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Manual Laboratorio Medicina Patologia Estomatologica 2025

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UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO

FACULTAD DE ESTUDIOS SUPERIORES ZARAGOZA

Carrera Cirujano Dentista

Tercer año

Módulo
Medicina y Patología Estomatológica
Manual de laboratorio

Aprobado por el Comité de Mejora Continua: 09 de agosto de 2024


Vigencia: 09 de agosto de 2027
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA

Código Fecha de elaboración o revisión Versión Página

SGC-FESZ-CD-ML12 09/08/2024 1 1 /198

Autores:

 EPMB Gabriela Alejandra Albiter Farfán


 Esp. Martha Carolina Fuentes Martínez
 C. D. María Guadalupe Guevara Islas
 C. D. Gerardo Guizar Mendoza
 Dra. Rosa Diana Hernández Palacios
 Dr. José Antonio Jerónimo Montes
 C. D. Elizabeth Pérez Madrigal
 Mtra. María del Carmen Salazar Vera
 Esp. Ivonne Sánchez Fabián
 Mtra. Inés Vásquez Díaz

Revisión y actualización 2024:

 EPMB Gabriela Alejandra Albiter Farfán


 EOPB Grisel Alicia Corona González
 Esp. Martha Carolina Fuentes Martínez
 C. D. María Guadalupe Guevara Islas
 Dra. Rosa Diana Hernández Palacios
 Dr. José Antonio Jerónimo Montes
 Mtra. Cecilia Mecalco Herrera
 C. D. Elizabeth Pérez Madrigal
 Mtra. María del Carmen Salazar Vera
 Mtra. Inés Vásquez Díaz
 C. D. German Zecua Fernández

Edición e integración del Manual de Laboratorio del módulo Medicina y Patología


Estomatológica 2024.

 C. D. Elizabeth Pérez Madrigal


SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA

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ÍNDICE
I n t r o d u c c i ó n .......................................................................................................................................... 4
O b j e t i v o g e n e r a l ................................................................................................................................. 5
U N I D A D 1 . S E M I O L O G Í A C L Í N I C A ............................................................................................ 6
P r á c t i c a 1 . S o m a t o m e t r í a y s i g n o s v i t a l e s ........................................................................... 8
P r á c t i c a 2 . E x p l o r a c i ó n d e c a v i d a d b u c a l ............................................................................ 16
Pr áctica 3. L es iones elementales ................................................................................................ 21
P r á c t i c a 4 . I n t e r p r e t a c i ó n d e e s t u d i o s d e l a b o r a t o r i o ................................................ 24
P r á c t i c a 5 . C i t o l o g í a e x f o l i a t i v a y t i n c i ó n c o n a z u l d e t o l u i d i n a .......................... 32
P r á c t i c a 6 . B i o p s i a b u c a l .............................................................................................................. 37
UNIDAD 2. ENFERMEDADES SISTÉMICAS, MUJER GESTANTE Y SU
R E L A C I Ó N C O N E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ..................................................... 43
P r á c t i c a 7 . C a s o c l í n i c o 1 .............................................................................................................. 44
P r á c t i c a 8 . C a s o c l í n i c o 2 .............................................................................................................. 48
P r á c t i c a 9 . C a s o c l í n i c o 3 .............................................................................................................. 53
P r á c t i c a 1 0 . C a s o c l í n i c o 4 ........................................................................................................... 57
P r á c t i c a 1 1 . C a s o c l í n i c o 5 ........................................................................................................... 62
P r á c t i c a 1 2 . C a s o c l í n i c o 6 ........................................................................................................... 68
UNIDAD 3. INFECCIONES BACTERIANAS FRECUENTES EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ...................................................................................................................... 75
P r á c t i c a 1 3 . C a s o c l í n i c o 7 ........................................................................................................... 76
P r á c t i c a 1 4 . C a s o c l í n i c o 8 ........................................................................................................... 80
P r á c t i c a 1 5 . C a s o c l í n i c o 9 ........................................................................................................... 85
P r á c t i c a 1 6 . E j e r c i c i o s c l í n i c o s d e a n t i b i ó t i c o s ............................................................... 89
UNIDAD 4. INFECCIONES VIRALES Y MICÓTICAS FRECUENTES EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ......................................................................................................................... 95
P r á c t i c a 1 7 . C a s o c l í n i c o 1 0 ......................................................................................................... 96
P r á c t i c a 1 8 . C a s o c l í n i c o 1 1 ....................................................................................................... 100
P r á c t i c a 1 9 . C a s o c l í n i c o 1 2 ....................................................................................................... 103
UNIDAD 5. CONDICIONES Y LESIONES DE COLOR EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O ....................................................................................................................... 109
P r á c t i c a 2 0 . C a s o c l í n i c o 1 3 ....................................................................................................... 110
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P r á c t i c a 2 1 . C a s o c l í n i c o 1 4 ....................................................................................................... 114
P r á c t i c a 2 2 . C a s o c l í n i c o 1 5 ....................................................................................................... 118
UNIDAD 6. LESIONES ULCERADAS Y VESÍCULO -AMPOLLARES EN EL
S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O .............................................................................................. 123
P r á c t i c a 2 3 . C a s o c l í n i c o 1 6 ....................................................................................................... 124
P r á c t i c a 2 4 . C a s o c l í n i c o 1 7 ....................................................................................................... 129
Práctica 25. Ejercicios clínicos: l e s i o n e s u l c e r a d a s y v e s í c u l o - a m p o l l a r e s 132
UNIDAD 7. LESIONES HIPERPLÁSICAS EN EL SISTEMA
E S T O M A T O G N Á T I C O .................................................................................................................... 137
P r á c t i c a 2 6 . C a s o c l í n i c o 1 8 ...................................................................................................... 138
P r á c t i c a 2 7 . C a s o c l í n i c o 1 9 ....................................................................................................... 142
P r á c t i c a 2 8 . C a s o c l í n i c o 2 0 ...................................................................................................... 146
U N I D A D 8 . Q U I S T E S E N E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ................................ 151
P r á c t i c a 2 9 . C a s o c l í n i c o 2 1 ....................................................................................................... 152
P r á c t i c a 3 0 . E j e r c i c i o s c l í n i c o s : l e s i o n e s q u í s t i c a s ...................................................... 157
U N I D A D 9 . N E O P L A S I A S D E L S I S T E M A E S T O M A T O G N Á T I C O ........................... 163
P r á c t i c a 3 1 . C a s o c l í n i c o 2 2 ....................................................................................................... 164
P r á c t i c a 3 2 . C a s o c l í n i c o 2 3 ....................................................................................................... 168
P r á c t i c a 3 3 . C a s o c l í n i c o 2 4 ....................................................................................................... 171
P r á c t i c a 3 4 . C a s o c l í n i c o 2 5 ....................................................................................................... 175
C R I T E R I O S D E E V A L U A C I Ó N D E L A P R E N D I Z A J E ....................................................... 181
R E G L A M E N T O D E L A B O R A T O R I O ........................................................................................ 183
M A N E J O D E R P B I ( R e s i d u o s P e l i g r o s o s B i o l ó g i c o s I n f e c c i o s o s ) ..................... 185
A N E X O S ................................................................................................................................................ 186
1. Tabla de r elación pes o-talla, de niños mex icanos, revisad a y aprobada por
l a A c a d e m i a M e x i c a n a d e P e d i a t r í a ...................................................................................... 186
2 . V a l o r e s d e r e f e r e n c i a d e e s t u d i o s d e l a b o r a t o r i o ( F E S Z a r a g o z a ) ................ 187
3. I nstrumento de evaluación d e prácticas d el módulo Med icina y Patología
E s t o m a t o l ó g i c a ................................................................................................................................ 189
4 . C o n s e n t i m i e n t o i n f o r m a d o .................................................................................................. 198
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Introdu cción

El módulo “Medicina y Patología Estomatológica” corresponde al tercer año de la carrera de


Cirujano Dentista de la Facultad de Estudios Superiores “Zaragoza”. Este módulo tiene una fase
teórica y una fase práctica. En la fase teórica, se estudian las unidades didácticas de semiología
clínica, enfermedades sistémicas, mujer gestante y su relación con el sistema estomatognático,
infecciones bacterianas frecuentes en el sistema estomatognático, infecciones virales y micóticas
frecuentes en el sistema estomatognático, condiciones y lesiones de color, lesiones ulceradas y
vesículo-ampollares, lesiones hiperplásicas, quistes y neoplasias en el sistema estomatognático. La
fase práctica, se desarrolla en el laboratorio como apoyo a los contenidos teóricos y consiste en la
realización de prácticas y seminarios para la resolución de casos clínicos de pacientes que acuden a
atención estomatológica a las clínicas de la FES Zaragoza.

Presentación de casos clínicos


Los casos clínicos se presentan al alumno en forma de resumen de historia clínica que incluye:
a) Ficha de identificación
b) Motivo de consulta
c) Padecimiento actual
d) Antecedentes heredofamiliares
e) Antecedentes personales no patológicos
f) Antecedentes personales patológicos
g) Interrogatorio por aparatos y sistemas
h) Exploración física
i) Somatometría y signos vitales
j) Exploración bucal
k) Auxiliares de diagnóstico

Lo anterior se acompaña de imágenes clínicas del paciente y en caso necesario radiográficas y/o los
resultados de algunos exámenes de laboratorio.
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Dichos casos serán revisados, discutidos y resueltos por los alumnos de manera grupal, actividad
para la cual pueden consultar material bibliográfico como apoyo, para realizar el análisis de la
información proporcionada, bajo la asesoría del profesor. En todo momento el alumno deberá
apegarse al Reglamento de Laboratorio.

Con estas actividades se fomenta en el alumno el desarrollo de las funciones profesionales de


diagnóstico, elaboración de planes de tratamiento y prevención, según lo establece el Plan de
Estudios de la Carrera de Cirujano Dentista.

El presente manual consta de 25 casos clínicos, 6 prácticas de laboratorio, 3 ejercicios clínicos y 3


sesiones para presentar casos clínicos. Se recomienda complementar esta actividad de discusión
clínica con investigación bibliográfica de artículos recientes, entrega de resúmenes y cuadros con
la información revisada.

Ob jetivo general

Analizar casos clínicos de pacientes que presentan alguna entidad patológica que afecta el sistema
estomatognático para determinar su manejo estomatológico de acuerdo al estado general de
salud.
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UNIDA D 1 . SEMIO LOG ÍA C LÍNICA


OBJETIVO

Realizar la valoración del paciente a través de la aplicación del método clínico para emitir un
diagnóstico y en caso necesario, indicar estudios complementarios con la finalidad de establecer el
manejo estomatológico a seguir.

FUNDAMENTO TEÓRICO

El diagnóstico es la base fundamental para proporcionar una atención estomatológica que


contribuya a mejorar el estado de salud de los individuos, para ello es indispensable realizar una
historia clínica en la que se reconoce como parte imprescindible la exploración física con la toma de
signos vitales para la valoración del estado de salud general del paciente. Es importante reconocer
que, en la mayoría de los casos, el diagnóstico inicial es de tipo presuntivo por lo que generalmente
es necesario realizar exámenes de laboratorio y/o gabinete que lo confirmen y además respalden
el plan de tratamiento y manejo estomatológico a seguir con el paciente.

MATERIAL

Alumno:

Prácticas de la 1 a la 6

*En cada práctica se especifica el material que corresponde al alumno llevar,


así como el que proporciona el laboratorio.

SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO

1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de cada práctica.
2) El profesor responsable guiará y supervisará a los alumnos en la realización de las prácticas:
1. Somatometría y signos vitales, en donde se realiza la toma de signos vitales y la
somatometría así como su interpretación, 2. Exploración bucal, en la que se realiza la
exploración sistemática de la cavidad bucal, 3. Lesiones elementales, se identificarán los
cambios en la morfología o estructura de piel y mucosas, 4. Interpretación de estudios de
laboratorio, en la que se revisan los exámenes de laboratorio empleados con mayor
frecuencia por el Cirujano Dentista y su interpretación, 5. Citología exfoliativa y tinción con
azul de toluidina y 6. Biopsia bucal, son los auxiliares de mayor uso para el diagnóstico en
patología bucal.
3) El profesor responsable del equipo revisará los resultados y el reporte de la práctica
correspondiente, realimentando al alumno en caso necesario.
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Práct ica 1. So matom etr ía y s ign os vital es


MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA

OBJETIVO
Efectuar la toma de signos vitales y somatometría, con el fin de interpretar los valores obtenidos y
establecer las condiciones generales de salud del paciente.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


La medición, registro e interpretación de los signos vitales y somatometría se deben realizar de
manera rutinaria en el paciente que recibe tratamiento estomatológico, con el fin de valorar su
estado general de salud y determinar la conducta estomatológica a seguir. Para realizar la práctica,
el alumno revisará previamente lo siguiente:
SIGNOS VITALES

PULSO

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES

INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL
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FRECUENCIA CARDÍACA (FC)

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES

INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL

TENSIÓN ARTERIAL (TA)

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES
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INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL

FRECUENCIA RESPIRATORIA (FR)

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES

INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL
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OXIMETRÍA DE PULSO (SpO2)

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES

INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL

TEMPERATURA

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES
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INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL

SOMATOMETRÍA

PERÍMETRO ABDOMINAL

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

VALORES NORMALES

INTERPRETACIÓN

ALTERACIONES SISTÉMICAS QUE SE


RELACIONAN CON CAMBIOS FUERA
DE LO NORMAL
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PESO

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

TALLA

CONCEPTO

TÉCNICA PARA LA OBTENCIÓN DEL


REGISTRO

ÍNDICE DE MASA CORPORAL (IMC)

CONCEPTO

FÓRMULA PARA LA OBTENCIÓN


DEL IMC
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RANGOS PARA LA INTERPRETACIÓN


DEL IMC

ALTERACIONES SISTÉMICAS
QUE SE RELACIONAN CON
CAMBIOS FUERA DE LO NORMAL

MATERIAL Y EQUIPO

Alumno: Laboratorio:

Estetoscopio
Baumanómetro
Báscula
Termómetro
Consentimiento informado
Cinta métrica
Oxímetro

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) El profesor interrogará a los alumnos respecto a los métodos, cifras normales y técnicas
empleados en la toma de los signos vitales, así como también la medición del perímetro
abdominal (PA) y el Índice de Masa Corporal (IMC).
2) Bajo la supervisión del profesor, los alumnos registrarán los signos vitales y somatometría
por parejas.
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3) Una vez tomados los registros, deberán de llevar a cabo la interpretación del estado de
salud de su compañero y en su caso, realizar recomendaciones que contribuyan a
mejorarlo.

RESULTADOS
En la siguiente tabla, los alumnos anotarán las cifras de la somatometría y los signos vitales de cada
uno de los sujetos comparándolos con los referentes normales, emitiendo su diagnóstico.

Sujeto 1 Sujeto 2

Pulso
SIGNOS VITALES

Frecuencia Cardíaca

Tensión Arterial

Frecuencia Respiratoria

Oximetría de pulso

Temperatura

Perímetro Abdominal
SOMATOMETRÍA

Peso

Talla

IMC

Interpretación

Recomendaciones para mejorar


el estado de salud
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Práct ica 2. E xplor ac ió n de cavidad buc al


EPMB Gabriela Alejandra Albiter Farfán
Dr. José Antonio Jerónimo Montes

OBJETIVO
Realizar la exploración sistemática de la cavidad bucal como parte del método clínico para
identificar características normales, condiciones no patológicas o variantes de lo normal y/o
entidades patológicas.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


1. Tipos de mucosa que existen en cavidad bucal

2. Características clínicas de la mucosa bucal


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3. Condiciones no patológicas o variantes de lo normal

4. Método para realizar la exploración bucal

FUNDAMENTO TEÓRICO

La cavidad bucal, es una región que se encuentra conformada por diversos tejidos y estructuras
anatómicas de características particulares en la cual se pueden observar condiciones no patológicas
o patológicas de diverso origen, siendo el estomatólogo uno de los profesionales de primer
contacto que puede estar capacitado para identificarlas y tratarlas o en su caso, remitir al
especialista indicado.
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MATERIAL

Alumno: Laboratorio:
Espejo odontológico estéril
Gasa
Abatelenguas
Barreras de protección
Lámpara de mano
(guantes, cubrebocas, gorro,
Consentimiento informado
lentes de protección y
sobreguantes)
Campo desechable

EQUIPO
Alumno:
Celular con cámara

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) El profesor evaluará por medio del interrogatorio a los alumnos, sobre la información
teórica de los temas previos necesaria para el desarrollo de la práctica.
2) El profesor explicará la forma de realizar la técnica de exploración de la cavidad bucal y
supervisará su correcta ejecución por parte de los alumnos, quienes trabajarán en pareja
durante la misma, proporcionado la realimentación oportuna.
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RESULTADOS
1. El estudiante utilizará el siguiente esquema para registrar la localización de alguna
patología, condición no patológica o variante de lo normal detectada en su compañero
durante la exploración.

Modificada de Roed-Petersen B, Renstrup G.(1969)12

Fuente: propia
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2. En la siguiente tabla, el estudiante realizará el reporte de la práctica en el cual incluirá


imágenes de las condiciones no patológicas o patologías encontradas en su compañero de
trabajo y/o algunos ejemplos por zona anatómica. Dichos hallazgos se comentarán con sus
compañeros en conjunto con el profesor.

Descripción de los hallazgos encontrados


Imágenes
durante la práctica
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Práctica 3. Lesiones elementales

OBJETIVO
Describir las lesiones elementales que se presentan con mayor frecuencia en cavidad bucal.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


1. Características morfológicas microscópicas y macroscópicas de la mucosa bucal normal.

2. Definición de las siguientes lesiones elementales:

Lesión elemental Definición Ejemplos (Mencionar 2)

Mácula

Pápula

Vesícula
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Lesión elemental Definición Ejemplos (Mencionar 2)

Ampolla

Pústula

Fístula

Placa

Erosión

Úlcera

Nódulo

Fisura

FUNDAMENTO TEÓRICO
La mucosa bucal se encuentra expuesta a diferentes factores físicos, químicos y biológicos que
ocasionan cambios morfológicos, por lo que el Cirujano Dentista es uno de los profesionales de la
salud que debe tener conocimiento de las diferentes lesiones que pueden presentarse en piel y
mucosas. A partir del aspecto clínico, se pueden identificar los elementos clave para establecer un
diagnóstico presuntivo y orientar el plan de tratamiento correcto.
Es esencial conocer y distinguir los diferentes tipos de lesiones elementales, tener la capacidad de
hacer la descripción de éstas a partir de criterios específicos, así como identificar las causas que
determinan su aparición.
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Criterios para la descripción de una lesión:


1. Aspecto
2. Forma o contorno
3. Color
4. Superficie
5. Base
6. Bordes
7. Tamaño
8. Consistencia
9. Movilidad
10. Sitio de localización
11. Síntomas
12. Exudados o secreciones

MATERIAL
Alumno:
2 imágenes de cada una de las lesiones elementales
SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) El profesor interrogará a los alumnos respecto a las lesiones elementales.
2) Los alumnos de cada equipo identificarán y describirán los diferentes tipos de lesiones
elementales proporcionadas por ellos.
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Práct ica 4. Interpret ac ión de est udios de l aborator io


MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA
OBJETIVO
Interpretar exámenes de laboratorio de rutina y complementarios, como auxiliares de diagnóstico,
que permitan al estudiante corroborar diagnósticos presuntivos elaborados con base en la Historia
Clínica.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


1. Concepto de exámenes de laboratorio de rutina y complementarios.

2. Completar la información de la siguiente tabla:


Ejemplos de
Exámenes de Elementos que lo
Indicaciones Valores de referencia enfermedades donde se
laboratorio integran
encuentran alterados

Biometría
hemática
(BH)

Química
sanguínea
(QS)
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Ejemplos de
Exámenes de Elementos que lo
Indicaciones Valores de referencia enfermedades donde se
laboratorio integran
encuentran alterados

Examen
General de
Orina
(EGO)

Pruebas de
tendencia
hemorrágica

Hemoglobina
glicosilada
(HbA1c)

Determinación
de Insulina
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MATERIAL

Alumno: Manual:

Resultado de un estudio de 3 casos con resultados de estudios


laboratorio de laboratorio realizados a pacientes

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) El profesor evaluará por medio del interrogatorio de los temas previos a los alumnos, la
información teórica necesaria para el desarrollo de la práctica.
2) El profesor responsable del equipo supervisará y realimentará a los alumnos cuando
realicen el análisis e interpretación de los resultados de los estudios de laboratorio de los
casos clínicos del manual y de los que proporcione el alumno. Esta actividad puede
complementarse con apoyo de material bibliográfico científico (libros, artículos etc.).

RESULTADOS
Con base en la revisión de los resultados de los estudios de laboratorio, se emitirá el diagnóstico
correspondiente.
El profesor responsable del equipo interrogará a los alumnos respecto a la conducta a seguir por el
Cirujano Dentista según la interpretación de los estudios realizados.
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CASO 1

Nombre del paciente: B.M.M, Edad: 70 años Sexo: Femenino

Paciente Diabética tipo 2 desde hace 15 años, bajo tratamiento médico con insulina humana de
acción intermedia, una vez al día. Presenta épulis fisurado en fondo de saco superior izquierdo de 5
cm. Que requiere remoción quirúrgica. Se solicitan los siguientes exámenes de laboratorio para
valoración prequirúrgica:
VALORES DE REFERENCIA
BIOMETRÍA HEMÁTICA RESULTADO
H M
Hematocrito 50 % 40 – 54 % 38 – 47 %
Hemoglobina 16.0 g/dl 13.5 – 18 g/dl 12 – 16 g/dl
Eritrocitos 5,930 x 106 mm3 4.6 – 6.2 x 106 mm 3 4.2 – 5.4 x 106 mm 3
Leucocitos 13,550 mm3 5,000 – 10,000 mm3
Linfocitos 30 % 34 %
Segmentados 68 % 56 %
Bandas 0% 3%
Eosinófilos 2% 2.7 %
Monocitos 0% 4%
Basófilos 0% 0.3 %
Blastos 0% 0%
Plaquetas 382,000 mm3 150,000 – 400,000 mm3
CMCH 32 % 32 – 36 %
TS 1 min. 42 seg. (ivy) 1- 6 min.
TC 2 min. 15 seg. 3 – 8 min.
TPT 42 seg. 60 – 70 seg.

QUÍMICA SANGUÍNEA RESULTADO VALORES DE REFERENCIA


Glucosa 130 mg/dl 70 – 100 mg/dl
Urea 20 mg/dl 8 – 18 mg/dl
Creatinina 1.8 mg/dl 0.6 – 1.2 mg/dl
Ácido úrico 3.3 mg/dl Varón: 2.1 – 7.8 mg/dl Mujer: 2.0 – 6.4 mg/dl
Colesterol 203 mg/dl 180 – 200 mg/dl

Valores alterados Interpretación

Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
¿Qué examen de rutina es necesario solicitar para complementar el diagnóstico de la paciente y
qué alteraciones esperaría encontrar?
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CASO 2
Paciente masculino de 49 años de edad, acude a consulta por presentar absceso periapical crónico
en diente 46. Refiere ser Hipertenso desde hace 4 años, bajo tratamiento médico con Losartán de
50 mg, una por la mañana. Se sospecha cursa con Síndrome Metabólico, se solicitan los siguientes
exámenes de laboratorio.

QUÍMICA SANGUÍNEA
Valor de Ref. DETERMINACIÓN DE HEMOGLOBINA
INSULINA GLICOSILADA
Glucosa: 134 60 – 100 mg/dl

Urea: 8.0 10 – 50 mg/dl


Resultado: 9.0
Creatinina: 1.0 0.2 – 2.0 mg/dl
Resultado: 37.0 µU/ml
Ácido úrico: 4.8 4.7 – 7 mg/dl
Valores normales:
Colesterol Total: 280 150 – 200 mg/dl No diabético: 4.5 – 7
HDL: 30
>35 mg/dl Hombres Valor de Ref.: 5 – 25 µU/ml Diabético incontrolado:
>40 mg/dl Mujeres mayor a 7
LDL: 220 100 mg/dl

Triglicéridos: 280 74 – 150 mg/dl QFB.SVF . QFB.SVF .


QFB.SVF .

Valores alterados Interpretación

Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
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CASO 3
Paciente femenina de 58 años de edad, se envían exámenes de rutina y preoperatorios por requerir
tratamiento quirúrgico preprotésico de extracciones múltiples y regularización de proceso

*BIOMETRÍA HEMÁTICA COMPLETA*


(COULTER)

FORMULA BLANCA RESULTADO V. NORMAL


LEUCOCITOS 3.5 4.8 - 10.8 x 103

LINFOCITOS 26.2 20.5 - 51 %

MONOCITOS 6.0 1.7 - 9.3 %

GRANULOCITOS 67.8 42.2 - 75.2 %

BANDAS 0.0 3-5%

EOSINÓFILOS 0.7 0.0 - 0.7 x 103

BASÓFILOS 0.2 0.0. - 0.2 x 103

FORMULA ROJA

M 4.7 - 6.1 x 106


ERITROCITOS 3.73
F 4.2 - 5.4 x 106

M 14 -18 g/dl
HEMOGLOBINA 12.6
F 12 -16 g/dl

M 42 - 52 %
HEMATOCRITO 39.4
F 37 - 47 %

M 80 - 94fL
VOLUMEN CORPUSCULAR MEDIO (MCV) 105.5
F 81 - 99 Fl

CONCENTRACIÓN MEDIA DE HEMOGLOBINA (MCH) 33.8 27 - 31 pg

CONCENTRACION MEDIA DE HEMOGLOBINA


32.0 33 - 37 g/dl
CORPUSCULAR (MCHC)

ANCHO DE DISTRIBUCIÓN DE ERITROCITOS 12.7 11.5 - 14.5%

OBSERVACIONES: MACROCITOSIS

PLAQUETAS 275 130 - 400 x 103

VOLUMEN PLAQUETARIO MEDIO 7.8 7.4 - 10.4fL


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QUÍMICA SANGUÍNEA
Prueba Resultado Intervalo de referencia
Glucosa 148 mg/dl 74-106 mg/dl
Nitrógeno uréico 21 mg/dl 7-18 mg/dl
Creatinina 0.8 mg/dl 0.6-1.3 mg/dl
Ácido Úrico 6.2 mg/dl 2.6-7.2 mg/dl
Colesterol Total 205 mg/dl 50-200 mg/dl
Triglicéridos 121 mg/dl 30-150 mg/dl
LDL 149 mg/dl 0-99 mg/dl
HDL 44 mg/dl 40-60 mg/dl

EXAMEN GENERAL DE ORINA


Intervalo de
Prueba Resultado
referencia
Densidad 1.010 1.010-1.025
EXAMEN FÍSICO Ph 6.5 5.0-6-0
Color Amarillo Amarillo claro
Glucosa ---- Negativo
Urobilinógeno ---- Negativo
Bilirrubina ---- Negativo
EXAMEN QUÍMICO Cuerpos Cetónicos ---- Negativo
Proteínas ---- Negativo
Nitritos ---- Negativo
Hemoglobina ---- Negativo
Leucocitos 5 a 10 por campo 0-5 por campo
Eritrocitos 2 a 4 por campo 0 a 2 por campo
Piocitos Escasos Ausentes
Células escamosas Moderadas Ausentes
EXAMEN
Células epiteliales renales ---- Ausentes
MICROSCÓPICO
Bacterias Moderadas Ausentes
Moco ---- Ausentes
Levaduras ---- Ausentes
Cristales ---- Ausentes
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Pruebas Hemorragíparas Resultado Rango de Referencia

Tiempo de sangrado (Duke): 5 min 00 seg 1 a 3 min.

Plasma testigo: 13.1


Tiempo de Protrombina (Quick) 13.1 segundos
segundos
Concentración de Protrombina 100 % 70 a 100 %
Tiempo de Tromboplastina Parcial
28.6 segundos 26 a 40 seg
Activada

Tiempo de trombina: 15.9 segundos 5 a 22 seg

Valores alterados Interpretación

Diagnóstico: _______________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
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Práct ica 5. C ito log ía exfo liat iva y t inc ió n co n az ul de


tol uidina
DRA. ROSA DIANA HERNÁNDEZ PALACIOS

OBJETIVO
Realizar citología exfoliativa bucal y tinción con azul de toluidina e interpretar los resultados.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

1.- Características morfológicas del epitelio bucal

2.- Criterios de displasia epitelial bucal

3.- Definición de tinción con azul de toluidina


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4.- Técnica para la tinción con azul de toluidina

5.- Interpretación de la tinción con azul de toluidina

6.- Definición de citología exfoliativa

7.- Técnica para realizar la citología exfoliativa


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8.- Conducta a seguir de acuerdo a los resultados del reporte citológico

FUNDAMENTO TEÓRICO
El Cirujano Dentista en su práctica profesional cuenta con diversos auxiliares para realizar el
diagnóstico de lesiones que se presentan en cavidad bucal. Cuando se sospeche de desórdenes
potencialmente malignos se puede realizar la citología exfoliativa o la tinción con azul de toluidina
y en caso que resulten positivas se deberá realizar la biopsia bucal para obtener el diagnóstico
definitivo.
Es importante que el Cirujano Dentista de práctica general esté en estrecha relación con el patólogo
bucal para referir a los pacientes cuando presentan lesiones sospechosas, logrando así establecer
el diagnóstico de certeza e implementar el tratamiento oportunamente mejorando con esto el
pronóstico y por tanto la calidad de vida del paciente.

MATERIAL

CITOLOGÍA EXOFOLIATIVA

Alumno: Laboratorio:
4 portaobjetos
1 Abatelenguas por alumno
Laminillas teñidas normales y con
1 Lápiz
atipia celular
1 Masking tape
1 Fijador en spray (citospray)
Alcohol etílico o isopropílico 30 ml
2 hisopos
Sobreguantes
Consentimiento informado
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TINCIÓN CON AZUL DE TOLUIDINA

Alumno: Laboratorio:

2 hisopos
Ácido acético al 1%
1 Vaso pequeño
Azul de toluidina al 1%
Agua 100ml

EQUIPO

Alumno: Laboratorio:

1 Celular con cámara 2 Microscopios ópticos

SERVICIOS

Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) El profesor responsable, realizará por medio del interrogatorio a los alumnos, la evaluación
de los temas previos para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la práctica de la toma y fijación del frotis citológico por pareja.
3) Los alumnos observarán al microscopio una laminilla con células teñidas con técnica de
Papanicolau. Primero revisarán la laminilla correspondiente a una citología tomada de
mucosa normal, posteriormente harán la revisión de una citología de células alteradas.
4) Los alumnos realizarán la práctica de tinción con azul de toluidina e interpretación de
resultados por pareja.
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RESULTADOS

En la siguiente tabla, los alumnos realizarán un reporte de práctica que incluya imágenes de la
tinción con azul de toluidina y muestras citológicas (de células normales y alteradas) observadas
durante la práctica.

Imagen de células normales

Citología exfoliativa
Imagen de células alteradas

Imagen de tinción positiva

Tinción con azul de


toluidina
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Pr áct ica 6. B iops ia buc al


DRA. ROSA DIANA HERNÁNDEZ PALACIOS

OBJETIVO
Realizar la técnica de biopsia bucal.

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


1.-Definición de biopsia

2-Tipos de biopsia

3.- Indicaciones y limitaciones para realizar una biopsia bucal


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4.-Técnica para realizar los diferentes tipos de biopsias

5.- Riesgos al realizar una biopsia bucal

6.- Criterios para enviar la muestra obtenida

FUNDAMENTO TEÓRICO
Es importante que el Cirujano Dentista de práctica general esté capacitado para realizar biopsia
bucal cuando se tenga duda del diagnóstico clínico o cuando se sospeche de lesiones malignas, en
este caso debe mantener estrecha relación con el patólogo bucal para establecer el diagnóstico
definitivo e implementar el tratamiento oportuno o remisión a un segundo o tercer nivel de
atención, mejorando con esto el pronóstico y por tanto la calidad de vida del paciente.
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MATERIAL
Alumno: Laboratorio:

Muslo o pierna de pollo sin piel


1 Mango de bisturí No. 3
2 Punch (por mesa)
2 Hoja de bisturí No.15
Contenedor con Cal
1 Pinzas Adson con diente y 1 sin diente
Bolsa Amarilla
1 Porta agujas
Contenedor con Hipoclorito de Sodio
1 Sutura de seda "000"
al 0.05%
1 Tijeras para sutura
Contenedor para vidrio
1 Campo desechable
Guantes rojos de uso rudo
1 Par de guantes
Frasco pequeño de boca ancha
1 Cubrebocas
Formol al 10%
1 Jabón líquido
1 Marcador permanente

EQUIPO

Alumno: Laboratorio:
Celular con cámara 2 Microscopios ópticos

SERVICIOS

Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) El profesor responsable, realizará por medio del interrogatorio a los alumnos, la


evaluación de los temas previos para el desarrollo de la práctica.
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2) De forma individual se realizará la toma de biopsia incisional y excisional en el sitio


colocado en el muslo de pollo con el marcador permanente por el profesor responsable,
quien además supervisará la técnica empleada.
3) Al finalizar la práctica, desecharán la pieza de pollo y los objetos punzocortantes de
acuerdo a la tabla de Manejo de Residuos Peligrosos Biológico Infecciosos (RPBI).

RESULTADOS

En la siguiente tabla, los alumnos realizarán un reporte de práctica que incluya imágenes de la
técnica a seguir para realizar la biopsia mostrando el tipo de corte.

Imagen de corte en biopsia incisional y excisional.

Biopsia bucal
Imagen de frasco con formol para colocación de biopsia
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B I B LI O GR A FÍ A

1. Albiter, F. G. A., Jerónimo, M. J. A. Manual de elementos para el diagnóstico de alteraciones


bucales. FES Zaragoza, UNAM. 2013.
2. Castellanos, S., Díaz, G. L. M, Lee, E. A. G. Medicina en odontología: Manejo dental de
pacientes con enfermedades sistémicas. 3a ed. México: El manual moderno; 2015.
3. Manual para la detección de alteraciones de la mucosa bucal y lesiones premalignas.
Ciudad de México: Secretaría de salud; 2003.
4. Tierney, L. M., Saint, S., Whooley, M. A., Manual de Diagnóstico Clínico y tratamiento.
México: Mc Graw-Hill 2011.
5. http://www.patologiabucal.com/index_htm_files/lesioneslementales.pdf
6. LeBlond, R. F., Brown, D.D., De Gowin, R.L. (2010). Examen Diagnóstico. 9a edición,
México: Mc GrawHill.
7. Lewis, M. O., Lamey, P.-J. (2011). Oral Medicine in Primary Dental Care. Springer
8. Seidel, M. H. (2011). Manual Mosby de Exploración Física. 7ª edición, México: Elsevier.
9. Hernández, P. R. D., Solís, C. M.A., Gálvez, R. G., Ríos, E. J., Gómez, G. Y., Quezada, R. D.
(2000). Citología exfoliativa y biopsia en cavidad bucal. México. FES Zaragoza. UNAM.
10. De la Rosa, G.E., Anaya, S. G., Godoy, R. L. M. (2009) Manual para la Detección de
alteraciones de la mucosa bucal potencialmente malignas. México: Secretaría de Salud.
11. Leyba, H. E. R., Jacinto, A. L. F., Portilla, R. J., Gaitán, Z. L. A. (2018) Manual de técnicas
clínicas para el diagnóstico oportuno de lesiones benignas, potencialmente malignas y
malignas. México: Facultad de Odontología. UNAM
12. Roed-Petersen, B., Renstrup, G. A topographical classification of the oral mucosa suitable
for electronic data processing: its application to 560 leukoplakia. Acta odontológica
scandinavica, 1969, 27:681-695.
13. Sánchez, U. I., Quezada, G. A., Cedeño, Q. L. M. Lesiones elementales en dermatología.
Revista Médica de Costa Rica y Centroamérica 2010; 67 (594) 345-348.
14. Guzmán, D. A. M. ¿Cuándo dos exámenes seriados de laboratorio representan un cambio
en el estado de salud de un paciente? Rev. Med. Chile 2010; 138:780-783.
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15. Almirón, M. S., Rosende, R. O., Zamudio, M., Gili, M. A. Valoración de la citología
exfoliativa como método diagnóstico a propósito de un Carcinoma escamoso de lengua.
Revista Facultad de Odontología. 2011; 4(1):61-68.
16. Brunotto, M., Zárate, A. M, Cismondi, A., Fernández, M. C, Noher de Halac, R. I. (2005)
Valuation of exfoliative cytology as prediction factor in oral mucosa lesions. Med Oral Patol
Oral Cir Bucal; 10: Suppl 2: E92 - 102.
17. Hernández-Palacios, R. D., Solís-Crespo, M. A., Gálvez-Reyes, G., Ríos-Estrella, J., Gómez-
Gutiérrez, Y., Quezada-Rivera, D. (2000) Citología Exfoliativa y Biopsia en Cavidad Bucal.
Facultad de Estudios Superiores Zaragoza UNAM: 29-76.
18. Sánchez, S. K., Hernández, P. R. (2020) Eficacia del azul de toluidina para la detección
temprana de cáncer oral. Una revisión narrativa. Casos y revisiones de salud.; 2(1):42-49.
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UNIDA D 2. ENF ERMEDADES SIST ÉMICAS , MUJER


G ESTA NT E Y SU RELA CIÓ N CO N EL SIST EMA
ESTO MATOG NÁT ICO

REVISIÓN Y DISCUSIÓN DE CASOS CLÍNICOS DE PACIENTES CON COMPROMISO


SISTÉMICO

OBJETIVO

Establecer el diagnóstico de salud integral de los pacientes presentados en los casos clínicos, así
como su manejo estomatológico y en caso necesario la interconsulta con otro profesional de la
salud.

FUNDAMENTO TEÓRICO

El Cirujano Dentista en su práctica profesional debe brindar atención a pacientes con compromiso
sistémico y mujer gestante, por lo que debe estar capacitado para decidir cuándo y bajo qué
condiciones atenderá a este tipo de pacientes o si es necesario remitirlo a interconsulta con algún
otro profesional de la salud. En esta unidad, el alumno revisará las enfermedades sistémicas más
frecuentes en la población adulta mexicana.

MATERIAL

Alumno:
Resumen de las historias clínicas de los casos 1 al 6

SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO

1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.

Práct ica 7. C aso c lín ico 1

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 1 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:

Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica

Obesidad
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Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica

Anorexia

Bulimia

Caso clínico 1
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: G. R. M. Estado civil: Divorciada
Edad: 26 años Ocupación: Administradora de empresas
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar dolor dental al comer algunos alimentos.
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace seis meses inició con sensibilidad dentaria, la cual ha ido en aumento sobre
todo al ingerir alimentos ácidos y bebidas frías o calientes.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con gastritis. Madre con sobrepeso y diabetes.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Procede de estrato socioeconómico medio-alto. Casa habitación con todos los servicios extra e
intradomiciliarios. Alimentación: desayuna té sin azúcar, jugo o fruta, huevo, en la comida ingiere
sopa, guisado que incluye carnes y verduras, cena té o café y frutas. Comenta que “en ocasiones no
me limito en la comida”. Consume diario de 2 a 3 litros de agua de jamaica concentrada. Higiene:
Baño y cambio de ropa diario, se cepilla los dientes dos a tres veces al día con técnica adecuada y
uso de hilo dental diariamente. Realiza ejercicio 5 veces por semana, 2 horas en promedio (natación
y spinning).

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Tabaquismo positivo desde los 19 años de edad, actualmente fuma uno o dos si se siente nerviosa.
Alcoholismo positivo ingiriendo tequila semanalmente. Hace tres años presentó cuadro depresivo,
asociado a divorcio. Hace 2 años estuvo en tratamiento médico para control de peso, perdiendo 8
kilos en un mes, con dieta y fármaco del cual desconoce el nombre. Posteriormente recuperó el
peso perdido y dos kilos más.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere padecer estreñimiento por lo que procura comer alimentos ricos en fibra y ocasionalmente
utiliza laxantes naturales como el tamarine. En ocasiones padece de calambres en pantorrillas que
asocia al ejercicio. Refiere dolor en epigastrio y regurgitaciones que con frecuencia llegan al vómito.
Hace tres meses presenta amenorrea y refiere ardor de lengua y dolor con alimentos irritantes.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientada en tiempo y espacio, mesomórfica, extrovertida, nerviosa, con
palidez en piel y mucosas.
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SOMATOMETRÍA

Peso: 57 kg. Talla 1.68 m.

SIGNOS VITALES

TA: 110/70 mm Hg. Pulso: 75 x min. FC: 75 x min


FR: 17 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan labios deshidratados, mucosa pálida, lengua con atrofia papilar e indentaciones en
bordes laterales. Presenta obturaciones estéticas en dientes 15, 16, 26, 27, 36, 37, 45 y 46. Pérdida
del esmalte en caras palatinas de los dientes 15-11, 21- 25 con exposición dentinaria. Caries
interproximal en dientes 11 y 21.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes psicosociales de la enfermedad sistémica
3. Calcule e interprete el IMC
4. ¿Qué exámenes de laboratorio indicaría para valorar la condición sistémica de la paciente?
5. ¿Cuáles son las manifestaciones bucales de la enfermedad sistémica?
6. Explique ¿cuál es la causa de la sensibilidad dentaria?
7. ¿Cuál sería el manejo integral de esta paciente?
8. ¿Cuáles son los profesionales de la salud que deben estar implicados en el tratamiento
integral de esta paciente? (Haciendo referencia a sus funciones)
9. ¿Cuál es el manejo estomatológico a seguir en esta paciente?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 8. Caso cl ínico 2

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 2 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:

Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica

Síndrome
metabólico

Diabetes Mellitus
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Caso clínico 2

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S.E.B. Estado civil: Casado
Edad: 60 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta estomatológica por presentar "llagas" en la encía, las cuales le causan
dolor que se acentúa a la ingesta de alimento condimentado.

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace algunos días notó la presencia de “dos o tres” úlceras que le molestan
demasiado al comer, al tomar alimentos calientes, ácidos y condimentados. También refiere estar
sometido a estrés laboral.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con diabetes mellitus e hipertensión arterial, madre fallecida por infarto al miocardio, abuelo
paterno con diabetes mellitus y hermana con dislipidemia.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación bien construida que cuenta con baño, cocina, sala, comedor, dos recámaras
independientes y todos los servicios intradomiciliarios, bien ventilada e iluminada. Realiza dos
comidas al día comiendo en la calle la mayoría de las veces, ingiriendo refresco y tacos o tortas. La
cena la realiza en casa consumiendo sopas de pasta o arroz, guisados de res, puerco o pollo. Se
baña diario con cambio de ropa al día, se cepilla los dientes dos veces al día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Amigdalectomía a los 9 de edad sin complicaciones. Dos meses atrás, presentó gastritis a causa de
estrés y ayuno prolongado, el médico tratante recetó omeprazol durante un mes y le indicó el tipo
de alimentación a seguir, pero no respetó dieta sugerida ni medicación indicada “sintiendo una
recaída”, por lo que las molestias se vuelven a presentar en este momento.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


El paciente refiere cursar desde hace algún tiempo con cefalea, náusea, acufenos, astenia,
adinamia, visión borrosa, polidipsia, polifagia, poliuria, nicturia, mareos, disnea y nerviosismo.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio, apariencia física mayor a la edad cronológica. Se
observa diaforético y presenta palidez en piel y mucosas. Al realizar el interrogatorio, el paciente
se encuentra inquieto.

SOMATOMETRÍA

Peso: 98 kg. Talla 1.65 m.

SIGNOS VITALES

TA: 140/100 mm Hg. Pulso: 95 x min. FC: 95 x min


FR: 25 x min. Temperatura: 37.1 °C Perímetro abdominal: 110 cm.

