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FACULTAD DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA

ESCUELA PROFESIONAL DE ARQUITECTURA

“ESTUDIO PARA EL PROYECTO ARQUITECTONICO DE UN CENTRO DE


INTERPRETACION AMBIENTAL EN IQUITOS”

TESIS PARA OBTENER EL TÍTULO PROFESIONAL DE:


ARQUITECTO

AUTORES:
García Torres, Savina Betsabé (ORCID: 0000-0003-3953-9460)
Marina Valeria, Reátegui Pereira (ORCID:0000-0001-8042-5540)

ASESOR:
MBA. Arq. Juan Carlos Duharte Peredo (ORCID: 0000-0001-9311-5891)

LÍNEA DE INVESTIGACIÓN:

Arquitectónico

TARAPOTO – PERÚ

2021
DEDICATORIA

Dedicamos con mucha gratitud


nuestro trabajo de fin de carrera
a nuestros amados padres,
que siempre estuvieron incondicionalmente
con nosotras para alcanzar esta meta,
y a todas las personas involucradas
que nos han brindado su interés y apoyo
para la realización de este proyecto.

Marina y Savina.

ii
AGRADECIMIENTO

Agradecemos a Dios, por guiarnos en el camino


y porque sin Él nada sería posible,

A nuestros padres, por brindarnos la oportunidad


de estudiar la carrera de arquitectura,
y por motivarnos a seguir adelante
para alcanzar nuestras metas.

A nuestro asesor el Arq. Carlos Duharte Peredo,


por su colaboración al darnos las pautas
y herramientas necesarias
para direccionar y culminar nuestro proyecto.

iii
INDICE DE CONTENIDOS

DEDICATORIA .................................................................................................................... 2
AGRADECIMIENTO ........................................................................................................... 3
ÍNDICE DE TABLAS ........................................................................................................... 7
ÍNDICE DE FIGURAS ......................................................................................................... 8
RESUMEN ............................................................................................................................ 9
ABSTRACT ........................................................................................................................ 10
I. INTRODUCCIÓN ....................................................................................................... 11
1.1 Planteamiento del Problema / Realidad Problemática .......................................... 13
1.2 Objetivos del Proyecto .......................................................................................... 15
1.2.1 Objetivo General............................................................................................ 15
1.2.2 Objetivos Específicos .................................................................................... 15
II. MARCO ANÁLOGO .................................................................................................. 16
2.1. Estudio de Casos Urbano-Arquitectónicos similares (dos casos) ......................... 17
2.1.1. Cuadro síntesis de los casos estudiados (Formato 01). ................................. 27
2.1.2. Matriz comparativa de aportes de casos (Formato 02) .................................. 29
III. MARCO NORMATIVO. ............................................................................................. 30
3.1. Síntesis de Leyes, Normas y Reglamentos aplicados en el Proyecto Urbano
Arquitectónico. ................................................................................................................ 30
IV. FACTORES DE DISEÑO ........................................................................................... 31
4.1. CONTEXTO ................................................................................................................ 31
4.1.1. Lugar.............................................................................................................. 31
4.1.2. Condiciones bioclimáticas ............................................................................. 32
4.2. PROGRAMA ARQUITECTÓNICO ................................................................... 34
4.2.1. Aspectos cualitativos ..................................................................................... 34
4.2.2. Aspectos cuantitativos ................................................................................... 35
4.3. ANÁLISIS DEL TERRENO. ............................................................................... 37
4.3.1. Ubicación del terreno..................................................................................... 37
4.3.2. Topografía del terreno. .................................................................................. 38
4.3.3. Morfología del terreno. .................................................................................. 38
4.3.4. Estructura urbana. .......................................................................................... 39
4.3.5. Vialidad y Accesibilidad. .............................................................................. 40
4.3.6. Relación con el entorno. ................................................................................ 41
4
4.3.7. Parámetros urbanísticos y edificatorios. ........................................................ 42
V. PROPUESTA DEL PROYECTO URBANO ARQUITECTÓNICO .......................... 45
5.1. CONCEPTUALIZACIÓN DEL OBJETO URBANO ARQUITECTÓNICO ..... 45
5.1.1. Ideograma Conceptual ................................................................................... 45
5.1.2. Criterios de diseño ......................................................................................... 46
5.1.3. Partido Arquitectónico ................................................................................... 47
5.2. ESQUEMA DE ZONIFICACIÓN ....................................................................... 47
5.3. PLANOS ARQUITECTÓNICOS DEL PROYECTO ......................................... 49
5.3.1. Plano de Ubicación y Localización (Norma GE. 020 artículo 8) .................. 49
5.3.2. Plano Perimétrico – Topográfico (Esc. Indicada) y Plot Plan. ...................... 49
5.3.3. Plano General ................................................................................................ 49
5.3.4. Planos de Distribución por Sectores y Niveles .............................................. 49
5.3.5. Plano de Elevaciones por sectores ................................................................. 49
5.3.6. Plano de Cortes por sectores .......................................................................... 49
5.3.7. Planos de Detalles Arquitectónicos ............................................................... 49
5.3.8. Plano de Detalles Constructivos .................................................................... 49
5.3.9. Planos de Seguridad ...................................................................................... 49
5.4. MEMORIA DESCRIPTIVA DE ARQUITECTURA .......................................... 50
5.5. PLANOS DE ESPECIALIDADES DEL PROYECTO (SECTOR ELEGIDO) .. 56
5.5.1. PLANOS BÁSICOS DE ESTRUCTURAS .................................................. 56
5.5.2. PLANOS BÁSICOS DE INSTALACIONES SANITARIAS ...................... 56
5.5.3. PLANOS BÁSICOS DE INSTALACIONES ELECTROMECÁNICAS .... 56
5.6. INFORMACIÓN COMPLEMENTARIA ............................................................ 56
VI. CONCLUSIONES ................................................................................................ 57
VII. RECOMENDACIONES ....................................................................................... 58
REFERENCIAS .................................................................................................................. 59
ANEXOS ......................................................................................................................... 59
ANEXO No 01 – Plan de Desarrollo Urbano de Iquitos (2011-2021). ........................... 59
ANEXO No 02 – Plan de Desarrollo Urbano de Iquitos (2011-2021). ........................... 65
ANEXO No 03 – Reglamento Nacional de Edificaciones (RNE). .................................. 67
ANEXO No 04 – Reglamento Nacional de Edificaciones (RNE). .................................. 71
ANEXO No 05 – Ficha de Análisis Formal – Centro de Interpretación y Observatorio de
Aves EVOA. .................................................................................................................... 82

5
ÍNDICE DE TABLAS

Cuadro 01. Cuadro síntesis de los casos estudiados – EVOA ............................................ 27


Cuadro 02. Cuadro síntesis de los casos estudiados – WASIT .......................................... 28
Cuadro 03. Matriz comparativa de aportes de casos .......................................................... 29
Cuadro 04. Matriz comparativa de aportes de casos .......................................................... 30
Cuadro 05. Tipos de usuarios y necesidades ...................................................................... 34
Cuadro 06. Cuadro de áreas general del proyecto .............................................................. 35
Cuadro 07. Resumen de áreas del proyecto ........................................................................ 36

7
ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1. Miguel Ferreira, F. 2009. Centro de Interpretación ambiental y observatorio de


aves… ................................................................................................................................ ..17
Figura 2. Ficha de Análisis Formal – Centro de Interpretación y Observatorio de Aves
EVOA……. ......................................................................................................................... 19
Figura 3. Ficha de Análisis Funcional – Centro de Interpretación y Observatorio de Aves
EVOA … ............................................................................................................................. 20
Figura 4. Ficha de Análisis Tecnológico Constructivo - EVOA ......................................... 21
Figura 5. Garrido, N. 2016. Centro de visitantes de Wasit. [Fotografía] ............................ 22
Figura 6. Ficha de Análisis Formal – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de
Wasit… ................................................................................................................................ 23
Figura 7. Ficha de Análisis Funcional – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de
Wasit …… ........................................................................................................................... 24
Figura 8. Ficha de Análisis Tecnológico Constructivo - WASIT ....................................... 25
Figura 9. Ficha de Análisis de Ambientes – WASIT ......................................................... 26
Figura 10. Ubicación a nivel distrital .................................................................................. 31
Figura 11. Ubicación y Localización del Terreno .............................................................. 37
Figura 12. Topografía del Terreno ..................................................................................... 38
Figura 13. Perímetro del Terreno ........................................................................................ 39
Figura 14. Perímetro del Terreno ........................................................................................ 40
Figura 15. Propuesta de Sistema Vial PDU ........................................................................ 41
Figura 16. Propuesta de Sistema Vial PDU ........................................................................ 41
Figura 17. Cuadro de compatibilidades de usos del suelo .................................................. 43
Figura 18. Zonificación de usos de suelo del sector de Moronacocha ................................ 44
Figura 19. Boceto de la propuesta urbano arquitectónica ................................................... 45
Figura 20. Propuesta General de Zonificación (Planta) ..................................................... 48
Figura 21. Propuesta General de Zonificación (Perspectiva) ............................................. 48

8
RESUMEN

Un Centro de Interpretación Ambiental ubicado en una zona periférica cercana al centro de


la ciudad de Iquitos, con vista al turístico Lago Moronacocha. Un espacio destinado a la
educación a través de la sensibilización e identificación del ambiente, con lugares que
generen una conexión con el exterior, para reforzar la cultura ecológica, direccionado a
incrementar el valor natural del medio y asentar nuevas estrategias de protección y
conservación.

La propuesta de arquitectura pretende relacionar al usuario de forma armónica con su el


contexto inmediato natural, para sensibilizar y educar a través de la interpretación sobre los
principales temas ambientales y, finalmente, crear conciencia ecológica para el futuro de la
Amazonía.

Palabras clave: Educación Ambiental, Interpretación Ambiental, Cultura Ecológica,


Amazonía, Conciencia Ambiental.

9
ABSTRACT

An Environmental Interpretation Center located in a peripheral área near the center of the
city of Iquitos, overlooking the tourist Moronacocha Lake. A space for education through
awareness and identification of the ecological culture, aimed at increasing the natural value
of the environment and establish new strategies for protection and conservation.

The architectural proposal aims to relate the user in a harmonic way with its immediate
natural context, to sensitize and educate through interpretation on the main environmental
issues and, finally, to create ecological awareness for the future of the Amazon.

Keywords: Environmental Education, Environmental Interpretation, Ecological Culture,


Amazon, Environmental Awareness.

10
I. INTRODUCCIÓN

La ciudad de Iquitos está ubicada al oriente de la Amazonía peruana, con una amplia
vegetación y exuberantes paisajes turísticos que embellecen la ciudad, a lo que le
atribuye el cuidado de nuestro medio y a fomentar una cultura ecológica para el bien
de la población local, regional, nacional y también mundial (PDU IQUITOS, 2011)

Siendo conocedores de esta riqueza Amazónica, nuestro interés es que se cultive una
educación ambiental en la región por medio del crecimiento de la cultura ecológica,
complementando programas de educación ambiental y reforzando la protección
controlada del entorno natural.

Esta acción está enfocada a obtener nuevos reactivadores y atractores urbanos, que si
proyectamos, estos podrían concretar de muchas maneras sus funciones de un
ambiente ecológico que sirvan de puente en el límite de una ciudad entre entorno
urbano y natural (Fonseca, 2014). Estas acciones, son activadores de la conciencia
social del medio; con la visión de coadyuvar en la formación de futuras generaciones
en darle un uso respetuoso al medio ambiente. Así como incorporar estrategias
bioclimáticas pasivas y/o activas; haciendo uso de técnicas constructivas, materiales
naturales y reciclables, propios de la Región; permitiendo obtener laboratorios para
lograr desarrollar nuevas técnicas bioclimáticas. Promoviendo la sostenibilidad en la
arquitectura en un entorno natural.

Si reflexionamos, frente a la pandemia del COVID 19, donde todo el movimiento


económico y poblacional quedo paralizado alrededor de 4 meses y la naturaleza tomó
por fuerza propia las áreas que habían sido vulnerables y contaminados por el
hombre. Se pudo evidenciar por los medios la recuperación de muchas áreas naturales
y la minimización a niveles globales de contaminación medioambiental. Esto pone
en evidencia la gran responsabilidad de la que forma parte el hombre dentro de la
contaminación.

Este proyecto se enfoca a la contribución de la mitigación del constante problema de


la contaminación ambiental que se observa en la ciudad de Iquitos, se ve la necesidad
de coadyuvar en crear una conciencia ambiental en la población, en mejoras del

11
estado de la propia naturaleza que nos rodea. Con la participación de la población y
de los medios de comunicación.

El entusiasmo de concebir un centro de educación ambiental para la ciudad de


Iquitos, ayudará a concentrar todas aquellas actividades relacionadas al cuidado del
medio ambiente, abastecer a la población de un espacio cultural, ecológico y
medioambiental donde se puedan realizar charlas, conferencias y talleres vivenciales
de capacitación, aulas virtuales, con tecnología de alto nivel informático, que esté
conectado a nivel mundial, con el propósito de difundir la riqueza de nuestros
bosques, quebradas, humedales creando conciencia ecológica.

El presente estudio de tesis, plantea un diseño arquitectónico que está estrechamente


relacionado con la cultura en la edificación de un centro de Interpretación Ambiental
para la expansión de la Cultura Ecológica en la Amazonía, ubicado en la rivera del
lago de Morona Cocha, con la finalidad de fomentar una cultura ambiental en nuestra
Amazonía. Siendo así, se estaría minimizando el impacto de la contaminación
ambiental. Identificar un espacio para la divulgación de la cultura ecológica y
fortalecer la cosmovisión Amazónica peruana, crear un lazo entre el entorno natural
y la ciudad a través de intervenciones arquitectónicas y paisajísticas donde el usuario
pueda reconocer el significado de los ecosistemas y cómo cuidarlos a través de
actividades didácticas informativas; de tal forma, capacitando a la población de modo
que se pueda generar un desarrollo sustentable que aproveche los recursos de la
naturaleza sin degradarla.

12
1.1 Planteamiento del Problema / Realidad Problemática

La contaminación ambiental es un problema mundial que va incrementando


constantemente. Se disparó a raíz de la revolución industrial, y sigue en aumento a
medida que las ciudades crecen (Fernández A. , 2020).

El proceso de urbanización se aceleró en todo el mundo en estos últimos años. De


acuerdo con el informe realizado por el Fondo de Población de las Naciones Unidas
(FNUAP), las proyecciones de la población para el 2025 ascenderán a unos 9.3
millones de personas, creciendo a razón de 75 millones de personas por año, en su
mayor parte correspondiente a países en vías de desarrollo (González, 2004).

En Latinoamérica, este proceso ha cobrado mayor importancia debido a que sus


ciudades se caracterizan por tener un crecimiento urbano acelerado e irregular, y que
para el año 2050 triplicarían su población (González, 2004). Este proceso de expansión
trae consigo muchos retos para las ciudades, como la de contrarrestar los impactos
ambientales generados por las grandes concentraciones urbanas.

