Manual Laboratorio Medicina Patologia Estomatologica 2025
Manual Laboratorio Medicina Patologia Estomatologica 2025
Tercer año
Módulo
Medicina y Patología Estomatológica
Manual de laboratorio
Autores:
ÍNDICE
I n t r o d u c c i ó n .......................................................................................................................................... 4
O b j e t i v o g e n e r a l ................................................................................................................................. 5
U N I D A D 1 . S E M I O L O G Í A C L Í N I C A ............................................................................................ 6
P r á c t i c a 1 . S o m a t o m e t r í a y s i g n o s v i t a l e s ........................................................................... 8
P r á c t i c a 2 . E x p l o r a c i ó n d e c a v i d a d b u c a l ............................................................................ 16
Pr áctica 3. L es iones elementales ................................................................................................ 21
P r á c t i c a 4 . I n t e r p r e t a c i ó n d e e s t u d i o s d e l a b o r a t o r i o ................................................ 24
P r á c t i c a 5 . C i t o l o g í a e x f o l i a t i v a y t i n c i ó n c o n a z u l d e t o l u i d i n a .......................... 32
P r á c t i c a 6 . B i o p s i a b u c a l .............................................................................................................. 37
UNIDAD 2. ENFERMEDADES SISTÉMICAS, MUJER GESTANTE Y SU
R E L A C I Ó N C O N E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ..................................................... 43
P r á c t i c a 7 . C a s o c l í n i c o 1 .............................................................................................................. 44
P r á c t i c a 8 . C a s o c l í n i c o 2 .............................................................................................................. 48
P r á c t i c a 9 . C a s o c l í n i c o 3 .............................................................................................................. 53
P r á c t i c a 1 0 . C a s o c l í n i c o 4 ........................................................................................................... 57
P r á c t i c a 1 1 . C a s o c l í n i c o 5 ........................................................................................................... 62
P r á c t i c a 1 2 . C a s o c l í n i c o 6 ........................................................................................................... 68
UNIDAD 3. INFECCIONES BACTERIANAS FRECUENTES EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ...................................................................................................................... 75
P r á c t i c a 1 3 . C a s o c l í n i c o 7 ........................................................................................................... 76
P r á c t i c a 1 4 . C a s o c l í n i c o 8 ........................................................................................................... 80
P r á c t i c a 1 5 . C a s o c l í n i c o 9 ........................................................................................................... 85
P r á c t i c a 1 6 . E j e r c i c i o s c l í n i c o s d e a n t i b i ó t i c o s ............................................................... 89
UNIDAD 4. INFECCIONES VIRALES Y MICÓTICAS FRECUENTES EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ......................................................................................................................... 95
P r á c t i c a 1 7 . C a s o c l í n i c o 1 0 ......................................................................................................... 96
P r á c t i c a 1 8 . C a s o c l í n i c o 1 1 ....................................................................................................... 100
P r á c t i c a 1 9 . C a s o c l í n i c o 1 2 ....................................................................................................... 103
UNIDAD 5. CONDICIONES Y LESIONES DE COLOR EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ....................................................................................................................... 109
P r á c t i c a 2 0 . C a s o c l í n i c o 1 3 ....................................................................................................... 110
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
P r á c t i c a 2 1 . C a s o c l í n i c o 1 4 ....................................................................................................... 114
P r á c t i c a 2 2 . C a s o c l í n i c o 1 5 ....................................................................................................... 118
UNIDAD 6. LESIONES ULCERADAS Y VESÍCULO -AMPOLLARES EN EL
S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O .............................................................................................. 123
P r á c t i c a 2 3 . C a s o c l í n i c o 1 6 ....................................................................................................... 124
P r á c t i c a 2 4 . C a s o c l í n i c o 1 7 ....................................................................................................... 129
Práctica 25. Ejercicios clínicos: l e s i o n e s u l c e r a d a s y v e s í c u l o - a m p o l l a r e s 132
UNIDAD 7. LESIONES HIPERPLÁSICAS EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O .................................................................................................................... 137
P r á c t i c a 2 6 . C a s o c l í n i c o 1 8 ...................................................................................................... 138
P r á c t i c a 2 7 . C a s o c l í n i c o 1 9 ....................................................................................................... 142
P r á c t i c a 2 8 . C a s o c l í n i c o 2 0 ...................................................................................................... 146
U N I D A D 8 . Q U I S T E S E N E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ................................ 151
P r á c t i c a 2 9 . C a s o c l í n i c o 2 1 ....................................................................................................... 152
P r á c t i c a 3 0 . E j e r c i c i o s c l í n i c o s : l e s i o n e s q u í s t i c a s ...................................................... 157
U N I D A D 9 . N E O P L A S I A S D E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ........................... 163
P r á c t i c a 3 1 . C a s o c l í n i c o 2 2 ....................................................................................................... 164
P r á c t i c a 3 2 . C a s o c l í n i c o 2 3 ....................................................................................................... 168
P r á c t i c a 3 3 . C a s o c l í n i c o 2 4 ....................................................................................................... 171
P r á c t i c a 3 4 . C a s o c l í n i c o 2 5 ....................................................................................................... 175
C R I T E R I O S D E E V A L U A C I Ó N D E L A P R E N D I Z A J E ....................................................... 181
R E G L A M E N T O D E L A B O R A T O R I O ........................................................................................ 183
M A N E J O D E R P B I ( R e s i d u o s P e l i g r o s o s B i o l ó g i c o s I n f e c c i o s o s ) ..................... 185
A N E X O S ................................................................................................................................................ 186
1. Tabla de r elación pes o-talla, de niños mex icanos, revisad a y aprobada por
l a A c a d e m i a M e x i c a n a d e P e d i a t r í a ...................................................................................... 186
2 . V a l o r e s d e r e f e r e n c i a d e e s t u d i o s d e l a b o r a t o r i o ( F E S Z a r a g o z a ) ................ 187
3. I nstrumento de evaluación d e prácticas d el módulo Med icina y Patología
E s t o m a t o l ó g i c a ................................................................................................................................ 189
4 . C o n s e n t i m i e n t o i n f o r m a d o .................................................................................................. 198
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Introdu cción
Lo anterior se acompaña de imágenes clínicas del paciente y en caso necesario radiográficas y/o los
resultados de algunos exámenes de laboratorio.
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MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Dichos casos serán revisados, discutidos y resueltos por los alumnos de manera grupal, actividad
para la cual pueden consultar material bibliográfico como apoyo, para realizar el análisis de la
información proporcionada, bajo la asesoría del profesor. En todo momento el alumno deberá
apegarse al Reglamento de Laboratorio.
Ob jetivo general
Analizar casos clínicos de pacientes que presentan alguna entidad patológica que afecta el sistema
estomatognático para determinar su manejo estomatológico de acuerdo al estado general de
salud.
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Realizar la valoración del paciente a través de la aplicación del método clínico para emitir un
diagnóstico y en caso necesario, indicar estudios complementarios con la finalidad de establecer el
manejo estomatológico a seguir.
FUNDAMENTO TEÓRICO
MATERIAL
Alumno:
Prácticas de la 1 a la 6
SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de cada práctica.
2) El profesor responsable guiará y supervisará a los alumnos en la realización de las prácticas:
1. Somatometría y signos vitales, en donde se realiza la toma de signos vitales y la
somatometría así como su interpretación, 2. Exploración bucal, en la que se realiza la
exploración sistemática de la cavidad bucal, 3. Lesiones elementales, se identificarán los
cambios en la morfología o estructura de piel y mucosas, 4. Interpretación de estudios de
laboratorio, en la que se revisan los exámenes de laboratorio empleados con mayor
frecuencia por el Cirujano Dentista y su interpretación, 5. Citología exfoliativa y tinción con
azul de toluidina y 6. Biopsia bucal, son los auxiliares de mayor uso para el diagnóstico en
patología bucal.
3) El profesor responsable del equipo revisará los resultados y el reporte de la práctica
correspondiente, realimentando al alumno en caso necesario.
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OBJETIVO
Efectuar la toma de signos vitales y somatometría, con el fin de interpretar los valores obtenidos y
establecer las condiciones generales de salud del paciente.
PULSO
CONCEPTO
VALORES NORMALES
INTERPRETACIÓN
CONCEPTO
VALORES NORMALES
INTERPRETACIÓN
CONCEPTO
VALORES NORMALES
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INTERPRETACIÓN
CONCEPTO
VALORES NORMALES
INTERPRETACIÓN
CONCEPTO
VALORES NORMALES
INTERPRETACIÓN
TEMPERATURA
CONCEPTO
VALORES NORMALES
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INTERPRETACIÓN
SOMATOMETRÍA
PERÍMETRO ABDOMINAL
CONCEPTO
VALORES NORMALES
INTERPRETACIÓN
PESO
CONCEPTO
TALLA
CONCEPTO
CONCEPTO
ALTERACIONES SISTÉMICAS
QUE SE RELACIONAN CON
CAMBIOS FUERA DE LO NORMAL
MATERIAL Y EQUIPO
Alumno: Laboratorio:
Estetoscopio
Baumanómetro
Báscula
Termómetro
Consentimiento informado
Cinta métrica
Oxímetro
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor interrogará a los alumnos respecto a los métodos, cifras normales y técnicas
empleados en la toma de los signos vitales, así como también la medición del perímetro
abdominal (PA) y el Índice de Masa Corporal (IMC).
2) Bajo la supervisión del profesor, los alumnos registrarán los signos vitales y somatometría
por parejas.
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3) Una vez tomados los registros, deberán de llevar a cabo la interpretación del estado de
salud de su compañero y en su caso, realizar recomendaciones que contribuyan a
mejorarlo.
RESULTADOS
En la siguiente tabla, los alumnos anotarán las cifras de la somatometría y los signos vitales de cada
uno de los sujetos comparándolos con los referentes normales, emitiendo su diagnóstico.
Sujeto 1 Sujeto 2
Pulso
SIGNOS VITALES
Frecuencia Cardíaca
Tensión Arterial
Frecuencia Respiratoria
Oximetría de pulso
Temperatura
Perímetro Abdominal
SOMATOMETRÍA
Peso
Talla
IMC
Interpretación
OBJETIVO
Realizar la exploración sistemática de la cavidad bucal como parte del método clínico para
identificar características normales, condiciones no patológicas o variantes de lo normal y/o
entidades patológicas.
FUNDAMENTO TEÓRICO
La cavidad bucal, es una región que se encuentra conformada por diversos tejidos y estructuras
anatómicas de características particulares en la cual se pueden observar condiciones no patológicas
o patológicas de diverso origen, siendo el estomatólogo uno de los profesionales de primer
contacto que puede estar capacitado para identificarlas y tratarlas o en su caso, remitir al
especialista indicado.
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MATERIAL
Alumno: Laboratorio:
Espejo odontológico estéril
Gasa
Abatelenguas
Barreras de protección
Lámpara de mano
(guantes, cubrebocas, gorro,
Consentimiento informado
lentes de protección y
sobreguantes)
Campo desechable
EQUIPO
Alumno:
Celular con cámara
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor evaluará por medio del interrogatorio a los alumnos, sobre la información
teórica de los temas previos necesaria para el desarrollo de la práctica.
2) El profesor explicará la forma de realizar la técnica de exploración de la cavidad bucal y
supervisará su correcta ejecución por parte de los alumnos, quienes trabajarán en pareja
durante la misma, proporcionado la realimentación oportuna.
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RESULTADOS
1. El estudiante utilizará el siguiente esquema para registrar la localización de alguna
patología, condición no patológica o variante de lo normal detectada en su compañero
durante la exploración.
Fuente: propia
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OBJETIVO
Describir las lesiones elementales que se presentan con mayor frecuencia en cavidad bucal.
Mácula
Pápula
Vesícula
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Ampolla
Pústula
Fístula
Placa
Erosión
Úlcera
Nódulo
Fisura
FUNDAMENTO TEÓRICO
La mucosa bucal se encuentra expuesta a diferentes factores físicos, químicos y biológicos que
ocasionan cambios morfológicos, por lo que el Cirujano Dentista es uno de los profesionales de la
salud que debe tener conocimiento de las diferentes lesiones que pueden presentarse en piel y
mucosas. A partir del aspecto clínico, se pueden identificar los elementos clave para establecer un
diagnóstico presuntivo y orientar el plan de tratamiento correcto.
Es esencial conocer y distinguir los diferentes tipos de lesiones elementales, tener la capacidad de
hacer la descripción de éstas a partir de criterios específicos, así como identificar las causas que
determinan su aparición.
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MATERIAL
Alumno:
2 imágenes de cada una de las lesiones elementales
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor interrogará a los alumnos respecto a las lesiones elementales.
2) Los alumnos de cada equipo identificarán y describirán los diferentes tipos de lesiones
elementales proporcionadas por ellos.
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Biometría
hemática
(BH)
Química
sanguínea
(QS)
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Ejemplos de
Exámenes de Elementos que lo
Indicaciones Valores de referencia enfermedades donde se
laboratorio integran
encuentran alterados
Examen
General de
Orina
(EGO)
Pruebas de
tendencia
hemorrágica
Hemoglobina
glicosilada
(HbA1c)
Determinación
de Insulina
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MATERIAL
Alumno: Manual:
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor evaluará por medio del interrogatorio de los temas previos a los alumnos, la
información teórica necesaria para el desarrollo de la práctica.
2) El profesor responsable del equipo supervisará y realimentará a los alumnos cuando
realicen el análisis e interpretación de los resultados de los estudios de laboratorio de los
casos clínicos del manual y de los que proporcione el alumno. Esta actividad puede
complementarse con apoyo de material bibliográfico científico (libros, artículos etc.).
RESULTADOS
Con base en la revisión de los resultados de los estudios de laboratorio, se emitirá el diagnóstico
correspondiente.
El profesor responsable del equipo interrogará a los alumnos respecto a la conducta a seguir por el
Cirujano Dentista según la interpretación de los estudios realizados.
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CASO 1
Paciente Diabética tipo 2 desde hace 15 años, bajo tratamiento médico con insulina humana de
acción intermedia, una vez al día. Presenta épulis fisurado en fondo de saco superior izquierdo de 5
cm. Que requiere remoción quirúrgica. Se solicitan los siguientes exámenes de laboratorio para
valoración prequirúrgica:
VALORES DE REFERENCIA
BIOMETRÍA HEMÁTICA RESULTADO
H M
Hematocrito 50 % 40 – 54 % 38 – 47 %
Hemoglobina 16.0 g/dl 13.5 – 18 g/dl 12 – 16 g/dl
Eritrocitos 5,930 x 106 mm3 4.6 – 6.2 x 106 mm 3 4.2 – 5.4 x 106 mm 3
Leucocitos 13,550 mm3 5,000 – 10,000 mm3
Linfocitos 30 % 34 %
Segmentados 68 % 56 %
Bandas 0% 3%
Eosinófilos 2% 2.7 %
Monocitos 0% 4%
Basófilos 0% 0.3 %
Blastos 0% 0%
Plaquetas 382,000 mm3 150,000 – 400,000 mm3
CMCH 32 % 32 – 36 %
TS 1 min. 42 seg. (ivy) 1- 6 min.
TC 2 min. 15 seg. 3 – 8 min.
TPT 42 seg. 60 – 70 seg.
Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
¿Qué examen de rutina es necesario solicitar para complementar el diagnóstico de la paciente y
qué alteraciones esperaría encontrar?
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CASO 2
Paciente masculino de 49 años de edad, acude a consulta por presentar absceso periapical crónico
en diente 46. Refiere ser Hipertenso desde hace 4 años, bajo tratamiento médico con Losartán de
50 mg, una por la mañana. Se sospecha cursa con Síndrome Metabólico, se solicitan los siguientes
exámenes de laboratorio.
QUÍMICA SANGUÍNEA
Valor de Ref. DETERMINACIÓN DE HEMOGLOBINA
INSULINA GLICOSILADA
Glucosa: 134 60 – 100 mg/dl
Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
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CASO 3
Paciente femenina de 58 años de edad, se envían exámenes de rutina y preoperatorios por requerir
tratamiento quirúrgico preprotésico de extracciones múltiples y regularización de proceso
FORMULA ROJA
M 14 -18 g/dl
HEMOGLOBINA 12.6
F 12 -16 g/dl
M 42 - 52 %
HEMATOCRITO 39.4
F 37 - 47 %
M 80 - 94fL
VOLUMEN CORPUSCULAR MEDIO (MCV) 105.5
F 81 - 99 Fl
OBSERVACIONES: MACROCITOSIS
QUÍMICA SANGUÍNEA
Prueba Resultado Intervalo de referencia
Glucosa 148 mg/dl 74-106 mg/dl
Nitrógeno uréico 21 mg/dl 7-18 mg/dl
Creatinina 0.8 mg/dl 0.6-1.3 mg/dl
Ácido Úrico 6.2 mg/dl 2.6-7.2 mg/dl
Colesterol Total 205 mg/dl 50-200 mg/dl
Triglicéridos 121 mg/dl 30-150 mg/dl
LDL 149 mg/dl 0-99 mg/dl
HDL 44 mg/dl 40-60 mg/dl
Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
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OBJETIVO
Realizar citología exfoliativa bucal y tinción con azul de toluidina e interpretar los resultados.
FUNDAMENTO TEÓRICO
El Cirujano Dentista en su práctica profesional cuenta con diversos auxiliares para realizar el
diagnóstico de lesiones que se presentan en cavidad bucal. Cuando se sospeche de desórdenes
potencialmente malignos se puede realizar la citología exfoliativa o la tinción con azul de toluidina
y en caso que resulten positivas se deberá realizar la biopsia bucal para obtener el diagnóstico
definitivo.
Es importante que el Cirujano Dentista de práctica general esté en estrecha relación con el patólogo
bucal para referir a los pacientes cuando presentan lesiones sospechosas, logrando así establecer
el diagnóstico de certeza e implementar el tratamiento oportunamente mejorando con esto el
pronóstico y por tanto la calidad de vida del paciente.
MATERIAL
CITOLOGÍA EXOFOLIATIVA
Alumno: Laboratorio:
4 portaobjetos
1 Abatelenguas por alumno
Laminillas teñidas normales y con
1 Lápiz
atipia celular
1 Masking tape
1 Fijador en spray (citospray)
Alcohol etílico o isopropílico 30 ml
2 hisopos
Sobreguantes
Consentimiento informado
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Alumno: Laboratorio:
2 hisopos
Ácido acético al 1%
1 Vaso pequeño
Azul de toluidina al 1%
Agua 100ml
EQUIPO
Alumno: Laboratorio:
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor responsable, realizará por medio del interrogatorio a los alumnos, la evaluación
de los temas previos para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la práctica de la toma y fijación del frotis citológico por pareja.
3) Los alumnos observarán al microscopio una laminilla con células teñidas con técnica de
Papanicolau. Primero revisarán la laminilla correspondiente a una citología tomada de
mucosa normal, posteriormente harán la revisión de una citología de células alteradas.
4) Los alumnos realizarán la práctica de tinción con azul de toluidina e interpretación de
resultados por pareja.
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RESULTADOS
En la siguiente tabla, los alumnos realizarán un reporte de práctica que incluya imágenes de la
tinción con azul de toluidina y muestras citológicas (de células normales y alteradas) observadas
durante la práctica.
Citología exfoliativa
Imagen de células alteradas
OBJETIVO
Realizar la técnica de biopsia bucal.
2-Tipos de biopsia
FUNDAMENTO TEÓRICO
Es importante que el Cirujano Dentista de práctica general esté capacitado para realizar biopsia
bucal cuando se tenga duda del diagnóstico clínico o cuando se sospeche de lesiones malignas, en
este caso debe mantener estrecha relación con el patólogo bucal para establecer el diagnóstico
definitivo e implementar el tratamiento oportuno o remisión a un segundo o tercer nivel de
atención, mejorando con esto el pronóstico y por tanto la calidad de vida del paciente.
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MATERIAL
Alumno: Laboratorio:
EQUIPO
Alumno: Laboratorio:
Celular con cámara 2 Microscopios ópticos
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
RESULTADOS
En la siguiente tabla, los alumnos realizarán un reporte de práctica que incluya imágenes de la
técnica a seguir para realizar la biopsia mostrando el tipo de corte.
Biopsia bucal
Imagen de frasco con formol para colocación de biopsia
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B I B LI O GR A FÍ A
15. Almirón, M. S., Rosende, R. O., Zamudio, M., Gili, M. A. Valoración de la citología
exfoliativa como método diagnóstico a propósito de un Carcinoma escamoso de lengua.
Revista Facultad de Odontología. 2011; 4(1):61-68.
16. Brunotto, M., Zárate, A. M, Cismondi, A., Fernández, M. C, Noher de Halac, R. I. (2005)
Valuation of exfoliative cytology as prediction factor in oral mucosa lesions. Med Oral Patol
Oral Cir Bucal; 10: Suppl 2: E92 - 102.
17. Hernández-Palacios, R. D., Solís-Crespo, M. A., Gálvez-Reyes, G., Ríos-Estrella, J., Gómez-
Gutiérrez, Y., Quezada-Rivera, D. (2000) Citología Exfoliativa y Biopsia en Cavidad Bucal.
Facultad de Estudios Superiores Zaragoza UNAM: 29-76.
18. Sánchez, S. K., Hernández, P. R. (2020) Eficacia del azul de toluidina para la detección
temprana de cáncer oral. Una revisión narrativa. Casos y revisiones de salud.; 2(1):42-49.
