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Guía de Empaquetaduras para Ingeniería

Este documento describe los diferentes tipos de empaquetaduras, sus materiales, propiedades y usos industriales. Explica qué son las empaquetaduras, su historia y clasifica los principales tipos como de compresión, automáticas y flotantes. Luego detalla diversos materiales como metálicas, de plástico, caucho, fibras y sus propiedades de elasticidad y resistencia química y física.
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Guía de Empaquetaduras para Ingeniería

Este documento describe los diferentes tipos de empaquetaduras, sus materiales, propiedades y usos industriales. Explica qué son las empaquetaduras, su historia y clasifica los principales tipos como de compresión, automáticas y flotantes. Luego detalla diversos materiales como metálicas, de plástico, caucho, fibras y sus propiedades de elasticidad y resistencia química y física.
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UNIVERSIDAD AUTÓNOMA “GABRIEL RENE MORENO”

FACULTAD DE CIENCIAS EXACTAS Y TECNOLOGÍA

Carrera: Ingeniería Química

Docente: Ing. Eduardo Montecinos

Materia: Operaciones Unitarias I

Semestre: 3-2022

INVESTIGACIÓN: “EMPAQUETADURAS”

Universitaria Registro

Morales Soto Andrea Pamela 220034656

Santa Cruz- Bolivia


EMPAQUETADURAS
INDIC

E
1 INTRODUCCIÓN....................................................................................................................................1
2 ¿QUÉ ES UNA EMPAQUETADURA?..................................................................................................1
3 HISTORIA DE LAS EMPAQUETADURAS..........................................................................................2
4 CLASES DE EMPAQUETADURAS......................................................................................................2
4.1 EMPAQUETADURAS DE COMPRESION......................................................................................2
4.2 EMPAQUETADURAS AUTOMÁTICAS.........................................................................................4
4.3 FLOTANTES......................................................................................................................................4
5 PROPIEDADES DE LAS EMPAQUETADURAS.................................................................................5
5.1 ELASTICIDAD...................................................................................................................................5
5.2 RESISTENCIA A LOS PRODUCTOS QUÍMICOS..........................................................................5
5.3 RESISTENCIA FÍSICA......................................................................................................................5
6 TIPOS DE EMPAQUETADURAS..........................................................................................................5
6.1 EMPAQUETADURA ENTRETEJIDA CUADRADA......................................................................5
6.2 EMPAQUETADURA PLEGADA CUADRADA..............................................................................6
6.3 EMPAQUETADURA TRENZADO SOBRE TRENZADO..............................................................6
6.4 EMPAQUETADURA TRENZADA SOBRE UN NÚCLEO.............................................................6
6.5 EMPAQUETADURAS METÁLICAS...............................................................................................7
6.6 EMPAQUETADURAS DE PLASTICO.............................................................................................7
6.7 EMPAQUETADURAS DE CAUCHO Y LONA...............................................................................7
6.8 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE VEGETALES...................................................................8
6.9 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS ACRÍLICAS SINTÉTICAS....................................................8
6.10 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE POLITETRAFLUOROETILENO (PTFE):................9
6.11 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE PTFE CON GRAFITO................................................9
6.12 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE GRAFITO EXPANDIDO...........................................9
6.13 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE CARBÓN:.................................................................10
6.14 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE ARAMIDA Y META-ARAMIDA:..........................10
6.15 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN LUBRICADO................................................................10
6.16 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN CON GRAFITO.............................................................10
6.17 EMPAQUETADURAS DE RAMIE IMPREGNADA CON PTFE Y LUBRICANTE.............11
6.18 EMPAQUETADURA SINTÉTICA DE FIBRAS CARBONIZADAS Y PTFE........................11
6.19 EMPAQUETADURAS DE HILOS DE ALGODÓN CON LUBRICANTE Y GRAFITO.......12
6.20 EMPAQUETADURA DE GRAFITO EXPANDIDO REFORZADO CON ALAMBRE DE
INCONEL................................................................................................................................................12
6.21 EMPAQUETADURA DE CAUCHO NITRILO (NBR) NITRILO-BUTADIENO...................12
6.22 EMPAQUETADURA DE NO ASBESTO AZUL......................................................................13
6.23 EMPAQUETADURAS DE CORDÓN TRENZADO.................................................................13
6.24 EMPAQUETADURAS TRENZADA DE FIBRA ACRÍLICA SINTÉTICA............................13
6.25 EMPAQUETADURAS DE FIBRA FENÓLICAS NOVOLOID...............................................14
6.26 EMPAQUETADURAS TRENZADA DE GRAFITO EXPANDIDO........................................14
6.27 EMPAQUETADURAS DE CAÑAMO ENGRASADO.............................................................15
6.28 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO PURO...........................................................................15
6.29 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO ATEFLONADO..........................................................15
6.30 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO GRAFITADO..............................................................16
6.31 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN.........................................................................................16
7 LUBRICANTES PARA EMPAQUETADURAS..................................................................................16
7.1 LA MICA:.........................................................................................................................................16
7.2 EL GRAFITO:...................................................................................................................................16
7.3 EL DISULFURO DE MOLIBDENO:..............................................................................................17
7.4 LA GRASA MINERAL:...................................................................................................................17
7.5 EL DISULFURO DE TUNGSTENO:..............................................................................................17
7.6 El TFE:..............................................................................................................................................17
7.7 EL LUBRICANTE IDEAL PARA EMPAQUETADURAS DEBE:................................................17
8 ¿CÓMO ASEGURAR LA CALIDAD DE LAS EMPAQUETADURAS, PARA NO ARRIESGAR
LA SEGURIDAD DEL PERSONAL DE LA PLANTA?..........................................................................18
9 PASOS REQUERIDOS PARA COLOCAR UNA EMPAQUETADURA A UNA BOMBA..............18
9.1 HERRAMIENTAS............................................................................................................................19
9.2 LIMPIE Y EXAMINE.......................................................................................................................19
9.3 MIDA Y REGISTRE.........................................................................................................................20
9.4 SELECCIONE LA EMPAQUETADURA.......................................................................................20
9.5 PREPARE LOS TORNILLOS..........................................................................................................20
9.6 INSTALE LA EMPAQUETADURA...............................................................................................20
9.7 AJUSTE LA EMPAQUETADURA EN UNA BOMBA..................................................................20
9.8 AJUSTE LA EMPAQUETADURA EN UNA VÁLVULA.............................................................21
9.9 REPITE Y SUSTITUCIÓN...............................................................................................................21
10 USO INDUSTRIAL DE LAS EMPAQUETADURAS........................................................................21
1 INTRODUCCIÓN
La presente investigación se avoca al tema “Empaquetaduras”, abordaremos los temas que
refieren a su fabricación, los diferentes tipos que existen, diversos materiales y usos.
A modo de descripción podemos decir que las empaquetaduras son un elemento mecánico que
controla la filtración, aumentando el rendimiento de la pieza en donde es utilizada, mas no así
es indispensable, porque aun con su ausencia la maquina funciona, sin embargo, no en
óptimas condiciones. En pocas palabras las empaquetaduras no son elementales, pero sí
altamente sugeridas.
Este elemento mecánico puede ser encontrado en el comercio en variadas formas y materiales,
dependiendo ambas del tipo de trabajo que se esté realizando y el material utilizado en él.
Unos son se enfocan a la resistencia térmica, en cambio otros a la fricción. Se explicará su
importancia.

