Diseño de Mercado Modelo Minorista
Diseño de Mercado Modelo Minorista
CARRERA DE ARQUITECTURA
PROYECTO DE GRADO
LA PAZ-BOLIVIA 2021
M E R C A D O M O D E L O M I N O R I S T A
D E D I CATORIA
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A G R A DECIMI ENTO
inculcado.
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CONTENIDO
1. INTRODUCCION. –......................................................................................................................................................................1
2. PROBLEMÁTICA EN LOS MERCADOS. – ..................................................................................................................................2
2.1. COMERCIO POPULAR EN LA CIUDAD DE LA PAZ.............................................................................................................3
3. OBJETIVOS.................................................................................................................................................................................3
3.1. OBJETIVO GENERAL ..........................................................................................................................................................3
3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS ...................................................................................................................................................3
4. JUSTIFICACION..........................................................................................................................................................................4
5. MARCO CONCEPTUAL ..............................................................................................................................................................4
5.1. PLANTEAMIENTO DE TEMA DE INTERVENCION ...............................................................................................................4
5.2. CONCEPTUALIZACION DEL TEMA DE INTENCION ............................................................................................................5
MERCADO: ..............................................................................................................................................................................5
MODELO: .................................................................................................................................................................................5
MINORISTA:.............................................................................................................................................................................5
5.3. TIPOLOGÍA DE MERCADOS SEGÚN SU FUNCIÓN.............................................................................................................6
• MERCADO MAYORISTA: ..................................................................................................................................................6
• MERCADO MINORISTA: ...................................................................................................................................................6
• MERCADO PÚBLICO: .......................................................................................................................................................6
• MERCADO PRIVADO: .......................................................................................................................................................6
• MERCADO FERIAL CUBIERTO: .......................................................................................................................................6
• MERCADO FERIAL DESCUBIERTO: ................................................................................................................................7
• TAMBO..............................................................................................................................................................................7
• FERIA ................................................................................................................................................................................7
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INDICE DE IMÁGENES
INDICE DE ILUSTRACIONES
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INDICE DE TABLAS
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1. INTRODUCCION. –
Los mercados mantienen una relación con el
proceso de crecimiento experimental por la
ciudad, y su protagonismo se centra en que
durante mucho tiempo fueron el punto clave
de distribución alimentaria para toda la
ciudad, en un doble sentido, pues no se
aprovisionaba directamente al consumidor,
sino que la mayoría de las tiendas que cubrían
la demanda de los barrios también se
suministraban de los mercados. Desde el
punto vista urbano los mercados de abasto
situados estratégicamente en la ciudad, han
actuado como elementos dinamizadores de
una oferta comercial complementaria, que
convive con el resto de la oferta que definen
los alrededores de estos enclaves. Desde
esta perspectiva entramos a la búsqueda de
la relación entre el comercio y el cómo se ha
conformado el tejido social de la ciudad. Imagen 1. Ejemplo de usuario de mercado
Uno de los problemas más recurrentes en las ciudades capitales del país es el caos generado por los mercados,
donde cientos o miles de comerciantes, la mayoría informales, prácticamente se “adueñan” de las aceras y las
calles.
El proceso de transformaciones que vive el país ha generado el desempleo, la población desocupada busca su
auto empleo, formando así el comercio informal.
Los mercados en su generalidad, como manifestación física tienen una pésima funcionalidad, una circulación
confusa, falta de higiene, no existe una zonificación y determinación racional de productos por rubros específicos,
en su generalidad estos aspectos son definidos por los vendedores, en función a necesidades particulares,
descuidando lo común colectivo. El comercio informal ocupa vías entorno a los Mercados generando conflictos
de circulación vehicular y peatonal a nivel Urbano.
Todos los movimientos económicos generados por las actividades de la zona, han permitido el asentam iento de
comerciantes en distintos sectores de manera desmedida y desordenada generando una imagen impropia del
lugar.
Una de las características muy importantes en la zona es que da muy mal aspecto e imagen, es que los centros
de abasto no cuentan con una infraestructura adecuada e higiénica, que otorguen a los residentes una mayor
comodidad al momento de realizar sus compras en dichos centros de abasto. En este marco se pretende hacer
que este proyecto refleje un nuevo concepto de COMERCIO que no rompa con el carácter tradicional.
El comercio en vía pública en la ciudad de La Paz, es una consecuencia del modelo económico extractivista
basado en la exportación de las materias primas, afirmó el investigador René Pereira Morato.
