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Diseño de Mercado Modelo Minorista

El documento presenta un proyecto de grado para un mercado modelo minorista en La Paz, Bolivia. Actualmente los mercados tienen problemas de funcionalidad, circulación y zonificación. El proyecto busca mejorar las condiciones de comercialización y abastecimiento mediante un diseño arquitectónico que relacione al mercado con su entorno.
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Diseño de Mercado Modelo Minorista

El documento presenta un proyecto de grado para un mercado modelo minorista en La Paz, Bolivia. Actualmente los mercados tienen problemas de funcionalidad, circulación y zonificación. El proyecto busca mejorar las condiciones de comercialización y abastecimiento mediante un diseño arquitectónico que relacione al mercado con su entorno.
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UNIVERSIDAD MAYOR DE SAN ANDRES

FACULTAD DE ARQUITECTURA ARTES DISEÑO Y URBANISMO

CARRERA DE ARQUITECTURA

PROYECTO DE GRADO

“MERCADO MODELO MINORISTA”


POSTULANTE: SEGALES CALLATA MARIA CECILIA

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS

LA PAZ-BOLIVIA 2021
M E R C A D O M O D E L O M I N O R I S T A

D E D I CATORIA

El presente trabajo investigativo lo dedico principalmente a

Dios, por ser el inspirador y darme fuerza para continuar en este

proceso de obtener uno de los anhelos más deseados.

A mis padres, por su amor, trabajo y sacrificio a lo largo de mi

vida, gracias a ustedes hemos logrado llegar hasta aquí́ y

convertirnos en lo que somos.

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A G R A DECIMI ENTO

Gracias a mi padre DANIEL SEGALES CALLISAYA. por ser el

principal impulsor de mis sueños, por confiar y creer en mis

expectativas, por los consejos, valores y principios que me han

inculcado.

Agradezco de forma especial a ARQ. MSC. RICARDO UZIN

VARGAS, tutor de mi proyecto y quien me ha guiado con su

paciencia y su rectitud como docente.

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UNIVERSIDAD MAYOR DE SAN ANDRÉS


FACULTAD DE ARQUITECTURA ARTES DISEÑO Y URBANISMO

DOCENTE: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS


TALLER: TALLER DE PROYECTOS – PARALELO H
GESTIÓN: 2021
UNIVERSITARIO: SEGALES CALLATA MARIA CECILIA
TIPOLOGÍA DE PROYECTO: COMERCIO
UBICACIÓN: MUNICIPIO DEL EL ALTO PROVINCIA MURILLO DEPARTAMETO DE LA PAZ

DESCRIPCION DEL PROYECTO:


El trabajo que a continuación se presenta es el resultado de una exclusiva investigación que justifica la importancia de un mercado modelo
minorista, Los mercados en su generalidad, como manifestación física tienen una mala funcionalidad, una circulación confusa, falta de
higiene, no existe una zonificación y determinación racional de productos por rubros espe cíficos, en su generalidad, estos aspectos son
definidos por los vendedores, en función a necesidades particulares. El lector encontrará como la principal propuesta de dise ño es relacionar
el mercado con el entorno promoviendo su identidad, sea de relación directa e indirecta entre el comprador y el vendedor.
RELACIONAMIENTO INSTITUCIONAL Y/O SOCIAL:
Los mercados municipales cumplen un papel sumamente importante en los municipios a nivel social, económico y urbanístico. En el ámbito
económico, los mercados son generadores de una parte importante de la economía local, dando dinamismo y mayores posibilidades
comerciales a las comunidades donde se ubican y generando mucho más puestos de trabajo que otros sistemas comerciales masific ados.

IMPACTO EN EL CONTEXTO URBANO RURAL:


La densidad y flujo comercial se ha elevado y ha generado otras necesidades, volviendo al mercado actual inadecuado para real izar dichas
actividades, considerando el desarrollo urbano y las condiciones de vida hacia los pobladores de las zo nas aledañas, mediante una
propuesta arquitectónica con adecuadas condiciones de comercialización y abastecimiento de productos de primera necesidad.

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CONTENIDO
1. INTRODUCCION. –......................................................................................................................................................................1
2. PROBLEMÁTICA EN LOS MERCADOS. – ..................................................................................................................................2
2.1. COMERCIO POPULAR EN LA CIUDAD DE LA PAZ.............................................................................................................3
3. OBJETIVOS.................................................................................................................................................................................3
3.1. OBJETIVO GENERAL ..........................................................................................................................................................3
3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS ...................................................................................................................................................3
4. JUSTIFICACION..........................................................................................................................................................................4
5. MARCO CONCEPTUAL ..............................................................................................................................................................4
5.1. PLANTEAMIENTO DE TEMA DE INTERVENCION ...............................................................................................................4
5.2. CONCEPTUALIZACION DEL TEMA DE INTENCION ............................................................................................................5
MERCADO: ..............................................................................................................................................................................5
MODELO: .................................................................................................................................................................................5
MINORISTA:.............................................................................................................................................................................5
5.3. TIPOLOGÍA DE MERCADOS SEGÚN SU FUNCIÓN.............................................................................................................6
• MERCADO MAYORISTA: ..................................................................................................................................................6
• MERCADO MINORISTA: ...................................................................................................................................................6
• MERCADO PÚBLICO: .......................................................................................................................................................6
• MERCADO PRIVADO: .......................................................................................................................................................6
• MERCADO FERIAL CUBIERTO: .......................................................................................................................................6
• MERCADO FERIAL DESCUBIERTO: ................................................................................................................................7
• TAMBO..............................................................................................................................................................................7
• FERIA ................................................................................................................................................................................7

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5.4. TIPOLOGÍA DE MERCADOS SEGÚN SU RADIO DE INFLUENCIA ......................................................................................7


• MERCADO METROPOLITANO: ........................................................................................................................................7
• MERCADO DISTRITAL:.....................................................................................................................................................7
• MERCADO VECINAL: .......................................................................................................................................................7
6. ANTECEDENTES ........................................................................................................................................................................8
6.1. EVOLUCION HISTORICA......................................................................................................................................................8
6.1.2. DE GRECIA A LA EDAD MODERNA. .............................................................................................................................8
6.2. CRONOLOGIA DEL TIEMPO .............................................................................................................................................. 10
6.3. MODELOS ANÁLOGOS...................................................................................................................................................... 11
7. ESQUEMA METODOLOGICO ..................................................................................................................................................... 13
8. EMPLAZAMIENTO .................................................................................................................................................................... 14
8.1. CRITERIO DE EMPLAZAMIENTO ....................................................................................................................................... 14
8.2. NORMAS DE LOCALIZACION ............................................................................................................................................ 15
8.3. ELECCION DEL TERRENO................................................................................................................................................. 18
8.3.1. UBICACIÓN DEL MERCADO POR TRADICIÓN: .......................................................................................................... 18
8.3.2. INFRAESTRUCTURA FÍSICA DE SERVICIOS PÚBLICOS ........................................................................................... 19
8.4. PROPUESTA DEL TERRENO ............................................................................................................................................. 20
8.5. TERRENO DE INTERVENCION .......................................................................................................................................... 21
9. ANALISIS DE SITIO................................................................................................................................................................... 22
9.1. CLIMA ................................................................................................................................................................................. 23
9.1.1. ASOLEAMIENTO .......................................................................................................................................................... 23
9.1.2. VIENTOS ...................................................................................................................................................................... 24
9.1.3. PRECIPITACIONES ...................................................................................................................................................... 25
9.2. VALORACION DEL CLIMA ................................................................................................................................................. 26

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9.3. VEGETACION NATIVA ....................................................................................................................................................... 28


9.4. USUSARIOS ....................................................................................................................................................................... 29
10. PREMISAS DE DISEÑO........................................................................................................................................................... 30
10.1. PARAMETROS................................................................................................................................................................. 30
10.2. ESQUEMAS FUNCIONALES............................................................................................................................................. 37
10.3. ANTROPOMETRÍA EN ESPACIOS COMERCIALES......................................................................................................... 40
10.4. ESPACIO DE VENTA ........................................................................................................................................................ 42
10.5. REPERCUSIONES DEL COVID-19............................................................................................................................................... 44
10.6. NORMAS DE DIMENCIONAMIENTO................................................................................................................................. 46
10.7. NORMAS DE INFRAESTRUCTURA.................................................................................................................................. 47
10.8. AREAS Y ESTRUCTURA INTERNA.................................................................................................................................. 49
10.9. AREAS BASICAS DEL EQUIPAMIENTO .......................................................................................................................... 50
10.10. ILUMINACION Y VENTILACION...................................................................................................................................... 54
10.10.1. ORIENTACION.......................................................................................................................................................... 54
10.11. LOCALES COMERCIALES ............................................................................................................................................. 55
10.12. PUESTOS DE VENTA ..................................................................................................................................................... 56
ZONA HUMEDA ..................................................................................................................................................................... 56
ZONA SEMI HUMEDA............................................................................................................................................................ 57
ZONA SECA........................................................................................................................................................................... 57
10.13. INSTALACIONES SANITARIAS ...................................................................................................................................... 58
10.14. NORMAS RELATIVO A LOS SERVICIOS ....................................................................................................................... 59
11. DIMENSIONAMIENTO ............................................................................................................................................................. 60
11.1. CALCULO DE POBLACION.............................................................................................................................................. 60
11.2. CALCULO DE POBLACION FUTURA............................................................................................................................... 61