De los ocho países del planeta que tienen más de un 70% de su cobertura forestal
original, seis de estos se encuentran en Sudamérica, específicamente en la cuenca
amazónica1 Perú no está contemplado en este grupo de países, lo que significa que
dentro de los últimos años ha perdido gran porción de sus áreas naturales y se traduce
a un llamado de atención frente a nuestra sociedad (Castro, Centro de difusión de la
cultura ecológica [Tesis de grado, Universidad de Ciencias Aplicadas], 2015).

La selva amazónica de nuestro país es uno de los lugares con mayor diversidad
biológica del planeta, razón por la cual cuidarla y preservarla debería ser una prioridad
en la agenda nacional. El Perú es el segundo país, en lo que respecta a cantidad de
especies de aves en el mundo y el tercero en cuanto a mamíferos, de los que 44% y
63% respectivamente, habitan en la Amazonía Peruana2.

El problema principal planteado en el presente informe de investigación es que se


necesita de un espacio físico de uso público dentro de la zona urbanizada de la ciudad,

1
World Resources Institute. 1997. World Resources 1996-97. Washington, D.C., US.
2
Estudio realizado en 1998 en el ámbito de influencia de la carretera Iquitos-Nauta, por el Instituto de
Investigaciones de la Amazonía Peruana.

13
para así difundir la cultura ambiental y el mantenimiento del medio ambiente para
lograr el desarrollo sostenible en la Amazonía, mediante un centro de interpretación.

En la ciudad existen entidades que se dedican a contrarrestar el impacto ambiental


generado por la contaminación, a través de propuestas, normativas o políticas, pero se
necesita crear agendas ambientales y estrategias físicas a niveles de ciudad para poder
afrontar el problema de una forma enfocada y estratégica.

A pesar de estos intentos, somos conscientes que se necesita impulsar y que para ello
no existe una edificación cuyo fin último sea educar a la sociedad y difundir los temas
ambientales a través de la interpretación del medio ambiental.

La interpretación ambiental busca transmitir ideas y relaciones a partir del


acercamiento con el entorno. Para ello se utilizan técnicas que ayudan a comprender y
apreciar lo que se observa, ya sea en momentos de ocio o por educación (Fernández &
Fallas). En este sentido, la sociedad iquiteña necesita un centro de interpretación
específico para educar sobre temas ambientales y contribuir a la mitigación de la
contaminación.

Iquitos es una ciudad que se encuentra ubicada en un lugar bastante estratégico para el
establecimiento de un centro de educación ambiental donde se difunda la identidad
cultural ambiental y se practique la cultura ecológica. El sector de Morona Cocha,
lugar al que la sociedad, a través de los años, ha ido dando la espalda, al igual que sus
autoridades, haciendo que hoy día sea un foco de contaminación ambiental, donde
descargan las aguas servidas.

Este proyecto de tesis se complementaría a lo inicialmente planteado por el PDU


Maynas 2011-20213 como una fracción del nuevo centro metropolitano, al tener áreas
destinadas a ser parques recreacionales, y el área de Morococha, se presenta un área
oportuna para la creación de equipamientos de índole cultural y ecológico.

3
Plan de Desarrollo Urbano Sostenible de la ciudad de Iquitos 2011-2021.
14
1.2 Objetivos del Proyecto
Proponer a nivel de proyecto, el diseño de un Centro de Interpretación Ambiental en
Iquitos, una infraestructura arquitectónica que responda a la necesidad de crear
ambientes donde se desarrollen actividades para la difusión de la identidad y cultura
ecológica en la Amazonía, además de brindar a la ciudad un lugar de uso público que
refuerce la relación ciudad - naturaleza, que funcione como puente entre entorno
urbano y natural.

1.2.1 Objetivo General


Generar una propuesta arquitectónica de un Centro de Interpretación Ambiental
acorde al contexto amazónico, para fomentar la cultura ambiental y ecológica, cuyo
fin último será mitigar la degradación ambiental en la Amazonía, promoviendo la
preservación y desarrollo sustentable en la Amazonía a través de distintas actividades
que aporten a la activación de la conciencia social medioambiental.

1.2.2 Objetivos Específicos


▪ Determinar un área física con espacios que respondan a la necesidad de
interpretar y difundir la cultura ecológica - ambiental mediante un diseño
arquitectónico, para el desarrollo de futuras actividades de investigación,
capacitación y promoción del sostenimiento del medio ambiente.
▪ Analizar el contexto donde se proyectará el centro de interpretación.
▪ Determinar los espacios y ambientes del proyecto, acorde a los tipos de
usuarios y sus necesidades.
▪ Realizar a nivel de proyecto un Centro de Interpretación Ambiental, con
fines de difusión del valor de la cultura ambiental.
▪ Proponer un diseño formal y funcional acorde al contexto amazónico, que
interactúe con el entorno natural aportando sostenibilidad a través de su
arquitectura.
▪ Integrar de forma armoniosa el volumen arquitectónico a los elementos
naturales del entorno.
▪ Consultar casos y normativas nacionales e internacionales aplicables a la
intervención.

15
II. MARCO ANÁLOGO

Un centro de interpretación es una edificación con un programa didáctico-pedagógico


que busca, entender "in situ" el tema o el contenido en el que se inspira.

Según Freeman Tilden (1957): “La interpretación es una actividad educativa que
pretende revelar significados e interrelaciones a través del uso de objetos originales,
por un contacto directo con el recurso o por medios ilustrativos, no limitándose a dar
mera información de los hechos”.

Con la interpretación se puede conocer un determinado lugar de una forma distinta,


al tiempo que los visitantes aprenden y se concientizan sobre el interés que supone
estudiar y conservar los bienes de la naturaleza y la cultura de éste. (Mancilla &
Medina, 2019).

La interpretación ambiental es un ejercicio de educación ambiental, que pretende


transmitir de manera didáctica, las peculiaridades de un lugar y sus correspondencias
tanto culturales como biofísicas, por mediación de experiencias directas que
despierten en las personas la sensibilidad, el conocimiento y compromiso con los
valores que se interpretan en él. (Proyecto para la conservacion y uso sostenible del
sistema arrecifal mesoamericano (SAM), 2005).

Uno de los fines principales de los centros de interpretación es brindar información,


orientación y sensibilización a los que lo visitan por medio de experiencias
sensoriales que incentiven la interpretación ambiental, dando soporte al
mantenimiento de recursos naturales y culturales (García & Sánchez, 2012).

Los centros de interpretación pueden realizarse en diversos tipos de edificaciones,


desde edificaciones reducidas y sencillas hasta vastos edificios. En todos los casos, y
desde la fase de diseño, es importante reducir los impactos negativos que la
infraestructura pudiera causar en el paisaje. Al mismo tiempo, el anteproyecto debe
buscar enfatizar las figuras positivas del paisaje, en particular los que intensifican la
experiencia de los visitantes (García, Mario; Sánchez, Didier, 2012).

16
2.1. Estudio de Casos Urbano-Arquitectónicos similares (dos casos)
Tanto a nivel nacional e internacional existen diferentes proyectos y propuestas sobre
Centro de Interpretación, pero precisando resaltar que estos cuenten con espacios
donde se desarrollen actividades relacionadas al cuidado, interacción y conservación
de la naturaleza; podemos rescatar los siguientes ejemplos.

CASO N°1: CENTRO DE INTERPRETACIÓN Y OBSERVATORIO DE AVES


– EVOA

DATOS GENERALES.
Ubicación: Reserva Natural Tagus Estuary. Leziria, Portugal.
Proyectistas: Maisr Arquitetos.
Año de Construcción: 2009.