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OBJETIVO
Establecer el diagnóstico de salud integral de los pacientes presentados en los casos clínicos, así
como su manejo estomatológico y en caso necesario la interconsulta con otro profesional de la
salud.
FUNDAMENTO TEÓRICO
El Cirujano Dentista en su práctica profesional debe brindar atención a pacientes con compromiso
sistémico y mujer gestante, por lo que debe estar capacitado para decidir cuándo y bajo qué
condiciones atenderá a este tipo de pacientes o si es necesario remitirlo a interconsulta con algún
otro profesional de la salud. En esta unidad, el alumno revisará las enfermedades sistémicas más
frecuentes en la población adulta mexicana.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de las historias clínicas de los casos 1 al 6
SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
Para realizar la discusión del caso clínico 1 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:
Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Obesidad
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Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Anorexia
Bulimia
Caso clínico 1
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: G. R. M. Estado civil: Divorciada
Edad: 26 años Ocupación: Administradora de empresas
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar dolor dental al comer algunos alimentos.
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace seis meses inició con sensibilidad dentaria, la cual ha ido en aumento sobre
todo al ingerir alimentos ácidos y bebidas frías o calientes.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con gastritis. Madre con sobrepeso y diabetes.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientada en tiempo y espacio, mesomórfica, extrovertida, nerviosa, con
palidez en piel y mucosas.
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SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan labios deshidratados, mucosa pálida, lengua con atrofia papilar e indentaciones en
bordes laterales. Presenta obturaciones estéticas en dientes 15, 16, 26, 27, 36, 37, 45 y 46. Pérdida
del esmalte en caras palatinas de los dientes 15-11, 21- 25 con exposición dentinaria. Caries
interproximal en dientes 11 y 21.
Para realizar la discusión del caso clínico 2 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:
Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Síndrome
metabólico
Diabetes Mellitus
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Caso clínico 2
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S.E.B. Estado civil: Casado
Edad: 60 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta estomatológica por presentar "llagas" en la encía, las cuales le causan
dolor que se acentúa a la ingesta de alimento condimentado.
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace algunos días notó la presencia de “dos o tres” úlceras que le molestan
demasiado al comer, al tomar alimentos calientes, ácidos y condimentados. También refiere estar
sometido a estrés laboral.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con diabetes mellitus e hipertensión arterial, madre fallecida por infarto al miocardio, abuelo
paterno con diabetes mellitus y hermana con dislipidemia.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio, apariencia física mayor a la edad cronológica. Se
observa diaforético y presenta palidez en piel y mucosas. Al realizar el interrogatorio, el paciente
se encuentra inquieto.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
El paciente presenta queilitis angular, tres úlceras dolorosas de forma oval con halo eritematoso de
2-4 mm. en fondo de saco a nivel de los dientes anteriores inferiores, pérdida de los cuatro primeros
molares, caries de esmalte y dentina en dientes 15, 25, 37 y 47, acúmulo de biofilm y cálculo dental,
gingivorragia, halitosis, movilidad de grado 2 de los dientes 13, 14 y 15 y de grado 3 en los dientes
17 y 18.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Química sanguínea:
Resultados Valores de referencia
Urea 55 mg/dl 20 - 40 mg
Biometría Hemática:
Hematocrito 41.4 % 45 – 58 %
VCM 87 FL 80 - 95 FL
CMHC 35 % 32 – 36 %
Neutrófilos 82 % 45 – 70 %
Linfocitos 32.2 % 20 – 40 %
Monocitos 4% 1–6%
Bandas 0% 1–6%
Eosinófilos 3% 0–3%
Basófilos 0% 0-1%
Ph 7.5 5-8
Imágenes clínicas
Imágenes. Úlceras de forma oval con halo eritematoso en fondo de saco a nivel de los dientes anteriores inferiores
Fuente: Directa.
1. Mencione el diagnóstico sistémico del paciente, así como los criterios que lo sustentan.
2. Recupere y fundamente los factores de riesgo que favorecieron la condición sistémica del
paciente
3. Identifique los determinantes sociales de la salud que participan en el desarrollo de la
enfermedad sistémica.
4. De los exámenes de laboratorio, ¿cuáles se encuentran alterados y cómo los interpreta?
5. Mencione el tratamiento y medidas generales para las enfermedades sistémicas.
6. Enuncie los diagnósticos bucales y ¿cuáles son sus causas?
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico a seguir con este paciente?
8. Mencione las complicaciones que puede llegar a presentar el paciente por sus
enfermedades sistémicas, en caso de requerir extracción dental.
9. ¿Qué recomendaciones puede hacerle para mejorar su estado de salud?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Para realizar la discusión del caso clínico 3 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:
Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Hipertensión
arterial
Cardiopatía isquémica
Angina
de pecho
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Caso clínico 3
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: R. M. A. Estado civil: Casado
Edad: 59 años Ocupación: Pensionado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento: Chiapas
Lugar de residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta para solicitar limpieza dental y "tapar una muela que se le rompió al
morder un alimento duro”
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que se le fracturó un molar lo que ocasiona dolor a la masticación.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por accidente cerebro vascular.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientado en tiempo y espacio, hidratado, sin ingurgitación yugular.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta periodontitis generalizada por el acúmulo de cálculo dental, así como caries de esmalte y
dentina en los dientes 15, 16, 26, 27, 37, 45 y 46. Diente 36 con fractura coronal que involucra
esmalte y dentina.
AUXILIADES DE DIAGNÓSTICO
Química sanguínea
Resultados Valores de referencia
NOTA DE EVOLUCIÓN
Al realizar el tratamiento del diente 36 (obturación con amalgama), el paciente inicia con dolor
precordial opresivo del lado izquierdo irradiado a mandíbula con una duración de 8 minutos, que
cede al suspender el tratamiento y dejarlo en reposo. Se aplica isosorbide de 5 mg. vía sublingual;
se llama a la ambulancia y es trasladado al Hospital de Cardiología Centro Médico Nacional Siglo
XXI.
Para realizar la discusión del caso clínico 4 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:
Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Cardiopatía isquémica
Infarto al
miocardio
Caso clínico 4
CD. ELIZABETH PÉREZ MADRIGAL
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. C. M. Estado civil: Casado
Edad: 64 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar movilidad en “su diente postizo”.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace una semana comenzó a sentir que el diente restaurado con corona de
metal-porcelana se le movía ligeramente, lo cual ha ido en aumento conforme pasan los días.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por diabetes mellitus. Madre hipertensa fallecida por accidente cerebrovascular.
Hermano con obesidad y dislipidemia.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio con edad aparente igual a la cronológica.
SOMATOMETRÍA
Peso: 74 kg. Talla: 1.67 m.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa gingivitis generalizada. Los dientes 12, 11, 21 y 22 se encuentran rehabilitados con
coronas de metal porcelana. El diente 13 presenta corona de metal porcelana fracturada por
palatino. El diente 14 se encuentra rehabilitado con endoposte metálico y corona de metal
porcelana, al realizar la exploración se observa que la corona (incluyendo el endoposte), están
“sobrepuestos”. Ausencia del diente 15.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
ESTUDIOS DE LABORATORIO
Química sanguínea
Para realizar la discusión del caso clínico 5 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:
Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Artritis reumatoide
Síndrome de
Sjögren
Lupus eritematoso
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Caso clínico 5
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: E. P. S. Estado civil: Casada
Edad: 31 años Ocupación: Ama de casa
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude al servicio de estomatología por presentar úlceras dolorosas en lengua y labios.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace cuatro días se ha sentido mal, decaída, con malestar general y dolor
moderado de articulaciones y músculos. Ayer le aparecieron úlceras en labios y lengua muy
dolorosas que le impiden comer.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Se observa paciente bien orientada en tiempo y espacio, con facies dolorosas. Presenta lesiones
rojas en cara acentuándose más en puente de la nariz y zona de malares, esto se agudizó desde
hace cuatro días. Edad aparente mayor a la cronológica, alopecia en forma de moneda, los pulpejos
de las yemas de las manos se encuentran pálidos y fríos.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan mucosas pálidas, así como 2 úlceras, 1 en mucosa labial inferior izquierda y la otra en
superficie ventral de lengua de 3 y 5 mm de diámetro respectivamente, rodeadas de halo
eritematoso muy dolorosas; presenta obturación con amalgama en los dientes 15, 16, 26, 27, 36,37
y 47.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Biometría Hemática:
Resultados Valores de referencia
VCM 85 FL 80 - 95 FL
Neutrófilos 60 % 45 - 70%
Monocitos 6% 1–6%
pH 6.0 5-8
Química Sanguínea:
Resultados Valores de referencia
Imágenes clínicas
Imágenes. Úlceras en borde bermellón del labio superior lado izquierdo y úlceras en piso de boca del lado izquierdo.
Fuente: Directa.
Para realizar la discusión del caso clínico 6 el alumno debe revisar los siguientes temas:
Granuloma
gravídico
(hemangioma
lobular capilar)
Gingivitis del
embarazo
Caso clínico 6
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: P. D. R. Estado civil: Casada
Edad: 32 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento: Huixquilucan, Estado de México
Lugar de residencia: Nezahualcóyotl, Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a atención estomatológica, por presentar “hinchazón en encía”
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace aproximadamente 3 semanas notó la presencia de un aumento de volumen
entre los incisivos centrales superiores, el cual ha ido creciendo lentamente, sangra en forma
espontánea o al menor estímulo como el cepillado dental o al comer.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por carcinoma pulmonar, hermana con antecedentes de epilepsia y madre diabética
controlada.
ANTECEDENTES GINECO-OBSTÉTRICOS
Menarca a los 13 años de edad, con periodos regulares de 26X5. Inicio de la vida sexual activa (IVSA)
a los 23 años. Gestas IV, Paras II, Abortos I, Cesáreas 0.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente orientada en tiempo y espacio, con apariencia física mayor a la edad cronológica, con
palidez generalizada.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
A la exploración intraoral se observa nódulo de color rojo intenso, superficie lisa, base pediculada,
de aproximadamente 1.8 cm de diámetro, localizado en la encía marginal entre los dientes 11 y 21,
a la palpación es blando y sangra fácilmente. La mucosa oral se aprecia pálida, la lengua se
encuentra lisa y brillante. Presenta higiene bucal deficiente, gingivitis, ausencia de los dientes 14,
15, 25, 36 y 47, obturaciones con amalgama en 46 y 16 y caries de esmalte y dentina en 34, 17 y 18.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Biometría hemática:
Resultados Valores de referencia
Hematocrito 30 % 37 – 47 %
Leucocitos 8,000/mm3 5,000 – 10,000/mm3
Eosinófilos 2% 0-3 %
Basófilos 0% 0-1 %
Neutrófilos 50 % 45 - 70 %
Linfocitos 43 % 20 – 40 %
Monocitos 5% 1–6%
Imagen clínica
B I B LI O GR A FÍ A
14. Rosas, M., Pastelín, G., Martínez-Reding, J., Herrera-Acosta, J., Fause, A. Hipertensión
arterial en México: Guías y recomendaciones para su detección, control y tratamiento.
