'í
násqscvé naah(íi O manda vaciar el estanque. Eso se hace muy pron
anterior, cuando se encontró en una caSíe casi Fué ei mismo Fernaudt» <|uieii lo s^có de to. Ei agua pasa hacia aquel arroyuelo. Los. po-
desierta:al pobre Femando.. dudas, ingenuamente: yáis *e -N«casi mediante bombas aspiradoras. Va
-t—Hola .primo. ¿Cómo va eso? a ver cuanto pescado se saca» Canastos y ca-
Femando iba a pie, mientras que éi manejaba —^í^íjaíc eri ese efetanque. Si compras £sa te- nasto». Esta tarde estará aquí iodo el pp^lo;
veziga usted también. Es muy interesante.
su lujoso aniómóvil. Fernando se acerco al coche. El asesino vio detenerse él camióa. Los ^lbre-
-^—Es una suerte encontrarte, Julián. Hace ro£> bajaroi, descargando su ir atería! Uu su
bastante tiempo que te estás burlando de mí con reiratos en ios dlcrioft.-. ¿Y de^pue*^ 4 ñame dor frío bañaba ú. eaerpo de Chaiíar-' Balbuceo
nts proniésas de pago... Acaso pienses que an
facímbré dé trabajo como yo debe ser explotado ^ ít: ocurriría buscar en ej fondo de e^le —fiTree usted quf^ loh potieías CB aran va
por holgazanes de tu especie. Pero estás equi\o- estanque abandoasado. funcioucs, d i ata Lora **
eadó. Estoy resuelto a pedir el embargo. Aquí A esta ide^, el asesino no pudo mtnos quL ^ardatMísífLí-, \ luego dt oír la re*,paesia aíirmaf^a del
íengo,.tiiS cheques sin fondo, nsíralos. Tus letras reírse. que no entendía *! por que
protestadas, tus carias, en fin... Y si saqué iodo
esto de mi caja fuerte es con el fin de entregarlo
rreno aquí debería*, íraiar de asegurarte el
uso del estanque, " -. - Era necesario que los cHinirialts comente^ de hacia
la prLguní^ el a e-^juo -e p iso < n íns.r
su castigo
mañana a primera hora a nii abogado. —Ya es mío, o casi. La mitad del estanque faeran mnj brutos para dejarse atrapar en ía
La emoción dejó a Julián sin habfc, con las me pertenece, mayoría de los casos, Freparalaan larga^sente
manos crispadas &i el volante. Se rehizo al fia: Frenó el coche e invitó a Fernando a bajar.
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TEORÍA DE It4 DEFIMSA^ESLAY.
Resum^en teórico. Xa i>e FKOBIJEMA
fensa Eslava. 1. P4D - P4P;
2. P4AD — PSiJD ti&ue dOb^- F, MACKEHZIS
finalidades primordiales: Ia|i
a AÜBITÁ' 1.? consolida el PD y la 2.^
SrpaDSióií, locuacidad, espontaneidad, da juego al AD Que en la co-
Ciaridad mental para exponer, o relé[Link] P3IÍ, d-e las negras
Jincho coacepío de sí misjüa solbi-e susqueda inactivo largo tiempo
propias ideas. Autoritarismo. Besenvoltiira,3. . . P3IÍ. ylasmásnegras
A 3. P3K con
tarde coo
agilidad. Pródiga en el aspectü material de F4AÍI pueden 'formar un
3a ¥ída. Amor pa-opio. Esifasís. Ligera fa- "muro d& piedra" para de-
tuidad. Hay hábitos in-entaies pronimcia-fender su centro; o también |
[Link], pi^ecozícepíos. Decisión. Hay despropor-
3... C3AR -con miras de
cióa en Vd. en lo que respecta al concepto •A2C y O — O etc.— La par-
que tieiie del mundo y a la ]posieión que
]EN KBAJLIDAD Ostenta, Vd. dentro detida B él.
L A N
ALEKHINE — CAPA-
C A, Nueva York, 19 24,
Es pos* esa misma razón bastante despi-e- presentó este juego: 1. P4D
caativa para con los demás, llegando a ^e. — F4D; 2. P4AD —FSADí
ees a la mordacidad irónica. Ligero egoís-
mo. Cttista la esMbiciÓn. Seatido crítico — A4AR; 5.C3PSP!
3. CSA B AR; 4. P3E
—PXP;
aguzado, pero no de crítica elevada, sino 6. D3G y las negras pierden
solamente demoiedora. Muclio [Link] '_ tiempo jugando 6. . Las blancas dan mate en
a PEíaCO AlA; 4 o mejor ee 3 . . ., P3H
o CBSb-— También se puede adoptar esta variarnte: 1 .P4X> — P4I>
2.P4AO^P3AD; 3. C3A , aD - C3AR; 4. C3A - 5.P4:TO - A4AR; 6. P3
"Vd. es lo que se dice muy '-'sobrador'OB',3T etc. —- tendiente a explotar la debilitada casilla ÓCD. — El fin
pero uo oiyide que a veces puede encon- de 5. P4T0 íes para luego de- A4A de las negras t&ntrar ©n la varisji
trarse -coa quien lo sobre a Vd., y si no,KrauzeCSR.
lea .-•
lo -que a continuación leo en su escritura:
EKC ' eso d-e Importancia prestado a cosas
•frivolas, .tyanales. Autocontemplación. Vo-
luntad dinámica-. Bjeeutividai. Ironía.
Buen gusto, refinado en lo material. Habi-
lidad para descubrir los puntos vulnerables
EL ARG
, A DE MOE Por J. Touchet
a ia crítica. iOoin-cepto despectivopara lo que
no entra, en su conocimiento. Exclusivismo
T poca expansión coai el prójimo. A menu-
do, exagerado en el • detallismo. Si gusta,
puede volver a •escribirme. . .
a CASTRÍTO
Mucliít e impresionante franqn^eza a
veces, que raya con la brutalidad y el ci-
.^nism^o. Mncha soltara é indiferencia. Egoís-
mo grande. En cíert-as cosas — mny con-
tadas, por ser muy personal^ —-' %s iier-
métieo. Modalidad muy ''política". ISo es
Vd* persona como para desesperarse por
otros. Cierta cultura general, acusada. Hay
un esceípíicisiiio ea su pensar sol»re las
j^ersonas. Gran disimulo, cnando usa de sa
astHcia. Amor propio. Modalidad en gene-
ral con apariencia sumamente conciliadora.
No es persona de liacer frente -violentamen-
te a las demás para imponerles su pensa-
3mento; más bien esquiva la cuestión
Volnntad desarrollada o aplicada al plano
snatcírial, no tiene tiempo' para dedicar su
mente a los goces í^piritnales. pero, eso sí,
conoce bastante la actuación que exige
aquel plano, en el cnal actúa desenvuel-
tamente y en el enal acusa-niia generosi-
dad tam^bién mateiñal, peiN3 no como frut-o
áe iDia modalidad netamente altruista/
pues nunca se ba parado .Vd. «n ello, sino
porque «sa prodigalidad piensa que no le
cuesta siada, que ÜQ se desprende de nada,
y no eoJístitnye por tanto lungiin problema
a remediar.
PFósá[Link]ú^tas; 111, Ensoñación.
Boaa, Herta y iSuSa.

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