EXPLORACIÓN BUCAL
El paciente presenta queilitis angular, tres úlceras dolorosas de forma oval con halo eritematoso de
2-4 mm. en fondo de saco a nivel de los dientes anteriores inferiores, pérdida de los cuatro primeros
molares, caries de esmalte y dentina en dientes 15, 25, 37 y 47, acúmulo de biofilm y cálculo dental,
gingivorragia, halitosis, movilidad de grado 2 de los dientes 13, 14 y 15 y de grado 3 en los dientes
17 y 18.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Química sanguínea:
Resultados Valores de referencia

Glucosa 200 mg/dl 70 - 110 mg/dl

Urea 55 mg/dl 20 - 40 mg

Creatinina 1.9 mg/dl 0.7 - 1.2 mg/dl

Colesterol 260 mg/dl Menor a 200 mg/dl

Triglicéridos 270 mg/dl Menor a 150 mg/dl


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 Biometría Hemática:

Resultados Valores de referencia


Eritrocitos 4.0 x 106 /mm3 4.7 - 6.0 x 106/mm3

Hemoglobina 14 g/dl. 15.0 - 19.0 g/dl

Hematocrito 41.4 % 45 – 58 %

VCM 87 FL 80 - 95 FL

CMHC 35 % 32 – 36 %

Leucocitos totales 12,000/mm3 5,000 - 10,000/mm3

Neutrófilos 82 % 45 – 70 %

Linfocitos 32.2 % 20 – 40 %

Monocitos 4% 1–6%

Bandas 0% 1–6%

Eosinófilos 3% 0–3%

Basófilos 0% 0-1%

Plaquetas 250,000 mm3 170,000- 410,000/mm3

 Examen General de Orina:

Resultados Valores de referencia

Color Amarillo ámbar Amarillo claro-ámbar

Aspecto Ligero turbio Translúcido

Densidad 1.035 1.005 - 1.030

Ph 7.5 5-8

Olor Fétido Sui generis

Proteínas Positiva Negativo

Eritrocitos 6 x campo Negativo

Leucocitos Abundantes Negativo

Bacterias Abundantes Negativo


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 Imágenes clínicas

Imágenes. Úlceras de forma oval con halo eritematoso en fondo de saco a nivel de los dientes anteriores inferiores
Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione el diagnóstico sistémico del paciente, así como los criterios que lo sustentan.
2. Recupere y fundamente los factores de riesgo que favorecieron la condición sistémica del
paciente
3. Identifique los determinantes sociales de la salud que participan en el desarrollo de la
enfermedad sistémica.
4. De los exámenes de laboratorio, ¿cuáles se encuentran alterados y cómo los interpreta?
5. Mencione el tratamiento y medidas generales para las enfermedades sistémicas.
6. Enuncie los diagnósticos bucales y ¿cuáles son sus causas?
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico a seguir con este paciente?
8. Mencione las complicaciones que puede llegar a presentar el paciente por sus
enfermedades sistémicas, en caso de requerir extracción dental.
9. ¿Qué recomendaciones puede hacerle para mejorar su estado de salud?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 9. Caso cl ín ic o 3

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 3 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:

Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica

Hipertensión
arterial
Cardiopatía isquémica

Angina
de pecho
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Caso clínico 3

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: R. M. A. Estado civil: Casado
Edad: 59 años Ocupación: Pensionado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento: Chiapas
Lugar de residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta para solicitar limpieza dental y "tapar una muela que se le rompió al
morder un alimento duro”

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que se le fracturó un molar lo que ocasiona dolor a la masticación.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por accidente cerebro vascular.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación con todos los servicios extra e intradomiciliarios. Alimentación: desayuna fruta,
jugo, café y pan, en la comida ingiere sopa, guisado que incluye carnes y verduras, cena té o café y
frutas. Higiene: Baño y cambio de ropa diario, se cepilla los dientes dos veces al día con técnica
deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Tabaquismo positivo desde los 29 años de edad, fumando una cajetilla diaria, alcoholismo positivo
en eventos sociales. Hipertensión arterial de 10 años de evolución tratada con captopril de 25 mg.
(tabletas) 1 cada 12 horas, cardiopatía isquémica diagnosticada desde hace un año, controlada con
tabletas de 100 mg al día de ácido acetil salicílico e isosorbide sublingual (en caso necesario).
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


El paciente refiere astenia y adinamia, en ocasiones se marea y presenta cefalea. Ha notado dolor
del brazo izquierdo y sensación de opresión cuando realiza esfuerzos y desaparece con el reposo o
con el suministro de isosorbide sublingual.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientado en tiempo y espacio, hidratado, sin ingurgitación yugular.

SOMATOMETRÍA

Peso: 88 kg. Talla 1.63 m.

SIGNOS VITALES

TA: 170/100 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min


FR: 24 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta periodontitis generalizada por el acúmulo de cálculo dental, así como caries de esmalte y
dentina en los dientes 15, 16, 26, 27, 37, 45 y 46. Diente 36 con fractura coronal que involucra
esmalte y dentina.

AUXILIADES DE DIAGNÓSTICO
 Química sanguínea
Resultados Valores de referencia

Glucosa 90 mg/dl 70 - 100 mg/dl

Urea 32 mg/dl 10 - 50 mg/dl

Creatinina 1.2 mg/dl 0.50 - 1.20 mg/dl

Ac. Úrico 7.8 mg/dl 2.40 - 5.40 mg/dl

Colesterol 300 mg/dl 150 - 200 mg/dl

Triglicéridos 250 mg/dl 50 - 160 mg/dl


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NOTA DE EVOLUCIÓN
Al realizar el tratamiento del diente 36 (obturación con amalgama), el paciente inicia con dolor
precordial opresivo del lado izquierdo irradiado a mandíbula con una duración de 8 minutos, que
cede al suspender el tratamiento y dejarlo en reposo. Se aplica isosorbide de 5 mg. vía sublingual;
se llama a la ambulancia y es trasladado al Hospital de Cardiología Centro Médico Nacional Siglo
XXI.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente.


2. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad sistémica.
3. ¿Qué factores modificables y no modificables favorecieron el problema cardiovascular?
4. De acuerdo a las cifras de TA, ¿cómo se clasifica esta alteración sistémica?
5. Correlacione los resultados del estudio de laboratorio con la enfermedad sistémica.
6. ¿Cuál sería el manejo estomatológico para el paciente en citas posteriores?
7. ¿Qué tipo de anestésico está indicado en este paciente?
8. Si el paciente estuviera controlado de la HTA con propanolol, ¿qué anestésico sería el
indicado?
9. ¿Cuáles son las indicaciones y efectos secundarios (sistémicos y bucales) por uso
prolongado del captopril e isosorbide?
10. Explique, ¿qué relación existe entre el problema periodontal y el cardiovascular en este
paciente?
11. ¿Cuál es la repercusión del uso del antiagregante plaquetario en caso de requerir
tratamiento quirúrgico?
12. ¿Cómo manejaría al paciente que presenta una crisis anginosa durante la consulta dental?
13. ¿Cuáles son las medidas preventivas a seguir en este paciente con relación a su compromiso
sistémico?
14. ¿Qué recomendaciones le haría al paciente para mejorar su estado de salud?
15. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 1 0. C aso c lín ico 4

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 4 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:

Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica
Cardiopatía isquémica

Infarto al
miocardio

Caso clínico 4
CD. ELIZABETH PÉREZ MADRIGAL

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. C. M. Estado civil: Casado
Edad: 64 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar movilidad en “su diente postizo”.
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PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace una semana comenzó a sentir que el diente restaurado con corona de
metal-porcelana se le movía ligeramente, lo cual ha ido en aumento conforme pasan los días.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por diabetes mellitus. Madre hipertensa fallecida por accidente cerebrovascular.
Hermano con obesidad y dislipidemia.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación que cuenta con todos los servicios extra e intradomiciliarios. Alimentación: cambio
su dieta hace ocho meses por recomendación médica. Anteriormente, su dieta era alta en grasas y
carbohidratos. Actualmente, consume pescado, carne y pollo asados o guisados, ha aumentado su
ingesta de agua y de algunos vegetales (evitando las verduras verdes por recomendación médica),
y ha disminuido el consumo de sal. Higiene: Baño y cambio de ropa diario. Se cepilla los dientes dos
veces al día, con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Tabaquismo positivo desde los 25 años, fumando 20 cigarrillos al día. Actualmente no fuma. Refiere
estrés laboral permanente desde hace seis meses. Diagnóstico de hipertensión arterial hace dos
años, medicado con amlodipino 25 mg diarios. Infarto al miocardio hace ocho meses, tratado con
angioplastia y colocación de un stent coronario. Actualmente en tratamiento médico con
acenocumarol 3 mg diarios y metoprolol 50 mg cada 12 horas.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere cefalea, astenia y mareos ocasionales.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio con edad aparente igual a la cronológica.

SOMATOMETRÍA
Peso: 74 kg. Talla: 1.67 m.
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SIGNOS VITALES

TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 70 x min. FC: 70 x min


FR: 16 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa gingivitis generalizada. Los dientes 12, 11, 21 y 22 se encuentran rehabilitados con
coronas de metal porcelana. El diente 13 presenta corona de metal porcelana fracturada por
palatino. El diente 14 se encuentra rehabilitado con endoposte metálico y corona de metal
porcelana, al realizar la exploración se observa que la corona (incluyendo el endoposte), están
“sobrepuestos”. Ausencia del diente 15.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Examen radiográfico e imagen clínica


Se observa fractura vertical en la raíz.

Imágenes. Radiografía periapical y resto radicular del diente 14


Fuente: Directa.
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ESTUDIOS DE LABORATORIO

 Química sanguínea

Resultados Valores de referencia

Glucosa 80 mg/dl 70 - 100 mg/dl

Urea 38 mg/dl 10 - 50 mg/dl

Creatinina 0.71 mg/dl 0.50 - 1.20 mg/dl

Ac. Úrico 3.20 mg/dl 2.40 - 5.40 mg/dl

Colesterol 250 mg/dl 150 - 200 mg/dl

Triglicéridos 200 mg/dl 50 - 160 mg/dl

 International Normalized Ratio ( INR )

Resultados Valores de referencia

2.0 0.8 - 1.2

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. ¿Qué factores modificables y no modificables favorecieron el problema cardiovascular?
3. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad sistémica.
4. Correlacione los resultados de los estudios de laboratorio con la enfermedad sistémica
5. ¿Por qué es importante que el paciente siga la recomendación del médico sobre no
consumir vegetales verdes?
6. ¿Después de cuánto tiempo es posible atender a un paciente con antecedente de infarto?
7. En caso de que un paciente requiera un tratamiento estomatológico de urgencia y no ha
transcurrido el tiempo mínimo indicado para atenderle, ¿qué se debe hacer?
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8. Tomando en cuenta que el paciente se encuentra bajo tratamiento con anticoagulante


(acenocumarol), ¿qué se debe considerar antes de realizar la extracción del resto radicular
del diente 14?
9. ¿Qué tipo de anestésico está indicado en este paciente?
10. ¿Qué tipo de analgésicos están indicados y contraindicados en este paciente?
11. ¿Cuáles son las medidas preventivas a seguir en este paciente con relación a sus
compromisos sistémicos?
12. ¿Cuál sería el manejo estomatológico para el paciente en citas posteriores
13. ¿Qué recomendaciones le haría al paciente para mejorar su estado de salud?
14. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 11. Cas o cl ín ico 5

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 5 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes enfermedades sistémicas:

Enfermedad
Cuadro clínico Manejo estomatológico
sistémica

Artritis reumatoide

Síndrome de
Sjögren

Lupus eritematoso
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Caso clínico 5
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: E. P. S. Estado civil: Casada
Edad: 31 años Ocupación: Ama de casa
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude al servicio de estomatología por presentar úlceras dolorosas en lengua y labios.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace cuatro días se ha sentido mal, decaída, con malestar general y dolor
moderado de articulaciones y músculos. Ayer le aparecieron úlceras en labios y lengua muy
dolorosas que le impiden comer.

ANTECEDENTES HEREDO FAMILIARES


Padre fallecido por infarto agudo al miocardio. Madre viva con artritis reumatoide controlada.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Cuenta con vivienda propia con todos los servicios extra e intradomiciliarios. Alimentación: realiza
tres comidas al día. Desayuno: leche, huevo, pan y tortilla. Comida: Arroz o sopa, verduras, pollo o
pescado acompañado de tortilla. Cena café, frijoles y pan. Higiene: baño y cambio de ropa diario,
se lava los dientes tres veces al día con técnica adecuada.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Refiere que padeció varicela a los 8 años y parotiditis viral a los 10 años sin complicaciones.
Antecedentes neoplásicos, alérgicos y transfusionales interrogados y negados.
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ANTECEDENTES GINECO OBSTÉTRICOS


Tuvo dos embarazos a término, uno con parto eutócico y otro distócico.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere fatiga, fiebre intermitente, mialgias en brazos y piernas, desde hace dos meses
aproximadamente amanece con edema palpebral y en cara, el cual va desapareciendo durante el
día.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Se observa paciente bien orientada en tiempo y espacio, con facies dolorosas. Presenta lesiones
rojas en cara acentuándose más en puente de la nariz y zona de malares, esto se agudizó desde
hace cuatro días. Edad aparente mayor a la cronológica, alopecia en forma de moneda, los pulpejos
de las yemas de las manos se encuentran pálidos y fríos.

SOMATOMETRÍA

Peso: 60 kg. Talla 1.58 m.

SIGNOS VITALES

TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min


FR: 21 x min. Temperatura: 37.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan mucosas pálidas, así como 2 úlceras, 1 en mucosa labial inferior izquierda y la otra en
superficie ventral de lengua de 3 y 5 mm de diámetro respectivamente, rodeadas de halo
eritematoso muy dolorosas; presenta obturación con amalgama en los dientes 15, 16, 26, 27, 36,37
y 47.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Biometría Hemática:
Resultados Valores de referencia

Eritrocitos 3.73 x 106 /mm3 4.2 - 5.4 x 106/mm3

Hemoglobina 10 g/dl. 12.0 - 16.0 g/dl

Hematocrito 33.4 % 37-47 %

VCM 85 FL 80 - 95 FL

CMHC 32 g/dl 32 – 36 g/dl

Leucocitos 6.0 x 103/ mm3 5,000-10,000/mm3

Linfocitos 26.2% 20 - 40%

Neutrófilos 60 % 45 - 70%

Monocitos 6% 1–6%

Eosinófilos 0.2 % 0–3%

Basófilos 0.2 % 0-1%

Plaquetas 275,000/mm3 170,000 – 410,000/mm3

 Examen General de Orina:


Resultados Valores de referencia

Color Vogel II Amarillo claro-ámbar

Aspecto Turbio Translúcido

Densidad 1.040 1.005 - 1.030

pH 6.0 5-8

Nitritos Negativo Negativo

Proteínas 35 mg/dl Negativo

Cuerpos cetónicos Negativo Negativo

Urobilina Negativo Negativo

Bilirrubina Negativo Negativo

Hemoglobina 1mg/dl Negativo

Leucocitos 20 por campo Negativo

Eritrocitos 10 a 20 por campo Negativo

Cilindros hialinos y hemáticos Abundantes Negativo


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 Química Sanguínea:
Resultados Valores de referencia

Glucosa 92 mg/dl 70 - 100 mg/dl

Urea 40 mg/dl 10 - 50 mg/dl

Creatinina 2.0 mg/dl 0.50 - 1.20 mg/dl

Ac. Úrico 4.0 mg/dl 2.40 - 5.40 mg/dl

 Imágenes clínicas

Imágenes. Úlceras en borde bermellón del labio superior lado izquierdo y úlceras en piso de boca del lado izquierdo.
Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Mencione los criterios para clasificar la enfermedad sistémica.
3. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad sistémica.
4. Calcule el IMC de esta paciente y mencione su importancia para el caso.
5. Mencione los factores asociados al origen del padecimiento sistémico.
6. Correlacione los resultados de los estudios de laboratorio con la enfermedad sistémica.
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7. ¿Cuál sería el manejo estomatológico para el paciente de acuerdo a sus condiciones


actuales?
8. ¿Qué examen de laboratorio complementario indicaría para confirmar su diagnóstico
sistémico?
9. ¿Cuál es la relación de las úlceras con el padecimiento sistémico?
10. ¿Qué tratamiento farmacológico le indica generalmente el médico? y ¿qué efectos
secundarios pueden provocar?
11. ¿Cuál sería el seguimiento para este paciente y en qué caso se tendría que remitir a nivel
hospitalario?
12. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en esta paciente?
13. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 1 2. C aso cl ín ico 6

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 6 el alumno debe revisar los siguientes temas:

1. Cambios fisiológicos en la mujer gestante.

2. Manejo estomatológico por trimestre de gestación.

3. Complicaciones sistémicas (diabetes gestacional, pre-eclampsia y eclampsia)


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4. Granuloma gravídico (hemangioma lobular capilar) y gingivitis del embarazo.

Manejo estomatológico en la mujer


Enfermedad Cuadro clínico
gestante

Granuloma
gravídico
(hemangioma
lobular capilar)

Gingivitis del
embarazo

Caso clínico 6

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: P. D. R. Estado civil: Casada
Edad: 32 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento: Huixquilucan, Estado de México
Lugar de residencia: Nezahualcóyotl, Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a atención estomatológica, por presentar “hinchazón en encía”
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace aproximadamente 3 semanas notó la presencia de un aumento de volumen
entre los incisivos centrales superiores, el cual ha ido creciendo lentamente, sangra en forma
espontánea o al menor estímulo como el cepillado dental o al comer.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por carcinoma pulmonar, hermana con antecedentes de epilepsia y madre diabética
controlada.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación con deficientes servicios intradomiciliarios. Hábitos higiénicos regulares, con aseo
personal cada 2 días. Realiza dos comidas al día, en el desayuno toma café negro con un pan y en
la comida acostumbra sopa de pasta, tortillas, frijoles y algunas verduras, consume carne roja o
pollo en forma ocasional. Tabaquismo y alcoholismo negados.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Parasitosis intestinal tratada con metronidazol hace 2 años. Antecedentes quirúrgicos,
neoplásicos, alérgicos y transfusionales interrogados y negados.

ANTECEDENTES GINECO-OBSTÉTRICOS
Menarca a los 13 años de edad, con periodos regulares de 26X5. Inicio de la vida sexual activa (IVSA)
a los 23 años. Gestas IV, Paras II, Abortos I, Cesáreas 0.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


La paciente refiere embarazo de 4 meses aproximadamente. Al inicio del embarazo presentó
astenia, adinamia, mareo, náusea que en ocasiones llegó al vómito, cefaleas constantes y
somnolencia; sintomatología que se asoció al embarazo. Ocasionalmente le arde la lengua, sobre
todo al ingerir alimentos condimentados o picantes.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente orientada en tiempo y espacio, con apariencia física mayor a la edad cronológica, con
palidez generalizada.
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SOMATOMETRÍA

Peso: 50 kg. Talla 1.60 m.

SIGNOS VITALES

TA: 130/80 mm Hg. Pulso: 85 x min. FC: 85 x min


FR: 22 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
A la exploración intraoral se observa nódulo de color rojo intenso, superficie lisa, base pediculada,
de aproximadamente 1.8 cm de diámetro, localizado en la encía marginal entre los dientes 11 y 21,
a la palpación es blando y sangra fácilmente. La mucosa oral se aprecia pálida, la lengua se
encuentra lisa y brillante. Presenta higiene bucal deficiente, gingivitis, ausencia de los dientes 14,
15, 25, 36 y 47, obturaciones con amalgama en 46 y 16 y caries de esmalte y dentina en 34, 17 y 18.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Biometría hemática:
Resultados Valores de referencia

Eritrocitos 3,000,000/mm3 4.2 - 5.4 x 106/mm3

Hemoglobina 10 g/dl. 12.0 - 16.0 g/dl

Hematocrito 30 % 37 – 47 %
Leucocitos 8,000/mm3 5,000 – 10,000/mm3
Eosinófilos 2% 0-3 %

Basófilos 0% 0-1 %

Neutrófilos 50 % 45 - 70 %

Linfocitos 43 % 20 – 40 %

Monocitos 5% 1–6%

Plaquetas 350,000/mm3 170,000 – 410, 000/mm3


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 Imagen clínica

Imagen. Nódulo en encía marginal entre los dientes 11 y 21.


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Calcule el IMC de esta paciente e interprete el resultado.
3. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad sistémica asociada al embarazo
4. ¿Cuáles son los factores de riesgo que influyen en el desarrollo de la enfermedad asociada
al embarazo?
5. ¿A qué clasificación de ASA corresponde esta paciente?
6. Correlacione los resultados de los estudios de laboratorio con la enfermedad asociada al
embarazo.
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico de esta paciente por trimestre de embarazo?
8. Con base en la clasificación de uso de fármacos en el embarazo de acuerdo a la FDA, ¿Qué
analgésico, anestésico y antibiótico sería el indicado en caso necesario?
9. ¿Qué favoreció la presencia de la lesión bucal?
10. ¿Cuál es el tratamiento indicado para la lesión bucal?
11. ¿Qué recomendaciones podría hacerle a la paciente para mejorar su salud?
12. ¿Por qué es importante que tenga control médico durante el embarazo?
13. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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B I B LI O GR A FÍ A

1. Castellanos, S., Díaz, G. L. M, Lee, E. A. G. Medicina en odontología: Manejo dental de


pacientes con enfermedades sistémicas. 3a. ed. México: El manual moderno; 2015.
2. Sánchez-Arias, A. G., Bobadilla-Serrano, M. E., Dimas-Altamirano, B., Gómez-Ortega, M.,
González-González, G. Enfermedad cardiovascular: primera causa de morbilidad en un
hospital de tercer nivel. Rev Mex Cardiol 2016; 27 (S3)
3. Falace, D.A., Miller, Craig, M.S., Little, J. W. Manejo Odontológico del Paciente
Clínicamente Comprometido. 7a. ed. Madrid: Elsevier Mosby 2009.
4. Rozman, C., Cardellach, F., Farreras Rozman. Medicina Interna, 18a ed. Elsevier.2016.
5. Scully, C., Paes, A. O., Bagán, J., Diaz, D. P., Mosqueda, T. A. Oral medicine and pathology
at a glance. USA: Wiley-Blackwell; 2010
6. Albiter, F. G. A., Jerónimo, M. J. A. Manual de elementos para el diagnóstico de alteraciones
bucales. FES Zaragoza, UNAM. 2013.
7. Acosta, B. N., Peña, M. M., Pertuz, N. Anorexia y bulimia: alarmante realidad del siglo XXI.
Revista Internacional de Ciencias de la Salud. 2016; 8(1): 76 - 82.
8. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
9. Moreno-Altamirano, l., García-García, J. J., Soto-Estrada, G., Capraro, S., Limón-Cruz, D.
Epidemiología y determinantes sociales asociados a la obesidad y la diabetes tipo 2 en
México. Revista Médica del Hospital General de México. 2014; 77(3)
10. Vega, O. A. L., Millones, G. P. A. Manejo odontológico de pacientes con tratamiento
anticoagulante. In Crescendo. Ciencias de la Salud. 2015; 2(1): 523-529.
11. Tierney, L. M., Saint, S., Whooley, M. A., Manual de Diagnóstico Clínico y tratamiento.
México: Mc Graw-Hill 2011.
12. Enríquez-Mejía, M. G. Fisiopatología del lupus eritematoso sistémico. Revista de Medicina
e Investigación 2013; 1(1):8-16.
13. Lara, H. A., Santiago, M. C. Manejo odontológico de mujeres embarazadas. Archivos de
Investigación Materno Infantil 2016; 8 (3):105-112.
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14. Rosas, M., Pastelín, G., Martínez-Reding, J., Herrera-Acosta, J., Fause, A. Hipertensión
arterial en México: Guías y recomendaciones para su detección, control y tratamiento.
Archivos de cardiología de México, 2004 74(2): 134-157.
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UNIDA D 3. INF ECC IO NES BACT ERIANAS


F REC UENT ES EN EL SIST EMA EST OMAT OG NÁT IC O
OBJETIVO
Establecer el diagnóstico, pronóstico, tratamiento, prevención y control de las infecciones
bacterianas bucales más frecuentes en la población e identificar los antibióticos indicados para
cada una de ellas.

