Definición y Clasificación de Proyectos
Definición y Clasificación de Proyectos
1. P r o p ó s i t o d e l e s t u d i o d e p r o ye c t o s :
E n e s e o r d e n d e i d e a s , l a f o r m u l a c i ó n ( p r e p a r a c i ó n o e l a b o r a c i ó n ) y l a e va l u a c i ó n d e
proyectos, es una técnica que persigue recopilar, crear y analizar en forma sistemática
un conjunto de antecedentes económicos que permitan juzgar cualitativa y
cuantitativamente las ventajas y desventajas de asignar recursos a una determinada
iniciativa de inversión.
P a r a m u c h o s , e s u n i n s t r u m e n t o d e d e c i s i ó n q u e d e t e r m i n a s i e l p r o ye c t o s e m u e s t r a r e n t a b l e
(factible) debe implementarse pero que si resulta no rentable debe abandonarse. Sin
embargo, para otros, como el caso de Sapag Chaín, este proceso no debe ser tomado como
decisional, si no solo como una posibilidad de proporcionar información a quien debe
1
decidir.
I n d e p e n d i e n t e m e n t e d e l o e xp u e s t o , n o h a y d u d a , q u e e n l a s a c t u a l e s c i r c u n s t a n c i a s l a s
instituciones financieras nacionales e internacionales cada vez se vuelven más rigurosas en
la aplicación de los criterios de calidad a las inversiones por financiar. Esto indica el porqué
uno de los propósitos de los gobiernos es orientar la acción de la preinversión, que permita
mejorar la calidad de los estudios a fin de poder utilizar los recursos financieros disponibles y
garantizarse los beneficios esperados de las inversiones.
2. Definiciones:
Mu c h a s v e c e s l a s p e r s o n a s h a b l a n d e u n " p r o y e c t o " c u a n d o e n r e a l i d a d s e e s t á n r e f i r i e n d o a
u n p l a n d e a c c i ó n o a u n a i d e a q u e p r e t e n d e n r e a l i za r . S u e l e n r e p r e s e n t a r l a s c o n u n a m a q u e -
t a , u n p l a n o a r q u i t e c t ó n i c o o u n c a l e n d a r i o . A s í , c u a n d o s e h a b l a d e u n p r o ye c t o c o m ú n m e n t e
se piensa en construcción de obras físicas; sin embargo, la definición económica de proyecto
permite abarcar un concepto más amplio.
U n p r o y e c t o s u r g e c u a n d o s e p l a n t e e u n a i n i c i a t i v a d e i n ve r s i ó n q u e g e n e r e b e n e f i c i o s y c o s -
tos en diferentes momentos a lo largo del tiempo. De esta forma, un proyecto es "una pro-
p u e s t a d e a c c i ó n q u e i m p l i c a l a u t i l i za c i ó n d e u n c o n j u n t o d e t e r m i n a d o d e r e c u r s o s p a r a e l
2
logro de ciertos resultados esperados" . Cuando un proyecto se lleva a cabo se utilizan recur-
sos de la economía, provocando costos, a fin de obtener beneficios que ayuden a solucionar
un problema, o bien, que aumenten o mejoren la producción de algún bien o servicio.
1
Nassir Sapag Chaín y Reinaldo Sapag Chaín. Preparación y Evaluación de Proyectos. 4ª. Ed. (Santiago de Chile:
McGrawHill, 2000), pp. 1.
2
Sanin, Héctor. Guía Metodológica general para la preparación y evaluación de proyectos de inversión social. (Santiago
de Chile: ILPES, 1995), s.p.
Derecho Reservados Centro Universitario de Oriente de la Universidad de San Carlos de Guatemala; Finca El Zapotillo, Zona 5,
ciudad de Chiquimula, Chiquimula, Guatemala, C.A.. El CUNORI prohíbe cualquier forma de reproducción, almacenaje de la tota-
lidad o parte de esta obra, sin autorización por escrito.
A l r e s p e c t o , W a r r e n C . B a u m y S t o k e s M. T o l b e r t , d i c e n : " E s u n a s u e r t e q u e e l t r a b a j o b i e n
logrado de un proyecto no demande una definición universalmente aceptada de lo que
c o n s t i t u y e u n p r o ye c t o , y a q u e n o e xi s t e n i n g u n a . E s t o r e f l e j a l a g r a n v a r i e d a d d e a c t i v i d a -
3
des incluidas bajo el término proyecto. No obstante, que la afirmación anterior es elocuente
p o r s i m i s m a , a c o n t i n u a c i ó n s e e xp o n e n a l g u n a s d e t a n t a s d e f i n i c i o n e s q u e s e h a n ve r t i d o
con respecto a lo qué se debe entender por un proyecto:
e) " E s u n p l a n p r o s p e c t i v o d e u n a u n i d a d d e a c c i ó n c a p a z d e m a t e r i a l i za r a l g ú n
aspecto del desarrollo económico o social. Esto implica, desde el punto de
vista económico proponer la producción de algún bien o la prestación de algún
s e r vi c i o c o n e l e m p l e o d e u n a c i e r t a t é c n i c a y c o n m i r a s a o b t e n e r u n
8
d e t e r m i n a d o r e s u l t a d o o ve n t a j a e c o n ó m i c a o s o c i a l . "
i) " E s u n p r o c e s o q u e c o n s i s t e e n i n ve r t i r e n u n c o n j u n t o d e b i e n e s q u e s e r v i r á n
para producir otros bienes, con el objetivo de aumentar el capital y por ende
12
l o s a c t i v o s p r o d u c t i vo s . "
3
Warren C. Baum y Stokes M. Tolbert. La inversión en desarrollo. (Madrid: Editorial Tecnos, 1986), p. 379.
4
Nassir Sapag Chaín y Reinaldo Sapag Chaín. Preparación y Evaluación de Proyectos. (México: McGrawHill, 1995), p.
4.
5
Luis Melgar. Apuntes sobre control. (San José, CR. : ICAP, 1978), PP. 15
6
Valentín Montaña. Presupuesto de inversiones de capital. (Caracas: Universidad Simón Bolívar, 1989), pp. 22.
7
Ibíd. p. 379.
8
Instituto Latinoamericano de Planificación Económica y Social. Guía para la presentación de proyectos. (México: Siglo
veintiuno editores, 1987), p. 12.
9
Julio Melnick. Manual de Proyectos de Desarrollo Económico. (México: Naciones Unidas, 1958), p. 3.
10
Price Gittinger. Análisis Económico de Proyectos Agrícolas". (Madrid: Editorial Tecnos, 1984), p. 4.
11
Ibíd. p. 5.
12
José Nicolás Marín Ximénez y Werner Ketelhöhn Escobar. Inversiones Estratégicas: Un enfoque multidimensional.
(San José: Libro Libre, 1988), p. 43.
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 2
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
13
cual será el esfuerzo para lograr un objetivo predeterminado."
k) " S e e n t i e n d e p o r p r o y e c t o u n a t a r e a i n n o va d o r a , q u e t i e n e u n o b j e t i v o d e f i n i d o ,
debe ser efectuada en un cierto período, en una zona geográfica delimitada y
para un grupo de beneficiarios, solucionando de esta manera problemas
14
e s p e c í f i c o s o m e j o r a n d o u n a s i t u a c i ó n e xi s t e n t e . "
o) " E s l a e xp r e s i ó n c o n c r e t a d e l p r o c e s o d e p l a n i f i c a c i ó n , q u e s e i n i c i a c o n l a
d e t e c c i ó n y p r i o r i za c i ó n d e l a s n e c e s i d a d e s d e l a p o b l a c i ó n q u e s e d e s e a
atender, confrontándolas con los recursos disponibles para definir los objetivos
y p o l í t i c a s d e d e s a r r o l l o , q u e s e m a t e r i a l i za r á n e n a c c i o n e s c o n c r e t a s q u e
17
permitan solventar, o por lo menos atenuar los problemas detectados."
3. Características:
a) C o n s e g u i r u n o b j e t i vo p r e c i s o ;
b) En un tiempo determinado;
c) A un costo establecido; y
d) Qu e r e q u i e r e d e a c t i vi d a d e s e s p e c í f i c a s ( n o r e p e t i t i v a s ) s e c u é n c i a l e s .
13
Intecap. Formulación y Evaluación de Proyectos de Factibilidad Técnico-Económicos. (Guatemala: Sección de
Reproducciones, 1990), p. 2.
14
Zieolorientierte Projekplanung-Deutshe gesellschaft fur Technische Zusammenarbeit. GTZ, citado por: Ramón
Rosales Posas, en: Ciclo de vida de los proyectos y la fase de preinversión. En Revista Centroamericana de
Administración Pública No. 20-21, (San José: Departamento de publicaciones del Instituto Centroamericano de
Administración Pública, 1991), p. 126.
15
OEA. Departamento de Desarrollo Regional. Planificación del Desarrollo Regional Integrado: Directrices y Estudios
de casos extraídos de la experiencia de la OEA. (Washington D.C.: Enero de 1984), p. 234.
16
ODEPLAN/PNUD/DCTD, citado por: Ramón Rosales Posas. Op. Cit. p. 126.
17
Warren Crowther. Algunas premisas sobre el sistema de planificación y proyectos en los países centroamericanos.
(San José: Departamento de Publicaciones del Instituto Centroamericano de Administración Pública, 1994), p. 4.
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 3
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
4. C l a s i f i c a c i ó n d e l o s p r o ye c t o s :
18
La guía para la presentación de proyectos del ILPES, hace una diferenciación de los
p r o y e c t o s a t e n d i e n d o : s u c a r á c t e r , n a t u r a l e za , c a t e g o r í a , t i p o y d e s d e e l p u n t o d e v i s t a
económico.
18
Instituto Latinoamericano de Planificación Económica y Social. Op. Cit., p. 14.
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 4
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
L o s p r o y e c t o s d e i n f r a e s t r u c t u r a e c o n ó m i c a i n c l u y e n l o s p r o ye c t o s d e
unidades directa o indirectamente productivas que proporcionan a la actividad
e c o n ó m i c a c i e r t o s i n s u m o s , b i e n e s o s e r vi c i o s , d e u t i l i d a d g e n e r a l , t a l e s c o m o
energía eléctrica, transporte y comunicaciones. Esta categoría comprende los
proyectos de construcción, ampliación y mantenimiento de carreteras,
ferrocarriles, aerovías, puertos y navegación, centrales eléctricas y sus líneas
y redes de transmisión y distribución, sistemas de telecomunicaciones y
sistemas de información.
a) P r o ye c t o s q u e d e r i v a n d e e s t u d i o s s e c t o r i a l e s : s o n a q u e l l o s q u e s e o r i g i n a n
a partir de una programación sectorial: agricultura, transporte, etc.
b) P r o ye c t o s q u e s e d e r i v a n d e u n p r o g r a m a g l o b a l d e d e s a r r o l l o : s o n l o s q u e
s u r g e n d e l a s p r o ye c c i o n e s y o b j e t i vo s d e p r o d u c c i ó n p l a s m a d o s e n u n p l a n d e
desarrollo.
c) P r o ye c t o s q u e s e d e r i va n d e e s t u d i o s d e m e r c a d o s : c u a n d o s e o r i g i n a n a
p a r t i r d e a n á l i s i s d e l o s m e r c a d o s : d e e xp o r t a c i ó n d e b i e n e s p a r a c u ya
p r o d u c c i ó n e l p a í s e s t á e s p e c i a l m e n t e d o t a d o ; d e e xp o r t a c i ó n d e b i e n e s c u ya
p r o d u c c i ó n n o d e p e n d e d e c o n d i c i o n e s n a t u r a l e s e xc e p c i o n a l e s ; s u s t i t u c i ó n d e
importaciones; sustitución de la producción artesanal por producción fabril;
crecimiento de la demanda interna o bien de una demanda insatisfecha.
d) P r o ye c t o s p a r a a p r o v e c h a r o t r o s r e c u r s o s n a t u r a l e s : e s t o s s u e l e n s u r g i r a
partir de innovaciones técnicas que dan valor potencial a recursos que antes se
consideraban carentes de valor.
e) P r o ye c t o s d e o r i g e n p o l í t i c o y e s t r a t é g i c o : s o n a q u e l l o s q u e surgen por
razones de Estado o de urgencia nacional. Así, la estrategia militar, los
problemas de orden territorial, las presiones políticas de diverso orden o los
problemas de desocupación pueden dar lugar a la necesidad de formular
proyectos concretos, de índole diversa según las circunstancias.
20
S e g ú n Ma r í n & K e t e l h ö h n ( a m b o s p r o f e s o r e s d e l I N C A E ) , l o s p r o ye c t o s d e i n v e r s i ó n p o r e l
tipo de función que desempeñan dentro de la empresa o finalidad de la inversión, pueden
clasificarse de la siguiente forma:
19
Julio Melnick. Op. Cit., p. 12.
20
José Nicolás Marín Ximénez y Werner Ketelhöhn Escobar. Op. Cit., p. 45.
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 5
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
a) P r o ye c t o s d e r e n o va c i ó n : e s t a s i n v e r s i o n e s s e r e a l i za n c o n e l f i n d e s u s t i t u i r
equipos, instalaciones o edificaciones obsoletas o desgastadas físicamente,
por nuevos elementos productivos.
b) P r o ye c t o s d e m o d e r n i z a c i ó n : e n e s t a c a t e g o r í a e s t á n c o m p r e n d i d a s t o d a s l a s
inversiones que se efectúan para mejorar la eficiencia de la empresa tanto en
s u f a s e p r o d u c t i v a c o m o e n l a d e c o m e r c i a l i za c i ó n d e s u s p r o d u c t o s .
c) P r o ye c t o s d e e x p a n s i ó n : c o r r e s p o n d e n a e s t a c l a s i f i c a c i ó n l a s i n ve r s i o n e s
que se hacen, con el fin de poder satisfacer una demanda creciente de los
productos de la empresa.
d) P r o ye c t o s e s t r a t é g i c o s : l a s i n v e r s i o n e s c a l i f i c a d a s c o m o e s t r a t é g i c a s s o n l a s
que afectan la esencia misma de la empresa, pues tomadas en conjunto
conforman su estrategia misma. Por su naturaleza, estas inversiones son
d i f í c i l e s d e a n a l i za r , c o n l l e v a n g e n e r a l m e n t e u n a a l t a d o s i s d e r i e s g o e n t o d o s
sus elementos, y sus efectos dentro de la organización son muy importantes.
C o m o e j e m p l o s p o d e m o s c i t a r : l a s i n ve r s i o n e s p a r a d i v e r s i f i c a c i ó n , l a
c o b e r t u r a d e n u e vo s m e r c a d o s , l a s i n v e r s i o n e s a s o c i a d a s c o n n u e v o s
desarrollos tecnológicos y las derivadas de las decisiones de integración
vertical en la empresa.
Ot r a f o r m a d e c l a s i f i c a r l o s p r o y e c t o s d e i n ve r s i ó n e s a t e n d i e n d o a l a r e l a c i ó n d e
dependencia o independencia económica de los mismos. Las inversiones, de acuerdo con
este criterio, pueden clasificarse en:
a) C o m p l e m e n t a r i a s o d e p e n d i e n t e s : s e c o n s i d e r a q u e d o s o m á s i n ve r s i o n e s
son complementarias cuando la ejecución de una de ellas facilita o es
condición para realizar las otras. Los flujos de fondos correspondientes a
proyectos complementarios tienen un alto grado de dependencia entre sí,
especialmente los referentes a la medición de los ingresos de los proyectos. (A
y B). Por ejemplo, el sistema de evacuación de residuos en una planta
termoeléctrica que emplea carbón depende de que se haga la planta, mientras
que esta última necesita de la evacuación de residuos para funcionar
adecuadamente. Lo más común será evaluarlos en forma conjunta.
c) M u t u a m e n t e e x c l u ye n t e s : c u a n d o , p o r s u p r o p i a n a t u r a l e z a , s ó l o p u e d e
llevarse a la práctica una de ellas. Un ejemplo de inversiones mutuamente
e xc l u y e n t e s p u e d e s e r e l d e d i s t i n t o s e q u i p o s p a r a d e s e m p e ñ a r u n m i s m o
p r o c e s o o e l d e d i s t i n t a s u t i l i z a c i o n e s p o s i b l e s d e u n a m i s m a e xt e n s i ó n d e
t i e r r a . E n l a s i n ve r s i o n e s m u t u a m e n t e e xc l u y e n t e s , l a s e l e c c i ó n d e u n a d e l a s
diferentes opciones, elimina todas las otras ya que solamente una de ellas
podrá realizarse. (A ó B).
Nassir Sapag Chaín y Reinaldo Sapag Chaín, plantean una clasificación sui géneris,
atendiendo a la finalidad del estudio y a la finalidad de la inversión, en la siguiente forma:
• E s t u d i o s p a r a m e d ir l a r e n t a b il id a d d e l p r o y e c t o , e s d e c i r , d e l t o t a l d e l a
inversión, independientemente de donde provengan los fondos.
• E s t u d i o s p a r a me d i r la r e n t a b il id a d d e lo s r e c u r s o s p r o p i o s i n v e r t i d o s e n e l
proyecto.
• E s t u d i o s p a r a me d ir la c a p a c id a d d e l p r o p io p r o y e c t o p a r a e n f r e n t a r l o s
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 6
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
b) S e g ú n l a f i n a l i d a d o e l o b j e t o d e l a i n v e r s i ó n , e s d e c i r , d e l o b j e t i vo d e l a
asignación de recursos, tipifican los proyectos de la manera siguiente:
• P r o y e c t o s q u e b u s c a n c r e a r n u e vo s n e g o c i o s o e m p r e s a s .
Una última forma de clasificar los proyectos de inversión es en función del sector de la
economía en que se realizan; así podemos reconocer:
a) P r o ye c t o s d e i n v e r s i ó n d e l s e c t o r p r i va d o : e s t e t i p o d e p r o y e c t o s s e d e b e n
aceptar cuando incrementan los beneficios de las empresas (crean valor) y por
lo tanto, aumentan el patrimonio de sus accionistas o propietarios. La
presupuestación de inversiones, en su dimensión financiera, nos proporciona
los métodos de selección y criterios de rendimiento para decidir sobre los
proyectos de inversión en las empresas privadas.
b) P r o ye c t o s d e i n ve r s i ó n d e l s e c t o r p ú b l i c o : c o n f r e c u e n c i a p a r a e v a l u a r e s t e
tipo de inversiones, es necesario sustituir el sistema de precios de mercado
por otro sistema, llamado de precios "teóricos" (también denominados: sombra,
de cuenta, eficiencia, sociales), que responde a una situación de bienestar
s o c i a l ó p t i m a . E n l a s i n ve r s i o n e s p ú b l i c a s s e t i e n e n q u e v a l o r a r , a d e m á s ,
otros aspectos de carácter eminentemente socioeconómico, como son las
l l a m a d a s e c o n o m í a s e xt e r n a s o e xt e r n a l i d a d e s . El objetivo importante y
d e c i s i vo e n l o s p r o y e c t o s d e l s e c t o r p ú b l i c o e s a u m e n t a r e l b i e n e s t a r s o c i a l , y
el análisis denominado costo-beneficio, proporciona los criterios de
racionalidad para evaluar la deseabilidad de este tipo de inversiones. La nece-
sidad del análisis costo-beneficio se debe únicamente a la disparidad entre el
b e n e f i c i o n e t o p r i v a d o y e l b i e n e s t a r s o c i a l q u e b u s c a n l a s i n ve r s i o n e s
públicas. S i e s t a d i f e r e n c i a n o e xi s t i e r a , l o s m é t o d o s d e s e l e c c i ó n y
e va l u a c i ó n d e p r o ye c t o s p r i v a d o s y p ú b l i c o s s e r í a n c o m p l e t a m e n t e i d é n t i c o s .
5. F o r m u l a c i ó n y e va l u a c i ó n :
E l e s t u d i o d e u n p r o y e c t o i m p l i c a u n p r o c e s o , q u e c o m o s e ve r á e n l a s i g u i e n t e u n i d a d ,
r e q u i e r e d e d i s t i n t o s n i ve l e s d e p r o f u n d i d a d o p r e c i s i ó n : p e r f i l , p r e f a c t i b i l i d a d y f a c t i b i l i d a d .
Independientemente del grado de profundidad con que se realice, se distinguen dos grandes
etapas:
• La formulación o preparación, y
• La evaluación.
La formulación tiene como objetivo definir todas las características que tengan algún grado
de efecto en el flujo de ingresos y egresos monetarios del proyecto y calcular su magnitud.
En otros términos, en esta primera etapa, se cuantificarán sus inversiones, costos y
beneficios. En esta etapa se definen: el qué (producir), el cuánto (producir), el cómo
(producir), en donde (producir), lo que cuesta (producir), cuáles son los ingresos probables;
y cuáles los beneficios esperados. La etapa de formulación implica un acercamiento
s u c e s i v o , u n i r y v e n i r , a va n za r y r e t r o c e d e r , p a r a l o g r a r u n a s o l u c i ó n o p t i m i z a d a a l p r o b l e m a
que se trata de resolver.
21
Sapag Chaín, Op. Cit. p. 4.
NOTA TÉCNICA 1 – EDICIÓN 2010 - PROF: GILDARDO GUADALUPE ARRIOLA MAIREN 7
FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS -CUNORI- CIENCIAS ECONÓMICAS
L a e va l u a c i ó n ( e x- a n t e ) , p o r s u p a r t e , e m p l e a n d o u n a m e t o d o l o g í a m u y d e f i n i d a , b u s c a
d e t e r m i n a r l a r e n t a b i l i d a d d e l a i n v e r s i ó n e n e l p r o ye c t o . E s d e c i r , i m p l i c a d e t e r m i n a r l a
b o n d a d o c o n v e n i e n c i a d e l p r o y e c t o , s i l l e n a o n o l a s e xp e c t a t i v a s d e l i n v e r s i o n i s t a o n o .
Para diferenciar ambas etapas, y para que se tenga una idea de la cadena de los estudios
parciales que conforman cada una de ellas, a continuación se presenta un cuadro donde se
podrán apreciar las distinciones aludidas en párrafos anteriores.
F OR M U L A C I Ó N E V AL U A C I ÓN
Recopilación, Insumos del Insumos de Determinación Conversión Identificación
análisis de estudio de loe estudios del costo de de flujos de de impactos
información, mercado. de mercado y oportunidad, efectivo positivos y
cuantificación Análisis de técnico, se determinación financieros a negativos en
de ingresos y información construyen de la económicos, el ambiente,
costos de adicional y los flujos de rentabilidad, análisis de análisis de la
distribución cuantificación efectivo, análisis de rentabilidad y rentabilidad
(inversión y de ingresos estados sensibilidad. sensibilidad ambiental.
operación) de desecho, financieros económico-
costos de pro forma, social
producción, análisis de la
gastos de inflación y
administración devaluación,
(Inversión y costos
Operación) financieros.
ESTUDIO
ESTUDIO
ESTUDIO DE ESTUDIO DEL
ESTUDIO FINANCIERO E C ON ÓM I C O
M E R C AD O TÉCNICO I M P AC T O
S OC I AL
A M B I E N T AL