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Monitoreo Biológico - Epoca Seca 2022

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000001

SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

INFORME DE MONITOREO BIOLÓGICO DEL


PROYECTO INDUSTRIAL DE OLEAGINOSAS
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA

EPOCA SECA – 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000002
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

ÍNDICE
1. ÁREA DE ESTUDIO ............................................................................................................................ 9
1.1. Zonas de vida .......................................................................................................................... 9
1.2. Cobertura vegetal (MINAM, 2015) ......................................................................................... 9
1.3. Áreas naturales protegidas..................................................................................................... 9
1.4. Comunidades campesinas ...................................................................................................... 9
1.5. Estaciones de monitoreo......................................................................................................... 9
1.5.1. Ecosistema terrestre ................................................................................................................................ 9
1.5.2. Ecosistema acuático............................................................................................................................... 10
2. ESTACIONALIDAD .......................................................................................................................... 10
3. OBJETIVOS ..................................................................................................................................... 11
3.1. Objetivo general ................................................................................................................... 11
3.2. Objetivos específicos ............................................................................................................. 11
4. METODOLOGÍA.............................................................................................................................. 12
4.1. Ecosistema terrestre ............................................................................................................. 12
4.1.1. Flora y vegetación .................................................................................................................................. 12
4.1.2. Herpetofauna ......................................................................................................................................... 14
4.1.3. Mastofauna ............................................................................................................................................ 15
4.1.3.1. Mamíferos mayores..................................................................................................................... 15
4.1.3.2. Mamíferos menores .................................................................................................................... 16
4.1.3.3. Mamíferos menores voladores ................................................................................................... 16
4.1.4. Ornitofauna ............................................................................................................................................ 17
4.1.5. Entomofauna .......................................................................................................................................... 18
4.1.5.1. Artrópodos terrestres .................................................................................................................. 19
4.1.5.2. Artrópodos voladores .................................................................................................................. 19
4.2. Ecosistema acuático ............................................................................................................. 20
4.2.1. Hidrobiología .......................................................................................................................................... 20
4.2.1.1. Plancton ........................................................................................................................................ 20
4.2.1.1.1. Fitoplancton............................................................................................................................ 20
4.2.1.1.2. Zooplancton ............................................................................................................................ 20
4.2.1.2. Perifiton ........................................................................................................................................ 20
4.2.1.3. Macroinvertebrados bentónicos ................................................................................................ 21
4.2.1.4. Necton (peces) ............................................................................................................................. 21
5. ESFUERZO DE MUESTREO .............................................................................................................. 21
5.1. Ecosistema terrestre ............................................................................................................. 21
5.2. Ecosistema acuático ............................................................................................................. 22
6. ANÁLISIS Y PROCESAMIENTO DE DATOS ....................................................................................... 22
6.1. Ecosistema terrestre ............................................................................................................. 23
6.1.1. Riqueza específica (S) ............................................................................................................................ 23
6.1.1.1. Cobertura vegetal ........................................................................................................................ 23
6.1.1.2. Abundancia (N) ............................................................................................................................ 23
6.1.1.3. Abundancia relativa ..................................................................................................................... 23
6.1.1.4. Índices de diversidad alfa ............................................................................................................ 24
6.1.1.4.1. Índices de dominancia ........................................................................................................... 24
6.1.1.4.1.1. Índice de Simpson .......................................................................................................... 24
6.1.1.4.2. Índices de equidad ................................................................................................................. 25
6.1.1.4.2.1. Índice de Shannon-Wiener............................................................................................ 25
6.1.1.4.2.2. Índice de Pielou .............................................................................................................. 25
6.1.1.5. Índices de similitud beta ............................................................................................................. 25
6.1.1.5.1. Coeficiente de Similitud de Jaccard ...................................................................................... 26
6.1.1.5.2. Índice de Morisita-Horn......................................................................................................... 26
6.1.2. Especies sensibles .................................................................................................................................. 26
6.1.2.1. Especies en algún estado de conservación ................................................................................ 26
6.1.2.2. Endemismo................................................................................................................................... 28

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000003
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

6.2. Ecosistema acuático ............................................................................................................. 28


6.2.1. Índices de diversidad alfa ...................................................................................................................... 28
6.2.1.1. Índices de dominancia ................................................................................................................. 28
6.2.1.1.1. Índice de Simpson .................................................................................................................. 28
6.2.1.2. Índices de equidad ....................................................................................................................... 29
6.2.1.2.1. Índice de Shannon-Wiener .................................................................................................... 29
6.2.1.2.2. Índice de Pielou ...................................................................................................................... 29
6.2.2. Índices de similitud beta........................................................................................................................ 29
6.2.2.1. Coeficiente de Similitud de Jaccard ............................................................................................ 30
6.2.2.2. Índice de Morisita-Horn .............................................................................................................. 30
6.2.3. Medidas de calidad de hábitat .............................................................................................................. 30
6.2.4. Otras metodologías en cuenta .............................................................................................................. 31
6.2.4.1. Protocolo de observación Visual-SVAP ...................................................................................... 31
6.2.4.2. Índice de estado trófico............................................................................................................... 31
6.2.4.3. Índice Diatómico General (IDG) o índice de Eutrofización ....................................................... 31
6.2.5. Especies sensibles .................................................................................................................................. 32
6.2.5.1. Especies en algún estado de conservación ................................................................................ 32
7. RESULTADOS ................................................................................................................................. 32
7.1. Ecosistema terrestre ............................................................................................................. 32
7.1.1. Flora y vegetación .................................................................................................................................. 32
7.1.1.1. En el área de estudio ................................................................................................................... 33
7.1.1.1.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 33
7.1.1.1.2. Abundancia ............................................................................................................................. 35
7.1.1.1.3. Forma de crecimiento ............................................................................................................ 36
7.1.1.1.4. Fenología ................................................................................................................................ 37
7.1.1.1.5. Curva de acumulación de especies ....................................................................................... 37
7.1.1.2. Por estación de monitoreo.......................................................................................................... 38
7.1.1.2.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 38
7.1.1.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 38
7.1.1.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 38
7.1.1.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 38
7.1.1.2.2. Abundancia relativa ............................................................................................................... 42
7.1.1.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 42
7.1.1.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 43
7.1.1.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 44
7.1.1.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 45
7.1.1.2.4. Similaridad .............................................................................................................................. 45
7.1.1.3. Estado de conservación ............................................................................................................... 47
7.1.1.4. Endemismo................................................................................................................................... 49
7.1.1.5. Usos .............................................................................................................................................. 49
7.1.2. Flora epifita ............................................................................................................................................ 51
7.1.3. Herpetofauna ......................................................................................................................................... 52
7.1.3.1. En el área de estudio ................................................................................................................... 52
7.1.3.1.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 52
7.1.3.1.2. Abundancia ............................................................................................................................. 53
7.1.3.1.3. Abundancia relativa ............................................................................................................... 54
7.1.3.1.3.1. Anfibios ........................................................................................................................... 54
7.1.3.1.3.2. Reptiles ........................................................................................................................... 54
7.1.3.1.4. Curva de acumulación de especies ....................................................................................... 55
7.1.3.2. Por estación de monitoreo.......................................................................................................... 55
7.1.3.2.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 55
7.1.3.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 55
7.1.3.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 55
7.1.3.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 56
7.1.3.2.2. Abundancia relativa ............................................................................................................... 57
7.1.3.2.2.1. Anfibios ........................................................................................................................... 57
7.1.3.2.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01............................................................................ 57

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000004
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.3.2.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03............................................................................ 57


7.1.3.2.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04............................................................................ 57
7.1.3.2.2.2. Reptiles ........................................................................................................................... 57
7.1.3.2.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01............................................................................ 57
7.1.3.2.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03............................................................................ 58
7.1.3.2.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04............................................................................ 58
7.1.3.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 58
7.1.3.2.3.1. Anfibios ........................................................................................................................... 58
7.1.3.2.3.2. Reptiles ........................................................................................................................... 59
7.1.3.2.4. Similaridad .............................................................................................................................. 59
7.1.3.3. Estado de conservación ............................................................................................................... 61
7.1.3.4. Endemismo................................................................................................................................... 61
7.1.3.5. Usos .............................................................................................................................................. 61
7.1.4. Mastofauna ............................................................................................................................................ 61
7.1.4.1. En el área de estudio ................................................................................................................... 61
7.1.4.1.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 61
7.1.4.1.2. Abundancia y abundancia relativa ........................................................................................ 62
7.1.4.1.2.1. Mamíferos mayores....................................................................................................... 62
7.1.4.1.2.2. Mamíferos menores no voladores ............................................................................... 63
7.1.4.1.2.3. Mamíferos menores voladores ..................................................................................... 63
7.1.4.1.3. Curva de acumulación de especies ....................................................................................... 64
7.1.4.1.3.1. Mamíferos mayores....................................................................................................... 64
7.1.4.1.3.2. Mamíferos menores no voladores ............................................................................... 64
7.1.4.1.3.3. Mamíferos menores voladores ..................................................................................... 65
7.1.4.2. Por estación de monitoreo.......................................................................................................... 65
7.1.4.2.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 65
7.1.4.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 66
7.1.4.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 66
7.1.4.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 66
7.1.4.2.2. Abundancia relativa ............................................................................................................... 67
7.1.4.2.2.1. Mamíferos mayores....................................................................................................... 67
7.1.4.2.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01............................................................................ 67
7.1.4.2.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03............................................................................ 67
7.1.4.2.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04............................................................................ 68
7.1.4.2.2.2. Mamíferos menores no voladores ............................................................................... 68
7.1.4.2.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01............................................................................ 69
7.1.4.2.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03............................................................................ 69
7.1.4.2.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04............................................................................ 69
7.1.4.2.2.3. Mamíferos menores voladores ..................................................................................... 69
7.1.4.2.2.3.1. Estación de monitoreo PMB-01............................................................................ 69
7.1.4.2.2.3.2. Estación de monitoreo PMB-03............................................................................ 69
7.1.4.2.2.3.3. Estación de monitoreo PMB-04............................................................................ 69
7.1.4.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 69
7.1.4.2.3.1. Mamíferos mayores....................................................................................................... 69
7.1.4.2.3.2. Mamíferos menores no voladores ............................................................................... 69
7.1.4.2.3.3. Mamíferos menores voladores ..................................................................................... 70
7.1.4.2.4. Similaridad .............................................................................................................................. 70
7.1.4.2.4.1. Mamíferos mayores....................................................................................................... 70
7.1.4.2.4.2. Mamíferos menores no voladores ............................................................................... 70
7.1.4.2.4.3. Mamíferos menores voladores ..................................................................................... 70
7.1.4.3. Estado de conservación ............................................................................................................... 70
7.1.4.4. Endemismo................................................................................................................................... 71
7.1.5. Ornitofauna ............................................................................................................................................ 71
7.1.5.1. En el área de estudio ................................................................................................................... 71
7.1.5.1.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 71
7.1.5.1.2. Abundancia ............................................................................................................................. 72
7.1.5.1.3. Abundancia relativa ............................................................................................................... 74

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000005
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.5.1.4. Curva de acumulación de especies ....................................................................................... 75


7.1.5.2. Por estación de monitoreo.......................................................................................................... 75
7.1.5.2.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 75
7.1.5.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 75
7.1.5.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 76
7.1.5.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 76
7.1.5.2.2. Abundancia relativa ............................................................................................................... 77
7.1.5.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 77
7.1.5.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 78
7.1.5.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 78
7.1.5.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 79
7.1.5.2.4. Similaridad .............................................................................................................................. 79
7.1.5.3. Estado de conservación ............................................................................................................... 80
7.1.5.4. Endemismo................................................................................................................................... 81
7.1.5.5. Usos .............................................................................................................................................. 82
7.1.6. Entomofauna .......................................................................................................................................... 82
7.1.6.1. En el área de estudio ................................................................................................................... 82
7.1.6.1.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 82
7.1.6.1.2. Abundancia ............................................................................................................................. 83
7.1.6.1.3. Abundancia relativa ............................................................................................................... 85
7.1.6.1.4. Curva de acumulación de especies ....................................................................................... 86
7.1.6.2. Por estación de monitoreo.......................................................................................................... 86
7.1.6.2.1. Composición y riqueza ........................................................................................................... 86
7.1.6.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 86
7.1.6.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 87
7.1.6.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 87
7.1.6.2.2. Abundancia relativa ............................................................................................................... 88
7.1.6.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01 .................................................................................... 88
7.1.6.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03 .................................................................................... 89
7.1.6.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04 .................................................................................... 90
7.1.6.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 90
7.1.6.2.4. Similaridad .............................................................................................................................. 91
7.1.6.3. Estado de conservación ............................................................................................................... 92
7.1.6.4. Endemismo................................................................................................................................... 92
7.1.6.5. Usos .............................................................................................................................................. 92
7.2. Ecosistema acuático ............................................................................................................. 92
7.2.1. Plancton .................................................................................................................................................. 92
7.2.1.1. Fitoplancton ................................................................................................................................. 92
7.2.1.1.1. Composición de especies....................................................................................................... 92
7.2.1.1.2. Abundancia ............................................................................................................................. 93
7.2.1.1.3. Diversidad ............................................................................................................................... 93
7.2.1.2. Zooplancton ................................................................................................................................. 94
7.2.1.2.1. Composición de especies....................................................................................................... 94
7.2.1.2.2. Abundancia ............................................................................................................................. 94
7.2.1.2.3. Diversidad ............................................................................................................................... 95
7.2.2. Perifiton .................................................................................................................................................. 95
7.2.2.1. Composición de especies ............................................................................................................ 95
7.2.2.2. Abundancia................................................................................................................................... 96
7.2.2.3. Diversidad ..................................................................................................................................... 97
7.2.3. Macroinvertebrados bentónicos .......................................................................................................... 97
7.2.3.1. Composición de especies ............................................................................................................ 97
7.2.3.2. Abundancia................................................................................................................................... 98
7.2.3.3. Diversidad ..................................................................................................................................... 98
7.2.4. Necton (peces) ....................................................................................................................................... 98
7.2.4.1. Composición de especies ............................................................................................................ 98
8. CONCLUSIONES ............................................................................................................................. 98
9. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS.................................................................................................... 100

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000006
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

TABLAS
TABLA 1. ESTACIONES DE MONITOREO DE FLORA Y FAUNA. .................................................................................... 9
TABLA 2. ESTACIONES DE MONITOREO HIDROBIOLÓGICO .................................................................................... 10
TABLA 3. ESTACIONES DE MONITOREO DE FLORA Y VEGETACIÓN ........................................................................... 13
TABLA 4. MÉTODOS PARA EL MONITOREO DE EPIFITAS........................................................................................ 13
TABLA 5 . ESTACIONES DE MONITOREO DE HERPETOFAUNA ................................................................................ 14
TABLA 6. ESTACIONES DE MONITOREO DE MAMÍFEROS MAYORES ......................................................................... 15
TABLA 7. ESTACIONES DE MONITOREO DE MAMÍFEROS MENORES NO VOLADORES. ................................................... 16
TABLA 8. ESTACIONES DE MONITOREO DE MAMÍFEROS MENORES VOLADORES......................................................... 16
TABLA 9. ESTACIONES DE MONITOREO DE ORNITOFAUNA. PUNTOS DE CONTEO ....................................................... 17
TABLA 10. ESTACIONES DE MONITOREO DE ORNITOFAUNA. REDES DE NIEBLA ...................................................... 18
TABLA 11. ESTACIONES DE MONITOREO DE ENTOMOFAUNA .............................................................................. 19
TABLA 12. ESFUERZO DE MUESTRO DE FLORA Y FAUNA - ECOSISTEMA TERRESTRE.................................................. 21
TABLA 13. ESFUERZO DE MUESTREO DE HIDROBIOLOGÍA - ECOSISTEMA ACUÁTICO ................................................ 22
TABLA 14. VALORES POR TIPO DE EVIDENCIA PARA EL CÁLCULO DEL ÍNDICE DE ABUNDANCIA .................................... 24
TABLA 15. FAMILIAS BOTÁNICAS PREDOMINANTES POR CLASE EN EL ÁREA DE MONITOREO ...................................... 34
TABLA 16. LISTADO TAXONÓMICO DE ESPECIES DE FLORA REGISTRADAS EN EL ÁREA DE MONITOREO ......................... 39
TABLA 17. ABUNDANCIA RELATIVA DE FLORA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01 ........................................ 42
TABLA 18. ABUNDANCIA RELATIVA DE FLORA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03 ........................................ 43
TABLA 19. ABUNDANCIA RELATIVA DE FLORA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04 ........................................ 44
TABLA 20. ÍNDICES DE DIVERSIDAD REPORTADOS EN EL ÁREA DE MONITOREO ....................................................... 45
TABLA 21. ESPECIES DE FLORA PROTEGIDAS POR LA LEGISLACIÓN NACIONAL E INTERNACIONAL................................. 47
TABLA 22. ESPECIES REGISTRADAS DE USO LOCAL ............................................................................................ 49
TABLA 23. ESPECIES REGISTRADAS DE FLORA EPÍFITA Y FOROFITOS. .................................................................... 51
TABLA 24. COMPOSICIÓN DE LA HERPETOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO ....................................................... 52
TABLA 25. ABUNDANCIA DE LA HERPETOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO ........................................................ 53
TABLA 26. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS ANFIBIOS EN EL ÁREA DE MONITOREO................................................... 54
TABLA 27. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS REPTILES EN EL ÁREA DE MONITOREO ................................................... 54
TABLA 28. LISTADO TAXONÓMICO DE ESPECIES DE HERPETOFAUNA REGISTRADAS EN EL ÁREA DE MONITOREO............. 56
TABLA 29. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS ANFIBIOS EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01............................... 57
TABLA 30. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS ANFIBIOS EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03............................... 57
TABLA 31. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS ANFIBIOS EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04............................... 57
TABLA 32. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS REPTILES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01 ............................... 58
TABLA 33. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS REPTILES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03 ............................... 58
TABLA 34. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS REPTILES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04 ............................... 58
TABLA 35. ÍNDICES DE DIVERSIDAD PARA LOS ANFIBIOS EN EL ÁREA DE MONITOREO ............................................... 58
TABLA 36. ÍNDICES DE DIVERSIDAD DE REPTILES EN EL ÁREA DE MONITOREO ......................................................... 59
TABLA 37. ESPECIES DE HERPETOFAUNA PROTEGIDAS POR LA LEGISLACIÓN NACIONAL E INTERNACIONAL .................... 61
TABLA 38. COMPOSICIÓN DE LA MASTOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO.......................................................... 62
TABLA 39. NÚMERO DE EVIDENCIA REGISTRADAS PARA MAMÍFEROS MAYORES EN EL ÁREA DE MONITOREO ................ 63
TABLA 40. ÍNDICE DE OCURRENCIA Y ABUNDANCIA DE MAMÍFEROS MAYORES ....................................................... 63
TABLA 41. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS MAMÍFEROS MENORES NO VOLADORES EN EL ÁREA DE MONITOREO ........... 63
TABLA 42. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS MAMÍFEROS MENORES VOLADORES EN EL ÁREA DE MONITOREO ................ 64
TABLA 43. LISTADO TAXONÓMICO DE ESPECIES DE MASTOFAUNA MAYOR REGISTRADA EN EL ÁREA DE MONITOREO ...... 66
TABLA 44. NÚMERO DE EVIDENCIA REGISTRADAS PARA MAMÍFEROS MAYORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01
67
TABLA 45. ÍNDICE DE OCURRENCIA Y ABUNDANCIA DE MAMÍFEROS MAYORES PMB-01.......................................... 67
TABLA 46. NÚMERO DE EVIDENCIA REGISTRADAS PARA MAMÍFEROS MAYORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03
68
TABLA 47. ÍNDICE DE OCURRENCIA Y ABUNDANCIA DE MAMÍFEROS MAYORES PMB-03.......................................... 68

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000007
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

TABLA 48. NÚMERO DE EVIDENCIA REGISTRADAS PARA MAMÍFEROS MAYORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04
68
TABLA 49. ÍNDICE DE OCURRENCIA Y ABUNDANCIA DE MAMÍFEROS MAYORES PMB-04.......................................... 68
TABLA 50. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS MAMÍFEROS MENORES NO VOLADORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-
01 69
TABLA 51. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS MAMÍFEROS MENORES NO VOLADORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-
01 69
TABLA 52. ABUNDANCIA RELATIVA DE LOS MAMÍFEROS MENORES VOLADORES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03
69
TABLA 53. ESTADO DE CONSERVACIÓN DE LA MASTOFAUNA REGISTRADA EN EL ÁREA DE MONITOREO ....................... 70
TABLA 54. COMPOSICIÓN DE LA ORNITOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO ........................................................ 71
TABLA 55. ABUNDANCIA DE LA ORNITOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO .......................................................... 73
TABLA 56. PARÁMETROS DE ABUNDANCIA RELATIVA PARA LA ORNITOFAUNA........................................................ 74
TABLA 57. ABUNDANCIA RELATIVA EN EL ÁREA DE MONITOREO ......................................................................... 74
TABLA 58. LISTADO TAXONÓMICO DE ESPECIES DE ORNITOFAUNA REGISTRADA POR ESTACIÓN DE MONITOREO............ 76
TABLA 59. ABUNDANCIA RELATIVA DE AVES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01.......................................... 77
TABLA 60. ABUNDANCIA RELATIVA DE AVES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03.......................................... 78
TABLA 61. ABUNDANCIA RELATIVA DE AVES EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04.......................................... 78
TABLA 62. ÍNDICES DE DIVERSIDAD PARA LA ORNITOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO.......................................... 79
TABLA 63. ESPECIES DE ORNITOFAUNA PROTEGIDA POR LA LEGISLACIÓN NACIONAL E INTERNACIONAL ....................... 81
TABLA 64. COMPOSICIÓN DE LA ENTOMOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO....................................................... 82
TABLA 65. ABUNDANCIA DE LA ENTOMOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO ........................................................ 83
TABLA 66. ABUNDANCIA RELATIVA EN EL ÁREA DE MONITOREO ......................................................................... 85
TABLA 67. LISTADO TAXONÓMICO DE MORFOESPECIES DE ENTOMOFAUNA REGISTRADA POR ESTACIÓN DE MONITOREO87
TABLA 68. ABUNDANCIA RELATIVA DE LA ENTOMOFAUNA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01 ....................... 88
TABLA 69. ABUNDANCIA RELATIVA DE LA ENTOMOFAUNA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03 ....................... 89
TABLA 70. ABUNDANCIA RELATIVA DE LA ENTOMOFAUNA EN LA ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04 ....................... 90
TABLA 71. ÍNDICES DE DIVERSIDAD PARA LA ENTOMOFAUNA EN EL ÁREA DE MONITOREO ....................................... 90
TABLA 72. ABUNDANCIA DE FITOPLANCTON................................................................................................... 93
TABLA 73. VALORES DE PARÁMETROS COMUNITARIOS PARA FITOPLANCTON ........................................................ 93
TABLA 74. ABUNDANCIA DE ZOOPLANCTON ................................................................................................... 94
TABLA 75. VALORES DE PARÁMETROS COMUNITARIOS PARA ZOOPLANCTON ......................................................... 95
TABLA 76. ABUNDANCIA DEL PERIFITON........................................................................................................ 96
TABLA 77. RIQUEZA Y ABUNDANCIA DE MICROORGANISMOS LIGADOS AL PERIFITON............................................... 96
TABLA 78. VALORES DE PARÁMETROS COMUNITARIOS PARA PERIFITON ............................................................... 97
TABLA 81. ABUNDANCIA PARA MACROINVERTEBRADOS BENTÓNICOS.................................................................. 98
TABLA 80. VALORES DE PARÁMETROS COMUNITARIOS PARA MACROINVERTEBRADOS BENTÓNICOS ........................... 98

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000008
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GRÁFICOS
GRÁFICO 1. CLIMATOGRAMA DE LA ZONA DE LA ACTIVIDAD EN CURSO. ................................................................. 11
GRÁFICO 2. RIQUEZA DE ESPECIES, FAMILIAS Y ÓRDENES POR CLASE PARA LA FLORA ................................................ 33
GRÁFICO 3. CLASES REPORTADAS POR NÚMERO DE ESPECIES EN EL ÁREA DE MONITOREO DE LA ACTIVIDAD EN CURSO .... 33
GRÁFICO 4. RIQUEZA DE ESPECIES POR ORDEN EN EL ÁREA DE MONITOREO ............................................................ 35
GRÁFICO 5. RIQUEZA DE ESPECIES POR FAMILIA EN EL ÁREA DE MONITOREO .......................................................... 35
GRÁFICO 6. ABUNDANCIA DE ESPECIES DE LA FLORA EN EL ÁREA DE MONITOREO..................................................... 36
GRÁFICO 7. FORMA DE CRECIMIENTO PARA LA FLORA EN EL ÁREA DE MONITOREO................................................... 36
GRÁFICO 8. ESTADIOS FENOLÓGICOS EN EL ÁREA DE MONITOREO ........................................................................ 37
GRÁFICO 9. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA FLORA ...................................................................... 38
GRÁFICO 10. FORMA DE CRECIMIENTO DE FLORA POR PUNTO DE MONITOREO ..................................................... 41
GRÁFICO 11. ÍNDICE DE SIMILARIDAD CUALITATIVO DE JACCARD PARA LA FLORA ................................................... 46
GRÁFICO 12. ÍNDICE DE SIMILARIDAD CUANTITATIVO DE MORISITA PARA LA FLORA ............................................... 46
GRÁFICO 13. TIPOS DE USOS DE LAS ESPECIES REGISTRADAS ............................................................................. 51
GRÁFICO 14. RIQUEZA DE ESPECIES DE ANFIBIOS Y REPTILES A NIVEL DE FAMILIAS TAXONÓMICAS ............................. 53
GRÁFICO 15. ABUNDANCIA DE LA HERPETOFAUNA POR ORDEN EN EL ÁREA DE MONITOREO .................................... 54
GRÁFICO 16. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA HERPETOFAUNA ..................................................... 55
GRÁFICO 17. COMPOSICIÓN Y RIQUEZA DE ESPECIES POR ESTACIÓN DE MONITOREO ............................................. 56
GRÁFICO 18. ÍNDICE DE DIVERSIDAD CUALITATIVO DE JACCARD PARA LA HERPETOFAUNA ....................................... 60
GRÁFICO 19. ÍNDICE DE DIVERSIDAD CUANTITATIVO DE MORISITA PARA LA HERPETOFAUNA ................................... 60
GRÁFICO 20. RIQUEZA DE ESPECIES DE MAMÍFEROS EN EL ÁREA DE MONITOREO................................................... 62
GRÁFICO 21. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA MASTOFAUNA MAYOR............................................. 64
GRÁFICO 22. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA MASTOFAUNA MENOR NO VOLADOR .......................... 65
GRÁFICO 23. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA MASTOFAUNA MENOR VOLADORA ............................. 65
GRÁFICO 24. COMPOSICIÓN Y RIQUEZA DE ESPECIES POR ESTACIÓN DE MONITOREO ............................................. 67
GRÁFICO 26. RIQUEZA DE ESPECIES DE ORNITOFAUNA A NIVEL DE FAMILIAS TAXONÓMICAS. ................................... 72
GRÁFICO 27. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA ORNITOFAUNA....................................................... 75
GRÁFICO 28. ÍNDICE DE DIVERSIDAD DE JACCARD PARA LA ORNITOFAUNA ........................................................... 80
GRÁFICO 29. ÍNDICE DE DIVERSIDAD CUANTITATIVO DE MORISITA PARA LA ORNITOFAUNA ..................................... 80
GRÁFICO 30. RIQUEZA DE ESPECIES DE ENTOMOFAUNA A NIVEL DE FAMILIAS TAXONÓMICAS .................................. 83
GRÁFICO 31. CURVA DE ACUMULACIÓN DE ESPECIES PARA LA ENTOMOFAUNA .................................................... 86
GRÁFICO 32. ÍNDICE DE DIVERSIDAD CUALITATIVO DE JACCARD PARA LA ENTOMOFAUNA ....................................... 91
GRÁFICO 33. ÍNDICE DE DIVERSIDAD CUANTITATIVO DE MORISITA PARA LA ENTOMOFAUNA ................................... 92
GRÁFICO 33. REPRESENTATIVIDAD DE ESPECIES POR PHYLLUM PARA FITOPLANCTON ............................................. 93
GRÁFICO 35. REPRESENTATIVIDAD DE ESPECIES POR PHYLLUM PARA ZOOPLANCTON ............................................. 94
GRÁFICO 36. REPRESENTATIVIDAD DE ESPECIES POR PHYLLUM PARA PERIFITON ................................................... 95
GRÁFICO 37. REPRESENTATIVIDAD DE ESPECIES POR ORDEN PARA MACROINVERTEBRADOS BENTÓNICOS ................... 97

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1. ÁREA DE ESTUDIO
El área de estudio se ubica en el sector Naranjal, distrito de Nueva Requena, provincia
de Coronel Portillo, departamento de Ucayali (ver Anexo A: Mapa 01). El titular del
proyecto es la empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
1.1. Zonas de vida
El área de influencia ambiental del proyecto se encuentra dentro de la zona de vida
Bosque húmedo Tropical (bh-T) (ver Anexo A: Mapa 02).
1.2. Cobertura vegetal (MINAM, 2015)
El área de influencia ambiental del proyecto se encuentra dentro de la cobertura vegetal
Área de no bosque amazónico y Bosque de terraza alta (ver Anexo A: Mapa 03)
1.3. Áreas naturales protegidas
La actividad en curso no se superpone a Áreas Naturales Protegidas, Zonas de
Amortiguamiento, Áreas de Conservación Privada o Áreas de Conservación Regional.
En el Mapa 04 del Anexo A, se presenta la ubicación de las Áreas Naturales Protegidas
en relación a la ubicación del proyecto y área de estudio.
1.4. Comunidades campesinas
Es importante mencionar que el proyecto y las estaciones de muestreo no se encuentran
incluidos dentro de comunidades campesinas o pueblos indígenas (ver Anexo A: Mapa
05). Por ello no se requiere autorizaciones de ingreso a estas áreas.
1.5. Estaciones de monitoreo
1.5.1. Ecosistema terrestre
Las estaciones de monitoreo se encuentran distribuidos en el área de influencia de la
actividad en curso. Para la presente evaluación se han seguido las estaciones de
monitoreo aprobadas en la Autorización AUT-EP-2021-181 (ver Anexo B: SERFOR).
Las estaciones de monitoreo se distribuyen dentro de la cobertura vegetal área de no
bosque amazónico y Bosque de terraza alta
En la Tabla 1, se presenta las coordenadas y ubicación de las estaciones de monitoreo.
En el Mapa 06 del Anexo A, se presenta la ubicación de las estaciones de monitoreo de
flora y fauna.
En el área de estudio no se han registrado;
• Ecosistemas Frágiles, incorporados en el “Listado Sectorial de Ecosistemas
Frágiles” y/o en el listado del artículo 99 de la Ley General del Ambiente.
• Hábitats críticos.
Tabla 1. Estaciones de monitoreo de flora y fauna.

Coordenadas Ubicación
Componentes
UTM WGS 84 Cobertura vegetal (MINAM (distrito,
Estación biológicos a
Zona 18L 2015) provincia,
monitorear
Este Norte departamento)
PMB-01 507964 9095154 Área de no bosque amazónico Flora y Fauna Distrito de Nueva

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Coordenadas Ubicación
Componentes
UTM WGS 84 Cobertura vegetal (MINAM (distrito,
Estación biológicos a
Zona 18L 2015) provincia,
monitorear
Este Norte departamento)
PMB-03 508300 9095238 Área de no bosque amazónico (Herpetología, Requena,
Entomología, provincia de
Mastozoología y Coronel Portillo,
PMB-04 509230 9094976 Bosque de terraza alta
Ornitología) departamento de
Ucayali
Elaborado por: SAP 2022.

1.5.2. Ecosistema acuático


Se estableció una (01) estación de monitoreo dentro del Programa de Monitoreo
Ambiental del EIAsd aprobado, para la evaluación del plancton, perifiton,
macroinvertebrados bentónicos y necton (ver Tabla 2). La distribución de la estación de
monitoreo se muestra en el Anexo A: Mapa 6, Estación de monitoreo hidrobiológico.
La zona donde se ubican la estación de monitoreo se encuentra fuera del ámbito de
áreas naturales protegidas, zonas de amortiguamiento y áreas de conservación
regionales. El punto de monitoreo hidrobiológico se encuentra en un cuerpo de agua
lotico (Quebrada s/n).
Durante los monitoreos se realiza el levantamiento de información de las comunidades
de plancton, perifiton, macroinvertebrados bentónicos y necton, tal cual fue aprobado
mediante el escrito con registro N° 00052632-2021 (ver Anexo B: PRODUCE). A
continuación, se presentan la estación de monitoreo hidrobiológico.
Tabla 2. Estaciones de monitoreo hidrobiológico

Coordenadas
Componentes Ubicación (distrito,
UTM WGS 84 Nombre del
Estación hidrobiológicos a provincia,
Zona 18L cuerpo de agua
monitorear departamento)
Este Norte
Distrito de Nueva
Plancton, Perifiton,
Requena, provincia de
HB-01 508802 9095816 Quebrada s/n Macroinvertebrados
Coronel Portillo,
bentónicos y necton.
departamento de Ucayali
Elaborado por: SAP 2022.

2. ESTACIONALIDAD
Pucallpa se encuentra a 154 metros sobre el nivel del mar. Pucallpa tiene un clima
tropical. Hay precipitaciones durante todo el año en Pucallpa. Hasta el mes más seco
aún tiene mucha lluvia. Este clima es considerado Af según la clasificación climática de
Köppen-Geiger. La temperatura media anual en Pucallpa se encuentra a 25.8 °C. Hay
alrededor de precipitaciones de 2682 mm. El mes más seco es julio, con 87 mm. 354
mm, mientras que la caída media en marzo. El mes en el que tiene las mayores
precipitaciones del año.
El presente monitoreo biológico se realizó del 10 al 12 de agosto del 2022, en época
seca, tal cual se puede ver en el Climatograma del Gráfico 1.

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Gráfico 1. Climatograma de la zona de la actividad en curso.

Fuentes. Climate-data

3. OBJETIVOS
3.1. Objetivo general
• Realizar el monitoreo de flora, fauna e hidrobiológico del estudio de impacto
ambiental semidetallado para el proyecto industrial de Oleaginosas Servicios
Agrarios de Pucallpa.
3.2. Objetivos específicos
• Analizar los parámetros e indicadores de la flora y fauna terrestre en el área de
estudio de la actividad en curso.
• Identificar especies de flora y fauna amenazadas, listadas en categorías de
conservación de acuerdo a la legislación peruana (Decreto Supremo N° 043-
2006-AG y Decreto Supremo N° 004-2014-MINAGRI) y normas internacionales
como IUCN. 2022-I y CITES 2021.
• Identificar especies endémicas, especies de distribución restringida que se
encuentren en el área de Influencia del proyecto y especies con algún uso local
en el área de la actividad en curso.
• Registrar la situación actual de las comunidades hidrobiológicas (plancton,
perifiton, macroinvertebrados bentónicos y necton)

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• Caracterizar en términos de composición, riqueza y abundancia, las


comunidades hidrobiológicas presentes en el área de influencia ambiental
• Estimar índices de diversidad a partir de la información registrada.
4. METODOLOGÍA
Para la elaboración del monitoreo Biológico, se contó con información primaria, provista
a partir del levantamiento de información de campo. El monitoreo se realizó de forma
cualitativa y cuantitativa. Para el presente estudio se considerará la evaluación de flora,
fauna silvestre (Herpetofauna, Mastofauna, Ornitofauna y Entomofauna) e hidrobiología
(Plancton, Perifiton, Macroinvertebrados bentónicos y Necton).
Las evaluaciones de campo se realizaron mediante el uso de metodologías
estandarizadas, y de acuerdo a lo indicado en el programa de monitoreo biológico, el
cual sigue las siguientes guías:
• Guía de Inventario de la Flora y Vegetación, aprobado por Resolución Ministerial
N° 059-2015-MINAM.
• Guía de Inventario de la Fauna Silvestre, aprobado por Resolución Ministerial N°
057-2015-MINAM.
• Guía para la Elaboración de la Línea Base en el Marco del Sistema Nacional de
Evaluación de Impacto Ambiental -SEIA” (MINAM: 2018)
• Guía “Métodos de colecta, identificación y análisis de comunidades biológicas:
plancton, perifiton, bentos (macroinvertebrados) y necton (peces)” (MINAM-
MHN: 2014)
A continuación, se detalla las metodologías de monitoreo para los diferentes grupos
biológicos evaluados.
4.1. Ecosistema terrestre
4.1.1. Flora y vegetación
Para la evaluación de flora y vegetación se ha considerado los lineamientos de la Guía
de inventario de la flora y vegetación (R.M. N° 059-2015-MINAM). Se empleó el método
de las “Parcelas Modificadas de Whittaker” (Barnett y Stohlgren, 2003; Campbell et al.,
2002; Stohlgren et al., 1995), en las que se evaluó una serie de subparcelas que se
detallan a continuación:
• Parcela entera (50m x 20m): Se considerará todos los árboles con un DAP
(diámetro a la altura del pecho) > 10 cm, incluyendo plantas de 3 m de alto. En
cada estación de evaluación se levantará información en 1 parcela de este tipo
(0.1 ha).
• Subparcela (20m x 5m): Se considerará todos los árboles con un DAP > 5cm,
incluyendo plantas de 3 m de alto. En cada estación de muestreo se levantará
información en 1 parcela de este tipo.
• Subparcela (5m x 2m): Se considerará los arbustos y árboles con un DAP > 1
cm. En cada estación de muestreo se evaluarán 2 parcelas de este tipo.

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• Subparcela (2m x 0.5m): Se considerará las plantas herbáceas y plántulas de


menos de 40 cm de alto. En cada estación de muestreo se levantará información
en 10 parcelas de este tipo.
La evaluación de las parcelas de 50m x 20m y de 20m x 5m, sirvió para determinar la
abundancia de individuos en el estrato arbóreo, incluyendo los potenciales recursos
forestales; mientras que las parcelas de 5m x 2m y de 2m x 0.5m para determinar la
cobertura vegetal en el estrato herbáceo y arbustivo. Las estaciones de monitoreo se
observan en la Tabla 3 y en el Anexo A. Mapa 08. Estaciones de monitoreo de flora y
vegetación.
Tabla 3. Estaciones de monitoreo de flora y vegetación

VERTICE A VERTICE B VERTICE C VERTICE D


Estación
Altitud

Altitud

Altitud

Altitud
de
Norte

Norte

Norte

Norte
Este

Este

Este

Este
monitoreo

1 1 1 1
PMB-01 507964 9095154 7 507966 9095102 7 507941 9095103 7 507941 9095157 7
3 3 4 4
1 1 1 1
PMB-03 508300 9095238 7 508356 9095240 7 508358 9095217 7 508300 9095217 7
8 9 7 7
1 1 1 1
PMB-04 509230 9094976 6 509242 9094923 6 509266 9094928 7 509250 9094977 6
8 9 0 8
Elaborado por: SAP 2022.

Epifitas
La evaluación de las especies epífitas permitió establecer tanto la riqueza y
composición, como la abundancia y dominancia de especies. En la Tabla 4 se presenta
un resumen de los métodos que se aplicaron en campo.
Tabla 4. Métodos para el monitoreo de epifitas

Tipo de Estrato Principales Esfuerzo


Tipo de
Método muestre vertical que parámetros estimado
epífita
o evalúa medidos en campo por UV
Riqueza, composición
Forófitos - Presencia 8 forófitos para
Secciones vertical, abundancia
epífitas ausencia por Unidad epífitas
verticales dominancia
vasculares estrato vasculares
(semicuantitativa)
Parcelas o
cuadrantes
Forófitos - Riqueza, composición
pequeños (30 x
epífitas no Secciones vertical, abundancia 8 forófitos para
20 Unidad
vasculares verticales dominancia líquenes
cm hasta 60 cm)
(líquenes) (semicuantitativa)
aleatorios por
estrato
Parcelas o
cuadrantes
Forófitos - Riqueza, composición
pequeños (30 x
epífitas no Secciones vertical, abundancia 5 forófitos para
20 Unidad
vasculares verticales dominancia musgos
cm hasta 60 cm)
(musgos) (semicuantitativa)
aleatorios por
estrato
Elaborado por: SAP 2022.