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11.3. AÑO HORIZONTE ............................................................................................................................................................. 62


12. PROGRAMA............................................................................................................................................................................ 63
12.1. PROGRAMA CUANTITATIVO ........................................................................................................................................... 63
13. PROYECTO ............................................................................................................................................................................. 67
14. BIBLIOGRAFIA........................................................................................................................................................................ 73

INDICE DE IMÁGENES

Imagen 1. Ejemplo de usuario de mercado ................................................................................................................................ 1


Imagen 2. Evolución de la tipología de mercados ...................................................................................................................... 9
Imagen 3. Mercado Tirso de Molina .......................................................................................................................................... 11
Imagen 4. Esquema funcional del Mercado Tirso de Molina ................................................................................................... 11
Imagen 5. Rotterdam Market Hall .............................................................................................................................................. 12

INDICE DE ILUSTRACIONES

Ilustración 1. Línea de tiempo, evolución de mercados. .......................................................................................................... 10

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INDICE DE TABLAS

Tabla 1. Normas de Localización............................................................................................................................................... 15


Tabla 2 criterios de asoleamiento .............................................................................................................................................. 23
Tabla 3.Dirección y Velocidad de Vientos ................................................................................................................................. 24
Tabla 4. Calculo de rugosidad del terreno ................................................................................................................................ 24
Tabla 5. Precipitaciones ............................................................................................................................................................. 25
Tabla 6. Angulo de lluvias .......................................................................................................................................................... 25
Tabla 7. Antropometría de espacios comerciales..................................................................................................................... 40

ÍNDICE DE DIAGRAMAS FUNCIONALES

Diagramas 1. Área de Servicio de un Mercados ...................................................................................................................... 37


Diagramas 2. Área administrativa de un Mercado.................................................................................................................... 38
Diagramas 3. Área de guardería de un Mercado .................................................................................................................... 39

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1. INTRODUCCION. –
Los mercados mantienen una relación con el
proceso de crecimiento experimental por la
ciudad, y su protagonismo se centra en que
durante mucho tiempo fueron el punto clave
de distribución alimentaria para toda la
ciudad, en un doble sentido, pues no se
aprovisionaba directamente al consumidor,
sino que la mayoría de las tiendas que cubrían
la demanda de los barrios también se
suministraban de los mercados. Desde el
punto vista urbano los mercados de abasto
situados estratégicamente en la ciudad, han
actuado como elementos dinamizadores de
una oferta comercial complementaria, que
convive con el resto de la oferta que definen
los alrededores de estos enclaves. Desde
esta perspectiva entramos a la búsqueda de
la relación entre el comercio y el cómo se ha
conformado el tejido social de la ciudad. Imagen 1. Ejemplo de usuario de mercado

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 1


POSTULANTE: MARIA CECILIA SEGALES CALLATA
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2. PROBLEMÁTICA EN LOS MERCADOS.

Uno de los problemas más recurrentes en las ciudades capitales del país es el caos generado por los mercados,
donde cientos o miles de comerciantes, la mayoría informales, prácticamente se “adueñan” de las aceras y las
calles.

El proceso de transformaciones que vive el país ha generado el desempleo, la población desocupada busca su
auto empleo, formando así el comercio informal.

Los mercados en su generalidad, como manifestación física tienen una pésima funcionalidad, una circulación
confusa, falta de higiene, no existe una zonificación y determinación racional de productos por rubros específicos,
en su generalidad estos aspectos son definidos por los vendedores, en función a necesidades particulares,
descuidando lo común colectivo. El comercio informal ocupa vías entorno a los Mercados generando conflictos
de circulación vehicular y peatonal a nivel Urbano.

Todos los movimientos económicos generados por las actividades de la zona, han permitido el asentam iento de
comerciantes en distintos sectores de manera desmedida y desordenada generando una imagen impropia del
lugar.

Una de las características muy importantes en la zona es que da muy mal aspecto e imagen, es que los centros
de abasto no cuentan con una infraestructura adecuada e higiénica, que otorguen a los residentes una mayor
comodidad al momento de realizar sus compras en dichos centros de abasto. En este marco se pretende hacer
que este proyecto refleje un nuevo concepto de COMERCIO que no rompa con el carácter tradicional.

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 2


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2.1. COMERCIO POPULAR EN LA CIUDAD DE LA PAZ

El comercio en vía pública en la ciudad de La Paz, es una consecuencia del modelo económico extractivista
basado en la exportación de las materias primas, afirmó el investigador René Pereira Morato.
En una reciente sesión del Concejo Municipal, el reconocido sociólogo hizo conocer la complejidad del fenómeno
que, además, está fuertemente vinculado al modelo económico extractivista primario exportador de hidrocarburos
y minerales.1
“Mientras no se cambie el actual modelo, el comercio en vía pública va a seguir y no va haber norma que sea
capaz de poder hacer un reordenamiento del sector porque no se está afectando las raíces estructurales del
problema” reflexionó.
El nuevo modelo económico, social, comunitario y productivo del Gobierno de Evo Morales, no resolvió el
problema de la informalidad y el comercio en las calles, por el contrario, en los últimos años se ha registrado un
crecimiento progresivo del comercio en vías públicas.2

3. OBJETIVOS
3.1. OBJETIVO GENERAL
• Desarrollar una propuesta arquitectónica con estrategias que nos permita la interacción entre el comprador y el
vendedor, donde se mantenga el respeto por el espacio público y la dinámica socioeconómica dentro del mercado.

3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS


• Proponer un mercado que tenga una óptima planificación espacial.

• Mejorar el manejo del comercio interno y externo.

Fuente: 1 La Paz, 7 del 2018 (ANF) Agencia De Noticias Fides


Fuente: 2 Investigador René Pereira Morato.

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 3


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• Diseñar un equipamiento para el sector, planeando estrategias a partir del desarrollo del espacio público.

4. JUSTIFICACION
Entre la ciudad y la oferta comercial que suponen los mercados de abasto, en el transcurso de la historia y el significado
que han adquirido históricamente, como lugar importante de intercambio y puntos dinamizadores dentro de la ciudad,
así como la singularidad de su edificación, además de considerarlos el primer conato o manifestación de lo que hoy
responden a los nuevos espacios comerciales.

Desde el punto de vista urbano los mercados de abasto situados estratégicamente en la ciudad, han actuado como
elementos dinamizadores de una oferta comercial complementaria, que convive con el resto de la oferta que definen los
alrededores de estos enclaves. Desde esta perspectiva se encamina a la búsqueda de la relación entre el comercio y el
cómo se ha conformado el tejido social de la ciudad en un mercado de abasto.

5. MARCO CONCEPTUAL
5.1. PLANTEAMIENTO DE TEMA DE INTERVENCION
Este término es empleado con gran frecuencia en la sociedad actual para referirse a todo aquel sitio público en el
que, en los días establecidos, se procede a comprar o vender diversos productos.

Los mercados son, dichos de manera muy simple, el “espacio físico o virtual en el que se procede a comprar o
vender diversos productos y servicios”. En este espacio participan, interactúan y se relacionan agentes varios,
buscando cada uno de ellos cumplir sus necesidades, intereses y objetivos, vinculados a la venta o compra de
productos y servicios.

Fuente: https://repositorio.iica.int/bitstream/handle/11324/7088/BVE18040224e.pdf?sequence=1 .

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 4


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Actualmente, se puede definir un mercado como el espacio, la situación o el contexto en el cual se lleva a cabo
el intercambio, la venta y la compra de bienes, servicios o mercancías por parte de unos compradores que
demandan esas mercancías y tienen la posibilidad de comprarlas, y los vendedores que ofrecen éstas mismas.