Figura 1. Miguel Ferreira, F. 2009. Centro de Interpretación ambiental y observatorio de aves.


[Fotografía]. Recuperado de: [Link]
interpretacion-ambiental-maisr-arquitetos

Resumen: Leziría, Portugal, es el lugar donde se sitúa este centro de interpretación,


se suscita como un edificio cuya intención es la observación de aves dentro de su
hábitat natural, es un espacio museográfico y un sitio de soporte para la
investigación de estas especies y el ocio.
17
La propuesta tiene como motivo respetar los requisitos del programa arquitectónico,
el avance de una zona de museos, de manera singular en la interpretación de un área
enlazada con la observación de aves en su hábitat natural.

18
Figura 2. Ficha de Análisis Formal – Centro de Interpretación y Observatorio de Aves EVOA. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 05)
19
Figura 3. Ficha de Análisis Funcional – Centro de Interpretación y Observatorio de Aves EVOA. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 06)
20
Figura 4. Ficha de Análisis Tecnológico Constructivo – Centro de Interpretación y Observatorio de Aves EVOA. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 07).
21
CASO N°2: CENTRO DE VISITANTES DE LA RESERVA NATURAL DE
WASIT.
DATOS GENERALES.
Ubicación: Sharjah, Emiratos Árabes Unidos.
Proyectistas: X Architects.
Año de Construcción: 2016.

Figura 5. Garrido, N. 2016. Centro de visitantes de Wasit. [Fotografía]. Recuperado de:


[Link]
architects/56f1a10ae58ece18f3000021-wasit-natural-reserve-visitor-centre-x-architects-
photo

Resumen: Distinguido con el Premio Aga Khan de Arquitectura 2019, el Wasit


Wetland Center en el emirato de Sharjah es una reserva natural con un humedal,
que contiene un centro de visitantes y espacios para observar aves. Obra de la firma
de Dubái X Architects, liderada por los arquitectos Ahmed Al-Ali y Farid Esmaeil
(X Architects, s.f.).

La Reserva Natural Wasit era inicialmente un vertedero de aguas residuales y


desechos sólidos. La transformación de este ecosistema dañado comenzó en el
2005. Se retiraron 40.000m2 de basura, se volvió a plantar cerca de 35.000 árboles,
sanando la tierra de los productos tóxicos y rescatando las salinas únicas y dunas
del litoral. (X Architects, 2016).

22
Figura 6. Ficha de Análisis Formal – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de Wasit. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 08).

23
Figura 7. Ficha de Análisis Funcional – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de Wasit. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 09)
24
Figura 8. Ficha de Análisis Tecnológico Constructivo – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de Wasit. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 10).
25
Figura 9. Ficha de Análisis de Ambientes – Centro de Visitantes de la Reserva Natural de Wasit. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 11).
26
2.1.1. Cuadro síntesis de los casos estudiados (Formato 01).

Cuadro 01. Cuadro síntesis de los casos estudiados – EVOA. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 12).

27
Cuadro 02. Cuadro síntesis de los casos estudiados – WASIT. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 13).

28
2.1.2. Matriz comparativa de aportes de casos (Formato 02)

MATRIZ COMPARATIVA DE APORTES DE CASOS

CASO 1 CASO 2

Se muestra con un carácter rectangular con la


Está compuesta por 3 volúmenes lineales,
composición de 2 volúmenes (representativamente
intersecados entre sí, formando geométricamente
en planta de forma rectangular y volumétricamente
una H irregular en planta, se adapta muy bien a la
con niveles que interactúan entre sí)
ANÁLISIS FORMAL topografía, los volúmenes, con una visual amplia y
interconectados a través de plataformas. Posee
longitudinal, genera ambientes y recorridos
solo una planta alta en ambos volúmenes a la que
panorámicos, transmitiendo interacción con el
se accede por rampas, está fuera de ser panorámica
medio sin estar en el exterior.
es más puntual con su desempeño.

Este proyecto muestra una zonificación en cada


Bajo esta premisa se puede destacar la puntualidad
uno de sus volúmenes. La zona de galería
y tanto de actividades y consecuentemente de sus
interpretativa tiene una fuerte conexión con el
ambientes de sus 3 zonas consideradas dentro de
ANÁLISIS FUNCIONAL exterior, a través de grandes muros acristalados,
sus 2 volúmenes. En comparativa este proyecto no
considerando espacios de interacción física con el
considera interacción física con el entorno
entorno inmediato del edificio que consideran 2
inmediato.
zonas exteriores con recorridos.

Ambos volúmenes se muestran con una planta, Para mantener el concepto panorámico, el
considerando las alturas y recorrido gracias a los proyecto se basa en la minoridad de obstáculos
niveles conseguidos por las plataformas que los visuales, incluyendo en su estructura, este muestra
interconectan, utilizando pilotes estructurales con un sistema estructural con placas armadas y lozas
ANÁLISIS TECNOLÓGICO acabados de madera para el soporte de la maciza de tipo wafle que conforman una T
CONSTRUCTIVO volumetría y pilotes de madera para soporte de las estructural ubicado en la parte media de el
rampas y plataformas que los unen. volumen central (de galerías) disimulando las
Constructivamente muestra la madera como placas como paneles informáticos teniendo una
material predominante tanto interior como visual total con muros acristalados en todo el
exterior. cascaron.

Cuadro 03. Matriz comparativa de aportes de casos. Fuente: Elaboración propia. Ver Anexo (No 14).

29
III. MARCO NORMATIVO.
3.1. Síntesis de Leyes, Normas y Reglamentos aplicados en el Proyecto
Urbano Arquitectónico.

TOMO 2: Capítulo 5.3


Del Ordenamiento Ambiental y Gestión Ambiental Urbana; que
refiere a las propuestas de recuperación ambiental y puesta en
valor de áreas ribereñas y las quebradas en la ciudad, con base
Plan de Desarrollo en la Ordenanza Municipal Nº 019-99-A-MPM, prohibiendo
Urbano de Iquitos cualquier actividad de ocupación diferentes. Ver anexo (No 01).
(2011-2021) TOMO 3: Capítulo 7:
Zonas de Habilitaciones Recreacional ZHR
Son las áreas destinadas al uso recreacional activo y/o pasivo
dentro del área urbana o en las zonas peri- urbanas identificadas
en el presente plan. Ver anexo (No 02).
A.090 - Servicios Comunales
Se refiere a donde se desarrollen actividades de servicios
públicos complementarios a las viviendas, en relación con la
Reglamento comunidad; para atender necesidades y servicios incrementando
Nacional de el desarrollo de la comunidad. Ver anexo (No 03).
Edificaciones. A.120 - Accesibilidad para personas con discapacidad.
En la cual establece condiciones y especificaciones técnicas
para la adecuación del proyecto al hacerlo accesible para
personas con discapacidad. Ver anexo (No 04).

Cuadro 04. Matriz comparativa de aportes de casos. Fuente: Elaboración propia.

30
IV. FACTORES DE DISEÑO
4.1. CONTEXTO
4.1.1. Lugar
Departamento : Loreto
Provincia : Maynas
Distrito : Iquitos

Figura 10. Ubicación a nivel distrital. Fuente: Elaboración propia. Imagen base: Wikipedia, Google.

Iquitos la urbe más extensa de la Amazonía peruana, y es la séptima más habitada


del país según el Instituto Nacional de Estadística e Informática; con una población
de 479 866 hab. Está establecida en una gran llanura y bordeada por los
ríos Amazonas, Nanay e Itaya y el Lago Morococha.