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Para la evaluación de epífitas no vascular se usó la escala de valores semicuantitativa


de Braun-Blanquet (1964), cuyo propósito es combinar y estimar la abundancia-
dominancia de las especies.
Las determinaciones botánicas fueron realizadas por el biólogo, especialista en flora,
durante las evaluaciones de campo (in situ). Para la determinación taxonómica se
emplearon claves dicotómicas, bibliografía especializada y se compararon con
imágenes de holotipos alojadas en herbarios virtuales como el Smithsonian Institution
(US) http://botany.si.edu/ y Royal Botanic Gardens (K) http://www.kew.org/index.htm.
Los listados de las especies registradas fueron confrontados con la base de datos del
Missouri Botanical Garden (www.tropicos.org/).
Las identificaciones taxonómicas se trabajaron bajo el sistema de clasificación
taxonómica del APG IV (2016) publicada en el Botanical Journal of the Linnean Society,
así como el Australian Bryophytes.
4.1.2. Herpetofauna
Para el caso de anfibios y reptiles se utilizaron técnicas de muestreo cuantitativo de
búsqueda por encuentros visuales (VES) (Heyer et al., 1994, Crump & Scott, 1994). Se
realizaron 5 VES de 30 minutos cada uno, los VES se complementaron con 3 parcelas
de hojarasca de 3 m × 2 m cada una, por estación de monitoreo, en lugares abiertos y
horario diurno, para registrar especies fosoriales. En lugares boscosos y de baja
visibilidad, se aplicó la búsqueda por Transectos de banda fija (TBF) en un área de 100
m x 2m, se consideró la evaluación diurna y nocturna de las mismas áreas, así como
una distancia de separación mínima de 50 m entre las unidades muéstrales o TBF.
Además, la evaluación se realizó de forma diurna y nocturna en los siguientes horarios:
08:00 – 12:00, 19:00 – 23:00. Las estaciones de monitoreo se observan en la Tabla 5 y
en el Anexo A. Mapa 09. Estaciones de monitoreo de Herpetofauna.
Tabla 5 . Estaciones de monitoreo de herpetofauna

Estación de monitoreo Metodología Este Norte Altitud


TRANSECTO01.Ini 507850 9094866 173
TRANSECTO01.Fin 507730 9094897 172
VES01 507941 9095194 173
VES02 507967 9095121 173
VES03 507954 9095056 171
PMB-01
VES04 507949 9094968 177
VES05 507930 9094849 175
PARCELA01 507943 9095087 172
PARCELA02 507954 9095056 171
PARCELA03 507940 9094934 178
TRANSECTO01.I 508250 9095226 180
TRANSECTO01.F 508146 9095130 173
VES01 508767 9095325 176
VES02 508636 9095327 179
VES03 508509 9095292 183
PMB-03
VES04 508407 9095272 184
VES05 508319 9095248 181
PARCELA01 508676 9095334 180
PARCELA02 508557 9095316 180
PARCELA03 508462 9095287 184
TRANSECTO01.I 509301 9095108 150
PMB-04
TRANSECTO01.F 509249 9095194 156

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Estación de monitoreo Metodología Este Norte Altitud


VES01 509349 9095041 153
VES02 509225 9094979 152
VES03 509138 9094976 154
VES04 508951 9094878 155
VES05 508816 9094843 155
PARCELA01 509307 9095013 151
PARCELA02 509150 9094981 152
PARCELA03 508944 9094837 151
Elaborado por: SAP 2022.

Se utilizaron artículos científicos como guías de campo para la identificación taxonómica


de los individuos registrados como las de Pitman, N. et al. 2014, Catenazzi, A., y/and P.
J. Venegas. 2012, Catenazzi, A., y/and P. J. Venegas. 2012. Además, la lista de
especies de reptiles reportadas se contrasto con los listados de conservación de fauna
para determinar su estatus de conservación en Carrillo, N. & J. Icochea. 1995. También
se complementó el estudio con información de la página web The Reptile Data Base y
AmphibiaWeb, en su última versión.
4.1.3. Mastofauna
Para la evaluación de la diversidad y abundancia se emplearon técnicas estándar de
captura para mamíferos pequeños (roedores, quirópteros y/o marsupiales) y se realizó
recorridos para el registro de mamíferos grandes, para cada área de monitoreo.
Para la evaluación de la Mastofauna se evaluaron 4 transectos (dos por cada estación
de evaluación, entre mayores y menores). En el caso de este taxón, el monitoreo se
dividió en 3 componentes: mamíferos menores (roedores), mamíferos menores
voladores (murciélagos) y mamíferos mayores.
Se emplearon tres metodologías cuantitativas en las dos (02) estaciones de monitoreo:
Trampas de Captura Viva (mamíferos menores), Redes de Neblina (mamíferos menores
voladores) y Recorrido de Transectos Lineales (mamíferos mayores). Además, se
instaló cámaras trampas para complementar el avistamiento de mamíferos mayores.
4.1.3.1. Mamíferos mayores
Recorrido de Transectos Lineales: Se realizaron caminatas georreferenciadas de
1000 m de longitud en promedio en las cercanías de cada uno de las estaciones de
monitoreo. Durante los recorridos se realizaron avistamientos directos, empleando
binoculares 10 x 50 y se realizó la inspección del terreno en busca de indicios (pelos,
huellas, dormideros, restos alimenticios), que aporten datos sobre la presencia de
especies crípticas (Wilson et al., 1996; Krebs et al., 2008). Se evaluó un Transecto
diurno, y uno nocturno por estación de monitoreo. Para complementar el esfuerzo, se
instalaron 2 cámaras trampas por estación de monitoreo durante 48 horas. Las
estaciones de monitoreo se observan en la Tabla 6 y en el Anexo A. Mapa 10.
Estaciones de monitoreo de Mastofauna.
Tabla 6. Estaciones de monitoreo de mamíferos mayores

Coordenadas
Metodología Coordenadas inicial Coordenadas final
intermedio (Vértice 1)

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000016
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Estación

Altitud

Altitud

Altitud
Norte

Norte

Norte
Este

Este

Este
de
monitoreo
Transecto
PMB-01 507951 9095270 178 507964 9094152 177 507964 9095106 173
(1 Km.)
Transecto
PMB-03 508251 9095259 178 509307 9095238 164 508254 9095223 177
(1 Km.)
Transecto
PMB-04 509641 9095496 162 508817 9094793 168 509665 9095197 167
(1 Km.)
Elaborado por: SAP 2022.

4.1.3.2. Mamíferos menores


Trampas de Captura Viva en transectos: Por cada estación de monitoreo, se
instalaron 30 estaciones de trampas dobles (entre Tomahawk y Sherman). El espacio
entre cada estación de trampa fue de 10 m abarcando una distancia total de 300 m
lineales aproximadamente. Cada trampa fue cebada con una mezcla estándar de:
avena, mantequilla de maní, pasas, miel de abeja, alpiste y esencia de vainilla (MINAM,
2015). Las trampas fueron instaladas en los transectos durante la mañana/tarde y; se
revisaron y recebados a la mañana siguiente, momento en el que se verifico las capturas
logradas. El periodo de actividad de los transectos fue de 48 horas. En la Tabla 7 y en
el Anexo A. Mapa 10, se muestran las estaciones de monitoreo de Mastofauna.
Tabla 7. Estaciones de monitoreo de mamíferos menores no voladores.

Coordenadas
Coordenadas inicial Coordenadas final
intermedio (Vértice 1)
Estación
de Metodología
Altitud

Altitud

Altitud
Norte

Norte

Norte
Este

Este

Este
monitoreo

Trampas
PMB-01 Sherman y 507934 9095209 161 507940 9095045 151 507955 9095122 153
Tomahawk
Trampas
PMB-03 Sherman y 508306 9095244 172 508528 9095298 160 508418 9095271 178
Tomahawk
Trampas
PMB-04 Sherman y 509396 9095100 146 509240 9094997 153 509370 9095025 149
Tomahawk
Elaborado por: SAP 2022.

4.1.3.3. Mamíferos menores voladores


Redes de Neblina: Para el monitoreo de quirópteros se instalaron diez (10) redes de
neblina de 12m x 2,5m en cada uno de las estaciones de monitoreo, estas redes fueron
colocadas en horas de la tarde, a partir de las 18:00 pm hasta las 00:00 y revisadas
cada media hora para verificar capturas y proceder con la identificación y procesamiento
de los individuos capturados. En la Tabla 8 y en el Anexo A. Mapa 10, se muestran las
estaciones de monitoreo de Mastofauna
Tabla 8. Estaciones de monitoreo de mamíferos menores voladores

Estación Coordenadas inicial Coordenadas final


N° de
de Metodología
Red Este Norte Altitud Este Norte Altitud
monitoreo
Redes de R1 507 946 9 095 237 170 507 948 9 095 222 170
PMB-01
neblina R2 507 948 9 095 222 170 507 943 9 095 212 170

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000017
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Estación Coordenadas inicial Coordenadas final


N° de
de Metodología
Red Este Norte Altitud Este Norte Altitud
monitoreo
R3 507 954 9 095 107 165 507 964 9 095 106 165
R4 507 964 9 095 106 165 507 973 9 095 107 165
R5 507 944 9 095 084 162 507 934 9 095 086 162
R6 507 934 9 095 086 162 507 924 9 095 084 162
R7 507 950 9 095 007 176 507 952 9 094 994 177
R8 507 952 9 094 994 177 507 948 9 094 981 177
R9 507 914 9 094 844 180 507 925 9 094 845 181
R10 507 925 9 094 845 181 507 935 9 094 844 181
R1 508 251 9 095 248 168 508 253 9 095 234 167
R2 508 253 9 095 234 167 508 254 9 095 223 167
R3 508 308 9 095 243 166 508 322 9 095 245 166
R4 508 322 9 095 245 166 508 335 9 095 248 166
Redes de R5 508 409 9 095 272 168 508 420 9 095 274 168
PMB-03
neblina R6 508 420 9 095 274 168 508 431 9 095 276 168
R7 508 487 9 095 294 166 508 499 9 095 295 165
R8 508 499 9 095 295 165 508 511 9 095 297 165
R9 508 535 9 095 298 167 508 546 9 095 298 167
R10 508 546 9 095 298 167 508 556 9 095 297 167
R1 509 327 9 095 062 140 509 331 9 095 051 141
R2 509 331 9 095 051 141 509 339 9 095 042 142
R3 509 327 9 095 033 141 509 328 9 095 021 141
R4 509 328 9 095 021 141 509 328 9 095 010 141
Redes de R5 509 331 9 095 001 140 509 343 9 095 008 140
PMB-04
neblina R6 509 343 9 095 008 140 509 355 9 095 015 140
R7 509 301 9 095 004 150 509 289 9 095 006 150
R8 509 289 9 095 006 150 509 277 9 095 004 150
R9 509 250 9 095 002 153 509 238 9 095 001 153
R10 509 238 9 095 001 153 509 230 9 094 995 153
Elaborado por: SAP 2022.

Con los datos recabados en campo se procedió a catalogar taxonómicamente las


especies obtenidas siguiendo la clasificación propuesta por Wilson y Mittermeier, 2009
y Gardner, 2007. Para la identificación del grupo de mamíferos se empleó las guías de
Eisenberg & Redford, 1999; Emmons y Feer, 1999; Gardner, 2007, así como la
publicación de Pacheco et.al 2020.
4.1.4. Ornitofauna
Se empleó una metodología cuantitativa para la estimación de la abundancia de las
estaciones de monitoreo: Método de puntos de conteo. Asimismo, la evaluación de aves
fue complementada con el uso de redes de neblina (cualitativa)
Método de puntos de conteo: Consistió en establecer puntos de conteo o de
observación ubicados al azar y separados entre sí aproximadamente 100 m. La
evaluación fue de 6:00 a 10:00 y de 15:00 a 18:00 horas. El tiempo de monitoreo de
aves en cada punto de conteo fue de diez minutos. En cada estación, se registraron las
especies de aves avistadas y/o escuchadas. Se evaluaron 10 puntos de conteo por
estación de monitoreo las cuales se detallan en la Tabla 9 y en el Anexo A: Mapa 11.
Estaciones de monitoreo de ornitofauna
Tabla 9. Estaciones de monitoreo de ornitofauna. Puntos de conteo

Estación de monitoreo Metodología Unidad muestral Este Norte Altitud


Punto de conteo PC01 507955 9095277 180
PMB-01
Punto de conteo PC02 507936 9095169 175

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000018
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Estación de monitoreo Metodología Unidad muestral Este Norte Altitud


Punto de conteo PC03 507948 9095029 171
Punto de conteo PC04 507933 9094944 172
Punto de conteo PC05 508042 9094965 173
Punto de conteo PC06 508099 9095007 172
Punto de conteo PC07 507924 9094846 182
Punto de conteo PC08 507854 9094868 177
Punto de conteo PC09 507758 9094890 178
Punto de conteo PC10 507690 9094895 184
Punto de conteo PC01 508253 9095281 181
Punto de conteo PC02 508250 9095226 180
Punto de conteo PC03 508299 9095240 173
Punto de conteo PC04 508322 9095248 174
Punto de conteo PC05 508363 9095250 176
PMB-03
Punto de conteo PC06 508407 9095272 184
Punto de conteo PC07 508467 9095293 155
Punto de conteo PC08 508557 9095316 180
Punto de conteo PC09 508636 9095327 179
Punto de conteo PC10 508767 9095325 176
Punto de conteo PC01 509303 9095210 155
Punto de conteo PC02 509426 9095185 156
Punto de conteo PC03 509523 9095229 158
Punto de conteo PC04 509604 9095172 161
Punto de conteo PC05 509702 9095151 153
PMB-04
Punto de conteo PC06 509746 9095068 146
Punto de conteo PC07 509797 9094977 140
Punto de conteo PC08 509816 9094881 139
Punto de conteo PC09 509878 9094818 149
Punto de conteo PC10 509924 9094696 146
Elaborado por: SAP 2022.

Captura en Redes de Neblina: se instalaron seis (06) redes de neblina de 12 m x 2.5


m con un esfuerzo mínimo de 3 horas en cada estación de monitoreo, las cuales se
abrieron de 6:00 a 10:00 y de 15:00 a 18:00 horas., siendo revisadas cada 30 minutos.
Las ubicaciones de las redes instaladas se detallan en la Tabla 10 y en el Anexo A:
Mapa 11. Estaciones de monitoreo de ornitofauna.
Tabla 10. Estaciones de monitoreo de ornitofauna. Redes de niebla

Estación de monitoreo Metodología Unidad muestreal Este Norte Altitud


Red de niebla RED1 507952 9095227 170
PMB-01 Red de niebla RED2 507964 9095106 165
Red de niebla RED3 507942 9095085 162
Red de niebla RED1 508254 9095239 167
PMB-03 Red de niebla RED2 508324 9095246 172
Red de niebla RED3 508506 9095296 168
Red de niebla RED1 509327 9095062 140
PMB-04 Red de niebla RED2 509328 9095021 141
Red de niebla RED3 509331 9095001 140

Para la determinación taxonómica de aves en campo, se emplearon las guías de


Schulenberg et al., 2007; Clements, J.F. & Shany, N. 2001. La sistemática y
nomenclatura, así como los nombres comunes se basaron en información actualizada
de la lista de Plenge (versión actualizada).
4.1.5. Entomofauna
Se aplicaron tres metodologías, dos de ellas complementarias (Trampas de Caída Pitfall
e Instalación de Bandejas amarillas) y una Captura con Red Entomológica. Esto debido

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000019
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

a la necesidad de subdividir el muestreo en artrópodos terrestres y artrópodos voladores


4.1.5.1. Artrópodos terrestres
Método de Trampas de Caída Pitfall – sin cebo, consistió en la instalación de un
recipiente de plástico de 1 litro de capacidad enterrado al nivel del suelo, en cuyo interior
se depositaron aproximadamente 400 cc de agua más detergente. Estas trampas
permitieron la caracterización trófica de los artrópodos en categorías de saprófagos,
coprófagos, necrófagos, generalistas y especialistas.
Método de Instalación de Bandejas Amarillas, está basado en la atracción que
generan los colores llamativos en estos animales, se colocaron estos recipientes a
simple vista. Se instalaron 4 bandejas amarillas por estación de monitoreo, a las que se
les adicionaron agua con detergente líquido hasta un centímetro de profundidad, para
romper la tensión superficial y evitar que se escapen los insectos, expuestas por 48
horas. Finalmente, las muestras capturadas se colectaron en bolsas de polipropileno
llenas con alcohol de 70% debidamente rotuladas, así mismo los lepidópteros fueron
colocados en sobres de papel glassine.
En la Tabla 11 y en el Anexo A: Mapa 12. Estaciones de monitoreo de Entomofauna, se
detallas la ubicación de la instalación de las trampas.
Tabla 11. Estaciones de monitoreo de entomofauna

Coordenadas
Coordenadas inicial Coordenadas final
intermedio (Vértice 1)
Estación
de Metodología
Altitud

Altitud

Altitud
Norte

Norte

Norte
Este

Este

monitoreo Este

Pitfall y
PMB-01 Bandeja 507950 9095061 160 507940 9094941 171 507941 9094998 165
Amarilla
Pitfall y
PMB-03 Bandeja 508275 9095230 172 508389 9095261 177 508322 9095248 174
Amarilla
Pitfall y
PMB-04 Bandeja 509333 9095010 148 509208 9094969 151 509276 9094999 148
Amarilla
Elaborado por: SAP 2022.

4.1.5.2. Artrópodos voladores


Método de captura con Red Entomológica, se atraparon de forma manual los
especímenes posados o en vuelo, mediante la agitación y bandeo de la red por un
tiempo de 01 h en cada estación.
Una vez culminado la etapa de captura, se procedió a la determinación de las muestras
hasta el nivel de familia y morfotipos utilizando claves taxonómicas de textos básicos
(como por ejemplo: Borror et al 1992, McAlpine et al. 1981; Goulet y Huber 1993.
En cada estación de monitoreo se realizó un esfuerzo de 10 trampas pitfall sin cebo con
una separación de diez metros y con tiempo de exposición de 48 horas Diurno /
Nocturno. Las bandejas amarillas se realizará un esfuerzo de 4 trampas por Transecto
y con tiempo de exposición de 48 horas Diurno / Nocturno. Por su parte, el esfuerzo de

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EPOCA SECA 2022
000020
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

muestreo de la red entomológica fue contabilizado mediante la agitación y bandeo de la


red por un tiempo de 01 h en cada estación.
4.2. Ecosistema acuático
4.2.1. Hidrobiología
Se realizó la evaluación siguiendo la metodología estandarizada para colecta de
organismos hidrobiológicos. Para ello se usó de referencia el anexo 2.6 (Hidrobiología
Continental) de la “Guía para la Elaboración de la Línea Base en el Marco del Sistema
Nacional de Evaluación de Impacto Ambiental -SEIA” (MINAM: 2018) y la guía
“Métodos de colecta, identificación y análisis de comunidades biológicas: plancton,
perifiton, bentos (macroinvertebrados) y necton (peces)” (MINAM-MHN: 2014).
4.2.1.1. Plancton
La comunidad del plancton incluye aquellos organismos que viven en la columna de agua
y que son lo suficientemente pequeños y/o lentos como para que no sean capaces de
una movilidad dirigida. Incluye organismos autótrofos (fitoplancton) y heterótrofos
(zooplancton). Estos organismos fueron evaluados de manera cualitativa y cuantitativa,
tanto para el componente fitoplancton, como para el componente zooplancton. Para la
colecta:
4.2.1.1.1. Fitoplancton
• Se empleó una red para fitoplancton de abertura de poro de 20 µm con el que
se filtró un volumen de 50 L con ayuda de un balde en un recipiente de colector
de 200 ml. El contenido de este recipiente se traspasó a un frasco 250 ml.
• Una vez trasvasado se preservo con formol en solución al 5%, luego se cerró
herméticamente el frasco y se procedió a rotular con el código de identificación,
fecha y otros datos pertinentes (colector, localidad, etc.)
4.2.1.1.2. Zooplancton
• Se empleó para la toma de muestra una red para zooplancton de abertura de
poro de 35 µm. Se filtró un volumen de 50 L en un recipiente de colector de 200
ml. El líquido filtrado se trasvaso a un frasco de 250 ml de boca ancha.
• Una vez trasvasado se preservo con formol al 5%, luego se cerró
herméticamente el frasco y se procedió a rotular con el código de identificación,
fecha y otros datos pertinentes (colector, localidad, etc.).
4.2.1.2. Perifiton
La muestra de perifiton fue tomada con ayuda de un cepillo (o espátula) con el que se
realizaron raspados de un área de 5x5 cm, realizando tres repeticiones y obteniendo
un área total de monitoreo igual a 75 cm 2.
La muestra compuesta fue colectada en un frasco del 250 mL, y preservada en formol
en solución al 5%. Luego fue cerrará herméticamente el frasco y se procedió a rotular
con el código de identificación, fecha y otros datos pertinentes (colector, localidad, etc.).

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000021
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

4.2.1.3. Macroinvertebrados bentónicos


La colecta del macrobentos se realizó con una red Surber de 30 x 30 cm 2 de área y de
una red demala500 µm. La red Surber fue colocada sobre el fondo del cauce, en contra
de la corriente y se removió el sustrato con la mano en el área demarcada. Se incluyó
un total de 3 réplicas (0.27 m2) para cada estación de monitoreo.
Las muestras colectadas de bentos fueron colocadas en envases de plástico de 500
ml de boca ancha, luego preservados con alcohol al 70%, en la cantidad suficiente para
que cubra toda la muestra colectada, en este caso fue de una proporción de 1:3. Luego
se cerró herméticamente el frasco y se procedió a rotular con el código de
identificación, fecha y otros datos pertinentes (colector, tipo de sustrato, localidad, etc.).
4.2.1.4. Necton (peces)
Se empleó una red tipo atarraya de 6 kg, realizándose 10 lances al cuerpo de agua y
en distintas zonas. Las muestras se fijaron con una solución de formol al 10%,
inyectándoles esta solución a ejemplares mayores a 15 cm. Adicional a ello se
complementó con el uso de una red Cal Cal con una búsqueda intensiva en los
márgenes del cuerpo de agua.
5. ESFUERZO DE MUESTREO
5.1. Ecosistema terrestre
El esfuerzo de muestreo para el monitoreo biológico de flora y fauna en época seca se
detalla en la Tabla 12.
Tabla 12. Esfuerzo de muestro de flora y fauna - Ecosistema terrestre
Cantidad estaciones de monitoreo

Esfuerzo por estación

Horario de evaluación
Esfuerzo total

Unidad de
Taxón/Subgrupo Metodología
esfuerzo

Arbóreas
Parcela de
DAP ≥10 3 1 3 Diurno
1000 m2
cm
Arbóreas
Parcela de
DAP ≥5 3 1 3 Diurno
Parcela 100 m2
cm
modificada de
Arbustivas
Whitaker
y arbóreas Parcela de 10
Flora 3 2 6 Diurno
DAP ≥1 m2
cm
Herbáceas Parcela de 1
3 10 30 Diurno
y plántulas m2
Presencia
Unidad 3 8 forofitos 24 forofitos Diurno
ausencia
Epifitas
Parcelas
Unidad 3 8 forofitos 24 forofitos Diurno
(30x20cm)

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Cantidad estaciones de monitoreo

Esfuerzo por estación

Horario de evaluación
Esfuerzo total
Unidad de
Taxón/Subgrupo Metodología
esfuerzo

Parcelas
Unidad 3 5 forofitos 15 forofitos Diurno
(30x20cm)
1 transecto 3 transecto
3 Diurno
Mamíferos Transectos Transecto 1 1Km 1Km
mayores lineales Km 1 transecto 3 transecto
3 Nocturno
1Km 1Km
Mastofauna Mamíferos Trampas
Transecto 60 360
(Mamíferos) menores Sherman y 3 Diurno/Nocturno
trampas/noche trampas/noche trampas/noche
terrestres Tomahawk
Mamíferos
Redes de
menores Red/Hora 3 60 horas/red 180 horas/red Nocturno
neblina
voladores
Redes de
Red/Hora 3 18 horas/red 54 horas/red Diurno
neblina
Ornitofauna (Aves)
Puntos de Puntos de
3 10 PC 30 PC Diurno
conteo conteo (PC)
2.5 7,5
3 Diurno
horas/hombre horas/hombre
VES Horas/Hombre
2.5 7,5
3 Nocturno
horas/hombre horas/hombre
Herpetofauna (Anfibios y Parcela de
Parcela 6 m2 3 3 Parcelas 9 Parcelas Diurno
reptiles) hojarasca
1 Transecto 3 Transecto
3 Diurno
Transecto de Transecto 200 200 m2 200 m2
banda fija m2 1 Transecto 3 Transecto
3 Nocturno
200 m2 200 m2
Transecto 10 60
Trampas Pitfall 3 Diurno/Nocturno
trampas/noche trampas/noche trampas/noche
Trampas Transecto 4 24
Entomofauna (Insectos) 3 Diurno/Nocturno
cromatografícas trampas/noche trampas/noche trampas/noche
Bandeo de 3
Horas/Hombre 3 1 hora/hombre Diurno
RED horas/hombre
Elaborado por: SAP 2022.

5.2. Ecosistema acuático


El esfuerzo de muestreo para el monitoreo hidrobiológico en época seca se detalla en
la Tabla 13.
Tabla 13. Esfuerzo de muestreo de hidrobiología - Ecosistema acuático

Esfuerzo de Estaciones Esfuerzo de monitoreo


Taxa Metodología
muestreo de monitoreo Total
Fitoplancton Filtrado 50 litros 1 50 litros de agua filtrada
Zooplancton Filtrado 50 litros 1 50 litros de agua filtrada
Perifiton Raspado 75 cm 2 1 75 cm 2 de área de raspado
0.27 m 2 de área de
Bentos Remoción de sustrato 0.27 m 2 1
remoción
Necton Lance de Atarraya 10 lances 1 10 lances
Elaborado por: SAP 2022.

6. ANÁLISIS Y PROCESAMIENTO DE DATOS

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6.1. Ecosistema terrestre


A partir de la información recopilada en campo se procedió con el ordenamiento y
sistematización de la información registrada en gabinete. Posteriormente se analizaron
los resultados de la siguiente manera.
6.1.1. Riqueza específica (S)
La riqueza específica se expresa a través de listas de especies registradas en los
diferentes hábitats de un determinado lugar. La riqueza específica (S) es la forma más
sencilla y más comparable de medir la biodiversidad (Angulo et al., 2006), ya que se
basa únicamente en el número de especies presentes en un lugar o en un área
determinada, sin tomar en cuenta el valor de importancia de las mismas. La forma ideal
de medir la riqueza específica es contar con un inventario completo que nos permita
conocer el número total de especies (S), encontradas en un tiempo y en espacio. Las
curvas de acumulación de especies ayudan a determinar el número total de especies
esperadas.
6.1.1.1. Cobertura vegetal
La cobertura de una especie de flora corresponde a la proporción del terreno ocupado
por la proyección perpendicular de las partes aéreas de los individuos de esta, y sirve
para determinar la dominancia de las especies (Matteucci & Colma, 1982). Para la
estimación de la cobertura vegetal se utiliza la siguiente fórmula:
Xi = (Li/Lt) *100
Donde:

Xi = Especie

Li = Longitud de cada especie

L = Longitud de la parcela

6.1.1.2. Abundancia (N)


La abundancia o abundancia absoluta se refiere al número de individuos en un área
determinada, la cual se obtiene a través de las unidades de muestreo.
6.1.1.3. Abundancia relativa
La abundancia relativa se define como el número de individuos de una especie con
respecto al número de individuos totales de la comunidad o con respecto al número
total de unidades muestrales (Magurran, 2004). Este parámetro permite conocer el
tamaño de la población con que cuenta una determinada especie, con el fin de tomar
medidas o decisiones adecuadas cuando se trate de especies con escasa población y
que van a ser impactadas.
Índice de abundancia (IA): El Índice de Abundancia de Boddicker et al. (2002), se
obtiene al multiplicar el valor de un tipo de evidencia por el número de veces en que fue
registrado. La sumatoria de todos los productos nos indica el Índice de Abundancia. Se
considera abundante a una especie cuando el valor de su IA es mayor o igual a 25.

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Índice de ocurrencia (IO): En el caso de mamíferos medianos y grandes, cuyos


registros directos son difíciles de obtener, se utiliza el índice de ocurrencia, con ayuda
de los registros indirectos muestreados. Este índice consiste en la suma de los registros
directos e indirectos de mamíferos medianos y grandes. Para lo cual, cada registro es
asignado a tres diferentes categorías, cada una con un valor diferente: Evidencia no
ambigua (10 puntos), evidencia de alta calidad (5 puntos) y evidencia de baja calidad (4
puntos).
La confirmación de una especie se obtiene cuando la suma de todos los tipos de
registros tiene una puntuación igual o mayor a 10. Aunque esta técnica valora
subjetivamente cada registro, y en algunos casos erróneamente, se sugiere hacerlo en
lugares donde son pocos los registros directos y más los indirectos.
Tabla 14. Valores por tipo de evidencia para el cálculo del índice de abundancia

Tipo de Evidencia Valor


Evidencia no ambigua
Especie colectada 10
Especie observada 10
Evidencia de alta calidad
Huesos 5
Pelos 5
Identificación por residentes locales 5
Huellas 5
Vocalizaciones y olores 5
Evidencia de baja calidad
Camas, madrigueras, nidos, caminos 4
Heces 4
Restos de alimentos 4
Fuentes: Boddicker 2002.

6.1.1.4. Índices de diversidad alfa


La diversidad se calculó a través, de medidas estadísticas que relacionan la riqueza
específica (número de especies) con la abundancia (Moreno, 2001). Los índices
utilizados fueron el Índice de dominancia de Simpson y el Índice de equidad de
Shannon-Wiener y Pielou. Para calcular estos índices de diversidad se utilizó el software
PAST, versión 3.15 (Hammer et al., 2001).
6.1.1.4.1. Índices de dominancia
Da mayor peso a especies más comunes y menor peso a especies raras
6.1.1.4.1.1. Índice de Simpson
También conocido índice de dominancia es usado para cuantificar la biodiversidad de
un hábitat. Toma un determinado número de especies presentes en el hábitat y su
abundancia relativa. Está fuertemente influido por la importancia de las especies más

dominantes. El índice de Simpson representa la probabilidad de que dos individuos,


dentro de un hábitat, seleccionados al azar pertenezcan a la misma especie (Krebs,
1989)

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Donde:

Pi = abundancia proporcional de la especie i, es decir el número de individuos de la especie i dividido entre


el número total de individuos de la muestra.

Como el valor del índice de Simpson es inverso a la equidad, la diversidad puede calcularse como 1-λ.

6.1.1.4.2. Índices de equidad


Tienen en cuenta la abundancia de cada especie y cuan uniformemente se encuentran
distribuidas.
6.1.1.4.2.1. Índice de Shannon-Wiener
Asume que los individuos de las poblaciones proceden de muestras registradas al azar
y que las poblaciones son efectivamente infinitas (Krebs, 1999). Además, es sensible a
especies raras (menos abundantes), lo que coincide con la importancia otorgada a estas
en las evaluaciones ambientales.

Donde:

ni = número de individuos de la especie i.

N = número total de individuos de todas las especies.

S = número total de especies.

Presenta los mismos problemas que el de Simpson, no hay forma de interpretar los datos más allá de la
probabilidad que tiene una especie de ser seleccionada al azar de esa comunidad.

6.1.1.4.2.2. Índice de Pielou


Es una relación entre la diversidad observada y el valor máximo de diversidad esperada.
Este valor está comprendido entre 0 y 1, de este modo el valor de 1 representa
situaciones en donde todas las especies presentan la misma abundancia
Donde:

J´ = índice de equidad de Pielou.

H´ máx. = log2 (S)n(S)

S = número de especies.

H´ = es el valor del índice de Shannon-Wiener.

6.1.1.5. Índices de similitud beta


Los índices de similitud compararon cuan parecidas son dos comunidades entre sí de

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forma cualitativa, en la cual se compararon sólo la presencia y ausencia de las especies;


y cuantitativa cuando además se toma en cuenta la medida de la abundancia. Los
resultados de dicha comparación se expresaron en una escala que va desde 0 que
significa completamente disímil a 1 que significa completamente similares (Krebs, 1989).
6.1.1.5.1. Coeficiente de Similitud de Jaccard
Expresa el grado en que las dos muestras son semejantes por las especies presentes
en ellas. Utilizado para datos cualitativos, se expresa mediante la fórmula siguiente:

Donde:

a = número de especies presentes en el sitio A

b = número de especies presentes en el sitio B

c = número de especies presentes en ambos sitios, A y B

El intervalo de valores para este índice va de 0, cuando no hay especies compartidas entre ambos sitios,
hasta 1, cuando los dos sitios tienen la misma composición de especies.

6.1.1.5.2. Índice de Morisita-Horn


Este índice se basa en la abundancia y no es influido por el tamaño de muestra o riqueza
(Moreno, 2001; Wolda, 1981). No obstante, es muy sensible a las especies más
abundantes, por lo que conviene emplear transformaciones logarítmicas en sus
abundancias.

Donde:

ani = número de individuos de la i-ésima especie en el sitio A

bnj = número de individuos de la j-ésima especie en el sitio B

Na = número de individuos en el sitio A

Nb = número de individuos en el sitio B

da = ∑ ani2 / Na2 para el sitio A

db = ∑ bnj2 / Nb2 para el sitio B

El índice varía de 0 (no hay similitud) a 1 (hay similitud); este parám etro permite comparar los valores de
diversidad de un sitio frente a otro sitio, con el fin de zonificar áreas con determinados valores de potencial
bioecológico.

6.1.2. Especies sensibles


6.1.2.1. Especies en algún estado de conservación
Decreto Supremo Nº 043-2006-AG

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La legislación peruana establece la “Categorización de especies amenazadas de flora


silvestre”. Para la clasificación oficial de especies amenazadas de flora silvestre en el
Perú, se utilizaron como base los criterios y categorías de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza y Recursos Naturales (IUCN por sus siglas en inglés).
Las especies, según esta lista, pueden corresponder a las siguientes categorías: En
peligro crítico (CR), En peligro (EN), Vulnerable (VU), y Casi amenazado (NT).
Decreto Supremo Nº 004-2014-MINAGRI
La legislación peruana establece la “Actualización de la lista de clasificación y
categorización de las especies amenazadas de fauna silvestre legalmente protegidas”.
Para la clasificación oficial de especies amenazadas de fauna silvestre en el Perú, se
utilizaron como base los criterios y categorías de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza y Recursos Naturales (IUCN por sus siglas en inglés).
Las especies, según esta lista, pueden corresponder a las siguientes categorías: En
Peligro Crítico (CR), En Peligro (EN), Vulnerable (VU), y Casi Amenazado (NT).
Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN 2021-II por sus siglas
en inglés) – Lista Roja
La Lista Roja de Especies Amenazadas de la IUCN constituye el inventario más
completo del estado de conservación de las especies de animales y plantas a nivel
mundial y por su fuerte base científica es reconocida internacionalmente. Asimismo,
utiliza un conjunto de criterios relevantes para todas las especies y todas las regiones
del mundo, a fin de evaluar el riesgo de extinción de miles de especies y subespecies.
Es necesario mencionar que, a pesar de utilizar la misma categoría, la lista nacional y
de la IUCN no siempre coincide con respecto a la asignación a una misma especie, esto
se debe a la información que proporcionan los expertos locales (IUCN, 2022-I).
Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora
Silvestres (CITES por sus siglas en inglés) – Apéndices I, II y III.
El Apéndice I de esta convención lista especies que están globalmente amenazadas y
los Apéndices II y III contienen especies que están más directamente relacionadas con
extracción y comercio (CITES, 2022).
CMS (Convención sobre la Conservación de Especies Migratorias de Animales
Silvestres)
Tiene por finalidad conservar las especies migratorias terrestres, acuáticas y aviarias en
toda su área de distribución. El Convenio abarca muchas especies migratorias icónicas
que se ven fuertemente afectadas por el comercio ilegal de vida silvestre.
EBAs (Áreas de Endemismo de Aves)
Constituyen una de las prioridades mundiales de conservación de la biodiversidad
porque contienen un importante número de especies de aves y grupos de flora y fauna
valiosas, que se encuentran exclusivamente en una región menor a 50000 km 2
(Stattersfield et al., 1998).
IBAs (Áreas Importantes para la Conservación de las Aves, según BirdLife International)

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Las Áreas Importantes para la Conservación de las Aves y la Biodiversidad (IBA) son
aquellas zonas en las que se encuentran presentes regularmente una parte significativa
de la población de una o varias especies de aves consideradas prioritarias por
SEO/BirdLife.
6.1.2.2. Endemismo
Para la determinación de las especies endémicas de flora se utilizó el Libro Rojo de las
Plantas Endémicas del Perú (León et al., 2006). Para la identificación de las especies
endémicas de aves se utilizó la Guía de Aves del Perú de Schulenberg et al., 2007, así
como la Lista de Aves de Perú (Plenge versión actualizada). Por otro lado, para el caso
de las especies de mamíferos se hizo empleo de bibliografía especializada, tales como
la lista de especies de mamíferos endémicos del Perú de Pacheco et al., 2009 y Pacheco
et al., 2020, la referencia de Patton et al., 2015 y la base de datos de
www.paulvelazco.com/muricelagos_peru.html.En el caso de herpetofauna se usó la lista
taxonómica preliminar de los reptiles vivientes del Perú de Carrillo e Icochea (1995), las
fuentes The Reptile Database, AmphibiaW eb y Amphibian Species of the Word.
6.2. Ecosistema acuático
Como parte del análisis de datos se aplicarán índices de diversidad para las
comunidades hidrobiológicas evaluadas. Los índices de diversidad resumen en muchos
casos en un solo valor los datos de riqueza de especies y estructura (representatividad),
permitiendo hacer comparaciones rápidas entre la diversidad de distintos lugares o
dentro de un mismo lugar a través del tiempo (Moreno: 2001). Se considerarán los
siguientes índices:
6.2.1. Índices de diversidad alfa
La diversidad se calculó a través, de medidas estadísticas que relacionan la riqueza
específica (número de especies) con la abundancia (Moreno, 2001). Los índices
utilizados fueron el Índice de dominancia de Simpson y el Índice de equidad de
Shannon-Wiener y Pielou. Para calcular estos índices de diversidad se utilizó el software
PAST, versión 3.15 (Hammer et al., 2001).
6.2.1.1. Índices de dominancia
Da mayor peso a especies más comunes y menor peso a especies raras
6.2.1.1.1. Índice de Simpson
También conocido índice de dominancia es usado para cuantificar la biodiversidad de
un hábitat. Toma un determinado número de especies presentes en el hábitat y su

abundancia relativa. Está fuertemente influido por la importancia de las especies más
dominantes. El índice de Simpson representa la probabilidad de que dos individuos,
dentro de un hábitat, seleccionados al azar pertenezcan a la misma especie (Krebs,
1989)

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Donde:

Pi = abundancia proporcional de la especie i, es decir el número de individuos de la especie i dividido entre


el número total de individuos de la muestra.

Como el valor del índice de Simpson es inverso a la equidad, la diversidad puede calcularse como 1-λ.

6.2.1.2. Índices de equidad


Tienen en cuenta la abundancia de cada especie y cuan uniformemente se encuentran
distribuidas.
6.2.1.2.1. Índice de Shannon-Wiener
Asume que los individuos de las poblaciones proceden de muestras registradas al azar
y que las poblaciones son efectivamente infinitas (Krebs, 1999). Además, es sensible a
especies raras (menos abundantes), lo que coincide con la importancia otorgada a estas
en las evaluaciones ambientales.