Archivos de cardiología de México, 2004 74(2): 134-157.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
FUNDAMENTO TEÓRICO
Los abscesos periapicales son la causa número uno por la que los pacientes solicitan atención
estomatológica, generalmente son consecuencia de caries dental avanzada o traumatismos
dentales severos que originan necrosis pulpar.
Estos procesos pueden evolucionar a una fase crónica cuando no son tratados adecuadamente, y
generar entonces un granuloma periapical o quiste periapical, en otras ocasiones pueden
complicarse y originar procesos infecciosos más severos como la celulitis cervicofacial, angina de
Ludwig y osteomielitis supurativa aguda.
Por lo anterior, se considera indispensable que el Cirujano Dentista tenga los conocimientos
necesarios para diagnosticar, prevenir, tratar este tipo de infecciones, remitir oportunamente a los
pacientes cuando sea necesario y determinar en qué casos se requiere el tratamiento con
antibióticos y cuáles son los criterios de selección, con el objetivo de realizar una prescripción ética,
responsable y basada en evidencias científicas que garanticen la seguridad del paciente.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de la historia clínica de los casos clínicos 7, 8 y 9
Ejercicios clínicos de antibióticos
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Para realizar la discusión del caso clínico 7 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.
Auxiliares de Antibióticos
Infección bacteriana Cuadro clínico Tratamiento
diagnóstico indicados
Agudo
ABSCESO PERIAPICAL
Crónico
Crónico con
exacerbación
aguda
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Auxiliares de Antibióticos
Infección bacteriana Cuadro clínico Tratamiento
diagnóstico indicados
ABSCESO
PERIODONTAL
Caso clínico 7
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S. L. M. Estado civil: Viuda
Edad: 49 años Ocupación: Comerciante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude por presentar “dolor insoportable” en el diente "de enfrente".
PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que aproximadamente hace 2 meses se le “hinchó el labio” en la parte anterior
superior, tuvo fiebre y dolor, por lo que acudió al estomatólogo quien prescribió antibiótico por vía
oral, la paciente no recuerda el nombre y también refiere que solamente lo tomó por 3 días y el
cuadro cedió.
Actualmente, la paciente refiere que desde hace 2 días ha presentado dolor intenso, pulsátil,
lacerante y sobre todo nocturno, el día de ayer se tomó dos tabletas de ácido acetilsalicílico antes
de acostarse y la despertó el dolor en la madrugada, por lo que se tomó dos tabletas de paracetamol
y el dolor disminuyó levemente.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre finado por cirrosis hepática, madre con gastritis controlada.
Antecedente alérgico positivo al sulfametoxazol como tratamiento por infección intestinal desde
hace tres años, al presentar ronchas en brazos y piernas.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, apariencia física congruente con la edad cronológica.
Se observan venas varicosas en pantorrillas.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta mala higiene bucal, caries de esmalte y dentina en molares, así como cálculo supra y
subgingival en dientes inferiores, presenta prótesis provisional de acrílico en dientes 22 y 23.
Ausencia de dientes 11, 12 y 21. En el diente 23 presenta dolor intenso a la palpación y sobre todo a
la percusión vertical, además de presentar una fístula en la encía.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Examen radiográfico
En la radiografía periapical de los dientes anteriores superiores, se observa zona radiolúcida
unilocular, asociada al ápice del diente 23.
Imagen clínica
Para realizar la discusión del caso clínico 8 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.
Caso clínico 8
CMF RAÚL NARVAÉZ RUÍZ
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: V. A. D. Estado civil: Casado
Edad: 28 años Ocupación: Campesino
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Sierra de Veracruz
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude al servicio de estomatología del Hospital Regional por presentar dificultad para
respirar y dolor en el lado derecho de la “mejilla” de 3 días de evolución.
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace algunos días comenzó con dolor en el diente 47 por lo que estuvo
tomando analgésicos (no recuerda el nombre), los cuales le ayudaron a disminuirlo un poco, sin
embargo, ya ninguno le hace efecto. Además, refiere que comenzó a inflamarse la región
mandibular derecha de forma progresiva.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por complicaciones de diabetes mellitus.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, orientado en tiempo y espacio, ansioso, agitado y diaforético. Se observa
aumento de volumen que involucra piso de boca; la piel de la región submandibular se presenta
eritematosa e hipertérmica, dicho eritema se extiende a cuello y parte superior de tórax haciendo
una forma de “V”.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa limitación de la apertura bucal y protrusión lingual, presenta lengua saburral y halitosis.
Caries con destrucción coronal amplia en diente 47 y biofilm en todos los dientes que cubre 2/3 de
corona clínica.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Examen radiográfico
En la radiografía periapical se observa zona radiolúcida, unilocular redondeada localizada en la raíz
mesial del diente 47. En la radiografía lateral de cráneo se observa estrechamiento de la vía aérea.
Biometría Hemática:
Hto. 43 % 45 – 58 %
VCM 89.20 fL 80 - 95 fL
HCM 31.10 pg 27 - 33 pg
Linfocitos 6.5 % 20 – 40 %
Neutrófilos 85.6 % 45 – 70 %
Química sanguínea:
Imágenes clínicas:
Para realizar la discusión del caso clínico 9 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.
AGUDA
CRÓNICA
Caso clínico 9
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. R. P. Estado civil: Soltero
Edad: 30 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
MOTIVO DE CONSULTA
Acude a consulta por presentar "hinchazón” en el lado derecho de la cara, fiebre y dolor moderado
que se presenta de forma constante.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace cuatro meses le realizaron la extracción de los dientes 46 y 47 “porque estaban
infectados y con caries”, después de tres semanas inicia con dolor de tipo intermitente y moderado
en esa zona presentando también malestar general, astenia, adinamia y fiebre ocasional,
automedicándose con ácido acetilsalicílico (500mg cada 24 horas durante tres días) y penicilina G
procaínica (800,000 U cada 24 horas durante 3 días). Hace una semana inició con aumento de
volumen del lado derecho agravándose el malestar general. Presenta parestesia del labio inferior
del lado derecho.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuela paterna viva con Alzheimer.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientado en tiempo y espacio. Presenta aumento de volumen con
eritema en hemicara derecha, doloroso a la palpación, linfadenopatía submandibular bilateral.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen en la zona del reborde alveolar correspondiente a los molares
inferiores del lado derecho, el cual es doloroso a la palpación. Caries de esmalte y dentina en los
dientes 24 y 25, resto radicular del 26, fractura del borde incisal de dientes 11 y 12, y cálculo dental
en la cara lingual de los dientes 31, 32, 41 y 42. Se toma radiografía panorámica.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imágenes clínicas
Imagen aumento de volumen con asimetría facial Imagen aumento de volumen en reborde alveolar
del lado derecho mandibular derecho
Fuente: Directa.
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MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Examen Radiográfico
Reacciones
Antibiótico Indicaciones Contraindicaciones Posología
adversas
4. Consideraciones que deben tomarse en cuenta para mejorar el apego al tratamiento y para evitar
resistencias bacterianas.
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Ejercicio clínico 1
Paciente femenino de 59 años, que acude a consulta estomatológica por presentar “dolor en las
muelas del lado derecho al tratar de masticar, incluso con los alimentos suaves”, tiene
antecedentes alérgicos negativos y refiere padecer Diabetes Mellitus Tipo 2 desde hace 5 años,
actualmente bajo tratamiento. Presenta 140 mg/dl de acuerdo a su determinación de glucosa en
ayuno, a la exploración física intraoral se observa movilidad grado III en los dientes 46 y 47 por lo
que se le realiza la extracción de ambos dientes, sin presentar complicaciones.
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Ejercicio clínico 2
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Ejercicio clínico 3
Masculino de 49 años, con diabetes mellitus de larga evolución y con mal control, que ingresa al
servicio de urgencias del Hospital Regional “Gral. Ignacio Zaragoza” del ISSSTE, referido de la
Clínica los Reyes con el diagnóstico presuntivo de Angina de Ludwig, es valorada por el cirujano
maxilofacial quien para el manejo inicial solicita Tomografía Axial Computarizada (TAC) de cuello
para corroborar el diagnóstico e indica un doble esquema de antibióticos por vía parenteral
(penicilina G cristalina + metronidazol).
1. ¿Cuáles son los criterios para referir al paciente con infección odontogénica a un hospital?
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SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
2. ¿Qué son los inhibidores de betalactamasas, mencione tres ejemplos y cuál es su utilidad
en estomatología? ___________________________________________________________
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___________________________________________________________________________
3. ¿En qué casos está indicado utilizar un doble o triple esquema de antibióticos en el
paciente con infecciones bacterianas de origen odontogénico? _______________________
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Ejercicio clínico 4
Paciente femenina de 27 años que acude a consulta estomatológica por presentar inflamación
sangrado, dolor y enrojecimiento en la encía del diente 34, el diagnóstico es absceso periodontal,
menciona tener 5 meses de embarazo y estar controlada por gineco obstetra.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
2.- ¿Qué antibiótico y analgésico son los indicados? Mencione su nombre genérico,
posología y presentación. ______________________________________________________
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SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Ejercicio clínico 5
Paciente masculino de 50 años refiere que hace un mes le realizaron la extracción del diente 36,
desde hace 3 días inicio con dolor pulsátil nocturno que no cede con analgésicos y presenta
parestesia del labio inferior, se diagnóstica osteomielitis supurativa aguda en la zona de molares
inferiores izquierdos. Niega antecedentes alérgicos.
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3. ¿En qué casos se debe remitir este tipo de pacientes con el Cirujano Maxilofacial?
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SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
OBJETIVO
Establecer el diagnóstico, pronóstico, tratamiento, prevención y control de las infecciones virales
con manifestaciones bucales más frecuentes en la población.
FUNDAMENTO TEÓRICO
Las infecciones virales son muy importantes en la práctica profesional del Cirujano Dentista porque
la mayoría son infectocontagiosas, incluso algunas pueden poner en riesgo la vida del paciente, tal
es el caso del Síndrome de Inmunodeficiencia Humana o hepatitis B.
