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Proyecto Estructural Unidad Educativa Sucre

El documento presenta el proyecto estructural de una unidad educativa nueva en Arrumani, Cochabamba. Se realizaron estudios topográficos y de geotecnia para caracterizar el terreno, y se analizó el modelo arquitectónico propuesto para verificar el cumplimiento de normas. El proyecto consiste en la construcción de un edificio de 5 pisos para uso educativo.
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Proyecto Estructural Unidad Educativa Sucre

El documento presenta el proyecto estructural de una unidad educativa nueva en Arrumani, Cochabamba. Se realizaron estudios topográficos y de geotecnia para caracterizar el terreno, y se analizó el modelo arquitectónico propuesto para verificar el cumplimiento de normas. El proyecto consiste en la construcción de un edificio de 5 pisos para uso educativo.
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ESCUELA MILITAR DE INGENIERÍA

MCAL. ANTONIO JOSÉ DE SUCRE


“BOLIVIA”

TRABAJO DE GRADO

PROYECTO ESTRUCTURAL UNIDAD EDUCATIVA NUEVA


ARRUMANI, DISTRITO N° 15 DEL MUNICIPIO DE
COCHABAMBA.

GABRIEL RAMIRO JIMENEZ VARGAS

COCHABAMBA, 2021
ESCUELA MILITAR DE INGENIERÍA
MCAL. ANTONIO JOSÉ DE SUCRE
“BOLIVIA”

TRABAJO DE GRADO

PROYECTO ESTRUCTURAL UNIDAD EDUCATIVA NUEVA


ARRUMANI, DISTRITO N° 15 DEL MUNICIPIO DE
COCHABAMBA.

GABRIEL RAMIRO JIMENEZ VARGAS

Modalidad: Proyecto de Grado


presentado como requisito para
optar al título de Licenciado en
Ingeniería Civil

TUTOR: ING. PAOLA MERCEDES ZAMBRANA GONZALES

COCHABAMBA, 2021
ÍNDICES

viii
ÍNDICE DE CONTENIDO

CONTENIDO PÁGINAS

1. GENERALIDADES.............................................................................................1

1.1. INTRODUCCIÓN.............................................................................................. 1

1.2. ANTECEDENTES.............................................................................................3

1.3. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA..............................................................8

1.4. OBJETIVOS Y ACTIVIDADES.........................................................................9

1.5. JUSTIFICACIÓN.............................................................................................10
1.5.1. Justificación técnica........................................................................................ 10

1.5.3. Justificación económica...................................................................................14

1.6. DELIMITACIÓN.............................................................................................. 14

1.7. PROGRAMA DE ACTIVIDADES....................................................................15


2. MARCO TEÓRICO............................................................................................2

2.1. PRINCIPIOS DE TOPOGRAFÍA.......................................................................4


2.1.1. Definición...........................................................................................................4

2.1.2. Planimetría........................................................................................................ 5

2.1.3. Altimetría........................................................................................................... 6

2.1.4. Curvas de nivel..................................................................................................6

2.1.5. Levantamiento topográfico................................................................................6

2.1.6. Estación total.....................................................................................................8

2.2. BASES DE GEOTÉCNIA PARA EDIFICACIONES..........................................9


2.2.1. Definición...........................................................................................................9

2.2.2. Exploración del subsuelo.................................................................................10

ix
2.2.3. Ensayo de penetración estándar.....................................................................11

2.2.4. Correlación entre el estudio SPT y la capacidad portante admisible..............14

2.2.5. Sistema unificado de clasificación de suelos..................................................15

2.2.6. Ensayos de laboratorio para la clasificación del suelo....................................17

2.2.7. Empuje lateral del suelo..................................................................................19

2.2.8. Coeficiente de balasto.....................................................................................22

2.3. CARACTERÍSTICAS ARQUITECTÓNICAS..................................................23


2.3.1. Parámetros de diseño de instituciones educativas.........................................23

2.3.2. Reglamentos para la construcción en Bolivia..................................................25

2.3.3. Altura máxima de edificación...........................................................................26

2.3.4. Alturas máximas de edificación y retiros (O.M 4100)......................................27

2.3.5. Alturas recomendadas entre niveles...............................................................28

2.4. PARÁMETROS PARA EL DISEÑO ESTRUCTURAL....................................29


2.4.1. Cargas actuantes............................................................................................ 29

2.4.2. Cargas muertas...............................................................................................29

2.4.3. Cargas vivas....................................................................................................31

2.4.4. Cargas ambientales........................................................................................ 32

2.4.5. Análisis y diseño..............................................................................................43

2.4.6. Combinaciones y estados de carga................................................................44

2.4.7. Reducción de resistencia................................................................................46

2.4.8. Métodos de análisis.........................................................................................47

2.4.9. Configuración estructural.................................................................................47

2.4.10. Juntas de dilatación.........................................................................................48

2.4.11. Tipos de juntas de dilatación...........................................................................49

x
2.4.12. Análisis estructural en SAP2000.....................................................................50

3. MARCO PRÁCTICO.........................................................................................55

3.1. ESTUDIOS PRELIMINARES..........................................................................55


3.1.1. Topografía de la zona del proyecto.............................................................55

3.1.2. Estudio geotécnico.......................................................................................59

3.2. ANÁLISIS DEL MODELO ARQUITECTÓNICO.............................................64


3.2.1. Verificación de alturas y retiros máximas permitidos...............................64

3.2.2. Altura recomendada entre niveles...............................................................66

BIBLIOGRAFIA............................................................................................................... 69

ANEXOS

xi
ÍNDICE DE FIGURAS

Pág.

FIGURA 1.1 Emplazamiento...........................................................................................3


FIGURA 1.2 Vista Tridimensional................................................................................... 4
FIGURA 1.3 Plano de sótano..........................................................................................5
FIGURA 1.4 Plano tipo de los pisos 1 a 3.......................................................................5
FIGURA 1.5 Plano piso 4 “Plaza de comidas”................................................................6
FIGURA 1.6 Plano piso 5 “Cine”.....................................................................................7
FIGURA 1.7 Plano de la cubierta....................................................................................7
FIGURA 1.8 Cortes S-05 Y S-06.....................................................................................8
FIGURA 1.9 Cortes S-02 ,S-03 y S-04............................................................................8
FIGURA 1.10 Planos de elevación este-oeste................................................................9
FIGURA 1.11 Planos de elevación norte y sur................................................................9
FIGURA 1.12 Ubicación del proyecto...........................................................................16
FIGURA 1.13 Programa de actividades........................................................................17

FIGURA 2.1 Estación total............................................................................................6


FIGURA 2.3 Sistema unificado de clasificación de suelos......................................16
FIGURA 2.4 Hipótesis de diseño de Rankine............................................................21
FIGURA 2.5 Plano de alturas, ciudad de Cochabamba............................................27
FIGURA 2.10 Estados de carga tipo ajedrez.............................................................45
FIGURA 2.11 Estado de carga totalmente cargado..................................................46
FIGURA 2.12 Junta de dilatación tipo diapasón.......................................................49
FIGURA 2.13 Junta de dilatación tipo ménsula de apoyo.......................................50
FIGURA 2.14 Pandeo................................................................................................... 52

FIGURA 3.15 Excavación a 80 cm de profundidad...................................................60


FIGURA 3.16 Muestras extraídas...............................................................................61
FIGURA 3.3 Alturas máximas permitidas por zonas de Cochabamba...................65
FIGURA 3.4 Altura entre niveles................................................................................66
FIGURA 3.5 Arquitectura de aulas tipo.....................................................................67
xii
INDICE DE CUADROS

Pág.

CUADRO 1.1 Objetivos..................................................................................................12


CUADRO 2.1 Fundamentos teóricos…………………………………..……………...…….18

xiii
ÍNDICE DE TABLAS

Pág.

TABLA 2.1 Valores de eficiencia del martillo (%)..........................................................30


TABLA 2.2 Factores ηB ,ηS ,ηR ......................................................................................31
TABLA 2.3 Correlación entre carga última y el coeficiente de balasto..........................39
TABLA 2.4 Solicitaciones en edificaciones...................................................................41
TABLA 2.5 Pendientes y tramos adecuados.................................................................46
TABLA 2.6 Sobrecargas por material............................................................................48
TABLA 2.7 Velocidades de básicas de viento en ciudades..........................................52
TABLA 2.8 Coeficiente de presión interna....................................................................53
TABLA 2.9 Coeficientes de presión externa GCp.........................................................54
TABLA 2.10 Clasificación de estructuras según su naturaleza.....................................54
TABLA 2.11 Factor de importancia, I............................................................................56
TABLA 2.12 Categorías de exposición de la estructura................................................57
TABLA 2.13 Coeficientes de exposición para la presión dinámica, Kz.........................58
TABLA 2.14 Factor topográfico, Kzt..............................................................................60
TABLA 2.15 Factor de direccionalidad del viento, Kd...................................................60
TABLA 2.16 Combinaciones de carga según ASCE 7-10.............................................62
TABLA 2.17 Factores de reducción de resistencia.......................................................64
TABLA 2.18 Distancia entre juntas de dilatación..........................................................66
TABLA 2.19 Tamaños mínimos de soldadura según AISC...........................................84
TABLA 2.20 Propiedades dimensionales de anclajes roscados...................................87
TABLA 2.21 Propiedades de los materiales usados para anclajes...............................88
TABLA 2.22 Distancia correspondiente a un anclaje rebajado.....................................96
TABLA 2.23 Requisitos granulométricos del agregado fino..........................................98
TABLA 2.24 Calidades de acero.................................................................................101
TABLA 2.25 Máximas deflexiones permisibles calculadas en losas...........................109
TABLA 2.26 Espesores mínimos de losa unidireccional.............................................110
TABLA 2.27 Altura mínima de vigas...........................................................................120
TABLA 2.28 Modelo planilla de análisis de precios unitarios......................................154

xiv
TABLA 3.2 Datos obtenidos mediante estación total..............................................57
TABLA 3.3 Clasificación del suelo............................................................................62
TABLA 3.5 Resultados SPT - Pozo 1 y 2 (suelo)......................................................62
TABLA 3.11 Tabla resumen de áreas, Bloque 2 de oficinas...................................67

No se encuentran elementos de tabla de ilustraciones.

xv
ÍNDICE DE ANEXOS

ANEXO “A” Carta de Solicitud

ANEXO “B” Levantamiento topográfico

ANEXO “C” Estudio de suelos y geotecnia

ANEXO “D” Estructuras metálicas

ANEXO “E” Estructuras de hormigón armado

ANEXO “F” Documentos del proyecto

ANEXO “G” Planos arquitectónicos

ANEXO “H” Varios

xvi
CAPÍTULO 1
GENERALIDADES

1
PROYECTO ESTRUCTURALUNIDAD EDUCATIVA NUEVA
ARRUMANI, DISTRITO N° 15 DEL MUNICIPIO DE COCHABAMBA
1. GENERALIDADES

1.1. INTRODUCCIÓN

Ante el gran crecimiento poblacional de nuestro Departamento, el cual ha


ocasionado la expansión de la mancha urbana, se tiene la necesidad siendo la
educación un derecho fundamental, llevar a cabo la construcción de
establecimientos educativos para garantizar la educación integral de los futuros
herederos de nuestro país. Una solución para esta necesidad es la implementación
de colegios públicos los cuales cuenten con una gran capacidad y condiciones
adecuadas para el desarrollo de los estudiantes, ( "Fondo de las Naciones Unidas
para la Infancia" UNICEF Para Cada Infancia, s. f.).

Actualmente este Distrito no cuenta con una Unidad Educativa cerca al lugar, ni por
los alrededores, de esta manera surge la idea de la construcción de la “Unidad
Educativa Nueva Arrumani”, Distrito N°15 del Municipio de Cochabamba, ya que
existe mucha demanda de estudiantes, los cuales no pueden ser atendidos en su
totalidad por las deficientes estructuras educativas existentes, en este marco el
Gobierno Autónomo Municipal de Cochabamba requiere subsanar con la
implementación del proyecto estructural para la “Unidad Educativa Nueva Arrumani”
(Dirección de Planificación Gobierno Autónomo Municipal de Cochabamba, 2020).

Se encuentra ubicado en la zona Sud, Nuevo Arrumani perteneciente al Distrito N°15


del municipio de Cercado del departamento de Cochabamba. En este campo se
desea satisfacer las necesidades que poseen y que cumpla con la ley nacional de educación
Avelino Siñani – Elizardo Pérez, el presente proyecto tiene como estudio todas las
obras civiles, ya sean estructuras de hormigón y estructuras metálicas, como objeto
de estudio en particular el presente proyecto estructural “Unidad Educativa Nueva
Arrumani”.

1 - 23
Figura 1: Ubicación Unidad Educativa Nueva Arrumani

Fuente :
Google
Earth,
2021

1 - 23
1.2. ANTECEDENTES

Los planos Arquitectónicos fueron realizados por el departamento de dirección y


planificación de proyectos del gobierno autónomo municipal de Cochabamba, de
esta manera se obtiene las dimensiones iniciales de la Unidad Educativa Nueva
Arrumani.

El proyecto presenta una variedad de ambientes donde se destaca amplios cursos


las cuales son 28 aulas, sala de video y computación, 2 laboratorios de química y
física, 2 oficinas administrativas, 2 talleres de carpintería y áreas comunes (tinglado y
espacios de recreación). ver “ANEXO”.

Tabla 1: Superficie Total a Construir

BLOQUE 1 2 TINGLADO SUPERFICIE TOTAL


SUPERFICIE (M2.) 1525.1 1325.1 733.86 3584.06
Fuente: Elaboración propia, 2021,

Figura 2: Diseño arquitectónico vista lateral tridimensional Unidad Educativa Nueva Arrumani

Fuente: Dirección de planificación Gobierno Autónomo Municipal de Cochabamba

1 - 23
Figura 3: Diseño arquitectónico vista superior tridimensional Unidad Educativa Nueva
Arrumani

Fuente: Dirección de planificación Gobierno Autónomo Municipal de Cochabamba

Cuadro 1.1: Ambientes por planta


Ambiente Planta Baja Planta 1er Piso Planta 2doPiso Planta 3er Piso
Administración - ✓ - -
Aulas - ✓ ✓ ✓
Talleres ✓ ✓ -
Sala de reuniones - ✓ - -
Depósitos ✓ ✓ ✓ -
Laboratorios ✓ - - -
Biblioteca - ✓ - -
Sala de video y - ✓ - -
computación
Baños ✓ ✓ ✓ -

Fuente: Elaboración propia, 2021.

2 - 23
1.3. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA

2.1.1. Identificación del problema

La poblacion existente perteneciente al distrito N°15 solicita la construccion de una


unidad educativa debido a que la zona no cuenta con la misma, gracias a la nueva ley
de educación Nro. 070 Avelino Siñani – Elizardo Pérez (Toda persona tiene derecho a recibir
educación en todos los niveles de manera universal, productiva, gratuita, integral e
intercultural, sin discriminación) (Perez Elizardo, 2010).

Durante este plan educativo se logra favorablemente que grandes estructuras sean
ejecutadas en provincias y municipios que requieren de estos ambientes para mejorar el
aprendizaje en los niveles inicial, primario y secundario. (UNICEF Para Cada Infancia, s. f.)

Actualmente, el proyecto “Unidad Educativa Nueva Arrumani” requiere la elaboración


del diseño estructural, como parte fundamental en el inicio del diseño de la
estructura, así mismo es parte imprescindible para el cálculo del costo del proyecto
en general.

El Gobierno Autónomo Municipal de Cochabamba identificó como necesidad de su


gestión la construcción de una Unidad Educativa en el distrito N°15; esta cuenta
únicamente con planos del diseño arquitectónico, en base a este último y previo
análisis de cargas se tiene como requerimiento el diseño y dimensionamiento de
todos los elementos estructurales como ser cubiertas metálicas, losas, vigas,
columnas, escalera y fundaciones. El diseño arquitectónico inicial presenta dos
bloques con una superficie total construida de 4,455.89 m 2, incluida la cancha
multifuncional.

1 - 23
2.1.2. Formulación del problema

2.1.3. ¿Como se desarrollara de manera satisfactoria el diseño satisfactoria el


Proyecto Estructural Unidad Educativa Nueva Arrumani, Distrito N° 15 del
municipio de cochabamba?

1.4. OBJETIVOS Y ACTIVIDADES

2.1.4. Objetivo general

Elaborar el proyecto estructural “Unidad Educativa Nueva Arrumani Distrito N° 15 Municipio


de Cercado del departamento de Cochabamba”.

2.1.5. Objetivos específicos y actividades

 Recopilar la información de campo.


 Verificar el modelo arquitectónico.
 Diseñar el proyecto estructural de elementos metálicos de cubierta.
 Elaborar el proyecto estructural de elementos de hormigón armado.
 Describir los documentos del proyecto.

Cuadro 1: Cuadro de objetivos y actividades

Objetivos específicos Actividades

 Elaboración del levantamiento


topográfico.
 Elaboración del estudio de suelos.
Recopilar la información de campo.
 Recopilación de información de las
condiciones meteorológicas de la
zona.

Verificar el modelo arquitectónico.  Verificación de ambientes en planta y

2 - 23
Objetivos específicos Actividades

elevación según planos.


 Determinación de la configuración
estructural.

 Elaboración del modelo de la cubierta


metálica de los bloques educativos.
 Diseño y dimensionamiento de la
cubierta metálica de los bloques
Diseñar el proyecto estructural de
elementos metálicos de cubierta. educativos.
 Elaboración del modelo, diseño y
dimensionamiento del tinglado.

 Determinación de las cargas


actuantes.
 Pre dimensionamiento de los
elementos de hormigón armado.
Elaborar el proyecto estructural de
elementos de hormigón armado.  Elaboración del modelo estructural.
 Elaboración del diseño y
dimensionamiento de los elementos
de hormigón armado.

 Elaboración de los planos


Describir los documentos del proyecto. estructurales del proyecto.
 Elaboración de cómputos métricos.
 Elaborar el pliego de especificaciones
técnicas.
 Elaboración de precios unitarios y
presupuesto.
 Elaboración del cronograma de

3 - 23
Objetivos específicos Actividades

actividades.

Fuente: Elaboración propia, 2021

1.5. JUSTIFICACIÓN

2.1.6. Justificación técnica

El trabajo será justificado técnicamente, debido a que con el análisis, calculo y


dimensionamiento estructural del diseño se brinda el cumplimiento al requerimiento
del Municipio y un aporte a partir de la entrega de un documento en el cual se refleja
el estudio realizado desde el punto de vista técnico de la Ingeniería Civil, para la
determinación de una infraestructura educativa que cumpla con los diferentes
requisitos que se exige para la enseñanza, el cual culminara con la ejecución y uso
del mismo.

Se realizará el diseño y verificación de vigas, columnas, losas, fundaciones y


escaleras, basados en normativas vigentes a nivel mundial y de alta fiabilidad que
son: ACI 318-19, ASCE 7, NB 1225001 y AISC. Todo el diseño se realizará previamente
la recopilación de datos de campo: Ensayos de muestras de suelo, Ensayos en
muestra de roca, Analisis de capacidad de carga, Carga admisible y la topografía del
terreno.

Cuadro 2: Justificación

Aspectos Pregunta Desarrollo


Valor teórico o de ¿Se llenará algún vacío de  Actualmente se carece
conocimiento conocimiento?
del proyecto estructural
¿Qué se espera saber con los
resultados que no se conocía de la unidad educativa.
antes?
¿Se pueden sugerir ideas,
recomendaciones o hipótesis
para futuros estudios?
4 - 23
Aspectos Pregunta Desarrollo
 Se espera obtener el
proyecto estructural y su
posterior optimización o
mejora.

¿Qué tan útil es la  La investigación y el


investigación?
desarrollo permitirá
¿Para qué sirve?
concluir en la mejor
propuesta, en cuanto a
Conveniencia.
rendimiento óptimo,
económico y técnico, del
proyecto estructural

¿Qué alcance o proyección  El desarrollo de este


social tiene?
proyecto permitirá el
inicio del proceso de la
construcción de la unidad
educativa, por tanto
traerá beneficios en el
desarrollo social de la
población, generando
Relevancia social
mejores lazos sociales
traducidos en un
crecimiento económico y
productivo de la zona, así
como el desarrollo
educativo de los
estudiantes

Implicaciones ¿Ayudará a resolver alguno o  Este proyecto permitirá


prácticas y de varios problemas reales?
resolver la necesidad de
desarrollo ¿Se desarrollarán
innovaciones, un centro educativo para

5 - 23
Aspectos Pregunta Desarrollo
procedimientos, sistemas o la población de Arrumani.
tecnologías para mejorar la
Actualmente no existe un
calidad de vida de seres
humanos y sus ambientes?, centro educativo en la
¿Tiene implicaciones
zona y la elaboración del
trascendentales para una
amplia gama de problemas proyecto estructural es un
prácticos?
paso imprescindible para
su construcción

¿Sugiere cómo estudiar más  El proyecto desarrolla un


adecuadamente una
estudio profundo de las
población?
necesidades de una
Utilidad metodológica población, considerando
su crecimiento, desarrollo
y necesidades.

Fuente: Elaboración propia, 2021

1.5.1. Justificación social

La incorporación de un centro educativo en un área de crecimiento poblacional es un


avance social importante, en especial para los niños y jóvenes que acuden a este
centro. Una de las necesidades principales para este sector poblacional es la
educación. (UNICEF Para Cada Infancia, s. f.)

Sin embargo el centro educativo no solo tendrá relevancia para este sector de la
población. La creación de empleos para los docentes y personal del colegio es un
factor importante. Así también se genera en un centro de interés y acercamiento
para otros miembros de la población, que no solo del lugar, se acercan a centros
concurridos, por el factor de la cercanía a la creación de nuevos empleos. De esta
manera el ciclo social generado por la interacción de la población se torna positivo
para la generación de una sociedad más unida y cohesionada, en diferentes factores
para el crecimiento.
6 - 23
1.5.2. Justificación económica

El establecimiento de un centro educativo es una innegable fuente de nuevos


empleos. No solo para el plantel docente, sino también para el personal
administrativo del centro. Así mismo el transporte hasta el centro educativo genera
un nuevo enlace económico con este sector. De la misma manera las ventas se
incrementan en especial ventas al por menor. Para los padres de familia también se
genera una ventaja económica debido a que un nuevo centro educativo y mas
cercano provee una ayuda en la economía de la familia, decreciendo los costos por
la lejanía que existía previamente entre el hogar y la unidad educativa.

1.6. DELIMITACIÓN

2.1.7. Delimitación temática

Para consumar el presente proyecto; el alcance del siguiente trabajo se limita a la


elaboración del proyecto estructural de una unidad educativa modelo con todos los
ambientes requeridos para un correcto desempeño en el ámbito de la educación,
para la obtención de este es necesario el área de la ingeniería estructural el cual a
su vez abarcara las siguientes materias:

Topografía, necesario para la obtención de una representación gráfica de la


superficie terrestre natural del lugar de emplazamiento.

Geotecnia, para la elaboración del estudio de suelos en base a los Ensayos de


muestras de suelo, Ensayos en muestra de roca, Analisis de capacidad de carga,
Carga admisible y clasificación según la norma AASHTO y ASTM.

Estructuras metálicas, Diseño y dimensionamiento de los componentes de las


cubiertas de los bloques educativos y de la estructura metálica del tinglado, según el
método LRFD y el cálculo de determinación de cargas actuantes (ASCE-07).

7 - 23
Hormigón armado, Diseño y dimensionamiento de los distintos elementos
estructurales como ser: losas, vigas, columnas, escaleras y rampa de acceso, según
la norma determinación de cargas actuantes (ASCE-07) y diseño en hormigón
armado (Código ACI 318-19).
Fundaciones, Diseño y dimensionamiento de los diferentes tipos de cimentaciones
superficiales de la estructura, según la norma diseño en hormigón armado (Código
ACI 318-19).

Construcción de viviendas y edificios, Para la elaboración de cómputos métricos y


especificaciones técnicas de toda la estructura.

Presupuestos y cronogramas, para la elaboración de planillas de precios unitarios y


presupuesto general del proyecto conjuntamente del cronograma de actividades.

El proyecto no contemplara con un cálculo y un diseño hidrosanitario, pluvial y


eléctrico, debido a su magnitud y para que posteriormente se pueda complementar.

2.1.8. Delimitación temporal

El presente proyecto se desarrollará en un lapso de 8 meses.

8 - 23
1.7. PROGRAMA DE ACTIVIDADES

FIGURA 1.1 Programa de actividades

Realización del levantamiento topográfico Levantamiento de datos por una estación total

Elaboración del estudio de suelos Elaboración de ensayos

Recopilación de información de las


condiciones meteorológicas de la zona Obtener registros Senamhi

Verificación de ambientes en planta y


Verificación según norma Neufert
elevación según planos

PROYECTO ESTRUCUTURAL: “UNIDAD


EDUCATIVA NUEVA ARRUMANI DISTRITO
N°15 DEL MUNICIPIO DE CERCADO DEL
DEPARTAMENTO DE COCHABAMBA” Determinación de la configuración
Verificación en AutoCAD
estructural

Elaboración del modelo de la cubierta


metálica de los bloques educativos Modelado en AutoCAD o REVIT

Diseño y dimensionamiento de la cubierta


metálica de los bloques educativos Diseño en SAP2000 o RAM

Elaboración del modelo. Diseño y


dimensionamiento del tinglado AutoCAD Y SAP2000 o RAM

Fuente: Elaboración propia

1
CAPÍTULO 2
MARCO TEÓRICO

1
2. MARCO TEÓRICO

CUADRO 2.1. Contenido teórico

Fundamentación
Objetivos específicos Actividades
Teórica

 Elaboración del  Fundamentos de


levantamiento Topografía.
topográfico.  Mecánica de
 Elaboración del Suelos
Recopilar la información
estudio de suelos  Geotecnia en
de campo
 Recopilación de las estructuras.
condiciones
meteorológicas de la
zona.

 Verificación de  Reglamento
ambientes en planta Boliviano de
y elevación según Construcciones
Verificar el modelo
planos. (Viceministerio de
arquitectónico
 Determinación de la vivienda y
configuración urbanismo).
estructural.

Elaboración de elementos  Elaboración del  Manual AISC


metálicos de cubierta modelo de la (Instituto
cubierta metálica de Americano de
los bloques Construcción en
educativos. Acero).
 Diseño y

2
dimensionamiento de  Método LRFD
la cubierta metálica (Diseño de factor
de los bloques de carga y
educativos. resistencia).
 Elaboración del
modelo, diseño y
dimensionamiento
del tinglado.

Elaboración de elementos  Determinación de la  Determinación de


de hormigón armado configuración cargas actuantes
estructural. (ASCE-07).
 Determinación de las  Diseño en
cargas actuantes. hormigón armado
 Pre (Código ACI 318-
dimensionamiento de 19)
los elementos de
hormigón armado.
 Elaboración del
modelo estructural.
 Elaboración del
diseño y
dimensionamiento de
los elementos de
hormigón armado.

Elaborar los documentos  Elaboración de los  Análisis de


del proyecto planos estructurales costos y
3
del proyecto. cronogramas
 Elaboración de  Dirección y
cómputos métricos evaluación de
 Elaborar el pliego de obras civiles
especificaciones  Dibujo técnico.
técnicas.
 Elaboración de
precios unitarios y
presupuesto
 Elaboración del
cronograma de
actividades

Fuente: Elaboración propia

2.1. PRINCIPIOS DE TOPOGRAFÍA

2.1.1. Definición

La topografía es una ciencia aplicada que se encarga de determinar las posiciones


relativas o absolutas de los puntos sobre la tierra, así como la representación en un
plano de una porción de la superficie terrestre, en otras palabras, la topografía
estudia los métodos ó procedimientos para hacer mediciones sobre el terreno y su
representación gráfica.

Es una técnica que describe los procedimientos para determinar las posiciones de
los puntos sobre la superficie de la tierra, mediante una combinación de medidas
según tres elementos del espacio: la distancia y la elevación medidas en unidades
de longitud y la dirección medida en unidades de arco. La topografía explica los
procedimientos y operaciones del trabajo de campo, los métodos de cálculo o

4
procesamiento de datos y la representación del terreno en un plano topográfico a
escala. (Casanova, 2002, págs. 7-1)

Los estudios topográficos tienen como objetivo:

 Realizar los trabajos de campo que permitan elaborar los planos topográficos.
 Ubicar las estructuras existentes en el terreno.
 Proporcionar la información general del terreno como ser distancias y
dimensiones.
 Proporcionar información de base para los estudios de geotecnia.

Establecer puntos de referencia para el replanteo antes de la construcción.

La topografía está en estrecha relación con dos ciencias en especial: la geodesia y la


cartografía. La geodesia determina la forma y dimensiones de la tierra; en la
topografía se determinan estas variables, pero a menor escala lo que conlleva a la
presunción de que el área estudiada es plana. La cartografía se encarga de la
representación, sobre una carta o un mapa de toda la tierra o de una parte de esta.
En la topografía no se toma en cuenta la forma de la tierra pues se la considera
como plana en la porción estudiada.

3. Planimetría

La planimetría, parte de la topografía, estudia el método y procedimiento para


representación a escala de los detalles del terreno en una superficie plana, sin tener
un relieve. La planimetría proyecta el terreno sobre un plano horizontal, y no importa
las diferencias de elevaciones entre diferentes puntos del terreno, la ubicación de los
diferentes puntos sobre la superficie de la tierra se hace mediante la medición de
ángulos y distancias a partir de puntos y líneas de referencia proyectadas sobre un
plano horizontal. (Navarro Hudiel, 2008, pág. 7)

5
4. Altimetría

La altimetría se encarga de la determinación y representación de cotas de puntos


con respecto a un plano de referencia. Con la altimetría se puede representar el
relieve del terreno, ya sea con planos de curvas de nivel, perfiles, etc. La
determinación de las alturas o distancias verticales también se puede hacer a partir
de las mediciones de las pendientes o grado de inclinación del terreno y de la
distancia inclinada entre cada dos puntos. Como resultado se obtiene el esquema
vertical. (Navarro Hudiel, 2008, pág. 8)

5. Curvas de nivel

Con la ayuda del software AutoCAD Civil 3D Land Desktop se puede obtener las
curvas de nivel con el intervalo deseado, basado en una triangulación en base a
datos altimétricos.

6. Levantamiento topográfico

FIGURA 2.1 Estación total

6
Fuente: Casanova, 2002, págs. 2-18

Un levantamiento topográfico puede definirse como la recopilación de datos de


campo suficientes para dibujar en un plano una figura semejante al terreno que se
desea representar. (Alcántara García, 1999, pág. 7)

Los levantamientos topográficos pueden ser agrupados según el proyecto que vaya
a desarrollarse, en este sentido, destacan los levantamientos de tipo general (lotes y
parcelas) que tienen por objeto marcar o localizar linderos, medianías o límites de
propiedades, medir y dividir superficies, ubicar terrenos en planos generales ligando
con levantamientos anteriores o proyectar obras y construcciones. (Navarro Hudiel,
2008, pág. 11)

Dentro de las metodologías empleadas para realizar un levantamiento topográfico se


ubica el método de radiación, el cual, consiste en ubicar un punto ya sea en el centro
del predio a medir o fuera de este, el mismo deberá tener como norma coordenadas
x, y, si se realizara un levantamiento planimétrico o coord. x, y, z, si se va a realizar
un levantamiento planialtimétrico. Este método permite al operador optimizar el
tiempo de trabajo a la ves permite hacer un control de los puntos a ser medios
permitiendo realizar el replanteo en base al punto utilizado como estación.

Las condiciones para la ejecución de este método son:

Todos los puntos que definen el lindero del lote se deben observar desde el punto
estratégico elegido.

Los alineamientos entre la estación y los puntos que definen los linderos deben estar
libres de obstáculos con el objeto de poder medir las distancias entre estos.

7
La distancia tomada entre la estación y los puntos radiados es la distancia horizontal,
mientras no se diga lo contrario.

7. Estación total

La estación total nace de la necesidad de reemplazar el instrumento conocido como


teodolito en la topografía, pero además se integra en si misma otros instrumentos de
gran utilidad para medición de distancias y una computadora para los cálculos
necesarios con memoria interna para el almacenamiento de datos. Esa versatilidad
hizo factible su uso para levantamientos catastrales referenciados con GPS sobre
todo en zonas de interés por su potencial desarrollo urbano. (Hernández Valencia,
2011, págs. 4-8)

Una estación total alcanza su máxima funcionalidad en la ingeniería de alta precisión


topográfica, esto en la construcción de carreteras, puentes, edificios, red de tuberías
o conductos, represas, etc. En todas estas estructuras la precisión es un requisito
indispensable para el funcionamiento óptimo de la obra. En la ingeniería de la
construcción la estación total cumple 2 funciones esenciales que corresponden al
levantamiento y el replanteo.

7.1.1.1. Funciones de la estación total

El funcionamiento del aparato se basa en un principio geométrico sencillo y muy


difundido entre los técnicos catastrales conocido como triangulación, que en este
caso consiste en determinar la coordenada geográfica de un punto cualquiera a
partir de otros dos conocidos. En palabras claras para realizar el levantamiento con
estación total se ha de partir de 2 puntos con coordenadas conocidas o en su
defecto asumidas, y a partir de esa posición se observan y calculan las coordenadas

8
de cualquier otro punto en campo. Se ha difundido universalmente la nomenclatura
para estos 3 puntos, y es usada por igual en cualquier modelo de estación total:

Coordenadas de la estación: Es la coordenada geográfica del punto sobre el cual se


ubica el aparato en campo. A partir del mismo se observan todos los puntos de
interés.

Vista atrás: Es la coordenada geográfica de un punto visible desde la ubicación del


aparato. El nombre tiende a confundir al pensar que este punto se ubica hacia atrás
en el sentido que se ejecuta el levantamiento, pero más bien se refiere cualquier
punto al que anteriormente se le determinaron sus coordenadas, mediante el mismo
aparato o con cualquier otro método aceptable.

Observación: Es un punto cualquiera visible desde la ubicación del aparato al que se


le calcularan las coordenadas geográficas a partir desde la coordenada de la
estación y vista atrás.

7.1.1.2. Partes y accesorios de la estación total

Trípode: Es la estructura sobre la que se monta el aparato en el terreno.

Estación total: Es el equipo principal y básicamente está formado por un lente


telescópico con objetivo de láser, un teclado, una pantalla y un procesador interno
para el cálculo y almacenamiento de datos. Funciona con baterías de litio
recargables.

Prisma: Es conocido como objetivo (target) que al ubicarse sobre un punto


desconocido y ser observado por la estación total capta el láser y hace que rebote de
regreso hacia el aparato. Un levantamiento se puede realizar con un solo prisma,
pero para mejorar el rendimiento se usan al menos dos de ellos.

9
FIGURA: Leica Flexline TS10 Estación Total Manual

FUENTE: Topo Avance

7.2. BASES DE GEOTÉCNIA PARA EDIFICACIONES

8. Definición

En términos generales, la ingeniería geotécnica es la rama de la ingeniería civil que


utiliza métodos científicos para determinar, evaluar y aplicar las relaciones entre el
entorno geológico y las obras de ingeniería. En un contexto práctico, la ingeniería
geotécnica comprende la evaluación, diseño y construcción en donde se utilizan
materiales de tierra. A diferencia de otras disciplinas de ingeniería civil, que
típicamente se ocupan de materiales cuyas propiedades están bien definidas, la
ingeniería geotécnica se ocupa de materiales sub superficiales cuyas propiedades,
en general, no se pueden especificar. (Merritt & Gardner, pág. 7)

10
9. Exploración del subsuelo

El proceso de identificación de las capas de depósitos que subyacen a una


estructura propuesta y sus características físicas se refiere generalmente como
exploración del subsuelo. El propósito de la exploración del subsuelo es obtener
información que ayudará al ingeniero en geotecnia en las siguientes tareas (Das,
2015, págs. 287-293):

-Selección del tipo y la profundidad de la base adecuada para una estructura.

-Evaluación de la capacidad de carga de la cimentación.

-Determinación de la ubicación del nivel freático.

Entre las muestras que se pueden obtener de la exploración del subsuelo se


encuentran las alteradas y las no alteradas que como su nombre indica son
muestras que han sufrido o no una variación en sus condiciones de consolidación y
compactación naturales. Generalmente se pueden utilizar para clasificar el suelo,
determinar el peso específico de los sólidos y la determinación del contenido
orgánico del suelo.

Las muestras alteradas se pueden recoger a través de muestreadores de cuchara


dividida mediante el ensayo de penetración estándar como se describe en el
apartado a continuación.

10. Ensayo de penetración estándar

El SPT que por sus siglas en inglés significa ensayo de penetración estándar es uno
de los métodos más empleados en ingeniería geotécnica para determinar la
capacidad portante de un suelo mediante relaciones empíricas y al mismo tiempo de
muestrearlo para posteriormente realizar pruebas en laboratorio. (Das, 2015, págs.
293-295)
11
Los muestreadores de media caña empleados para este ensayo se utilizan para
obtener muestras de suelo alteradas, pero todavía son representativas. Se compone
de una zapata de acero para herramientas de conducción, un tubo de acero que se
divide longitudinalmente por la mita y un acoplamiento en la parte superior. El
acoplamiento conecta la toma de muestras a la varilla de perforación. El tubo dividido
estándar tiene un diámetro interior de 34.93 mm y un diámetro exterior de 50.8 mm.

Cuando el pozo de sondeo se extiende a una profundidad determinada las


herramientas de perforación son retiradas y el muestreador se baja a la parte inferior
del pozo de sondeo. El muestreador se introduce en el suelo con golpes de martillo
en la parte superior de la barra de perforación. El peso estándar del martillo es de
623 N y, para cada golpe, el martinete tiene una altura de caída de 762 mm. Se
registra el número de golpes necesarios para la penetración del muestreador de tres
intervalos de 152.4 mm (15 cm por lo general). El número de golpes necesarios para
los dos últimos intervalos se suman para dar el número de penetración estándar, N,
a esa profundidad.

Este número se refiere generalmente como el valor N (ASTM D-1586). Entonces, el


muestreador es retirado y se eliminan la zapata y el acople. A continuación, la
muestra de suelo recuperado del tubo de coloca en un recipiente y se transporta a
laboratorio.

Con base en las observaciones de campo parece razonable estandarizar el número


estándar de penetración de campo basado en la energía de conducción de entrada y
su disipación en torno a la toma de muestras en el suelo circundante mediante la
siguiente relación:

N η H η B ηS η R
N ' 70=C N Ec. (2.1)
70

12
[ ]
0.5
Pa
CN= Ec. (2.2)
σ 'o

Dónde:

N 70= Número de penetración estándar corregido para condiciones de campo

N = Número de penetración medido

η H = Eficiencia del martillo (%)

η B= Corrección para el diámetro de la perforación

η S= Corrección del muestreador

η R= Corrección para la longitud de la varilla

C N = Factor de corrección

Pa= Empuje activo de suelo

σ ' o= Empuje activo de sobrecarga estándar (≈ 100 kN/m2)

Existen factores establecidos para cada variable presentada en la Ec. (2.1) y son
mostrados en las tablas a continuación:

TABLA 2.1 Valores de eficiencia del martillo (%)

13
1. Variación de η H

País Tipo de martillo Lanzamiento del martillo η H (%)

Japón Anillos Caída Libre 78

Anillos Cuerda y polea 67

Estados Seguridad Cuerda y polea 60


Unidos
Anillos Cuerda y polea 45

Argentina Anillos Cuerda y polea 45

China Anillos Cuerda y polea 60

Anillos Cuerda y polea 50

Fuente: Das, 2015, pág. 295

TABLA 2.2 Factores η B ,η S,η R

14
2. Variación de η B

Diámetro (mm) ηB

60-120 1.00

150 1.05

200 1.15

3. Variación de η S

Variable ηS

Muestreador estándar 1.00

Con revestimiento para arena densa y arcilla 0.80

Con revestimiento para arena suelta 0.90

4. Variación de η R

Longitud de la varilla (m) ηR

>10 1.00

6-10 0.95

4-6 0.85

0-4 0.75

Fuente: Das, 2015, pág. 295

11. Correlación entre el estudio SPT y la capacidad portante admisible

Meyerhof (1956) propuso una correlación de la presión de carga admisible neta para
las fundaciones con la resistencia a la penetración estándar, N 60. La presión
admisible neta puede ser definida como:

q adm(neta)=q adm−γ Df Ec. (2.3)

15
Desde que Meyerhof propuso si correlación original, los investigadores han
observado que sus resultados son más bien conservadores. Más tarde, Meyerhof
(Das, 2015, págs. 528-529) sugirió que la presión de carga admisible neta se debe
aumentar en aproximadamente un 50%. Bowles (1977) propuso que la forma
modificada de las ecuaciones de la presión de carga puede expresarse como:

( ) ( )
3.28 B+1
2
Se
q neta =11.98 N ' 70 Fd ( para B> 1.22m) Ec. (2.4)
3.28 B 25.4

F d=1+ 0.33 ( )
Df
B
≤ 1.33 Ec.(2.5)

Dónde:

N ' 70= Número de golpes SPT corregido

F d= Factor de profundidad

Se = Asentamiento admisible de la fundación (mm).

B= Base de la fundación (m).

Df = Profundidad de fundación (m).

12. Sistema unificado de clasificación de suelos

Este sistema es el más ampliamente utilizado entre los diversos sistemas de


clasificación, que se basan en los componentes del suelo, y correlaciona el tipo de
suelo con el comportamiento generalizado del mismo. (Merritt & Gardner, págs. 7.3-
7.8)

16
Todos los suelos se clasifican como de grano grueso (50% de las partículas > 0.074
mm), de grano fino (50% de las partículas < 0.074 mm) o predominantemente
orgánicos.

Los suelos de grano grueso se subdividen por el tamaño de sus partículas en boleos
(partículas mayores a 8 pulgadas), cantos (de 3 a 8 pulgadas), grava y arena. Para
arenas (S) y gravas (G) la distribución del tamaño del grano se identifica como mal
graduado (P) o bien graduado (W), como está indicado por el símbolo de cada
grupo. La presencia de fracciones de suelo de grano fino (menores del (50%), como
el limo y la arcilla, se indica por los símbolos M y C, respectivamente. Las arenas
también pueden clasificarse en gruesas (mayores que la malla Núm. 10), medianas
(menores que la malla Núm. 10) pero mayores que la Núm. 40).

Debido a que las propiedades de estos suelos por lo general son influidas en forma
significativa por la densidad relativa Dr, la relación entre la densidad in situ y la Dr se
considera importante.

Los suelos de grano fino se clasifican por su límite líquido y el índice de plasticidad,
en arcillas orgánicas OH o limos OL, arcillas inorgánicas CH o CL, o en limos o limos
arenosos MH o ML. Para los suelos limosos y orgánicos, los símbolos H y L denotan
alto o bajo potencial de compresibilidad y, en el caso de las arcillas, denotan alta o
baja plasticidad.

17
FIGURA 2.2 Sistema unificado de clasificación de suelos

Fuente: Das, 2015, pág. 83

13. Ensayos de laboratorio para la clasificación del suelo

13.1.1.1. Límites de Atterberg

Los límites de Atterberg, límites de plasticidad o límites de consistencia, se utilizan


para caracterizar el comportamiento de los suelos finos, aunque su comportamiento
varía a lo largo del tiempo. El nombre de estos es debido al científico sueco Albert
Mauritz Atterberg (1846-1916).

Los límites se basan en el concepto de que en un suelo de grano fino solo pueden
existir cuatro estados de consistencia según su humedad. Así, un suelo se encuentra
en estado sólido cuando está seco. Al agregársele agua poco a poco, va pasando
sucesivamente a los estados de semisólido, plástico y, finalmente, líquido. Los
contenidos de humedad en los puntos de transición de un estado al otro son los
denominados límites de Atterberg. (Merritt & Gardner, págs. 7.15-7.17)

18
Los ensayos se realizan en el laboratorio siguiendo el procedimiento estipulado por
ASTM D4318-98 y miden la cohesión del terreno y su contenido de humedad, para
ello se forman pequeños cilindros de espesor con el suelo. Siguiendo estos
procedimientos se definen tres límites:

Límite líquido: cuando el suelo pasa de un estado plástico a un estado líquido. Para
la determinación de este límite se utiliza la cuchara de Casagrande.

Límite plástico: cuando el suelo pasa de un estado semisólido a un estado plástico.

Límite de retracción o contracción: cuando el suelo pasa de un estado semisólido a


un estado sólido y se contrae al perder humedad.

13.1.1.2. Granulometría

Se denomina clasificación granulométrica o granulometría, a la medición y


graduación que se lleva a cabo de los granos de una formación sedimentaria, de los
materiales sedimentarios, así como de los suelos, con fines de análisis, tanto de su
origen como de sus propiedades mecánicas, y el cálculo de la abundancia de los
correspondientes a cada uno de los tamaños previstos por una escala
granulométrica. (Das, 2015, pág. 34)

El método de determinación granulométrico más sencillo es hacer pasar las


partículas por una serie de mallas de distintos anchos de entramado (a modo de
coladores) que actúen como filtros de los granos que se llama comúnmente columna
de tamices.

El procedimiento para realizar el ensayo responde a la ATM D422. Para su


realización se utiliza una serie de tamices con diferentes diámetros (3”-2”-1”-3/4”-
1/2”-3/8”-1/4”-°4-°10-°30-°50-°100-°200) que son ensamblados en una columna. En
la parte superior, donde se encuentra el tamiz de mayor diámetro, se agrega el

19
material original (suelo o sedimento mezclado) y la columna de tamices se somete a
vibración y movimientos rotatorios intensos en una máquina especial.

Luego de algunos minutos, se retiran los tamices y se desensamblan, tomando por


separado los pesos de material retenido en cada uno de ellos y que, en su suma,
deben corresponder al peso total del material que inicialmente se colocó en la
columna de tamices.

14. Empuje lateral del suelo

El problema del empuje de tierras adquiere fundamental importancia en la ingeniería


de fundaciones, por la magnitud de las presiones que el suelo ejerce sobre los muros
de contención o las estructuras subterráneas tales como sótanos, túneles, etc.

Básicamente el problema se reduce a proveer soporte lateral estable a un desnivel


del suelo que en determinado momento puede colapsar debido a la alteración de sus
condiciones y remoción de suelo. Los empujes laterales que el suelo ejerce sobre los
muros de contención pueden clasificarse en, empuje neutro, empuje pasivo y empuje
activo. La acción de la tierra sobre una estructura se denomina empuje activo, en
cambio en el segundo caso la acción de la estructura sobre la tierra se denomina
empuje pasivo.

14.1.1.1. Teoría de Rankine

La teoría de Rankine para obtener la magnitud de los empujes del suelo sobre los
muros es más sencilla que la de Coulomb, pues se basa en las siguientes hipótesis:

El suelo es una masa isotrópica y homogénea

No existe fricción entre el suelo y el muro

El paramento interno del muro es siempre vertical.


20
La resultante del empuje de tierras esta aplicada a 1/3 de la altura del muro, medida
desde su base.

La dirección del empuje es paralela a la inclinación de la superficie de la cuña, es


decir forma el ángulo con la horizontal.

Si bien la hipótesis de los paramentos sin fricción entre el suelo y el muro no es


válida, los resultados obtenidos mediante la teoría de Rankine, en suelos no
cohesivos, se hallan del lado de la seguridad, y los muros diseñados con estos
criterios ofrecen por lo general un comportamiento satisfactorio. (Fratelli, 1994)

Según la teoría de Rankine, el empuje activo se determina mediante la siguiente


expresión:

2
γ∗H
E a= ∗K a Ec.(2.6)
2

Dónde:

E a = Empuje activo [Kg]

γ = Peso específico del suelo [Kg/m3]

H = Altura del muro [m]

K a = Coeficientes de empujes

Se aplica la siguiente expresión solo cuando la superficie de la cuña es horizontal

2
K a =tan ( 45−∅ /2 ) Ec.(2.7)

∅ = Ángulo de fricción

21
FIGURA 2.3 Hipótesis de diseño de Rankine

Fuente: Fratelli, 1994, pág. 457

14.1.1.2. Efecto de la sobrecarga en el empuje lateral

Sobre la cuña del suelo que produce empujes en los muros, pueden actuar
sobrecargas de diferentes tipos, distribuidas o concentradas, las cuales provocan
empujes adicionales sobre los muros, que deben tomarse en cuenta en el diseño.

Estas sobrecargas son ocasionadas generalmente por construcciones cercanas,


peso de vehículos, depósitos de líquidos, equipos de construcción, etc.

En el caso de una sobrecarga uniformemente distribuida q, la resultante del empuje


activo adicional E’ estará ubicada en la mitad de la altura del muro, como se muestra
en la Figura 14, y se determina mediante la siguiente expresión.

E ' a=q H K a Ec. (2.8)

Dónde:

E ' a=¿ Empuje activo adicional [Kg]

22
q = Sobrecarga distribuida [Kg/m]

15. Coeficiente de balasto

También llamado módulo de reacción, está definido como el valor obtenido del
cociente entre la división del incremento de presión de contacto (q) y el
desplazamiento (δ). (Camacho Torrico & Sempertegui Tapia, 2009)

En la siguiente figura, se muestra la relación entre el módulo de reacción del suelo


de Winkler o el coeficiente de balasto con respecto a la carga última admisible del
suelo en cuestión.

TABLA 2.3 Correlación entre carga última y el coeficiente de balasto

Fuente: Camacho Torrico & Sempertegui Tapia, 2009, pág. 78

23
Desde la llegada de los ordenadores electrónicos y el empleo de los métodos
numéricos en el cálculo de las transferencias de carga de las estructuras al suelo, la
interpretación de este fenómeno a partir de apoyos elásticos discretos, ha facilitado
enormemente su interpretación.

15.1. CARACTERÍSTICAS ARQUITECTÓNICAS

15.1.1. Parámetros de diseño de instituciones educativas

Los parámetros principales para el diseño de de colegios se encuentran en las


normas DIN58125 y la norma DIN 18024, que se encuentra orientada al diseño
considerando personas discapacitadas.

Espacio general de enseñanza:

Lo componen aulas normales, aulas para cursos especiales, aulas de idiomas y


ciencias sociales, laboratorios de idiomas, salas de materiales didácticos, mapas y
otras salas enexas. Las materias de clases generales son idiomas, ciencias,
matemáticas, religión, ciencias sociales y políticas, asi como materias selectivas y de
apoyo.

Salas grupales:

En escuelas primarias y especiales deben distribuirse de forma que pueda


accederse a cada una de las salas desde dos aulas. Las salas multiuso pueden
ubicarse en otras razones.

Número de plantas:

24
Varía entre 3 a 4 plantas, mientras que en las escuelas para discapacitados fisicos y
psiquicos debe tener 1 a 2 plantas.

15.1.2.

15.1.3.

Dimensiones de aula:

La cantidad de alumnos por aula es 32, según las normas para calcular el tamaño
del aula deben considerarse pupitres de 2 plazas. En el caso de tener ventanas por
un solo lado, la profundidad máxima del aula será de 7,2 m. Para poder disponer los
muebles de forma libre u orientada, deben proyectarse aulas con iluminación por los
2 lados. La distancia entre el encerado y el ultimo asiento de un alumno no debe
superar los 9 m. Valores generales: superficie < 1,8 a 2 m2 por alumno, volumen de
25
aire de 5 a 6 m3. La altura libre de aulas mínimamente debe ser de 3m. No debe
reducirse más de 0,3 m por el paso de elementos constructivos aislados.

15.1.4.

16. Reglamentos para la construcción en Bolivia

Según el Reglamento Boliviano de Construcciones, los requerimientos mínimos y


lineamientos generales para la construcción de edificaciones se encuentran
clasificados de acuerdo al servicio y espacio disponible para su servicio.

Este Reglamento se aplica para la construcción de toda clase de edificación,


considerando los materiales constitutivos, la metodología constructiva, la diversidad
de usos y para el ámbito público o la iniciativa del sector privado, regula la ejecución
de todas las construcciones nuevas, ampliación, modificación, instalación, reparación
o rehabilitación que alteren, parcial o totalmente, la configuración arquitectónica de

26
las edificaciones o que produzcan una variación esencial en el conjunto del sistema
estructural, o tengan por objetivo cambiar los usos característicos de la edificación.
Así también a las obras que tengan el carácter de intervención total o parcial en
edificaciones catalogadas de patrimonio histórico o que dispongan de algún tipo de
protección de carácter ambiental o artístico.

TABLA 2.4 Solicitaciones en edificaciones

16.1.1. GÉNERO DE CARACTERÍSTICAS


EDIFICACION
26 m2 mínimo para vivienda económica o de
16.1.2.
Unifamiliar interés social / 36 a 54 m2 para vivienda

16.1.3. progresiva social. buena y más m2 vivienda Fuente:


Reglam Condominios Más de 10 viviendas
residencial ento
Oficinas De 30 m2 hasta 100 m2.

Oficinas de la Administración
De 100 m2 hasta 1.000 m2.
Pública - Bancos

Oficinas privadas De 1.000 m2 hasta 10.000


Almacenamiento y Abasto
De 1.000 m2 hasta 5.000
Tiendas de Barrio Hasta 250 m2
Farmacias
De 250 m2 hasta 5.000 m2
Tiendas de

Tiendas de Autoservicio De 250 m2 hasta 5.000 m2

Centros Comerciales - Hasta 4 niveles


Mercados
Talleres – Ferreterías
De 250 m2 hasta 10.000

Teatros Cines, Salas Mas de 250 concurrentes

Boliviano de la Construcción, 2016,pág. 1

27
2.3.3. Altura máxima de edificación

Habiéndose establecido la necesidad de disminuir la superficie mínima de los lotes, a


fin de facilitar la resolución a múltiples trámites administrativos de aprobación de
planos y el acceso a la tierra urbana de la población principalmente de escasos
recursos económicos, a partir de la aprobación del presente Reglamento las normas
que se aplicarán para casos de subdivisión de lotes y proyectos de urbanizaciones,
serán las siguientes, de acuerdo a la ubicación del predio en las diferentes zonas de
la ciudad.

16.1.4. 2.3.4. Alturas máximas de edificación y retiros (O.M 4100).

Con el objetivo de ajustar las alturas máximas de edificación, se plantean nuevos


parámetros para la determinación de la altura, los mismos que no se tomaron en
cuenta en las anteriores disposiciones municipales como ser el frente, superficie de
lote y su relación con el perfil de vía, factores que resultan de importancia relevante
en la configuración del espacio construido del tejido urbano de la ciudad. (HAMC,
2010).

Este reglamento divide la ciudad de Cochabamba en 6 zonas con diferentes


restricciones y permisos de construcción.

 Zona de conservación de la imagen urbana.

 Zona de renovación de la imagen urbana

 Zona de consolidación de la imagen urbana

 Zona de preservación del paisaje

28
 Zonas definidas como ejes de crecimiento vertical

 Zonas sujetas a reglamentación específica

FIGURA 2.4 Plano de alturas, ciudad de Cochabamba

16.1.5. Fuente: O.M. 4100, 2010

16.1.6. 2.3.5. Alturas recomendadas entre niveles

29
Las alturas recomendadas, según inspección arquitectónica, en canto a criterios de
iluminación, funcionalidad y ambientación vienen dados de acuerdo a los fines
propuestos con la edificación. (Neufert, 1995, pág. 144).

16.1.7. 2.3.6. Accesibilidad: Rampas y gradas

La norma boliviana NB1220005 exige lineamientos principales sobre las pendientes


y longitudes de trayecto para rampas de acceso público, tal como se observa en la
siguiente tabla:

TABLA 2.5 Pendientes y tramos adecuados

Tramo (m) Pendiente máxima %


10 a 15 6
3 a 10 8
1.5 a 3 10
<1.5 12
Fuente IBNORCA, 2013, pág 2.

2.4. PARÁMETROS PARA EL DISEÑO ESTRUCTURAL

2.4.1. Cargas actuantes

La tarea más importante y difícil que se debe enfrentar en un diseño de estructuras


es la estimación precisa de las cargas que recibirá una estructura durante su vida
útil. No debe omitirse la consideración de cualquier carga que pueda llegar a
presentarse. (McCormac & Csernak, 2012, págs. 41-52)

Después de haber estimado las cargas, es necesario investigar las combinaciones


más desfavorables que pueden ocurrir en un momento dado.

30
Las cargas nominales que van a usarse para el diseño estructural deberán ser las
estipuladas por el reglamento aplicable bajo el cual se esté diseñando la estructura o
como lo determinen las condiciones involucradas. Si no hay reglamento, las cargas
de diseño serán las provistas en una publicación de la American Society of Civil
Engineers (ASCE) titulada “Minimum Design Loads for Buildings and Other
Structures”.

2.4.2. Cargas muertas

Las cargas muertas son cargas de magnitud constante que permanecen fijas en un
mismo lugar. Éstas son el peso propio de la estructura y otras cargas
permanentemente unidas a ella. Para un edificio con estructura de acero, son cargas
muertas la estructura en sí, los muros, los pisos, el techo, la plomería y los
accesorios.

Para diseñar una estructura es necesario estimar los pesos o cargas muertas de las
diversas partes que van a usarse en el análisis. Las dimensiones y pesos exactos de
las partes no se conocen hasta que se hace el análisis estructural y se seleccionan
los miembros de la estructura. Los pesos, determinados de acuerdo con el diseño
real, deben compararse con los pesos estimados. Si se tienen grandes
discrepancias, será necesario repetir el análisis y diseñar con una estimación más
precisa de las cargas

TABLA 2.6 Sobrecargas por material

Tipo Sobrecarga Kg/m3


MAMPOSTERÍA DE PIEDRAS NATURALES
Basalto 2200
Piedra brasa 1800
MAMPOSTERÍAS DE PIEDRAS ARTIFICIALES
Concreto simple 2200
Concreto reforzado 2400

31
Ladrillo rojo macizo prensado 1800
Ladrillo rojo macizo hecho a mano 1500
Ladrillo rojo hueco prensado 900
Ladrillo ligero de cemento macizo 1200
Ladrillo ligero de cemento hueco 900
Ladrillo rojo hueco hecho a mano 800
Bloque hueco de concreto 1200
Ladrillo delgado rojo prensado 1800
Ladrillo delgado rojo común 1500
Azulejo o loseta 1800
MORTEROS PARA ACABADOS
Mortero de cemento y arena 1800
Mortero de cal y arena 1500
Mortero de yeso 1500
MADERA
Pino 600
Encino 950
HIERRO Y ACERO
Hierro laminado y acero 7600
Hierro fundido 7200
VIDRIO ESTRUCTURAL
Tabiques de vidrio para muro 1800
Prismáticos para tragaluces 2000
TIERRAS, ARENAS, GRAVAS
Tipo Sobrecarga Kg/m3
Tierra suelta seca 1200
Tierra suelta húmeda 1300
Tierra apretada seca 1400
Tierra apretada húmeda 1600
Arena y grava suelta y seca 1600
arena y grava apretada y seca 1650
Arena y grava mojada 1700
Fuente: American Society of Civil Engineers (ASCE), 2010
32
2.4.3. Cargas vivas

Las cargas vivas son aquellas que pueden cambiar de lugar y magnitud. Son
causadas cuando una estructura se ocupa, se usa y se mantiene. Las cargas que se
mueven bajo su propio impulso como camiones, gente y grúas, se denominan cargas
móviles. Aquellas cargas que pueden moverse son cargas movibles, tales como los
muebles y los materiales en un almacén. En ASCE 7-10 se presenta una gran
cantidad de información sobre la magnitud de estas diversas cargas, junto con los
valores mínimos especificados.

Las cargas vivas mínimas por gravedad que deben usarse en el diseño de pisos de
edificios se especifican claramente en los códigos de construcción.
Desafortunadamente, sin embargo, los valores dados en esos códigos varían de
ciudad a ciudad y el proyectista debe estar seguro de que sus diseños cumplen con
los requisitos de la localidad. ASCE 7-10 a falta de un código local, es un excelente
sustituto en el tema de la determinación de cargas vivas.

Existen otros tipos de cargas vivas que el ingeniero estructurista debe considerar y
son las siguientes: Las presiones del suelo (como las ejercidas por la presión lateral
de la tierra en muros o las subpresiones (presiones hacia arriba) sobre las
cimentaciones); las presiones hidrostáticas (como la presión hidráulica contra las
presas, las fuerzas de inercia de grandes cantidades de agua durante un sismo, así
como las presiones de levantamiento sobre tanques y estructuras de sótano); las
cargas de explosiones (causadas por explosiones, roturas de la barrera del sonido,
armamentos); las fuerzas térmicas (debidas a cambios en la temperatura que
ocasionan deformaciones estructurales que a su vez, generan fuerzas estructurales);
y las fuerzas centrífugas (como las causadas en puentes curvos por camiones o
trenes o efectos similares en la montaña rusa, etcétera).

33
2.4.4. Cargas ambientales

Las cargas ambientales son causadas por el medio ambiente en el cual se localiza
una estructura particular. Para los edificios, las cargas ambientales son causadas por
la lluvia, la nieve, el viento, los cambios de temperatura y los sismos. Estrictamente
hablando, las cargas ambientales son cargas vivas, pero son el resultado del medio
ambiente en el cual se ubica la estructura. Aun cuando ciertamente varían con el
tiempo, no todas son causadas por la gravedad o por las condiciones de operación,
como es común con otras cargas vivas.

2.4.4.1. Nieve

La nieve es una carga variable que puede cubrir todo un techo o sólo parte de éste.
Las cargas de nieve que se aplican a una estructura dependen de muchos factores,
incluyendo la ubicación geográfica, la inclinación del techo, el resguardo y la forma
del techo.

2.4.4.2. Lluvia

Aunque las cargas de nieve son un problema más serio que las cargas de lluvia en
los techos comunes, la situación puede invertirse en los techos horizontales,
especialmente aquellos localizados en lugares con clima cálido. Si el agua en un
techo sin pendiente se acumula más rápidamente que lo que tarda en escurrir, el
resultado se denomina encharcamiento, ya que la carga aumentada ocasiona que el
techo se deflexiones en forma de plato, que entonces puede contener más agua, lo
que a su vez causa mayores deflexiones, y así sucesivamente. Este proceso
continúa hasta que se alcanza el equilibrio o el colapso de la estructura.

2.4.4.3. Viento

34
La carga de viento es aquella carga producida por la naturaleza, por la actuación
directa del viento sobre la estructura o sobre sus componentes. La acción del viento,
a pesar de ser una carga dinámica frecuencial, puede tomarse en cuenta como si
esta actuara de manera estática y horizontal.

Los edificios y otras estructuras, ya sea en su sistema principal resistente o ya sean


sus componentes y revestimientos, se deben diseñar y construir para resistir las
cargas de viento. La norma boliviana IBNORCA, para el cálculo de la acción del
viento, define los parámetros iniciales.

En el caso de que el edificio a diseñar se trate de una arquitectura compleja en la


que la carga de viento pueda influir importantemente en la estructura, entonces se
debe determinar las cargas por análisis dinámico del viento o realizando estudios
experimentales en túnel de viento.

En ningún momento, se debe realizar la reducción en presión de la velocidad debido


a protección al viento en edificios u otras estructuras que se encuentren alrededor.
Para el cálculo de las cargas de viento en la estructura principal y componentes, se
debe tener en cuenta la suma de las presiones actuantes en las caras opuestas de
cada superficie del edificio. Para la cara opuesta, se debe aplicar el 60% de la
presión calculada.

a) Velocidad básica de viento

Cuando no se cuenta con datos históricos sobre el comportamiento del viento o


cuando estos están por debajo del estándar especificado a continuación, se deberá
usar los valores mostrados en la Tabla 2.7

TABLA 2.7 Velocidades básicas de viento en ciudades

35
Ciudad V (m/seg)

Cochabamba 44.30

La Paz 29.50

Oruro 29.40

Potosí 30.20

Santa Cruz 42.60

Sucre 32.40

Tarija 24.00

Trinidad 40.00

Cobija 26.50

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 15

b) Presión dinámica

La presión dinámica, a una cierta altura, generada por la velocidad del viento sobre
la estructura, debe calcularse mediante la siguiente ecuación:

2
q h=0,613∗K h∗K zt ∗K d∗V ∗I Ec. (2.9)

Dónde:

q h: Presión dinámica a una altura h variable, N/m2.

K z: Coeficiente de exposición para la presión dinámica definido por la Tabla 13

K zt : Factor topográfico, ver Tabla 14

K d : Factor de direccionalidad del viento definido por la Tabla 15

36
V : Velocidad básica del viento.

I : Factor de importancia definido por la Tabla 2.11.

c) Presión de diseño

Las presiones de diseño para los sistemas principales resistentes a la fuerza del
viento de edificios de todas las alturas se deben determinar mediante la siguiente
ecuación:

p=q∗GCp−qi∗( GC p i ) N /m2 Ec. (2.10)

p= Presión de diseño

q =q z =para paredes a barlovento evaluada a la altura z sobre el terreno

q =q h=para paredes a sotavento, paredes laterales y cubiertas, evaluada a la altura h

G=¿ el factor de efecto de ráfaga igual a 0,85 para estructuras rígidas

GC pi= el coeficiente de presión interna de la Tabla 2.8

TABLA 2.8 Coeficiente de presión interna

Clasificación de cerramiento GCpi

Edificios abiertos 0

Edificios parcialmente cerrados +/-0.55

Edificios cerrados +0.18

37
-0.18

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 31

TABLA 2.9 Coeficientes de presión externa GCp

Superficie L/B Cp Usar con

Pared a Todas 0.8 qz


Barlovento

Pared a 0-1 -0.5 qz


Sotavento
2 -0.3

>4 -0.2

Paredes Todas -0.7 qz


laterales

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 31

d) Categoría estructura para cargas de vientos

En el siguiente cuadro se muestra la categoría de diseño de la a estructura


analizada, de acuerdo a las características de la estructura a ser diseñada.

TABLA 2.10 Clasificación de estructuras según su naturaleza

Naturaleza de la ocupación Categoría


 Edificios y otras estructuras que representan un bajo riesgo para la vida
humana en caso de falla, incluyendo, pero no limitado a: I
 Instalaciones agrícolas.

38
 Ciertas instalaciones temporarias.
 Instalaciones menores para almacenamiento.
Todos los edificios y otras estructuras excepto aquellos listados en
II
Categorías I, III y IV.

 Edificios y otras estructuras que representan un peligro sustancial para la


vida humana en caso de falla incluyendo, pero no limitado a:

 Edificios y otras estructuras para guarderías, escuelas primarias y III


secundarias con capacidad mayor que 150 personas.
 Edificios y otras estructuras con instalaciones para el cuidado diurno con
capacidad mayor que 150 personas.

Naturaleza de la ocupación Categoría

 Edificios y otras estructuras con una capacidad mayor que 500 personas
para universidades o instalaciones para educación de adultos.

 Instalaciones para el cuidado de la salud con una capacidad de 50 o más


pacientes residentes, pero sin instalaciones para cirugía o tratamientos de
emergencia.
 Instalaciones para cárceles y detenciones.
 Edificios y otras estructuras que contienen suficientes cantidades de
substancias tóxicas o explosivas como para ser peligrosas al público si se III
liberan, incluyendo, pero no limitado a:
 Instalaciones para almacenamiento de combustibles.
 Plantas de fabricación o almacenamiento de productos químicos
peligrosos.
 Plantas de fabricación o almacenamiento de explosivos.

 Edificios y otras estructuras equipados con contención secundaria de


substancias tóxicas, explosivas u otras peligrosas (incluyendo, pero no
limitado a, tanques de doble pared, receptáculos de tamaño suficiente para
contener un derrame u otros medios de contención de derrames.

 Edificios y otras estructuras diseñadas como instalaciones esenciales,


incluyendo, pero no limitado a:
 Hospitales y otras instalaciones para el cuidado de la salud que tienen
instalaciones para cirugía o tratamientos de emergencia.
 Cuarteles de bomberos, centros de rescate, estaciones de policía y
IV
garajes para vehículos de emergencia.
 Refugios diseñados contra sismos, huracanes y otras emergencias.
 Centros de comunicaciones y otras instalaciones necesarias para
respuestas a emergencias.

39
 Estructuras auxiliares necesarias para la operación de aquellas de
Categoría IV durante una emergencia (incluyendo, pero no limitado a torres
de comunicación, tanques de almacenamiento de combustible, torres de
refrigeración, estructuras de subestaciones de electricidad, tanques de agua
para incendio u otras estructuras de alojamiento o soporte de agua, otros
materiales o equipamiento para combatir el fuego.)

 Torres de control de aviación, centros de control de tráfico aéreo y


hangares de emergencia.

 Edificios y otras estructuras con funciones críticas de defensa nacional.

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 17

e) Factor de importancia, I

El factor de importancia para un edificio se puede obtener de la siguiente tabla, pero


tomando en cuenta la categoría de diseño de la estructura a ser diseñada.

TABLA 2.11 Factor de importancia, I

Categoría I

I 0.87
II 1.00
III 1.15
IV 1.15

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 17

f) Categorías de exposición

Para cada dirección de viento a considerar, debe determinarse una categoría de


exposición de la estructura que mejor se acomode.

40
Si de casualidad se tiene una estructura a ser emplazada en un sitio donde se tenga
una transición entre categorías, se debe escoger el que lleve a diseñar con una
mayor presión de viento.

En la siguiente tabla, se puede clasificar dependiendo de la exposición del viento en


las siguientes categorías:

TABLA 2.12 Categorías de exposición de la estructura

Descripción Exposición
Centro de grandes ciudades con al menos 50% de los edificios de altura mayor que A
20 metros. El uso de esta categoría está limitado a aquellas áreas para las cuales el
terreno representativo de la Exposición A prevalece en la dirección de barlovento en
una distancia de al menos 800 m o 10 veces la altura del edificio u otra estructura,
la que sea mayor. Se tendrán en cuenta los posibles efectos de acanalamiento o
presiones dinámicas incrementadas debido a que el edificio o estructura se localiza
en la estela de edificios adyacentes.
Áreas urbanas y suburbanas, áreas boscosas, o terrenos con numerosas B
obstrucciones próximas entre sí, del tamaño de viviendas unifamiliares o mayores.
El uso de esta categoría está limitado a aquellas áreas para las cuales el terreno
representativo de la Exposición B prevalece en la dirección de barlovento en una
distancia de al menos 500 m o 10 veces la altura del edificio u otra estructura, la
que sea mayor

Descripción Exposición
Terrenos abiertos con obstrucciones dispersas, con alturas generalmente menores C
que 10 m. Esta categoría incluye campo abierto plano y terrenos agrícolas.
Áreas costeras planas, sin obstrucciones, expuestas al viento soplando desde D
aguas abiertas en una distancia de al menos 1600 m. Esta exposición se debe
aplicar solamente a aquellos edificios y otras estructuras expuestas al viento
41
soplando desde el agua. La exposición D se extiende tierra adentro desde la costa
a una distancia de 500 m o 10 veces la altura del edificio o estructura, la que sea
mayor.

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 21

g) Coeficiente de exposición, K z

Este coeficiente toma en cuenta que componente de la estructura será la que


resistirá y estará en contacto con la presión dinámica del viento, la cual se determina
en base a la categoría de exposición indicada en la Tabla 12 se debe obtener de la
Tabla 13 el coeficiente de exposición para la presión dinámica K z. donde:

Caso 1: Todos los componentes y revestimientos.

Caso 2: Todos los sistemas principales resistentes a la fuerza de viento.

TABLA 2.13 Coeficientes de exposición para la presión dinámica, Kz

Altura sobre el nivel A B C D


del terreno, z

(m) Caso1 Caso2 Caso1 Caso2 Caso 1 y Caso 1 y


2 2

0–5 0.68 0.33 0.72 0.59 0.87 1.05


6 0.68 0.36 0.72 0.62 0.90 1.08
7.50 0.68 0.39 0.72 0.66 0.94 1.12
10 0.68 0.44 0.72 0.72 1.00 1.18
12.50 0.68 0.48 0.77 0.77 1.05 1.23
15 0.68 0.51 0.81 0.81 1.09 1.27
Altura sobre el nivel A B C D
del terreno, z
17.50 0.68 0.55 0.84 0.84 1.13 1.30
20 0.68 0.57 0.88 0.88 1.16 1.33

42
22.50 0.68 0.60 0.91 0.91 1.19 1.36
25 0.68 0.63 0.93 0.93 1.21 1.38
30 0.68 0.68 0.98 0.98 1.26 1.43
35 0.72 0.72 1.03 1.03 1.30 1.47

40 0.76 0.76 1.07 1.07 1.34 1.50


45 0.80 0.80 1.10 1.10 1.37 1.53
50 0.83 0.83 1.14 1.14 1.40 1.56
55 0.86 0.86 1.17 1.17 1.43 1.59
60 0.89 0.89 1.20 1.20 1.46 1.61
75 0.98 0.98 1.28 1.28 1.53 1.68
90 1.05 1.05 1.35 1.35 1.59 1.73
105 1.12 1.12 1.41 1.41 1.64 1.78
120 1.18 1.18 1.46 1.46 1.69 1.82

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 20

h) Factor topográfico, K zt

El efecto de aumento de la velocidad del viento se debe considerar para el cálculo de


cargas, con la siguiente fórmula:

2
K zt =( 1+ K 1∗K 2∗K 3 ) Ec.(2.11)

Obteniendo los valores para cada coeficiente por medio de la siguiente tabla:

TABLA 2.14 Factor topográfico, Kzt

43
Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 20

En el caso de tener un terreno relativamente plano, se permite tomar el valor del


factor topográfico igual a 1.

2.4.4.4. Factor de direccionalidad del viento, K d

El factor de direccionalidad se debe obtener de Tabla 15 en la cual toma en cuenta el


tipo de superficie donde el viento llegara a entrar en contacto.

TABLA 2.15 Factor de direccionalidad del viento, Kd

Tipo de estructura Factor de direccionalidad


Kd

Edificios
 Sistema principal resistente a la fuerza de
0.85
viento.
0.85
 Componentes y revestimientos
 Cubiertas abovedadas. 0.85

44
Chimeneas, tanques y estructuras similares
 Cuadradas 0.90
 Hexagonales 0.95

 Redondas 0.95

 Carteles llenos 0.85


 Carteles abiertos y estructura reticulada 0.85
Torres reticuladas
 Triangular, cuadrada, rectangular 0.85
 Toda otra sección transversal 0.95

Fuente: IBNORCA, 2018, pág. 35

2.4.5. Análisis y diseño

El diseño de los elementos de concreto armado se hace usando alternativamente


uno de los siguientes métodos:

-Método elástico o de cargas en servicio

-Método de resistencia, denominado comúnmente de rotura o de cargas ultimas.

En la actualidad el uso del método de resistencia a rotura o resistencia última es


general. La Norma ACI 318S-14, usa este método para el diseño.

El método de diseño por resistencia a rotura se caracteriza por amplificar las cargas
actuantes y estudia las condiciones del elemento en la etapa última. En este método,
adicional a la amplificación de las cargas se usan factores de reducción de
resistencia y se describen en los párrafos siguientes.

2.4.6. Combinaciones y estados de carga


45
Las combinaciones de carga son los eventos para los cuales se prevé el accionar de
dos o más conjuntos de carga. Es de este modo que se analizan las estructuras para
distintos casos en los que se la pueda someter situaciones críticas para las cuales
los elementos tengan que presentar la resistencia óptima.

Las combinaciones de carga simulan estados para los cuales la estructura se


encuentra bajo condiciones normales de carga y puedan evaluarse parámetros
principalmente estéticos y funcionales como las deflexiones.

Los estados de carga son referidos a la disposición de las cargas actuantes en una
estructura de modo que se obtengan las condiciones más desfavorables y los
elementos estructurales puedan ser diseñados para soportar estos esfuerzos.

Las combinaciones de carga se pueden obtener del reglamento planteado por la


ASCE (Minimum design loads for buildings and other structures 7-10, 2010) del cual
se rescatan las combinaciones a continuación:

TABLA 2.16 Combinaciones de carga según ASCE 7-10

Tipo de combinación Combinación

Combinaciones de diseño 1.4 D

1.2D + 1.6L + 0.5(Lr o S o R)

1.2D + 1.6(Lr o S o R) + (L o 0.5W)

1.2D + 1.0W + L + 0.5(Lr o S o R)

0.9D + 1.0W

Combinaciones de servicio D

D+L

D + (Lr o S o R)

D + 0.75L + 0.75(Lr o S o R)

D + 0.75L + 0.75(0.6W) + 0.75(Lr o S o R)


46
0.6D + 0.6W

Variable Descripción

D Carga muerta

L (Lr) Carga viva (Carga viva de cubierta)

S Carga de nieve

W Carga de viento

R Carga de lluvia

Fuente: ACI 318S-14, 2015, pág. 65

El estado de carga que produce los momentos máximos de tramo en el centro de


una losa tiene total similitud con el que produce el momento máximo en un tramo
lineal.

Al ser este tipo de losa un elemento que requiere un análisis en dos direcciones la
distribución de tramos cargados y descargados resultara la de un tablero de ajedrez.

Surgen por lo tanto los dos estados de carga que se grafican en la siguiente figura,
indicándose rayados los tramos que están cargados con carga viva y carga muerta y
blancos aquellos en los que actúa solamente la carga muerta.

FIGURA 2.5 Estados de carga tipo ajedrez

47
Fuente: Schinca, 2001, pág. 33

Los momentos máximos de apoyo se obtienen en el estado totalmente cargado ya


que en las placas armadas en dos direcciones más una que en los tramos lineales la
definición de los momentos de apoyo surge a partir de los tramos anexos al mismo
teniendo escasa influencia las cargas sobre los otros tramos.

FIGURA 2.6 Estado de carga totalmente cargado

Fuente: Schinca, 2001, pág. 33

2.4.7. Reducción de resistencia

La resistencia de diseño deberá tomarse como la resistencia nominal multiplicada


por un factor Φ de reducción de resistencia. Este factor de reducción se proporciona
48
para tomar en cuenta inexactitudes en los cálculos y fluctuaciones en las resistencias
del material, en la mano de obra y en las dimensiones.

El factor de reducción de resistencia Φ deberá ser:

TABLA 2.17 Factores de reducción de resistencia

Acción o elemento estructural Factor de reducción de


resistencia Φ

Momento, fuerza axial o momento 0.65 - 0.9


y fuerza axial combinados

Cortante 0.75
Acción o elemento estructural Factor de reducción de
resistencia Φ

Torsión 0.75

Aplastamiento 0.65

Fuente: ACI 318S-14, 2014,pág.363

2.4.8. Métodos de análisis

Todos los elementos de pórticos o estructuras continuas deben diseñarse para


resistir los efectos máximos producidos por las cargas mayoradas determinadas de
acuerdo con la teoría del análisis elástico, excepto cuando se modifiquen de acuerdo
con la redistribución de momentos, el cual reconoce la factibilidad de reducir los
momentos obtenidos en el análisis elástico de la estructura en una o varias
secciones determinadas, a condición de aumentar el momento en otras secciones,
de manera que se siga cumpliendo el equilibrio.

Para modelar las losas nervadas se emplea el “Análisis Matricial” de estructuras


tradicional, para estructuras conformadas por barras rectas espaciales bajo la

49
hipótesis de que el efecto de flexión es dominante sobre las deformaciones de
cortante y torsión.

2.4.9. Configuración estructural

Se conoce como configuración estructural a la distribución y localización que se le


dan a todos los elementos resistentes de una estructura, es decir, vigas, columnas,
muros, losas, núcleos de escalera entre otros.

Su importancia reside en que, si el diseño arquitectónico no llega a complementarse


con un óptimo y razonable criterio en el diseño estructural, la estructura puede
comportarse deficientemente ante solicitaciones, a pesar de que se hayan realizado
métodos de análisis complejos y muy detallados por parte del ingeniero, por lo tanto,
es imprescindible un correcto planteamiento de la configuración estructural.

2.4.10.Juntas de dilatación

Una junta de dilatación puede ser definida como la separación que permite una
independencia de dos bloques adyacentes, de forma que el movimiento de uno se
produce de manera independiente del otro.

Las variaciones de temperatura ocasionan cambios dimensionales, tanto en la


estructura como en el resto de los componentes del edificio, de forma que éste se
comporta como un objeto dinámico. Las juntas de dilatación se disponen de tal forma
que permitan la contracción y la expansión de la estructura y reduzcan los esfuerzos
que dichos movimientos, siempre parcialmente impedidos, introducen en ella.
(Calavera Ruiz, J, 1999, págs. 473-478)

Unos órdenes de magnitud realistas para las juntas de dilatación para edificios de
planta rectangular son los siguientes:

TABLA 2.18 Distancia entre juntas de dilatación


50
Parte de obra Distancia máxima entre
juntas de dilatación (m)

Estructura de hormigón 60 a 90

Cerramientos de ladrillo en 12 a 18
fachadas

Azoteas 5a8

Fuente: Calavera Ruiz, J, 1999, pág. 474

Sin embargo, según (Garcia Meseguer, Morán Cabré, & Arroyo Portero, 2009) en la
normativa francesa se manejan los siguientes criterios para considerar la longitud
entre juntas de dilatación:
En zonas secas y con grandes variaciones térmicas 25 m; en zonas húmedas y con
temperaturas moderadas 50 m. Estas longitudes pueden ser sobrepasadas en un
25%.

Así mismo, se establece que el ancho de una junta de dilatación no debe ser menor
de 25 mm.

2.4.11.Tipos de juntas de dilatación

Entre las juntas de dilatación se pueden distinguir dos grupos, los cuales por la
naturaleza de la configuración de los elementos estructurales que las componen son:

La primera, con entramados paralelos y perpendiculares al eje longitudinal de la


estructura, con pilares duplicados en una junta, formando lo que se llama una “junta
en diapasón”. Ver Figura 2. 9.

FIGURA 2.7 Junta de dilatación tipo diapasón

51
Fuente: Calavera Ruiz, J, 1999, pág. 478

La segunda que corresponde a entramados paralelos o perpendiculares a las


fachadas de mayor longitud que no duplican el pilar en junta, pero emplean
ménsulas de apoyo como se muestra en la Figura 2.13

FIGURA 2.8 Junta de dilatación tipo ménsula de apoyo

Fuente: Calavera Ruiz, J, 1999, pág. 478

2.4.12.Análisis estructural en SAP2000

El SAP2000 es un programa de elementos finitos, con interfaz gráfico 3D orientado a


objetos, preparado para realizar, de forma totalmente integrada, la modelación,
análisis y dimensionamiento de lo más amplio conjunto de problemas de ingeniería
de estructuras. (Toledo, 2011, pág. 3)

Conocido por la flexibilidad en al tipo de estructuras que permite analizar, por su


poder de cálculo y por la fiabilidad de los resultados, SAP2000 es la herramienta de
trabajo diaria para varios ingenieros. La versatilidad en modelar estructuras, permite
su utilización en el dimensionamiento de puentes, edificios, estadios, presas,

52
estructuras industriales, estructuras marítimas y todo tipo de infraestructura que
necesite ser analizada y dimensionada.

Con respecto a las acciones, es posible generar automáticamente cargas de sismo,


viento y vehículos, y posteriormente, hacer el dimensionamiento y comprobación
automática de estructuras de hormigón armado, perfiles metálicos, de aluminio y
conformados en frío, a través de las normativas Europeas, Americanas,
Canadienses, Turcas, Indias, Chinas, y otras.

Las diversas herramientas de análisis y los procesos desarrollados en SAP2000


permiten la evaluación de grandes desplazamientos en cada etapa de la estructura,
el análisis modal a través de los vectores propios Eigen y Ritz basados en casos de
carga no lineales, el análisis del comportamiento catenaria en cables, la no linealidad
del material (rótulas fiber) y de los objetos de área no lineales (layered shell), el
análisis de pandeo o colapso progresivo, el uso de "links" no lineales para modelado
de la fricción, amortiguación, aisladores de base y rigidez multilineal o plástica entre
nudos, y finalmente, la secuencia constructiva. Los análisis no lineales pueden ser
estáticos y/o en función del tiempo, con opciones para análisis dinámico FNA (Fast
Nonlinear Analysis), temporales (time-history) y por integración directa.

Desde sencillos modelos estáticos utilizados para análisis 2D, a los modelos
complejos y de grandes dimensiones que requieren análisis avanzados no lineales,
el programa SAP2000 es la solución más eficiente y productiva para los ingenieros
de estructuras en general.

2.4.12.1 Análisis de segundo orden

Cualquier modelo estructural se desviará cuando está cargado. Una estructura


deformada puede encontrarse con momentos secundarios significativos porque los

53
extremos de los miembros han cambiado de posición. Para ilustrar este, considere el
ejemplo columna en voladizo simple que se muestra a continuación.

FIGURA 2.9 Pandeo

Fuente: Arthur Nilson, 2010, pág 301

Nótese que en el caso de un análisis estático lineal la deflexión lateral, “D”, depende
de la carga lateral (V). sin embargo, si la columna está encontrando una carga axial
(PAG), entonces no sería la columna también se desviaría. Esto es obvio porque la
carga axial induciría un momento secundario con un valor de P × Δ. Para ilustrar
este, vamos a resumir los momentos sobre la base de la columna:

∑ M =( V × L ) + ( P × Δ )=VL+ PΔ

M 1=VL

54
M 2=PΔ

Aquí M1 se debe a la carga puntual lateral mientras, M2 es debido a la carga axial.


Cada uno de estos momentos contribuyen a una deflexión lateral diferente.

Realmente, la deflexión lateral total estaría más cerca de:

3 2
V L PΔ L
Δf = Δ 1+ Δ 2= +
3 EI 2 EI

SAP 2000 puede realizar un análisis P-Delta. Los efectos P-Delta generalmente se
vuelven prevalentes en estructuras altas que están experimentando cargas de
gravedad y el desplazamiento lateral debido al viento u otras fuerzas. Si el
desplazamiento lateral y / o las cargas axiales verticales a través de la estructura son
significativos, un análisis P-Delta debe ser realizado a la cuenta para las no
linealidades. En muchos casos, un análisis estático lineal puede subestimar
gravemente el desplazamiento lineal (entre otros resultados) en comparación con un
P-Delta (No Lineal). Este análisis es de suma importancia en el diseño de columnas
considerando el pandeo.

55
3. MARCO PRÁCTICO

3.1. Estudios preliminares

Consiste en los estudios, laboratorios y trabajo realizado previo al diseño estructural


del proyecto, con el fin de establecer un emplazamiento adecuado en torno a las
características topográficas y geotécnicas del terreno.

3.1.1. Topografía de la zona del proyecto

El proceso para la obtención de los datos topográficos de la zona de emplazamiento


se divide en las siguientes etapas: Reconocimiento del área prevista, levantamiento
de datos topográficos, trabajo de gabinete y presentación de resultados a través de
curvas de nivel.

3.1.1.1. Reconocimiento del área

Una vez habiendo llegado al sitio de emplazamiento previsto, se establecieron los


posibles sitios desde donde se podrían realizar la toma de puntos y los posibles
datos de partida.

Posteriormente, se realizó una inspección de la zona de trabajo y el establecimiento


de los posibles sitios desde donde se realizó la toma de datos.

56
Fuente:

3.1.1.2. Levantamiento de datos

La primera etapa del levantamiento consistió en el uso de la estación total para la


toma de puntos referenciales como ser estructuras adyacentes, razantes y muros
perimetrales, entre otros. Estos datos serán referenciales para el levantamiento con
drone, debido a que de la nube de puntos que entrega dicho sistema, se requiere el
reconocimiento de los mismos a través de puntos tomados en campo por medio de
la estación total, para entrelazar datos.

a) Levantamiento con estación total

El levantamiento se realizó mediante el uso de la estación total Leika Flexline TS10.

57
Establecidos los puntos de partida, se realizó el levantamiento de datos mediante la
estación total. Estos puntos tomados fueron base para el posterior levantamiento con
dron.

TABLA 3.1 Datos obtenidos mediante estación total

Punto Coord. Coord. Elevación


Este Norte
7 801816.46 8073865.8 2437.7755
6 6
15 801790.37 8073858.1 2437.368
9 5
18 801803.75 8073858.4 2437.8294
3 1
20 801791.50 8073850.6 2437.5914
4 7
26 801806.01 8073848.7 2437.9632
7 2
28 801810.08 8073856.3 2438.6057
8 3
29 801793.27 8073842.9 2437.5438
4 1
32 801809.77 8073842.1 2437.9823
0 1
35 801821.47 8073840.0 2437.8341
5 4
37 801816.75 8073835.9 2437.8824
0
39 801823.41 8073826.5 2438.4351
0 6

58
Punto Coord. Coord. Elevación
Este Norte
41 801832.39 8073826.6 2438.1276
1 5
42 801832.39 8073834.0 2437.9156
1 0
45 801835.59 8073841.5 2437.8517
9 7
46 801843.35 8073841.5 2437.9667
8 7
47 801844.29 8073835.9 2437.8964
1 7
51 801844.00 8073824.9 2437.8859
4 9
52 801850.68 8073824.4 2438.5917
5 2
53 801850.39 8073829.2 2437.9051
8 3
59 801821.96 8073850.5 2437.6872
3 4
61 801819.78 8073855.4 2437.6983
5 1
63 801825.57 8073860.5 2437.5902
5 4
66 801840.84 8073854.6 2437.9453
4 9
67 801824.48 8073866.1 2437.5854
4 6
68 801836.09 8073866.8 2437.7641
1 2
69 801844.94 8073867.5 2437.9882
59
Punto Coord. Coord. Elevación
Este Norte
2 4
70 801843.20 8073860.2 2437.9761
1 2
71 801851.54 8073859.9 2437.9544
3 3
72 801845.74 8073851.0 2438.0511
0 2
73 801848.73 8073846.6 2438.0555
0 3
74 801858.06 8073847.1 2438.2712
1 4
75 801866.81 8073847.3 2438.3387
6
76 801876.21 8073848.4 2438.2848
4 5
77 801872.78 8073857.3 2438.1249
8 4
78 801863.23 8073858.1 2438.0426
7 4
79 801860.65 8073861.3 2438.0912
9 8
80 801860.73 8073867.9 2437.9327
2 5
81 801874.25 8073869.3 2438.1293
2 4
82 801879.45 8073842.0 2438.4359
3 3
83 801880.00 8073835.8 2438.3681

60
Punto Coord. Coord. Elevación
Este Norte
8 9
84 801880.28 8073831.1 2438.3086
6 8
85 801871.26 8073831.2 2438.4600
8 7
86 801853.95 8073833.6 2438.1237
1 5
87 801860.89 8073834.0 2438.5252
4 8
88 801866.58 8073834.3 2438.5212
8 7
89 801866.00 8073821.7 2438.2711
7 5
90 801893.60 8073821.9 2437.6247
9 8
91 801897.56 8073824.9 2437.6460
7 1
92 801905.54 8073828.3 2437.9125
5 7
93 801897.56 8073835.0 2437.7496
7 6
94 801907.72 8073838.2 2438.0367
8 9
95 801898.78 8073847.7 2437.9028
3 3
96 801906.65 8073854.1 2437.8293
9 2
97 801897.96 8073858.3 2437.724

61
Punto Coord. Coord. Elevación
Este Norte
1 5
98 801898.70 8073866.5 2437.9291
8 2
99 801907.35 8073870.7 2437.8560
2 6
Fuente: Elaboración propia

b) Curvas de nivel generadas con el sistema Civil 3D se muestran en el anexo D.

3.1.2. Estudio geotécnico.


62
En la estratificación del suelo se observo presencia rocosa la cual impide realizar el
ensayo SPT, debido a que se dañaría el equipo, ANEXO D.

Mediante la colaboración de la alcaldía se realizo un sondeo electro vertical el cual


permite obtener una capacidad portante acorde al terreno, ANEXO D.

3.1.2.1. Clasificación del suelo muestreado

El proceso de clasificación de suelos se realizó mediante los ensayos de límites de


Atterberg y granulometría. Los resultados de los ensayos a detalle se encuentran en
el ANEXO C.

Obtenidos los límites de consistencia de cada muestra y la granulometría de cada


metro en laboratorio, se realizó la clasificación del material empleando el Sistema
Unificado de Clasificación de Suelos (SUCS). Los resultados, identificados por cada
metro, se presentan en las siguientes tablas:

TABLA 3.2 Clasificación del suelo

Fuente: Laboratorio- Dirección de proyectos

3.1.2.2. Determinación de la capacidad portante del terreno

63
Los resultados de la determinación de la capacidad portante del suelo estudiado son
mostrados en las siguientes tablas:

TABLA 3.3 Resultados SPT - Pozo 1 y 2 (suelo)

Fuente: Laboratorio- Dirección de proyectos

Fuente: Laboratorio- Dirección de proyectos


64
Para la determinación de la capacidad portante se tomaron en cuenta las ecuaciones
reducidas de Terzagui, las cuales maneja el laboratorio de suelos. Así por ejemplo
para el Pozo 1, a una profundidad de 4 metros, se realizó el cálculo de la capacidad
portante de la siguiente manera:

N=6

Fc=1.05(Seg ú n criterio del t é cnico y promedio de las condiciones de toma de datos)

B
=1(3 x 3)
L

Qadm=0.1033∗Ncorr∗ 1+ ( 0.33∗B
L )
Qadm=0.1033∗6∗1.45∗( 1+0.33∗1 )=1 , 73 kg /cm2

Siendo este el valor más crítico a esa profundidad. Además, para este tipo de suelo
se considera un coeficiente de balasto de 2.5 kg/cm3.

Datos Obtenidos de SENAMHI

Recurriendo a los datos del servicio nacional de meteorología e hidrología se debe


identificar la estación más próxima a la ubicación de emplazamiento de la obra, de
realizar lo cual se identifico que la estación mas cerca al lugar es el AEROPUERTO
de Cochabamba.

Dirección y velocidad de viento

Se obtuvo las velocidades máximas de vientos mensuales y anuales de la estación


el Aeropuerto desde el año 2010 donde este dejo recopilar información, por medio de
los regristos de SENAMHI, la cual se presenta en la tabla a continuación:

65
Tabla: Velocidades de viento de la estación el Aeropuerto 2010-2021

Estación: Cochabamba Aeropuerto Latitud Sud: 17º 24' 58"


Departamento: Cochabamba Longitud Oeste: 66º 10' 28"
Provincia: Cercado Altura m/s/n/m: 2548
DATOS DE : DIRECCION Y VELOCIDAD MAXIMA DE VIENTO (Dir-Km/h)
AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL
2010 SE 29.7 NE 25.9 SSE 37.1 W 25.9 SSE 33.4 W 27.8 WSW 37.1 W 37.1 N 29.7 SSE 37.1 W 37.1 SE 35.2 SSE 37.1
2011 E 29.7 SE 33.4 SSE 22.2 SE 24.1 W 37.1 WNW 35.2 WSW 29.7 W 37.1 N 33.4 E 44.5 SE 40.8 ENE 46.3 ENE 46.3
2012 WNW 29.7 ESE 22.2 SE 40.8 NW 18.5 SW 22.2 W 31.5 NW 37.1 S 31.5 E 25.9 N 33.4 SE 35.2 W 25.9 SE 40.8
2013 SE 33.4 SSE 27.8 S 29.7 E 27.8 SW 22.2 NW 22.2 W 27.8 SE 27.8 WSW 35.2 E 27.8 SSE 25.9 ENE 27.8 WSW 35.2
2014 SE 37.1 W 27.8 S 29.7 WNW 22.2 W 24.1 WSW 27.8 WNW 33.4 W 33.4 NNW 31.5 N 27.8 E 37.1 SSE 27.8 SE 37.1
2015 NW 33.4 S 25.9 SSE 27.8 SSE 24.1 SE 27.8 W 14.8 W 27.8 W 33.4 WNW 37.1 NNW 33.4 W 33.4 N 29.7 WNW 37.1
2016 SSW 29.7 S 22.2 SSE 33.4 N 27.8 W 25.9 N 51.9 WNW 55.6 NW 64.9 SSW 90.8 W 74.1 E 55.6 SW 53.7 SSW 90.8
2017 SE 57.4 S 46.3 SSE 53.7 NNW 46.3 W 37.1 WNW 59.3 NNW 50.0 WNW 77.8 W 64.9 WNW 70.4 S 59.3 ESE 74.1 WNW 77.8
2018 SW 57.4 SW 51.9 NNE 57.4 SSE 46.3 S 64.9 W 61.2 SSE 61.2 W 55.6 NNW 53.7 NNW 50.0 SSE 74.1 SW 74.1 SSE 74.1
2019 N 44.5 SSE 74.1 SE 46.3 SE 51.9 ESE 55.6 NW 59.3 W 83.4 SSE 53.7 WNW 50.0 NNW 77.8 S 55.6 ESE 61.2 W 83.4
2020 E 46.3 SE 51.9 SSE 53.7 SE 51.9 SE 46.3 W 63.0 WNW 48.2 W 51.9 SW 46.3 NNW 68.6 NW 64.9 SSE 66.7 NNW 68.6
2021 WNW 48.2 SSE 55.6 E 46.3 N 55.6 **** **** **** **** **** **** **** **** ****
MAX SE 57.4 SSE 74.1 NNE 57.4 N 55.6 S 64.9 W 63.0 W 83.4 WNW 77.8 SSW 90.8 NNW 77.8 SSE 74.1 ESE 74.1 SSW 90.8

Fuente: Datos Obtenidos por el SENAMHI.

Precipitación pluvial

De acuerdo a datos del SENAMHI, la precipitación se obtuvo de la siguiente manera:

Tabla: Precipitación Total de la estación el Aeropuerto 2010-2021

DATOS DE : PRECIPITACIÓN TOTAL (mm)

AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL
2010 73.7 81.1 68.4 0.0 0.1 0.0 0.4 0.5 0.0 3.1 24.6 137.8 389.7
2011 30.3 197.5 132.3 10.0 0.1 0.0 1.9 0.0 15.2 2.1 36.8 83.2 509.4
2012 117.6 185.4 67.4 5.5 0.0 0.0 2.6 0.1 0.0 24.3 44.0 74.0 520.9
2013 144.4 78.3 45.3 0.8 9.6 4.1 0.2 8.3 3.5 19.4 72.6 181.6 568.1
2014 152.9 97.0 37.9 8.2 13.7 0.0 4.6 17.2 17.3 15.4 60.2 26.8 451.2
2015 168.3 77.2 28.1 19.4 0.3 0.0 28.2 5.7 1.1 29.4 9.1 54.3 421.1
2016 64.6 101.6 1.0 0.1 0.0 0.0 0.0 1.4 0.9 20.1 33.2 80.5 303.4
2017 56.6 109.4 93.2 21.4 12.6 0.3 0.6 0.0 8.4 4.2 1.4 78.2 386.3
2018 61.7 243.6 60.1 1.9 11.1 9.4 4.1 28.9 0.3 74.9 57.7 136.6 690.3
2019 32.5 148.3 17.8 6.5 8.8 0.0 5.3 0.0 1.5 5.1 44.1 59.3 329.2
2020 114.8 106.1 80.9 15.4 0.0 4.6 0.0 1.5 15.8 19.9 5.0 79.0 443.0
2021 88.2 67.9 39.7 19.2 **** **** **** **** **** **** **** **** ****
SUMA 1105.6 1493.4 672.1 108.4 56.3 18.4 47.9 63.6 64.0 217.9 388.7 991.3 5012.6
MEDIA 92.1 124.4 56.0 9.0 5.1 1.7 4.4 5.8 5.8 19.8 35.3 90.1 455.7

66
Fuente: Datos Obtenidos por el SENAMHI.

Tabla: Precipitación Máxima de la estación el Aeropuerto 2010-2021

DATOS DE : PRECIPITACIÓN MÁXIMA EN 24 Hrs. (mm)

AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL
2010 20.4 20.9 17.0 0.0 0.1 0.0 0.3 0.4 0.0 3.0 8.7 35.7 35.7
2011 8.4 34.3 45.8 5.0 0.1 0.0 1.2 0.0 12.0 1.4 21.1 21.0 45.8
2012 51.3 41.0 23.0 3.4 0.0 0.0 2.2 0.1 0.0 11.5 17.7 29.6 51.3
2013 21.9 16.4 18.6 0.6 6.2 2.4 0.2 3.8 1.8 6.6 22.6 41.6 41.6
2014 25.6 28.5 13.2 5.4 9.2 0.0 4.6 17.2 4.6 7.8 37.0 7.2 37.0
2015 25.6 26.5 9.6 16.4 0.3 0.0 18.8 4.1 0.8 11.2 4.6 11.1 26.5
2016 13.0 29.2 0.4 0.1 0.0 0.0 0.0 1.2 0.8 8.3 13.0 42.3 42.3
2017 18.6 22.8 15.4 8.1 8.1 0.3 0.6 0.0 2.9 3.5 0.4 19.5 22.8
2018 12.7 57.2 15.1 1.0 10.2 4.5 3.9 27.3 0.3 31.8 14.1 56.6 57.2
2019 7.8 55.0 7.6 3.5 5.8 0.0 4.6 0.0 0.9 3.5 17.3 17.6 55.0
2020 22.9 17.7 36.4 11.4 0.0 4.1 0.0 0.8 14.2 5.7 2.7 23.5 36.4
2021 23.1 16.6 7.8 7.6 **** **** **** **** **** **** **** **** ****
MAX 51.3 57.2 45.8 16.4 10.2 4.5 18.8 27.3 14.2 31.8 37.0 56.6 57.2

Fuente: Datos Obtenidos por el SENAMHI.

3.2. Análisis del modelo arquitectónico.

Los parámetros más importantes a analizarse en el aspecto arquitectónico son las


verificaciones de alturas máximas permitidas, retiro adecuado hacia la rasante de la
vereda, revisión de pendientes mínimas en los accesos y establecimiento de la
funcionalidad de las zonas de circulación, venta, espacio de plaza de comidas, salas
de cine entre otras, datos útiles para la posterior asignación de cargas.

3.2.1. Verificación de alturas y retiros máximas permitidos.

Los retiros y frente pre establecidos en los planos del ante proyecto y referidos en el
emplazamiento de la obra, en el plano topográfico son de 5 metros y 6 metros
respectivamente.

Tomando en cuenta este dato, es posible contrastar estas dimensiones con el


reglamento relacionado a este parámetro.

Sin embargo, la normativa O.M 4100 establece parámetros restrictivos solo para
algunas zonas de Cochabamba, siendo así que la zona de Arrumani queda excluida
67
de restricciones de altura, más que las mismas propias del diseño estructural del
edificio.

FIGURA 3.1 Alturas máximas permitidas por zonas de Cochabamba

3.2.2. Altura recomendada entre niveles

3.2.2.1. Altura entre niveles de los bloques destinados a aulas

Según diseño arquitectónico, la separación entre niveles es de 3.50 metros, según el


nivel, por tanto cumple con la condición de altura entre plantas > 3.30 .Por tanto es
un edificio con un grado medio de instalaciones, sin necesidad de aire
acondicionado. Debajo del forjado (h=25 cm) conducciones para la calefacción,
electricidad y agua. Zona de pasillos acondicionada para el paso de instalaciones.

FIGURA 3.2 Altura entre niveles

68
Fuente: Elaboración propia

3.2.2.2. Verificación de dimensiones de aulas:

Según el libro “El arte de proyectar” de Neufert, las dimensiones mínimas de frente para
aulas , son de 7,2 m, y la profundidad máxima es de 9m, por tanto la arquitectura del colegio
en estudio, cumple estas condiciones, ya que las aulas son de 7,50m por 7,50m.

FIGURA 3.3 Arquitectura de aulas tipo

69
TABLA 3.4 Tabla resumen de áreas, Bloque 2 de oficinas

BLOQUE 1 2 TINGLADO SUPERFICIE TOTAL


SUPERFICIE (M2.) 1525.1 1325.1 733.86 3584.06

De esta manera, el área total a analizarse es de 3584,06 m2

El presente Proyecto cuenta con los siguientes ambientes:

La planta baja cuenta con 2 talleres, 4 depósitos, 3 baños y 2 laboratorios.

Figura 4: Modelo digital unidad educativa municipio de Cochabamba (Planta baja)

70
Fuente: Dirección de planificación gobierno autónomo municipal de Cochabamba

La planta de primer piso cuenta con 1 biblioteca, 1 sala de video y computación, 2


depósitos, 7 baños (incluidos de dirección y de dormitorios), 2 cuarto de archivos, 2
salas de director, 2 direcciones, 2 salas de reuniones, 2 porterías (cuartos completos
con cocineta y baños incluidos).

Figura 5: Modelo digital unidad educativa municipio de Cochabamba (Planta primer piso)

Fuente: Dirección de planificación gobierno autónomo municipal de Cochabamba


71
La planta segundo piso cuenta con 18 aulas, 3 depósitos, 6 baños.

Figura 6: Modelo digital unidad educativa municipio de Cochabamba (Planta segundo piso)

Fuente: Dirección de planificación gobierno autónomo municipal de Cochabamba

La planta tercer piso cuenta únicamente con 10 aulas.

Figura 7: Modelo digital unidad educativa municipio de Cochabamba (Planta tercer piso)

Fuente: Dirección de planificación gobierno autónomo municipal de Cochabamba

Determinación de la Configuración Estructural

72
La configuración estructural se realizó tomando en cuenta las dimensiones
establecidas del plano arquitectónico, debido a que se debe respetar la
funcionabilidad de cada ambiente.

Figura: Canchita multifuncional

Fuente: Elaboración propia

Figura: Bloque 1
73
Fuente: Elaboración Propia

Figura: Bloque 2

Fuente: Elaboración Propia

74
BIBLIOGRAFIA

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77
ANEXOS

78
ANEXO A
CARTA DE SOLICITUD
Y REQUERIMIENTO DE
PROYECTO

79
ANEXO B
PLANOS
ARQUITECTÓNICOS

80
ANEXO C
PLANO TOPOGRÁFICO

81
ANEXO D
INFORME
GEOTÉCNICO DEL
PROYECTO

82

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