Donde:

ni = número de individuos de la especie i.

N = número total de individuos de todas las especies.

S = número total de especies.

Presenta los mismos problemas que el de Simpson, no hay forma de interpretar los datos más allá de la
probabilidad que tiene una especie de ser seleccionada al azar de esa comunidad.

6.2.1.2.2. Índice de Pielou


Es una relación entre la diversidad observada y el valor máximo de diversidad esperada.
Este valor está comprendido entre 0 y 1, de este modo el valor de 1 representa
situaciones en donde todas las especies presentan la misma abundancia

Donde:

J´ = índice de equidad de Pielou.

H´ máx. = log2 (S)n(S)

S = número de especies.

H´ = es el valor del índice de Shannon-Wiener.

6.2.2. Índices de similitud beta

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Los índices de similitud compararon cuan parecidas son dos comunidades entre sí de
forma cualitativa, en la cual se compararon sólo la presencia y ausencia de las especies;
y cuantitativa cuando además se toma en cuenta la medida de la abundancia. Los
resultados de dicha comparación se expresaron en una escala que va desde 0 que
significa completamente disímil a 1 que significa completamente similares (Krebs, 1989).
6.2.2.1. Coeficiente de Similitud de Jaccard
Expresa el grado en que las dos muestras son semejantes por las especies presentes
en ellas. Utilizado para datos cualitativos, se expresa mediante la fórmula siguiente:

Donde:

a = número de especies presentes en el sitio A

b = número de especies presentes en el sitio B

c = número de especies presentes en ambos sitios, A y B

El intervalo de valores para este índice va de 0, cuando no hay especies compartidas entre ambos sitios,
hasta 1, cuando los dos sitios tienen la misma composición de especies.

6.2.2.2. Índice de Morisita-Horn


Este índice se basa en la abundancia y no es influido por el tamaño de muestra o riqueza
(Moreno, 2001; Wolda, 1981). No obstante, es muy sensible a las especies más
abundantes, por lo que conviene emplear transformaciones logarítmicas en sus
abundancias.

Donde:

ani = número de individuos de la i-ésima especie en el sitio A

bnj = número de individuos de la j-ésima especie en el sitio B

Na = número de individuos en el sitio A

Nb = número de individuos en el sitio B

da = ∑ ani2 / Na2 para el sitio A

db = ∑ bnj2 / Nb2 para el sitio B

El índice varía de 0 (no hay similitud) a 1 (hay similitud); este parámetro permite comparar los valores de
diversidad de un sitio frente a otro sitio, con el fin de zonificar áreas con determinados valores de potencial
bioecológico.

6.2.3. Medidas de calidad de hábitat

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En cuanto a la calidad de hábitat para las comunidades hidrobiológicas en evaluación,


se determinó la calidad de los cuerpos de agua mediante el Protocolo de Calificación
del Hábitat Lotico SVAP (Stream Visual Assessment Protocol, Newton et al. 1998).
Así mismo, se usó a los organismos bioindicadores (Roldán: 1992 y 1996), cuyas
respuestas biológicas son observadas frente a una perturbación ecológica; resultando
en variaciones de la calidad ambiental. Para obtener la calidad de agua en base a
índices bióticos, se aplicó los siguientes índices para la comunidad de
macroinvertebrados de los bentos, por ser los organismos de más fácil visualización y
captura, que presentan poca motilidad en el medio acuático:
• Índice de riqueza EPT (Klemm et al.: 2002)
• Índice Biótico de Familia (IBF) de Hilsenhoff (1988)
• Índice BMWP – col (Biological Monitoring Working Party) modificado por Roldán
(2003)
• Índice ABI – Índice Biótico Andino
• Índice de Integridad Biótica (IIB)
• Índice Diatómico General (IDG)
La evaluación hidrobiológica estuvo acompañada de las características que se indican:
Descripción del hábitat, mediciones de calidad del agua, morfometría (superficie y
profundidad) del ambiente acuático, color aparente y tipo de sustrato, con la finalidad de
interpretar el grado de perturbación ambiental y determinar los factores que puedan
alterar las comunidades hidrobiológicas, ver Anexo C. Fichas de Campo.
6.2.4. Otras metodologías en cuenta
6.2.4.1. Protocolo de observación Visual-SVAP
La evaluación hidrobiológica estuvo acompañada de las características que se indican:
Descripción del hábitat, mediciones de calidad del agua, morfometría (superficie y
profundidad) de los ambientes acuáticos, color aparente y tipo de sustrato, con la
finalidad de interpretar el grado de perturbación ambiental y determinar los factores que
puedan alterar las comunidades hidrobiológicas, ver Anexo D. Ficha SVAP.
6.2.4.2. Índice de estado trófico
El estado trófico de un cuerpo de agua permite evaluar su calidad a través de
indicadores matemáticos, llamados índices de estado trófico. Para fines del presente
estudio se analizó el Índice de estado trófico de Carlson (1977) o TSI (Trophic state
index).
6.2.4.3. Índice Diatómico General (IDG) o índice de Eutrofización
El índice diatómico general (IDG) según Coste & Ayphassorho (1991) y De la Peña &
Barreiro (2009) está determinado por 3 variables: la sensibilidad a la polución de cada
especie, la amplitud ecológica y su abundancia dentro de la muestra. De esta forma, los
valores de IDG se miden en el intervalo desde 1 hasta 5, en orden decreciente según
los niveles de contaminación.

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EPOCA SECA 2022
000032
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6.2.5. Especies sensibles


6.2.5.1. Especies en algún estado de conservación
Decreto Supremo Nº 043-2006-AG
La legislación peruana establece la “Categorización de especies amenazadas de flora
silvestre”. Para la clasificación oficial de especies amenazadas de flora silvestre en el
Perú, se utilizaron como base los criterios y categorías de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza y Recursos Naturales (IUCN por sus siglas en inglés).
Las especies, según esta lista, pueden corresponder a las siguientes categorías: En
peligro crítico (CR), En peligro (EN), Vulnerable (VU), y Casi amenazado (NT).
Decreto Supremo Nº 004-2014-MINAGRI
La legislación peruana establece la “Actualización de la lista de clasificación y
categorización de las especies amenazadas de fauna silvestre legalmente protegidas”.
Para la clasificación oficial de especies amenazadas de fauna silvestre en el Perú, se
utilizaron como base los criterios y categorías de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza y Recursos Naturales (IUCN por sus siglas en inglés).
Las especies, según esta lista, pueden corresponder a las siguientes categorías: En
Peligro Crítico (CR), En Peligro (EN), Vulnerable (VU), y Casi Amenazado (NT).
Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN 2022-I por sus siglas
en inglés) – Lista Roja
La Lista Roja de Especies Amenazadas de la IUCN constituye el inventario más
completo del estado de conservación de las especies de animales y plantas a nivel
mundial y por su fuerte base científica es reconocida internacionalmente. Asimismo,
utiliza un conjunto de criterios relevantes para todas las especies y todas las regiones
del mundo, a fin de evaluar el riesgo de extinción de miles de especies y subespecies.
Es necesario mencionar que, a pesar de utilizar la misma categoría, la lista nacional y
de la IUCN no siempre coincide con respecto a la asignación a una misma especie, esto
se debe a la información que proporcionan los expertos locales (IUCN, 2022-I).
Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora
Silvestres (CITES por sus siglas en inglés) – Apéndices I, II y III.
El Apéndice I de esta convención lista especies que están globalmente amenazadas y
los Apéndices II y III contienen especies que están más directamente relacionadas con
extracción y comercio (CITES, 2022).

7. RESULTADOS
7.1. Ecosistema terrestre
7.1.1. Flora y vegetación

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000033
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7.1.1.1. En el área de estudio


7.1.1.1.1. Composición y riqueza
El análisis de la composición florística y riqueza considero a las especies reportadas por
el método cuantitativo (parcelas). Para el área de estudio de la actividad en curso, se
reportaron 111 especies, 37 familias y 21 órdenes. (Ver Gráfico 2).
Gráfico 2. Riqueza de especies, familias y órdenes por clase para la Flora

Pteridopsida 111

Liliopsida 6 9 26

Magnoliopsida 19 35 111

0 20 40 60 80 100 120 140 160 180

Orden Familia Especie

Elaborado por: SAP 2022.

El monitoreo realizado determinó que el 80.43% pertenece a la clase Magnoliopsida


(111 spp), esto debido a que este grupo presenta desde herbáceas hasta grandes
árboles, de diferentes hábitos y formas de crecimiento; 18.84% pertenece a la clase
Liliopsida (26 spp) y solo el 0.72% pertenecen a la clase Pteridopsida (1 spp) (Ver
Gráfico 3).
Gráfico 3. Clases reportadas por número de especies en el área de monitoreo de la
actividad en curso

Pteridopsida 0.72%

Liliopsida 18.84%

Magnoliopsida 80.43%

0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00% 90.00%

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000034
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Elaborado por: SAP 2022.

En cuanto a la clase Magnoliopsida, la familia Fabaceae fue la más representada con


20 especies significando el 18.02%, seguido de las familias Rubiaceae y Urticaceae con
8 especies representando el 7.21%, dejando en tercer lugar a la familia
Melostomataceae con 6 especies, representando el 5.41%; la clase Liliopsida presenta
a la familia Arecaceae como la má importante, representada por 9 especie, significando
el 34.62%; finalmente en la clase Pteridopsida al registrase 1 familia con una especie,
representando el 100%. (Ver Tabla 15).
Tabla 15. Familias botánicas predominantes por clase en el área de monitoreo

Clase Familia Abundancia Porcentaje


Fabaceae 20 18.02%
Rubiaceae 8 7.21%
Urticaceae 8 7.21%
Melastomataceae 6 5.41%
Apocynaceae 5 4.50%
Bignoniaceae 5 4.50%
Myristicaceae 5 4.50%
Euphorbiaceae 5 4.50%
Annonaceae 4 3.60%
Malvaceae 4 3.60%
Moraceae 4 3.60%
Meliaceae 4 3.60%
Sapindaceae 4 3.60%
Salicaceae 3 2.70%
Piperaceae 3 2.70%
Asteraceae 2 1.80%
Cucurbitaceae 2 1.80%
Magnoliopsida Burseraceae 2 1.80%
Araliaceae 1 0.90%
Boraginaceae 1 0.90%
Dilleniaceae 1 0.90%
Primulaceae 1 0.90%
Sapotaceae 1 0.90%
Lauraceae 1 0.90%
Caryocaraceae 1 0.90%
Clusiaceae 1 0.90%
Hypericaceae 1 0.90%
Passifloraceae 1 0.90%
Violaceae 1 0.90%
Combretaceae 1 0.90%
Oxalidaceae 1 0.90%
Cannabaceae 1 0.90%
Rutaceae 1 0.90%
Simaroubaceae 1 0.90%
Convolvulaceae 1 0.90%
TOTAL 111 100.00%
Arecaceae 9 34.62%
Poaceae 6 23.08%
Cyperaceae 3 11.54%
Araceae 2 7.69%
Liliopsida Marantaceae 2 7.69%
Dioscoreaceae 1 3.85%
Smilacaceae 1 3.85%
Costaceae 1 3.85%
Heliconiaceae 1 3.85%
TOTAL 26 100.00%
Pteridopsida Aspleniaceae 1 100%
TOTAL 1 100.00%

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EPOCA SECA 2022
000035
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Elaborado por: SAP 2022.

Con respecto a los órdenes registrados, los mejor representados fueron Fabales con 20
especies, seguido de Gentianales, Malpighiales y Rosales, con 13 especies cada uno;
en tercer lugar, la familia Sapindales con 12 especies. Finalmente, el resto de ordenes
presentaron 9 a 1 especie (Ver Gráfico 4).
Gráfico 4. Riqueza de especies por orden en el área de monitoreo

Fabales
Gentianales
20 20
Malpighiales
4 Rosales
4 13 Sapindales
5 Arecales
Poales
7
13 Magnoliales
Myrtales
9
Lamiales
9 13 Zingiberales
9 12 Malvales
Otro sp<3

Elaborado por: SAP 2022.

En cuanto a las familias, la mejor representada fue Fabaceae con 20 especies, seguida
de Arecaceae con 9 especies; en tercer lugar, las familias Rubiaceae y Urticaceae con
8 especies cada una; en cuarto lugar, las familias Meloastomataceae y Poaceae con 6
especies cada una. El resto de familias reportaron de 5 a una especie. (Ver Gráfico 5).
Gráfico 5. Riqueza de especies por familia en el área de monitoreo

Fabaceae

20 Arecaceae
Rubiaceae
41
9 Urticaceae
Melastomataceae
8 Poaceae
Apocynaceae
8
4
Bignoniaceae
4 6
4 Myristicaceae
4 6
4 5 Euphorbiaceae
5 5 5
Annonaceae

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.1.2. Abundancia

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000036
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Se registró un total de 755 individuos, siendo la más abundante fue Ochroma pyramidale
con 49 individuos, seguido de Ischnosiphon puberulus con 41 individuos e Inga
heterophylla con 40 individuos, en cuarto lugar, la especie Oxandra espinatana con 34
individuos y, en quinto lugar, la especie Calycophyllum spruceanum con 31 individuos.
(Ver Gráfico 6).
Gráfico 6. Abundancia de especies de la flora en el área de monitoreo

Otras sp <12 345


Pourouma cecropiifolia 12
Jacaranda copaia 12
Olyra latifolia 13
Schizolobium parahyba 13
Cecropia membranaceae 14
Costus lasius 15
Otoba glycycarpa 16
Clarisia racemosa 17
Guatteria trichoclonia 17
Cecropia ficifolia 18
Virola sp. 18
Heliconia hirsuta 24
Piper aduncum 26
Calycophyllum spruceanum 31
Oxandra espintana 34
Inga heterophylla 40
Ischnosiphon puberulus 41
Ochroma pyramidale 49
0 50 100 150 200 250 300 350 400
Elaborado por: SAP 2022

7.1.1.1.3. Forma de crecimiento


Las formas de crecimiento reportadas, fueron cuatro (4) entre ellas tenemos: arbóreo,
arbustivo, herbáceo y palmera. Siendo el hábito de crecimiento arbóreo las
predominantes, con el 48.63%, seguido por las arbustivas con el 28.08%. Finalmente,
fueron las herbáceas y palmeras las menos representadas con el 18.49% y 4.79%. (Ver
Gráfico 7).
Gráfico 7. Forma de crecimiento para la flora en el área de monitoreo

4.79%

18.49%
Arbóreo

48.63% Arbustivo
Herbácea
Palmera
28.08%

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000037
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.1.4. Fenología
Los datos sobre la fenología registrada, fueron tres (3) entre ellas tenemos: vegetativo,
floración, y fructificación. Siendo las especies en estado vegetativas las predominantes,
con el 59.18% del total registrado. Las plantas con flor representaron el 26.53%.
Finalmente, las plantas con frutos representaron el 14.29%. (Ver Gráfico 8).
Gráfico 8. Estadios fenológicos en el área de monitoreo

14.29%

Vegetativo
Floración
26.53%
59.18% Fructificación

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.1.5. Curva de acumulación de especies


La curva de acumulación se halló con los programas Stimates (Robert K. Colwell 2009).
En la Guía de inventario de la fauna silvestre (MINAM,2015) se indica que las curvas de
acumulación deben ser usadas para los análisis comparativos entre formaciones
vegetales, localidades o regiones, más no así entre transectos de evaluación dentro de
una misma unidad o diferentes unidades de vegetación. Estas serán consideradas
aceptables cuando se haya alcanzado como mínimo el 50 % de especies esperadas
para un determinado lugar (formaciones vegetales, lugar, etc.). Este valor será
respaldado con las funciones de acumulación, predicción y saturación de especies.
El análisis de acumulación de especies muestra que se logró registrar el 92.80% de la
riqueza de especies esperada según el estimador Chao 1 y el 91.67% de la riqueza
esperada según el estimador ACE. Por ello se puede indicar que la riqueza de especies
observada de flora y el esfuerzo de muestreo aplicado son representativos para el área
de estudio.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000038
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Gráfico 9. Curva de acumulación de especies para la flora

120

100

80

60

40

20

0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5

S Mean (runs) Chao 1 Mean ACE Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.2. Por estación de monitoreo


7.1.1.2.1. Composición y riqueza
A continuación, se detalla la composición y riqueza de las estaciones de monitoreo
consideradas para el presente estudio.
7.1.1.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 72 especies distribuidas en 35 familias
botánicas y 19 órdenes. El orden con mayor numero de especies fue los Fabales con
12 registros, mientras que la familia con mayor número de especies fue Fabaceae con
12 registros. (Ver Tabla 16 y Gráfico 10).
7.1.1.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 65 especies distribuidas en 29 familias
botánicas y 16 órdenes. El orden con mayor numero de especies fue los Fabales con
11 registros, mientras que la la familia con mayor número de especies fueron Fabaceae
con 11 registros. (Ver Tabla 16 y Gráfico 10).
7.1.1.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04
Este punto forma parte del Bosque de terraza alta, en el sector de influencia ambiental
indirecta. Se registraron un total de 65 especies distribuidas en 31 familias botánicas y
21 órdenes. El orden con mayor numero de especies fue los Fabales con 10 registros,
mientras que la la familia con mayor número de especies fueron Fabaceae con 10
registros. (Ver Tabla 16 y Gráfico 10).

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000039
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Tabla 16. Listado taxonómico de especies de flora registradas en el área de


monitoreo

PMB-01

PMB-03

PMB-04
Clase Orden Familia Especie

Liliopsida Alismatales Araceae Anthurium clavigerum 1 1


Liliopsida Alismatales Araceae Philodendron sp. 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Astrocaryum chambira 1 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Attalea tessmannii 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Bactris cf. maraja 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Bactris cf. monticola 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Geonoma cf. macrostachys 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Iriartea deltoidea 1 1 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Mauritia flexuosa 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Oenocarpus bataua 1
Liliopsida Arecales Arecaceae Socratea exorrhiza 1 1
Liliopsida Dioscoreales Dioscoreaceae Dioscorea sp. 1
Liliopsida Liliales Smilacaceae Smilax spinosa 1
Liliopsida Poales Cyperaceae Diplasia karatifolia 1
Liliopsida Poales Cyperaceae Rhynchospora polyphylla 1
Liliopsida Poales Cyperaceae Scleria microcarpa 1 1
Liliopsida Poales Poaceae Chusquea uniflora 1
Liliopsida Poales Poaceae Homolepis aturensis 1
Liliopsida Poales Poaceae Olyra caudata 1
Liliopsida Poales Poaceae Olyra latifolia 1 1
Liliopsida Poales Poaceae Pariana bicolor 1
Liliopsida Poales Poaceae Pharus latifolius 1
Liliopsida Zingiberales Costaceae Costus lasius 1 1 1
Liliopsida Zingiberales Heliconiaceae Heliconia hirsuta 1 1
Liliopsida Zingiberales Marantaceae Calathea lutea 1
Liliopsida Zingiberales Marantaceae Ischnosiphon puberulus 1 1 1
Magnoliopsida Apiales Araliaceae Schefflera sp. 1 1
Magnoliopsida Asterales Asteraceae Mikania cordifolia 1 1
Magnoliopsida Asterales Asteraceae Vernonia baccharoides 1
Magnoliopsida Boraginales Boraginaceae Cordia nodosa 1
Magnoliopsida Cucurbitales Cucurbitaceae Calycophysum cf. pedunculatum 1
Magnoliopsida Cucurbitales Cucurbitaceae Gurania sp. 1
Magnoliopsida Dilleniales Dilleniaceae Davilla kunthii 1
Magnoliopsida Ericales Primulaceae Clavija sp. 1
Magnoliopsida Ericales Sapotaceae Pouteria sp. 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Apuleia leiocarpa 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Bauhinia sp. 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Calliandra cf. angustifolia 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Cassia sp. 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Inga chartacea 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Inga heterophylla 1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Inga sp1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Inga sp2 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Inga sp3 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Macrolobium sp. 1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Myroxylon balsamum 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Piptadenia anolidurus 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Piptadenia cf. killipii 1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Piptadenia peruviana 1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Pterocarpus sp. 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Pueraria phaseoloides 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Rhynchosia phaseoloides 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Schizolobium parahyba 1 1 1
Magnoliopsida Fabales Fabaceae Senna silvestris 1

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000040
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PMB-01

PMB-03

PMB-04
Clase Orden Familia Especie

Magnoliopsida Fabales Fabaceae Tachigali cf. setifera 1


Magnoliopsida Gentianales Apocynaceae Aspidosperma macrocarpon 1 1
Magnoliopsida Gentianales Apocynaceae Himatanthus sucuuba 1 1
Magnoliopsida Gentianales Apocynaceae Odontadenia sp. 1
Magnoliopsida Gentianales Apocynaceae Tabernaemontana aff. undulata 1
Magnoliopsida Gentianales Apocynaceae Tabernaemontana sananho 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Calycophyllum spruceanum 1 1 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Faramea sp. 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Palicourea punicea 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Palicourea sp. 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Psychotria marginata 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Psychotria viridis 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Rudgea poeppigii 1
Magnoliopsida Gentianales Rubiaceae Uncaria guianensis 1 1 1
Magnoliopsida Lamiales Bignoniaceae Cydista sp. 1
Magnoliopsida Lamiales Bignoniaceae Fridericia sp. 1
Magnoliopsida Lamiales Bignoniaceae Jacaranda copaia 1 1 1
Magnoliopsida Lamiales Bignoniaceae Stizophyllum cf. riparium 1 1 1
Magnoliopsida Lamiales Bignoniaceae Tabebuia serratifolia 1
Magnoliopsida Laurales Lauraceae Ocotea sp. 1
Magnoliopsida Magnoliales Annonaceae Duguetia sp. 1
Magnoliopsida Magnoliales Annonaceae Guatteria trichoclonia 1
Magnoliopsida Magnoliales Annonaceae Oxandra espintana 1 1 1
Magnoliopsida Magnoliales Annonaceae Oxandra xylopioides 1
Magnoliopsida Magnoliales Myristicaceae Compsoneura sp. 1
Magnoliopsida Magnoliales Myristicaceae Otoba glycycarpa 1
Magnoliopsida Magnoliales Myristicaceae Otoba parvifolia 1
Magnoliopsida Magnoliales Myristicaceae Virola calophylla 1
Magnoliopsida Magnoliales Myristicaceae Virola sp. 1 1 1
Magnoliopsida Malpighiales Caryocaraceae Caryocar sp. 1
Magnoliopsida Malpighiales Clusiaceae Clusia rosea 1
Magnoliopsida Malpighiales Euphorbiaceae Croton matourensis 1 1
Magnoliopsida Malpighiales Euphorbiaceae Ficus eximia 1
Magnoliopsida Malpighiales Euphorbiaceae Ficus insipida 1
Magnoliopsida Malpighiales Euphorbiaceae Ficus sp. 1
Magnoliopsida Malpighiales Euphorbiaceae Hevea brasiliensis 1
Magnoliopsida Malpighiales Hypericaceae Vismia sp. 1 1
Magnoliopsida Malpighiales Passifloraceae Passiflora coccinea 1 1 1
Magnoliopsida Malpighiales Salicaceae Banara guianensis 1
Magnoliopsida Malpighiales Salicaceae Laetia sp. 1
Magnoliopsida Malpighiales Salicaceae Ryania sp. 1 1
Magnoliopsida Malpighiales Violaceae Rinorea cf. viridifolia 1
Magnoliopsida Malvales Malvaceae Apeiba membranacea 1 1
Magnoliopsida Malvales Malvaceae Ceiba cf. pentandra 1 1
Magnoliopsida Malvales Malvaceae Guazuma ulmifolia 1
Magnoliopsida Malvales Malvaceae Ochroma pyramidale 1 1 1
Magnoliopsida Myrtales Combretaceae Terminalia amazonia 1 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Bellucia pentamera 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Clidemia hirta 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Miconia barbinervis 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Miconia punctata 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Miconia sp2 1
Magnoliopsida Myrtales Melastomataceae Miconia sp3 1
Magnoliopsida Oxalidales Oxalidaceae Biophytum sp. 1
Magnoliopsida Piperales Piperaceae Piper aduncum 1 1 1
Magnoliopsida Piperales Piperaceae Piper augustum 1
Magnoliopsida Piperales Piperaceae Piper sp. 1

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000041
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PMB-01

PMB-03

PMB-04
Clase Orden Familia Especie

Magnoliopsida Rosales Cannabaceae Trema micrantha 1 1


Magnoliopsida Rosales Moraceae Clarisia racemosa 1
Magnoliopsida Rosales Moraceae Ficus insipida 1
Magnoliopsida Rosales Moraceae Perebea guianensis 1
Magnoliopsida Rosales Moraceae Sorocea sp. 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Cecropia engleriana 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Cecropia ficifolia 1 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Cecropia herthae 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Cecropia membranaceae 1 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Cecropia sciadophylla 1 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Pourouma cecropiifolia 1 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Pourouma sp. 1 1
Magnoliopsida Rosales Urticaceae Urera laciniata 1
Magnoliopsida Sapindales Burseraceae Protium insigne 1
Magnoliopsida Sapindales Burseraceae Trattinnickia peruviana 1
Magnoliopsida Sapindales Meliaceae Cedrela sp 1
Magnoliopsida Sapindales Meliaceae Guarea kunthiana 1
Magnoliopsida Sapindales Meliaceae Guarea sp. 1
Magnoliopsida Sapindales Meliaceae Swietenia sp. 1
Magnoliopsida Sapindales Rutaceae Zanthoxylum sp. 1 1
Magnoliopsida Sapindales Sapindaceae Cupania cinerea 1 1
Magnoliopsida Sapindales Sapindaceae Sapindus saponaria 1
Magnoliopsida Sapindales Sapindaceae Serjania cf. altissima 1 1
Magnoliopsida Sapindales Sapindaceae Serjania sp. 1
Magnoliopsida Sapindales Simaroubaceae Simarouba amara 1 1
Magnoliopsida Solanales Convolvulaceae Ipomoea alba 1
Pteridopsida Blechnales Aspleniaceae Asplenium sp 1
Elaborado por: SAP 2022.

Gráfico 10. Abundancia de forma de crecimiento de flora por punto de monitoreo.

Palmera 4
PMB-04

Herbácea 12
Arbustivo 22
Arbóreo 32
Palmera 4
PMB-03

Herbácea 9
Arbustivo 17
Arbóreo 42
Palmera 3
PMB-01

Herbácea 17
Arbustivo 24
Arbóreo 34

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
Elaborado por: SAP 2022.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000042
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.1.2.2. Abundancia relativa


La abundancia relativa se define como el número de individuos de una especie con
respecto al número de individuos totales de la comunidad o con respecto al número
total de unidades muestreales (Magurran, 2004).

7.1.1.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01


En la estación PMB-01 la abundancia relativa más alta es de Heliconia hirsuta con 9.30
y una cobertura vegetal de 13.31% seguido de Ischnosiphon puberulus y Oxandra
espintana con 7.74% cada una y una cobertura vegetal de 35.50% y 2.22%,
respectivamente. El resto de especie registró abundancias relativas iguales o menores
a 5.43%. (Ver Tabla 17).
Tabla 17. Abundancia relativa de flora en la estación de monitoreo PMB-01

Especie Abundancia Abundancia relativa % CV %


Heliconia hirsuta 24 9.30% 13.31%
Ischnosiphon puberulus 20 7.75% 35.50%
Oxandra espintana 20 7.75% 2.22%
Ochroma pyramidale 14 5.43% 1.78%
Rinorea cf. viridifolia 11 4.26% 1.48%
Piper aduncum 10 3.88% 1.78%
Olyra caudata 9 3.49% 0.74%
Pouteria sp. 9 3.49% 0.89%
Smilax spinosa 8 3.10% 0.89%
Costus lasius 8 3.10% 6.66%
Inga heterophylla 8 3.10% 1.04%
Virola sp. 8 3.10% 1.92%
Vismia sp. 8 3.10% 0.74%
Pourouma cecropiifolia 8 3.10% 1.04%
Cecropia ficifolia 7 2.71% 0.44%
Calathea lutea 6 2.33% 0.74%
Urera laciniata 6 2.33% 0.89%
Piptadenia cf. killipii 5 1.94% 0.44%
Calycophyllum spruceanum 5 1.94% 0.44%
Rudgea poeppigii 5 1.94% 0.89%
Bactris cf. monticola 4 1.55% 0.59%
Rhynchospora polyphylla 4 1.55% 1.33%
Terminalia amazonia 4 1.55% 2.37%
Scleria microcarpa 3 1.16% 0.74%
Homolepis aturensis 3 1.16% 1.48%
Inga chartacea 3 1.16% 0.44%
Laetia sp. 3 1.16% 0.59%
Clidemia hirta 3 1.16% 0.44%
Cecropia membranaceae 3 1.16% 1.33%
Simarouba amara 3 1.16% 0.59%
Oenocarpus bataua 2 0.78% 2.22%
Pharus latifolius 2 0.78% 2.96%
Pueraria phaseoloides 2 0.78% 3.70%
Schizolobium parahyba 2 0.78% 0.44%
Uncaria guianensis 2 0.78% 0.30%
Tabebuia serratifolia 2 0.78% 0.59%
Croton matourensis 2 0.78% 0.44%
Ficus insipida 2 0.78% 0.15%
Guarea kunthiana 2 0.78% 0.30%
Cupania cinerea 2 0.78% 0.44%
Pariana bicolor 1 0.39% 3.70%
Macrolobium sp. 1 0.39% 0.30%
Aspidosperma macrocarpon 1 0.39% 0.15%

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000043
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie Abundancia Abundancia relativa % CV %


Jacaranda copaia 1 0.39% 0.30%
Ceiba cf. pentandra 1 0.39% 0.15%
Zanthoxylum sp. 1 0.39% 0.15%
TOTAL 258 100.00% 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03


En la estación PMB-03 la abundancia relativa más alta fue de las especies Guatteria
trichoclonia y Clarisia racemosa con 6.85% cada una y una cobertura vegetal de 2.08%,
y 1.25%, respectivamente. El resto de especies presentó abundancias relativas
menores o igual es 5.65%. (Ver Tabla 18).
Tabla 18. Abundancia relativa de flora en la estación de monitoreo PMB-03

Especie Abundancia Abundancia relativa % CV %


Guatteria trichoclonia 17 6.85% 2.08%
Clarisia racemosa 17 6.85% 1.25%
Ischnosiphon puberulus 14 5.65% 26.04%
Ochroma pyramidale 14 5.65% 3.54%
Inga heterophylla 13 5.24% 1.25%
Cecropia ficifolia 11 4.44% 1.67%
Cecropia membranaceae 11 4.44% 0.83%
Guarea sp. 11 4.44% 2.50%
Guazuma ulmifolia 10 4.03% 1.25%
Astrocaryum chambira 9 3.63% 1.67%
Olyra latifolia 9 3.63% 7.29%
Calycophyllum spruceanum 9 3.63% 1.67%
Jacaranda copaia 9 3.63% 1.88%
Ficus insipida 9 3.63% 0.63%
Oxandra espintana 8 3.23% 1.25%
Virola sp. 8 3.23% 1.46%
Pterocarpus sp. 7 2.82% 0.83%
Mikania cordifolia 6 2.42% 4.17%
Calliandra cf. angustifolia 6 2.42% 1.46%
Otoba parvifolia 6 2.42% 0.63%
Costus lasius 5 2.02% 20.83%
Vernonia baccharoides 4 1.61% 0.83%
Tabernaemontana sananho 4 1.61% 0.63%
Pourouma cecropiifolia 4 1.61% 0.21%
Pourouma sp. 3 1.21% 0.21%
Cupania cinerea 3 1.21% 0.21%
Socratea exorrhiza 2 0.81% 0.21%
Macrolobium sp. 2 0.81% 0.42%
Piptadenia peruviana 2 0.81% 5.21%
Schizolobium parahyba 2 0.81% 0.21%
Tachigali cf. setifera 2 0.81% 0.42%
Croton matourensis 2 0.81% 0.21%
Attalea tessmannii 1 0.40% 0.63%
Piptadenia anolidurus 1 0.40% 4.17%
Uncaria guianensis 1 0.40% 1.04%
Caryocar sp. 1 0.40% 0.21%
Ficus sp. 1 0.40% 0.21%
Apeiba membranacea 1 0.40% 0.21%
Cecropia sciadophylla 1 0.40% 0.21%
Swietenia sp. 1 0.40% 0.21%
Zanthoxylum sp. 1 0.40% 0.21%
TOTAL 248 100.00% 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000044
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.1.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04


En la estación PMB-04 la abundancia relativa más alta es de Ochroma pyramidale con
8.43 y una cobertura vegetal de 3.33% seguido de Inga heterophylla. con 7.63 y una
cobertura vegetal de 4.50%, respectivamente. El resto de especies presentó
abundancias relativas menores o igual es 6.83%. (Ver Tabla 19).
Tabla 19. Abundancia relativa de flora en la estación de monitoreo PMB-04

Especie Abundancia Abundancia relativa % CV %


Ochroma pyramidale 21 8.43% 3.33%
Inga heterophylla 19 7.63% 4.50%
Calycophyllum spruceanum 17 6.83% 5.09%
Otoba glycycarpa 16 6.43% 2.35%
Piper aduncum 16 6.43% 7.44%
Schizolobium parahyba 9 3.61% 1.17%
Palicourea sp. 9 3.61% 2.74%
Virola calophylla 9 3.61% 1.17%
Chusquea uniflora 8 3.21% 4.89%
Myroxylon balsamum 8 3.21% 0.98%
Ischnosiphon puberulus 7 2.81% 10.96%
Asplenium sp 7 2.81% 7.83%
Diplasia karatifolia 6 2.41% 4.31%
Apuleia leiocarpa 6 2.41% 0.98%
Ocotea sp. 6 2.41% 0.59%
Oxandra espintana 6 2.41% 1.37%
Iriartea deltoidea 5 2.01% 0.98%
Terminalia amazonia 5 2.01% 1.76%
Simarouba amara 5 2.01% 0.78%
Olyra latifolia 4 1.61% 7.24%
Bauhinia sp. 4 1.61% 0.59%
Macrolobium sp. 4 1.61% 0.98%
Duguetia sp. 4 1.61% 0.59%
Cedrela sp 4 1.61% 1.96%
Psychotria marginata 3 1.20% 4.89%
Compsoneura sp. 3 1.20% 0.59%
Ficus eximia 3 1.20% 0.59%
Hevea brasiliensis 3 1.20% 0.39%
Apeiba membranacea 3 1.20% 0.39%
Costus lasius 2 0.80% 7.05%
Pouteria sp. 2 0.80% 0.20%
Calliandra cf. angustifolia 2 0.80% 0.39%
Aspidosperma macrocarpon 2 0.80% 0.39%
Psychotria viridis 2 0.80% 0.20%
Uncaria guianensis 2 0.80% 0.78%
Jacaranda copaia 2 0.80% 0.20%
Virola sp. 2 0.80% 0.39%
Bellucia pentamera 2 0.80% 2.94%
Miconia punctata 2 0.80% 1.17%
Sapindus saponaria 2 0.80% 0.20%
Anthurium clavigerum 1 0.40% 0.98%
Geonoma cf. macrostachys 1 0.40% 0.20%
Socratea exorrhiza 1 0.40% 0.20%
Dioscorea sp. 1 0.40% 0.20%
Himatanthus sucuuba 1 0.40% 0.20%
Clusia rosea 1 0.40% 0.20%
Biophytum sp. 1 0.40% 2.74%
TOTAL 249 100.00% 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

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EPOCA SECA 2022
000045
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.1.2.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 20.
Tabla 20. Índices de diversidad reportados en el área de monitoreo

Indices de diversidad PMB-01 PMB-03 PMB-04


Riqueza 46 41 47
Abundancia 258 248 249
Simpson_1-D 0.96 0.96 0.96
Shannon_H 3.48 3.40 3.50
Margalef 8.10 7.26 8.34
Equitability_J 0.91 0.92 0.91
Elaborado por: SAP 2022.

Con relación a los valores de diversidad, los valores del índice Shannon-Wiener indica
alta diversidad del componente Flora para las 3 estaciones de monitoreo; puesto que,
los resultados superan los 3.40 bits/ind (H’). Estos valores, son reforzados por el índice
de Margalef, cuyos resultados fueron superiores a 7.26 (d), en las 3 estaciones. Lo cual
indicaría un alto número de especies presentes en la zona estudiada. De manera que
la estación de monitoreo PMB-04 sería considerada como la más diversa (d=8.34), lo
cual coincide con el índice de Shannon-Wiener que muestra H’= 3.50 para esta estación,
seguido por el punto PMB-01 con H’= 3.48
Los índices de Simpson obtenidos fueron prácticamente iguales para todas las
estaciones de muestreo (1-D= entre 0.96). Finalmente, según el índice de Pielou, todas
las estaciónes poseen una distribución proporcional y casi equitativa de todas las
especies en todos los puntos evaluados (J=0.91 a 0.93).
7.1.1.2.4. Similaridad
Con los datos obtenidos durante la fase de campo se pudo analizar, a nivel de
composición de especies, la similitud de los puntos de evaluación mediante el índice de
similaridad de Jaccard y Morisita. En el dendrograma de Jaccard obtenido se observa
que los valores de similitud en la composición florística, es relativamente baja. Demostró
la similitud más alta entre los puntos PMB-01 y PMB-03 (24% aproximadamente), lo cual
es un valor bajo, considerando que estos puntos pertenecen a la misma formación
vegetal (Ver Gráfico 11).

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EPOCA SECA 2022
000046
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Gráfico 11. Índice de similaridad cualitativo de Jaccard para la flora

Similarity

0.2

0.3

0.4

0.5

0.6

0.7

0.8

0.9

1.0
PMB-04

PMB-03

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

En el dendrograma de Morisita obtenido se observa que los valores de similitud en la


composición florística, es relativamente baja. Demostró la similitud más alta entre los
puntos PMB-03 y PMB-01 (41% aproximadamente), lo cual es un valor bajo, (Ver Gráfico
12).
Gráfico 12. Índice de similaridad cuantitativo de Morisita para la flora

Similarity
0.40

0.48

0.56

0.64

0.72

0.80

0.88

0.96

PMB-04

PMB-03

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

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EPOCA SECA 2022
000047
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7.1.1.3. Estado de conservación


Al realizar la comparación de la lista florística registrada con la lista de especies
protegidas en la legislación nacional D.S. N° 043-2006-AG se reporta a la especie
Tabebuia serratifolia categorizada como En Peligro (EN).
Según la lista roja de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza
(IUCN 2022-1), la especie Tabebuia serratifolia están categorizadas como En Peligro
(EN), y la especie Guatteria trichoclonia y Attalea tessamannii categorizada como Casi
Amenazado (NT).
De acuerdo de los Apéndices I, II y III de la Convención sobre el Comercio Internacional
de Especies Amenazadas de Fauna y Flora Silvestre (CITES, 2022), ninguna de las
especies se encuentra en la lista del CITES. (Ver Tabla 21).
Tabla 21. Especies de flora protegidas por la legislación nacional e internacional

Especie Nombre común DS 043-2006-AG CITES 2021 IUCN 2022-I


Anthurium clavigerum - --- --- ---
Apeiba membranacea Peine de mono --- --- LC
Apuleia leiocarpa - --- --- LC
Aspidosperma macrocarpon Pumaquiro --- --- LC
Asplenium sp - --- --- ---
Astrocaryum chambira Chonta --- --- ---
Attalea tessmannii Shebon --- --- NT
Bactris cf. maraja - --- --- ---
Bactris cf. monticola Ñeja --- --- ---
Banara guianensis - --- --- LC
Bauhinia sp. - --- --- ---
Bellucia pentamera - --- --- LC
Biophytum sp. - --- --- ---
Calathea lutea - --- --- ---
Calliandra cf. angustifolia Guaba --- --- ---
Calycophyllum spruceanum Capirona --- --- ---
Calycophysum cf. pedunculatum - --- --- ---
Caryocar sp. Nispero --- --- ---
Cassia sp. - --- --- ---
Cecropia engleriana Cetico --- --- LC
Cecropia ficifolia Yarumo --- --- LC
Cecropia herthae Cetico --- --- ---
Cecropia membranaceae Yarumo --- --- ---
Cecropia sciadophylla Yarumo --- --- LC
Cedrela sp - --- --- ---
Ceiba cf. pentandra Huimba --- --- ---
Chusquea uniflora Bambu --- --- ---
Clarisia racemosa - --- --- LC
Clavija sp. - --- --- ---
Clidemia hirta - --- --- ---
Clusia rosea Renaquilla --- --- ---
Compsoneura sp. - --- --- ---
Cordia nodosa - --- --- LC
Costus lasius - --- --- LC
Croton matourensis Auca atadijo --- --- LC
Cupania cinerea - --- --- LC
Cydista sp. - --- --- ---
Davilla kunthii - --- --- ---
Dioscorea sp. - --- --- ---
Diplasia karatifolia - --- --- ---
Duguetia sp. - --- --- ---
Faramea sp. - --- --- ---

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Especie Nombre común DS 043-2006-AG CITES 2021 IUCN 2022-I


Ficus eximia Oje --- --- LC
Ficus insipida Oje --- --- ---
Ficus sp. Oje --- --- ---
Fridericia sp. - --- --- ---
Geonoma cf. macrostachys - --- --- ---
Guarea kunthiana Requia --- --- LC
Guarea sp. Requia --- --- ---
Guatteria trichoclonia Carahuasca --- --- NT
Guazuma ulmifolia Bolaina negra --- --- LC
Gurania sp. - --- --- ---
Heliconia hirsuta Pico de loro --- --- ---
Hevea brasiliensis - --- --- LC
Himatanthus sucuuba Bellaco caspi --- --- ---
Homolepis aturensis - --- --- LC
Inga chartacea Guaba --- --- LC
Inga heterophylla Espintana --- --- LC
Inga sp1 Guaba --- --- ---
Inga sp2 Guaba --- --- ---
Inga sp3 Guaba --- --- ---
Ipomoea alba - --- --- LC
Iriartea deltoidea Chonta --- --- LC
Ischnosiphon puberulus - --- --- ---
Jacaranda copaia - --- --- LC
Laetia sp. - --- --- ---
Macrolobium sp. Pashaco --- --- ---
Mauritia flexuosa Aguaje --- --- ---
Miconia barbinervis - --- --- LC
Miconia punctata - --- --- LC
Miconia sp2 - --- --- ---
Miconia sp3 - --- --- ---
Mikania cordifolia - --- --- ---
Myroxylon balsamum Estoraque --- --- LC
Ochroma pyramidale Topa --- --- ---
Ocotea sp. - --- --- ---
Odontadenia sp. - --- --- ---
Oenocarpus bataua ungurahui --- --- ---
Olyra caudata - --- --- ---
Olyra latifolia - --- --- ---
Otoba glycycarpa - --- --- LC
Otoba parvifolia - --- --- ---
Oxandra espintana Espintana --- --- LC
Oxandra xylopioides - --- --- LC
Palicourea punicea - --- --- ---
Palicourea sp. - --- --- ---
Pariana bicolor - --- --- ---
Passiflora coccinea Granadilla --- --- ---
Perebea guianensis - --- --- LC
Pharus latifolius - --- --- LC
Philodendron sp. - --- --- ---
Piper aduncum Cordoncillo --- --- LC
Piper augustum Matico --- --- LC
Piper sp. Matico --- --- ---
Piptadenia anolidurus - --- --- LC
Piptadenia cf. killipii - --- --- ---
Piptadenia peruviana - --- --- ---
Pourouma cecropiifolia Sacha uvilla --- --- LC
Pourouma sp. Sacha uvilla --- --- ---
Pouteria sp. Caimitillo --- --- ---
Protium insigne - --- --- ---
Psychotria marginata - --- --- ---
Psychotria viridis - --- --- ---

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000049
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Especie Nombre común DS 043-2006-AG CITES 2021 IUCN 2022-I


Pterocarpus sp. - --- --- ---
Pueraria phaseoloides Kudzu --- --- ---
Rhynchosia phaseoloides - --- --- LC
Rhynchospora polyphylla - --- --- ---
Rinorea cf. viridifolia - --- --- ---
Rudgea poeppigii - --- --- ---
Ryania sp. - --- --- ---
Sapindus saponaria Choloque --- --- LC
Schefflera sp. Schefflera --- --- ---
Schizolobium parahyba Pashaco --- --- LC
Scleria microcarpa - --- --- LC
Senna silvestris - --- --- LC
Serjania cf. altissima - --- --- ---
Serjania sp. - --- --- ---
Simarouba amara Marupá --- --- LC
Smilax spinosa - --- --- ---
Socratea exorrhiza Cashapona --- --- LC
Sorocea sp. - --- --- ---
Stizophyllum cf. riparium - --- --- ---
Swietenia sp. - --- --- ---
Tabebuia serratifolia Tahuara EN --- EN
Tabernaemontana aff. undulata - --- --- ---
Tabernaemontana sananho - --- --- LC
Tachigali cf. setifera - --- --- ---
Terminalia amazonia - --- --- LC
Trattinnickia peruviana - --- --- LC
Trema micrantha - --- --- LC
Uncaria guianensis Uña de gato --- --- ---
Urera laciniata - --- --- LC
Vernonia baccharoides - --- --- ---
Virola calophylla - --- --- LC
Virola sp. Cumala --- --- ---
Vismia sp. - --- --- ---
Zanthoxylum sp. Anonilla --- --- ---
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.1.4. Endemismo
Asimismo, en concordancia con el Libro Rojo de las Plantas Endémicas del Perú (León
et al., 2006), publicación que refleja el actual estado de conservación de los 5509
taxones de la flora endémica de nuestro país, no se han registrado especies endémicas
en el área del proyecto.

7.1.1.5. Usos
Del total de especies identificadas en el área de estudio, 44 especies tienen aplicación
local entre los pobladores del área de estudio (usos catalogados como Alimentación,
construcción, medicinal y ornamental). (Ver Tabla 22).
Tabla 22. Especies registradas de uso local

N° Especie Uso
1 Anthurium clavigerum Alimento
2 Astrocaryum chambira Alimento
3 Calliandra cf. angustifolia Alimento
4 Inga chartacea Alimento
5 Inga heterophylla Alimento
6 Mauritia flexuosa Alimento
7 Passiflora coccinea Alimento
8 Pourouma sp. Alimento

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EPOCA SECA 2022
000050
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N° Especie Uso
9 Uncaria guianensis Alimento
10 Pourouma cecropiifolia Alimento - Construcción
11 Socratea exorrhiza Alimento - Construcción
12 Apeiba membranacea Construcción
13 Aspidosperma macrocarpon Construcción
14 Bellucia pentamera Construcción
15 Calycophyllum spruceanum Construcción
16 Caryocar sp. Construcción
17 Cecropia engleriana Construcción
18 Ceiba cf. pentandra Construcción
19 Croton matourensis Construcción
20 Diplasia karatifolia Construcción
21 Guarea kunthiana Construcción
22 Guarea sp. Construcción
23 Guazuma ulmifolia Construcción
24 Himatanthus sucuuba Construcción
25 Jacaranda copaia Construcción
26 Laetia sp. Construcción
27 Macrolobium sp. Construcción
28 Myroxylon balsamum Construcción
29 Ochroma pyramidale Construcción
30 Oxandra espintana Construcción
31 Pouteria sp. Construcción
32 Sapindus saponaria Construcción
33 Simarouba amara Construcción
34 Swietenia sp. Construcción
35 Tabebuia serratifolia Construcción
36 Virola sp. Construcción
37 Zanthoxylum sp. Construcción
38 Astrocaryum chambira Medicinal
39 Ficus eximia Medicinal
40 Ficus insipida Medicinal
41 Ficus sp. Medicinal
42 Uncaria guianensis Medicinal
43 Costus lasius Ornamental
44 Heliconia hirsuta Ornamental
Elaborado por: SAP 2022.

Las especies de uso para construcción representaron las más abundantes con 28,
seguido de las especies de uso alimenticio y ornamental con 11 y 5 especies, finalmente
las de uso ornamental con 2 especies.

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EPOCA SECA 2022
000051
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Gráfico 13. Tipos de usos de las especies registradas

Ornamental 2

Medicinal 5

Alimento 11

Construcción 28

0 5 10 15 20 25 30

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.2. Flora epifita


Durante la evaluación de los individuos arbóreos, se registraon 5 especies de especies
epífitas y 14 especies forofitas. 10 especies registradas fueron Liquenes, 9 especies
vasculares y 8 musgos. El listado de especies epífitas y forofitas se presenta en la
siguiente tabla.
Tabla 23. Especies registradas de Flora epífita y Forofitos.
Arthoniales Lecanorales Ostropales
Chrysothricace Physciace Coenogoniacea
Forofito Arthoniaceae ae ae Pilocarpaceae e
Cryptothecia Physcia Byssolecania Coenogonium
sp. Chrysothrix sp. sp. sp. sp.
Apuleia leiocarpa X X --- --- ---
Ficus insipida --- --- --- --- X
Guarea guidonia X X --- X ---
Guarea kunthiana --- --- --- --- X
Guazuma
ulmifolia X X --- X ---
Hevea brasiliensis X --- X X
Inga chartacea X --- X --- ---
Ochroma
pyramidale X X X X X
Otoba glycycarpa --- X --- X ---
Oxandra
espintana X --- X --- X
Parkia cf. pendula --- --- --- --- X
Simarouba amara --- X --- X X
Tabebuia
serratifolia X X --- --- ---
Tachigali cf.
setifera --- --- --- --- X
Elaborado por: SAP 2022.

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EPOCA SECA 2022
000052
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7.1.3. Herpetofauna
Se considera dentro de la herpetofauna las clases Amphibia y Reptilia, en ambos casos
representados en el área de estudio con los órdenes Anura, Squamata y Crocodylia.
7.1.3.1. En el área de estudio
7.1.3.1.1. Composición y riqueza
En el área de estudio se reportaron 16 especies de herpetofauna, 11 especies de
anfibios y 5 especies de reptiles, incluidas en 11 familias y 2 órdenes. Siendo la orden
anura el mejor representado con el 66.75%, mientras que el orden Squamata represento
el 31.25%. (Ver Tabla 24).
Tabla 24. Composición de la herpetofauna en el área de monitoreo

N° ORDEN FAMILIA ESPECIE NOMBRE COMÚN


1 Anura Aromobatidae Allobates femoralis Rana saltarina de muslos brillantes
2 Anura Bufonidae Rhinela margaritifera Ranita margaritifera
3 Anura Hylidae Boana lanciformis Rana lanceolada
4 Anura Hylidae Dendropsophus cf minutus Ranita amarilla
5 Anura Hylidae Scinax ruber Ranita listada
6 Anura Hylidae Trachycephalus typhonius Rana lechera
7 Anura Leptodactylidae Adenomera andreae Rana terrestre de andre
8 Anura Leptodactylidae Leptodactylus petersii Rana termitera
9 Anura Strabomantidae Oreobates quixensis Sapito bocon
10 Anura Strabomantidae Pristimantis altamazonicus Cutin amazonico
11 Anura Dendrobatidae Ameerega trivittata Sapos venenosos
12 Squamata Colubridae Drymoluber dichrous Serpiente corredora
13 Squamata Sphaerodactylidae Gonatodes humeralis Salamanqueja
14 Squamata Teiide Ameiva ameiva Ameiva gigante
15 Squamata Tropiduridae Plica umbra Lagartija arborea
16 Squamata Dactyloidae Anolis fuscoauratus Anolis de orejas marrones
Elaborado por: SAP 2022.

El orden Anura presentó la mayor riqueza, con once (11) especies reportadas, seguido
del orden Squamata con cinco (05) especies.
Respecto a la riqueza por familia taxonómica, la familia Hylidae reportó la mayor riqueza
con cuatro (04) especies, seguida por la familia Leptodactylidae y Strabomantidae con
dos (02) especies cada una. El resto de familias reportó solo una (01) especie. (Ver
Gráfico 14).

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EPOCA SECA 2022
000053
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Gráfico 14. Riqueza de especies de anfibios y reptiles a nivel de familias taxonómicas

Dactyloidae 1
Tropiduridae 1
Squamata

Teiide 1
Sphaerodactylidae 1
Colubridae 1
Dendrobatidae 1
Bufonidae 1
Aromobatidae 1
Anura

Strabomantidae 2
Leptodactylidae 2
Hylidae 4

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.1.2. Abundancia
Por el método cuantitativo se registró un total de 31 individuos, de los cuales 24 fueron
anfibios y 7 fueron del grupo de los reptiles. Dentro del orden de los Anuros, la especie
Ameerega trivittata fue la más abundante con 6 individuos, mientras que para el orden
Squamata, la especie Ameiva ameiva fue la más abundante con 3 individuos. (Ver Tabla
25 y Gráfico 15).
Tabla 25. Abundancia de la herpetofauna en el área de monitoreo

N° Orden Familia Especie Abundancia


1 Anura Aromobatidae Allobates femoralis 1
2 Anura Bufonidae Rhinela margaritifera 5
3 Anura Hylidae Boana lanciformis 1
4 Anura Hylidae Dendropsophus cf minutus 1
5 Anura Hylidae Scinax ruber 2
6 Anura Hylidae Trachycephalus typhonius 1
7 Anura Leptodactylidae Adenomera andreae 3
8 Anura Leptodactylidae Leptodactylus petersii 2
9 Anura Strabomantidae Oreobates quixensis 1
10 Anura Strabomantidae Pristimantis altamazonicus 1
11 Anura Dendrobatidae Ameerega trivittata 6
12 Squamata Colubridae Drymoluber dichrous 1
13 Squamata Sphaerodactylidae Gonatodes humeralis 1
14 Squamata Teiide Ameiva ameiva 3
15 Squamata Tropiduridae Plica umbra 1
16 Squamata Dactyloidae Anolis fuscoauratus 1
Elaborado por: SAP 2022.

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EPOCA SECA 2022
000054
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Gráfico 15. Abundancia de la herpetofauna por orden en el área de monitoreo

Squamata 7

Anura 24

0 5 10 15 20 25 30
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.1.3. Abundancia relativa


7.1.3.1.3.1. Anfibios
Con respecto a los anfibios, la especie con mayor abundancia relativa fue Ameerega
trivittata con 6 individuos, representando el 25.00%, seguido de la especie Rhinella
margaritifera con 5 individuos, representando el 20.83%, en tercer lugar, a la especie
Adenomera andreae con 3 especies, significando el 12.50%. el resto de especies
presentaron abundancia relativas iguales o menores a 8.33% (Ver Tabla 26).
Tabla 26. Abundancia relativa de los anfibios en el área de monitoreo

N° Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Ameerega trivittata 6 25.00%
2 Rhinela margaritifera 5 20.83%
3 Adenomera andreae 3 12.50%
4 Scinax ruber 2 8.33%
5 Leptodactylus petersii 2 8.33%
6 Allobates femoralis 1 4.17%
7 Boana lanciformis 1 4.17%
8 Dendropsophus cf minutus 1 4.17%
9 Trachycephalus typhonius 1 4.17%
10 Oreobates quixensis 1 4.17%
11 Pristimantis altamazonicus 1 4.17%
TOTAL 24 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.1.3.2. Reptiles
Con respecto a los reptiles, la especie con mayor abundancia relativa fue Ameiva
ameiva con 3 individuos, representando el 42.86%. El resto de especies reportaron
abundancias equivalentes a 14.29% (Ver Tabla 27).
Tabla 27. Abundancia relativa de los reptiles en el área de monitoreo

N° Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Ameiva ameiva 3 42.86%

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EPOCA SECA 2022
000055
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N° Especie Abundancia Abundancia relativa %


2 Drymoluber dichrous 1 14.29%
3 Gonatodes humeralis 1 14.29%
4 Plica umbra 1 14.29%
5 Anolis fuscoauratus 1 14.29%
TOTAL 7 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.1.4. Curva de acumulación de especies


Stimates (Robert K. Colwell 2009), fue el programa a utilizar para generar la curva de
acumulación de las especies. El análisis de acumulación de especies muestra que se
logró registrar el 39.81% de la riqueza de especies esperada según el estimador Chao
1 y el 47.65% de la riqueza esperada según el estimador ACE.
Gráfico 16. Curva de acumulación de especies para la herpetofauna

45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5

S Mean (runs) Chao 1 Mean ACE Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2. Por estación de monitoreo


7.1.3.2.1. Composición y riqueza
A continuación, se detalla la composición y riqueza de las estaciones de monitoreo
consideradas para el presente estudio.
7.1.3.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 8 especies distribuidas en 6 familias y 2
órdenes (Anura y Squamata). Dentro del orden Anura la familia Hylidae presentó la
mayor riqueza con 3 especies, mientras que para el orden Squamata todas las familias
presentaron una especie. (Ver Tabla 28 y Gráfico 17).
7.1.3.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 6 especies distribuidas en 5 familias y 2
órdenes (Anura y Squamata). Dentro del orden Anura la familia Leptodactylidae

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000056
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

presentó la mayor riqueza con 2, especies; mientras que para el orden Squamata todas
las familias presentaron una especie (Ver Tabla 28 y Gráfico 17).
7.1.3.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04
Este punto forma parte del Bosque de terraza alta, en el sector de influencia ambiental
indirecta. Se registraron un total de 5 especies distribuidas en 4 familias y 2 órdenes
(Anura y Squamata). Dentro del orden Anura la familia presentó la mayor riqueza con 4
especies, mientras que para el orden Squamata solo se reportó una familia por orden,
con una especie cada una. (Ver Tabla 28 y Gráfico 17).
Tabla 28. Listado taxonómico de especies de herpetofauna registradas en el área
de monitoreo

PMB-01
PMB-03
PMB-04
N° Orden Familia Especie Nombre común

Rana saltarina de
1 Anura Aromobatidae Allobates femoralis 0 0 1
muslos brillantes
2 Anura Bufonidae Rhinela margaritifera Ranita margaritifera 1 0 1
3 Anura Hylidae Boana lanciformis Rana lanceolada 1 0 0
4 Anura Hylidae Dendropsophus cf minutus Ranita amarilla 1 0 0
5 Anura Hylidae Scinax ruber Ranita listada 1 0 1
6 Anura Hylidae Trachycephalus typhonius Rana lechera 0 1 0
Rana terrestre de
7 Anura Leptodactylidae Adenomera andreae 1 1 0
andre
8 Anura Leptodactylidae Leptodactylus petersii Rana termitera 0 1 0
9 Anura Strabomantidae Oreobates quixensis Sapito bocon 0 0 1
10 Anura Strabomantidae Pristimantis altamazonicus Cutin amazonico 1 0 0
11 Anura Dendrobatidae Ameerega trivittata Sapos venenosos 1 0 0
12 Squamata Colubridae Drymoluber dichrous Serpiente corredora 0 1 0
13 Squamata Sphaerodactylidae Gonatodes humeralis Salamanqueja 0 1 0
14 Squamata Teiide Ameiva ameiva Ameiva gigante 0 1 0
15 Squamata Tropiduridae Plica umbra Lagartija arborea 0 0 1
Anolis de orejas
16 Squamata Dactyloidae Anolis fuscoauratus 1 0 0
marrones
Elaborado por: SAP 2022.

Gráfico 17. Composición y riqueza de especies por estación de monitoreo

Dactyloidae 1 0
Squamata

Tropiduridae 0 1
Teiide 0 1 0
Sphaerodactylidae 0 1 0
Colubridae 0 1 0
Dendrobatidae 1 0
Strabomantidae 1 0 1
Anura

Leptodactylidae 1 2 0
Hylidae 3 1 1
Bufonidae 1 0 1
Aromobatidae 0 1
0 1 2 3 4 5 6

PMB-01 PMB-03 PMB-04

Elaborado por: SAP 2022.

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EPOCA SECA 2022
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7.1.3.2.2. Abundancia relativa


7.1.3.2.2.1. Anfibios
7.1.3.2.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
En la estación PMB-01 la abundancia relativa más alta la presenta la especie Ameerega
trivittata con el 42.86% (6 individuos), seguido de Rhinella margaritifera y Adenomera
andreae representando el 14.29%. El resto de especies reportaron abundancias
relativas menores a 7.14%. (Ver Tabla 29).
Tabla 29. Abundancia relativa de los anfibios en la estación de monitoreo PMB-01

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Dendrobatidae Ameerega trivittata 6 42.86%
2 Bufonidae Rhinela margaritifera 2 14.29%
3 Leptodactylidae Adenomera andreae 2 14.29%
4 Hylidae Boana lanciformis 1 7.14%
5 Hylidae Dendropsophus cf minutus 1 7.14%
6 Hylidae Scinax ruber 1 7.14%
7 Strabomantidae Pristimantis altamazonicus 1 7.14%
TOTAL 14 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03


En la estación PMB-03 la abundancia relativa más alta fue representada por la especie
de Leptodactylus petersii con el 50% (2 individuos), mientras que el resto de especies
representaron el 25% cada una (Ver Tabla 30).
Tabla 30. Abundancia relativa de los anfibios en la estación de monitoreo PMB-03

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Leptodactylidae Leptodactylus petersii 2 50.00%
2 Hylidae Trachycephalus typhonius 1 25.00%
3 Leptodactylidae Adenomera andreae 1 25.00%
TOTAL 4 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04


En la estación PMB-04 la abundancia relativa más alta es de Rhinella margaritifera con
el 50% (3 individuos). El resto de especies presentaron abundancias relativas menores
a 16.67%. (Ver Tabla 31).
Tabla 31. Abundancia relativa de los anfibios en la estación de monitoreo PMB-04

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Bufonidae Rhinela margaritifera 3 50.00%
2 Aromobatidae Allobates femoralis 1 16.67%
3 Hylidae Scinax ruber 1 16.67%
4 Strabomantidae Oreobates quixensis 1 16.67%
TOTAL 6 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.2.2. Reptiles
7.1.3.2.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01

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En la estación PMB-01 la abundancia relativa más alta fue de Anolis fuscoauratus con
el 100% (2 individuos), ver Tabla 32.
Tabla 32. Abundancia relativa de los reptiles en la estación de monitoreo PMB-01

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Dactyloidae Anolis fuscoauratus 1 100%
TOTAL 1 100%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03


En la estación PMB-03 la abundancia relativa más alta estuvo representada por la
especie Ameiva ameiva con el 60.00% (3 individuos), mientras que las especies
Drymoluber dichrous y Gonatodes humeralis representaron el 20.00% cada una (Ver
Tabla 33).
Tabla 33. Abundancia relativa de los reptiles en la estación de monitoreo PMB-03

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Teiide Ameiva ameiva 3 60.00%
2 Colubridae Drymoluber dichrous 1 20.00%
3 Sphaerodactylidae Gonatodes humeralis 1 20.00%
TOTAL 5 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04


En la estación PMB-04 la abundancia relativa más alta fue representada por Plica umbra
con el 100.00% (Ver Tabla 34).
Tabla 34. Abundancia relativa de los reptiles en la estación de monitoreo PMB-04

N° Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Tropiduridae Plica umbra 1 100.00%
TOTAL 1 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.2.3. Diversidad
7.1.3.2.3.1. Anfibios
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 35.
Tabla 35. Índices de diversidad para los anfibios en el área de monitoreo

Indices de diversidad PMB-01 PMB-03 PMB-04


Riqueza 7 3 4
Abundancia 14 4 6
Simpson_1-D 0.76 0.63 0.67
Shannon_H 1.67 1.04 1.24
Margalef 2.27 1.44 1.67
Equitability_J 0.86 0.95 0.90
Elaborado por: SAP 2022.

Con relación a los valores de diversidad, los valores del índice Shannon-Wiener indica
una baja diversidad para los anfibios para las 3 estaciones de monitoreo; puesto que,
los resultados no superan los 1.67 bits/ind (H’). Estos valores, son reforzados por el

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índice de Margalef, cuyos resultados fueron menores a 2.27 (d), en las 3 estaciones. Lo
cual indicaría un bajo número de especies presentes en la zona estudiada. De manera
que la estación de monitoreo PMB-01 sería considerada como la más diversa (d=2.27),
lo cual coincide con el índice de Shannon-Wiener que muestra H’= 1.67 para esta
estación, seguido por el punto PMB-04 con H’= 1.24.
Según el índice de Pielou, las estaciones PMB-01 y PMB-04 posee una distribución
proporcional y casi equitativa de todas las especies presentes en los puntos evaluados
(J=0.86).
7.1.3.2.3.2. Reptiles
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 36.
Tabla 36. Índices de diversidad de reptiles en el área de monitoreo

Indices de diversidad PMB-01 PMB-03 PMB-04


Riqueza 1 3 1
Abundancia 1 5 1
Simpson_1-D 0.00 0.56 0.00
Shannon_H 0.00 0.95 0.00
Margalef 0.00 1.24 0.00
Equitability_J 0.00 0.87 0.00
Elaborado por: SAP 2022.

Con relación a los valores de diversidad, los valores del índice Shannon-Wiener indica
una baja diversidad para los reptiles para las 3 estaciones de monitoreo; puesto que, los
resultados no superan los 0.56 bits/ind (H’). Estos valores, son reforzados por el índice
de Margalef, cuyos resultados fueron menores a 1.24 (d), en las 3 estaciones de
monitoreo, lo cual indicaría un bajo número de especies presentes en la zona estudiada.
De manera que la estación de monitoreo PMB-03 sería considerada como la más
diversa (d=1.24), lo cual coincide con el índice de Shannon-Wiener que muestra H’=
0.95 para esta estación.
7.1.3.2.4. Similaridad
Al analizar el dendrograma obtenido usando el índice de similitud de Jaccard se observa
que las estaciones PMB-04 y PMB-01 presentaron la mayor similitud con el 18% en
relación a su composición de especies de herpetofauna. (Ver Gráfico 18).

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Gráfico 18. Índice de diversidad cualitativo de Jaccard para la herpetofauna

0.00 Similarity

0.12

0.24

0.36

0.48

0.60

0.72

0.84

0.96
PMB-04

PMB-01

PMB-03

Elaborado por: SAP 2022.

Así mismo, se aplicó el índice de similitud de Morisita-Horn, que además de considerar


los aspectos del índice de Jaccard, toma en cuenta la abundancia de cada especie de
las áreas que se comparan. Este índice es altamente sensible a la abundancia de las
especies. En relación al índice de similitud de Morisita-Horn, e observa que la mayor
afinidad la presentan las estaciones PMB-01 y EMB-04 con 27% de similitud en relación
a su composición y abundancia de especies, (Ver Gráfico 19).
Gráfico 19. Índice de diversidad cuantitativo de Morisita para la herpetofauna

Similarity
0.00

0.12

0.24

0.36

0.48

0.60

0.72

0.84

0.96

PMB-04

PMB-01

PMB-03

Elaborado por: SAP 2022.

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7.1.3.3. Estado de conservación


De acuerdo a la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S. Nº
004-2014-MINAGRI), no se reportó especies en alguna categoría de conservación.
Según la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza (IUCN, 2022-1), 15 especies reportadas se ubican en la
categoría Preocupación Menor (LC).
En cuanto a la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas
de Fauna y Flora (CITES, 2022), la especie, Ameerega trivittata se encuentran en el
Apéndice II. (Ver Tabla 37).
Tabla 37. Especies de herpetofauna protegidas por la legislación nacional e
internacional

DS 004-
CITES IUCN
N° Especie Nombre común 2014-
2022 2022-I
MINAGRI
1 Allobates femoralis Rana saltarina de muslos brillantes --- --- LC
2 Rhinela margaritifera Ranita margaritifera --- --- LC
3 Boana lanciformis Rana lanceolada --- --- LC
4 Dendropsophus cf minutus Ranita amarilla --- --- ---
5 Scinax ruber Ranita listada --- --- LC
6 Trachycephalus typhonius Rana lechera --- --- LC
7 Adenomera andreae Rana terrestre de andre --- --- LC
8 Leptodactylus petersii Rana termitera --- --- LC
9 Oreobates quixensis Sapito bocon --- --- LC
10 Pristimantis altamazonicus Cutin amazonico --- --- LC
11 Ameerega trivittata Sapos venenosos --- II LC
12 Drymoluber dichrous Serpiente corredora --- --- LC
13 Gonatodes humeralis Salamanqueja --- --- LC
14 Ameiva ameiva Ameiva gigante --- --- LC
15 Plica umbra Lagartija arborea --- --- LC
16 Anolis fuscoauratus Anolis de orejas marrones --- --- LC
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.3.4. Endemismo
En la presente evaluación no se registran especies endémicas.

7.1.3.5. Usos
No se registran usos por parte de la población.
7.1.4. Mastofauna
La Mastofauna se dividió en 3 grupos, los mamíferos mayores, mamíferos menores y
mamíferos menores voladores, con lo cual se desarrollarán los resultados.
7.1.4.1. En el área de estudio
7.1.4.1.1. Composición y riqueza
En el área de estudio se reportaron 13 especies, incluidas en 11 familias y seis (06)
órdenes. Siendo los órdenes Rodentia y Carnivora los mejores representados con el
cinco (05) y tres (03) especies, respectivamente. (Ver Tabla 38 y Gráfico 20).

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Tabla 38. Composición de la mastofauna en el área de monitoreo

N° Orden Familia Especie Nombre común


1 Artiodactyla Tayassuidae Dicotyles tajacu Sajino
2 Carnivora Felidae Leopardus pardalis Ocelote, tigrillo
3 Carnivora Felidae Panthera onca Otorongo
4 Carnivora Procyonidae Nasua nasua Achuni, mishasho
5 Chiroptera Phyllostomidae Carollia brevicauda Murciélago frutero colicorto
6 Cingulata Dasypodidae Dasypus sp. Carachupa, armadilllo
7 Primates Cebidae Saguinus (Leontocebus) sp. Pichico
8 Primates Cebidae Saimiri sciureus Mono ardilla
9 Rodentia Caviidae Hydrochoerus hydrochaeris Ronsoco
10 Rodentia Cricetidae Neacomys sp. Ratón espinoso
11 Rodentia Cuniculidae Cuniculus paca Majaz
12 Rodentia Dasyproctidae Dasyprocta sp. Añuje
13 Rodentia Echimyidae Proechimys sp. Rata espinosa
Elaborado por: SAP 2022.

Gráfico 20. Riqueza de especies de mamíferos por orden taxonómico en el área de


monitoreo

Rodentia 5

Carnivora 3

Primates 2

Cingulata 1

Chiroptera 1

Artiodactyla 1

0 1 2 3 4 5 6

Elaborado por: SAP 2022.

De las especies registradas, siete (07) pertenecieron a los mamíferos mayores, cinco
(05) a los mamíferos menores terrestres y uno (01) a los mamíferos menores voladores.
7.1.4.1.2. Abundancia y abundancia relativa
El análisis de abundancia relativa se realizó por separado en subgrupos, debido a la
metodología de muestreo y registro de datos.
7.1.4.1.2.1. Mamíferos mayores
Con respecto a los índices de ocurrencia y de abundancia, se manifestaron bajo los
valores de evidencia y observaciones halladas en campo, por ello se menciona que, de
los 10 registros obtenidos durante la temporada seca, se han clasificado en
observaciones indirectas: huellas (evidencia de alta calidad) y directas: observaciones
(evidencias no ambiguas). (Ver Tabla 39).

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Tabla 39. Número de evidencia registradas para mamíferos mayores en el área de


monitoreo

PMB-01

PMB-03

PMB-04
N Orden Familia Especie Nombre común

1 Artiodactyla Tayassuidae Dicotyles tajacu Sajino - 1(Hu)


2 Carnivora Felidae Leopardus pardalis* Ocelote, tigrillo - - -
3 Carnivora Felidae Panthera onca* Otorongo - - -
4 Carnivora Procyonidae Nasua nasua* Achuni, mishasho - - -
5 Cingulata Dasypodidae Dasypus sp.* Carachupa - - -
6 Primates Cebidae Saguinus (Leontocebus) sp. Pichico - - 1
7 Primates Cebidae Saimiri sciureus Mono ardilla 8 - -
8 Rodentia Caviidae Hydrochoerus hydrochaeris* Ronsoco - - -
9 Rodentia Cuniculidae Cuniculus paca Majaz - 1 -
10 Rodentia Dasyproctidae Dasyprocta sp.* Añuje - - -
(*) Especies identificadas en el área de estudio mediante entrevistas
Elaborado por: SAP 2022.

Se calcularon los índices de ocurrencia y abundancia de mamíferos mayores tal como


se muestran en la Tabla 40, donde se observa que las especies Saguinus (Leontocebus)
sp., Saimiri sciureus y Cuniculus paca presentan índices de ocurrencia y abundancia
equivalentes a 10, lo que confirma la presencia de estas especies dentro del hábitat en
bajas densidades poblacionales. En el caso la especie Dicotyles tajacu los índices de
ocurrencia y abundancia obtuvieron valores iguales a 5, lo que indica que esta especie
tiene baja densidad poblacional y no utiliza el hábitat de forma permanente.
Tabla 40. Índice de ocurrencia y abundancia de mamíferos mayores

Especie Índice de Ocurrencia Índice de Abundancia


Dicotyles tajacu 5 5
Saguinus (Leontocebus) sp. 10 10
Saimiri sciureus 10 10
Cuniculus paca 10 10
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.1.2.2. Mamíferos menores no voladores


Con respecto a los mamíferos menores no voladores, se registró a la especia Neacomys
sp. en las estaciones PMB-01 y PMB-04, con un (01) individuo por estación; mientras
que la especie Proechimys sp. fue registrada en la estación PMB-04, mediante el
hallazgo del cráneo. PM (Ver Tabla 41).
Tabla 41. Abundancia relativa de los mamíferos menores no voladores en el área de
monitoreo

Orden Familia Especie Nombre común Abundancia Abundancia relativa %


Rodentia Cricetidae Neacomys sp. Ratón espinoso 2 100.00%
Rodentia Echimyidae Proechimys sp.(*) Rata espinosa - -
(*) Registro indirecto (Hallazgo de cráneo)
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.1.2.3. Mamíferos menores voladores


Con respecto a los mamíferos menores no voladores, se reportó a la especie Carollia
brevicauda con un (01) individuo registrado en la estación PMB-04 (Ver Tabla 42).

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Tabla 42. Abundancia relativa de los mamíferos menores voladores en el área de


monitoreo

Familia Nombre común Abundancia


Especie Abundancia
Orden relativa %
Murciélago frutero
Chiroptera Phyllostomidae Carollia brevicauda 1 100.00%
colicorto
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.1.3. Curva de acumulación de especies


7.1.4.1.3.1. Mamíferos mayores
El análisis de acumulación de especies muestra que se logró registrar el 60% de la
riqueza de especies esperada según los estimadores Chao 1 y ACE. Por ello se puede
indicar que la riqueza de especies observada de ornitofauna y el esfuerzo de muestreo
aplicado son representativos para el área de estudio. Ver Gráfico 21.
Gráfico 21. Curva de acumulación de especies para la mastofauna mayor

2.5

1.5

0.5

0
1 2 3

S Mean (runs) ACE Mean Chao 1 Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.1.3.2. Mamíferos menores no voladores


El análisis de acumulación de especies muestra que se logró registrar el 100% de la
riqueza de especies esperada según el estimador Chao 1 y el 100% de la riqueza
esperada según el estimador ACE. Por ello se puede indicar que la riqueza de especies
observada de ornitofauna y el esfuerzo de muestreo aplicado son representativos para
el área de estudio. Ver Gráfico 22.

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Gráfico 22. Curva de acumulación de especies para la mastofauna menor no volador

1.2

0.8

0.6

0.4

0.2

0
1 2 3

S Mean (runs) ACE Mean Chao 1 Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.1.3.3. Mamíferos menores voladores


El análisis de acumulación de especies muestra que se logró registrar el 100% de la
riqueza de especies esperada según el estimador Chao 1 y el 100 % de la riqueza
esperada según el estimador ACE. Por ello se puede indicar que la riqueza de especies
observada de ornitofauna y el esfuerzo de muestreo aplicado son representativos para
el área de estudio. Ver Gráfico 23.
Gráfico 23. Curva de acumulación de especies para laos mmaífeos menores
voladores

1.2

0.8

0.6

0.4

0.2

0
1 2 3

S Mean (runs) ACE Mean Chao 1 Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2. Por estación de monitoreo


7.1.4.2.1. Composición y riqueza

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A continuación, se detalla la composición y riqueza de las estaciones de monitoreo


consideradas para el presente estudio.
7.1.4.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 2 especies distribuidas en 2 familias y 2
órdenes. (Ver Tabla 43 y Gráfico 24).
7.1.4.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 2 especies distribuidas en 2 familias y 2
órdenes. (Ver Tabla 43 y Gráfico 24).
7.1.4.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04
Este punto forma parte del Bosque de terraza alta, en el sector de influencia ambiental
indirecta. Se registraron un total de 4 especies distribuidas en 4 familias y 3 órdenes.
(Ver Tabla 43 y Gráfico 24).
Tabla 43. Listado taxonómico de especies de mastofauna mayor registrada en el
área de monitoreo

PMB-01

PMB-03

PMB-04
Orden Familia Especie Nombre común

Artiodactyla Tayassuidae Dicotyles tajacu Sajino - X -


Carnivora Felidae Leopardus pardalis Ocelote, tigrillo - - -
Carnivora Felidae Panthera onca Otorongo - - -
Carnivora Procyonidae Nasua nasua Achuni, mishasho - - -
Chiroptera Phyllostomidae Carollia brevicauda Murciélago frutero colicorto - - X
Cingulata Dasypodidae Dasypus sp. Carachupa, armadilllo - - -
Primates Cebidae Saguinus (Leontocebus) sp. Pichico - - X
Primates Cebidae Saimiri sciureus Mono ardilla X - -
Rodentia Caviidae Hydrochoerus hydrochaeris Ronsoco - - -
Rodentia Cricetidae Neacomys sp. Ratón espinoso X - X
Rodentia Cuniculidae Cuniculus paca Majaz - X -
Rodentia Dasyproctidae Dasyprocta sp. Añuje - - -
Rodentia Echimyidae Proechimys sp. Rata espinosa - - X
Elaborado por: SAP 2022.

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Gráfico 24. Composición y riqueza de especies por estación de monitoreo

Echimyidae 1
Rodentia Dasyproctidae
Cuniculidae 1
Cricetidae 1 1
Caviidae
act Carniv ter gul ma
yla ora a ata tes
rop Cin Pri

Cebidae 1
Dasypodidae
Chi

Phyllostomidae 1
Procyonidae
Felidae
Arti
od

Tayassuidae 1

0 1 2 3
PMB-01 PMB-03 PMB-04

Elaborado por: SAP 2021

7.1.4.2.2. Abundancia relativa


El análisis de abundancia relativa se realizó por separado en subgrupos, debido a la
metodología de muestreo y registro de datos.
7.1.4.2.2.1. Mamíferos mayores
7.1.4.2.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Con respecto a los índices de ocurrencia y de abundancia, se manifestaron bajo los
valores de evidencia y observaciones halladas en campo, por ello se menciona que, el
registro obtenido durante la temporada seca se ha clasificado en directo: observaciones
(evidencias no ambiguas). (Ver Tabla 44).
Tabla 44. Número de evidencia registradas para mamíferos mayores en la estación
de monitoreo PMB-01 PMB-01

N° Orden Familia Especie Nombre común

1 Primates Cebidae Saimiri sciureus Mono ardilla 1


Elaborado por: SAP 2022.

Para los índices de ocurrencia y abundancia, la especie Saimiri sciureus presentó un


valor de 10 puntos para ambos índices, lo que indica que esta especie utiliza el hábitat
de forma permanente en bajas densidades poblaciones. (Ve Tabla 45).
Tabla 45. Índice de ocurrencia y abundancia de mamíferos mayores PMB-01

Especie Índice de Ocurrencia Índice de Abundancia


Saimiri sciureus 10 10
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03


Con respecto a los índices de ocurrencia y de abundancia, se manifestaron bajo los
valores de evidencia y observaciones halladas en campo, se tienen 2 registros obtenidos

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durante la temporada seca, se han clasificado en observación indirecta: huellas y


directa: observaciones. (Ver Tabla 46).
Tabla 46. Número de evidencia registradas para mamíferos mayores en la estación
de monitoreo PMB-03

PMB-03
N° Orden Familia Especie Nombre común

1 Artiodactyla Tayassuidae Dicotyles tajacu Sajino 1(Hu)


2 Rodentia Cuniculidae Cuniculus paca Majaz 1(O)
Notas: (Hu) Huella; (O) Observación
Elaborado por: SAP 2022.

Se observa que la especie Dicotyles tajacu presenta índices de ocurrencia y de


abundancia menores a 10 y 25 respectivamente, lo que indica que esta especie tienen
baja densidad poblacional y no utiliza el hábitat de forma permanente. En el caso de la
especie Cuniculus paca, obtuvo un valor de los índices de ocurrencia y de abundancia
de 10 para ambos índices, esto confirma la presencia de la especia es bajas densidades
poblacionales. (Ve Tabla 47).
Tabla 47. Índice de ocurrencia y abundancia de mamíferos mayores PMB-03

Especie Índice de Ocurrencia Índice de Abundancia


Dicotyles tajacu 5 5
Cuniculus paca 10 10
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04


Con respecto a los índices de ocurrencia y de abundancia, se manifestaron bajo los
valores de evidencia y observaciones halladas en campo, por ello se menciona que, el
registro obtenido durante la temporada seca, se ha clasificado en observación directa.
(Ver Tabla 48).
Tabla 48. Número de evidencia registradas para mamíferos mayores en la estación
de monitoreo PMB-04
PMB-04

N° Orden Familia Especie Nombre común

1 Primates Cebidae Saguinus (Leontocebus) sp. Pichico 1(O)


Notas: (O) Observación
Elaborado por: SAP 2022.

Se observa que la especie, Saguinus (Leontocebus) sp. present índices de ocurrencia


y de abundancia equivalentes a 10, lo que indica que esta especie tiene baja densidad
poblacional y utilizanel hábitat de forma permanente (Ve Tabla 49).
Tabla 49. Índice de ocurrencia y abundancia de mamíferos mayores PMB-04

Especie Índice de Ocurrencia Índice de Abundancia


Saguinus (Leontocebus) sp. 10 10
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2.2.2. Mamíferos menores no voladores

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EPOCA SECA 2022
000069
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.4.2.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01


Con respecto a los mamíferos menores no voladores, la especie registrada presentó un
solo individuo, representando el 100% de abundancia relativa (Ver Tabla 50).
Tabla 50. Abundancia relativa de los mamíferos menores no voladores en la
estación de monitoreo PMB-01

N° Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Neacomys sp. 1 100.00%
TOTAL 1 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03


No se obtuvieron registros.
7.1.4.2.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04
La especie registrada presentó un solo individuo, representando el 100% de abundancia
relativa (Ver Tabla 51).
Tabla 51. Abundancia relativa de los mamíferos menores no voladores en la
estación de monitoreo PMB-01

N° Especie Abundancia Abundancia relativa %


1 Neacomys sp. 1 100.00%
TOTAL 1 100.00%

7.1.4.2.2.3. Mamíferos menores voladores


7.1.4.2.2.3.1. Estación de monitoreo PMB-01
No se obtuvieron registros.
7.1.4.2.2.3.2. Estación de monitoreo PMB-03
No se obtuvieron registros

7.1.4.2.2.3.3. Estación de monitoreo PMB-04


Con respecto a los mamíferos menores voladores, la especie registrada presentó un
solo individuo, representando el 100% de abundancia relativa. (Ver Tabla 52).
Tabla 52. Abundancia relativa de los mamíferos menores voladores en la estación
de monitoreo PMB-03

Orden Familia Especie Abundancia Abundancia relativa %


Chiroptera Phyllostomidae Carollia brevicauda 1 100.00%
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.2.3. Diversidad
7.1.4.2.3.1. Mamíferos mayores
No se hallaron los índices de diversidad ya que los registros directos no fueron
suficientes.
7.1.4.2.3.2. Mamíferos menores no voladores
No se hallaron los índices de diversidad ya que los registros no fueron suficientes.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000070
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.1.4.2.3.3. Mamíferos menores voladores


No se hallaron los índices de diversidad ya que los registros no fueron suficientes.
7.1.4.2.4. Similaridad
7.1.4.2.4.1. Mamíferos mayores
No se elaboraron los dendrogramas del análisis de similitud del Índice de Jaccard y
Morisita-Horn para las estaciones de monitoreo, ya que los registros directos no fueron
suficientes.
7.1.4.2.4.2. Mamíferos menores no voladores
No se elaboraron los dendrogramas del análisis de similitud del Índice de Jaccard y
Morisita-Horn para las estaciones de monitoreo, ya que los registros directos no fueron
suficientes.
7.1.4.2.4.3. Mamíferos menores voladores
No se elaboraron los dendrogramas del análisis de similitud del Índice de Jaccard y
Morisita-Horn para las estaciones de monitoreo, ya que los registros directos no fueron
suficientes.
7.1.4.3. Estado de conservación

Para la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S. Nº 004-2014-


MINAGRI), la especie Panthera onca se categoriza como Casi amenazada (NT).
De acuerdo a la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para la
conservación de la Naturaleza (IUCN, 2022-1), siete (07) especies de mamíferos se
encuentran bajo la categoría de Preocupación Menor (LC); mientras que la especie
Panthera onca se halla como Casi amenzada (NT).
En cuanto a la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas
de Fauna y Flora (CITES, 2021), las especies Leopardus pardalis y Panthera onca se
encuentran incluidan en la lista mamíferos del Apéndice I; mientras que las especies
Dicotyles tajacu y Saimiri sciureus se encuentran en el Apéndice II. Por útlimo, las
especies Nasua nasua y Cuniculus paca se ubican en el Apéndice III.
Tabla 53. Estado de conservación de la mastofauna registrada en el área de
monitoreo

DS-04-2014- CITES IUCN 2021-


Especie Nombre común
MINAGRI 2021 III
Dicotyles tajacu Sajino - II LC
Leopardus pardalis Ocelote, tigrillo - I LC
Panthera onca Otorongo NT I NT
Nasua nasua Achuni, mishasho - III LC
Carollia brevicauda Murciélago frutero colicorto - - LC
Dasypus sp. Carachupa, armadilllo - - -
Saguinus (Leontocebus) sp. Pichico - - -
Saimiri sciureus Mono ardilla - II LC
Hydrochoerus hydrochaeris Ronsoco - - LC
Neacomys sp. Ratón espinoso - - -
Cuniculus paca Majaz - III LC
Dasyprocta sp. Añuje - - -
Proechimys sp. Rata espinosa - - -

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EPOCA SECA 2022
000071
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Elaborado por: SAP 2022.

7.1.4.4. Endemismo
No se reportan especies endémicas en el área de estudio.

7.1.5. Ornitofauna
7.1.5.1. En el área de estudio
7.1.5.1.1. Composición y riqueza
En el área de estudio se reportó un total de 38 especies, agrupadas en 10 órdenes
taxonómicos y 19 familias. El orden más representativo fue Passeriformes con 18
especies, seguido por el orden Piciformes con cuatro (04) especies. Los órdenes
restantes registraron de tres (03) a una (01) especie. (Ver Tabla 54).
Tabla 54. Composición de la Ornitofauna en el área de monitoreo

N° ORDEN FAMILIA ESPECIE NOMBRE COMÚN


1 Accipitriformes Accipitridae Buteogallus schistaceus Gavilán pizarroso
2 Accipitriformes Accipitridae Elanoides forficatus Elanio tijereta
3 Accipitriformes Accipitridae Rupornis magnirostris Aguilucho Caminero
4 Apodiformes Trochilidae Phaethornis atrimentalis Ermitaño de Garganta Negra
5 Apodiformes Trochilidae Phaethornis hispidus Ermitaño de Barba Blanca
6 Cathartiformes Cathartidae Cathartes aura Gallinazo de Cabeza Roja
7 Columbiformes Columbidae Columbina talpacoti Tortolita Rojiza
8 Columbiformes Columbidae Patagioenas plumbea Paloma Plomiza
9 Cuculiformes Cuculidae Crotophaga ani Garrapatero de Pico Liso
10 Cuculiformes Cuculidae Piaya cayana Cuco Ardilla
11 Falconiformes Falconidae Ibycter americanus Caracara vientre blanco
12 Falconiformes Falconidae Milvago chimachima Caracara Chimachima
13 Galbuliformes Bucconidae Chelidoptera tenebrosa Buco Golondrina
14 Passeriformes Furnariidae Anabacerthia striaticollis Limpia follage montano
15 Passeriformes Furnariidae Glyphorynchus spirurus Trepador Pico de Cuña
16 Passeriformes Hirundinidae Stelgidopteryx ruficollis Golondrina Ala-Rasposa Sureña
17 Passeriformes Icteridae Molothrus bonariensis Tordo Brilloso
18 Passeriformes Passerellidae Ammodramus aurifrons Gorrión de Ceja Amarilla
19 Passeriformes Pipridae Pipra fasciicauda Saltarín de cola bandeada
20 Passeriformes Thamnophilidae Akletos melanoceps Hormiguero de hombro blanco
21 Passeriformes Thamnophilidae Cercomacra cinerascens Hormiguero Gris
22 Passeriformes Thraupidae Cissopis leverianus Tangara Urraca
23 Passeriformes Thraupidae Dacnis cayana Dacnis Azul
24 Passeriformes Thraupidae Nemosia pileata Tangara encapuchada
25 Passeriformes Thraupidae Sporophila atrirostris Semillero de Pico Negro
26 Passeriformes Thraupidae Sporophila caerulescens Espiguero doble acollarado
27 Passeriformes Thraupidae Sporophila castaneiventris Espiguero de vientre castaño
28 Passeriformes Troglodytidae Troglodytes aedon Cucarachero Común

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000072
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N° ORDEN FAMILIA ESPECIE NOMBRE COMÚN


29 Passeriformes Tyrannidae Legatus leucophaius Mosquero Pirata
30 Passeriformes Tyrannidae Lophotriccus vitiosus Tirano-Pigmeo de Doble Banda
31 Passeriformes Tyrannidae Tyrannopsis sulphurea Mosquero Azufrado
32 Piciformes Picidae Campephilus melanoleucos Carpintero de Cresta Roja
33 Piciformes Picidae Dryocopus lineatus Carpintero Lineado
34 Piciformes Picidae Melanerpes cruentatus Carpintero de Penacho Amarillo
35 Piciformes Ramphastidae Pteroglossus castanotis Arasari de Oreja Castaña
36 Psittaciformes Psittacidae Amazona farinosa Loro harinoso
37 Psittaciformes Psittacidae Ara chloropterus Guacamayo Rojo y Verde
38 Psittaciformes Psittacidae Pionus menstruus Loro de Cabeza Azul
Elaborado por: SAP 2022.

En relación a la riqueza por familia taxonómica, la familia con mayor riqueza de especies
fue Thraupidae con seis (06) especies, seguida por las familias Accipitridae, Picidae,
Tyrannidae y Psittacidae con tres (03) especies cada una. El resto de familias reportó
de dos (02) a una (01) especie (Ver Gráfico 25).
Gráfico 25. Riqueza de especies de ornitofauna a nivel de familias taxonómicas.

Thraupidae 6
Psittacidae 3
Picidae 3
Tyrannidae 3
Accipitridae 3
Thamnophilidae 2
Furnariidae 2
Falconidae 2
Cuculidae 2
Columbidae 2
Trochilidae 2
Ramphastidae 1
Troglodytidae 1
Pipridae 1
Passerellidae 1
Icteridae 1
Hirundinidae 1
Bucconidae 1
Cathartidae 1
0 1 2 3 4 5 6 7

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.1.2. Abundancia
Con respecto a los datos de abundancia, se registró un total de 144 individuos en las
tres estaciones monitoreadas, siendo la especie más abundante Crotophaga ani con 19
individuos reportados, seguido de Ammodramus aurifrons con 12 individuos; le siguen
las especies Cathartes aura, Columbina talpacoti y Milvago chimachima con 11
individuos cada uno; el resto de especies presentaron abundancias menores o iguales
a seis (06) individuos (Ver Tabla 55)

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Tabla 55. Abundancia de la ornitofauna en el área de monitoreo

N° ORDEN FAMILIA ESPECIE NOMBRE COMÚN TOTAL


1 Cuculiformes Cuculidae Crotophaga ani Garrapatero de Pico Liso 19
2 Passeriformes Passerellidae Ammodramus aurifrons Gorrión de Ceja Amarilla 12
3 Cathartiformes Cathartidae Cathartes aura Gallinazo de Cabeza Roja 11
4 Columbiformes Columbidae Columbina talpacoti Tortolita Rojiza 11
5 Falconiformes Falconidae Milvago chimachima Caracara Chimachima 11
Sporophila Espiguero de vientre
6 Passeriformes Thraupidae 6
castaneiventris castaño
7 Apodiformes Trochilidae Phaethornis hispidus Ermitaño de Barba Blanca 5
8 Passeriformes Thraupidae Dacnis cayana Dacnis Azul 5
9 Passeriformes Furnariidae Anabacerthia striaticollis Limpia follage montano 4
10 Passeriformes Tyrannidae Tyrannopsis sulphurea Mosquero Azufrado 4
11 Psittaciformes Psittacidae Amazona farinosa Loro harinoso 4
12 Accipitriformes Accipitridae Elanoides forficatus Elanio tijereta 3
Ermitaño de Garganta
13 Apodiformes Trochilidae Phaethornis atrimentalis 3
Negra
14 Galbuliformes Bucconidae Chelidoptera tenebrosa Buco Golondrina 3
15 Passeriformes Icteridae Molothrus bonariensis Tordo Brilloso 3
16 Passeriformes Thraupidae Nemosia pileata Tangara encapuchada 3
17 Passeriformes Thraupidae Sporophila atrirostris Semillero de Pico Negro 3
Espiguero doble
18 Passeriformes Thraupidae Sporophila caerulescens 3
acollarado
19 Piciformes Ramphastidae Pteroglossus castanotis Arasari de Oreja Castaña 3
20 Accipitriformes Accipitridae Buteogallus schistaceus Gavilán pizarroso 2
21 Accipitriformes Accipitridae Rupornis magnirostris Aguilucho Caminero 2
22 Columbiformes Columbidae Patagioenas plumbea Paloma Plomiza 2
23 Falconiformes Falconidae Ibycter americanus Caracara vientre blanco 2
Golondrina Ala-Rasposa
24 Passeriformes Hirundinidae Stelgidopteryx ruficollis 2
Sureña
25 Passeriformes Thraupidae Cissopis leverianus Tangara Urraca 2
26 Passeriformes Troglodytidae Troglodytes aedon Cucarachero Común 2
Tirano-Pigmeo de Doble
27 Passeriformes Tyrannidae Lophotriccus vitiosus 2
Banda
28 Psittaciformes Psittacidae Ara chloropterus Guacamayo Rojo y Verde 2
29 Cuculiformes Cuculidae Piaya cayana Cuco Ardilla 1
30 Passeriformes Furnariidae Glyphorynchus spirurus Trepador Pico de Cuña 1
31 Passeriformes Pipridae Pipra fasciicauda Saltarín de cola bandeada 1
Hormiguero de hombro
32 Passeriformes Thamnophilidae Akletos melanoceps 1
blanco
33 Passeriformes Thamnophilidae Cercomacra cinerascens Hormiguero Gris 1
34 Passeriformes Tyrannidae Legatus leucophaius Mosquero Pirata 1
Campephilus
35 Piciformes Picidae Carpintero de Cresta Roja 1
melanoleucos
36 Piciformes Picidae Dryocopus lineatus Carpintero Lineado 1
Carpintero de Penacho
37 Piciformes Picidae Melanerpes cruentatus 1
Amarillo
38 Psittaciformes Psittacidae Pionus menstruus Loro de Cabeza Azul 1

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Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.1.3. Abundancia relativa


Para el análisis se definieron 5 categorías en función a un rango de abundancia relativa
en cada estación de monitoreo; rara (<0,1%), poco común (0,1%-2,0%), frecuente
(2,1%-10,0%), común (10,1%-40,0%) y abundante (40,0%+). (Ver Tabla 56).
Tabla 56. Parámetros de abundancia relativa para la ornitofauna

Escala ordinaria Categoría de la abundancia relativa (%)


Rara <0,1
Poco común 0,1-2,0
Frecuente 2,1-10,0
Común 10,1-40,0
Abundante 40,0+
Elaborado por: SAP 2022.

En el área de monitoreo la abundancia relativa más alta fue de la especie Crotophaga


ani con 3.8, seguido de la especie Ammodramus aurifrons con 2.4, y en tercer lugar las
especies Cathartes aura, Columbina talpacoti y Milvago chimachimacon 2.2 cada uno.
Estos valores catalogan a dichas especies como frecuentes y poco comunes dentro del
área monitoreada (Ver Tabla 57).
Tabla 57. Abundancia relativa en el área de monitoreo

N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


1 Crotophaga ani 19 3.8 Frecuente
2 Ammodramus aurifrons 12 2.4 Frecuente
3 Cathartes aura 11 2.2 Frecuente
4 Columbina talpacoti 11 2.2 Frecuente
5 Milvago chimachima 11 2.2 Frecuente
6 Sporophila castaneiventris 6 1.2 Poco común
7 Phaethornis hispidus 5 1 Poco común
8 Dacnis cayana 5 1 Poco común
9 Anabacerthia striaticollis 4 0.8 Poco común
10 Tyrannopsis sulphurea 4 0.8 Poco común
11 Amazona farinosa 4 0.8 Poco común
12 Elanoides forficatus 3 0.6 Poco común
13 Phaethornis atrimentalis 3 0.6 Poco común
14 Chelidoptera tenebrosa 3 0.6 Poco común
15 Molothrus bonariensis 3 0.6 Poco común
16 Nemosia pileata 3 0.6 Poco común
17 Sporophila atrirostris 3 0.6 Poco común
18 Sporophila caerulescens 3 0.6 Poco común
19 Pteroglossus castanotis 3 0.6 Poco común
20 Buteogallus schistaceus 2 0.4 Poco común
21 Rupornis magnirostris 2 0.4 Poco común
22 Patagioenas plumbea 2 0.4 Poco común
23 Ibycter americanus 2 0.4 Poco común
24 Stelgidopteryx ruficollis 2 0.4 Poco común
25 Cissopis leverianus 2 0.4 Poco común
26 Troglodytes aedon 2 0.4 Poco común
27 Lophotriccus vitiosus 2 0.4 Poco común
28 Ara chloropterus 2 0.4 Poco común

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EPOCA SECA 2022
000075
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


29 Piaya cayana 1 0.2 Poco común
30 Glyphorynchus spirurus 1 0.2 Poco común
31 Pipra fasciicauda 1 0.2 Poco común
32 Akletos melanoceps 1 0.2 Poco común
33 Cercomacra cinerascens 1 0.2 Poco común
34 Legatus leucophaius 1 0.2 Poco común
35 Campephilus melanoleucos 1 0.2 Poco común
36 Dryocopus lineatus 1 0.2 Poco común
37 Melanerpes cruentatus 1 0.2 Poco común
38 Pionus menstruus 1 0.2 Poco común
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.1.4. Curva de acumulación de especies


Se analizó la representatividad de la riqueza observada y el esfuerzo de muestreo
empleado, a través del análisis de la curva de acumulación de especies basado en los
estimadores Chao 1 y ACE.
Como resultado se obtuvo que se logró registrar el 89.5% de la riqueza esperada según
el estimador Chao1; mientras que el estimador ACE indica que solo se logró registrar el
88.3%. Ver Gráfico 26.
Gráfico 26. Curva de acumulación de especies para la ornitofauna

60

50

40

30

20

10

0
1 2 3

S Mean (runs) ACE Mean Chao 1 Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.2. Por estación de monitoreo


7.1.5.2.1. Composición y riqueza
A continuación, se detalla la composición y riqueza de las estaciones de monitoreo
consideradas para el presente estudio.
7.1.5.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 26 especies distribuidas en 16 familias y 10

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EPOCA SECA 2022
000076
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

órdenes. El orden Passeriformes fue el más representativo, con 12 especies (Ver Tabla
60).
7.1.5.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 24 especies distribuidas en 16 familias y 9
órdenes. El orden Passeriformes fue el más representativo, con 12 especies (Ver Tabla
60).
7.1.5.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04
Este punto forma parte del Bosque de terraza alta, en el sector de influencia ambiental
indirecta. Se registraron un total de 21 especies distribuidas en 13 familias y 9 órdenes.
El orden Passeriformes fue la más representativo, con 9 especies (Ver Tabla 58).
Tabla 58. Listado taxonómico de especies de ornitofauna registrada por estación de
monitoreo

PMB-01

PMB-03

PMB-04
N° ORDEN FAMILIA ESPECIE

1 Accipitriformes Accipitridae Buteogallus schistaceus X - -


2 Accipitriformes Accipitridae Elanoides forficatus X - -
3 Accipitriformes Accipitridae Rupornis magnirostris X - X
4 Apodiformes Trochilidae Phaethornis atrimentalis - X X
5 Apodiformes Trochilidae Phaethornis hispidus X X X
6 Cathartiformes Cathartidae Cathartes aura X X X
7 Columbiformes Columbidae Columbina talpacoti X X X
8 Columbiformes Columbidae Patagioenas plumbea X - X
9 Cuculiformes Cuculidae Crotophaga ani X X -
10 Cuculiformes Cuculidae Piaya cayana - - X
11 Falconiformes Falconidae Ibycter americanus - X -
12 Falconiformes Falconidae Milvago chimachima X X X
13 Galbuliformes Bucconidae Chelidoptera tenebrosa X X -
14 Passeriformes Furnariidae Anabacerthia striaticollis X X X
15 Passeriformes Furnariidae Glyphorynchus spirurus - - X
16 Passeriformes Hirundinidae Stelgidopteryx ruficollis X X -
17 Passeriformes Icteridae Molothrus bonariensis - - X
18 Passeriformes Passerellidae Ammodramus aurifrons X X X
19 Passeriformes Pipridae Pipra fasciicauda - X -
20 Passeriformes Thamnophilidae Akletos melanoceps - X -
21 Passeriformes Thamnophilidae Cercomacra cinerascens X - -
22 Passeriformes Thraupidae Cissopis leverianus X - X
23 Passeriformes Thraupidae Dacnis cayana X - X
24 Passeriformes Thraupidae Nemosia pileata X X -
25 Passeriformes Thraupidae Sporophila atrirostris X - -
26 Passeriformes Thraupidae Sporophila caerulescens X X -
27 Passeriformes Thraupidae Sporophila castaneiventris X X X
28 Passeriformes Troglodytidae Troglodytes aedon X X -
29 Passeriformes Tyrannidae Legatus leucophaius - X -
30 Passeriformes Tyrannidae Lophotriccus vitiosus - X X
31 Passeriformes Tyrannidae Tyrannopsis sulphurea X X X
32 Piciformes Picidae Campephilus melanoleucos X - -

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PMB-01

PMB-03

PMB-04
N° ORDEN FAMILIA ESPECIE

33 Piciformes Picidae Dryocopus lineatus X - -


34 Piciformes Picidae Melanerpes cruentatus X - -
35 Piciformes Ramphastidae Pteroglossus castanotis - X X
36 Psittaciformes Psittacidae Amazona farinosa X X X
37 Psittaciformes Psittacidae Ara chloropterus - X X
38 Psittaciformes Psittacidae Pionus menstruus - X -
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.2.2. Abundancia relativa


7.1.5.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01
En la estación PMB-01 la abundancia relativa más alta fue de las especies
Ammodramus aurifrons y Dacnis cayana con 2.4, seguido de Elanoides forficatus,
Phaethornis hispidus, Cathartes aura, Crotophaga ani, Milvago chimachima, Sporophila
atrirostris y Sporophila castaneiventris con 1.8 cada una; en tercer lugar, las especies
Cathartes aura y Cercomacra cinerascens con 1.80 cada una. Las especies antes
mencionadas por sus valores de abundancia relativa son consideradas como frecuentes
y poco comunes para el área de monitoreo. (Ver Tabla 59).
Tabla 59. Abundancia relativa de aves en la estación de monitoreo PMB-01

N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


1 Ammodramus aurifrons 4 2.4 Frecuente
2 Dacnis cayana 4 2.4 Frecuente
3 Elanoides forficatus 3 1.8 Poco común
4 Phaethornis hispidus 3 1.8 Poco común
5 Cathartes aura 3 1.8 Poco común
6 Crotophaga ani 3 1.8 Poco común
7 Milvago chimachima 3 1.8 Poco común
8 Sporophila atrirostris 3 1.8 Poco común
9 Sporophila castaneiventris 3 1.8 Poco común
10 Buteogallus schistaceus 2 1.2 Poco común
11 Chelidoptera tenebrosa 2 1.2 Poco común
12 Anabacerthia striaticollis 2 1.2 Poco común
13 Nemosia pileata 2 1.2 Poco común
14 Sporophila caerulescens 2 1.2 Poco común
15 Amazona farinosa 2 1.2 Poco común
16 Rupornis magnirostris 1 0.6 Poco común
17 Columbina talpacoti 1 0.6 Poco común
18 Patagioenas plumbea 1 0.6 Poco común
19 Stelgidopteryx ruficollis 1 0.6 Poco común
20 Cercomacra cinerascens 1 0.6 Poco común
21 Cissopis leverianus 1 0.6 Poco común
22 Troglodytes aedon 1 0.6 Poco común
23 Tyrannopsis sulphurea 1 0.6 Poco común
24 Campephilus melanoleucos 1 0.6 Poco común
25 Dryocopus lineatus 1 0.6 Poco común
26 Melanerpes cruentatus 1 0.6 Poco común
Elaborado por: SAP 2022.

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7.1.5.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03


En la estación PMB-03 la abundancia relativa más alta fue de la especie Crotophaga
ani con 4.2, seguido por las especies Milvago chimachima y Columbina talpacoti con 3.0
y 2.4, estas especies son consideradas frecuentes; las especies Ammodramus
aurifrons, Cathartes aura, Sporophila castaneiventris, Phaethornis atrimentalis, Ibycter
americanus y Pteroglossus castanotis, presentan abundacia relativa equivalente a 1.20,
y son consideradas como poco comunes. (Ver Tabla 60).
Tabla 60. Abundancia relativa de aves en la estación de monitoreo PMB-03

N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


1 Crotophaga ani 7 4.2 Frecuente
2 Milvago chimachima 5 3.0 Frecuente
3 Columbina talpacoti 4 2.4 Frecuente
4 Ammodramus aurifrons 2 1.2 Poco común
5 Cathartes aura 2 1.2 Poco común
6 Sporophila castaneiventris 2 1.2 Poco común
7 Phaethornis atrimentalis 2 1.2 Poco común
8 Ibycter americanus 2 1.2 Poco común
9 Pteroglossus castanotis 2 1.2 Poco común
10 Phaethornis hispidus 1 0.6 Poco común
11 Chelidoptera tenebrosa 1 0.6 Poco común
12 Anabacerthia striaticollis 1 0.6 Poco común
13 Nemosia pileata 1 0.6 Poco común
14 Sporophila caerulescens 1 0.6 Poco común
15 Amazona farinosa 1 0.6 Poco común
16 Stelgidopteryx ruficollis 1 0.6 Poco común
17 Troglodytes aedon 1 0.6 Poco común
18 Tyrannopsis sulphurea 1 0.6 Poco común
19 Pipra fasciicauda 1 0.6 Poco común
20 Akletos melanoceps 1 0.6 Poco común
21 Legatus leucophaius 1 0.6 Poco común
22 Lophotriccus vitiosus 1 0.6 Poco común
23 Ara chloropterus 1 0.6 Poco común
24 Pionus menstruus 1 0.6 Poco común
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04


En la estación PMB-04 la abundancia relativa más alta fue de la especie Crotophaga
ani con 5.40, seguido de las especies Columbina talpacoti, Ammodramus aurifrons y
Cathartes aura, con 3.6, las especies mencionadas son consideradas frecuentes; el
resto de especies son consideradas poco comunes para el área de monitoreo.
Tabla 61. Abundancia relativa de aves en la estación de monitoreo PMB-04

N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


1 Crotophaga ani 9 5.4 Frecuente
2 Columbina talpacoti 6 3.6 Poco común
3 Ammodramus aurifrons 6 3.6 Poco común
4 Cathartes aura 6 3.6 Poco común
5 Milvago chimachima 3 1.8 Poco común
6 Molothrus bonariensis 3 1.8 Poco común
7 Tyrannopsis sulphurea 2 1.2 Poco común

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000079
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N° Especie Abundancia A. relativa Categoría


8 Sporophila castaneiventris 1 0.6 Poco común
9 Phaethornis atrimentalis 1 0.6 Poco común
10 Pteroglossus castanotis 1 0.6 Poco común
11 Phaethornis hispidus 1 0.6 Poco común
12 Anabacerthia striaticollis 1 0.6 Poco común
13 Amazona farinosa 1 0.6 Poco común
14 Lophotriccus vitiosus 1 0.6 Poco común
15 Ara chloropterus 1 0.6 Poco común
16 Dacnis cayana 1 0.6 Poco común
17 Rupornis magnirostris 1 0.6 Poco común
18 Patagioenas plumbea 1 0.6 Poco común
19 Cissopis leverianus 1 0.6 Poco común
20 Piaya cayana 1 0.6 Poco común
21 Glyphorynchus spirurus 1 0.6 Poco común
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.2.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 62.
Tabla 62. Índices de diversidad para la ornitofauna en el área de monitoreo

Índice de diversidad PMB-01 PMB-03 PMB-04


Riqueza 26 24 21
Abundancia 52 43 49
Simpson_1-D 0.95 0.93 0.91
Shannon_H 4.52 4.23 3.85
Margalef 6.33 6.12 5.14
Equitability_J 0.96 0.92 0.88
Elaborado por: SAP 2022.

Con relación a los valores de diversidad, los valores del índice Shannon-Wiener indica
una alta diversidad para las aves para las 3 estaciones de monitoreo; puesto que, los
resultados superan los 3.80 bits/ind (H’). Estos valores, son reforzados por el índice de
Margalef, cuyos resultados fueron mayores o iguales a 5.14 (d), en las 3 estaciones. Lo
cual indicaría un moderado número de especies presentes en la zona estudiada. De
manera que la estación de monitoreo PMB-01 sería considerada como la más diversa
(d=6.33), lo cual coincide con el índice de Shannon-Wiener que muestra H’= 4.52 para
esta estación, seguido por el punto PMB-03 con H’= 4.23.
7.1.5.2.4. Similaridad
Al analizar el dendrograma obtenido usando el índice de similitud de Jaccard se observa
que las estaciones PMB-03 y PMB-04 comparten un 45% de similitud en relación a su
composición de especies de ornitofauna; la estación más disímil fue PMB-01 con
aproximadamente 42% de afinidad respecto a las otras estaciones. (Ver Gráfico 27).

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000080
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Gráfico 27. Índice de diversidad de Jaccard para la ornitofauna

Simiitud
0.40

0.48

0.56

0.64

0.72

0.80

0.88

0.96
PMB-03

PMB-04

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

En el dendrograma de Morisita obtenido se observa que los valores de similitud en la


distribución de la ornitofauna, es alta para las estaciones PMB-04 y PMB-03 con 81%
de similaridad. (Ver Gráfico 28).
Gráfico 28. Índice de diversidad cuantitativo de Morisita para la ornitofauna

Similitud
0.55

0.60

0.65

0.70

0.75

0.80

0.85

0.90

0.95

PMB-03

PMB-04

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.3. Estado de conservación


De acuerdo a la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S. Nº
004-2014-MINAGRI), se reporta a la especie Ara chloropterus categorizada como Casi
amenazada (NT).

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Según la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para la


Conservación de la Naturaleza (IUCN, 2021-2), las 38 especies registradas se
encuentran categorizadas como Preocupación Menor (LC).
Para la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de
Fauna y Flora Silvestre (CITES, 2021), las especies Rupornis magnirostris, Buteogallus
schistaceus, Phaethornis atrimentalis, Phaethornis hispidus, Ibycter americanus,
Milvago chimachima, Amazona farinosa, Ara chloropterus y Pionus menstruus se
encuentran categorizadas en el Apéndice II; mientras que la especie Pteroglossus
castanotis se encuentra en el Apéndice III. (Ver Tabla 63).
Tabla 63. Especies de ornitofauna protegida por la legislación nacional e
internacional

DS 004-2014- CITES IUCN CMS


N° FAMILIA ESPECIE
MINAGRI 2021 2022-I
1 ACCIPITRIDAE Buteogallus schistaceus - II LC
2 ACCIPITRIDAE Elanoides forficatus - - LC
3 ACCIPITRIDAE Rupornis magnirostris - II LC
4 TROCHILIDAE Phaethornis atrimentalis - II LC
5 TROCHILIDAE Phaethornis hispidus - II LC
6 CATHARTIDAE Cathartes aura - - LC II
7 COLUMBIDAE Columbina talpacoti - - LC
8 COLUMBIDAE Patagioenas plumbea - - LC
9 CUCULIDAE Crotophaga ani - - LC
10 CUCULIDAE Piaya cayana - - LC
11 FALCONIDAE Ibycter americanus - II LC
12 FALCONIDAE Milvago chimachima - II LC
13 BUCCONIDAE Chelidoptera tenebrosa - - LC
14 FURNARIIDAE Anabacerthia striaticollis - - LC
15 FURNARIIDAE Glyphorynchus spirurus - - LC
16 HIRUNDINIDAE Stelgidopteryx ruficollis - - LC
17 ICTERIDAE Molothrus bonariensis - - LC
18 PASSERELLIDAE Ammodramus aurifrons - - LC
19 PIPRIDAE Pipra fasciicauda - - LC
20 THAMNOPHILIDAE Akletos melanoceps - - LC
21 THAMNOPHILIDAE Cercomacra cinerascens - - LC
22 THRAUPIDAE Cissopis leverianus - - LC
23 THRAUPIDAE Dacnis cayana - - LC
24 THRAUPIDAE Nemosia pileata - - LC
25 THRAUPIDAE Sporophila atrirostris - - LC
26 THRAUPIDAE Sporophila caerulescens - - LC
27 THRAUPIDAE Sporophila castaneiventris - - LC
28 TROGLODYTIDAE Troglodytes aedon - - LC
29 TYRANNIDAE Legatus leucophaius - - LC
30 TYRANNIDAE Lophotriccus vitiosus - - LC
31 TYRANNIDAE Tyrannopsis sulphurea - - LC
32 PICIDAE Campephilus melanoleucos - - LC
33 PICIDAE Dryocopus lineatus - - LC
34 PICIDAE Melanerpes cruentatus - - LC
35 RAMPHASTIDAE Pteroglossus castanotis - III LC
36 PSITTACIDAE Amazona farinosa - II LC
37 PSITTACIDAE Ara chloropterus NT II LC
38 PSITTACIDAE Pionus menstruus - II LC
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.5.4. Endemismo
En la presente evaluación no se registraron especies endémicas.

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7.1.5.5. Usos
No se registran usos por parte de la población.
7.1.6. Entomofauna
7.1.6.1. En el área de estudio
7.1.6.1.1. Composición y riqueza
En el área de estudio se reportaron 60 morfoespecies, incluidas en 46 familias, 9
órdenes y 02 clases. Siendo el orden Himenoptera el mejor representado con el 36.67%
(22 especies). (Ver Tabla 64).
Tabla 64. Composición de la Entomofauna en el área de monitoreo

N° Clase Orden Familia Morfoespecie


1 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthon sp
2 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthidium sp
3 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Anomala sp
4 Insecta Coleoptera Curculionidae Curculionidae sp1
5 Insecta Coleoptera Staphilinidae Staphilinidae sp2
6 Insecta Coleoptera Chrysomelidae Chrysomelidae sp1
7 Insecta Coleoptera Nutidulidae Nutidulidae sp
8 Insecta Coleoptera Elateridae Elateridae sp
9 Insecta Coleoptera Carabidae Carabidae sp1
10 Insecta Coleoptera Anobiidae Anobiidae sp1
11 Insecta Coleoptera Cantharidae Cantharidae sp
12 Insecta Coleoptera Hidrophilidae Hidrophilidae sp
13 Insecta Himenoptera Formicidae Mirmycinae sp
14 Insecta Himenoptera Formicidae Pseudomirmycinae
15 Insecta Himenoptera Formicidae Pachycondyla sp1
16 Insecta Himenoptera Formicidae Odontomachus sp
17 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp1
18 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp2
19 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp1
20 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp2
21 Insecta Himenoptera Formicidae Acromyrmex sp
22 Insecta Himenoptera Mutillidae Mutillidae sp
23 Insecta Himenoptera Apidae Apidae sp
24 Insecta Himenoptera Halictidae Halictidae sp
25 Insecta Himenoptera Bethylidae Bethylidae sp
26 Insecta Himenoptera Pompilidae Pompilidae sp1
27 Insecta Himenoptera Eulophidae Eulophidae sp1
28 Insecta Himenoptera Diapriidae Diapriidae sp
29 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Campopleginae sp
30 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp1
31 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp2
32 Insecta Himenoptera Platigastridae Platigastridae sp
33 Insecta Himenoptera Cynipoidea Cynipoidea sp
34 Insecta Himenoptera Proctotrupoidea Proctotrupoidea
35 Insecta Diptera Tephrytidae Tephrytidae sp
36 Insecta Diptera Anthomyiidae Anthomyiidae sp
37 Insecta Diptera Calliphoridae Calliphoridae sp
38 Insecta Diptera Dolichopodidae Dolichopodidae sp
39 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp1
40 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp2
41 Insecta Diptera Culicidae Culicidae sp
42 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 1
43 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 2
44 Insecta Diptera Micropezidae Micropezidae sp1
45 Insecta Diptera Mycetophilidae Micropezidae sp2

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N° Clase Orden Familia Morfoespecie


46 Insecta Diptera Ulidiidae Ulidiidae sp
47 Insecta Hemiptera Cicadellidae Cicadellidae sp1
48 Insecta Hemiptera Membracidae Membracidae sp1
49 Insecta Hemiptera Miridae Miridae sp
50 Insecta Hemiptera Triatomidae Triatomidae
51 Insecta Hemiptera Pentatomidae Pentatomidae
52 Insecta Lepidoptera Noctuidae Noctuidae sp
53 Insecta Lepidoptera Pieridae Colias lesbia
54 Insecta Ortoptera Acridiidae Acridiidae sp
55 Insecta Ortoptera Grillidae Grillidae sp
56 Insecta Ortoptera Tettigonidae Tettigonidae sp
57 Insecta Blattodea Blattellidae Blattellidae sp
58 Arachnida Opiliones Opiliones Opiliones sp
59 Arachnida Araneae Araneae Araneae sp
60 Arachnida Araneae Salticidae Saticidae sp
Elaborado por: SAP 2022.

La familia con mayor riqueza fue Formicidae con 9 morfoespecies, representando el


15%, Ichneumonidae y Scarabaeidae ambas con 3 morfoespecies, representando el 5%
cada una, el resto de familias reportaron de 2 a 1 individuo. (Ver Gráfico 29).
Gráfico 29. Riqueza de morfoespecies de Entomofauna a nivel de familias
taxonómicas

Otros 41

Sarcophagidae 2

Stratiomyidae 2

Ichneumonidae 3

Scarabaeidae 3

Formicidae 9

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.1.2. Abundancia
Por el método cuantitativo se registró un total de 271 individuos, siendo la morfoespecie
Camponotus sp1 la más abundante con 62 individuos, seguido de la morfoespecie
Ectatomma sp1 con 26 individuos, y en tercer lugar la morfoespecie Dolichopodidae sp
con 15 individuos, como las más importantes (Ver Tabla 65)
Tabla 65. Abundancia de la Entomofauna en el área de monitoreo

N° Clase Orden Familia Morfoespecie Total


1 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthon sp 1
2 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthidium sp 2
3 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Anomala sp 1

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N° Clase Orden Familia Morfoespecie Total


4 Insecta Coleoptera Curculionidae Curculionidae sp1 1
5 Insecta Coleoptera Staphilinidae Staphilinidae sp2 1
6 Insecta Coleoptera Chrysomelidae Chrysomelidae sp1 2
7 Insecta Coleoptera Nutidulidae Nutidulidae sp 3
8 Insecta Coleoptera Elateridae Elateridae sp 1
9 Insecta Coleoptera Carabidae Carabidae sp1 1
10 Insecta Coleoptera Anobiidae Anobiidae sp1 3
11 Insecta Coleoptera Cantharidae Cantharidae sp 1
12 Insecta Coleoptera Hidrophilidae Hidrophilidae sp 1
13 Insecta Himenoptera Formicidae Mirmycinae sp 4
14 Insecta Himenoptera Formicidae Pseudomirmycinae 9
15 Insecta Himenoptera Formicidae Pachycondyla sp1 13
16 Insecta Himenoptera Formicidae Odontomachus sp 2
17 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp1 26
18 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp2 9
19 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp1 62
20 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp2 3
21 Insecta Himenoptera Formicidae Acromyrmex sp 2
22 Insecta Himenoptera Mutillidae Mutillidae sp 1
23 Insecta Himenoptera Apidae Apidae sp 1
24 Insecta Himenoptera Halictidae Halictidae sp 3
25 Insecta Himenoptera Bethylidae Bethylidae sp 1
26 Insecta Himenoptera Pompilidae Pompilidae sp1 2
27 Insecta Himenoptera Eulophidae Eulophidae sp1 7
28 Insecta Himenoptera Diapriidae Diapriidae sp 2
29 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Campopleginae sp 1
30 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp1 2
31 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp2 2
32 Insecta Himenoptera Platigastridae Platigastridae sp 1
33 Insecta Himenoptera Cynipoidea Cynipoidea sp 3
34 Insecta Himenoptera Proctotrupoidea Proctotrupoidea 1
35 Insecta Diptera Tephrytidae Tephrytidae sp 2
36 Insecta Diptera Calliphoridae Calliphoridae sp 1
37 Insecta Diptera Dolichopodidae Dolichopodidae sp 15
38 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp1 1
39 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp2 1
40 Insecta Diptera Culicidae Culicidae sp 3
41 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 1 2
42 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 2 1
43 Insecta Diptera Micropezidae Micropezidae sp1 8
44 Insecta Diptera Mycetophilidae Micropezidae sp2 4
45 Insecta Diptera Ulidiidae Ulidiidae sp 5
46 Insecta Hemiptera Cicadellidae Cicadellidae sp1 8
47 Insecta Hemiptera Membracidae Membracidae sp1 3
48 Insecta Hemiptera Miridae Miridae sp 2
49 Insecta Hemiptera Triatomidae Triatomidae 1
50 Insecta Hemiptera Pentatomidae Pentatomidae 2
51 Insecta Lepidoptera Noctuidae Noctuidae sp 5
52 Insecta Lepidoptera Pieridae Colias lesbia 3
53 Insecta Ortoptera Acridiidae Acridiidae sp 1
54 Insecta Ortoptera Grillidae Grillidae sp 11
55 Insecta Ortoptera Tettigonidae Tettigonidae sp 2
56 Insecta Blattodea Blattellidae Blattellidae sp 6
57 Arachnida Opiliones Opiliones Opiliones sp 3
58 Arachnida Araneae Araneae Araneae sp 2
59 Arachnida Araneae Salticidae Saticidae sp 4
Elaborado por: SAP 2022.

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7.1.6.1.3. Abundancia relativa


En el área de monitoreo la abundancia relativa más alta fue de la morfoespecie
Camponotus sp1 con 22.88%, seguido de la morfoespecie Ectatomma sp1 con 9.59%,
y en tercer lugar la morfoespecie Dolichopodidae sp con 5.54%, como las más
importantes (Ver Tabla 66)
Tabla 66. Abundancia relativa en el área de monitoreo

N° Clase Orden Familia Morfoespecie Abundancia A. relativa


1 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp1 62 22.88
2 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp1 26 9.59
3 Insecta Diptera Dolichopodidae Dolichopodidae sp 15 5.54
4 Insecta Himenoptera Formicidae Pachycondyla sp1 13 4.80
5 Insecta Ortoptera Grillidae Grillidae sp 11 4.06
6 Insecta Himenoptera Formicidae Pseudomirmycinae 9 3.32
7 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp2 9 3.32
8 Insecta Diptera Micropezidae Micropezidae sp1 8 2.95
9 Insecta Hemiptera Cicadellidae Cicadellidae sp1 8 2.95
10 Insecta Himenoptera Eulophidae Eulophidae sp1 7 2.58
11 Insecta Blattodea Blattellidae Blattellidae sp 6 2.21
12 Insecta Diptera Ulidiidae Ulidiidae sp 5 1.85
13 Insecta Lepidoptera Noctuidae Noctuidae sp 5 1.85
14 Insecta Himenoptera Formicidae Mirmycinae sp 4 1.48
15 Insecta Diptera Mycetophilidae Micropezidae sp2 4 1.48
16 Arachnida Araneae Salticidae Saticidae sp 4 1.48
17 Insecta Coleoptera Nutidulidae Nutidulidae sp 3 1.11
18 Insecta Coleoptera Anobiidae Anobiidae sp1 3 1.11
19 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp2 3 1.11
20 Insecta Himenoptera Halictidae Halictidae sp 3 1.11
21 Insecta Himenoptera Cynipoidea Cynipoidea sp 3 1.11
22 Insecta Diptera Culicidae Culicidae sp 3 1.11
23 Insecta Hemiptera Membracidae Membracidae sp1 3 1.11
24 Insecta Lepidoptera Pieridae Colias lesbia 3 1.11
25 Arachnida Opiliones Opiliones Opiliones sp 3 1.11
26 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthidium sp 2 0.74
27 Insecta Coleoptera Chrysomelidae Chrysomelidae sp1 2 0.74
28 Insecta Himenoptera Formicidae Odontomachus sp 2 0.74
29 Insecta Himenoptera Formicidae Acromyrmex sp 2 0.74
30 Insecta Himenoptera Pompilidae Pompilidae sp1 2 0.74
31 Insecta Himenoptera Diapriidae Diapriidae sp 2 0.74
32 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp1 2 0.74
33 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp2 2 0.74
34 Insecta Diptera Tephrytidae Tephrytidae sp 2 0.74
35 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 1 2 0.74
36 Insecta Hemiptera Miridae Miridae sp 2 0.74
37 Insecta Hemiptera Pentatomidae Pentatomidae 2 0.74
38 Insecta Ortoptera Tettigonidae Tettigonidae sp 2 0.74
39 Arachnida Araneae Araneae Araneae sp 2 0.74
40 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthon sp 1 0.37
41 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Anomala sp 1 0.37
42 Insecta Coleoptera Curculionidae Curculionidae sp1 1 0.37
43 Insecta Coleoptera Staphilinidae Staphilinidae sp2 1 0.37
44 Insecta Coleoptera Elateridae Elateridae sp 1 0.37
45 Insecta Coleoptera Carabidae Carabidae sp1 1 0.37
46 Insecta Coleoptera Cantharidae Cantharidae sp 1 0.37
47 Insecta Coleoptera Hidrophilidae Hidrophilidae sp 1 0.37
48 Insecta Himenoptera Mutillidae Mutillidae sp 1 0.37
49 Insecta Himenoptera Apidae Apidae sp 1 0.37
50 Insecta Himenoptera Bethylidae Bethylidae sp 1 0.37
51 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Campopleginae sp 1 0.37

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EPOCA SECA 2022
000086
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N° Clase Orden Familia Morfoespecie Abundancia A. relativa


52 Insecta Himenoptera Platigastridae Platigastridae sp 1 0.37
53 Insecta Himenoptera Proctotrupoidea Proctotrupoidea 1 0.37
54 Insecta Diptera Calliphoridae Calliphoridae sp 1 0.37
55 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp1 1 0.37
56 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp2 1 0.37
57 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 2 1 0.37
58 Insecta Hemiptera Triatomidae Triatomidae 1 0.37
59 Insecta Ortoptera Acridiidae Acridiidae sp 1 0.37
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.1.4. Curva de acumulación de especies


Stimates (Robert K. Colwell 2009), fue el programa a utilizar para generar la curva de
acumulación de las especies. En la temporada seca, según Chao 1 se registro el 80.57%
de las especies esperadas, mientras que para Ace Mean, se reporta el 79% de especies
esperadas. Ver Gráfico 30.
Gráfico 30. Curva de acumulación de especies para la Entomofauna

80

70

60

50

40

30

20

10

0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5

S Mean (runs) Chao 1 Mean ACE Mean

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.2. Por estación de monitoreo


7.1.6.2.1. Composición y riqueza
A continuación, se detalla la composición y riqueza de las estaciones de monitoreo
consideradas para el presente estudio.
7.1.6.2.1.1. Estación de monitoreo PMB-01
Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 30 morfoespecies distribuidas en 24 familias
y 7 órdenes. Dentro del orden Hymenoptera la familia Formicidae fue la que presentó
mayor riqueza, con 6 especies. (Ver Tabla 67).

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EPOCA SECA 2022
000087
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7.1.6.2.1.2. Estación de monitoreo PMB-03


Este punto forma parte del Área de no Bosque Amazónico, en el sector de influencia
ambiental directa. Se registraron un total de 39 morfoespecies distribuidas en 27 familias
y 8 órdenes. Dentro del orden Hymenoptera la familia Formicidae fue la que presentó
mayor riqueza, con 8 especies. (Ver Tabla 67).
7.1.6.2.1.3. Estación de monitoreo PMB-04
Este punto forma parte del Bosque de terraza alta, en el sector de influencia ambiental
indirecta. Se registraron un total de 23 morfoespecies distribuidas en 20 familias y 6
órdenes. Dentro del orden Hymenoptera la familia Formicidae fue la que presentó mayor
riqueza, con 4 especies. (Ver Tabla 67).
Tabla 67. Listado taxonómico de morfoespecies de Entomofauna registrada por
estación de monitoreo

PMB-01

PMB-03

PMB-04
N° Clase Orden Familia Morfoespecie

1 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthon sp 0 1 0


2 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Canthidium sp 1 1 0
3 Insecta Coleoptera Scarabaeidae Anomala sp 0 0 1
4 Insecta Coleoptera Curculionidae Curculionidae sp1 0 0 1
5 Insecta Coleoptera Staphilinidae Staphilinidae sp2 1 0 0
6 Insecta Coleoptera Chrysomelidae Chrysomelidae sp1 0 1 0
7 Insecta Coleoptera Nutidulidae Nutidulidae sp 1 1 1
8 Insecta Coleoptera Elateridae Elateridae sp 1 0 0
9 Insecta Coleoptera Carabidae Carabidae sp1 1 0 0
10 Insecta Coleoptera Anobiidae Anobiidae sp1 0 1 1
11 Insecta Coleoptera Cantharidae Cantharidae sp 1 0 0
12 Insecta Coleoptera Hidrophilidae Hidrophilidae sp 0 0 1
13 Insecta Himenoptera Formicidae Mirmycinae sp 0 1 0
14 Insecta Himenoptera Formicidae Pseudomirmycinae 1 1 0
15 Insecta Himenoptera Formicidae Pachycondyla sp1 0 1 1
16 Insecta Himenoptera Formicidae Odontomachus sp 1 1 0
17 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp1 1 1 1
18 Insecta Himenoptera Formicidae Ectatomma sp2 1 1 1
19 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp1 1 1 1
20 Insecta Himenoptera Formicidae Camponotus sp2 1 0 0
21 Insecta Himenoptera Formicidae Acromyrmex sp 0 1 0
22 Insecta Himenoptera Mutillidae Mutillidae sp 0 0 1
23 Insecta Himenoptera Apidae Apidae sp 0 0 1
24 Insecta Himenoptera Halictidae Halictidae sp 0 1 0
25 Insecta Himenoptera Bethylidae Bethylidae sp 0 1 0
26 Insecta Himenoptera Pompilidae Pompilidae sp1 1 0 1
27 Insecta Himenoptera Eulophidae Eulophidae sp1 1 1 1
28 Insecta Himenoptera Diapriidae Diapriidae sp 0 0 1
29 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Campopleginae sp 0 1 0
30 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp1 1 1 0
31 Insecta Himenoptera Ichneumonidae Ichneumonidae sp2 1 1 0
32 Insecta Himenoptera Platigastridae Platigastridae sp 1 0 0
33 Insecta Himenoptera Cynipoidea Cynipoidea sp 0 1 1
34 Insecta Himenoptera Proctotrupoidea Proctotrupoidea 0 1 0
35 Insecta Diptera Tephrytidae Tephrytidae sp 0 0 1
36 Insecta Diptera Anthomyiidae Anthomyiidae sp 0 0 0
37 Insecta Diptera Calliphoridae Calliphoridae sp 1 0 0
38 Insecta Diptera Dolichopodidae Dolichopodidae sp 1 1 1
39 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp1 0 1 0

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000088
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PMB-01

PMB-03

PMB-04
N° Clase Orden Familia Morfoespecie

40 Insecta Diptera Stratiomyidae Stratiomyidae sp2 0 1 0


41 Insecta Diptera Culicidae Culicidae sp 1 0 0
42 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 1 0 1 0
43 Insecta Diptera Sarcophagidae Sarcophagidae 2 0 1 0
44 Insecta Diptera Micropezidae Micropezidae sp1 1 1 1
45 Insecta Diptera Mycetophilidae Micropezidae sp2 1 1 0
46 Insecta Diptera Ulidiidae Ulidiidae sp 0 1 0
47 Insecta Hemiptera Cicadellidae Cicadellidae sp1 1 0 0
48 Insecta Hemiptera Membracidae Membracidae sp1 0 1 0
49 Insecta Hemiptera Miridae Miridae sp 1 1 0
50 Insecta Hemiptera Triatomidae Triatomidae 0 1 0
51 Insecta Hemiptera Pentatomidae Pentatomidae 1 1 0
52 Insecta Lepidoptera Noctuidae Noctuidae sp 0 1 1
53 Insecta Lepidoptera Pieridae Colias lesbia 0 1 1
54 Insecta Ortoptera Acridiidae Acridiidae sp 1 0 0
55 Insecta Ortoptera Grillidae Grillidae sp 1 1 0
56 Insecta Ortoptera Tettigonidae Tettigonidae sp 1 0 0
57 Insecta Blattodea Blattellidae Blattellidae sp 1 1 0
58 Arachnida Opiliones Opiliones Opiliones sp 1 0 1
59 Arachnida Araneae Araneae Araneae sp 0 1 1
60 Arachnida Araneae Salticidae Saticidae sp 0 1 1
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.2.2. Abundancia relativa


7.1.6.2.2.1. Estación de monitoreo PMB-01
En la estación PMB-01 la abundancia relativa más alta es de Grillidae sp y Cicadellidae
sp1 con el 11.43% (8 individuos), seguido de Ectatomma sp1 representando el 10% (7
individuos). El resto de especies presentaron abundancias relativas menores a 6%. (Ver
Tabla 68).
Tabla 68. Abundancia relativa de la Entomofauna en la estación de monitoreo PMB-
01

N° Morfoespecie Abundancia A. Relativa


1 Cicadellidae sp1 8 11.43
2 Grillidae sp 8 11.43
3 Ectatomma sp1 7 10.00
4 Blattellidae sp 4 5.71
5 Micropezidae sp1 4 5.71
6 Culicidae sp 3 4.29
7 Eulophidae sp1 3 4.29
8 Camponotus sp1 3 4.29
9 Camponotus sp2 3 4.29
10 Pseudomirmycinae 3 4.29
11 Opiliones sp 2 2.86
12 Micropezidae sp2 2 2.86
13 Ectatomma sp2 2 2.86
14 Tettigonidae sp 2 2.86
15 Cantharidae sp 1 1.43
16 Carabidae sp1 1 1.43
17 Elateridae sp 1 1.43
18 Nutidulidae sp 1 1.43
19 Canthidium sp 1 1.43
20 Staphilinidae sp2 1 1.43
21 Calliphoridae sp 1 1.43

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000089
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

N° Morfoespecie Abundancia A. Relativa


22 Dolichopodidae sp 1 1.43
23 Miridae sp 1 1.43
24 Pentatomidae 1 1.43
25 Odontomachus sp 1 1.43
26 Ichneumonidae sp1 1 1.43
27 Ichneumonidae sp2 1 1.43
28 Platigastridae sp 1 1.43
29 Pompilidae sp1 1 1.43
30 Acridiidae sp 1 1.43
TOTAL 70 100.00
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.2.2.2. Estación de monitoreo PMB-03


En la estación PMB-03 la abundancia relativa más alta es de Camponotus sp1 con el
33.10% (48 individuos), seguido de Pachycondyla sp1 representando el 8.28%, y en
tercer lugar la morfoespecie Dolichopodidae sp representando cada una el 6.90% (10
individuos). El resto de especies presentaron abundancias relativas menores a 6%. (Ver
Tabla 69).
Tabla 69. Abundancia relativa de la Entomofauna en la estación de monitoreo PMB-
03

N° Morfoespecie Abundancia A. Relativa


1 Camponotus sp1 48 33.10
2 Pachycondyla sp1 12 8.28
3 Dolichopodidae sp 10 6.90
4 Ectatomma sp1 9 6.21
5 Pseudomirmycinae 6 4.14
6 Ulidiidae sp 5 3.45
7 Mirmycinae sp 4 2.76
8 Micropezidae sp1 3 2.07
9 Membracidae sp1 3 2.07
10 Halictidae sp 3 2.07
11 Grillidae sp 3 2.07
12 Saticidae sp 2 1.38
13 Blattellidae sp 2 1.38
14 Anobiidae sp1 2 1.38
15 Chrysomelidae sp1 2 1.38
16 Micropezidae sp2 2 1.38
17 Sarcophagidae 1 2 1.38
18 Cynipoidea sp 2 1.38
19 Eulophidae sp1 2 1.38
20 Acromyrmex sp 2 1.38
21 Ectatomma sp2 2 1.38
22 Noctuidae sp 2 1.38
23 Araneae sp 1 0.69
24 Nutidulidae sp 1 0.69
25 Canthidium sp 1 0.69
26 Canthon sp 1 0.69
27 Sarcophagidae 2 1 0.69
28 Stratiomyidae sp1 1 0.69
29 Stratiomyidae sp2 1 0.69
30 Miridae sp 1 0.69
31 Pentatomidae 1 0.69
32 Triatomidae 1 0.69
33 Bethylidae sp 1 0.69
34 Odontomachus sp 1 0.69
35 Campopleginae sp 1 0.69
36 Ichneumonidae sp1 1 0.69

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000090
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

N° Morfoespecie Abundancia A. Relativa


37 Ichneumonidae sp2 1 0.69
38 Proctotrupoidea 1 0.69
39 Colias lesbia 1 0.69
TOTAL 145 100.00
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.2.2.3. Estación de monitoreo PMB-04


En la estación PMB-04 la abundancia relativa más alta es de Campanotus sp1 con el
19.64% (11 individuos), seguido de Ectatomma sp1 representando el 17.86%, ambas
especies significaron más del 35% (21 individuos). (Ver Tabla 70).
Tabla 70. Abundancia relativa de la Entomofauna en la estación de monitoreo PMB-
04

N° Morfoespecie Abundancia A. Relativa


1 Camponotus sp1 11 19.64
2 Ectatomma sp1 10 17.86
3 Ectatomma sp2 5 8.93
4 Dolichopodidae sp 4 7.14
5 Noctuidae sp 3 5.36
6 Saticidae sp 2 3.57
7 Tephrytidae sp 2 3.57
8 Diapriidae sp 2 3.57
9 Eulophidae sp1 2 3.57
10 Colias lesbia 2 3.57
11 Araneae sp 1 1.79
12 Opiliones sp 1 1.79
13 Anobiidae sp1 1 1.79
14 Curculionidae sp1 1 1.79
15 Hidrophilidae sp 1 1.79
16 Nutidulidae sp 1 1.79
17 Anomala sp 1 1.79
18 Micropezidae sp1 1 1.79
19 Apidae sp 1 1.79
20 Cynipoidea sp 1 1.79
21 Pachycondyla sp1 1 1.79
22 Mutillidae sp 1 1.79
23 Pompilidae sp1 1 1.79
TOTAL 56 100.00
Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.2.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 71.
Tabla 71. Índices de diversidad para la Entomofauna en el área de monitoreo

Indice de diversidad PMB-01 PMB-03 PMB-04


Riqueza 30 39 23
Abundancia 70 145 56
Simpson_1-D 0.94 0.87 0.90
Shannon_H 3.11 2.83 2.72
Margalef 6.83 7.64 5.47
Equitability_J 0.91 0.77 0.87
Elaborado por: SAP 2022.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000091
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Con relación a los valores de diversidad, los valores del índice Shannon-Wiener indica
una modera diversidad para la Entomofauna para las 3 estaciones de monitoreo; puesto
que, los resultados oscilaron entre 2.72 y 3.11 bits/ind (H’). Estos valores, son reforzados
por el índice de Margalef, cuyos resultados fueron mayores a 5.47 (d), en las 3
estaciones. Lo cual indicaría un alto número de especies presentes en la zona
estudiada. De manera que la estación de monitoreo PMB-01 sería considerada como la
con un índice de Shannon-Wiener que muestra H’= 3.11 para esta estación, seguido por
el punto PMB-03 con H’= 2.83.
Según el índice de Pielou, la estación PMB-01 posee una distribución proporcional y
casi equitativa de todas las especies en todos los puntos evaluados (J=0.91).
7.1.6.2.4. Similaridad
En el dendrograma de Jaccard obtenido se observa que los valores de similitud en la
entomofauna, es baja. Demostró la similitud más alta entre los puntos PMB-01 y PMB-
03 (32% aproximadamente), lo cual es un valor moderado (Ver Gráfico 31).
Gráfico 31. Índice de diversidad cualitativo de Jaccard para la entomofauna

Similarity
0.2

0.3

0.4

0.5

0.6

0.7

0.8

0.9

1.0
PMB-04

PMB-03

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

En el dendrograma de Morisita obtenido se observa que los valores de similitud en la


composición de la entomofauna, es significativa para las estaciones PMB-03 y PMB-04
con 75% de similaridad, (Ver Gráfico 32).

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000092
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Gráfico 32. Índice de diversidad cuantitativo de Morisita para la entomofauna

Similarity
0.32

0.40

0.48

0.56

0.64

0.72

0.80

0.88

0.96
PMB-03

PMB-04

PMB-01

Elaborado por: SAP 2022.

7.1.6.3. Estado de conservación


No se registran especies en algún estado de conservación nacional ni internacional.

7.1.6.4. Endemismo
En la presente evaluación no se registran especies endémicas.

7.1.6.5. Usos
No se registran usos por parte de la población.
7.2. Ecosistema acuático
7.2.1. Plancton
7.2.1.1. Fitoplancton
7.2.1.1.1. Composición de especies
En el presente monitoreo se evaluó 1 sola estación, registrándose un total de 7 especies
de michroalgas presentes en 3 phyla: Bacillariophyta con 4 especies, Cyanobacteria con
2 especies y Euglenophyta con 1 especie.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000093
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Gráfico 33. Representatividad de especies por Phyllum para fitoplancton

2 4

Bacillariophyta Cyanobacteria Euglenophyta

Elaborado por: SAP 2022.

7.2.1.1.2. Abundancia
Se registró un total de 140 cel/ml, siendo las Cyanobacteria el Phyllum más abundante
con un total de 80 cel/ml, dentro de lo cual las especies Leptolyngbya sp y Wolskyella
sp fueron la más abundante con 40 cel/ml. (ver Tabla 72).
Tabla 72. Abundancia de fitoplancton

Nº Phylum Clase Orden Familia


Especie HB-01
1 Bacillariophyta Bacillariophyceae Eunotiales Eunotiaceae
Eunotia sp. 10
2 Bacillariophyta Bacillariophyceae Mastogloiales Mastogloiaceae
Mastogloia sp. 10
3 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Naviculaceae
Navicula sp.2 20
Surirella
4 Bacillariophyta Bacillariophyceae Surirellales Surirellaceae 10
linearis
Leptolyngbyace Leptolyngbya
5 Cyanobacteria Cyanophyceae Synechococcales 40
ae sp.
Synechococcac
6 Cyanobacteria Cyanophyceae Synechococcales Wolskyella sp 40
eae
Trachelomonas
7 Euglenophyta Euglenophyceae Euglenida Euglenidae 10
volvocinopsis
Elaborado por: SAP 2022.

7.2.1.1.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 73.
Tabla 73. Valores de parámetros comunitarios para fitoplancton

Indices de diversidad HB-01


Riqueza 7
Abundancia 140
Simpson_1-D 0.80
Shannon_H 1.75
Margalef 1.21
Equitability_J 0.90

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000094
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Elaborado por: SAP 2022.

Para la evaluación de la estación se tiene que el índice de diversidad de Shannon


Wiener (H’) presenta un valor de H’= 1.75 bit/ind, siendo considerado como una
diversidad baja. Para el índice de Margalef (DMg) el cual mide la riqueza específica, la
estacion evaluada presento un índice de Margalef bajo debido a que es una estación
con baja riqueza específica. Respecto al índice de equitatividad el valor obtenido fue de
0.90, lo cual indicaría la ausencia de especies dominantes.
7.2.1.2. Zooplancton
7.2.1.2.1. Composición de especies
En el presente monitoreo se evaluó 1 sola estación, registrándose un total de 12
especies de microorganismos presentes en 4 phyla: Rotifera con 6 especies, Protozoa
con 4 especies y Ciliophora y Arthopoda con 1 especie.
Gráfico 34. Representatividad de especies por Phyllum para zooplancton

1
1

Arthropoda Ciliophora Protozoa Rotifera

Elaborado por: SAP 2022.

7.2.1.2.2. Abundancia
Se registró un total de 26 org/ml, siendo los Rotifera el Phyllum más abundante con un
total de 12 org/ml, seguido de los Protozoa con 7 org/ml dentro de la cual se registra a
la especie Arcella hemisphaerica la cual fue la más abundante. (Ver Tabla 74).
Tabla 74. Abundancia de zooplancton

Nº Phylum Clase Orden Familia Especie HB-01


1 Arthropoda Maxillopoda n.d. n.d. Nauplio de copépodo 3
2 Ciliophora Ciliatea Peritrichida Vorticellidae Vorticella sp. 4
3 Protozoa Filosia Aconchulinida Euglyphidae Euglypha scutigera 1
4 Protozoa Filosia Aconchulinida Euglyphidae Trinema enchelys 1
5 Protozoa Lobosa Arcellinida Arcellidae Arcella gibbosa 2
6 Protozoa Lobosa Arcellinida Arcellidae Arcella hemisphaerica 3
7 Rotifera Bdelloidea Indeterminado Indeterminado bdelloidea n.d 4
8 Rotifera Monogononta Ploima Synchaetidae Polyarthra dolichoptera 1
9 Rotifera Monogononta Ploima Lecanidae Lecane hastata 1

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000095
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Nº Phylum Clase Orden Familia Especie HB-01


10 Rotifera Monogononta Ploima Lecanidae Lecane sp. 1
11 Rotifera Monogononta Ploima Lepadellidae Colurella obtusa 1
12 Rotifera Monogononta Ploima Lepadellidae Lepadella patella 4
Elaborado por: SAP 2022.

7.2.1.2.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 75.
Tabla 75. Valores de parámetros comunitarios para zooplancton

Indices de diversidad HB-01


Riqueza 12
Abundancia 26
Simpson_1-D 0.89
Shannon_H 2.31
Margalef 3.38
Equitability_J 0.93
Elaborado por: SAP 2022.

Para la evaluación de la estación se tiene que el índice de diversidad de Shannon


Wiener (H’) presenta un valor de H’= 2.31 bit/ind, siendo considerado como una
diversidad baja. Para el índice de Margalef (DMg) el cual mide la riqueza específica, la
estación evaluada presento un índice de Margalef bajo debido a que es una estación
con menor riqueza específica. Respecto al índice de equitatividad el valor obtenido fue
de 0.93, lo cual indicaría la ausencia de especies dominantes.
7.2.2. Perifiton
7.2.2.1. Composición de especies
En el presente monitoreo se evaluó 1 sola estación, registrándose un total de 17
especies de microalgas presentes en 3 phyla: Bacillariophyta con 12 especies,
Cyanobacteria con 4 especies y Euglenophyta con una especie.
Gráfico 35. Representatividad de especies por Phyllum para perifiton

12

Bacillariophyta Cyanobacteria Euglenophyta

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000096
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Elaborado por: SAP 2022.

7.2.2.2. Abundancia
Se registró un total de 1580 cel/cm2, siendo las Bacillariophyta el Phyllum más
abundante con un total de 660 cel/cm 2. Las especies más abundantes fueron Wolskyella
sp con 440 cel/cm2; seguido de Pseudanabaena sp. con 240 cel/cm 2, ambas del orden
de los Synechococcales. El resto de especies registraron abundancias iguales o
menores a 180 cel/cm2 (Ver Tabla 76).
Tabla 76. Abundancia del perifiton

HB
Nº Phylum Clase Orden Familia Especie
-01
1 Bacillariophyta Bacillariophyceae Bacillariales Bacillariaceae Nitzschia palea 40
Nitzschia perminut
Bacillariophyta Bacillariophyceae Bacillariales Bacillariaceae 20
2 a
Nitzschia sigmoide
Bacillariophyta Bacillariophyceae Bacillariales Bacillariaceae 20
3 a
4 Bacillariophyta Bacillariophyceae Licmophorales Ulnariaceae Ulnaria ulna 20
5 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Diploneidaceae Diploneis ovalis 20
6 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Naviculaceae Navicula sp. 100
7 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Naviculaceae Navicula sp.2 180
Pinnularia
Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Pinnulariaceae 140
8 divergens
9 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Pinnulariaceae Pinnularia maior 20
10 Bacillariophyta Bacillariophyceae Naviculales Pinnulariaceae Pinnularia viridis 20
Cymatopleura
Bacillariophyta Bacillariophyceae Surirellales Surirellaceae 40
11 solea
12 Bacillariophyta Bacillariophyceae Surirellales Surirellaceae Stenopterobia sp. 40
13 Cyanobacteria Cyanophyceae Oscillatoriales Oscillatoriaceae Phormidium sp. 120
Synechococcal Leptolyngbyacea
Cyanobacteria Cyanophyceae Leptolyngbya sp. 80
14 es e
Synechococcal Pseudanabaenac Pseudanabaena
Cyanobacteria Cyanophyceae 240
15 es eae sp.
Synechococcal Synechococcace
Cyanobacteria Cyanophyceae Wolskyella sp 440
16 es ae
17 Euglenophyta Euglenophyceae Euglenida Euglenidae Euglena sp. 40
Elaborado por: SAP 2022.

Por otro lado, se registró un total de 13 especies de microorganismos ligados al perifiton


presentes en 43 phyla: Ciliophora, Protozoza, Nemata y Rotifera, siendo estos últimos
los mejor representados con 8 especies, asi como los mas abundantes con 35 cel/cm 2
Tabla 77. Riqueza y abundancia de microorganismos ligados al perifiton.
Nº Phylum Clase Orden Familia Especie HB-01
1 Ciliophora Ciliatea Peritrichida Vorticellidae Vorticella sp. 5
2 Rotifera Bdelloidea Indeterminado Indeterminado bdelloidea n.d 12
3 Rotifera Monogononta Ploima Brachionidae Platyias quadricornis 1
4 Rotifera Monogononta Ploima Euchlanidae Euchlanis sp. 11
5 Rotifera Monogononta Ploima Lecanidae Lecane sp. 2
6 Rotifera Monogononta Ploima Lepadellidae Colurella obtusa 1
7 Rotifera Monogononta Ploima Lepadellidae Colurella uncinata 2
8 Rotifera Monogononta Ploima Lepadellidae Lepadella patella 4
9 Rotifera Monogononta Ploima Trichotriidae sp. Trichotria sp. 2
11 Protozoa Filosia Aconchulinida Euglyphidae Trinema enchelys 3
12 Protozoa Lobosa Arcellinida Arcellidae Arcella hemisphaerica 7
13 Nemata n.d n.d n.d nematodos n.d 5
Elaborado por: SAP 2022.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000097
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.2.2.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 78.
Tabla 78. Valores de parámetros comunitarios para perifiton
Indices de diversidad HB-01
Riqueza 17
Abundancia 1580
Simpson_1-D 0.86
Shannon_H 2.33
Margalef 2.17
Equitability_J 0.82
Elaborado por: SAP 2022.

Para la evaluación de la estación se tiene que el índice de diversidad de Shannon


Wiener (H’) presenta un valor de H’= 2.33 bit/ind, siendo considerado como una
diversidad baja. Para el índice de Margalef (DMg) el cual mide la riqueza específica, la
estación evaluada presento un índice de Margalef bajo debido a que es una estación
con menor riqueza específica. Respecto al índice de equitatividad el valor obtenido fue
de 0.82, lo cual indicaría la ausencia de especies dominantes.
7.2.3. Macroinvertebrados bentónicos
7.2.3.1. Composición de especies
En el presente monitoreo se evaluó 1 sola estación, registrándose un total de 9 especies
presentes en 1 phyla: Arthropoda, 2 clases: Insecta y Malacostraca; y 5 órdenes, siendo
los Coleopteros los más abundantes con 4 especies.
Gráfico 36. Representatividad de especies por orden para macroinvertebrados
bentónicos

1
1

Coleoptera Diptera Ephemeroptera Odonata Decapoda

Elaborado por: SAP 2022.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000098
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7.2.3.2. Abundancia
Se registró un total de 35 org/m 2, siendo los artrópodos el único Phyllum, por ende, el
más abundante. Los artrópodos presentaron a Macrobrachium sp. como la especie más
abundante de su grupo, presentando un conteo de 18 org/m 2.
Tabla 79. Abundancia para macroinvertebrados bentónicos

Nº PHYLUM CLASE ORDEN FAMILIA ESPECIE HB-01


1 Arthropoda Insecta Coleoptera Elmidae Austrolimnius sp. 1
2 Arthropoda Insecta Coleoptera Elmidae Huleechius sp. 4
3 Arthropoda Insecta Coleoptera Elmidae Macrelmis sp. 1
4 Arthropoda Insecta Coleoptera Elmidae Neoelmis sp. 3
5 Arthropoda Insecta Diptera Chironomidae Chironomidae n.d. 1
6 Arthropoda Insecta Ephemeroptera Baetidae Americabaetis sp. 5
7 Arthropoda Insecta Odonata Aeshnidae Aeshna sp. 1
8 Arthropoda Malacostraca Decapoda Palaemonidae Macrobrachium sp. 18
9 Arthropoda Malacostraca Decapoda Pseudothelphusidae Purus sp. 1
Elaborado por: SAP 2022.

7.2.3.3. Diversidad
Con los datos obtenidos durante la fase en campo, se pudo determinar la riqueza
específica como los índices de Simpson (1-D), Shannon-Wiener (H´) y el índice de
equidad de Pielou (J). Ver Tabla 80.
Tabla 80. Valores de parámetros comunitarios para macroinvertebrados bentónicos

Indices de diversidad HB-01


Riqueza 9
Abundancia 35
Simpson_1-D 0.69
Shannon_H 1.59
Margalef 2.25
Equitability_J 0.72
Elaborado por: SAP 2022.

Para la evaluación de la estación se tiene que el índice de diversidad de Shannon


Wiener (H’) presenta un valor de H’= 1.59 bit/ind, siendo considerado como una
diversidad baja. Para el índice de Margalef (DMg) el cual mide la riqueza específica, la
estación evaluada presento un índice de Margalef bajo debido a que es una estación
con baja riqueza específica. Respecto al índice de equitatividad el valor obtenido fue de
0.72, lo cual indicaría la ausencia de especies dominantes.
7.2.4. Necton (peces)
7.2.4.1. Composición de especies
No se reportaron especies de necton para el área de estudio.
8. CONCLUSIONES
8.1. Flora y Vegetación
• Para el área de influencia del proyecto se determinaron dos tipos de vegetación,
Área de no Bosque Amazónico (Ano-ba) y Bosque de Terraza Alta (Bta).
• Aplicando la metodología (Cuantitativa) de parcelas se registraron 138 especies en
toda el área del proyecto, agrupadas en 45 familias y 26 órdenes.

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EPOCA SECA 2022
000099
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

• La familia más representativa fue Fabaceae con un total de 20 especies y


representando el 18.02% del total de especies.
• Según la legislación nacional, se registra una especie en categorías de
conservación En Peligro (EN), mientras que según el IUCN la especie Tabebuia
serratifolia están categorizadas como En Peligro (EN), y la especie Guatteria
trichoclonia y Attalea tessamannii categorizada como Casi Amenazado (NT).
• De acuerdo de los Apéndices I, II y III de la Convención sobre el Comercio
Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora Silvestre (CITES, 2022),
ninguna de las especies se encuentra en la lista del CITES
8.2. Entomofauna
• La evaluación de artrópodos permitió el registro de 60 morfoespecies, con una
abundancia total de 271 individuos, siendo el orden Hymenoptera el grupo
dominante con el 36.67% del total de morfoespecies registradas.
• La morfoespecie Camponotus sp1 la más abundante con 62 individuos, seguido de
la morfoespecie Ectatomma sp1 con 26 individuos, y en tercer lugar la morfoespecie
Dolichopodidae sp con 15 individuos
• Ninguna de las especies registradas en el grupo de artrópodos se encuentra en
alguna categoría nacional o internacional.
8.3. Herpetofauna
• La herpetofauna comprendió un total de 16 especies entre anfibios y reptiles, con
un total de 31 individuos.
• El orden Anura presentó la mayor riqueza, con once (11) especies reportadas,
seguido del orden Squamata con cinco (05) especies.
• La familia que presentó la mayor riqueza fue Hylidae quien reportó 4 especies, y
pertenece al orden Anura.
• De acuerdo a la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S.
Nº 004-2014-MINAGRI), no se reportó especies en alguna categoría de
conservación.
• Según la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza (IUCN, 2022-1), 15 especies reportadas se ubican
en la categoría Preocupación Menor (LC).
• En cuanto a la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies
Amenazadas de Fauna y Flora (CITES, 2022), la especie, Ameerega trivittata se
encuentran en el Apéndice II.
8.4. Ornitofauna
• La composición de aves en el área de influencia del proyecto estuvo constituida por
un total de 38 especies agrupadas en 19 familias y 10 órdenes taxonómicos, siendo
el orden Passeriformes el mejor representado con 18 especies.
• La especie más abundante en el área de estudio fue Crotophaga ani con 19
individuos reportados.
• Según la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S. Nº 004-
2014-MINAGRI), se reporta a la especie Ara chloropterus categorizada como Casi

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000100
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amenazada (NT).
• Para la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para la
Conservación de la Naturaleza (IUCN, 2021-2), las 38 especies registradas se
encuentran categorizadas como Preocupación Menor (LC).
• De acuerdo a la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies
Amenazadas de Fauna y Flora Silvestre (CITES, 2021), las especies Rupornis
magnirostris, Buteogallus schistaceus, Phaethornis atrimentalis, Phaethornis
hispidus, Ibycter americanus, Milvago chimachima, Amazona farinosa, Ara
chloropterus y Pionus menstruus se encuentran categorizadas en el Apéndice II;
mientras que la especie Pteroglossus castanotis se encuentra en el Apéndice III.
8.5. Mastofauna
• La mastofauna comprendió un total de 13 especies distribuidas en 11 familias y seis
(06) órdenes taxonómicos, Siendo los órdenes Rodentia y Carnivora los mejores
representados con el cinco (05) y tres (03) especies, respectivamente.
• De las especies registradas, siete (07) pertenecieron a los mamíferos mayores,
cinco (05) a los mamíferos menores terrestres y uno (01) a los mamíferos menores
voladores.
• Para la Lista Nacional de Especies Amenazadas de Fauna Silvestre (D.S. Nº 004-
2014-MINAGRI), la especie Panthera onca se categoriza como Casi amenazada
(NT).
• De acuerdo a la Lista Roja de Especies Amenazadas de la Unión Internacional para
la conservación de la Naturaleza (IUCN, 2022-1), siete (07) especies de mamíferos
se encuentran bajo la categoría de Preocupación Menor (LC); mientras que la
especie Panthera onca se halla como Casi amenzada (NT).
• Según la Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de
Fauna y Flora (CITES, 2021), las especies Leopardus pardalis y Panthera onca se
encuentran incluidas en la lista mamíferos del Apéndice I; mientras que las especies
Dicotyles tajacu y Saimiri sciureus se encuentran en el Apéndice II. Por último, las
especies Nasua nasua y Cuniculus paca se ubican en el Apéndice III.
8.6. Hidrobiología
• El muestreo hidrobiológico fue evaluado en 4 grupos: plancton presento un total de
7 especies de fitoplancton y 12 especies de zooplancton. El perifiton y bentos
estuvieron constituidos por 17 y 9 especies respectivamente, observándose una
predominancia de artrópodos para los organismos bentónicos, mientras que para el
perifiton el Phyllum Bacillariophyta con 12 especies fue el mejor representado.
• No se reportaron especies de necton para el área de estudio.
• No se reportan especies en categorías de conservación para el componente
hidrobiológico.
9. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
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INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000101
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

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INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


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INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000104

ANEXO A
MAPAS
500000 505000 510000 515000
000105
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
9105000

9105000
COLOMBIA

ECUADOR

TUMBES LORETO

PIURA

AMAZONAS
LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
UCAYALI
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO
9100000

9100000
Pacífico
LAGUNA

LAGUNA AREQUIPA
LAGUNA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL

DEPARTAMENTO
DE LORETO

Naranjo YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
Boca Juanito BRASIL

PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN


DE PADRE
ABAD
DE CORONEL DEL PROYECTO
PROVINCIA DE CORONEL PORTILLO PORTILLO MASISEA
CAMPOVERDE
DISTRITO DE
UCAYALI
MANANTAY

NUEVA REQUENA DEPARTAMENTO


9095000

9095000
IPARIA
DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
Área del Proyecto DE ATALAYA
RI
O
J
U

DEPARTAMENTO
AN
TIA

DE UCAYALI

Santa Clara De Uchuña


DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA

LAGUNA UCHUNYA

RI
O
AG
UA
YT
Unión de Juantia Tipishca

IA
Simbología
Tipishca de Juantia
San Pablo LAGUNA

Centros Poblados Red Vial Departamental


9090000

9090000
"

Red Hidrográfica Asfaltada


Quebradas Afirmada Nuevo Israel Nuevo Eden Escala: 1/50,000
Ríos Sin Afirmar Km
R IO J U
ANTIA

0 0.75 1.5 3 4.5 6


LAGUNA

Lagunas Trocha
LAGUNA
LAGUNA

Barranca
Red Vial Vecinal En Proyecto
Asfaltada División Política TITULAR DEL ESTUDIO:
R
IO SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
Afirmada Departamentos
LAGUNA
AG
U A Y T IA

PROYECTO:
Sin Afirmar Provincias Nueva Unión de Juantia
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
Trocha Distritos DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
TIA

V
A . LI
IA

QD

En Proyecto
01
TÍTULO: LAMINA N°:
Barranco MAPA DE UBICACIÓN
Red Vial Nacional
Asfaltada
Leyenda Cedro Isla DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:
UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Afirmada Área del proyecto


ELABORADO POR: REVISADO POR:
Escala : 1 / 50,000
Sin Afirmar Área del Predio CBP:

Trocha Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
En Proyecto Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

500000 505000 510000 515000


507500 508250 509000 509750
000106

³
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL
COLOMBIA

ECUADOR

TUMBES LORETO

PIURA

AMAZONAS
LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
UCAYALI
9096250

9096250
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL

DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
9095500

9095500
bh-
T∆bmh-
T BRASIL

PROVINCI
A PROVINCI
A UBICACIÓN
DEPADRE DECORONEL DEL PROYECTO
Área del Proyecto ABAD
CAMPOVERDE
PORTI
LLO MASISEA

MANANTAY

DEPARTAMENTO IPARIA
DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVI
NCI
A
PROVINCI
A
DE PASCO DEPURUS
DEATALAY
A

DEPARTAMENTO
DE UCAYALI

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
9094750

9094750
bh-
T

Es c ala:1/
7,500
m.
0 90 180 360 540 720
TITULAR DEL ESTUDIO:
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

Leyenda 02
TÍTULO: LAMINA N°:
MAPA DE ZONAS DE VIDA
Simbología Ac c e s o DEP ARTAMENTO: P ROVI
NCI
A: DI
STRI
TO:
9094000

9094000
UCAY ALI CORONELP ORTI
LLO NUEVAREQUENA

Red Hidrográfica Áre ad e lproye c to


Zonas de Vida
ELABORADO POR: REVISADO POR:
Es c ala:1/7,
500
Que brad as Áre ad e lP re d io CBP:


os bos que hum e d o Tropic al;bh-
T Áre ad e I
nflue nc iaAm bie ntalDire c ta P roye c c ión: UTM
DATUM: WGS84
ELABORADO POR: FECHA:

Lagunas bos que hum e d o Tropic al(


trans ic ionalabos que m uyhum e d o Tropic al)
;bh-
TΔbm h-
T Áre ad e I
nflue nc iaAm bie ntalI
nd ire c ta Z ona: 18
He m is fe rio: SUR
F
.M.
C Agosto de 2022

Fue nte Rí
os yQue brad as -CartaNac ionald e P uc allpa(
17-
n),e s c ala1:
100000-I
GN;Ce ntros P oblad os -I
NEI
,Infrae s truc turaVial-MTC,Lí
m ite s -I
NEI

507500 508250 509000 509750


506750 507500 508250 509000 509750
000107

³
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL
COLOMBIA

ECUADOR

TUMBES LORETO

PIURA

AMAZONAS
LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
UCAYALI
9096250

9096250
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL

DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
9095500

9095500
BRASIL
Ano-ba

PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN


DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
Área del Proyecto ABAD
CAMPOVERDE
PORTILLO MASISEA

MANANTAY
Bta
DEPARTAMENTO IPARIA
DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
DE ATALAYA

DEPARTAMENTO
DE UCAYALI

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
9094750

9094750
Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

Leyenda 03
TÍTULO: LAMINA N°:
MAPA DE COBERTURA VEGETAL
Simbología Acceso DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO
9094000

9094000
NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Área del proyecto ELABORADO POR: REVISADO POR:


Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio Btb CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Área de Influencia Ambiental Directa Proyección:
DATUM:
UTM
WGS84
ELABORADO POR: FECHA:

Lagunas Bosque de terraza baja; Btb Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

506750 507500 508250 509000 509750


400000 450000 500000 550000 600000
000108
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
9200000

9200000
Proyecto Industrial de Oleaginosas Servicios Agrarios de Pucallpa S.A.C.
COLOMBIA

Área Natural Protegida Distancia ECUADOR

Categoria Nombre (Km)


Zona de Amortiguamiento del Parque Nacional Coordillera Azul 37.58
TUMBES LORETO

Parque Nacional Cordillera Azul 79.26 PIURA

Zona de Amortiguamiento del Parque Nacional Sierra del Divisor 40.26 AMAZONAS
LAMBAYEQUE

Parque Nacional Sierra del Divisor 47.18


CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

Zona de Amortiguamiento de la Reserva Comunal El Sira 67.37 LA LIBERTAD

Reserva Comunal El Sira 70.65 Parques Nacionales


Sierra del Divisor
Área Natural Protegida de Administración Regional Imiria 85.97
ANCASH
HUANUCO
UCAYALI
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
9150000

9150000
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL

DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
BRASIL

.
.

Km
Km

.2 5
1 8
7. UBICACIÓN

40
PROVINCIA
4 PROVINCIA
Parques Nacionales
DE PADRE
ABAD
DE CORONEL DEL PROYECTO
PORTILLO
Cordillera Azul CAMPOVERDE MASISEA

3 7 .5 8 MANANTAY
9100000

9100000
Km. DEPARTAMENTO IPARIA
DE HUANUCO

79.26 Km.

Área del Proyecto DEPARTAMENTO


DE PASCO
PROVINCIA PROVINCIA
DE PURUS
DE ATALAYA

DEPARTAMENTO
DE UCAYALI

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA

85
.9
67

7
.3 7

Km
.
70.

Km
65

.
Km
9050000

9050000
.

Escala: 1/500,000
Km
0 5 10 20 30 40

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO HIDROBIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

Leyenda 04
TÍTULO: MAPA DE ÁREAS NATURALES LAMINA N°:
PROTEGIDAS
Áreas Naturales Protegidas Componentes DEPARTAMENTO:
UCAYALI
PROVINCIA:
CORONEL PORTILLO
DISTRITO:
NUEVA REQUENA
Reservas Comunales
Parque Nacional El Sira Área del proyecto ELABORADO POR: REVISADO POR:
Escala : 1 / 500,000
Reserva Comunal Área del Predio CBP:

Áreas de Conservación Regional Área de Influencia Ambiental Directa Proyección:


DATUM:
UTM
WGS84
ELABORADO POR: FECHA:

Zona de Amortiguamiento Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:


Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

400000 450000 500000 550000 600000


500000 507500 515000 522500
000109
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³ PROVINCIA DE UCAYALI COLOMBIA

DISTRITO DE
LORETO
ECUADOR

PADRE MARQUEZ
TUMBES LORETO
A. R E N A C A L LAGUNA GARZACOCHA
QD
9107500

9107500
PIURA

AMAZONAS
LAGUNA VACA LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

AL
AC
RE

N
A.
QD
LAGUNA CAÑOANIA
LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
Palestina LAGUNA
UCAYALI
PASCO

SHAMBO PORVENIR JUNIN


BOLIVIA

LAGUNA LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO

LAGUNA San José / Trapiche HUANCAVELICA

LAGUNA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO
Shambo Porvenir PUNO

Miraflores

El Caribe
Pacífico AREQUIPA
Nueva Unión de Progreso

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

Esperanza
SHAMBO PORVENIR CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL
9100000

9100000
LAGUNA

LAGUNA
LAGUNA

DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO
Área del Proyecto
CALLERIA
Naranjo DE SAN MARTIN
BRASIL

Boca Juanito

PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN

RI O A
DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO

UA G
ABAD
IA

PORTILLO

YT
CAMPOVERDE MASISEA
R IO JU
MANANTAY
AN

DISTRITO DE
TIA

PROVINCIA DE CORONEL PORTILLO UCAYALI DEPARTAMENTO IPARIA


NUEVA REQUENA DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
Santa Clara De Uchuña DE ATALAYA
9092500

9092500
DEPARTAMENTO
DE UCAYALI

LAGUNA UCHUNYA

SANTA CLARA DE UCHUÑA DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE


DE JUNIN MADRE DE DIOS
Unión de Juantia Tipishca DEPARTAMENTO
DISTRITO DE DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
San Pablo
Tipishca de Juantia
LAGUNA YARINACOCHA HUANCAVELICA

Nuevo Israel Nuevo Eden

ILLO
R IO
JU
A N TIA

. S APOT
LAGUNA LAGUNA
LAGUNA

Q DA
Barranca

Simbología LAGUNA

Nueva Unión de Juantia

"
/ CAPITAL DISTRITAL Red Vial Departamental

A
A YTI
Centros Poblados Asfaltada
G
R IO A

U
" Barranco

Red Hidrográfica Afirmada Cedro Isla

Quebradas Sin Afirmar Escala: 1/75,000


Ríos Trocha Km
Lagunas En Proyecto Palmeras de Zapotillo 0 1.25 2.5 5 7.5 10
Red Vial Vecinal División Política
9085000

9085000
Asfaltada Departamentos TITULAR DEL ESTUDIO:
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
Afirmada Provincias
. L IV I A T
QDA IA

PROYECTO:
Sin Afirmar Distritos Amaquella MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
Trocha DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
En Proyecto DISTRITO DE
Leyenda
San Juan de Shesheta
05
TÍTULO: LAMINA N°:
CAMPOVERDE MAPA DE COMUNIDADES NATIVAS
Red Vial Nacional
Asfaltada Acceso DEPARTAMENTO:
UCAYALI
PROVINCIA:
CORONEL PORTILLO
DISTRITO:
NUEVA REQUENA
Agricola El Sol
Afirmada 9 de Febrero
Área del proyecto ELABORADO POR: REVISADO POR:
Escala : 1 / 75,000
Sin Afirmar Nueva Requena Área del Predio CBP:

DISTRITO Trocha
DE
PROVINCIA DE PADRE ABAD Comunidades Bajo Rayal
LAGUNA SHESHEA

Los Angeles
LAGUNA
Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
CURIMANAEn Proyecto Comunidades Nativas Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona: 18 F.M.C Agosto de 2022
Hemisferio: SUR

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

500000 507500 515000 522500


506750 507500 508250 509000 509750
000110

³
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL
Estaciones de Evaluación Biológica
Coordenadas UTM WGS 84
COLOMBIA

ECUADOR

Estación Zona 18 Sur


Este (m) Norte (m) TUMBES LORETO

PMB-01 507964 9095154 PIURA

PMB-03 508300 9095238 LAMBAYEQUE


AMAZONAS

PMB-04 509230 9094976


CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
9096250

9096250
UCAYALI
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL
Ano-ba
DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO
9095500

9095500
CALLERIA
DE SAN MARTIN
BRASIL

PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN


Área del Proyecto DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
ABAD PORTILLO
CAMPOVERDE MASISEA
Bta MANANTAY

PMB-03 DEPARTAMENTO IPARIA


#
0 DE HUANUCO

PMB-01
#
0
DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
DE ATALAYA

DEPARTAMENTO
DE UCAYALI
PMB-04
#
0
DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
9094750

9094750
Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 06
TÍTULO: LAMINA N°:
EVALUACIÓN BIOLÓGICA
Simbología
9094000

9094000
Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso ELABORADO POR:


Btb
REVISADO POR:
Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb 0 Estaciones de Evaluación Biológica
# Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

506750 507500 508250 509000 509750


507100 507800 508500 509200 509900
000111
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
Estaciones de Evaluación Hidrobiológica
Coordenadas UTM WGS 84
COLOMBIA

Zona 18 Sur
ECUADOR

Estación
Este (m) Norte (m) TUMBES LORETO

HB-01 508817 9094793


9096500

9096500
PIURA

AMAZONAS
LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
UCAYALI
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE
9095800

9095800
UBICACIÓN PROVINCIAL

Ano-ba
Área del Proyecto
DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA
Tanques de Clarificación
Almacenamiento Estrilización Laguna Facultativa NUEVA REQUENA
de la Fruta Tratamiento de Aguas DEPARTAMENTO CALLERIA
Balanza Desfibrado Residuales DE SAN MARTIN
BRASIL
Carga Palmisteria
Porteria
Recepción Tratamiento
de Agua
PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN
y control
de calidad
DE PADRE
ABAD
DE CORONEL DEL PROYECTO
Estrilización PORTILLO MASISEA
CAMPOVERDE
de la Fruta
Bta Caldera MANANTAY
Almacen, Cuarto
Laboratorio, DEPARTAMENTO IPARIA
Desenfrutado de Maquinas
Maestranza Raquis DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVINCIA
9095100

9095100
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
DE ATALAYA

DEPARTAMENTO
DE UCAYALI

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
HB-01
#
0

Escala: 1/7,500
9094400

9094400
Km
0 0.125 0.25 0.5 0.75 1

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO HIDROBIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 07
TÍTULO: LAMINA N°:
EVALUACIÓN HIDROBIOLÓGICA
Simbología Componentes DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Área del proyecto ELABORADO POR: REVISADO POR:


Btb Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb 0 Estación de Evaluación Hidrobiológica
# Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

507100 507800 508500 509200 509900


506750 507500 508250 509000 509750
000112
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
Estaciones de Evaluación Biológica
Coordenadas UTM WGS 84 Zona 18 Sur
COLOMBIA

ECUADOR

Estación Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m)
Vertice A Vertice B Vertice C Vertice D TUMBES LORETO

PMB-01 507964 9095154 507966 9095102 507941 9095103 507941 9095157 PIURA

PMB-03 508300 9095238 508356 9095240 508358 9095217 508300 9095217 LAMBAYEQUE
AMAZONAS

PMB-04 509230 9094976 509242 9094923 509266 9094928 509250 9094977


CAJAMARCA
SAN MARTIN
BRASIL

LA LIBERTAD

ANCASH
HUANUCO
9096250

9096250
UCAYALI
PASCO

BOLIVIA
JUNIN
LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

CUSCO
HUANCAVELICA

APURIMAC

Océano
ICA
AYACUCHO PUNO

Pacífico AREQUIPA

UBICACIÓN MOQUEGUA

DEL PROYECTO TACNA

CHILE

UBICACIÓN PROVINCIAL
Ano-ba
DEPARTAMENTO
DE LORETO

YARINACOCHA

NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO
9095500

9095500
CALLERIA
DE SAN MARTIN
BRASIL

PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN


Área del Proyecto DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
ABAD PORTILLO
CAMPOVERDE MASISEA
Bta MANANTAY

DEPARTAMENTO IPARIA
DE HUANUCO

DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
DE PASCO DE PURUS
DE ATALAYA

DEPARTAMENTO

PMB-01 PMB-03 DE UCAYALI

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
PMB-04
9094750

9094750
Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 08
TÍTULO: LAMINA N°:
MONITOREO DE FLORA Y VEGETACIÓN
Simbología
9094000

9094000
Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso ELABORADO POR:


Btb
REVISADO POR:
Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb Parcelas de Evaluación de Flora y Vegetación Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

506750 507500 508250 509000 509750


506750 507500 508250 509000 509750
000113
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
Estaciones de Evaluación Biológica
Estación de Coordenadas UTM WGS 84 Zona 18 Sur
COLOMBIA

ECUADOR

monitoreo Transecto Este i (m) Norte i (m) Este f (m) Norte f (m)
PMB-01 TRAN 01 507850 9094866 507730 9094897 TUMBES LORETO

PMB-03 TRAN 02 508250 9095226 508146 9095130 PIURA

PMB-04 TRAN 03 509301 9095108 509249 9095194 AMAZONAS


LAMBAYEQUE
CAJAMARCA

Estaciones de Evaluación Biológica


SAN MARTIN
BRASIL

Coordenadas UTM WGS LA LIBERTAD

Estación de 84 Zona 18 Sur


Código
monitoreo
Este (m) Norte (m) ANCASH
HUANUCO
9096250

9096250
VES01 507941 9095194
UCAYALI
PASCO

VES02 507967 9095121 BOLIVIA


JUNIN

VES03 507954 9095056


LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

VES04 507949 9094968


CUSCO

PMB-01
HUANCAVELICA

VES05 507930 9094849


APURIMAC

PAR 01 507943 9095087 Océano


ICA
AYACUCHO PUNO

PAR 02 507954 9095056 Pacífico AREQUIPA

PAR 03 507940 9094934


VES01 508767 9095325 UBICACIÓN MOQUEGUA

VES02 508636 9095327 DEL PROYECTO TACNA

VES03 508509 9095292 CHILE

PMB-03
VES04 508407 9095272 UBICACIÓN PROVINCIAL
VES05 508319 9095248
Ano-ba
PAR 01 508676 9095334
DEPARTAMENTO
PAR 02 508557 9095316 DE LORETO
PAR 03 508462 9095287
YARINACOCHA
VES01 509349 9095041 NUEVA REQUENA
DEPARTAMENTO
VES02 509225 9094979
9095500

9095500
CALLERIA
DE SAN MARTIN
VES03 509138 9094976
BRASIL

VES04 508951 9094878


PMB-04 PROVINCIA UBICACIÓN
VES05 508816 9094843 PROVINCIA
Área del Proyecto DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
PAR 01 VES01
PAR 02 VES02 PAR 01 509307 9095013 ABAD PORTILLO
CAMPOVERDE MASISEA
PAR 03
!
(
Bta PAR 02 509150 9094981
!
( !
(
!
(
MANANTAY
VES03
!
(
PAR 03 508944 9094837
!
(
DEPARTAMENTO IPARIA
!
(
!
(
VES04 DE HUANUCO
VES01 TRAN 02
!
VES05
PMB-02
(
!
( !
(

TRAN 03
VES02
DEPARTAMENTO PROVINCIA
PROVINCIA
!
PAR 01
(
DE PASCO
!
(
DE PURUS
PMB-03 DE ATALAYA
!
(

VES03 VES01
!
(

PMB-01 PAR 02 DEPARTAMENTO


!
(

DE UCAYALI
!
(

PAR 02 !
( PAR 01
VES04 VES03 !( !(
VES02
!
(
!
(
DEPARTAMENTO
PAR 03 !
(
DE JUNIN
DEPARTAMENTO DE
VES04 DEPARTAMENTO
MADRE DE DIOS
VES05
!
(

VES05 DE CUSCO
!
(
TRAN 01 PAR 03 DEPARTAMENTO DE
!
(
!
(
HUANCAVELICA
!
( !
(
9094750

9094750
Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 09
TÍTULO: LAMINA N°:
MONITOREO DE HERPETOFAUNA
Simbología
9094000

9094000
Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso ELABORADO POR:


Btb
REVISADO POR:
Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb (
! Estaciones de Evaluación de Herpetofauna Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

506750 507500 508250 509000 509750


506750 507500 508250 509000 509750
000114

³
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL
Estaciones de Evaluación Biológica Estaciones de Evaluación Biológica
Coordenadas UTM WGS 84 Estación de Coordenadas UTM WGS 84 Zona 18 Sur COLOMBIA
Estación de Matriz
Código Zona 18 Sur Matriz monitoreo Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) ECUADOR
monitoreo
Este (m) Norte (m) PMB-01 507951 9095270 507964 9094152 507964 9095106 507925 9094845
Ma míferos
R1 507946 9095237 PMB-03 508251 9095259 509307 9095238 508254 9095223 508528 9095298 LORETO

Ma yores
TUMBES

R2 507948 9095222 PMB-04 509641 9095496 508817 9094793 509665 9095197 509343 9095008
R3 507954 9095107
PIURA

Estaciones de Evaluación Biológica


R4 507964 9095106 AMAZONAS

Estación de Coordenadas UTM WGS 84 Zona 18 Sur


LAMBAYEQUE

Matriz
CAJAMARCA

R5 507944 9095084 SAN MARTIN

PMB-01 monitoreo Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m) Este (m) Norte (m)
BRASIL

R6 507934 9095086
PMB-01 507934 9095209 507940 9095045 507955 9095122
LA LIBERTAD

R7 507950 9095007 Ma míferos


PMB-03 508306 9095244 508528 9095298 508418 9095271
R8 507952 9094994 Menores
PMB-04 509396 9095100 509240 9094997 509370 9095025
ANCASH
HUANUCO
9096250

9096250
R9 507914 9094844 UCAYALI
PASCO

R10 507925 9094845 BOLIVIA

R1 508251 9095248 LIMA


JUNIN

CALLAO MADRE DE DIOS

R2 508253 9095234 CUSCO

R3 508308 9095243
HUANCAVELICA

R4 508322 9095245 APURIMAC

Ma míferos Océano
ICA
AYACUCHO PUNO
R5 508409 9095272
PMB-03 Menores Pacífico
R6 508420 9095274 Vol a dores AREQUIPA

R7 508487 9095294
R8 508499 9095295 UBICACIÓN MOQUEGUA

R9 508535 9095298 DEL PROYECTO TACNA

CHILE
R10 508546 9095298
R1 509327 9095062 UBICACIÓN PROVINCIAL
R2 509331 9095051
Ano-ba
R3 509327 9095033
DEPARTAMENTO
R4 509328 9095021 DE LORETO
R5 509331 9095001
PMB-04 YARINACOCHA
R6 509343 9095008
NUEVA REQUENA
R7 509301 9095004 DEPARTAMENTO
9095500

9095500
CALLERIA
DE SAN MARTIN
R8 509289 9095006 BRASIL

R9 509250 9095002
R10 509238 9095001 PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN
Área del Proyecto DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
ABAD PORTILLO
CAMPOVERDE MASISEA
Bta R7 R8 R9 R10 MANANTAY
3 PMB-03
MB-0 DEPARTAMENTO
R5 R6 P
IPARIA

R1 R2 R3 R4 DE HUANUCO
R1
R2
PMB-

DEPARTAMENTO
0

R3 R4 PROVINCIA
1

R PROVINCIA
R5 6 4
DE PASCO
DE ATALAYA DE PURUS
PMB-0

R9
DEPARTAMENTO

R10
R2

R7 R8
DE UCAYALI
R1 R6
R3 R4 R5
R7
R8

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
4
B-0 DEPARTAMENTO
PM DE CUSCO
R9 R10 DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
9094750

9094750
PMB-01

Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 10
TÍTULO: LAMINA N°:
MONITOREO DE MASTOFAUNA
Simbología
9094000

9094000
Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal Estaciones de Evaluación


UCAYALI CORONEL PORTILLO NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso ELABORADO POR:


Btb
REVISADO POR:
Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Mamíferos Mayores Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Mamíferos Menores Terrestres Área de Influencia Ambiental Directa Proyección:
DATUM:
UTM
WGS84
ELABORADO POR: FECHA:

Lagunas Bosque de terraza baja; Btb Mamíferos Mnores Voladores Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

506750 507500 508250 509000 509750


507500 508250 509000 509750
000115
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
Estaciones de Evaluación Biológica
Coordenadas UTM WGS 84 COLOMBIA

Estación de Zona 18 Sur


Código ECUADOR

monitoreo
Este (m) Norte (m)
PC01 507955 9095277
TUMBES LORETO

PC02 507936 9095169


Bta
PIURA

PC03 507948 9095029


AMAZONAS
PC04 507933 9094944 LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN

PC05 508042 9094965 BRASIL

PMB-01
PC06 508099 9095007 LA LIBERTAD

PC07 507924 9094846


PC08 507854 9094868
ANCASH
HUANUCO
UCAYALI

PC09 507758 9094890


9096250

9096250
PASCO

PC10 507690 9094895 JUNIN


BOLIVIA

PC01 508253 9095281


LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

PC02 508250 9095226


CUSCO
HUANCAVELICA

PC03 508299 9095240 APURIMAC

PC04 508322 9095248 Océano


ICA
AYACUCHO PUNO

PC05 508363 9095250 Pacífico


PMB-03 AREQUIPA

PC06 508407 9095272


PC07 508467 9095293 UBICACIÓN MOQUEGUA

PC08 508557 9095316 DEL PROYECTO TACNA

PC09 508636 9095327 CHILE

PC10 508767 9095325 Ano-ba UBICACIÓN PROVINCIAL


PC01 509303 9095210
PC02 509426 9095185
DEPARTAMENTO
PC03 509523 9095229 DE LORETO
PC04 509604 9095172
YARINACOCHA
PC05 509702 9095151
PMB-04 NUEVA REQUENA
PC06 509746 9095068 DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
9095500

9095500
PC07 509797 9094977 PMB-04 BRASIL

PC08 509816 9094881


PC09 509878 9094818 PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN
PC10 509924 9094696
DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
Área del Proyecto ABAD PORTILLO MASISEA
RED1 507952 9095227 PC09
PC08 PC10 CAMPOVERDE

PC07 RED3
MANANTAY
PMB-01 RED2 507964 9095106 PC01 PC01
DEPARTAMENTO IPARIA
RED3 507942 9095085 PC04 PC05 PC06 DE HUANUCO
RED1 PC02 PC03
RED1 508254 9095239 PC01
RED1 PC03 RED2 PC02 PMB-04
PMB-03 PC02 PC04
RED2 508324 9095246 PC05
DEPARTAMENTO PROVINCIA
RED3 508506 9095296 RED2 DE PASCO
PROVINCIA
DE PURUS
RED3 DE ATALAYA
RED1 509327 9095062 RED1 PC06
DEPARTAMENTO
PMB-04 RED2 509328 9095021 PC03 DE UCAYALI
PC06 RED2 RED3
RED3 509331 9095001 PC07
PC05
PC04 DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
PC10 PC09 DEPARTAMENTO
PC08 PC08 DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
PC07
HUANCAVELICA
PC09
9094750

9094750
PC10

Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
PMB-01 DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 11
TÍTULO: LAMINA N°:
MONITOREO DE ORNITOFAUNA
Simbología Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO
9094000

9094000
NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso Btb ELABORADO POR: REVISADO POR:


Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb Estaciones de Monitoreo de Ornitofauna Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

507500 508250 509000 509750


507500 508250 509000 509750
000116
UBICACIÓN DEPARTAMENTAL

³
Estaciones de Evaluación Biológica
Coordenadas UTM WGS 84 COLOMBIA

Estación de Zona 18 Sur


Código ECUADOR

monitoreo
Este (m) Norte (m)
PC01 507955 9095277
TUMBES LORETO

PC02 507936 9095169


Bta
PIURA

PC03 507948 9095029


AMAZONAS
PC04 507933 9094944 LAMBAYEQUE
CAJAMARCA
SAN MARTIN

PC05 508042 9094965 BRASIL

PMB-01
PC06 508099 9095007 LA LIBERTAD

PC07 507924 9094846


PC08 507854 9094868
ANCASH
HUANUCO
UCAYALI

PC09 507758 9094890


9096250

9096250
PASCO

PC10 507690 9094895 JUNIN


BOLIVIA

PC01 508253 9095281


LIMA
CALLAO MADRE DE DIOS

PC02 508250 9095226


CUSCO
HUANCAVELICA

PC03 508299 9095240 APURIMAC

PC04 508322 9095248 Océano


ICA
AYACUCHO PUNO

PC05 508363 9095250 Pacífico


PMB-03 AREQUIPA

PC06 508407 9095272


PC07 508467 9095293 UBICACIÓN MOQUEGUA

PC08 508557 9095316 DEL PROYECTO TACNA

PC09 508636 9095327 CHILE

PC10 508767 9095325 Ano-ba UBICACIÓN PROVINCIAL


PC01 509303 9095210
PC02 509426 9095185
DEPARTAMENTO
PC03 509523 9095229 DE LORETO
PC04 509604 9095172
YARINACOCHA
PC05 509702 9095151
PMB-04 NUEVA REQUENA
PC06 509746 9095068 DEPARTAMENTO CALLERIA
DE SAN MARTIN
9095500

9095500
PC07 509797 9094977 BRASIL

PC08 509816 9094881


PC09 509878 9094818 PROVINCIA PROVINCIA UBICACIÓN
PC10 509924 9094696
DE PADRE DE CORONEL DEL PROYECTO
Área del Proyecto ABAD PORTILLO MASISEA
RED1 507952 9095227 CAMPOVERDE
MANANTAY
PMB-01 RED2 507964 9095106
DEPARTAMENTO IPARIA
-03
RED3 507942 9095085 PMB DE HUANUCO
RED1 508254 9095239
PMB-03 RED2 508324 9095246
DEPARTAMENTO PROVINCIA
RED3 508506 9095296 DE PASCO
PROVINCIA
DE PURUS
DE ATALAYA
RED1 509327 9095062
DEPARTAMENTO
PMB-04 RED2 509328 9095021 DE UCAYALI
4
PMB-0
PMB-01

RED3 509331 9095001


DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE
DE JUNIN MADRE DE DIOS
DEPARTAMENTO
DE CUSCO
DEPARTAMENTO DE
HUANCAVELICA
9094750

9094750
Escala: 1/7,500
m.
0 90 180 360 540 720

TITULAR DEL ESTUDIO:


SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.
PROYECTO:
MONITOREO BIOLÓGICO DEL PROYECTO INDUSTRIAL
DE OLEAGINOSAS SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.

MAPA DE ESTACIONES DE
Leyenda 12
TÍTULO: LAMINA N°:
MONITOREO DE ENTOMOFAUNA
Simbología Área del proyecto DEPARTAMENTO: PROVINCIA: DISTRITO:

Cobertura Vegetal
UCAYALI CORONEL PORTILLO
9094000

9094000
NUEVA REQUENA

Red Hidrográfica Acceso Btb ELABORADO POR: REVISADO POR:


Escala : 1 / 7,500
Quebradas Areas de no bosque amazónico; ano-ba Área del Predio CBP:

Ríos Bosque de terraza alta; Bta Estaciones de Evaluación Área de Influencia Ambiental Directa Proyección: UTM ELABORADO POR: FECHA:
DATUM: WGS84
Lagunas Bosque de terraza baja; Btb TRANSECTO_ENTOMOFAUNA Área de Influencia Ambiental Indirecta Zona:
Hemisferio:
18
SUR
F.M.C Agosto de 2022

Fuente Ríos y Quebradas - Carta Nacional de Pucallpa (17-n), escala 1:100 000 - IGN; Centros Poblados - INEI, Infraestructura Vial - MTC, Límites - INEI

507500 508250 509000 509750


000117

ANEXO B
AUTORIZACIONES
000118

“Decenio de la Igualdad de Oportunidades para Mujeres y Hombres”


“Año del Bicentenario del Perú: 200 años de la Independencia”

CÉDULA DE NOTIFICACIÓN PERSONAL Nº 00000629-2021-PRODUCE/DGPCHDI


T.U.O. de la Ley N° 27444 - aprobado por Decreto Supremo N° 006-2017-JUS

Destinatario : SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C.


JIRON SAN MARTIN LAS PALMERAS 200 A MEDIA CDRA DEL HOTEL CASA ANDINA - UCAYALI -
Domicilio :
CORONEL PORTILLO - CALLERIA
UCAYALI- CORONEL PORTILLO- CALLERIA

Entidad : MINISTERIO DE LA PRODUCCIÓN

Dependencia : DIRECCIÓN GENERAL DE PESCA PARA CONSUMO HUMANO DIRECTO E INDIRECTO

Domicilio Entidad : Calle 01 Oeste N°. 060 - Urb. CORPAC. San Isidro
Otorgar la autorización para realizar actividades de colecta de recursos hidrobiológicos
Materia :
conforme al plan de trabajo.

Documento(s) Adjuntos(s) : RESOLUCIÓN DIRECTORAL Nº 00633-2021-PRODUCE/DGPCHDI

Fecha : 17/09/2021

MARCAR CON "X" LA OPCIÓN QUE CORRESPONDA:

El acto notificado entra en vigencia:

Desde la fecha de emisión (X)

Desde antes de su emisión (eficacia anticipada)

Desde el día de notificación


()

()
CARGO
Desde la fecha indicada en la resolución ()

El acto notificado agota la vía administrativa ( ) SI (X ) NO

RECURSOS QUE PROCEDEN:


El Texto Único de la Ley N° 26979, Ley del Procedimiento de Ejecución Coactiva, aprobado mediante Decreto Supremo N° 018 -2008-JUS, no ha
considerado la interposición de Recursos Impugnatorios

Caballero Gonzales, Veronica Carola


DIRECTORA GENERAL
DIRECCIÓN GENERAL DE PESCA PARA CONSUMO HUMANO DIRECTO E
INDIRECTO

CONSTANCIA DE ENTREGA

Nombres y Apellidos: ____________________________

Documento de Identidad: _________________________ MOTIVO DE LA DEVOLUCIÓN

Relación con el destinatario:______________________ Domicilio errado o inexistente ( )

Fecha:__________________

Hora:___________________

MOTIVO DE ENTREGA CON ACTA

FIRMA DEL QUE RECIBE_______________________ Se negó a recibir ( ) o firmar ( )

Y sello (de ser empresa) Ausencia primera notificación ( )

Ausencia segunda notificación ( )

CARACTERÍSTIC AS DEL DOMICILIO DATOS DEL NOTIFICADOR

Nro. medidor agua ( ) o luz ( ) ________________ Nombres y apellidos:

Material y color de la fachada _____________________ ________________________________

Material y color de la puerta ______________________ DNI: ____________________________

Otros datos: ___________________________________ Firma del notificador:______________

Observaciones: _____________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________
000119
Firmado digitalmente por CERDAN
QUILIANO Miriam Mercedes FAU
20562836927 soft
Cargo: Directora General
Motivo: Soy el autor del documento
Fecha: 27.08.2021 17:46:33 -05:00

"Decenio de la Igualdad de Oportunidades para Mujeres y Hombres"


“Año del Bicentenario del Perú: 200 años de Independencia”

Magdalena Del Mar, 27 de Agosto del 2021


CARTA N° D000994-2021-MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS
Señor
MICHAEL CHRISTIAN SPOOR
Representante legal
Servicios Agrarios de Pucallpa S.A.C.
Av. San Martín N° 200
Distrito de Callería, Provincia de Coronel Portillo
[email protected]
[email protected]
San Martín.-

Asunto : Remito RDG N° D000457-2021-MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS

Referencia : Solicitud S/N (19/07/2021)

Es grato dirigirme a usted, con relación al documento de la referencia, mediante el cual


solicitó la autorización para la realización de estudios del patrimonio en el marco del
instrumento de gestión ambiental, como parte del estudio denominado “Monitoreo para
la Ejecución del Plan de seguimiento y control aprobado en el Estudio de Impacto
Ambiental Semidetallado (EIA-SD) del Proyecto “Industrial de Oleaginosas – Servicios
Agrarios de Pucallpa”, ubicado en el distrito de Nueva Requena, provincia de Coronel
Portillo, departamento de Ucayali, por el periodo de 12 meses.

Al respecto y de acuerdo a lo solicitado, remito para su conocimiento y fines, la


Resolución de Dirección General Nº D000457-2021-MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS
(26/08/2021), mediante la cual se resuelve otorgar a favor de su representada la
autorización para la realización de estudios del patrimonio en el marco del instrumento
de gestión ambiental; correspondiéndole el Código de Autorización AUT-EP-2021-181,
en virtud de las consideraciones expuestas en la presente Resolución de Dirección
General.

Sin otro particular, expreso mis cordiales saludos.

Atentamente,

Documento firmado digitalmente

Miriam Mercedes Cerdán Quiliano


Directora General
Dirección General de Gestión Sostenible del
Patrimonio Forestal y de Fauna Silvestre
Servicio Nacional Forestal y de Fauna Silvestre - SERFOR

Exp. N° 2021-0025141

Av. Javier Prado Oeste N° 2442


Urb. Orrantia, Magdalena del Mar – Lima 17
T. (511) 225-9005
www.serfor.gob.pe

Esta es una copia auténtica imprimible de un documento electrónico archivado en el Servicio Forestal y de Fauna SIlvestre, aplicando lo dispuesto por
el Art. 25 de D.S. 070-2013-PCM y la Tercera Disposición Complementaria Final del D.S. 026-2016-PCM. Su autenticidad e integridad pueden ser
contrastadas a través de la siguiente dirección web: Url: https://sgd.serfor.gob.pe/validadorDocumental/ Clave: YJP7I02
000120
Firmado digitalmente por CERDAN
QUILIANO Miriam Mercedes FAU
20562836927 soft
Cargo: Directora General
Motivo: Soy el autor del documento
Fecha: 26.08.2021 10:56:42 -05:00

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

Magdalena Del Mar, 26 de Agosto del 2021


RDG N° D000457-2021-MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS

VISTOS:

La Solicitud s/n, presentada el 19 de julio de 2021 (Expediente N° 2021-0025141),


por la empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C., identificada con R.U.C. N°
20601518695; solicitando la autorización para la realización de estudios del patrimonio en
el marco del instrumento de gestión ambiental, y el Informe Técnico N° D000824-2021-
MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS-GA de fecha 25 de agosto de 2021; y,

CONSIDERANDO:

Que, el artículo 13° de la Ley N° 29763, Ley Forestal y de Fauna Silvestre, crea el
Servicio Nacional Forestal y de Fauna Silvestre - SERFOR, como organismo público técnico
especializado, con personería jurídica de derecho público interno, como pliego presupuestal
adscrito al Ministerio de Agricultura y Riego. Asimismo, señala que el SERFOR es la
Autoridad Nacional Forestal y de Fauna Silvestre, ente rector del Sistema Nacional de
Gestión Forestal y de Fauna Silvestre - SINAFOR, y se constituye en su autoridad técnico-
normativa a nivel nacional, encargada de dictar las normas y establecer los procedimientos
relacionados a su ámbito;

Que, el artículo 162° del Reglamento para la Gestión Forestal, aprobado por Decreto
Supremo N° 018-2015-MINAGRI, y el artículo 143° del Reglamento para la Gestión de
Fauna Silvestre, aprobado por Decreto Supremo N° 019-2015-MINAGRI, vigentes desde el
1 de octubre de 2015; mencionan que el SERFOR autoriza la realización de estudios del
patrimonio en el área de influencia de los proyectos de inversión pública, privada o capital
mixto, en el marco de las normas del Sistema Nacional de Evaluación de Impacto Ambiental
- SEIA;

Que, mediante Resolución de Dirección Ejecutiva N° 053-2019-MINAGRI-SERFOR-


DE de fecha 14 de febrero de 2019, se dispone que la Dirección General de Gestión
Sostenible del Patrimonio Forestal y de Fauna Silvestre, es el órgano del SERFOR
encargado de resolver las solicitudes de autorización para la realización de estudios del
patrimonio forestal y de fauna silvestre en el marco del instrumento de gestión ambiental, de
acuerdo con la Ley N° 29763 y sus Reglamentos;

Que, de acuerdo con el punto 7 del Anexo N° 1, del Reglamento para la Gestión
Forestal y el punto 28 del Anexo N° 2 del Reglamento para la Gestión de Fauna Silvestre,
en conformidad con el numeral 7.2.2, del punto 7.2 de los Lineamientos para autorizar la
realización de estudios del patrimonio en el marco del instrumento de gestión ambiental,
aprobado mediante Resolución de Dirección Ejecutiva N° D000026-2020-MINAGRI-
SERFOR-DE, se establecen los requisitos1 para la obtención de la autorización;

1 Lineamientos para autorizar la realización de estudios del patrimonio en el marco del instrumento de gestión ambiental
“7.2.2 Requisitos para el otorgamiento de la autorización
a. Solicitud, dirigida al Director (a) General de la Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio Forestal y de
Fauna Silvestre, según formato señalado en el Anexo N° 01 de los Lineamientos.
b. Plan de Trabajo, considerando el contenido mínimo según lo dispuesto en el Anexo N° 02 de los Lineamientos.
c. Documento de la autoridad de la comunidad campesina o comunidad nativa, en el que se autorice el ingreso a su
territorio comunal, de corresponder el ingreso a su comunidad, según el Anexo N° 04 de los Lineamientos, en caso
corresponda.
d. Documento que acredite el consentimiento informado previo, expedido por la respectiva organización repres entativa,
cuando se haga uso del conocimiento tradicional, según el Anexo N° 05 de los Lineamientos, en caso corresponda.”

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por el Art. 25 de D.S. 070-2013-PCM y la Tercera Disposición Complementaria Final del D.S. 026-2016-PCM. Su autenticidad e integridad pueden
ser contrastadas a través de la siguiente dirección web: Url: https://sgd.serfor.gob.pe/validadorDocumental/ Clave: KQCZ1YT
000121

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

Que, mediante Solicitud s/n, ingresada al SERFOR con fecha 19 de julio de 2021,
con Expediente Nº 2021-0025141, la empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA
S.A.C. (en adelante, la administrada), identificada con R.U.C. Nº 20601518695,
representada por el señor Michael Christian Spoor, solicitó autorización para la realización
de estudios del patrimonio en el marco del instrumento de gestión ambiental, como parte del
estudio denominado “Monitoreo para la Ejecución del Plan de seguimiento y control
aprobado en el Estudio de Impacto Ambiental Semidetallado (EIA-SD) del Proyecto
“Industrial de Oleaginosas – Servicios Agrarios de Pucallpa”, ubicado en el distrito de Nueva
Requena, provincia de Coronel Portillo, departamento de Ucayali, por el periodo de 12
meses;

Que, mediante Carta N.º D000838-2021-MIDAGRI-SERFOR-DGGSPFFS de fecha


23 de julio de 2021, se remitió a la administrada las observaciones a la solicitud presentada,
referidas a: i) se sugiere completar la información básica de la empresa, incorporando el
dato de la dirección del domicilio fiscal, así como el número de RUC, conforme al formato
del Anexo Nº 01 de los Lineamientos para autorizar la realización de estudios del patrimonio
en el marco del instrumento de gestión ambiental; ii) corregir el nombre del estudio del cual
se está solicitando la autorización en todos los documentos del expediente; iii) se
recomienda redactar de mejor manera el objetivo específico indicando: Realizar un análisis
comparativo entre los resultados de la línea base biológica y los monitoreos biológicos; iv)
corregir el ítem 6.3.1 en el cual se hace mención a una sola cobertura vegetal, debiendo
indicarse dos: Área de No Bosque Amazónico y Bosque de Terraza Alta; v) uniformar los
códigos de las estaciones de monitoreo de acuerdo con lo aprobado en el Anexo Nº 3
Programa de Monitoreo Ambiental del Informe Técnico Legal 01137-2019-
PRODUCE/DVMYPE-/DGGAMI-DEAM; vi) respecto al numeral 6.1. Materiales y equipos a
usar: 6.a) para la evaluación herpetológica se deberá excluir el uso de ligas de hule, 6.b)
especificar el tamaño de las redes de neblina de 12 m × 2,5 m para captura de mamíferos
menores voladores, 6.c) incluir redes de neblina, de preferencia de 12 m × 2,5 para la captura
de aves, 6.d) incluir alcohol de 70° para fijar las muestras entomológicas y sobres de papel
glassine para los lepidópteros; vii) en el numeral 6.3 Metodología de Monitoreo incluir
también la entomofauna o justificar su omisión; viii) en razón a que el proyecto se ubica en
un sector de selva baja, deberá incorporar la metodología para la evaluación de las epifitas;
ix) citar las fuentes para cada método de evaluación (autor, año) e indicarlas en referencias
bibliográficas; x) en cuanto al numeral 6.3.5 Entomofauna: 10.a) se recomienda emplear 10
trampas de caída con cebo, 10 trampas de caída sin cebo y 5 bandejas amarillas por
estación de muestreo; 10.b) incorporar trampas de luz para el muestreo de insectos de
hábitos nocturnos, 10.c) para fijar las muestras se recomienda utilizar alcohol al 70 % en vez
de alcohol al 96 %, 10.d) se recomienda omitir el uso de anestesia, puesto que todos los
individuos de artrópodos capturados deberán ser colectados para su posterior identificación
en laboratorio; xi) actualizar la Tabla 6-1. Esfuerzo de muestreo por taxa a evaluar, tomando
en cuenta lo recomendado en las observaciones previas; xii) en el acápite Endemismos, se
recomienda incluir la Lista de Aves de Perú (Plenge, versión actualizada) para aves y las
fuentes The Reptile Database, AmphibiaWeb y Amphibian Species of the World para la
herpetofauna, entre otras; xiii) con respecto al numeral 6.7 Detalle y justificación de la
colecta, se deberá indicar que todos los especímenes de artrópodos capturados serán
colectados, de modo que la información del texto sea congruente con la respectiva tabla;
otorgándole un plazo de diez (10) días hábiles para subsanar las observaciones
comunicadas;

Que, mediante Solicitud s/n, ingresada al SERFOR con fecha 11 de agosto de 2021,
con Expediente Nº 2021-0028274, la administrada presentó el levantamiento de
observaciones a la solicitud de autorización para realización de estudios del patrimonio en

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000122

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

el marco del IGA, en el cual se evidencian las siguientes precisiones a las observaciones
realizadas: i) se tomó la sugerencia y se realizó la actualización; ii) se uniformó el nombre
en los 3 ítems, quedando como: Monitoreo Biológico del Proyecto Industrial de Oleaginosas
Servicios Agrarios de Pucallpa S.A.C.; iii) se modificó el objetivo específico, tal cual fue
recomendado; iv) se procedió a realizar la corrección en el plan de trabajo; v) se procedió a
corregir el código de estación de monitoreo; vi) se realizaron las modificaciones según lo
indicado; vii) se realizó la inclusión del taxón mencionado; viii) se realizó la inclusión de la
metodología de Líquenes en el plan de trabajo; ix) se realizó la inclusión de todas las
referencias bibliográficas; x) con respecto a las recomendaciones se concluye lo siguiente:
10.a) la metodología y el esfuerzo de muestro que se está colocando sigue el mismo
esfuerzo de muestro que ya se ha realizado en antiguos monitoreos por lo que
recomendamos que dichos esfuerzos se mantengan para que no exista un sesgo en la
información a la hora de hacer las comparaciones (en el anexo E se adjunta el último informe
de monitoreo), 10.b) al igual que en la anterior respuesta, se indicó que no se considerará
la metodología de trampa de luz, ya que se vienen arrastrando las mismas metodologías de
monitoreos pasados, 10.c) y 10.d) se realizó la modificación, según lo indicado; xi) se realizó
la actualización del cuadro de esfuerzo de muestreo; xii) y xiii) se realizó la inclusión de lo
recomendado; cumpliendo con absolver el total de las observaciones formuladas;

Que, en ese contexto, mediante Informe Técnico N° D000824-2021-MIDAGRI-


SERFOR-DGGSPFFS-GA de fecha 25 de agosto de 2021; se concluyó, que: i) La solicitud
de autorización para la realización de estudios del Patrimonio en el marco del instrumento
de gestión ambiental, presentada por la empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA
S.A.C., representada por el señor Michael Christian Spoor, cumple con los criterios técnicos
para realizar el Monitoreo Biológico del Proyecto Industrial de Oleaginosas Servicios
Agrarios de Pucallpa S.A.C., que se llevará a cabo en el distrito de Nueva Requena,
provincia de Coronel Portillo, departamento de Ucayali, fuera de Áreas Naturales Protegidas,
Zonas de amortiguamiento y comunidades campesinas, por el periodo de doce (12) meses,
en época seca y húmeda, de acuerdo a lo solicitado por la administrada, ii) El expediente al
que se refiere la presente evaluación técnica cumple con los requisitos dispuestos en el
artículo 162° del Reglamento para la Gestión Forestal, aprobado mediante Decreto Supremo
Nº 018-2015-MINAGRI y el artículo 143º del Reglamento para la Gestión de la Fauna
Silvestre, aprobado con Decreto Supremo Nº 019-2015-MINAGRI, y con los Anexos 1 y 2,
Requisitos N° 7 y 28 de los citados Reglamentos, respectivamente. Por lo tanto, es
procedente autorizar la realización de estudios del patrimonio en el marco del instrumento
de gestión ambiental, iii) Las observaciones recaídas en la presente solicitud han sido
subsanadas en su totalidad por la administrada conforme a la normativa vigente, iv) La
presente autorización implica el estudio de flora y fauna silvestre terrestre (aves, mamíferos,
artrópodos, anfibios y reptiles), con colecta de especímenes de flora y fauna, y con captura
temporal y posterior liberación de aves, mamíferos menores terrestres, mamíferos menores
voladores, anfibios y reptiles. El registro fotográfico de las muestras y/o especímenes será
contrastado en el Museo de Historia Natural de la Universidad Nacional Mayor de San
Marcos (MHN-UNMSM); v) Los resultados de este estudio permitirán monitorear las
especies de flora y fauna silvestre para efectuar la identificación y evaluación de los
ecosistemas presentes en el área de influencia de sus actividades, en el marco del Estudio
de Impacto Ambiental semidetallado (EIA-sd) del proyecto de inversión “Industrial de
Oleaginosas -SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C”, aprobado mediante
Resolución Directoral Nº 0300-2019-PRODUCE/DVMYPEI/DGAAMI; vi) La administrada y
el equipo de especialistas deberán implementar las medidas dispuestas en el “Protocolo
para la implementación de medidas de vigilancia prevención y control frente al COVID-19 en
las actividades de fauna silvestre”, establecidas en los numerales 7, 8, 11, 12, 12.1, 12.1.3
y el numeral 15 (de encontrarse en territorios de pueblos indígenas) de la Resolución
Ministerial N° 0177-2020-MINAGRI, de fecha 31 de julio de 2020, así como en los
“Protocolos Sanitarios ante el COVID-19, para las actividades del Sector Agricultura y
Riego”, los que en Anexo forman parte del “Protocolo Sanitario Sectorial ante el COVID-19

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000123

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

en la Actividad Forestal”, establecidos en la Resolución Ministerial N° 0152-2020-MINAGRI,


en lo que resulte aplicable;

Que, en el marco de la autorización concedida, la administrada deberá dar


cumplimiento a las siguientes obligaciones y demás consideraciones expuestas a
continuación:

a) Realizar solo la colecta de especímenes de flora y fauna silvestre autorizados.


b) Depositar la totalidad del material colectado por tipo de muestra en una Institución
Científica Nacional Depositaria de Material Biológico debidamente registrada ante el
SERFOR. Los ejemplares únicos de los grupos taxonómicos colectados y holotipos, solo
podrán ser exportados en calidad de préstamo. Asimismo, el material biológico colectado
debe estar debidamente preparado e identificado, o de lo contrario, el titular de la
autorización deberá sufragar los gastos que demande la preparación del material para su
ingreso a la colección correspondiente.
c) Entregar a la Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio Forestal y de Fauna
Silvestre, una (01) copia del informe final (incluyendo versión digital) como resultado de
la autorización otorgada y copias del material fotográfico. Asimismo, entregar una (01)
copia de las publicaciones producto del estudio del patrimonio realizado, en formato
impreso y digital.
d) El informe final deberá contener la base de los registros (formato Excel, shapefile o
geodatabase) de especies de flora y fauna descritas en el área de evaluación. Cada
registro deberá indicar coordenadas UTM (Datum WGS84 zona 17, 18, 19) clase, orden,
familia, especie (nombre científico), nombre común, localidad, fecha de registro, nombre
del investigador que efectuó el registro, nombre del investigador que realizó la
identificación, indicar si cuenta con colecta (en cuyo caso se incluirá el número de
colección, colector(es) e institución científica depositaria de material biológico registrado
por el SERFOR). El formato del informe final que debe ser usado se encuentra en el
Anexo 3 de la presente Resolución de Dirección General.
e) Entregar a la Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio Forestal y de Fauna
Silvestre, la constancia emitida por una Institución Científica Nacional Depositaria de
Material Biológico registrada ante el SERFOR, de haber depositado el material colectado
por tipo de muestra y por especie.
f) El cumplimiento de lo indicado en los literales c) y e), no deberá exceder los seis (06)
meses al vencimiento del periodo de vigencia de la presente autorización.
g) El titular y el equipo de investigación deberán implementar las medidas dispuestas en el
“Protocolo para la implementación de medidas de vigilancia prevención y control frente
al COVID-19 en las actividades de fauna silvestre”, establecidas en los numerales 7, 8,
11, 12, 12.1, 12.1.3 y el numeral 15 (de encontrarse en territorios de pueblos indígenas)
de la Resolución Ministerial N° 0177-2020-MINAGRI, de fecha 31 de julio de 2020, en lo
que resulte aplicable.
h) No contactar ni ingresar a los territorios comunales sin contar con la autorización de las
autoridades comunales correspondientes.
i) Cumplir con el plan de trabajo aprobado con la presente resolución, el cual incluye
metodología, estaciones de monitoreo autorizadas según el Anexo 2 adjunto, lista de
especialistas, cronograma, entre otros.
j) No ingresar a Áreas Naturales Protegidas sin contar con la autorización respectiva.
k) Los derechos otorgados a través de la presente autorización, no eximen al titular de
contar con la autorización para el ingreso a predios privados ni a áreas comprendidas en
títulos habilitantes, por lo que se deberán adoptar las previsiones del caso.

Que, la administrada en adición a lo señalado considerará lo siguiente:

a) Comunicar y coordinar con la debida anticipación con la Gerencia Regional Forestal y de


Fauna Silvestre del Gobierno Regional de Ucayali, el ingreso a campo para la realización

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000124

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

de las actividades del proyecto; asimismo, brindar las facilidades al personal de dicha
autoridad, en caso solicite acompañarlos durante la toma de datos.
b) Solicitar anticipadamente a la Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio
Forestal y de Fauna Silvestre del SERFOR y dentro del plazo de vigencia de la
autorización, la aprobación de cualquier cambio en las características del estudio del
patrimonio autorizado (V.g. cronograma, especialistas, estaciones de monitoreo
biológico, grupos taxonómicos, etc.), que demanden la modificación de la presente
resolución.
c) Indicar el número de la resolución en las publicaciones generadas a partir de la
autorización concedida.
d) Implementar todas las medidas de seguridad y eliminación de impactos que se puedan
producir por las actividades propias de campo, tales como: toma de datos, transporte de
equipos, personal, entre otros.
e) En caso sobrevenga algún hecho o evento que imposibilite la ejecución del estudio
autorizado o que origine que no se pueda continuar con el desarrollo del mismo,
corresponde al titular solicitar por escrito ante la Dirección General de Gestión Sostenible
del Patrimonio Forestal y de Fauna Silvestre del SERFOR, la renuncia a la autorización
otorgada mediante la presente resolución; renuncia que deberá ser solicitada dentro del
plazo de vigencia de la autorización, precisándose el hecho o evento que origina la
imposibilidad de ejecutar o de continuar ejecutando el estudio aprobado, debiendo
además el titular adjuntar la documentación sustentatoria que estime necesaria, de ser
el caso.
f) El titular se somete a las normas nacionales vigentes, a fin de cumplir con los
compromisos asumidos.
g) El titular y su equipo deberán tener en consideración la aplicación de medidas de campo
que garanticen la protección y bienestar de los especímenes a estudiar durante la
ejecución del proyecto, además de implementar protocolos de bioseguridad en los grupos
taxonómicos a investigar, necesarios para evitar las zoonosis procedentes de las
poblaciones de fauna silvestre.

Que, de conformidad con la Ley N° 29763, Ley Forestal y de Fauna Silvestre; el


Reglamento para la Gestión Forestal, aprobado por Decreto Supremo N° 018-2015-
MINAGRI; el Reglamento para la Gestión de Fauna Silvestre, aprobado por Decreto
Supremo N° 019-2015-MINAGRI; el Texto Único Ordenado - TUO de la Ley N° 27444, Ley
del Procedimiento Administrativo General, aprobado por Decreto Supremo N° 004-2019-
JUS; así cómo, en ejercicio de las facultades conferidas por Resolución de Dirección
Ejecutiva N° 053-2019-MINAGRI-SERFOR-DE;

SE RESUELVE:

Artículo 1º.- OTORGAR la autorización para la realización de estudios del


patrimonio en el marco del instrumento de gestión ambiental a la empresa SERVICIOS
AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C., identificada con R.U.C. Nº 20601518695, para realizar
el Monitoreo Biológico del Proyecto Industrial de Oleaginosas Servicios Agrarios de Pucallpa
S.A.C., correspondiéndole el Código de Autorización AUT-EP-2021-181, en virtud de las
consideraciones expuestas en la presente resolución.

Artículo 2°.- AUTORIZAR la participación de los especialistas propuestos por la


empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C, para integrar el equipo de trabajo
del proyecto antes citado, conforme se detalla en el ANEXO N° 1.

Artículo 3°.- La empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C., se


encuentra sujeta al cumplimiento y periodo contenido en su plan de trabajo, correspondiente
a doce (12) meses a partir del día siguiente hábil de la notificación de la presente resolución,
para realizar el Monitoreo Biológico del Proyecto Industrial de Oleaginosas Servicios

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000125

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

Agrarios de Pucallpa S.A.C., ubicado en el distrito de Nueva Requena, provincia de Coronel


Portillo, departamento de Ucayali, fuera de Áreas Naturales Protegidas, Zonas de
amortiguamiento y territorio de comunidades campesinas, de acuerdo al ANEXO Nº 2
adjunto.

Artículo 4°.- La empresa SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA S.A.C. deberá


realizar el estudio del patrimonio autorizado, el cual implica la evaluación de flora y fauna
silvestre, conforme al siguiente detalle:

✓ La colecta de especímenes (flora, mamíferos, aves, anfibios y reptiles) estará en


función a la dificultad para ser determinados en campo.
✓ Colecta de hasta dos (02) muestras botánicas de flora silvestre por especie y
estación de monitoreo para identificación taxonómica.
✓ Colecta de hasta dos (02) ejemplares por especie de mamíferos menores
terrestres, mamíferos menores voladores, aves, anfibios y reptiles, por estación
de monitoreo.
✓ Los mamíferos mayores serán identificados in situ (registros directos e
indirectos).
✓ Todos los individuos de artrópodos capturados serán colectados.
✓ En todos los casos, se deberá excluir la colecta de las especies de flora silvestre
categorizadas en el Decreto Supremo Nº 043-2006-AG, las especies de fauna
silvestre categorizadas en el Decreto Supremo Nº 004-2014-MINAGRI y las
especies incluidas en los apéndices de la CITES.

Artículo 5°.- La administrada en el ejercicio del derecho otorgado, deberá tener en


cuenta las obligaciones, consideraciones y compromisos expuestos en la presente
resolución de dirección general. De verificarse el incumplimiento de alguna de ellas, se
podrán generar las responsabilidades administrativas, civiles y/o penales que la legislación
prevé.

Artículo 6°.- La Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio Forestal y


de Fauna Silvestre del SERFOR, no se responsabiliza por accidentes o daños sufridos por
los profesionales mencionados en el artículo 2° durante la ejecución de la autorización;
asimismo, se reserva el derecho de demandar a la titular del proyecto, los cambios a que
hubiese lugar en los casos en que se formulen ajustes sobre la presente autorización.

Artículo 7°.- Luego de la presentación del informe final, en caso lo considere


necesario, la Dirección General de Gestión Sostenible del Patrimonio Forestal y de Fauna
Silvestre del SERFOR, podrá coordinar con la titular de la autorización, la exposición de los
resultados finales ante el SERFOR.

Artículo 8°.- Notificar la presente resolución a la empresa SERVICIOS AGRARIOS


DE PUCALLPA S.A.C., para su conocimiento y fines. Contra la presente Resolución es
posible la interposición de los recursos impugnativos contemplados en el TUO de la Ley N°
27444, aprobado mediante Decreto Supremo N° 004-2019-JUS, dentro del plazo de quince
(15) días hábiles más el término de la distancia en caso corresponda, contados a partir del
día siguiente de notificada la misma.

Artículo 9°.- Transcribir la presente resolución a la Dirección General de Información


y Ordenamiento Forestal y de Fauna Silvestre del SERFOR, a la Dirección de Control de la
Gestión del Patrimonio Forestal y de Fauna Silvestre del SERFOR y a la Gerencia Regional
Forestal y de Fauna Silvestre del Gobierno Regional de Ucayali, para su conocimiento,
seguimiento y/o verificación de ejecución.

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000126

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

Artículo 10°.- Disponer la publicación de la presente resolución en el portal web del


SERFOR: www.serfor.gob.pe.

Regístrese, comuníquese y publíquese.

DOCUMENTO FIRMADO DIGITALMENTE

Miriam Mercedes Cerdán Quiliano


Directora General
Dirección General de Gestión Sostenible del
Patrimonio Forestal y de Fauna Silvestre
Servicio Nacional Forestal y de Fauna Silvestre - SERFOR

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000127

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

ANEXO 1

PERSONAL RESPONSABLE DE LA EVALUACIÓN BIOLÓGICA BAJO SUPERVISIÓN


DE LA TITULAR DE LA AUTORIZACIÓN

Nombres y apellidos Función y/o Especialidad DNI Nº

Responsable de evaluación de
Freddy Ricardo Molina Cochachez 42356703
Ornitología

Responsable de evaluación de
Alonso Ronald Romero Arenas 43721563
Herpetología

Responsable de evaluación de
Carolina Alexandra Liñan Rojas 45810763
Mastozoología

Responsable de evaluación de
Maryzender Erceliz Rodríguez Melgarejo 70007395
Entomología

Responsable de evaluación de Flora y


Cciary María Alegría Mont 45107668
Vegetación

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000128

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

ANEXO 2

Coordenadas de ubicación de las estaciones de monitoreo de flora y fauna silvestre

Coordenadas UTM WGS 84 Cobertura Componentes Ubicación (distrito,


Estación Zona 18L vegetal biológicos a provincias,
Este Norte (MINAM 2015) monitorear departamento)
PMB-01 507964 9095154 Área de no Flora y Fauna Distrito de Nueva
bosque (Herpetología, Requena, provincia
PMB-03 508300 9095238 amazónico Entomología, de Coronel Portillo,
Bosque de Mastozoología departamento de
PMB-04 509230 9094976 y Ornitología) Ucayali
terraza alta
Fuente: Programa de Monitoreo Ambiental de “Industrial de Oleaginosas Servicios Agrarios Pucallpa S.A.C.

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000129

RESOLUCIÓN DE DIRECCIÓN GENERAL

ANEXO 3

FORMATO DE INFORME FINAL DE ESTUDIOS DEL PATRIMONIO

Una vez culminado el estudio del patrimonio en el marco del instrumento de gestión ambiental o
al término de un periodo anual, el titular del proyecto a través de su Representante Legal y con
la suscripción de los investigadores responsables deberá presentar el informe final (según
corresponda), teniendo en consideración la siguiente estructura:

1. Título del Proyecto.


2. Titular del proyecto
3. Área o ámbito de estudio, indicando coordenadas para todas las estaciones de muestreo, incluyendo
las zonas de colectas y el mapa del área de estudio con las estaciones de muestreo, áreas de
influencia directa e indirecta, territorios comunales, predios, áreas de ANP y zonas de
amortiguamiento, y unidades de vegetación.
4. N° de Autorización del estudio de patrimonio.
5. Clasificación o tipo de IGA, etapa del proyecto de inversión, proceso o contenido del IGA.
6. Fechas de evaluación (campo).
7. Lista de investigadores que participaron en la evaluación.
8. Resumen para ser publicado en la página web del SERFOR (donde se deberá señalar los
resultados, relevancia y conclusiones).
9. Marco teórico.
10. Materiales y métodos.
11. Resultados.
12. Discusión.
13. Conclusiones.
14. Bibliografía
15. Anexos.

Asimismo, deberá considerar lo siguiente:

a) La presentación se compone de una (01) copia del informe final en idioma español, en formato
impreso y soporte digital (CD, DVD, USB, etc.).

b) Adjuntar la base de datos correspondiente al material fotográfico, que incluya la siguiente


información:
(i) Código de imagen.
(ii) Identificación de la especie registrada.
(iii) Fecha
(iv) Hora
(v) Ubicación (coordenadas referenciales)
(vi) Archivo digital del material fotográfico (formatos y resoluciones originales).

c) Adjuntar copia de la(s) publicación(es), producto del estudio realizado, en formato impreso y
digital, o de lo contrario señalar que no cuenta con publicación alguna.

d) Adjuntar la base de los registros (formato Excel, shapefile o geodatabase) de especies de flora
y fauna descritas en el área de evaluación. Cada registro deberá indicar coordenadas UTM
(Datum WGS84 zona 17, 18, 19) clase, orden, familia, especie (nombre científico), nombre
común, localidad, fecha de registro, nombre del investigador que efectuó el registro, nombre
del investigador que realizó la identificación, indicar si cuenta con colecta (en cuyo caso se
incluirá el número de colección, colector(es) e institución científica depositaria de material
biológico registrado por el SERFOR).

e) Adjuntar copia(s) de la(s) constancia(s) de depósito del material biológico colectado, emitida(s)
por Instituciones Científicas Nacionales Depositarias de Material Biológico registrado por el
SERFOR.

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000130

ANEXO C
FICHA DE CAMPO
000131
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Metadata de Campo para Monitoreo Hidrobiológico


ESTACIONES HB-01
Este 508805
COORDENADAS UTM Norte 9095819
(WGS84) Altitud 150 msnm
Departamento Ucayali
Provincia Coronel Portillo
Distrito Nueva Requena
Margen
Época de evaluación Seca
Fecha 12/08/2022
Hora inicio 09:30 am
Hora final 10:30 am
Tipo de ambiente acuático (lótico, léntico) Lótico
Tipo de hábitat (río, quebrada, laguna, bofedal) Quebrada
Nombre del lugar de muestreo S/n
Nula-estrecha-
Amplia / Arcillosa-
Orilla Accesibilidad amplia/rocosa-pedregosa-
limosa
arcillosa-limosa
Recto-semirecto-sinuoso-
Tipo de cauce Recto
DESCRIPCION dendrítico
Promedio (m) 2.5 metros
Ancho mojado Mínimo (m) 1 meto
Máximo (m) 4 metros
Promedio (m) 2.5 metros
Ancho orilla Mínimo (m) 1 meto
Máximo (m) 4 metros
Tipo de Agua (blanca, clara, negra) clara
Color de Agua (verdoso, beige, gris, te oscuro,incoloro,
Beige
amarillo, naranja)
Longitud de muestreo (desde el punto de inicio al final) (m) 50 metros
Ancho de muestreo (m) 5 metros
Área de muestreo (m2) 250 m2
Corriente (nula, lenta, moderada, fuerte) / velocidad Lenta
Transparencia (máxima estimada, si es en orilla puede ser
Baja
total)
Caídas 0
HABITAT (% de longitud) Corridas 60
Pozos 40
Grupo de rocas 0
Cobertura de la vegetación ribereña (% de sombra sobre el
30
REFUGIOS (% área) ancho del rio-quebrada)
Troncos sumergidos 10
Otros… 60
ESTADO DE CONSERVACION DEL HABITAT
Arcilla-limo(<1mm) 95
Arena(1-3mm) 5
SEDIMENTO (%) Canto rodado (65-256 mm) 0
Roca (> 256 mm) 0
(suave, moderada, fuerte) (15, 30, 45 grados - cálculo
PENDIENTE DE ORILLA aproximado)
Suave 15%
PARAMETROS HIDROBIOLOGICOS
Fitoplancton (Litros filtrados) 50 litros
Zooplancton (Litros filtrados) 50 litros
ESFUERZO DE
Perifiton (área rapada cm2) 75 cm2
MUESTREO Macrobentos (m2) 0.27 m2
Necton (Atarraya - Nº lances) 10 lances
USO DE RECURSOS Que spp de peces, listar los nombres -
OBSERVACIONES ADICIONALES -

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000132

ANEXO D
FICHA SVAP
000133
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Ficha de evaluación de calidad de hábitat Stream Visual Assessment Protocol


(SVAP)

Nombre del evaluador: Alonso Romero Arenas Cuerpo de agua: Quebrada S/N
ID: HB-01 Fecha: 12 de agosto Hora: 09:30 am

1. Condición del canal.


Canal Natural, no hay Evidencia de una Canal El canal está
estructuras o diques, alteración pasada del considerablemente fuertemente
no hay evidencia de canal, pero el proceso alterado (en alrededor alterado en el
impedimento para el de recuperación es del 50% de sus sentido del flujo y
flujo notable, o presencia características lateralmente,
de una alteración naturales), si hay puede haber
actual no significativa encauzamiento este diques y/o
(que afecta a menos reduce el área de encauzamiento
del 25% del tramo inundación. que lo alteran en
evaluado) más del 50% de
sus
características
naturales.
10 7 3 1

2. Zona ribereña.
La vegetación La vegetación La vegetación La vegetación Casi no
natural cubre una natural cubre una natural cubre una natural cubre una existe
extensión igual a extensión igual a extensión igual a extensión menor a vegetación
dos veces el una vez el ancho la mitad del ancho la mitad del ancho natural de
ancho activo del activo del canal a activo del canal a activo del canal a ribera, los
canal a cada lado. cada lado, si es cada lado. cada lado, lo que no suelos
menor su le permite cumplir descubiertos
extensión de con su función de (o cubiertos
todas maneras filtro de manera de manera
cubre toda el área adecuada. deficiente)
inundable (si sufren por
existe). escorrentía y
esto afecta
gravemente
al cuerpo de
agua.
10 8 5 3 1

3. Estabilidad de laderas
Las laderas son muy Las laderas son Las laderas son Las laderas son
estables, no muy moderadamente moderadamente muy inestables,
elevadas con respecto estables, escasamente inestables, se pueden habitualmente
al área de inundación elevadas pero es observar varios puntos altas con respecto
o flujo de agua, posible observar de erosión. al canal,
ninguna o muy escasa algunos puntos fuertemente
erosión. erosionados erosionadas.
10 7 3 1

4. Apariencia del agua


Clara, traslúcida o Ocasionalmente Considerablemente Fuertemente
muy poco coloreada, opaca, en especial opaca la mayor parte turbia casi todo el
objetos visibles a 1-2 después de lluvias del tiempo, los objetos tiempo, no hay
m. de profundidad, no fuertes, pero se aclara son visibles a 0,25-0,5 visibilidad debajo
hay evidencia de rápidamente, los m. de profundidad, las del agua,
aceites en la objetos son visibles de rocas del substrato evidencia de
superficie y no hay 0,5-1,5 m. de cubiertas de una contaminación:
películas grasosas en profundidad, aunque a película grasosa. aceites, grasas en
el substrato veces el color se altera. el substrato, etc.
No evidencia de
aceites o grasas.

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000134
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

10 7 3 1
5. Presencia de Basura
No hay Presencia Escasa Presencia de Ligera presencia de Gran presencia
evidente de Basura, restos de desecho, la Basura de origen de restos de
las orillas están mayoría de origen urbano, en su mayoría origen urbano,
totalmente libres de animal (heces, pelo, envases, papeles u tanto orgánicos
algún contaminante de plumas) proveniente otros insumos de como
origen externo. de granjas o áreas de plástico o celulosa de inorgánicos, se
pastoreo vecino. alta flotabilidad que son considera en
arrastrados de zonas esta categoría
urbanas aguas arriba. incluso la
presencia de
desagües
cercanos.
10 7 3 1

6. Enriquecimiento por nutrientes


Aguas claras durante La mayor parte del Se nota un desarrollo Substrato
todo el transecto de transecto con aguas constante de densamente
evaluación, igualmente claras o comunidades eutróficas cubierto por algas
comunidades de manteniendo las a lo largo del transecto a lo largo de
plantas acuáticas características del de evaluación. TODO el
diversas, incluso inicio, escaso transecto de
Macrófitas, pequeño desarrollo de algas. evaluación.
desarrollo de algas.
10 7 3 1

7. Barreras para el movimiento de peces


No existen Estacionalmente Presencia de Presencia de Presencia de
barreras para el existen barreras estructuras estructuras que estructuras
movimiento de naturales para el pequeñas alteran el canal de que alteran el
peces movimiento de Naturales o manera mediana flujo en
peces. artificiales que en longitudes extensiones
dificultan menores a 5 Km. mayores a 5
permanentemente Km.
el movimiento de
peces.
10 8 5 3 1

8. Hábitat apropiados para peces


> a 5 tipos de hábitat 4 a 5 tipos de hábitat 1 a 2 tipos de hábitat Solo un tipo de
utilizable. utilizable. utilizable hábitat utilizable.
10 7 3 1
Tipos de hábitat (marcar):
1. Troncos sumergidos
2. Estanques profundos
3. Vegetación sumergida
4. Rocas grandes sumergidas
5. Rápidos
6. Remansos de escasa profundidad
7. Zonas de acumulación de Materia Orgánica
Otros…………………..

9. Hábitat apropiados para macroinvertebrados


> a 5 tipos de hábitat 4 a 5 tipos de 1 a 2 tipos de Solo un tipo de
utilizable. hábitat utilizable. hábitat utilizable hábitat utilizable.
10 7 3 1
Tipos de hábitat (marcar):
1. Restos finos de troncos
2. Troncos sumergidos
3. Paquetes de hojas
4. Bancos de arena
5. Rocas
6. Arcilla

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000135
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

7. Vegetación sumergida
8. Zonas de desarrollo de musgos
9. Rápidos
10. Remansos
Otros…………………………

Valores Obtenidos

1. CONDICION DEL CANAL 10


2. ZONA RIBEREÑA 10
3. ESTABILIDAD DE LADERAS 07
4. APARIENCIA DEL AGUA 07
5. PRESENCIA DE BASURA 10
6. ENRIQUECIMIENTO POR NUETRIENTES 07
7. BARRERAS PARA EL MOVIMIENTO DE PECES 10
8. HABITAT PARA PECES 07
9. HABITAT PARA MACROINVERTEBRADOS 07

≤ 6,00 Pobre
Puntuación promedio: 8,30 6,01-7,49 Regular
(Total/# de características evaluadas) 7,50-8,99 Bueno
≥9,00 Excelente

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000136

ANEXO E
PANEL FOTOGRÁFICO DE
ESTACIONES DE
MONITOREO
000137
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

ANEXO E.
ESTACIONES DE MONITOREO
ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-01

ESTE 507955 NORTE 9094839


Área de no bosque amazónico
Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-03

ESTE 508609 NORTE 9095100


Área de no bosque amazónico
Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000138
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

ESTACIÓN DE MONITOREO PMB-04

ESTE 508851 NORTE 9094834


Bosque de terraza alta
Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

ESTACIÓN DE MONITOREO HB-01

ESTE 508802 NORTE 9095816


Quebrada S/N
Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000139

ANEXO F
PANEL FOTOGRÁFICO DE
ESPECIES
000140
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

ANEXO F.
PANEL FOTOGRÁFICO DE FLORA
Especie: Anthurium clavigerum

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Astrocaryum chambira

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000141
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Attalea tessmannii

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Bactris cf. maraja

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Banara guianensis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000142
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Calycophyllum spruceanum

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Calycophysum cf. pedunculatum

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000143
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Cecropia ficifolia

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Cecropia sciadophylla

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Ceiba cf. pentandra

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000144
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Cordia nodosa

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Costus lasius

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Davilla kunthii

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000145
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Dioscorea sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Faramea sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Floscopa peruviana

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000146
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Fridericia sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Geonoma cf. macrostachys

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Heliconia hirsuta

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000147
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Himatanthus sucuuba

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Homolepis aturensis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Inga sp1

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000148
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Ipomoea alba

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Jacaranda copaia

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Miconia barbinervis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000149
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Mikania cordifolia

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Olyra caudata

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Olyra latifolia

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000150
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Oxandra xylopioides

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Palicourea punicea

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Passiflora coccinea

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000151
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Piper augustum

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Piptadenia anolidurus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Piptadenia cf. killipii

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000152
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Piptadenia peruviana

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Pouteria sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Psychotria marginata

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000153
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Rhynchosia phaseoloides

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Rinorea cf. viridifolia

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Schizolobium parahyba

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000154
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Serjania sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Smilax spinosa

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Socratea exorrhiza

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000155
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Stizophyllum cf. riparium

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Tabernaemontana aff. undulata

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Uncaria guianensis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000156
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Virola sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Zanthoxylum sp.

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000157
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PANEL FOTOGRÁFICO DE HERPETOFAUNA


Especie: Allobates femoralis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Ameerega trivittata

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Ameiva ameiva

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000158
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Anolis fuscoauratus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Dendropsophus cf minutus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Boana lanciformis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000159
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Drymoluber dichrous

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Gonatodes humeralis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Oreobates quixensis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000160
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Plica umbra

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Rhinela margaritifera

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Trachycephalus typhonius

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000161
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PANEL FOTOGRÁFICO DE MASTOFAUNA


Especie: Carollia brevicauda

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Neacomys sp

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000162
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Saguinus sp

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Neacomys sp

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000163
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Saimiri sciureus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000164
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

PANEL FOTOGRÁFICO DE ORNITOFAUNA


Especie: Amazona farinosa

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Ammodramus aurifrons

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000165
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Anabacerthia striaticollis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Buteogallus schistaceus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000166
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Cathartes aura

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Crotophaga ani

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000167
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Elanoides forficatus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Ibycter americanus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000168
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Milvago chimachima

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Nemosia pileata

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000169
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Pipra fasciicauda

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Sporophila caerulescens

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000170
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Sporophila castaneiventris

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Trogon viridis

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022
000171
SERVICIOS AGRARIOS DE PUCALLPA SAC

Especie: Tyrannopsis sulphurea

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

Especie: Tyrannus melancholicus

Época seca 2022 10 al 12 de agosto 2022

INFORME DE MONITOREO BIOLOGICO


EPOCA SECA 2022

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