FUNDAMENTO TEÓRICO
Los abscesos periapicales son la causa número uno por la que los pacientes solicitan atención
estomatológica, generalmente son consecuencia de caries dental avanzada o traumatismos
dentales severos que originan necrosis pulpar.

Estos procesos pueden evolucionar a una fase crónica cuando no son tratados adecuadamente, y
generar entonces un granuloma periapical o quiste periapical, en otras ocasiones pueden
complicarse y originar procesos infecciosos más severos como la celulitis cervicofacial, angina de
Ludwig y osteomielitis supurativa aguda.

Por lo anterior, se considera indispensable que el Cirujano Dentista tenga los conocimientos
necesarios para diagnosticar, prevenir, tratar este tipo de infecciones, remitir oportunamente a los
pacientes cuando sea necesario y determinar en qué casos se requiere el tratamiento con
antibióticos y cuáles son los criterios de selección, con el objetivo de realizar una prescripción ética,
responsable y basada en evidencias científicas que garanticen la seguridad del paciente.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de la historia clínica de los casos clínicos 7, 8 y 9
Ejercicios clínicos de antibióticos

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
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2) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el


cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
En el caso de los ejercicios clínicos de antibióticos, una vez resueltos los temas previos, los alumnos
analizarán cada uno de los ejercicios clínicos guiados por el profesor y responderán el cuestionario,
finalmente se realizará la discusión y se obtendrán las conclusiones.

Práct ica 1 3. C aso c l ín ico 7

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 7 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.

Auxiliares de Antibióticos
Infección bacteriana Cuadro clínico Tratamiento
diagnóstico indicados

Agudo
ABSCESO PERIAPICAL

Crónico

Crónico con
exacerbación
aguda
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Auxiliares de Antibióticos
Infección bacteriana Cuadro clínico Tratamiento
diagnóstico indicados

ABSCESO
PERIODONTAL

Caso clínico 7
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S. L. M. Estado civil: Viuda
Edad: 49 años Ocupación: Comerciante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude por presentar “dolor insoportable” en el diente "de enfrente".

PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que aproximadamente hace 2 meses se le “hinchó el labio” en la parte anterior
superior, tuvo fiebre y dolor, por lo que acudió al estomatólogo quien prescribió antibiótico por vía
oral, la paciente no recuerda el nombre y también refiere que solamente lo tomó por 3 días y el
cuadro cedió.

Actualmente, la paciente refiere que desde hace 2 días ha presentado dolor intenso, pulsátil,
lacerante y sobre todo nocturno, el día de ayer se tomó dos tabletas de ácido acetilsalicílico antes
de acostarse y la despertó el dolor en la madrugada, por lo que se tomó dos tabletas de paracetamol
y el dolor disminuyó levemente.
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ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre finado por cirrosis hepática, madre con gastritis controlada.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación propia que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios. Alimentación: Realiza
tres comidas al día, en el desayuno café, pan y tacos de guisado; en la comida sopa de pasta o arroz,
guisado con carne dos veces por semana, pollo y verduras una vez a la semana acompañado de seis
tortillas y refresco de cola; en la cena café y tacos. Higiene corporal y cambio de ropa cada tercer
día, higiene bucal cada tercer día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Antecedente quirúrgico positivo (colecistectomía) hace dos años sin complicaciones, a partir de
entonces presenta distensión abdominal posterior a la ingesta de grasas principalmente de origen
animal.

Antecedente alérgico positivo al sulfametoxazol como tratamiento por infección intestinal desde
hace tres años, al presentar ronchas en brazos y piernas.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Desde hace un año padece de cefalea ocasional, acúfenos, astenia, adinamia, le duelen las rodillas
principalmente al subir y bajar escaleras, así como dolor de piernas y sensación de ardor o comezón
sobre todo por las tardes.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, apariencia física congruente con la edad cronológica.
Se observan venas varicosas en pantorrillas.

SOMATOMETRÍA

Peso: 78 kg. Talla 1.49 m.

SIGNOS VITALES

TA: 145/100 mm Hg. Pulso: 90 x min. FC: 90 x min


FR: 20 x min. Temperatura: 36.7 °C
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EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta mala higiene bucal, caries de esmalte y dentina en molares, así como cálculo supra y
subgingival en dientes inferiores, presenta prótesis provisional de acrílico en dientes 22 y 23.
Ausencia de dientes 11, 12 y 21. En el diente 23 presenta dolor intenso a la palpación y sobre todo a
la percusión vertical, además de presentar una fístula en la encía.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Examen radiográfico
En la radiografía periapical de los dientes anteriores superiores, se observa zona radiolúcida
unilocular, asociada al ápice del diente 23.

 Imagen clínica

Imagen. Fístula en diente 23 Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad bucal
3. Calcule el IMC de esta paciente e interprete el resultado
4. ¿Qué factores de riesgo presenta la paciente para enfermedades cardiovasculares y
metabólicas?
5. ¿Qué recomendaciones le haría para mejorar su condición sistémica?
6. ¿Qué enfermedad bucal presentó hace dos meses y cómo fue el manejo estomatológico?
7. ¿Con base en qué características clínicas y radiográficas se hizo el diagnóstico bucal?
8. ¿Cuál es el tratamiento inmediato y mediato para la infección bucal?
9. ¿Cuáles son las medidas preventivas para que la infección bucal no se presente en otros
dientes?
10. ¿Existe alguna modificación en el tratamiento y manejo estomatológico de acuerdo a su
padecimiento sistémico?
11. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 1 4. C aso cl ín ico 8

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 8 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.

Infección Auxiliares de Antibióticos


Cuadro clínico Tratamiento
bacteriana diagnóstico indicados
CERVICOFACIAL
CELULITIS
ANGINA DE LUDWIG

Caso clínico 8
CMF RAÚL NARVAÉZ RUÍZ

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: V. A. D. Estado civil: Casado
Edad: 28 años Ocupación: Campesino
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Sierra de Veracruz
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MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude al servicio de estomatología del Hospital Regional por presentar dificultad para
respirar y dolor en el lado derecho de la “mejilla” de 3 días de evolución.

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace algunos días comenzó con dolor en el diente 47 por lo que estuvo
tomando analgésicos (no recuerda el nombre), los cuales le ayudaron a disminuirlo un poco, sin
embargo, ya ninguno le hace efecto. Además, refiere que comenzó a inflamarse la región
mandibular derecha de forma progresiva.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por complicaciones de diabetes mellitus.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Cuenta con vivienda propia sin servicios intradomiciliarios. Casa con muros de tabique, piso de
tierra y techo de cartón. Cocina sus alimentos con leña. Alimentación deficiente en cantidad y
calidad, basada en café, frijol, tortilla y maíz. Baño y cambio de ropa 2 veces por semana. No realiza
higiene bucal.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Parasitosis intestinal a los 4 años de edad y sarampión a los 6 sin complicaciones. Tabaquismo y
alcoholismo negados.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere dificultad para hablar, respirar y deglutir así como rigidez del cuello que limita su
movimiento, malestar general, extrema debilidad y escalofrío intermitente.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, orientado en tiempo y espacio, ansioso, agitado y diaforético. Se observa
aumento de volumen que involucra piso de boca; la piel de la región submandibular se presenta
eritematosa e hipertérmica, dicho eritema se extiende a cuello y parte superior de tórax haciendo
una forma de “V”.
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SOMATOMETRÍA

Peso: 70 kg. Talla 1.80 m.

SIGNOS VITALES

TA: 130/85 mm Hg. Pulso: 90 x min. FC: 90 x min


FR: 30 x min. Temperatura:37.9 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa limitación de la apertura bucal y protrusión lingual, presenta lengua saburral y halitosis.
Caries con destrucción coronal amplia en diente 47 y biofilm en todos los dientes que cubre 2/3 de
corona clínica.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Examen radiográfico
En la radiografía periapical se observa zona radiolúcida, unilocular redondeada localizada en la raíz
mesial del diente 47. En la radiografía lateral de cráneo se observa estrechamiento de la vía aérea.

 Biometría Hemática:

Resultados Valores de referencia

Eritrocitos 4.82 mm3 4.7 - 6.0 x 106/mm3

Hb. 15 g/dl 15.0 - 19.0 g/dl

Hto. 43 % 45 – 58 %

VCM 89.20 fL 80 - 95 fL

HCM 31.10 pg 27 - 33 pg

Leucocitos 23,000 mm3 5,000-10,000/mm3

Linfocitos 6.5 % 20 – 40 %

Neutrófilos 85.6 % 45 – 70 %

Plaquetas 221,000 mm3 170,000- 410,000/mm3


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 Química sanguínea:

Resultados Valores de referencia

Glucosa 159 mg/dL 70 - 100 mg/dl

 Pruebas de tendencia hemorrágica:

Resultados Valores de referencia

TP 18.8 seg. 10 a 14 seg

TPT 51 seg. 25 a 45 seg.

TRATAMIENTO BRINDADO POR EL SERVICIO DE ESTOMATOLOGÍA DEL HOSPITAL


REGIONAL
Se realiza descompresión inicial de espacios afectados bajo anestesia local y sedación con posterior
colocación de penrose. Administración intravenosa de penicilina 5 000 000 UI y vía oral
metronidazol 1 gr. cada 12 hrs así como analgésicos. Horas después el paciente presenta dificultad
respiratoria severa acompañada de hipotensión y bradicardia, también presenta saturación de
oxígeno del 65%, vuelve a entrar a quirófano y se realiza traqueostomia y toracotomía. El paciente
fallece a los 2 días.

 Imágenes clínicas:

Imágenes clínicas con aumento de volumen y fístula en región submandibular derecha


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento del paciente
3. Tomando en cuenta el diente afectado, ¿qué espacios anatómicos están involucrados?
4. ¿Cuáles otros espacios podrían afectarse en caso de que el origen sea un diente superior?
5. ¿Qué otras causas pueden tener este tipo de infecciones?
6. ¿De qué factores depende la rápida evolución de este tipo de infección?
7. Correlacione los resultados de los estudios de laboratorio con el padecimiento del paciente.
8. Mencione otros auxiliares de diagnóstico que podrían ser de utilidad en este caso
9. ¿Qué otros esquemas de antibióticos se utilizan en este padecimiento de forma empírica?
10. ¿Usted le realizaría algún tratamiento en su consultorio particular? En caso afirmativo,
¿Cuáles serían las complicaciones que podría presentar?
11. ¿Cuáles son los criterios para remitir al paciente al hospital?
12. Mencione las medidas preventivas para el padecimiento bucal.
13. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 1 5. C aso cl ín ic o 9

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 9 el alumno debe revisar la etiología, el cuadro clínico,
auxiliares de diagnóstico y tratamiento de las siguientes infecciones bacterianas y los antibióticos
para su tratamiento.

Infección Auxiliares de Antibióticos


Cuadro clínico Tratamiento
bacteriana diagnóstico indicados
OSTEOMIELITIS SUPURATIVA

AGUDA

CRÓNICA

Caso clínico 9
MTRA. CECILIA MECALCO HERRERA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. R. P. Estado civil: Soltero
Edad: 30 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
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MOTIVO DE CONSULTA
Acude a consulta por presentar "hinchazón” en el lado derecho de la cara, fiebre y dolor moderado
que se presenta de forma constante.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace cuatro meses le realizaron la extracción de los dientes 46 y 47 “porque estaban
infectados y con caries”, después de tres semanas inicia con dolor de tipo intermitente y moderado
en esa zona presentando también malestar general, astenia, adinamia y fiebre ocasional,
automedicándose con ácido acetilsalicílico (500mg cada 24 horas durante tres días) y penicilina G
procaínica (800,000 U cada 24 horas durante 3 días). Hace una semana inició con aumento de
volumen del lado derecho agravándose el malestar general. Presenta parestesia del labio inferior
del lado derecho.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuela paterna viva con Alzheimer.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Habita en casa rentada que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios, alimentación
deficiente (hipocalórica e hipoproteica). Hábitos de higiene corporal y cambio de ropa diario, se
lava los dientes una vez al día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Refiere haber presentado desde pequeño cuadros de faringoamigdalitis de repetición, por lo que
se le practicó amigdalectomía a los 7 años, sin embargo a los 8 años se le diagnóstico fiebre
reumática requiriendo atención hospitalaria. Durante los 2 años siguientes, se aplicó una ampolleta
de penicilina G benzatínica de 1,200, 000 U cada 21 días, dejó de aplicarla al sentirse ya bien y sin
problemas. Tabaquismo positivo desde los 18 años, fumando 10 cigarros al día.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere dolor articular y cefalea ocasional.
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientado en tiempo y espacio. Presenta aumento de volumen con
eritema en hemicara derecha, doloroso a la palpación, linfadenopatía submandibular bilateral.

SOMATOMETRÍA

Peso: 52 kg. Talla 1.55 m.

SIGNOS VITALES

TA: 100/70 mm Hg. Pulso: 94 x min. FC: 94 x min


FR: 24 x min. Temperatura.: 38.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen en la zona del reborde alveolar correspondiente a los molares
inferiores del lado derecho, el cual es doloroso a la palpación. Caries de esmalte y dentina en los
dientes 24 y 25, resto radicular del 26, fractura del borde incisal de dientes 11 y 12, y cálculo dental
en la cara lingual de los dientes 31, 32, 41 y 42. Se toma radiografía panorámica.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imágenes clínicas

Imagen aumento de volumen con asimetría facial Imagen aumento de volumen en reborde alveolar
del lado derecho mandibular derecho
Fuente: Directa.
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 Examen Radiográfico

Imagen zona radiodúcida con trabeculado irregular en región mandibular derecha


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO


1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente.
2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento bucal
3. Mencione la etiología del padecimiento sistémico y bucal.
4. Mencione los diagnósticos diferenciales del padecimiento bucal.
5. Mencione que es el secuestro e involucro óseos radiográficamente
6. Mencione el tratamiento indicado y el manejo estomatológico
7. ¿Considera que la automedicación influyó en la evolución de este padecimiento?
8. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en este paciente?
9. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para el padecimiento bucal?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 16. E jerc ic ios cl ín icos de ant ibiót icos


REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS
1. Criterios para la selección de antibióticos en estomatología.

2. Clasificación de antibióticos por grupo y ejemplos de cada uno de ellos.


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3. Antibióticos de uso frecuente en odontología:

Reacciones
Antibiótico Indicaciones Contraindicaciones Posología
adversas

4. Consideraciones que deben tomarse en cuenta para mejorar el apego al tratamiento y para evitar
resistencias bacterianas.
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Ejercicios clínicos de antibióticos


MTRA. INÉS VÁSQUEZ DÍAZ
ESP. MARTHA CAROLINA FUENTES MARTÍNEZ

Ejercicio clínico 1

Paciente femenino de 59 años, que acude a consulta estomatológica por presentar “dolor en las
muelas del lado derecho al tratar de masticar, incluso con los alimentos suaves”, tiene
antecedentes alérgicos negativos y refiere padecer Diabetes Mellitus Tipo 2 desde hace 5 años,
actualmente bajo tratamiento. Presenta 140 mg/dl de acuerdo a su determinación de glucosa en
ayuno, a la exploración física intraoral se observa movilidad grado III en los dientes 46 y 47 por lo
que se le realiza la extracción de ambos dientes, sin presentar complicaciones.

Tomando en cuenta lo anterior, responda lo siguiente:

1. Mencione tres opciones de fármacos para establecer la antibioticoterapia en esta


paciente y señale a qué grupo pertenecen: ________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

2. Realice un cuadro en donde incluya las presentaciones, dosis, vía de administración,


intervalo y duración del tratamiento para cada uno de los antibióticos elegidos:

Vía de Duración del


Antibiótico Presentación Dosis Intervalo
administración tratamiento
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Ejercicio clínico 2

Femenino de 32 años que acude a consulta estomatológica a la Clínica Nezahualcóyotl, por


presentar dolor intenso en la región mandibular derecha. Refiere ser alérgica a los betalactámicos
y a las sulfonamidas. De acuerdo con los hallazgos clínicos y radiográficos se le diagnosticó absceso
periapical crónico con exacerbación aguda en el diente 47, por lo que se realizó el drenado del
absceso y se le indicó amoxicilina, una cápsula de 500 mg por vía oral cada 8 horas durante 3 días.
La paciente presentó Rash cutáneo.

Tomando en cuenta lo anterior, responda lo siguiente:

1. ¿Es correcta la prescripción de amoxicilina en esta paciente? Argumente su respuesta

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

2. En el caso de que no estuviera correcta la prescripción, ¿cuáles serían las alternativas de


tratamiento? (Realice un cuadro en donde mencione por lo menos tres alternativas, cada
una con su respectiva posología)

Alternativa de tratamiento Posología

Ejercicio clínico 3

Masculino de 49 años, con diabetes mellitus de larga evolución y con mal control, que ingresa al
servicio de urgencias del Hospital Regional “Gral. Ignacio Zaragoza” del ISSSTE, referido de la
Clínica los Reyes con el diagnóstico presuntivo de Angina de Ludwig, es valorada por el cirujano
maxilofacial quien para el manejo inicial solicita Tomografía Axial Computarizada (TAC) de cuello
para corroborar el diagnóstico e indica un doble esquema de antibióticos por vía parenteral
(penicilina G cristalina + metronidazol).

1. ¿Cuáles son los criterios para referir al paciente con infección odontogénica a un hospital?

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________
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2. ¿Qué son los inhibidores de betalactamasas, mencione tres ejemplos y cuál es su utilidad
en estomatología? ___________________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

3. ¿En qué casos está indicado utilizar un doble o triple esquema de antibióticos en el
paciente con infecciones bacterianas de origen odontogénico? _______________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

4. ¿Cuáles son las principales complicaciones de una infección odontogénica? ___________


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

Ejercicio clínico 4

Paciente femenina de 27 años que acude a consulta estomatológica por presentar inflamación
sangrado, dolor y enrojecimiento en la encía del diente 34, el diagnóstico es absceso periodontal,
menciona tener 5 meses de embarazo y estar controlada por gineco obstetra.

1.- ¿Cuál sería el manejo estomatológico en esta paciente? ___________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

2.- ¿Qué antibiótico y analgésico son los indicados? Mencione su nombre genérico,
posología y presentación. ______________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________
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Ejercicio clínico 5

Paciente masculino de 50 años refiere que hace un mes le realizaron la extracción del diente 36,
desde hace 3 días inicio con dolor pulsátil nocturno que no cede con analgésicos y presenta
parestesia del labio inferior, se diagnóstica osteomielitis supurativa aguda en la zona de molares
inferiores izquierdos. Niega antecedentes alérgicos.

1.- ¿Cuál sería el manejo estomatológico para este padecimiento? ___________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

2.- ¿Qué esquemas de antibióticos serían los indicados? Mencione su farmacocinética,


farmacodinamia y posología: ___________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

3. ¿En qué casos se debe remitir este tipo de pacientes con el Cirujano Maxilofacial?

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________
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U NID AD 4. I NF EC CI ONES VIR ALES Y MIC ÓTI CAS


FR EC UENT ES EN EL SI ST EM A EST OM AT OGNÁTIC O

OBJETIVO
Establecer el diagnóstico, pronóstico, tratamiento, prevención y control de las infecciones virales
con manifestaciones bucales más frecuentes en la población.

FUNDAMENTO TEÓRICO
Las infecciones virales son muy importantes en la práctica profesional del Cirujano Dentista porque
la mayoría son infectocontagiosas, incluso algunas pueden poner en riesgo la vida del paciente, tal
es el caso del Síndrome de Inmunodeficiencia Humana o hepatitis B.

Actualmente muchas de las infecciones virales pueden prevenirse por vacunación, por lo que es
importante conocer si los pacientes cuentan con su esquema completo. Así mismo es necesario que
el Cirujano Dentista cuente con las vacunas para reducir el riesgo de contagios, evitar las
infecciones cruzadas y disminuir la gravedad de las enfermedades, principalmente para la hepatitis
B según lo marca la NORMA Oficial Mexicana NOM-013-SSA2-2015, Para la prevención y control
de enfermedades bucales.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 10, 11 y 12

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) El profesor responsable del equipo solicitará los temas previos para su revisión y
evaluación, los cuales corresponden a cada una de las entidades patológicas establecidas
en la unidad didáctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y resolver
cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de libros, artículos u otros
materiales que servirán como apoyo.
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3) El profesor responsable del equipo promoverá la discusión grupal tomando como


referencia las preguntas planteadas en el cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo
las aclaraciones pertinentes para la correcta resolución del caso clínico.