Moronacocha es un pueblo satélite que se establece en el área metropolitana de la


ciudad, y fue fundada el 12 de junio de 1943. Este, cuenta con todos los servicios
generales y por la ubicación, también es un sitio estratégico para acrecentar el
turismo, con el Lago Moronacocha. El lugar tiene una población alrededor de 9000
a 15000 habitantes, quienes se ocupan de diversas actividades para su crecimiento,
como la pesca, cerámica (de barro, tallados de madera, entre otros).

El Lago Moronacocha es un cuerpo de aguas negras situado en la Selva baja, en


la Amazonia, a una altitud media de 107 msnm en la demarcación de la república
del Perú, el ras de agua se incrementa en los meses de enero a mazo y disminuye
entre los meses de octubre y diciembre. Está compuesto por tres cuerpos de aguas
anexados por canales locales de agua; el más vasto se encuentra en el norte y es
denominado Lago Moronacocha Norte, el siguiente más grande está en el centro y es

31
denominado Lago Moronacocha Central, y el más chico está en el sur y es
denominado Lago Moronacocha Sur. En la costa este del lago se localiza la ciudad
de Iquitos, de los tres cuerpos el lago del norte es el más alejado de todos ellos, de
los tres cuerpos, los dos primeros se hallan incrustados en la parte de la metrópoli, y
el último en el área rural de la ciudad amazónica.

4.1.2. Condiciones bioclimáticas

Según el orden de la tipología climática de Köppen, Iquitos es una ciudad que


percibe un clima ecuatorial. En todo el año presenta precipitaciones recurrentes, por
lo que no hay una estación seca realmente definida, y alcanza temperaturas que van
desde los 21 °C a 33 °C. La temperatura media anual es 26,7 °C, y la lluvia promedio
es de 2616,2 mm por año. Dado a que las estaciones del año no son perceptibles en
la zona ecuatorial, tiene únicamente dos estaciones.

Tiene un lluvioso invierno, que comienza en noviembre y acaba en mayo, en marzo


y abril tiende a abarcar el clima más húmedo. Las precipitaciones van alrededor de
300 mm y 280 mm, respectivamente. En el mes de mayo, el río Amazonas adquiere
sus niveles más elevados, y cae persistentemente alrededor de 9 ó 12 metros a su
punto más despreciable en el mes de octubre, y después se incrementa de modo
constante cíclicamente.

El verano ofrece un clima muy distinto. Pese a que en julio y agosto se hace presente
un clima más seco, perseveran algunos tiempos de aguaceros. Los días de sol y el
buen tiempo son habituales, y es utilizado para secar las cosas, puesto a que las
temperaturas eminentes son de 30 °C y con un promedio de 32 °C. Las
precipitaciones notadas a lo largo de los años son más abundantes que las
de Ayacucho, Cusco y Lima.

Una de sus particularidades son sus microclimas: las lluvias o garúas pueden estar
presentes en algunos lugares de los distritos, en cambio otros lugares de la ciudad se
hallan sutilmente nublados o despejados. La temperatura quizá cambie. El clima
ciudadano es un poco más cálido que el clima en la naturaleza, y se estaría reflejando
en la sensación térmica. También pasa por un fenómeno urbano denominado “isla de
calor”, que se manifiesta cuando existe dificultad en disipar el calor durante horas

32
nocturnas.

Por más que Iquitos tenga presente un clima ecuatorial, se cruzó con climas muy
extraños: hubo presencia de nieve en 1976, 1977, 1994 y 1997,36 también se registró
caída de granizo blando en 1976, 1979, 1980, 1982, 1983, 1988, 1889, 1991, 1997,
2006, 2008—2011.36 En julio de 2000, se presentó el enfriamiento más excesivo en
Iquitos: la temperatura decreció inimaginablemente hasta los 9 °C, forzando a la
población a permanecer muy abrigada.

33
4.2. PROGRAMA ARQUITECTÓNICO
4.2.1. Aspectos cualitativos
[Link]. Tipos de usuarios y necesidades (Formato 03)

Caracterización y Necesidades de Usuarios


Espacios
Necesidad Actividad Usuarios
Arquitectónicos
caminar, conversar,
Áreas de descanso y
descansar, sentarse,
Recreación pasiva Público en general estancias en el
socializar, conservar,
recorrido
mostrar
Dar a conocer,
Sala de exhibición/
instruir valores
Mostrar información, galería
ambientales, Público en general
experimentar, interpretativa /
interpretar el
Miradores
ambiente.
Organizar eventos profesionales,
Conferenciar, informar,
de información estudiantes, Auditorio
enseñar, transmitir
ambiental publico abierto.
Comercializar, socializar, Galerías de
Vender Público en general
mostrar Souvenirs
Público en Sala de
exponer, debatir,
Capacitar general, Capacitación /
proyectar información
profesionales Lectura
Dirigir, controlar,
Administrar organizar, ejecutar Administrativos Administración
funciones
Interactuar, enseñar,
Aprender Aulas talleres
impartir
pedagogos, guías,
Practicar Ejercer de forma dinámica
púbico Estancias en el
experiencias, actividades ligados a la
recorrido
interactuar cultura ecológica
Brindar información a
visitantes sobre cultura y
Pedagogos,
ecología, experimentar y Biblioteca,
Investigar investigadores,
realizar estudios con laboratorios
profesionales.
respecto a la flora y fauna
de los alrededores.
Brindar Personal de Áreas de servicio y
Mantener
mantenimiento Servicio mantenimiento
Cuadro 05. Tipos de usuarios y necesidades. Fuente: Elaboración propia.

34
4.2.2. Aspectos cuantitativos
[Link]. Cuadro de áreas (Formato 04)
AMBIENTES AREA AREA SUB AREA
ZONASUB ZONA NECESIDAD SUB ESPACIO ACTIVIDAD USUARIOS MOBILIARIO CANT. AFORO AREA
ARQUITECTONICOS SUB ESP ZONA ZONA

INGRESAR --------------- Ingresar, distribuir Publico --------------- HALL PRINCIPAL 1 181.5 181.5

Controlar, orientar,
--------------- Personal Escritorio, silla, librero RECEPCIÓN 1 2 23.65 23.65
registrar
Dirigir, Coordinar, Escritorio, archivero, sillon, OFICINA DE
OFICINA Gerente 1 2 26.7 26.7
Planificar, recibir visitas librera GERENCIA
Asist. del Gerente, recibir
Escritorio, archivero, sillon, SECRETARIA DE
OFICINA visitas, redactar Secretaria 1 2 23.9 23.9
librera GERENCIA
documentos
Contabilizar, Archivar, Escritorio, archivero, sillon, OFICINA
OFICINA Contador 1 2 23.3 23.3
ADMINISTRATIVA

Informar librera CONTABILIDAD


Controlar, Monitorear
Escritorio, archivero, sillon, OFICINA DE
ZONA ADMINISTRATIVA

OFICINA recursos, Materiales y Administrativo 1 2 22.35 22.35


librera LOGISTICA
servicios
Escritorio, archivero, sillon, OFICINA DE ING. 605.08
ADMINISTRAR, OFICINA Evaluar impacto ambiental Ing. Ambiental 1 30 30
librera AMBIENTAL
DIRIGIR Albergar a personal de Escritorio, archivero, sillon,
OFICINA Tec. Informatico 1 2 44.25 44.25 684.78
informatica, datos del librera CENTRAL CE
almacenar equipos de Escritorio, archivero, sillon, INFORMATICA
DATA CENTER Tec. Informatico 1 1 24.34 24.34
informatica librera
SALON DE
Personal
--------------- Coordinar, Planificar mesa, sillas, proyector AUDIOVISUALES Y 1 12 35 35
Administrativo
REUNIONES
Dirigir, Coordinar, Recibir Escritorio, archivero, sillon, OFIC. DE
OFICINA Sub. Gerente 1 1 109.7 109.7
visitas librera MANTENIMIENTO