2 ¿QUÉ ES UNA EMPAQUETADURA?

Una Empaquetadura es un material deformable compuesto de hilos ó fibras trenzadas ó


torcidas entre sí, que con ayuda de un lubricante y por medio de una fuerza de compresión
realizan un sellado estático ó dinámico según la aplicación y su construcción.
 El hilo o fibra proporciona la Resistencia a la Presión, Resistencia Tensil y dependiendo
de la fibra puede producir Abrasión al eje o manga.
 El lubricante permite que la empaquetadura disipe el calor y haga una capa que proteja
el eje mediante lubricación
El control de la pérdida del fluido es esencial para la exitosa operación del equipo mecánico
usado en el manejo del fluido. Son utilizados varios métodos para controlar la fuga en los ejes,
varillas, o espigas de la válvula y otras partes funcionales o equipos que requieren del depósito
de líquidos o gases.
Las empaquetaduras son la mejor opción para el sellado de
fluidos (agua, aceite, refrigerante, combustible, etc.). La
empaquetadura es una pieza formada de materiales blandos,
que se ubica entre dos piezas para lograr un buen ajuste entre
ambas, evitando perdida o entrada de fluidos, funcionan con el
principio de fugas controladas en aplicaciones dinámicas.

1
MORALES SOTO ANDREA PAMELA
3 HISTORIA DE LAS EMPAQUETADURAS

Es el método más antiguo ideado por el hombre para garantizar la estanqueidad en equipos o
instalaciones que trabajan con fluidos.
Una de las primeras apariciones de empaquetadura fue en la época de los egipcios, quienes
tuvieron un amplio desarrollo en maquinarias. La primera de éstas fue hecha con un trenzado
de lino y un recubierto en grasa de animal.
Hoy en día se conocen por empaquetaduras y aunque en esta época es una solución un poco
rudimentaria y a veces poco económica, siguen siendo utilizadas. La aparición de este
elemento se debe a la necesidad de la no filtración en elementos mecánicos, si bien es cierto
estos son diseñados para calzar a la máxima perfección, algunas cualidades de determinados
materiales no permiten la exactitud cuando se trata de fluidos, es aquí donde entra la
empaquetadura, la que no sólo controla filtraciones, sino que reduce el desgaste por fricción en
elementos fundamentales del mecanismo.
Las primeras empaquetaduras, hasta la década de los 50, eran redondas, y se trenzaban igual
que una cuerda; aún se pueden encontrar cajeras de bombas muy antiguas con las paredes
preparadas para compactar esta empaquetadura redonda; más tarde se comenzó a fabricar de
manera trenzada una empaquetadura cuadrada, pero con los cantos aún bastante
redondeados; finalmente, con la evolución de la fibras, se consiguieron hacer refuerzos y
formas que formaban un cuadrado muy compacto, perfecto para rellenar toda la cajera.

4 CLASES DE EMPAQUETADURAS

4.1 EMPAQUETADURAS DE COMPRESION


El más antiguo y aun el más común de estos dispositivos de sellado es el empaque de
compresión, llamado así debido a la forma en que ejecuta la función de sellado. Hechos
de materiales relativamente suaves y flexibles, los empaques de compresión o apriete,
consiste de un numero de anillos los cuales son insertados dentro de un espacio anular
(caja de Empaques) entre el miembro rotatorio y el cuerpo de la bomba o válvula
apretando un embutidor, prensa estopas o empaque de glándula contra el anillo
superior, la presión es trasmitida al juego del empaque, expandiendo los anillos
radialmente contra el lado de la caja de empaque y miembro rotatorio, efectuando un
sello.
Los Empaques de compresión tienen su principal aplicación en las industrias de proceso
tal como las petroquímicas, de papel y acero, y en las industrias de servicio, como