Práct ica 1 7. C aso cl ín ico 1 0

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

1. Para realizar la discusión del caso clínico 10 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de la Infección por Herpes simple tipos I y II:

Infección Primaria Infección Recurrente

Caso clínico 10
MTRA INÉS VÁSQUEZ DÍAZ

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. V. D. Estado civil: Casada
Edad: 46 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
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MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar un "fuego" en el labio.

PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace 2 días inició con sensación de hormigueo y vesículas en el lado derecho
del labio superior.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Tíos paternos diabéticos, abuela materna y hermana mayor con cáncer de mama.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación rentada con todos los servicios intradomiciliarios, con ventilación adecuada e
iluminación. Alimentación: realiza dos comidas al día inadecuadas en cantidad y calidad. Higiene
baño y cambio de ropa diario, cepillándose los dientes dos veces al día con buena técnica.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


A los 6 años presentó múltiples úlceras dolorosas en toda la mucosa bucal y orofaringe, que le
impedían comer y recuerda que casi no comió durante cuatro o cinco días, recibiendo tratamiento
no especificado hasta que empezaron a disminuir las molestias y desaparecieron sin dejar secuela.
Hepatitis A sin complicaciones.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS.


Presenta astenia, adinamia y rinorrea, por cuadro viral agudo de vías respiratorias altas tratado con
paracetamol y vitamina C. Refiere excesiva tensión emocional.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, bien orientada en tiempo y espacio.
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SOMATOMETRÍA

Peso: 52 kg. Talla 1.55 m.

SIGNOS VITALES

TA: 110/60 mm Hg. Pulso: 76 x min. FC: 76 x min


FR: 18 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan dos vesículas en borde bermellón del labio del lado derecho. Caries de esmalte en
dientes 26,27 y 37 y caries de esmalte y dentina en el diente 46.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen vesículas en lado derecho del labio superior


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento bucal
3. Mencione el factor etiológico y los factores predisponentes de la lesión bucal
4. ¿Qué relación existe entre la lesión del labio y las ulceraciones que presentó a los seis años?
5. ¿Cuál es el tratamiento farmacológico para el padecimiento que se presentó a los 6 años?
6. Mencione los diagnósticos diferenciales de la lesión labial
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico de esta paciente?
8. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para la alteración bucal?
9. Explique el impacto de la tensión emocional en la manifestación de la lesión bucal
10. ¿Qué recomendaciones dietéticas haría para mejorar la alimentación de la paciente?
11. ¿Cuál sería el protocolo de vacunación indicado para esta paciente, especialmente en el
contexto de infecciones virales bucales?
12. Discuta la importancia de la adherencia a la higiene bucal en la prevención de infecciones
virales y micóticas.
13. ¿Qué papel juegan los antecedentes familiares en el manejo de la salud bucal de la
paciente?
14. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 1 8. C aso cl ín ico 11

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

1. Para realizar la discusión del caso clínico 11 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de la Infección por Herpes Zoster:

Infección Primaria Infección Recurrente

Caso clínico 11
MTRA. INÉS VÁSQUEZ DÍAZ

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: S. V. M. Estado civil: Casado
Edad: 54 años Ocupación: Albañil
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Toluca, Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude al consultorio dental por presentar dolor “en una muela” que no lo ha dejado
dormir.
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere presentar dolor intenso, espontáneo en región de molares superiores izquierdos que no
cede con los analgésicos. Además, menciona que desde hace algunos días tiene dolor en el brazo
derecho.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Hermano finado por cáncer de próstata.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios. Baño diario con cambio de
ropa. Alimentación adecuada en cantidad y calidad. Cepillado dental 2 veces al día. Realiza
actividad deportiva frecuente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Sarampión a los 3 años de edad y varicela a los 6.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere que hace 3 días inició con dolor de tipo urente, de intensidad moderada y que ha ido
aumentando progresivamente, el día de ayer comenzaron a aparecer las vesículas en brazo
derecho. Se encuentra en situación de estrés laboral.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Se aprecian múltiples vesículas y úlceras en superficie ventral y dorsal del brazo derecho. Algunas
vesículas se presentan aisladas y otras coalescen formando ampollas en la mano y el pliegue del
codo.

SOMATOMETRÍA

Peso: 70 kg. Talla 1.70 m.

SIGNOS VITALES
TA: 120/80 mm Hg. Pulso: 72 x min. FC: 72 x min
FR: 17 x min. Temperatura: 36.2 °C
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EXPLORACIÓN BUCAL
Presenta amalgama fracturada en diente 26 con exposición de dentina. Caries de esmalte y dentina
en diente 16, 36 y 46.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imágenes clínicas

Imágenes múltiples vesículas en cara lateral de brazo derecho


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente.


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento
3. ¿Qué factores podrían condicionar la aparición de las lesiones?
4. Mencione el manejo estomatológico para este paciente
5. ¿Cuál es el tratamiento farmacológico del padecimiento?
6. ¿Cuál es el manejo del dolor en este paciente tomando en cuenta el factor etiológico?
7. ¿Cuál es el tratamiento complementario para este tipo de padecimiento?
8. ¿Cuáles son los criterios para referir a un paciente con este padecimiento a nivel
hospitalario?
9. ¿Qué tipo de complicaciones puede presentar el padecimiento sistémico?
10. ¿Qué recomendaciones le haría al paciente para prevenir la enfermedad sistémica?
11. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 19. Cas o cl ín ico 12

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

1. Para realizar la discusión del caso clínico 12 el alumno debe revisar el cuadro clínico y el manejo
estomatológico de las siguientes infecciones virales:

Infección viral Cuadro clínico Manejo estomatológico

Virus de
Inmunodeficiencia
Humana (VIH-SIDA)

Hepadnavirus
Virus de la hepatitis B
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Caso clínico 12
C.D. GERARDO GUIZAR MENDOZA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. F. F. H. Estado civil: Viudo
Edad: 48 años Ocupación: Empleado
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: Chalco Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA.
El paciente acude a consulta estomatológica por presentar lesiones que parecen “natas de leche”,
además de pequeñas “ampulitas” dentro de la boca y en los labios.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace 15 días aproximadamente notó la presencia de placas blancas en la mucosa yugal
y en la lengua, así como vesículas y úlceras en cara y boca, que le dan mucha molestia al hablar y al
comer. No ha podido ir a trabajar.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre fallecida por infarto, padre con fiebre reumática. Esposa finada hace año y medio por
neumonía.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación hecha con loza, piso de cemento, habitaciones con buena ventilación e
iluminación, que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios. Come 2 veces al día,
alimentación deficiente en cantidad y calidad, ya que no la disfruta, pues “no le sabe cómo antes”.
Come carne cada tercer día, verdura una vez por semana, dos tortillas al día. Baño y cambio de
ropa cada tercer día y no realiza higiene bucal.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Hace un año estuvo bajo tratamiento médico, por chancro sifilítico genital. Herpes genital hace 3
meses tratado con rayo láser, le diagnosticaron gastritis hace 3 años tratada con antiácido tipo
hidróxido de aluminio. Amigdalectomía a los 13 años. Tabaquismo positivo desde los 16 años
actualmente fuma una cajetilla diaria. Toma tres o cuatro cervezas diario y en fines de semana llega
a la embriaguez. Práctica sexual sin protección.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


El paciente refiere astenia y adinamia constante, calosfríos por las noches, mialgias y artralgias.
Presenta tos persistente, productiva con flemas de color verdoso. Además de polaquiuria, tenesmo
vesical y disuria. Diarrea persistente desde hace un mes, por lo que ha perdido 10 Kg de peso. En el
lado izquierdo de la cara, ha presentado dolor urente desde hace 3 días, que ha ido en aumento.

Ayer, sintió de forma repentina dolor lancinante, que dura unos minutos y disminuye. También
aparecieron vesículas en la piel y lesiones en la boca del lado izquierdo muy dolorosas que le
impiden comer y hablar adecuadamente.

EXPLORACIÓN FÍSICA
El paciente presenta ataque al estado general, debilidad, deshidratación, y palidez en piel y
mucosas. Adenomegalias cervicales, occipitales, axilares e inguinales. Manchas violáceas en piel de
nariz, región retroauricular y en piernas. Múltiples vesículas en el lado izquierdo de la cara.

SOMATOMETRÍA

Peso: 48 kg. Talla 1.60 m.

SIGNOS VITALES

TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min


FR: 22 x min. Temperatura: 37.7 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan múltiples vesículas en la hemicara izquierda, las cuales siguen un trayecto lineal en
relación al nervio trigémino, se aprecia salida de líquido seroso en algunas de ellas, así como costras
melicéricas.

A la exploración intrabucal, se observan úlceras que van de 1-5 mm de diámetro, en forma lineal en
el lado izquierdo del paladar. Además, presenta placas blancas en la encía, lengua y paladar que se
desprenden al raspado dejando zonas eritematosas y sangrantes. Aliento fétido nauseabundo,
gingivorragias, cálculo supra-e infra gingival generalizado, ausencia de dientes 14 y 26, caries de
esmalte y dentina en dientes 31,34, 35, y 37. Fístula a nivel del ápice del diente 24.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imágenes clínicas

Imágenes. Múltiples vesículas en región auricular y cervical izquierda. Úlcera en lado izquierdo del paladar
Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO


1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente
2. Identifique los determinantes biopsicosociales del padecimiento sistémico
3. ¿Cuál es la etiología del padecimiento sistémico?
4. ¿Qué auxiliares de diagnóstico están indicados para corroborar el padecimiento sistémico
y qué espera encontrar en cada uno de ellos?
5. ¿Cuál es la etiología, diagnósticos diferenciales y tratamiento de las alteraciones bucales
que presenta?
6. ¿Cuál es la rama del nervio trigémino que se encuentra afectada?
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico en este paciente?
8. ¿Qué medidas de bioseguridad se deben seguir para la atención estomatológica de este
paciente?
9. ¿Qué consideraciones especiales se deben tomar en cuenta para la atención
estomatológica de este tipo de pacientes?
10. ¿Cuál sería el manejo de los residuos biológico infecciosos?
11. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en este paciente?
12. ¿Cuáles son los criterios que se tomarán en cuenta para remitir a nivel hospitalario a este
paciente?
13. ¿Qué sugerencias y recomendaciones podría darle a este paciente para mejorar su
condición de salud?
14. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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B I B LI O GR A FÍ A
1. López, F. R. M., Téllez, R. J., Rodríguez, R. A. F. (2016). Las infecciones odontogénicas y sus
etapas clínicas. Acta Pediatr Mex. 37(5): 302- 305.
https://www.medigraphic.com/pdfs/actpedmex/apm-2016/apm165h.pdf
2. Esparza, L. S. B., Aranda, R. M. S., Noyola, F. M. A., Sánchez, V. L. O. (2020). Principios
fundamentales para el diagnóstico, manejo y tratamiento de las infecciones
odontogénicas. Revisión de la literatura. Revista Odontológica Mexicana. 24(1), 9-19.
https://www.medigraphic.com/pdfs/odon/uo-2020/uo201b.pdf
3. Saucedo, R. L. R., Fernández, R. L. E. Tratamiento de absceso periapical agudo: Reporte de
caso clínico. Rev. Mex. Esto. [Internet]. 2017 Ene-Jun [citado 2018 Nov 20]; 4 (1): 71-72.
Disponible en: https://www.remexesto.com/index.php/remexesto/article/view/142/226.
4. Good Man & Gilmam, Las Bases Farmacológicas de la terapéutica, 13 a ed., Mac Graw
5. Álvarez, L. M. I., Gurría, M. A., Rodríguez, S. A. G., Treviño, E. R. Presencia de fístula en un
absceso dental. Rev. Mex. Esto. [Internet]. 2017 Dic [citado 2018 Nov 20]; 4 (2): 65-67.
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6. Rosero, A. C., Mancheno, A., Andrade, A., Alvarado, A. V. Fístula cutánea odontogénica:
reporte de un caso que simula un quiste epidérmico y actualización de la literatura. PIEL
(BARC) ELSEVIER [Internet] 2016 Ago-Sep [citado 2018 Nov 27]; 31(7): 519-521. Disponible
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main.pdf?_tid=01cae3f1-f71b-4f22-a98c-
280158c794a0&acdnat=1543366729_ebd5498e61a8246251e4ac5c26459e2a
7. Letelier, F. C., Preisler, E. G., García, C. P., Salinas, R. F. Osteomielitis en el cóndilo
mandibular y su relación con la anemia. Int. J. Odontostomat. [Internet]. 2016 [citado Nov
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8. Arain, N., Paravastu, S. C., Arain, M. A. Effectiveness of topical corticosteroids in addition
to antiviral therapy in the management of recurrent herpes labialis: a systematic review
and meta-analysis. BMC Infect Dis [Internet]. diciembre de 2015 [citado 20 de marzo de
2017]; 15(1).
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9. Engleberg, N. K., Di Rita, V. J., Dermody, T. S. Mecanismos de las enfermedades


microbianas. 5 ed. Filadelfia: 2013.
10. Lira, L. A., Rondanelli, B. M. Atlas de patología de los maxilares. España: Ripano; 2011.
11. Rahimi, H., Mara, T., Costella, J., Speechley, M., Bohay, R. Effectiveness of antiviral
agents for the prevention of recurrent herpes labialis: a systematic review and meta-
analysis. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol.
12. Regezi, J., Sciubba, J. J., Jordán, R. C. K. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6
ed. México: Interamericana; 2012.
13. Shafer, W. Tratado de patología bucal. 2a ed. México: lnteramericana; 2003.
14. Castellanos, S., Díaz, G. L. M, Lee, E. A. G. Medicina en odontología: Manejo dental de
pacientes con enfermedades sistémicas. 3a. ed. México: El manual moderno; 2015.
15. OM Handbook de la European Association of Oral Medicine disponible en:
http://www.eaom.net/app/prvt/VediNotizia.d/Notizia-92.
16. Seoane, J. M., González-Mosquera, A., Velo-Noya, J. La biopsia oral en el contexto del
precáncer y del cáncer oral. Av. Odontoestomatol 2008; 24 (1): 89-96.
17. Bermúdez-Jiménez, C., Gaitán-Fonseca, C., Aguilera-Galaviz, L. Manejo del paciente en
atención odontológica y bioseguridad del personal durante el brote de coronavirus SARS-
CoV-2 (COVID-19). Revista ADM 2020; 77 (2): 88-95.
18. Badanian, A. Bioseguridad en odontología en tiempos de pandemia COVID-19.
Odontoestomatología vol.22 supl.1 Montevideo 2020 Epub 01-Jun-2020.
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U NID AD 5. C ONDI CI ONES Y LESI ONES DE C OL OR EN EL


SI STEMA EST OM AT OGNÁTIC O
OBJETIVO

Establecer el diagnóstico, pronóstico, tratamiento y la prevención de las condiciones y lesiones


blancas, rojas y pigmentadas que se presentan con mayor frecuencia en el sistema
estomatognático.

FUNDAMENTO TEÓRICO

En diversos estudios epidemiológicos sobre lesiones bucales, los resultados muestran que las
condiciones y lesiones pigmentadas, blancas y rojas se encuentran entre las entidades más
frecuentes que afectan, por lo que es importante que el Cirujano Dentista esté capacitado para
realizar su diagnóstico, prevención y tratamiento. El diagnóstico de estas entidades es importante
porque incluye dos desórdenes potencialmente malignos: la leucoplasia y la eritroplasia.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 13, 14 y 15

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Práct ica 20. C aso cl ín ic o 13

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


Para realizar la discusión del caso clínico número 13 el alumno revisará las siguientes entidades
blancas de la mucosa bucal:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

LEUCOEDEMA

QUERATOSIS
FRICCIONAL

ESTOMATITIS
NICOTÍNICA

LÍQUEN
PLANO
RETICULAR

LEUCOPLASIA
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Caso clínico 13
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. A. Estado civil: Casada
Edad: 29 años Ocupación: Profesora de primaria
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica porque quiere que se le haga “una limpieza”.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace 20 días, su ortodoncista le colocó un arco metálico que le ocasiona molestia en la
parte posterior de la boca; inicialmente la molestia era intensa, pero al paso de los días, esta ha
disminuido.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo materno diabético, abuela materna cáncer pulmonar, padre con hipertensión arterial.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Paciente de nivel socioeconómico medio, habita en vivienda con todos los servicios intra
domiciliarios con adecuada iluminación y ventilación. Alimentación: realiza dos comidas al día
ingiriendo carne de res, pollo o pescado dos veces por semana, tortilla, frijol, fruta y verduras una a
dos veces por semana. Higiene: baño y cambio de ropa diario, cepillándose los dientes dos veces al
día con técnica adecuada.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Refiere haber padecido varicela a los 9 años de edad, rotoescoliosis desde los 22 años de edad e
infección por VPH en cérvix uterino diagnosticada y tratada a los 25 años.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Sin datos relevantes
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio de apariencia física congruente con la edad
cronológica.

SOMATOMETRÍA

Peso: 55 kg. Talla 1.59 m.

SIGNOS VITALES

TA: 110/70 mm Hg. Pulso: 70 x min. FC: 70 x min


FR: 14 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa placa blanca de bordes irregulares que no desprende al raspado localizada en zona
postero-inferior de mucosa vestibular derecha, de aproximadamente 1.5 cm. de diámetro, que
coincide con el extremo posterior del arco metálico el cual se encuentra sujeto a brackets que van
del diente 24 al 27. La placa se encuentra sobre una base ligeramente eritematosa.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Placa blanca en zona postero-inferior de mucosa vestibular derecha.


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Identifique los determinantes sociales de la lesión bucal.
3. Indique que factores son causa de la lesión bucal.
4. Mencione los diagnósticos diferenciales para la lesión bucal.
5. ¿Cuáles son los auxiliares de diagnóstico que indicaría en este caso?
6. ¿Cuál sería el manejo estomatológico a seguir con esta paciente?
7. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para la lesión bucal?
8. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 21. C aso cl ín ico 1 4

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


Para realizar la discusión del caso clínico número 14 el alumno revisará las siguientes entidades
rojas de la mucosa bucal:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

LENGUA
GEOGRÁFICA

LÍQUEN PLANO
EROSIVO

LUPUS
ERITEMATOSO

ERITROPLASIA
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Caso clínico 14
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: N. H. N. Estado civil: Casado
Edad: 50 años Ocupación: Taxista
Lugar de nacimiento y residencia: Nezahualcóyotl,
Sexo: Masculino
Estado de México
Escolaridad: Secundaria

MOTIVO DE CONSULTA
Paciente remitido por Cirujano Dentista de práctica privada al servicio de patología para su revisión,
por presentar: “lesión en el paladar que le causa ligera molestia a la ingesta de alimentos”.

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere que hace aproximadamente 1 mes notó una ligera molestia que se presenta de
manera ocasional en el paladar a la ingesta de alimentos, principalmente irritantes, por lo que
decide ir a un consultorio odontológico a revisión, el cual lo remite al servicio de patología y
medicina bucal. Refiere no haber utilizado ningún tipo de remedio casero hasta la fecha.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre con hipertensión arterial. Padre finado hace 3 años por neumonía.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación rentada con todos los servicios intradomiciliarios, hábitos higiénicos con baño y
cambio de ropa cada tercer día e higiene bucal 1 vez al día. Alimentación: desayuna pan, café,
frijoles, huevo; comida fuera de casa con tortas o tacos acompañados de refresco; cena a base de
pollo o res 2 veces por semana y verduras.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Bebedor social (cada 15 días sin llegar a la embriaguez) y antecedentes de tabaquismo desde los 13
años de edad fumando de ½ a 1 cajetilla diariamente.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


El paciente refiere tener tos matutina desde hace más de 1 año, para lo cual no ha recibido
valoración ni tratamiento médico.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente cooperador bien orientado en tiempo y espacio, edad aparente acorde a la edad
cronológica.

SOMATOMETRÍA

Peso: 59 kg. Talla 1.63 m.

SIGNOS VITALES

TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min


FR: 24 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN DE CABEZA Y CUELLO


A la exploración de cara, cuello, músculos y ganglios linfáticos, no se observan alteraciones.

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa una placa roja con zonas queratósicas que mide aprox. 2.6 x 4.0 cm, que involucra parte
de paladar duro y blando de lado derecho extendiéndose hacia zona retromolar del mismo lado.
Tiempo de evolución desconocido. Presenta restauración con amalgama en diente 16.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Imagen clínica

Imagen placa roja con zonas queratósicas


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente.


2. Identifique los determinantes sociales de la enfermedad sistémica
3. Mencione los diagnósticos diferenciales para la lesión en mucosa bucal.
4. Mencione los factores etiológicos para la lesión bucal.
5. Mencione los exámenes complementarios para la lesión bucal
6. Explique el manejo estomatológico a seguir con el paciente.
7. Indique las medidas preventivas para la lesión bucal
8. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 22. C aso cl ín ic o 15

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS


Para realizar la discusión del caso clínico número 15 el alumno revisará las siguientes entidades
pigmentadas de la mucosa bucal:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

MELANOSIS
RACIAL

TATUAJE POR
AMALGAMA

NEVO
PIGMENTADO

PIGMENTACIÓN
POR METALES
PESADOS

SÍNDROME DE
PEUTZ-JEGHERS
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Caso clínico 15
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: I. R. G. Estado civil: Casada
Edad: 37 años Ocupación: Hogar
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta porque "tiene una manchita" en la encía y quiere saber si es peligrosa.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que actualmente se encuentra bajo tratamiento dental (endodoncia de diente 36) ya que
presentaba dolor intenso a la ingesta de alimentos fríos, dulces y ácidos.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido a los 71 años por cáncer de próstata, madre fallecida a los 56 años por cáncer de
mama.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación hecha con tabique y concreto que cuenta con todos los servicios extra e
intradomiciliarios con deficiente ventilación e iluminación. Alimentación: presenta tiempo
prolongado de ayuno, ingiriendo alimentos 2 veces al día a base de carne una vez por semana,
verduras cinco veces por semana, frijoles, leche y pan 3 veces por semana. Higiene: baño con
cambio de ropa cada tercer día, se cepilla los dientes dos veces al día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Antecedentes quirúrgicos, neoplásicos y transfusionales interrogados y negados.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


La paciente refiere dolor urente en epigastrio posterior a la ingesta de alimentos picantes y
condimentados.
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, apariencia física mayor a la edad cronológica.

SOMATOMETRÍA

Peso: 48 kg. Talla 1.55 m.