Actualmente muchas de las infecciones virales pueden prevenirse por vacunación, por lo que es
importante conocer si los pacientes cuentan con su esquema completo. Así mismo es necesario que
el Cirujano Dentista cuente con las vacunas para reducir el riesgo de contagios, evitar las
infecciones cruzadas y disminuir la gravedad de las enfermedades, principalmente para la hepatitis
B según lo marca la NORMA Oficial Mexicana NOM-013-SSA2-2015, Para la prevención y control
de enfermedades bucales.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 10, 11 y 12
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) El profesor responsable del equipo solicitará los temas previos para su revisión y
evaluación, los cuales corresponden a cada una de las entidades patológicas establecidas
en la unidad didáctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y resolver
cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de libros, artículos u otros
materiales que servirán como apoyo.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
1. Para realizar la discusión del caso clínico 10 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de la Infección por Herpes simple tipos I y II:
Caso clínico 10
MTRA INÉS VÁSQUEZ DÍAZ
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. V. D. Estado civil: Casada
Edad: 46 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar un "fuego" en el labio.
PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace 2 días inició con sensación de hormigueo y vesículas en el lado derecho
del labio superior.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Tíos paternos diabéticos, abuela materna y hermana mayor con cáncer de mama.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientada en tiempo y espacio.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan dos vesículas en borde bermellón del labio del lado derecho. Caries de esmalte en
dientes 26,27 y 37 y caries de esmalte y dentina en el diente 46.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
1. Para realizar la discusión del caso clínico 11 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de la Infección por Herpes Zoster:
Caso clínico 11
MTRA. INÉS VÁSQUEZ DÍAZ
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S. V. M. Estado civil: Casado
Edad: 54 años Ocupación: Albañil
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Toluca, Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude al consultorio dental por presentar dolor “en una muela” que no lo ha dejado
dormir.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere presentar dolor intenso, espontáneo en región de molares superiores izquierdos que no
cede con los analgésicos. Además, menciona que desde hace algunos días tiene dolor en el brazo
derecho.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Hermano finado por cáncer de próstata.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Se aprecian múltiples vesículas y úlceras en superficie ventral y dorsal del brazo derecho. Algunas
vesículas se presentan aisladas y otras coalescen formando ampollas en la mano y el pliegue del
codo.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
TA: 120/80 mm Hg. Pulso: 72 x min. FC: 72 x min
FR: 17 x min. Temperatura: 36.2 °C
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EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta amalgama fracturada en diente 26 con exposición de dentina. Caries de esmalte y dentina
en diente 16, 36 y 46.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imágenes clínicas
1. Para realizar la discusión del caso clínico 12 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes infecciones virales:
Virus de
Inmunodeficiencia
Humana (VIH-SIDA)
Hepadnavirus
Virus de la hepatitis B
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Caso clínico 12
C.D. GERARDO GUIZAR MENDOZA
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. F. F. H. Estado civil: Viudo
Edad: 48 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Chalco Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA.
El paciente acude a consulta estomatológica por presentar lesiones que parecen “natas de leche”,
además de pequeñas “ampulitas” dentro de la boca y en los labios.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace 15 días aproximadamente notó la presencia de placas blancas en la mucosa yugal
y en la lengua, así como vesículas y úlceras en cara y boca, que le dan mucha molestia al hablar y al
comer. No ha podido ir a trabajar.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre fallecida por infarto, padre con fiebre reumática. Esposa finada hace año y medio por
neumonía.
Ayer, sintió de forma repentina dolor lancinante, que dura unos minutos y disminuye. También
aparecieron vesículas en la piel y lesiones en la boca del lado izquierdo muy dolorosas que le
impiden comer y hablar adecuadamente.
EXPLORACIÓN FÍSICA
El paciente presenta ataque al estado general, debilidad, deshidratación, y palidez en piel y
mucosas. Adenomegalias cervicales, occipitales, axilares e inguinales. Manchas violáceas en piel de
nariz, región retroauricular y en piernas. Múltiples vesículas en el lado izquierdo de la cara.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan múltiples vesículas en la hemicara izquierda, las cuales siguen un trayecto lineal en
relación al nervio trigémino, se aprecia salida de líquido seroso en algunas de ellas, así como costras
melicéricas.
A la exploración intrabucal, se observan úlceras que van de 1-5 mm de diámetro, en forma lineal en
el lado izquierdo del paladar. Además, presenta placas blancas en la encía, lengua y paladar que se
desprenden al raspado dejando zonas eritematosas y sangrantes. Aliento fétido nauseabundo,
gingivorragias, cálculo supra-e infra gingival generalizado, ausencia de dientes 14 y 26, caries de
esmalte y dentina en dientes 31,34, 35, y 37. Fístula a nivel del ápice del diente 24.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imágenes clínicas
Imágenes. Múltiples vesículas en región auricular y cervical izquierda. Úlcera en lado izquierdo del paladar
Fuente: Directa.
B I B LI O GR A FÍ A
1. López, F. R. M., Téllez, R. J., Rodríguez, R. A. F. (2016). Las infecciones odontogénicas y sus
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2. Esparza, L. S. B., Aranda, R. M. S., Noyola, F. M. A., Sánchez, V. L. O. (2020). Principios
fundamentales para el diagnóstico, manejo y tratamiento de las infecciones
odontogénicas. Revisión de la literatura. Revista Odontológica Mexicana. 24(1), 9-19.
https://www.medigraphic.com/pdfs/odon/uo-2020/uo201b.pdf
3. Saucedo, R. L. R., Fernández, R. L. E. Tratamiento de absceso periapical agudo: Reporte de
caso clínico. Rev. Mex. Esto. [Internet]. 2017 Ene-Jun [citado 2018 Nov 20]; 4 (1): 71-72.
Disponible en: https://www.remexesto.com/index.php/remexesto/article/view/142/226.
4. Good Man & Gilmam, Las Bases Farmacológicas de la terapéutica, 13 a ed., Mac Graw
5. Álvarez, L. M. I., Gurría, M. A., Rodríguez, S. A. G., Treviño, E. R. Presencia de fístula en un
absceso dental. Rev. Mex. Esto. [Internet]. 2017 Dic [citado 2018 Nov 20]; 4 (2): 65-67.
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reporte de un caso que simula un quiste epidérmico y actualización de la literatura. PIEL
(BARC) ELSEVIER [Internet] 2016 Ago-Sep [citado 2018 Nov 27]; 31(7): 519-521. Disponible
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main.pdf?_tid=01cae3f1-f71b-4f22-a98c-
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7. Letelier, F. C., Preisler, E. G., García, C. P., Salinas, R. F. Osteomielitis en el cóndilo
mandibular y su relación con la anemia. Int. J. Odontostomat. [Internet]. 2016 [citado Nov
20]; 10(1): 49-53. Disponible en: https://scielo.conicyt.cl/pdf/ijodontos/v10n1/art09.pdf
8. Arain, N., Paravastu, S. C., Arain, M. A. Effectiveness of topical corticosteroids in addition
to antiviral therapy in the management of recurrent herpes labialis: a systematic review
and meta-analysis. BMC Infect Dis [Internet]. diciembre de 2015 [citado 20 de marzo de
2017]; 15(1).
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FUNDAMENTO TEÓRICO
En diversos estudios epidemiológicos sobre lesiones bucales, los resultados muestran que las
condiciones y lesiones pigmentadas, blancas y rojas se encuentran entre las entidades más
frecuentes que afectan, por lo que es importante que el Cirujano Dentista esté capacitado para
realizar su diagnóstico, prevención y tratamiento. El diagnóstico de estas entidades es importante
porque incluye dos desórdenes potencialmente malignos: la leucoplasia y la eritroplasia.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 13, 14 y 15
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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LEUCOEDEMA
QUERATOSIS
FRICCIONAL
ESTOMATITIS
NICOTÍNICA
LÍQUEN
PLANO
RETICULAR
LEUCOPLASIA
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Caso clínico 13
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. A. Estado civil: Casada
Edad: 29 años Ocupación: Profesora de primaria
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica porque quiere que se le haga “una limpieza”.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace 20 días, su ortodoncista le colocó un arco metálico que le ocasiona molestia en la
parte posterior de la boca; inicialmente la molestia era intensa, pero al paso de los días, esta ha
disminuido.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo materno diabético, abuela materna cáncer pulmonar, padre con hipertensión arterial.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio de apariencia física congruente con la edad
cronológica.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa placa blanca de bordes irregulares que no desprende al raspado localizada en zona
postero-inferior de mucosa vestibular derecha, de aproximadamente 1.5 cm. de diámetro, que
coincide con el extremo posterior del arco metálico el cual se encuentra sujeto a brackets que van
del diente 24 al 27. La placa se encuentra sobre una base ligeramente eritematosa.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
LENGUA
GEOGRÁFICA
LÍQUEN PLANO
EROSIVO
LUPUS
ERITEMATOSO
ERITROPLASIA
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Caso clínico 14
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: N. H. N. Estado civil: Casado
Edad: 50 años Ocupación: Taxista
Lugar de nacimiento y residencia: Nezahualcóyotl,
Sexo: Masculino
Estado de México
Escolaridad: Secundaria
MOTIVO DE CONSULTA
Paciente remitido por Cirujano Dentista de práctica privada al servicio de patología para su revisión,
por presentar: “lesión en el paladar que le causa ligera molestia a la ingesta de alimentos”.
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace aproximadamente 1 mes notó una ligera molestia que se presenta de
manera ocasional en el paladar a la ingesta de alimentos, principalmente irritantes, por lo que
decide ir a un consultorio odontológico a revisión, el cual lo remite al servicio de patología y
medicina bucal. Refiere no haber utilizado ningún tipo de remedio casero hasta la fecha.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre con hipertensión arterial. Padre finado hace 3 años por neumonía.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente cooperador bien orientado en tiempo y espacio, edad aparente acorde a la edad
cronológica.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa una placa roja con zonas queratósicas que mide aprox. 2.6 x 4.0 cm, que involucra parte
de paladar duro y blando de lado derecho extendiéndose hacia zona retromolar del mismo lado.
Tiempo de evolución desconocido. Presenta restauración con amalgama en diente 16.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
MELANOSIS
RACIAL
TATUAJE POR
AMALGAMA
NEVO
PIGMENTADO
PIGMENTACIÓN
POR METALES
PESADOS
SÍNDROME DE
PEUTZ-JEGHERS
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Caso clínico 15
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: I. R. G. Estado civil: Casada
Edad: 37 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta porque "tiene una manchita" en la encía y quiere saber si es peligrosa.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que actualmente se encuentra bajo tratamiento dental (endodoncia de diente 36) ya que
presentaba dolor intenso a la ingesta de alimentos fríos, dulces y ácidos.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido a los 71 años por cáncer de próstata, madre fallecida a los 56 años por cáncer de
mama.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, apariencia física mayor a la edad cronológica.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa biofilm. Presenta una mancha grisácea de superficie lisa sobre la mucosa alveolar
localizada entre dientes 34 y 35, la cual mide aproximadamente 1 x .5 cm. Se observa obturación
con amalgama de los dientes 16,17, 26, 27, 34, 35, 37 y 46, caries de esmalte y dentina en 15, 24 y
44. Prótesis fija provisional en diente 46.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Examen radiográfico
En la radiografía periapical de molares inferiores izquierdos, entre los dientes 34 y 35 se observan
múltiples partículas radio opacas.
Imagen. Mancha grisácea entre dientes 34 y 35. Imagen. Múltiples partículas radiopacas entre los dientes 34 y 35.
Fuente: Directa.
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
2. Regezi, J., Sciubba, J. J., Jordán, R. C. K. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6
ed. México: Interamericana; 2012.
3. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
4. Somacarrera-Pérez, M. L., López-Sánchez, A. F., Carreras-Presas, M. C. Díaz-Rodríguez M.
Lesiones traumáticas en la mucosa oral de los adultos mayores. Av Odontoestomatol
.2015, 31 (3):129-134.
5. Manual para la detección de alteraciones de la mucosa bucal y lesiones premalignas.
Ciudad de México: Secretaría de salud; 2003.
6. Fonseca, G. M. Tatuaje por amalgama posterior a retroobturación Reporte de cuatro casos.
Revista Oral. 2010; 11(33):580-582.
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FUNDAMENTO TEÓRICO
Las lesiones ulceradas en la mucosa bucal son muy frecuentes , las causas pueden ser factores
traumáticos, procesos infecciosos, deficiencias inmunológicas y la manifestación bucal de
enfermedades sistémicas. La importancia de un diagnóstico preciso es en el tratamiento, que
difiere ampliamente entre el tratamiento de una úlcera por Carcinoma Oral de Células Escamosas
al de una úlcera traumática. Se abordan los aspectos clínicos básicos para el diagnóstico, así
como indicaciones terapéuticas.
MATERIAL
Alumno:
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Para realizar la discusión de los casos clínicos 16, 17 y del ejercicios clínicos de lesiones ulceradas y
vesículo-ampollares, el alumno debe revisar las características de las siguientes lesiones:
Úlcera aftosa
recurrente
menor
Úlcera aftosa
recurrente
mayor
Úlceras
aftosas
herpetiformes
Úlcera
traumática
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Síndrome de
Behcet
Pénfigo
vulgar
Penfigoide
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Caso clínico 16
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: G. B. U. Estado civil: Casado
Edad: 42 años Ocupación: Cajero de banco
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar "una llaga en la boca", que le ocasiona dolor.
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente reporta que hace dos días empezó a sentir dolor y ardor intenso a la ingesta de
alimentos (ácidos e irritantes) y al cepillado dental; menciona que con anterioridad le han salido
lesiones parecidas.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con diabetes mellitus.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXAMEN BUCAL
Se observa úlcera de forma oval de aproximadamente 5 mm. de diámetro en mucosa de fondo de
saco superior derecho, cubierta por una pseudomembrana blanquecina rodeada de un halo
eritematoso. Presenta gingivitis generalizada y caries de esmalte y dentina en dientes 16, 17, 11,
22, 36, 37, 45 y 47.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: F. E. H. Ocupación: Estudiante
Edad: 7 años Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
Sexo: Femenino
MOTIVO DE CONSULTA
Paciente pediátrico que acude a consulta estomatológica acompañada por su madre quien refiere
que la niña tiene una “herida” en el labio que le duele mucho.
PADECIMIENTO ACTUAL
La madre de la paciente refiere que el día anterior la niña sufrió una caída, observando inicialmente
inflamación de labio superior que actualmente le dificulta comer.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuela paterna con rinitis alérgica, madre hipotiroidea.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente de constitución endomórfica, consciente, cooperadora, bien orientada en tiempo y
espacio. A la exploración física se identifican sibilancias audibles a distancia.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan costras en el filtrum y piel del dorso nasal. Presenta 2 úlceras en mucosa labial superior
que miden 6 mm. de diámetro la de mayor tamaño y 2 mm. la pequeña, ambas cubiertas con
pseudomembrana blanquecina y rodeadas por halo eritematoso, mismas que son muy dolorosas
durante la eversión del labio. Además, se observa erosión en la mucosa. Caries de esmalte en los
dientes 16, 54, 55, 65 y 64.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imágenes clínicas
Imagen. Costra en el filtrum, y piel del dorso nasal. Imagen. Úlcera y erosión en mucosa labial superior
Fuente: Directa.
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En los siguientes ejercicios sobre lesiones ulceradas y vesículo-ampollares establezca en cada caso
el diagnóstico, etiología, manifestaciones clínicas y tratamiento, basándose en la descripción que
se hace de las mismas.
Caso 1
Sexo: masculino
Edad: 28 años
Ocupación: Médico Cirujano
DESCRIPCIÓN: Lesión ulcerada localizada en mucosa labial superior izquierdo, de forma circular,
de aproximadamente 3 mm. de diámetro, de bordes bien definidos, cubierta por una membrana
blanquecina amarillenta, rodeada por halo eritematoso. Con dolor espontáneo el cual aumenta con
la fonación, masticación e ingestión de alimentos condimentados o calientes. Evolución de 4 días
Actualmente, se encuentra angustiado y nervioso.
Caso 2
Sexo: femenino
Edad: 24 años
Ocupación: estudiante
Antecedentes: A los 15 años presentó el mismo cuadro, el cual duró aproximadamente 15 días,
posteriormente se han presentado cuadros de repetición cada 3 o 4 meses durante un año y medio,
se le dieron diversos tratamientos sintomáticos, finalmente no volvió a repetirse hasta ahora
Caso 3
Sexo: masculino
Edad: 32 años
Ocupación: comerciante
DESCRIPCIÓN: Úlcera localizada en la zona posterior del borde lateral derecho de la lengua, de
aproximadamente 1.5 cm. de diámetro de forma irregular, bordes bien definidos y elevados, de
fondo granular de color rojizo con áreas amarillentas, dolor espontáneo que aumenta a la fonación
masticación e ingesta de alimentos condimentados. Evolución 2 días.
Antecedentes: Padece crisis convulsivas por epilepsia. Hace dos días tuvo una crisis en la que cayó
al suelo.
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Caso 4
Sexo: femenino
Edad: 50 años
Ocupación: empleada
Antecedentes: Desde hace un mes se intensificó el dolor, lo que la obliga a dejar de comer. Ha sido
multitratada con antibióticos sin tener mejoría.
Caso 5
Sexo: Femenino
Edad: 42 años
Ocupación: Cuidadora de adultos mayores
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Antecedentes:
La paciente se presenta por dolor en dientes anteriores superiores que dificulta el comer. Refiere
dolor y ardor en encía y mucosas desde hace un año por presencia de lesiones tipo ampolla, que se
revientan dejando zonas descamadas hemorrágicas, dolorosas en mucosa yugal y encía. Se
encuentra bajo tratamiento con Prednisona 30 mg una tableta por la mañana.
La paciente refiere no lavarse diariamente los dientes pues el roce del cepillo le lastima la encía.
A la exploración clínica, se observa encía descamada, eritematosa, brillante que, al frotarla se
desprende la capa epitelial dejando zona sangrante y dolorosa. Los 4 dientes anteriores presentan
movilidad grado 2.
B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.
3. Rodríguez-Archilla, A., Raissouni, T. Ensayo clínico aleatorizado sobre la efectividad de
tratamientos alternativos en la estomatitis aftosa recurrente. Medicina Clínica .2017;
149(2):55-60
4. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2aed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
5. Scully, C., Paes, A. O., Bagán, J., Diz, D. P., Mosqueda, T. A. Oral medicine and pathology
at a glance. USA: Wiley-Blackwell; 2010
6. Bascones, M. A. Medicina bucal. 3ª ed. Barcelona: Editorial Ariel; 2004.
7. Cawson, R. A, Odel EW. Fundamentos de medicina y patología oral. 8a ed. España: Elsevier;
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11. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
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14. Stramandinoli, R., Sassi, L., Pedruzzi, P., Ramos, G., Oliveira, B., Ogata, D., Ioshii, S.
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tumours: a retrospective study. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2010; 15 (1): 32-7.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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OBJETIVO
Identificar las hiperplasias bucales que se presentan con mayor frecuencia en la cavidad bucal.
FUNDAMENTO TEÓRICO
Las hiperplasias bucales son el resultado de diversos factores que actúan como irritantes en la
mucosa bucal, tal es el caso de traumatismos crónicos como prótesis mal ajustadas, hábitos de
morderse el labio o carrillo, presencia de biopelícula o factores hormonales como el embarazo.
Estas lesiones se caracterizan por presentar aumento de volumen, su color es variable, puede ser
semejante a la mucosa normal, rojo o azulado, dependiendo de su causa y sus características
histológicas. Los sitios en que se presentan con mayor frecuencia son lengua, mucosa labial y encía,
generalmente su tratamiento se realiza eliminando los factores locales asociados y a través de la
intervención quirúrgica por medio de una biopsia excisional.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 18, 19 y 20
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
Para realizar la discusión de los casos clínicos 18, 19 y 20 el alumno debe revisar las características
de las siguientes lesiones:
Hiperplasia
fibrosa
Épulis fisurado
Granuloma
piógeno
(Hemangioma
capilar
lobular)
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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Granuloma
periférico de
células
gigantes
Caso clínico 18
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. T. C. Estado civil: Casada
Edad: 45 años Ocupación: Comerciante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: Xochimilco, CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar “una bolita en la lengua” la cual se
muerde frecuentemente.
PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace un año aproximadamente, notó la presencia de un aumento de volumen en la
punta de la lengua que ha incrementado de tamaño de forma progresiva.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por cáncer cervicouterino, padre epiléptico.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, complexión normal, apariencia física mayor a la edad
cronológica. Se observa palidez generalizada de piel y mucosas.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
TA: 150/100 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min
FR: 18 x min. Temperatura: 36.5 °C
EXAMEN BUCAL
Se observa un aumento de volumen en la punta de la lengua de forma redonda, color similar a la
mucosa adyacente, de superficie lisa, base pediculada y consistencia firme, que mide
aproximadamente 5 mm. de diámetro, asintomático. Se observan áreas de depapilación en dorso
lingual. Presenta caries de esmalte y dentina en los dientes 35, 36, 37, 38, 45, 46 y 47, gingivitis
localizada en región de dientes anteriores inferiores, así como bolsas periodontales en la zona
correspondiente a los dientes 36 y 37.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: V. B. L. Estado civil: Casada
Edad: 55 años Ocupación: Ama de casa
Lugar de nacimiento y residencia: Tlalnepantla,
Sexo: Femenino
Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude al servicio de estomatología “porque le lastima su placa”.
PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace 8 meses le hicieron una nueva prótesis dental, desde entonces al
colocarla y tratar de masticar presenta dolor de manera ocasional y de diferentes intensidades en
una zona de la encía. Actualmente se le dificulta la colocación de su prótesis
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por insuficiencia renal, padre diabético finado.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio con edad aparente igual a la cronológica. Se observa
marcha simétrica y balanceada. Presenta obesidad centrípeta, cara de luna llena, giba de búfalo e
hirsutismo.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan ambos maxilares desdentados, mucosa deshidratada y aumento de volumen en fondo
de saco en la zona correspondiente a dientes anteriores inferiores con aspecto de pliegues (uno de
forma lineal y otro ligeramente lobular), de color similar a la mucosa adyacente, que mide 1.5 cm
aproximadamente y presenta consistencia firme. Entre los pliegues se observa una úlcera cubierta
de pseudomembrana blanquecina de forma lineal muy dolorosa.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
Química sanguínea:
Urea 30 mg/dl 20 - 40 mg
Biometría Hemática:
Hematocrito 47 % 37 – 47 %
Neutrófilos 40 % 45 – 70 %
Linfocitos 20 % 20 – 40 %
Monocitos 1% 1–6%
Eosinófilos 2% 0–3%
Basófilos 0% 0-1%
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: L. O. M. Estado civil: Casada
Edad: 22 años Ocupación: Ama de casa
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar aumento de volumen en el reborde
alveolar inferior izquierdo, que sangra con facilidad.
PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace aproximadamente 2 meses notó aumento de volumen en la zona de
los molares inferiores izquierdos, el cuál creció progresivamente de un mes a la fecha impidiendo
las funciones de masticación, deglución y fonación, debido al desplazamiento de la lengua. La
paciente cursa con 8 meses de embarazo y refiere edema de los miembros inferiores, náusea y
cefalea.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo paterno finado por infarto al miocardio, madre hipertensa. Resto del interrogatorio negado.
ANTECEDENTES GINECOOBSTÉTRICOS
Menarca a los 15 años, ritmo 30 x 4 eumenorreica, inicia su vida sexual activa a los 15 años; gestas
2, para 0, aborto 1, cesáreas 0, sin control prenatal.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, apariencia física igual a la edad cronológica, aumento de volumen
abdominal a expensas de útero grávido y edema de miembros inferiores.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen, de color rojizo, superficie lisa, base sésil, de aproximadamente 4
x 4.5 cm. de diámetro, consistencia blanda y sangrante a la palpación, localizada en la zona lingual
correspondiente a los dientes 36 y 37, que desplaza a la lengua, gingivitis generalizada, presencia
de biofilm y abundante cálculo dental a nivel de los dientes anteriores inferiores y caries de esmalte
y dentina en los dientes 14, 15, 16, 17.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
Química sanguínea:
Resultados Valores de referencia
Biometría Hemática:
Resultados Valores de referencia
Hemoglobina 12 g/dl. 12 - 16 g/dl
pH 5.5 5–8
Proteínas ++ Negativo
B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Lira, L. A., Rondanelli, B. M. Atlas de patología de los maxilares. España: Ripano; 2011.
3. Manual para la detección de alteraciones de la mucosa bucal y lesiones premalignas.
Ciudad de México: Secretaría de salud; 2003.
4. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
5. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2 a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
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OBJETIVO
FUNDAMENTO TEÓRICO
En la práctica profesional del Cirujano Dentista, los quistes bucales son entidades frecuentes, estos
procesos comprenden varios tipos que difieren en cuanto a frecuencia, comportamiento,
histogénesis, y tratamiento; en la mayoría de los casos se detectan por examen clínico y
radiográfico de rutina.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica del caso 21
Ejercicios Clínicos de Lesiones quísticas
SERVICIOS
Luz, agua
PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Para realizar la discusión del caso clínico 21 y de los ejercicios clínicos de lesiones quísticas, el
alumno debe revisar los siguientes temas:
Periapical
Dentígero
Queratoquiste
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Caso clínico 21
C. M. F. ENRIQUE DARIO AMARILLAS ESCOBAR
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: J. P. G. Estado civil: Soltero
Edad: 26 años Ocupación: Obrero
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: San Luis Potosí
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar “hinchazón en la mejilla” del lado derecho.
PADECIMIENTO ACTUAL
Inicia hace 3 meses con aumento de volumen en la hemicara derecha, de crecimiento lento.
Actualmente asociado a dolor leve en la zona.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre y madre con diabetes mellitus.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, de edad aparente igual a la cronológica, mesomórfico, íntegro, con asimetría
facial, marcha simétrica y balanceada y cooperador al manejo. En cabeza y cuello presenta
aumento de volumen que involucra la región mandibular derecha, de consistencia dura. La piel de
la región sin cambios de color.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Mucosa bucal íntegra, de color homogéneo, bien hidratada, higiene bucal deficiente con gingivitis
generalizada, caries de esmalte en los dientes 17, 26, 27, 37 y 47, restos radiculares de los dientes
16, 36 y 46, tercer molar inferior derecho parcialmente erupcionado. Presenta además expansión
de la cortical externa mandibular en la región del lado derecho.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Examen radiográfico
Se observa una imagen radiolúcida unilocular que involucra el ángulo y rama mandibular derecha,
de aproximadamente 5 x 3 cm. Destaca también la retención de los dientes 18, 28, 38 y 48 en
posición vertical, así como los restos radiculares de los dientes 16, 36 y 46.
Imagen clínica
En los siguientes ejercicios sobre lesiones quísticas, establezca en cada caso: el diagnóstico de la
lesión, el posible tejido del que se origina, las características histológicas e indique los diagnósticos
diferenciales para la lesión y el tratamiento.
Caso 1
Sexo: Femenino Ocupación: Secretaria
Edad: 28 años
Caso 2
Sexo: Masculino Ocupación: Oficinista
Edad: 24 años
Descripción: Se observa un nódulo asintomático en la mucosa del labio inferior derecha, de color
ligeramente pálido, que ha crecido lentamente de tres meses a la fecha, mide aproximadamente
1.2 cm. de diámetro, a la palpación se percibe fluctuante.
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Antecedentes: Refiere que hace tres meses le extrajeron el primer molar inferior derecho, y con el
forceps le “pellizcaron” la mucosa. Posteriormente notó la aparición de la tumefacción.
Caso 3
Sexo: Masculino Ocupación: Carpintero
Edad: 59 años
Descripción: Lesión que corresponde a un hallazgo radiográfico, descrito como zona radiolúcida en
forma de corazón, bien delimitada, localizada entre los incisivos centrales superiores, se observa
ligera reabsorción radicular de esos dientes, clínicamente cursa asintomático, los dientes anteriores
superiores son vitales.
Caso 4
Sexo: Femenino Ocupación: Estudiante
Edad: 14 años
Caso 5
Sexo: Masculino Ocupación: Electricista
Edad: 45 años
Descripción: El paciente refiere haber cursado con cuadros infecciosos recurrentes en el diente 36,
por tiempo prolongado, posteriormente no dolía y no lo atendió. Hace un año le extrajeron el diente
por presentar zona radiolúcida unilocular en el área periapical y el día de hoy acude solicitando
rehabilitación protésica.
Caso 6
Sexo: Femenino Ocupación: Cajera
Edad: 26 años
Descripción: A partir de un hallazgo radiográfico donde se observa una zona radiolúcida bien
circunscrita localizada entre las raíces de los premolares inferiores izquierdos a nivel de tercio
medio, se realizó el tratamiento quirúrgico del que se obtiene un espécimen de 1.2 x 1.0 cm. de
diámetro.
Caso 7
Sexo: Masculino Ocupación: Obrero
Edad: 38 años
Antecedentes: Desde hace tres años, el paciente notó ligera tumefacción en el lado izquierdo de la
mandíbula que fue aumentando lentamente.
B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
3. Cawson, R. A, Odel EW. Fundamentos de medicina y patología oral. 8 a ed. España:
Elsevier; 2009.
4. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.
5. Reichart, P. A., Philipsen, H. P. Atlas de patología oral. Masson. 2000.
6. Rodríguez, C. W. A. Neoplasias Malignas de cabeza y cuello, Lima: UNMSM, Fondo
Editorial, 2000.
7. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2 a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
8. Leyva, E. R., Tapia, J. L., Quezada, D., Ortiz, E. Factores involucrados en el desarrollo del
quiste periapical. Revista odontológica mexicana. 2006; 10(1): 36-41.
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OBJETIVO
FUNDAMENTO TEÓRICO
Las neoplasias son neoformaciones o aumentos de volumen, de tejido que crecen de forma
progresiva, incontrolada, excesiva y autónoma. Algunas de ellas pueden crecer de forma expansiva
o invasiva.
Son consideradas patologías de etiología multifactorial, es decir, se considera que influyen para su
desarrollo factores intrínsecos y extrínsecos, por ejemplo: genéticos, edad, sexo, traumatismos
crónicos, tabaquismo, alcoholismo, virus y deficiencias nutricionales entre otros. Según su
comportamiento se clasifican en benignas o malignas.
MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 22, 23, 24 y 25
SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO
2) Los alumnos analizarán la información del caso clínico, y posteriormente contestarán las
preguntas planteadas en el cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
Para realizar la discusión de los casos clínicos 22 y 23 el alumno debe revisar las principales
características de las siguientes neoplasias benignas:
Caso clínico 22
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: E. S. R. Ocupación: Estudiante
Edad: 8 años Lugar de nacimiento y residencia: Chimalhuacán,
Sexo: Femenino Estado de México
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MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar dolor en “una muela”.
PADECIMIENTO ACTUAL
La madre de la paciente refiere que hace aproximadamente 15 días comenzó con dolor espontáneo
del diente 16 que se incrementa con los alimentos fríos y el día de ayer no le permitió dormir.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES.
Sin importancia para el padecimiento actual.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, apariencia física congruente con la edad cronológica.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen de forma ovalada, color rosa pálido, aspecto de coliflor, superficie
rugosa, de base pediculada, que mide aproximadamente 3 mm de diámetro; la lesión se localiza en
encía marginal vestibular a nivel del diente 11. Caries de esmalte, dentina y pulpa en diente 16.
AUXILARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
Imagen. Aumento de volumen en encía marginal con aspecto de coliflor a nivel diente 11.
Fuente: Directa.
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. L. R. Estado civil: Soltera
Edad: 16 años Ocupación: Estudiante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar una “bola morada” en la lengua que ha ido creciendo,
le dificulta hablar y comer.
PADECIMIENTO ACTUAL
La madre refiere que hace aproximadamente 10 años le notó la presencia de una “bola” en la
lengua, la cual ha aumentado de tamaño muy lentamente. Nunca le ha causado molestia, pero le
desagrada su aspecto y quiere ver si se puede realizar algún tratamiento para eliminarla.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo materno y madre diabéticos. Abuelo paterno finado por infarto agudo al miocardio.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, edad aparente igual a la cronológica.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa un aumento de volumen color rojo azulado, blando a la palpación, que involucra dorso,
borde lateral y vientre de lengua del lado izquierdo, mide aproximadamente 3.8 cm en su diámetro
mayor. A la digitopresión, la lesión palidece. Presenta maloclusión clase III de Angle, caries de
esmalte y dentina en los dientes 16, 27 y 36.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
Imagen. Aumento de volumen rojo azulado en borde lateral de lengua del lado izquierdo
Fuente: Directa.
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Para realizar la discusión del caso clínico 24 el alumno debe revisar las principales características de
los siguientes tumores odontogénicos:
Caso clínico 24
C.D. ESP. ARMANDO TORRES HERRERA
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. S. S. Estado civil: Casado
Edad: 44 años Ocupación: Albañil
Lugar de nacimiento y residencia: Nezahualcóyotl,
Sexo: Masculino
Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar “sensación de presión en el paladar”.
PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere un aumento de volumen con sensación de presión desde hace 2 años en zona
anterior de paladar duro por lo que acude a consulta estomatológica.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por enfermedad de Parkinson, madre diabética bajo control, hermano con
síndrome de Sjögren diagnosticado desde hace cinco años bajo tratamiento, resto negado.
EXPLORACION FÍSICA
Paciente orientado, de edad similar a la cronológica. Facies asimétrica por fractura de maxilar y
malar derecho. Cansado, angustiado, pálido, ojeroso, deshidratado y agitado.
SOMATOMETRÍA
SIGNOS VITALES
EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan labios deshidratados y se percibe halitosis, así como ausencia del diente 21. También
presenta periodontitis localizada con biofilm y cálculo dental supra e infragingival en zona anterior
inferior.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Examen radiográfico
Se toman radiografías periapical y oclusal observándose zona radiopaca conformada por pequeñas
estructuras calcificadas con forma de dentículos localizada en la zona correspondiente al espacio
del diente ausente, entre la raíz de los dientes 11 y 22.
Clasificación TNM
Para realizar la discusión del caso clínico 25 el alumno debe revisar las principales características de
las siguientes neoplasias malignas:
Caso clínico 25
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN
FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. A. T. Estado civil: Casado
Edad: 57 años Ocupación: Campesino
Lugar de nacimiento y residencia: Texcoco,
Sexo: Masculino
Estado de México
MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar una “llaga en la encía”.
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace 4 meses notó la presencia de una úlcera en mucosa de reborde alveolar del
lado derecho que ha aumentado de tamaño progresivamente; recientemente se presenta dolorosa
de forma ocasional asociada a la ingesta de alimentos picantes que le dificulta comer.
ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por cáncer pulmonar, padre finado por cáncer de próstata.
Habita en casa construida con lámina de cartón y adobe, con una sola habitación, no cuenta con
servicios intradomiciliarios, presenta deficiente ventilación e iluminación. Alimentación: realiza dos
comidas al día, generalmente con frijol, arroz, pan, café y tortillas. Higiene: baño y cambio de ropa
cada tercer día.
EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente orientado, delgado, pálido. Cadena ganglionar submandibular derecha positiva de
aproximadamente 2 cm de diámetro de consistencia firme y fija a planos profundos.
SOMATOMETRÍA
Peso: 54 kg. Talla 1.60 m.
SIGNOS VITALES
TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min
FR: 18 x min. Temperatura.: 36.5 °C
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EXAMEN BUCAL
Se observa una úlcera de bordes crateriformes irregulares e indurados con fondo ligeramente
granular en reborde alveolar superior derecho con área queratósica. La úlcera mide 2.8 x 2.3 cm
aproximadamente. Desdentado parcial, caries en dientes 16, 35, 36, 46 y 47. Presenta biofilm y
cálculo dental así como periodontitis localizada en dientes anteriores inferiores.
AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
Imagen clínica
B I B LI O GR A FÍ A
1. Kennedy, R. A. WHO is in and WHO is out of the mouth, salivary glands, and jaws sections
of the 4th edition of the WHO classification of head and neck tumours. BJOMS. 2018;
56(2): 90-5.
2. Martínez, A., Baldiris, A., Díaz, C. A.. Papiloma bucal producido por VPH y su relación con
carcinoma. Rev Clin Med FAM .2012; 5(2): 144-145.
3. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.
9. Rodríguez, R., Santana, K., Fong, Y., Rey, Y., Jacas, M., Quevedo, K. Evaluación del
programa de detección precoz del cáncer bucal. AMC [Internet]. 2014 Dic
[citado 2018 Nov 22]; 18(6):642-655. Disponible en:
http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1025-
02552014000600007&lng=es.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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La evaluación de laboratorio y seminario es determinada para cada alumno con base en los
resultados obtenidos en:
✓ El desarrollo o la consulta de temas previos a las prácticas.
✓ La participación durante el desarrollo de las prácticas.
✓ La resolución de las guías de discusión.
✓ El reporte o los resultados de las prácticas (en caso de que se solicite en la práctica).
✓ El establecimiento de conclusiones al finalizar las prácticas.
a) Cumplimiento de la
Contestó todos los temas Contestó solamente algunos
consulta de temas No contestó los temas previos
previos. temas previos.
previos
Para la acreditación del módulo es necesario tener calificación aprobatoria en los dos
rubros antes mencionados, así como un 80% de asistencia.
EL ALUMNO QUE NO ACREDITA EL COMPONENTE PRÁCTICO REPRUEBA EL MÓDULO.
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R E GL AM E NT O DE L AB OR AT O R I O
Dado que los objetivos fundamentales de los trabajos de laboratorio en la enseñanza son:
a. Toda persona que permanezca en el laboratorio deberá tener puesta una bata de manga
larga.
b. La asistencia a las prácticas de laboratorio es obligatoria y por lo tanto, se pasará lista a todos
los integrantes del grupo al inicio de cada práctica.
c. No se permitirá la entrada a ningún alumno, pasados quince minutos del inicio de la práctica.
e. Para el trabajo en el laboratorio, los integrantes del grupo formarán equipos con el número
de personas que determine el profesor responsable del mismo.
f. Todos los alumnos que integran un equipo, son responsables de la limpieza de su área de
trabajo durante la práctica, así como del material que se les suministre para llevarlas a cabo,
y de que ésta se encuentre limpia al terminar la sesión y abandonar el laboratorio.
h. La entrega del material para el desarrollo de la práctica, será en los primeros 30 minutos, de
la hora programada, siempre y cuando el profesor del grupo esté presente.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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i. Al recibir el material, el usuario debe revisar que esté completo, limpio y sin daños.
j. Todo material y equipo devuelto al interlaboratorio después de su uso, tendrá que estar
completo y sin daño alguno.
l. Durante el transcurso de una práctica, el alumno sólo podrá utilizar los aparatos que hay en
el laboratorio, si está siendo asesorado por un profesor.
m. Está prohibido fumar y hacer uso inadecuado del equipo y las instalaciones del laboratorio
n. Se prohíbe ingerir alimentos o bebidas en el interior del laboratorio, excepto en los casos
que la práctica lo requiera.
o. Queda prohibido el paso al interior del interlaboratorio para los alumnos o personas ajenas
a él.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
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M AN E J O DE R PB I (R e s id uo s Pel ig r o s o s B io l ó g i c o s
I n fec c io s o s )
ESTADO
TIPO DE RESIDUO ENVASADO COLOR
FÍSICO
Recipientes
Sangre Líquido herméticos Rojo
Cultivos y cepas
de Bolsas de
Sólido Rojo
agentes polietileno
infecciosos
Bolsas de
Sólido Amarillo
polietileno
Patológicos
Recipientes
Líquido Amarillo
herméticos
Bolsas de
No anatómicos Sólido Rojo
polietileno
Recipientes
Líquido Rojo
herméticos
Objetos
punzocortantes * Recipientes
rígidos de Rojo
Sólido polipropileno
A NE X O S
1 . T abla de rel ac ión pes o -t all a, de n iños m ex ic anos ,
re vis ada y aprobada por l a Academ ia M exicana de Pediatría
NIÑOS NIÑAS
*Una variación del 6% en la talla, puede considerarse dentro de los límites normales.
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Hombres: 0 - 7 mm/h
PRUEBAS DE TENDENCIA
VALORES DE REFERENCIA
HEMORRÁGICA
Tiempo de sangrado 1 - 3 min
Tiempo de coagulación 4 - 8 min
TP 10 - 15 seg.
TTP 27 - 45 seg.
INR 0.8 – 1.2
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VDRL Negativo
Urea 10 - 50 mg/dL
VALORES DE REFERENCIA
3 . I ns t ru me nt o de e v a lu a ci ó n de prá c t i ca s de l mó du l o M e di c i na y
P a t o lo gí a E st o ma t o ló gi ca
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
Práctica 6. Biopsia
Exploración bucal
Práctica 1. Signos
Interpretación de
UNIDAD 1. Semiología
elementales
exfoliativa y
estudios de
laboratorio
Práctica 2.
Práctica 4.
Práctica 5.
Práctica 3.
toluidina.
Citología
Lesiones
Vitales
clínica.
bucal
Promedio de
unidad
Alumno
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
UNIDAD 2. Enfermedades
Caso clínico 4
Caso clínico 2
Caso clínico 6
Caso clínico 5
Caso clínico 3
Caso clínico 1
sistémicas, mujer
gestante y su relación con
el Sistema Promedio de
Estomatognático unidad
Alumno
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
Caso clínico 8
Caso clínico 9
UNIDAD 3. Infecciones
antibióticos
clínicos de
Ejercicios
bacterianas frecuentes en el
Sistema Estomatognático. Promedio de
unidad
Alumno
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
UNIDAD 4. Infecciones
Caso clínico 10
Caso clínico 11
Caso clínico 12
virales y micóticas
frecuentes en el Sistema Promedio de
Estomatognático. unidad
Alumno
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E. P. M.
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
Caso clínico 14
Caso clínico 15
UNIDAD 5. Condiciones y
lesiones de color en el
Promedio de
Sistema Estomatognático
unidad
Alumno
a
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E. P. M.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
UNIDAD 6. Lesiones
Caso clínico 16
Caso clínico 17
ulceradas y
ampollares
ulceradas y vesículo–
clínicos de
Ejercicios
vesículo-
lesiones
ampollares en el Sistema Promedio de
Estomatognático unidad
Alumno
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E. P. M.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
Caso clínico 19
Caso clínico 20
UNIDAD 7. Lesiones
hiperplásicas en el
Promedio de
Sistema Estomatognático
unidad
Alumno
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
UNIDAD 8. Quistes en el
clínicos de
Ejercicios
quísticas
lesiones
Sistema Estomatognático
Promedio de unidad
Alumno
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MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA
I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica
P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple
Caso clínico 23
Caso clínico 24
Caso clínico 25
UNIDAD 9. Neoplasias del
Sistema
Promedio de
Estomatognático.
unidad
Alumno
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4 . Co n se nt im ie nt o i nf or ma d o