2
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marina, agua, aguas residuales, servicios públicos, alimenticios y nucleares. Sellan toda
clase de fluidos, incluyendo agua, vapor, acido, cáustico, gases, aceite, gasolina, y otros
químicos sobre un amplio rango de temperaturas y presiones. Se usan en bombas
rotatorias, centrifugas, reciprocantes, válvulas, juntas de expansión, y muchas otras
clases de equipos mecánicos.
Los empaques de compresión son relativamente fáciles de instalar y mantener. Con la
atención apropiada, puede anticiparse un alto grado de operación.
Un sellado exitoso por empaque de compresión es una función de varios factores
importantes relacionados:
 Selección cuidadosa de los materiales de empaque de acuerdo a los
requerimientos específicos de aplicación.
 completa consideración de la velocidad de la superficie, presión, temperaturas, y
medio a manejar.
 Atención apropiada para una buena instalación y procesamiento.
 Altas normas del mantenimiento del equipo.
Las empaquetaduras de compresión usadas en bombas, ya sea en servicio rotatorio o
reciprocante, normalmente requieren de la lubricación de una película de fluido entre la
superficie del miembro movible y el empaque. Fuentes de esta película de fluido son los
lubricantes colocados durante la fabricación del empaque (lubricantes líquidos, sólidos o
en combinación), la fuga controlada del fluido manejado, o un suministro del lubricante
externo.
En el arranque del equipo, los lubricantes deben ser liberados de las empaquetaduras al
presionar el prensaestopas, para proveer la lubricación inicial y el sellado. Durante el
período de arranque, estos lubricantes proporcionan lubricación en el lapso entre la
operación en seco y la introducción del sistema de lubricación normal. Gradualmente
mediante el ajuste del prensaestopas, el fluido bombeado o la fuente de lubricación
externa asume la función de lubricación
suministrando una película continua de
fluido. La presión del prensaestopas es
regulada para proveer la lubricación
óptima al sello y prevenir
sobrecalentamiento con el consecuente
daño a la flecha o manga. Los
lubricantes del empaque que se pierden

3
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gradualmente durante la operación del equipo, son compensados por ajustes adicionales
del prensaestopas. Cuando el volumen perdido de los empaques lubricados se aproxima
a la cantidad de lubricante del empaque original, la efectividad de la empaquetadura se
pierde y es necesario el reemplazo de los empaques. Los lubricantes del empaque
también pueden cumplir la importante función de bloquear el paso del fluido que está
siendo bombeado, a través de los anillos de empaque. Los empaques de compresión
usados en válvulas, donde hay lento o infrecuente movimiento y aquellas usadas en
operaciones estáticas, son requeridas para sellar sin fuga. Varias mezclas de
impregnación pueden ser usadas para lograr éxito en esta función. Algunos empaques
son diseñados con lubricantes estables no-migratorios para aplicaciones bajo presión y
temperaturas extremas

4.2 EMPAQUETADURAS AUTOMÁTICAS


Las empaquetaduras automáticas son de una construcción
en la cual el contacto con el eje no depende de la compresión
del prensaestopa o sólo depende de la compresión inicial del
mismo. Se suelen instalar de modo que la presión ayude a
las fuerzas de sellamiento.

4.3 FLOTANTES
Cualquier empaquetadura segmentada que funciona en un espacio limitado y que se
mantiene unida con resortes, sería del tipo flotante. Este estilo es recomendado para
aplicaciones donde existen ataque químicos y altas temperaturas, debido al poder
autolubricante de los materiales en los que se fabrica es necesario instalar en la brida
un pin antirotacional para prevenir el giro.
 Materiales de fabricación: Carburo de Tungsteno, Carburo de Silicio, Cerámica,
Teflón.
 Presión: Hasta 550 psi.

 Aplicaciones: Industria Química, Sistema de


tratamiento de aguas.

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5 PROPIEDADES DE LAS EMPAQUETADURAS

5.1 ELASTICIDAD
Permite colocar la empaquetadura en un prensaestopas y que sufra una ligera
deformación para adaptarse en el mismo. También permitirá que se deforme cuando
haya flexión del eje durante el funcionamiento.
5.2 RESISTENCIA A LOS PRODUCTOS QUÍMICOS
Evitará el ataque por el líquido que se sella con la empaquetadura;
esta resistencia debe incluir la del lubricante.
5.3 RESISTENCIA FÍSICA.
Protege la empaquetadura contra daños mecánicos, por ejemplo, cuando el líquido se
cristaliza en la empaquetadura y se produce desgaste mecánico entre ella y el eje o
camisa. Para estos casos, se deben utilizar un anillo de cierre hidráulico y lavado.

6 TIPOS DE EMPAQUETADURAS

6.1 EMPAQUETADURA ENTRETEJIDA CUADRADA

Se hace en una máquina llamada trenzadora de celosía. Los hilos se forman en


diagonal en la empaquetadura. Es la mejor para retener su forma cuadrada y para
controlar tolerancias de manufactura. También conocida como trenzado cuadrado
normal. Hilos, cuerdas, hebras y otros materiales diversos, ya sea solos o combinados
se procesan en una trenzadora que los hace correr entre tejiéndolos por arriba y por
debajo avanzando en la misma dirección. La empaquetadura que resulta de este
proceso se suministra normalmente con sección cuadrada, aunque también se puede
trenzar en sección rectangular. Esta empaquetadura normalmente es suave y puede
llevar un alto porcentaje de lubricante. Estas empaquetaduras se instalan fácilmente en
los equipos; se usan generalmente en equipos de alta velocidad y a relativamente baja
presión, su suavidad las hace recomendables para instalarse en equipos rotativos viejos
y con desgaste.