SIGNOS VITALES

TA: 100/60 mm Hg. Pulso: 65 x min. FC: 65 x min


FR: 16 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa biofilm. Presenta una mancha grisácea de superficie lisa sobre la mucosa alveolar
localizada entre dientes 34 y 35, la cual mide aproximadamente 1 x .5 cm. Se observa obturación
con amalgama de los dientes 16,17, 26, 27, 34, 35, 37 y 46, caries de esmalte y dentina en 15, 24 y
44. Prótesis fija provisional en diente 46.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Examen radiográfico
En la radiografía periapical de molares inferiores izquierdos, entre los dientes 34 y 35 se observan
múltiples partículas radio opacas.

Imagen. Mancha grisácea entre dientes 34 y 35. Imagen. Múltiples partículas radiopacas entre los dientes 34 y 35.
Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico
3. Calcule el IMC e interprete su resultado
4. Mencione los factores etiológicos de la lesión bucal.
5. Mencione los diagnósticos diferenciales para la lesión bucal
6. Mencione el manejo estomatológico a seguir con esta paciente.
7. ¿Qué fármacos están contraindicados en esta paciente?
8. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para el padecimiento sistémico y la lesión bucal?
9. Mencione sus conclusiones y sugerencias para este caso
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
2. Regezi, J., Sciubba, J. J., Jordán, R. C. K. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6
ed. México: Interamericana; 2012.
3. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
4. Somacarrera-Pérez, M. L., López-Sánchez, A. F., Carreras-Presas, M. C. Díaz-Rodríguez M.
Lesiones traumáticas en la mucosa oral de los adultos mayores. Av Odontoestomatol
.2015, 31 (3):129-134.
5. Manual para la detección de alteraciones de la mucosa bucal y lesiones premalignas.
Ciudad de México: Secretaría de salud; 2003.
6. Fonseca, G. M. Tatuaje por amalgama posterior a retroobturación Reporte de cuatro casos.
Revista Oral. 2010; 11(33):580-582.
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UNIDA D 6. LESIO NES ULC ERADA S Y VESÍC ULO -


A MPO LLARES EN EL SIST EMA EST OMAT OG NÁT IC O
OBJETIVO

Establecer el diagnóstico, prevención y tratamiento de las lesiones ulceradas y vesículo ampollares


que se presentan con mayor frecuencia en el sistema estomatognático.

FUNDAMENTO TEÓRICO

Las lesiones ulceradas en la mucosa bucal son muy frecuentes , las causas pueden ser factores
traumáticos, procesos infecciosos, deficiencias inmunológicas y la manifestación bucal de
enfermedades sistémicas. La importancia de un diagnóstico preciso es en el tratamiento, que
difiere ampliamente entre el tratamiento de una úlcera por Carcinoma Oral de Células Escamosas
al de una úlcera traumática. Se abordan los aspectos clínicos básicos para el diagnóstico, así
como indicaciones terapéuticas.

MATERIAL
Alumno:

Resumen de historia clínica de los casos 16, 17 y ejercicios


clínicos de lesiones ulceradas y vesículo-ampollares

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Práct ica 23. Cas o cl ín ic o 16

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión de los casos clínicos 16, 17 y del ejercicios clínicos de lesiones ulceradas y
vesículo-ampollares, el alumno debe revisar las características de las siguientes lesiones:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Úlcera aftosa
recurrente
menor

Úlcera aftosa
recurrente
mayor

Úlceras
aftosas
herpetiformes

Úlcera
traumática
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CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Síndrome de
Behcet

Pénfigo
vulgar

Penfigoide
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Caso clínico 16
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: G. B. U. Estado civil: Casado
Edad: 42 años Ocupación: Cajero de banco
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar "una llaga en la boca", que le ocasiona dolor.

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente reporta que hace dos días empezó a sentir dolor y ardor intenso a la ingesta de
alimentos (ácidos e irritantes) y al cepillado dental; menciona que con anterioridad le han salido
lesiones parecidas.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre con diabetes mellitus.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios con buena ventilación e
iluminación. Alimentación: adecuada en calidad, deficiente en cantidad. Higiene: baño diario con
cambio de ropa cada tercer día, cepillado dental dos veces al día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Reporta que hace 2 años y medio le realizaron cirugía intracraneal por diagnóstico de
meduloblastoma clásico, posteriormente fue sometido a tratamientos de radio y quimioterapia.
Hace 6 meses terminó sus tratamientos y actualmente se presenta al hospital sólo a sus citas de
revisión, a lo cual su médico reporta que no hay evidencia de tumor.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Menciona que va recuperando el apetito paulatinamente (después de terminar sus tratamientos de
quimio y radioterapia), pues aún no le da mucha hambre. Ha recuperado 5 kg de peso.

SOMATOMETRÍA

Peso: 50 kg. Talla 1.60 m.

SIGNOS VITALES

TA: 110/70 mm Hg. Pulso: 70 x min. FC: 70 x min


FR: 18 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXAMEN BUCAL
Se observa úlcera de forma oval de aproximadamente 5 mm. de diámetro en mucosa de fondo de
saco superior derecho, cubierta por una pseudomembrana blanquecina rodeada de un halo
eritematoso. Presenta gingivitis generalizada y caries de esmalte y dentina en dientes 16, 17, 11,
22, 36, 37, 45 y 47.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Úlcera en fondo de saco cubierta por pseudomembrana y halo eritematoso.


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico
3. ¿Cuál es el IMC y cómo se interpreta?
4. ¿Cuál es el control hospitalario que se tiene con este tipo de pacientes por su
padecimiento sistémico?
5. Mencione los factores etiológicos y predisponentes de la úlcera bucal
6. ¿Cuáles son los sitios en donde se presentan con mayor frecuencia este tipo de úlceras?
7. Mencione los diagnósticos diferenciales de la úlcera bucal
8. Mencione las diferentes alternativas de tratamiento para este tipo de lesiones
9. ¿Cuál es la duración aproximada de estas lesiones con y sin tratamiento?
10. ¿Cuál es el riesgo y el pronóstico sistémico y bucal?
11. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 24. C aso cl ín ic o 17


EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: F. E. H. Ocupación: Estudiante
Edad: 7 años Lugar de nacimiento y residencia: CDMX
Sexo: Femenino

MOTIVO DE CONSULTA
Paciente pediátrico que acude a consulta estomatológica acompañada por su madre quien refiere
que la niña tiene una “herida” en el labio que le duele mucho.

PADECIMIENTO ACTUAL
La madre de la paciente refiere que el día anterior la niña sufrió una caída, observando inicialmente
inflamación de labio superior que actualmente le dificulta comer.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuela paterna con rinitis alérgica, madre hipotiroidea.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Procede de estrato socioeconómico medio, casa habitación con adecuada ventilación e iluminación
que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios. Alimentación: Realiza 3 comidas abundantes,
y las acompaña con refresco 3 veces por semana. Higiene: se baña y cambia de ropa diariamente,
se cepilla los dientes dos veces al día con técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


La madre refiere que la niña fue diagnosticada por médico general con rinitis alérgica hace 3 años
aproximadamente, por lo que le indicaron tratamiento con lo cual remitió el cuadro.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


La madre de la paciente refiere que hace una semana, la niña presenta disnea, tos paroxística y
rinorrea.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente de constitución endomórfica, consciente, cooperadora, bien orientada en tiempo y
espacio. A la exploración física se identifican sibilancias audibles a distancia.

SOMATOMETRÍA

Peso: 27 kg. Talla 1.15 m.

SIGNOS VITALES

TA: 102/63 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min


FR: 22 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan costras en el filtrum y piel del dorso nasal. Presenta 2 úlceras en mucosa labial superior
que miden 6 mm. de diámetro la de mayor tamaño y 2 mm. la pequeña, ambas cubiertas con
pseudomembrana blanquecina y rodeadas por halo eritematoso, mismas que son muy dolorosas
durante la eversión del labio. Además, se observa erosión en la mucosa. Caries de esmalte en los
dientes 16, 54, 55, 65 y 64.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imágenes clínicas

Imagen. Costra en el filtrum, y piel del dorso nasal. Imagen. Úlcera y erosión en mucosa labial superior
Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico
3. ¿Cuál es el IMC y cómo se interpreta?
4. Mencione los factores etiológicos del padecimiento sistémico.
5. Mencione cuál sería el manejo estomatológico de esta paciente.
6. Mencione las diferentes alternativas de tratamiento para este tipo de lesiones
7. ¿Cuál es la duración aproximada de estas lesiones con y sin tratamiento?
8. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 25. Ejerc ic ios cl ín icos: l es ion es ulcer adas y


ves ículo -ampo llar es

En los siguientes ejercicios sobre lesiones ulceradas y vesículo-ampollares establezca en cada caso
el diagnóstico, etiología, manifestaciones clínicas y tratamiento, basándose en la descripción que
se hace de las mismas.

Caso 1
Sexo: masculino
Edad: 28 años
Ocupación: Médico Cirujano

DESCRIPCIÓN: Lesión ulcerada localizada en mucosa labial superior izquierdo, de forma circular,
de aproximadamente 3 mm. de diámetro, de bordes bien definidos, cubierta por una membrana
blanquecina amarillenta, rodeada por halo eritematoso. Con dolor espontáneo el cual aumenta con
la fonación, masticación e ingestión de alimentos condimentados o calientes. Evolución de 4 días
Actualmente, se encuentra angustiado y nervioso.

Antecedentes: Ha presentado la lesión en otras ocasiones y en otras localizaciones intrabucales, en


esta ocasión, se laceró la zona durante el cepillado dental.

Diagnóstico Etiología Manifestaciones clínicas Tratamiento


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Caso 2
Sexo: femenino
Edad: 24 años
Ocupación: estudiante

DESCRIPCIÓN: Se observan múltiples úlceras localizadas en mucosa palatina y orofaringe de


forma circular, bordes bien definidos, rodeadas de halo eritematoso y cubiertas por
pseudomembrana blanco- amarillenta que miden 2 mm. de diámetro aproximadamente, algunas
al coalescer forman lesiones de mayor tamaño. Presenta dolor intenso, disfagia y sialorrea.
Evolución: 3 días.

Antecedentes: A los 15 años presentó el mismo cuadro, el cual duró aproximadamente 15 días,
posteriormente se han presentado cuadros de repetición cada 3 o 4 meses durante un año y medio,
se le dieron diversos tratamientos sintomáticos, finalmente no volvió a repetirse hasta ahora

Diagnóstico Etiología Manifestaciones clínicas Tratamiento

Caso 3
Sexo: masculino
Edad: 32 años
Ocupación: comerciante

DESCRIPCIÓN: Úlcera localizada en la zona posterior del borde lateral derecho de la lengua, de
aproximadamente 1.5 cm. de diámetro de forma irregular, bordes bien definidos y elevados, de
fondo granular de color rojizo con áreas amarillentas, dolor espontáneo que aumenta a la fonación
masticación e ingesta de alimentos condimentados. Evolución 2 días.

Antecedentes: Padece crisis convulsivas por epilepsia. Hace dos días tuvo una crisis en la que cayó
al suelo.
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Diagnóstico Etiología Manifestaciones clínicas Tratamiento

Caso 4
Sexo: femenino
Edad: 50 años
Ocupación: empleada

DESCRIPCIÓN: Se observan múltiples lesiones ulceradas localizadas en la mucosa masticatoria del


maxilar superior con 6 meses de evolución, refiere que días previos a la aparición de las úlceras
aparecieron unas ampollas que se reventaron dejando una zona eritematosa y dolorosa.

Antecedentes: Desde hace un mes se intensificó el dolor, lo que la obliga a dejar de comer. Ha sido
multitratada con antibióticos sin tener mejoría.

Diagnóstico Etiología Manifestaciones clínicas Tratamiento

Caso 5
Sexo: Femenino
Edad: 42 años
Ocupación: Cuidadora de adultos mayores
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Antecedentes:
La paciente se presenta por dolor en dientes anteriores superiores que dificulta el comer. Refiere
dolor y ardor en encía y mucosas desde hace un año por presencia de lesiones tipo ampolla, que se
revientan dejando zonas descamadas hemorrágicas, dolorosas en mucosa yugal y encía. Se
encuentra bajo tratamiento con Prednisona 30 mg una tableta por la mañana.
La paciente refiere no lavarse diariamente los dientes pues el roce del cepillo le lastima la encía.
A la exploración clínica, se observa encía descamada, eritematosa, brillante que, al frotarla se
desprende la capa epitelial dejando zona sangrante y dolorosa. Los 4 dientes anteriores presentan
movilidad grado 2.

Diagnóstico Etiología Manifestaciones clínicas Tratamiento

¿Cuál es el objetivo del tratamiento sistémico, de acuerdo a la etiología de este padecimiento?


__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________

Mencione el manejo estomatológico de la paciente


__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.
3. Rodríguez-Archilla, A., Raissouni, T. Ensayo clínico aleatorizado sobre la efectividad de
tratamientos alternativos en la estomatitis aftosa recurrente. Medicina Clínica .2017;
149(2):55-60
4. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2aed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
5. Scully, C., Paes, A. O., Bagán, J., Diz, D. P., Mosqueda, T. A. Oral medicine and pathology
at a glance. USA: Wiley-Blackwell; 2010
6. Bascones, M. A. Medicina bucal. 3ª ed. Barcelona: Editorial Ariel; 2004.
7. Cawson, R. A, Odel EW. Fundamentos de medicina y patología oral. 8a ed. España: Elsevier;
2009.
8. Falgás, J. Patología bucal. Pediatr Integral. 2015; XIX (1): 13-20.
9. Kumar, V., Aster, J., Abbas, A. Robbins y Cotran. Patología estructural y funcional. 9ª ed.
España: Elsevier; 2015.
10. Lira, L. A., Rondanelli, B. M. Atlas de patología de los maxilares. España: Ripano; 2011.
11. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
12. Reichart, P. A., Philipsen, H. P. Atlas de patología oral. Masson. 2000.
13. Riobbo, M., Bascones M. Aftas de la mucosa oral. Avances en odontoestomatología. 2011;
27 (2): 63-74.
14. Stramandinoli, R., Sassi, L., Pedruzzi, P., Ramos, G., Oliveira, B., Ogata, D., Ioshii, S.
Accuracy, sensitivity and specificity of fine needle aspiration biopsy in salivary gland
tumours: a retrospective study. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2010; 15 (1): 32-7.
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UNIDA D 7. LESIO NES H IPERPLÁ SICA S EN EL


SIST EMA EST OMAT OG NÁT ICO

OBJETIVO

Identificar las hiperplasias bucales que se presentan con mayor frecuencia en la cavidad bucal.

FUNDAMENTO TEÓRICO

Las hiperplasias bucales son el resultado de diversos factores que actúan como irritantes en la
mucosa bucal, tal es el caso de traumatismos crónicos como prótesis mal ajustadas, hábitos de
morderse el labio o carrillo, presencia de biopelícula o factores hormonales como el embarazo.

Estas lesiones se caracterizan por presentar aumento de volumen, su color es variable, puede ser
semejante a la mucosa normal, rojo o azulado, dependiendo de su causa y sus características
histológicas. Los sitios en que se presentan con mayor frecuencia son lengua, mucosa labial y encía,
generalmente su tratamiento se realiza eliminando los factores locales asociados y a través de la
intervención quirúrgica por medio de una biopsia excisional.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 18, 19 y 20

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO
1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Práct ica 26. Caso cl ínico 1 8

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión de los casos clínicos 18, 19 y 20 el alumno debe revisar las características
de las siguientes lesiones:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Hiperplasia
fibrosa

Épulis fisurado

Granuloma
piógeno
(Hemangioma
capilar
lobular)
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CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Granuloma
periférico de
células
gigantes

Caso clínico 18
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. T. C. Estado civil: Casada
Edad: 45 años Ocupación: Comerciante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: Xochimilco, CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar “una bolita en la lengua” la cual se
muerde frecuentemente.

PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que hace un año aproximadamente, notó la presencia de un aumento de volumen en la
punta de la lengua que ha incrementado de tamaño de forma progresiva.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por cáncer cervicouterino, padre epiléptico.
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ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Vive en casa habitación rentada, que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios, habita en
condiciones de hacinamiento con buena ventilación e iluminación. Alimentación: realiza de una a
dos comidas al día ingiriendo generalmente tortas y tacos, pan y leche diario. Higiene: baño y
cambio de ropa cada tercer día, se cepilla los dientes una vez al día utilizando pasta dental con
técnica deficiente.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Histerectomía a los 42 años de edad por miomatosis sin complicaciones. Alérgica a la penicilina,
tabaquismo y alcoholismo negados.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere cefaleas frecuentes, acúfenos, fosfenos, epistaxis ocasional y parestesia en extremidades
superiores.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada en tiempo y espacio, complexión normal, apariencia física mayor a la edad
cronológica. Se observa palidez generalizada de piel y mucosas.

SOMATOMETRÍA

Peso: 58 kg. Talla 1.55 m.

SIGNOS VITALES
TA: 150/100 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min
FR: 18 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXAMEN BUCAL
Se observa un aumento de volumen en la punta de la lengua de forma redonda, color similar a la
mucosa adyacente, de superficie lisa, base pediculada y consistencia firme, que mide
aproximadamente 5 mm. de diámetro, asintomático. Se observan áreas de depapilación en dorso
lingual. Presenta caries de esmalte y dentina en los dientes 35, 36, 37, 38, 45, 46 y 47, gingivitis
localizada en región de dientes anteriores inferiores, así como bolsas periodontales en la zona
correspondiente a los dientes 36 y 37.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Imagen clínica

Imagen. Aumento de volumen de forma redondeada en punta de lengua


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico
3. Mencione los factores predisponentes de los padecimientos sistémicos.
4. Mencione los factores etiológicos de la lesión bucal.
5. ¿Cuáles son los diagnósticos diferenciales del aumento de volumen en lengua?
6. ¿Cuáles son los auxiliares de diagnóstico sistémico y bucal que indicaría en esta paciente y
qué esperaría encontrar?
7. ¿Cuál sería el manejo estomatológico a seguir en esta paciente?
8. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en esta paciente?
9. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para la lesión bucal?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 27. Cas o cl ín ic o 19


EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: V. B. L. Estado civil: Casada
Edad: 55 años Ocupación: Ama de casa
Lugar de nacimiento y residencia: Tlalnepantla,
Sexo: Femenino
Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude al servicio de estomatología “porque le lastima su placa”.

PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace 8 meses le hicieron una nueva prótesis dental, desde entonces al
colocarla y tratar de masticar presenta dolor de manera ocasional y de diferentes intensidades en
una zona de la encía. Actualmente se le dificulta la colocación de su prótesis

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por insuficiencia renal, padre diabético finado.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación de concreto, cuenta con todos los servicios intradomiciliarios, con buena
ventilación e iluminación. Alimentación balanceada, adecuada en cantidad y calidad. Higiene: Baño
con cambio de ropa diario. Higiene bucal y de prótesis 3 veces al día.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Artritis reumatoide diagnosticada a los 51 años de edad, controlada inicialmente con ibuprofeno.
Actualmente bajo tratamiento con meticorten 5 mg diarios y calcio; a partir de entonces el paciente
refiere haber subido de peso. El médico tratante le ha recomendado disminuir el consumo de sal y
los carbohidratos.
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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere cefalea, acúfenos y fosfenos de manera ocasional.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientado en tiempo y espacio con edad aparente igual a la cronológica. Se observa
marcha simétrica y balanceada. Presenta obesidad centrípeta, cara de luna llena, giba de búfalo e
hirsutismo.

SOMATOMETRÍA

Peso: 75 kg. Talla 1.62 m.

SIGNOS VITALES

TA: 150/100 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min


FR: 19 x min. Temperatura: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan ambos maxilares desdentados, mucosa deshidratada y aumento de volumen en fondo
de saco en la zona correspondiente a dientes anteriores inferiores con aspecto de pliegues (uno de
forma lineal y otro ligeramente lobular), de color similar a la mucosa adyacente, que mide 1.5 cm
aproximadamente y presenta consistencia firme. Entre los pliegues se observa una úlcera cubierta
de pseudomembrana blanquecina de forma lineal muy dolorosa.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Aumento de volumen con aspecto de pliegues y úlcera localizados en


fondo de saco en la zona correspondiente a los dientes anteriores inferiores.
Fuente: Directa.
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 Química sanguínea:

Resultados Valores de referencia

Glucosa 150 mg/dl 70 - 110 mg/dl

Urea 30 mg/dl 20 - 40 mg

Creatinina 0.7 mg/dl 0.7 - 1.2 mg/dl

Ácido úrico 5.2 mg 2,4 - 6,0 mg/dl

 Biometría Hemática:

Resultados Valores de referencia

Eritrocitos 5.5 x 106 /mm3 4.2 - 5.4 x 106/mm3

Hemoglobina 16 g/dl. 12.0 - 16.0 g/dl

Hematocrito 47 % 37 – 47 %

Leucocitos totales 3,500/mm3 5,000-10,000/mm3

Neutrófilos 40 % 45 – 70 %

Linfocitos 20 % 20 – 40 %

Monocitos 1% 1–6%

Eosinófilos 2% 0–3%

Basófilos 0% 0-1%

Plaquetas 350,000 mm3 170,000- 410,000/mm3


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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente

2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico

3. Calcule e interprete el IMC

4. ¿Cuál es la repercusión por el uso prolongado de corticoesteroides en esta paciente?

5. ¿Con qué frecuencia la artritis reumatoide afecta la ATM?

6. Mencione los factores etiológicos de las lesiones bucales

7. Mencione los diagnósticos diferenciales para las lesiones bucales

8. ¿Cuál sería el manejo estomatológico a seguir con esta paciente?

9. ¿Cuáles serían las medidas preventivas para las lesiones bucales?

10.Mencione sus conclusiones y sugerencias para este caso


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Práct ica 28. C aso cl ín ico 20


C.D. GERARDO GUIZAR MENDOZA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: L. O. M. Estado civil: Casada
Edad: 22 años Ocupación: Ama de casa
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta estomatológica por presentar aumento de volumen en el reborde
alveolar inferior izquierdo, que sangra con facilidad.