[Link] HOMBRES 2 urinarios, 2 inodoro, 2 lavator. 3 24.4


[Link] MUJERES Visitantes y 2 inodoros, 2 lavatorios SERVICIOS 3 25.39
Aseo personal 1 60.39
[Link] personal SANITARIOS
2 urinarios, 2 inodoro, 2 lavator. 1 10.60
DISCAPACITADOS
Escritorio, archivero, sillon,
SEGURIDAD

OFICINA 1 10
Dirigir, Coordinar, Sub Gerencia de librera OFICINA DE
SERVICIOS 1 43.7
Rrecibir visitas seguridad inodoro, lavatorio SEGURIDAD 1 3.84
Brindar seguridad SANITARIOS 79.7
Personalescritorio, equipo de monitoreo, SUB CENTRAL DE
--------------- Controlar, Monitorear 1 2 36 6.20
Seguridad sillas MONITOREO
Escritorio, archivero, sillon, SUB GERENCIA DE
DIRIGIR OFICINA Dirigir, Coordinar SUB GERENTE 1 2 21.65 21.65
librera MANTENIMIENTO
Ingresar, Controlar, INGRESO PERSONAL
CONTROLAR --------------- Personal Escritorio, silla, librero 1 2 17 17
Registrar DE SERVICIO
Cargar y descargar
PATIO DE Vehiculos de
mobiliario, materiales, montacargas CARGA Y DESCARGA 1 2 470 ---------------
MANIOBRAS Carga
abastecer el centro
Brindar mantenimiento, mesas, estantes, herramientas,
TALLER DE
Almacenar, Guardar, Personal banco con sierra, cepilladora, 1 2 21.8
CARPINTERIA
Cuidar el equipamiento cortadora
Brindar mantenimiento,
MANTENIMIENTO Y APOYO

mesas, estantes, sillas, TALLER DE


Almacenar, Guardar, Personal 1 2 21.8
TALLERES DE herramientas MECANICA
Cuidar el equipamiento 87.2
MANTENIMIENTO Brindar mantenimiento,
mesas, estantes, sillas, TALLER DE
Almacenar, Guardar, Personal 1 2 21.8
SERVICIO

herramientas FONTANERIA
SERVIR, Cuidar el equipamiento
BRINDAR Brindar mantenimiento, 271.15 271.15
mesas, estantes, sillas, TALLER DE
ANTENIMIENT Almacenar, Guardar, Personal 1 2 21.8
herramientas ELECTRICIDAD
O Cuidar el equipamiento
generadores y termicos,
--------------- Generar Energía Personal GENERADORES 1 1 23 23
conexiones
Generar energía para
--------------- Personal Conexiones, equipos mecanicos CUARTO DE HVAC 1 1 23 23
ventilacion mecanica
--------------- Generar energía Personal Grupo electrógeno CASA DE FUERZA 1 1 23 23

--------------- Suministrar agua potable Personal Cisterna CUARTO DE BOMBAS 1 1 24.1 24.1
Reunir los desechos
CLASIFICACION DE
---------------sólidos y clasificarlos para Personal contenedores de basura 1 1 9.00 9.00
SALA DE GALERÍAS INTERPRETATIVAS

DESECHOS SOLIDOS
reclicarlos
VESTIDORES Cambiarse, Retocarse,
Personal Estantes, inodoros 1 6 21.60 21.60
MUJERES Alistarse, Almacenar LOOKERS Y
VESTIDORES Cambiarse, Retocarse, VESTIDORES
Personal Estantes, inodoros 1 6 21.60 21.60
VARONES Alistarse, Almacenar
Dirigir, Coordinar, Director OFICINA DE LA
OFICINA Escritorio, archivero, sillon, librera 1 1 13.85 13.85
Planificar, Recibir visitas Cultural DIRECCIÓN
Dar a conocer, Contabilizar, Archivar,
OFICINA Administrativo Escritorio, archivero, sillon, libreraOFICINA DE RECURSO 1 1 14.1 14.1
Informar
instruir valores
Coordinar, Dirigir,
ambientales, SALA DE REUNIONES Personal escritorio, silla, archivero, librera SALA DE REUNIONES 1 1 38.25 28.25 835.45
Informar, Promover
interpretar el
Conservar elementos de estantes, vitrinas,
ambiente. --------------- Publico GALERIAS 1 100 704.75 704.75
exhibicion cuadros,maquetas, etc
Guardar, Almacenar equipo SERVICIOS
DEPÓSITO Personal escritorio, equipo de monitoreo, sillas 1 2 64.5 64.5
ZONA DE INTERPRETACIÓN

de mantenimiento HIGIENICOS
Guardar, almacenar Escobas, recogedores, estantes 1 4.6
DEPÓSITO Personal ASEO 1 17.5
SERVICIO

equipos Lavadero 1 12.90


Organizar,
40.05
limpiar Atender, brindar primeros
--------------- Enfermero 1 camilla, sillas, escritorio TOPICO 1 1 22.55 22.55
auxilios 1151.11
SOUVENIRS

AREA DE VENTA
vender --------------- Vender, Contabilizar Vendedores barra, sillas, estantes 1 6 20.7 20.7 20.7
PARA SOUVENIR

Observar, Reunirse,
--------------- Publico butacas SALON PRINCIPAL 1 125 125 125
CONFERENCIAS

Sentarse
Organizar --------------- Acceder a los ambientes Publico sillas FOYER 1 26 26 50
SALA DE

eventos de --------------- Exponer, explicar Publico estrado ESTRADO 1 2 48.15 48.15


[Link] MUJERES sillones, mesas, fuentes de agua 1 2 25.26 254.91
informacion
ambiental [Link] HOMBRES necesidades fisiológicas, 3 inodoros, 3 lavatorios SERVICIOS 1 2 25.26
publico 55.76
SS. HH asearse 1 urinarios, 1 inodoro, 1 SANITARIOS
1 2 5.24
DISCAPACITADOS lavatorio
Observar especies,
RECREACION PASIVA

OBSERVATORIO -
Interaccion con la Publico plataformas, terraplenes 20
MIRADOR
naturaleza OBSERVATORIO Y
Recrear, mostrar, Observar Y Conservar CONSERVACIÓN
JARDÍN BOTÁNICO Plantas, Muestreo de Publico senderos 25 100 100 100 100
caminar, recorrer
investigacion
CAMINOS Y
--------------- Caminar, pasear Publico circulacion 30%
SENDEROS
Observar especies,
ÁREA DE Profecionales y
Interaccion con la 40 44.8 2.88
EXPOSICIÓN publico
naturaleza
PROCESOS NATURALES

Guardar, Almacenar equipo 134.4


DEPÓSITO Personal REPISAS 1 4 44.8 3.84
de mantenimiento
Reservar y dotar en menor
Generadores, almacenaje y
CASA DE FUERZA escala los resultados personal 1 1 44.8 13.26
repisas
obtenidos
Investigar, Estudiar,
Llavatorio, computadoras,
TECNOLOGIA AMBIENTAL Y ECOLÓGICA

LABORATORIO Experimentar Investigadores


mesas, sillas,
Investigación 2 3 43.7 43.7 43.7
Cientificamente
SS..HH HOMBRES 3 19.5 19.5
[Link] MUJERS Necesidades fisiológicas, SSERVICIOS 3 19.5 19.5
publico inodoro, lavatorio,urinario 1 44.6
SS..HH asearse HIGINIECOS
1 5.6 5.6
DISCAPACITADOS
Vendedores,
cocina atender, preparar, vender muebleria cocina 1 4 67.15 67.15
personal
Atender 1038.05
Barra bar atender, tomar, comer publico barra atencion CAFERIA - MIRADOR 1 14 56 56 230.6
Despensa Reservar Alimentos Personal muebleria 1 1 32.35 32.35
relajarse, comer estancia / mirador Alimentarse Publico area mesas, estantes, barra 1 36 75.1 75.1
ATENCION

VESTIDORES Cambiarse, Retocarse,


Personal Estantes, inodoros 1 3 14.50 14.50
MUJERES Alistarse, Almacenar LOOKERS Y
cambiarse
VESTIDORES Cambiarse, Retocarse, 29.00
Personal Estantes, inodoros VESTIDORES 1 3 14.50 14.50
VARONES Alistarse, Almacenar
SS..HH HOMBRES 3 19.5 19.5
[Link] MUJERS SSERVICIOS 3 19.5 19.5
Servicios necesidades fisiológicas, asearse publico inodoro, lavatorio,urinario 1 44.6
SS..HH HIGINIECOS
1 5.6 5.6
DISCAPACITADOS
Exponer espacio de exposicion Exponer, Interactuar PUBLICO MESAS, SILLAS, EQUIPO SUM 1 146.3 146.3
TALLERES

466.55
Espacio de interaccion Escuchar, Enseñar publico MULTIMEDIA AULAS TALLERES 7 120 320.25 45.75
[Link] HOMBRES 3 19.5 19.5
Aprender necesidades fisiológicas,
[Link] MUJERES publico inodoro, lavatorio,urinario Servicios higienicos 1 3 19.5 19.5 44.6
asearse
S.S.H.H discapacitados 1 5.6 5.6

Cuadro 06. Cuadro de áreas general del proyecto. Fuente: Elaboración propia.

35
Programa Arquitectónico
Zonas Total
Administrativa 684.78
Servicio 271.15
Interpretación 1151.11
Recreación Pasiva 100.00
Tecnología Ambiental y Ecológica 1038.05
Cuadro Resumen
Total Área Construida 3245.09
% de Muros 486.76
% de Circulación 486.76
Total Área Libre 5129.78
Total 9348.40
Cuadro 07. Resumen de áreas del proyecto. Fuente: Elaboración propia.

36
4.3. ANÁLISIS DEL TERRENO.
4.3.1. Ubicación del terreno.
El terreno a intervenir se halla localizado en un pueblo satélite llamado
Moronacocha, que se localiza dentro del área metropolitana de Iquitos, ciudad
centro del distrito denominado Iquitos, perteneciente a la provincia de Maynas
y al departamento de Loreto.
Moronacocha se ubica al borde del lago que posee el mismo nombre, y es uno
de los sitios turísticos del área. Sus coordenadas son 3°45’02” S 73°15’52” O.

Figura 11. Ubicación y Localización del Terreno. Fuente: Elaboración propia. Imagen base: Google
Earth.

37
4.3.2. Topografía del terreno.
Iquitos se encuentra ubicado al noroeste del país, asentado en un llano
nombrado la Gran Planicie, a 106 msnm. En líneas generales, es una extensión
de tierra plana con ondulaciones ligeras, una característica particular
topográfica de la selva baja.
La topografía posee micro relieves con depresiones pequeñas y medianas.
Cerca de la ciudad también emergen un sin número de cuerpos de agua entre
lagunas y cochas, de los cuales se hace notorio el lago Moronacocha, que
define el lado oeste de la ciudad, originando una ligera depresión por ese lado.

Figura 12. Topografía del Terreno. Fuente: Elaboración propia en base a planos topográficos de la
ciudad. Ver Plano (A-02).

4.3.3. Morfología del terreno.


El terreno tiene forma irregular de un polígono semi alargado, el cual es
angosto en la parte noreste y ancho en la parte suroeste (hacia el lado del lago).
Los linderos del terreno comprenden:
Por el frente: Ca. Primero de enero, con 453.87m.
Por la derecha: Ca. Pedro Vásquez, con 95.07m.

38
Por la izquierda: Prolongación Caballero Lastre y Malecón Moronacocha, con
142.93m y 212.66m.
Por el fondo: Ca. Pedro Vásquez, con 394.41m.
El área total del terreno es de 9348.40m2 y el Perímetro es de 1298.94m.
La visibilidad del terreno es bastante amplia y limpia, no existen edificios de
mayor importancia a su alrededor. La tipología de mazanas del entorno es
rectangular. El terreno es un polígono donde se destinará un área al Centro de
Interpretación, y el área restante a un área de futura expansión.

Figura 13. Perímetro del Terreno. Fuente: Elaboración propia. Imagen base: Google Earth.

4.3.4. Estructura urbana.


Dentro de la configuración espacial descrita por el PDU Iquitos 2011-2021, se
menciona que Iquitos es una ciudad con una evidente desorganización físico-
espacial, resultado de la caída en desuso de su configuración urbana, que ya no
puede atender a los requerimientos de su continuo crecimiento. La estructura
urbana que se aprecia alrededor del terreno propuesto en el sector de
Moronacocha es predominantemente desordenada y de baja densidad de
edificación. (Tomo 1, Pág. 40 PDU).
39
Figura 14. Perímetro del Terreno. Fuente: Planos dwg PDU 2011 - 2021.

4.3.5. Vialidad y Accesibilidad.


Iquitos es considerado como el encuentro de enlace entre las vías de
comunicación que se crean entre las distintas provincias y distritos del
departamento (ABITA Perú). El terreno se ubica al borde del lago
Moronacocha, que limita el lado oeste de la ciudad. Actualmente no existe una
vía por la que se pueda acceder al terreno de modo lineal, pero dentro del Plan
de desarrollo de la ciudad, se establece la propuesta de la continuación de una
Vía Circunvalatoria Periférica, la cual se puede observar en el Plano de Sistema
Vial propuesto por el PDU (Figura 15), y que colinda con el terreno con la Ca.
1° de Enero, como se puede observar (Figura 16).

40
Figura 15. Propuesta de Sistema Vial PDU. Fuente: PDU Iquitos 2011 - 2021.

Figura 16. Propuesta de Sistema Vial PDU. Fuente: PDU Iquitos 2011 - 2021.

4.3.6. Relación con el entorno.

La gerencia ambiental ciudadana se ha hecho frente al hacinamiento de residuos en


distintos lugares estratégicos de la ciudad y al margen de embarcaderos de carácer
informal, ocasionando una marcada y visible contaminación a nivel visual y también
del suelo. El efecto es un importante golpe a la moralidad ambiental, volviéndose
ésta la que proporciona un ansiado perfil de ciudad ecológica. La dificultad tiene
lugar, por lo general, en asentamientos humanos de carácter informal y mercados de
41
configuración desordenada como Belén. En los lugares céntricos, algunas
personas desechan residuos sólidos al suelo sin cuidado alguno, pese a que existen
leyes que lo sancionan. Por otro lado, ignoran los depósitos de basura, que están cerca
a su alcance, y botan la basura al suelo de todos modos. En los mercados, la presencia
de vertederos ilegales es otra dificultad.

El gobierno y diferentes organismos de especialidad ambiental dentro de la ciudad


iniciaron la expansión acerca de educación ambiental en los habitantes de la ciudad,
y alcanzaron resultados medianamente fructíferos de regular efecto. A pesar de todo,
los residuos sólidos (generalmente acumulada en montículos) aún se deja ver en
diferentes sitios de la ciudad, a consecuencia de la débil cultura medioambiental en
muchos de los habitantes.