6.2 EMPAQUETADURA PLEGADA CUADRADA


Retiene su forma cuadrada, pero suele ser
una estructura trenzada absorbente que

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puede absorber una gran cantidad de lubricante. Hilos, cuerdas, hebras y otros
materiales, ya sea solos o combinados, son procesados en una trenzadora en la que
son entrelazados en dirección diagonal a través del cuerpo de la empaquetadura. Cada
carrera del trenzado es fuertemente asegurada por otras carreras para formar una
estructura sólida integral que no puede fácilmente destrenzarse o despedazarse en
servicio. No hay chaquetas que se gasten ni trenzas que se separen. La
empaquetadura intertrenzada o supertrenzada, tiene una más homogénea distribución
de densidad de hilo, lo cual le permite mejorar la retención de lubricante. La
empaquetadura terminada es relativamente densa, pero flexible. Sus características la
hacen útil tanto en bombas reciprocantes, como centrífugas, así como en agitadores,
válvulas, juntas de expansión y juntas ranuradas.

6.3 EMPAQUETADURA TRENZADO SOBRE TRENZADO


Se trenza en forma redonda y después se pasa por una prensa escuadradora o una
calandria para darle su forma cuadrada. El producto final se obtiene, trenzando una o
más chaquetas o capas de hilos, cuerdas, hebras u otros materiales, sobre un núcleo
que puede ser extruido, torcido, envuelto o tejido.
Este tipo de construcción permite obtener un amplio
rango de densidades y diferentes perfiles de sección.

6.4 EMPAQUETADURA TRENZADA SOBRE UN NÚCLEO


Se trenza redonda y se le da la forma cuadrada con una calandria. Hilos, cuerdas,
hebras y otras formas de varios materiales, son torcidos juntos o alrededor de un núcleo
para obtener un tamaño deseado. En el caso de hilo o
cuerda, un sólo tamaño de empaquetadura puede ser
utilizada para varios tamaños de estoperos, retirando
simplemente los hilos o cuerdas sobrantes,
destorciéndolas.

6.5 EMPAQUETADURAS METÁLICAS


Se hacen con plomo o babbitt, cobre o aluminio y son de envoltura en espiral o de
construcción plegada, torcida. Estas empaquetaduras suelen tener un núcleo de
material elástico compresible y algún lubricante. El núcleo es un cordón de caucho
sintético o mecha de asbesto. Las empaquetaduras metálicas se emplean por su

6
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resistencia física, no absorbencia, resistencia al calor o cualquier combinación de ellas.

6.6 EMPAQUETADURAS DE PLASTICO


Pueden ser de construcción homogénea o, a veces,
están formadas sobre un núcleo. Con frecuencia,
tienen una camisa de asbesto u otro material trenzado
para ayudar a mantenerles la forma. Estas
empaquetaduras se suelen hacer con materiales a
base de fibras de asbesto, con grafito o con mica y
aceite o grasa; a veces se agregan otros materiales
para tener un producto terminado con las propiedades
deseada.

6.7 EMPAQUETADURAS DE CAUCHO Y LONA


Son capas laminadas de lona de algodón que se trata con un compuesto de caucho sin
curar; la cura produce la forma, tamaño y resistencia finales deseados y después se
impregnan con lubricantes secos, sólidos o húmedos.
Absolutamente inalterable por el ozono, la intemperie o
la radiación ultravioleta.
Buen aislante eléctrico. Autoextinguible. En caso de
combustión completa por contacto prolongado con una
llama, el residuo (sílice) es un excelente aislante
eléctrico.
Fisiológicamente inerte, idóneo para aplicaciones en el
campo de la medicina.
Comparable con el caucho de cloropreno en cuanto a su resistencia a los aceites y
componentes hidrocarburos.
No adecuado para los ácidos y bases, los hidrocarburos clorados, esteres, acetonas,

7
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etc. Bajas propiedades mecánicas (carga de rotura, alargamiento y desgarro). Sin
embargo, en el ensayo de envejecimiento por calor es netamente superior a los otros
polímeros, reteniendo mejor dichas propiedades.
En contacto con vapor a alta presión (130ºC / 140ºC) o en caso de envejecimiento en
sistemas cerrados sin presencia de oxígeno, se puede producir degradación por
hidrólisis.

6.8 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE VEGETALES


Principalmente Ramio, Yute y fibra de linaza, diseñadas para aplicaciones a bajas
temperaturas y bajas velocidades periféricas, principalmente en aplicaciones marítimas
en agua salada. El papel de fibra Vegetal, es
un material de empaquetadura suave a base
de celulosa que se utiliza para sellar contra
la gasolina, el aceite y el agua. Se fabrica
mediante impregnación especial con gelatina
plastificada y otros productos químicos para
lograr excelentes propiedades de resistencia
al aceite y al combustible.
Aplicaciones: El papel de fibra vegetal es adecuado para una variedad de aplicaciones
automotrices donde se requiere el sellado con cargas de sellado irregulares y ligeras.
Generalmente se usa en carburadores, bombas de combustible, placa frontal, bombas
de aceite, filtro de aceite, cubierta lateral, tapa de distribución, termostato, bomba de
agua, cubiertas de caja de engranajes, cubiertas de ejes, tapas de buje, etc.
Tiene un uso limitado contra vapor, álcalis y productos químicos.

6.9 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS ACRÍLICAS


SINTÉTICAS
Diseñadas para aplicaciones a bajas temperaturas y
bajas velocidades periféricas para fluidos con un
pH 3-11 generalmente.

6.10 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE POLITETRAFLUOROETILENO (PTFE):


Existen diversos tipos de fibras de PTFE y lubricantes
utilizados, son principalmente utilizadas en aplicaciones

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químicas y alimenticias (Dependiendo de su pureza y su lubricante), generalmente se
usan en temperaturas de hasta 260°C y bajas velocidades periféricas, la resistencia a la
presión depende del tipo de fibra y trenzado utilizado.