PADECIMIENTO ACTUAL
La paciente refiere que hace aproximadamente 2 meses notó aumento de volumen en la zona de
los molares inferiores izquierdos, el cuál creció progresivamente de un mes a la fecha impidiendo
las funciones de masticación, deglución y fonación, debido al desplazamiento de la lengua. La
paciente cursa con 8 meses de embarazo y refiere edema de los miembros inferiores, náusea y
cefalea.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo paterno finado por infarto al miocardio, madre hipertensa. Resto del interrogatorio negado.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación construida con concreto y tabique la cual cuenta con baño, cocina, sala, comedor
y recámaras independientes, con todos los servicios intradomiciliarios, buena iluminación y
ventilación. Alimentación: realiza tres comidas al día, ingiriendo carbohidratos en abundancia,
carne tres veces por semana, verdura, fruta, leche y pan diariamente. Higiene: se baña cada tercer
día con cambio de ropa diariamente, se cepilla los dientes una vez al día con mala técnica.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Apendicectomía a los 15 años de edad sin complicaciones, cuadros gripales ocasionales.
Tabaquismo y alcoholismo negados.
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ANTECEDENTES GINECOOBSTÉTRICOS
Menarca a los 15 años, ritmo 30 x 4 eumenorreica, inicia su vida sexual activa a los 15 años; gestas
2, para 0, aborto 1, cesáreas 0, sin control prenatal.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


La paciente refiere un embarazo de 8 meses de evolución y que actualmente cursa con tinnitus.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, apariencia física igual a la edad cronológica, aumento de volumen
abdominal a expensas de útero grávido y edema de miembros inferiores.

SOMATOMETRÍA

Peso: 68 kg. Talla 1.57 m.

SIGNOS VITALES

TA: 140/100 mm Hg. Pulso: 82 x min. FC: 82 x min


FR: 20 x min. Temperatura: 37 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen, de color rojizo, superficie lisa, base sésil, de aproximadamente 4
x 4.5 cm. de diámetro, consistencia blanda y sangrante a la palpación, localizada en la zona lingual
correspondiente a los dientes 36 y 37, que desplaza a la lengua, gingivitis generalizada, presencia
de biofilm y abundante cálculo dental a nivel de los dientes anteriores inferiores y caries de esmalte
y dentina en los dientes 14, 15, 16, 17.
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AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Aumento de volumen en zona lingual correspondiente a los dientes 36 y 37


Fuente: Directa.

 Química sanguínea:
Resultados Valores de referencia

Glucosa 80 mg/dl 70 - 110 mg/dl

Urea 22 mg/dl 20 - 40 mg/dl

Creatinina 0.17 mg/dl 0.7 - 1.2 mg/dl

 Biometría Hemática:
Resultados Valores de referencia
Hemoglobina 12 g/dl. 12 - 16 g/dl

 Examen General de Orina:

Resultados Valores de referencia

pH 5.5 5–8

Proteínas ++ Negativo

Leucocitos 1 a 2 por campo Negativo


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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento sistémico
3. ¿Por qué es importante el control médico, durante el embarazo?
4. ¿Qué riesgo tiene la paciente y el producto por la condición sistémica de la paciente?
5. ¿Qué importancia tienen los antecedentes heredofamiliares en esta paciente?
6. Mencione los factores etiológicos de la lesión bucal
7. Mencione los diagnósticos diferenciales para la lesión bucal.
8. ¿Cuál es la interpretación de los exámenes de laboratorio realizados y cuáles son los
auxiliares de diagnóstico bucales que indicaría en este caso?
9. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para la lesión bucal?
10. ¿Cuál sería el manejo estomatológico a seguir con esta paciente?
11. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Lira, L. A., Rondanelli, B. M. Atlas de patología de los maxilares. España: Ripano; 2011.
3. Manual para la detección de alteraciones de la mucosa bucal y lesiones premalignas.
Ciudad de México: Secretaría de salud; 2003.
4. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
5. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2 a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
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UNIDA D 8. Q UIST ES EN EL SIST EMA


ESTO MATOG NÁT IC O

OBJETIVO

Establecer el diagnóstico, prevención e identificar el tratamiento de los diferentes tipos de quistes


que se presentan con mayor frecuencia en el sistema estomatognático.

FUNDAMENTO TEÓRICO

En la práctica profesional del Cirujano Dentista, los quistes bucales son entidades frecuentes, estos
procesos comprenden varios tipos que difieren en cuanto a frecuencia, comportamiento,
histogénesis, y tratamiento; en la mayoría de los casos se detectan por examen clínico y
radiográfico de rutina.

El tratamiento de los quistes es a través de intervención quirúrgica, que en ocasiones involucra


zonas muy extensas, por lo que es necesario efectuar su diagnóstico oportunamente.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica del caso 21
Ejercicios Clínicos de Lesiones quísticas

SERVICIOS
Luz, agua

PROCEDIMIENTO

1) Por medio del interrogatorio a los alumnos, el profesor evaluará los temas previos
necesarios para el desarrollo de la práctica.
2) Los alumnos realizarán la lectura del caso clínico para analizar la información y así poder
contestar las preguntas del cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.
3) El profesor responsable del equipo interrogará respecto a las preguntas planteadas en el
cuestionario dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta
resolución del caso clínico.
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Práct ica 29. Caso cl ín ico 2 1

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 21 y de los ejercicios clínicos de lesiones quísticas, el
alumno debe revisar los siguientes temas:

1. Clasificación de quistes odontogénicos del 2022 de la OMS.


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2. Quistes odontogénicos más frecuentes


CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
QUISTE ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Periapical

Dentígero

Queratoquiste
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Caso clínico 21
C. M. F. ENRIQUE DARIO AMARILLAS ESCOBAR

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: J. P. G. Estado civil: Soltero
Edad: 26 años Ocupación: Obrero
Sexo: Masculino Lugar de nacimiento y residencia: San Luis Potosí

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar “hinchazón en la mejilla” del lado derecho.

PADECIMIENTO ACTUAL
Inicia hace 3 meses con aumento de volumen en la hemicara derecha, de crecimiento lento.
Actualmente asociado a dolor leve en la zona.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre y madre con diabetes mellitus.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa construida con muros de ladrillo, piso y losa de concreto, cuenta con todos los servicios
intradomiciliarios, realiza 2 comidas al día con balance proteico-calórico regular, baño y cambio de
ropa diario, cepillado dental ocasional, cuadro de inmunizaciones completo.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Padeció varicela a los 5 años de edad, bajo tratamiento médico, cursando sin complicaciones ni
secuelas. Antecedente de apendicectomía a los 18 años de edad sin complicaciones. Tabaquismo
positivo fumando 1 cigarro diario y alcoholismo positivo desde los 15 años de edad (cerveza
ocasionalmente sin llegar a la embriaguez). Niega uso de drogas.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


No refiere datos de importancia.
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente consciente, de edad aparente igual a la cronológica, mesomórfico, íntegro, con asimetría
facial, marcha simétrica y balanceada y cooperador al manejo. En cabeza y cuello presenta
aumento de volumen que involucra la región mandibular derecha, de consistencia dura. La piel de
la región sin cambios de color.

SOMATOMETRÍA

Peso: 66 kg. Talla 1.68 m.

SIGNOS VITALES

TA: 120/80 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min


FR: 16 x min. Temperatura: 36.2 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Mucosa bucal íntegra, de color homogéneo, bien hidratada, higiene bucal deficiente con gingivitis
generalizada, caries de esmalte en los dientes 17, 26, 27, 37 y 47, restos radiculares de los dientes
16, 36 y 46, tercer molar inferior derecho parcialmente erupcionado. Presenta además expansión
de la cortical externa mandibular en la región del lado derecho.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Examen radiográfico
Se observa una imagen radiolúcida unilocular que involucra el ángulo y rama mandibular derecha,
de aproximadamente 5 x 3 cm. Destaca también la retención de los dientes 18, 28, 38 y 48 en
posición vertical, así como los restos radiculares de los dientes 16, 36 y 46.

Imagen: imagen radiolúcida unilocular en región mandibular derecha


Fuente: Directa.
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 Imagen clínica

Imagen: aumento de volumen del lado derecho con asimetría facial.


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y EL ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento actual
3. Mencione los datos que sustentan el diagnóstico bucal
4. ¿Cuál es el origen de la lesión bucal?
5. Mencione los diagnósticos diferenciales de la lesión bucal.
6. ¿Cuáles son los auxiliares de diagnóstico que indicaría en este caso y cuál de ellos nos daría
el diagnóstico definitivo?
7. ¿Cuál es el manejo estomatológico de este paciente?
8. ¿Cuál es el tratamiento a realizar en este paciente?
9. ¿Cuáles son las complicaciones de este tipo de lesiones?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 30. Ejerc ic ios cl ín icos: l es io nes q uíst ic as

En los siguientes ejercicios sobre lesiones quísticas, establezca en cada caso: el diagnóstico de la
lesión, el posible tejido del que se origina, las características histológicas e indique los diagnósticos
diferenciales para la lesión y el tratamiento.

Caso 1
Sexo: Femenino Ocupación: Secretaria
Edad: 28 años

Descripción: La radiografía previamente practicada al paciente muestra una zona radiolúcida


unilocular asociada a un tercer molar retenido. Se obtiene un espécimen biológico en forma de
saco, en cuyo interior se observa un diente.

Antecedentes: Se practicó procedimiento quirúrgico obteniendo el espécimen descrito en un


paciente que clínicamente presentaba aumento de volumen en la zona del diente 38, los restantes
terceros molares se encontraban bien erupcionados.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales

Caso 2
Sexo: Masculino Ocupación: Oficinista
Edad: 24 años

Descripción: Se observa un nódulo asintomático en la mucosa del labio inferior derecha, de color
ligeramente pálido, que ha crecido lentamente de tres meses a la fecha, mide aproximadamente
1.2 cm. de diámetro, a la palpación se percibe fluctuante.
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Antecedentes: Refiere que hace tres meses le extrajeron el primer molar inferior derecho, y con el
forceps le “pellizcaron” la mucosa. Posteriormente notó la aparición de la tumefacción.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales

Caso 3
Sexo: Masculino Ocupación: Carpintero
Edad: 59 años

Descripción: Lesión que corresponde a un hallazgo radiográfico, descrito como zona radiolúcida en
forma de corazón, bien delimitada, localizada entre los incisivos centrales superiores, se observa
ligera reabsorción radicular de esos dientes, clínicamente cursa asintomático, los dientes anteriores
superiores son vitales.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales
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Caso 4
Sexo: Femenino Ocupación: Estudiante
Edad: 14 años

Descripción: Se observa aumento de volumen unilateral en piso de boca, de color semejante a la


mucosa bucal, a la palpación se percibe blando y fluctuante, de crecimiento lento, evolución de
cuatro meses, actualmente desplaza la lengua lo que dificulta la fonación, la paciente tiene el
hábito de introducirse objetos en la boca.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales

Caso 5
Sexo: Masculino Ocupación: Electricista
Edad: 45 años

Descripción: El paciente refiere haber cursado con cuadros infecciosos recurrentes en el diente 36,
por tiempo prolongado, posteriormente no dolía y no lo atendió. Hace un año le extrajeron el diente
por presentar zona radiolúcida unilocular en el área periapical y el día de hoy acude solicitando
rehabilitación protésica.

En la radiografía periapical se observa zona radiolúcida, redondeada de aproximadamente 10 mm


de diámetro en la zona del diente 36, el cual se encuentra ausente. No ha presentado
sintomatología alguna.
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Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales

Caso 6
Sexo: Femenino Ocupación: Cajera
Edad: 26 años

Descripción: A partir de un hallazgo radiográfico donde se observa una zona radiolúcida bien
circunscrita localizada entre las raíces de los premolares inferiores izquierdos a nivel de tercio
medio, se realizó el tratamiento quirúrgico del que se obtiene un espécimen de 1.2 x 1.0 cm. de
diámetro.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales

Caso 7
Sexo: Masculino Ocupación: Obrero
Edad: 38 años

Descripción: La radiografía muestra una zona radiolúcida de aproximadamente 2 cm. de diámetro,


asociada al diente 38, que se encuentra desplazado al borde inferior de la mandíbula.
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Se realiza biopsia por punción y aspiración, obteniendo un líquido de aspecto lechoso.

Antecedentes: Desde hace tres años, el paciente notó ligera tumefacción en el lado izquierdo de la
mandíbula que fue aumentando lentamente.

Posible tejido del Características Diagnósticos


Diagnóstico Tratamiento
que se origina histológicas diferenciales
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Bagán, S. J. V. Medicina bucal. 2a. ed. España: Medicina oral S.L.; 2010.
2. Neville, B. Oral and Maxillofacial Pathology. 3 ed. USA: Saunders Company; 2009.
3. Cawson, R. A, Odel EW. Fundamentos de medicina y patología oral. 8 a ed. España:
Elsevier; 2009.
4. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.
5. Reichart, P. A., Philipsen, H. P. Atlas de patología oral. Masson. 2000.
6. Rodríguez, C. W. A. Neoplasias Malignas de cabeza y cuello, Lima: UNMSM, Fondo
Editorial, 2000.
7. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2 a ed. Madrid:Elsevier
Harcourt; 2005.
8. Leyva, E. R., Tapia, J. L., Quezada, D., Ortiz, E. Factores involucrados en el desarrollo del
quiste periapical. Revista odontológica mexicana. 2006; 10(1): 36-41.
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UNIDA D 9. NEO PLASIA S DEL SIST EMA


ESTO MATOG NÁT ICO

OBJETIVO

Establecer el diagnóstico e identificar las medidas de prevención y manejo estomatológico de las


neoplasias que se presentan con mayor frecuencia en el sistema estomatognático.

FUNDAMENTO TEÓRICO

Las neoplasias son neoformaciones o aumentos de volumen, de tejido que crecen de forma
progresiva, incontrolada, excesiva y autónoma. Algunas de ellas pueden crecer de forma expansiva
o invasiva.

Son consideradas patologías de etiología multifactorial, es decir, se considera que influyen para su
desarrollo factores intrínsecos y extrínsecos, por ejemplo: genéticos, edad, sexo, traumatismos
crónicos, tabaquismo, alcoholismo, virus y deficiencias nutricionales entre otros. Según su
comportamiento se clasifican en benignas o malignas.

Dentro de las neoplasias malignas, la de mayor frecuencia es el carcinoma oral de células


escamosas. La importancia que representa el diagnóstico oportuno de cáncer bucal por el Cirujano
Dentista determina la necesidad fundamental de realizar un interrogatorio y exploración física de
cabeza y cuello minuciosos, para identificar desórdenes potencialmente malignos o bien la
presencia de neoplasias benignas o malignas, con la finalidad de remitir al paciente con el
especialista/centro hospitalario indicado para que reciba un tratamiento oportuno.

MATERIAL
Alumno:
Resumen de historia clínica de los casos 22, 23, 24 y 25

SERVICIOS
Luz, agua
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PROCEDIMIENTO

1) El profesor responsable del equipo, evaluará los conocimientos previos de la práctica a


través del interrogatorio a los alumnos.

2) Los alumnos analizarán la información del caso clínico, y posteriormente contestarán las
preguntas planteadas en el cuestionario. Esta actividad puede realizarse con ayuda de
libros, artículos u otros materiales que servirán como apoyo.

3) El profesor interrogará a los alumnos sobre las preguntas planteadas en el cuestionario,


dirigiendo la discusión y haciendo las aclaraciones pertinentes para la correcta resolución
del caso clínico.

Práct ica 31. C aso c l ín ico 22

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

1. Nomenclatura de las neoplasias


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Para realizar la discusión de los casos clínicos 22 y 23 el alumno debe revisar las principales
características de las siguientes neoplasias benignas:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICOS


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIALES
PAPILOMA
FIBROMA
HEMANGIOMA

Caso clínico 22
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: E. S. R. Ocupación: Estudiante
Edad: 8 años Lugar de nacimiento y residencia: Chimalhuacán,
Sexo: Femenino Estado de México
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MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar dolor en “una muela”.

PADECIMIENTO ACTUAL
La madre de la paciente refiere que hace aproximadamente 15 días comenzó con dolor espontáneo
del diente 16 que se incrementa con los alimentos fríos y el día de ayer no le permitió dormir.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES.
Sin importancia para el padecimiento actual.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Casa habitación que cuenta con todos los servicios intradomiciliarios con adecuada ventilación e
iluminación. Alimentación: adecuada en calidad y cantidad. Higiene: se baña diario con cambio de
ropa cada tercer día, se cepilla los dientes dos veces al día.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Parotiditis viral a los 5 años de edad sin complicaciones.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Sin datos de relevancia.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, apariencia física congruente con la edad cronológica.

SOMATOMETRÍA

Peso: 26 kg. Talla 1.10 m.

SIGNOS VITALES

TA: 90/60 mm Hg. Pulso: 70 x min. FC: 70 x min


FR: 18 x min. Temperatura.: 36.2 °C
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EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa aumento de volumen de forma ovalada, color rosa pálido, aspecto de coliflor, superficie
rugosa, de base pediculada, que mide aproximadamente 3 mm de diámetro; la lesión se localiza en
encía marginal vestibular a nivel del diente 11. Caries de esmalte, dentina y pulpa en diente 16.

AUXILARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Aumento de volumen en encía marginal con aspecto de coliflor a nivel diente 11.
Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente.


2. Identifique los determinantes sociales de la lesión bucal.
3. Mencione los factores etiológicos de la lesión en encía marginal.
4. Mencione los diagnósticos diferenciales de la lesión bucal
5. ¿Cuáles son los auxiliares de diagnóstico que indicaría en este caso?
6. ¿Cuál sería el tratamiento de la lesión bucal?
7. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en esta paciente?
8. ¿Qué importancia tiene el seguimiento a largo plazo de la lesión bucal?
9. ¿Cuál sería la importancia de la vacunación para la prevención de la lesión bucal?
10. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 32. Cas o cl ín ic o 2 3


EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. L. R. Estado civil: Soltera
Edad: 16 años Ocupación: Estudiante
Sexo: Femenino Lugar de nacimiento y residencia: CDMX

MOTIVO DE CONSULTA
La paciente acude a consulta por presentar una “bola morada” en la lengua que ha ido creciendo,
le dificulta hablar y comer.

PADECIMIENTO ACTUAL
La madre refiere que hace aproximadamente 10 años le notó la presencia de una “bola” en la
lengua, la cual ha aumentado de tamaño muy lentamente. Nunca le ha causado molestia, pero le
desagrada su aspecto y quiere ver si se puede realizar algún tratamiento para eliminarla.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Abuelo materno y madre diabéticos. Abuelo paterno finado por infarto agudo al miocardio.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Habita en casa propia la cual cuenta con baño, cocina, sala, comedor y recámaras independientes
con todos los servicios intradomiciliarios con ventilación e iluminación adecuadas. Alimentación:
realiza 2 comidas al día (comida y cena), ingiriendo carne, leche, huevo y tortilla diariamente.
Higiene: baño y cambio de ropa diario, cepillado dental tres veces al día con técnica adecuada.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Presentó escarlatina y varicela a los 5 y 7 años respectivamente bajo tratamiento médico sin
complicaciones ni secuelas.
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EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente bien orientada, edad aparente igual a la cronológica.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Refiere dolor epigástrico urente asociado a ayuno prolongado y estrés.

SOMATOMETRÍA

Peso: 61 kg. Talla 1.59 m.

SIGNOS VITALES

TA: 110/70 mm Hg. Pulso: 72 x min. FC: 72 x min


FR: 20 x min. Temperatura.: 36.5 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observa un aumento de volumen color rojo azulado, blando a la palpación, que involucra dorso,
borde lateral y vientre de lengua del lado izquierdo, mide aproximadamente 3.8 cm en su diámetro
mayor. A la digitopresión, la lesión palidece. Presenta maloclusión clase III de Angle, caries de
esmalte y dentina en los dientes 16, 27 y 36.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Aumento de volumen rojo azulado en borde lateral de lengua del lado izquierdo
Fuente: Directa.
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Código Fecha de elaboración o revisión Versión Página

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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral de la paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento actual
3. Mencione los factores etiológicos de la lesión bucal
4. Mencione los diagnósticos diferenciales para la lesión bucal
5. ¿Por qué está contraindicada la biopsia de este tipo de lesiones en el consultorio dental?
6. ¿Cuáles son las opciones de tratamiento de la lesión bucal?
7. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico de esta paciente?
8. ¿Cuál es el manejo estomatológico de esta paciente?
9. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Código Fecha de elaboración o revisión Versión Página

SGC-FESZ-CD-ML12 09/08/2024 1 171 /198

Práct ica 33. Cas o cl ín ico 2 4

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Para realizar la discusión del caso clínico 24 el alumno debe revisar las principales características de
los siguientes tumores odontogénicos:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICOS


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIALES
AMELO BL ASTO MA
OD ONTOGÉNICO
MIXOMA
ODONTOMA
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Caso clínico 24
C.D. ESP. ARMANDO TORRES HERRERA

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: A. S. S. Estado civil: Casado
Edad: 44 años Ocupación: Albañil
Lugar de nacimiento y residencia: Nezahualcóyotl,
Sexo: Masculino
Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar “sensación de presión en el paladar”.

PADECIMIENTO ACTUAL
El paciente refiere un aumento de volumen con sensación de presión desde hace 2 años en zona
anterior de paladar duro por lo que acude a consulta estomatológica.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Padre fallecido por enfermedad de Parkinson, madre diabética bajo control, hermano con
síndrome de Sjögren diagnosticado desde hace cinco años bajo tratamiento, resto negado.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS


Procede de estrato socioeconómico medio, su casa cuenta con sala, cocina, comedor y baño
independiente, con todos los servicios intradomiciliarios. En su alimentación, realiza tres comidas
al día inadecuadas en calidad y cantidad. Baño y cambio de ropa cada tercer día, no acostumbra
cepillarse los dientes, sólo en algunas ocasiones.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Antecedentes quirúrgicos positivos, a los 30 años le operaron de una hernia inguinal, a los 32 años
le realizaron colecistectomía sin complicaciones. A los 36 años sufrió caída de andamio lo que
ocasionó fractura de maxilar y malar derecho. Gastritis bajo tratamiento con antiácido hidróxido
de aluminio y omeprazol desde hace seis meses. Padece hipertensión arterial por lo cual fue
internado recientemente, actualmente se encuentra medicado con nifedipino de 30 mg cada 12
horas.
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Código Fecha de elaboración o revisión Versión Página

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INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


Presenta fosfenos, mareos y acúfenos de manera ocasional.

EXPLORACION FÍSICA

Paciente orientado, de edad similar a la cronológica. Facies asimétrica por fractura de maxilar y
malar derecho. Cansado, angustiado, pálido, ojeroso, deshidratado y agitado.

SOMATOMETRÍA

Peso: 57 kg. Talla 1.66 m.

SIGNOS VITALES

TA: 150/100 mm Hg. Pulso: 89 x min. FC: 89 x min


FR: 24 x min. Temp.: 36.3 °C

EXPLORACIÓN BUCAL
Se observan labios deshidratados y se percibe halitosis, así como ausencia del diente 21. También
presenta periodontitis localizada con biofilm y cálculo dental supra e infragingival en zona anterior
inferior.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO
 Examen radiográfico

Se toman radiografías periapical y oclusal observándose zona radiopaca conformada por pequeñas
estructuras calcificadas con forma de dentículos localizada en la zona correspondiente al espacio
del diente ausente, entre la raíz de los dientes 11 y 22.

Imagen. Zona radiopaca entre las raíces de los dientes 11 y 22


Fuente: Directa.
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CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento actual
3. Mencione los factores de riesgo para las alteraciones sistémicas
4. ¿Qué auxiliares de diagnóstico están indicados para conocer la condición sistémica actual
de este paciente?
5. ¿Cómo se clasifican los tumores odontogénicos?
6. Mencione los diagnósticos diferenciales de la lesión radiopaca en maxilar superior
7. Mencione el tratamiento de la lesión radiopaca en maxilar superior
8. ¿Cuál es el manejo estomatológico a seguir para el padecimiento sistémico?
9. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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Práct ica 34. Cas o cl ín ic o 2 5

REVISIÓN DE TEMAS PREVIOS

Clasificación TNM

Para realizar la discusión del caso clínico 25 el alumno debe revisar las principales características de
las siguientes neoplasias malignas:

CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICOS


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIALES
CARCINOMA ORAL D E CÉLULAS
ESCAMO SAS
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CARACTERÍSTICAS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICOS


LESIÓN ETIOLOGÍA TRATAMIENTO
CLÍNICAS DIAGNÓSTICO DIFERENCIALES
CARCINOMA V ERRUCOSO
MELANOMA

Caso clínico 25
EPMB GABRIELA ALEJANDRA ALBITER FARFÁN

FICHA DE IDENTIFICACIÓN
Nombre: M. A. T. Estado civil: Casado
Edad: 57 años Ocupación: Campesino
Lugar de nacimiento y residencia: Texcoco,
Sexo: Masculino
Estado de México

MOTIVO DE CONSULTA
El paciente acude a consulta por presentar una “llaga en la encía”.
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PADECIMIENTO ACTUAL
Refiere que desde hace 4 meses notó la presencia de una úlcera en mucosa de reborde alveolar del
lado derecho que ha aumentado de tamaño progresivamente; recientemente se presenta dolorosa
de forma ocasional asociada a la ingesta de alimentos picantes que le dificulta comer.

ANTECEDENTES HEREDOFAMILIARES
Madre finada por cáncer pulmonar, padre finado por cáncer de próstata.

ANTECEDENTES PERSONALES NO PATOLÓGICOS.

Habita en casa construida con lámina de cartón y adobe, con una sola habitación, no cuenta con
servicios intradomiciliarios, presenta deficiente ventilación e iluminación. Alimentación: realiza dos
comidas al día, generalmente con frijol, arroz, pan, café y tortillas. Higiene: baño y cambio de ropa
cada tercer día.

ANTECEDENTES PERSONALES PATOLÓGICOS


Tabaquismo positivo desde los 21 años de edad, fumando de 5 a 10 cigarrillos diarios. Alcoholismo
positivo desde los 18 años tomando cada 8 días y llegando a la embriaguez.

INTERROGATORIO POR APARATOS Y SISTEMAS


El paciente refiere astenia y adinamia ocasional, en el último mes ha perdido 4 kilos de peso sin
causa aparente.

EXPLORACIÓN FÍSICA
Paciente orientado, delgado, pálido. Cadena ganglionar submandibular derecha positiva de
aproximadamente 2 cm de diámetro de consistencia firme y fija a planos profundos.

SOMATOMETRÍA
Peso: 54 kg. Talla 1.60 m.
SIGNOS VITALES
TA: 130/90 mm Hg. Pulso: 80 x min. FC: 80 x min
FR: 18 x min. Temperatura.: 36.5 °C
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EXAMEN BUCAL
Se observa una úlcera de bordes crateriformes irregulares e indurados con fondo ligeramente
granular en reborde alveolar superior derecho con área queratósica. La úlcera mide 2.8 x 2.3 cm
aproximadamente. Desdentado parcial, caries en dientes 16, 35, 36, 46 y 47. Presenta biofilm y
cálculo dental así como periodontitis localizada en dientes anteriores inferiores.

AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO

 Imagen clínica

Imagen. Úlcera de bordes crateriformes irregulares en reborde alveolar superior derecho.


Fuente: Directa.

CUESTIONARIO PARA LA DISCUSIÓN Y ANÁLISIS DEL CASO

1. Mencione y fundamente el diagnóstico integral del paciente


2. Identifique los determinantes sociales del padecimiento actual
3. ¿Qué importancia tienen los antecedentes heredofamiliares en este paciente?
4. ¿Qué significado tiene la linfadenopatía positiva?
5. Mencione los factores etiológicos de la lesión bucal
6. Mencione los diagnósticos diferenciales de la lesión bucal.
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7. ¿Cuáles son los auxiliares de diagnóstico que indicaría en este caso?


8. ¿A qué se refiere la clasificación TNM?
9. ¿Cuál sería el manejo estomatológico a seguir con este paciente?
10. ¿Cómo y a dónde se debe remitir a este paciente?
11. ¿Cuál es el riesgo y pronóstico en este paciente?
12. ¿Cuáles serían las acciones preventivas para la lesión bucal?
13. ¿Cuáles son las conclusiones del caso?
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B I B LI O GR A FÍ A
1. Kennedy, R. A. WHO is in and WHO is out of the mouth, salivary glands, and jaws sections
of the 4th edition of the WHO classification of head and neck tumours. BJOMS. 2018;
56(2): 90-5.

2. Martínez, A., Baldiris, A., Díaz, C. A.. Papiloma bucal producido por VPH y su relación con
carcinoma. Rev Clin Med FAM .2012; 5(2): 144-145.

3. Regezi J., Sciubba JJ, Jordan RCK. Oral pathology: Clinical pathologic correlations. 6a. ed.
México: Interamericana; 2012.

4. Sapp, J. Philip. Patología oral y maxilofacial contemporánea. 2a ed. Madrid:Elsevier


Harcourt; 2005.

5. Sánchez-Acuña, G., González-Rebattu, M., Wilde-Jordán, I. Anomalías vasculares.


Revisión bibliográfica y presentación de casos clínicos. Revista Mexicana de Cirugía Bucal
y Maxilofacial. 2009, 5 (2): 60-67.

6. Meneses-García, A., Mosqueda-Taylor, A., Ruíz-Godoy, L. M. Patología quirúrgica de


cabeza y cuello. México: Trillas; 2006

7. Díaz-Reverand, S., Naval-Gías, L., Muñoz-Guerra, M., González-García, R., Sastre-Pérez,


J., Rodríguez-Campo, F. J. Mixoma odontogénico: presentación de una serie de 4 casos
clínicos y revisión de la literatura. Rev Esp Cir Oral Maxiloc.2018; 40(3):120-128

8. Thistle-Barba, L., Muela-Campos, D. Nevárez-Rascón MM, Ríos-BarreraVA, Neváez


Rascón A. Aspectos descriptivos del odontoma: revisión de la literatura. Revista
Odontológica Mexicana. 2016; 20(4):272-276.

9. Rodríguez, R., Santana, K., Fong, Y., Rey, Y., Jacas, M., Quevedo, K. Evaluación del
programa de detección precoz del cáncer bucal. AMC [Internet]. 2014 Dic
[citado 2018 Nov 22]; 18(6):642-655. Disponible en:
http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1025-
02552014000600007&lng=es.
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C RIT ERIO S DE EVALUACIÓ N DEL APRENDIZA JE

El Módulo de Medicina y Patología Estomatológica tiene dos componentes cuya evaluación es la


siguiente:

TEORÍA 60% LABORATORIO Y SEMINARIO 40 %

La evaluación de laboratorio y seminario es determinada para cada alumno con base en los
resultados obtenidos en:
✓ El desarrollo o la consulta de temas previos a las prácticas.
✓ La participación durante el desarrollo de las prácticas.
✓ La resolución de las guías de discusión.
✓ El reporte o los resultados de las prácticas (en caso de que se solicite en la práctica).
✓ El establecimiento de conclusiones al finalizar las prácticas.

Para realizar la evaluación de cada práctica el profesor se basará en la siguiente rúbrica:

LO CUMPLE LO CUMPLE EN FORMA REGULAR NO LO CUMPLE


CATEGORÍA
2.5 puntos 1.5 puntos 0 puntos

a) Cumplimiento de la
Contestó todos los temas Contestó solamente algunos
consulta de temas No contestó los temas previos
previos. temas previos.
previos

Participó durante el Participó poco durante el


b) Participación en el
desarrollo de la práctica y sus desarrollo de la práctica y sus No participó en el desarrollo
desarrollo de la
aportaciones fueron aportaciones fueron de la práctica.
práctica
congruentes con el tema. aceptables.

Resolvió sólo algunas No resolvió la guía de


c) Resolución de la Resolvió la guía de discusión preguntas de la guía de discusión final y tampoco
guía de discusión final en su totalidad. discusión final y no hizo realizó aportaciones a la
aportaciones a la práctica práctica.

Participó en la discusión final Participó poco en la No participó en la discusión


d) Participación en el
del tema y sus conclusiones discusión final del tema y sus final del tema ni en el
establecimiento de
fueron de gran valor para la conclusiones fueron establecimiento de
las conclusiones
práctica aceptables conclusiones.
*En el caso de que la práctica incluya la entrega de un reporte, la evaluación se hará entre cinco criterios y
cada uno tendrá un puntaje de: 2 puntos si lo cumple, 1 punto si lo cumple en forma regular y 0 puntos si no
lo cumple.
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 El registro de esta evaluación se realizará utilizando el instrumento de evaluación del anexo


3

 Para la acreditación del módulo es necesario tener calificación aprobatoria en los dos
rubros antes mencionados, así como un 80% de asistencia.
 EL ALUMNO QUE NO ACREDITA EL COMPONENTE PRÁCTICO REPRUEBA EL MÓDULO.
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R E GL AM E NT O DE L AB OR AT O R I O

Dado que los objetivos fundamentales de los trabajos de laboratorio en la enseñanza son:

 Promover el aprendizaje de los alumnos por medio de actividades prácticas en laboratorio.


 Favorecer el aprendizaje de los alumnos por medio de técnicas de laboratorio.
 Desarrollar en los alumnos una actitud crítica por medio de la interpretación de los resultados
de las prácticas, orientándolos hacia aspectos relacionados con su práctica profesional.
 Apoyar el material teórico de las clases.
 Capacitar a los alumnos en el trabajo científico del laboratorio para promover el interés por
la investigación científica.

Es imprescindible el cumplimiento del siguiente reglamento:

a. Toda persona que permanezca en el laboratorio deberá tener puesta una bata de manga
larga.

b. La asistencia a las prácticas de laboratorio es obligatoria y por lo tanto, se pasará lista a todos
los integrantes del grupo al inicio de cada práctica.

c. No se permitirá la entrada a ningún alumno, pasados quince minutos del inicio de la práctica.

d. El grupo en general, es responsable de la limpieza y conservación del equipo y materiales


comunes del laboratorio durante la práctica.

e. Para el trabajo en el laboratorio, los integrantes del grupo formarán equipos con el número
de personas que determine el profesor responsable del mismo.

f. Todos los alumnos que integran un equipo, son responsables de la limpieza de su área de
trabajo durante la práctica, así como del material que se les suministre para llevarlas a cabo,
y de que ésta se encuentre limpia al terminar la sesión y abandonar el laboratorio.

g. El material necesario para desarrollar una práctica, deberá ser solicitado en el


interlaboratorio, usando un vale impreso expresamente para dicho fin y adjuntando a éste
la credencial vigente de la persona que firmó el vale.

h. La entrega del material para el desarrollo de la práctica, será en los primeros 30 minutos, de
la hora programada, siempre y cuando el profesor del grupo esté presente.
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i. Al recibir el material, el usuario debe revisar que esté completo, limpio y sin daños.

j. Todo material y equipo devuelto al interlaboratorio después de su uso, tendrá que estar
completo y sin daño alguno.

k. Si por alguna razón, el material que se entregue al interlaboratorio está deteriorado o


incompleto, el usuario deberá hacer un vale adicional por ese material y dejar su credencial
hasta que se reponga lo dañado o faltante. Hay como límite dos semanas para reponer dicho
material; cumplido ese tiempo, no se les permitirá la entrada a prácticas a los miembros del
equipo deudor.

l. Durante el transcurso de una práctica, el alumno sólo podrá utilizar los aparatos que hay en
el laboratorio, si está siendo asesorado por un profesor.

m. Está prohibido fumar y hacer uso inadecuado del equipo y las instalaciones del laboratorio

n. Se prohíbe ingerir alimentos o bebidas en el interior del laboratorio, excepto en los casos
que la práctica lo requiera.

o. Queda prohibido el paso al interior del interlaboratorio para los alumnos o personas ajenas
a él.
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M AN E J O DE R PB I (R e s id uo s Pel ig r o s o s B io l ó g i c o s
I n fec c io s o s )

ESTADO
TIPO DE RESIDUO ENVASADO COLOR
FÍSICO

Recipientes
Sangre Líquido herméticos Rojo

Cultivos y cepas
de Bolsas de
Sólido Rojo
agentes polietileno
infecciosos

Bolsas de
Sólido Amarillo
polietileno

Patológicos

Recipientes
Líquido Amarillo
herméticos

Bolsas de
No anatómicos Sólido Rojo
polietileno

Recipientes
Líquido Rojo
herméticos
Objetos
punzocortantes * Recipientes
rígidos de Rojo
Sólido polipropileno

* Excepto material de vidrio de laboratorio roto


Norma Oficial Mexicana NOM-087-ECOL-SSA1-2002, Diario Oficial de la Federación el 17 de febrero de 2003
Guía para el manejo de los residuos peligrosos biológico infecciosos en unidades de salud. Secretaría de Salud. 2003. www.salud.gob.mx
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A NE X O S
1 . T abla de rel ac ión pes o -t all a, de n iños m ex ic anos ,
re vis ada y aprobada por l a Academ ia M exicana de Pediatría

NIÑOS NIÑAS

Peso en kilogramos Peso en kilogramos


Talla en Talla en
Edad Bajo Promedio Alto cm. ±6% Bajo Promedio Alto cm. ±6%

Al nacer 2.8 3.1 3.4 50 2.8 3.1 3.4 50

1 mes 3.6 4.0 4.4 53.5 3.6 4.0 4.4 53.5

2 meses 4.5 5.0 5.5 56.5 4.5 5.0 5.5 56.5

3 meses 5.1 5.7 6.2 59 5.1 5.7 6.2 59

4 meses 5.6 6.3 6.8 61 5.6 6.3 6.8 61

5 meses 6.3 7.0 7.7 63 6.3 7.0 7.7 63

6 meses 6.6 7.4 8.2 64 6.6 7.4 8.2 64

7 meses 7.0 7.8 8.6 65 7.0 7.8 8.6 65

8 meses 7.2 8.2 8.8 66 7.2 8.2 8.8 66

9 meses 7.6 8.4 9.3 67 7.6 8.4 9.3 67

10 meses 7.7 8.7 9.6 68 7.7 8.7 9.6 68

11 meses 8.0 8.9 9.8 69 8.0 8.9 9.8 69

12 meses 8.3 9.2 10.1 70 8.3 9.2 10.1 70

2 años 10.8 12.0 13.2 80 10.8 12.0 13.2 80

3 años 12.6 14.0 15.4 90 12.6 14.0 15.4 90

4 años 14.4 16.0 17.6 100 14.4 16.0 17.6 100

5 años 16.6 18.0 19.8 106.5 16.6 18.2 19.8 106.5

6 años 18.2 20.0 22.0 113 18.2 20.0 22.0 112

7 años 19.8 22.0 24.2 118 19.8 22.0 24.2 117

8 años 22.1 24.5 26.9 123 21.8 24.2 26.7 123

9 años 24.3 27.0 29.7 127.5 24.1 26.8 29.5 127.5

10 años 27.0 30.0 33.0 132 27.4 30.4 33.4 133.5

*Una variación del 6% en la talla, puede considerarse dentro de los límites normales.
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2. V alor es de re fere nc ia de estudios de l abor ator io (FES


Z ar agoz a )

BIOMETRIA HEMÁTICA VALORES DE REFERENCIA

Eritrocitos 4.2-6.2 x 10 mm3


Hemoglobina 12 - 16 g/dl
Hematocrito 38 - 54%
Leucocitos 5,000-10,000/mm3
VCM 82 - 98 Fl
CHM 27 - 32 pg
MCHC 32 - 36%
Neutrófilos segmentados 40 - 70%
Eosinófilos 1 - 3%
Basófilos 0 - 1%
Linfocitos 20 - 40%
Monocitos 2 - 8%
Plaquetas 150,000 - 400,000 mm3

Hombres: 0 - 7 mm/h

VSG Mujeres 10 - 15 mm/h


Niños 1 - 15 mm/h

PRUEBAS DE TENDENCIA
VALORES DE REFERENCIA
HEMORRÁGICA
Tiempo de sangrado 1 - 3 min
Tiempo de coagulación 4 - 8 min
TP 10 - 15 seg.
TTP 27 - 45 seg.
INR 0.8 – 1.2
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INMUNOLOGÍA VALORES DE REFERENCIA

VDRL Negativo

PCR Hasta 6 mg/dL

Factor reumatoide Hasta 20 Ul/mL

Antiestreptolisinas <200 U Todd

Reacciones febriles Negativo

QUÍMICA SANGUÍNEA VALORES DE REFERENCIA

Glucosa 70 - 100 mg/dL

Urea 10 - 50 mg/dL

Creatinina 0.5 - 1.20 mg/dL

Ácido úrico 2.40 - 5.40 mg/dL

Colesterol total 150 - 200 mg/dL

Colesterol HDL H: > 55 M: > 65

Colesterol LDL < 130

Triglicéridos 50 - 160 mg/dL

VALORES DE REFERENCIA

4.8 % – 5.8 % Normal


Hemoglobina glucosilada
5.9 % – 6.4 % Riesgo
(Hb A1c)
>6.5 % Dx. Diabetes
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3 . I ns t ru me nt o de e v a lu a ci ó n de prá c t i ca s de l mó du l o M e di c i na y
P a t o lo gí a E st o ma t o ló gi ca

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones

tinción con azul de

Práctica 6. Biopsia
Exploración bucal
Práctica 1. Signos

Interpretación de
UNIDAD 1. Semiología
elementales

exfoliativa y
estudios de
laboratorio
Práctica 2.

Práctica 4.

Práctica 5.
Práctica 3.

toluidina.
Citología
Lesiones
Vitales

clínica.

bucal
Promedio de
unidad
Alumno

a
b
c
d
a
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c
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a

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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones

UNIDAD 2. Enfermedades

Caso clínico 4
Caso clínico 2

Caso clínico 6
Caso clínico 5
Caso clínico 3
Caso clínico 1

sistémicas, mujer
gestante y su relación con
el Sistema Promedio de
Estomatognático unidad
Alumno

a
b
c
d
a
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Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones
Caso clínico 7

Caso clínico 8

Caso clínico 9
UNIDAD 3. Infecciones

antibióticos
clínicos de
Ejercicios
bacterianas frecuentes en el
Sistema Estomatognático. Promedio de
unidad
Alumno

a
b
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Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones

UNIDAD 4. Infecciones
Caso clínico 10

Caso clínico 11

Caso clínico 12
virales y micóticas
frecuentes en el Sistema Promedio de
Estomatognático. unidad

Alumno

a
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones
Caso clínico 13

Caso clínico 14

Caso clínico 15
UNIDAD 5. Condiciones y
lesiones de color en el
Promedio de
Sistema Estomatognático
unidad

Alumno

a
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Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

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CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones

UNIDAD 6. Lesiones
Caso clínico 16

Caso clínico 17

ulceradas y

ampollares
ulceradas y vesículo–

clínicos de
Ejercicios

vesículo-
lesiones
ampollares en el Sistema Promedio de
Estomatognático unidad

Alumno

a
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones
Caso clínico 18

Caso clínico 19

Caso clínico 20
UNIDAD 7. Lesiones
hiperplásicas en el
Promedio de
Sistema Estomatognático
unidad

Alumno

a
b
c
d
a
b
c
d
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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones Caso clínico 21

UNIDAD 8. Quistes en el

clínicos de
Ejercicios

quísticas
lesiones
Sistema Estomatognático
Promedio de unidad

Alumno

a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d

E. P. M.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA

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I n s t r u m e n t o d e e v a l u a c i ón d e p r á c t i c a s d e l m ó d u l o M e d i c i n a y P a t o l o g í a
Estomatológica

Profesor: ________________________________________________ Grupo: _________ Mesa: ______

P U N T A J E
CRITERIOS A EVALUAR Cumple Cumple de manera regular No cumple

a. Consulta de temas previos


b. Participación en el desarrollo de la práctica
2.5 1.5 0
c. Resolución de la guía de discusión
d. Establecimiento de conclusiones
Caso clínico 22

Caso clínico 23

Caso clínico 24

Caso clínico 25
UNIDAD 9. Neoplasias del
Sistema
Promedio de
Estomatognático.
unidad

Alumno

a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d
a
b
c
d

E. P. M.
SISTEMA DE GESTIÓN DE CALIDAD
MANUAL DE LABORATORIO DE MEDICINA Y PATOLOGÍA ESTOMATOLÓGICA

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4 . Co n se nt im ie nt o i nf or ma d o

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