Plan Educativo Bolivia 2021-2025
Plan Educativo Bolivia 2021-2025
MINISTERIO DE EDUCACIÓN
Ministro de Educación
Edgar Pary Chambi
Viceministro de Educación Regular
Manuel Eudal Tejerina del Castillo
Viceministra de Educación Alternativa y Especial
Viviana Mamani Laura
Viceministro de Educación Superior de Formación Profesional
José Luis Gutiérrez Gutiérrez
Director General de Planificación
César Alberto Córdova Ortiz
Elaboración:
• Dirección General de Planificación
1.1.4. Las reformas educativas modernizantes y excluyentes en los gobiernos militares. ............................................... 16
1.1.6. Proyecciones de la Ley N° 070 y el Modelo Educativo Socio Comunitario Productivo. .......................................... 20
2. IDENTIFICACIÓN DEL SECTOR ......................................................................................................................................23
2.1. Entidades Bajo Tuición y Actores del Sector ..................................................................................................................24
3. MARCO LEGAL DEL SECTOR .........................................................................................................................................26
3.1 Estructura del Sistema Educativo Plurinacional en el marco de la ley 070 ............................................................... 35
5.1 Educación en convivencia con la naturaleza. El horizonte civilizatorio del Vivir Bien ................................................. 42
5.3 Educación intracultural, intercultural y plurilingüe. Complementariedad dialógica entre lo intra, lo inter y lo pluri. ........ 46
5.4 Educación en valores sociocomunitarios. Descolonización y despatriarcalización .................................................... 48
6. DIAGNÓSTICO ..................................................................................................................................................................50
Gráfico 1 Tasa de cobertura neta del Subsistema de Educación Regular, período 2016-2020.................................................... 60
Gráfico 2 Tasa de asistencia de educación regular de 4 a 17 años, período 2016-2020 ............................................................. 61
Gráfico 3 Número de personas jóvenes y adultas, mayores a 15 años que concluyen la post alfabetización, período 2016-2020
....................................................................................................................................................................................................... 62
Gráfico 4 Número de estudiantes con discapacidad, talento extraordinario y dificultades de aprendizaje atendidos en modalidad
directa e indirecta, período 2016-2020 .......................................................................................................................................... 63
Gráfico 5 Matrícula en educación superior técnica tecnológica (ámbito fiscal y de convenio), período 2016-2020 ..................... 64
Gráfico 6 Matrícula en Escuelas Superiores de Formación de Maestros, período 2016-2020 ..................................................... 65
Gráfico 7 Número de personas con 15 años o más que acceden a la formación técnica tecnológica productiva en educación
alternativa, período 2016-2020 ...................................................................................................................................................... 66
Gráfico 8 Número de estudiantes que acceden a la formación artística en las nuevas escuelas bolivianas interculturales
creadas, período 2016-2020.......................................................................................................................................................... 67
Gráfico 9 Número de estudiantes, hijos e hijas de personas privadas de libertad, de 6 o más años de edad atendidos en
Centros de Apoyo Integral Pedagógico (caip’s), período 2016-2020 ............................................................................................ 68
Gráfico 10 Porcentaje de maestros en ejercicio, titulados por el PROFOCOM para implementar el nuevo currículo (en el marco
del MESCP), período 2016-2020................................................................................................................................................... 69
Gráfico 11 Porcentaje de maestros en ejercicio con formación post gradual, que forman parte del Sistema Educativo
Plurinacional, período 2016-2020 .................................................................................................................................................. 70
Gráfico 12 Número de unidades educativas que participan de la Olimpiada Científica Estudiantil Boliviana, período 2016-2020
....................................................................................................................................................................................................... 71
Gráfico 13 Porcentaje de unidades educativas plenas que implementan el Bachillerato Técnico Humanístico en educación
regular, período 2016-2020 ........................................................................................................................................................... 72
Gráfico 14 Número de estudiantes graduados del Subsistema de Educación Regular con Bachillerato Técnico Humanístico
(técnico medio), período 2016-2020 .............................................................................................................................................. 73
Gráfico 15 Número de productores formados como técnicos básicos, procedentes de unidades, comunidades o asociaciones
productivas existentes o conformadas .......................................................................................................................................... 74
Gráfico 16 Profesionales beneficiados con becas de post grado en universidades extranjeras de excelencia, período 2016-2020
....................................................................................................................................................................................................... 75
Gráfico 17 Porcentaje de estudiantes que reciben educación en lengua originaria como primera lengua, período 2016-2020 .. 76
Gráfico 18 Número de currículos regionalizados, elaborados por las NYPIOC, aprobados con resolución ministerial, período
2016-2020 ...................................................................................................................................................................................... 77
Gráfico 19 Número de nuevos institutos técnicos tecnológicos construidos, equipados y en funcionamiento, período 2016-2020
....................................................................................................................................................................................................... 78
Gráfico 20 Número de artículos científicos indexados en redes y publicaciones nacionales e internacionales de investigación
científica y tecnológica, producidos por investigadores bolivianos, período 2016-2020 ............................................................... 79
Gráfico 21 Porcentaje de unidades educativas públicas y de convenio que reciben alimentación complementaria escolar
(desayuno escolar o merienda), período 2016-2020 ..................................................................................................................... 81
Gráfico 22 Estudiantes matriculados en el Subsistema de Educación Regular, período 2016 - 2020.......................................... 84
Gráfico 23 Estudiantes matriculados en el ámbito de educación especial .................................................................................... 85
Gráfico 24 Estudiantes matriculados en las Escuelas Superiores de Formación de Maestros y Unidades Académicas, período
2016-2020 ...................................................................................................................................................................................... 86
Gráfico 25 Estudiantes matriculados en institutos técnicos tecnológicos...................................................................................... 86
Gráfico 26 Tasa de cobertura neta del Subsistema de Educación Regular, ................................................................................. 87
Gráfico 27 Tasa de término neta de 6° de primaria, período 2016-2020 ...................................................................................... 88
Gráfico 28 Tasa de término de 6° de secundaria, período 2016-2020 .......................................................................................... 89
Gráfico 29 Tasa de abandono del Subsistema de Educación Regular, período 2016-2020 ......................................................... 89
Gráfico 30 Bachillerato técnico humanístico. número de estudiantes con título de técnico medio, período 2016-2020 ............... 90
Gráfico 31 Número de beneficiarios que recibieron su certificación de competencias laborales, período 2016-2020 ................. 91
Gráfico 32 Número de estudiantes promovidos en educación regular, período 2016-2019 ......................................................... 92
Gráfico 33 Número de estudiantes reprobados, período 2016-2019 ............................................................................................ 93
Gráfico 34 Número de estudiantes recursantes en educación regular, período 2016-2020 ......................................................... 94
Gráfico 35 Número de unidades educativas en el Subsistema de Educación Regular,................................................................ 95
Gráfico 36 Número de centros de educación alternativa, período 2016-2020 .............................................................................. 95
Gráfico 37 Número de centros de educación especial, período 2016-2020.................................................................................. 96
Gráfico 38 Número de escuelas Superiores de Formación de Maestros y Unidades Académicas, período 2016-2020 .............. 97
Gráfico 39 Número de institutos técnicos tecnológicos, período 2016-2020................................................................................. 97
Gráfico 40 Número de maestros en el Subsistema de Educación Regular, período 2016-2020 .................................................. 99
Gráfico 41 Número de maestros en el ámbito de educación alternativa, período 2016-2020..................................................... 100
Gráfico 42 Número de maestros en el ámbito de educación especial, período 2016-2020 ........................................................ 101
Gráfico 43 Número de maestros en institutos técnicos tecnológicos, período 2016-2020 .......................................................... 101
Gráfico 44 Número de maestros en Escuelas Superiores de Formación de Maestros y Unidades Académicas, período 2016-
2020 ............................................................................................................................................................................................. 102
Gráfico 45 Ítems de nueva creación, período 2016-2020............................................................................................................ 102
Gráfico 46 Porcentaje de maestros en ejercicio con formación post gradual que forman parte del sep, período 2016-2020 .... 103
Gráfico 47 Estudiantes beneficiados con el Bono Juancito Pinto, período 2016-2020 ............................................................... 104
Gráfico 48 Bono Juancito Pinto, monto en bolivianos, período 2016-2020 ................................................................................. 105
Gráfico 49 Estudiantes beneficiados con el Diploma de Bachiller Gratuito ................................................................................. 106
Gráfico 50 Estudiantes beneficiados con el Bono Bachiller Destacado, período 2016 - 2020 .................................................... 106
Gráfico 51 Bono Bachiller Destacado, monto en bs., período 2016-2020................................................................................... 107
Gráfico 52 Número de maestros y maestras beneficiados con una computadora ...................................................................... 107
Gráfico 53 Número de escuelas de frontera, liberadoras en el pueblo guaraní y de riberas de río, atendidas integralmente .... 108
Gráfico 54 Número de graduados en el Programa Nacional de Alfabetización .......................................................................... 109
Gráfico 55 Número de graduados a tercero y sexto de primaria en el Programa Nacional de Post Alfabetización, período 2016-
2020 ............................................................................................................................................................................................. 110
Gráfico 56 Estudiantes inscritos en las Olimpiadas Científicas Estudiantiles Plurinacionales, período 2016-2020.................... 110
Gráfico 57 estudiantes participantes de los Juegos Deportivos Estudiantiles Plurinacionales, período 2016-2019 ................... 111
ÍNDICE DE MATRICES
MATRIZ N° 1 Lineamiento sectorial articulado a través de ejes estratégicos, metas, resultados y/o indicadores ..................... 123
PRESENTACIÓN
El Plan Sectorial de Desarrollo Integral para Vivir Bien del sector Educación 2021-2025 (PSDI-E)
es el resultado de un proceso participativo con los diferentes actores de la educación, orientado
a la materialización de la planificación del Estado y a la consolidación del Modelo Educativo Socio
Comunitario Productivo, que se orienta a la transformación de la educación en la vida y para la
vida para el Vivir Bien.
El lineamiento político y estratégico del PSDI-E está en correspondencia con la Agenda Patriótica
del Bicentenario 2025, a través del Pilar 3: salud, educación y deporte para la formación de un
ser humano integral.
El PSDI-E se articula, también, con el Eje 1 del PDES (Reconstruyendo la Economía, retomando
la Estabilidad Macroeconómica y Social) y se materializa mediante la entrega del Bono Juancito
Pinto y del Incentivo al Bachiller Destacado, como medidas de política social que coadyuvan a
las políticas redistributivas del ingreso que principalmente benefician a los sectores más
vulnerables y, asimismo, promueven el acceso, permanencia y conclusión educativa con elevado
desempeño.
Finalmente, el PSDI-E se vincula con el Eje 7 (Reforma judicial, Gestión pública digitalizada y
transparente; Seguridad y defensa integral con Soberanía Nacional), a través de la
implementación de temáticas de prevención de la corrupción y transparencia en las unidades
educativas públicas y de convenio.
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educación intra-intercultural y plurilingüe, recuperando, desarrollando y revalorizando
saberes y conocimientos; y iii) la participación y corresponsabilidad social comunitaria
en educación.
Sin perjuicio de esta mirada retrospectiva que da cuenta de la historia del sector, importa
también focalizar la atención en los tiempos más recientes, es decir, remitirse a ciertos
hitos o coyunturas específicas que permitan comprender más y mejor el contexto
presente. Y así poder asumir un conjunto de decisiones expresables en medidas de
política pública, en los planos que identifique como más críticos o problemáticos, por
situarse allí las áreas potenciales que pueden propiciar su avance y transformación, e
impulsar las acciones posibles para su proyección y desarrollo.
Durante la primera década del siglo, bajo el gobierno liberal de Montes, se propiciaron
acciones trascendentales, cuyo eje principal fue la centralización del sistema educativo,
una de las primeras decisiones de política sectorial, seguida por la formación de
maestros, tal vez la más importante, y la institución de la educación indigenal, que
implicaría la diferenciación entre la escuela urbana y rural. Con el arribo del pedagogo
Georges Rouma, a la cabeza de un equipo de colaboradores (“misión belga”), se llegó
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a organizar la Escuela Normal de Profesores Preceptores de la República –hoy, Escuela
Superior de Formación de Maestras y Maestros- en Sucre, que a la postre implicaría el
impulso requerido para la formación y profesionalización docente, uno de los problemas
más críticos del sector, y que sólo empezó a superarse en algún grado en los años 30s.
Más allá de ello, el pensamiento pedagógico de Rouma fue la base para el desarrollo
educativo del país durante el siglo XX, pues introdujo las teorías de la educación activa,
fundada en las corrientes liberales que prevalecían en Europa, orientadas a la
modernidad y al progreso. En su concepción el ser humano es un ser bio-psico-social;
y como tal debiera formarse en dimensiones múltiples, comprendiendo a la educación
desde una perspectiva interdisciplinaria.
A pesar de haber impulsado dichas políticas para el sector, paradójicamente, las clases
dominantes y, más específicamente, los grupos conservadores, a menudo vinculados a
los intereses referidos a la tenencia de la tierra, se resistían a la idea de “instruir al indio”.
Y mostraban igual renuencia a la instrucción de las mujeres; el Estado no les reconocía
el derecho de ciudadanía, y ello coartaba su acceso a la educación. El movimiento
feminista liderado por Adela Zamudio, abrió la brecha para la inclusión de sus derechos,
logrados posteriormente.
Durante este tiempo afloraron las discusiones en torno de las perspectivas educativas
que debían considerarse, entre las posturas que pretendían la búsqueda de soluciones
traídas desde afuera o alineadas con “corrientes universales” o la modernidad, frente a
las que proponían su desarrollo desde las bases de la cultura propia. Por ello, fue
trascendente y altamente determinante para la educación en el país, el polémico debate
pedagógico de 1910, entre Felipe Segundo Guzmán y Franz Tamayo. El primero,
conocido como seguidor de la visión universalista. En cambio, Tamayo ha pasado a la
historia como el más importante defensor de la creación de una pedagogía que surgiera
desde la realidad boliviana para afrontar sus problemas. Según él, la educación debía
fundarse en la ética, la moral y en el orden de las costumbres, para forjar el espíritu
nacional, y en el centro de esa formación debía situarse al ser o a la cultura y los valores
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indígenas. Y desde allí criticaba el “bovarysmo” pedagógico de la misión belga; esto es,
el hecho de fundarse en las apariencias, en la impostación, o el traer recetas e
importarlas a una realidad, en el marco de meras relaciones instrumentales con el
mundo, sin comprender su contexto. Podría decirse que el pensar tamayano ya
asomaba como uno de los prolegómenos del pensamiento descolonizador, abriendo el
tema y problema de la descolonización –sin nombrarla- en los espacios de la discusión
pedagógica, que al presente se ha situado en primer plano.
Empero, no sólo se trataba de una imitación o un calco de modelos o patrones, sino que
ello iba más allá. Era esa tendencia, común a diferentes corrientes políticas
prevalecientes en el siglo XX, como el liberalismo, el conservadurismo y el nacionalismo,
basada en la búsqueda de la “modernización” y el “progreso” de la sociedad del país,
pensando a menudo en abstracto, para impulsar el “desarrollo” y la “industrialización”
nacionales, a partir de unas formas de organización más bien propias de un orden
manifiestamente colonialista o alienante. Es decir, como formas de adormecimiento,
control y pasividad, bajo las élites gobernantes domésticas –el colonialismo interno
(Rivera Cusicanqui)-, ejercido en sujeción a proyectos políticos de dependencia o
sumisión a poderes e intereses internacionales –o, transnacionales, como ahora se
verifica en muchos de los países de la región y el mundo-, a cuyo fin se debía
homogenizar o uniformar la educación o la instrucción, sin establecer sus distancias o
diferencias. De ese modo, preparar a esa sociedad para asimilar el pensamiento de
occidente y, junto con éste, la ciencia y la tecnología como sus formas más “inocuas”,
por ser más “universales” u “objetivas”; y que ahora se las puede ver como los
síndromes de la colonialidad del saber y del poder (Quijano).
A pesar de las polémicas en las esferas de decisión y ante las demandas de los
indígenas, tuvo que promoverse la creación y el mantenimiento de las escuelas
indigenales, por personas particulares, o a veces, también, respaldadas y financiadas
por sus propios beneficiarios, en lugares donde no podía hacerlo el Estado, debido a la
escasez de docentes. Los pueblos indígenas consideraban a la educación como una
forma de empoderamiento y de lucha; y cuanto más, si ésta era adquirida en castellano,
para resguardar sus derechos sobre sus tierras comunitarias, y frente a cualesquier
intervenciones o avasallamientos de los gobiernos liberales o conservadores de
entonces, además de prevenir la discriminación de la que eran objeto -el sujeto indígena
no era reconocido- por las clases dominantes, debido al uso de su lengua madre.
Varias décadas después se desencadenó el debate acerca del idioma que debía
utilizarse en la enseñanza-aprendizaje, habida cuenta de los diferentes contextos socio-
culturales y lingüísticos; y, por ello, de consideraciones de orden pedagógico y, no
menos, de los problemas de gestión que ello conlleva. No obstante, por encima de esos
aspectos, vitales como lo fueron -y son-, el hecho del reconocimiento y la revalorización
de las culturas ancestrales e idiomas propios, surgiría como un elemento nuevamente
aprehensible y, asimismo, trascendental, en el ámbito de la educación, debido a la
instauración de un horizonte de sentido y significación que apunta a la descolonización
de las estructuras políticas, económicas, sociales, culturales y mentales de dominación
que se han construido históricamente. Ello constituye un hito histórico y cultural en la
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construcción de Estado Plurinacional, que no sólo hace explícita esa condición socio-
cultural y lingüística diversa del país, antes negada o encubierta, sino que deviene en
un nuevo factor articulador la cultura de pueblos y naciones; y contribuye a llevar a buen
término lo que hoy en día se plantea como una educación intracultural e intercultural y
plurilingüe; lo cual, ciertamente, adquiere relevancia propia en el presente, y mantiene
la discusión en la agenda educativa abierta hacia el mundo, y al futuro.
El dotarse de sus escuelas propias era el camino para los movimientos y los pueblos
indígenas, siendo ellos mismos sujetos artífices de su creación, la educación indigenal,
cuyo epítome sería alcanzado en la experiencia de la Escuela-Ayllu de Warisata. Esa
fue la respuesta concreta frente a la negligencia y desinterés casi permanentes de los
gobiernos de turno; cuyas acciones siempre forzadas o parciales, dispuestas para
intentar resolver el problema en cuestión, no satisfacían las aspiraciones de estos
pueblos. Y en cambio ellas cobraban más fuerza, porque la educación para el
movimiento indígena se planteaba como un elemento central de su liberación o
reconstitución de sus valores y cosmovisiones propios, y de la proyección de sus
culturas al mundo. Lo cual resultaba muy ajeno a un proyecto de educación de orden
“progresista y modernizador”, como lo veían los gobiernos, más proclives a una mímesis
de los cánones pedagógicos que provenían de ultramar.
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ese nuevo espacio vital creado, una escuela- comunidad identificada también como la
Taika, como la vieja madre que se cuida y admira con unción; construido y organizado
bajo cánones distintos, con el principio del ayni, en el lugar escogido.
Pese a ese discurso inclusivo del liberalismo de principios del siglo XX, el Estado estaba
constituido para excluir y la segregación real del país reforzaba esta predisposición.
Este nuevo Estado liberal tampoco pudo consolidar una clase que liderase económica
y políticamente el país, puesto que el desarrollo de la burguesía nacional también estuvo
altamente sometido al capital extranjero. Las contradicciones entre el discurso político
y la realidad económica y social, que se presentaba en la configuración de la política
nacional, nunca se revelaron tan claramente como se la vio en el caso de la educación.
Es la contradicción que llevó al Estado a cerrar la Escuela-Ayllu de Warisata -pese al
decidido apoyo otorgado a Pérez en el propósito de su creación-, respaldando con ello
la reacción terrateniente; replicando en cierto modo el mismo tipo de posturas que en
décadas precedentes habían forzado el fracaso de las escuelas ambulantes
desplegadas en el área rural.
Durante y después de los años de la guerra del Chaco, emergería una nueva visión del
país, y el impulso que tomaría la educación tuvo que ver fundamentalmente con la
necesidad de constituir un país organizado e integrado, superando la endeble
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conformación de la nación y la decadencia de su clase dominante, el empresariado
minero; tanto como con la pertinencia de instruir a las mayorías indígenas, porque era
menester llevar la educación al ámbito rural, y avanzar en el rescate de las tradiciones,
del lenguaje y de la cultura o las prácticas, que estaban, por entonces, vinculadas a la
producción agropecuaria. Por entonces, ya se veían algunos esfuerzos importantes en
materia de educación rural dirigidos a la niñez y juventud indígenas; y los maestros
rurales y urbanos empezaban a constituirse en los principales actores del cambio en la
educación.
Entre los grandes momentos que han terminado de configurar el sector educativo en
Bolivia, como se lo conoce ahora, definiendo así sus alcances y contenidos, puede
destacarse la puesta en vigencia en 1955 del Código de la Educación Boliviana; y, por
ello, puede ser entendido como un hito o punto de inflexión, inserto en el marco de la
Revolución Nacional, que ha marcado su devenir hasta el presente. Gestado aquel en
el discurrir de las distintas etapas o coyunturas históricas por las que atravesó el país,
que influyeron en los modos cómo la educación fue concebida o comprendida, el Código
abordaba el proceso de formación de las personas como individuos tanto como de la
sociedad o la comunidad; lo que determinaba la importancia que se le atribuía y la
atención dedicada en términos de los esfuerzos y recursos que se le otorgaba. En
correspondencia con esa concepción o comprensión, su aplicación, no obstante, fue
marcando sus límites y avances en el tiempo.
Con la restitución de los derechos civiles y políticos ciudadanos, tras el ascenso del
nacionalismo revolucionario, el Estado Nacional, a través del Código, proclama
democratizar la educación, por cuanto la define como un derecho de carácter universal,
obligatorio y gratuito. El desafío que ello conllevaba se planteaba en términos de
administrar una masiva incorporación de la población indígena, asentada
mayoritariamente en el área rural, a la educación y a otros servicios públicos. Era,
entonces, menester realizar los esfuerzos requeridos para su acceso generalizado o
universal, a cuyo fin se llevó a efecto una vigorosa ampliación del sistema educativo
que, contando con el respaldo de diversos organismos internacionales, UNESCO y
otros, avanzó prioritariamente en términos básicos como las orientaciones pedagógicas;
impulsándose así la generalización de los contenidos curriculares, que enfatizaban la
idea de la nación y los valores cívicos. Más aún, surgía como una necesidad histórica
de construcción de una identidad nacional -como ideal de toda doctrina nacionalista,
que emergía con más fuerza tras la debacle de la guerra del Chaco-, y la educación
debía apuntar a una suerte de homogenización cultural, tal que amalgamara las
diferencias étnicas, mediante el mestizaje, lo que no pasó del orden simbólico. Y, de
otra parte, se buscaba que contribuyera a la sustentación de un nuevo proceso y modelo
económico social y político de desarrollo, basado en un fomento a la industria nacional
y la sustitución de las importaciones, mediante la apertura hacia el oriente, ya lograda,
contando ahora, además, con nuevas perspectivas de aprovechamiento de los recursos
naturales extractivos o no renovables.
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No obstante, la realidad se impondría por encima de la intención de brindar iguales
oportunidades para todos, pues con el triunfo de la revolución los indígenas no sólo
recuperaron sus derechos de propiedad sobre la tierra, hecho por el cual fueron
convertidos entonces en campesinos, sino que también fueron liberados de la
servidumbre, más no así de la discriminación y la marginalización. De una parte, como
resultado de la presencia inusitada e ingente, que rebasaba las capacidades del Estado,
y de otra por la prevalencia de ciertas condiciones y actitudes valorativas, a menudo,
basadas en prejuicios de orden étnico y racial, el nuevo gobierno optó por mantener la
diferenciación entre la educación orientada al ámbito urbano y aquella dirigida al ámbito
rural, llegando a organizarse ambos ámbitos de manera separada; dotándoseles de
maestros, diseñándose sus currículos e, incluso, definiéndose instancias distintas para
su administración, contando con el Ministerio de Educación, y el Ministerio de Asuntos
Campesinos, respectivamente. Con ello el sistema educativo, en ciernes, devenía
fragmentado, con las previsibles consecuencias de una educación diferenciada ya no
sólo con respecto a la dotación de recursos, de infraestructura y de equipamiento o
materiales, sino en términos de la calidad educativa alcanzable, en grados y sentidos
distintos, que privilegiaba a unos en las urbes con menoscabo de otros (70% de la
población del país) en las áreas rurales.
Las estructuras establecidas por la aplicación del Código de 1955, salvo algunos ajustes
formales y cambios de enfoque e interrupciones, mantuvieron sus orientaciones
generales hasta la Reforma Educativa de 1994, en un periplo de tres décadas
transcurridas en medio de procesos conflictivos y problemas en el país. Con Barrientos,
la educación estuvo orientada a los mismos propósitos de modernización y desarrollo
del país, pergeñándose esquemas de corte desarrollista dependiente, siguiendo las
huellas del MNR en su orientación. Ello tiene mucho que ver con el tipo y grado de
intervención de los organismos internacionales, principalmente UNICEF y UNESCO, en
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el proceso educativo. Como se ha registrado, éstos tuvieron enorme influencia en la
constitución del sistema, siendo fundamentales las orientaciones pedagógicas y
didácticas, en pos de impulsar, desde sus perspectivas, un modelo educativo propio del
“primer mundo”, de carácter moderno y avanzado, además del importante apoyo
financiero que dedicaban a dicho propósito.
Luego, desde 1968, cuando Ovando asume el poder se sucedieron otras reformas que
rescataban parcialmente las propuestas del Profesor Villa Gómez, por vía del Estatuto
de Evaluación Escolar, introduciendo cambios en la estructura educativa y una
pedagogía centrada en objetivos. Esta noción definía una herramienta de gestión que
intentaba evaluar los objetivos logrados respecto de los trazados para cada grado, en
los planes de estudio. La idea detrás de ello era conducir la gestión estableciendo
rangos comunes de desempeño de las unidades educativas para caga grado a nivel
nacional, introduciendo para ello el uso de indicadores específicos. A partir de ello
pasarían a ser el aspecto central del proceso de enseñanza-aprendizaje. No obstante,
estas reformas irían a tomar cuerpo sólo desde 1973, cuando Banzer promulgó la Ley
de Educación Boliviana, y con ello la definición de los mentados objetivos educativos,
aunque con nuevas orientaciones.
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Manifiesto de Tiwanaku- y más tarde, desde los años 80s, emergían ya los movimientos
indígenas organizados con visiones propias –el Katarismo- que interpelaban las
políticas del Estado, y la CSUTCB como una de sus organizaciones más visibles y
representativas planteaba el rescate de las tradiciones culturales y lingüísticas de los
pueblos en la educación, que conllevaba otra dimensión formativa: la enseñanza-
aprendizaje en lenguas maternas originarias.
Por ello, es destacable que, entre aquellas situaciones formales y reales que cambiaron
a partir del Código de 1955, se produjera una alternativa popular real en 1983 que, en
este caso, pudo poner en práctica aquello que dicho proyecto ya planteara, pero no
realizara; si bien, en su propuesta se aludía al uso de lenguas maternas sólo se aplicaría
en algunas comunidades del Altiplano. Dicha alternativa se tradujo precisamente en el
ciclo que, por un breve lapso, durante el gobierno de la UDP a la cabeza de Siles Zuazo,
llevó a cabo el Servicio Nacional de Alfabetización y Educación Popular (SENALEP),
entidad oficial, que organizó por primera vez una campaña masiva de alfabetización en
lenguas nativas, cuya política, asumida desde el Estado, propugnaba la incorporación
de éstas para brindar educación a las poblaciones indígenas utilizando sus lenguas
maternas o de origen. La experiencia no perduró.
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otra, la descentralización educativa a través de los municipios. Una pretensión que
intentó debilitar al magisterio, pero que al fin no logró subsumirlo ni reducirlo.
Por ello, nuevamente en la historia del país, se establece que el proyecto de reforma
educativa obedecía más a ciertas corrientes foráneas, definidas fuera de su contexto,
orientadas a hacer de la educación un instrumento apto para responder más a otros
intereses que a los nacionales, a través de la introducción de un currículo estándar
constructivista, acorde con las tendencias de la globalización de la economía, que
buscaba el desarrollo de capacidades y competencias, siendo influido por los
organismos financieros como el Banco Mundial y el FMI. De hecho, fue uno de los
procesos más costosos de reforma educativa, cuyos diseños, trabajados en gabinete,
por los expertos extranjeros y, en parte, con consultores nacionales, -más
específicamente, a través del Equipo Técnico de Apoyo a la Reforma Educativa
(ETARE), un cuerpo colegiado dependiente del Ministerio de Planificación-, sin el
concurso de actores del sector ni de la sociedad y aún al margen del Ministerio de
Educación, no sólo generaron su rechazo y resistencia, sino que se enfrentaron con la
realidad. El currículo apenas fue aplicado en el nivel de primaria, manteniendo vigente
el currículo del así llamado código Banzer, en el nivel de secundaria. A pesar de haber
planteado algunas modificaciones significativas en el sistema educativo, como fue la
EIB, y haber alcanzado ciertos resultados, los efectos o impactos de la Reforma nunca
fueron lo suficientemente evidentes o convincentes para suponer una transformación
real de la educación en el país.
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1.1.6. Proyecciones de la Ley N° 070 y el Modelo Educativo Socio Comunitario
Productivo.
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de las formas que ésta adopte- en sus interacciones en diversos ámbitos y planos, y de
manera especial con la escuela.
Asimismo, se puede entender la Revolución Educativa como una política que entraña
una apertura crítica para la definición de nuevos cursos de acción común o colectiva,
susceptibles de movilizar recursos y medios disponibles e involucrar a un conjunto
amplio, diverso y complejo de decisores y operadores, a cargo del Ministerio de
Educación, que se expresa o deviene en un comportamiento intencional y planificado
del sector en todo su espectro y ámbitos de irradiación.
En ese sentido, una de las primeras medidas adoptadas fue la transformación curricular,
que dio lugar a la operacionalización y consiguiente puesta en marcha de la nueva
política sectorial que, de esta manera, se convirtió en el instrumento técnico fundante y
articulador del marco conceptual definido por la nueva ley educativa. Y, a su vez, generó
en la práctica la concepción de un modelo educativo desde un enfoque de carácter
descolonizador, socio-comunitario y productivo, en tanto que buscaba una nueva tónica
y dinámica que encauzara la incorporación e impulso de sentidos y contenidos
renovadores que reflejaran los elementos fundamentales de la convivencia armónica y
comunitaria plena de los sistemas de vida y las comunidades humanas en la Madre
Tierra, de una parte. Y de otra, que sustentaran y potencializaran una formación integral
y holística de las y los estudiantes del país, a través del desarrollo de las dimensiones
espiritual, cognitiva, productiva y organizativa de la vida de todo ser humano. Todo ello,
mediante los procesos encaminados a la formación de valores, actitudes, acciones,
sentimientos, afectividad, conocimientos y decisiones, que desecharan así los
esquemas mentales individualistas, racistas, discriminadores y dominantes como
expresiones de la colonialidad; para materializar y lograr el respeto y ejercicio pleno de
sus derechos, y de los derechos de todos, incluyendo los de la Madre Tierra. Las
21
prácticas pedagógicas entrañan en este orden las dimensiones vivenciales de la
formación integral del ser humano que corresponden respectivamente al ser, saber,
hacer y decidir.
Uno de los instrumentos que, sin lugar a duda, permitió hacer realidad el nuevo modelo
educativo fue el Currículo Base del Sistema Educativo Plurinacional (SEP), que surgió
para desarrollar nuevos diseños curriculares en todos sus subsistemas, niveles y
modalidades, en el marco de las políticas y estrategias nacionales para el desarrollo del
país. Por medio de ellos, se buscaría la vinculación de la educación con los
requerimientos de la matriz productiva del país y su inserción en el desarrollo socio-
económico y socio-ambiental, de acuerdo a las condiciones específicas
biogeográficas donde se aplique; y, asimismo, el cumplimiento de los postulados de una
educación integral holística, inclusiva, participativa, comunitaria, intra-intercultural,
plurilingüe, creativa, crítica, productiva, científica, técnico-tecnológica y
despatriarcalizadora desde un sentido descolonizador, entre otros atributos y
características que están contenidos en la nueva política.
Entre los grandes desafíos que ha afrontado este proceso se cuenta el hecho de haber
tenido que actuar para su despliegue en un contexto educativo y socio-cultural
largamente estructurado por la historia, frente a los límites o condicionamientos
enquistados en el complejo escolar; lo cual le ha forzado a crear sus propios espacios,
tiempos, ritmos y secuencias, revelando en su proyección y emergencia los signos y
rasgos de lo inédito e inimaginable -por carecer de referentes conocidos o experiencias
concretas, explorados previamente, que en ningún caso aparecen o se manifiestan
como términos menores-, demostrando su carácter innovador y abierto, moviéndose a
momentos entre lo incierto y ambiguo, logrando salir adelante allí donde no tenía mucho
margen de acción.
Y aun así el proceso de transformación educativa, que asume una nueva pedagogía,
debe todavía confrontarse con los efectos de la sedimentación en la configuración de
las subjetividades de los caracteres y perfiles profesionales que actúan en el sector. En
este plano debe no solamente ampliar la cobertura del sistema, sino también reconstruir
los contenidos pedagógicos que han incursionado en su resignificación y creación de
sentidos a partir de los avances en la transformación curricular; pero, a la vez,
reconstituir las prácticas pedagógico-didácticas establecidas, de no fácil remoción. Y,
no menos crucial, es el hecho importante, que a todos concierne, sobremanera, en
sentido de realizar los mayores esfuerzos por alcanzar un grado propicio o satisfactorio
de calidad educativa que honre la premisa de una Educación para el Vivir Bien.
En todo caso, el modelo educativo debiera comprenderse desde una perspectiva cabal
y abierta en tanto que ha posibilitado, tal vez, en más de un sentido de comprensión, o
como resultado de la indagación, de la reflexión y el pensamiento crítico-creativo, el
proveer unas señales claras y precisas ante la necesidad y perentoriedad con que se
debía atender a las expectativas generadas por la ley promulgada, frente a la riesgosa
probabilidad de desaprovechamiento del momentum generado; que, a la postre,
significaría una alternativa válida, coherente y apropiada. En último análisis, la
22
experiencia desarrollada tras su aplicación habría mostrado que el modelo en ciernes,
en su paulatino despliegue fue avanzando complexivamente, si cabe así decirlo, en
varios de sus componentes, articulando ejes y esferas; aunque no siempre fue posible
completarlos en todo su alcance o a la profundidad aconsejada. Pues, a menudo, se
tuvo que afrontar no sólo situaciones cambiantes, sino, muchas veces, imprevistas o
para las cuales no se contaba con las personas o capacidades, recursos o materiales
requeridos, o porque se tuvo que confrontar serios dilemas sobre los cursos de acción
a seguir, ante un contexto exigente y apremiante desde un comienzo. Esos fueron el
ritmo y el ambiente en los cuales ha venido gestándose, y su devenir no pudo ser más
auspicioso, porque no sólo se lograría incorporar o, al menos, inducir a ello, en lapsos
relativamente cortos, los nuevos contenidos y prácticas transformadores de valor
simbólico y alta significación histórica, política y cultural, sino que, asimismo, en su toda
transición ineludible, arduamente emprendida y comprometidamente cumplida,
contribuyó a vislumbrar nuevas e ingentes potencialidades y posibilidades para su
desarrollo a futuro.
En el caso que nos ocupa, el término sector refiere a una parte diferenciada de una
totalidad definida, una función o parcialidad con características particulares, en este
caso concreto nos referimos a la función de Educación, cuya gestión es atribuida a una
Entidad u organismos como el Ministerio de Educación (ME), de donde proviene su
calidad de Entidad cabeza de Sector; y de manera específica se habla del sector a su
cargo, es decir, el Sector de Educación. Como tal, forma parte de la Administración
Pública, entendida como un todo, que está instituido para cumplir una función
(específica o particularizada) del Estado.
Complementariamente, el término de sistema refiere a un conjunto integrado por normas
y procedimientos (procesos) y por Entidades u organismos componentes y su
organización específica (estructuras), dispuestos para la regulación y gestión de una
función específica o diferenciada dentro de una totalidad. Dicho sistema ahora está
definido o conocido como el Sistema Educativo Plurinacional, en cuyo seno se regula y
gestiona esa función, ramo o ámbito de competencia, es decir, de esa parcialidad
reconocida ahora bajo la denominación de Sector de Educación, a la que se comprende
dentro de la totalidad definida como la Administración Pública. Y esa función, ramo o
ámbito de competencia se encuentra, en el presente, a cargo de una Entidad u
organismo, o de un Ministerio de Estado, en este caso, el ME.
En la Constitución Política del Estado se reconoce a los Ministerios de Estado,
comprendidos como los organismos de la Administración Pública que conforman el
Órgano Ejecutivo (CPE- Artículo 175), con atribuciones para “proponer y dirigir las
políticas gubernamentales en su sector”, así como “dictar normas administrativas en el
ámbito de su competencia”, y en general la “gestión de la Administración Pública en el
ramo correspondiente”, que necesariamente corresponden a su designación. En ese
sentido, el Ministerio de Educación tiene sus atribuciones específicas en el sector a su
23
cargo, es decir, en el Sector de Educación, como una parte diferenciada, un ámbito de
competencia o un ramo de la Administración Pública.
De otra parte, el Decreto Supremo 48571 del 6 de enero de 2023, referido a la Estructura
de Organización del Órgano Ejecutivo (DS 29894), define que el Ministro de Educación
tiene entre otras de sus atribuciones la de “gestionar y garantizar el funcionamiento del
Sistema Educativo Plurinacional”. Por lo tanto, ambas denominaciones, la de Sector de
Educación, como la de Sistema Educativo Plurinacional, son distintas pero relacionadas
o complementarias, e igualmente válidas y pueden ser utilizadas para designar la
gestión de este servicio y función sectorizados de la Administración Pública.
Respecto al amparo legal que establece la existencia del Sector Educación, como tal,
se menciona a la Ley Marco de Autonomías y Descentralización “Andrés Ibáñez”, en su
Artículo 84 (Educación), parágrafo III, en donde hace referencia que “Las relaciones y
responsabilidades entre las entidades vinculadas al sector educación se sujetarán a
marco legal vigente…”.
24
establece que “…será una entidad de educación pública superior
descentralizada, bajo tuición del Ministerio de Educación en lo académico y
financiero…”.
6. La Escuela de Gestión Pública Plurinacional (EGPP), que fue creada mediante
Decreto Supremo Nº 212 de 15 de julio de 2009, en donde el Artículo 2 establece
que la EGPP “…,se constituye como una Entidad Pública Descentralizada bajo
tuición del Ministerio de Educación…”, cuyo objetivo (Artículo 4) es “…contribuir
a la construcción y consolidación de la nueva gestión pública del Estado,
mediante la formación y capacitación de servidoras y servidores públicos, para
los diferentes niveles de gobierno…”.
7. El Instituto Plurinacional de Estudio de Lenguas y Culturas (IPELC), creada a
través de la Ley Nº 070 en su Artículo 88, cuyo Numeral 1 señala que el IPELC
es una “… entidad descentralizada del Ministerio de Educación, que desarrollará
procesos de investigación lingüística y cultural”, asimismo, el Numeral 2 señala
que el IPELC “… creará los institutos de lenguas y culturas por cada nación o
pueblo indígena originario campesino para la normalización, investigación y
desarrollo de sus lenguas y culturas…”.
8. Proyecto Sucre Ciudad Universitaria, inicia su ejecución mediante Ley Nº 551 de
fecha 15 mayo de 1983, asimismo, en R.M. Nº 593 de 19 de diciembre de 2008
del entonces Ministerio de Hacienda, se establece al momento de incorporar al
Proyecto Sucre Ciudad Universitaria en los Clasificadores Presupuestarios que
se encuentra “… bajo la tuición o dependencia del Ministerio de Educación y
Culturas…”.
9. Las Universidades Indígenas Bolivianas Comunitarias Interculturales Productivas
(UNIBOL) Aymara “Tupak Katari”, Quechua “Casimiro Huanca” y Guaraní y
Pueblos de Tierras Bajas “Apiaguaiki Tupa”, que fueron creadas mediante
Decreto Supremo N° 29664 de 2 de agosto de 2008, en cuyo Artículo 2 Parágrafo
I establece que las UNIBOL son “… entidades descentralizadas de educación
pública superior, bajo Régimen Especial y tuición del Ministerio de Educación y
Culturas”, que tienen por finalidad (Artículo 5), inciso “a. Transformar el carácter
colonial del Estado y de la Educación Superior con la formación de recursos
humanos con sentido comunitario, productivo e identidad cultural” y “b. Articular
la educación superior con las necesidades regionales de desarrollo y la
participación de las comunidades organizadas en la región”.
Respecto a los demás actores educativos que contribuyen en el desarrollo del proceso
social educativo, de nivel central, bajo tuición, sujeción, dependencia, de coordinación
externa e internacional, territorial, organizaciones sociales y privadas, en el marco de
las competencias establecidas en la normativa vigente se tienen a las siguientes:
- Entidades Desconcentradas Bajo Tuición; a) Escuelas Superiores de Formación de
Maestros (ESFMs) y Unidades Académicas (UAs); b) Universidad Pedagógica Mariscal
Sucre; c) Sistema Plurinacional de Certificación de Competencias (SPCC); d) Dirección
General de Postalfabetización y e) Unidad Especializada de Formación Continua
(UNEFCO).
25
- Entidades de Coordinación Externa y Entidades Internacionales; a) Foro Permanente
para los Derechos de los Pueblos Indígenas de las Naciones; b) Fondo de las Naciones
Unidas para la Infancia (UNICEF); c) Organización de las Naciones Unidas para la
Cultura, las Ciencias y la Educación (UNESCO); d) Fundaciones y Organismos no
Gubernamentales (ONGs); e) Embajadas; f) Organismos Internacionales varios y de
Cooperación; g) Organismos Financiadores y h) Convenio Andrés Bello.
- 9 Gobiernos Autónomos Departamentales (GAD); a través de la Secretaría
Departamental de Educación y la Secretaría Departamental de Desarrollo Humano y
Social.
- Gobiernos Autónomos Regionales.
- Gobiernos Autónomos Municipales; a través de la Secretaría Municipal de Educación
y la Secretaría Municipal de Desarrollo Humano y Social.
- Gobiernos Autónomos Indígenas, Originarios, Campesinos.
- Actores Sociales; a) Confederación de Maestros Urbanos de Bolivia; b) Confederación
de Maestros Rurales de Bolivia; c) Junta Nacional de Padres de Familia; d)
Confederación Nacional de Juntas Vecinales de Bolivia; e) Confederación de
Estudiantes de Secundaria de Bolivia; f) Comité Nacional de Persona con Discapacidad;
g) Consejos Educativos Social Comunitarios; h) Consejos Educativos de Pueblos
Originarios (CEPOs); i) Bloque Educativo Indígena (organizaciones matrices); j)
Confederaciones y organizaciones de campesinos, indígenas, originarios, mujeres,
comunidades interculturales, y otras organizaciones sociales; k) Defensor del Pueblo.
- Actores Privados; a) Universidades Privadas; b) Institutos educativos, técnicos y
tecnológicos privados; c) Asociación Nacional de Colegios Privados (ANDECOP) y d)
Centros de Capacitación Técnica Privados.
“Artículo 17. Toda Persona tiene derecho a recibir educación en todos los niveles de
manera universal, productiva, gratuita, integral e intercultural, sin discriminación”2 (CPE
Bolivia, 2008).
26
Ya en 2010, y refrendando los preceptos constitucionales, es promulgada la “Ley de la
Educación N°070 / Avelino Siñani - Elizardo Pérez”3. A través de ésta, se establecen
bases, fines y objetivos de la educación, así como las características y estructura del
Sistema Educativo Plurinacional (SEP).
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
3Nombrada así en honor a estos dos emblemáticos educadores, quienes gestaron el ahora denominado Modelo
Educativo Sociocomunitario Productivo desde la escuela Ayllu de Warisata.
27
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
28
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
29
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
30
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
educación.”
31
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
32
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
33
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
Ministerio Respecto al amparo legal que establece la Ley N° 031 Marco Sector
de existencia del Sector Educación, como tal, de Autonomías y Educación
Educación se menciona a la Ley Marco de Autonomías Descentralización
y Descentralización “Andrés Ibáñez”, en su “Andrés Ibañez”
(07/2010)
Artículo 84 (Educación), parágrafo III, en
donde hace referencia que “Las relaciones y
34
Identificación
Ministerio
Marco Legal del y Nombre
Cabeza de Atribuciones del Ministerio Cabeza de Sector
Sector Legal del
Sector
Sector
35
Modalidad indirecta: Educación para personas con talento
inclusión de estudiantes extraordinario
en el SEP
Formación continua
36
tres niveles, a saber:
- Central
- Departamental
- Autonómico
Nivel Central
Conformado por el Ministerio de Educación y sus viceministerios, como máxima
autoridad educativa, es responsable de gestionar las políticas y estrategias sectoriales,
y la administración y gestión educativa y curricular. Cuenta con entidades
desconcentradas de directa dependencia.
Nivel Departamental
Lo conforman:
- Direcciones Departamentales de Educación, instancias descentralizadas (con
autonomía de gestión) del Ministerio de Educación, son responsables de la
implementación de las políticas educativas y de la administración curricular en
cada departamento4.
Cada Dirección Departamental tiene bajo su dependencia la:
- Subdirección de Educación Regular; la Subdirección de Educación Superior
de Formación Profesional; y la Subdirección de Educación Alternativa y
Especial.
- Direcciones Distritales Educativas, que dependen de las Direcciones
Departamentales, son responsables de la gestión educativa y
administración curricular en el ámbito de su jurisdicción5.
- Direcciones de Núcleo, que dependen de las distritales.
- Direcciones de Unidad Educativa, que dependen de las de núcleo.
Nivel Autonómico
Lo conforman:
- Gobiernos Departamentales, responsables de dotar, financiar y garantizar
servicios básicos, infraestructura, mobiliario, material educativo y equipamiento
a Institutos Técnicos y Tecnológicos de su jurisdicción.
- Gobiernos Municipales, responsables de dotar, financiar y garantizar servicios
básicos, infraestructura, mobiliario, material educativo y equipamiento de las
4 Bolivia cuenta con 9 departamentos, según zona: andina (La Paz, Oruro y Potosí), valles (Chuquisaca, Tarija y
Cochabamba) y llanos (Pando, Beni y Santa Cruz).
5 El SEP se encuentra organizado en 285 distritos educativos, distribución distinta a la municipal (a mayo de 2021,
Bolivia registra 340 municipios). Aunque en algunos casos la relación “un municipio - un distrito educativo” puede
darse, en otros varios, un distrito comprende a más de un municipio.
37
Unidades Educativas de Educación Regular, Alternativa y Especial, así como de
las Direcciones Distritales y de Núcleo, en su jurisdicción.
- Autonomías Indígena Originario Campesinas.
4. MAPEO DE ACTORES
El presente mapeo de actores tiene como función, establecer la ruta crítica de
operativización de acciones de planificación y gestión del sector educativo, en el marco
de las normativas, políticas, estrategias y planes de desarrollo vigentes.
38
Instituto Plurinacional de Estudio de Lenguas y
Culturas (IPELC)
Escuela Boliviana Intercultural de Danza (EBID)
Proyecto Sucre Ciudad Universitaria
ENTIDADES Escuelas Superiores de Formación de Maestros
DESCONCENTRADAS (ESFM)
BAJO TUICIÓN Universidad Pedagógica Mariscal Sucre
Sistema Plurinacional de Certificación de
Competencias (SPCC)
Dirección General de Postalfabetización
Unidad Especializada de Formación Continua
(UNEFCO)
OTRAS ENTIDADES
ENTIDADES DE Foro Permanente para los Derechos de los
COORDINACIÓN Pueblos Indígenas de las Naciones
EXTERNA Y Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia
ENTIDADES (UNICEF)
INTERNACIONALES Organización de las Naciones Unidas para la
Cultura, las Ciencias y la Educación (UNESCO)
Fundaciones y Organismos no Gubernamentales
(ONGs)
Embajadas
Organismos Internacionales varios y de
cooperación
Organismos Financiadores
Convenio Andrés Bello
Otros organismos
NIVEL TERRITORIAL
GOBIERNOS Secretaría Departamental de Educación
AUTÓNOMOS Secretaría Departamental de Desarrollo Humano
DEPARTAMENTALES y Social
(9 GAD)
GOBIERNOS Gobierno Autónomo Regional del Gran Chaco
AUTÓNOMOS es, en el caso de las regiones que hayan
REGIONALES (GAR) accedido a la Autonomía Regional
GOBIERNOS Secretaría Municipal de Educación
AUTÓNOMOS Secretaría Municipal de Desarrollo Humano y
MUNICIPALES (340 Social
GAM)*
GOBIERNOS Gobiernos Indígena, Originario, Campesinos, en
AUTÓNOMOS el caso de los pueblos o naciones que hayan
INDÍGENA, accedido a la Autonomía Indígena, Originario,
ORIGINARIO, Campesina
CAMPESINOS
ACTORES SOCIALES Y PRIVADOS
SOCIAL Confederación de Maestros Urbanos de Bolivia
Confederación de Maestros Rurales de Bolivia
Junta Nacional de Padres de Familia
39
Confederación Nacional de Juntas Vecinales de
Bolivia
Confederación de Estudiantes Normalistas de
Bolivia
Confederación de Estudiantes de Secundaria de
Bolivia
Comité Nacional de Persona con Discapacidad.
Consejos Educativos Social Comunitarios
Consejos Educativos de Pueblos Originarios
(CEPOs)
Bloque Educativo Indígena (organizaciones
matrices)
Confederaciones y organizaciones de
campesinos, indígenas, originarios, mujeres,
comunidades interculturales, y otras
organizaciones sociales
Defensoría del Pueblo
PRIVADO Universidades privadas
Institutos educativos, técnicos y tecnológicos
privados
Asociación Nacional de Colegios Privados
(ANDECOP)
Centros de Capacitación Técnica Privados.
40
5. ENFOQUE POLÍTICO
El enfoque político del Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación
responde, por una parte, al desafío de continuar y consolidar la implementación del
Modelo Educativo Socio Comunitario Productivo, cuyo proceso inició el año 2006 y por
otra, a revertir los problemas derivados del gobierno de facto, que en el año 2020 decidió
interrumpir el derecho a la educación de millones de estudiantes, con la clausura
prematura de la gestión escolar y el desmantelamiento sistemático de las capacidades
del Sector Educativo para la implementación de la política educativa, sin tener proyecto
alternativo.
41
A su vez dicho enfoque, recupera las contribuciones filosóficas generales del Modelo
Educativo Sociocomunitario Productivo (MESCP), en cuanto una concepción integral de
la educación, y sus relaciones con la naturaleza, la sociedad y el ser humano.
42
El principio dialógico implica pues, la complementariedad. La complementariedad como
concepción del mundo basada en lo uno y lo otro, en el reconocimiento del otro, como
semejante a uno, como parte de uno, necesario para uno, como parte de un mismo
destino, planetario, común; y no desde la perspectiva del sometimiento del otro, de la
dominación, como explotación del otro, a medida que se somete la naturaleza.
En buena medida pues, las formaciones económicas dominantes y de transición (de tipo
tributarias y comunitarias), propias del Abya Yala en el momento anterior a la conquista
europea, permitían al menos, en el marco del tributo comunal al Estado, el bienestar
material de la población, procesos efectivos de distribución de la riqueza y del
excedente, a medida que persistían internamente, en las formaciones sociales locales
y ancestrales más diversas, las relaciones de complementariedad y reciprocidad, las
formaciones sociales basadas en relaciones básicas de cooperación, cuyo objetivo es
la reproducción de la vida en sostenibilidad.
Así pues, el horizonte civilizatorio del Vivir Bien, en convivencia con la naturaleza y la
sociedad, implica ante todo la planificación y gestión educativa en el marco del respeto
y cuidado justamente de la sociedad y la Madre Tierra, lo cual se hace posible sólo al
garantizar una educación integral, que garantice ante todo el derecho a su acceso en
condiciones de calidad. Así la meta fundamental, que se desprende de los ejes relativos
a educación que emanan desde el PDES 2021-2025 (Eje 1 y Eje 5), consiste en
43
garantizar el ejercicio del derecho a la educación, a una educación de calidad, integral,
intercultural y plurilingüe, y sin discriminación de ninguna naturaleza, en el marco de
medidas de política social.En tal perspectiva, dicha meta debe plantear resultados
fundamentales, en este caso, especialmente resultados relativos a reducir las brechas
de acceso, permanencia y conclusión de estudios (en especial de aquella parte de la
sociedad en desventaja social y vulnerabilidad), además fortalecer los medios mediante
los cuales se implementan las condiciones materiales, pedagógicas e institucionales,
para la formación integral y holística del ser humano, a través de la educación, y el
respeto hacia la sociedad y la naturaleza.
Una educación de calidad implica posibilitar las condiciones para el desarrollo de las
dimensiones del ser humano, mejorar los aprendizajes, educación productiva, es decir
generar las condiciones apropiadas para la creatividad y la producción material y
espiritual, la investigación científica, la innovación tecnológica, el desarrollo artístico, en
atención a las potencialidades productivas, los saberes sobre la naturaleza y la cultura,
y el diálogo intercultural.
De ese modo una educación para la producción, además de desarrollar las dimensiones
del ser humano, fortalece específicamente, irrenunciablemente, la educación científica,
tecnológica y artística (establecida en el Eje 5 del PDES 2021-2025). Es decir una
educación enfocada en la investigación, la ciencia y la tecnología, pues sólo a partir del
uso creativo y crítico de los saberes y la técnica, y de su formalización en tanto ciencia
y tecnología, es posible el desarrollo óptimo, consciente y sostenido, de la sociedad y
de las dimensiones del ser humano, el desarrollo de las capacidades y potencialidades
productivas, la innovación en función de esas capacidades, por medio de un proceso
educativo vinculado a la producción material y espiritual de la vida en general, y a la
producción nacional, comunitaria y local en específico.
44
área técnica en Educación Alternativa y los Institutos Técnico Tecnológicos, hacen de
instancias institucionales de enorme potencial formativo, sobre la base de la educación
técnica tecnológica.
En efecto, dichos ejes y metas exigen resultados, los cuales deben plantearse en
mejoras concretas para la educación técnica, tecnológica, productiva y científica; y en
especial en promover los procesos de investigación, innovación y el uso adecuado de
tecnologías en los procesos educativos del Sistema Educativo Plurinacional.
La educación para la producción debe enfocarse a su vez, en aquellas políticas sociales
que permitan el desarrollo inclusivo, a partir de políticas de innovación y tecnología
accesibles para la sociedad, como medios y recursos de democratización, de
educación, y como aspectos que desde la visión de las políticas estatales nacionales,
no son aspectos o problemáticas a resolver por la lógica del mercado, por la dinámica
del capital, sino, en el marco del Modelo Económico Social Comunitario Productivo, por
la participación estratégica del Estado, la sociedad y la comunidad.
Así pues, el MESCP está en sintonía con el modelo de industrialización por sustitución
de importaciones a medida que éste considera el fortalecimiento de la producción
nacional y la diversificación económica, como aspectos fundamentales para lograr la
45
transición de los sectores económicos tradicionalmente estratégicos (hidrocarburos,
minería, etcétera) a la consolidación de nuevos sectores económicos de naturaleza
diversificada, es decir trabajar por lograr un objetivo histórico latinoamericano, eliminar
la dependencia económica y tecnológica, en el marco de una educación de calidad.
Así pues la educación para la producción, implica ante todo la planificación y gestión
educativa con miras al desarrollo científico, tecnológico y artístico, con una educación
de calidad, que mejore los aprendizajes, y fortalezca el MESCP, en la perspectiva de un
diálogo científico en condiciones simétricas, no de dominación técnico científica, para la
dominación económica legitimada por la dominación cultural, sino en pro de grados de
mayor desarrollo de “soberanía científica” para construir un sólido sistema nacional en
ciencia y tecnología, que a la vez esté integrado a las dinámicas internacionales, a
medida que se disfrutan paralelamente, democráticamente, de los bienes científicos y
tecnológicos del conocimiento universal.
46
pues, corren el riesgo de fragmentarse en espacios culturales extraños entre sí, en
espacios idealizados por imaginarios de homogeneidad. El desarrollo del ser humano y
de sus dimensiones, bajo el enfoque del MESCP, se realiza pues, con suma
importancia, en el fortalecimiento de sus esfuerzos y habilidades intraculturales,
interculturales y plurilingües.
Por otro lado, las culturas ancestrales y las naciones y pueblos indígena, originario,
campesinos, recuperando y desarrollando sus saberes, deben luchar en ese sentido por
constituirse en manifestaciones localmente instaladas del saber universal, de la
humanidad, de su patrimonio científico, de la “cultura mundial”. En ese sentido es
necesario considerar pues, a la cultura local o ancestral, no como algo hecho e
inmutable en el tiempo o en el ser humano, sino algo en desarrollo, algo a trabajar, algo
que debe nutrirse de elementos para cultivarse a sí misma con los medios de hoy, de
manera consciente, luchando activamente, por el acceso a esos medios materiales e
informacionales que, a su vez, hacen posible el diálogo intercultural. Es decir, el acceso
a los bienes materiales y servicios de la ciencia y la tecnología, necesarios para la vida,
a medida que se desarrolla y fortalece conscientemente la identidad cultural.
47
primera meta del Eje 5, consiste en garantizar el derecho a una educación que sea
integral, intercultural y plurilingüe.
Los valores sociocomunitarios son las representaciones sociales que se hacen los seres
humanos, respecto a los modos de convivencia y los significados simbólicos que
otorgan a las relaciones comunitarias, y a los objetos materiales y espirituales en el
marco del horizonte civilizatorio del Vivir Bien. Los valores no son pues, una idea o un
conjunto de ideas universales fuera del espacio tiempo, sino que dependen ante todo
de las condiciones sociales e históricas de la sociedad y la comunidad. Los valores se
convierten de ese modo, en fenómenos sociales, en procesos sociales, en esquemas
de comportamiento, en estructuras e instituciones sociales, y en cuanto tales,
representan el conjunto de ideologías e imaginarios de la sociedad, en forma de valores
de varios tipos y naturalezas, entre ellos los valores morales, estéticos, jurídicos,
políticos, culturales, educativos, etcétera.
Los valores sociocomunitarios son los valores que se preocupan por la reproducción
sostenible y armónica de la comunidad en su relación con la naturaleza. Los valores
que tienen como objetivo la reproducción de la vida y el desarrollo pleno de las
capacidades y habilidades humanas, y comunitarias, en pro de formaciones sociales
más viables para con la propia sociedad y para con la naturaleza. Los valores
sociocomunitarios son diferentes a los dominantes de la modernidad, a los valores
sostenidos en el individualismo, el racismo, el colonialismo, el monetarismo, la ganancia
interminable a costa de la naturaleza, del ser humano, de las culturas, naciones y los
pueblos.
48
Así pues, en el marco del horizonte civilizatorio basado en los valores sociocomunitarios,
la educación planteada por el Estado Plurinacional es comunitaria, democrática,
participativa, de consensos, única, diversa, plural e inclusiva. En ese sentido, el
horizonte filosófico de la educación boliviana pretende recuperar la condición
antropológica del ser humano, su condición históricamente dominante, a saber: su
condición comunitaria, respecto al desarrollo de solidaridades y modos redistributivos
entre las personas y los seres vivos; y su condición productiva, respecto al desarrollo
de capacidades y habilidades, es decir el desarrollo de las dimensiones del ser humano
(Ser, Saber, Hacer, Decidir).
Por otro lado, la descolonización de la educación plantea de ese modo, ante todo, el
diálogo intercultural y el diálogo de saberes, y no así la monocultura del conocimiento.
Bajo el amparo de los logros de la ciencia universal, se debe desarrollar un proceso
intracultural e intercultural de abordaje de esa propia ciencia, para fortalecer su propio
carácter científico, por medio de la crítica y el aporte desde las realidades locales a los
conocimientos universales, a medida que éstos se consideran también fundamentales.
49
educación en valores sociocomunitarios, descolonización y despatriarcalización (Eje 10)
radica en implementar acciones para revalorizar, proteger y promocionar los saberes y
conocimientos ancestrales, bajo el paradigma civilizatorio del Vivir Bien en convivencia
armónica con la Madre Tierra. Saberes y conocimientos ancestrales que implican pues,
la complementariedad, la relacionalidad, la reciprocidad, la redistributividad y la
interdependencia.
6. DIAGNÓSTICO.
El Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación 2021 - 2025 (PSDI-E 2020-
2025) es un plan de carácter operativo que permite integrar en el mediano plazo el
accionar del sector educativo, estableciendo los lineamientos de planificación, gestión y
orientaciones para el conjunto de los actores sociales y las organizaciones comunitarias.
El Ministerio de Educación, articula al conjunto de las entidades bajo su dependencia,
tuición o sujeción, recogiendo y articulando sus demandas, propuestas y aspiraciones
de forma reiterada y sostenida desde la aplicación de la Ley N° 070.
50
planes y programas que se desarrollan al interior de esta Cartera de Estado. Asimismo,
se tienen entidades bajo tuición descentralizadas: Direcciones Departamentales de
Educación (DDE), que tienen entre sus principales funciones, implementar los
principios, normas, políticas y estrategias del ámbito plurinacional del sector educativo
en el nivel departamental, por lo que vienen a constituirse en brazos operativos del
Ministerio de Educación, entre otras entidades bajo tuición descentralizadas se tienen a
la Escuela de Gestión Pública Plurinacional (EGPP), la Escuela Boliviana Intercultural
de Música (EBIM), Academia Nacional de Ciencias (ANC), Conservatorio Plurinacional
de Música (CPM), las Universidades Indígenas Bolivianas, el Instituto Plurinacional de
Estudio de Lenguas y Culturas (IPELC) y la Escuela Boliviana Intercultural de Danza
(EBID). Asimismo, se tienen las entidades bajo tuición desconcentradas, que presentan
su propia estructura organizacional, su propio sustento y marco legal. En esta línea se
encuentran las Escuelas Superiores de Formación de Maestros, el Sistema
Plurinacional de Certificación de Competencias, la Dirección General de
Postalfabetización y la Unidad Especializada de Formación Continua (UNEFCO).
A esto se suman las acciones de interacción social que establece de forma directa el
Despacho de Educación, el cual además de hacer de Máxima Autoridad Ejecutiva de
todo el SEP, desarrolla una dinámica propia en su relación con los actores sociales en
su diversidad, y con las entidades descentralizadas, desconcentradas, de coordinación
externa e internacionales.
51
En cada viceministerio existen direcciones generales encargadas de los diferentes
niveles o tipos de educación, correspondientes al Sistema Educativo Plurinacional
(SEP), además de aquellas cuyas intervenciones son transversales a los diferentes
subsistemas con sus respectivos niveles, como es la Unidad de Género y Generacional
y la Unidad de Intraculturalidad, Interculturalidad y Plurilingüismo. A su vez, del
Despacho de Educación, dependen, en relación directa, aquellas direcciones generales
operativas que posibilitan el funcionamiento y proceder institucional del ME, tanto en los
asuntos administrativos, jurídicos y de planificación.
Las entidades bajo tuición del ME son las siguientes6: Direcciones Departamentales de
Educación (9 DDE), Escuela de Gestión Pública Plurinacional (EGPP), Escuela
Boliviana Intercultural de Música (EBIM), Academia Nacional de Ciencias (ANC),
Conservatorio Plurinacional de Música (CPM), Universidades Indígenas Bolivianas
(UNIBOL) es decir, la Universidad Indígena Boliviana Aymara "Tupak Katari", la
Universidad Indígena Boliviana Comunitaria Intercultural Productiva Quechua “Casimiro
6El Decreto Supremo 4857 de fecha 6 de enero de 2023, dispone que el Observatorio Plurinacional de la Calidad
de la Educación (OPCE) pasa a ser una entidad bajo tuición del Ministerio de Planificación del Desarrollo, siendo
que hasta esa fecha estaba bajo tuición del Ministerio de Educación.
52
Huanca” y la Universidad Indígena Boliviana Comunitaria Intercultural Productiva
Guaraní y Pueblos de tierras Bajas “Apiaguaqui Tüpa”; a su vez, el Instituto Plurinacional
de Estudio de Lenguas y Culturas (IPELC), la Escuela Boliviana Intercultural de Danza
(EBID) y el Proyecto Sucre Ciudad Universitaria.
Entre estas entidades, se encuentran el Foro Permanente para los Derechos de los
Pueblos Indígenas de las Naciones, el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia
(UNICEF), la Organización de las Naciones Unidas para la Cultura, las Ciencias y la
Educación (UNESCO), las Fundaciones y Organismos no Gubernamentales (ONGs),
las Embajadas, los Organismos Internacionales varios y de cooperación, los
Organismos Financiadores, y el Convenio Andrés Bello.
Nivel Territorial
Las Entidades Territoriales Autónomas (ETA), son las entidades que por medio de la
división político administrativa, desde el ámbito territorial contribuyen en el proceso
social educativo, en el marco de sus competencias específicas establecidas en la CPE
y la Ley N° 070. Según dicha ley (Artículo 80), los Gobiernos Autónomos
Departamentales (9 GAD) son responsables de dotar, financiar y garantizar los servicios
básicos, infraestructura, mobiliario, material educativo y equipamiento a los Institutos
53
Técnicos y Tecnológicos en su jurisdicción departamental; además de brindar apoyo a
programas educativos con recursos establecidos en la normativa vigente. En específico
según la organización interna de cada jurisdicción, en los Gobiernos Autónomos
Departamentales, las instancias específicas de gestión de los temas relativos a
educación, son las Secretarías Departamentales de Educación y las Secretarías
Departamentales de Desarrollo Humano y Social, como dependencias no exclusivas
que pueden asumir diversas denominaciones.
Por su parte los Gobiernos Autónomos Municipales (340 GAM) son responsables de
dotar, financiar y garantizar los servicios básicos, infraestructura, mobiliario, material
educativo y equipamiento de las Unidades Educativas de Educación Regular,
Educación Alternativa y Especial, así como de las Direcciones Distritales y de Núcleo;
además de brindar apoyo a programas educativos con recursos establecidos en la
normativa vigente. En específico según la organización interna de cada jurisdicción, en
los Gobiernos Autónomos Municipales, las instancias específicas de gestión de los
temas relativos a educación, son las Secretarías Municipales de Educación, y las
Secretarías Municipales de Desarrollo Humano y Social, como dependencias no
exclusivas que pueden asumir diversas denominaciones.
En efecto tanto los Gobiernos Indígena, Originario, Campesinos como los Gobiernos
Autónomo Regionales para ser tales deben ser pueblos o naciones que hayan accedido
a la Autonomía Indígena, Originario, Campesina, o a la Autonomía Regional.
En síntesis, las ETA deben coadyuvar en el marco de sus competencias (expuestas
líneas arriba), en la implementación de políticas y normas educativas, y específicamente
en el apoyo a las políticas estatales de cobertura, calidad, ciencia, tecnología,
innovación y revalorización de los saberes locales y conocimientos ancestrales según
los contextos territoriales, las potencialidades productivas y las identidades culturales.
Actores Sociales
Los actores sociales involucrados en la educación boliviana, son aquellos sectores de
la sociedad civil y de la comunidad, que constituyen la base social, los actores directos,
y quienes representan según su experiencia propia, el desenvolvimiento de la vivencia
cotidiana en torno a la educación, a su proceso social y comunitario a nivel nacional.
Los actores sociales, gracias al proceso histórico de construcción política del país,
pueden ser altamente diversificados, a medida que progresivamente han construido
54
condiciones más favorables para articularse política y socialmente en organizaciones,
juntas o confederaciones, que representen –en el marco de una gran complejidad– el
cuerpo y el tejido social del proceso educativo del país, y de la sociedad civil, en sus
diferentes dimensiones.
Los actores sociales en su diversidad, implican pues, los diferentes sectores sociales
provenientes de las comunidades rurales, provincias, del movimiento urbano y popular,
trabajadores, madres y padres, vecinos, estudiantes, personas con discapacidad,
naciones y pueblos indígena originarios, etcétera. En ese marco los actores sociales en
su diversidad y complejidad, conocen las problemáticas, expectativas, aspiraciones, en
cuanto a los medios y acciones a tomar para fortalecer el proceso educativo integral, en
su gestión y planificación, en el contexto social y comunitario al que corresponden y
representan.
En tal sentido los actores deben participar en los procesos de planificación y gestión de
la educación. Representan los elementos operativos y beneficiarios directos del proceso
educativo, del derecho a la educación, y como tales, deben hacerse participes de su
propio proceso, exponiendo sus derechos, ofreciendo sus propuestas y evaluando sus
resultados.
Actores Privados
Los actores privados por su parte, en coparticipación, se rigen a los lineamientos
normativos y pedagógicos establecidos en la Ley N° 070, y en el MESCP, ofreciendo
una educación de calidad y productiva, intracultural, intercultural y plurilingüe, sin
discriminación de ninguna naturaleza y amparada en los principios del Vivir Bien. Entre
los actores privados de la educación boliviana, se encuentran las universidades
privadas, los institutos educativos, técnicos y tecnológicos privados, la Asociación
Nacional de Colegios Privados (ANDECOP) y los Centros de Capacitación Técnica
Privados en el Subsistema de Educación Alternativa y Especial.
55
ejecuta intervenciones vía programas, proyectos y acciones estratégicas de manera
directa, y de la misma forma, interviene en el sector a través de instrumentos y
herramientas normativas metodológicas y pedagógicas, asegurando el ejercicio del
derecho a la educación a nivel nacional.
56
introduce con mayor énfasis, a medida que se van desarrollando los diversos puntos y
acápites del diagnóstico.
57
6.2.1. Evaluación
PLAN DE DESARROLLO ECONÓMICO Y SOCIAL 2016-2020 EN EL MARCO DEL
DESARROLLO INTEGRAL PARA VIVIR BIEN (Rumbo a la Agenda Patriótica 2025)
Pilares relativos al Sector Educación
Meta 2: Acceso universal a la Alimentación Complementaria Escolar (ACE). Resultado 228 y 230.
Meta 5: Bolivia ha puesto en marcha programas intersectoriales en el marco de la Política de
Alimentación y Nutrición. Resultado 240
58
PILAR 1: ERRADICAR LA POBREZA EXTREMA
59
PILAR 3: SALUD, EDUCACIÓN Y DEPORTE
87.60
85.30
84.30
83.20
82.14
81.56
Programado Ejecutado
Fuente: Elaboración propia en base al Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del
Sector Educación para el Vivir Bien 2016-2020 (PSDI-E), y otra información estadística del ME
60
Tal situación derivó en la necesidad de asumir un proceso de validación de la
información por parte del ME a partir del Registro Único de Estudiantes (RUDE), en
conjunto con otras instituciones observantes y participantes (OTC-AECID, Unesco, INE,
UDAPE, CELADE y otras), formando entre 2016 y 2017 un comité de seguimiento al
proceso de validación de la información recabada, directamente por el Sistema de
Información Educativa (SIE) a través del RUDE. De ese modo se asumió, técnicamente,
tomar por válida la información establecida desde el ME, siendo ésta, la información
estatal que debe ser empleada para el manejo de indicadores y el cálculo de
proyecciones.
Por ejemplo, dicho comité determinó que “Se produjo un ajuste importante en los techos
poblacionales correspondientes a las edades de 4 a 17 años; de 3.227.846 personas
(Revisión 2014) a 3.155.251 personas (Revisión 2018), obteniendo una disminución
neta de 72.595 personas (-2,2%).”, como establece el documento de Revolución
Educativa en Bolivia: la Democratización del Sistema Educativo Plurinacional y sus
Posibles Efectos Sociales (p. 121), elaborado desde el ME en la gestión 2019.
Dichas situaciones afectaron a su vez, en la programación, razón por la cual no existen
dichos indicadores a excepción de la gestión 2016.
94
90.9 90.9
89.37
90.9
90 90
87.6
86.81
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
61
Según el gráfico, los indicadores de ejecución son superiores a los indicadores de
programación, en todas las gestiones en las que se cuenta con información, teniendo
un repunte en la gestión 2017. Sin embargo, el logro de estos indicadores depende de
un conjunto de factores que involucran al conjunto de la sociedad, además del sector
educativo propiamente dicho, así, pues, la contribución del ME y de las entidades
involucradas se enfoca principalmente en ampliar la oferta educativa y los incentivos,
para la incorporación, permanencia y conclusión de estudios de los estudiantes, en el
Sistema Educativo Plurinacional en condiciones de calidad y de mejora de los
aprendizajes. No obstante, la situación socioeconómica de las familias es un factor
determinante para el cumplimiento de este tipo de indicadores, mucho más en el marco
de las aceleradas formas de transición a la virtualidad de los procesos educativos, que
se han impuesto en 2020 tras la crisis sanitaria, a pesar de las insuficientes condiciones
materiales.
35,000
32,198
26,579 26,202
30,607
20,000 20,000
15,000 14,253
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
62
Resultado 96: “Estudiantes con discapacidad, talento extraordinario y
con dificultades de aprendizaje reciben atención oportuna y pertinente”.
22,000
18,000
16,000
13,000 20,038
19,084
0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
63
GRÁFICO 5 M ATRÍCULA EN EDUCACIÓN SUPERIOR TÉCNICA TECNOLÓGICA ( ÁMBITO FISCAL Y
DE CONVENIO ), PERÍODO 2016-2020
82,020
75,000
70,000
65,000
60,000
71,384
62,635 64,735 65,907
56,949
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
64
GRÁFICO 6 M ATRÍCULA EN E SCUELAS S UPERIORES DE F ORMACIÓN DE MAESTROS, PERÍODO 2016-2020
14,520 14,596
12,718
11,696
10,450
A pesar del incremento en las cifras, de matriculación durante las gestiones del
quinquenio (2016-2020), a diferencia de la educación regular, por ejemplo, el propósito
de la formación de maestros no radica precisamente en aumentar la cantidad de
matriculados, específicamente, debido a que la política consiste más bien, en dotar de
maestros al Sistema Educativo Plurinacional, en la medida de la programación, la
demanda, y las necesidades emergentes.
65
GRÁFICO 7 NÚMERO DE PERSONAS CON 15 AÑOS O MÁS QUE ACCEDEN A LA FORMACIÓN TÉCNICA
TECNOLÓGICA PRODUCTIVA EN EDUCACIÓN ALTERNATIVA , PERÍODO 2016-2020
95,087 95,087
86,218 84,705
77,153
78,000 80,000
74,000 76,000
72,000
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
Según el gráfico, el número de personas con 15 o más años que acceden a la Formación
Técnica - Tecnológica Productiva en Educación Alternativa, ha sido ascendente desde
2016, mostrando un decremento de 10.382 beneficiarios en la gestión 2020. En todas
las gestiones, la ejecución ha sido superior a la programación, lo cual es muestra de
una importante demanda.
66
GRÁFICO 8 NÚMERO DE ESTUDIANTES QUE ACCEDEN A LA FORMACIÓN ARTÍSTICA EN LAS
NUEVAS ESCUELAS BOLIVIANAS INTERCULTURALES CREADAS , PERÍODO 2016-2020
300
250
200
185
147
200
0 0
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
67
GRÁFICO 9 NÚMERO DE ESTUDIANTES , HIJOS E HIJAS DE PERSONAS PRIVADAS DE LIBERTAD ,
DE 6 O MÁS AÑOS DE EDAD ATENDIDOS EN C ENTROS DE A POYO I NTEGRAL PEDAGÓGICO
( CAIP’S), PERÍODO 2016-2020
1,751 1,757
1,518
1,446
1,337
1,200
1,000
850 900
700
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
Sin embargo, muchos de los estudiantes beneficiarios fueron atendidos en más de una
gestión, por lo que las cantidades del gráfico deben ser interpretadas desde una
perspectiva anual, es decir, los gráficos dan cuenta de cantidades de beneficiarios por
año.
Meta 4: Fortalecimiento del sistema educativo. Resultados 101 al 110.
68
GRÁFICO 10 PORCENTAJE DE MAESTROS EN EJERCICIO , TITULADOS POR EL PROFOCOM
PARA IMPLEMENTAR EL NUEVO CURRÍCULO ( EN EL MARCO DEL MESCP), PERÍODO 2016-2020
100
92.42 92.10 93.05 90
80 80
70
60
0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
69
Resultado 102: “Las unidades educativas y centros educativos cuentan con
infraestructura complementaria, materiales, equipos y mobiliario”.
En el marco del Artículo 80 de la Ley N° 0.70, son los Gobiernos Autónomos Municipales
y Departamentales, los responsables de garantizar los servicios básicos, infraestructura,
mobiliario, material educativo, y equipamiento de las unidades educativas de Educación
Regular, alternativa y Especial (GAM) y de los Institutos Técnicos Tecnológicos (GAD).
Sin embargo, el ME realizó acciones de apoyo y fortalecimiento en el rubro, las cuales
serán abordadas en la siguiente etapa de diagnóstico, denominada Estado de situación
actual del sector.
18
12
70
El porcentaje de maestros en ejercicio con formación post gradual que forman parte del
Sistema Educativo Plurinacional ha sido ascendente desde 2016, lo cual se debe a las
acciones masivas de formación implementadas a través de la Universidad Pedagógica
y el PROFOCOM (interrumpido desde el gobierno de facto).
5,592 5,276
5,276 5,150
0 0 0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el
Vivir Bien 2016-2020 (PSDI-E)
71
sobre la ejecución en el periodo 2016-2018, la Olimpiada Científica Estudiantil Boliviana
es una política que ha sido implementada exitosamente en todas sus fases hasta la
gestión 2018. En el año 2020 no se dio continuidad a la Olimpiada Científica Estudiantil
Boliviana, debido a la emergencia sanitaria, y en la gestión 2019 únicamente se
desarrollaron las fases iniciales, y no así las fases finales, debido a las situaciones de
conflictividad social promovidas por el golpe de Estado.
Resultado 105: “Al menos el 80% de las unidades educativas cuentan con
bachillerato técnico humanístico”.
30
12.07
3.85 4.49
10.00
3.43 3.84
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
72
Como se ha mencionado, según la Ley N° 070, en su artículo 80, son los GAM los
responsables de dotar infraestructura y equipamiento en las unidades educativas de
educación regular, propias de su jurisdicción, lo cual implica brindar condiciones
materiales que sean apropiadas para la educación productiva, además del rol
fundamental de los municipios en la implementación efectiva del Bachillerato Técnico
Humanístico.
23,515
20,000
17,198.00
15,000
10,000 10,000
15,000 15,129
9,678.00 9,967.00
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
73
acápite correspondiente a cobertura, promoción, término y abandono. La repetición de
los presentes datos, se debe a la necesidad de contar con información en ambos
apartados del diagnóstico, para efectos comparativos con el resto de indicadores
tratados en cada acápite. A su vez, la información cualitativa correspondiente al
Bachillerato Técnico Humanístico (BTH), será abordada en el siguiente apartado del
diagnóstico.
5,800
6,622
4,377
3,000 4,488
4,190
2,000
1,685
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
74
ejecución para todo el quinquenio. La programación ha contemplado únicamente el
período 2016-2018, y únicamente en la primera gestión (2016), la ejecución ha superado
la programación, en tal sentido, respecto a la ejecución, se observan importantes
variaciones entre gestiones.
300
230
156 164
117
143
111 32
63
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
75
En el marco de las políticas de promoción de la ciencia y la tecnología, han sido becados
profesionales nacionales, en universidades del exterior, para realizar postgrados en
disciplinas relacionadas a los sectores estratégicos del país, con el objeto de incorporar
a estos profesionales, en empresas y entidades públicas. Si bien el Estado aseguró la
oferta periódica de becas, no en todos los casos los postulantes cumplieron con los
requisitos exigidos por las universidades.
En ese marco, los grupos focales, han hecho énfasis en la necesidad de formar
profesionales con niveles altos de excelencia, y de implementar como desafío, nuevas
políticas de formación de científicos nacionales.
12
4 4
2.61
5
Programado Ejecutado
Fuente: Elaboración propia en base al Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del
Sector Educación para el Vivir Bien 2016-2020 (PSDI-E), y otra información estadística del ME
76
Esto se debe, en parte, a que no todos los maestros que prestan sus servicios en zonas
donde se habla mayoritariamente, lengua originaria, son originarios de esas zonas, y
por lo tanto no hablan la lengua que es propia de la zona, como primera lengua. Sin
embargo, en el marco de las políticas de plurilingüismo, la lengua originaria, así como
la lengua extranjera, son parte del MESCP, en tal sentido todos los estudiantes reciben
educación, con diverso énfasis, grado y profundidad, en dichas lenguas.
21
7
4
0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
77
indicador de ejecución con el que se cuenta, indica la gestión en la cual, los currículos
regionalizados fueron justamente aprobados, es decir la gestión 2019. Previa
aprobación, hubo un proceso extenso, arduo y participativo por parte de las NyPIOC, y
el ME, para la elaboración de dichos currículos.
26
19 19
12
7
6
11
0 0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
Según la CPE y la Ley N° 070, son los Gobiernos Autónomos Departamentales (GAD),
los responsables de dotar infraestructura y equipamiento en los Institutos Técnicos y
Tecnológicos, propios de su jurisdicción, no obstante, el Gobierno Central y el ME han
realizado esfuerzos para este propósito lo cual implica brindar mejores condiciones
materiales para la educación productiva, científica técnica y tecnológica.
La información cualitativa correspondiente a institutos técnicos y tecnológicos, será
abordada en el siguiente apartado del diagnóstico, denominado, Estado de situación
actual del sector.
78
PILAR 4: SOBERANÍA CIENTÍFICA Y TECNOLÓGICA
380
400
281
300
200
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
En tal sentido, la información cualitativa expresada por los actores sociales en el trabajo
de campo, evidencia la necesidad de que el ME incorpore una política en innovación e
investigación tecnológica, como parte de una política tecnológica nacional en ciencia y
tecnología, que posibilite el desarrollo cualitativo de las potencialidades nacionales en
investigación e innovación, consolidando el soporte institucional y el alineamiento de
varios sectores en ese objetivo, entre ellos en efecto, la educación superior.
79
PILAR 8: SOBERANÍA ALIMENTARIA
No existe gráfico para el Resultado 228. La entrega del desayuno escolar, que es parte
de las acciones de alimentación complementaria en las unidades educativas, es
asumida por los Gobiernos Autónomos Municipales. En tal sentido, no se cuenta con
información sobre el período, en cuanto a la relación a la programación-ejecución,
considerando la cantidad de días planteada en el indicador (150 días al año). En la
gestión 2020, tras la clausura del año escolar, algunos GAM hicieron entrega de
alimentos a las familias, en el marco de los recursos destinados a alimentación
complementaria, sin embargo, no se tiene información específica al respecto.
80
Meta 5: Bolivia ha puesto en marcha programas intersectoriales en el marco
de la Política de Alimentación y Nutrición. Resultado 240.
79 80
38.4
0
2016 2017 2018 2019 2020
Programado Ejecutado
Fuente: Informe de Evaluación Final al Plan Sectorial de Desarrollo Integral del Sector Educación para el Vivir Bien
2016-2020 (PSDI-E)
81
Evidentemente, el horizonte alternativo del Vivir Bien, decanta en lo concreto, en la
satisfacción de las necesidades materiales, sobre todo las alimentarias, en el bienestar
material además del espiritual, como base de la reproducción social y comunitaria, en
tal sentido, los temas alimentarios son temas absolutamente esenciales para el proceso
educativo, por lo que su atención se convierte en una prioridad del Estado, en sus
diferentes niveles.
La estructura básica del segundo punto del diagnóstico sectorial (Evaluación del sector
en el anterior quinquenio) está en función de las metas y resultados del PDES 2016-
2020 y de la Agenda Patriótica 2025, al ser éstos, en tanto planes de desarrollo, las
bases de la planificación y gestión del Estado en el anterior quinquenio.
Por otro lado, la información presentada fue en buena medida complementada con
información cualitativa, expresada por parte de los actores sociales que han sido
identificados en el Mapeo de Actores, aunque en efecto, la mayor cantidad de
información cualitativa será expresada en el siguiente apartado del diagnóstico. Dicho
proceso de construcción de información cualitativa, de naturaleza democrática y
participativa, en el marco de las líneas participativas del ME, ha resultado en un proceso
exitoso del diagnóstico del sector.
82
6.3. Estado de situación actual del Sector
El estado de situación actual del sector educativo, se describe en términos cualitativos
y cuantitativos, sobre la base de los datos de la evaluación del sector en el anterior
quinquenio, reflejando así, la situación actual que permita la definición de la línea base.
Para tal efecto en esta sección, corresponde realizar un balance histórico del
quinquenio, expresado en cifras y gráficos que expresen indicadores del proceso
educativo respecto a las dimensiones fundamentales a partir de las cuales se ha
construido el presente apartado.
83
GRÁFICO 22 ESTUDIANTES MATRICULADOS EN EL S UBSISTEMA DE EDUCACIÓN REGULAR ,
PERÍODO 2016 - 2020
2,922,758
2,901,316
2,870,794
2,859,592
2,853,148
1,386,254
1,378,543
1,370,726
1,359,959
1,344,818
1,164,677
1,159,898
1,155,148
1,149,757
1,146,170
371,827
367,625
353,898
349,876
348,432
Este gráfico debe relacionarse con los datos de tasa de cobertura neta del Subsistema
de Educación Regular, establecidos en el apartado anterior de Evaluación del sector en
el anterior quinquenio (Resultado 94), donde se muestran cifras ascendentes de gestión
en gestión, en el marco de las aclaraciones hechas en torno a las sobreestimaciones en
la programación, respecto a la ejecución. Sin embargo, se debe comentar, que la tasa
de cobertura neta consiste en un rango específico de edad, es decir de 4 a 17 años, a
diferencia del presente gráfico que expresa cifras totales de matriculación.
84
APRENDIZAJES
33.091 34.076 33.603 33.120 30.814
COMUNES
APRENDIZAJES
34.560 35.363 36.198 36.180 35.817
ESPECIALIZADOS
TOTAL 77.153 86.218 95.087 94.967 98.100
ÁREA
TÉCNICO BÁSICO 61.817 66.565 72.956 70.216 64.123
TÉCNICA
TÉCNICO
12.084 15.145 16.733 18.633 13.046
AUXILIAR
TÉCNICO MEDIO 3.252 4.508 5.398 6.118 20.931
TOTAL 171.763 182.440 190.879 189.393 186.989
8,079
8,041
7,393
6,630
5,881
4,403
4,164
2,487
2,391
2,064
2,029
2,035
2,005
1,861
1,466
1,279
1,253
1,227
1,099
1,044
1,011
839
826
752
692
353
301
274
206
199
128
127
53
37
30
12
0
0
0
0
85
Respecto a los estudiantes matriculados en el ámbito de educación especial, hubo un
incremento constante en los indicadores a nivel nacional, entre 2016 y 2019, mientras
que en la gestión en 2020 hubo una baja de la cantidad.
Cada tipo de educación especial representa un grupo social, con propias características
y necesidades. Así pues, el grupo con mayor población es ampliamente, el grupo con
discapacidad intelectual, seguido por el grupo con dificultades en el aprendizaje,
discapacidad múltiple, auditiva y visual respectivamente. El grupo más reducido, aunque
en condición de alta vulnerabilidad, es el grupo por discapacidad por sordo ceguera, el
cual únicamente presentó matriculados en la gestión 2018, y no así en el resto de
gestiones.
14,520 14,596
12,718
11,696
10,450
65,907 71,384
62,635 64,735
56,949
86
Maestros y Matrícula en Educación Superior Técnica Tecnológica (Ámbitos Fiscal y de
Convenio), y su repetición como información, se debe a la necesidad de contar con la
misma, en ambos apartados del diagnóstico, para efectos comparativos con el resto de
la información tratada en cada acápite.
94.8%
93.7%
92.4%
90.4%
88.5%
85.3%
84.3%
83.2%
82.1%
81.6%
78.6%
77.7%
77.8%
77.3%
76.9%
76.6%
76.5%
74.8%
73.7%
73.2%
El presente gráfico debe ser relacionado con los datos de tasa de cobertura neta del
Subsistema de Educación Regular, establecidos en el apartado anterior de Evaluación
del sector en el anterior quinquenio (Resultado 94), además debe relacionarse con el
dato de estudiantes matriculados en el Subsistema de Educación Regular, del presente
apartado (Matriculación en el Sistema Educativo Plurinacional). En ambos casos, se
muestran las mismas cifras ascendentes de gestión en gestión, en el marco de las
aclaraciones hechas en torno a las sobreestimaciones en la programación, respecto a
la ejecución. Sin embargo, el presente gráfico muestra el detalle de cobertura neta por
nivel, a diferencia de los datos anteriores donde el interés fue trabajar con cifras totales
y en especial, respecto a la tasa de cobertura neta del Subsistema de Educación
Regular, comparar la programación versus la ejecución.
El presente gráfico consiste en cobertura neta detallada por nivel, es decir, el porcentaje
de estudiantes matriculados al inicio de cada gestión, en el período 2016-2020, por nivel,
en el Subsistema de Educación Regular y que, además tienen la edad teórica para
87
asistir a ese nivel, en relación a la totalidad de niñas y niños del país, del mismo rango
de edad. Así pues, cuando se trata de porcentajes, se observa que la debilidad en
cuanto a cobertura en el Subsistema de Educación Regular, se encuentra
principalmente en los niveles de Inicial y Secundaria.
En el marco de las entrevistas cualitativas a actores educativos del ME, elaboradas para
la elaboración del presente diagnóstico, se ha llamado la atención sobre la menor tasa
de cobertura en Secundaria, debido entre otras razones, a que esta situación podría
darse en parte, a que gran proporción de la población de este nivel (mayores de 15
años), es incorporada por el Subsistema de Educación Alternativa.
71.6% 74.2%
63.5%
56.8%
La tasa de término neta de sexto de Primaria ha sido ascendente entre las gestiones
2016 y 2019, no habiéndose reportado el indicador de 2020 debido, en buena medida,
a las situaciones problemáticas acontecidas en la gestión, especificadas en el inicio del
presente apartado, en especial la decisión del gobierno no constitucional, en torno a la
clausura de la gestión escolar.
88
GRÁFICO 28 T ASA DE TÉRMINO DE 6° DE SECUNDARIA , PERÍODO 2016-2020
48.3%
39.9%
37.0%
34.6%
La tasa de término neta de sexto de Secundaria ha sido ascendente entre las gestiones
2016 y 2019, no habiéndose reportado el indicador de 2020 debido en buena medida, a
las situaciones problemáticas acontecidas en la gestión, en especial la decisión en torno
a la clausura de la gestión escolar.
3.9%
3.8%
3.7%
3.4%
3.2%
2.9%
2.7%
2.7%
2.7%
2.5%
2.0%
1.6%
1.5%
1.5%
0.0%
0.0%
0.0%
0.0%
89
a las situaciones problemáticas acontecidas en la gestión, en especial la clausura del
año escolar en agosto de 2020. En efecto, este dato es de suma importancia, pues la
conclusión de estudios hasta el bachillerato es una política de carácter obligatorio, y se
deben fortalecer las políticas de incentivo, continuidad y conclusión de estudios en el
SEP.
23,515
17,198
15,129
9,678 9,967
90
productiva a partir de la cual se comprende el concepto de calidad educativa
propiamente dicha según el MESCP, es decir a medida que la educación contribuye
transformar la realidad y erradicar la pobreza. No obstante, la implementación plena del
BTH implica el compromiso operativo de otras instancias institucionales y de la
sociedad, entre ellas los GAM, quienes deben brindar las condiciones de infraestructura
y equipamiento; a su vez, la exitosa implementación del BTH implica el compromiso y
el actuar de la comunidad educativa, con miras a consolidar actividades productivas
según las potencialidades de las regiones, la producción de bienes materiales y la
generación de recursos económicos.
10,448
8,187
4,071
982 1,020
91
GRÁFICO 32 N ÚMERO DE ESTUDIANTES PROMOVIDOS EN EDUCACIÓN REGULAR , PERÍODO 2016-2019
2,752,599
2,719,071
2,709,708
2,689,743
1,390,573
1,375,575
1,373,184
1,364,062
1,362,026
1,343,496
1,336,524
1,325,681
Los estudiantes promovidos, son aquellos que cumplieron con todos los requisitos para
aprobar el año de escolaridad correspondiente y al cual se inscribieron en una
determinada gestión, quedando habilitados para inscribirse en la siguiente gestión, en
el año de escolaridad inmediato superior. No se cuenta con información de 2020 ni
tampoco es relevante, considerando que, con la clausura prematura del año escolar,
también se determinó la promoción automática de todos los estudiantes.
Este gráfico debe ser interpretado en relación con el gráfico siguiente (N° de estudiantes
reprobados) a fines de realizar balances porcentuales entre promovidos y reprobados
respecto a los totales, a partir de lo cual se obtiene que si bien ha habido cifras
ascendentes de estudiantes promovidos en el periodo 2016-2020, el porcentaje de
promovidos respecto al total de estudiantes, oscila entre el 97,09% y el 97,52% en el
quinquenio, es decir que los estudiantes aprobados superan el 97% en todas las
gestiones.
92
GRÁFICO 33 N ÚMERO DE ESTUDIANTES REPROBADOS , PERÍODO 2016-2019
79,083
74,099
70,464
66,651
53,783
50,671
49,454
45,930
25,300
23,428
21,010
20,721
Fuente: Elaboración propia con base en información estadística del Ministerio de Educación
Los estudiantes reprobados, son aquellos que, por diversas situaciones, no cumplieron
con los requisitos exigidos para aprobar el año de escolaridad al que se inscribieron en
una gestión escolar dada. De ese modo, dichos estudiantes no se encuentran
habilitados para inscribirse en el grado inmediato superior en la siguiente gestión
escolar. No se cuenta con información de 2020, sin embargo, no es relevante porque
con la clausura del año escolar determinada por el gobierno de facto, todos los
estudiantes fueron promovidos automáticamente.
Este gráfico debe ser interpretado en relación del gráfico anterior (N° de estudiantes
aprobados), a partir de lo cual se obtiene que, si bien han habido cifras ascendentes de
estudiantes reprobados, en especial en la gestión 2018, el porcentaje de estudiantes
reprobados, respecto al total de estudiantes, oscila entre el 2,48% y el 2,91%.
En todas las gestiones del quinquenio, es muy superior el dato de estudiantes hombres
reprobados (en más del doble), respecto al de estudiantes mujeres.
93
GRÁFICO 34 N ÚMERO DE ESTUDIANTES RECURSANTES EN EDUCACIÓN REGULAR , PERÍODO 2016-2020
95,566
88,918
88,902
88,709
88,251
63,672
60,150
59,418
59,179
58,834
31,894
29,530
29,500
29,417
28,752
2016 2017 2018 2019 2020
Total 88,709 88,251 88,918 95,566 88,902
Mujer 29,530 29,417 29,500 31,894 28,752
Hombre 59,179 58,834 59,418 63,672 60,150
Estudiantes recursantes, son aquellos que cursan por segunda, o por más veces, el
mismo año de escolaridad, ya sea por reprobación, abandono temporal o decisión
propia. El cálculo se realiza a partir del seguimiento al itinerario interanual del estudiante,
por lo que esta variable, respecto a la variable de estudiante repitente, permite un
cálculo más preciso. La variable estudiante repitente es imprecisa debido a que se basa
en una declaración, en el momento de la inscripción del estudiante.
94
GRÁFICO 35 N ÚMERO DE UNIDADES EDUCATIVAS EN EL S UBSISTEMA DE E DUCACIÓN R EGULAR,
PERÍODO 2016-2020
16,034
15,961
15.951 15,954
15,926
983
975
959
945
924
95
El número de Centros de Educación Alternativa, ha sido ascendente en el quinquenio,
sin embargo el rango de incremento es escaso. Entre la gestión con menor número de
centros (2019), y la gestión con mayor número (2020), hay una diferencia de 59 centros,
esto supone un promedio de incremento de 15 centros de Educación Alternativa entre
gestión y gestión, asumiendo todo el período.
184
178
162
152
136
96
GRÁFICO 38 N ÚMERO DE ESCUELAS S UPERIORES DE FORMACIÓN DE MAESTROS Y U NIDADES
ACADÉMICAS, PERÍODO 2016-2020
47 47 47 47 47
144
132
97
institutos. Este dato se refiere en efecto, al total de institutos, y no únicamente al número
de institutos nuevos identificados en el apartado anterior de evaluación del quinquenio.
Estos indicadores deben ser relacionados con los indicadores de matriculación en
Institutos Técnicos Tecnológicos, por lo que, hecha esta relación, se obtiene un
promedio de 442 estudiantes por instituto.
Según la ley N° 070, son los GAD los responsables de brindar las condiciones
materiales de infraestructura y equipamiento a los institutos técnicos tecnológicos, sin
embargo, se ha destacado en la información cualitativa del diagnóstico del sector, la
necesidad del trabajo interinstitucional e intersectorial (incluyendo la inversión en
diferentes niveles y según competencias) para el incremento, consolidación y
fortalecimiento de los institutos a nivel nacional; siendo pues un desafío importante en
este aspecto, como en todos los aspectos relacionados con educación productiva, la
intersectorialidad y el involucrar a otras instancias institucionales y de la sociedad. En
ese marco se ha hecho énfasis en la necesidad de contar con al menos un instituto
técnico tecnológico por municipio, siendo éstos y sus respectivos GAM, los propios
beneficiarios de los conocimientos, técnicas, bienes y recursos generados.
LA PAZ 64 375.831.268
COCHABAMBA 38 224.724.477
ORURO 1 4.600.796
TARIJA 10 62.810.880
SANTA CRUZ 3 23.591.280
BENI 1 6.083.708
BOLIVIA 117 697.642.410
Fuente: Ministerio de Educación
Según la tabla, las cifras que se muestran incorporan a la gestión 2015, por lo que se
trata de datos correspondientes a un sexenio. A su vez, existen departamentos donde
no se reporta información, por lo que es un aspecto que se debe considerar en la
programación actual.
98
6.3.4. Maestras, maestros, ítems y formación
137,165
136,538
135,989
134,021
132,471
70,175
69,234
69,166
68,802
68,458
58,920
58,648
57,576
55,951
53,775
9,432
9,443
9,247
8,836
8,521
99
educación con mayor cobertura que es el nivel de Educación Primaria Comunitaria
Vocacional.
5,994 5,995
5,983
5,978
5,928
100
GRÁFICO 42 N ÚMERO DE MAESTROS EN EL ÁMBITO DE EDUCACIÓN ESPECIAL , PERÍODO 2016-2020
1,674 1,664
1,623
1,548
1,496
3,855
3,291 3,353
3,163
2,830
101
relación con el número de estudiantes matriculados, existe un promedio que oscila entre
18 y 20 estudiantes por maestro en el quinquenio, mostrándose una cifra estable.
852
791 787 789
689
Estos indicadores deben ser relacionados con los indicadores de matriculación en las
Escuelas Superiores de Formación de Maestros, por lo que, hecha esta relación, se
obtiene un promedio que oscila entre 15 y 19 estudiantes por maestro según gestión.
3,000
3,000
2,500 2,500
102
Según el gráfico, el indicador de ítems de nueva creación es oscilante entre 2016 y
2019. Como se observa, el número de ítems asignados entre gestión y gestión, fue de
3.000 y 2.500 alternadamente. En la gestión 2020, en el marco de los problemas
acaecidos en dicha gestión mencionados al inicio del presente apartado, no hubo ítems
de nueva creación.
18
12
7
0
4
Según el gráfico, el porcentaje de maestros en ejercicio con formación post gradual que
forman parte del SEP ha sido ascendente desde 2016, lo cual se debe, en buena
medida, a las acciones de formación implementadas. No se cuenta con la información
de ejecución en la gestión 2020.
103
FORMACIÓN DE MAESTRAS/OS
2,221,482
2,192,623
2,182,792
2,171,532
2,156,464
104
Como se observa en el gráfico, en todas las gestiones se supera la cifra de 2.000.000
de estudiantes beneficiados con el Bono Juancito Pinto, siendo ésta la meta anual.
Según los datos del gráfico, en cada gestión se incrementan los beneficiarios a un ritmo
de por lo menos 10.000 estudiantes, siendo la gestión 2020 la que obtuvo un incremente
considerable de al menos 28.000 beneficiarios respecto a la gestión anterior.
444,296,400
438,524,600
436,558,400
434,306,400
431,292,800
105
GRÁFICO 49 E STUDIANTES BENEFICIADOS CON EL D IPLOMA DE B ACHILLER GRATUITO
PERÍODO 2016-2020
189,860
183,691
176,249 175,697
174,195
10,308
10,064
9,765
9,480
9,103
106
GRÁFICO 51 BONO BACHILLER DESTACADO , MONTO EN BS ., PERÍODO 2016-2020
10,308,000
10,064,000
9,765,000
9,480,000
9,103,000
7,869
4,776
46 264 0
107
Según el gráfico, el número de maestros beneficiados con computadoras es muy alto
en las gestiones 2017 y 2019, y considerablemente más bajo en las gestiones 2016 y
2018. Asimismo, en el marco de las problemáticas acaecidas en la gestión 2020, no se
ha hecho entrega de ninguna computadora en dicha gestión. Se aclara que, a la mayor
parte de los docentes, se les entregó con anterioridad al período de análisis.
19
16
15
8
0
Asimismo, en las gestiones anteriores al quinquenio, y durante gran parte del mismo, el
programa ha sido exitoso, tanto en sus etapas de investigación, visitas de campo,
formulación y ejecución de proyectos de inversión pública; sin embargo, en la gestión
108
2020, fueron abruptamente interrumpidos los procesos de implementación de
componentes de atención integral educativa en dichas poblaciones.
21,181
19,604
18,424
13,827
843
109
reciban un proceso de formación en competencias básicas de lenguaje, matemáticas,
ciencias sociales y naturales, y competencias ciudadanas, equivalente a 6to de primaria
en educación regular.
GRÁFICO 55 N ÚMERO DE GRADUADOS A TERCERO Y SEXTO DE PRIMARIA EN EL P ROGRAMA NACIONAL DE
P OST ALFABETIZACIÓN , PERÍODO 2016-2020
42,169
37,825
30,247 29,725
32,198
30,607
26,579 26,202
6,325
13,009
415,342 426,781
407,448
396,838
110
La Olimpiada Científica Estudiantil Plurinacional, ha sido una política importante de
fortalecimiento de la interculturalidad crítica, en relación al desarrollo y fomento de las
capacidades en los saberes universales, locales y del conocimiento científico. Según el
gráfico, hubo un desarrollo regular de la olimpiada a partir de un importante número de
inscritos, llegando a un pico en la gestión 2019, no obstante, en 2020 no se realizó la
actividad, debido, especialmente a la emergencia sanitaria de la pandemia del COVID-
19, que impedía la aglomeración de personas. Justamente en 2019, únicamente se
desarrollaron las fases iniciales de la olimpiada, no dando continuidad a la actividad,
debido a las situaciones políticas y sociales a partir de las cuales se llevó a cabo el golpe
de Estado de octubre y noviembre de ese año.
PRIMARIA SECUNDARIA
0 0
Los Juegos Deportivos Estudiantiles Plurinacionales, han sido una política importante y
exitosa de fortalecimiento, desarrollo y fomento del deporte y la salud desde una
perspectiva intercultural e integral. Según el gráfico, hubo un desarrollo regular de los
juegos a partir de un ascendente e importante número de participantes, sin embargo,
111
en 2020 no se realizó la actividad, debido especialmente, a la emergencia sanitaria de
la pandemia del COVID-19, que impidió la aglomeración de personas.
6.3.6. Diagnóstico cualitativo sobre el estado de situación de los ejes articuladores del
MESCP
Los ejes articuladores sintetizan, a grandes rasgos, el enfoque filosófico y político del
MESCP, respecto a la metodología que desarrolla en la interpretación de la dinámica y
la problemática social, la cual, desde dicho enfoque, desde el modelo, es inescindible
de la dinámica, y la problemática, propiamente educativa. Así pues, los ejes
articuladores, representan las líneas a partir de las cuales se comprende, no sólo el
proceso educativo, sino el proceso social de desarrollo desde el horizonte cosmo-bio-
céntrico y no así desde el horizonte antropo-céntrico, propio de la modernidad colonial
y del capitalismo.
A su vez, los ejes articuladores, hacen de metas cualitativas y líneas de acción a partir
de las cuales, se interpretan y orientan los procesos de planificación y gestión educativa,
en el seno de la comunidad y de los procesos sociales, en sintonía con la naturaleza.
En ese sentido, el presente acápite corresponde a la sistematización de metodologías
cualitativas de investigación (grupos focales y entrevistas a servidores públicos del ME
con amplio conocimiento del sector en el quinquenio 2016-2020), a partir de las cuales
se busca conocer el estado de situación de los ejes articuladores, su nivel de articulación
con la sociedad y sus problemáticas y desafíos, en el quinquenio.
En efecto se hace énfasis, en que se deben fortalecer los procesos pedagógicos por
medio de actividades que concreticen el Vivir Bien, para que los estudiantes y la
comunidad educativa comprendan la necesidad de un cambio de paradigma con
acciones concretas, en las relaciones de la sociedad para con la naturaleza, y para
consigo misma. Es un proceso, se ha insistido. Asimismo, se evidencian las posibles
dificultades al asimilar dicho enfoque por parte de los actores sociales del proceso
educativo, en la dinámica interna de las propias instituciones, en relación a los enfoques
individuales de la formación académica y cultural de las personas, y de la sociedad. Por
ejemplo, se da el caso de la Educación Superior, donde en buena medida, no se aplican
los ejes articuladores del MESCP, o bien se aplican metodologías pedagógicas todavía
en cierto grado tradicionales.
112
Es evidente en la discusión, la creencia de que gran parte de la generación adulta, entre
ellos los maestros, reproducen consciente o inconscientemente, mentalidades pro
capitalistas y colonialistas, basadas en la acumulación, la explotación de la naturaleza
y el individualismo, sin embargo, también se pueden rescatar importantes experiencias,
pedagógicas y sociales, donde sí se ha demostrado el éxito en el enfoque del Vivir Bien.
Ello da cuenta del proceso que se está transitando con el horizonte del Vivir Bien.
113
saberes, técnicas, formas de planificación y de generación de recursos económicos para
las propias regiones y municipios.
114
Asimismo, el legado de la colonialidad en las instituciones se refleja en la excesiva
burocracia que se refleja en todos los niveles institucionales. En esa línea, pueden darse
casos donde los mejores proyectos o iniciativas se debilitan, dificultan o se hacen
inoperables a causa de las excesivas trabas burocráticas. En ese sentido, es
fundamental en la planificación del Estado, implementar proyectos y estrategias de
desburocratización de la gestión que incluya sanciones efectivas, y análisis críticos del
efecto de las acentuadas jerarquías y procedimientos institucionales, mandato que
también responde a la política gubernamental de desburocratización, misma que está
siendo priorizada en la actualidad.
115
Respecto al Eje 4: Educación intracultural, intercultural y plurilingüe se ha
abordado la discusión, en tanto que, si bien, la intraculturalidad y la interculturalidad,
tienen como objetivo el diálogo y convivencia armónica entre culturas y dentro de la
propia cultura, puede ser bastante frecuente encontrar indicios de reproducción formas
de dominación, ya sea entre culturas, o en el seno de una misma cultura.
En ese sentido pues, se realiza una lucha histórica, pues si bien, los maestros y la
escuela, han sido históricamente formados para homogeneizar a las sociedades, para
ejercer medios disciplinarios de control y dirección sobre ellas, en el marco del
paradigma de la escuela moderna, ahora el desafío es trabajar en pro de la diversidad,
fomentarla en buena medida y desarrollarla, a medida que se fomenta el diálogo intra e
intercultural.
En ese sentido, el grupo focal ha hecho especial énfasis, en aquello que para las
generaciones adultas, representa un “techo”, un logro histórico producto de incontables
luchas sociales, y que han sido reflejadas en un modelo educativo inclusivo, para las
nuevas generaciones, aquello mismo, ese techo, hace más bien de “piso”, algo de
116
donde partir sin observar el pasado, por lo que evidentemente, resulta de fundamental
importancia la educación humanística, crítica y política, como parte de la formación
integral del ser humano, lo cual decanta en una acción de vital importancia para
consolidar aquellos modelos de estado y de educación, que se encuentran
históricamente en sintonía con las luchas sociales, y con la población históricamente
desfavorecida.
6.3.7. Conclusiones sobre el estado de situación actual del Sector.
Evidentemente la información presentada muestra debilidades de consolidación,
especialmente en lo referente a la gestión 2020. Las dificultades en el registro de dicha
gestión, se deben en buena medida, a la debilidad institucional del Estado (crisis
multisectorial) y la debilidad del sector educativo, en específico durante el periodo del
gobierno no constitucional, al cual se sumó el impacto mutidimensional de la crisis
sanitaria. Tales situaciones alteraron la planificación, e imposibilitaron la continuidad en
el desarrollo de varias metas. A su vez la debilidad institucional y la inestabilidad de
funciones y recursos humanos en el sector, derivó en serias dificultades en el manejo,
tratamiento y registro de información de la gestión.
Por otro lado, la información cuantitativa, una vez consolidada fue complementada con
información cualitativa, expresada por parte de los actores que han sido identificados
en el Mapeo de Actores. Dicho proceso de construcción de información cualitativa, de
naturaleza democrática y participativa, en el marco de las líneas participativas del ME,
posibilito acceder a información bastante nutritiva.
117
de Primaria y de Secundaria ha sido ascendente en el quinquenio, sin embargo, en
Secundaria no llega al 50%. El número de titulados en el Bachillerato Técnico
Humanístico, ha sido ascendente, superando los datos de programación; sin embargo,
el número de beneficiarios que recibieron su certificación de competencias laborales es
oscilante. Un dato llamativo en cuanto a temas de género, es que en todas las gestiones
del quinquenio es superior el indicador de estudiantes hombres promovidos y
reprobados, respecto al de estudiantes mujeres.
118
Diagnóstico cualitativo sobre el estado de situación de los Ejes articuladores del
MESCP.- Finalmente, respecto a la información cualitativa obtenida mediante grupos
focales y entrevistas, se concluye que esta metodología de investigación fue
fundamental para la elaboración del presente diagnóstico del sector, a partir del
conocimiento de las impresiones cualitativas de parte de los actores sociales del sector
educativo (actores sociales con amplia experiencia en el sector). En tal sentido se han
evidenciado las problemáticas y desafíos del sector, y se ha hecho un importante
balance del desarrollo de los ejes articuladores del MESCP, en el marco de sus
fortalezas y debilidades. En ese sentido, en el presente diagnóstico han sido reflejadas
esas impresiones y experiencias, además de los posibles pasos que se deben seguir
para la consolidación del MESCP.
Así pues, es en esos cuatro universos, donde se encuentran las fuentes, y dimensiones,
que integran los problemas y desafíos futuros del sector. Para tal efecto, a continuación,
se reproduce formalmente, el esquema de identificación de problemas y desafíos del
sector, provisto por el documento de Lineamientos Metodológicos para la Formulación
de Planes de Mediano Plazo.
N° PROBLEMAS DESAFÍOS
1 Interrupción por parte del gobierno Reactivar de forma sostenible, las medidas de
de facto, de acciones de política política social implementadas por la Ley N° 070,
social implementadas en el marco en el marco del análisis de su factibilidad y
de la Ley N° 070. pertinencia (PROFOCOM; programa de escuelas
de frontera, liberadoras y de riberas de río;
computadoras para maestros; olimpiadas y
juegos plurinacionales; etc.).
2 Descuido de la educación Reactivar de forma sostenible las medidas de
democrática, cívica y política de la política social implementadas antes del golpe de
119
población, en los procesos de Estado, fortaleciendo paralelamente la
implementación de medidas de educación democrática, cívica y política de la
política social, por parte del Estado y población.
la Ley N° 070.
3 El acceso pleno y universal a Perfeccionar los programas intersectoriales de
alimentación complementaria alimentación y nutrición complementaria,
escolar, no está garantizado, a pesar considerando las potencialidades de desarrollo y
de las acciones de las entidades e reactivación económica local.
instituciones competentes.
4 Consolidar las estrategias de ampliación de
Insuficiente cobertura en los niveles matriculación y cobertura en los niveles de
de Educación Inicial y Educación Educación Inicial y Educación Secundaria a nivel
Secundaria en el Subsistema de nacional, en especial en las zonas y contextos
Educación Regular. que presentan dificultades de oferta y
continuidad.
5 Consolidar las estrategias de reducción de las
Persisten brechas de acceso,
brechas de acceso, permanencia y conclusión de
permanencia y conclusión de
estudios en estudiantes en desventaja social,
estudios en la población, en especial
vulnerabilidad y difícil acceso, por medio de
en sectores en desventaja social,
ampliación de la oferta, los incentivos y las
vulnerabilidad y difícil acceso.
medidas de política social.
6 Fortalecer los esfuerzos intersectoriales e
interinstitucionales del Estado en todos sus
Condiciones materiales óptimas de niveles, en el marco de las competencias
calidad educativa y de gestión específicas de sus actores, brindando las
pedagógica e institucional, no están condiciones materiales para mejorar el
al alcance del conjunto de la aprendizaje de los estudiantes en el marco de
población. una educación de calidad, y una gestión
pedagógica e institucional adecuada, en el
conjunto de la población, sin exclusiones.
7 Implementar estrategias de alto impacto en la
Condiciones materiales aún concientización y fortalecimiento de la
insuficientes para la educación intersectorialidad para la educación productiva y
productiva en general, y para el BTH el BTH, posicionando sus beneficios, como
en condiciones de calidad, en varios aspectos imprescindibles para la calidad
sectores de población. educativa, transformadora de la realidad, y para
la formación integral del ser humano.
8 Consolidar políticas de alto impacto,
Insuficiencia en las políticas y
interinstitucionales y multisectoriales, relativas a
estrategias de promoción y
la promoción y desarrollo de saberes,
desarrollo soberano de saberes,
conocimientos, investigación, innovación, ciencia
conocimientos, investigación,
y tecnología a nivel nacional, con miras a la
innovación, ciencia y tecnología a
transformación productiva y el desarrollo de los
nivel nacional.
talentos humanos nacionales.
9 Persisten en algunos centros, Consolidar la educación productiva en el marco
institutos y unidades educativas, de las potencialidades de las regiones, a partir de
actividades de educación productiva las oportunidades brindadas por el modelo de
desvinculadas de las industrialización con sustitución de
potencialidades productivas de las importaciones, a partir de una amplia
regiones y a su vez procesos participación interinstitucional y multisectorial,
120
educativos desvinculados de la con miras a la generación de saberes, técnicas,
producción. procedimientos y recursos económicos para la
autosostenibilidad, la reactivación económica y la
transformación productiva.
10 Consolidar la aplicación del MESCP, en cuanto
al desarrollo consciente de las estrategias
metodológicas en los procesos curriculares
Insuficiente aplicación del MESCP, (práctica, teoría, valoración y producción), las
respecto a lo establecido en las cuales, presentan momentos específicos para
estrategias metodológicas, en trabajar el enfoque productivo
cuanto al énfasis productivo a independientemente del contenido curricular que
desarrollar en los procesos se esté desarrollando. Es decir, la educación
pedagógicos y contenidos productiva desde el modelo, no implica
curriculares. irremediablemente trabajar con condiciones
materiales suficientes u óptimas, sino sobre todo
con las directrices pedagógicas planteadas por
las estrategias metodológicas.
11 Talentos humanos, estudiantes y Fortalecer las políticas y estrategias de
profesionales destacados, no se incorporación de los talentos humanos,
encuentran insertos en la dinámica estudiantes y profesionales destacados en la
investigativa, tecnológica, laboral o dinámica investigativa, tecnológica, laboral e
institucional del país, desde el institucional del país; de modo que los sectores
enfoque estratégico provisto por los productivos y tecnológico investigativos,
documentos de planificación del incorporen el aporte de dichos talentos
Estado. identificados en los procesos educativos previos.
12 Persistencia de excesiva burocracia Consolidar estrategias de desburocratización en
que afecta a la gestión pedagógica e la gestión educativa, implementando medios
institucional del Sector Educación, para el análisis crítico del desarrollo de los
impactando en la calidad educativa. procedimientos institucionales.
121
del Pilar 3: salud, educación y deporte para la formación de un ser humano integral.
Este horizonte marca los resultados, acciones e intervenciones a realizarse en el
siguiente quinquenio.
122
MATRIZ N° 1 LINEAMIENTO SECTORIAL ARTICULADO A TRAVÉS DE EJES ESTRATÉGICOS , METAS ,
RESULTADOS Y /O INDICADORES
Nota: Se aclara que, en el Marco Estratégico del Sector Educación se establecen Acciones Sectoriales (AS) que no
se visibilizan en el cuadro que precede, y hacen referencia a aquellas acciones que no se encuentran en el Plan de
Desarrollo Económico y Social 2021 – 2025, codificación que fue determinada por el Ministerio de Planificación en
reunión de fecha 26/07/2022.
123
3. Implementar las condiciones materiales y de gestión pedagógica e
institucional, promoviendo la formación integral de las y los estudiantes
hacia una educación de calidad, orientando los esfuerzos en fortalecer las
condiciones en las que se desarrolla el proceso educativo (oferta educativa). Es
así que, se perfilan importantes inversiones en infraestructura y equipamiento
educativo; formación docente; desarrollo curricular; materiales pedagógicos
impresos y digitales; gestión pedagógica e institucional; y medición de la calidad
educativa. Se dará igual importancia a la consolidación de las instancias de
participación y corresponsabilidad social comunitaria en educación, como base
fundamental del SEP.
124
8. PLANIFICACIÓN
R
E RESPONSABLE INDICADOR PROGRAMACIÓN FÍSICA
M
S
E ACCI Descripción del Resultado Descripción de la Acción PONDERACIÓN (Por Fuente de
SECTOR Pilar EE U Areas Cód. Indicador (Resultado/Acción)
T ÓN (Impacto Sectorial) Sectorial prioridad) información
LT Linea Base
A Entidad Organizacionales Fórmula al 2025 2021 2022 2023 2024 2025
A 2020
(Si corresponde)
D
Continuar con los programas
100% de
sociales con el fin de reforzar 100% de
cobertura para
las políticas redistributivas del cobertura para
Porcentaje de cobertura en el los
Ministerio de Unidad Ejecutora del 1.3.1.1. Se ha dado continuidad a las medidas de ingreso para asistir a los = [(Número de estudiantes que reciben el Bono Juancito Pinto, en la gestión A)/(Número total de los beneficiarios Ministerio de
Educación 1 1 3 1 1 Pago del Bono Juancito beneficiarios 100% 100% 100% 100% 100% 3%
Educación Bono Juancito Pinto PDES política social implementadas. sectores más vulnerables y de estudiantes a los que les corresponde y soliciten el pago del Bono Juancito Pinto, en la gestión A)] X 100 que soliciten y Educación
Pinto. que soliciten y
esta manera reactivar la corresponda el
corresponda el
demanda interna, garantizando pago
pago
sus fuentes de financiamiento.
Tasa de cobertura de la
Se ha promovido el acceso, permanencia y Ampliar y mejorar la oferta población de 4 a 17 años de INE;
Ministerio de Viceministerio de 5.1.1.1 = [(Estudiantes de 4 a 17 años de edad matriculados en el Subsistema de Educación Regular, en la
Educación 3 5 1 1 1 conclusión de los estudiantes en el Sistema educativa en el Sistema edad matriculada en el 86.79% 89.28% 87.20% 87.69% 88.20% 88.74% 89.28% 4% Ministerio de
Educación Educación Regular PDES
Educativo Plurinacional. Educativo Plurinacional. Subsistema de Educación gestión A) / (Población de 4 a 17 años de edad, en la gestión A)] X 100 Educación
Regular.
Porcentaje de unidades
Entidades Se ha promovido el acceso, permanencia y Ampliar y mejorar la oferta
5.1.1.1 educativas que realizan =(Número de Unidades Educativas que reciben mantenimiento a su infraestructura en la gestión A / GAD, GAM,
Educación 3 5 1 1 1 Territoriales Gobiernos Muncipales conclusión de los estudiantes en el Sistema educativa en el Sistema 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 100.00% 4%
PDES mantenimiento a sus Número de unidades Educativas en la gestión A) x 100 ME, UPRE
Autónomas Educativo Plurinacional. Educativo Plurinacional.
infraestructuras
Desarrollar condiciones de
trabajo y clima de organización
Institucional que garantice el
Director
adecuado funcionamiento del
Departamental,
sistema educativo fiscal, Porcentaje de unidades Direccion
Direccion Subdireccion de
Se ha promovido el acceso, permanencia y privado y de convenio, educativas que aplican Departamenta
Departamental Educacion Regular , 5.1.1.1. =[(Número de Unidades Educativas que aplican modalidades de atención en la gestión A) / (Número total
Educación 3 5 1 1 1 conclusión de los estudiantes en el Sistema generando modalidades de diferentes modalidades de 40% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 2% l de
de Educación Técnico de AEI1 de unidades educativas en la gestión A)] x 100
Educativo Plurinacional. atención en aquellos atención garantizando la Educacion de
de Chuquisaca Participación Social
estudiantes en situaciones de continuidad en los estudiantes. Chuquisaca
Comunitario
emergencia, para garantizar la
Directores Distritales
continuidad de sus estudios en
los 27 Distritos Educativos, del
departamento de a Chuquisaca.
125
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - 2,476,443,397 486,163,000 490,168,433 495,070,118 500,020,819 505,021,027
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - 57,500,460 11,082,891 11,262,005 11,487,245 11,716,990 11,951,330
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - -
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
6,297,240,000 540,000,000 1,155,000,000 1,311,000,000 1,513,800,000 1,777,440,000
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - -
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 49,756,088 9,561,050 9,752,271 9,947,316 10,146,263 10,349,188
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 53,563,139 19,772,905 18,295,117 14,795,117 350,000 350,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
126
- Sub Dirección de
Dirección Implementar estrategias para Número de unidades educativas Ministerio de
Educación Regular Se ha promovido el acceso, permanencia y
Departamental 5.1.1 seguir mejorando, el acceso, que obtienen autorización para Educación
Educación 3 5 1 1 2 - Sub Dirección de conclusión de los estudiantes en el Sistema =∑ Unidades educativas que obtienen autorización para su funcionamiento en el Dpto. de Oruro 727 735 2 2 2 2 0 2%
de Educación AS1 permanencia, y conclusión de su funcionamiento en el Dpto. de SIE/
Educación Alternativa y Educativo Plurinacional.
de Oruro los estudiantes Oruro DDE Oruro
Especial
Porcentaje de maestros/as de
Se ha promovido el acceso, permanencia y Promover la alimentación y = [(Número de maestros de educación regular (fiscal y de convenio) capacitados en alimentación y
Ministerio de Dirección General de 5.1.1 educación regular (fiscal y de Ministerio de
Educación 3 5 1 1 2 conclusión de los estudiantes en el Sistema nutrición adecuadas en la nutrición, en la gestión A) / (Número total de maestros de educación regular (fiscal y de convenio), en la 0 25% 0% 0% 10% 10% 5%
Educación Formación de Maestros AS2 convenio) que son capacitados Educación
Educativo Plurinacional. comunidad educativa. gestión A)] x 100
en alimentación y nutrición.
3%
Federación
Gobiernos Se ha promovido el acceso, permanencia y Promover la alimentación y Número de municipios que de
Gobiernos Autónomos 5.1.1
Educación 3 5 1 1 2 Autónomos conclusión de los estudiantes en el Sistema nutrición adecuadas en la entregan alimentación =∑ De municipios que entregan alimentación complementaria escolar. 326 330 326 327 328 329 330 Asociaciones
Municipales AS2
Municipales Educativo Plurinacional. comunidad educativa. complementaria escolar. Municipales
de Bolivia
= [(Estudiantes matriculados en el SEP en la gestión A, que declararon tener algún tipo de discapacidad
Se han reducido las brechas de acceso, Porcentaje de personas con y fueron calificados en el Registro Único Nacional de Personas con Discapacidad - SIPRUNPCD del
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en discapacidad que acceden al
Ministerio de Dirección General de 5.1.2.1 Ministerio de Salud o fueron registrados en el Instituto Boliviano de la Ceguera) / (Población que declaró 12,8%
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e Sistema Educativo Plurinacional, 25% 13.73% 14.23% 17.24% 20.94% 25.00% INE
Educación Educación Especial PDES tener algún tipo de discapacidad en la gestión A, que fue calificada en el Registro Único Nacional de (2019)
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas. respecto al total de personas
Personas con Discapacidad - SIPRUNPCD del Ministerio de Salud o fue registrada en el Insitituto
educativa. con discapacidad.
Boliviano de la Ceguera)] X 100
Se ha
Se ha fortalecido el
fortalecido el currículo
currículo educativo en
educativo en temáticas
Fortalecer en la currícula temáticas vinculadas
Implement
Se han reducido las brechas de acceso, educativa temáticas vinculadas a vinculadas a la
Implementació ación del
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en la educación sexual y a la educación Actualización educación
Ministerio de Viceministerio de 5.1.2.1 n del curriculo curriculo Ministerio de
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e reproductiva, prevención del n.a. n.d. sexual y 0.00 del curriculo sexual y
Educación Educación Regular PDES educativo educativo Educación
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas. embarazo adolescente, reproductiva, educativo reproductiva,
actualizado actualizad
educativa. prevención de la violencia y prevención del prevención
o
valores. embarazo del
adolescente, embarazo
prevención de la adolescente,
violencia y prevención
valores. de la
violencia y
Porcentaje de instituciones
educativas que realizan
Se han reducido las brechas de acceso, = [(Número de Unidades educativas con el nivel secundario que realizan actividades de socialización y
actividades de socialización Ministerio de
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en
Ministerio de Viceministerio de 5.1.2.1 y concientización en educación concientización en educación sexual y reproductiva, prevención del embarazo adolescente, prevención Educación,
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e 0.00 100.00 0.00 0.00 100.00 100.00 100.00
Educación Educación Regular PDES sexual y reproductiva, prevención de la violencia y los valores para el Vivir Bien en la gestión A) / (Total de Unidades Educatvas del nivel Instituciones
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas.
del embarazo adolescente, secundario en la gestión A)] x 100 Educativas
educativa.
prevención de la violencia y los
valores para el Vivir Bien.
127
904 Oruro - - - - - - 500,000 100,000 100,000 100,000 100,000 100,000
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 0 787,123,360 791,876,139 796,647,682 802,438,083 789,962,436
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 1,671,019,795 332,919,504 333,100,291 335,000,000 335,000,000 335,000,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
128
Unidad de Políticas de
Se han reducido las brechas de acceso,
Interculturalidad, Número de personas en
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en
Ministerio de Intraculturalidad y 5.1.2.1 situación de vulnerabilidad que Ministerio de
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e =∑ De personas en situación de vulnerabilidad que se benefician de programas de atención educativa. 8,548 133,548 25,000 25,000 25,000 25,000 25,000
Educación Plurilingüismo - Unidad PDES se benefician de programas de Educación
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas.
de Educación en atención educativa.
educativa.
Genero Generacional
Número de personas en
Se han reducido las brechas de acceso,
situación de vulnerabilidad que Programa
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en
Ministerio de Dirección General de 5.1.2.1 se benefician de programas de =∑ De personas (adultas mayores) en situación de vulnerabilidad que se benefician de programas de Nacional de
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e 53,699 487,143 102,058 92,812 135,672 66,706 36,196
Educación Post Alfabetización PDES atención educativa. atención educativa. Post-
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas.
(alfabetización y post 5% alfabetización
educativa.
alfabetización) (*)
129
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 5,761,771 998,111 1,249,098 1,229,098 1,132,732 1,152,732
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 61,122,072 4,632,072 14,122,500 14,122,500 14,122,500 14,122,500
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 8,144,000 1,528,800 1,528,800 1,528,800 1,528,800 2,028,800
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 103,017,843 20,017,843 20,750,000 20,750,000 20,750,000 20,750,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
130
Número de contenidos
Se han implementado las condiciones
(derechos de usuarios,
materiales y de gestión pedagógica e
Ministerio de 5.1.3 Promover el desarrollo integral consumidores y consumo =∑ De contenidos (derechos de usuarios, consumidores y consumo responsable y sustentable),
Educación 3 5 1 3 1 No corresponde institucional, promoviendo la formación 0 3 0.00 0 0 3 0
Educación AS3 de las y los estudiantes. responsable y sustentable), incorporados en el currículo diversificado.
integral y holística que fortalece y evalúa de
incorporados en el currículo
manera independiente la calidad educativa.
diversificado.
Viceministerio de
Educación Regular -
Se han implementado las condiciones Consolidar la participación y
Viceministerio de
materiales y de gestión pedagógica e corresponsabilidad social
Ministerio de Educación Alternativa y 5.1.3 Número de Encuentros Ministerio de
Educación 3 5 1 3 1 institucional, promoviendo la formación comunitaria en el diseño de =∑ De Encuentros Pedagógicos realizados. 6 11 1 1 1 1 1 1%
Educación Especial - AS4 Pedagógicos realizados. Educación
integral y holística que fortalece y evalúa de políticas públicas y en la gestión
Viceministerio de
manera independiente la calidad educativa. educativa.
Educación Superior de
Formación Profesional
131
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 33,288,440 3,894,440 7,900,000 7,594,000 6,950,000 6,950,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 12,240,000 0 0 3,400,000 4,420,000 4,420,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 20,423,699 4,073,699 4,080,000 4,085,000 4,090,000 4,095,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
132
Se ha desarrollado una educación técnica,
tecnológica, productiva y científica,
Dirección
Dirección articulada al desarrollo productivo y Promover la integracion de la Número de estudiantes que
Dirección Departamenta
Departamental 5.2.1 tecnológico, para la sustitución de educación y formación técnica, realizan sus pasantías o trabajos
Educación 3 5 2 1 1 Departamental de =∑ De estudiantes que realizan sus pasantías o trabajos dirigidos en el sector productivo de su región. 0 650 0 0 150 200 300 2% l de
de Educación AEI3 importaciones y el respeto a la madre tierra, tecnológica y científica con el dirigidos en el sector productivo
Educación del Beni Educación
del Beni profundizando la implementación del Modelo sector productivo del Beni. de su region.
del Beni
Educativo Sociocomunitario Productivo
(MESCP).
Número de proyectos
Fortalecer la innovación y la productivos especializados,
investigación en la educación, a elaborados por los Institutos
Dirección General de Se ha promovido la investigación,
través de investigaciones, Técnicos Tecnológicos,
Ministerio de Educación Superior 5.2.2.1 innovación y uso adecuado de tecnologías =∑ De proyectos productivos especializados, elaborados por los Institutos Técnicos Tecnológicos, que Ministerio de
Educación 3 5 2 2 1 publicaciones y proyectos de aportando a los niveles n.d. 50 0 10 10 10 20
Educación Técnica Tecnológica PDES en los procesos educativos del Sistema han concretado contratos con el sector empresarial. Educación.
investigación en línea al Plan de nacionales y subnacionales
Lingüística y Artística Educativo Plurinacional.
Desarrollo Económico y Social o que han concretado
2021-2025 y el MESCP. contratos con el sector
empresarial.
2%
Número de materiales
Incorporar las TIC en los
Se ha promovido la investigación, educativos interactivos,
procesos de enseñanza y =∑ De materiales educativos interactivos, multimedia y/o audiovisuales, elaborados y disponibles en los
Ministerio de Unidad de 5.2.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías multimedia y/o audiovisuales, Ministerio de
Educación 3 5 2 2 2 aprendizaje, buscando la portales y plataformas del ministerio de educación. 45 27,000 5,400 5,400 5,400 5,400 5,400
Educación Comunicación PDES en los procesos educativos del Sistema elaborados y disponibles en los Educación.
transformación digital en el
Educativo Plurinacional. portales y plataformas del
ámbito educativo.
Ministerio de Educación.
3%
Incorporar las TIC en los
Se ha promovido la investigación, Número de docentes que
procesos de enseñanza y
Ministerio de Ministerio de 5.2.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías reciben computadoras Ministerio de
Educación 3 5 2 2 2 aprendizaje, buscando la =∑ de docentes que reciben computadoras portátiles para los procesos educativos 12,955 61,000 0 0 16,015 16,015 16,015
Educación Educación PDES en los procesos educativos del Sistema portátiles para los Educación.
transformación digital en el
Educativo Plurinacional. procesos educativos
ámbito educativo.
Fortalecer y modernizar el
Dirección de Gestión equipamiento de los
Se ha promovido la investigación, Informes de
Proyecto Sucre de Proyectos y Laboratorios, Bibliotecas,
5.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías Número de proyectos de ejecución
Educación 3 5 2 2 2 Ciudad Dirección Gabinetes, Centros de =∑ De proyectos de inversión ejecutados 14 92 8 14 18 19 19 1%
AEI1 en los procesos educativos del Sistema inversión ejecutados física
Universitaria Administrativa Investigación, entre otros de la
Educativo Plurinacional. financiera
Financiera Universidad San Francisco
Xavier de Chuquisaca.
133
908 Beni - - - - - - 400,000 80,000 80,000 80,000 80,000 80,000
Achacachi /
902 La Paz - - 1224 Rural - 1,640,000 530,000 350,000 300,000 230,000 230,000
Huarina
903 Cochabamba - - 1334 Chimore Rural - 550,000 90,000 90,000 100,000 120,000 150,000
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 10,000,000 2,000,000 2,000,000 2,000,000 2,000,000 2,000,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 30,328,032 5,044,192 6,320,960 6,320,960 6,320,960 6,320,960
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 1,393,678,260 300,000 300,000 282,899,900 558,565,460 551,612,900
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
134
Se ha promovido la investigación, Incorporar investigadores Archivos de
Academia
5.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías jóvenes para el desarrollo de Número de Jóvenes resoluciones
Educación 4 5 2 2 2 Nacional de Administración =∑ De Jóvenes Investigadores registrados 0 23 3 5 5 5 5
AEI2 en los procesos educativos del Sistema saberes en centros de Investigadores registrados registrados
Ciencias
Educativo Plurinacional. investigación científica. en la ANC.
1%
1%
Instituto
Plurinacional de Unidad de Desarrollo Se ha desarrollado la educación intracultural, Recuperar y fortalecer las Número de documentos análisis
10.5.1
Educación 3 10 5 1 2 Estudios de Linguisticos y intercultural y plurilingüe, fortalecimiento de la lenguas y culturas de las informativos sobre estado y =∑ De documentos de análisis informativos sobre estado y situación de las lenguas. 0 4 0 1 1 1 1 1% IPELC
AEI1
Lenguas y Culturales Entidad cultural y respeto entre culturas. naciones indigenas originarias. situación de las lenguas.
Culturas
135
902 La Paz - - - - - - 469,650 88,392 88,392 93,545 97,555 101,766
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 90,000 0 0 30,000 30,000 30,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 20,000,000 4,000,000 4,000,000 4,000,000 4,000,000 4,000,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 1,700,000 0 0 800,000 0 900,000
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
901 Chuquisaca
902 La Paz
903 Cochabamba
904 Oruro
905 Potosí - - - - - - 1,000,000 0 0 0 1,000,000 0
906 Tarija
907 Santa Cruz
908 Beni
909 Pando
136
9. PRESUPUESTO QUINQUENAL
Desarrollar condiciones de
trabajo y clima de organización
Institucional que garantice el
Director
adecuado funcionamiento del
Departamental,
sistema educativo fiscal,
Direccion Subdireccion de
Se ha promovido el acceso, permanencia y privado y de convenio,
Departamental Educacion Regular , 5.1.1.1.
Educación 3 5 1 1 1 conclusión de los estudiantes en el Sistema generando modalidades de 1,330,000 390,000 240,000 230,000 240,000 230,000
de Educación Técnico de AEI1
Educativo Plurinacional. atención en aquellos
de Chuquisaca Participación Social
estudiantes en situaciones de
Comunitario
emergencia, para garantizar la
Directores Distritales
continuidad de sus estudios en
los 27 Distritos Educativos, del
departamento de a Chuquisaca.
Dirección
Subdirecciones de Se ha promovido el acceso, permanencia y Ampliar y mejorar la oferta
Departamental 5.1.1.1
EDUCACIÓN 3 5 1 1 1 Educación, según conclusión de los estudiantes en el sistema educativa en el Departamento 300,000 60,000 60,000 60,000 60,000 60,000
de Educación AEI1
subsistema. educativo plurinacional. de Tarija.
de Tarija
137
Generar incentivos para el
Se ha promovido el acceso, permanencia y
Ministerio de Viceministerio de 5.1.1.2 acceso, permanencia
Educación 3 5 1 1 2 conclusión de los estudiantes en el Sistema
Educación Educación Regular PDES y conclusión de las y los
Educativo Plurinacional.
estudiantes.
Coadyuvar en la ejecución al
Conservatorio Se ha promovido el acceso, permanencia y 100% del desarrollo curricular
5.1.1
EDUCACIÓN 3 5 1 1 2 Plurinacional de Dirección Académica conclusión de los estudiantes en el Sistema de la gestión académica en las 7,680,000 0 1,780,000 1,870,000 1,970,000 2,060,000
AEI1
Música Educativo Plurinacional. Áreas de Música Académica y
Moderna
- Sub Dirección de
Dirección Implementar estrategias para
Educación Regular Se ha promovido el acceso, permanencia y
Departamental 5.1.1 seguir mejorando, el acceso,
Educación 3 5 1 1 2 - Sub Dirección de conclusión de los estudiantes en el Sistema 500,000 100,000 100,000 100,000 100,000 100,000
de Educación AS1 permanencia, y conclusión de
Educación Alternativa y Educativo Plurinacional.
de Oruro los estudiantes
Especial
138
Se han reducido las brechas de acceso,
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en
Ministerio de Dirección General de 5.1.2.1
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e
Educación Educación Especial PDES
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas.
educativa.
139
Unidad de Políticas de
Se han reducido las brechas de acceso,
Interculturalidad,
permanencia y conclusión de las y los Atender a poblaciones en
Ministerio de Intraculturalidad y 5.1.2.1
Educación 3 5 1 2 1 estudiantes en desventaja social o situación de vulnerabilidad e
Educación Plurilingüismo - Unidad PDES
vulnerabilidad, promoviendo su inclusión históricamente excluidas.
de Educación en
educativa.
Genero Generacional
Dirección de
Educación Primaria - Se han implementado las condiciones
Dirección General de materiales y de gestión pedagógica e
Ministerio de 5.1.3 Promover el desarrollo integral
Educación 3 5 1 3 1 Educación Secundaria institucional, promoviendo la formación
Educación AS3 de las y los estudiantes.
- Unidad de Educación integral y holística que fortalece y evalúa de
en Genero manera independiente la calidad educativa.
Generacional
140
Se han implementado las condiciones
materiales y de gestión pedagógica e
Ministerio de 5.1.3 Promover el desarrollo integral
Educación 3 5 1 3 1 No corresponde institucional, promoviendo la formación
Educación AS3 de las y los estudiantes.
integral y holística que fortalece y evalúa de
manera independiente la calidad educativa.
Viceministerio de
Educación Regular -
Se han implementado las condiciones Consolidar la participación y
Viceministerio de
materiales y de gestión pedagógica e corresponsabilidad social
Ministerio de Educación Alternativa y 5.1.3
Educación 3 5 1 3 1 institucional, promoviendo la formación comunitaria en el diseño de 33,288,440 3,894,440 7,900,000 7,594,000 6,950,000 6,950,000
Educación Especial - AS4
integral y holística que fortalece y evalúa de políticas públicas y en la gestión
Viceministerio de
manera independiente la calidad educativa. educativa.
Educación Superior de
Formación Profesional
141
Se ha desarrollado una educación técnica,
tecnológica, productiva y científica,
Dirección articulada al desarrollo productivo y Promover la integracion de la
Dirección
Departamental 5.2.1 tecnológico, para la sustitución de educación y formación técnica,
Educación 3 5 2 1 1 Departamental de 400,000 80,000 80,000 80,000 80,000 80,000
de Educación AEI3 importaciones y el respeto a la madre tierra, tecnológica y científica con el
Educación del Beni
del Beni profundizando la implementación del Modelo sector productivo del Beni.
Educativo Sociocomunitario Productivo
(MESCP).
Fortalecer la innovación y la
investigación en la educación, a
Dirección General de Se ha promovido la investigación,
través de investigaciones,
Ministerio de Educación Superior 5.2.2.1 innovación y uso adecuado de tecnologías
Educación 3 5 2 2 1 publicaciones y proyectos de
Educación Técnica Tecnológica PDES en los procesos educativos del Sistema
investigación en línea al Plan de
Lingüística y Artística Educativo Plurinacional.
Desarrollo Económico y Social
2021-2025 y el MESCP.
30,328,032 5,044,192 6,320,960 6,320,960 6,320,960 6,320,960
Fortalecer la innovación y la
investigación en la educación, a
Dirección General de Se ha promovido la investigación,
través de investigaciones,
Ministerio de Educación Superior 5.2.2.1 innovación y uso adecuado de tecnologías
Educación 3 5 2 2 1 publicaciones y proyectos de
Educación Técnica Tecnológica PDES en los procesos educativos del Sistema
investigación en línea al Plan de
Lingüística y Artística Educativo Plurinacional.
Desarrollo Económico y Social
2021-2025 y el MESCP.
142
Incorporar las TIC en los
Se ha promovido la investigación,
procesos de enseñanza y
Ministerio de Dirección General de 5.2.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías
Educación 3 5 2 2 2 aprendizaje, buscando la
Educación Formación de Maestros PDES en los procesos educativos del Sistema
transformación digital en el
Educativo Plurinacional.
ámbito educativo.
Fortalecer y modernizar el
Dirección de Gestión equipamiento de los
Se ha promovido la investigación,
Proyecto Sucre de Proyectos y Laboratorios, Bibliotecas,
5.2.2 innovación y uso adecuado de tecnologías
Educación 3 5 2 2 2 Ciudad Dirección Gabinetes, Centros de 28,143,628 4,324,102 5,909,763 6,000,000 5,909,763 6,000,000
AEI1 en los procesos educativos del Sistema
Universitaria Administrativa Investigación, entre otros de la
Educativo Plurinacional.
Financiera Universidad San Francisco
Xavier de Chuquisaca.
Implementar instrumentos
desde la administración pública
Se ha fortalecido la lucha efectiva y decidida
Ministerio de Viceministerio de 7.1.1.3 para la prevención y lucha
Educación 3 7 1 1 3 contra la corrupción en la administración 90,000 0 0 30,000 30,000 30,000
Educación Educación Regular PDES contra la corrupción, dirigida al
pública en todos los niveles del Estado.
sector privado y al Sistema
Educativo.
Instituto
Plurinacional de Unidad de Desarrollo Se ha desarrollado la educación intracultural, Recuperar y fortalecer las
1 10.5.1
Educación 3 5 1 2 Estudios de Linguisticos y intercultural y plurilingüe, fortalecimiento de la lenguas y culturas de las 1,160,000 0 330,000 430,000 200,000 200,000
0 AEI1
Lenguas y Culturales Entidad cultural y respeto entre culturas. naciones indigenas originarias.
Culturas
143
144