6.11 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE PTFE CON GRAFITO


Es una excelente fibra multi usos a diferencia de las
empaquetaduras de PTFE normal estas empaquetaduras
cuentan con grafito para reducir la fricción y disipar el
calor, y no ven afectada su resistencia química por el
aditivo de grafito, la calidad de la empaquetadura
depende de la calidad del PTFE la cantidad de grafito en
la fibra y su sistema de trenzado. Habiendo
empaquetaduras capaces de trabajar a velocidades de
hasta 25m/s.

6.12 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE GRAFITO EXPANDIDO


Es un excelente material resistente a la mayoría de los productos químicos dentro del
rango pH 0-14, con excepción de agentes oxidantes fuertes. Siendo el grafito un
material autolubricado, estas empaquetaduras pueden trabajar en aplicaciones a altas
temperaturas, altas presiones y altas velocidades periféricas, el único punto en contra
es que es un material muy suave que no soporta
bien los sólidos en suspensión. Existen versiones
especiales de estas empaquetaduras reforzadas con
insertos metálicos para aplicaciones en válvulas, que
les brinda una mayor resistencia a la presión, estas
empaquetaduras en algunos casos cuentan con
inhibidor de corrosión como variantes especializadas
para aplicaciones especiales.

6.13 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE CARBÓN:


Es una excelente fibra para altas presiones y temperaturas
al igual que para altas velocidades periféricas, cuenta con

9
MORALES SOTO ANDREA PAMELA
la misma resistencia química que las empaquetaduras de grafito expandido, sin
embargo, cuentan con una mayor estabilidad dimensional y soportan un poco mejor los
sólidos en suspensión.

6.14 EMPAQUETADURAS DE FIBRAS DE ARAMIDA Y META-ARAMIDA:


Son fibras sintéticas de alta resistencia mecánica y resistentes a
la abrasión, son especialmente diseñadas para aplicaciones con
abundantes sólidos en suspensión, suelen trabajar a bajas
velocidades periféricas y siempre se debe considerar el uso de
camisas de desgaste en los equipos.

6.15 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN LUBRICADO


Es fabricada a partir de fibras de teflón virgen con lubricante capaz de resistir la mayoría
de los productos químicos y cuenta con la máxima pureza para trabajar en aplicaciones
donde no puede existir contaminación, su bajísimo coeficiente de
fricción le permite trabajar en seco sin dañar el eje. No se
recomienda su utilización con flúor y metales alcalinos derretidos,
es ideal para aplicaciones en bombas, válvulas, reactores,
mezcladores, agitadores.
Propiedades: Rango de temperatura – 200°C a 280°C, Velocidad máx 13 m/seg.

6.16 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN CON GRAFITO


es fabricada a partir de fibras de teflón virgen con grafito capaz de resistir la mayoría de
los productos químicos, a su vez el grafito ayuda a disipar el calor y
minimizar la fricción, es auto-lubricante, flexible, no raya ejes y con un
amplio rango de aplicaciones. No se recomienda su utilización con
flúor y metales alcalinos derretidos, es ideal para aplicaciones en
bombas, válvulas, reactores, mezcladores, agitadores.
Propiedades: Rango de temperatura – 200°C a 280°C, Velocidad 22m/seg. Ph 0 -14

6.17 EMPAQUETADURAS DE RAMIE IMPREGNADA CON PTFE Y LUBRICANTE


Es una empaquetadura trenzada diagonalmente con 100% de fibra natural de ramie
impregnada con PTFE y lubricante resistente al calor. La fibra ramie es más fuerte que
el lino, el algodón y el yute.

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MORALES SOTO ANDREA PAMELA
Es resistente a la abrasión y a la extrusión con baja fricción.
Empaquetadura trenzada con hilos de Ramio, lubricada con PTFE concentrado y un
lubricante especial para ambientes marinos.
 Empaquetadura ideal para utilizar en bombas que requieran
la resistencia a lodos, limo y arena.
 Esta combinación de trenzado y material proporciona el
mejor sellado para el timón marino, el estabilizador y el
servicio de popa, y lo convierte en un producto deseable
para estaciones de bombeo de agua, instalaciones de
tratamiento de agua, industria de celulosa y papel, y la
industria marina.

Propiedades: Rango de temperatura – 30° C a 120°C, Velocidad 17m/seg. Ph 4 -11.

Aplicaciones: Arietes hidráulicos, tubos de popa y válvulas, Bombas centrífugas,


giratorias y recíprocas, válvulas, Poste de timón marino, bombas de achique,
estabilizador y servicio de popa, Estaciones de bombeo de agua, industria de celulosa y
papel.

6.18 EMPAQUETADURA SINTÉTICA DE FIBRAS CARBONIZADAS Y PTFE


Es una empaquetadura trenzada diagonalmente con fibras sintéticas de carbono
impregnada con una dispersión de PTFE. El Pre-oxidado realizado a la fibra le brinda
una alta resistencia y buena conductividad térmica y el PTFE le confiere una excelente
lubricación. El inerte a casi todos los productos químicos corrosivos. Puede sustituir el
asbesto con PTEF.
Propiedades: Rango de temperatura –100 ° C a
500°C, Velocidad 15m/seg. Ph 0 -14.

6.19 EMPAQUETADURAS DE HILOS DE ALGODÓN CON


LUBRICANTE Y GRAFITO
Las empaquetaduras trenzadas se emplean para
esquematizar movimientos rotativos, alternativos o
helicoidales. Su principio de funcionamiento se logra
por la interferencia conseguida mediante un apriete

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MORALES SOTO ANDREA PAMELA
exterior.
Propiedades: Rango de temperatura: Hasta 130°C, Velocidad máx 10 m/seg. Ph 6 - 8.

6.20 EMPAQUETADURA DE GRAFITO EXPANDIDO REFORZADO CON ALAMBRE DE


INCONEL
Empaquetadura trenzada diagonalmente con hilos de
grafito flexible con alto contenido de carbono reforzado
con alambre de Inconel.
Propiedades: Rango de temperatura – 200°C a 650°C,
Densidad 1.2 g/cc, Presión 200 bar – 350 bar.

6.21 EMPAQUETADURA DE CAUCHO NITRILO (NBR) NITRILO-BUTADIENO


Caucho sintético que ofrece mejor resistencia química y capacidad de temperatura que
el neopreno. Buena resistencia a los hidrocarburos y a los aceites. No recomendada
para hidrocarburos clorinados, ésteres, acetonas y agentes fuertemente oxidantes.
 Excelente resistencia a temperaturas elevadas.
 Resistencia muy satisfactoria frente a aceites e hidrocarburos alifáticos (hexano,
heptano, metano, etano, octano, butano, pentano).
 Limitada resistencia frente a los hidrocarburos aromáticos (benceno, tolueno,
xileno) y más aún frente a los clorados (cloroformo, tricloroetileno,
percloroetileno).
 Buena adhesión al acero.
 Resisten a los ácidos (excepto
oxidantes), ácidos grasos, grasas
vegetales o animales.
 Resisten álcalis y sales.
 Es de destacar su baja permeabilidad al aire y a otros gases hidrocarbonados
como gas natural, propano y butano.
6.22 EMPAQUETADURA DE NO ASBESTO AZUL
Composición del Material: Fibra Aramida, Fibra Mineral e Inorgánica con inserciones de
caucho Nitrilo NBR.
Aplicaciones: Adecuado para materiales de juntas resistentes al aceite para cargas de
media a mayor, buena resistencia al agua, gases,
aceites y combustibles. Un material de sellado

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estándar utilizado en compresores, medidores de gas y motores de combustión interna.
Propiedades: Temperatura máxima: 400°C, Max. Temperatura Continua: 250°C,
Presión máxima: 100 BAR (1450 psi)

6.23 EMPAQUETADURAS DE CORDÓN TRENZADO


Empaquetadura de construcción inter-trenzada a partir de fibras de aramida de alta
calidad con impregnación de PTFE, esta empaquetadura en particular es
extremadamente durable y de uso rudo, gracias a la insuperable resistencia mecánica
de la aramida. La impregnación de PTFE y lubricante inerte resulta en un coeficiente de
fricción muy bajo y una velocidad periférica de hasta 15m/s.
 Muy resistente a la presión, abrasión y las altas temperaturas.
 Bajo coeficiente de fricción
 Indicada para disipar el calor que se produce
en las bombas centrífugas.
Aplicaciones: Indicada para bombas centrífugas,
alternativas y mezcladoras. Apta para trabajar con
productos solventes, ácidos ligeros, aceites y vapor.
Empaquetadura especialmente indicada para la
industria alimentaria, farmacéutica y azucarera.
Industrias papeleras, depuradoras, químicas,
petroquímicas y centrales eléctricas.

6.24 EMPAQUETADURAS TRENZADA DE FIBRA ACRÍLICA SINTÉTICA


Empaquetadura trenzada en diagonal con hilos de fibra acrílica e impregnada de PTFE
y lubricante de rodaje. Empaquetadura utilizada como sustituto del amianto teflonado.
No tóxica.
 Empaquetadura económica que ofrece excelente resistencia en aplicaciones
generales y condiciones poco severas. Buena resistencia mecánica.
 Buena adaptabilidad. El tratamiento de PTFE mejora la resistencia química de la
empaquetadura.
 Resistente al ambiente marino
Aplicaciones: Indicada para bombas centrifugas, válvulas
a baja presión, bombas alternativas, mezcladores.
Indicada para tratamiento de aguas residuales, agricultura,

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fundición y plantas de acero, industria minera, náutica e industria en general.

6.25 EMPAQUETADURAS DE FIBRA FENÓLICAS NOVOLOID


Empaquetadura trenzada con fibras fenólicas tipo “KYNOL”, impregnada interior y
exteriormente con PTFE y LUBRICANTE INERTE.
 Empaquetadura diseñada para productos abrasivos y para ejes deteriorados.
 Excelente resistencia química, excepto a los fuertes ácidos, bases y agentes
oxidantes.
Aplicaciones: Para uso dinámico en bombas
centrífugas o alternativas. Servicios generales donde el
grafito puede no ser aceptable: aplicaciones de vapor,
agua, ácido (excepto ácido sulfúrico o nítrico
concentrado o caliente), químicos y solventes, uso
múltiple en plantas químicas y plantas de celulosa y
papel.

6.26 EMPAQUETADURAS TRENZADA DE GRAFITO EXPANDIDO.


Empaquetadura trenzada en diagonal con cinta de grafito puro expandido. Tratada con
inhibidores de corrosión.
 Empaquetadura autolubricante y muy flexible, por lo que
aumenta considerablemente su durabilidad y elimina las
rayaduras de la camisa y el eje. Especialmente diseñada
para bombas de alta velocidad.
 Por su composición, permite disipar la temperatura.
 De fácil instalación, posee las mismas propiedades que
los anillos preformados de grafito puro.
Aplicaciones: Bombas y agitadores que trabajan a altas temperaturas y sometidas a
grandes presiones. Indicada para industria petroquímica, química, plantas de
tratamiento de aguas centrales eléctricas y de proceso. Aplicable en agua, vapor sobre
calentado, ácidos, lejía.

6.27 EMPAQUETADURAS DE CAÑAMO ENGRASADO


Empaquetadura trenzada con hilos de cáñamo, impregnados con grasa o sebo tratado,
para evitar la pérdida de propiedades.

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 Es una empaquetadura económica, empleada especialmente en industria naval,
es resistente al ambiente marino.
 Con una composición de 60% de hilos de algodón y 40% de Sebo animal.
Aplicaciones: Muy utilizada en el ambiente marino, hidroeléctricas y aplicaciones no
agresivas. Se usa en agua salada, aceites, etc. No raya los ejes.

6.28 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO PURO


Empaquetadura en cordón suave trenzado. Diseñadas para
aplicaciones a bajas temperaturas y bajas velocidades
periféricas, generalmente en la actualidad son de muy baja
casualidad y son PELIGROSAS A LA SALUD, conoce más del
asbesto y el MESOTELIOMA.
Aplicaciones: Puertas de horno, tapas de calderas, aire
caliente, gases, vapor seco.

6.29 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO ATEFLONADO


El teflón que recubre cada hilo de asbesto y a todo el
conjunto de la trenza, le imparte una excelente resistencia
química y un bajo coeficiente de fricción.
Aplicaciones: Se utiliza con ácidos y cáusticos de
mediana agresividad, aire, agua, gases, solventes, aceites
y en general productos químicos.
6.30 EMPAQUETADURAS DE ASBESTO GRAFITADO
Empaquetadura de uso general. Cada hebra es revestida de
grafito, así como la superficie total de la trenza para obtener el
máximo de lubricación y evitar el rayado de ejes.
Aplicaciones: Se recomienda para sellar ácidos y alcalinos
débiles, agua, vapor, salmuera, aceites, etc.

6.31 EMPAQUETADURAS DE TEFLÓN


Es una empaquetadura robusta y grado alimenticio y de alta pureza aprobada para uso
en oxigeno líquido y gas. Su estructura ayuda a crear anillos de densidad homogénea
para un verdadero control de emisiones, y absorber dilataciones y/o fluctuaciones de la
presión interna del fluido.

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 Resistencia a temperaturas altas y
bajas: De -200ºC hasta 260°C
 Resistencia a todos los químicos (pH
0 – 14): Hasta los más corrosivos
 Coeficiente de fricción estática y
dinámica cerca de cero
 Antiadhesivo y autolubricado
 Propiedades dieléctricas óptimas
 Es sanitario: No es tóxico, no contamina ni absorbe humedad
Aplicaciones: Rebordes de caja de bomba o compresor, Rebordes de recipientes de
vapor, Sistemas hidráulicos, Vástago de válvulas, Industrias Químicas, Técnicas de alta
frecuencia, Técnicas del frío, Construcción de grifería, Industrias Eléctricas.

7 LUBRICANTES PARA EMPAQUETADURAS

7.1 LA MICA:
Es una sílice hidratada y es similar al talco como lubricante; ambos se
utilizan todavía en empaquetaduras de válvula, pero rara vez en
máquinas rotatorias por la alta fricción que producen.

7.2 EL GRAFITO:
Es el lubricante más común para empaquetaduras y es inerte a la
mayor parte de los productos químicos.

7.3 EL DISULFURO DE MOLIBDENO:


Lubricante seco similar al grafito, pero no produce corrosión
electrolítica.

7.4 LA GRASA MINERAL:


El sebo y los aceites de petróleo tienen resistencia limitada a la
temperatura y a los productos químicos.

7.5 EL DISULFURO DE TUNGSTENO:


Lubricante para temperaturas muy altas, muy resistente a la corrosión.

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7.6 El TFE:
Ha sido el adelanto más grande en lubricantes para empaquetaduras y se utiliza en
muchos tipos. Pueden contener hasta 35% de TFE según el tipo de construcción y las
características de absorbencia de la hilaza base; tiene un límite de temperatura de 500ºF
y es casi inerte a todos los productos químicos. Las excepciones son los metales
alcalinos fundidos y algunos compuestos halogenados raros.

7.7 EL LUBRICANTE IDEAL PARA EMPAQUETADURAS DEBE:

 Lubricar entre la empaquetadura y el eje


para evitar desgaste, rayaduras o
pegaduras. Es esencial un bajo coeficiente
de fricción.
 Actuar como bloqueador entre las fibras
para evitar el escape de un exceso de
líquido por las costuras de la
empaquetadura.
 Ser insoluble en el líquido que se bombea.
 Trabajar a la temperatura recomendada
para la empaquetadura básica, excepto
cuando se trata de un lubricante de
sacrificio que ayuda en el asentamiento inicial.
 Tener larga duración en almacén sin endurecerse ni perder sus
características básicas.
 Ser compatible con el líquido que se bombea y no contaminarlo.
 Impedir la corrosión galvánica o electrolítica.

8 ¿CÓMO ASEGURAR LA CALIDAD DE LAS EMPAQUETADURAS, PARA NO ARRIESGAR


LA SEGURIDAD DEL PERSONAL DE LA PLANTA?

Lo más importante es la selección del proveedor y fabricante de la empaquetadura, verificar su


currículum para determinar que es una fuente confiable, y sea capaz de responder y solucionar
posibles problemas en sus aplicaciones y brindar el soporte técnico necesario.
Otro punto muy sencillo, es no aceptar materiales SIN MARCA, o con simples etiquetas con

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alguna marca, Alguien que fabrica un buen material no quiere estar en el anonimato, por el
contrario, quiere que la gente y sus clientes lo puedan identificar, si usted recibe materiales sin
marca y cajas blancas o genéricas, lo más seguro es que esté siendo víctima de un engaño, y
está poniendo en riesgo la seguridad de su planta.
Cada día es más común que pequeñas compañías que no tienen el conocimiento técnico de
empaquetaduras y materiales ofrecen, por ejemplo; empaquetaduras acrílicas con cubierta de
teflón, como si fueran empaquetaduras de PTFE virgen, o empaquetaduras de asbesto
grafitado como si fueran de grafito flexible.
Para evitar estas situaciones seleccione muy bien a sus proveedores y marcas que solicita.

9 PASOS REQUERIDOS PARA COLOCAR UNA EMPAQUETADURA A UNA BOMBA

1) Remueva el empaque viejo, así como el anillo de cierre hidráulico, si es que esta
usando alguno.
2) Inspecciones el eje de la bomba y la caja de empaques para la limpieza y uso.
Reemplace las partes usadas y limpie la cada de empaques.
3) Determine el tamaño de empaque y número de anillos requeridos midiendo el diámetro
interior de cada de los empaques, el diámetro exterior y la profundidad.
4) Corte los anillos a la longitud
apropiada usando un eje de
instalación, con un lubricante.
5) Lubrique el diámetro interior de cada
anillo antes de la instalación, con un
lubricante.
6) Instale cada anillo individualmente
asiéntelo en la caja de empaques.
Rote la junta de empalme de cada
anillo sucesivo a 90° (12:00, 3:00, 6:00, 9:00, etc.)
7) Apriete la glándula siguiente solamente con un dedo después de que el último anillo
haya sido instalado
8) Abra las válvulas de descarga y de succión para establecer el goteo.
9) Encienda la bomba y permita que el empaque gotee por 10-15 minutos.
10) Ajuste los pernos o roscas de la glándula uno a la vez sin que quede un espacio menor

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de cinco minutos entre cada paso, hasta que el goteo sea aceptable. (ej. 60 gotas por
minuto).

9.1 HERRAMIENTAS
La extracción de la vieja empaquetadura y la instalación de la nueva, así como el apriete de los
tornillos o espárragos exige ciertas herramientas específicas. También se deben utilizar los
equipos y aplicar las prácticas de seguridad recomendados. Asegúrese de disponer del
siguiente equipo antes de iniciar la instalación:
 Cortador calibrado de anillos de empaquetadura.
 Llave dinamométrica calibrada
 Linterna
 Casco
 Gafas de seguridad
 Calibres interior/exterior
 Lubricante para los tornillos
 Extractor de empaquetaduras
 Cuchillo para empaquetaduras
 Regla de acero
 Calibre/calibrador (vernier) Otros equipos específicos de la planta.

9.2 LIMPIE Y EXAMINE


 Afloje los tornillos del prensa-estopas
 Extraiga la empaquetadura vieja
 Examine el eje o husillo
 Examine las otras piezas
 Examine la caja prensa-estopas
 Sustituya piezas Inspeccione la empaquetadura vieja

9.3 MIDA Y REGISTRE


 Registre en un documento el diámetro del eje (husillo) la
profundidad del estopero.

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9.4 SELECCIONE LA EMPAQUETADURA
 Asegúrese de que la empaquetadura corresponde a la
especificada
 Calcule
 Examine la empaquetadura Tenga en cuenta si hay alguna
instrucción especial
 Asegúrese de la limpieza

9.5 PREPARE LOS TORNILLOS


 Enrosque la empaquetadura en un madrino
 Corte la empaquetadura limpiamente recta o a bisel
 Corte un anillo cada vez y verifique el tamaño.

9.6 INSTALE LA EMPAQUETADURA


 Con cuidado, Asegúrese de que cada anillo quede bien
asentado
 Disponga las juntas de los anillos al tresbolillo
 Compruebe el anillo linterna
 Asegúrese de que el eje o husillo gira libremente

9.7 AJUSTE LA EMPAQUETADURA EN UNA BOMBA


 Con cuidado, Asegúrese de que cada anillo queda bien
asentado
 Disponga las juntas de los anillos al tresbolillo
 Compruebe el anillo linterna
 Asegúrese de que el eje o husillo gira libremente.

9.8 AJUSTE LA EMPAQUETADURA EN UNA VÁLVULA


 Apriete los tornillos del prensa-estopas en pasos sucesivos
 Apriete los tornillos aproximadamente hasta el 30% del apriete
completo
 Abra y cierre la válvula varias veces

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9.9 REPITE Y SUSTITUCIÓN
 Es aconsejable normalmente el comprobar los ajustes del
prensaestopas después de unas pocas horas de funcionamiento.
 La empaquetadura debe ser reemplazada cuando el prensa-estopa
no permite ya ningún ajuste adicional.

10 USO INDUSTRIAL DE LAS EMPAQUETADURAS

 Los usos de las empaquetaduras son muy variados entre ellos


tenemos: sellado de equipos rotativos, multipropósito, sellado de
válvulas, sellado de bridas e incluso equipos especiales para
cumplir con requisitos específicos de las aplicaciones de equipos.
 Las empaquetaduras y juntas son denominadas como sistemas de
sellado de mayor rendimiento para una variedad de aplicaciones.
 Encuentran su uso principal en las industrias de procesos tales
como petroquímica, farmacéutica, pulpa y papel químico, acerías.
 Son requeridas en las industrias de servicios públicos, marina,
agua, aguas residuales, alimentos y plantas de energía fósil /
nuclear.
 Sellan todo tipo de fluidos, incluidos agua, vapor, ácidos, cáusticos,
solventes, gases, aceite, gasolina y otros productos químicos en
una amplia gama de condiciones de temperatura y presión.
 Se utilizan en bombas rotativas, centrífugas y alternativas,
mezcladores, agitadores, secadores, válvulas, juntas de
expansión, sopladores de hollín y muchos otros tipos de equipos
mecánicos.

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