5.2. CONCEPTUALIZACION DEL TEMA DE INTENCION


MERCADO:
Este es el lugar donde se efectúan transacciones mercantiles es decir dónde se lleva a cabo la oferta y la demanda en
que el mercado se establece una relación de intercambio entre las fuerzas económicas de los vendedores o prestadores
de servicios y compradores o usuarios de una mercancía o de un servicio teniendo repercusión local regional nacional
o internacional.

MODELO:
Con este origen en el término italiano modello el concepto, de modelo Tiene diversos usos y significados Cómo puede
apreciarse en el diccionario de la Real Academia de la lengua española una de las aceptaciones hace referente a aquello
que se toma como referencia para tratar de producir algo igual en este caso el modelo es un arquetipo por ejemplo un
elemento o dispositivo que se fabrica según un patrón de diseño también puede nombrarse como modelo.

MINORISTA:
La venta o distribución al por menor es decir minorista es la que se desarrolla de una empresa comercial al consumidor
final en la cadena de distribución por lo tanto es el último eslabón ya que el producto llega a su destino. Hay que decir
que existen muchas modalidades de minoristas no está no obstante hay que destacar el papel de los comercios
minoristas nos estamos refiriendo a esas tiendas de barrio que se convierten en nuestra tabla de salvación en muchos
momentos y que se quejan cada vez más del grave daño que les están causando las grandes superficies y cadenas con
lo que se ven imposibilitados para competir.

Fuente: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11291?show=full

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 5


POSTULANTE: MARIA CECILIA SEGALES CALLATA
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5.3. TIPOLOGÍA DE MERCADOS SEGÚN SU FUNCIÓN


• MERCADO MAYORISTA:
Es el que capta productos al por mayor y además de venderlos en su misma locación, puede distribuirlos a cualquier
punto del país a mayor o pequeña escala. Este mercado se encarga de abastecer a mercados de localidades más
pequeñas.

• MERCADO MINORISTA:
En estos solo se distribuyen productos al menudeo (individualmente), generalmente a los consumidores directos del
producto en cuestión. Estos 26 mercados se realizan en lugares específicos (a menos que sean rodantes), con puestos
definidos.

• MERCADO PÚBLICO:
Mercado de uso público o comunitario que está administrado por alguna entidad municipal o asociaciones de
comerciantes para proveer de los suministros principales del consumo local del mercado, como lo son carnes, frutas,
hortalizas, granos y abarrotes, ropa zapatos y enseres domésticos.

• MERCADO PRIVADO:
Son del tipo en donde se efectúa compraventa en tiendas locales comerciales, abarroterías, meta mercados,
supermercados, etc. Son administrados por la iniciativa privada.

• MERCADO FERIAL CUBIERTO:


Son los que funcionan todos los días y en él se venden productos de la canasta básica, como: granos, verduras,
legumbres, carnes, chicharrones, frutas, especies para la preparación de alimentos.

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 6


POSTULANTE: MARIA CECILIA SEGALES CALLATA
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• MERCADO FERIAL DESCUBIERTO:


Éste funciona con mayor intensidad el “día de mercado”, puede estar cubierto o al aire libre con un área mínima en la
plaza donde se ubique (aproximadamente 2.25 m2 /plaza).

• TAMBO
Los tambos son mercados informales que tienen una larga historia, en los que se expresan y perduran formas de
relación, negociación e intercambio de la cultura andina. Estos son los espacios en el área urbana donde se recrean
relaciones con las comunidades rurales, de donde provienen gran parte de los vendedores y parte de los consumidores.

• FERIA
Son sitios de expendio de productos en plena vía pública, se improvisan en algunas calles, plazas, etc. Dependiendo
del día de la semana, o de la fluidez de gente, el uso es de carácter eventual y no permanente.

5.4. TIPOLOGÍA DE MERCADOS SEGÚN SU RADIO DE INFLUENCIA


• MERCADO METROPOLITANO:
Por su ubicación estratégica sirve a usuarios de todos los puntos de una ciudad, los consumidores están dispersos en
toda el área metropolitana.

• MERCADO DISTRITAL:
La demanda de su área de influencia directa proviene a más de un kilómetro del radio de acción, el usuario puede llegar
a pie o automóvil, está atendido por un sistema de transporte colectivo.

• MERCADO VECINAL:
Son aquellos que “su influencia directa es destinada a servir a una zona, barrio o colonia determinada”. Su radio de
influencia es aproximadamente de un kilómetro. Se llega a él ellos por medio peatonal en la mayor parte del día.

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 7


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6. ANTECEDENTES
Los mercados han conformado la vida de las ciudades desde su origen. Desde sus inicios en las plazas de
mercado como núcleo generador tanto económico como social de las urbes pasando por el esplendor de los
mercados cubiertos del siglo XIX y su declive en el siglo XX, los mercados han sido y son, sin duda alguna, parte
fundamental del desarrollo tanto económico como social de nuestras ciudades. Tal es su complejidad dentro del
tejido de la ciudad, que es necesario analizar su situación desde diferentes ángulos. A continuación, se hace
alusión a fenómenos como la reforma del modo en que se veía el mercado entendiéndolo como transición entre
el mercado al aire libre y las grandes superficies, el impacto económico, el impacto social, el impacto político -
administrativo, el impacto urbanístico, la innovación tipológico-arquitectónica y el impacto territorial. A lo largo de
las siguientes líneas se expone en orden cronológico la que ha sido la evolución del mercado desde sus orígenes
hasta la actualidad.

6.1. EVOLUCION HISTORICA


6.1.2. DE GRECIA A LA EDAD MODERNA.
LA PLAZA DE MERCADO COMO NÚCLEO DE LA CIUDAD

Las actividades que actualmente se desarrollan en los edificios de mercado surgieron en la Antigüedad en
espacios al aire libre. En las plazas de mercado tenían lugar tanto la venta e intercambio de bienes como los
encuentros sociales.

En la antigua Grecia, la figura del ágora estuvo estrechamente ligada al comercio y, en consecuencia, a la idea
de mercado. El ágora era la plaza pública de reunión y elemento central de la ciudad, tanto física como
simbólicamente, y donde se desarrollan asimismo las actividades comerciales.

Fuente: Evolución Tipológicas En Mercados De Abasto https://oa.upm.es/57918/1/TFG_20_Ramos_Lopez_Paula.pdf

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 8


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Atendiendo a su morfología, se clasifican en ágoras antiguas, de forma irregular, y ágoras nuevas, más regulares,
con “stoas” y diversos edificios públicos. La “stoa” estaba compuesta por un pórtico techado y columnatas en la
zona del acceso abierto al ágora, de manera que era en este espacio donde se desarrollaban las actividades
comerciales.

El espacio comercial más representativo de los presentes en Roma es el mercado de Trajano. Constituía un
edificio en sí mismo, con seis pisos divididos por la vía Biberatica y a cuyos sus niveles inferiores se accedía
directamente desde el foro de Trajano. Es en los dos pisos inferiores donde aparecen las tabernae. El mercado
albergaba en su totalidad unas 150 tiendas, talleres y oficinas, que se desplazaron desde el centro urbano
densamente construido.

Imagen 2. Evolución de la tipología de mercados

Fuente: Evolución Tipológicas En Mercados De Abasto https://oa.upm.es/57918/1/TFG_20_Ramos_Lopez_Paula.pdf

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 9


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6.2. CRONOLOGIA DEL TIEMPO

s. IV AC s. III AC s. V-VII s. IX

Ágora: en un inicio funciono “La c iudad medieval era La jerarquía d e los comercios en
Las habitaciones c o n ventanas
como mercado, forma un mercado. El comercio tenia lugar el mercado, manteniendo los
hacia las calles eran alquiladas
por todas partes d e la ciudad: en comercios más nobles y limpios
indefinida para locales comerciales: las
espacios abiertos y espacio cerrado; alrededor d e la mezquita, su
“Tabernae” situadas en el alae,
Stoa: pórtico d e columnas que espacios públicos y espacios ubicación d ep endía d e la
rara conexión al Domus. mercancía e incomodidad que
rodea al ágora, algunos para privados.
generaran.
el comercio.

1876-
1700 s. XIX-XX s. XXI
1879
Organización: Los puestos Planta de tipo trapezoidal Reconstrucción de mercados
Bloques d e Mercados cubiertos, los
internos estaban conformados Estructuración por naves y/o contemporáneos c o n carácter
bloques distribuidos por su finalidad
por armaduras d e metal y los bloques diverso, on el intento d e contener el
comercial. Grandes armazones
exterior solo por cajones de carácter histórico.
madera

Ilustración 1. Línea de tiempo, evolución de mercados.

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 10


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6.3. MODELOS ANÁLOGOS


Proyecto: Mercado de Tirso de Molina

Lugar: Santiago de Chile, Chile

Arquitectos: Iglesias Prat Arquitectos

Fecha: 2011

Área: 8200m2 Imagen 3. Mercado Tirso de Molina

FORMA:

ALEATORIO: La estructura presenta la forma de un

triángulo invertido, la cual a su vez ilumina y ventila

los mercados.

LINEAL: La tabiquería y el cerramiento del edificio

presenta una forma horizontal

ESCALA: Es del uno al tres sin considerar la estructura del techo Imagen 4. Esquema funcional del Mercado Tirso de Molina

ESPACIO: Horizontal tiene una altura de entre piso

de 4m.

Fuente: https://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_de_Abasto_Tirso_de_Molina

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 11


POSTULANTE: MARIA CECILIA SEGALES CALLATA
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Proyecto: Rotterdam Market Hall

Lugar: Róterdam, Holanda

Arquitectos: MVRDV, Jacob Van Rijs y Nathalie de Vries

Fecha: 2009

Área: 8.400m² Imagen 5. Rotterdam Market Hall

FORMA:

ALEATORIO: Los aspectos más desafiantes del diseño


estructural son la excavación profunda.

LINEAL: La fachada de acero y cristal instalada en la


parte delantera y posterior del edificio en forma de arco
se curva de manera flexible.

ESPACIO: Horizontal tiene una altura de entre piso

de 40m.

Fuente: https://en.wikipedia.org/wiki/Market_Hall_(Rotterdam)

ASESOR: ARQ. MSC. RICARDO UZIN VARGAS 12


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7. ESQUEMA METODOLOGICO

Definición [del proyecto


ETAPA DE ANALISIS E INVESTIGACION PERFIL
que resolverá el problema
planteado]
• PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA
• PROGAMACION
• ANÁLISIS DE LOS ANTECEDENTES
• OBJETIVOS
• PREMISAS

• ALCANCES
ANTE PROYECTO
I P •

PROYECTO
JUSTIFICACION
LOCALIZACION

Elaboración del
concepto
ETAPA CONCEPTUAL A P • PLANOS ARQUITECTONICOS
arquitectónico

• NORMATIVAS
• METODO DE DISEÑO
• PREMISAS DE DISEÑO • MAQUETA
• HIPOTESIS FORMAL
• ESTUCURACION FORMAL, FUNCIONAL
Y ESPACIAL

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8. EMPLAZAMIENTO
8.1. CRITERIO DE EMPLAZAMIENTO

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8.2. NORMAS DE LOCALIZACION


Tabla 1. Normas de Localización

NORMAS DE SEDESOL LUSU SARAVIA VALLE JAN BAZANT SANTA CRUZ


LOCALIZACIÓN

ESCALA DEL INTERMEDIO No especifica DISTRITAL No especifica DISTRITAL


EQUIPAMIENTO
RANGO DE 60.000 a 100.000 No especifica 35.000 a 100.000 10.000 a 50.000 Mayor a 50.000
POBLACIÓN
Hab Hab Hab
FRECUENCIA DE No especifica No especifica 5% No especifica No especifica
USO
M2 DE TERRENO 30 m2 puesto No especifica 6 m2 usuario 14 m2 puesto No especifica
POR UNIDAD
BÁSICA

M2 CONSTRUIDOS 18 m2 puesto No especifica 2 m2 usuario No especifica No especifica


POR UNIDAD
BÁSICA
CAJÓN DE 1 cajón por 1 por cada 150 No especifica No especifica 1 por cada 30
ESTACIONAMIENTO m2 construidos
cada 5 puestos personas o 1
POR UNIDAD
parqueo por cada
BÁSICA
150 m2 de área
útil
RADIO DE 750 m No especifica 1400 - 2400 m 500 a 1.000 m No especifica
INFLUENCIA
RECOMENDABLE

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NORMAS DE LOCALIZACION

NORMAS DE SEDESOL LUSU SARAVIA VALLE JAN BAZANT SANTA CRUZ


LOCALIZACIÓN

LOCALIZACIÓN EN Localización No especifica Unidad Distrital Barrio Localización


LA ESTRUCTURA especial, centro
Especial
URBANA de barrio

USO DEL SUELO Habitacional, No especifica No especifica No especifica No especifica


RECOMENDABLE comercio,
oficinas y
(Uso principal,
servicio
complementario,
prohibido)

VIALIDAD DE Av. Secundaria No especifica No especifica No especifica Vía troncal o


ACCESO Calle Principal local
RECOMENDABLE

POSICIÓN EN LA Cabecera o No especifica No especifica No especifica No especifica


MANZANA media manzana

VULNERABILIDADES No especifica No especifica No especifica No especifica Nivel 3 Molesto


QUE PODRÍA
GENERAR

SENSIBILIDAD FRENTE No especifica No especifica No especifica No especifica No especifica


A USOS
PREEXISTENTES

ESPACIO REQUERIDO No especifica No especifica 200.000 a 0,20 – 1,0 Hab No especifica


300.000m2

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NORMAS DE SEDESOL LUSU SARAVIA VALLE JAN BAZANT SANTA CRUZ


LOCALIZACIÓN

MÓDULO TIPO 1.620 m2 No especifica 15,57 m2 por 14 m2 puesto No especifica


RECOMENDABLE vivienda
2.700 m2
(m2 por módulos,
m2 de terreno por
módulo)
SUPERFICIE DE 2.700 No especifica 2 m2 por vivienda 14 m2 puesto No especifica
TERRENO
RECOMENDABLE
FRENTE MÍNIMO 40 No especifica No especifica No especifica No especifica
RECOMENDABLE
PROPORCIÓN 1:1 a 1:3 No especifica No especifica No especifica No especifica
RECOMENDABLE
DE PREDIO
NÚMERO DE 2a3 No especifica No especifica No especifica No especifica
FRENTES
RECOMENDABLES

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8.3. ELECCION DEL TERRENO


Se recomienda terrenos con poca pendiente, ya que las posibilidades de utilización serán más ventajosas. Asimismo,
los terrenos de manzana completa son mejores, ya que ofrecen más ventajas de comercialización.

La topografía del terreno debe ser de preferencia regular o con pendiente moderada, entre el 2% y el 5% si no es así,
se deben tomar en cuenta dos criterios:

• Adaptación del diseño del proyecto a la topografía del terreno, elevación y depresiones naturales, considerar
movimiento de tierra.

• Contemplar los obstáculos que puedan presentarse, tales como construcciones existentes, vegetación.

8.3.1. UBICACIÓN DEL MERCADO POR TRADICIÓN:


Este criterio estima que para construir un mercado debe considerarse el lugar que la población y los comercios han
utilizado por tradición, para vender y comprar los productos que se consumen en la región.

QUE LA MUNICIPALIDAD TENGA TERRENO PROPIO: Si la Municipalidad tiene un predio propio, la construcción se
justificará tomando en cuenta los siguientes requisitos:

• Ubicación acorde al tipo de mercado.

• Equidistante de las áreas a las cuales prestará servicio, con un radio de acción adecuada al tipo de mercado al
cual será destinada.

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Previo a la selección definitiva del área, debe contemplarse que las vías de
acceso tengan capacidad en su sección y tipo de carga permisible de
soportar el aumento del número y frecuencia de los vehículos y sobre todo
de vehículos de carga usados generalmente como medio de transporte.

8.3.2. INFRAESTRUCTURA FÍSICA DE SERVICIOS PÚBLICOS


Al tomar la decisión de contemplar el diseño de un mercado municipal
TERRENO DE UNA MANZANA
dentro de determinada área, se tendrá previsto como factor importante los
servicios públicos con que cuenta la población, así como los que tendrá que
crear y los que surgirán como consecuencia del diseño.

Los básicos pueden enumerarse:

• Drenajes.

• Agua Potable. VÍA


SECUNDARIA
• Electricidad.
Presenta menos
número de
• Área para tratamiento de aguas servidas.
vehículos, puede MERCADO
ser
• Vías de acceso adecuadas para su fácil crecimiento. El área contemplada peatonalizada
para proyectar un mercado, debe contar con amplias y fluidas vías de eventualmente
para espacios
acceso para poder proporcionar principalmente una rápida descarga de feriales.
productos, función básica en este tipo de proyectos, así como facilidad en
VÍA TERCIARIA
el acceso de público.

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Distrito 3 VILLA ALEMANIA


1 Plaza San Pablo Entre Calle A.
8.4. PROPUESTA DEL TERRENO Marino Y C. 4
Superficie: 1972 m2

• BOLIVIA • LA PAZ • EL ALTO • DISTRITO 3

Distrito 3 VILLA CALUYO


2
Plaza Bolivia Entre Calle F Y Av. F
Superficie: 3823 M2

Distrito 3 VILLA ADELA


3 Plaza SIMON BOLIVAR
Superficie: 4000 m2

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8.5. TERRENO DE INTERVENCION 1 2

AREA DE INTERVENCION MERCADO AMOR DE COBRE

CAPILLA SEÑOR DE LA CRUZ AV. F

PLAZA PACAJES CALUYO AV. BOLIVIA

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9. ANALISIS DE SITIO N
NOMENCLATURA

SALIENTE
PONENTE

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9.1. CLIMA
9.1.1. ASOLEAMIENTO
CRITERIOS DE COMERCIO:
Primavera y verano
(sep.-feb.) = Fiestas de Fin de año, mayor comercio.
Otoño e invierno
(mar-junio) = Menor movimiento
comercial.
Tabla 2 criterios de asoleamiento

INICIO H. NORTE H. SUR

20 -21 Marzo Primavera Otoño El sol incide uniformemente en ambos hemisferios.

21,22 Junio Verano Invierno Menos horas de luz, menos calor

22-24 Septiembre Otoño Primavera El sol incide uniformemente en ambos hemisferios.

21-22 Diciembre Invierno Verano Mas horas de luz, mas calor.

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9.1.2. VIENTOS
Tabla 3.Dirección y Velocidad de Vientos Tabla 4. Calculo de rugosidad del terreno

Fuente: Víctor Rodríguez Manuel 2004

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9.1.3. PRECIPITACIONES
Tabla 6. Angulo de lluvias Tabla 5. Precipitaciones

Fuente: Arq. Vania Calle

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9.2. VALORACION DEL CLIMA


VARIABLES APLICACIÓN CARACTERÍSTICAS APLICACIÓN AL DISEÑO PROBLEMAS POR
RESOLVER

Alta 30° - 40° En desierto: lluvia escasa, Procurar ventilación cruzada y Ventilación. Sombras.
humedad seca. En trópico: espacios sombreados. Muros
lluvia abundante, humedad gruesos. Techos altos, pórticos.
elevada.

Media 20° - 30° Calor soportable. Lluvia Espacios abiertos. Muros Sombras.
TERMPERATURA

regular. Humedad media. delgados. Ventanas grandes.

Baja 0° - 20° -3°C a 15°C Poco calor. Poco lluvioso. Procurar asoleamiento y Protección contra
Invierno seco y verano retención de calor. Techos bajos, vientos fríos.
Media 12°C
suave. ventanas chicas.
Directo La ubicación Radiación exposición Espacios al aire libre. Área de Sombras. Bloquear
permite un gran franca. recreación. Usar volados, aleros, orientación
asoleamiento vegetación para procurar indeseable y
sombras. aprovechar la
ASOLEAMIENTO

deseable.
Tangente o Exposición media reflejos Áreas residenciales y de Reflejos
indirecto equipamiento urbano. Usar parte
soles para matizar reflejos.

Dominantes Buena ventilación. Atraen Aprovechamiento para Ventilación de


lluvia. Disminuyen la condiciones de confort en los espacios.
contaminación. espacios. Ventanas medianas.
Secundarios Dirección Este Ventilación variable o Aprovechamiento al máximo. Obstaculizar vientos
VIENTOS

Velocidad de 9- temporal. Mantiene la Ventanas grandes. indeseables.


12 km/hr temperatura.
Erosión.

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VARIABLES APLICACIÓN CARACTERÍSTICAS APLICACIÓN AL DISEÑO PROBLEMAS POR


RESOLVER

Precipitación Lluvia constante todo el Procurar buenos drenajes Escurrimiento.


750mm año pluviales y áreas grandes Erosión.
techadas, volados, aleros en
construcciones, pórticos.
Precipitación 655mm Lluvia de temporal unos Concentrar el agua en canales y Almacenamiento.
media meses al año presas.
Dic, Ene, Feb
250 – 750mm meses lluviosos
Precipitación baja Lluvias esporádicas Prever presas. Perforaciones Captación.
LLUVIAS

profundas. Obras de captación


250mm de agua.
Alta Asoleamiento bueno Muy Procurar sombra y ventilación Ventilación.
lluvioso cruzada. Espacios grandes,
60 – 100 %
claros y altos.
Mediana 30 – 60 50 % Asoleamiento bueno Provocar ventilación. Asoleamiento.
% Poco lluvioso
HUMEDAD

Baja 30% Muy asoleado Poca lluvia Procurar sombras. Espacios Evaporación.
pequeños y oscuros.

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9.3. VEGETACION NATIVA

Nombre Común: Acacia Nombre Común: Queñua


Nombre Común: Kishuara,
Kolli negra
Altura: 4 - 5 m
Altura: 4 - 6 m Altura: 10 m
Dimensión de Fronda: 4 m
Dimensión De Fronda: 4 - 5 m Dimensión de Fronda: 4 - 6 m
Forma de la Copa:
Forma de la Copa: Abanico - Forma de la Copa: Ovoidal Redonda
Redonda Follaje: Perenne Denso Imagen 6. Plaza Bolivia Zona Pacajes Caluyo
Follaje: Perenne Denso
Follaje: Perenne Medio

Nombre Común: Eucalipto Nombre Común: Acacia Nombre Común: ciprés


floribunda, mimosa cupresos
Altura: 20 - 25 m Altura: 6 m Altura: 10-12 m
Dimensión de Fronda: 5 - 8 Dimensión de Fronda: 4 - 6 m Dimensión de Fronda: 6-8 m
m Forma de la Copa: Redonda Forma de la Copa: piramidal
Follaje: Perenne Medio Follaje: Perenne denso
Forma de la Copa: Ovoidal
Follaje: Perenne Medio Imagen 7. Mercado Amor de Cobre

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9.4. USUSARIOS

CARACTERÍSTICAS PERSONAL PERSONAL GREMIAL COMPRADORES


MUNICIPAL

Según la clasificación de los mercado • Contador • Administrador • Amas de casa


se pueden dif erenciar según su • Inspector (Maestra Mayor) • Ancianos
capacidad de venta y copra (capacidad Sanitario • Secretaria • Niños
comercial) asi tambien su ubicación. Lo • Vendedor(a)
• Personal De • Padres
ref erente a sus servicios, se denomina Gremial
Mantenimiento • Jóvenes
comerciantes menoristas siendo
MERCADO (Portero) USUARIO LOCAL
distribuidas de forma local.
• Agente De El que casi a diario hace sus compras de
Seguridad productos básicos al menudeo
USUARIO EVENTUAL
es el que solo asiste en algunas ocasiones a
las instalaciones del mercado

Los asentamientos en vía pública • Dirigentes • Amas de casa


(Ferias) en dif erentes zonas y distritos, • Secretario de • Ancianos
donde existe la compra y venta de todo asciendas • Niños
tipo de productos, es una de las
• Vendedor(a) • Padres
actividades de mayor representación
en cuanto al comercio inf ormal en el
Gremial • Jóvenes
FERIA USUARIO LOCAL
Municipio de El Alto.
El que casi a diario hace sus compras de
productos básicos al menudeo
USUARIO EVENTUAL
es el que solo asiste en algunas ocasiones a
las instalaciones del mercado

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10. PREMISAS DE DISEÑO


10.1. PARAMETROS
COMERCIO UNIDADES POR 1000 Hab. COMERCIO UNIDADES POR
1000 hab.
Droguería / Bazar 1,56 Florista 0,16
Carnicería 1,1 Lencería 0,18
Restaurante 0,71 Joyería y relojería 0,16
Farmacia 0,62 Modista 0,15
Garaje 0,46 Bisutería 0,15
Confección 0,45 Tintorería 0,14

Plomería 0,44 Lavandería 0,13


Confitería 0,36 Sucursal Banco 0,10
Panadería 0,36 Paletería 0,05
Frutas y verduras 0,27 Máquinas de escribir 0,03
Muebles 0,22 Objetos deportivos 0,03
Tabacos 0,2 Peluquería 1,20
Zapatería 0,18 Electricidad y radio 0,40
Fotógrafo 0,20 Marmolista 0,10
música 0,10

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10.2. ESQUEMAS FUNCIONALES

Diagramas 1. Área de Servicio de un Mercado

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Diagramas 2. Área administrativa de un Mercado

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Diagramas 3. Área de guardería de un Mercado

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10.3. ANTROPOMETRÍA EN ESPACIOS COMERCIALES


Tabla 7. Antropometría de espacios comerciales

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10.4. ESPACIO DE VENTA

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10.5. REPERCUSIONES DEL COVID-19

Los 3 escenarios posibles para la recuperación económica tras la pandemia de covid-19.

EL ESCENARIO IDEAL
V “Se vuelve a un nivel muy similar a la
inicial y que la recesión es
relativamente rápida… “

EL ESCENARIO MÁS PROBABLE U “Entras y sales, pero te mantienes


abajo un poco más de tiempo, como si
te costara salir. Te quedas abajo"

EL ESCENARIO AGITADO W “Es cuando entras y sales pero


vuelves a entrar (en recesión)"

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10.6. NORMAS DE DIMENCIONAMIENTO

• Ancho mínimo de los pasajes 2,20 m deben permanecer libres de

objetos

• Pasaje s principales ancho mínimo de 3,00 m.

• Los pasajes de circulación publica deben estar intercomunicados entre si mediante circulaciones verticales, escaleras y/o
ascensores.

• Pisos pendiente de por lo menos 1,5 hacia las canaletas o sumidero de desagüe de existir.

• Distribución de las secciones es por tipo de producto. Las áreas mínimas de los puestos de acuerdo a las actividades
comerciales adesarrollar en el mercado son:

DIMENSIONAMIENTO DE CIRCULACIONES

• Altura libre minina de piso a c i e l o es de 3,00 m.

• Debe contar como mínimo con un ingreso accesible para personas c on disc apac idad y a partir de1,000 m2 tec hados.

• Con ingresos diferenciados para público y para mercadería.

• Instalación de puertas de acceso, comunicación y salida deberán tener según el uso de los ambientes a los que dan
acceso y al tipo de usuario que las empleara.

• Altura mínima 3,00 m.

Fuente: https://es.scribd.com/document/487565686/NORMATIVA-DE-UN-CENTRO-COMERCIAL

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10.7. NORMAS DE INFRAESTRUCTURA


Las puertas de acceso serán como mínimo en número de dos (2) en mercados de 150 puestos o menos, debiendo
ubicarse en puntos extremos y aumentando una puerta por cada 100 puestos adicionales.

Las dimensiones de los vanos para la instalación de puertas de acceso, comunicación y salida deberán calcularse
de acuerdo al ambiente al que sirven, siendo las dimensiones mínimas las siguientes:

Ingreso principal 2.30 m (altura) x 3.00 m (ancho)

Altura puerta interior 2.10 m


Dependencias interiores
0.90 m
Servicios higiénicos
Servicios higiénicos para 0.80 m

discapacitados 0.90 m

• Los pasadizos tendrán el tránsito fluido; su anchura no debe ser menor de 2.40 m, y en ningún caso se
utilizarán como áreas de almacenamiento temporal o permanente ni de exhibición de los alimentos.
• Los pasadizos estarán interrelacionados unos con otros, de manera que exista fluidez hacia las puertas de
salida.
• Los pasajes principales deberán tener un ancho mínimo de 3.00 m.

• Los pisos no tendrán grietas y serán fáciles de limpiar y desinfectar. Se les dará una pendiente que permita
que los líquidos escurran hacia los sumideros, evitando su acumulación.
Fuente: https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN

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• Las paredes serán de material impermeable, adsorbente, lavable y de color claro, serán lisas y sin grietas.

• En las áreas de comercialización de productos perecederos, los ángulos entre las paredes, entre las paredes
y los pisos, y entre las paredes y los techos, serán abovedados.

• Los techos deberán ser de material impermeable, adsorbente, liso, sin grietas y
fáciles de limpiar.
• La altura deberá garantizar una buena ventilación e iluminación.
• Las ventanas y otras aberturas se diseñarán de manera tal que se evite la
acumulación de suciedad y sean fáciles de limpiar.
• Además, deben estar provistas de medios que impidan el ingreso de insectos, aves u otros animales; estos
medios deben ser desmontables.

Fuente: https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN

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10.8. AREAS Y ESTRUCTURA INTERNA


FLUJO DE TRABAJO El mercado debe ser distribuido y señalizado de manera que facilite el FLUJO DE TRABAJO
siguiendo de preferencia el principio de flujo hacia delante.

AREAS INTERNAS DEL MERCADO Deben estar divididas en zonas o giros según el nivel de higiene dependiendo de los riesgos
de contaminación y de los alimentos.

PISOS, PAREDES Y TECHOS Deben ser construidos de materiales impermeables, no porosos que permitan la limpieza
y mantenimiento.
PAREDES DE LOS PUESTOS DE Deben tener una superficie lisa de baldosa o pintura lavable hasta una altura mínima de 2 m.
COMERCIALIZACIÓN

ÁREAS DE MANIPULAN Y Las uniones entre las paredes y los pisos, deben ser cóncavas (redondeadas) para
PREPARAN LOS
facilitar su limpieza y desinfección.
ALIMENTOS
SUPERFICIES Y MATERIALES Deben ser de materiales que no contengan sustancias tóxicas y deben estar diseñados para
el uso previsto, fáciles de mantener, limpiar y desinfectar.

MATERIAL DE PISOS Deben ser de material antideslizante y liso, resistente a los golpes, libres de roturas y grietas.

PENDIENTE DE PISO PENDIENTE mínima de 2 % que permita el drenaje de efluentes líquidos provenientes de la
limpieza.

DRENAJES DEL PISO Deben tener la protección adecuada, ser conducidos por cañerías y estar diseñados de forma
tal que se permita su limpieza y mantenimiento. Donde sea requerido deben tener instalados
el sello hidráulico, trampas de grasa y sólidos, con fácil acceso para la limpieza.

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10.9. AREAS BASICAS DEL EQUIPAMIENTO


DESCRIPCIÓN NORMA

INGRESOS Contar con una rampa en el acceso al edificio.

PASILLOS Ancho = 1,20 m


Para giro de 90* un ancho mínimo de = 1,00 m
Para giro de mayor a 90* un ancho mínimo de = 1,20 m. Para circulación frecuente de dos sillas de
ruedas = 1,50 m

ESCALERAS Huella con Borde o Arista redondeada


Angulo que forma la contrahuella con la huella, debe ser de 90*
AGARRADORAS Las agarraderas de secciones circulares (Diámetro entre 3 cm – 5 cm).
Y PASAMANOS
Pasamanos colocados a una altura de 0,90 m de altura, extremos curvados y sección
comprendida entre 3cm y 5cm. Pasamanos en rampas y escaleras deben ser continuos en todo el
recorrido (incluye descanso).
ESPACIOS DE Se debe destinar un área para usuarios en sillas de ruedas y muletas.
ESTAR Y SALAS
DE ESPERA Área de 1,20 m x 1,20 m
Señalización de área reservada o preferencial.
RAMPAS 0,90 = Ancho mínimo.
1,20m = Dimensión mínima de descanso.
Al inicio y final de la rampa inscribir un círculo de 1,20m de diámetro como mínimo. En rampas de
doble circulación se debe colocar en el centro un pasamanos intermedio

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10.10. ILUMINACION Y VENTILACION


ILUMINACION Puede ser natural y/o artificial, debe ser adecuada para permitir la realización de las tareas para
que no comprometa la higiene de los alimentos y no alterar la visión de los colores de los alimentos
que se venden.

SISTEMA Debe estar en buen estado y contar con un generador alterno de energía eléctrica de encendido
automático de acuerdo a los requerimientos energéticos del mercado.
ELECTRICO
VENTILACION Puede ser natural o artificial, directa o indirecta para reducir al mínimo la contaminación de los
alimentos transmitida por el aire.

10.10.1. ORIENTACION
ORIENTACIÓN DE FACHADAS Expuestas al viento predominante.

APROVECHAMIENTO DEL Por medio de grandes VANOS que permitan la penetración del mismo (evacuación
del viento en todas sus áreas).
VIENTO

LAS ÁREAS QUE PRODUCEN Deberán ubicarse en sentidos de los vientos predominantes.
OLORES

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10.11. LOCALES COMERCIALES


Los LOCALES que se construyan o habiliten para comercio de productos alimenticios, además de cumplir con
las normas de la presente sección y otras pertinentes de la Normativa, se sujetarán a los siguientes requisitos:

• Los MUROS Y PAVIMENTOS serán lisos, impermeables y lavables.


• Los VANOS DE VENTILACIÓN de locales donde se almacenen productos alimenticios estarán dotados de mallas
o rejillas de metal que aíslen tales productos de insectos, roedores y otros elementos nocivos.
• Tendrán provisión de AGUA POTABLE y al menos un fregadero.
• Dispondrá de UN VESTIDOR Y BATERÍA SANITARIA para hombres y otra para mujeres de uso exclusivo de los
empleados, compuesta por un inodoro, un lavabo y una ducha.

CARNES, PESCADO Y PRODUCTOS PERECIBLES 6 M2

ABARROTE, MERCERIA Y COCINA 8 M2

OTROS PRODUCTOS 6 M2

FRENTE MINIMO 2,40 M

ANCHO DE PUERTA 1,20 M

ALTURA MINIMA 3M

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10.12. PUESTOS DE VENTA


ZONA HUMEDA

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ZONA SEMI HUMEDA

ZONA SECA

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10.13. INSTALACIONES SANITARIAS


El mercado debe contar con instalaciones sanitarias como SERVICIOS HIGIÉNICOS, DUCHAS Y VESTIDORES
dotados de facilidades higiénicas, en cantidad suficiente e independiente para hombres y mujeres de acuerdo a lo
detallado en el Anexo A y con accesibilidad para personas con discapacidad según la NTE INEN 2293.
SERVICIOS SANITARIOS PARA EMPLEADOS

NUMERO DE PERSONAS HOMBRES MUJERES


DE 1 A 5 PERSONAS (PUBLICO) 1L – 1U – 1I

DE 6 A 20 PERSONAS (PUBLICOS) 1L – 1U- 1I 1L – 1I


DE 21 A 60 PERSONAS (PUBLICOS) 2L – 2U- 2I 2L – 2I

DE 61 A 150 PERSONAS (PUBLICOS) 3L – 3U- 3I 3L – 3I

POR CADA 100 EMPLEADOS ADICIONALES 1L – 1U- 1I 1L – 1I

SERVICIOS SANITARIOS PARA EL PUBLICO

NUMERO DE PERSONAS HOMBRES MUJERES

DE 0 50 PERSONAS (PUBLICO) NO REQUIERE

DE 51 A 100 PERSONAS (PUBLICOS) 1L – 1U- 1L 1L – 1L


DE 101 A 250 PERSONAS (PUBLICOS) 2L – 2U- 2L 2L – 2L

DE 251 A 500 PERSONAS (PUBLICOS) 3L – 3U- 3L 3L – 3L

POR CADA 300 PERSONAS ADICIONALES 1L – 1U- 1L 1L – 1L

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10.14. NORMAS RELATIVO A LOS SERVICIOS


Los mercados deberán contar con un ambiente para recolectar los residuos sólidos, los cuales deberán
encontrarse alejadas del área de comercialización y de los almacenes. Sus paredes y pisos serán de fácil limpieza,
y el sistema de ventilación, natural o forzado deberá estar protegido contra roedores y plagas.
Ambiente para basura mercado mayorista 0.015 m3 x m2 de área de venta Ambiente para basura mercado
minorista 0.020 m3 x m2 de área de venta Ambiente de limpieza 6 m2. + lavatorio
Se dispondrá un acceso directo para que los camiones recolectores de basura recojan los residuos del
mercado. El almacenamiento y recolección de residuos sólidos deberá también sujetarse a lo establecido en los
capítulos III y V de la Ley General de Residuos Sólidos.
DESECHOS SOLIDOS

SISTEMA DE El mercado debe contar con un sistema de recolección diferenciada interna de desechos
RECOLECCIÓN (orgánicos e inorgánicos), almacenamiento provisional en un área específica cubierta, con
piso impermeable, con ventilación y señalización, accesible para su recolección y su
posterior disposición final.

RECIPIENTES Los desechos sólidos se deben retirar frecuentemente de los recipientes destinados para
PARA este fin ubicados en los puestos y demás áreas del mercado. Los desechos deben
DESECHOS disponerse de manera que se elimine la generación de malos olores para que no sean
SÓLIDOS fuente de contaminación o refugio de plagas.
Los recipientes para desechos sólidos en los puestos deben estar en buen estado higiénico
cubiertos con una tapa, y con una funda plástica en su interior que facilite el retiro de los
residuos.

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11. DIMENSIONAMIENTO
11.1. CALCULO DE POBLACION

Método Lineal

2012: 15.769 hab (Censo) Pf= 15.769 (1+ (2,3x9))


Pf= Po (1+ Tn) Índice de crecimiento en Pf= 34.218,73
La Paz: 2,3 %
Pf= Población final
Po= Población inicial 2020: 34.218 hab
T= Índice de crecimiento
n= Año horizonte

Método Geométrico / Exponencial

9
2012: 15.769 hab (Censo) Pf= 15.769 (1+ 2,3/100)
𝒏
Pf= Po (1+ T/100) Índice de crecimiento en Pf= 19.350,17
La Paz: 2,3 %

Pf= Población final 2020: 19.350hab


Po= Población inicial
T= Índice de crecimiento
n= Año horizonte

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11.2. CALCULO DE POBLACION FUTURA

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11.3. AÑO HORIZONTE

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12. PROGRAMA
12.1. PROGRAMA CUANTITATIVO
ÁREA VENTAS ESPECIFIACIÓN DIMENSIONES EN M2
AMBIENTES CIRCULACION AMBIENTE N° USUARIO HORARIOS
NOMBRE largo m ancho m m2 SUP M2

INGRESO PRINCIPAL área de ingreso LIBRE/ MASIVA HALL 1 1 1 1 1 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00
INGRESO

INGRESO INGRESO SECUNDARIO ingreso de mercadería LIBRE/ MASIVA HALL 1 0 0 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:01

INGRESO DE PERSONAL ingreso de personal RESTRINGIDA/ GRUPAL HALL DE SERVICIO 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:02

OFICINA MAYOR personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 3 4 12 12 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:03

ADMINISTRACIÓN SECRETARÍA personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 3 3 9 9 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:04

SALA DE REUNIÓN personal administrativo RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 4 4 16 16 PERSONAL ADMINISTRATIVO 08:30 A 14:05

CONTROL COMISARIA policia-guardia-portero RESTRINGIDA/ GRUPAL OFICINA 1 4 5 20 20 SEGURIDAD 08:30 A 14:06

VESTIDORES MUJERES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:07

VESTIDORES VARONES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 0 0 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:08
PERSONAL DE LIMPIEZA
DEPÓSITO DE LIMPIEZA personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 1 3 3 9 9 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:09
ADMINISTRACIÓN

CONTENEDORES personal autorizado RESTRINGIDA/ GRUPAL VESTIDORES 2 2 3 6 12 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:10

SoHo MUJERES publico en general LIBRE/ MASIVA/MUJERES SANITARIO MUEJERES 1 12,6 3 37,8 37,8 PUBLICO EN GENERAL MUJERES 08:30 A 14:11
SERVICIO HIGIÉNICO
SoHo VARONES publico en general LIBRE/ MASIVA/VARONES SANITARIO VARONES 1 12,6 3 37,8 37,8 PUBLICO EN GENERAL VARONES 08:30 A 14:12

VERDURAS Legumbres, tuberculos y verduras LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 18 3 3 9 162 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

CARNES carne, pollo, pescado y huevo LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 18 3 4 12 216 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

LACTEOS leche queso yogurt LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 6 3 2 6 36 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
VENTA PRODUCTOS CANASTA FAMILIAR
FRUTAS de temporada y en general LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 12 3 3 9 108 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

ABARROTES arroz azucar fideo y otros devidados LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 12 3 2 6 72 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

CONDIMENTOSY OTROS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 10 3 2 6 60 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

COMEDOR POPULAR LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 5 4 20 140 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

CAFETERIA almuerzo, comidas especiales y desayunos LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 5 4 20 140 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

VENTA PRODUCTOS COMESTIBLES JUGOS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 10 5 4 20 200 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

VENTA MIXTA FLORERIA flores LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 3 2 6 42 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00
ABASTECIMIENTO

PLANTAS MEDICINALES medicina natural LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 7 3 2 6 42 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

PLASTICOS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 10 3 2 6 60 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

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HERRAMIENTAS herramientas menores LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 15 3 2 6 90 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

VENTA MIXTA VENTAS VARIADAS LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 20 3 2 6 120 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

QUIOSCO VENTA EXTERIOR LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 30 3 2 6 180 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

ADMINISTRACION LIBRE/ MASIVA PUESTO- KIOSCO 1 3 3 9 9 PERSONAL DELMERCADO 08:30 A 14:00

PATIO CENTRAL LIBRE/ MASIVA PATIO CENTRAL 1 7 0 0 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00

CIRCULACION LIBRE/ MASIVA PASILLOS 1 1350 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00


COMPLEMENTARIOS

ESTACIONAMIENTO PARQUEO PÚBLICO LIBRE/INDIVIDUAL PARQUEO 40 5 2,5 12,5 500 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00

CARGA Y DESCARGA PARQUEO VEHÍCULOS PESADOS PRIVADA/INDIVIDUAL PARQUEO/ PRIVADO 3681,6 PUBLICO GENERAL 08:30 A 14:00

246 100 45 total 4500 PUBLICO GENERAL

12.2. PROGRAMA CUALITATIVO


PROGRAMA CUALITATIVO

PLANTA BAJA

ILUMINACIÓN VENTILACIÓN MOBLIARIO


REVESTIMIENTO
ÁREA SUB-ÁREA AMBIENTE ACÚSTICA CERRAMIENTOS
DE PISO
NATURAL ARTIFICIAL NATURAL ARTIFICIAL FIJO MOVIL

Luz solar Bloques de


INGRESO PRINCIPAL Luz difusa Cruzada x Difusora Semicubierto, transparencia x Bancas
directa concreto

Luz solar Bloques de


INGRESO INGRESO SECUNDARIO Luz difusa Cruzada x Difusora Semicubierto, transparencia x Bancas
directa concreto
INGRESO

Luz solar Bloques de


INGRESO DE PERSONAL Luz difusa Cruzada x Difusora Semicubierto, transparencia x x
directa concreto

Cubierto, semicubierto, Sillas,


OFICINA MAYOR Luz solar difusa Luz directa Inducida x Absorvente Piso flotante x
transparente mesas

Cubierto, semicubierto, Sillas,


ADMINISTRACIÓN SECRETARÍA Luz solar difusa Luz directa Inducida x Absorvente Piso flotante x
transparente mesas

Luz solar Sillas,


SALA DE REUNIÓN Luz directa Inducida x Difusora Cubierto Piso flotante x
Reflejada mesas

Luz solar
CONTROL COMISARIA Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada
ADMINISTRACIÓN

VESTIDORES MUJERES Luz solar Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada
PERSONAL DE LIMPIEZA
Luz solar
VESTIDORES VARONES Luz directa Inducida x Reflexiva Cubierto Cerámica x x
Reflejada

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DEPÓSITO DE LIMPIEZA x Luz difusa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cemento x x

CONTENEDORES x Luz difusa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cemento x x

Luz solar Lavamanos,


SoHo MUJERES Reflejada Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Inodoro x

SERVICIO HIGIÉNICO
Luz solar Lavamanos,
SoHo VARONES Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica x
Reflejada Inodoro

Vitrina
Reflejada Enfriamiento congeladora,
VERDURAS Luz destacada Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
mínima evaporativo mesa, silla,
banca

Vitrina
Reflejada Enfriamiento congeladora,
CARNES Luz destacada Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
mínima evaporativo mesa, silla,
banca

VENTA PRODUCTOS Reflejada Mesa, silla,


LACTEOS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
CANASTA FAMILIAR mínima estante

Luz solar Mesa, silla,


FRUTAS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
Reflejada estante

Luz solar Mesa, silla,


ABARROTES Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
Reflejada estante

Luz solar Mesa, silla,


CONDIMENTOS Y OTROS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
Reflejada estante

Mesa, silla,
COMEDOR POPULAR Luz solar difusa Luz directa Inducida Ventilador Absorvente Semicubierto Cerámica Lavadero
estante

VENTA PRODUCTOS Mesa, silla,


CAFETERIA Luz solar difusa Luz directa Inducida Ventilador Absorvente Semicubierto Cerámica Lavadero
COMESTIBLES estante

Mesa, silla,
JUGOS Luz solar difusa Luz directa Inducida Ventilador Absorvente Semicubierto Cerámica Lavadero
estante

Reflejada Mesa, silla,


FLORERIA Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
mínima estante

Reflejada Mesa, silla,


PLANTAS MEDICINALES Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
mínima estante

Reflejada Mesa, silla,


VENTA MIXTA PLASTICOS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
mínima estante

Reflejada Mesa, silla,


HERRAMIENTAS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
mínima estante
ABASTECIMIENTO

Reflejada Mesa, silla,


VENTAS VARIADAS Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica Lavadero
mínima estante

Reflejada Mesa, silla,


VENTA EXTERIOR QUIOSCO Luz destacada Inducida Ventilador Reflexiva Semicubierto Cerámica Lavadero
mínima estante

Luz solar Lavamanos,


COMPL
EMENT

SERVICIO HIGIÉNICO SoHo MUJERES Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica x
ARIOS

Reflejada Inodoro

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Luz solar Lavamanos,


SoHo VARONES Luz directa Inducida Ventilador Reflexiva Cubierto Cerámica x
Reflejada Inodoro

DEPÓSITOS x Luz difusa Inducida x Reflexiva Cubierto Cemento x x

DEPÓSITO CÁMARA FRIGORÍFICA x Luz destacada Inducida x Reflexiva Cubierto Cemento x x

SELECCIÓN Y LAVADO x Luz destacada Inducida x Reflexiva Cubierto Cemento x x

Luz solar
PATIO PATIO CENTRAL Luz directa Aire libre x Difusora Exterior Cemento x x
directa

ESTACIONAMIENTO PARQUEO PÚBLICO Luz solar difusa Luz directa x x Absorvente Exterior Cemento x x

CARGA Y DESCARGA PARQUEO VEHÍCULOS PESADOS Luz solar difusa Luz directa x x Absorvente Exterior Cemento x x

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13. PROYECTO

PLANO DE SITIO Y TECHOS

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PLANO DE CIMIENTOS

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PLANTA 1

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PLANTA 2

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PLANTA 3

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CORTES

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ELEVACIONES

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ELEVACIONES

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VISTA PRINCIPAL

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PERSPECTIVA PRINCIPAL

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PERSPECTIVAS

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PERSPECTIVAS

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PERSPECTIVA INTERIORES

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15. BIBLIOGRAFIA

• NORMATIVA MEXICANA – SEDESOL 1999


• MANUAL DE DISEÑO DE CRITERIO URBANO – JAN BAZANT S.
• EQUIPAMIENTO URBANO – JORGE SARAVIA VALLE
• PLAN DE MANEJO PARA LA INTERACCION DE MERCADOS DE ABASTO
• LANIFICACIÓN Y DISEÑO DE MERCADOS RURALES – ONU
• NORMATIVA TÉCNICA 0.70 COMERCIO
• NORMATIVA DE UN CENTRO COMERCIAL

CONSULTA DE PROYECTOS DE GRADO

• Autor MARCELA NANCY DURAN “CENTRAL DE ABASTO” PROYECTO DE GRADO (2017) [fecha de consulta:
19 de marzo del 2021] disponible en: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/bitstream/handle/123456789/13104/PG -
3851.pdf?sequence=1
• Autor LAURA PATRICIA ZEBALLOS “MERCADO DE ABASTO” PROYECTO DE GRADO (2016) [fecha de
consulta: 2 de marzo del 2021] disponible en: https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11479
• Autor VICTOR HUGO LIMACHI “MERCADO MODELO MINORISTA EN LA CIUDAD DE EL ALTO” PROYECTO
DE GRADO (2015) [fecha de consulta: 15 de mayo del 2021] disponible en:
https://repositorio.umsa.bo/xmlui/handle/123456789/11291

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CONSULTA DE TESIS

• Autor ARQ. JESUS ELMAN MEZA POLOMINO “MERCADO MODELO DE CARBALLO” PROYECTO DE GRADO
(2016) [fecha de consulta: 18 de marzo del 2021] disponible en:
https://www.google.com/search?rlz=1C1CHBD_esBO917BO917&sxsrf=ALeKk0257eNLGzYI5G9VErBuGXTKw
dNVs
WIKIPEDIA

• https://www.redalyc.org/pdf/4261/426143427004.pdf
• https://es.scribd.com/document/487565686/NORMATIVA-DE-UN-CENTRO-
COMERCIAL#:~:text=7%20p%C3%A1ginas-,Normativa%20de%20Un%20Centro%20Comercial,-
T%C3%ADtulo%20original%3ANORMATIVA%20DE
• https://es.scribd.com/document/466823004/Mercado-de-abastos-RESUMEN

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