4.3.7. Parámetros urbanísticos y edificatorios.


La zona acorde al plano de uso de las superficies propuesto por el Plan de Desarrollo
Urbano de Iquitos 2011-2021 es GPR (Grandes Parques Recreacionales), sin
embargo, ya que este uso no posee parámetros especificados dentro del plan, se
considera la zonificación más cercana, que es ZHR (ZONAS DE HABILITACION
RECREACIONAL).
De acuerdo a esta zona, los parámetros son los resumidos a continuación.

Las zonas denominadas recreativas, tanto por sus características, ubicación, radio de
influencia se han dividido y propuesto en el planteamiento general en:

•PARQUES URBANOS: Son los espacios de carácter público incluidos en el casco


urbano diseñados y habilitados con fines de recreación, con una marcada franja de
vegetación como principal elemento paisajístico.
•Parques Metropolitanos: Parque Central Metropolitano (Ex campamento Vargas
Guerra)
•Parques Zonales
•Parques Distritales: Complejos Deportivos Distritales
•Equipamiento Recreacional y Cultural
•Parques de Barrio o Plazuelas Malecones o Bordes Paisajísticos.
(ABITA Perú)

42
Figura 17. Cuadro de compatibilidades de usos del suelo. Fuente: PDU Iquitos 2011-2021.

43
Figura 18. Zonificación de usos de suelo del sector de Moronacocha.
Fuente: PDU Iquitos 2011-2021.

En los alrededores de este uso de suelo, también se encuentran los parques peri-
urbanos y las zonas de protección ecológica, los mismos que están comprendidos por
bosques y humedales que forman el perímetro de la ciudad, que han sido
influenciados por la población y necesitan ser resguardados, las injerencias en las
mencionadas áreas tienen que estar básicamente dirigidas a rescatar y preservar la
riqueza medioambiental, y la capacidad de prestación de servicios ambientales
(prevenir erosiones de los bordes, depuración natural de aguas, control de las
crecientes, influencia positiva en los microclimas urbanos, entre otros) así como al
uso acorde a lo recreativo, educativo o inclusive de manejo sustentable de los
recursos naturales que son destinados a diversos fines comerciales (ABITA Perú,
2010).

44
V. PROPUESTA DEL PROYECTO URBANO ARQUITECTÓNICO
5.1. CONCEPTUALIZACIÓN DEL OBJETO URBANO ARQUITECTÓNICO
5.1.1. Ideograma Conceptual

Abstracción: “El nido, centro de protección del inicio de una vida, del
nacimiento y crecimiento de nuevas ideas, de la concentración de espacios para
el aprendizaje.”
Nido. En del proyecto se abordó una idea conceptual basada en la composición de
un nido de aves, el mismo que está configurado por una porción de ramas
entrelazadas entre sí, y que forman un espacio central, el cual se halla enmarcado y
en cuyo centro se encuentra lo más importante del nido, las crías.

Figura 19. Boceto de la propuesta urbano arquitectónica. Fuente: Elaboración propia.

Dado que el proyecto es un Centro de Interpretación Ambiental,


Los nidos pueden tener muchas formas, desde simples a complejas, pero siempre
tienen por característica común, la función principal de albergar la puesta y
posteriores crías.
Ramas y hojas. Composición de planta de diseño y de elevación en base a ramas
entrelazadas y pérgolas que asemejen la función de cobertura de las hojas.

45
5.1.2. Criterios de diseño

Pautas particulares:
Mantener la independencia de los sectores privados. Proveer espacios de reposo y
serenidad.

Funcional.
▪ Se organizará las zonas por sectores, de acuerdo a las actividades que desempeñarán,
se propusieron: Zona de Trabajos Administrativos, Zona Interpretativa, Zona de
Recreación, Zona de Servicios y Zona de Tecnología Ambiental y Ecológica.
▪ Se considerarán recorridos mediante los cuales se consiga llegar a todas las áreas de
forma fluida.
▪ Cada zona debe estar fuertemente ligada a la función que desempeñará, contando con
ambientes convenientes para llevar las actividades a cabo.

Formal.
▪ Se definirá el tamaño y proporción de cada volumen de acuerdo a su jerarquía.
▪ Considerar en la volumetría, los planos llenos y vacíos, así como elementos que
generen el efecto luz y sombra.
▪ Se crearán los caminos y senderos de una forma abstracta, pero ordenada, que
marquen los distintos espacios exteriores.

Tecnológico Constructivo.
▪ Se emplearán materiales de la zona, como la madera para dar mejores acabados
interiores y exteriores.
▪ Se envolverá la estructura en una piel de celosías de madera y malla de acero.
▪ Se utilizarán paneles de vidrio templado en zonas donde se requiera mayor visual.

Ambiental.
▪ Se tendrá en cuenta que debe primar la apreciación del ambiente y disfrute de éste,
la infraestructura en lo posible no alterar el paisaje.
▪ Se propondrán caminos semi techados en los exteriores con rampas que se acomoden
a la topografía y permitan que los usuarios lleguen a todos los niveles con facilidad.
▪ Se propondrá el uso de pérgolas y mobiliarios exteriores en general, que jueguen con
la naturaleza y se integre a ella de una forma armónica.

46
Espacial.
▪ Se adecuarán espacios en base a las características que presenta cada lugar del
terreno.
▪ Los espacios deben ser concordantes con la función que desempeñarán, y deben estar
relacionados unos con otros de modo que se origine un recorrido fluido entre ellos.
▪ Se propondrán espacios lineales que denoten un recorrido limpio y por medio de los
que se pueda llegar tanto de forma directa y pronta con los espacios volumétricos,
pausada y contemplativa con los espacios exteriores.

5.1.3. Partido Arquitectónico


Un lugar donde se pueda adquirir todos los conocimientos necesarios para poder
interpretar nuestro medio y saber cómo preservarlo. Un nido nos representa la base
para la consolidación del aprendizaje.

El nido se sitúa dentro de la naturaleza, en un lugar estratégico, generalmente con


una buena visual de su entorno, desde allí se puede apreciar la naturaleza y el paisaje
a su alrededor.

En planta se pretende representar las ramas del nido a través de los recorridos que
deben conectar generando una secuencia e integración que se pueda notar a nivel de
toda la composición.

5.2. ESQUEMA DE ZONIFICACIÓN


De acuerdo al estudio previo realizado, tanto de los casos de referencia como del
análisis del terreno, se propuso la siguiente zonificación, compuesta por volumetrías
lineales y de funciones específicas de acuerdo al lugar donde se encuentran, que se
entrelazan uniéndose entre sí, y a la vez formando un amplio espacio central, para
poder primar la visualización de la naturaleza tanto dentro como fuera del Centro de
Interpretación Ambiental.

Las zonas propuestas son:

▪ Zona de Galerías Interpretativas.


▪ Zona de Trabajos Administrativos.
▪ Zona de Tecnología Ambiental y Ecológica.
▪ Zona de Servicios.

47
▪ Zona Recreativa.

En planta se puede apreciar la composición de la siguiente forma:

Figura 20. Propuesta General de Zonificación (Planta). Fuente: Elaboración propia.

Dentro de la zonificación también se propuso el juego de volúmenes entrelazados en las


alturas de los volúmenes, para generar integración visual entre niveles que se sientan sobre
otros, como se logra percibir en la siguiente perspectiva:

Figura 21. Propuesta General de Zonificación (Perspectiva). Fuente: Elaboración propia.

48
5.3. PLANOS ARQUITECTÓNICOS DEL PROYECTO

5.3.1. Plano de Ubicación y Localización (Norma GE. 020 artículo 8)


5.3.2. Plano Perimétrico – