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XXXVIII Congreso Argentino de Anatomía - 2001

Este documento resume los resúmenes presentados en el III Congreso de Anatomía del Cono Sur, XXXVIII Congreso Argentino de Anatomía y XXII Congreso Chileno de Anatomía, realizado en Buenos Aires en octubre de 2001. Incluye resúmenes sobre temas como la estimulación de fagocitos peritoneales por agentes probióticos, alteraciones morfológicas en la mandíbula tras inducir maloclusión en cobayas, y cambios en los músculos temporal y masseter debido a maloclusión en gerbos. Tamb

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XXXVIII Congreso Argentino de Anatomía - 2001

Este documento resume los resúmenes presentados en el III Congreso de Anatomía del Cono Sur, XXXVIII Congreso Argentino de Anatomía y XXII Congreso Chileno de Anatomía, realizado en Buenos Aires en octubre de 2001. Incluye resúmenes sobre temas como la estimulación de fagocitos peritoneales por agentes probióticos, alteraciones morfológicas en la mandíbula tras inducir maloclusión en cobayas, y cambios en los músculos temporal y masseter debido a maloclusión en gerbos. Tamb

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Rev. chil. anat. v.20 n.

1 Temuco 2002

III CONGRESO DE ANATOMÍA DEL CONO SUR

XXXVIII CONGRESO ARGENTINO DE ANATOMÍA

XXII CONGRESO CHILENO DE ANATOMÍA

BUENOS AIRES, 22-25 DE OCTUBRE DE 2001

RESÚMENES

TEMAS LIBRES, VIDEOS Y PANELES

COMITÉ ORGANIZADOR COMITÉ ORGANIZADOR


CHILE - BRASIL ARGENTINA - URUGUAY
Presidente : Prof. Dr. Mariano del Sol C. Presidente : Prof. Dr. Ricardo Jorge Losardo
Vicepresidente : Prof. Dr. Alberto Rodríguez T. Vicepresidente : Prof. Dr. Adrián Barceló
Secretario : Prof. Dr. Jorge Henríquez P. Secretaria : Prof. Dra. Inés Castellano
Tesorera : Prof. Dr. Oscar Inzunza H. Tesorero : Prof. Dra. Andrea Prina

Comité Científico0000000000000 Comité Científico0000000000000

Presidente : Prof. Dr. Hermes Bravo C. Presidente : Prof. Dr. Juan Carlos Miguel
: Prof. Dra. María Angélica
Integrantes Integrantes : Prof. Dr. Alfonso Roque Albanese
Montenegro
0Prof. Dra. Mariana Rojas R.
0Prof. Dr. Salomón Farache
0Prof. Dr. Alberto Rodríguez T.
0Prof. Dr. Rodolfo Lafalla
0Prof. Dr. Humberto Guiraldes del
0Prof. Dra. Irene Von Lawzewitsch
canto
0Prof. Dr. Tomás Masciti
0Prof. Dr. Enrique Olave R.
0Prof. Dr. Alberto Poli
0Prof. Dr. Oscar Izunza H.
0Prof. Dr. Antonio Terraes
0Prof. Atilio Almagià F.

Coordinador de Infraestructura Coordinador de Infraestructura

Prof. Héctor Silva M. Prof. Dr. Tomás Lara

Secretaría Administrativa Secretaría Administrativa

Sra. Sandra Villa B. Srta. Vanina Sarochar

ACCIÓN DE AGENTES ESTIMULANTES SOBRE FAGOCITOS PERITONEALES (Stimulating


agents actions on peritoneals phagocytes). Fuentes Marta. Cátedra de Morfología Normal, Facultad de
Bioquímica y Ciencias Biológicas, U.N.L. La Rioja 3073. C.P. 3.000, Santa Fé, Argentina.

Es conocida la acción beneficiosa para la salud de los alimentos probióticos. Estudios anteriores
demuestran la activación del sistema inmunológico que produce la ingesta de leche con agregado de
Lactobacillus acidophilus (La) y casei (Lc)
Nos proponemos contar con un estudio previo, para comprobar posteriormente la naturaleza de la
respuesta inmunológica frente a la administración de estos alimentos. Para ello, evaluamos en forma
comparativa la estimulación de la fagocitosis por parte de macrófagos peritoneales, cuando se inoculan
experimentalmente agentes inflamatorios microbianos y no microbianos solubles.

Tres lotes de ratones Balb-c fueron inoculados por vía intraperitoneal con tinta china (Lote 1), aceite
vegetal dil. 1/3 (Lote 2) y leche probiótica en la misma dilución (Lote 3), respectivamente. Transcurridos
cuatro días, en los que reciben dieta integral y agua ad libitum, se les extrajo líquido peritoneal para
estudios citológicos. Previa concentración con Ficoll-Hypaque las células fueron teñidas con Giemsa y
observadas al microscopio óptico.

En los lotes 1 y 2, que fueron inoculados con agentes no microbianos, se observan fagocitos en forma
predominante, con inclusiones citoplasmáticas de tinta china y aceite, respectivamente. No se apreció
diferencia en la actividad, entre ambos lotes.

En el lote 3, inoculado con una dilución del probiótico que contiene Lc y La., no se observó actividad de
las escasas células fagocíticas observables. Se apreció en cambio un alto porcentaje de células
mononucleares. Este hecho confirma que la respuesta inmunológica del huésped, es dependiente de la
naturaleza del agente inoculado, que provoca diferentes tipos de mecanismos. En el caso de la leche
probiótica, la presencia de mononucleares sugiere la posible activación linfocítica, como respuesta a la
presentación antigénica por parte de macrófagos.

PALABRAS CLAVE:: 1. Probiótico; 2. Inmunidad; 3. Fagocitos.

Fuente de financiamiento: CAI+D 2000 - U. N. L.

ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DA MANDÍBULA APÓS INDUÇÃO DE MALOCLUSÃO


ATRAVÉS DA EXODONTIA DOS DENTES POSTERIORES SUPERIORES DE UM DOS
LADOS DE COBAIAS Cavia porcellus MACHOS. Campos, M.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M. &
Stuani, M. B. S. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Departamento de Morfologia,
Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

Alterações morfológicas das estruturas que fazem parte do sistema estomatognático, decorrentes de
maloclusões podem estar relacionadas con algumas cefaléias (Ramfjord & Ash, 1989). Segundo Goiris
(1992), o osso alveolar está constantemente sendo remodelado em resposta às forças oclusais normais,
possibilitando a ocorrência de movimentos dentais adaptativos diferentemente do cemento, o qual repara
apenas após lesões peridontais. Para Fava de Moraes et al., (1999) a remodelação do cemento ocorre para
a readaptação das fibras de Sharpey inseridas no cemento principalmente no terço apical, muito embora a
capacidade de reparação do cemento absorvido seja variável mesmo dentro de uma mesma espécie. A fim
de compreender a interferência da maloclusão sobre os componentes do sistema estomatognático,
desenvolvemos este trabalho piloto que teve por objetivo evidenciar alterações morfológicas da
mandíbula após indução de maloclusão através da exodontia dos dentes posteriores superiores de um dos
lados de cobaias Cavia porcellus machos. Os animais foram distribuídos em 2 grupos: o alterado, no qual
os animais permaneceram con a maloclusão instalada por uma semana e, o controle, onde os animais
foram submetidos ao mesmo tempo de stress. Após este período os animais foram sacrificados,
macerados e foram feitas as análises biométrica e radiográfica das amostras. Foi observado um grande
desvio funcional mandibular, um desgaste incisal oblíquo no lado da exodontia e um aumento
significativo da coroa clónica dos dentes mandibulares posteriores, acompanhado de um aumento em
espessura e comprimento da estrutura óssea mandibular no lado de hiperfunção. Deixando claro, portanto,
que após uma semana, a maloclusão encontra-se instalada a nível de tecidos mineralizados, nestes
animais.

PALAVRAS CHAVE: 1. Maloclusão; 2. Biometria; 3. Mandíbula; Morfologia; 5. Cavia porcellus.


ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DOS MÚSCULOS TEMPORAL E MASSETER
DECORRENTES DA MALOCLUSÃO NO GERBIL. Mishima, F. D.; Jesus, F. D.; Mizusaki, C.;
Iyomasa, M. M.; Souza, M. M. & Campos, M. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto,
Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

Atualmente as desordens funcionais que acometem o sistema estomatognático, causada por estresse físico
e alterações primárias dos músculos e da ATM, são motivos de grande preocupação para a odontologia e
para a medicina e, a maioria delas, está relacionada com a maloclusão.

O objetivo desse estudo é relatar as alterações musculares do músculo temporal e do feixe superficial do
músculo masseter, relacionadas à maloclusão induzida por exodontia no gerbil, através da análise
morfológica macroscópica e microscópica.

Foram utilizados 10 gerbis (Meriones unguiculatus) machos, con aproximadamente 40g, os quais foram
submetidos à exodontia dos molares superiores esquerdos. Instituída a maloclusão, os animais receberam
água e ração «ad libitum», sendo sacrifiados 2 meses pós-operatório.

Cinco animais foram dissecados, tendo o músculo temporal e o feixe superficial do masseter expostos
para a obtenção dos dados morfológicos macroscópicos; cinco outros animais tiveram os músculos
temporais e masseteres do lado operado e não operado retirados, processados e incluídos em parafina;
seccionados com 6 µm de espessura e corados com H.E. para análise ao microscópio de luz.

Nossos resultados mostraram que os músculos temporais direitos apresentavam-se com dimensões
maiores que os esquerdos e, na porção posterior do músculo, foram vistas diferenças discretas quanto à
forma das fibras, disposição e tamanho dos núcleos entre os dois lados e em relação ao músculo masseter,
os feixes superficiais não operado apresentaram-se com dimensões maiores que os esquerdos e,
microscopicamente foram observadas diferenças quanto à forma das fibras, a localização e o volume dos
núcleos em relação tanto à área (porção média e superficial) quanto ao lado analisado.

PALAVRAS CHAVE: 1. Músculo masseter; 2. Músculo temporal; 3. Maloclusão; 4. Gerbil.

ANÁLISIS DE LA DENSIDAD DE LOS RECEPTORES NMDA2D Y NMDA2B EN LOS


NÚCLEOS TRIGEMINALES HUMANOS.(Analysis of the sensivity from NMDA2A and NMDA2B
receptors in the human trigeminal nucleus). Iván Suazo Galdames & Cristian Arriagada. Unidad de
Anatomía Normal del Programa de Morfología de la Facultad de Medicina, Universidad de Chile.
isuazo@[Link]

Los núcleos del sistema trigeminal se encuentran a lo largo del tronco encefálico y son los encargados de
proyectar a nivel central las sensaciones provenientes de gran parte de la cabeza, en especial la de la
cavidad oral.

Numerosos estudios relacionan la presencia de receptores glutamatergicos tipo NMDA con los
fenómenos de dolor, en especial, neurogénico, característico del dolor post-operatorio a nivel
maxilofacial.

El objetivo de este estudio fue analizar, mediante inmunocitoquímica, las zonas de mayor densidad de
receptores tipo NMDA 2 A/B en los núcleos trigeminales.

Para este estudio se utilizaron 10 troncos encefálicos humanos, fijados en paraformaldehido y sucrosa al
30%. Se obtuvieron segmentos de 20µ cada 5 mm, a lo largo del tronco encefálico y, se procesó para
inmunocitoquímica, utilizando anticuerpos policlonales anti-NMDA 2 A/B. Posteriormente, se realizó un
análisis morfométrico por densidad óptica.

El análisis de los resultados determinó que existía una mayor densidad de receptores tipo NMDA2A y
NMDA2B a nive de las porciones interpolar y caudal del núcleo espinal del nervio trigémino.
PALABRAS CLAVE: 1. Nervio trigémino; 2. Núcleos trigeminales; 3. Anatomía.

ANÁLISIS ODONTOMÉTRICO HUMANO URBANO ACTUAL EN CANINOS SUPERIORES


DE ADULTOS MADUROS. (Analysis Current Human Urban Odontometric. In mature adults` up
canines). Miguel Ricardo & Abilleira Elba. Facultad de Odontología de La Universidad La Plata,
Argentina.

El objetivo de este trabajo fue demostrar una variabilidad significativa diferencial en el proceso de
envejecimiento de la porción radicular de piezas dentarias humanas, según la edad y el sexo, respecto a
seis grupos etáreos: adolescentes, jóvenes, adultos jóvenes, adultos maduros y adultos mayores.

En un total de 670 raíces, con identificación de pieza, sexo y edad llevamos a cabo mediciones que
incluyeron los segmentos: longitud total por vestibular (LTV), longitud total por palatino (LTP), longitud
total por mesial (LTM), longitud total por distal (LTD), tomadas desde la parte más elevada y más declive
respectivamente del cuello anatómico. Separados por sexos y éstos en seis rangos etáreos: adolescentes
(10 a 20 años), jóvenes (21 a 30), adultos jóvenes (31 a 40), adultos (41 a 50), adultos maduros (51 a 60)
y adultos mayores (más de 61 años). Para las mediciones utilizamos el siguiendo instrumental: veniers
digital de 300 mm y micrómetro de 30 mm. Los resultados demuestran una tendencia de variabilidad
significativa con respecto al sexo y edad.

Tamaño de la muestra (N: N1=hombres, N2=mujeres), Promedio (X) y la desviación standard (DS) para
cada medida. Ej: Para la pieza 23.

Grupo Etáreo Varones Mujeres


X DS X DS
Adultos Maduros (N1=45, N2=38)
Longitud total por Vestivular (LTV) 17,2 5,8 15,34 7,05
Longitud total por Palatino (LTP) 16,4 3,4 14,91 4,30
Longitud total por Mesial (LTM) 17,5 1,2 16,10 1,62
Longitud total por Distal (LTD) 16,2 2,1 15,15 4,10

Se aprecia una tendencia diferencial significativa del diformismo en la porción radicular de las piezas
dentarias en el envejecimiento del ser humano, según el sexo y respecto a la edad.

PALABRAS CLAVE: 1. Diente; 2. Odontología; 3. Anatomía.

ANATOMÍA ECOGRÁFICA DEL RIÑÓN DEL GATO DOMÉSTICO. PLANIMETRÍA PARA


SU APLICACIÓN DIAGNÓSTICA. (Ecographic anatomy of the domestic cat kidney. Planimetry for
diagnostic aplications). Vera, Ana, L.; Casalonga, Osvaldo, L. & Sabio, Fabián. Área de Anatomía,
Facultad de Ciencias veterinarias, UBA, Buenos Aires, Argentina.

El avance logrado en la Medicina Veterinaria en ecografía para su aplicación diagnóstica y terapéutica


nos llevó a reevaluar la Anatomía como ciencia básica para mejorar la eficiencia de los nuevos métodos
diagnósticos (Ecografía veterinaria).

Las ecografías renales utilizadas analizan en general dos planos ecográficos (dorsal y transversal) y en
menor medida sagitales. Si bien estos planos tienen sus correlaciones con los mismos planos anatómicos,
consideramos aquí los planos oblicuos para completar el estudio.

Se trabajó con felinos vivos, sanos, de distintas edades, razas y sexos. Los ecógrafos utilizados fueron
Scaner 100S VET. con transductor 5 y 7.5 Mhz y SIGMA IRIS 440 con transductor 5 y 7.5 Mhz.
Se utilizaron cadáveres frescos, formolizados y riñones aislados. las arterias fueron perfundidas con yeso
al 14% y las venas con gelatina 17%.

Se realizaron las ecografías sin sedación, en posición de estación. Se consideraron todos los planos
(dorsal, transversal, sagitales, parasagitales y oblicuos). Se compararon con los planos anatómicos de los
cadáveres. Se realizaron los cortes de los riñones aislados, para verificar las localizaciones sectoriales del
paso de los planos anatómicos y ecográficos.

Se obtuvieron los resultados de los planos ecográficos y anatómicos (tradicionales y no tradicionales).

De esta planimetría ampliada surge el uso más conveniente de cada plano para el análisis correspondiente
del parénquima renal para su aplicación diagnóstica.

PALABRAS CLAVE: 1. Riñón; 2. Gato; 3. Ecografía.

ANATOMÍA ENDONASAL. (Endonasal anatomy). Seco Federico A.; Esborrat Luciano M.; Mayans
Julia V.; Gadea, Francisco & Caturla, Nicolás. Cátedra "C" de Anatomía - Facultad de Ciencias Médicas,
Universidad Nacional de La Plata, Argentina.

Debido al reciente desarrollo de las técnicas quirúrgicas endonasales, que resultan menos traumáticas e
invasivas, se hace necesario contar con sólidos conocimientos de la anatomía de la región, bajo una visión
no tradicional. Estas técnicas permiten solucionar patologías benignas, y en algunos casos maligna, con
mucha menor morbilidad que con las técnicas tradicionales. No obstante no está exenta de riesgos, los
que pueden evitarse contando con un exhaustivo entrenamiento apoyado en un sólido conocimiento
anatómico de la zona.

Se procedió a efectuar disección de piezas anatómicas formolizadas al 10 % utilizando ópticas rígidas


Hopkins Karl Storz de 0º y 30º e instrumental de cirugía endonasal. El empleo de endocámara de video,
monitor, y videograbadora facilitó el registro gráfico de las disecciones y la visión simultánea de varios
colegas que participaron en las disecciones.

Se logró mostrar a través de un video los principales reparos anatómicos a tener en cuenta para la
realización de cirugías endoscópicas rinosinusales. Esto nos permite abrir un nuevo campo de
posibilidades en la enseñanza de una anatomía aplicada, la cual resulta más adecuada a las necesidades
actuales.

Se concluye que este tipo de videos debe formar parte esencial de las clases de anatomía de cavidades
nasales, no solo a los fines de mostrar la anatomía en si misma, sino que también para permitir dotar al
alumnado de un ejemplo de su utilidad, y así comprender el porque de su estudio.

1) Hospital Interzonal Prof. Dr. Rossi, La Plata.


2) Centro Oncológico de Excelencia, Gonnet, La Plata.
3) Cátedra "C" de Anatomía.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Cavidades nasales.

ANATOMÍA EN IMÁGENES. (Imaging anatomy). Diana Perriard & Julia Vilarelle. Cátedra de
Anatomía - Escuela de Medicina - Instituto Universitario CEMIC, Argentina.

Se describe el desarrollo de la materia electiva Anatomía en imágenes, que se propone a los alumnos que
completaron el segundo año de la carrerade Medicina.

Se plantean los objetivos, los contenidos y la metodología de trabajo. Los objetivos incluyeron: 1) aplicar
los conocimientos adquiridos; 2) identificar las estructuras anatómicas en radiografías simples y
contrastadas, tomografías computadas, resonancias magnéticas, ecografías y otros exámenes y 3)
extrapolar los conocimientos anatómicos a la interpretación de las imágenes diagnósticas. Los contenidos
consistían en imágenes de los aparatos estudiados durante el año lectivo (locomotor, circulatorio,
respiratorio y digestivo).

La metodología de trabajo comprendía:1) definición del procedimiento, 2) orientación de las imágenes y


3) descripción de las estructuras anatómicas. Los estudiantes recibieron material impreso referente a los
distintos métodos, equipos, indicaciones y contraindicaciones. La actividad fue grupal, guiada por los
docentes y se utilizaron placas, discos compactos y bancos de imágenes informatizados.

De los 20 alumnos en condiciones de inscribirse en una asignatura electiva, 7 (35%) optaron por nuestra
propuesta. El curso se desarrolló en cinco clases de cinco horas de duración. Todos los estudiantes
participaron en las discusiones, aportaron material y cumplieron con los objetivos planteados. Además,
solicitaron la organización de un segundo módulo de iguales características, incorporando otros
procedimientos diagnósticos (PET, SPECT, etc.).

Los resultados de la experiencia confirmaron que la motivación de los estudiantes, la participación activa
y la posibilidad de aplicar los conocimientos adquiridos, constituyen aspectos educativos invalorables que
nos obligan a seguir explorando estrategias innovadoras que despierten el interés de nuestros alumnos.

PALABRAS CLAVE: 1. Imágenes diagnósticas; 2. Anatomía aplicada; 3. Pedagogía.

ANATOMÍA GINECOLÓGICA INTERACTIVA (Interactive gynecological anatomy). Guiraldes, H.;


Oddó, H. & Musalem, A. Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile, Chile.

Con el creciente desarrollo de los multimedios para el WEB hemos podido apoyar y orientar de manera
eficiente los conceptos de anatomía que los estudiantes de la carrera de Medicina deben practicar, en
relación con la semiología ginecológica.

Teniendo presente que para el examen de ciertas áreas del cuerpo humano es necesario un entrenamiento
antes de enfrentar al enfermo, hecho especialmente válido para el examen del área genital en la [Link]
conjunto de imágenes de los genitales femeninos internos y externos fueron digitalizadas.

Con el objeto de publicarlas en la red Internet y utilizarlas, a distancia, mediante los software Adobe
Pagemill 3.0 y Flash 3.0 fueron construidas páginas web y animadas. Destacando los conceptos
anatómicos que son requeridos para realizar una buena historia y un correcto examen físico. El método
permite enfatizar aquellos contenidos más difíciles de comprender si no se tienen presente las relaciones
de los órganos pélvicos femeninos al momento del examen. Las animaciones van siendo asociadas a
textos y preguntas que las complementan y las hacen interactivas.

La aplicación por la red de estas herramientas docentes han demostrado ser un medio eficientísimo para
lograr el entrenamiento y el aprendizaje de los estudiantes de Medicina.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ginecología; Internet.

ANATOMÍA Y BIOMETRÍA DE LOS RAMOS QUE INERVAN AL MÚSCULO BRAQUIAL.


(Anatomy and biometry of the nervous branches of the brachial muscle). Olave, E.*; Gabrielli, C.**;
Braga, M. T. T.**; del Sol, M.* & Mandiola, E.***. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera,
Chile*; Depto. de Morfología, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil**; Universidad Nacional
Andrés Bello, Chile***

El objetivo de esta investigación fue el estudio de la inervación del músculo braquial, describiendo con
detalles los ramos musculares que lo alcanzan, considerando el nivel en que se originan, nivel de
penetración en el tejido muscular y su distribución terminal. Para ello, estudiamos 46 miembros
superiores de 23 cadáveres formolizados de individuos adultos, brasileños de ambos sexos. Para
determinar el punto de origen y punto de penetración de los ramos musculares mencionados fue
considerada como referencia la línea biepicondilar (LBE).

El músculo braquial fue inervado por ramos procedentes del nervio musculoctáneo en todos los casos
(100%); un ramo fue encontrado en 15 casos (65,2%) en el lado derecho y en 18 casos (78,3%) en el
izquierdo; con dos ramos se observaron 6 casos ( 26,1%) en el lado derecho y 2 casos (8,7%) en el
izquierdo, también se presentaron 3 y 4 ramos. Cuando se presentó un ramo, su nivel de origen en el lado
derecho fue en promedio de 130,1 ± 13,3 mm respecto de LBE y de 127,8 ±1,0 mm en el lado izquierdo.
Cuando se presentaron dos ramos, el nivel de origen de éstos, en el lado derecho fue en promedio de
126,2 14,5 mm para el proximal y de 100,2 ± 37,1 mm para el distal, siempre respecto de LBE. En el lado
izquierdo, los promedios fueron de 109,9 y 57,6 mm, respectivamente. Con respecto al punto de ingreso
en el vientre muscular, la mayor parte de ellos lo hicieron por la parte medial del músculo, encontrando
que cuando fue ramo único, 13 de ellos tuvieron esta característica en el lado derecho y 16 en el lado
izquierdo la casi totalidad de estos nervios se subdividieron en ramos menores (secundarios),
encontrándose 2,3,4 y 5 de ellos, los que penetraron en el tejido muscular en distintos niveles.

Estos datos pueden servir de referencia a las cirugías de reinervación, bloqueo selectivo de puntos
motores y tratamientos fisioterapéuticos en el brazo.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Músculo braquial; 3. Inervación; 4. Ramos musculares

Proyecto Nº 9929, Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de La Frontera, Temuco, Chile.

APLICACIÓN DE RECURSOS MULTIMEDIA PARA LA ENSEÑANZA UNIVERSITARIA DE


LA HISTOLOGIA. (Application of multimedia resources to university teaching of histology).Fernanda
Skowronek; Carolina Arbelo; Javier Cedrani; Alison Márquez; Paula Pouso; Diego Reyes; Karem
Sapiro; Aldo Sgaravatti & Adriana Vera. Departamento de Histología y Embriología - Facultad de
Medicina, Universidad de la República Oriental del Uruguay, Montevideo, Uruguay.

La resolución informática ha posibilitado la incorporación de nuevas tecnologías a casi todas las esferas
del quehacer humano, la educación en particular. En el Departamento de Histología de Facultad de
Medicina hemos montado, en base al financiamiento central de la Universidad, un laboratorio de
informática que nos ha permitido realizar el trabajo que presentamos.

La utilización de recursos informáticos a la labor de enseñanza-aprendizaje implica la progresiva


capacitación del personal docente en la nueva tecnología. Por otra parte, si bien los materiales que se
pueden preparar representan un nuevo recurso didáctico, la confección de los mismos obliga a
replantearse numerosas cuestiones pedagógicas de fondo.

Los módulos que hemos elaborado corresponden a las clases prácticas de la disciplina y están pensados
para ser empleados en tres contextos diferentes: a) como introducción a cada una de las instancias
prácticas del curso; b) como recursos de autoaprendizaje en Sala Multimedia y c) como material a
emplear en modalidades de educación flexible.

Los módulos fueron elaborados utilizando el software ToolBook II, versión 6.0, y cada uno de ellos
comprende: 1- Preguntas orientadas a reafirmar, en los estudiantes, conceptos teóricos fundamentales
para abordar el material práctico; 2- Imágenes obtenidas y tratadas a partir de los preparados del
Departamento en las cuales se destacan las estructuras más importantes mediante recursos variados; 3-
Textos que destacan las nociones centrales de cada tema y 4- Cuestionarios de autoevaluación.

El material referido a cada uno de los temas es preparado según tres modalidades diferentes: a) como
archivo que permite acompañar la exposición introductoria a cada clase práctica utilizando un proyector
adecuado, b) como CD-ROM que queda disponible para ser utilizado por los estudiantes en forma
individual o colectiva y c) como material disponible en el sitio web de la Facultad de Medicina. En todos
los casos se pone énfasis en la interactividad a desarrollar por los usuarios en relación a las imágenes
presentadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Histología; 2. Didáctica; [Link]ática.

ARTERIA CIRCUNFLEJA ILIACA PROFUNDA: ESTUDIO Y TERRITORIO ANATÓMICO.


(Deep circumflex iliaca rtery: Territorial and anatomy studies). Biosci, Juan Pablo; Durán, Ricardo Ariel
& de la Faba Rodrigo. Instituto Universitario de Ciencias de la Salud Fundación H. A. Barceló - Facultad
de Medicina, Argentina.

La vascularización otorgada por la arteria circunfleja ilíaca profunda constituye un ejemplo de irrigación
para la utilización de colgajos correspondientes. Esta arteria presta irrigación a la cresta ilíaca, músculos
de la pared abdominal y piel de la región. La vascularización de esta zona se amplía por la presencia de
ramos anastomóticos, provenientes de otra región (arteria ileolumbar, etc.). Este trabajo tiene como
objetivo analizar la disposición anatómica y macroscópica de estos vasos.

Para el presente trabajo se han utilizado quince (15) hemipelvis de cadáveres adultos inyectados con
medios de contraste y estudiados mediante repleción vascular y disección reglada. Además se han
utilizado quince (15) casos de angiografía digital.

El conocimiento de la disposición de estos vasos permite configurar los territorios vasculares que son de
importancia para un mejoramiento del acto quirúrgico en la obtención de un colgajo osteocutáneo y/o
osteomiocutáneo, en cirugía de reconstrucción máxilo-facial.

Se observó que la arteria circunfleja ilíaca profunda presentó variaciones en el origen, diámetro y longitud
del pedículo. Con respecto a la rama ascendente se evidenció que en un número de casos considerables se
origina antes de la espina ilíaca, en otros a nivel y en el resto después de ella. En cuanto a los vasos
periósticos y endósticos, otorgan un patrón vascular con respecto a la anatomía circundante. Mientras que
en relación a los vasos musculocutáneos, estos mantienen un origen común el cuál esta dado por la rama
ascendente de la arteria en cuestión. Sin embargo, esta rama no es la única que da origen a ramos
musculares ya que estos se encuentran otorgados también en su gran mayoría por el resto de la arteria en
estudio.

PALABRAS CLAVE: 1. Arteria circunfleja ilíaca profunda; 2. Cirugía máxilo-facial; 3. Colgajos


osteomiocutáneos.

ARTERIA GASTROOMENTAL: ESTUDIOS AL MICROSCOPIO DE LUZ (Gastroomental artery:


Light microscopic study). Abrão, F. C.;* Cabral, R. H. C.** y *** & Prates, N. E. V. D.*** Facultad de
Medicina y de Mogi das Cruzes*; InCor-FMFMUSP;**; ICB Universidade de São Paulo***. Email
fernando-sb@[Link]

Las arterias gastroomentales son potenciales donadoras utilizadas en la cirugía de revascularización del
miocardio.

Realizamos un estudio morfológico de estas arterias correlacionando los datos obtenidos y su mejor
utilización como injerto coronario. A través de la microscopía de luz estudiamos los componentes de
fibras musculares lisas, colágenas y elásticas de este vaso.

En todos los individuos estudiados encontramos engrosamiento de la íntima con presencia de células
espumosas. No hubo correlación entre el grado de alteraciones, la edad y el sexo. La limitante elástica
interna se presentó única, nítida y ondulada, con pocas interrupciones en los individuos con lesiones
discretas de la íntima.

Por otro lado, había casi total desaparición de la limitante en individuos con alteraciones más acentuadas
de la íntima. No encontramos duplicación de esta limitante en ninguno de los casos estudiados. En la capa
media observamos pocas fibras colágenas y elásticas y gran número de células espumosas. La adventicia
presentaba numerosos vasa e nervi vasorum.

Las alteraciones en las capas íntimas y media de estos vasos sugiere que esta arteria es posible de
comprometimiento ateroesclerótico. Interrupciones en la limitante elástica interna o una única capa
elástica en esta limitante podrían actuar sinérgicamente en la progresión del proceso ateroesclerótio.

El gran número de vasa vasorum encontrados en la adventicia de esta arteria podría auxiliar en el
funcionamiento eficaz de la arteria gastroomental como injerto en cirugías de revascularización del
miocardio.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arterias; 3. Arteria gastroomental; 4. Histología.

ARTERIA ILIACA INTERNA DE LA LLAMA (Lama glama). (Internal iliac artery in llama (Lama
glama)). Graziotti, G. H.; Ríos, C. M.; Rodríguez Menéndez, J. M.; Victorica, C. L. & Affricano, N.O.
Area de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires. Chorroarín 280,
Capital Federal C1427CWO, Argentina. E-mail: ggrazio@[Link]

Continuando con nuestras investigaciones acerca de la irrigación arterial en la llama, se describe en este
trabajo la distribución y características de la arteria ilíaca interna, sus terminales y colaterales. La
irrigación de la cavidad pelviana en los mamíferos se divide en dos grandes tipos, pudendo o iliaco, según
el grado de desarrollo que presente la arteria ilíaca interna

Se utilizaron 10 llamas machos y hembras, adultos jóvenes, provenientes de la Provincia de Buenos


Aires. Las preparaciones fueron perfundidas a través de la parte abdominal de la aorta con una solución
de yeso al 14% y formol al 6% y a través de la V. digital palmar común III con una solución de gelatina
industrial al 17% y conservadas a 0ºC. Las disecciones macroscópicas fueron realizadas con instrumental
estándar de disección.

La arteria ilíaca interna en la llama presenta un trayecto largo sobre la cara medial del ligamento
sacrotuberal ancho; durante el mismo emite las arterias umbilical, obturatoria, glútea craneal, iliolumbar y
según el sexo, la prostática o vaginal antes de dividirse en sus dos terminales la arteria glútea caudal, que
abandona la cavidad pelviana perforando el ligamento sacrotuberal ancho y la arteria pudenda interna que
se dirige hacia las vísceras de la cavidad pelviana y a la región perineal. También se pueden observar
asimetrías en la distribución arterial entre los lados derecho e izquierdo en un mismo individuo.

La distribución de la irrigación de la cavidad pelviana, como ocurre en bovino y porcino, corresponde al


tipo iliaco.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Lama glama; 3. A. ilíaca interna; 4. Cavidad pelviana.

ARTERIA RENAL: ESTUDIO HISTOMORFOMÉTRICO. (Renal artery: histomorphometric study).


L. E. P. Tírico*; R. H. Cabral* & **; N. E. V. B. Prates* & L. V. Décourt**. Department of Anatomy*-
ICB-USP, Heart Institute **(INCOR)- Medical School, University of São Paulo, Brazil. Email:
neprates@[Link]

Hypertension and renal failure are very important clinical problems, which tend to affect more people as
they get older. Also, they are often related to problems affecting the renal arteries. The detailed analysis
of the composition of the arterial wall under light microscopy can provide us with a better understanding
of the behavior of those arteries during the aging process.

We have studied both renal arteries of post-mortem adult individuals, without evident gross anatomical
alterations. These arteries were treated with the usual techniques for light microscopy and stained with
hematoxilin-eosin, Masson trichrome, picrus Sirius and Verhoeff's. Under light microscopy we observed
a thick intima layer with or without areas containing foam cells. The internal elastic layer (IEL) was wavy
and well delimited when no atherosclerotic process was present. Gaps in the IEL, Modification of the
normal pattern of elastic fibers distribution were present together with the foam cells. The external elastic
limitant was frequently well developed. The adventitia presented a normal pattern with plenty of collagen
fibers, vasa vasorum and nervi vasorum. The histomorphometric study revealed an intima of 321.84 µm
and a media of 205.63 µm for the right renal arteries. For the left renal arteries the values were
respectively 54.29 µm and 458.85 µm.

We can conclude that the renal arteries are muscular arteries, which may develop atherosclerosis with
aging. Comparing both right and left renal arteries we found a higher incidence of intima thickness in the
former one suggesting a possible predisposition of the right renal artery in developing artery occlusion.

KEY WORDS: 1. Anatomy; 2. Arteries; 3. Renal artery; 4. Histology; 5. Morphometry.

Financial support: PIBIC/CNPq/USP

ARTERIA TORÁCICA INTERNA(MAMARIA INTERNA): ESTUDIO BAJO MICROSCOPÍA


DE LUZ Y ELECTRÓNICA DE BARRIDO (Internal thoracic artery (internal mammary): Study under
light and scanning electron microscopy. D. Senday*; R. H. Cabral**; N. E. V. B. Prates*** & L. V.
Décourt****. Department of Anatomy*,** y***-ICB-USP, Heart Institute** y **** (INCOR)- Medical
School, University of São Paulo, Brazil. Email neprates@[Link]

The internal thoracic artery is the most utilized graft incardiac revascularization surgery. It is believed
that this artery have a relative protection against atherosclerotic process. The detailed analysis of the
composition of the arterial wall under light microscopy, and scanning electron microscopy can provide us
elements to a better understanding of the function of these arteries in normal conditions.

We have studied post-mortem, right and left internal thoracic arteries of the adult individuals, without
evident gross anatomical alterations. These arteries were treated with the usual techniques for light and
scanning electron microscopy (SEM).

Under light study we have found foam cells either the sub-endothelial laminae and medium layer of this
artery, suggestive of the foam cells which are characteristic of atherosclerotic processes. Yet, we also
found a well formed internal elastic lamina, without gaps or reduplication signs. Under SEM the intim in
the proximal segment of the right internal thoracic artery presents a parallel and tortuous fold aspect,
similar to logs disposed besides each other, and in the distal segment of this same artery these folds
resemble Spanish tiles and present gaps. In the left internal thoracic artery these folds present themselves
less tortuous. In the sub-endothelial laminae and within the muscular fibers of the media of the studied
segments we found adipose cells, suggestive of foam cells of atherosclerotic process.

The findings under SEM show that the internal thoracic artery of individuals without gross anatomical
alterations presents alterations suggestive of atherosclerotic processes.

KEY WORDS:1. Anatomy; 2. Arteries; 3. Internal thoracic artery.

Financial support: PIBIC/CNPq/USP

ARTERIA UMBILICAL. SU IMPORTANCIA EN EL FETO. (Umbilical artery. Its importance in


the fetus). Terraes, Antonio R.; De los Reyes, M.R.; Gallovich, Juan M.; Recalde, F.; Sandoval, A. N. &
Amarilla, A. R.Cátedra II Anatomía Humana -Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001 C.
P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Embriológicamente las arterias umbilicales, en un comienzo son ramos ventrales de las aortas dorsales, se
dirigen hacia la placenta en íntima relación con la alantoides. A partir de la cuarta semana de vida
intrauterina, cada arteria adquiere una conexión con la arteria iliaca común, y pierde su sitio de
nacimiento original. Después del nacimiento, las porciones proximales persisten en forma de arteria ilíaca
interna y umbilical propiamente dicha, de las cuales se desprenden las arterias vesicales superiores; en
tanto que las porciones distales se obliteran minutos después del nacimiento, completándose por
proliferación fibrosa a los dos o tres meses y forman el ligamento umbilical lateral.

Este trabajo trata sobre las arterias umbilicales, su importancia anatómica en el feto como aporte para los
órganos pelvianos. La bibliografía consultada es escasa al respecto.

Se utilizaron 12 fetos de 22 semanas de gestación en adelante, inyectados con látex natural coloreado con
pigmento rojo fluor tipo Unispert por vía aórtica, luego fueron formolizados. Las disecciones se
realizaron con elementos de microcirugía bajo magnificación óptica. Se documentaron gráficamente con
fotografías color.

Las arterias umbilicales presentan un gran calibre, equivalente aproximadamente a 2/3 del diámetro de la
aorta. Aporta numerosas ramas a la vejiga urinaria, porción terminal de los uréteres en ambos sexos y las
vesículas seminales y ducto deferente en el hombre.

A diferencia del adulto en que el aporte sanguíneo de las arterias umbilicales es mínimo, en el feto
cumple una gran importancia en la irrigación de los órganos pelvianos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria umbilical; 3. Feto.

ASAS NERVIOSAS DE LOS NERVIOS DIGITALES PALMARES (Neural Loops of the nervus
digitalis palmaris). Homero, F. Bianchi. Universidad de Ciencias de la Salud Fundación Barceló Fac de
Medicina 3ra Cátedra de Anatomía Normal Fac. Medicina UBA, Argentina.

Se efectuó la revisión de los ojales nerviosos de los nervios digitales de la mano en relación con las
arterias digitales palmares comunes (ADPC) ya que con el avance de los procedimientos
microquirúrgicos se hace esencial conocer sus características morfológicas con precisión, para evitar sean
lesionados, destacando las pocas referencias encontradas.

Se utilizan 25 especímenes adultos, 20 frescos y 5 formolizados, inyectados los primeros con látex natural
teñido con colorante Hoescht, los cuales fueron disecados de la manera tradicional y con magnificación.

Los hallazgos mostraron que: a) el número total de asas encontradas fue de 17 es decir el 68% de la serie.
b)la arteria alrededor de la cual se forma el asa fue: arco palmar superficial,2 casos,(11,78%); colateral
ulnar del quinto dedo 2 casos, (11,78%);1ra ADPC, 2 casos, (11,78%); 2da ADPC 3 casos, (17,66%); 3ª
ADPC 8 casos, (47%). c)tipos de asas: proximales, en relación con el arco palmar superficial y con la
arteria colateral medial de quinto dedo (2 para cada variedad, 11,78% para cada uno); distales, en ojal
cerrado, la arteria atraviesa al nervio en su centro, antes de su división, próxima a su origen en el APS (8
casos 47%)y en ojal abierto, 5 (29,44%);podemos dividirlos en ojal corto y largo; el tipo corto une
rodeando a la ADPC, los colaterales digitales en que se divide el nervio; en el largo, la arteria atraviesa
un colateral digital nervioso definido. Pequeños ojales en relación con las colaterales digitales no son
cuantificados en esta presentación.

Se concluye en esta primera serie que los colaterales nerviosos digitales forman arcos en relación con el
APS ó C5 ó son perforados por una ADPC antes o después de que se dividan en los colaterales digitales
correspondientes. Debemos de ser precavidos para evitar su lesión y producir áreas de hiposensisibilidad
de grado variable.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Mano; 3. Nervios digitales.

ASPECTOS ANATÓMICOS Y BIOMÉTRICOS DE LA ARTERIA DORSAL DEL PIE EN


NUMANOS. (Anatomical and biometric aspects of the doralis pedis artery in humans). Gabrielli, C.*;
Braga, M. T. T.*; Olave, E.**; Froehner Jr, I.*; Rodríguez, I. K.* & Hansen, C.* Universidade Federal de
Santa Catarina, Brasil*; Universidad de La Frontera, Chile.**
Los pies son importantes órganos relacionados con la descarga del peso, postura bípeda, locomoción y
equilibrio. Por eso, las tentativas de su revascularización a través de puentes arteriales han sido
frecuentes, buscando evitar amputaciones en pacientes diabéticos o con lesiones traumáticas de los
mismos. La arteria dorsal del pie (ADP) es utilizada como recepetora de flujo y por lo tanto, estudiamos
sus características anatómicas y biométricas, con el objetivo de contribuir a la anatomía quirúrgica del
pie.

Utilizamos 30 pies de 15 individuos brasileños adultos, de ambos sexos, en su mayoría blancos,


pertenecientes al Departamento de Ciencias Morfológicas de la Universidade Federal de Santa Catarina.
Las arterias fueron inyectadas con látex neopren (Artifix L-14) teñido de rojo, disecando el dorso del pie
bajo lupa. La AD estuvo presente en 100% de los casos; su calibre promedio en su origen fue de 3,16±
0,67 mm y a nivel de su terminación de 2,19 ± 0,71 mm. Su longitud promedio fue de 78,32 ± 13,58 mm.
En el 90% de los casos la AD se localizó entre los tendones de los músculos extensores largos del hálux y
de los dedos. Su relación con el nervio fibular profundo fue variable, en el 33,3% el nervio fue medial; en
el 13,3% el nervio fue lateral; en el 26,7% el nervio cruzó a la arteria. En el 10% el nervio no presentó
relación con la AD ya que fue reemplazado por el nervio fibular superficial. En el 16,7% restante se
observaron otros patrones de relación, como la sobreposición del nervio a la arteria. En relación a las
ramas colaterales de la AD, el número más frecuente de arterias tarsales mediales fue 2 (56,6%), así como
el de las arterias tarsales laterales (60%); la arteria arqueada estuvo presente sólo en 26,7%. La AD tiene
características anatómicas compatibles con la realización de puentes arteriales, pero se debe tener cuidado
en aquellos casos donde el nervio cruza o se sobrepone a la arteria, para evitar su lesión durante el
procedimiento quirúrgico.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Pie; 3. Arteria dorsal del pie.

ASPECTOS MORFOFUNCIONALES EXPERIMENTALES EN LA TÉCNICA DEL


LINFONODO CENTINELA. (Experimental morphofunctional aspects in centinel lymphnode technic).
Guiraldes, H.; Camus, M.; Goñi, I. & Ortega J. I. Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica
de Chile, Chile.

En la medicina oncológica es sabido que existen neoplasias malignas que presentan diseminación
metastásica, principalmente por vía linfática, tal es el caso del cáncer de mama y del melanoma.

Halsted, consideraba que el tumor primario drena inicialmente a un linfonodo específico (a veces más de
uno) de los pertenecientes a un linfocentro regional. Cuando la diseminación ocurre, las células del tumor
llegarán primero a él. Este linfonodo es el primero-afectado y es denominado centinela. Esta teoría
presume que cuando el linfonodo centinela está libre del tumor, los otros también están libres de la
enfermedad y se puede evitar, una diseccción más extensa.

Con el propósito de evidenciar los aspectos morfofuncionales de una técnica experimental más usada para
estos fines, ejecutamos el siguiente trabajo. Cuatro porcinos que iban a ser sacrificados, en forma similar
a lo que acontece en la técnica mencionada, fueron inyectados en la zona interdigital de sus miembros
posteriores con colorante vital (Azul Patente), luego fueron disecadas tanto las vías como un linfonodo
[Link] vez sacrificados los animales se inyectó, de la misma manera, masa de gerota, para observar
el número de vías y la forma, ubicación de los linfonodos, redes, etc.

Con ambas técnicas se logró inyectar, disecar y visualizar completamente el circuito linfático involucrado
en la demostración experimental de la técnica del linfondo centinela. La comparación de ambas técnicas
de visualización del Sistema Linfático permitió constatar la permeabilidad de las vías linfáticas in vivo.

PALABRAS CLAVE: 1. Sistema linfático; 3. Linfonodo.

ASPECTOS MORFOLÓGICOS DO PERIODONTO (CEMENTO) DO PRIMEIRO MOLAR


INFERIOR, EM GERBIS. ESTUDO MICROSCÓPICO DE LUZ. Amato, P. A.; Tangerino, L. M.
B.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M. & Campos, M. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto,
Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

A preocupação dos pesquisadores quanto ao comportamento da sáude periodontal é antiga e, a literatura


revela pesquisadores trabalhando este assunto inclusive em animais experimentais. Com o propósito de
contribuir com dados morfológicos aos pesquisadores desta área, e para melhor conhecer a morfologia
funcional do periodonto o objetivo desde trabalho piloto foi fazer um estudo morfológico do periodonto
(cemento inicialmente) no primeiro molar inferior de gerbis, através de microscopia de luz. Para esse
estudo piloto, os cortes histológicos seriados do processo alveolar de gerbis foram processados
rotineiramente e corados com H. E.

É de interesse estudar, posteriormente, o restante do periodonto pois esse projeto é a parte integrante da
linha de estudo das estruturas que compõe o sistema estomatognático normal e suas alterações nas
maloclusões decorrentes da exodontia em animais experimentais.

Nossos resultados parciais evidenciaram o tecido cementário da raiz mesial do primeiro molar da
mandíbula do gerbil de constituição distinta, nos três terços da raiz, assemelhando-se às descrições feitas
em humanos (Ten Cate, 1998; Kathburian, 2000) em alguns aspectos. Quando expostos a função pesada
Ramfjord & Ash (1984) afirmam que ocorre hiperplasia funcional do cemento, aumentando a área da
supericie da raiz permitindo a inserção de mais fibras funcionais. A superficie cementária, em contacto
com o ligamento periodontal, do gerbil mostrou-se irregular principalmente no terço apical e com
algumas irregularidades também no terço médio. A pesar dessa irregularidade não foram identificados
odontoclastos nestas áreas. Fava de Moraes et al. (1999) relatam que o cemento apresenta maior
suscetibilidade à absorção em situações nas quais o periodonto é mais ácido (inflamação, cisto e
granulomas periapicais, impactação de dente incluso, reimplantação dentária). O número de amostras
analisadas ainda é pequeno para obter uma conclusão.

PALAVRAS CHAVE: 1. Morfologia; 2. Histologia; 3. Periodonto; 4. Gerbil; 5. Maloclusão.

ATLAS DIGITAL DEL SISTEMA VISCERAL DE LAS TORTUGAS. (Digital atlas of visceral
system of turtles). Sbodio, O.; Pastor,R.; Galván, SM; Dallard, B; Andreotti, C.; Gamero, H. Cátedras de
Anatomía Veterinaria I Parte y de Histología y Embriología. Facultad de Ciencias Veterinarias.
Universidad Nacional del Litoral. Rp. Kreder 2805. CP 3080. Esperanza. Santa Fe. Argentina.
sgalvan@[Link]

Dada las peculiaridades sociales de los tiempos actuales que promueven la tenencia de mascotas no
convencionales, se han visto incrementadas las prácticas médicas y quirúrgicas en animales no
domésticos de diversas especies, entre ellos los reptiles (en particular los órdenes quelonios, crocodílidos
escamados y rincocéfalos). Esta situación ha generado una mayor demanda de conocimientos por parte
de los profesionales, a partir de lo cual surgió la motivación de producir un recurso multimedial, que
diseñado bajo un entorno sencillo, permitiera acceder a diferentes imágenes correspondientes, en este
caso, al sistema visceral de los quelonios.

En particular se trabajó con las especies Chelonoides chilensis chilensis ( tortuga de tierra) y Phynops
hilarii ( tortuga de agua), permitiendo asimismo efectuar un análisis comparativo de las similitudes y
diferencias en lo relativo a la conformación visceral de ambas especies, y en ambos sexos.

Se diseñó para ello un atlas digital que evidencia la ubicación topográfica de los órganos de los diferentes
aparatos: digestivo, respiratorio, excretor y genital, así como sus particularidades anatómicas en lo
relativo a forma , color y situación. Asimismo se establece la correlación entre las placas óseas del peto y
las diferentes estructuras enunciadas

Como conclusión destacamos la significación que supone la disponibilidad de un nuevo recurso que
puede ser de gran utilidad no solo para los profesionales del área, sino también para ser consultado por
nuestros alumnos en las diferentes etapas de su formación ( en anatomía, semiología, cirugía, clínica de
pequeños animales, etc.)

PALABRAS CLAVE: 1. Atlas digital; 2. Vísceras; 3. Tortugas.

ATRESIA DE VÍAS BILIARES, ESTUDIO HISTOPATOLÓGICO. (Biliary ducts disorders.


Histopatological study). Znaidak, Ricardo; Quiñones, Emilio; Verón, Facundo; Peracca, Florencia.
Cátedra de Embriología, Escuela de Medicina, Fudación Barceló, Buenos Aires, Argentina.

La ictericia es un motivo frecuente de consulta en las primeras semanas de vida. Dentro de las causas que
la producen se encuentra la ausencia de luz de los conductos biliares intrahepáticos y extrahepáticos
conocido como atresia biliar. En este trabajo se intentará demostrar los cambios histopatológicos que
caracterizan a esta afección, en forma comparativa con tejido hepático sano.

Se utilizaron preparados histológicos de tejido hepático procesados con la técnica histológica de rutina y
teñidas con H-E. y fotografías de dichas preparaciones tomadas con fotomicroscopio Zeiss.

Se demuestró la existencia de cambios inflamatorios de los conductos hepáticos y hepático común.


Inflamación de los conductos biliares intrahepáticos en forma periductular y destrucción progresiva del
árbol biliar intrahepático.

El conocimiento de los cambios histológicos, acompañado de un colangiograma intraoperatorio, nos dará


el diagnóstico de atresia biliar. La detección precoz de esta patología nos da la posibilidad de realizar
un transplante hepático a tiempo, de lo contrario, la evolución de esta enfermedad, inexorablemente
llevaría a la muerte del paciente.

PALABRAS CLAVE: 1. Atresia biliar; 2. Vías biliares; 3. Ictericia.

BASES ANATÓMICAS PARA LA OSTEOTOMÍA PROXIMAL DE TIBIA. (Anatomic fundaments


for proximal osteotomy of tibia). Ricardo G. Curci. Primera Cátedra de Anatomía. Facultad de Medicina,
Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Se decidió estudiar la anatomía normal de la rodilla para visualizar los elementos anatómicos cercanos e
interpuestos en las osteotomías proximales de tibia, que pueden ser dañados durante dicho procedimiento.

Se disecaron cuatro rodillas de sexo femenino conservadas en formol al 10%, realizándose osteotomías
según técnica de Japas, Coventry y Chevrón.

1) A nivel de la articulación tibio-fibular proximal encontramos estrecha relación entre los ramos
colaterales del nervio fibular común y el nivel de la osteotomía en la tibia.

2) A nivel de la osteotomía de la fíbula comprobamos la íntima relación entre el nervio fibular


superficial, el nervio para el músculo extensor largo del hálux y los vasos fibulares con el hueso durante
el procedimiento.

3) A nivel de la fosa poplítea hallamos que el único elemento de interposición entre la cortical y el
paquete vasculonervioso era el músculo poplíteo, cuyo espesor es de 4 mm.

La osteotomía de la tibia debe realizarse con la rodilla en flexión de 40 a 60 grados, posición en que se
produce el máximo alejamiento de la arteria poplítea.

La osteotomía de la fíbula debe hacerse a nivel de la unión del tercio proximal con el tercio medio, sitio
en donde el nervio fibular superficial se aleja del hueso.
La liberación extensa de la celda antero lateral trae aparejado un alto riesgo de lesión del nervio fibular
común, ramo articular tibio-fibular proximal y nervio para el músculo extensor largo del hálux.

PALABRAS CLAVE: 1. Osteotomía; 2. Tibia.

BOLSAS FARINGEAS EN EL Lagostomus maximus maximus (Vizcacha). ESTUDIO


ANATÓMICO. (Anatomical study of Faringeal pouch in Lagostomus maximus maximus (vizcacha)).
Cambiaggi, Vanina; Galleri, María D. & Zuccolilli, Gustavo. Instituto de Anatomía. Facultad de Ciencias
Veterinarias. U.N.L.P., Argentina.

En diferentes animales se han descripto distintos tipos de divertículos asociados a la faringe. En el equino
y otras especies se observan unas dilataciones de las tubas auditivas (bolsas guturales), por otro lado en
algunos primates existen sacos faríngeos como estructuras relacionadas con la fonación. El presente
trabajo describe y compara una formación anatómica observada en vizcachas, que posee una localización
y aspecto similar a la del divertículo de la tuba auditiva del equino.

En este estudio se utilizaron tres ejemplares machos adultos de Lagostomus maximus. Uno de ellos fue
disecado en fresco, a partir de una incisión en la línea media ventral del cuello. Los otros dos ejemplares
fueron fijados con una solución de paraformaldehido y las bolsas serosas se inyectaron con poliuretano
expandido; en uno de los ejemplares vía agujero faríngeo luego de seccionarse la cabeza por el plano
mediano; y en el otro, con la cabeza completa, a través de la pared del saco. Luego de la inyección, las
bolsas se disecaron y tiñeron con acrílico rojo para diferenciarlas con claridad del resto de las estructuras
vecinas.

La disección permitió observar que en el plano profundo de la región ventral del cuello, relacionadas con
la superficie ventral de la tráquea, aparecían dos estructuras de aspecto seroso, transparentes, muy
vascularizadas y sin contenido aparente. Estos sacos independientes, se extendían profundos a los
músculos ventrales del cuello hasta la entrada del tórax. El origen faríngeo de estas bolsas mostró una
abertura independiente a la desembocadura de la tuba auditiva (ostio faríngeo de la tuba auditiva).

Este trabajo ofrece claras evidencias que la vizcacha posee unas dilataciones faríngeas, hasta el momento
no descriptas en ninguna otra especie de roedores. Aún permanece sin resolución la función que pueden
tener estos divertículos, sin embargo no descartamos homologarlos funcionalmente a los sacos faríngeos
de algunos primates como el Carayá que están relacionados con la fonación.

PALABRAS CLAVE: 1. Vizcacha; 2. Lagostomus; 3. Bolsa faríngea; 4. Faringe.

BOLSAS SINOVIALES SUBTENDINOSAS DE LA REGIÓN DE LA ARTICULACIÓN


HUMERAL DE LA LLAMA (Lama glama). (Synovial subtendinous burae of the shoulder of the llama
(Lama glama). Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P. & Vadés, V. Área de Anatomía, Facultad de
Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se decriben las sinoviales que se presentan como anexos musculares en la región de la
articulación humeral (región del hombro) de la llama.

Se realizó la disección sistemática, según la técnica clásica de la región de la articulación humeral de 10


llamas, cinco machos y cinco hembras. La sinoviales, individualizadas en trabajos previos, fueron
inyectadas con gelatina coloreada antes de disecar la región del hombro.

Se observó la presencia de una sinovial que acompaña al tendón de origen del m. coracobraquial (baina
sinovial del músculo coracobraquial) y otra que permite el deslizamiento del tendón de origen del m.
bíceps braquial (bolsa sinovial intertubercular) en el surco intertubercular del húmero.

Como conclusión se observó que en la región de la articulación humeral de la llama se presentan bolsas
sinoviales como anexos de músculos que relacionan con la articulación humeral.
PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Sinovial; Camélidos.

Subsidio de la U.B.A. Código V/0039- Estudio morfológico funcional de la llama (Lama glama)
transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables.

BÚSQUEDA DE PERFILES DE EVALUACIÓN EN AUXILIARES DOCENTES. (Seeking for the


profile of an academic assistance). Pistan, G.; Cesaretti,G.; De Antón, Y.;Tesei, M. & Madeo, S. 2da.
Cátedra de Anatomía, Cátedra de Anatomía para Licenciatura en Nutrición, Facultad de Medicina,
Universidad de Buenos Aires, Argentina.

El objetivo fue categorizarlos según el puntaje adjudicado en evaluaciones orales. Auxiliares docentes de
Anatomía para Nutrición, que hallan tomado 10 exámenes al menos y participado en los 3 parciales. Se
toma como parámetro los resultados del examen teórico, estructurado con 50 preguntas de elección
múltiple. El instrumento es de dificultad media y discrimina bien. Para el trabajo práctico se utilizan
planillas de preguntas elaboradas por el personal docente clasificadas según complejidad. Planilla para
datos, preguntas y nota del oral.

Alumnos: De Anatomía para Nutrición en el ciclo lectivo 2000. Auxiliares docentes de la cátedra:
Quienes no conocen la nota del teórico, al momento del oral. Para los parciales se utilizaron: una planilla
de preguntas, preguntas de un pool previamente elaborado, y preguntas libres. Se relaciona al auxiliar
docente con la frecuencia de notas que adjudica, y éstas se cotejan con la nota del teórico. Las notas se
ubican en una dispersión en desvíos standard según clasificación pre-establecida. Se observó poca
incidencia de auxiliares docentes con coincidencias, poca incidencia de auxiliares docentes ubicados en
desvíos 4 y 5, y que la mayoría de los auxiliares docentes se ubicaron entre los desvíos 1 y 3. Se
concluye que influyen factores en el auxiliar docente y en el alumno, se sugiere: Tomar los exámenes
prácticos con dos auxiliares docentes, teniendo en cuenta sus características para formar parejas de
evaluadores con criterio uniforme. Utilizar factor de corrección numérico dinámico para el auxiliar
docente.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomia; 2. Docencia; 3. Evaluacion.

CAMBIOS HISTOLÓGICOS ESTACIONALES EN OVARIOS DE PERDIZ COMÚN (Nothura


maculosa) Y SU RELACIÓN CON LA POBLACIÓN DE GONADOTROPAS. (Seasonal
histologycal changes in ovaries of Nothura maculosa related to gonadotrope population). Juan M. rosa;
Juan Claver; M. Cristina Soñez & Irene von Lawzewitsch. Área de Histología y Embriología, Facultad de
Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Nothura maculosa, ave de caza autóctona de Argentina, presenta marcada estacionalidad reproductiva. El
objetivo del presente trabajo es describir los cambios histológicos estacionales del ovario de esta especie
en relación con las variaciones en las poblaciones de gonadotropas (GTHs). Se obtuvieron muestras
mensuales de ovarios y pituitarias de ejemplares adultos durante cuatro ciclos anuales, que fueron fijadas
en Bouin, medidas y pesadas posfijación, y procesadas convencionalmente para M. O. Los ovarios fueron
coloreados con H/E, P.A.S. y Tricrómico de Goldner-Masson. En cortes de adenohipófisis se aplicó
inmunocitoquímica simple y doble (Sistema ABC, vector Lab.), empleando anticuerpos heterólogos anti-
FSH y anti LH, omitiéndose la primera incubación en los controles negativos. Las muestras se analizaron
en periodos trimestrales (P): P1: marzo-abril-mayo (etapa de reposo), P2:junio-julio-agosto (etapa
evolutiva), P3:septiembre-octubre-noviembre (etapa reproductiva), P4 diciembre-enero-febrero (etapa
involutiva). Los ovarios mostraron marcadas diferencias entre los periodos. P1 presentó escaso desarrollo
folicular, P2 se caracterizó por la presencia de folículos en crecimiento con indicios de vetilogénesis, P3
fue el de máximo desarrollo folicular y P4 el de mayor variabilidad. La atresia evolutiva se observó en
todos los periodos, mientras que la atresia explosiva y los folículos postovulatorios caracterizaron a P3 y
P4. En la adenohipofisis durante P1 y P2 predominaron las GTHs conteniendo escasos gránulos LH y
FSH ir. En P3 y P4 las GTHs con sólo gránulos Lh ir predominaban en la zona intermedia y el lóbulo
caudal sobre las que contenían ambos tipos de gránulos, siendo los LH ir escasos respecto a los FSH ir.
Se concluye que la máxima actividad ovárica observada durante P3 fue correlativa con la carga de
granulaciones FSH ir respecto de la LH ir en las poblaciones de THs, mostrando variaciones durante P4 y
disminuyendo gradualmente en P1 y P2.

PALABRAS CLAVE: 1. Gonadotropas; 2. Nothura maculosa; 3. Ovario; 4. Hipófisis; 5. Reproducción.

Financiamiento: Universidad de Buenos Aires UBACYT - TV 40.

CANAL DEL CARPO DE LA LLAMA (Lama glama). Carpal canal of the llama (Lama glama).
Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P.; Valdés, V. & J. M. Galotta. Área de Anatomía. Facultad de
Ciencias Veterinarias. Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se describen los elementos anatómicos que forman las paredes del canal del carpo en la
llama; y su relación con las estructuras tendinosas, sinoviales, vasculares y nerviosas de la superficie
palmar del carpo de la llama.

Se realizó la disección sistemática, con técnicas convencionales de trabajo, de los miembros torácicos de
8 llamas de ambos sexos, y de distintas edades. Además, se efectuaron cortes transversales de la región en
dos miembros y se inyectaron las sinoviales en otros dos miembros torácicos; abarcando este estudio un
total de 10 animales, cinco hembras y cinco machos.

El canal del carpo está formado por tres paredes:

- pared dorsal: por el ligamento palmar del carpo.


- pared lateral: por el hueso accesorio del carpo y sus ligamentos.
- pared palmo-medial: por el retináculo flexor.

El canal del carpo contiene al tendón del músculo flexor digital profundo, a la sinovial de tipo vaginal que
lo envuelve [vaina carpiana], a la arteria mediana y el nervio mediano que se ubican medial al tendón. En
el espesor del retináculo viajan también estructuras importantes: el tendón del músculo flexor digital
superficial, la vena mediana y el nervio ulnar.

Como conclusiones se observó que en la llama el canal del carpo y su contenido se presenta en forma
semejante a otros animales domésticos y que, al igual que en ellos, es un importante punto de referencia
para la localización de los elementos vasculares y nerviosos de la superficie palmar del carpo.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. Carpo; 4. Sinovial.

Financiamiento: Subsidio de la U.B.A. Código V/0039 - "Estudio morfológico regional de la llama (Lama
glama) transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables."

CARACTERISTICAS DE LOS AYUDANTES DE ANATOMÍA PARA LA LICENCIATURA EN


NUTRICIÓN. (The academic assistance in the unit of Anatomy of the college of food sciences and
human nutrition). Pistan, G.; Madeo, S.; Giordano, M. F.; Cesaretti,G.; De Antón & Tesei, M. Cátedra de
Anatomía, Licenciatura en Nutrición, Facultad de Medicina, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

El objetivo fue analizar las características de los auxiliares docentes desde su incorporación a la cátedra
hasta la actualidad.

La población en estudio a los 79 ayudantes egresados de las escuelas 1995 a 2001, durante el período que
permanecieron como personal de la cátedra. Se tiene en cuenta datos personales, la carrera a la que
pertenecen, su rendimiento académico, antecedentes, asistencia, colaboraciones, evaluaciones de sus jefes
de turno y las encuestas hechas a los alumnos sobre su desempeño.
Los datos personales, rendimiento académico y antecedentes se engloban en un perfil común a la mayor
parte de los auxiliares. Respecto de los otros ítems, si bien existe mayor dispersión de notas, dan
resultados positivos.

La recopilación de las características de los auxiliares y la elaboración de un perfil son de utilidad ya que
permite cuantificar en alguna medida lo que se puede esperar de cada uno, la necesidad de motivación,
encauzamiento, la detección temprana de problemas, etc.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Docencia Universitaria; 3. Ayudantes alumnos. 4. Nutrición.

CARACTERÍSTICAS MORFOMÉTRICAS DE LA PARTE PROXIMAL Y DISTAL DE LA


DIÁFISIS DEL METACARPIANO III EN POTRILLOS. (Morohometric features of the proximal
and distal parts of the diaphysis of the third metacarpus III in small horses). Moine, Rosana; Rivera,
María del Carmen & Vivas, Adriana. Cátedra de Anatomía Veterinaria, Facultad de Agronomía y
Veterinaria, UNRC, Argentina.

El desarrollo de un soporte óseo adecuado está entre los requerimientos más importantes de un potencial
de raza para los caballos de trabajo y de deporte. El hueso es un tejido dinámico y sus cambios se
continúan durante toda la vida para mantener su propia fuerza y adaptarse a las fuerzas externas. Esto
involucra una continua y coordinada actividad de construcción y destrucción. Las propiedades
geométricas además son afectadas por distintos factores que influyen: la edad, el sexo, la especie, el
origen del hueso, ejercicios y contenido de minerales. Estas propiedades influyen sobre la habilidad del
metacarpiano III para resistir el peso. El objetivo del presente trabajo fue analizar las medidas
geométricas del metacarpiano III comparando la parte proximal y distal de la diáfisis.

Se trabajó con los huesos metacarpiano III, provenientes de 30 potrillos mestizos-criollos menores de dos
años (19-24 meses). Los animales fueron pesados previos al sacrificio. Extraído los huesos se los evaluó
geométricamente: diámetro transversal y dorso-palmar, en la parte proximal y distal de la diáfisis, en
donde se midió el espesor de sus paredes y el área cortical.

En la parte proximal y distal de la diáfisis se obtuvieron las siguientes medidas: área total: 7,40 y 8,92
cm2. Área cortical: 5,51 y 3,47 cm2. Área medular: 1,88 y 5,45 cm2. El cuadrante de mayor espesor fue el
dorsal: 1,06 y 0,63 cm en la parte proximal y distal de la diáfisis. Se concluye que se producen
variaciones de la corteza tanto en la parte proximal como distal de la diáfisis en los dos primeros años de
vida.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Metacarpiano; 3. Potrillo; 4. Diáfisis; 5. Morfometría.

Financiamiento: Secretaría de Ciencia y Técnica. UNRC.

CARACTERIZACIÓN HISTOLÓGICA DEL TESTÍCULO DE Auliscomys boliviensis: MODELO


LIBRE DE CONTAMINACIÓN IATROGÉNICA. Rodríguez, H.; Silva, H.; Tamayo, C.; Cabello,
G.& Espinoza, O. Programa de Morfología, facultad de Medicina, Universidad de Chile. facultad de
Ciencias Biológicas UTA, Chile Email: hrodrigu@[Link]

La espermatogénesis normal es esencial para la conservación de una especie, por ello es importante
analizar la histología testicular de Auliscomys boliviensis, roedor altiplánico libre de contaminantes
humanos. Los testículos de 4 ratones fueron fijados, seccionados y teñidos con las tinciones de H.E. y
Arteta. Se identificó y cuantificó la celularidad de 400 túbulos seminíferos, midiéndose diámetro tubular
y altura epitelial.

En los resultados, las células de Sertoli, piramidales, se ubicaban en compartimiento basal y a veces
luminal, con el eje mayor del núcleo perpendicular a la lámina basal; y un promedio de 9,16 células por
túbulo. Se identificaron espermatogonios A,iIntermedias y B, todas basales; sus características siguen lo
descrito en roedores; su frecuencia es 1,62; 2,75 y 4,31 células por túbulo, respectivamente. Los
paquitenos alcanzan a 46,41 células por túbulo; Las sspermátidas redondas,pequeñas y numerosas (93,91
en promedio, por túbulo); y elongadas (59,92 células en promedio por túbulo). Un 10% de los túbulos
presenta espermatozoides libres en el lumen. Los túbulos seminíferos presentan contornos regulares, una
lámina basal definida y un epitelio estratificado. El diámetro tubular y la altura epitelial, alcanzan en
promedio 160 y 60µm, respectivamente.

En conjunto, estas variables, determinan que la línea germinal experimenta una proliferación celular
normal, sin alteraciones evidentes.

PALABRAS CLAVE: 1. Espermatogénesis; 2. Auliscomis boliviensis; 3. Reproducción; 4. Ratón.

CÁTEDRA DE ANATOMÍA PARA LA LICENCIATURA EN NUTRICIÓN. (Unit of Anatomy for


college of food science and Human Nutrition). Pistán G. E., Madeo S. D.; Giordano M. F.; Gorka, A. Z.;
Nocetti, C. & Casso, N. A. Cátedra de Anatomía para Licenciatura en Nutrición. 2da. Cátedra de
Anatomía, Facultad de Medicina, UBA, Argentina.

El objetivo del trabajo fue mostrar la formación y evolución de la cátedra de anatomía para la licenciatura
en nutrición. Se consideran: el dictado del curso regular, la evaluación del desempeño, la escuela de
ayudantes y el área de investigación.

Respecto del curso regular se enuncian las características del contenido temático, la formulación de
objetivos, cronograma, selección de experiencias de aprendizaje, recursos físicos, recursos humanos y
evaluaciones. Respecto de la evaluación del desempeño se mencionan las diferentes fuentes de
información. Se describe la estructura de la escuela de ayudantes y los objetivos del grupo de
investigación.

A lo largo de los años, como resultado de nuestras observaciones y del análisis de la evaluación del
desempeño han cambiado los contenidos, los objetivos, la carga horaria, las experiencias de aprendizaje,
los recursos y la evaluación.

La manera de resolver las necesidades de un grupo particular es desarrollar una estructura específica para
ese fin. Una cátedra pequeña tiene canales más ágiles y acciones rápidas. El funcionamiento inicial
requiere de docentes "prestados". Funcionar dentro de otra cátedra es una limitación.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Enseñanza-Aprendizaje; 3. Nutrición.

COLGAJO DE MÚSCULO POPLÍTEO. PEDÍCULOS VASCULARES Y NERVIOSOS.(Poplíteo


muscle [Link] and inervation pedicles). Lagraña, R.; Terraes, R.; Montiel, M.; Montenegro, S. &
Romero, E. Cátedra II de Anatomía Humana: Prof. Dr. A. Terraes - Facultad de Medicina - U.N.N.E.
Sargento Cabral 2.001 - C. P. (W 3402 BKE). Corrientes Argentina. Tel-fax: 054-03783- 43 4383. E-
mail: raullagrania@[Link]

El músculo poplíteo ubicado profundamente en la región poplítea o región posterior de la rodilla en


general no se utiliza para realizar colgajos, debido : a) dificultad para la obtención de un colgajo muscular
con vascularización e inervación y b) pobres conocimientos de sus pedículos. El objetivo fue sistematizar
una técnica para la obtención de este colgajo. Ubicación de los pedículos vasculares y nerviosos del
músculo poplíteo.

Se utilizaron un total de 25 piezas cadavéricas inyectadas con látex natural coloreadas y luego fueron
formolizadas (15 piezas de adultos provenientes de amputaciones supracondíleas y 10 miembros de fetos
a término). La disección se realizó con la ayuda de magnificación óptica, utilizando dos incisiones
siguiendo el eje del miembro inferior, una medial (desinserción inferior y ligadura de pedículos
accesorios) y otra lateral (obtención de pedículo principal y desinserción superior).
Fue factible en todos los casos obtener el colgajo muscular. El pedículo principal está constituido por la
arteria genicular inferior lateral (rama de la arteria poplítea) y 2 venas satélites (aferentes de la vena
poplítea), la inervación proveniente del nervio poplíteo rama del nervio tibial (aborda el músculo
separado de arteria y venas). Los pedículos accesorios: arteria genicular inferior medial, recurrente tibial
posterior, acompañadas por venas satélites, son los más frecuentes.

Este colgajo muscular puede ser utilizado en cirugía reconstructiva de cualquier parte del cuerpo y debido
a la existencia de un tendón superior intracapsular, sería importante estudiar la factibilidad de uso en
cirugías de rodillas.

PALABRAS CLAVE: 1. Colgajo muscular; 2. Músculo poplíteo [Link]ón; 4. Inervación; 5.


Miembro inferior.

CONOCER PARA INTERVENIR: LAS ESTRATEGIAS DE APRENDIZAJE DE LOS


ALUMNOS INGRESANTES. (Knowing how to act: Learning strategies for freshman students). León,
Norma. & Martínez, Domingo. Cátedra de Anatomía Humana. Universidad Nacional del Sur. Argentina.
Estomba 325, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina.

Todo proyecto docente de articulación teoría-práctica en el aula universitaria impone necesariamente una
mirada de anticipación, diagnóstica y reflexiva sobre los alumnos, que como sujetos históricos provienen
de grupos sociales diferentes, con distinta formación básica e intereses no siempre, totalmente definidos.
El objetivo fue conocer las estrategias de aprendizajes que tienen los alumnos ingresantes al curso.

Se realizó un cuestionario que contestaron voluntariamente 278 alumnos de la Carrera de Farmacia que
ingresaban al curso del año 2000 de Anatomía Humana en la UNS. Con un total de 40 preguntas se
indagó aspectos referidos a la motivación, las habilidades, las destrezas y las ansiedades que los alumnos
reconocían en sus aprendizajes.

Se obtuvo información acerca de la implicancia de los alumnos con el propio aprendizaje, de la relación
con quien le enseña y de los supuestos que subyacen al momento de ser evaluados.

Creemos que el conocimiento previo sobre las estrategias de aprendizaje de los alumnos permite la
realimentación informativa del docente, la contextualización de la enseñanza y eficaces intervenciones en
el aula.

PALABRAS CLAVE: 1. Estrategias de aprendizaje; 2. Alumnos Ingresantes; 3. Pedagogía.

CONSIDERACIONES ANÁTOMO-QUIRÚRGICAS DEL COLGAJO MÚSCULO ABDUCTOR


DEL HÁLUX. (Anatomist surgical consideration about fleshy [Link] hallucis muscle).
Colombo, Silvana; Schmitt B., Gustavo A.; Dantur, Mirna M.; Krawczuk, Vanesa C. & Sosa E. Daniel A.
Universidad Nacional del Nordeste, Argentina.

Este trabajo forma parte de un plan de estudios integral del pie. Sus objetivos son realizar un estudio
detallado del músculo abductor del hállux a fin de su utilización como colgajo muscular a pedículo
proximal en las cirugías reparadoras de las lesiones del maléolo medial.

Se usaron piezas cadavéricas adultas de ambos sexos y amputaciones quirúrgicas disecadas y coloración
con la técnicas convencionales. Se documentó gráficamente el material empírico y las variables halladas.

El músculo abductor del hálux es el más superficial de la región plantar medial y en cirugía reparadora se
lo utilizó como colgajo muscular para cubrir defectos menores del maléolo medial. La vascularización
está dada por cuatro a seis pedículos dispuestos escalonadamente: a) tres a cuatro de la arteria plantar
medial, b) uno a dos ramas tarsales de la arteria dorsal del pie y c) una rama inconstante de la arteria
colateral medial del hálux. Todos los pedículos ingresan a la cara medial del músculo. Los dos primeros
pedículos que entran en su tercio proximal son considerados como dominantes, mientras los restantes son
secundarios (son los que se seccionan).

Con uno de los pedículos vasculares dominantes entra un ramo del nervio plantar medial, constituyendo
el paquete vasculonervioso del colgajo. La arteria plantar medial, principal fuente de los pedículos de este
colgajo, corre por el borde lateral del músculo, pero su porción proximal esta oculta por el mismo.

Creemos que el presente trabajo significa un aporte para una compresión detallada de la vascularización
del mencionado colgajo y como referencia bibliográfica para la cirugía de la región.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Cirugía; 3. Colgajo; 4. Músculo abductor del hálux.

CONSIDERACIONES ANÁTOMO-QUIRÚRGICAS SOBRE EL CIEGO Y EL APÉNDICE


VERMIFORME EN CIRUGÍA VIDEOLAPAROSCÓPICA. (Anatomical and surgical consideratios
of the cecal and the vermiformis appendix in videolaparoscopic surgery). Binetti J.; Prat G.; Schlain S.;
Fontana A.; Marquez S. & Costi D. Cátedra "C" Anatomía Facultad de Ciencias Médica, Buenos Aires,
Argentina.

El objetivo del presente trabajo es demostrar la importancia del conocimiento anatómico normal, y de las
variaciones más frecuentes en las posiciones del ciego y sus relaciones con el epéndice vermiforme, con
relación a la cirugía videolaparoscópica. Adquiere gran importancia en la cirugía videolaparoscópica el
conocimiento anatómico del ciego y el apéndice, dado que los ángulos visuales son distintos a los de la
cirugía convencional y según la ubicación de estos órganos será la disposición que lleven el resto de los
trócares.

Este estudio se realizó sobre 83 videolaparoscopías realizadas en pacientes de ambos sexos(44


masculinos y 39 femeninos) con un rango de edad que iba de los 15-72 años. Se utilizó también
instrumental de videolaparoscopía.

En cuanto a la posición del ciego se puede decir que: se halló en fosa ilíaca derecha en el 66% de los
casos. En el flanco derecho 23%; posición pelviana 10% y subhepática 1%. Con respecto al apéndice
vermiforme: 47% posición descendente medial; 11% descendente lateral; 7% posición medial transversal;
18% retrocecocolónica y 17% ascendente preileal.

Sobre la base de todo lo visto y analizado podemos concluir que es necesario conocer tanto las posiciones
más frecuentes como las variaciones morfológicas que se dan en el desarrollo del tubo digestivo. Estas
posiciones más frecuentes de las que hablamos son para nosotros: el ciego en la fosa ilíaca derecha y el
apéndice vermiforme en posición descendente medial. También podemos decir que por el alto porcentaje
de variaciones, sobre todo las del apéndice vermiforme en posición retrocecal, la videolaparoscopía
constituye un método de gran valor ya que permite una mejor visión de esa región.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ciego; 3. Apéndice vermiforme; 4. Videolaparascopía.

CONSTITUCIÓN DEL PLEXO LUMBAR: ESTUDIO EN FETOS. VARIEDADES. (Constitution


of the lumbar plexus: study in fetuses varieties). Buchholz, Bruno; Contreras Alderete, Sebastián H. D.;
Gonzales, Arnaldo M. A.; Gallovich, Juan M. & Terraes, Antonio R. Cátedra II Anatomía Humana -
Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001 C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

El plexo lumbar está constituido por los ramos ventrales de los tres primeros nervios lumbares y la mayor
parte del 4° nervio lumbar. Una parte de L 4 se une a L 5 para formar el tronco lumbosacro. L 4 así
subdividido se denomina nervio furcal. El plexo puede estar constituido por 5 o 6 raíces. De acuerdo al
número de raíces y de donde proviene recibe el nombre de plexo proximal, distal y de 6 raíces.

Se disecaron 15 fetos de más de 22 semanas de gestación, formo-lizados al 10%, con instrumental


microquirúrgico bajo magnificación óptica.
Se identificaron las características morfológicas de 20 plexos tipo clásico, 5 plexos proximales, 4 distales
y un plexo con 6 raíces. Los plexos son bilateralmente simétricos en la mayoría de los casos. En cuanto a
los ramos terminales se destaca: N. Obturador con 1,2,3 y 4 raíces. El N. ilioinguinal falta en la mayoría
de los casos. Los nervios genitofemoral y cutáneo femoral lateral pueden estar divididos en sus dos ramos
terminales desde su origen. Ocasionalmente el nervio genitofemoral está ubicado en todo su trayecto por
detrás del músculo psoas mayor.

En su constitución y ramos terminales, la forma clásica es más frecuente que las variantes. Estos
resultados concuerdan con la bibliografía consultada, excepto el nervio ilioinguinal que según los textos
clásicos existe en la mayoría de las veces.

PALABRAS CLAVE: 1 Anatomía; 2: Plexo lumbar. 3. Nervio furcal.

CONTAMINACIÓN POR HONGOS EN ANATOMÍA NORMAL. NUESTRA EXPERIENCIA.


(Fungal contamination in Gross Anatomy laboratory. Our experience). Rodríguez A.* & Varela, C. **
Universidad de Los Andes, Santiago, Chile y Hospital Parroquial de San Bernardo, Chile.**

Es conocido que en aquellos centros de estudio de anatomía con cadáveres, es frecuente la contaminación
por hongos, planteándose la duda si éstos provienen del exterior, aportados por medio ambiente más
alumnos-empleados o docentes, o bien que las soluciones de conservación empleadas no son
suficientemente activas para impedir el crecimiento de hongos, que eran portados por la persona antes de
fallecer. Nuestro estudio de hongos en la Unidad de Anatomía abarcó la tipificación de cuatro casos de
hongos descubiertos en cadáveres fijados y conservados con la solución que usamos para tal efecto y que
tiene cloruro de benzalconio como fungicida; estudio de diversas dependencias del local que incluía
estudio de placas por medio de cultivo (Saboureau) colocados en pieza frigorífica de conservación,
pabellón de disección (dos), laboratorios (dos), y pieza contigua al ingreso al recinto. Se hizo control en
tres ocasiones de tomas de muestras previas y posteriores al ingreso de alumnos a los sitios antes
mencionados para verificar influencia como portadores.

Todos los cultivos positivos fueron tipificados y se observó además su desarrollo en medios que
contuviesen la solución conservadora habitualmente empleada en los cadáveres, diversas concentraciones
de formalina (semejando concentraciones logradas en tejido fijado), alcohol y ácido fénico.

Como resultado se tuvo crecimiento de hongos oportunistas no patógenos: Aspergillus sp., Penicillium
sp., Mucor sp., Rhizomucor sp. y Rhodotorulla sp.; ninguno de ellos se desarrollaba en las soluciones
conservadoras empleadas, la influencia por presencia de alumnos fue variable, teniéndose resultados no
significativos en dos de las tres ocasiones en que se efectuaron los controles.

Se concluye que la contaminación por hongos es externa, dependiendo del aseo que se tenga en los
recintos empleados y las precauciones en el manejo del material por parte de los usuarios.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Conservación de cadáveres; 3. Contaminación; 4. Hongos.

CONTINUIDAD DE LA LÁMINA DUODENO-RETROMESO-CÓLICA DERECHA CON EL


PERITONEO PRE Y RETRO-DUODENOPANCREÁTICO PRIMITIVO (Continuity of the right
duodeno retromesocolic lamina with the primitive pre and retroduodenopancreatic peritoneum).Alfonso
Roque Albanese. Cátedra de Anatomía, Fac. de Medicina, USAL, Fac. de Medicina de la Universidad de
Buenos Aires, Argentina.

Treitz (1853) describió la primera fascia de acolamiento, la denominada retroduodeno-pancreática. Según


su interpretación, la serosa peritoneal se desliza de la víscera y del peritoneo parietal por crecimiento del
intestino o de una víscera, es un desplegamiento.

Toldt (1879-1893), embriólogo, estudió el desplazamiento del intestino primitivo y vísceras anexas y su
vascularización envueltas en serosa peritoneal que, entre el 3º y 5º mes, se fijaban al peritoneo parietal
posterior, con desaparición de los mesotelios y fusión de los restos de ambas membranas enfrentadas.
Fredet (1900), Descomps (1922) y Gutiérrez (1917, 1929) propagaron estos últimos conceptos.

En la década del 30, aprendimos con Enrique y Ricardo Finochietto la maniobra de Kocher (1903) y
Wiart (1900) para la movilización del duodeno-páncreas en la gastrectomía y anastomosis gastroduodenal
(Billroth I). Con frecuencia quedaba una torsión con estenosis duodenal por membranas conjuntivas. Ello
nos llevó a investigar su causa en anfiteatro de anatomía. Así, en 1952, describimos la lámina duodeno
mesentérica retromesocolónica derecha, que fue presentada en 1959 a la Sociedad de Anatomía Normal y
Patológica. En las cuatro décadas transcurridas hemos seguido estudiando sus relaciones y extensión.

En el presente estudio analizaremos su origen como continuación del peritoneo primitivo pre y
retroduodenal. Este último, al fusionarse con el peritoneo parietal posterior forma la fascia
retroduodenopancreática (Treitz), aunque Treitz también describió las coalescencias ventrales del
peritoneo preduodeno-pancreática.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Peritoneo. Duodeno; 4. Páncreas.

CUERPO CALLOSO: RELACIÓN DE LAS PORCIONES CON EDAD Y SEXO EN


IMÁGENES DE RESONANCIA MAGNÉTICA. (Corpus callosum: relationship between its portions
with age and sex on magnetic resonance imaging). Merlo Alicia; Albanese Alfonso; Miño Jorge; Gómez
Elena; Mascitti Tomás; Ingratta Adriana & Albanese Eduardo. Facultades de Medicina, Universidad del
Salvador y Universidad de Buenos Aires. Facultad de Farmacia y Bioquímica, Universidad de Buenos
[Link] Francés, Argentina.

Los estudios de la influencia de edad y sexo sobre las dimensiones del cuerpo calloso en imágenes de
resonancia magnética no son concluyentes. El objetivo del estudio fue relacionar con la edad y el sexo
valores de superficie de porciones del cuerpo calloso en imágenes del plano sagital mediano de
resonancia magnética.

En imágenes de resonancia magnética (mediano) del cuerpo calloso de 95 sujetos diestros de ambos
sexos (edad:15-82 años) se midieron mediante el programa Scion Image for Windows las superficies
del genu, anterior y posterior de la porción media y del esplenio. Se determinaron la media±ES de los
valores de superficie por rangos de edades. Los tests estadísticos utilizados son el análisis de varianza y
coeficientes de correlación de Pearson entre superficie y edad.

La media±ES de la superficie del grupo femenino y masculino son respectivamente para el genu
1.73±0.05 y 1.71±0.09 (p>0.05); la porción media anterior 1.67±0.04 y 2.01±0.08 (p<0.02) y posterior
1.60±0.04 y 1.78±0.05 (p<0.02) y el esplenio 1.83±0.05 y 1.62±0.09 (p<0.02). En ambos sexos los
coeficientes de correlación entre la superficie de cada porción y edad son negativos desde los 61 años.

El esplenio que es mayor en la mujer se compensa con la menor superficie de su porción media.
Consecuentemente la superficie total del cuerpo calloso no varía significativamente entre sexos. En
ambos sexos las partes del cuerpo calloso disminuyen desde los 61 años.

PALABRAS CLAVE: 1. Cuerpo calloso; 2. Resonancia magnética; 3. Edad; 4. Sexo.

CREANDO REDES EN LA EDUCACIÓN. Simbrón, Alicia del Valle; Flores,Viviana Yolanda;


Giambartolomei & Luis Augusto. Cátedra de Anatomía Humana "B", Facultad de Odontología y Cátedra
de Pediatría, Facultad de Medicina, Universidad Nacional de Córdoba, Argentina.

Los procesos de enseñanza- aprendizaje se enfrentan a una realidad dinámica y cambiante de


transformación educativa, con influencia de nuevas tecnologías para acceder a la información y a la
comunicación. Tales modificaciones se producen en todos los niveles educativos, incluyendo el
universitario. La actualización del modelo de "abstracción creciente"(Cono de Experiencia de Dale), nos
alienta a incorporar nuevos medios como el video, ordenador y a utilizar lenguajes hoy habituales en
nuestro entorno ( lenguaje informático, metalenguaje, etc.).Proponemos desarrollar la actividad de
enseñanza- aprendizaje, mediante un sistema interconectado de "redes de comunicación" que nos permita
interactuar con profesionales docentes y alumnos de idéntica asignatura, pertenecientes a otras
Universidades y centros de formación, como una manera de complemento científico pedagógico de las
actividades teóricas y prácticas habituales.

Objetivos:

1. Enriquecer la construcción de los conocimientos, potenciando el desarrollo de múltiples vías de


aprendizaje, a partir de nuevas estrategias de capacitación.
2. Crear un espacio de comunicación satelital que permita ubicar a determinados contenidos de
capacitación, como actividad educativa complementaria.
3. Interactuar con otros centros de formación universitaria de similar asignatura a fin de enriquecer el
aprendizaje.
4. Aplicación de recursos tecnológicos de avanzada que posibiliten el procesamiento de la información.
5. Contribuir a la formación de pregrado y post-grado, con adquisición de conocimientos habilidades y
aptitudes necesarias para el futuro desempeño profesional.
6. Generar la actualización teórico, práctica, metodológica y bibliográfica sistematizada, sobre diferentes
contenidos, a través de la participación de las distintas unidades académicas de nuestro país y del
extranjero, en trabajo simultáneo y colaborativo.

Estrategia Metodológica:Se definirán criterios normativos- prescriptivos de selección de contenidos, con


el propósito de cumplir las funciones y objetivos perseguidos, elaborados conjuntamente con las otras
unidades académicas participantes. Se propone la utilización de sala para teleconferencias adecuada y
sistematizada para grupos limitados de alumnos, los que presenciarán actividades teórico- prácticas desde
otros lugares, con participación activa. Implementación de nuevos modelos de evaluación que permitan a
los educandos realizar un análisis crítico y reflexivo de los conocimientos adquiridos, contemplando no
sólo la asimilación de contenidos, sino la resolución de problemas relacionados con cada unidad, como
también la valoración de aptitudes personales de desempeño en cada actividad (participación, búsqueda
bibliográfica, recursos aportados, etc).

En la enseñanza universitaria consideramos necesario abarcar todos los niveles de experiencia, brindando
los medios tecnológicos para alcanzar la formación integral de nuestros alumnos, acorde a una realidad
cada vez más globalizada y exigente en cuanto a la calidad.

PALABRAS CLAVE: 1. Transformación educativa; 2. Interacción universitaria; 3. Nuevas tecnologías;


4. Sistemas de Comunicación.

DATOS MORFOMÉTRICOS DE GENITALES DE HEMBRAS BOVINAS PARA CARNE


RECOLECTADOS EN FRIGORÍFICOS REGIONALES. (Morphometrical data from female beef
bovine genitals collected at regional slaughterhousess). Garcia, C. E.1; Almeida, G. P.1; Biondani, C.A.1
& Campero, C. M.2 Unidad Integrada FCA-INTA Balcarce. 1Cátedra de Fisiología Animal, FCA
(UNMdP); 2Patología Veterinaria, INTA Balcarce, Argentina.

La producción de terneros anual en nuestro país, oscila entre los once y doce millones de cabezas. La
creciente demanda para faena temprana de terneras para carne (ternera bolita), implica una menor
cantidad de hembras disponibles para la reposición. Las caracaterísticas anatómicas de los genitales de las
hembras para carne faenadas en nuestro país no están claramente establecidas. Por ello en el presente
trabajo se procesaron los datos morfométricos de los órganos genitales de 191 hembras bovinas para
carne obtenidos en dos frigoríficos regionales de Balcarce y Tandil.

Las categorías etarias de las hembras Bos taurus faenadas fluctuaron entre terneras y vaquillonas (≤ 2
años) y vacas adultas (≥ 3 años). Las razas predominantes fueron Aberdeen Angus, Hereford y sus cruzas.
Se disecaron los genitales bovinos extraidos durante la faena, de 170 hembras vacías y 21 hembras
preñadas. Se midió el largo de la vagina, la longitud interior del cérvix y el cuerpo del útero. Los cuernos
uterinos no fueron considerados en el presente trabajo. Se pesaron los ovarios.

Para el análisis de los datos se utilizó el progranma SAS para datos paramétricos. Se consideraron las dos
categorías de edad de las hembras y su estado gestacional.

Tabla 1: Medidas de genitales de hembras bovinas no preñadas y preñadas

0000000000000000000000000000000000Hembras no preñadas.

Órganos (n). ≤ 2 años ≥ 3 años


n x (cm) n x (cm)
Vagina (cm) 126 17.9 a 39 21.5 b0
Cérvix (cm) 106 5.8 a 37 8.7 b
Cuerpo del útero (cm) 105 1.9 a 37 2.4 b
Peso del ovario* I 70 5.5 a 38 5.3 a
(g) D 56 5.3 a 40 6.7 b

0000000000000000000000000000000000Hembras preñadas

Órganos (n). ≤ 2 años ≥ 3 años


n x (cm) n x (cm)
Vagina (cm) 11 22.2 a 9 24.1 a0

Cérvix (cm) 5 8.1 a 8 10.5 b


Cuerpo del útero (cm) 4 4.3 a 7 4.8 a
Peso del ovario* I 19 4.0 a 5.7 5.7a
(g) D 20 5.4 a 5.4 6.3a

n= número de animales; = medias míminas cuadráticas; letras supraescritas diferentes en la misma línea
= diferencias estadísticamente significativas al p<0.06 %; *I: izquierdo, D: derecho.

Las diferencias significativas observadas entre los diferentes segmentos del tracto genital de las hembras
"vacías", en los dos grupos etarios, es coincidente con lo citado por la bibliografía, y esperable por el
desarrollo del animal.

El mayor desarrollo de los ovarios derechos podría deberse a una asociación fisiológica considerando el
predominio del rumen en el lado izquierdo de la cavidad abdominal. Existen referencias bibliográficas al
respecto García, 1993 y Mc Donald, 1978).

Las diferencias del tamaño del cérvix en las hembras preñadas ≥ 3 años, podía ser un efecto de las
preñeces previas. Mayores trabajos son necesarios para una correcta determinación de los valores
morfométricos aquí obtenidos.

DESAROLLO Y EVALUACIÓN DE PROGRAMAS COMPUTA-CIONALES PARA LA


ENSEÑANZA DE ANATOMÍA EN LA FACULTAD DE MEDICINA DE LA PONTIFICIA
UNIVERSIDAD CATÓLICA DE CHILE. (Development and evaluation of computer programs to
teach Anatomy at the Faculty of Medecine, Pontificia Universidad Católica de Chile). O. Inzunza & H.
Bravo. Departamento de Anatomía, Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile.

Desde el año 1994 nos hemos involucrado en el desarrollo y aplicación de módulos computacionales
docentes para los cursos de Anatomía, colocando a disposición de nuestros alumnos una serie de páginas
web con temas de Anatomía y Embriología para las carreras de Medicina, Enfermería-Obstetricia y
Química y Farmacia.

En este trabajo analizamos el impacto que esta tecnología tiene sobre el aprendizaje teórico y práctico de
temas morfológicos y la opinión que los alumnos tienen sobre estas herramientas multimediales. Para ello
utilizamos análisis estadístico comparativo y encuestas de opinión.

Utilizando estos instrumentos de evaluación hemos determinado que:

1º El uso de nuestros software educativos mejora el rendimiento teórico y práctico de los alumnos.

2º Estos software educativos son bien evaluados en la forma y en el fondo por los estudiantes.

3º Estos medios son complementarios y no reemplazan a otros apoyos docentes como libros y pasos
prácticos.

4º La introducción de fotografías, de preparaciones anatómicas, animadas con el sofware Flash, mejora


significativamente el conocimiento práctico de los alumnos.

5º Estos elementos representan un excelente apoyo para las actividades prácticas de los cursos de
morfología.

PALABRAS CLAVE: 1. Docencia; 2. Anatomía; 3. Páginas web.

Financiamiento: Fondo de Desarrollo de la Docencia, Pontificia Universidad Católica de Chile.

DESARROLLO Y UTILIZACIÓN DE UN SITIO WEB INTERACTIVO DE ANATOMÍA


HUMANA PARA ALUMNOS DE LA UNIVERSIDAD CATÓLICA DE VALPARAÍSO, PARA
MEJORAR LA CALIDAD DE LA DOCENCIA DENTRO Y FUERA DEL AULA. (Development
and use of an interactive web site of human anatomy for students of Universidad Católica de Valparaíso,
to inside improve the quality of teaching and outside the classroom). Atilio Aldo Almagià Flores &
Claudio Rodrigo Maffet Carrasco. Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de
Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

Se vio la necesidad de incorporar una nueva herramienta tecnológica en la docencia anatómica de


pregrado con la finalidad de mejorar el clima del proceso enseñanza. El desafío era abandonar
paulatinamente el modelo de aprendizaje en un aula de cuatro paredes, hacia un proceso interactivo, lleno
de nuevas opciones metodológicas, donde la pasividad estudiantil se convierta en un buscar por si mismo
las respuestas, comienza a interactuar con el profesor en el aula y con el computador fuera del aula.

Elaboramos un sitio Web interactivo de Anatomía Humana y Morfofisiología con la finalidad de servir de
apoyo en la estimulación, guía, refuerzo e integración de los conocimientos entregados en el aula y en la
práctica aplicada a la disección, para su estudio fuera del aula. El diseño del sitio Web abarcó la
recopilación de información, elaboración del texto, imágenes y autoevaluaciones. El sitio Web posee las
unidades acompañadas por imágenes, anexos básicos como esquemas y cuadros resúmenes,
autoevaluaciones para comprobar su nivel de aprendizaje, evaluaciones en línea, tutorial electrónico y un
muro virtual para la discusión de temas específicos. Se observó gran aceptación y visitas por parte de los
alumnos y una gran participación en las distintas secciones del sitio Web.

Podemos concluir que, al hacer un primer estudio comparativo, se puede afirmar que los alumnos
elevaron su rendimiento académico e integraron y comprendieron de mejor forma las unidades temáticas
y de aprendizaje. Siendo la disección un aspecto fundamental y primordial en el aprendizaje de la
anatomía, el uso del computador y de la red es un excelente auxiliar en apoyar aquellos temas que, por un
lado presentan alto grado de dificultad y por otro, suplen de alguna manera la carencia de ese material
anatómico específico.
Si bien existen CDs de disección, programas de multimedia y bilbliografía el alumno no poseía una guía
fuera del aula que reforzara sus conocimientos al ritmo de la asignatura - y a su propio ritmo de
aprendizaje y que fuera elaborado por los profesores de la asignatura. Experiencias de esta naturaleza han
resultado altamente efectivas para la motivación, readecuación y cambio de actitud positiva para el
proceso de enseñanza y aprendizaje de la anatomía y de la morfofisiología.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Sitio Web.

Financiamiento: Fondo proyectos de Mejoramiento de la Calidad de la Docencia a través de la


Incorporación de Innovaciones Pedagógicas. Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

DESLIZAMIENTO DEL ILEON EN HERNIA INGUINAL DERECHA. (Slinind of the ileum in


right inguinal hernia). Alfonso Roque Albanese. Cátedras de Anatomía, Fac. de Medicina, USAL y UBA,
Argentina.

Desault (1785 ) denominó hernias sin saco a las hernias por deslizamiento. Scarpa (1809) llamó
adherencias carnosas naturales a la fijación de las vísceras a la pared posterior del saco herniario. Cloquet
(1817-1825) estudió la evolución del conducto peritoneo-vaginal, análisis que perfeccionó Guillemin
(1852). Treitz ( 1857 ) describió el descenso de la gónada desde el cuerpo de Wolff acompañado por la
serosa celomática, futuro peritoneo y la túnica vaginal en conjunto con un asa intestinal, ileo-ceco-
apendículo-cólica en derecha y sigmoideo-rectal en izquierda, denominándolo complejo genito-entérico.
Lo más común es el descenso y deslizamiento con la serosa, menos común con el colon. Lo más raro es
con el ileon. Se describe un caso en pieza anatómica y otro caso operado por nosotros.

PALABRAS CLAVE: 1. Hernia inguinal; 2. Deslizamiento del ileum; 3. Anatomía; 4. Cirugía.

DETERMINACIÓN DE CALCIO Y FÓSFORO EN HUESO CORTICAL DE FÉMUR DE


PERRO EN LA REGIÓN MEDIA DE LA DIÁFISIS. (Determination calcium and phosphorum in
cortical bone of femoral middle daiphysis of the dog). Rivera, M. C.; Ferraris, G.; Galan, A.; Natali, J.;
Moine R. & Gigena, M. S. Cátedra de Anatomía Veterinaria, Facultad de Agronomía y Veterinaria
Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

El hueso fémur del perro soporta esfuerzos fisiológicos tensionales por repetición. Ante ello los
componentes laminares de los cuadrantes craneal y caudal de la diáfisis, responden de manera diferente
en su organisación estructural. El objetivo del trabajo ha sido determinar las variaciones de calcio y
fósforo que presentan los cuadrantes craneal y caudal en la región media de la diáfisis del hueso fémur del
perro.

Se emplearon para esta investigación los huesos izquierdos de 6 perros mestizos (3 machos y 3 hembras)
de diferentes pesos, con edades entre 4 y 6 años, y que no presentaban problemas aparentes en el aparato
locomotor. Se extrajo de la parte media de la diáfisis, una muestra transversal al eje mayor del hueso, esta
se microanalizó mediante microscopía electrónica, midiéndose la energía de entrega.

Los valores obtenidos fueron: cuadrante craneal 18863 ± 5515 y 15168 ± 4539 para Ca y P
respectivamente, y en el cuadrante caudal 14664 ± 3911 y 11822 ± 3041 para Ca y P respectivamente.;
en machos 14945 ± 5752 y 12090 ± 4395 para Ca y P respectivamente, y en hembras 18582 ± 3867 y
14900 ± 3504 para Ca y P respectivamente.

Las variaciones de Ca y P de ambos sexos y cuadrantes analizadas estadísticamente presentan diferencias


significativas.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Fémur; 3. Perro; 4. Diáfisis; 5. Calcio; 6. Fósforo.

Financiamiento: Secretaría de Ciencia. y Técnica. UNRC. Director de proyecto: Wheeler J.


DETERMINACIÓN INMUNOHISTOQUIMICA DE SUSTANCIA P EN EL TRACTO
INTESTINAL DE FETOS DE CABALLO. (Inmuno-histochemistry determination of substance P in
the intestinal tract of horse foetus). Dauria, Pascual; Castagnino, Rosa; de la Cruz, Jorge; Sona, Liliana;
Mac Loughlin, Viriginia & Navarro, [Link]ía. Depto. Anatomía Animal. Facultad de
Agronomía y Veterinaria. Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

Las hormonas gastrointestinales son péptidos producidos por células endrócrinas de la mucosa
gastrointestinal, funcionalmente asociadas con la secreción, movilidad y crecimiento del sistema
digestivo. Han sido estudiadas en humanos y diversas especies animales silvestres y domésticas;
detectándose ya en los períodos prenatales lo cual sugiere una importancia y rol específico de estas
hormonas durante el desarrollo gastrointestinal.

El objetivo del presente trabajo preliminar es determinar la presencia de Sustancia P en fetos de caballo
de diferentes edades. Se recolectaron muestras de duodeno, yeyuno-ileon y ciego de fetos entre 10 y 36
semanas de edad, las que fueron fijadas en formol tamponado al 10%. Para la detección de la Sustancia P
se aplicó el método inmunohistoquímico, empleándose anticuerpo policlonal de conejo en una dilución
1/1000. Las reacciones subsiguientes involucraron al complejo avidina/biotina y peroxidasa
(VECTASTAIN Elite ABC kit) y al kit Vector DAB como revelador.

En el duodeno de los ejemplares muestreados se detectaron células positivas a nivel del tejido epitelial y
conectivo; mientras que en yeyuno-ileon dichas células se detectaron en los fetos de mayor edad. En el
ciego la reacción fue negativa en todas las muestras.

Se concluye que la detección de sustancia P en fetos de caballo ocurre al menos a partir de las 10 semanas
del desarrollo con una distribución variable en determinados órganos según la edad del individuo.

PALABRAS CLAVE: 1. Sustancia P.; 2. Inmunohistoquímica; 3. Tracto intestinal; 4. Feto; 5. Caballo.

Subsidio: SECYT Universidad Nacional de Río Cuarto

DIFERENCIACIÓN GONADAL DE HAMSTER DORADO ESTUDIO


INMUNOHISTOQUÍMICO Y ESTRUCTURAL. (Gonadal development in golden hamter
inmunohistochemical and ultrstructural study). Cury M.; Marchant R.; Velásquez A.; González L. &
Tolosa J. Fac. Ciencias Médicas, Universidad de Santiago, Chile.

La gónada se desarrolla en íntima relación con el riñón intermedio o mesonefros por lo cual se ha
postulado que este órgano daría origen a las células somáticas gonadales. En estudios anteriores
hemos observado que el epitelio celómico participa activamente en el aporte de células al blastema
gonadal en el hámster dorado. La aparición de macromoléculas de la matriz extracelular son
fundamentales en el proceso de formación y organización gonadal tanto en la migración de células
desde el epitelio celómico hacia el blastema gonadal como en la constitución de los cordones
sexuales.

En este trabajo se estudió la aparición y distribución de macromoléculas de membrana basal durante


el desarrollo gonadal, mediante técnicas de inmunohistoquímica, con el método peroxidasa-
antipiroxidasa.

La gónada se diferencia tardiamente respecto a los órganos vecinos, por eso se usó como parámetro
de comparación epitelios de los órganos adyacentes. Este estudio se acompaña de las observaciones de
alguna etapas del desarrollo gonadal al MET. Asociaciones gónada mesonefros de embriones y
fetos se fijaron en glutaraldehido 2% en buffer fosfato, se incluyeron en Epon 812 y se siguó el
tratamiento convencional para MET.

Durante el periodo embrionario 10,5-11,5 ds la gónada presenta aspecto indeferenciado, y no hay


marcaje de MB subepitelial con antilaminina y anti-colágeno IV. Durante el día 12,5 se comienza a
visualizar el marcaje en algunas zonas basales del epitelio entre las células del blastema gonadal, se
observa una tinción leve y difusa laminina durante este día. En el día 13,5 se hace evidente la
presencia de MB alrededor de los cordones en organización, desapareciendo la distribución difusa del
día precedente. Al MET se observó ausencia de membrana basal bajo el epitelio, lo que se
corresponde con la distribución de laminina y colágeno IV observada. Cambios conformacionales de
las células epiteliales con la emisión de lamelipodios que le permiten tomar contacto con la matriz
extracelular subyacente y pérdida de uniones intercelulares que le permitirán migrar.

PALABRAS CLAVE: 1. Diferenciación gonadal; 2. Hamster dorado; 3. Histoquímica; 4. MET.

DISECCIÓN (Dissection). Diana Perriard; Andrea Drajzibner & Andrea Prina. Cátedra de Anatomía -
Escuela de Medicina - Instituto Universitario CEMIC. 2ª Cátedra de Anatomía - Facultad de Medicina,
UBA, Argentina.

Se describe el desarrollo de la materia electiva Disección, que se propone a los alumnos que completaron
el tercer año de la carrera.

Se plantean los objetivos, los contenidos y la metodología de trabajo. Los objetivos incluyen: 1) aplicar
los conocimientos adquiridos; 2) identificar las estructuras anatómicas encontradas durante la disección y
3) desarrollar habilidades y destrezas útiles para la vida profesional futura. Los contenidos consisten en la
disección de regiones anatómicas de interés clínico y/o quirúrgico. La metodología de trabajo comprende:
1) presentación de un caso motivador del aprendizaje; 2) discusión anatómica de la región a explorar; 3)
descripción del instrumental, las vías de abordaje y los planos a reconocer y 4) disección a cargo de los
estudiantes, guiados por los docentes.

Esta asignatura se desarrollará en cinco clases de cinco horas de duración, al finalizar el año lectivo. Cabe
señalar que se organiza a solicitud de los alumnos, interesados en profundizar sus conocimientos a través
de un trabajo de campo.

Por tratarse de un proyecto, no podemos extraer conclusiones, pero creemos en el éxito de este
emprendimiento, ya que otra experiencia similar (Anatomía en imágenes), en la que participaron varios
de los estudiantes dispuestos a inscribirse en ésta, demostró que la motivación y la actividad centrada en
el alumno son fundamentales en toda estrategia educativa.

PALABRAS CLAVE. 1. Disección; 2. Anatomía; 3. Pedagogía.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL PIE: IRRIGACIÓN DEL TENDÓN CALCÁNEO.


(Dissection & Description of foot: Irrigation of Calcaneus Tendon). Flores, César L.; Rohrer, Robinson
A.; Amarilla, Abel R.; Sales, G. Mauricio; Galarza Andrés R. &. Bergotini, César. Cátedra I y II de
Anatomía Humana. Facultad de Medicina Corrientes. UNNE, Argentina.

Este trabajo forma parte del proyecto de investigación del complejo articular del pie. El estudio de la
irrigación del tendón calcáneo (de Aquiles) es esencial para entender el cuadro clínico. Tiene como
objetivos la descripción de la irrigación del tendón calcáneo, además de la adquisición de experiencia en
la técnica de disección vascular y la preparación de material didáctico para las muestras en anfiteatro.

Se utilizaron piezas de origen cadavérico (4) y de amputaciones quirúrgicas (11), de individuos adultos de
ambos sexos, inyectadas con látex natural, coloreado con fenilamina (anilina textil) y luego fijadas con
formol al 10%. Se realizó sobre las mismas disecciones con instrumental clásico de disección y de
microdisección, utilizando para esto último, elementos de magnificación óptica de 5X y 10X.

El material empírico producido coincide con las descripciones de los anatomistas clásicos en relación a la
vascularización del tendón calcáneo y sus variedades de presentación. La circulación del tendón calcáneo
ha sido ampliamente estudiada, identificando las áreas de menor irrigación como ¨zonas de riesgo¨.
Encontramos que el número de vasos sanguíneos varía a través de la longitud del tendón. Apreciamos que
la mayor circulación se encuentra en el extremo distal en su inserción en el calcáneo y que los vasos
comienzan a disminuir tanto en número como en distribución a medida que el tendón se aleja de su
inserción.

PALABRAS CLAVE: Anatomía; 2. Irrigación; 3. Tendón calcáneo; 4. Cirugía.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL COMPLEJO ARTICULAR DE LA RODILLA:


LIGAMENTO MENISCOFEMORAL . (Dissection and description of the knee articulation complex
ligament meniscofemoral). Sosa, Evangelina Alejandra; Vispo, Gustavo Pablo; Royg Jara, Diego
Sebastián; Saenz, Jimena Leonor; Villaverde Biglia, Verónica Cecilia. Cátedra I de Anatomía Humana,
Facultad de Medicina UNNE, Corrientes, Argentina.

El presente es un estudio del ligamento meniscofemoral en el marco del proyecto de investigación del
complejo articular de la rodilla. Los objetivo fueron realizar un estudio detallado del ligamento
meniscofemoral para su aplicación en la Clínica y Técnica Quirúrgica; adiestrar a los alumnos docentes
en las prácticas de Anfiteatro; preparar material didáctico anatómico para la docencia y establecer la
frecuencia de su presentación y disposición anatómica.

Fueron utilizadas piezas de amputaciones quirúrgicas de miembro inferior, inyectadas con formol al 10 %
Instrumental de disección: Pinzas para disección con dientes y sin dientes, tijeras de Khan para disección,
tijera recta de extremo romo, bisturí con hoja desmontable Nº22, lupas de magnificación óptica. Las
piezas se diseccionaron a 4 cm por encima de la articulación de la rodilla, luego se procedió a la disección
plano por plano siguiendo los pasos descriptos en los tratados clásicos.

En las preparaciones realizadas se observa con mayor frecuencia la disposición de las descripciones
clásicas y con algunas variedades en su extremo distal. Estos resultados fueron documentados
fotográficamente y esquematizados para su mejor comprensión y explicación.

Cabe inferir que la presentación del ligamento responde a los patrones normales descriptos en la
bibliografía consultada. La correcta disección de la totalidad de piezas empleadas permite su utilización
por estudiantes y ayudantes alumnos de la Cátedra para una profundización de su estudio.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación de la rodilla. 3. Ligamento meniscofemoral.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL LIGAMENTO PATELAR. (Dissection and Description of the


patellar ligament). Ramos, Maria Soledad; Rüthlein, Andrea Y.; Ferreyra, R. E.; Villa, A. J. & de la Vega,
R.B.Cátedra I de Anatomía Humana, Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, Argentina.

El ligamento patelar es un importante componente funcional y anatómico de la articulación de la rodilla.


El objetivo de este trabajo es la descripción sistemática del ligamento, de sus posibles variantes y de su
disección a fin de aportar lo investigado a las prácticas técnico-quirúrgicas. Se pretende poner este trabajo
al alcance de docentes-alumnos para orientar la preparación del material didáctico en su tarea docente.

Se utilizaron 25 miembros inferiores de amputaciones quirúrgicas de adultos de ambos sexos,


previamente fijadas en formol al 12%.Se utilizó instrumental de disección, de microdisección y
magnificación óptica de 5x y 10 x. Se realizó disección, medición, descripción, análisis , documentación
gráfica, cotejo y diagramas esquemáticos de los hallazgos obtenidos.

Los resultados más relevantes fueron: Con respecto a la longitud, el 68% de las piezas presentó valores
superiores a los normales; Con respecto al ancho, el 92% presentó variaciones en su inserción superior y
el 76% en su inserción inferior; Con respecto al trayecto, el 20 % presentó una dirección hacia distal y
medial.

De acuerdo a la experiencia adquirida en este trabajo se sugiere el abordaje al ligamento a través de la


región anterior de la rodilla. Esta investigación es un aporte a los cirujanos generales y especialistas en el
tratamiento de las diversas patologías del sistema articular de la rodilla, a docentes alumnos abocados a la
mejora de su tarea educativa y deja abierta las puertas a investigaciones futuras.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ligamento patelar.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL TENDÓN CALCÁNEO. (Sinew calcaneo description


dissection). Saltö, Felipe A.; Escobar Yanina & Bergottini César. Cátedra I y II de Anatomía Humana
Normal. Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, República Argentina.

El presente trabajo forma parte de un plan de estudio integral de miembro inferior, en este caso particular
la unidad de análisis es el tendón calcáneo y las variables a considerar son las características morfológicas
que presenta el mismo. Esta estructura anatómica representa el medio de inserción del músculo tríceps
sural en el calcáneo. Su rol funcional esta relacionado con la postura y dinámica, siendo esencial para las
prácticas deportivas en general.

Se han utilizado piezas cadavéricas adultas y de ambos sexos y de amputaciones quirúrgicas,


formolizadas al 10%. Se disecaron con material convencional y de micro disección, con magnificación
óptica de 2x, 4x, 9x. Las vías de abordaje se ajustaron a las técnicas clásicas. Se hicieron registros
fotográficos para documentar el trabajo.

Se sistematizó y documentó gráficamente la cono dinámica de la disección basados en las vías de acceso
respectivas para los niveles en que se divide al objeto de estudio. Constatándose las variantes en el origen,
trayecto, conformación interna e inserción.

Se obtuvieron piezas disecadas útiles y que permiten mostrar una descripción sistematizada del objeto de
análisis contribuyendo a un estudio más acabado del mismo, visando a las aplicaciones técnicas
quirúrgicas específicas. Así mismo, se ha introducido a los auxiliares alumnos a la práctica científica con
actitud general del conocimiento y de adquisición de habilidades en las técnicas de anfiteatro.

PALABRAS CLAVE: 1. Disección; 2. Anatomía; 3. Tendón calcáneo.

DISECCIÓN, REVISIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL PIE: IRRIGACIÓN DEL HUESO


CALCÁNEO. (Dissection, Revision and Description of foot: Irrigation of calcaneus bone). Rohrer,
Robinson A.; Flores; César L.; Salto, Felipe A.; Sales, G. Mauricio & Bergottini, César H. Cátedra I y II
de Anatomía Humana, Facultad de Medicina, Corrientes, UNNE, Argentina.

Esta investigación tiene como premisa el estudio conciso y detallado de las estructuras relacionadas con
la irrigación del hueso calcáneo. Dicho estudio toma importancia cuando se trata de entender el cuadro
clínico, o de establecer la vía terapéutica más favorables al momento de tratar a aquellas patologías
traumáticas que involucren a estas estructuras. Por otro lado, cabe mencionar que esta investigación
forma parte de un plan integral de investigación denominado "Disección y descripción del complejo
articular del pié".

Lo que se busca en este trabajo es generar material de consulta referido al tema, la preparación de
alumnos docentes en el campo de la disección, como así también la elaboración de material didáctico de
enseñanza.

Para tal fin se utilizó material anatómico de origen cadavérico y de amputaciones quirúrgicas
(Proveniente de individuos adultos de ambos sexos), inyectados con látex natural, coloreado con
fenilamina (anilina textil) y fijados con formaldehído al 10%. Se practicó sobre el mismo disecciones con
elementos clásicos de disección y microdisección, utilizando para este último caso aparatos de
magnificación óptica de 5x y 10x. Las vías de abordaje aplicadas, son las descritas en los tratados de
disección de los autores clásicos.
El material empírico producido, confirma la descripción de los autores clásicos con relación a la
vascularización del calcáneo y sus variedades de presentación. Se logra de igual manera establecer un
nexo entre la documentación existente referida al tema y el material a utilizarse en las clases prácticas de
laboratorio.

PALABRAS CLAVE: 1. Calcáneo; 2. Irrigación; 3. Anatomía; 4. Disección.

DISMINUCIÓN DE VASOS SANGUÍNEOS PRODUCIDA POR BETAMETASONA Y


SULINDACO SOBRE EL TUMOR DE RATÓN TA3MTXR. M. Fuenzalida; A Guerrero; J. Illanes &
David Lemus. Programa de Morfología, Facultad de Medicina, Universidad de Chile.

La angiogénesis es un proceso biológico complejo, que en el organismo adulto está involucrado en un


limitado número de procesos, entre ellos la tumorogénesis. Está demostrado que los tumores sólidos
requieren de la presencia de vasos sanguíneos para su crecimiento y para poder diseminarse a otros
tejidos y órganos. Así, las drogas antiantigénicas han sido postuladas por Folkman desde hace varias
décadas como alternativa terapéutica del cáncer. Entre ellas, se han estudiado los glucocorticoides como
la cortisona, hidrocortisona, dexametasona, etc. Sin embargo, estas drogas sólo alcanzan un efecto
significativo a dosis muy elevadas, nocivas para el paciente al ser administradas crónicamente. Por esto,
se ha pensado en combinarlas con otras drogas angiostáticas, como los antiinflamatorios no esteroidales,
para potenciar su acción y así poder usarlas en concentraciones menores, minimizando sus efectos
secundarios.

En este trabajo hemos usado betametasona y sulindaco (AINES) asociados y aislados, aplicándolos sobre
un organismo afectado de cáncer, para estudiar su efecto sobre la angiogénesis tumoral y la evolución del
tumor. Usamos ratones AJ, en cuyo dorso se implantó una esponja de poliuretano impregnada con células
tumorales TA·MTXR; al 4º y 5º días después del implante se inyectó intraperitonealmente betametasona
y sulindaco, aislados y asociados. Al 6º día los ratones se sacrificaron, se aisló la esponja y los tejidos
periféricos y se fijaron para su estudio microscópico con H.E., mediante los cuales se contaron los vasos
sanguíneos en las diferentes muestras. Se realizó además TUNEL y la reacción inmunológica Anti CD31,
la primera para evidenciar presencia de apoptosis en las muestras problema, y la segunda para detectar
vasos sanguíneos. Algunos ratones continuaron el proceso hasta la tercera semana inyectándoles
diariamente las drogas y midiendo periodicamente el tamaño del tumor. Luego, se sacrificaron,
examinándose diversos órganos para verificar la presencia de metástasis.

Los resultados mostraron que las drogas produjeron una drástica disminución de vasos sanguíneos,
estadísticamente significativa, producida por la acción angiostática de las drogas utilizadas y por el efecto
proapoptótico demostrado mediante la reacción de TUNEL, en la evolución crónica. La asociación de
betametasona con sulindaco se mostró como altamente afectiva disminuyendo el crecimiento tumoral de
7,64 cm2 en los controles a 0,93 cm2 en los tratados durante el mismo periodo, lo cual la propone como
una posible alternativa terapéutica para los tumores cancerosos.

PALABRAS CLAVE: 1. Vasos sanguíneos; 2. Cáncer; 3. Ratón; 4. Betametasona; 5. Sulindaco.

Proyecto FONDECYT: Nº 1990852

DISTRIBUCIÓN ARTERIAL INTRAMURAL DE LA TRÁQUEA. (Distribucion artery inside wall


of the trachea). Juan Staneff; Julio D. Civetta; Antonio R. Terraes; Ignacio R. Fernandez & Francisco
Castro. Cátedra I de Anatomía Normal e Imagenología, Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes,
Argentina.

Dándole continuidad a nuestro estudio de la irrigación traqueal, ahora tratamos de ver cómo los vasos se
introducen y distribuyen en la pared del órgano, con el objetivo siempre de comprender patologías y
orientar al cirujano en su reparación.
Se empleó un feto de aproximadamente 32 semanas, al que en fresco se le inyectó un preparado a base de
gelatina coloreada con tinta china de color negro, por medio de una punción cardíaca directa. Luego de
resecar el órgano, se procedió a su fijación en parafina y preparar cortes histológicos coloreados con
hematoxilina-eosina. Los preparados fueron observados al microscopio con aumentos de 2,5x; 4x y 10x ,
luego proyectados sobre planchas de acrílico para su reconstrucción tridimensional.

Los vasos se introducen fundamentalmente por la parte posterior de la tráquea, sólo ocasionalmente por
un espacio intercartilaginoso en sectores anterolaterales. Por fuera de los cartílagos se distribuyen por
igual a ambos lados aunque con ligero predominio a la izquierda. Una vez adentro siguen un trayecto
circunferencial y de calibre decreciente hasta la mucosa donde adoptan la disposición longitudinal.

La mezcla utilizada en la inyección resultó excelente para estudiar la microcirculación de la tráquea. Se


encontró que a pesar que hay algún predominio en la vascularización por fuera de los cartílagos, por
dentro los vasos se distribuyen casi uniformemente, salvo en una zona específica donde hay ausencia de
vasos mucosos.

PALABRAS CLAVES: 1. Tráquea; 2. Irrigación.

DOLOR LUMBAR. (Lumbar pain). Guiraldes, H.; Paulos, J.; Botello, E.; Mery, P. & Morales, A.
Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile.

Nuestro objetivo fue organizar contenidos que permitieran obtener el aprendizaje necesario para
comprender, diagnosticar y prevenir perturbaciones de la estática y la dinámica de la columna lumbar.

Hemos aprovechado las herramientas docentes que nos ofrece la informática para proponer una revisión
más eficiente de sus contenidos en cualquier momento de la carrera, del postgrado o la vida profesional.

Disecciones, preparaciones, imágenes radiológicas y videos de la región lumbar especialmente


producidos, fueron digitalizados animados e integrados con textos descriptivos de su aplicación a la
clínica.

Se utilizó los software Adobe pagemill 3.0 y Flash 3.0, en la producción de páginas web y animaciones
respectivamente.

Se obtuvo un software que facilita la revisión a distancia, en la red internet y la autoevaluación de


contenidos que apoyan complementariamente el conocimiento anatómico y clínico de la región lumbar,
utilizando texto, imágenes fijas y animadas combinadas con videos en demanda.

Este tipo de herramienta docente facilita la compresión y el repaso de sus contenidos en momentos
personalmente más eficaces.

PALABRAS CLAVE: 1. Software; 2. Dolor lumbar.

DRENAJE VENOSO DEL RECTO. (Rectal Venous Draining).Castellano, Inés; Curia, Emiliano &
Legorburu, Patricia. 2° Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, UBA, Argentina.

El recto es el segmento terminal del tubo digestivo. Continúa al colon y termina en la piel de la región
perineal, a través del ano.

En el presente trabajo se estudia el drenaje venoso del recto, utilizándose para tal fin, piezas anatómicas
de cadáveres adultos formolizados al 10%, efectuando disección macroscópica de las mismas. Uno de los
preparados fue inyectado con látex natural coloreado.

Las venas reciben el nombre de rectales y siguen el mismo trayecto de las arterias. Las venas rectales
inferiores se originan en la región de los esfínteres, formando un sistema transversal, y se dirigen hacia la
fosa isquioanal por la cual desembocan en la vena pudenda interna drenando finalmente vía iliaca interna
al sistema cava. Las venas rectales superiores, cuyo sistema es ascendente, recogen la sangre de las
restantes porciones del recto, finalizando en el sistema porta mediante el drenaje hacia la vena
mesentérica inferior.

Se destaca la importancia del conocimiento anatómico del sistema venoso del recto, dado que, las várices
anorrectales (hemorroides) constituyen un trastorno vascular muy frecuente.

PALABRAS CLAVE: 1. Venas rectales; 2. Recto; 3. Várices anorrectales.

EFECTO DEL RAYO LÁSER DE USO CLíNICO SOBRE LOS MACRÓFAGOS DE NERVIO
PERIFÉRICO (NERVIO ISQUIÁTICO DE CONEJO). (Effect of the clinical infrared laser on the
macrophagic peropherical nerve (rabbit isquiatic nerve)). Matamala, F.; Molina, B.; Silva, H. &
Henríquez, J. Depto. de Ciencias Básicas, Fac. de Medicina, Universidad de La Frontera, Chile.

El láser de baja potencia produce un efecto estimulante sobre las células, lo que se manifiesta en cambios
en la microcirculación, bioquímicos, bioeléctricos, bioenergéticos (Mester et al., 1985; gay & Berini,
1999). Los macrófagos cumplen un rol importante en los procesos inflamatorios como en la fagocitosis y
en la producción de anticuerpos. El propósito de este trabajo fue evaluar la respuesta de los macrófagos
del nervio isquiático de conejo, frente a la irradiación conrayos láser de uso clínico.

Se irradiaron transcutáneamente 10 conejos en la zona correspondiente al recorrido del nervio isquiático


en el miembro posterior derecho con una energía de 10 Joule/cm2 durante 9 minutos en un periodo de 10
días. Enseguida los animales fueron sacrificados, extrayéndose los nervios y fueron fijados por inmersión
en formalina bufferiada a pH 7,4 e incluidos en paraplast. El nervio isquiático izquierdo fue considerado
control. Cortes seriados 7 µm fueron utilizados para la técnica inmunocitoquímica usando el sistema
estreptavidona-biotina-peroxidasa, usando como anticuerpo primario M=-CD 68 8DAKO) antimacrófago.
Se analizaron los cortes histológicos a fin de realizar un estudio descriptivo, explicativo a través de
recuentos de macrófagos en nervio irradiado y no irradiado, utilizando un retículo micrométrico en un
aumento de 40x. El análisis de los datos se efectuó en un procesador estadístico SPSS 9.0 para Windows,
aplicando la prueba t destudent para muestras pareadas, para la variable promedio de macrófagos, en 33
casos.

En 33 muestras de nervios controles se obtuvo un promedio de 3,36 macrófagos por campo observado,
una mediana de 4, moda de 4 y D.S. de 1,88. En 33 muestras de nervios irradiados se obtuvo un promedio
de 13,3 macrófagos por campo, una mediana de 12, moda de 12 y una D.S. de 6,06.

Se puede concluir entonces, que la irradiación con rayos láser infrarrojo de uso clínico produce un gran
aumento de los macrófagos en tejido sano de nervio periférico.

PALABRAS CLAVE: 1. Macrófagos; 2. Láser; 3. Nervio isquiático.

Financiamiento: Proyecto Nº 9817, Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de La Frontera,


Chile.

EN MIELOMA MÚLTIPLE LA FERRITINEMIA REFLEJA LA SÍNTESIS AUMENTADA DE


LA PROTEÍNA EN CÉLULAS PLASMÁTICAS TUMORALES. (In múltiple myeloma serum
ferritin level reflects high protein synthesis in tumoral plasma cells). Fuentes, Marta. Cátedra de
Morfología Normal - Departamento de Bioquímica Clínica y Cuantitativa. Facultad de Bioquímica y
Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

Elevados niveles de ferritina sérica, no relacionados con los depósitos medulares de hierro, fueron
hallados por nuestro grupo en pacientes con mieloma múltiple. El objetivo del presente trabajo fue
determinar el origen de la elevada ferritinemia, investigando la expresión de la proteína en células
plasmáticas malignas de las correspondientes médulas óseas.
En 48 pacientes, ingresados a estudio en distintos estadios de la enfermedad, se determinó ferritina sérica
por RIA, ferritina en células plasmáticas por inmunohistoquímica y depósitos medulares de hierro por
reacción de Perls.

La concentración sérica media de ferritina fue significativamente mayor (p<10-4) en el grupo de


pacientes (504,6 ng/ml) comparada con el grupo control (86,7 ng/ml).

La evaluación de la reserva férrica medular (hemosiderina) en los pacientes reflejó ausencia de la misma
(grado 0) en el 90 % de los casos. Por el contrario, las células plasmáticas malignas mostraron expresión
de ferritina en el 98 % de los casos.

Los resultados sugieren que la alta concentración sérica de la proteína está relacionada con su síntesis
aumentada por parte de las células tumorales en respuesta a agentes o circunstancias, ajenos al hierro,
involucrados en el proceso de carcinogénesis y que deberán investigarse.

PALABRAS CLAVE: 1. Ferritina; 2. Mieloma múltiple; 3. Marcadores tumorales.

Financiamiento: CAI+D 2000. U.N.L.

ENVEJECIMIENTO TESTICULAR HUMANO Y SU RELACIÓN CON MASTOCITOS. (Mast


Cell in the human testicular aging) Irsula, A.; Díaz, G.; Ossandon, E. & Rodríguez, H. Laboratorio de
histoembriología. Programa de Morfología. ICBM, Universidad de Chile.
(hodrigu@[Link]).

En el hombre la presencia de mastocitos en el espacio intertubular del testículo se asocia a infertilidad y


alteración de la espermatogénesis. Considerando que es un órgano sano se describe un escasos número de
mastocitos intersticiales y peritubulares. Los mastocitos en el intersticio testicular pueden ser secundarios
a una lesión primaria. Su presencia y la activación de metaloproteinasas, mantienen un estado permanente
de lesión local, como consecuencia a un estado patológico o propio de la senilidad del órgano.

Se plantea estudiar la presencia y distribución de mastocitos en el intersticio testicular humano senil,


asociados a la integridad de la histología de los túbulos seminíferos.

Se trabajó en 9 pacientes casados y con descendencia (74 y 86 años), sometidos a orquiectomía


subalbugínea. Los testículos se fijaron en Bouin alcohólico por 12 horas y fueron sometidos a técnicas
histológicas hasta obtener secciones de 5 µm teñidas con Azul de Toluidina. Se cuantificó al microscopio
óptico (400x), los mastocitos según distribución perivascular, intersticial o peritubular, e integridad de
túbulos seminíferos.

En los resultados se observó que en los testículos de individuos seniles hubo una presencia abundante de
mastocitos, cuya distribución fue preferentemente de tipo intersticial y asociados a túbulos seminíferos
con procesos histopatológicos, como: taponamiento tubular, vacuolización, discontinuidad epitelial y
disminución de la altura del epitelio seminífero (hipoespermatogénesis).

PALABRAS CLAVE. 1. Testículo; 2. Envejecimiento testicular; 3. Histología; 4. Mastocitos.p

ESPLACNOCRÁNEO Y HUESECILLOS DEL OÍDO MEDIO. VISUALIZACIÓN


ESQUEMÁTICA DE SU EVOLUCIÓN. (Splachnocranium and middle ear schematic view of their
evolution). Alicia S. Brunner; Guillermina R. Cirone & Silvia M. Squarcia. Cátedra de Anatomía
Comparada. Dpto. Biología, Bioquímica y Farmacia, Universidad Nacional del Sur, San Juan 670, 8000
Bahía Blanca, Argentina. E-mail: abrunner@[Link]

En el marco del Proyecto de Enseñar para la Comprensión en la asignatura Anatomía Comparada, hemos
venido desarrollando a lo largo de los últimos años una serie de reconstrucciones esquemáticas de la
ontogenia y filogenia de ciertas estructuras anatómicas. Esta estrategia didáctica se sustenta en un
conjunto de procedimientos que apuntan a la interpretación evolutiva de tales estructuras. En este trabajo
en particular, se presenta la visualización del esplacnocráneo y sus modificaciones.

Paralelamente al desarrollo de los conceptos teóricos y prácticos del tema, los docentes presentan este
diseño esquemático de referencia, partiendo de las estructuras básicas del esplacnocráneo de los
Crossopterigios hasta sus derivados en los mamíferos.

Este procedimiento permite identificar y comparar fácil y rápidamente los elementos involucrados en la
evolución del oído medio y detectar sus homologías, objetivo esencial de la asignatura.

A través del desarrollo del conjunto de experiencias orientadas al aprendizaje para la comprensión,
podemos concluir que los alumnos manifiestan mayor interés y participación en las clases, lográndose
asimismo un nivel de complejidad y profundización conceptual mayor que los tradicionalmente
alcanzados.

PALABRAS CLAVE: 1. Esplacnocráneo; 2. Oído medio; 3. Órgano vestíbulococlear; 4. Evolución.

ESTRATEGIA DE INTERVENCIÓN DOCENTE FRENTE A PROBLEMAS DE


APRENDIZAJE. (Strategy of teacher intervention facing to learning problems). Sanmiguel, G.; Keilty,
H.; Libonatti, S.; Muñoz, G.; Pooli, M. & Tarallo, A. Cátedra de Anatomía Descriptiva y Comparada II
Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias (UNR)- Casilda, Pcia. Santa Fé, Argentina.

Exponer nuestra experiencia tiene como objetivo compartir una posible forma de intervención docente
cuando un grupo de alumnos manifiesta dificultades con el estilo de enseñanza, modos de aprendizaje
promovido, formas de acceder al conocimiento, entre otros condicionantes para el logro de un aprendizaje
significativo e integral.

Para esta presentación en particular, optamos por relatar lo actuado con un grupo de aproximadamente 25
alumnos que recursaban la materia hasta por tercera y cuarta vez, durante los años 1999-2000, no
pudiendo superar la instancia del primer examen parcial. Frente a esta problemática decidimos en primer
lugar citar a los alumnos para plantear el problema y comprometerlos a crear, en forma conjunta, alguna
estrategia de trabajo que les permitiera afrontar la situación, ya no centrándonos en el tipo de evaluación
sino en el modo de aprendizaje.

Así surgió la idea de trabajar un día alternativo al de cursado regular para que el grupo pudiera abordar
los contenidos con una modalidad de tipo taller orientada hacia la autogestión pedagógica. Se les ofreció
una mayor variedad de recursos didácticos, algunos elaborados por ellos mismos, clases de consulta y se
llevaron a cabo evaluaciones continuas en grupos e individual.

Al mismo tiempo utilizamos este espacio para investigar y reflexionar sobre nuestras propias prácticas,
diseñando un modelo de investigación cualitativo basado en la observación etnográfica y entrevistas
abiertas.

Queremos destacar la importancia de haber creado este espacio para des-homogeneizar la masa de
alumnos reconociendo la diversidad, lo que nos permitió adecuar el proceso de enseñanza-aprendizaje a
los intereses y singularidades propias de cada grupo. Sin embargo, debido a la compleja situación que
atraviesa la universidad estamos condicionados a ofrecer estas opciones sólo a un grupo minoritario y al
momento de haberse agotado las posibilidades que plantea el modelo habitual. Modelo que remite sus
orígenes al proceso de masificación, y que sólo es susceptible de pequeños cambios en tanto no existan
profundas transformaciones desde la política educacional.

PALABRAS CLAVE: 1. Enseñanza-aprendizaje.


ESTRUCTURAS POSITIVAS A COLÁGENO IV EN PIEL. (Positive structures to collagen IV in
skin). P. Cerutti; N. Alemañ; A. Román; F. Vázquez & F. Guerrero. Facultades de Veterinaria de
Universidad Nacional de Rosario, Argentina y Universidad de Santiago de Compostela, España.

Una pérdida de colágeno en los años postmenopausales causa alteraciones, como adelgazamiento de la
piel. Estos cambios regresivos en la piel, ultraestructuralmente, no están bien esclarecidos. La capa basal
de la epidermis está constituida por células proliferantes, queratinocitos, en contacto con la membrana
basal (Mazia, 1963). Las membranas basales están compuestas por diferentes proteínas, entre ellas
colágeno IV (Vázquez et al., 1996). La cromatina sufre modificaciones relacionadas con el ciclo celular y
la actividad metabólica (Guerrero et al., 1992). La cromatina condensada es una modificación
morfológica de la estructura, cuantificable por estereología.

Las muestras fueron procesadas para microscopía electrónica de transmisión, realizándose análisis de
imágenes, densitometría e inmunohistoquímica para colágeno IV (Bendayan & Zollinger, 1983).

Muestran el porcentaje de cromatina densa incrementado y el tamaño nucleolar invariable con la edad, y
estructuras positivas a colágeno IV en la membrana basal, en estructuras próximas a ella: el citoplasma de
los queratinocitos y estructuras de la dermis.

Material Cromatina
Años\Vv
nucleolar Densa
30 6.361± 0.63 37.0± 1.3
40 5.39± 0.69 45.8± 2.1

El incremento de la condensación de cromatina puede estar relacionado con una actividad metabólica
baja. Esto resulta en una caída de la síntesis proteica. La invariabilidad del tamaño nucleolar precisa
posteriores estudios para soportar esta interpretación. El marcaje positivo sobre células dérmicas sugiere
una colocalización en la actividad de síntesis de la proteína estudiada. La existencia de relación entre
estos cambios y la homeostasis hormonal (esteroides gonadales) reseñada por diversos autores (Rauramo
&Punnonen, 1973) es corroborada por nuestros resultados.

PALABRAS CLAVE: 1. Piel; 2. Colágeno IV; [Link]ía; 4. Inmunohistoquímica.

Financiamiento: Diputación Lugo. España.

ESTUDIO AL MICROSCOPIO ELECTRÓNICO DE BARRIDO DE LA SUPERFICIE DORSAL


DE LA LENGUA DE Chaetophractus vellerosus (MAMMALIA, DASYPODIDAE). (Scanning
electron microscopy study of the dorsal surface of the tongue in Chaetophractus vellerosus (Mammalia,
Dasypodidae).Silvia Estecondo1 ; Stella Maris Codón1 & Emma B. Casanave2. 1Cátedra de Histología
Animal. 2Cátedra de Fisiología Animal. Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca. 2 CONICET.E-
mail: silviest@ [Link]

El objetivo del presente trabajo es describir las características de la superficie dorsal de la lengua de
Chaetophractus vellerosus con microscopia electrónica de barrido. El material fue fijado en Karnovsky
diluido y procesado según técnicas histológicas de rutina. Las observaciones se realizaron con un
microscopio electrónico Jeol JSM-35 CF a 15 kV.

Se diferencian papilas filiformes simples (cónicas) y ramificadas, fungiformes y caliciformes. Las papilas
filiformes cónicas se localizan en la punta de la lengua, en los bordes laterales y en el tercio posterior,
caudalmente a las papilas caliciformes. Las papilas filiformes ramificadas están densamente distribuidas
en toda la superficie dorsal de la lengua. Las papilas fungiformes están localizadas entre las filiformes
ramificadas. En el tercio posterior se observan dos papilas caliciformes. Las papilas filiformes tienen un
rol mecánico, las fungiformes y caliciformes son papilas gustativas que poseen poros gustativos. A alta
magnificación se observan micropliegues en todos los tipos de papilas y en la superficie interpapilar.
La presencia y distribución de las papilas filiformes, fungiformes y caliciformes coincide con lo
observado en otros armadillos como Euphractus sexcinctus y Dasypus novemcinctus.

PALABRAS CLAVE: 1. Mamíferos; [Link]; 3. Lengua; 4. Papilas linguales.

Trabajo subsidiado por SGCYT (UNS)

ESTUDIO ANATÓMICO DE LA ARTERIA PUDENDA INTERNA. COLGAJOS


FASCIOCUTÁNEOS PARA LA RECONSTRUCCION DEL PERINÉ. (Anatomical study of the
arteria pudedae internae. Fasciocutaneous flap for perineum reconstruction). Ernesto Moretti;. Juan C.
Barrovechio; Conrado Valvo; Lucio Díaz Tavano & Vela Carlos Marcelo. Escuela de Disección, Cátedra
de Anatomía, Facultad de Medicina, U.A.I., Rosario, Argentina.

Los defectos por ablaciones oncológicas de la zona del periné, así como por procesos infecciosos
(Gangrena de Fournier) dejan retracciones y/o deformidades funcionales muy severas. La creación de
colgajos basados en pedículos vasculares principales es la mejor opción para reconstruir el periné.

Se procedió a la disección de 4 zonas perineales en cadáveres formalizados para determinar los patrones
vasculares, territorios, colaterales de la arteria pudenda interna. Se identificaron bajo visión directa y lupa
los pedículos principales, así como las colaterales a los territorios vasculares vecinos, a fin de determinar
las anastomosis con otros grupos.

Se crearon 4 colgajos fasciocutáneos de pedículo dominante sobre arteria pudenda interna en 2 pacientes
con graves defectos del periné. No se constataron alteraciones necróticas de los mismos. No se
presentaron alteraciones retráctiles o funcionales, ya que se aportó tejido de igual calidad hacia la zona.

La creación de colgajos fasciocutáneos de la zona perineal, a pedículo dominante de la arteria pudenda


interna, son un nuevo concepto en la cirugía reconstructiva de defectos en la zona perineal, perianal y
genital. Se presentan las disecciones realizadas para identificar los pedículos arteriales dominantes así
como los casos clínicos en los que se aplicó dichos colgajos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria pudenda interna; 3. Colgajos fasciocutáneos; 4. Periné.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LA VASCULARIZACIÓN DEL MÚSCULO GLÚTEAO


MÁXIMO. RELACIÓN ANASTOMÓTICA CON OTROS TERRITORIOS VASCULARES.
(Anatomical study of the M. glueus maximus. Anatomic network with other territories). Ernesto Moretti;
Conrado Valvo; Lucas Sidnei Ruscyk & Mauro Kalbermatten. Escuela de Disección, Cátedra de
Anatomía, Facultad de Medicina, U. A. I., Rosario, Argentina.

El músculo glúteo máximo está irrigado por las arterias glúteas superior e inferior. Sin embargo, existen
conexiones anastomóticas con otros territorios vasculares, los cuales pueden hacer sobrevivir al músculo
cuando es independizado de su territorio vascular principal.

Se procedió a la disección de 6 zonas glúteas en cadáveres formolizados para determinar los patrones
vasculares, territorios, colaterales de las arterias que irrigan al músculo glúteo máximo. Se identificaron
bajo visión directa y lupa los pedículos principales, así como las colaterales a los territorios vasculares
vecinos, a fin de determinar las anastomosis con otros grupos arteriales.

Basados en los resultados de nuestras disecciones pudimos identificar una rica red anastomótica con
perforantes de la arteria sacra lateral, así como una importante anastomosis en la región posterior del
muslo con ramos perforantes de la arteria femoral profunda.

La creación de colgajos musculares glúteos para la reparación de defectos de las zonas sacra, glútea y
región del trocánter mayor debido a las anastomosis descritas permiten ampliar el clásico colgajo en un
expandido de músculo glúteo máximo permitiendo aumentar sus aplicaciones y asegurar su vitalidad.
PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Músculo glúteo máximo; 3. Colgajo muscular.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LOS RIÑONES DEL Didelphis albiventris. (Anatomy study of the
kidneys of the Didelphis albiventris). Tarallo, A.; Muñoz, G.; Sanmiguel, G. Cátedra de Anatomía
Descriptiva y Comparada II Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias - UNR, Casilda, Argentina.

El Didelphis albiventris es un mamífero primitivo que se distribuye en zonas tropicales y templadas de


Sudamérica. Como miebro del orden de los Marsupiales, presenta características anatómicas, fisiológicas
y comportamentales únicas que lo convierten en un modelo ideal de laboratorio. Nuestra Cátedra ha
desarrollado una línea de investigación en esta especie, privilegiando el estudio del sistema urogenital.

Se utilizaron 10 ejemplares adultos, tratados con solución conservadora de formol y glicerina. Luego de
la disección se procedió a pesar, medir y describir cada órgano, realizando un registro fotográfico.

Los riñones se localizan en la región sublumbar, en posición retroperitoneal, a cada lado de la columna
vertebral. Están aplicados contra el techo abdominal, flanqueando a la aorta y vena cava caudal, cubiertos
en gran parte por una cápsula grasa. El izquierdo se sitúa más cranealmente que el derecho. Ambos tiene
la forma de un poroto. Su color es rojo intenso. Son de superficie lisa y de consistencia firme.

El riñón derecho se extiende desde ventral de la extremidad caudal de la última vértebra torácica a la
extremidad caudal de la segunda vértebra lumbar. Longitud: 2,25 cm; ancho 1,25 cm; 3pesor 1,10 cm,
peso 3,3 g. El riñón izquierdo se extiende desde ventral del cuerpo de la última vértebra torácica hasta el
cuerpo de la segunda vértebra lumbar. Longitud: 2,45 cm; ancho 1,15 cm; espesor 1,05 cm; peso 3,2g.

Si bien los riñones del Didelphis albiventris tienen una disposición y estructura semejante a la de otros
mamíferos domésticos, presentan características distintas que se describen detalladamente en el desarrollo
del trabajo.

PALABRAS CLAVE: 1. Didelphis albiventris; 2. Riñones; 3. Sistema urinario.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LOS VASOS CORONARIOS DE LA ESPECIE PORCINA.


(Anatomy study of coronary vessels of swines). Sanmiguel, G.; Muñoz, G.; Keilty, H.; Libonatti, S.;
Pooli, M. & Tarallo, A.Cátedra de Anatomía Descriptiva y Comparada II Parte. Facultad de Ciencias
Veterinarias (UNR), Casilda, Argentina.

Motivó la realización del presente trabajo abordar una descripción anatómica más profunda y detallada
de los vasos coronarios del cerdo tratando de establecer el recorrido y distribución de las arterias, y las
vías alternativas de drenaje venoso. A partir de la bibliografía consultada se desprende cierto patrón que
creímos conveniente revisar y comparar con nuestros hallazgos.

Se utilizaron 20 corazones porcinos provenientes de frigorífico de los cuales 10 fueron inyectados con
látex en el origen de las arterias coronarias, y luego sumergidos en formol al 10% para posteriormente
proceder a la disección. A los 10 restantes se les inyectó un radiopaco yodado y se los sometió a
variados registros radiográficos. En este caso, el radiopaco fue administrado no sólo a nivel del origen de
las arterias sino también desde el seno coronario con el objetivo de generar un flujo retrogrado que
impresione las venas coronarias.

Un minucioso trabajo de disección nos permitió comprobar ciertas coincidencias, sobre todo aquellas
referidas al desprendimiento de la rama interventricular subsinusal desde la arteria coronaria derecha y el
retorno venoso através de la vena cardíaca magna, en la mayoría de los corazones examinados. En
cambio, las ramas atriales y septales no respetaron un patrón de recorrido regular lo cual queda
claramente demostrado en las radiografías de contraste.

PALABRAS CLAVE. 1. Anatomía; 2. Corazón; 3. Arterias coronarias; 4. Porcino.


ESTUDIO COMPARATIVO DE LAS IMÁGENES ECOGRÁFICAS Y CORTES ANATÓMICOS
DEL CORAZÓN Y GRANDES VASOS, DEL CANINO DOMÉSTICO. (Comparative study of
ecographic images and anatomical sections of the heart and large vessels of the domestic dog).
Casalonga, Osvaldo.L.; Vera, Ana. L. & Borges, Gonzalo. Area de Anatomía. Facultad. de Ciencias
Veterinarias, U.B.A. Chorroarín 280, Capital, Buenos, Aires, Argentina.

El objetivo del presente trabajo fue identificar y comparar las imágenes ecográficas del corazón y grandes
vasos del canino con la descripción anatómica de importancia clínica-quirúrgica.

Se trabajó con corazones aislados, libres de coágulos y residuos orgánicos, de caninos de distintas edades,
razas y sexos, formolizados o recién muertos. Para los cortes anatómicos se congelaron dichos corazones,
realizando los cortes según los ejes ecográficos. Para las imágenes ecográficas se realizaron en animales
vivos y sanos. Los equipos utilizados: Scanner 100 S VET y SIGMA IRIS 440. Las tomas utilizadas
fueron los laterales izquierdo y derecho del tórax, en distintos ejes.

Se determinaron todas las características anatómicas y ecográficas del corazón, pericardio y grandes
vasos, según la Nomina Anatomica Veterinaria. Se observó la correlación de las imágenes con los cortes,
haciendo una descripción de los mismos, y obteniendo imágenes intermedias entre las imágenes standard.

El aporte anatómico es relevante. Hemos obtenido imágenes intermedias(no descriptas en libros de


ecografía y no presentadas como cortes anatómicos en libros de anatomía) entre las imágenes standard.
Debido a que los ecografistas toman al corazón como órgano aislado y este es su punto de referencia para
su estudio; la posibilidad de tener más imágenes favorece ampliamente la comprensión diagnóstica.

PALABRAS CLAVE: 1. Corazón; 2. Canino; 3. Ecocardiografía; 4. Aorta.

ESTUDIO COMPARATIVO DE LAS MESAS EVALUADORAS FINALES EN ANATOMÍA


NORMAL. (Comparative study of final oral examinations in the chair of normal anatomy).
Barrovecchio, J. C.; Pérez, B.; Zaja, R.; Busmail, L. & Ruggero, E. Cátedra de Anatomía Normal,
Facultad de Ciencias Médicas, U. N. R. Argentina.

El objetivo de este trabajo es conocer si existen diferencias en la cantidad y en la calificación obtenida por
los alumnos que aprobaron la asignatura comparando los que rindieron en cada una de las tres mesas (1-
2-3) evaluadoras finales de Anatomía Normal durante los diez turnos del ciclo lectivo 2000. Para aprobar
la asignatura, en las mesas 1 y 3 (modalidad A) deben responder satisfactoriamente en forma oral cuatro
preguntas sobre distintos temas anatómicos del programa y seis preguntas en la mesa 2 (modalidad B). Se
obtuvo información sobre el total de las 4471 evaluaciones potenciales y el número de evaluaciones
efectivizadas, aprobadas y no aprobadas y la calificación obtenida por los alumnos. Se determinaron
cuantos correspondían a las mesas 1, 2 y 3 precisándose la totalidad de evaluaciones efectivizadas,
registrándose la cantidad de aprobados y no aprobados y la calificación obtenida por los alumnos en cada
una de las mesas evaluadoras y en todos los turnos de examen. Los aprobados en las tres mesas y la
distribución de calificaciones en las mismas se compararon utilizando el test de chi cuadrado con
significación del 5%.

De las 4471 potenciales evaluaciones se efectivizaron 2017 (45%). El porcentaje de aprobados en las
distintas mesas durante la totalidad de los turnos fue: Mesa 1, 25%; Mesa 2, 38%; Mesa 3, 37%. Las
diferencias resultaron significativas, p=0,000003. Comparando los porcentajes de las mesas 1 y 3 también
las diferencias resultaron significativas, p=0,000005. La clasificación más frecuente para los aprobados
estuvo entre 4 y 5, registrándose diferencias significativas en cuanto a su distribución entre las tres mesas,
p=0,0002.

Considerando que los alumnos son distribuidos al azar entre las tres mesas, se concluye que las
diferencias podrían atribuirse a los diferentes criterios docentes al evaluar, independientemente de la
cantidad de temas solicitados en los exámenes.
PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía Humana; 2. Docencia; 3. Evaluaciones.

ESTUDIO DE LA EXPRESIÓN DE GLUCOCONJUGADOS EN GLÁNDULA MAMARIA DE


RATAS (Ratus norvegicus) AL PRIMERO Y SÉPTIMO DÍA DE VIDA. (Study of the glucoconjuates
expression in mammary gland o f rats (Ratus norvegicus) to the first one and seventh day of life). Pastor,
R.; Dallard, B.; Lorente, J. A.; Galván, S. M.; Acosta, I. & Canal, A. Depto de Anatomía e Histología,
Fac. Cs Veterinarias, Universidad Nacional del Litoral, Esperanza, Santa Fé, Argentina.

Se evaluó la expresión de glucoconjugados en glándula mamaria de ratas utilizando lectinas, para


establecer diferencias en la presentación y distribución al primero y al séptimo día del nacimiento. Se
trabajó con dos grupos de ratas cepa Wistar: el grupo 1 constituido por 10 ratas de 1 día y el grupo 2 por
10 ratas de 7 días. Se utilizaron siete lectinas biotiniladas (CON-A, WGA, DBA, SBA, PNA, RCA-I,
UEA-I), siguiendo protocolos preestablecidos (método avidina-biotina-peroxidasa).

El glucocalix de las células ductales, reaccionó intensamente con todas las lectinas estudiadas al día 1 y al
día 7; y no hubo marcación con la lectina UEA-I que específica para la ð-L-fucosa. Al día 1 el citoplasma
apical de las células epiteliales de los conductos reaccionó debilmente con las lectinas CON-A y RCA,
mientras que al día 7 se observó reacción moderada a todas las lectinas estudiadas excepto WGA y PNA.

El citoplasma basal reacción intensamente con la lectina BDA al día 1 marcando específicamente ð-D-N-
acetilgalactosamina. Por otra parte, al día 7, todas las lectinas reaccionaron en forma moderada, excepto
WGA y PNA que no mostraron reactividad. El endotelio vascular y los adipositos reaccionaron
intensamente con las lectinas CON-A, WGA, y RCA en ambos periodos; marcando específicamente en
forma respectiva ð-D-manosa y ð-D-glucosa, ð/ß-D-N-acetilglucosamina, y ß-galactosa.

Los hidratos de carbono se expresan de diferente manera a medida que progresa el desarrollo de la
glándula lo que indica la ocurrencia de cambios biomoleculares. Estas diferencias nos permitirán
establecer un patrón de expresión de glucoconjugados en hembras al nacimiento y a los 7 días de vida,
que sirva como modelo experimental para el estudio de tejidos patológicos en especies de interés
zootécnico y en humanos.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula mamaria; 2. Lectina; 3. Ratas.

ESTUDIO DE LA INFLUENCIA DE METABOLITOS DE PENICILLIUM CITRINUM SOBRE


RATONES BALB-C Y SUS CRÍAS. (Research on the influence of penicillium citrinum metabolites
on balb-c mice and their young). Fuentes Marta. Morfología Normal. Fac. de Bioquímica y Cs. Biol.
U.N.L., Argentina.

Estudios realizados por el grupo de trabajo demostraron que ratones Balb-C alimentados con metabolitos
de Penicillium citrinum, presentaban alteraciones anatomopatológicas. En el presente trabajo se estudió la
influencia sobre la preñez.

A dos lotes de hembras preñadas se les administró respectivamente: alimento fermentado con metabolitos
de Penicillium citrinum (LF) y alimento comercial sin modificaciones (LC). Todos los animales
recibieron comida y agua. Se controló la sobrevida y la evolución del peso de las crías en forma semanal.
Una vez efectuado el destete, las mismas recibieron dietas idénticas a las de sus progenitoras y se
mantuvieron apareadas para estudiar la preñez una vez llegada la madurez sexual. Después de 90 días,
todos los animales fueron sacrificados para el estudio macro y microscópico de sus gónadas.

En LC sobrevivieron todas las crías. En LF sobrevivieron menos del 50%; las muertes se produjeron
durante la lactancia o inmediatamente después del destete. Se observó marcada diferencia de peso, al
nacimiento, al destete y al momento de su sacrificio, en las crías pertenecientes a LF, respecto de LC
(p<10-4). Ninguna hembra cría de LF logró preñarse durante el período de apareamiento; las crías de LC,
tuvieron ciclos de procreación normales para la especie. Macroscópicamente las gónadas masculinas
presentaron menor tamaño. Microscópicamente se observó, en las hembras, ovarios morfológicamente
normales con folículos en maduración y cuerpos lúteos, en tanto que los testículos mostraron signos de
degeneración y falta de maduración del epitelio seminífero. Los animales pertenecientes a LC no
mostraron anomalías macro ni microscópicas en sus gónadas.

Las anomalías encontradas y la falta de preñez en LF se debería al metabolito fúngico, presuponiendo una
incapacidad de fecundación atribuible al macho, cuya alteración testicular correspondería al efecto tóxico
producido durante el desarrollo gonadal en la pubertad.

PALABRAS CLAVE: 1. Micotoxinas; 2. Gónadas; 3. Preñez.

Fuente de financiamiento: CAI+D 2000 - U.N.L.

ESTUDIO DE LA POBLACIÓN DE NEURONAS GNRH EN RESPUESTA A DISTINTAS


INTERACCIONES HORMONALES. (Rat GnRH Neurons during different hormonal treatments.)
Zucolilli, G.O. Instituto de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias, UNLP, Argentina.

La regulación de la producción y liberación de la GnRH está sujeta a mecanismos de feedback directos e


indirectos, en los cuales intervienen las hormonas esteroides gonadales.

El presente trabajo investiga los cambios en el número de neuronas GnRH asociados a distintas
interacciones hormonales. Se utilizaron machos de ratas Sprague-Dawley de 21 días de edad. Los
animales se dividieron en 4 grupos (n=2), control, castrado, castrado+testosterona (40µg/día) y
antiandrógeno (flutamida 10 mg/día). La castración y los tratamientos se comenzaron 9 días antes del
sacrificio que se realizó por sobredosis de anestésico. Los encéfalos fueron perfundidos con formol al
10% y luego se seccionaron en cortes sagitales (40 µm) con micrótomo de congelación. Las secciones
fueron incubadas con un anticuerpo monoclonal LRH13 y procesadas mediante el método de avidina-
biotina peroxidasa. La evaluación de la población de neuronas GnRH se realizó por conteo de cuerpos
neuronales, bajo microscopía óptica, en la banda diagonal de Brocca (DBB), área preóptica (POA),
núcleo supraóptico (SON) y supraquiasmático (SCH).

Control Castrado Castrado + Test Antiandrógeno


C1=208 Cx1=244 CxT1=138 F1=364
C2=220 Cx2=172 CxT2=162 F2=320
214±6 208±36000 150±126000 342±2260

Los valores corresponden al promedio ± 3 desvíos standard.

Una muestra tan pequeña (n=2) puede inducir a error si las conclusiones no contemplan la variabilidad de
los individuos, sin embargo, puede observarse un patrón estable en los datos obtenidos. Los animales
enteros o castrados no muestran variación alguna, sugiriendo que la presencia de cantidades normales de
testosterona o la ausencia de ella no determina efectos a corto plazo sobre la producción de GnRH. Los
animales con altos niveles de la hormona mostraron un clásico fenómeno de down regulation. Sin
embargo, en el grupo con bloqueo de la testosterona (flutamida), aumentó notablemente la cantidad de
neuronas GnRH y la inmunoreactividad de las fibras en los sectores del OVLT y eminencia media.

Se discute si durante un tratamiento antiandrógeno, un mecanismo distinto a la acción directa de la


testosterona sobre el hipotálamo podría estar involucrado en la up regulation de la producción GnRH.

PALABRAS CLAVE: [Link]; 2. GnRH; 3. Hipotálamo; 4. Rata; 5. Testosterona.

ESTUDIO DEL DESARROLLO Y PERSISTENCIA DEL CONDUCTO TIROGLOSO Y SU


RELACIÓN CON LA EMBRIOGÉNESIS DEL HUESO HIOIDES. (Study of the development and
persistance of the thyroglossal duct and its relation with the hyoid embryogenesis). Znaidak, R.;
Quiñonez, E.; Sevilla, M. E.; Suárez Velázquez, F.; Sanguinetti, A.; Taverna, M. L. &Romo, C. Cátedra
de Histología, Embriología y Genética. Facultad de Medicina Fundación H.A. Barceló, Argentina.

La embriología forma parte de los conocimientos básicos e indispensables para comprender los
complicados procesos que implica el desarrollo de un organismo normal y las apariciones de
determinadas patologías. Estas últimas suelen encontrar en la embriología el sustento científico y hacen
posible su tratamiento y prevención. En el presente trabajo se indaga acerca del desarrollo del conducto
tirogloso, y su íntima relación con el hueso hioides, para comprender la formación del quiste tirogloso.
Motiva nuestro interés que dicha patología representa el 70% de las patologías congénitas del cuello. Es
nuestra intención conocer los mecanismos del desarrollo de los elementos anteriormente mencionados, y
entender por qué el tratamiento quirúrgico (operación de Sistrunk), incluye no sólo la cistectomía, sino
también la resección del hueso hioides y tejidos suprahiodeos.

Se utilizaron para el presente trabajo cortes transversales y longitudinales de embriones desde el primer
mes de vida intrauterina en adelante; que fueron fijados en formol al 10%, incluídos en parafina y
coloreados con técnica habitual de hematoxilina y eosina. Se incluye el estudio macro y microscópico de
piezas obtenidas a partir del tratamiento quirúrgico del quiste tirogloso.

Los resultados obtenidos confirman la íntima relación entre el desarrollo del conducto tirogloso y el
hueso hioides, existiendo sin embargo tres variaciones respecto al descenso del conducto. La primera que
desciende ventralmente respecto al hueso hioides, la segunda que atraviesa el espesor del mesodermo
donde se desarrolla el hueso hioides, y la última que lo hace dorsalmente con respecto a éste.

PALABRAS CLAVE: 1. Conducto tirogloso; 2. Hueso hioides; 3. Operación de Sistrunk.

ESTUDIO HISTOLÓGICO DE LAS GLÁNDULAS SALIVALES DE Dasypus hybridus


(MAMMALIA, DASYPODIDAE). (Histological study of the salivary glands of Dasypus hybridus
(Mammalia, Dasypodidae).Stella Maris Codón1; Silvia Graciela Estecondo1 & Emma Beatriz Casanave2.
Cátedra de Histología Animal1 y Cátedra de Fisiología Animal y CONICET2. Dpto. Biología, Bioquímica
y Farmacia, UNS. Bahía Blanca, Argentina. E-mail: smcodon@[Link]

Se describe la histología de las glándulas salivales de Dasypus hybridus. El material fue procesado según
técnicas de rutina.

Se distinguen dos pares de glándulas salivales túbuloalveolares compuestas: parótidas y submaxilares. No


se observaron glándulas sublinguales. Existe un reservorio salival relacionado con la submaxilar, con
gruesa capa de músculo estriado.

Las parótidas (anteriores) son serosas, con acinos pequeños cuyas células poseen citoplasma basal
basófilo y apical acidófilo, núcleos redondeados basales y luz acinar pequeña. Son fuertemente PAS+ y
AB pH 2,5. Hay conductos excretores intralobulillares intercalares y estriados, siendo los últimos muy
numerosos. También se observan conductos interlobulillares.

Las submaxilares (posteriores) son de gran tamaño. Poseen dos lóbulos que difieren histológicamente e
histoquímicamente. El anterior, de menor tamaño, es mixto. Está formado por acinos mucosos pequeños,
claros, con citoplasma espumoso y núcleos aplanados localizados contra la base de las células. El
componente seroso está formado por semilunas y hay acinos serosos ocasionales. La porción mucosa es
fuertemente PAS+ y AB+. La semilunas y acinos serosos son PAS+ y AB. El lóbulo posterior, de mayor
tamaño, es mucoso. Los acinos son más voluminosos, oscuros, con citoplasma más homogéneo que en la
zona anterior y núcleos aplanados y basales. Los límites celulares son nítidos y la luz acinar es irregular y
poco visible. Reaccionan menos intensamente con PAS y AB que los del lóbulo anterior. En ambos
lóbulos se observan conductos excretores intralobulillares e interlobulillares. Es notable el gran número
de conductos intercalares y estriados en el lóbulo anterior.
Se analizan comparativamente los resultados obtenidos con los reportados para otros mamíferos,
especialmente otras especies de armadillos.

PALABRAS CLAVE: 1. Histología; 2. Glándulas salivales; 3. Armadillo; 4. Dasypodidae.

Trabajo subsidiado por SGCYT (UNS).

ESTUDIO LECTINHISTOQUÍMICO DE LA MUCOSA TRAQUEAL DE POLLOS


PARRILLEROS VACUNADOS CONTRA BRONQUITIS INFECCIOSA Y NEWCASTLE.
(Tracheal mucosa lectinhistochemical study in broilers vaccinaated against infectious bronchitis and
newcastle). Ana M. Di Matteo & Irene von Lawzewitsch. Área Histología y Embriología. Facultad de
Ciencias Veterinarias.U.B.A. Chorroarín 280 (1427) Buenos Aires. Argentina. dimatteo@[Link]

El objetivo de este trabajo ha sido evaluar los cambios histoquímicos y lectinhistoquímicos de la mucosa
traqueal de pollos parrilleros vacunados contra Newcastle (NC) y Bronquitis Infecciosa (BI). A los 13
días de edad fueron alojados en cuatro unidades de aislamiento(U): U1 : Testigo,U2- No vacunados, U3
Vacunados contra NC (Hitchner B1) y 2º dosis de BI (serotipo Massachusetts). Se obtuvieron muestras
de tráquea a los 28 y 45 días, se fijaron en formol- bufferado. Las técnicas aplicadas fueron: H\E,
PAS\Azul Alcian pH 0,5 y las siguientes lectinas biotiniladas (l método de peroxidasa directa):
Concanavalina A(Con A), Tetranoglobus purpurea (LTL), Arachis hypogea(PNA), Pisun sativa(PSA),
Ullex europaeus agglutinin (UEA1, Sophora japonica(SJA), y Glycine max(SBA).

U1(testigo) El epitelio presentó, residuos de L-fucosa, secreciones con abundante a\b D_N galactosamina
y D glucosa y a D manosa,U2(no vacunado): En el primer y segundo muestreo se produjo hipertrofia
glandular con abundante a D glucosa y a D manosa, moderada secreción de a/b D N acetilgalactosamina y
fucosa, a D glucosa, manosa y fucosa a nivel epitelial, U3 vacunado): Mostraba intensa descamación
epitelial postvacunal (28) días, a los 45 días el epitelio se recuperaba con hipertrofia glandular, abundante
secreción de a D N acetilgalactosamina y fucosa pero ausencia de b galactosa y b D N galactosamina,
residuos de a D glucosa y manosa. El carácter de las secreciones en las cuatro unidades fue ácido(AA+)
pH:0,5. El epitelio respiratorio de todas las unidades presentó sitios de marcación para las lectinas
biotiniladas pero en el epitelio recuperado del lote vacunado (U3) se observaron modificaciones en la
secreción de glicoconjugados con cambios histológicos post-vacunales.

PALABRAS CLAVE: 1. Pollos parrilleros; 2. Mucosa traqueal; 3. Lectinas; 4. Bronquitis infecciosa; 5.


Newcastle.

Financiamiento: UBACYT-TV-40.

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DE LA POBLACIÓN DE NEURONAS GNRH EN EL


HIPOTÁLAMO DE LA RATA DURANTE EL ENVEJECIMIENTO. (Morphometric study of the
rat hypothalamic GnRH neurons during aging). Silvia, L.B.; Sánchez, H. L. y Zuccolilli, G. O. Instituto
de Anatomía Facultad de Ciencias Veterinarias UNLP, Argentina.

La hormona liberadora de gonadotrofinas (GnRH) es un decapéptido, sintetizado por neuronas secretonas


ubicadas en el hipotálamo, liberada en los vasos de la eminencia media (EM) para regular la producción
de las hormonas gonadotróficas hipofisiarias, foliculoestimulante (FSH) y luteinizante (LH). El proceso
de envejecimiento determina cambios en los neurotrasmisores hipotalámicos, descenso del nivel de
GnRH y de los niveles séricos de FSH y LH. El presente trabajo investiga los cambios morfométricos
asociados con el envejecimiento de la población de neuronas GnRH en ratas de distintas edades. Se
utilizaron ratas Sprague-Dawley, hembras jóvenes (6 meses), viejas (24 meses) y seniles (32 meses),
sacrificadas por decapitación, los encéfalos fueron extraídos y fijados con formol al 10%. Se obtuvieron
cortes coronales (40 µm) del hipotálamo utilizando micrótomo de congelación, previa recuperación
antigénica, las secciones fueron incubadas con un anticuerpo monoclonal LRH13 y procesadas mediante
el método de avidina-biotina peroxidasa. La medición de los cuerpos neuronales se realizó utilizando un
analizador de imágenes; los parámetros medidos fueron comparados utilizando la prueba ¨t¨ de Student.
Las neuronas GnRH se encontraron principalmente en la banda diagonal de Brocca (DBB), y área
preóptica (POA). El análisis morfométrico de los cuerpos neuronales reveló diferencias significativas
(p<0.01)* entre el grupo de animales seniles respecto a los viejos, sin embargo, no pudieron constatarse
variaciones significativas (p>0.05) en los animales jóvenes.

La morfometría de la población de neuronas GnRH del hipotálamo de ratas seniles, mostró una gran
variación en los tamaños celulares, los cuales midieron desde 34 hasta 207 µ3. Es evidente que los
patrones alterados de hormonas ováricas ejercen un efecto difícilmente cuantificable sobre la morfología
de la población neuronal estudiada. Sin embargo, es notable la disminución del tamaño de los somas a la
edad de 24 meses, coincidente con una declinación de la fertilidad.

Parámetros Animales Jóvenes (2) Animales Viejos (2) Animales Seniles (2)
DBB POA DBB POA DBB POA
119.1±
Area celular 86.9 ± 28.1 82.1± 24.9 48.8 ± 6.2 77.0 ± 38.3 130.9±32.2*
69.3*
Diámetro mayor 13.9 ± 2.5 1 4.2 ± 3.94 9.5 ± 0.9 12.2 ± 2.6 17.5 ±7.5* 16.1± 1.7*
Diámetro menor 7.1 ± 0.8 7.2 ± 1.2 5.7 ± 0.6 7.0 ± 2.4 7.6 ± 1.8 9.5 ± 1.7
Perímetro 37.6 ± 6.1 36.5 ± 8.06 25.5 ± 2.3 33.6 ± 7.1 43.6± 15.8* 45.7 ± 5.8*

Los valores corresponden al promedio ± desvío standard.

PALABRAS CLAVE: 1. Neuronas; 2. GnRH; 3. Hipotálamo; 4. Rata; 5. Envejecimiento.

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DEL DESARROLLO POSTNATAL DEL EPIDÍDIMO EN


PACIENTES CRIPTORQUÍDICOS. (Morphometric study of the postnatal development of the
epididymis in patients affected by crytorchidism). Rodríguez, A.; Rojas, M. A.; Nistal, M.; Regadera, J.;
Mariño, J. M. ICBM Universidad de Chile, Departamento Patología y Departamento de Cirugía
Pediátrica, Hospital La Paz, Madrid. Departamento de Morfología, Universidad Autónoma de Madrid,
España.

La criptorquidea es una de las causas de infertilidad masculina. En el presente trabajo se estudió mediante
morfometría el desarrollo postnatal del epidídimo humano criptorquídico, en comparación con el
epidídimo normal. La muestra se dividió en 6 grupos etarios: epidídimos de niños criptorquídicos de 1 a 4
años de edad, epidídimos de niños normales de 1 a 4 año, epidídimos de niños criptorquídicos de 5 a 14
años, epidídimos de niños normales de 5 a 14 años, epidídimos de postpúberes y adultos criptorquídicos
de 14 a 60 años y epidídimos de postpúberes y adultos normales de 14 a 60 años de edad.

Se evaluaron los siguientes parámetros mediante análisis de imágenes en cortes transversales de los
conductillos eferentes y del conducto epididimario: Área total ductal, área luminal, área muscular y altura
epitelial.

Las áreas total ductal y muscular aumentaron progresivamente en todas las regiones del epidídimo. Se
observó un crecimiento significativo y del conducto epididimario durante el periodo de madurez testicular
(10 a 14 años de edad), especialmente en la porción caudal del epidídimo (p<0.0001). El área total en la
región caudal del conducto del epidídimo en el adulto fue tres veces más grande que en el cuerpo del
epidídimo y cinco veces más grande que en la cabeza. En los niños criptorquídicos las áreas total ductal y
muscular de los conductillo eferentes y del conducto epididimario estaban disminuidas (p<0.001). En los
adultos criptorquídicos el intersticio estaba aumentado y era rico en colágeno; el área total ductal estaba
disminuida en todos los conductos (p<0.001), excepto en la cauda donde estaba aumentada y la altura
epitelial de las células principales era menor que en los normales (p<0.005).

Los pacientes afectados por criptorquidismo inguinal o abdominal no solo son portadores de una
disgenesia testicular, sino que también presentan alteraciones primarias en el epidídimo. Se sugiere que
estas malformaciones pueden estar relacionadas con anomalías secundarias de la receptividad
androgénica, ya que no se ha demostrado un efecto androgénico en el criptorquidismo unilateral.
PALABRAS CLAVE: 1. Desarrollo postnatal; 2. Epidídimo; 3. Criptorquídea.

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DE NEURONAS INMUNORREACTIVAS A LA HORMONA


LIBERADORA DE GONADOTROFINAS (GNRH) DURANTE LA MIGRACIÓN FETAL EN EL
BOVINO (Bos taurus). (Morphometric study of immunoreactivity Gonadotropin-releasing hormone
neurones during the bovine fetal migration). Soto, A. T.1; Zucolilli, G.2. 1Instituto de Teriogenología.
2
Instituto de Anatomía, Fac. Ciencias Veterinarias, U.N.L.P., Argentina.

Estudios realizados en embriones y fetos de diferentes vertebrados, han demostrado que las neuronas
productoras de la hormona liberadora de gonadotrofinas (GnRH) se originan en la placa olfativa y migran
a través de diferentes estructuras anatómicas para tomar su localización encefálica final. El propósito del
presente trabajo fue describir la morfometría de las neuronas GnRH durante la migración fetal en el
bovino, comparando las halladas en la región naso-olfatoria con respecto a las encefálicas. Los fetos n=2
fueron obtenidos inmediatamente post-mortem, con edades de 46±2 y 57±7 días, estimadas a partir de las
ecuaciones enunciadas por Kähn (1994). Las cabezas de los fetos, previa fijación, fueron seccionadas
mediante un micrótomo de congelación en cortes sagitales de 45 µ de espesor. Las secciones fueron
incubadas con un anticuerpo monoclonal (LRH13) en una dilución de 1/2500 y procesados mediante el
método de avidina-biotina peroxidasa. La reacción inmunohistoquímica fue revelada mediante
diaminobenzidina (DAB). Los cortes fueron montados y coloreados. El conteo y la morfometría neuronal
(eje mayor y menor, perímetro y área) se realizó mediante un analizador computarizado de imágenes. Los
datos fueron sometidos estadísticamente a un análisis de varianza. No se comprobó reacción
inmunohistoquímica en el feto de menor edad. En el de mayor edad, se estimó una población de 1074
neuronas inmunoreactivas a GnRH, de las cuales el 72,9% se hallaban en la región nasal y las restantes en
el prosencéfalo medio y ventral. Las mismas fueron visualizadas en grupos alrededor de vasos sanguíneos
de la cavidad nasal, en el septo nasal y órgano vomeronasal, atravesando la lámina cribosa del etmoides y
en el prosencéfalo. Se encontraron diferencias significativas para el área (P=0.001), eje mayor (P=0.01) y
menor (P=0.01) de las neuronas GnRH presentes en la región naso-olfatoria con respecto a las
encefálicas. Sin embargo, no se encontraron diferencias significativas para el perímetro (P=0.31). La
morfología neuronal se caracterizó por tipos celulares bipolares sin reacción nuclear, presentándose las
neuronas GnRH ubicadas en la región encefálica de menor tamaño y mayor redondez. Se constató la
derivación olfatoria y la posterior migración de las neuronas GnRH en la especie bovina.

Neuronas n Eje mayor(µ) Eje menor (µ) Área (µ2) perímetro


Nasales 222 19,65±7,65a 10,03±3,35c 156,24±93,8e 58,1±24,98
Encefálicas 048 16,78±5,82b 8,79±2,92d 109,19±55,57f 54,17±20,4
Totales 270 19,14±7,43 9,8±3,3 147,88±89,96 57,4±24,24

Los valores corresponden a la media ± desvío standard a,b:(p=0.01); c,d:(p=0.001); e, f. (p=0,001)

El mayor tamaño de las neuronas de la región naso-olfatoria sugiere que este tipo celular es más primitivo
e indiferenciado, pudiendo conservar la propiedad de dividirse de los neuroblastos.

PALABRAS CLAVE: 1. Bovino; 2. Feto; 3. Neuronas GnRH.

ESTUDIO RADIOLÓGICO DE FACTORES ASOCIADOS EN LA ESTABILIDAD


CRÁNEOCERVICAL DEL GRUPO ÉTNICO MAPUCHE. (Radiological study the asociated factors
in the craniocervical stability of the mapuches ethnic group). Henríquez, J.; Fuentes, R.; Sandoval, P. &
Muñoz, A. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera, Temuco, Chile.

Se realizó un estudio anatomorradiológico de casos para evaluar la estabilidad ortostática cráneocervical


en 45 adultos jóvenes de sexo masculino del grupo étnico mapuche. El análisis se realizó en
telerradiografías, utilizando el cefalograma de Rocabado para evualuar la posición del triángulo hiodeo, el
ángulo posteroinferior y el espacio C0-C1. La curvatura cervical se evaluó a través de la técnica descrita
por Penning.
En el análisis del ángulo posetroinferior, la media fue de 91.2 ± 7.4, encontrándose por debajo del rango
normal, en la distancia C0-C1 la media fue de 9.5± 3.4 mm, promedio levemente sobre el rango normal.
En el triángulo hiodeo se observaron 27 (60,0%) sujetos con este parámetro normal. La medición de la
columna cervical arrojó un alto porcentaje de alteración con un 80% y solo un 20% de curvatura normal.
Se encontró que el ángulo posteroinferior no es necesariamente una medida complementaria con el
espacio C0-C1 para determinar la posición del cráneo sobre la columna vertebral.

Se concluye que existen diferencias morfológicas importantes en los valores promedio de las variables
estudiadas, comparado con los parámetros normales del cefalograma descrito por Rocabado y con un
estudio realizado en individuos no mapuches.

Nuestros resultados son complementarios con estudios realizados por otros investigadores que señalan
diferencias morfológicas de la etnia mapuche a los no mapuches.

PALABRAS CLAVE: 1. Alteraciones craneocervicales; 2. Columna cervical; 3. Etnia mapuche.

Financiamiento: proyecto DIDUFRO-EP-2114 Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de


La Frontera.

ESTUDIOS ANATÓMICO, HISTOLÓGICO E HISTOQUÍMICO DE LA GLÁNDULA


BULBOURETRAL DE CONEJO (Oryctolagus cuniculus). (Anatomical, histological and
histochemical studies of the bulbourethral gland of the rabbit (Oryctolagus cuniculus). Bélgica Vásquez
& Mariano del Sol. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera, Casilla 54-D, Temuco, Chile.

El objetivo del trabajo fue conocer algunos aspectos anatómicos, histológicos e histoquímicos de la
glándula bulbouretral de conejo (Oryctolagus cuniculus), para establecer las bases para su estudio
morfofuncional.

Se utilizaron 5 conejos (Oryctolagus cuniculus), obtenidos del Bioterio de la Facultad de Medicina de la


Universidad de La Frontera, Chile, durante el periodo de máxima reproducción. Se disecó con la ayuda de
una lupa ransor la región pélvica, retirándose en bloque los componentes anatómicos del aparato genital.
Se disecaron las estructuras anatómicas cuyos conductos terminaban en la uretra y se aisló la glándula
bulbouretral. Las muestras se fijaron en Bouin y procesadas para su inclusión en paraplast. Se realizaron
cortes seriados de 5 µm de espesor los cuales fueron teñidos para su observación histológica e
histoquímica. El estudio morfológico y las fotografías se realizaron con un microscopio Carl Zeis,
Axiolab, con cámara MC 80 DX.

Los resultados muestran que la glándula bulbouretral del conejo es única, rodeada por el músculo
bulboglandular y una cápsula fibrosa. De forma cuboidea, alargada en sentido anteroposterior, con ductos
cortos que se abren en la pared posterior de la uretra. La glándula se encuentra relacionada con la próstata
y parapróstata y está muy vascularizada. Es de tipo alveolar, cubierta de tejidos muscular estriado y
conectivo, formado principalmente por fibras colágenas y elásticas, las cuales penetran en su interior
dividiéndola en dos lóbulos y subdividiendo cada uno de ellos en lobulillos menores. El estudio
histoquímico reveló la presencia de gránulos de glucógeno, mucosustancias neutras y ácidas sulfatadas y
no sulfatadas.

La diferencia morfológica observada en la población celular en la glándula bulbouretral del conejo se


debe, posiblemente, al estado secretorio en que se encuentra.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula bulbouretral; 2. Anatomía 3. Histología; 4. Histoquímica; 5. Conejo.

EVALUACIÓN ANGIOGRÁFICA DE VARIANTES DEL COMPLEJO DE LA ARTERIA


COMUNICANTE ANTERIOR. (Angiographic evaluation of the varieties of the Anterior
Communicating Artery Complex). Moreno, Gabriel; Garbugino, Silvia & Suazo, Luis. Centro
Endovascular Neurológico Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
Los estudios angiográficos permiten visualizar la vascularización cerebral en detalle, por lo cual se puede
efectuar el análisis de las variantes anatómicas del Complejo de la arteria comunicante anterior (ACA) y
correlacionarlas con las ya descritas en la literatura anatómica y quirúrgica.

Se analizan en forma retrospectiva 57 angiografías digitales de pacientes con aneurismas de ACA; se


evaluaron las características de la arteria cerebral anterior en sus segmentos pre comunicante,
comunicante anterior propiamente dicho, post comunicante y de sus ramos perforantes.

Se observó dominancia de la arteria cerebral anterior derecha en 20 casos y de la izquierda en 27 con


isodominancia en 10. El segmento pre comunicante derecho presentó hipoplasia en 19, agenesia en 1 y
dilatación fusiforme en otro; el izquierdo hipoplasia en 7 casos. En uno se observó duplicación de la
comunicante anterior y en otro estaba ausente. En el segmento post comunicante se observó una arteria
media del cuerpo calloso en un solo caso. Las arterias perforantes se originaban en 6 casos del segmento
precomunicante; en 9 de la comunicante anterior; 36 en la unión entre estas dos últimas y en 47 del
segmento post comunicante, no observándose en un sólo caso y observándose reemplazo por arterias
estriadas mediales en 15.

La anatomía angiográfica permitió identificar las variantes en estudio y se correlacionó con las series
similares pero difirió de las series anatómicas cadavéricas; se deduce por tanto que la hipoplasia y la
dominancia de los segmentos pre comunicantes de ACA serían factores predisponentes de enfermedad
aneurismática de esta localización.

PALABRAS CLAVE: 1. Angiografía; 2. Vascularización cerebral; 3. Comunicante anterior.

EVALUACIÓN COMPARATIVA DE LA DISTRIBUCIÓN DEL TEJIDO ADIPOSO


CORPORAL EMPLEANDO LOS ÍNDICES CINTURA CADERA Y OMBLIGO CADERA EN
UNA MUESTRA POBLACIONAL VOLUNTARIA DE AMBOS SEXOS EN LA REGIÓN DE
VALPARAÍSO, CHILE. (Comparative assessment of body fat tissue distribution through the waist/hip
and navel/hip indexes in a voluntary population sample of both sexes in Valparaiso's region. Chile). Atilio
Aldo Almagià Flores1; Alvaro Gurovich M2., Daniza Ivanovic M.3; Enrique Cabrera G.1; Triana Toro D.1;
Claudio Maffet C.1; Octavio Binvignat G.4; Juan Pablo Zavala C.1 Laboratorio de Antropología Física y
Anatomía Humana. Instituto de Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de
Kinesiología; 3INTA, Universidad de Chile; 1Faculdade da Serra Gaúcha, Brasil. Email: aalmagia@[Link]

Frente al alarmante incremento de la obesidad en el mundo, se ha visto la necesidad de aplicar algunos


índices antropométricos que nos faciliten el diagnóstico de sobrepeso u obesidad. Tradicionalmente se
emplea el BMI (body mass index), pero se hace necesario determinar la distribución del tejido adiposo
corporal como factor de riesgo que gatillará diversas enfermedades. El objetivo fue evaluar y comparar la
distribución de grasa corporal en ambos sexos a través de los índices cintura cadera y ombligo cadera.

Se seleccionaron 140 sujetos voluntarios de ambos sexos de edades promedio de 32.45. Max=70.09,
Min=15.10, DS=15.87 con un coeficiente de variación de 48.90, que presenten, índices de BMIž a 25 y a
< 25. Se emplea tallímetro, balanza, cinta de acero flexible, lápiz dermográfico, ficha para variables y
software antropométrico y estadístico. Se aplica protocolo internacional de la ISAK y protocolo
Ministerio de Salud de Chile para medir perímetros de cintura y cadera y perímetro ombligo cadera con
sus respectivos índices de riesgo.

Resultados: proporción de riesgo ICC hombres 33.33% (DE 0.061) y mujeres 41.25% (DE 0.055).
Proporción de riesgo IOC hombres 15.00% (DE 0.046) y mujeres 68,80% (DE 0.052). El ICC nos entrega
un 37% de sujetos de ambos sexos con factores de riesgo, en cambio el IOC diagnostica un 45,/% de la
muestra con riesgo. El ICC indica un 62,3% de mujeres con riesgo y el IOC un 84,4% con factores de
riesgo para la salud.

Analizados el valor estadístico X2, y los intervalos de confianza P hombres y mujeres y los resultados
obtenidos por ambas metodologías en hombres y mujeres, nos planteamos la duda de la aplicabilidad para
nuestra población de los IOC y ICC en forma inequívoca y sugerimos el empleo ICC que está validado
internacionalmente y que tendría una estrecha relación con los resultados obtenidos por el BMI.

PALABRAS CLAVE: 1. Índice cintura cadera; 2. Antropometría; 3. Grasa corporal.

Financiamiento: proyecto de Investigación 122.765/01 Dirección de Investigación, Universidad Católica


de Valparaíso, Chile.

EVALUACIÓN DE IMPACTO: LA ELABORACIÓN DE UNA REVISTA COMO ESTRATEGIA


DE ENSEÑANZA. (Impact evaluation: The production of magazine as teaching strategy).Brutti, N.I.;
Manzur, S.B.; Corfield, I.; Ojeda, S.; Nitri, M.E. Cátedras de Anatomía / Fisiología y de Antropología -
Escuela de Nutrición - Facultad de Ciencias Médicas, U.N. Córdoba y Facultad de Bromatología, U.N.
Entre Ríos, Argentina.

Las Cátedras de Anatomía y Fisiología, y Antropología de las Licenciaturas de Nutrición y Bromatología


de las Universidades Nacionales de Córdoba y de Entre Ríos, desarrollaron como estrategia educativa la
elaboración de una revista. Se acercó al alumno un menú temático para que elabore un artículo científico
donde manifieste una interpretación particular del tema, con la finalidad de desarrollar sus capacidades de
análisis, integración y transferencia de conocimiento desde asignaturas básicas, como también las de
investigación, organización y gestión.

El objetivo fue evaluar el impacto de la elaboración y publicación de una revista como estrategia de
enseñanza de la Anatomía y Fisiología en la Licenciatura de Nutrición y Bromatología.

Se tomó una muestra aleatoria correspondiente al 10% de los alumnos y docentes de ambas
universidades. Fue dividida en tres grupos, el primero (G1) integrado por alumnos que participaron en la
elaboración de la revista, el segundo (G2) por alumnos que no participaron en la producción, y otro, (G3)
constituido por docentes. A cada grupo se le entregó una encuesta con preguntas semiestructuradas a las
que se asignó una clasificación mínima de 1 y máxima de 5. En G1 se evaluó las variables: proceso de la
producción, significación para la enseñanza y organización y gestión mientras que en G2 , estructura de la
información, transferencia de aprendizajes, expresión lingüística y diseño gráfico. La encuesta de G3
estuvo destinada a evaluar si la revista como estrategia y producción debía ser rechazada, reformada o
utilizarse sin reformas. Los resultados fueron analizados estadísticamente y validados con test pertinentes,
con un valor p<0,05.

Se encontró que los promedios más bajos fueron para organización y gestión (4,15), expresión lingüística
(4,13) y diseño gráfico (3,94), lo que manifiesta las dificultades del alumno en el manejo de herramientas
organizativas y trabajos autogestionados, como también en la expresión escrita y gráfica. Estos aspectos
deberían ser superados a través de la adquisición de mayor experiencia en su tránsito universitario. Los
puntajes más altos fueron para la significación de la enseñanza (4,40), estructura de la información (4,20)
y transferencia de aprendizaje (moda 5), variables conspicuas para validar la revista como estrategia
pedagógica. El promedio para el proceso fue mayor a medida que avanzaba, dato lógico en el marco del
aprendizaje. La encuesta realizada a los docentes reveló la aceptación de la revista como estrategia
educativa válida para la enseñaza de la Anatomía y Fisiología, pero que sería necesario realizarle
reformas; conclusión que comparten las autoras acorde a la experiencia vivida y a los resultados
obtenidos en el presente trabajo.

PALABRAS CLAVE: 1. Revista; 2. Estrategia de enseñanza, 3. Integración; 4. Aprendizajes


significativos.

EVALUACIÓN DE LOS TEXTOS EMPLEADOS EN DOS ASIGNATURAS DIFERENTES DE


LA CURRICULA DE LA CARRERA DE CIENCIAS BIOLÓGICAS: UN ENFOQUE SOBRE LA
COMPRENSIÓN. (Evaluation of textbook used in two different subjects of the biological sciences
curriculum: a focus on comprenhension). Cabranza M. & Celaya G. Cátedra de Morfología Animal,
Escuela de Biología, Facultad de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales, Universidad Nacional de
Córdoba, Argentina.

Los libros textos han sido y son el material curricular más utilizado para la enseñanza de las ciencias, en
todos los niveles de instrucción. La contribución que realizan en la educación en ciencias, es de interés
educativo por su relevancia en el proceso de enseñanza y aprendizaje. Es conocido que la lectura, es una
actividad entre otras, que les permite a los alumnos abordar los conocimientos científicos para realizar un
aprendizaje significativo. Los inconvenientes que tienen algunos alumnos para concretar sus aprendizajes,
pueden ser atribuidos a numerosos factores, entre los cuales se destaca la falta de comprensión de los
textos. Evaluar los aportes que realizan los textos, requiere disponer de criterios que permitan su análisis
y comparación, en base a ello es posible fundamentar su elección y hacer uso flexible del mismo,
conociendo sus ventajas e inconvenientes (Carranza et al., 2001).

En este estudio, se analizaron los textos empleados en dos asignaturas de distintos ciclos de la curricula
de la carrera de Ciencias Biológicas, con el propósito de conocer el uso que hacen los alumnos de los
textos e identificar algunas estrategias cognitivas que emplean para la comprensión. Para análisis de los
libros, se recabó la opinión de dos grupos diferentes de alumnos sobre los libros utilizados, a través de
encuestas elaboradas para tal fin. Estas se implementaron al finalizar los cursos de Morfología Animal del
ciclo básico y el Taller de Actualización en Histología (optativa) del ciclo superior, de modo que se
reflejara la interacción entre los estudiantes y el libro. Los datos expresados en valores porcentuales,
indicaron que los alumnos del ciclo básico, tienen mayor dependencia del texto para obtener la
información específica. Existen diferencias entre los alumnos de ambos ciclos, sobre el concepto de lo
que se entiende, por información actualizada de un texto. En el ciclo básico y superior, utilizan en forma
limitada los textos, observándose una falta de valoración de la importancia de los conocimientos previos
para integrar la nueva información. La competencia textual y cognoscitiva, no está totalmente
desarrollada en el ciclo básico. Los alumnos del ciclo superior evalúan y controlan mejor su comprensión,
pero aún tienen dificultades para afianzar la competencia metacognitiva. Son lectores con distintos
niveles de experiencia, de acuerdo a su entrenamiento y capacidad lectora.

De este análisis, se desprende que conocer los textos para flexibilizar su uso e implementar estrategias
que faciliten la comprensión, con el propósito de enseñar a «aprender a aprender» y a comprender lo que
leen, es de interés educativo.

PALABRAS CLAVE: 1. Evaluación; 2. Textos; 3. Asignaturas.

EVOLUCIÓN DE PROCESOS DE COMPRENSIÓN EN ESTUDIANTES DE MORFOLOGÍA:


SU EVALUACIÓN MEDIANTE MAPAS CONCEPTUALES. (Advances achieved in morphology
student's understanding. Mind maps usedas an evaluation tool). Costamagna, Alicia M. Facultad de
Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

Es necesario implementar estrategias didácticas que orienten al estudio del organismo humano como una
unidad integrada e indivisible. Los mapas conceptuales muestran las relaciones jerárquicas entre
conceptos de la disciplina, y son válidos tanto para presentar y trabajar los contenidos, como para ser
utilizados como herramienta de evaluación. Pueden utilizarse para establecer nexos dentro de una misma
unidad, o para interrelacionar las distintas unidades del programa. El propósito del trabajo es utilizar
mapas conceptuales para evaluar, en dos instancias diferentes y en forma comparativa, los logros de los
alumnos acerca de la comprensión del organismo humano desde un enfoque integral.

En el taller integrador, al finalizar el cursado de la asignatura, los alumnos elaboran un mapa conceptual,
como expresión del conocimiento alcanzado, trabajando en forma grupal y a libro abierto. El mismo
mapa conceptual es corregido y/o ampliado, al momento de la evaluación sumativa, que corresponde al
examen final de la asignatura. Esta segunda instancia evaluativa, es precedida por el estudio individual
intensivo.
En ambas evaluaciones se seleccionan cinco ítems para conformar una escala de puntuación de
resultados, a saber: Jerarquización, Interrelación, Explicitación de nexos, Corrección y Profundización del
contenido.

La comparación de las calificaciones obtenidas muestra un incremento promedio del 14,4% en el examen
final. El mismo varía según el ítem considerado, y se hace significativo en Interrelación y Corrección del
contenido. También hay diferencias importantes en Explicitación de nexos y Profundización del
contenido; no así en Jerarquización de los conceptos.

Los mapas conceptuales permiten evaluar la evolución del conocimiento de los alumnos, constituyendo
una expresión de procesos de interrelación. Hacen así posible discriminar si el rendimiento resultante
proviene de niveles de comprensión o de aprendizajes memorísticos.

PALABRAS CLAVE: 1. Mapas conceptuales ; 2. Evaluación; 3. Evolución; 4. Comprensión.

Financiamiento: CAI+D - 96. U. N. L.

EXPLORACIÓN DEL GUIÓN SITUACIONAL «PREPARACIÓN DE UN EXAMEN FINAL» EN


ALUMNOS DE LA FACULTAD DE CIENCIAS VETERINARIAS: UN ESTUDIO
COMPARATIVO. (An exploration into the situational script «Final examination preparedness» about
students of school of veterinary science: a comparative study). Sánchez, H. L. & Silva, L. B. Instituto de
Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias de la U. N. L. P., Argentina.

Los guiones son paquetes de información relativos a ámbitos o situaciones convencionales. Incluyen
personajes, objetos y acciones que están asociados a nuestra experiencia. Investigaciones realizadas en el
ámbito de la Inteligencia Artificial desarrollaron la idea de guión (script) que ha llegado a construir la
concepción del esquema mental más representativa. La Psicología Cognitiva trató de verificar la entidad
psicológica de los guiones a través de diversos estudios descriptivos, demostrando que los guiones
mediatizan los procesos de comprensión de historias, haciéndonos entender más de lo que está explícito
en el texto.

La codificación y el recuerdo también están determinados en gran medida por la activación de los
guiones. Además, tienen un valor prescriptivo, al proporcionar información sobre las metas y patrones de
conducta aceptables en situciones convencionales.

El objetivo de este trabajo fue explorar en dos grupos de alumnos el guión situacional «preparación de un
examen final» y hacer un análisis comparativo entre ambos. Se utilizaron para la práctica efectuada en
dos grupos de alumnos pertenecientes a la carrera del Doctorado en Ciencias Veterinarias. El primer
grupo fue de 10 alumnos que cursan el segundo año de la carrera y el segundo grupo fue de 10 alumnos
que cursan cuarto y quinto año de dicha carrera. Se proporcionaron a los alumnos hojas en blanco,
encabezadas con la siguiente consigna: «Describa las acciones normales que ejecuta para la preparación
de un examen final». Se les solicitó a los alumnos que las respuestas fueran anónimas y que solamente
pusieran el año de la carrera que cursaban. Los resultados mostraron que en ambos grupos de alumnos
hubo un gran consenso al describir las acciones del guión, lo cual demuestra que se trata de estereotipos
culturales compartidos. De todos modos la estructura interna de un guión no es homogénea, sino que es
difusa, esto significa que no todos los eventos son igualmente representativos; algunos se pueden
considerar más típicos o centrales que otros y es precisamente en estos donde hay más coincidencias entre
los sujetos. Solamente se observaron diferencias entre los grupos en tres acciones. Los alumnos del
segundo año (3) manifestaron «repasar por bolillas», mientras que los alumnos del cuarto y quinto año
manifestaron «fijar los temas estudiados» (5) y «buena presencia para el examen» (3). Se comprobó que
este guión probablemente se aprenda con el curso de la experiencia y el orden en que las experiencias se
suceden no es fijo, se aprende al experimentarlo varias veces y se vuelven a reelaborar con cada nueva
experiencia. Maneja situaciones cotidianas esquematizadas, no está sujeto a muchos cambios ni tampoco
ofrece los mecanismos para tratar sitiuaciones nuevas.
PALABRAS CLAVE: 1. Guiones situacionales; 2. Docencia; 3. Examen; psicología cognitiva.

FASCIA PELVIANA:SU RELACIÓN CON EL PROLAPSO UROGENITAL. (Pelvic


Aponeurosis:Relationship with the urogenital prolapse). Martínez, Domingo & León, Norma. Cátedra de
Anatomía Humana. Universidad Nacional del [Link] de febrero 530, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos
Aires, Argentina.

Las alteraciones de las estructuras de soporte del aparato genital femenino dan manifestaciones
patológicas urinarias y genitales importantes. Hay tres sistemas de suspensión pelviana: 1) Fascia
endopélvica y sus condensaciones seudoligamentosas (Paracervix, pliegue rectouterino y fascia
pubovesicocervical); 2) El sistema de sustentación compuesto por el diafragma pélvico, diafragma
urogenital y sistema esfinteriano, 3) Sistema de contención compuesto por las fascias uterovaginal,
vesicorectal y cinta perineal. El objetivo fue identificar la relación entre las alteraciones de la fascia
pelviana con uretrocele y/o cistocele.

Se identificaron en pacientes sometidas a cirugía por procedimiento retropubiano los defectos de una
relajación sintomática las áreas del cuadrante anterior de la pelvis que daban como resultado un
cistouretocele con incontinencia de orina de esfuerzo.

No se encontraron prolapsos (colpocele anterior con cistocele o uretrocele) si no hubo distensión,


desgarro o atrofia de la fascia vesicovaginal. De la misma manera que si existe lesión de la fascia
rectovaginal se produce colpocele posterior con rectocele alto y rectocele bajo si es de cuña perineal.

PALABRAS CLAVE: 1. Fascia pélvica; 2. Prolapso urogenital.

FASCÍCULO TIBIAL DEL LIGAMENTO TALOFIBULAR POSTERIOR. (Fascicle tibial of the


talofibular posterior ligament). Terraes, R. H.; Lagraña, R.; Recalde, F.; Melnechuk, P.; & Zárate
Ninamango P. Cátedra II Anatomía Humana Prof. Dr. Terraes, Antonio R. Facultad de Medicina,
U.N.N.E Sargento Cabral 2.001 - C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Este es un trabajo de revisión de la frecuencia en que se encuentra el fascículo tibial del ligamento
talofibular posterior de la articulación talocrural.

Utilizamos 20 piernas de amputación de personas adultas, previamente formolizados. Efectuamos las


disecciones, abordando la articulación talocrural por vía posterior, desinsertando previamente el tendón
calcáneo y reclinando el tendón del músculo flexor largo del hálux.

Encontramos que en el 80 % de los casos existe el fascículo oblicuo ascendente de inserción tibial, del
ligamento fibulotalar posterior el cual se mantiene independiente desde el sitio de origen (en la fosa
maleolar) ascendiendo oblicuamente hacia el maléolo medial, algunas fibras se mezclan con la cápsula y
las superiores llegan a la tibia.

De acuerdo a nuestras disecciones el fascículo tibial se presenta en la mayoría de la piezas estudiadas; en


el lado derecho es constante siempre, en tanto que el izquierdo en 4 (cuatro) casos no lo encontramos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación talocrural.

FOLÍCULOS LINFÁTICOS EN INTESTINO DE RATONES ESTIMULADOS CON


LACTOBACILOS. (Lymphatic follicles in the intestine of mice stimulated by means of
lactobacilli).Costamagna, Alicia.Cátedra de Morfología Normal. Facultad de Bioquímica y Ciencias
Biológicas. U.N.L., Argentina.

Se ha estudiado el efecto sobre la inmunidad inespecífica que produce la administración oral de


Lactobacillus acidophilus y casei en ratones. También se ha demostrado un aumento de
Inmunoglobulinas A secretoria y sérica, bajo esas condiciones.
Cortes histológicos de intestino delgado muestran incremento en la infiltración linfocitaria relacionada a
una mayor protección frente a infecciones intestinales provocadas. Nos proponemos investigar posibles
modificaciones morfológicas del sistema linfático difuso y nodular a nivel del tubo digestivo, que
permitan dilucidar mecanismos que ocurren por efecto de la estimulación del sistema inmunológico,
mediante la administración de alimentos probióticos.

Ratones Balb-c son suplementados en su dieta habitual con leche probiótica Bio (conc. 106 de L.
acidophilus y L. casei) diluida al 20 %, en reemplazo del agua de bebida (grupo experimental) . Al cabo
de 2 días son sacrificados, y disecado el intestino en su totalidad. Trozos sucesivos de 1 cm son fijados
para procesamiento histológico por la técnica de parafina. De igual manera se procede con otro lote de
ratas control, a la que se le administra solamente dieta habitual y agua ad libitum. Muestras de ambos
lotes son teñidas con coloraciones habituales y examinadas al microscopio, en sus distintos tramos, para
detectar hipertrofia y/o hiperplasia de folículos linfáticos.

Intestino delgado: La presencia de escasos folículos aislados en la submucosa de ratas pertenecientes al


grupo control contrasta con las muestras pertenecientes al grupo experimental donde se observan
abundantes folículos aislados y confluyentes en extensas placas ñinfáticas, en cantidad considerable.
Intestino grueso: No se aprecia diferencia significativa en los tramos observados de intestino grueso,
respecto a la cantidad y/o tamaño de los nódulos linfáticos.

La sola presencia de los lactobacilos, aún sin existencia de infección provocada previamente, produce una
estimulación inmune evidenciada en hipertrofia de tejido linfático intestinal.

PALABRAS CLAVE: [Link]ículos linfáticos; 2. Activación inmunológica; 3. Probióticos.

Financiamiento: CAI+D 2000 - U.N.L.

GUÍAS DE TRABAJOS PRÁCTICOS COMO RECURSO DIDÁCTICO PARA ORIENTAR EL


APRENDIZAJE DEL ALUMNO. VERSUS. ENTORNOS DE APRENDIZAJE Y
MICROMUNDOS. ALTERNATIVA EDUCATIVA. PARTE I. (Study guide works as a sidactic
resource to lead the student's learning. versus environments of learning and microworlds. Education
Alternative. Part 1). Giambartolomei, Luis Augusto. Cátedra B de Anatomía, Fac. Odontología,
Universidad Nacional de Córdoba, Córdoba, Argentina.

El reducido número de docentes con que cuenta la Cátedra en la que nos desempeñamos (Cátedra "B"
de Anatomía - Facultad de Odontología - Universidad Nacional de Córdoba), el escaso material docente
con que se dispone y el elevado número de alumnos originan un defasaje entre la demanda estudiantil y la
oferta de recursos didácticos institucionales, no muy adecuado cualicuantitativamente con las necesidades
formativas e informativas que requieren los alumnos.

Enseñar, es un desarrollo pedagógico, donde se distinguen tres pilares fundamentales, el docente, el


alumno, y el medio en que este proceso se desarrolla. Proceso que trasladado a Clases prácticas, son el
verdadero desafío, por lo anteriormente expresado. Entonces navegando 1ro. Por el trabajo en base al
empleo de entornos de aprendizaje y micromundos: "tecnología de ordenadores" que puede ayudarnos
mucho en la implementación de nuevas formas de enseñar y aprender. Algo para lo que nos tenemos que
ir preparando ; 2do. La actual situación de transición: Software docentes en los cursos de Anatomía, con
transferencia del reconocimiento a la disección anatómica y 3ro. Guías de trabajo como recurso didáctico
para orientar el aprendizaje del alumno: resultado de un cuidadoso proceso de planificación, es un recurso
didáctico muy valioso, porque se constituyen en un verdadero organizador de la situación de aprendizaje,
un soporte sobre el que los alumnos realizarán las actividades.

Decidimos poner a prueba las guías de actividades, por carecer de los medios para implementar los otros
recursos. Utilizando guías con todos los parametros pedagógicos, encuestas escritas, verbales, y
observaciones de valor, las empleamos en algunas clases, a un grupo de alumnos en 1999, lo cual se
aplicó en más en el año 2000, con el objetivo de viabilizar la incorporación de conocimientos, haciendo
interesante el aprendizaje a los alumnos, y facilitar el desarrollo de trabajos prácticos.

Mostrando los resultados en el desarrollo actitudinal, procedimental y formativo un mejor rendimiento en


la transferencia de conocimientos. La inferencia metodológica, hace posible combinar, en las clases
prácticas: las guías de trabajo y el reconocimiento por parte del estudiante, de las piezas anatómicas.
Orientan al alumno en reconocer y/o descubrir, las características y variaciones de las piezas anatómicas
en las disecciones previamente elaboradas a tal fin.

El desempeño actitudinal y procedimental de los alumnos hace representar a estas guías orientadoras del
aprendizaje, una buena opción en apoyo a las actividades prácticas.

PALABRAS CLAVE: 1. Guía de trabajo; 2. Recurso didáctico; 3. Experiencia Metodológica; 4.


Anatomía Humana.

HISTOGÉNESIS DEL ESÓFAGO. ESTUDIO DE SU IMPLICANCIA EN LA PATOGENIA DEL


EPITELIO DE BARRETT. (Esophagus´ histogenesis. Study of the implicance in the pathogenesis of
Barrett´s epithelium). Znaidak, R; Quiñonez, E; Montero,V.; Montero, G. & Tomasso, C. Cátedra de
Embriología. Escuela de Medicina, Fundación Héctor A. Barceló, Argentina.

Desde el año 1957 cuando Barrett recopiló evidencias existentes hasta ese momento y redescribió la
entidad que hoy lleva su nombre (presencia de epitelio columnar a nivel del esófago distal), numerosas
publicaciones sumaron opiniones al debate si su origen es congénito o adquirido.

Es la intensión del presente trabajo estudiar el desarrollo embriológico del esófago y los cambios
histológicos que ocurren en él, para confirmar la posibilidad de un origen congénito de dicha entidad.

Se utilizaron cortes seriados de embriones a partir del tercer mes en adelante que se fijaron en formol al
10%, incluidos en parafina y coloreados con la técnica habitual de Hematoxilina y Eosina. Se realizaron
cortes en distintos planos de región tóraco-abdominal. Asimismo se utilizaron piezas de necropsia y su
estudio macro y microscópico.

De dicho estudio concluimos que durante el desarrollo embrionario del esófago este se halla cubierto por
un epitelio columnar a partir de la vigésima quinta semana. Este epitelio es reemplazado por uno de tipo
escamoso desde su tercio medio hacia proximal y distal. Restos de este epitelio pueden persistir en la vida
adulta ubicándose de preferencia en el tercio superior junto con el esfínter esofágico superior en forma de
islotes. En menor proporción se ubican en el tercio inferior.

PALABRAS CLAVE: 1. Histogénesis ; 2. Esófago.

HUESOS DE LAS MANOS Y PIES DE CERDOS HÍBRIDOS DE "CHANCHO DE PIE DE


MULA" POR CERDOS DE MANOS EXADÁCTI LES. (Bones of the hands and feet of hybrid pigs
«de chancho of foot of mule» for pigs of hands exadactil them). Miglietta, M. del C.; Godoy, E. &
Althaus, M. A. Fac. de Cs. Veterinarias, U.N.L.R. P. Kreder 2085, Esperanza, Santa Fe, Argentina.

Los porcinos presentan distintas dactilias. El objetivo es caracterizar los huesos de las manos y pies de
cerdos híbridos de "chancho de pie de mula" por cerdos de manos exadáctiles.

Porcinos jóvenes de distinto sexo y edad fueron sacrificados por sangría a blanco. Antes de la disección
se tomaron placas radiográficas de los miembros en distintas posiciones. Se compararon las piezas con las
correspondientes a porcinos normales (tetradáctiles).

Manos: En algunos casos el hueso carpal I está ausente; el hueso carpal II varía en tamaño, posee una
xara articular distal desarrollada que articula con un hueso metacarpal I (formado por la fusión de los
huesos metacarpianos I y II).
En otros casos las caras articulares distales articulan con la cara articular proximal de los huesos
metacarpianos. Pueden encontrarse fusionadas los huesos metacarpianos I y II, presentando una cabeza
ensanchada que articula con dos dedos. un hueso metacarpiano I rudimentario fusionado con una falange
I.

El número de dedos varía de cuatro a cinco. Las falanges II de los dedos III y lV se encuentran
fusionadas. Las falanges III constituyen una pieza única.

Los huesos sesamoideos distales pueden ser independientes o estar fusionados con una falange III.

Pies: Las falanges II de encuentran fusionadas, siendo la medial más corta que la lateral.

En algunos ejemplares se encontraron pies con dos falanges ll y dos falanges lll.

En las manos y pies de cerdos híbridos de "chancho de pie de mula"por cerdos de manos exadáctiles el
número de falanges está asociado al individuo.

PALABRAS CLAVES: 1. Cerdo; 2. Polidactilia; 3. "chancho de pie de mula".

IMPACTO DE UN PROGRAMA DE EDUCACIÓN EN NUTRICIÓN (PEN) EN EL ESTADO


NUTRICIONAL (EN) DE ESCOLARES URBANO. MARGINALES. UN ESTUDIO DE
SEGUIMIENTO 1995-2000. (Impact of a nutrition education program (NEP) on nutritional status of
urban-marginal school-age children: A follow-up study 1995-2000, Chillán, Chile). Michelaine Salgado
D.1; Claudia Illanes S.1; Daniza Ivanovic1. Universidad del BíoBío1; Universidad de Chile, INTA2.

El objetivo de este estudio fue comocer el impacto de un PEN sobre EN, de escolares urbano-marginales
de Chile, egreso de la educación básica y de la educación media. El año 1995 se seleccionó una muestra
representativa, aleatoria, estratificada y proporcional de 283 escolares que egresaban de educación básica,
(38% del universo), la cual se dividió en 2 grupos: grupo control (GC, n=134) y grupo experimental (GE,
n=149), el cual fue sometido a un PEN, con la finalidad de proporcionar conocimientos alimentarios y
nutricionales (COAL).

El nivel de COAL fue evaluado en los perídos de pretest, postest, retest1 (3 meses después de finalziado
el PEN) y restest2 (5 años después de finalizado el PEN) en el año 2000, al egreso de la educación media.
Ambos grupos estaban pareados por sexo, edad, capacidad intelectual y situación socioeconómica. El
nivel de COAL se expresó como porcentaje de respuestas correctas, y el EN se evaluó mediante el
indicador peso/talla (P/T) de acuerdo al patrón NCHS y de Bray. El análisis estadístico incluyó «t»
pareado, chi-cuadrado y correlación de Pearson.

Los resultaron mostraron que el PEN tuvo un impacto significativo en el nivel de COAL y en el EN. En
este contexto, el EN P/T experimentó una mejoría ostensible en el restet 2, ya que en el GE, el 42,9% de
los desnutridos en el año 1995 mejoró su condición en el año 2000, y un mayor número de niños
eutróficos variaron a sobrepeso. Sin embargo, es importante destacar que el 73,7% de los estudiantes del
GE que el año 1995 tenían sobrepeso, luego de 5 años de finalizado el PEN se encuentran eutróficos. En
el GC no se observaron cambios significativos, en el nivel de COAL y en el EN. Estos resultados pueden
ser útiles para los Ministerios de Educación y de Salud ya que es posible concluir que impartir educación
en nutrición a nivel escolar a través de un PEN, contribuye a mejorar no sólo el nivel de COAL, sino
también el EN en el mediano plazo.

PALABRAS CLAVE: 1. Educación en Nutrición; 2. Estado nutricional; 3. Salud pública.

Financiamiento: Nº 992915 3, Departamento de Nutrición y Salud Pública, Universidad del Bío-Bío,


Chile.
IMPORTANCIA QUIRÚRGICA DE LA ANATOMÍA DE LA REGIÓN VENTRAL DEL
CUELLO DEL GATO DOMÉSTICO. (Surgery anatomy importance of the ventral region neck of the
domestic ca). Oliva, Gabriela; Vera, Ana. L.; Casalonga, Osvaldo L. & Falcon, Martín. Área de
Anatomía. Facultad de Cs. Veterinarias U.B.A. Chorroarín 280. Capital, Buenos Aires, Argentina.

La medicina felina en estos últimos años logró avances importantes en diagnóstico y terapéutica . El
hipertiroidismo (como patología más frecuente dentro de las enfermedades endocrinas) nos motivó a
realizar un estudio minucioso de la región ventral del cuello con miras a su aplicación quirúrgica para la
extracción de la glándula tiroides.

Se trabajó con felinos de distintas edades razas y sexos frescos y formolados. SE efectuó la inyección
clásica de arterias con yeso tipo paris 14% y látex y venas con gelatina al 17%. Se realizaron las
disecciones por planos: piel , fascia superficial, fascia profunda, plano muscular. Se analizaron las arterias
tiroidea craneal, tiroidea caudal, vena tiroidea craneal, caudal y media, arco laríngeo caudal , nervio
laríngeo recurrente glándula tiroides y paratiroides.

No encontramos diferencias significativas con otros autores de la glándula tiroides, glándula paratiroides
con su respectiva irrigación e inervación. Refiriéndonos a la irrigación observamos algunas diferencias
con otros autores.

Debido a la cantidad de casos analizados (n 23) no podemos por ahora acceder a realizar un estudio
estadístico, pero si podemos inferir que los detalles descriptivos anatómicos son de relevancia para la
cirugía ya que si no son tomados en cuenta pueden aparecer complicaciones post - quirúrgicas (Síndrome
de Horner - parálisis laríngea). En la actualidad se continuan realizando disecciones de felinos para
ampliar el número de casos.

PALABRAS CLAVE: 1. Tiroides; 2. Cuello; 3. Paratiroides; 4. Gato; -5. Hipertiroidismo.

INMUNOLOCALIZACIÓN DEL FACTOR DE CRECIMIENTO ANÁLOGO A INSULINA


TIPO 1(IGF-I) EN GLÁNDULA MAMARIA DURANTE LA MAMOGÉNESIS Y LACTACIÓN
EN OVEJAS Y CABRAS. (Immunolizalization of insulin-like growth factor I (IGF-I) in the mammary
gland during mammogenesis and lactation in sheepand and goats). Romano, G.*; Dallard, B.**; Salvetti,
N.**; Pastor, R.**; Lorente, J.A**. Departamento de Biología Animal*. Departamento de Anatomía e
Histología**. Facultad de Ciencias Veterinarias. Universidad Nacional del Litoral. Esperanza. Santa Fe,
Argentina.

El IGF-I es estimulante del crecimiento de células epiteliales mamarias in vivo e in vitro, y junto con
hormonas mamogénicas participa en la regulación del desarrollo mamario.

Se identificó IGF-I mediante técnicas de inmunohistoquímica (IHQ) en glándula mamaria ovina y caprina
durante la mamogénesis y la lactación, para establecer diferencias de localización en distintos estadios del
desarrollo mamario y entre las especies mencionadas. Se realizaron biopsias mamarias en cabras y ovejas
a los 10 días preparto y 5, 25, 60, y 120 días post parto (pp). Se realizó inmunohistoquímica para IGF-I
utilizando el método streptavidina-biotina-peroxidasa. En ovejas preñadas (10 días preparto), el
citoplasma de los lactocitos reaccionó en forma moderada a IGF-I y las células mioepiteliales mostraron
una positividad débil. En cabras, el citoplasma basal de los lactocitos presentó reactividad intensa y
difusa.

A los 5 días pp, en ambas especies, el citoplasma de lactocitos y el contenido alveolar reaccionaron en
forma moderada a la inmunomarcación. A los 25 días pp, en ovejas, el citoplasma de los lactocitos y
contenido alveolar presentaron una reactividad intensa, resultando moderada en cabras. En el día 60 pp,
en cabras, se observó una reacción moderada en el citoplasma apical de los lactocitos y un área de
positividad intensa en la superficie basal; en ovejas, la inmunomarcación fue moderada en todo el
citoplasma. A los 120 días pp. la inmunomarcación de lactocitos fue moderada en ambas especies.
La inmunomarcación para IGF-I en glándula mamaria de ovejas y cabras está asociada al epitelio
alveolar y varía de débil a intensa, presentando variaciones durante la mamogénesis y la lactación entre
las especies estudiadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula mamaria; 2. IHQ; 3. IGF-I; 4. Ovejas; 5. Cabras.

Curso de Acción para la Investigación + Desarrollo 2000 (CAI + D 2000). Secretaría de Ciencia y
Técnica. Universidad Nacional del Litoral.

INTEGRACIÓN INTERDISCIPLINARIA DEL TÓPICO "DIGESTIÓN" (Interdisciplinary


integration of the topic «digestion»). Costamagna, Alicia M. Facultad de Bioquímica y Cs. Biológicas.
U.N.L., Argentina.

Morfología Normal, es una disciplina del ciclo intermedio de la carrera de bioquímica, cuyo objeto de
estudio es el organismo humano, analizado desde el punto de vista de sus formas macroscópicas,
microscópicas y ultraestructurales. La morfología y la función son dos aspectos que no pueden
desvincularse. Para comprender la función es necesario además que el alumno sepa integrar los
contenidos de otras disciplinas, cursadas con anterioridad o simultáneamente a la asignatura, en una
verdadera trama conceptual. Es imprescindible arbitrar algún recurso didáctico que ofrezca una opción de
integración de contenidos relacionados dentro de cada eje temático.

Con este propósito, se adoptaron tópicos generativos como columnas directrices en un nuevo
ordenamiento de los contenidos. La propuesta consistió en agrupar los tejidos, órganos y sistemas, que
guarden una mayor relación, bajo un tópico integrador desde el punto de vista funcional. Así, se
seleccionaron seis tópicos a saber: "Coordinación", "Relación", "Defensas", Digestión", "Excreción" y
"Reproducción"; antecedidos por un tópico introductorio, donde se presentan los tejidos en forma general.
Durante el tratamiento del tópico "Digestión", se propuso a los alumnos la elaboración de un trabajo
interdisciplinario que integre los contenidos de las asignaturas: Biología Celular y Termodinámica (ya
cursadas), Química Biológica y Microbiología (cursado en paralelo) y Fisiología (cursado inmediato
posterior), con los contenidos desarrollados en Morfología Normal.

La mayoría de los alumnos relaciona contenidos de Morfología con Química Biológica (85%); mientras
que relacionan en menor proporción Morfología con Fisiología (54%); un porcentaje reducido retoma
conceptos de Biología Celular (23%); muy pocos incorporan conceptos de Termodinámica (15%) y sólo
el 8% hace referencia a Microbiología. El peso específico de las Químicas predomina en la carrera
enmascarando la expresión de la relación natural que debiera existir entre morfología y función, en
detrimento de la significatividad del aprendizaje.

PALABRAS CLAVE: 1. Interdisciplina; 2. Tópico generativo.

Financiamiento: CAI+D- 96. U.N.L.

INVESTIGACIÓN ANATÓMICA DEL MÚSCULO ABDUCTOR DEL DEDO MÍNIMO DEL


PIE. APLICACIONES COMO COLGAJO. (Anatomical investigation of the abductor digiti minimi
muscle: Its a applications as a flap). Klappenbach, Roberto Félix Gustavo; Varela, Teresa Beatriz; Moro,
Graciela Teresita; García Villalba, Javier Antonio & Ferreira Mongelos, Patricia Alejandra. Cátedra I de
Anatomía Humana. Prof. Dr. Julio D. Civetta. Facultad de Medicina. UNNE. Corrientes, República
Argentina.

El colgajo muscular se utiliza en cirugía reparadora para cubrir zonas de pérdida tisular en el miembro
inferior. El objetivo de nuestro trabajo es destacar la importancia del conocimiento preciso de la
anatomía del músculo abductor del dedo mínimo del pie, para realizar un aporte a la práctica quirúrgica
como colgajo muscular para cubrir defectos menores del maléolo lateral.
Se utilizaron piezas de amputación quirúrgica, inyectadas con látex coloreado y fijadas con formaldehído
al 10%, disecadas con material convencional y de microdisección con magnificación óptica.

Se registraron y documentaron los componentes del pedículo vasculonervioso de dicho colgajo.

Se describió la anatomía vascular del músculo abductor del dedo mínimo del pie esperando sea de
utilidad a nivel quirúrgico.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Pie; 3. Colgajo; 4. Músculo abductor del dedo mínimo.

IRRIGACIÓN ARTERIAL DEL APARATO EXCRETOR EXTRAHE-PÁTICO EN CANINOS.


(Arterial blood supply of the extrahepatic excreter duct in canine). Holovate, R. M.; Resoagli, E. H.;
Llano, E. G.; Cabrera, W. R.; Fernández, J. A. & Atrio, A. Cátedra de Anatomía Comparada Primera
Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias. U.N.N.E. Sargento Cabral 2139. C.P. W 3402 B.K.G.
Corrientes. E-mail:anato1@[Link].

El aparato excretor del hígado, glándula de mayor importancia anexa al aparato digestivo, cumple con
valiosas funciones. Está expuesta a diversas patologías y la extrema gravedad de algunas de éstas, ha sido
causa de numerosos estudios entre los que se incluyen aspectos relacionados a su morfología.

La falta de información adecuada y completa, en anatomía comparada, especialmente sobre la irrigación


del aparato excretor del hígado, crean errores de interpretación, tanto en la enseñanza como en la
comprensión de procesos patológicos, a la vez que dificultan el diagnóstico y tratamiento de los mismos.

Los objetivos de este trabajo fueron identificar los vasos arteriales que nutren a la vesícula biliar y a sus
conductos, determinar variaciones en origen y distribución, estableciendo frecuencias en los casos
disecados.

Los trabajos fueron realizados en un total de 16 hígados de caninos; se inyectó el sistema arterial y en
algunos casos el aparato excretor extrahepático con pasta de repleción. Se procede a realizar disección de
los preparados anatómicos y luego de procesados se documentaron fotográficamente.

El análisis del material disecado arrojó los siguientes resultados: Irrigación arterial de la vesícula biliar,
por dos arterias císticas, (50 % de los casos), se encontraron dos arterias císticas, una derecha, que se
origina a partir de la rama destinada al lóbulo medial derecho. La izquierda se puede originar tanto de la
rama destinada al lóbulo cuadrado o en común con las ramas destinada al lóbulo cuadrado y medial
izquierdo, de la arteria hepática.

Irrigación arterial de la vesícula biliar, por una arteria cística, (50% de los casos), que en un 25 % de estos
se origina a partir de la rama para el lóbulo medial derecho, comportándose como colateral de ésta. En
otro 25%, la arteria cística se origina en común con la rama para el lóbulo medial derecho. En el restante
50% de los casos, la arteria cística se origina en común con la rama para el lóbulo cuadrado.

Los conductos biliares están irrigados por pequeñas ramas que derivan de las arterias que nutren cada uno
de los lóbulos. El conducto cístico está irrigado por ramas de la arteria cística. En cuanto al conducto
biliar común, en su trayecto inicial y medio, recibe en todos los casos pequeños vasos de la rama medial
derecha de la arteria hepática y ramos provenientes de los conductos biliares; en su trayecto final recibe
ramas provenientes de la arteria pancreático duodenal.

PALABRAS CLAVE: 1. Arterias ; 2. Vesícula biliar; 3. Condutos biliares; 4. Canino.

IRRIGACIÓN DE LA RAMA PALMAR DEL NERVIO DIGITAL EN EQUINOS. (Irrigation of the


later branch of the digital nerve in equine). Cabrera, W.; González, M.; Herrera, D.; Lipps, E. & López,
A. Cátedra de Anatomía Comparada II Parte, Fac. de Cs. Veterinarias, U.N.N.E., Corrientes, Argentina.
Este trabajo está destinado a colaborar con el actual desarrollo de las técnicas microquirúrgicas en
relación a la cirugía reparadora y teniendo en cuenta que los datos obtenidos por Internet y bibliográficos
de los textos clásicos de Anatomía en los Animales Domésticos no se han encontrado datos referentes al
tema. Solo se obtuvo información en trabajos de investigación realizados en Anatomía Humana en cuanto
a la irrigación de los plexos lumbar y braquial en fetos de 28 semanas.

Se utilizaron 6 equinos de diferentes edades, sexos, tallas y razas destinados a las clases prácticas de
disección. En estos animales se realizó la eutanasia por sangría blanca. En dos casos se inyectó pasta de
repleción arterial (Sulfato de calcio hidratado al 60 %) por vía general a través de una cánula por arteria
carótida común; en los casos restantes para lograr una mayor penetración de la pasta de repleción, luego
de la separación del miembro a nivel del tercio medio del metacarpo, se inyectó a través de una cánula de
menor calibre por la arteria digital común látex neoprene.

Se efectuó la disección de la rama palmar del nervio digital, en la cual se observó que la irrigación de
dicho nervio esta asegurada a partir de una rama que se comporta como colateral de la arteria del espolón;
y seis ramas provenientes de la arteria digital propia que se comportan de la siguiente manera:

1 - una rama nace a nivel del tercio proximal de la falange proximal y otras dos que provienen del tercio
medio y distal de dicha falange.
2 - otra rama que nace a nivel de la articulación interfalangiana proximal.
3 - y por último dos ramas que nacen a nivel del tercio proximal y distal de la falange intermedia.

El material disecado fue documentado fotográficamente, el único método de conservación utilizado


fueron bajas temperaturas (-20° C.).

De los resultados obtenidos se concluye que la irrigación de la rama palmar del nervio digital esta
asegurada por ramas colaterales de la arteria digital propia de importancia desde el punto de vista
anatómico por los escasos datos bibliográficos que se encuentran, clínico por la aplicación de sustancias
químicas (neurolíticos) y con aplicación quirúrgica en la microcirugía.

PALABRAS CLAVE: 1. Irrigación; 2. Nervio digital; 3. Equino.

IRRIGACIÓN DEL NERVIO CUTÁNEO ANTEBRAQUIAL MEDIAL EN FETOS HUMANOS.


(Cutaneous nerve medial of forearm irrigation in human fetus). Terraes, Antonio R.; De Los Reyes,
Manuel R.; Romero, Enrique G. & Carabajal, Leila E. Cátedra II Anatomía Humana, Facultad de
Medicina, UNNE. Sargento Cabral 2001 C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Continuando con el estudio de la irrigación de los nervios periféricos, en esta oportunidad abordamos al
nervio cutáneo antebraquial medial, rama terminal sensitiva del fascículo medial del plexo braquial, que
se distribuye en gran parte por las regiones anteromedial del brazo, codo y antebrazo. La cita
bibliográfica de los autores clásicos: Rouviere, Testut Latarjet, Latarjet Ruiz Liard entre otros, como así
también la búsqueda en la Web, es muy escasa en referencia al tema. Excepto los trabajos realizados por
Sunderland, Blunt, Ramaje y Cozzi sobre la irrigación de los nervios en el miembro superior. Ello nos
motivó a poner énfasis en la irrigación extraneural del nervio cutáneo antebraquial medial

Se utilizaron 12 fetos desde el 5º mes de vida intrauterina, los que fueron inyectados con latex natural
coloreado con pigmento rojo del tipo Unispert, posteriormente fueron formolizados. Se procedió a la
disección con instrumentos de microcirugía, ayudados con lupas convencionales de 20 X., para luego
documentarse fotográficamente las principales ramas arteriales que abordan al nervio cutáneo
antebraquial medial.

De los 24 miembros superiores examinados, el número de ramas extraneurales que llegan al nervio
cutáneo antebraquial medial son: Axila: 1 ramo de arteria muscular (inconstante); Brazo: 1 ó 2 ramos de
arterias braquiales; Codo: 2 ó 3 ramos perforantes musculares.
PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Irrigación; 3. Nervio cutáneo antebraquial medial.

IRRIGACIÓN DEL PLEXO SACRO (Irrigation of the sacralis plexus): Terraes, Antonio R.; De Los
Reyes, Manuel R.; Gallovich, Juan M.; Recalde, Felipe;Romero, Enrique & Vogelmann, Oscar A.
Cátedra II Anatomía Humana -Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001 C. P. (W 3402
BKE). Corrientes, Argentina.

El plexo sacro es el responsable de la inervación motora, sensitiva, vasomotora y propioceptiva de la


pelvis y los miembros inferiores. Proviene de la unión del plexo lumbar y las ramas anteriores de las
cuatro primeras sacras. De forma triangular, cuya base corresponde a la línea de los forámenes sacros
anteriores, y el vértice al borde inferior de la escotadura ciática mayor. Está situado por debajo de la
fascia pélvica, separada de los vasos iliacos internos. En su origen está relacionada con ramos parietales
de la arteria iliaca interna.

Se utilizaron 10 fetos desde 22 semanas de gestación en adelante, los que fueron inyectados por vía
aórtica con látex coloreado con pigmento rojo flúor de tipo Unispert para luego ser formolizados. Se
efectuaron disecciones de la región en estudio bajo magnificación óptica. Se documentaron gráficamente
con fotografía color.

Para la descripción de la irrigación del plexo sacro tomamos por separado cada plexo, observando que el
plexo sacro derecho está irrigado predominantemente por la arteria sacral lateral inferior y la arteria
glutea superior. En tanto que el lado izquierdo el plexo sacro el mayor aporte sanguíneo lo realiza la
arteria sacra lateral inferior, aunque recibe ramas de las arterias sacra lateral superior y glútea superior.

El plexo sacro recibe en forma constante la irrigación a través de la arteria sacra lateral inferior en ambos
lados, variando el número de ramas que llegan al plexo desde las arterias glútea y sacra lateral superior.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Irrigación; 3. Plexo sacra.

IRRIGACIÓN DEL SEGMENTO CERVICAL DEL ESÓFAGO EN CANINO. (Blood supply of the
cervical segment of the esophagus in canine). Resoagli, E. H.; Bode, F. F.; Llano, E. G.; Cabrera, W. R.;
Holovate, R. M. & Sellarés, M. E. Cátedra de Anatomía Comparada, Primera Parte, Facultad de Ciencias
Veterinarias, U. N. N. E., Corrientes, Argentina.

De los órganos que componen el aparato digestivo de las especies monogástricas el esófago por sus
particularidades anatómicas y funcionales hace que se diferencie de los demás componentes del mismo,
con una vascularización especial que ha sido objeto en medicina humana de numerosos estudios,
efectuados por anatomistas y cirujanos.

La longitud del esófago en mamíferos, extendido de la faringe al cardias recorre distintas regiones de
modalidades diferentes, recibiendo en su trayecto irrigación de vasos colaterales originados a partir de
troncos principales situados en cada región. En este sentido Bosi y Ellemberger Baum (1909) sostienen
que la irrigación del esófago en su trayecto cervical proviene de la arteria carótida común y la arteria
tiroideana caudal, esta última de origen variable.

Por el contrario Chaveau (1909) y Zietzschmann (1943) coinciden que la arteria tiroideana caudal no
existe y que la irrigación del esófago está asegurada por un vaso de reducido calibre que se puede originar
de la arteria carótida común o bien de la arteria subclavia.

Swigart et al. (1950) determinan que en el 65% de los cadáveres la irrigación está dada por la arteria
tiroideana inferior. Loeffler (1970) observó la arteria tiroideana caudal en cuatro sobre once caninos
disecados originada en la arteria braquicefálica, en tres de los casos lo hacía bilateralmente. Moreira,
Resoagli et al. (1970) publican los resultados del estudio de la vascularización intraparietal en fetos
bovinos. Getty (1982) describe a la arteria tiroideana caudal, que puede originarse de la arteria carótida
común, arteria braquicefálica, arteria subclavia derecha, o del tronco costo cervical derecho.
Para este trabajo se utilizaron 17 cadáveres de caninos adultos 2 de ellos fueron diafanizados por el
método de Spalteholz. En ellos se realizó canalización de la arteria aorta caudal, inyección de solución
amoniacal al 10%, de látex neoprene coloreado, disección, análisis, conservación y documentación
fotográfica.

Irrigación del esófago cervical en el segmento craneal izquierdo: en el 40% de los casos está dada por la
arteria tráqueo-esofágica originada del tronco tirolaringoesofagiano; en 40% es similar al anterior no
obstante la arteria tiroidea caudal se comporta como colateral de la arteria tráqueo-esofágica; en el 20%
restante la arteria tráqueo-esofágica reemplaza al tronco tirolaringeoesofagiano.

Irrigación del esófago cervical en el segmento caudal izquierdo: En el 20% de los casos la arteria tráqueo-
esófago se origina de la arteria carótida común izquierda; en 20% del tronco común bicarotídea; en 30%
en el origen de ambas arterias carótidas comunes; en 15% de la arteria carótida derecha; el 15% restante
de la arteria subclavia izquierda.

Irrigación del esófago cervical en el segmento craneal derecho: En el 40% la arteria tráquea-esofágica se
comporta como colateral del tronco tirolaríngeo; en 30% no se observó dicha arteria sustituída por una
pequeña rama traqueal colateral de la arteria tiroidea caudal; en 30% restante la arteria tráqueo-esofágica
se comporta como colateral de la arteria tirolaríngea no se observó la arteria tiroidea caudal.

Irrigación del esófago cervical en el segmento caudal derecho: En el 75% se origina del tronco
costocervical derecho; en el 25% restante lo hace de la arteria subclavia derecha.

Analizando los resultados se observa la presencia de una arteria de relativo calibre que recorre el espacio
tráqueo esofagiano, emitiendo ramas dorsales y ventrales asegurando la correcta irrigación del esófago en
su porción cervical. Consideramos a este vaso como arteria tráqueo esofágica no coincidiendo con los
datos obtenidos de la bibliografía consultada.

PALABRAS CLAVE: 1. Canino; 2. Esófago; 3. Arterias.

LA ANATOMÍA Y SU HISTORIA:¿ES INFERIOR LA MUJER. (Anatomy and its History: Are


women inferior? León, Norma; Martínez, Domingo & Ramos, Cecilia.Cátedra de Anatomía Humana.
Universidad Nacional del Sur. Estomba 325, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina.

La significación que se otorgó a la anatomía femenina en determinados momentos históricos proporciona


excelentes elementos de análisis acerca de cómo un imaginario social construye a sus mujeres.

En los papiros egipcios Kahun y Ebers (1.900 a.C) se enuncian diferencias anatómicas mujer-hombre con
implicancias simbólicas y no sólo mágico-naturales. La medicina china del siglo VI a. C., asociada al
taoísmo, sostenía el yin, pasivo, oscuro, frío, húmedo, negativo y femenino. Hipócrates (406-370 a.C)
sostenía el concepto de esencia húmeda y esponjosa de la mujer. Platón (428- 347a.C) representaba a la
mujer como un hombre castigado, defectuoso, en falta, fallado y su anatomía como un destino divino e
inapelable. Aristóteles (384- 322 a. C) imaginaba un útero hecho de siete células y una suerte de teoría de
la mujer- vaso. Galeno (130- 200) interpretaba la anatomía femenina por analogía con la del varón, el
útero correspondía al escroto, el cérvix al pene y la vagina al prepucio y; aseguraba que la mujer era
inferior, imperfecta y mutilada.

En la Edad Media los cuerpos femeninos a los que se prohíbe disecar son el mejor lugar donde podían
habitar los demonios. Durante el Renacimiento se mantiene la imagen de la mujer que el clero había
sostenido a través de la Biblia.

Llega a su fin la idea del útero migrante en el siglo XVII y es también la época en donde la mujer
adquiere valor en tanto sea posible madre. Sólo al llegar al siglo XVIII los médicos varones van a tocar el
cuerpo de las mujeres y atender sus partos, otorgando a la mujer una sexualidad pasiva, considerándolas
afectivamente dependientes y socialmente necesitadas de protección masculina. Los siglos XIX y XX
deparan grandes avances. Comenzando el siglo XXI la creciente feminización de la matrícula
universitaria impone reflexionar sobre el devenir histórico en el cual la anatomía ayudó a construir el "ser
mujer".

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Historia de la Medicina; 3. Historia de la Anatomía.

LA HIPERTROFIA DE LA BULA TIMPÁNICA DE ALGUNOS DASIPÓDIDOS Y SU


IMPORTANCIA ADAPTATIVA. (The hypertrophy of the tympanic bulla in somedasypodidae and its
adaptative significance. Silvia M. Squarcia1; Guillermina R. Cirone1 & Emma B. Casanave2, 1Cátedra de
Anatomía Comparada, 2Cátedra de Fisiología Animal. Dpto. Biología, Bioquímica y Farmacia,
Universidad Nacional del Sur, San Juan 670, 8000 Bahía Blanca2. Investigador del CONICET. E-mail:
squarcia@[Link]

La bula timpánica, característica de ciertos grupos de mamíferos placentarios modernos, es la cavidad del
oído medio modificada por una dilatación de la porción mastoidea del temporal. En algunas especies que
habitan zonas desérticas y subdesérticas se ha observado la hipertrofia de la misma. El objetivo del
presente trabajo es analizar cuantitativamente en forma comparada, el grado de hipertrofia que presenta la
bula timpánica en los Euphractini bonaerenses.

Se midieron la longitud total del cráneo (LTOT) y la longitud máxima de la bula timpánica (LBUL) en 86
ejemplares de Chaetophractus villosus, 32 de C. vellerosus y 26 de Zaedyus pichiy provenientes de los
alrededores de Bahía Blanca, Provincia de Buenos Aires. Se utilizó el método estadístico de Análisis de
Covarianza (ANCOVA), donde LTOT actúa como covariable.

De los resultados surge que las pendientes de las respectivas rectas son iguales (p>0.30), y que la
ordenada al origen de la recta correspondiente a Z. pichiy es diferente a la de las otras dos especies
(p<0.05). Las ecuaciones fueron coincidentes para C. villosus y C. vellerosus (LBUL = 2.69 + 0.112
LTOT), siendo la de Z. pichiy (LBUL = 1.56 + 0.112 LTOT) paralela a la anterior.

Si bien el cráneo de C. villosus es más grande que el de C. vellerosus, la relación considerada es


proporcional en ambas especies. En Z. pichiy, si bien la longitud del cráneo está en el orden del de C.
vellerosus, la longitud de la bula es menor.

PALABRAS CLAVE: 1. Mamíferos; 2. Dasypodidae; 3. Armadillos; 4. Bula timpánica.

Trabajo subsidiado por SGCyT (UNS).

LA MEMBRANA ALANTOCORIÓNICA DE POLLO COMO MODELO PARA EL ESTUDIO


DE APOPTOSIS. D. Lemus; A. Dabancens; J. Illanes; A. Guerrero; O. Acuña & M. Fuenzalida. Lab.
Embriología Experimental, Programa de Morfología, ICBM, Fac. de Medicina, Universidad de Chile y
Depto. Biomedicina, [Link] Ciencias de la Salud, Universidad de Antofagasta, Chile.

Apoptosis es un proceso biológico que en condiciones fisiológicas regula y mantiene a las poblaciones
celulares en vertebrados e invertebrados. El desequilibrio entre factores proapotóticos y antiapoptóticos es
una causa importante en algunos cuadros patológicos.

En este trabajo utilizamos huevos fértiles de pollo, que fueron preparados como receptores
alantocoriónicos (MAC). A las 48 h de incubación, se extrajeron 2 ml de albúmina y se practicó una
ventana. A los 8 días, se depositaron discos de metil celulosa sobre la MAC y a los 10 días se instilaron
con: PBS, sobrenadante tumoral (Ts) y antiinflamatorio esteroidal: (AIE) betametasona y no esteroidal
(AINE): ketoprofeno, las dos últimas en concentración antiangiogénica activa mínima (CAAM). A los 12
días se cosecharon los implantes y se procesaron con técnicas histológicas de rutina y citoquímicas (H.E.
y Tunel). Se realizó un recuento de vasos sanguíneos en un área de 2250 µm2. La evaluación del conteo
de vasos fue procesado por el test Anova.
Se observó intensa y significativa neoangiogénesis en los discos instilados con PBS y Ts. Para PBS, el
promedio de densidad vascular (PDV) fue de 8.78 ± 0.20 y para Ts fue de 10.15 ± 0.12. Con respecto a
los discos instilados con AIE y AINE, estos agentes sólos o asociados en 50% CAAM produjeron una
significativa disminución de la angiogénesis en comparación con los controles (p=<0.001). Los discos
tratados con las combinaciones de ts + betametasona o ketoprofeno, solos o asociados, indujeron intensa
anti-angiogénesis en comparación con los controles (p=<0.001). El análisis microscópico de los corte
histológicos de MACs tratadas mostraron abundantes células endoteliales y estromales en apoptosis.

PALABRAS CLAVE: 1. MAC; 2. Angiogénesis; 3. Apoptosis.

Financiamiento: Proyecto FONDECYT Nº 1990852.

LA MOTIVACIÓN COMO GENERADORA DE UN CAMBIO DE ACTITUDES EN UN


MODELO DE INVESTIGACIÓN - ACCIÓN. (Motivation as a producer of attitudinal changes within
an action-Investigation context). Díaz, Alejandro D. Morfología Normal. [Link] Bioquímica y Cs.
Biológicas. U.N.L., Argentina.

Quienes tienen a su cargo la tarea de enseñar, de manera reiterada manifiestan su descontento por la
inacción de los estudiantes y su falta de respuesta frente a tareas encomendadas. Esto lleva a reflexionar si
esta actitud no es causada en parte por la práctica docente, muchas veces reducida a una secuencia
mecánica de actos que se orientan a obtener resultados preestablecidos. Se propuso en este contexto de
investigación - acción, realizar una experiencia de aula tendiente a modificar dicho comportamiento.

Durante dos ciclos consecutivos se propuso a grupos de alumnos de la Cátedra de Morfología Normal,
abordar los contenidos de tres unidades temáticas de la asignatura, basándose en guías de aprendizaje y
actividades confeccionadas para tal fin, en las que se expusieron los objetivos y propusieron, luego de la
lectura y profundización de contenidos conceptuales en los textos, la realización de actividades
experimentales, resolución de cuestionarios y guías de autoevaluación. Los alumnos participantes de este
grupo experimental asistieron a clases de consulta, en las que efectuaron distintas tareas individuales o
grupales. Cada tema culminó con un coloquio integrador obligatorio. Simultáneamente, el grupo control
asistió a las actividades desarrolladas según la modalidad habitual.

Durante todas las actividades áulicas, los estudiantes fueron observados por docentes, realizándose un
registro del comportamiento y manipulación de materiales fácticos, mediante listas de control
especialmente preparadas, a fin de sistematizar y delimitar la observación, considerándose en ellas
particularmente los contenidos procedimentales y actitudinales. La evaluación de las listas de cotejo,
mediante el análisis de las frecuencias por ítem, demuestra una superación en las destrezas y un cambio
de actitud positivo, en los estudiantes del grupo experimental, comparativamente a los integrantes del
grupo control.

Se puede inferir que estos resultados son producto de la motivación generada en el estudiantado, al
sentirse protagonistas de su propio aprendizaje.

PALABRAS CLAVE. 1. Investigación - acción; 2. Motivación.

Financiamiento: CAI+D 2000 - U.N.L.

LA TEMPERATURA ABDOMINAL INDUCE LA APARICIÓN DE LAS PROTEÍNAS DE


STRESS HSP90 Y HSP70 EN EL EPIDÍDIMO DE RATÓN. (Abdominal temperature induces stress
proteins HSP90 and HSP 70 in mouse epidymis). Bustos-Obregón, E. & Esponda, P. Fac. de Medicina,
Universidad de Chile y Centro de Investigaciones Biológicas, CSIC, Madrid, España.

Se ha estudiado el efecto de la temperatura abdominal en la inducción de las Proteínas de Stress (o Heat


Shock Proteins) HSP90 y HSP70 en el epidídimo de ratón.
El análisis se realizó utilizando epidídimos normales (en posición escrotal) y otros que mediante un
método quirúrgico habían sido colocados en el abdomen 15 días antes. Las HSP90 y HSP70 se detectaron
mediante procedimientos de inmunocitoquímica indirecta empleando anticuerpos monoclonales contra
dichas proteínas. El análisis microscópico fue realizado mediante microscopía confocal.

En el epidídidimo en posición escrotal no se apreció una reacción positiva como ocurrió en aquellos que
habían sido sometidos a la temperatura abdominal. En estos se observó un extraordinario aumento en
ambas HSP y en particular de la HSP70 en las células principales del epitelio epididimario, tanto en las
células principales del epitelio epididimario, tanto en las regiones del cuerpo como de la cauda del
órgano. HSP70 apareció como gránulos muy finos localizados en la región perinuclear y apical de las
células principales, mientras que HSP90 aparecía como gránulos de mayor tamaño sin una distribución
particular.

La presencia de HSP70 y HSP90 aparecía como gránulos de mayor tamaño sin una distribución
particular.

La presencia de HSP70 y HSP90 está indudablemente relacionada con la regulación de la respuesta al


stress térmico. Asimismo HSP70 podría estar implicada en roles antiapoptóticos en estas células, un
hecho que está siendo actualmente analizado.

PALABRAS CLAVE: 1. Epidídimo; 2. Proteínas de shoch térmico.

Financiamiento: Convenio U. de Chile - CSIC, España.

LESIONES EPITELIALES EN EL EPIDÍDIMO DE HOMBRES SENILES. ESTUDIO


INMUNOCITOQUÍMICO. (Epitelial injuries in the epididymis of elderly men. An
immunocytochemical study). *Rodríguez, A.; *Rojas, M.A.; **Nistal, M.; ***Regadera, J.; Palacios, J. &
****
González-Peramato, P. *Programa de Morfología, Instituto de Ciencias Biomédicas, Fac. de Medicina,
Universidad de Chile **Depto. de Patología, Hospital La Paz, Madrid, España. ***Depto. Morfología,
Universidad Autónoma de Madrid, Madrid, España. ****Depto. Patología, Hospital de Guadalajara,
España.

El examen de epidídimos obtenidos de autopsias de hombres seniles reveló la presencia de tres tipos de
lesiones epiteliales no obstructivas: Células multinucleares, hiperplasia de células basales inmaduras y
pseudoglándulas intraepiteliales.

Se evaluó la inmunoexpresión de los siguientes antígenos en estas lesiones y se comparó con epidídimos
normales: EMA (epithelial membrane antigen), ERD5 (estrogen related protein AB), PCNA y queratinas
AE1/AE3, CAM5.1, AE1, AE3, K8.60, K4.62 y K18.

Las células multinucleares de los conductillos eferentes tenían escaso citoplasma y la casi nula expresión
de queratinas de bajo peso molecular (BPM) (K18 y otras) sugiere que estas células derivan de células
principales. La hiperplasia de células basales inmaduras se caracterizaba por un incremento de las células
basales, las que exhibían una pobre expresión de K18, no así la expresión de PCNA que era intensa. Las
pseudoglándulas intraepiteliales estaban formadas principalmente por células basales inmaduras, las
cuales expresaban AE1/AE3. La escasa presencia de BPM y la inmunoexpresión de EMA en algunos
sectores del borde luminal sugería también la participación de células principales en el origen de las
pseudoglándulas.

En conclusión, estos resultados muestran que las lesiones que experimenta el epitelio epididimario en la
vejez difieren de las provocadas por otras causas, v.g. de origen patológico.

PALABRAS CLAVE: 1. Epidídimo; 2. Hombres seniles.


LOCALIZACIÓN DE LA GLICOPROTEINA OSC-SPONDINA, SECRETADA POR EL
EPÉNDIMO COMISURAL CEREBRAL, EN EL VENTRÍCULO TERMINAL DE CONEJOS.
(Localization of the glycoprotein OSC-spondina, secreted by the commisural cerebral epedim in the
rabbit terminal ventricle). Molina, B.1 & Nualart, F.2 1Fac. de Medicina, Universidad de La Frontera,
Chile. 2Depto. de Histología y Embriología, Fac. de Ciencias Biológicas, Universidad de Concepción,
Chile.

El órgano subcomisural (OSC) corresponde a una estructura glandular situada en la región dorso-caudal
del tercer ventrículo cerebral, a la entrada del acueducto cerebral (AC) por debajo de la comisura blanca
posterior. El OSC está formado por células ependimarias especializadas en la síntesis de glicoproteínas de
secreción (OSC-spondina) que son liberadas al líquido cerebroespinal del tercer ventrículo donde se
condensan formando una estructura denominada fibra de Reissner (FR). La FR crece continuamente
atravesando el canal central de la médula espinal. En la porción final el canal central se dilata formando la
ampolla caudalis en donde las glicoproteínas de la FR forman una masa irregular que se conoce como
masa caudalis. Se desconoce si en mamíferos las glicoproteínas de la masa cuadalis alcanzan la sangre,
aspecto fundamental para poder inferir un posible rol periférico para esta secreción.

Se estudió la región caudal de la médula espinal de 17 conejos, para establecer, en forma exacta, la
posición de la masa caudalis. La región sacra-coccígea de la columna vertebral de conejos fue fijada por
inmersión en Bouin e incluídas en Paraplast. Cortes seriados de 7 µm fueron utilizados para realizar un
análisis inmunocitoquímico utilizando un suero anti OSC-spondina e histoquímico con PAS y Gomori.

La masa caudalis se observó distribuída entre la vértebra coccígea 3 y 4. A este nivel las glicoproteínas
difunden fuera del canal central utilizando espacios generados entre las células ependimarias. La
secreción alcanza el lumen de los vasos sanguíneos o linfáticos presentes en los espacios peri-
ependimarios. Los resultados indican que la secreción del OSC puede alcanzar la sangre a nivel caudal de
la médula espinal.

PALABRAS CLAVE: 1. Órgano subcomisural; 2. Conejo; 3. Ampolla caudalis; 4. Masa caudalis; 5.


Fibra de Reissner.

Financiado por Proyecto DIDUFRO EP 2120, Proyecto Univ. de Concepción DIUC-GIA 201.034.006-
1.4.

METODOLOGÍA EN LA PREPARACIÓN ANATÓMICA DE LA ÓRBITA. TÉCNICAS DE LAS


VENTANAS SEGÚN LOS CUATRO PILARES ÓSEOS. (Method of obtaining anatomical specimens
of the orbita. The window technique according to four bony pillars). Arruñada, F; García de Quirós, N;
Buossi, P; Bertone V, H. II Cátedra de Anatomía. Area de Preparación. Equipo de Disección, Facultad de
Medicina, UBA, Argentina.

Con la finalidad de desarrollar una preparación didácticamente útil, se presenta una metodología de
trabajo sobre órbitas, conservando los límites óseos de referencia en sus cuatro paredes, de manera que le
permita al alumno obtener una visión tridimensional de los elementos contenidos en ella.

Para realizar esta técnica se utilizaron órbitas aisladas de cabezas adultas formolizadas y óseas. El
instrumental empleado estuvo compuesto por: torno colgante de 12.000 r.p.m, fresas varias, instrumental
de disección rutinario y delicado, y lupa de 2,5 aumentos equipada con luz fría. Debe destacarse que la
preparación presentada, utilizando la técnica descrita, insume aproximadamente 1 hora de fresado y 4
horas de disección de las partes blandas.

Técnica: Se elaboran mediante fresado 4 accesos conservando 4 pilares que delimitan las
correspondientes caras orbitarias. Pilar superomedial: una lámina de 5 mm de ancho conformada, por
delante, por el hueso frontal (porción orbitaria) y por detrás, el ala menor del esfenoides. Pilar
superolateral: una lámina de 5 mm de ancho que involucra, hacia delante la parte orbitaria del frontal y
hacia atrás el ala menor del esfenoides. Pilar inferolateral: puede optarse por dos posibilidades: a) una
lámina de 5 mm de ancho compuesta por el ala mayor del esfenoides, incluyendo la base del proceso
pterigoides; y b) una lámina que incluya 5 mm de la cara posterior del seno maxilar desde su margen
superior. Pilar inferomedial: una franja de 5 mm de ancho de la cara superior u orbitaria del seno maxilar,
por fuera de la articulación con las masas laterales del etmoides y el hueso lacrimal.

Los límites anteriores de las ventanas quedan delimitados por las siguientes estructuras: la tabla interna
del hueso frontal para la cara superior, y los respectivos rebordes orbitarios para las caras inferior,
lateral y medial; mientras que los límites posteriores estarán conformados por: 5 mm de ala menor del
esfenoides, respetando el canal óptico, para la cara superior; en la cara inferior, de acuerdo al pilar
inferolateral deseado, quedará la pared anterior del cuerpo del esfenoides o la pared anterior de la fosa
ptérigomaxilar respectivamente y por último la pared anterior del cuerpo del esfenoides limitará la caras
lateral y medial.

Una vez fresadas las 4 caras hasta el periostio orbitario, se procede a la disección del contenido de la
órbita mediante técnicas de disección habituales.

Se obtiene con esta metodología un material con una óptima visualización de la órbita para la
comprensión de la disposición espacial de su contenido, distribución y alojamiento anatómico en el
cráneo. Luego de presentar las preparaciones a los alumnos, estos expresaron que les fue de gran utilidad
y les permitió relacionar los conocimientos previamente adquiridos con mayor facilidad, comparando con
otras técnicas.

PALABRAS CLAVE: 1.Órbita; 2. Disección; 3. Anatomía.

MODIFICACIONES ESTRUCTURALES Y ULTRAESTRUC-TURALES EN RATONES MUS


MUSCULUS ALIMENTADOS CON METABOLITOS DE PENICILLIUM CITRINUM. (Structural
and ultrastructural modifications in Mus musculus mice fed with Penicillium citrinum metabolites). Díaz,
Alejandro D. Cátedra de Morfología Normal. Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L.,
Argentina.

La citrinina es una micotoxina fundamentalmente nefrotóxica y posible causa del síndrome hemorrágico
en ganado bovino. En el presente trabajo se estudió la influencia de metabolitos secundarios de
Penicillium citrinum, sobre ratones Mus musculus.

A ratones obtenidos por exocría y seleccionados aleatoriamente, se les suministró respectivamente:


alimento fermentado con el hongo, Lote Incógnita (LF), alimento mezclado con citrinina, Lote Testigo
(LT) y alimento comercial sin modificaciones, Lote Control (LC). Todos los animales recibieron alimento
y agua ad libitum. Se controló la evolución de su peso y su hematocrito en forma semanal. Al cabo de 60
días se sacrificaron y extrajeron hígado, corazón y riñones para estudiarlos macro, micro y
ultraestructuralmente. Se realizaron técnicas de inclusión en parafina para microscopía óptica y
coloraciones de Hematoxilina-eosina y Perls. Los hígados se procesaron convenientemente para su
estudio ultraestructural.

Se observó significativa diferencia de peso entre LF y LT, respecto de los correspondientes a LC (p<10-
4), como también sus valores de hematocrito. Macroscópicamente, los corazones y los riñones
presentaron mayor desarrollo. Microscópicamente, se detectó hemosiderina en la zona apical de los
túbulos proximales, y en los hepatocitos de la zona periportal; asimismo se observó esteatosis en el
parénquima hepático. El estudio ultraestructural de los hepatocitos demostró mayor cantidad de gránulos
de heterocromatina; mayor número de mitocondrias por área estudiada, tamaño marcadamente superior y
matriz más densa. También se observaron granulaciones de depósito, compatibles con hemosiderina ya
detectada con la reacción de Perls. Los ratones pertenecientes a LC, no mostraron anomalías macro,
micro ni ultraestructurales en los órganos estudiados.
Las alteraciones encontradas confirman el efecto tóxico del metabolito. La presencia de hemosiderina
indicaría una sobreoferta de hierro, que podría deberse a un cuadro hemolítico, el que estaría relacionado
con la disminución de su hematocrito.

PALABRAS CLAVE: 1. Micotoxinas; 2. Alteraciones microscópicas; 3. Ultraestructura.

Financiamiento: CAI+D 2000 Nº Cód. 1-1-38.- U.N.L.

MORFOLOGÍA E HISTOENZIMOLOGÍA DEL MÚSCULO PTERIGOIDEO LATERAL DE


COBAYAS Cavia porcellus. (Morphology and histoenzimology of lateral pterygoid muscle of cobaias
Cavia porcellus. Lins, M. O.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M.; Watanabe, I.; Sala, M. A.; Lopes, R. A.;
Wolga, N. O. & Bazan, E. Depto. Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, Facultad de Odontologia de
Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Brasil.

Muchos investigadores han estudiado los aspectos morfofuncionales del aparato estomatognático con el
propósito de diagnosticar mejor las disfunciones temporo-mandibulares (Bertilsson & Strom, 1995) tanto
en humanos (Bittar et al., 1994) como en animales de experimentación (Sakamoto, 1996).

Con el propósito de comprender mejor el funcionamiento y contribuir con datos morfológicos a los
investigadores que estudian el aparato estomatognático y utilizan también la cobaya como animal de
experimentación, nos propusimos describir la morfología del músculo petrigoideo lateral de cobayas
Cavia porcellus.

Se utilizaron 15 cobayas Cavia porcellus, pesando 500 g y divididos en 3 grupos. Un grupo fue
anestesiado con Tribomo-etanol y perfundido vía intracardiaca con suero fisiológico seguida con formol
al 10% en solución tampón fosfato de sodio pH 7,4; disecados y analizados macroscópicamente los
músculos. El segundo grupo fue anestesiado, incluidos y teñidos con H.E., para su análisis a través del
microscpio óptico de luz. El tercer grupo fue sacrificado y los músculos inmediatamente colectados y
procesados para reacción histoenzimológica con ATPasa, NADH y SDH.

Los resultados sugieren que el músculo pterigoideo lateral es el más corto de los músculos de la
masticación, presentando orientación y localización semejante al humano. Está constituido por fibras de
diámetros variados, siendo de tipos SO, FOG y FG, con predominio de GOG y su distribución es
compartimentalizado. No se observaron husos musculares.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos de la masticación; 2. Morfología; 3. Cobaya; 4. Histoenzimología.

Financiamiento: FAPESP Nº 00/00712-0

MORFOTIPOLOGÍA DE JUGADORES DE FÚTBOL. ESTUDIO Y ANÁLISIS DEL PLANTEL


DE HONOR Y LA DIVISIÓN JUVENIL DE UN EQUIPO PROFESIONAL DEL FÚTBOL
CHILENO. (Morphotypology of soccer player. Analysis and study of the First Division Team and the
teen division of a professional chilean football team.). Atilio Aldo Almagià Flores1; Claudio Maffet1;
Alvaro Gurovich2; Triana Toro1; Octavio Binvignat3; Fernando Barraza1; Javier Miranda1; Vinicio
Piñeiro1 & Juan Pablo Rodríguez1. 1Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de
Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de Kinesiología. 3Faculdade da Serra
Gaúcha, Brasil. Email:aalmagia@[Link]

El fútbol se juega en todo el mundo y siempre está presente el cuestionamiento ¿cómo mejorar?, en los
aspectos físicos como las habilidades en el juego. La evaluación biotipológica resulta indispensable en
toda planificación deportiva y para el caso del fútbol nos permite contar con un mapeo individual y grupal
de la variabilidad morfoestructural y ejercer cambios posibles tendientes hacia un paradigma ideal.

Nuestro objetivo fue aportar nuevo conocimiento morfoestructural del jugador de fútbol y dotar a los
equipos de una herramienta que permita mejorar el nivel de esta disciplina deportiva en nuestro país.
La muestra seleccionada fueron 54 jugadores de fútbol, pertenecientes a los registros de un club de fútbol
profesional chileno, dividiéndolos en los puestos de arqueros, defensas, laterales, defensas centrales,
volantes de contención, volantes de creación y delanteros. Se aplicó la metodología de Heath-Carter para
determinar los somatotipo y sofware estadísticos elaborados para tal efecto. Se emplea instrumental
validado internacionalmente y las mediciones se realizan de acuerdo al protocolo estandarizado por
Carter.

El Somatotipo promedio del primer equipo fue de un mesomórfico balanceado 2.2-4.8-2.3. Para el caso
de los jugadores juveniles el somatotipo promedio es muy similar al del primer equipo mesomórfico
balanceado de 2.6-4.8-2.5, a pesar de las diferencias de edad (23.92 DE 5.51 y 18.80 DE 1.24
respectivamente) y tiempo de entrenamiento. Los coeficientes de variación de los tres componentes son
24,5-24,7-25,0 para el primer equipo y para los juveniles 26,9-19,9-37,1, en este último la mesomorfía es
la menos variable. La distribución en la somatocarta es bastante homogénea intersujetos e intragrupal y
hay una leve dispersión de los somatotipos individuales. Los delanteros presentan valores de 5,2 (DE
0,83) en su mesomorfía. Los arqueros de ambas divisiones no presentan un biotipo esperado a pesar que
su entrenamiento es un tanto diferente al resto. El peso y la talla de ambos grupos presenta un coeficiente
de variación bajo (7,3-2,8 y 9,2 y 3,4 respectivamente).

Se puede concluir que el somatotipo no presenta diferencia significativa entre los dos grupos analizados,
y que el somatotipo promedio se encuentra cercano al somatotipo modelo internacional, lo cual no está en
estrecha relación con el rendimiento. No hay diferencias biotipológicas según el puesto en la cancha. La
biotipología del plantel juvenil no difiere significativamente del plantel de honor, lo cual nos permitiría
rescatar aquellos talentos deportivos desde un mismo plantel sin recurrir a contratos foráneos.

PALABRAS CLAVE: 1. Antropometría; 2. Somatotipo; 3. Biotipología; 4. Fútbol.

MORFOTIPOLOGÍA DE LA COMPOSICIÓN CORPORAL DE JUGADORES DE FÚTBOL


DEL PLANTEL DE HONOR Y LA DIVISIÓN JUVENIL DE UN EQUIPO PROFESIONAL DEL
FÚTBOL CHILENO. (Morphology of the composition of soccer player of the first division team and
the teen dividion of a professional chilean football team). Atilio Aldo Almagià Flores1; Claudio Maffet1;
Alvaro Gurovich2; Triana Toro1; Octavio Binvignat3; Fernando Barraza1; Javier Miranda1; Vinicio
Piñeiro1 & Juan Pablo Rodríguez1. 1Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de
Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de Kinesiología. 3Faculdade da Serra
Gaúcha, Brasil. Email:aalmagia@[Link]

La composición corporal expresada en masa grasa (MG), masa muscular (MM) y masa ósea (MO), de los
deportistas y no deportistas muestra a simple vista sus diferencias. Hay muy pocos antecedentes
científicos sobre la composición corporal de los futbolistas y la discriminación sobre sus puestos de juego
en la cancha. Se ha descrito que un mayor porcentaje de masa muscular en el grupo, no garantiza ganar el
juego y sería deseable que algunas características morfológicas de composición corporal se tengan como
base en el estudio de futbolistas jóvenes para la asignación de un puesto en la cancha.

El objetivo del estudio fue evaluar la composición corporal de la muestra en estudio con especial énfasis
en los lugares que ocupan en la cancha y compararlos con referencias internacionales para construir un
patrón deseable para mejorar el fútbol chileno.

Se investigó antropométricamente a 54 jugadores de fútbol, afiliados a los registros de un club de fútbol


profesional chileno, en las modalidades de plantel de honor y división juvenil, clasificándolos según el
desempeño en la cancha. Se aplicó la metodología de Durning y Womersley para estimar los porcentajes
de masa grasa, ósea y muscular. Empleamos las técnicas de marcas corporales estandarizadas por la
ISAK y con instrumental validado internacionalmente. Las variables fueron medidas por personal
calificado. Nos apoyamos con software elaborados para esta investigación.

En el primer equipo los promedios de los tres componentes fueron: %MG=14.3 (DE 2.6) & MO=16.4
(DE 1.1) % MM=45.3 (DE 2.6). Los juveniles presentaron %MG=19.3 (DE3.8) % MO=17.3 (DE 1.3) %
MM=39.3 (DE 3.6). La mayor variabilidad es en el componente graso un 18.4 y un 19.7 respectivamente.
Naturalmente los juveniles presentan el mayor %MG. La MG en ambos grupos presentaron un bajo
coeficiente de variación y mucho más bajo es dicho coeficiente de MM en el plantel de honor. No hay
diferencias significativas para agruparlos por desempeño en la cancha.

Los grupos son homogéneos en la morfología de la composición corporal y no presentan diferencias


significativas según su desempeño en el juego. Los valores de % MG están por sobre los deseados
internacionalmente. Su %MM se encuentra levemente inferior a modelos ideales para el fútbol. Habría
que establecer una investigación interdisciplinaria para responder a la interrogante ¿Cómo mejorar el
rendimiento? y que ofrezca respuestas fisiológicas y de entrenamiento a una composición corporal por un
lado relativamente homogénea y por otro, significativamente cercana a estándares internacionales.

PALABRAS CLAVE: 1. Antropometría; 2. Composición corporal; 3. Fútbol.

MÚSCULO INTERÓSEO DE LA LLAMA (Lama glama). (Interosseous muscle of the llama (Lama
glama)). Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P.; Valdes, V. & J. M. Galotta. Area de Anatomía. Facultad
de Ciencias Veterinarias. Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se describen la presentación del músculo interóseo medio (III + IV) de la llama, su origen,
su inserción y sus relaciones con las estructuras tendinosas, sinoviales, vasculares y nerviosas de la
superficie palmar del metacarpo de la llama.

Se realizó la disección sistemática, con técnicas convencionales de trabajo, de la región de la mano de 8


llamas de ambos sexos, y de distintas edades. Además, se efectuaron cortes transversales de la región en
dos miembros y se inyectaron las sinoviales carpiana y digital en otros dos miembros torácicos;
abarcando este estudio un total de 10 animales, cinco hembras y cinco machos.

El músculo interóseo medio (III + IV) de la llama es una estructura fibrosa que se desprende del
ligamento palmar del carpo y de las superficies vecinas de los huesos del carpo y del metacarpo.
Distalmente se inserta en la cara abaxil de los sesamoideos proximales. No presenta ramos dorsales como
en otras especies. En su origen se relaciona con la vaina sinovial carpiana; y en palmar de la
regiónmetacarpo-falangeana con la sinovial digital. Tiene además relación con los tendones de los
músculos flexor digital superficial y flexor digital profundo; y con los vasos y nervios digitales comunes
palmares.

Como conclusiones se observó que el músculo tiene una presentación y una ubicación topográfica
semejante a otras especies de animales domésticos, pero de mayor sencillez.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. Metacarpo.

Financiamiento: Subsidio de la U.B.A. Código V/0039 - "Estudio morfológico regional de la llama (Lama
glama) transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables."

MÚSCULOS ANTEROLATERAL DEL TÓRAX. IMPORTANCIA ANÁTOMO-QUIRÚRGICA


EN LAS TORACOTOMÍAS LATERALES. Prat G.; Costi D.; De Simone R.; Vaccaro S. A. &
Schlain S. Laboratorio de Investigaciones Morfológicas, Cátedra "C" de Anatomía Facultad de Ciencias
Medicas, Universidad Nacional de La Plata, Servicio de Cirugía Torácica, Hospital San Juan de Dios, La
Plata, Argentina.

El objetivo del presente trabajo es la descripción de los músculos anterolaterales del tórax, sus pedículos
vasculo-nerviosos y su importancia en los abordajes quirúrgicos del tórax.

Se procede a la disección de 10 preparados formolizados de ambos sexos de los cuales se realiza una
disección minuciosa de los músculos anterolateral del tórax como de sus pedículos vásculonerviosos, se
procede a la movilización del músculo latísimo del dorso y disección del pedículo del músculo serrato
anterior. Se procede a la comparación in vivo de 390 toracotomías laterales realizadas en un servicio de
Cirugía de Tórax donde se comprueba menor morbilidad con respecto a las toracotomías con sección
muscular completa (postero lateral).

En el presente trabajo hemos observado una menor morbilidad en el abordaje torácico por toracotomías
lateral que la realizada con la sección de todos los planos musculares, además un buen campo quirúrgico
para la realizacion de distintos procedimientos.

La toracotomía lateral es uno de los abordajes quirúrgicos con menor morbilidad por la conservación de
los músculos torácicos como el latísimo del dorso y por la preservación de lo pedículos vasculonervioso
además de obtener un buen campo quirúrgico permite un cierre mas rápido y con muy buena recuperación
post quirúrgica y sin impotencia funcional muscular.

PALABRAS CLAVE: 1. Tórax; 2. Toracotomias; 3. Músculos torácicos.

MÚSCULOS DE LA NARIZ: IDENTIFICACIÓN, CLASIFICACIÓN Y RELACIÓN CON EL


S.M.A.S. FACIAL (Muscles of the nose: Identification clasification and facial smass relationship).
Ernesto Moretti; Juan C. Barrovechio; Conrado Valvo; Sciarresi Esteban Vieira & Silva, Matheus.
Escuela de Disección, Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, U.A.I., Rosario, Argentina.

Los músculos nasales poseen importancia desde el punto de vista anatómico debido a que provocan
modificaciones cosméticas y funcionales. En las descripciones clásicas de los anatomistas existen
variantes de la cantidad de los músculos de la nariz y de sus funciones específicas.

Se procedió a disecar 8 regiones nasales en cadáveres formalizados bajo visión directa y lupa con el
objeto de identificar los diferentes músculos nasales. Se evaluaron las inserciones cartilaginosas y óseas
con el objeto de determinar las funciones específicas de estos músculos, en especial sobre las narinas,
para determinar su acción en dilatadores o constrictores.

Se constató en todos los preparados los músculos prócero; nasal: partes alar y transversal; depresor del
septo nasal y dilator nasal anterior. El m. anómalo nasal fue hallado en un preparado, y en 2 casos el m.
compresor nasal menor. La inserción sobre los cartílagos alares del dilator nasal anterior y compresor
nasal menor explican, junto a estos cartílagos, la forma y apertura de las narinas.

Los músculos nasales deben ser conocidos cuando se planea una rinoplastía funcional o estética ya que
provocan modificaciones en los resultados. La identificación de los músculos nasales y el conocimiento
de sus inserciones permite planificar en los procedimientos quirúrgicos maniobras que serán de extrema
utilidad, ya que podemos actuar mejorando la apertura narinaria o viceversa, dependiendo de las
resecciones que se realicen.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos nasales; 2. Cartílagos alares; 3. Narinas.

NERVIO FACIAL EXTRAPETROSO: RAMOS PREPAROTÍDEOS. (The extratemporal facial


nerve: Preparotid branches). Montes, R. & Rodríguez A. Universidad de Los Andes, Santiago, Chile.

El nervio facial ha sido reiteradamente estudiado en sus diversas funciones y desde épocas pretéritas. Sin
embargo, en su trayecto y en lo que se refiere a ramos que se originan antes de su ingreso a la glándula
parótida, no se tiene consenso en cuanto a sus características morfológicas. El espacio donde se
encuentran estos ramos corresponde al compartimiento parotídeo del espacio látero-faríngeo, lo que
dificulta su visualización y puede motivar su lesión en intervenciones en esta zona.

Este trabajo tiene por objetivo precisar la ubicación y longitud de estos ramos, los posibles territorios de
distribución y puntos de referencia.
Se disecaron quince ejemplares (8 izquierdos y 7 derechos) de cabezas humanas adultas conservadas,
agregándose complementariamente fenestración del proceso mastoideo para verificar origen de ramos que
apareciendo en la zona estudiada, tuvieran su origen en la 3ª porción intrapetrosa del nervio facial.

Se verificó la presencia de ramos para: vientre posterior del m. digástrico, m. estilohiodeo, meato acústico
externo y el nervio auricular posterior, siendo inconstantes ramos anastomóticos para los nervios
glosofaríngeo y vago, y el nervio para el estilogloso; no se logró identificar anastomosis con el nervio
lingual.

Se describen las características de estos ramos y en base a promedio de mediciones efectuadas, se


consignan la longitud y frecuencia de los mismos y puntos de referencia para su búsqueda.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Nervio facial.

NERVIO TRIGÉMINO: TÉCNICA DE DISECCIÓN. (Trigeminal nerve: technique of dissection).


Pratt, Guillermo & Hernández, Gonzalo D.; Mayáns, Julia V.;Villasboas, Orsini, Guillermo & Ríos,
Hernán. Cátedra de Anatomía "C" Facultad de Ciencias Médicas.- Universidad Nacional de La Plata,
Argentina.

La compleja anatomía de los nervios craneales en la base de cráneo, suele plantear dificultades al
estudiante complicando seriamente el entendimiento tridimensional de las relaciones de la zona. En pos
de facilitar la comprensión del alumnado de dicho tema, particularmente de las ramas del nervio
trigémino, se decidió a proceder a la creación de nuevos preparados que permitan visualizar claramente y
en conjunto esta zona.

Se utilizaron para este estudio diez cabezas humanas de ambos sexos formolizados al 10%, las cuales
fueron seccionadas sagitalmente con sierra. Posteriormente se realizó una disección anatómica del nervio
trigémino, utilizando instrumental convencional y motor colgante con fresas para eliminar las partes
óseas.

Se logró obtener preparaciones anatómicas claras y demostrativas que fueron utilizadas en la mostración
de los trabajos prácticos y, en algunos casos, fueron conservados y expuestos en el museo de la Cátedra.

La mostración de estas preparaciones en los trabajos prácticos y en el museo facilitó la comprensión de


los alumnos de estos temas.

PALABRAS CLAVE: 1. Nervio trigémino; 2. Anatomía; 3. Disección.

OSTEOLOGÍA DEL OZOTOCERUS BEZOARTICUS EN SOPORTE DIGITAL. (Osteology of


Ozotocerus bezoarticus in digital support).Galván, SM; Andreotti, C Sbodio, O.; Pastor,R.; Gamero,H.
Cátedras de Anatomía Veterinaria I Parte Facultad de Ciencias Veterinaria. Universidad Nacional del
Litoral, Esperanza, Pcia. Santa Fé, Argentina.

El venado de las pampas es una especie del orden de los artiodáctilos, suborden rumiantes, familia
cervidae, que se distribuye en un área muy restringida del cono sur. En nuestro país solo se registran
escasos asentamientos de animales con un número muy limitado de ejemplares, uno de ellos en la bahía
de Samborombón y el otro en Mercedes, San Luis.

Actualmente esta especie, es considerada como en riesgo de extinción. Entre las probables causas de su
extinción se destacan la incorporación de especies exóticas al hábitat de estos animales, así como la
explotación de diversos tipos de ganado con la consecuente aparición de enfermedades que afectaron al
venado. También la caza indiscriminada y la presencia de perros y cerdos cimarrones, pueden haber
ocasionado la pérdida de estos ejemplares.
Dada la disponibilidad de animales que por cuestiones imponderables mueren en la Estación Zoológica
Experimental dependiente del Ministerio de Agricultura, Ganadería y Granja de la Provincia de Santa Fé,
hemos accedido a la posibilidad de investigar sobre la estructura anatómica de esta especie.

En el presente trabajo se evidencia la conformación osteológica del venado de las pampas, mediante un
recurso digital que permite la visualización de los diferentes huesos del esqueleto axil y apendicular.

Las imágenes son acompañadas por las referencias de las distintas fascies y superficies articulares de
huesos largos, cortos e irregulares y además las particularidades de las epífisis en los huesos
correspondientes.

Como conclusión destacamos que este trabajo intenta efectuar un aporte de significación, que junto a
otras investigaciones que se vienen desarrollando con relación a esta especie, pueden brindar mayor
información sobre su conformación y de esta manera permitir disponer de datos precisos que permitan
desarrollar acciones tendientes a recuperar esta especie tan valiosa para nosotros.

PALABRAS CLAVE: 1. Osteología; 2. Ozotocerus bezoárticus; 3. Soporte Digital.

PARÁMETROS CEREBRALES Y COEFICIENTE INTELECTUAL (CI) EN ESCOLARES


CHILENOS QUE EGRESAN DE EDUCACIÓN MEDIA. (Brain development parameters and
intelligence in Chilean hig school graduates). Ivanovic, D1.; Olivares, M.1; Leiva, B.1; Pérez, H.1;
Almagià, A.2; Toro, T.2; Miller, P.3; Bosch, E. & Larraín, C.3 1Universidad de Chile, Instituto de
Nutrición y Tecnología de los Alimentos (INTA). E-mail inta8@[Link]..[Link] 2Universidad
Católica de Valparaíso, Laboratorio de Antropología Física y Anatomía; 3Clínica Alemana de Santiago,
Departamento de Imágenes, Chile.

En Chile, al igual que en otros países, las investigaciones relativas al conocimiento del comportamiento
de los parámetros cerebrales de la población, son escasas. Los objetivos del trabajo fueron: 1) Describir el
comportamiento de los parámetros cerebrales, en escolares que egresan de educación media, en la Región
Metropolitana de Chile y, 2) Determinar el comportamiento de los parámetros cerebrales, según sexo,
nivel socioeconómico (NSE) y CI.

Se seleccionó una muestra de 96 escolares (promedio de edad de 18 ± 0,9 años) que egresaban de
educación media en la región Metropolitana de CI alto (WAIS-R > 120) y bajo (WAIS-R > 100) (:1), de
NSE alto y bajo (1:1) y de ambos sexos (1:1). El desarrollo cerebral se determinó mediante RMI, la
circunferencia craneana (CC) se midió mediante la técnica de Jelliffe y Gibson, el CI se evaluó mediante
la escala de Wechsler para adultos (WAIS-R) y el NSE, a través del método de Graffar modificado. El
análisis estadístico de los datos incluyó ANOVA, «t» de Student para comparación de medias y
correlación. Los datos fueron procesados mediante el software Statistical Analysis (SAS).

Los resultados mostraron que, con excepción del grosor del cuerpo calloso, los escolares de sexo
masculino presentaron parámetros cerebrales significativamente más elevados que los de sexo femenino,
en lo que respecta al volumen encefálico (VE) (p<0.001) y diametros biparietal y anteroposterior
(p<0.05), observándose estas diferencias, independientemente del NSE. Los escolares con CI alto
presentaron valores de CC y de VE significativamente mayores, en comparación con los del grupo de CI
bajo, tanto en el sexo masculino (p<0.0001), como femenino (p<0.05).

Los hallazgos del presente estudio permiten confirmar la hipótesis que independientemente del sexo, el
desarrollo cerebral se asocia directa y significativamente a la inteligencia del escolar que egresa de
educación media.

PALABRAS CLAVE: 1. Cerebro; 2. Inteligencia; 2. Estudiantes.

Financiamiento. Proyecto FONDECYT 1961032


PREPARACIONES ANATÓMICAS DEL ÓRGANO VESTÍBULO COCLEAR. (Ear anatomical
preparedness) Esborrat Luciano M.; Seco Federico A.; Fontana Alberto M.; Hernández Gonzalo D.;
Gadea Francisco & Caturla Nicolás. Cátedra "C" de Anatomía. Profesor Titular Dr. Alberto M. Fontana.
Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de La Plata, Argentina.

El órgano vestíbulococlear presenta grandes dificultades para su estudio, debido a su complejidad


estructural y a las escasas dimensiones de las piezas anatómicas. Muchos de sus detalles solo son
apreciables con otomicroscopio, cuya accesibilidad resulta poco factible en nuestro medio. Prueba de esto
es la falta de sólidos conocimientos de la anatomía del órgano vestíbulococlear cuando el alumno llega a
años posteriores de la carrera, dificultándose notablemente la comprensión de su patología.

Frente a esta circunstancia se planteó la necesidad de incrementar el número y la calidad de piezas


anatómicas del órgano vestíbulococlear, en algunos casos con técnicas especiales, para facilitar su
comprensión e interpretación tridimensional.

Se realizaron disecciones anatómicas con huesos temporales secos y formolizados al 10 % utilizando


otomicroscopio, motor colgante, aspirador, e instrumental de microcirugía otológica convencional.

Los detalles anatómicos más pequeños fueron fotografiados y magnificados. También se realizó una
representación tridimensional del desarrollo embriológico de la vesícula ótica u otocisto en arcilla
autofraguante.

Se logró crear piezas anatómicas para facilitar la comprensión e interpretación tridimensional de un


órgano tan complejo e importante. Confiamos en que la puesta al servicio de la docencia de este material
facilitará el aprendizaje de esta complejísima anatomía.

Debido a su reducido tamaño, este tipo de piezas solo pueden ser apreciadas por unos pocos alumnos
simultáneamente, tal como ocurriría durante el desarrollo del trabajo práctico. Es por estos motivos que se
requiere incrementar el número de estas piezas anatómicas para permitir su acceso a todo el alumnado.

Creemos que para la comprensión anatómica tridimensional del órgano del vestíbulococlear es imperativo
que su estudio teórico sea apoyado con la visualización y manipulación de estos especímenes.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Técnicas anatómicas; 3. Órgano vestíbulococlear.

PROPIEDADES MORFOMÉTRICAS DEL METACARPIANO III DE POTRILLOS MESTIZOS


CRIOLLOS. (Morphometric properties of the third metacarpus III in young horses). Galán, A.M.;
Rivera, M.C.; Moine, R.; Ferraris, G.; Gigena, M. S. & Natali, J. Cátedra de Anatomía de la Fac. de
Agronomía y Veterinaria de la Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

Las propiedades morfométricas del hueso son modeladas por fuerzas que causan alteraciones en la
geometría del mismo, lo que determina formas y dimensiones características, relacionadas con la
capacidad de resistencia de este hueso a tensiones y compresiones.

El objetivo de este trabajo fue analizar las variaciones morfométricas del metacarpiano III en la parte
media de la diáfisis, estableciendo comparaciones entre ambos miembros y ambos sexos.

Se obtuvieron ambos huesos metacarpianos III de 30 potrillos mestizos criollos (14 hembras y 16
machos) de 19 a 24 meses. Se determinó el peso y la longitud del hueso. Se seccionó transversalmente el
hueso en la parte media de la diáfisis, donde se midió: diámetro del hueso, diámetro de la cavidad
medular, los espesores de las paredes y las áreas. Las variables fueron analizados estadísticamente.

Los resultados muestran variaciones morfométricas en la parte media de la diáfisis de las variables
estudiadas. Se comprobó que no existen diferencias significativas entre los espesores de la pared lateral y
medial, en relación a las diferencias significativas halladas en los otros cuadrantes. De la comparación de
las variables entre los miembros derecho e izquierdo se comprobó que hubo diferencias significativas en:
diámetro de la cavidad medular latero-medial (p=0,001), espesor medial (p=0,002), área cortical
(p=0,009) y área de la cavidad medular (p=0,003). En relación al sexo no se observaron diferencias
significativas en las variables estudiadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Metacarpiano; 3. Potrillo; 4. Diáfisis; 5. Morfometría.

PRUEBAS DE ELECCIÓN MÚLTIPLE: APORTE DEL MÉTODO ALTERNATIVO. (Multiple


choice:Contribution of the alternative method). Albanese, Eduardo; Gómez, Elena; Gómez, Marta;
Elizalde Agustina; Ingratta, Adriana & Merlo, Alicia. Fac. Medicina, Universidad del Salvador,
Argentina.

En el método alternativo de evaluación en pruebas de elección múltiple (PEM) presentado en el Primer


Congreso de Anatomía del Cono Sur, 1999, se consideran además de las respuestas correctas, las
erróneas, las preguntas no contestadas y la intervención del azar.

El objetivo del trabajo fue comparar resultados obtenidos por los alumnos de pregrado de Anatomía
(Carrera de Medicina-USAL) de los años 1999 y 2000 utilizando los métodos convencional (Mc) y
Alternativo (Ma).

Se compararon estadísticamente los resultados de las pruebas correspondientes a los alumnos de los años
1999 (n=112) y 2000 (n=147). Se utilizaron ambos métodos, usando dos grillas con 180 preguntas de 5
opciones cada una. En el Mc se determinó el número de respuestas correctas (RC). En el Ma se
determinaron las RC, erróneas (RE), no contestadas (PNC) y las respuestas correctas por azar mediante la
fórmula: AZ=RC(Mc)-RC(Ma).

Las medias ± ES (porcentajes sobre el total de preguntas) son el grupo de alumnos del año 2000 y en el
año 1999 respectivamente: RC(Ma):40.37±0.87 y 47.38±a.27 (p<0.001); AZ: 24.43±0.56 y 18.56±0.56
(p<0.001); RE(Ma):9.08±0.39 y 13.13±0.62 (p<0.001); Las PNC: 50.55±0.95 y 39.45±1.34 (p<0.001).
En el Mc el porcentaje de RC fueron respectivamente 64.73±0.72 y 65.94±0.99.

Los coeficientes de correlación fueron RC(Ma) vs RE(Ma) r=0.01 y r=-0.13; entre RC(Ma) vs preguntas
no contestadas (PNC)(Ma)) r=-0.91 (p<0.0001) y r=-0.89 (p<0.0001).

El método experimental permite observar diferencias altamente significativas en los distintos aspectos
evaluados en los grupos comparados. Estas diferencias no se detectaron por el método convencional con
el único dato que aporta y que está afectado por el azar.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Evaluación.

PRUEBAS DE ELECCIÓN MÚLTIPLE: COMPORTAMIENTO INDIVIDUAL Y EN EQUIPO.


(Multiple choice: Individual and team perfomance).Albanese, Alfonso; Merlo, Alicia; Miño, Jorge;
Gómez, Marta; Díaz Mathe Alexia & Gómez Elena. Facultad de Medicina, Universidad del Salvador;
Facultad de Medicina, Farmacia y Bioquímica, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Las pruebas de elección múltiple (OEM) convencionales ofrecen la posibilidad de evaluar el


conocimiento pero deja de lado actitudes relacionadas con aspectos de su capacidad para el trabajo en
equipo.

En PEM según nuestro método alternativo (Congreso de Anatomía del Cono Sur 1999) determina
probables diferencias en los resultados obtenidos: 1) mediante la prolongación del tiempo otorgado
previamente para una prueba individual; 2) Con el trabajo en equipos formados por todos los evaluados
divididos por grupos; 3) Con el trabajo en equipos formados por representantes elegidos por los
integrantes de los grupos.
Se tomaron utilizando la metodología alternativa de múltiple opción 156 pruebas de la materia Anatomía
de igual contenido con 12 preguntas de 5 opciones en 5 etapas: 1) Individual; 2) Individual con tiempo
adicional; 3) En equipo; 4) En equipo por representantes elegidos por los equipos; 5) Por representantes
elegidos por los representantes. Los resultados se evaluaron con el test estadístico de Chi2.

En la etapa 2 aumentan las respuestas correctas pero también las erróneas a expensas de preguntas no
contestadas. En la 3 aumentan las respuestas correctas pero las erróneas no varían significativamente. En
las etapas 4 y 5 los resultados no varían.

Los resultados de este trabajo sugieren que para aumentar la eficacia de los resultados de una tarea el
trabajo en equipo es más útil que un tiempo adicional acordado al trabajo individual.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Evaluación.

RAMAS DE INSERCIÓN DEL MÚSCULO FIBULAR TERCERO EN EL EQUINO. (Branches of


insertion of the fibular tertius muscle in equine). Bode, F. F.; Resoagli, E.H.; Holovate, R.M. & Sellares,
M.E. Cátedra de Anatomía Comparada Primera Parte - Fac. de Ciencias Veterinarias - U.N.N.E.-
Sargento Cabral 2139 - Tel. 03783 4 25753/ 148 - C.P. W 3402 BKG - E-mail: anato1@[Link] -
Corrientes, Argentina.

Durante las clases prácticas de disección de los músculos crurales dorsales en el equino los autores
observaron que las ramas de inserción del músculo fibular tercero, no coincidía con las descripciones
efectuadas por algunos textos clásicos de Anatomía Veterinaria.

Al realizar la consulta bibliográfica se obtienen los siguientes datos:Barone (1989), describe una Rama
para el metatarso III y accesoriamente a los huesos de la fila distal del tarso, una Rama oblícua débil al
cuboides. Bossi (1909), describe una Rama Dorsal que se inserta en el metatarso III y IV, cuneiforme III,
navicular del pie y cuboides; una Rama Lateral para el calcáneo y cuboides. Para Dyce (1999) la
inserción, se realiza a través de una Rama Dorsal que se inserta en el metatarso III y cuneiforme III; y una
Rama Lateral para el calcáneo y cuboides. Getty (1982), describe dos ramas de inserción de igual forma
que Dyce. Zanolli (1910), describe tres ramas de inserción: Rama Lateral para el calcáneo y cuboides;
Rama Intermedia para metatarso III; Rama Medial para cuneiforme III y metatarso III. Zimmerl (1989),
describe dos ramas de inserción una metatarsiana y otra cuboidea.

Se realizó la disección del músculo fibular tercero en diez equinos mestizos de diferentes edades, sexos y
tallas; para un mejor reconocimiento de las ramas de inserción, se eliminó de la región distal de la pierna
y articulación del tarso al músculo tibial anterior, con sus dos ramas de inserción. El material disecado fue
documentado fotográficamente, conservado en cámara fría, y mediante formolización, para su posterior
análisis e interpretación de su inserción.

En nuestras disecciones podemos apreciar la presencia de tres ramas de inserción:1. Rama Lateral,
dividida en su origen por el paso de la arteria tibial dorsal, en una rama destinada a insertarse en el hueso
cuboides y otra insertada en el hueso calcáneo, esta división podría confundirse con una cuarta rama de
inserción del músculo fibular tercero. 2. Rama Intermedia, destinada a insertarse en el hueso metatarso
III. 3. Rama Medial, destinada a insertarse en el hueso cuneifome III y metatarso III.

Coincidimos con las tres ramas de inserción descitas por Zanolli, teniendo en cuenta la división de la
rama lateral que puede considerarse como una cuarta rama de inserción del músculo fibular tercero.

PALABRAS CLAVES: 1. Músculo fibular tercero; 3. Equino.

RELACIÓN DEL TRONCO CELIACO Y DE LA ARTERIA MESENTÉRICA SUPERIOR CON


EL LIGAMENTO ARQUEADO MEDIANO DEL DIAFRAGMA. (Relationship of the celiac trunk
and superior mesenteric artery with the median arcuate ligament of the diaphragm), Petrella, S.1; Souza
Rodrigues, C. F.2; Sgrott, E. A.3; Marques, S. R.2; Prates, J. C.2 1Instituto Adolfo Lutz; 2Universidade
Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM); 3Universidade do Vale do Itajaí, Brasil.

La Literatura se refiere a la doble compresión del tronco celiaco (TC) y de la arteria mesentérica superior
(MAS) por el ligamento arqueado mediano (LAM) como una anomalía que ocurre, excepcionalmente,
debido a los orígenes muy próximos de estos vasos (Watson & Sadikali, 1977 y Langeron et al., 1980).
Por lo anterior, resolvimos estudiar la disposición de estas arterias en la porción abdominal de la aorta y
la relación de éstas con el LAM.

Disecamos 83 cadáveres, adultos, de ambos sexos, 63 de ellos fijados en formalina al 10% y 20 no


fijados. Para la disección en los cadáveres fijados, del TC, MAS y LAM, el páncreas fue retirado o se
disecó su cuerpo. En los cadáveres no fijados, estas estructuras fueron alcanzadas a través de la bolsa
omental, abriéndose el omento menor.

Se verificó en 36 (43,37%) de los casos, una sobreposición del LAM en el TC. Además, en 76 /83 casos,
la distancia entre TC y MAS variaba de 0,1 a 1,8 cm. En 6 casos (7,89%) constatamos un ostio común
celiaco-mesentérico. No pudimos detectar la sobreposición simultánea del TC y de la MAS por el LAM,
datos que confirman las observaciones de la gran mayoría de los autores de la literatura revisada.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria celiaca; 3. Arteria mesentérica superior; 4. Ligamento


arqueado mediano; 5. Pilares del diafragma.

REPAROS ANATÓMICOS Y VÍAS EN LAS INDICACIONES ANESTESIOLÓGICAS EN


OBSTETRICIA. (Anatomic parameters and nervous fibers in anesthesiological indications in obstetrics).
Jorge Lorenzo; Cera Mirta; Gonzalez Claudia; Ana Vaquer; Liliana Macchi & M. Elena [Link]
Cátedra de Anatomía. Facultad de Medicina.U.B.A. Servicio de Obstetricia. Hospital B. Rivadavia,
Buenos Aires, Argentina.

La correcta indicación anestesiológica en obstetricia asociada a una técnica adecuada y el conocimiento


de la anatomía nos permite obtener mejores resultados perinatales.

El objetivo fue mostrar en forma pedagógica los reparos anatómicos y las vías nerviosas involucradas en
los tipos de anestesia más comúnmente usados en obstetricia. Para lograr los objetivos usamos diagramas
visuales.

Un completo conocimiento anatómico de las vías nerviosas involucradas en el trabajo de parto, junto con
una depurada técnica anestesiológica contribuyen a disminuir la morbilidad perinatal y logra una
adaptación fisiológica del recién nacido y su madre en las primeras horas de vida.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Obstetricia.

REVISIÓN ANATÓMICA DESCRIPTIVA DE LA ARTICULACIÓN METATARSO-


FALÁNGICA DEL HALLUX. APLICACIÓN DIDÁCTICA Y FUNCIONAL. (Anatomical revision
descriptive of the metatarsal phalange articulation - Didactics and functional application). Aparicio,
Liliana; Gamarra, Marta; Leyes, Laura; Ribeiro, Renato A. & Tesone Alvarez, Ulises.Cátedra de
Anatomía Humana Normal y Funcional, Carrera de Kinesiología y Fisiatría, Facultad de Medicina,
UNNE, Corrientes, Argentina.

La articulación metatarsofalángica del Hallux (A.M F.) posee en la rehabilitación kinésica un verdadero
valor de discusión en la aplicación profesional. Los autores clásicos no difieren significativamente en la
descripción de la conformación estructural de la AMF. Mann y Inman refieren la importancia en la
distribución de presión del pie en el momento del despegue de los dedos en la marcha. Además la misma
posee aplicaciones en la industria de calzado, la dinámica plantar, cirugías plantares y diversas patologías
de la ortopedia y traumatología.
Para el presente trabajo se realizaron fichas bibliográficas de cada autor. Con el objeto de investigar esa
información, se procedió a la disección plano por plano, utilizando magnificación óptica de 5X y 10X, de
20 piezas, previamente fijadas en formal al 10%, originadas en amputaciones de piernas de pacientes de
ambos sexos, provenientes de hospitales de la localidad.

Luego de estudiar en forma exhaustiva el material anatómico, llegamos al resultado que la constitución,
morfología y relaciones de la AMF reporta similares descripciones a la bibliografía consultada.

En la revisión bibliográfica hemos encontrado un gran consenso de los autores sobre la importancia de la
AMF. La revisión práctica de la disección, nos permitió obtener un material valioso para la actividad
docente y de formación básica para proyectarlo en la práctica asistencial kinésica.

PALABRAS CLAVE: [Link]ón metatarsofalángica; 2. Pedagogía; 3. Kinesiología.

REVISIÓN ANATÓMICA DESCRIPTIVA DE LA ARTICULACIÓN TARSOMETATARSIANA


(LISFRANC) (APLICACIÓN FUNCIONAL Y DIDÁCTICA. (Anatomical Revision descriptive of
the tarsometatarsal articulation. Functional and didactics application).Leyes, Laura; Ribeiro, Renato;
Tesone Alvarez, Ulises; Gamarra, Marta; Aparicio, Liliana.Cátedra de Anatomía Humana Normal y
Funcional - Carrera de Licenciatura de Kinesiología y Fisiatría - Facultad de Medicina UNNE -
Corrientes - Argentina.

El presente trabajo forma parte de un proyecto de investigación a largo plazo, sobre el complejo articular
del pie y su correlato funcional. El objetivo principal es describir sistemática y metódicamente la
articulación en cuestión, como paso previo al estudio de su implicancia funcional. Además proveer a la
Cátedra de material didáctico factible de ser utilizado en la actividad docente, lo cual permitirá adiestrar a
docentes y alumnos en las prácticas de anfiteatro.

Se utilizaron piezas de amputación quirúrgica de sujetos adultos de ambos sexos, previamente fijadas en
formol al 10%. Se empleó instrumental de disección convencional y magnificación óptica de 5X y 10X.
La realización de este trabajo nos permitió constatar las descripciones anatómicas clásicas utilizadas
como referentes en la actividad docente cotidiana. Se observaron componentes y medios de unión de la
articulación tarsometatarsiana; los tres últimos ligamentos tarsometatarsianos dorsales (5, 6 y 7) presentan
difícil acceso y aislamiento de los restantes elementos, en especial de las expansiones del músculo fibular
corto, y del músculo fibular tercero cuando está presente. Este estudio descriptivo de la articulación
tarsometatarsiana aporta datos de gran importancia para el abordaje fisio-kinesiterápico-quirúrgico de la
misma.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación tarsometatarsiana.

SOFTWARE DE FRACCIONAMIENTO KINEANTROPOMÉTRICO, SFK VERSIÓN 2.0


(Kineanthropometric fractions software). Alvaro Gurovich Miret; Rodrigo Huerta; Gonzalo Reyes &
Atilio Aldo Almagià Flores. Laboratorio de Ciencias del Deporte Clínica Reñaca. [Link],
Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

Como una interfase cuantitativa entre estructura humana y su función, la Kineantropometría actual utiliza
una gran cantidad de variables antropométricas como elementos básicos de trabajo. Es por eso que esta
disciplina científica exige una preocupación sustancial en la seguridad y confiabilidad de los cálculos
realizados para poder determinar las distintas variables de estudio que un perfil kineantropométrico puede
entregar. De acuerdo a lo anterior se desarrolló una aplicación computacional (Software de
Fraccionamiento Kineantropométrico, SFK Versión 2.0) que no sólo da la seguridad y la confianza en los
distintos cálculos kineantropométricos, sino que también permite un buen manejo de las variables
evaluadas y un número importante de parámetros en las tres distintas áreas de estudio de la
Kineantropometría: Proporcionalidad, Composición Corporal y Somatotipo. Con respecto a la
proporcionalidad el SFK entrega los perfiles Phantom para todas las variables antropométricas. Con
respecto a la Composición Corporal el SFK está diseñado para entregar información desde el cálculo de la
densidad corporal según la ecuación de Siri, hasta el método más actualizado que es el método de 5
componentes de Deborah Kerr, pasando por las ecuaciones clásicas de Durnin y Womersley y de De Rose
y Guimarães. Con respecto al somatotipo, el SFK utiliza la última versión publicada por Lindsay Carter,
además, permite la comparación con más de 30 deportes actualizados según estudios internacionales.
Otros aspectos importantes que cuenta con una ventana dedicada a los parámetros antropométricos de
Salud, donde se encuentran el sistema O-Scale (Ross y Ward, 1984), Índice de Masa Corporal (BMI) y el
Índice Cardio Coronario (Waist to Hip ratio) y su interacción con los factores Cardiovasculares. Todas
estas aplicaciones se encuentran en un ambiente gráfico para MS Windows" exportables a MS Excel" o
imprimibles para poder realizar los estudios estadísticos posteriores.

PALABRAS CLAVE: 1. Kineantropometría; 2. Software.

SUSTANCIA P: SU DETERMINACIÓN EN EL TRACTO INTESTINAL DEL PEJERREY


(ODONTHESTES BONARIENSIS). Substance P: determination in the intestinal tract of atherine
(Odonthestes bonariensis). de la Cruz, Jorge; Castagnino, Rosa; Dauria, Pascual; Sona, Liliana; Navarro,
Osvaldo; Mac Loughlin, Virginia. Histología. Depto. de Anatomía Animal. Facultad de Agronomía y
Veterinaria. Universidad Nacional de Río, Cuarto, Argentina.

Los péptidos son sustancias que pueden ser sintetizadas y liberadas por las células enteroendócrinas del
tubo digestivo, pudiendo actuar inmediatamente sobre las células vecinas o ser transportadas por el
torrente sanguíneo para actuar sobre células blanco distantes. Otras son sintetizadas y liberadas por
órganos endrócinos y por neuronas hipotalámicas. La sustancia P es un pequeño péptido denominado así
porque se encontró en un polvo de extractos cetónicos de cerebro e intestino.

El objetivo de este trabajo es determinar la presencia de este péptico en el tracto intestinal del pejerrey.
Para ello, se utilizaron ejemplares adultos de pejerreyes capturados en la estación ¨La Florida¨ de la
provincia de San Luis y en el Embalse de Río Tercero, Córdoba. Las muestras del tracto intestinal se
obtuvieron inmediatamente de ser extraídos aquellos del agua y se procesaron con la técnica histológica
de rutina para microscopía óptica, usando como fijador la solución Bouin. La determinación de la
Sustancia P se realizó con el método imnunohistoquímico, empleándose como anticuerpo primario
Sustancia P policlonal, mientras que para la detección y posterior revelado se recurrió al complejo
avidina/biotina peroxidasa y diaminobencidina.

Se observó marcada reactividad en células del epitelio y lámina propia del intestino anterior; mientras que
en la región media del intestino se visualizó una marcación más difusa tanto en el tejido epitelial como en
el tejido conectivo, disminuyendo la reactividad hasta ser casi nula en la zona correspondiente al intestino
posterior de la especie en estudio.

PALABRAS CLAVE: [Link] P ; 2. Inmunohistoquímica; 3. Tracto intestinal; 4. Pejerrey.

Subsidio: SECYT - Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

TIPO FIBRILAR, MORFOMETRÍA Y PERFIL METABÓLICO DEL MÚSCULO ROTADOR


LARGO EN EL EQUINO. (Fiber type, morphometry and metabolic profile of the long rotator muscle in
the horse). Graziotti GH; Ríos CM; Victorica CL; Affricano NO. Área de Anatomía, Fac. de Cs.
Veterinarias, Universidad de Buenos Aires. Chorroarín 280, Capital Federal C1427CWO, Argentina. E-
mail: ggrazio@[Link]

El M. rotador largo integra la parte más profunda del M. transverso espinal y sus inserciones se realizan
entre los procesos mamilares o transversos de las regiones lumbar y torácica y el proceso espinoso de la
metámera anterior. Ha sido extensivamente descrito macroscópicamente en el humano, canino, bovino,
cabra y en menor medida en el equino. En ningún caso existen investigaciones acerca de la tipificación
fibrilar de este músculo. En el músculo esquelético del equino ha sido bien documentada la existencia de
tres tipos fibrilares puros: I, IIa y IIx; la capacidad oxidativa de estos tipos decrece en este orden. Es
ampliamente conocida la relación entre tipos fibrilares, metabolismo y función muscular.
EL objetivo de este estudio ha sido conocer la tipificación fibrilar, morfometría y perfil metabólico del M.
rotador largo en el equino, para contribuir a la interpretación funcional del aparato locomotor.

Muestras musculares fueron tomadas a la altura de la vértebra diafragmática y congeladas en acetona y


hielo seco. Las muestras fueron tratadas mediante la pruebas histoquímicas de ATPasa y NADH-TR con
el objetivo de determinar el tipo fibrilar y su perfil metabólico. Las áreas fibrilares y densidad óptica
fueron medidas mediante un analizador de imágenes.

Los resultados indican llamativamente que las fibras IIx presentan un mayor perfil metabólico oxidativo
que en las fibras IIa, aunque el área fibrilar relativa es mayor para las IIa. El área fibrilar para cada tipo es
mayor para las IIx.

La particular alta capacidad oxidativa de las fibras IIx asociada a su elevada fuerza de contracción supone
que este músculo actúa también como elemento de contención durante la flexión contralateral de la
columna.

PALABRAS CLAVE: 1. Equino; 2. Fibras musculares; 3. Músculo rotador largo; 4. Histoquímica.

TRATAMIENTO ANTIOXIDANTE DE MATERIAL ANATÓMICO: EFECTO OXIDATIVO Y


DEL pH. (Antioxidative treatment for anatomical material oxidative and pH effects). Valenzuela, V.;
Leopold, E. & Rodríguez, A. Universidad de Los Andes, Santiago, Chile.

Las piezas anatómicas al ser fijadas y conservadas en el tiempo y considerando que están siendo
permanentemente manipuladas y sometidas a cambios de Tº y a la exposición del aire, sufren alteraciones
fisicoquímicas que dan como resultado una menor calidad tanto de la textura, coloración y aspecto,
perdiendo la utilidad original para el estudio y la investigación.

La presencia de algunos elementos de las soluciones de conservación, provocan un desplazamiento de


iones en las células lo que lleva consigo una variación de pH en los tejidos. Las proteínas que forman
parte de estos tejidos, son las principales participantes en las variaciones de pH del tejido y por ende en el
cambio de color que sufren las piezas.

Las proteínas son polielectrolitos cuyas cargas se neutralizan en el punto isoeléctrico, que es específico de
cada proteina. Con valores de pH sobre este punto isoeléctrico, las proteínas se presentan como aniones
(portan preferentemente carga negativa). Cuando una pieza está fresca presenta un pH cercano a 7.0;
luego de ser fijada y conservada el pH de los tejidos baja considerablemente, provocando cambios en la
textura y color de las piezas. El responsable del color en los tejidos orgánicos se debe a compuestos que
presentan grupo hemo, uno de ellos es la hematina, que pierde su color cuando es sometido a pH ácido.

El objetivo de nuestro trabajo fue modificar las características bioquímicas de los tejidos, alterando su
composición ácidobase y su estado de oxidación, para restablecer las condiciones fisicoquímicas óptimas.
Para ello se estudiaron piezas anatómicas que presentaban un avanzado estado de deterioro, en que su
textura, coloración, y apariencia distaban mucho de su condición real. Se estudió el pH de las soluciones
fijadoras y conservadoras utilizadas en el pabellón de Anatomía y las condiciones de pH en las piezas
deterioradas.

Basándonos en la capacidad de algunas sustancias para variar el pH del medio, hemos utilizado
soluciones que contengan sales (cloruro de sodio, acetato de sodio) y alcohol (95º) que permitan
desplazar iones a través de las membranas provocando un cambio notable de pH, esto provoca un efecto
muy importante sobre la hematina, ya que al volver a un pH más alcalino recupera su coloración natural.

Como resultado de nuestros análisis, logramos modificar la flexibilidad y coloración de las piezas antes
mencionadas casi en su totalidad, permitiendo en algunos casos repetir el procedimieto para mejorar aún
más nuestros resultados sin alterar la calidad del material. Debido a los óptimos resultados obtenidos en la
recuperación de piezas anatómicas en medio alcalino, proponemos someter las piezas a tratamientos
periódico en dichas soluciones.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Técnicas anatómicas; 3. Ácidobase; 4. Coloración; 5. Oxidación.

Financiamiento: proyecto MED-003-01

UN CASO RARO DE UNA ARTERIA »GASTRODUODENOCÓLICA» (A rare case of a


gastroduodenalcolic artery). Petrella, S.1 & Prates, J. C. 1Instituto Adolfo Lutz; 2Universidade Federal de
São Paulo, Brasil.

En la literatura consultada no encontramos ningún relato en que el tronco celiaco emitiese una rama
gastroduodenal cólica.

Disecamos 83 cadáveres, adultos, de ambos sexos, 63 de ellos fijados en formalina al 10% y 20 no


fijados. Para la disección en los cadáveres fijados, del TC, MAS y LAM, el páncreas fue retirado o se
disecó su cuerpo. En los cadáveres no fijados, estas estructuras fueron alcanzadas a través de la bolsa
omental, abriéndose el omento menor.

En un caso observamos la emisión de una 4ª rama del tronco celiaco, originándose en su contorno inferior
en la misma altura de las arterias hepática, esplénica y gástrica izquierda a la cual denominamos arteria
gastroduodenal cólica.

PALABRAS CLAVE: 1. Arteria celiaca; 2. Arteria cólica; 3. Arteria gastroduodenal.

UN ESTUDIO DE LA ARQUITECTURA INTERNA DEL CALCÁNEO, TALUS Y EPÍFISIS


DISTAL DE TIBIA Y FÍBULA. SU EVIDENCIA EN IMÁGENES RADIOLÓGICAS (A study of
the internal architecture of the calcaneo, talus and inferior extremity of the lukewarm one and fibula.
Their evidence in radiological images). Juan Staneff; Ignacio R. Fernández; Francisco J. Castro; Karina I.
Labachuk & Vanesa L. Centurión. Cátedra I de Anatomía Humana Normal e Imagenológica- Facultad de
Medicina - UNNE. Corrientes, Argentina.

Se plantea la inquietud científica acerca del estudio de la arquitectura interna o líneas de fuerza del
calcáneo, talus y epífisis distal de la tibia y de la fíbula, evidenciadas con imágenes radiológicas y
observando su correlato con la mayor o menor incidencia con los distintos tipos de fracturas de los
mismos.

Se tomaron 120 huesos humanos y 50 placas radiográficas de sujetos de ambos sexos, sin discriminación
etaria, cuyas edades oscilaban entre los 30 y 70 años; los mismos fueron seccionados con sierra Nº 2,
siguiendo el plano sagital del hueso que corresponde al eje mayor, para luego sumergirlos en agua
oxigenada que permitió ver mejor la arquitectura interna del hueso, usando magnificación óptica.

Se observó que las líneas de fuerzas obedecen, a las clásicamente descriptas, tanto en libros de textos
como en trabajos de investigación, aunque se pudo apreciar una cierta distorsión de las líneas de fuerzas
antero-posterior del calcáneo; estas líneas de fuerzas se evidencian en imágenes radiológicas que
coinciden en líneas generales con las piezas anatómicas; así mismo las fracturas se producen en los
lugares donde esas líneas de tracción o líneas de fuerzas no están presentes.

Se deja abierta la discusión, ya que la presente investigación es punto de partida ; de otros futuros trabajos
sobre estos elementos anatómicos; que aporten datos para describir variantes que sirvan para comprender
mejor casos traumatológicos atípicos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Calcáneo; 3. Talus; 4. Tibia; 5. Fíbula.


UN NUEVO CONCEPTO SOBRE EL PRIMER SEGMENTO DEL MIEMBRO SUPERIOR. (A
new concept on the first segment of the upper limb). Alfonso Roque Albanese. Cátedras de Anatomía,
Facultades de Medicina,USAL y UBA Argentina.

Se ubican en el tronco un grupo de trece músculos del miembro superior. Se disponen en dos planos en
cuello, tórax, y región dorsal y en un plano en la región lumbar. Estos músculos no están inervados por
los nervios de los metámeros de los niveles en que se encuentran. En cambio, todos ellos se encuentran
inervados o por ramos del plexo branquial o por los nervios craneanos XI y XII, lo que indica su origen
filo y ontogenético. Esta inervación se relaciona más con su inserción distal en aquellos inervados por el
plexo braquial o con un origen branquial en los inervados por los pares craneales. Además, la
vascularización arterial y venosa de estos músculos tiene un similar origen embriológico. Actúan sobre la
sinsarcosis escápulo-torácica y sobre las articulaciones esternoclavicular y humeral.

Estos datos sobre su inervación apoyan la tesis de considerar a estos músculos como pertenecientes a un
primer segmento del miembro superior. Los aspectos funcionales también concuerdan con este concepto.
Además, la embriología, la antropología y la paleontología apoyan también esta idea.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos ; 2. Inervación; 3. Miembro superior.

VALIDACIÓN DE LA ESTIMACIÓN DE LA MASA GRASA CORPORAL POR MEDIO DE LA


BIOIMPEDANCIA ELÉCTRICA v/s DISTINTOS MODELOS ANTROPOMÉTRICOS EN
SELECCIONADOS NACIONALES CHILENOS DE PATÍN CARRERA. (Validation of the body
fat mass estimation between electric bioimpedance and several anthropometrical methods in Chilean
National Team Roller Skaters). Alvaro Gurovich Miret; Nils Pérez & Atilio Aldo Almagià Flores. Carrera
de Kinesiología y Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Universidad Católica de
Valparaíso, Chile.

Uno de los temas más controversiales en Kineantropometría en los últimos años es la estimación de la
Composición Corporal y, sobretodo, la valoración de la Masa Grasa Corporal (MGC). Los avances
tecnológicos nos entregan actualmente varias alternativas de estimación de la MGC, donde la más
popular es la Bioimpedancia Eléctrica (BIPE). Sin embargo, estos métodos, los cuales permiten en forma
rápida y sencilla estimar la MGC, no siempre cuentan con estudios de validación adecuados.

Fueron evaluados 25 patinadores, 13 damas y 12 varones, seleccionados chilenos para el Mundial de


Patín carrera (Chile, 1999). Se realizó una comparación entre la MGC obtenida por BIPE (Omron-HBF
300M, Japón) v/s 7 modelos antropométricos evaluados según protocolos de la Sociedad Internacional
para avances en Kineantropometría y procesados por medio del Software de Fraccionamiento
Kineantropométrico (SFK, versión 2.0, Chile). Los modelos antropométricos utilizados fueron: Kerr, Siri,
Faulkner, De Rose, Yuhasz, O-Scale y BMI. Los coeficientes de correlación (r) y de determinación (r2) y
el Error de Estimación Stándar (SEE) de las distintas comparaciones para la muestra total se muestran en
la siguiente tabla.

n=25 [Link] Siri Faulkner De Rose O-Scale Yuhasz BMI


i 0.580 0.594 0.617 0.530 0.690 0.553 -0.172
r2 0.337 0.353 0.381 0.280 0.476 0.306 0.030
SEE 3.545 3.044 3.894 1.363 22.000 3.350 1.616

Se puede observar con los distintos coeficientes de determinación no son suficientes para validar
estadísticamente el método BIPE v/s métodos antropométricos. Sin embargo, existe un método donde
podría ser considerado (0-Sacle), sin embargo, el SEE, es muy alto. A la luz de los resultados podemos
inferir que la utilización de la BIPE en deportistas podría determinar errores importantes en la estimación
de MGC.

PALABRAS CLAVE: 1. Kineantropometría; 2. Bioimpedencia eléctrica; 3. Antropometría.


VARIACIONES EN EL ORIGEN DEL CONDUCTO PAROTÍDEO (STENNON) EN EQUINOS.
(Variations in the origin of the conduct parotideo in equine. Llano, E.; Van Rey, J. P. M.; González, M.;
Herrera, D.; Lipps, E. & López, Z, A. Cátedra de Anatomía Comparada II Parte - Facultad de Ciencias
Veterinarias, U.N.N.E., Corrientes, Argentina.

Durante la disección de piezas anatómicas para las clases practicas se observaron variaciones en las raíces
de origen del conducto parotídeo, la consulta bibliográfica arroja los siguientes datos:

Barone (1984), afirma que el conducto parotídeo se origina de 3 o 4 raíces superficiales provenientes del
tercio dorsocraneal de la glándula cerca del borde rostral; según Chavveau (1903) y Getty (1982), el
conducto parotídeo se origina de la unión de 3 o 4 raíces; según Dyce (1991), se origina de varios
conductos. En los textos consultados se observa una variación en número de raíces de origen, pero no se
especifica la porción de la glándula de la que provienen.

Se utilizaron 6 equinos de diferentes edades, sexos, tallas y razas. En estos animales se realizó la
eutanasia por sangría blanca y como método de conservación se utilizó solución de formol al 20%. Se
seccionó la región cervical a nivel del Axis. Se resecó la piel tomando como límite caudal la C II, límite
craneal PM II, límite ventral plano medio, límite dorsal la base del pabellón auricular. Se disecó en la
región rostral al Músculo masetero individualizando y canalizando el conducto parotídeo, en caudal de la
Vena facial. Se inyectó a través de la cánula, 10cc. de Látex Neoprene natural y coloreado. Se dejó en
reposo durante un período de 24hs para lograr el fraguado del material [Link] realizó una disección
roma de las raíces de origen del conducto, estableciendo las partes glandulares correspondientes a cada
raíz. El material disecado fue documentado fotográficamente.

Considerando al conducto parotídeo como tubo único, a partir del lugar que abandona la glándula, en
todos los casos (100 %) se origina de dos raíces, 1) Dorsal y 2) Ventral. En el 50 % de los casos la raíz
dorsal proviene de la extremidad dorsal y parte media de la glándula y la raíz ventral proviene de la
extremidad ventral de la glándula. En el 25 % de los casos la raíz dorsal proviene de la extremidad dorsal
y parte media, la raíz ventral proviene de la parte media y extremidad ventral. En el 25 % restante la raíz
dorsal proviene de la extremidad dorsal, parte media y extremidad ventral, la raíz ventral proviene
exclusivamente de la extremidad ventral. Para los autores de este trabajo el conducto parotídeo se origina
por dos raíces, una dorsal y otra ventral que varían en su comportamiento.

PALABRAS CLAVE: 1. Conducto Parotídeo; 2. Equino.

VENA PORTA DE LA LLAMA (LAMA GLAMA) (The portal vein of the llama (Lama glama).
Galotta, J. M. & S. Márquez. Cátedra de Anatomía. Facultad de Ciencias Agrarias. Universidad Católica
Argentina.

Este trabajo corrige y amplia un artículo anterior 1, en base a nuevos aportes bibliográficos y a un mayor
número de disecciones realizadas.

Se realizó la disección sistemática de las arterias y las venas de cuatro cavidades abdominales de llama,
dos machos y dos hembras, adultos de distintas edades. Las arterias fueron inyectadas por la aorta
abdominal con yeso y formol; mientras que la vena porta fue inyectada con gelatina coloreada.

La vena porta es un grueso tronco venoso que comienza en la porta hepática y se dirige caudalmente para
relacionarse con el páncreas. Recibe las venas gastroduodenal, esplénica, mesentérica craneal y
mesentérica caudal.

Como conclusión observamos que la vena porta tiene un comportamiento semejante al de otras especies
animales, con las características propias de la morfología de las vísceras en la llama.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. vena porta.


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III CONGRESO DE ANATOMÍA DEL CONO SUR XXXVIII CONGRESO
ARGENTINO DE ANATOMÍA XXII CONGRESO CHILENO DE ANATOMÍA. Rev.
chil. anat., 2002, vol.20, no.1, p.69-108. ISSN 0716-9868.

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III CONGRESO DE ANATOMÍA DEL CONO SUR XXXVIII CONGRESO
ARGENTINO DE ANATOMÍA XXII CONGRESO CHILENO DE ANATOMÍA. . Rev.
chil. anat.. [online]. 2002, vol.20, no.1 [citado 03 Junio 2006], p.69-108. Disponible en la
World Wide Web: <[Link]
98682002000100010&lng=es&nrm=iso>. ISSN 0716-9868.

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