En una reciente sesión del Concejo Municipal, el reconocido sociólogo hizo conocer la complejidad del fenómeno
que, además, está fuertemente vinculado al modelo económico extractivista primario exportador de hidrocarburos
y minerales.1
“Mientras no se cambie el actual modelo, el comercio en vía pública va a seguir y no va haber norma que sea
capaz de poder hacer un reordenamiento del sector porque no se está afectando las raíces estructurales del
problema” reflexionó.
El nuevo modelo económico, social, comunitario y productivo del Gobierno de Evo Morales, no resolvió el
problema de la informalidad y el comercio en las calles, por el contrario, en los últimos años se ha registrado un
crecimiento progresivo del comercio en vías públicas.2
3. OBJETIVOS
3.1. OBJETIVO GENERAL
• Desarrollar una propuesta arquitectónica con estrategias que nos permita la interacción entre el comprador y el
vendedor, donde se mantenga el respeto por el espacio público y la dinámica socioeconómica dentro del mercado.
• Diseñar un equipamiento para el sector, planeando estrategias a partir del desarrollo del espacio público.
4. JUSTIFICACION
Entre la ciudad y la oferta comercial que suponen los mercados de abasto, en el transcurso de la historia y el significado
que han adquirido históricamente, como lugar importante de intercambio y puntos dinamizadores dentro de la ciudad,
así como la singularidad de su edificación, además de considerarlos el primer conato o manifestación de lo que hoy
responden a los nuevos espacios comerciales.
Desde el punto de vista urbano los mercados de abasto situados estratégicamente en la ciudad, han actuado como
elementos dinamizadores de una oferta comercial complementaria, que convive con el resto de la oferta que definen los
alrededores de estos enclaves. Desde esta perspectiva se encamina a la búsqueda de la relación entre el comercio y el
cómo se ha conformado el tejido social de la ciudad en un mercado de abasto.
5. MARCO CONCEPTUAL
5.1. PLANTEAMIENTO DE TEMA DE INTERVENCION
Este término es empleado con gran frecuencia en la sociedad actual para referirse a todo aquel sitio público en el
que, en los días establecidos, se procede a comprar o vender diversos productos.
Los mercados son, dichos de manera muy simple, el “espacio físico o virtual en el que se procede a comprar o
vender diversos productos y servicios”. En este espacio participan, interactúan y se relacionan agentes varios,
buscando cada uno de ellos cumplir sus necesidades, intereses y objetivos, vinculados a la venta o compra de
productos y servicios.
Fuente: https://repositorio.iica.int/bitstream/handle/11324/7088/BVE18040224e.pdf?sequence=1 .
Actualmente, se puede definir un mercado como el espacio, la situación o el contexto en el cual se lleva a cabo
el intercambio, la venta y la compra de bienes, servicios o mercancías por parte de unos compradores que
demandan esas mercancías y tienen la posibilidad de comprarlas, y los vendedores que ofrecen éstas mismas.
MODELO:
Con este origen en el término italiano modello el concepto, de modelo Tiene diversos usos y significados Cómo puede
apreciarse en el diccionario de la Real Academia de la lengua española una de las aceptaciones hace referente a aquello
que se toma como referencia para tratar de producir algo igual en este caso el modelo es un arquetipo por ejemplo un
elemento o dispositivo que se fabrica según un patrón de diseño también puede nombrarse como modelo.
MINORISTA:
La venta o distribución al por menor es decir minorista es la que se desarrolla de una empresa comercial al consumidor
final en la cadena de distribución por lo tanto es el último eslabón ya que el producto llega a su destino. Hay que decir
que existen muchas modalidades de minoristas no está no obstante hay que destacar el papel de los comercios
minoristas nos estamos refiriendo a esas tiendas de barrio que se convierten en nuestra tabla de salvación en muchos
momentos y que se quejan cada vez más del grave daño que les están causando las grandes superficies y cadenas con
lo que se ven imposibilitados para competir.
Fuente: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11291?show=full
• MERCADO MINORISTA:
En estos solo se distribuyen productos al menudeo (individualmente), generalmente a los consumidores directos del
producto en cuestión. Estos 26 mercados se realizan en lugares específicos (a menos que sean rodantes), con puestos
definidos.
• MERCADO PÚBLICO:
Mercado de uso público o comunitario que está administrado por alguna entidad municipal o asociaciones de
comerciantes para proveer de los suministros principales del consumo local del mercado, como lo son carnes, frutas,
hortalizas, granos y abarrotes, ropa zapatos y enseres domésticos.
• MERCADO PRIVADO:
Son del tipo en donde se efectúa compraventa en tiendas locales comerciales, abarroterías, meta mercados,
supermercados, etc. Son administrados por la iniciativa privada.
• TAMBO
Los tambos son mercados informales que tienen una larga historia, en los que se expresan y perduran formas de
relación, negociación e intercambio de la cultura andina. Estos son los espacios en el área urbana donde se recrean
relaciones con las comunidades rurales, de donde provienen gran parte de los vendedores y parte de los consumidores.
• FERIA
Son sitios de expendio de productos en plena vía pública, se improvisan en algunas calles, plazas, etc. Dependiendo
del día de la semana, o de la fluidez de gente, el uso es de carácter eventual y no permanente.
• MERCADO DISTRITAL:
La demanda de su área de influencia directa proviene a más de un kilómetro del radio de acción, el usuario puede llegar
a pie o automóvil, está atendido por un sistema de transporte colectivo.
• MERCADO VECINAL:
Son aquellos que “su influencia directa es destinada a servir a una zona, barrio o colonia determinada”. Su radio de
influencia es aproximadamente de un kilómetro. Se llega a él ellos por medio peatonal en la mayor parte del día.
6. ANTECEDENTES
Los mercados han conformado la vida de las ciudades desde su origen. Desde sus inicios en las plazas de
mercado como núcleo generador tanto económico como social de las urbes pasando por el esplendor de los
mercados cubiertos del siglo XIX y su declive en el siglo XX, los mercados han sido y son, sin duda alguna, parte
fundamental del desarrollo tanto económico como social de nuestras ciudades. Tal es su complejidad dentro del
tejido de la ciudad, que es necesario analizar su situación desde diferentes ángulos. A continuación, se hace
alusión a fenómenos como la reforma del modo en que se veía el mercado entendiéndolo como transición entre
el mercado al aire libre y las grandes superficies, el impacto económico, el impacto social, el impacto político -
administrativo, el impacto urbanístico, la innovación tipológico-arquitectónica y el impacto territorial. A lo largo de
las siguientes líneas se expone en orden cronológico la que ha sido la evolución del mercado desde sus orígenes
hasta la actualidad.
Las actividades que actualmente se desarrollan en los edificios de mercado surgieron en la Antigüedad en
espacios al aire libre. En las plazas de mercado tenían lugar tanto la venta e intercambio de bienes como los
encuentros sociales.
En la antigua Grecia, la figura del ágora estuvo estrechamente ligada al comercio y, en consecuencia, a la idea
de mercado. El ágora era la plaza pública de reunión y elemento central de la ciudad, tanto física como
simbólicamente, y donde se desarrollan asimismo las actividades comerciales.
Atendiendo a su morfología, se clasifican en ágoras antiguas, de forma irregular, y ágoras nuevas, más regulares,
con “stoas” y diversos edificios públicos. La “stoa” estaba compuesta por un pórtico techado y columnatas en la
zona del acceso abierto al ágora, de manera que era en este espacio donde se desarrollaban las actividades
comerciales.
El espacio comercial más representativo de los presentes en Roma es el mercado de Trajano. Constituía un
edificio en sí mismo, con seis pisos divididos por la vía Biberatica y a cuyos sus niveles inferiores se accedía
directamente desde el foro de Trajano. Es en los dos pisos inferiores donde aparecen las tabernae. El mercado
albergaba en su totalidad unas 150 tiendas, talleres y oficinas, que se desplazaron desde el centro urbano
densamente construido.
s. IV AC s. III AC s. V-VII s. IX
Ágora: en un inicio funciono “La c iudad medieval era La jerarquía d e los comercios en
Las habitaciones c o n ventanas
como mercado, forma un mercado. El comercio tenia lugar el mercado, manteniendo los
hacia las calles eran alquiladas
por todas partes d e la ciudad: en comercios más nobles y limpios
indefinida para locales comerciales: las
espacios abiertos y espacio cerrado; alrededor d e la mezquita, su
“Tabernae” situadas en el alae,
Stoa: pórtico d e columnas que espacios públicos y espacios ubicación d ep endía d e la
rara conexión al Domus. mercancía e incomodidad que
rodea al ágora, algunos para privados.
generaran.
el comercio.
1876-
1700 s. XIX-XX s. XXI
1879
Organización: Los puestos Planta de tipo trapezoidal Reconstrucción de mercados
Bloques d e Mercados cubiertos, los
internos estaban conformados Estructuración por naves y/o contemporáneos c o n carácter
bloques distribuidos por su finalidad
por armaduras d e metal y los bloques diverso, on el intento d e contener el
comercial. Grandes armazones
exterior solo por cajones de carácter histórico.
madera
Fecha: 2011
FORMA:
los mercados.
ESCALA: Es del uno al tres sin considerar la estructura del techo Imagen 4. Esquema funcional del Mercado Tirso de Molina
de 4m.
Fuente: https://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_de_Abasto_Tirso_de_Molina
Fecha: 2009
FORMA:
de 40m.
Fuente: https://en.wikipedia.org/wiki/Market_Hall_(Rotterdam)
7. ESQUEMA METODOLOGICO
• ALCANCES
ANTE PROYECTO
I P •
•
PROYECTO
JUSTIFICACION
LOCALIZACION
Elaboración del
concepto
ETAPA CONCEPTUAL A P • PLANOS ARQUITECTONICOS
arquitectónico
• NORMATIVAS
• METODO DE DISEÑO
• PREMISAS DE DISEÑO • MAQUETA
• HIPOTESIS FORMAL
• ESTUCURACION FORMAL, FUNCIONAL
Y ESPACIAL
8. EMPLAZAMIENTO
8.1. CRITERIO DE EMPLAZAMIENTO
NORMAS DE LOCALIZACION
La topografía del terreno debe ser de preferencia regular o con pendiente moderada, entre el 2% y el 5% si no es así,
se deben tomar en cuenta dos criterios:
• Adaptación del diseño del proyecto a la topografía del terreno, elevación y depresiones naturales, considerar
movimiento de tierra.
• Contemplar los obstáculos que puedan presentarse, tales como construcciones existentes, vegetación.
QUE LA MUNICIPALIDAD TENGA TERRENO PROPIO: Si la Municipalidad tiene un predio propio, la construcción se
justificará tomando en cuenta los siguientes requisitos:
• Equidistante de las áreas a las cuales prestará servicio, con un radio de acción adecuada al tipo de mercado al
cual será destinada.
Previo a la selección definitiva del área, debe contemplarse que las vías de
acceso tengan capacidad en su sección y tipo de carga permisible de
soportar el aumento del número y frecuencia de los vehículos y sobre todo
de vehículos de carga usados generalmente como medio de transporte.
• Drenajes.
9. ANALISIS DE SITIO N
NOMENCLATURA
SALIENTE
PONENTE
9.1. CLIMA
9.1.1. ASOLEAMIENTO
CRITERIOS DE COMERCIO:
Primavera y verano
(sep.-feb.) = Fiestas de Fin de año, mayor comercio.
Otoño e invierno
(mar-junio) = Menor movimiento
comercial.
Tabla 2 criterios de asoleamiento
9.1.2. VIENTOS
Tabla 3.Dirección y Velocidad de Vientos Tabla 4. Calculo de rugosidad del terreno
9.1.3. PRECIPITACIONES
Tabla 6. Angulo de lluvias Tabla 5. Precipitaciones
Alta 30° - 40° En desierto: lluvia escasa, Procurar ventilación cruzada y Ventilación. Sombras.
humedad seca. En trópico: espacios sombreados. Muros
lluvia abundante, humedad gruesos. Techos altos, pórticos.
elevada.
Media 20° - 30° Calor soportable. Lluvia Espacios abiertos. Muros Sombras.
TERMPERATURA
Baja 0° - 20° -3°C a 15°C Poco calor. Poco lluvioso. Procurar asoleamiento y Protección contra
Invierno seco y verano retención de calor. Techos bajos, vientos fríos.
Media 12°C
suave. ventanas chicas.
Directo La ubicación Radiación exposición Espacios al aire libre. Área de Sombras. Bloquear
permite un gran franca. recreación. Usar volados, aleros, orientación
asoleamiento vegetación para procurar indeseable y
sombras. aprovechar la
ASOLEAMIENTO
deseable.
Tangente o Exposición media reflejos Áreas residenciales y de Reflejos
indirecto equipamiento urbano. Usar parte
soles para matizar reflejos.
Baja 30% Muy asoleado Poca lluvia Procurar sombras. Espacios Evaporación.
pequeños y oscuros.
9.4. USUSARIOS
EL ESCENARIO IDEAL
V “Se vuelve a un nivel muy similar a la
inicial y que la recesión es
relativamente rápida… “
objetos
• Los pasajes de circulación publica deben estar intercomunicados entre si mediante circulaciones verticales, escaleras y/o
ascensores.
• Pisos pendiente de por lo menos 1,5 hacia las canaletas o sumidero de desagüe de existir.
• Distribución de las secciones es por tipo de producto. Las áreas mínimas de los puestos de acuerdo a las actividades
comerciales adesarrollar en el mercado son:
DIMENSIONAMIENTO DE CIRCULACIONES
• Debe contar como mínimo con un ingreso accesible para personas c on disc apac idad y a partir de1,000 m2 tec hados.
• Instalación de puertas de acceso, comunicación y salida deberán tener según el uso de los ambientes a los que dan
acceso y al tipo de usuario que las empleara.
Fuente: https://es.scribd.com/document/487565686/NORMATIVA-DE-UN-CENTRO-COMERCIAL
Las dimensiones de los vanos para la instalación de puertas de acceso, comunicación y salida deberán calcularse
de acuerdo al ambiente al que sirven, siendo las dimensiones mínimas las siguientes:
discapacitados 0.90 m
• Los pasadizos tendrán el tránsito fluido; su anchura no debe ser menor de 2.40 m, y en ningún caso se
utilizarán como áreas de almacenamiento temporal o permanente ni de exhibición de los alimentos.
• Los pasadizos estarán interrelacionados unos con otros, de manera que exista fluidez hacia las puertas de
salida.
• Los pasajes principales deberán tener un ancho mínimo de 3.00 m.
• Los pisos no tendrán grietas y serán fáciles de limpiar y desinfectar. Se les dará una pendiente que permita
que los líquidos escurran hacia los sumideros, evitando su acumulación.
Fuente: https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN
• Las paredes serán de material impermeable, adsorbente, lavable y de color claro, serán lisas y sin grietas.
• En las áreas de comercialización de productos perecederos, los ángulos entre las paredes, entre las paredes
y los pisos, y entre las paredes y los techos, serán abovedados.
• Los techos deberán ser de material impermeable, adsorbente, liso, sin grietas y
fáciles de limpiar.
• La altura deberá garantizar una buena ventilación e iluminación.
• Las ventanas y otras aberturas se diseñarán de manera tal que se evite la
acumulación de suciedad y sean fáciles de limpiar.
• Además, deben estar provistas de medios que impidan el ingreso de insectos, aves u otros animales; estos
medios deben ser desmontables.
Fuente: https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN
AREAS INTERNAS DEL MERCADO Deben estar divididas en zonas o giros según el nivel de higiene dependiendo de los riesgos
de contaminación y de los alimentos.
PISOS, PAREDES Y TECHOS Deben ser construidos de materiales impermeables, no porosos que permitan la limpieza
y mantenimiento.
PAREDES DE LOS PUESTOS DE Deben tener una superficie lisa de baldosa o pintura lavable hasta una altura mínima de 2 m.
COMERCIALIZACIÓN
ÁREAS DE MANIPULAN Y Las uniones entre las paredes y los pisos, deben ser cóncavas (redondeadas) para
PREPARAN LOS
facilitar su limpieza y desinfección.
ALIMENTOS
SUPERFICIES Y MATERIALES Deben ser de materiales que no contengan sustancias tóxicas y deben estar diseñados para
el uso previsto, fáciles de mantener, limpiar y desinfectar.
MATERIAL DE PISOS Deben ser de material antideslizante y liso, resistente a los golpes, libres de roturas y grietas.
PENDIENTE DE PISO PENDIENTE mínima de 2 % que permita el drenaje de efluentes líquidos provenientes de la
limpieza.
DRENAJES DEL PISO Deben tener la protección adecuada, ser conducidos por cañerías y estar diseñados de forma
tal que se permita su limpieza y mantenimiento. Donde sea requerido deben tener instalados
el sello hidráulico, trampas de grasa y sólidos, con fácil acceso para la limpieza.
SISTEMA Debe estar en buen estado y contar con un generador alterno de energía eléctrica de encendido
automático de acuerdo a los requerimientos energéticos del mercado.
ELECTRICO
VENTILACION Puede ser natural o artificial, directa o indirecta para reducir al mínimo la contaminación de los
alimentos transmitida por el aire.
10.10.1. ORIENTACION
ORIENTACIÓN DE FACHADAS Expuestas al viento predominante.
APROVECHAMIENTO DEL Por medio de grandes VANOS que permitan la penetración del mismo (evacuación
del viento en todas sus áreas).
VIENTO
LAS ÁREAS QUE PRODUCEN Deberán ubicarse en sentidos de los vientos predominantes.
OLORES
OTROS PRODUCTOS 6 M2
ALTURA MINIMA 3M
ZONA SECA
SISTEMA DE El mercado debe contar con un sistema de recolección diferenciada interna de desechos
RECOLECCIÓN (orgánicos e inorgánicos), almacenamiento provisional en un área específica cubierta, con
piso impermeable, con ventilación y señalización, accesible para su recolección y su
posterior disposición final.
RECIPIENTES Los desechos sólidos se deben retirar frecuentemente de los recipientes destinados para
PARA este fin ubicados en los puestos y demás áreas del mercado. Los desechos deben
DESECHOS disponerse de manera que se elimine la generación de malos olores para que no sean
SÓLIDOS fuente de contaminación o refugio de plagas.
Los recipientes para desechos sólidos en los puestos deben estar en buen estado higiénico
cubiertos con una tapa, y con una funda plástica en su interior que facilite el retiro de los
residuos.
11. DIMENSIONAMIENTO
11.1. CALCULO DE POBLACION
Método Lineal
9
2012: 15.769 hab (Censo) Pf= 15.769 (1+ 2,3/100)
𝒏
Pf= Po (1+ T/100) Índice de crecimiento en Pf= 19.350,17
La Paz: 2,3 %
12. PROGRAMA
12.1. PROGRAMA CUANTITATIVO
ÁREA VENTAS ESPECIFIACIÓN DIMENSIONES EN M2
AMBIENTES CIRCULACION AMBIENTE N° USUARIO HORARIOS
NOMBRE largo m ancho m m2 SUP M2
INGRESO PRINCIPAL área de ingreso LIBRE/ MASIVA HALL 1 1 1 1 1 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00
INGRESO
INGRESO INGRESO SECUNDARIO ingreso de mercadería LIBRE/ MASIVA HALL 1 0 0 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:01
INGRESO DE PERSONAL ingreso de personal RESTRINGIDA/ GRUPAL HALL DE SERVICIO 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:02
OFICINA MAYOR personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 3 4 12 12 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:03
ADMINISTRACIÓN SECRETARÍA personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 3 3 9 9 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:04
SALA DE REUNIÓN personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 4 4 16 16 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:05
VESTIDORES MUJERES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:07
VESTIDORES VARONES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:08
PERSONAL DE LIMPIEZA
DEPÓSITO DE LIMPIEZA personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 3 3 9 9 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:09
ADMINISTRACIÓN
CONTENEDORES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 2 2 3 6 12 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:10
SoHo MUJERES publico en general LIBRE/ MASIVA/MUJERES SANITARIO MUEJERES 1 12,6 3 37,8 37,8 PUBLICO EN GENERAL MUJERES 08:30 A 14:11
SERVICIO HIGIÉNICO
SoHo VARONES publico en general LIBRE/ MASIVA/VARONES SANITARIO VARONES 1 12,6 3 37,8 37,8 PUBLICO EN GENERAL VARONES 08:30 A 14:12
VERDURAS Legumbres, tuberculos y verduras LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 18 3 3 9 162 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
CARNES carne, pollo, pescado y huevo LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 18 3 4 12 216 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
LACTEOS leche queso yogurt LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 6 3 2 6 36 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
VENTA PRODUCTOS CANASTA FAMILIAR
FRUTAS de temporada y en general LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 12 3 3 9 108 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
ABARROTES arroz azucar fideo y otros devidados LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 12 3 2 6 72 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
CONDIMENTOSY OTROS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 10 3 2 6 60 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
COMEDOR POPULAR LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 5 4 20 140 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
CAFETERIA almuerzo, comidas especiales y desayunos LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 5 4 20 140 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
VENTA PRODUCTOS COMESTIBLES JUGOS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 10 5 4 20 200 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
VENTA MIXTA FLORERIA flores LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 3 2 6 42 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
ABASTECIMIENTO
PLANTAS MEDICINALES medicina natural LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 3 2 6 42 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
HERRAMIENTAS herramientas menores LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 15 3 2 6 90 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
VENTA MIXTA VENTAS VARIADAS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 20 3 2 6 120 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
QUIOSCO VENTA EXTERIOR LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 30 3 2 6 180 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
PATIO CENTRAL LIBRE/ MASIVA PATIO CENTRAL 1 7 0 0 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00
ESTACIONAMIENTO PARQUEO PÚBLICO LIBRE/INDIVIDUAL PARQUEO 40 5 2,5 12,5 500 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00
CARGA Y DESCARGA PARQUEO VEHÍCULOS PESADOS PRIVADA/INDIVIDUAL PARQUEO/ PRIVADO 3681,6 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00
PLANTA BAJA
Luz solar
CONTROL COMISARIA Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada
ADMINISTRACIÓN
VESTIDORES MUJERES Luz solar Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada
PERSONAL DE LIMPIEZA
Luz solar
VESTIDORES VARONES Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada
SERVICIO HIGIÉNICO
Luz solar Lavamanos,
SoHo VARONES Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica x
Reflejada Inodoro
Vitrina
Reflejada Enfriamiento congeladora,
VERDURAS Luz destacada Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
mínima evaporativo mesa, silla,
banca
Vitrina
Reflejada Enfriamiento congeladora,
CARNES Luz destacada Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
mínima evaporativo mesa, silla,
banca
Mesa, silla,
COMEDOR POPULAR Luz solar difusa Luz directa Inducida Ventilador Absorvente Semicubierto Cerámica Lavadero
estante
Mesa, silla,
JUGOS Luz solar difusa Luz directa Inducida Ventilador Absorvente Semicubierto Cerámica Lavadero
estante
SERVICIO HIGIÉNICO SoHo MUJERES Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica x
ARIOS
Reflejada Inodoro
Luz solar
PATIO PATIO CENTRAL Luz directa Aire libre x Difusora Exterior Cemento x x
directa
ESTACIONAMIENTO PARQUEO PÚBLICO Luz solar difusa Luz directa x x Absorvente Exterior Cemento x x
CARGA Y DESCARGA PARQUEO VEHÍCULOS PESADOS Luz solar difusa Luz directa x x Absorvente Exterior Cemento x x
13. PROYECTO
PLANO DE CIMIENTOS
PLANTA 1
PLANTA 2
PLANTA 3
CORTES
ELEVACIONES
ELEVACIONES
VISTA PRINCIPAL
PERSPECTIVA PRINCIPAL
PERSPECTIVAS
PERSPECTIVAS
PERSPECTIVA INTERIORES
15. BIBLIOGRAFIA
• Autor MARCELA NANCY DURAN “CENTRAL DE ABASTO” PROYECTO DE GRADO (2017) [fecha de consulta:
19 de marzo del 2021] disponible en: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/bitstream/handle/123456789/13104/PG -
3851.pdf?sequence=1
• Autor LAURA PATRICIA ZEBALLOS “MERCADO DE ABASTO” PROYECTO DE GRADO (2016) [fecha de
consulta: 2 de marzo del 2021] disponible en: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11479
• Autor VICTOR HUGO LIMACHI “MERCADO MODELO MINORISTA EN LA CIUDAD DE EL ALTO” PROYECTO
DE GRADO (2015) [fecha de consulta: 15 de mayo del 2021] disponible en:
https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11291
CONSULTA DE TESIS
• Autor ARQ. JESUS ELMAN MEZA POLOMINO “MERCADO MODELO DE CARBALLO” PROYECTO DE GRADO
(2016) [fecha de consulta: 18 de marzo del 2021] disponible en:
https://www.google.com/search?rlz=1C1CHBD_esBO917BO917&sxsrf=ALeKk0257eNLGzYI5G9VErBuGXTKw
dNVs
WIKIPEDIA
• https://www.redalyc.org/pdf/4261/426143427004.pdf
• https://es.scribd.com/document/487565686/NORMATIVA-DE-UN-CENTRO-
COMERCIAL#:~:text=7%20p%C3%A1ginas-,Normativa%20de%20Un%20Centro%20Comercial,-
T%C3%ADtulo%20original%3ANORMATIVA%20DE
• https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN