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Métodos Planimétricos para Catastro

Este documento trata sobre los métodos planimétricos de levantamiento topográfico para catastro urbano y rural. Explica conceptos como catastro, subsistemas de catastro, unidades de información territorial y actividades topográficas previas a un levantamiento catastral como georreferenciación, recopilación de información y delimitación del área.

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Métodos Planimétricos para Catastro

Este documento trata sobre los métodos planimétricos de levantamiento topográfico para catastro urbano y rural. Explica conceptos como catastro, subsistemas de catastro, unidades de información territorial y actividades topográficas previas a un levantamiento catastral como georreferenciación, recopilación de información y delimitación del área.

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Escuela Superior Técnica EST SENCICO

MONOGRAFÍA
Métodos planimétricos de levantamiento topográfico para catastro urbano y rural.

Ruiz Meza Christian David


Sencico Zonal Piura
Carrera de Geodesia y Topografía
S72571068
Julio 2023
ii

Dedicatoria
A mis padres y hermanas por ser mi soporte en
todo momento para poder seguir adelante.
También a quienes me acompañaron en este
proceso, docentes, compañeros de estudio y
compañeros de trabajo los cuales me alentaron e
impulsaron a continuar dándome su apoyo
incondicional.
iii

ÍNDICE

INTRODUCCIÓN................................................................................................................1

CAPÍTULO I: MARCO TEÓRICO..................................................................................2

1.1. CATASTRO...............................................................................................................2

1.1.1. SNCP...........................................................................................................................2

1.1.1.1. Órganos del Sistema........................................................................................2


1.1.1.1.1. Consejo Nacional de Catastro....................................................................2
1.1.1.1.2. Secretaria Técnica......................................................................................2
1.1.1.1.3. Comisiones Consultivas..............................................................................3
1.1.1.2. Entidades generadoras del Catastro en Perú....................................................3
1.1.1.2.1. COFOPRI....................................................................................................3
1.1.1.2.2. SUNARP......................................................................................................3
1.1.1.2.3. Gobiernos Regionales.................................................................................3
1.1.1.2.3. Municipalidades..........................................................................................4

1.1.2. CLASIFICACIÓN DE CATASTRO.........................................................................4

1.1.2.1. Catastro Fiscal..................................................................................................4


1.1.2.2. Catastro Jurídico..............................................................................................4
1.1.2.3. Catastro Geométrico........................................................................................4

1.1.3. SUBSISTEMAS DEL CATASTRO...........................................................................4

1.1.3.1. Catastro Urbano...............................................................................................4


1.1.3.2. Catastro Rural..................................................................................................4
1.1.3.3. Catastro Minero...............................................................................................4

1.1.4. UNIDADES DE INFORMACIÓN TERRITORAL..................................................5

1.1.4.1. Plano mosaico..................................................................................................5


1.1.4.2. Sector Catastral................................................................................................5
1.1.4.3. Manzana Catastral............................................................................................5
1.1.4.4. Lote Catastral...................................................................................................5
1.1.4.5. Predio Urbano..................................................................................................5
iv

1.1.4.6. Unidad Catastral..............................................................................................5

1.1.5. DIRECTIVAS APLICADAS AL CATASTRO..........................................................6

1.1.5.1. Código Único Catastral....................................................................................6


1.1.5.2. Zonas Catastradas............................................................................................6
1.1.5.3. Verificador Catastral........................................................................................6

1.2. PRESENCIA DE LA TOPOGRAFÍA PARA ELABORAR UN CATASTRO...7

1.2.1. Estudio de Catografía Previa..........................................................................6


1.2.2. Levantamiento catastral..................................................................................6
1.2.3. Trabajo de gabinete.........................................................................................6

1.3. TOPOGRAFÍA..........................................................................................................7

1.3.1. Planimetría......................................................................................................7
1.3.1.1. Métodos planimétricos ....................................................................................7
1.3.1.1.1. Radiación....................................................................................................7
1.3.1.1.2. Poligonación...............................................................................................7
1.3.1.1.3. Intersección directa.....................................................................................7
1.3.1.1.4. Intersección inversa....................................................................................8
1.3.2. Altimetría.........................................................................................................8
1.3.2.1. Métodos altimétricos........................................................................................8
1.3.2.1.1. Nivelación trigonométrica .........................................................................8
1.3.2.1.2. Nivelación barométrica...............................................................................8
1.3.2.1.3. Nivelación geométrica................................................................................8
1.3.3. Equipos Topográficos......................................................................................9
1.3.3.1. Estación total....................................................................................................9
1.3.3.2. Trípode.............................................................................................................9
1.3.3.3. Jalones..............................................................................................................9
1.3.3.4. Prismas.............................................................................................................9
1.3.4. Materiales y productos ...................................................................................9
1.3.4.1. Cartografía básica............................................................................................9
1.3.4.2. Ortofoto..........................................................................................................10
v

1.3.4.3. Ortofoto mapa................................................................................................10


1.3.4.4. Plano catastral................................................................................................10
1.3.4.5. Plano de localidad..........................................................................................10
1.3.4.6. Ficha catastral................................................................................................10

CAPÍTULO II: ACTIVIDADES TOPOGRÁFICAS A TENER EN CUENTA PARA EL


DESARROLLO DE UN CATASTRO URBANO/ RURAL...........................................11

2.1. ACTIVIDADES TOPOGRÁFICAS..........................................................................11

2.1.1. ACTIVIDADES PREVIAS AL LEVANTAMIENTO.............................................11

2.1.1.1. Instrumentos de topografía..............................................................................11


2.1.1.2. Personal...........................................................................................................12
2.1.1.3. Georreferenciación .........................................................................................12
2.1.1.4. Recopilación de información existente...........................................................13
2.1.1.5. Delimitación del área a catastrar.....................................................................13
2.1.1.6. Sectorización ..................................................................................................14
2.1.1.7. Manzaneo Catastral.........................................................................................14
2.1.1.8. Lote catastral...................................................................................................15

2.1.2. LEVANTAMIENTO CATASTRAL URBANO .......................................................15

2.1.2.1. Levantamiento Topográfico con Estación Total.............................................16


2.1.2.2. Empadronamiento............................................................................................18
2.1.2.2.1. Instrucciones para el llenado de fichas catastrales..................................18
2.1.2.2. Control de calidad de los trabajos...................................................................21

2.1.3. ELABORACIÓN DE PLANOS CATASTRALES...................................................21

CONCLUSIONES..............................................................................................................23

REFERENCIAS.................................................................................................................24

ANEXOS.............................................................................................................................26
vi

ÍNDICE DE FIGURAS

FIG. 01: ORGANIGRAMA DEL PERSONAL QUE EFECTUARÁ EL LEVANTAMIENTO CATASTRAL


TANTO EN CAMPO COMO EN OFICINA TÉCNICA..........................................................12
FIG. 02: EJEMPLO DE CODIFICACIÓN DE LOS SECTORES CATASTRALES DE UN DISTRITO.14
FIG. 03: EJEMPLO DE MANZANEO CATASTRAL DE UN SECTOR ESPECÍFICO.....................14
FIG. 04: EJEMPLO DE MANZANA CATASTRAL DIVIDIDA EN 12 LOTES..............................15
FIG. 05: METODOLOGÍA DIRECTA – ESTACIÓN TOTAL ................................................................ 17
FIG. 06: CUADRO DE VALORES UNITARIOS OFICIALES DE EDIFICACIONES - COSTA........19
FIG. 07: FICHA CATASTRAL URBANA INDIVIDUAL.............................................................20
FIG. 08: ESQUEMA DE CONTROL DE CALIDAD...................................................................21
FIG. 09: RANGOS DE TOLERANCIAS CATASTRALES - REGISTRALES .................................21
FIG. 10: RECOPILACIÓN DE INFORMACIÓN EXISTENTE.......................................................26
FIG. 11: FICHAS DE EMPADRONAMIENTO EXISTENTES DE OTROS PROYECTOS ................26
FIG. 12: BRIGADA EN RECONOCIMIENTO DE CAMPO.........................................................27
FIG. 13: LEVANTAMIENTO TOPOGRÁFICO CON ESTACIÓN TOTAL......................................27
FIG. 14: LEVANTAMIENTO TOPOGRÁFICO DE MANZANAS Y LOTES CATASTRALES..........28
FIG. 15: COLOCACIÓN DE HITOS DE REFERENCIA EN PROPIEDADES.................................28
FIG. 16: EMPADRONAMIENTO DE EMPRESA FEGURRI S.A.C .............................................29
FIG. 17: OFICINA TÉCNICA – REVISIÓN DE RESULTADOS DEL LEVANTAMIENTO .............29
FIG. 18: PLANO BASE DEL CASERIO SAN ANTONIO – CURA MORI ...................................30
1

INTRODUCCIÓN

La topografía se encuentra presente en cada proyecto de una edificación, es indispensable


antes, durante y al término de esta, es la encargada de delimitar las áreas de nuestro interés.
Sumergiéndonos en el área de catastro, en el Perú existe todo un proceso ya definido por
entidades que regulan el mismo; la generación de un correcto catastro va desde el
reconocimiento del terreno que es la base para realizar las coordinaciones correspondientes,
seguido por el levantamiento topográfico siguiendo el rumbo de una metodología planteada con
anterioridad y culminando con la incorporación de la información al sistema informático.

En este ámbito, el uso de la topografía ha sido determinante en la elaboración o


modificación de un catastro, ya que ha permitido generados resultados que son almacenados
digitalmente y que ofrecen una recopilación de datos mucho más minuciosa y exhaustiva.

Con la llegada de las estaciones totales, gracias al sistema integrado que estas nos
presentan, se puede medir ángulos horizontales, ángulos verticales y distancias, conociendo las
coordenadas y el azimut de la base de partida nos es posible determinar las coordenadas
tridimensionales de todos los puntos que se medirán para su correcta representación. Las
estaciones totales tienen grandes ventajas respecto a los antiguos teodolitos, ya que en la estación
total toma y registra los datos de manera automática, eliminando los errores de lectura,
anotación, transcripción y cálculo.

La monografía se organiza en dos capítulos: en el primero, se presenta el marco teórico,


elaborado sobre la base de la revisión de un gran número de fuentes de información. En el
segundo, se describe las actividades topográficas previas y durante la elaboración de un catastro,
detallando los equipos necesarios y los procedimientos a desarrollar. Luego se presentan las
conclusiones para concluir con los anexos.

Se espera que el presente trabajo monográfico sirva al lector para conocer, comprender y
afianzar sus conocimientos en cuanto a los métodos planimétricos de levantamiento topográfico
para catastro urbano y rural.
2

CAPÍTULO I: MARCO TEÓRICO

1.1. Catastro

Inventario público sistemáticamente organizado, gráfico y alfanumérico descriptivo de


los bienes inmuebles urbanos, rurales y de características especiales de un país. Es el termino
empleado para designar una serie de registros que muestren la extensión, el valor y la propiedad
(u otro fundamento del uso o de la ocupación) de la tierra. (SNCP, 2012).

1.1.1. Sistema Nacional Integrado de Información Catastral Predial - Perú

El sistema utiliza un conjunto de procesos y datos que unifican los catastros, el mismo
que tiene por finalidad integrar y estandarizar la información catastral y demás características de
los predios. El sistema se relaciona con el Registro de predios a través de la información
catastral. Para este efecto, el sistema uniformiza la generación, administración, mantenimiento y
actualización de la información catastral predial. (CONGRESO, 2006).

1.1.1.1. Órganos del Sistema.

Según lo establecido en la Ley, son órganos del SNCP, el Consejo Nacional de Catastro,
la secretaria técnica y las Comisiones Consultivas.

1.1.1.1.1. Consejo Nacional de Catastro (CNC).

Es el órgano encargado de aprobar la política nacional del SNCP y las normas respecto a
su ejecución, así como la política referida a la integración catastral. El CNC como órgano rector
del SNCP, tiene la facultad de emitir las directivas que fuesen necesarias, de conformidad con la
Ley y el presente Reglamento. (CONGRESO, 2006).

1.1.1.1.2. Secretaria Técnica.

Es el órgano responsable de cumplir y monitorear la aplicación de las políticas, normas y


estándares del SNCP aprobados por el CNC. La secretaria técnica está facultada para coordinar,
asesorar, supervisar y evaluar las actividades relacionadas a la generación y administración de la
información catastral de los predios y su vinculación a RdP a efectos que se cumpla con los
procedimientos de estandarización y normalización de los procesos técnicos de levantamiento
catastral. (CONGRESO, 2006).
3

1.1.1.1.3. Comisiones Consultivas.

Son órganos no permanentes de asesoramiento del SNCP, convocados para emitir


opinión respecto a temas que involucran a un área geográfica determinada. Las comisiones
consultivas se conformarán por los representantes de los Gobiernos Locales y por otras
instituciones públicas o privadas las cuales se encargarán de transmitir información relevante
para la toma de decisiones. (CONGRESO, 2006).

1.1.1.2. Entidades Generadoras de Catastro.

“Son aquellas que por mandato legal tienen la atribución de generar y mantener el
catastro de predios, tales como las Municipalidades y el Organismo de la Formalización de la
Propiedad Informal – COFOPRI”. (SNCP, 2012).

1.1.1.2.1. COFOPRI.

Es el máximo Organismo Rector encargado de diseñar y ejecutar de manera integral,


comprehensiva y rápida, el Programa de Formalización de la Propiedad y su mantenimiento
dentro de la Formalidad a nivel nacional, centralizando las competencias con la finalidad de que
COFOPRI, efectúe el levantamiento modernización, consolidación y actualización del catastro
predial del país derivado de la formalización. (VIVIENDA, 2007).

1.1.1.2.2. SUNARP.

La Superintendencia Nacional de los Registros Públicos – Sunarp es un Organismo


Técnico Especializado, con personería jurídica de derecho público, con patrimonio propio y
autonomía funcional, jurídico – registral, técnica, económica, financiera y administrativa. Es el
ente rector del Sistema Nacional de los Registros Públicos. (SUNARP, 2022).

1.1.1.2.3. Gobiernos Regionales.

Los Gobiernos Regionales son los que se encargan de las instituciones públicas
encargadas de la administración superior de cada uno de los departamentos, con autonomía
política, económica y administrativa para los asuntos de su competencia, en el marco de un
Estado unitario y descentralizado. (Gob.pe, 2021).
4

1.1.1.2.4. Municipalidades.

“Las municipalidades provinciales y distritales son los órganos de gobierno promotores


del desarrollo local, con personería jurídica de derecho público y plena capacidad para el
cumplimiento de sus fines”. (INEI, 2017).

1.1.2. Clasificación del Catastro

1.1.2.1. Catastro Fiscal.

“Fija por medio del avalúo fiscal el valor de los bienes a fin de imponerle una
contribución proporcional”. (Pérez, 2023).

1.1.2.2. Catastro Jurídico.

“El cual contempla la relación entre el propietario o sujeto activo y la propiedad u objeto
y la comunidad o sujeto pasivo”. (Pérez, 2023).

1.1.2.3. Catastro Geométrico.

“Encargado de la medición, subdivisión, representación y ubicación”. (Pérez, 2023).

1.1.3. Subsistemas del Catastro

1.1.3.1. Catastro Urbano.

“Es el que tiene como propósito principal la ubicación y registro de bienes inmuebles que
conforman el área urbana de un municipio”. (SNCP, 2012).

1.1.3.2. Catastro Rural.

“Es el que orienta a la captación y sistematización de información sobre los predios


rurales de los municipios con dos propósitos: detectar los usos productivos del suelo rural y
ubicar sus propietarios”. (SNCP, 2012).

1.1.3.3. Catastro Minero.

El catastro minero es una base de datos georreferenciada de los derechos mineros:


concesiones mineras, labor general y transporte minero, ubicadas geográficamente en el ámbito
del territorio nacional, referidas al datum Geodésico WGS 84, proyección cartográfica UTM,
husos: 17S, 18S, 19S. (Valverde, 2019).
5

1.1.4. Unidades de información territorial

1.1.4.1. Plano Mosaico.

En él se definen los sectores catastrales, mediante la agrupación continua de manzanas


urbanas, o llamadas manzanas catastrales.

1.1.4.2. Sector Catastral.

Son las zonas, del distrito catastral constituido por manzanas catastrales. El número
máximo de manzanas por sector se determinará de acuerdo con la escala del centro urbano;
seleccionadas por sus características homogéneas, como la actividad y el uso; y
acondicionándose en lo posible al trazo urbano físico. (CONGRESO, 2006).

1.1.4.3. Manzana Catastral.

“Se le define como subdivisión física existente en la ciudad, área urbana separada entre sí
por vías de tránsito vehicular o peatonal y/o limitadas por accidentes naturales como cerros,
acequias, etc”. (CONGRESO, 2006).

1.1.4.4. Lote Catastral.

“Es la subdivisión de la manzana catastral, definido por sus linderos físicos (muros
divisorios prioritariamente) y/o legalmente (linderos de propiedad) para terrenos sin construir”.
(CONGRESO, 2006).

1.1.4.5. Predio Urbano.

“Son los terrenos, construcciones, así como las instalaciones complementarias fijas y
permanentes que existen en los mismos, que además estén ubicados en zona urbana”.
(CONGRESO, 2006).

1.1.4.6. Unidad Catastral.

“Se define a las propiedades inmuebles con independencia física y/o legal. Se
considerarán unidades catastrales transitorias aquellas que no estén definidas de forma
permanente”. (CONGRESO, 2006).
6

1.1.5. Directivas aplicadas al catastro

1.1.5.1. Código Único Catastral.

“Es el código único de identificación predial, compuesto por doce (12) dígitos numéricos
asignado a cada predio que vincula la información catastral con el Registro de Predios”. (SNCP,
2012).

1.1.5.2. Zonas Catastradas.

“Es un ámbito geográfico dentro del territorio nacional, cuyo levantamiento y cartografía
nacional está finalizada a fin de ingresar a la BDC del SNCP”. (SNCP, 2012).

1.1.5.3. Verificador Catastral.

“Son las personas naturales, profesionales, colegiados y/o personas jurídicas


competentes, inscritos, de existir, en el índice de verificadores a cargo de las Municipalidades y
en el índice de verificadores de la SUNARP”. (SNCP, 2012).

1.2. Presencia de la topografía para elaborar un catastro:

1.2.1. Estudio de Cartografía Previa

Consiste en conseguir cartografía de la zona, para analizar el tipo de relieve y la


metodología a utilizar. Sobre los documentos previamente existentes se realiza un diseño inicial
del trabajo, luego será verificado en campo, en un primer reconocimiento de terreno. (UPM,
2008).

1.2.2. Levantamiento Catastral

Conjunto de acciones que tienen por objeto reconocer, determinar y medir el espacio
geográfico ocupado por un predio y sus características. Es un proceso consistente en medir y
delinear las características naturales y artificiales de la tierra (las observaciones, las mediciones y
los cálculos, así como los mapas son el testimonio del conocimiento adquirido mediante los
levantamientos). (SNCP, 2012).
7

1.2.3. Gabinete

“Una oficina o un estudio es el lugar donde se pasarán muchas horas procesando los
datos recogidos. Con esa información se irá creando una representación de la realidad”. (IGC,
2019).

1.3. Topografía:

La topografía es una ciencia aplicada que, a partir de principios, métodos y con la ayuda
de instrumentos permite representar gráficamente las formas naturales y artificiales que se
encuentran sobre una parte de la superficie terrestre, como también determinar la posición
relativa o absoluta de puntos sobre la Tierra. Los procedimientos destinados a lograr la
representación gráfica se denominan levantamiento topográfico y al producto se le conoce como
plano, el cual contiene la proyección de los puntos de terreno sobre un plano horizontal,
ofreciendo una visión en planta del sitio levantado. El levantamiento consiste en la toma o
captura de los datos que conducirán a la elaboración de un plano. (Jimenez, 2007).

1.3.1. Planimetría

Representación horizontal de los datos de un terreno que tiene por objeto determinar las
dimensiones de este. Se estudian los procedimientos para fijar las posiciones de puntos
proyectados en un plano horizontal, sin importar sus elevaciones, dicho de otra manera, estamos
representando el terreno visto desde arriba o de planta. (Navarro, 2008).

1.3.1.1. Métodos Planimétricos.

1.3.1.1.1. Radiación.

“Método topográfico planimétrico más sencillo de todos los existentes, en el cual se


observan ángulos y distancias”. (SNCP, 2012).

1.3.1.1.2. Poligonales.

Método topográfico, el cual consiste en estacionar en un punto de coordenadas conocidas


y orientar a una referencia cuyo azimut también es conocido. A continuación, se situará por
radiación un punto B, del cual se toman el ángulo y la distancia. (SNCP, 2012).
8

1.3.1.1.3. Intersección directa.

Se denomina intersección directa al método por el cual se obtienen las coordenadas de un


punto desconocido visando desde puntos de coordenadas conocidas.
 Intersección directa simple: Brindará datos necesarios, lo cual no permite tener
comprobación.
 Intersección directa múltiple: Se deberán utilizar 3 vértices con coordenadas conocidas.
(SNCP, 2012).

1.3.1.1.4. Intersección inversa

Método planimétrico en el cual solo se miden ángulos para la determinación de las


coordenadas de un punto V en el cual se estaciona, visando como mínimo a 3 puntos de
coordenadas conocidas. Debido a este motivo, este método es conocido como trisección. (SNCP,
2012).

1.3.2. Altimetría

“Tiene como objeto principal determinar la diferencia de altura entre puntos situados en
el terreno, se emplea el uso de nivel, teodolito y cinta”. (Navarro, 2008).

1.3.2.1. Métodos altimétricos

1.3.2.1.1 Nivelación trigonométrica

Tiene por objeto determinar la diferencia de altura entre dos puntos midiendo la distancia
horizontal o inclinada y el ángulo vertical que los une con el plano vertical para poder determinar
los desniveles con ayuda de la trigonometría. Los ángulos se miden con el teodolito y las
distancias con la mira. (Navarro, 2008).

1.3.2.1.2 Nivelación barométrica

Este tipo de nivelación es para usos exploratorios y de reconocimientos en zonas


montañosas con el uso del barómetro; instrumento que considera la presión atmosférica, la cual
varía durante el día e incluso durante la noche, la que hace que este tipo de nivelación no sea
exacta. (Navarro, 2008).
9

1.3.2.1.3 Nivelación geométrica

Consiste en medir las distancias verticales y elevaciones de manera directa. Se realiza con
el objetivo de establecer puntos de control mediante el corrimiento de una cota, entendiéndose
como tal las operaciones encaminadas a la obtención de un punto determinado partiendo de otro
conocido. La nivelación geométrica o diferencial se clasifica en simple o compuesta. (Navarro,
2008).

1.3.3. Equipos Topográficos

1.3.3.1. Estación Total

La estación total es un aparato electrónico que reúne las características de un teodolito


electrónico y de un distanciómetro comunicado con un microprocesador que realiza
automáticamente mediciones y cálculos. (UPM, 2007).

1.3.3.2. Trípode

Es el Soporte del aparato, con 3 pies de madera o metálicos, con patas extensibles o
telescópicas que terminan en regatones de hierro con estribos para pisar y clavar en el terreno.
Deben ser estables y permitir que el aparato quede a la altura de la vista del operador 1.40 - 1.50
m. Son útiles también para aproximar la nivelación del aparato. (UPM, 2007).

1.3.3.3. Jalones

Son tubos de madera o aluminio, con un diámetro de 2.5cm y una longitud que varía de 2
a 3 m. Los jalones vienen pintados con franjas alternas rojas y blancas de unos 30cm y en su
parte final poseen una punta de acero. (Casanova, 2002).

1.3.3.3. Prismas

Son espejos formando un triedro que reflejan la señal emitida por el distanciómetro. Se
montan sobre los jalones y pueden llevar una señal de puntería. Utilizados para que rebote la
señal de la estación total y así lograr la medición correcta del punto del cual se quiere obtener las
coordenadas norte y este. (Villalba, 2017).
10

1.3.4. Materiales y productos

1.3.4.1. Cartografía básica

Es la representación gráfica del territorio nacional con información topográfica,


planimétrica y altimétrica, cuya elaboración se encuentra sujeta a la validación y normas técnicas
del Instituto Geográfico Nacional - IGN. Esta información puede ser utilizada, entre otras
finalidades, como base para ubicar los levantamientos catastrales de los predios. La publicación
de la cartografía por el IGN se denomina Cartografía Básica Oficial. (SNCP, 2012).

1.3.4.2. Ortofoto

“La ortofoto es una representación fotográfica de la zona de una superficie terrestre, en la


que todos los elementos presentan la misma escala, libre de errores y deformaciones, con la
misma validez de un plano cartográfico”. (SNCP, 2012).

1.3.4.3. Ortofoto mapa

“Es una ortofoto a la cual se le ha añadido información como: coordenadas, información


marginal, toponimia, curvas de nivel, etc”. (SNCP, 2012).

1.3.4.4. Plano Catastral

“Es la representación gráfica de uno o más predios, elaborado con las especificaciones en
base a las especificaciones técnicas establecidas mediante directivas que emita el Consejo
Nacional de Catastro”.

1.3.4.5. Plano de Localidad

“Documento gráfico de una determinada localidad a diversa escala: 1/500, 1/1000,


1/2000, 1/5000 y 1/10000, referido a un sistema de coordenadas que contiene manzaneo, vías,
nomenclatura, rasgos físicos y culturales, además de la presentación de algunos servicios”.
(SNCP, 2012).

1.3.4.6. Ficha Catastral

Documento oficial aprobado juntamente con su instructivo por el SNCP, que permite la
recolección de datos de todos y cada uno de los predios u edificaciones en forma individual y en
ella se registrará información de las variables que permitan conocer las características físicas,
11

jurídicas, constructivas y que será llenado por el técnico de campo de acuerdo con la información
que proporcione el titular u ocupante (SNCP, 2012).

CAPÍTULO II: ACTIVIDADES TOPOGRÁFICAS A TENER EN CUENTA PARA EL


DESARROLLO DE UN CATASTRO URBANO/ RURAL.

2.1. Actividades Topográficas

Las actividades topográficas tienen como propósito el recojo de información de los


detalles que se quieren conocer. Para un levantamiento catastral el personal profesional
selecciona la metodología a emplear para realizar la actividad siguiendo protocolos ya
establecidos. Con ello, las actividades topográficas que se realizaron para llevar a cabo este tipo
de proyecto se dividen en tres etapas; actividades previas al levantamiento, el levantamiento
topográfico y un trabajo de gabinete y/o post proceso.

2.1.1. Actividades previas al levantamiento

Primero en oficina se recolectó la documentación catastral existente, este tipo de


información se analizó para su posible utilidad en el levantamiento emprendido pues puede
suponer un ahorro económico y de tiempo en los procesos de levantamiento catastral. Se debe
considerar un proceso previo de caracterización del área a catastrar, dichos trabajos se
desarrollan tanto en campo como en gabinete, el cual tiene por nombre diagnóstico territorial.
Llevando a cabo este proceso, el área de topografía nos originó una serie de entregables como lo
son los planos topográficos, fichas catastrales.

2.1.1.1. Instrumentos de topografía

Para iniciar el levantamiento topográfico debemos contar con una serie de equipos los
cuales deben encontrarse calibrados y en buen estado, entre los principales tenemos:
12

 Estación total: Para calcular coordenadas topográficas (norte, este, cota) de los puntos
visados.
 Equipo GPS diferencial, equipos de alta gama y con una precisión milimétrica, utilizado
para la colocación de puntos geodésicos para una correcta georreferenciación de nuestro
proyecto.
 Equipo GPS navegador, usado principalmente como referencia y orientación.
 Planos y mapas en formato digital, para analizar la información existente del lugar a
levantar.

2.1.1.2. Personal

Los levantamientos topográficos son realizados por topógrafos profesionales y con


experiencia en estos proyectos, estos a su vez requiere de una cuadrilla para llevar a cabo el
levantamiento, por ejemplo, personas que ayuden con los prismas. Todo el personal técnico que
intervenga en este proceso será capacitado en temas de levantamiento catastral, pues el éxito de
la conservación catastral dependerá directamente de la capacidad técnica. De acuerdo a la
metodología (Directa – Estación total) existen otros agentes que la conformar como el supervisor
y técnicos catastrales.

Fig. 01: Organigrama del personal que efectuará el levantamiento catastral tanto en campo como en
oficina técnica.
13

(SNCP, 2012)

2.1.1.3. Georreferenciación

La georreferenciación del proyecto tiene como base la colocación de dos (2) puntos de
control de orden C para llevar a cabo el estacionamiento de los equipos topográficos para llevar a
cabo las mediciones, los puntos de control deben estar enlazados a la Red Geodésica Nacional y
deben estar debidamente certificados por el IGN. Dichos puntos de control se utilizan de punto
de partida para emprender con el levantamiento topográfico. Para la colocación de puntos de
control se debe tener en cuenta lo siguiente:

 Deben estar en lugares cercanos entre sí y ser accesibles.


 No deben verse afectados por obras o por el tráfico vehicular y peatonal.
 Los puntos de control deben estar correctamente señalizados o monumentados.

La cartografía catastral debe elaborarse en base a criterios únicos de clasificación,


simbolización y expresión gráfica, tomando en cuenta dichos criterios, la generación y
actualización del catastro debe referirse al Sistema de proyección UTM (Universal Transverse de
Mercator) para el caso de Cura Mori en Piura wgs84-17s.

2.1.1.4. Recopilación de información existente

En oficina se recopila toda la información existente o referida a otros estudios locales que
tengan objeto del levantamiento catastral, tales como:

 Plano de zonificación urbana del distrito.

 Base gráfica o linderos de un catastro anterior.

 Información gráfica y alfanumérica: superficie total del distrito, por naturaleza de los bienes
(urbanos y rurales), número de manzanas, número de predios, expedientes técnicos
existentes, licencias de edificación, censos, estudios realizados.

 Fichas catastrales anteriores y padrones anteriores.

 Limites distritales, toponimia del distrito, planos de urbanizaciones, áreas protegidas, reporte
de vías oficiales, entre otros.
14

2.1.1.5. Delimitación del área a catastrar

La brigada encargada hace el reconocimiento en campo, se propuso la delimitación a


nivel de manzanas. El catastro para realizar fue de tipo urbano; conocer las características
urbanas del área a catastrar nos permitirá estimar el número y el tipo de Unidades Catastrales
(UC) consiguiendo así el tamaño y la dimensión de esta. Para estimar la cantidad de UC se
consideró lo siguiente:

 La cantidad de medidores de luz.


 El número de entradas independientes.
 La cantidad de timbres o intercomunicadores.

2.1.1.6. Sectorización

Se comienza del dígito 01 y se realiza llevando un orden comenzando por el polígono del
sector que se encuentre más ubicado al norte y si hubiese varios, aquel ubicado al noroeste,
continuando de forma correlativa de izquierda a derecha y de arriba hacia abajo, en zigzag.

Fig. 02: Ejemplo de codificación de los sectores catastrales de un distrito.


(SNCP, 2012)

2.1.1.7. Manzaneo Catastral

Una manzana catastral es la subdivisión física georreferenciada ubicada en los sectores


catastrales separada entre sí por vías de tránsito vehicular o peatonal y/o limitado por accidentes
naturales. La numeración de las manzanas comienza a partir del número 01 con el polígono de la
manzana que se encuentre ubicado más al norte y si hubiera varios, aquella ubicada a en el
15

extremo noroeste y se continuará de forma correlativa de izquierda a derecha y de arriba hacia


abajo.

2.1.1.8. Lote Catastral


Fig. 03: Ejemplo de Manzaneo Catastral de un sector en específico.
(Somero, 2015)

Constituye la más pequeña superficie de terreno susceptible de ser representada en un


plano catastra. Se comienza a enumerar por 001 (tres dígitos) con el polígono del lote que se
encuentre ubicado más al norte y si hubiera varios, aquel ubicado en el extremo noroeste,
continuando con la codificación de los lotes correlativamente en sentido horario. Cuando se hace
uso de la metodología directa,
como es el caso, la determinación
gráfica de los lotes es una tarea del
levantamiento catastral es por ello
que en esta actividad se requiere de una
buena precisión.
16

Fig. 04: Ejemplo de manzana catastral dividida en 12 lotes.

SNCP (2012)

2.1.2. Levantamiento Catastral Urbano

Para el levantamiento de los elementos cartográficos se emplean métodos de radiación,


en caso de tener que densificar la red o disponer de una estación de radiación se emplea métodos
de poligonación o de intersección directa o inversa (triangulaciones). El levantamiento
topográfico propuesto se realizó con una poligonal abierta y para realizar las mediciones se hizo
un registro de códigos para cada uno de los elementos. Las mediciones con topografía clásica
(Estación total) sirven como control de calidad métrica de la restitución fotogramétrica.
Teniendo definido el método planimétrico a emplear para el levantamiento topográfico se
procede ir a campo para el recojo de toda la información necesario para el catastro.

2.1.2.1. Levantamiento Topográfico con Estación Total

Es un método directo con topografía clásica (estación total) aumenta la precisión en


aquellos elementos a medir cuyas geometrías sean regulares, es decir, medir un cuadrado usando
el método directo es sencillo y preciso en comparación con el método indirecto, pero en
elementos en cuya geometría es irregular el método indirecto presenta sus ventajas. Esta
metodología con estación total y accesorios es utilizada para zonas en donde la cartografía y las
ortofotos no proporcione toda la información necesaria o esta sea de mala calidad y se quiera
complementar la base cartográfica, siempre y cuando la topografía y la geografía lo permitan.

Procedimiento del levantamiento topográfico:

 Establecimiento de códigos de identificación de diversos elementos gráficos que van a


conformar la información catastral (límites de predios, vías de comunicación, cursos
fluviales, muros, etc.)
 Planificación general de los trabajos y planificación diaria de las rutas a seguir para llevar
un correcto registro de la información.
17

 En campo se deben identificar los dos puntos de control preestablecidos con un GPS
Diferencial los cuales sirven para enlazar nuestro proyecto a la red geodésica nacional.
 Se establece los vértices de una poligonal puede ser abierta o cerrada dependiendo del
registro a realizar, la red de apoyo se tendrá que ajustar en gabinete.
 Se procede a la instalación del equipo en punto de la red de apoyo con el objetivo de
abarcar el mayor número posible de manzanas y predios.
 Se procede a la medición de distancias horizontales y/o verticales entre puntos, objetos o
detalles del terreno en forma directa o indirecta.
 Medición de ángulos horizontales entre líneas en el terreno.
18

 Replanteo de puntos u objetos sobre el terreno con base a mediciones angulares y


distancias conocidas.
 Se le recomienda al titular del predio dejar marcados los límites de su propiedad con hitos
de concreto, madera u otro material así en el momento sea necesario volver a medir su
predio, siempre sea levantada la misma información.
 Se debe tomar en cuenta que los ejes determinados en el borde interno de la vereda
generalmente corresponden al lindero de la manzana.
 El técnico catastral debe ir realizando el llenado de las fichas catastrales mientras el
topógrafo realiza las mediciones para evitar pérdida de tiempo en campo.
19

 En gabinete se verificará la calidad de los valores observados con normas de precisión


establecidas.
 La información levantada en campo será procesada en gabinete.

Fig. 05: Metodología Directa – Estación total


(SNCP, 2012)
20

2.1.2.2. Empadronamiento

Es el llenado de la ficha catastral urbana o rural de cada uno de los predios identificados
en el levantamiento topográfico. El empadronamiento se realizó en campo, se solicitó la
información del predio a una persona mayor o igual de 18 años de edad que esté presente en el
domicilio.

2.1.2.2.1. Instrucciones para el llenado de fichas catastrales

Para el llenado de fichas catastrales se toma en cuenta una serie de documentos y anexos
los cuales han sido definidos mediante resoluciones de las entidades competentes los cuales nos
brinda información relevante para el llenado de dichas fichas. Existen diferentes fichas
catastrales tales como individuales, de cotitularidad, de bienes comunes, de actividad económica,
de bienes culturales y fichas catastrales rurales; cada una de ellas se debe utilizar de acuerdo con
el caso pertinente. Entre estos elementos en común y más representativos de estas fichas,
tenemos:

 Código Único de Catastro (CUC): Es una información (8 dígitos) asignados por el SNCP
que va de acuerdo con la zona levantada, y 4 dígitos que son asignados únicamente a las
secciones de propiedad exclusiva.
 Ubicación del predio: se rellena con códigos que ya están estipulados.
 Identificación del titular: Se completa con la información de nombres, DNI, su estado
civil y otra información de relevancia.
 Información del predio: Se consigna el área de terreno, además la clasificación que se le
da al mismo, información del uso que se le da, por ejemplo, una casa habitación o uso
agrícola en el caso de catastro rural; además se rellena con información de los linderos
presentes de la edificación.
 Servicios: Tales como luz, agua, teléfono, desagüe, internet, gas, conexión a tv por cable.
 Construcciones: Aquí se consigna la información del predio tal como el número de pisos,
el material que predomina en la vivienda, el estado de conservación de la edificación,
también se nos muestra un apartado para detallar por categorías (A, B, C, D, E, F, G, H,
I) lo concerniente a estructura, arquitectura, instalaciones eléctricas y sanitarias. Para
rellenar la información con las categorías nos basamos en la Tabla de Valores Unitarios
Oficiales de Edificaciones, se consideraron de los valores para la Zona Costa.
21

 Por último, en cada ficha catastral se registra las firmas del declarante, del supervisor, del
técnico catastral y del verificador catastral.
(Ministerio de Vivienda, 2021)

Fig. 06: Cuadro de Valores Unitarios Oficiales de Edificaciones para la Costa.


22
23

(Diario El Peruano, 2023)

2.1.2.3. Controles de calidad

El control de calidad se lleva a diario con la finalidad de subsanar de la manera más


rápida en caso de errores. En los controles de calidad se debe verificar que:

 Se debe verificar que el plano de manzana registre los datos de orientación, número de
manzana, código, tipo y nombre de las vías que circundan la manzana catastral, medidas
y/o identificación de puntos; linderos de lotes, números de lotes, entre otros datos que
sean de relevancia en el proyecto.
 El número de la unidad catastral sea el mismo con el predio linderado.
 La ficha catastral haya sido llenada de acuerdo con el instructivo que nos brinda el SNCP.
 El total de predios empadronados debe ser igual al total de predios linderados.
 Por cada construcción debe ir anexada una fotografía de la parte frontal de la misma.

Fig. 08: Esquema de control de calidad

(SNCP, 2012)

2.1.3. Elaboración de planos catastrales

Se debe tomar en cuenta las tolerancias catastrales para los trabajos finales de gabinete.

Fig. 09: Tolerancias Catastrales – Registrales.


(SUNARP, 2008)
24

Software: El software principal que se utilizará será CAD, este nos servirá para procesar
la información de campo y así poder editarla, además se utilizarán diversos programas para la
conexión entre la estación total y la computadora. El resultado final se entregará corregido y
referenciado de acuerdo con los estándares de calidad establecidos.

Diseño y elaboración del plano: Con los datos postprocesados y las fichas de campo, se
procede a la creación de polígonos de los predios trabajados para elaborar la base gráfica, luego
se debe efectuar el control de calidad del trabajo, realizando las correcciones que sean necesarias.

Impresión de los planos: Se utilizarán las escalas adecuadas.

 Catastro Urbano
 En ciudades consolidades y áreas metropolitanas: 1/500 y 1/1000.
 En caseríos y población dispersa de cierta entidad (mayor de 500 habitantes): 1/2500.

Para que los archivos sean anexados en los documentos que maneja la Municipalidad de
Cura Mori, se imprimieron los planos en formato A1, haciendo uso de la escala 1/2500.

 Catastro Rural
 Predios menores a 5000 m2: 1/2500.
 Cuando no haya infraestructuras de detalles o sean fáciles de identificar: 1/5000.
 Predios donde se presenten bosques: 1/10000.
 Cuando la delimitación sea por accidentes naturales: 1/25000.

La documentación pertinente utilizada y generada en los trabajos de levantamiento es de


suma importancia para el monitoreo y el control del trabajo, así como para el desarrollo de
trabajos posteriores. Por tal motivo se debe almacenar la información de las fichas técnicas,
registros de data cruda de la estación total, cálculos de post proceso, material fotográfico, etc.
25

CONCLUSIONES

 La presente monografía busca dar a conocer como la topografía nos permite obtener
cierta cantidad de datos para generar diversos planos en los cuales se puede describir de
manera detallada los elementos de un área de la superficie terrestre de nuestro interés.
 La topografía es el brazo derecho de la ingeniería y es indispensable en cada proyecto
para resolver diversas situaciones que se presenten, así como para generar resultados
concernientes a un determinado estudio.
 El levantamiento catastral, se plantea para la obtención de datos de los propietarios o
poseedores y de las características de los predios y de sus construcciones, este proceso
ayuda a tener información necesaria para el reordenamiento tanto urbano y rural, la
regulación del derecho de propiedad, tributación municipal y la administración de bienes
y servicios.
 El topógrafo es el responsable de la linderación de predios y de la captura de cualquier
dato gráfico en los procesos de levantamiento catastral por el método directo, su
postproceso y entrega final a la oficina catastral para su integración al sistema
informático.
 El éxito del catastro tanto urbano como rural depende de la responsabilidad con la que se
lleve a cargo el levantamiento catastral y la veracidad de la información que se obtenga
tanto gráfico (linderación) como alfanumérica (llenado de las fichas catastrales).
26

REFERENCIAS

Sistema Nacional Integrado de Información Catastral Predial – SNCP. (2012) Resolución n°04-

2012-SNCP/CNC – parte 1 y parte 2. https://www.sunarp.gob.pe/qsec-nxsumilla0.asp?

ID=2365

Congreso de la República. (2006). Órganos del SNCP. Decreto Supremo n°005-2006-JUS.

https://sncp.gob.pe/wp-content/uploads/2022/11/Decreto-Supremo-N%C2%B0-

005_2006_JUS.pdf

MVCS. (2007). Organismo de Formalización de la Propiedad Informal.

https://www.gob.pe/institucion/cofopri/institucional

SUNARP. (2022). Reglamento de Organización y Funciones de la Sunarp: Documento de

Gestión. https://www.gob.pe/institucion/sunarp/informes-publicaciones/2989048

INEI. (2017). Perú: Indicadores de Gestión Municipal 2017: Marco Institucional de la

Municipalidad. https://www.inei.gob.pe/media/MenuRecursivo/publicaciones_digitales/

Est/Lib1474/02.pdf

Luis Pérez & Abogados. (2023). Catastro. https://www.abogadosoviedo.com/catastro-

oviedo.html

William Valverde. (2019). Catastro Minero y el SNCP.

https://es.slideshare.net/IndyceCampus/el-catastro-minero-y-sncp

Congreso de la República. (2006). Ley que regula la ejecución de catastro urbano a nivel

nacional. https://www4.congreso.gob.pe/congresista/1995/acastill/publica/plcatas.htm
27

Universidad Politécnica de Madrid. (2008). Tema 11: Levantamiento topográficos.

http://ocw.upm.es/pluginfile.php/398/mod_label/intro/Tema_11_Teoria.pdf

IGC. (2019). Estudios topográficos: Del campo a la oficina. https://igc.com.pe/estudios-

topograficos-campo-oficina/

Gonzalo Jimenez Cleves. (2007). Topografía para ingenieros civiles.

https://es.slideshare.net/castilloaroni/topografa-para-ingenieros-civiles

Sergio Navarro Hudiel. (2008). Manual de Topografía - Planimetría.

https://sjnavarro.files.wordpress.com/2011/08/apuntes-topografia-i.pdf

Sergio Navarro Hudiel. (2008). Manual de Topografía - Altimetría.

https://sjnavarro.files.wordpress.com/2008/08/modulo-i-introduccion-a-altimetria1.pdf

Universidad Politécnica de Madrid. (2008). Instrumentos Topográficos.

http://ocw.upm.es/pluginfile.php/1083/mod_label/intro/dc3_instrumentos_topograficos_v

2007.pdf

Leonardo Casanova Matera. (2002). Topografía plana.

https://es.slideshare.net/davidchacnaarraya/libro-de-topografa-plana-leonardo-casanova

ANEXOS
28

Fig. 10: Recopilación de información existente.

(Ruiz, 2022).

Fig. 11: Fichas de empadronamiento existentes de otros proyectos

(Ruiz, 2022).
29

Fig. 12: Brigada en reconocimiento de campo

(Ruiz, 2022)

Fig. 13: Levantamiento topográfico con estación total.

(Ruiz, 2022)
28

Fig. 14: Levantamiento topográfico de Manzanas y Lotes Catastrales

(Ruiz, 2022)

Fig. 15: Colocación y lectura de hitos – referencias para las propiedades


2

(Ruiz, 2022)
29

(Ruiz, 2022)
Fig. 16: Empadronamiento de la empresa FEGURRI S.A.C

Fig. 17: Oficina Técnica – Revisión de Resultados del Levantamiento

(Ruiz, 2022)
30

Fig. 18: Plano base del Caserío San Antonio – Cura Mori.

(Ruiz, 2022)

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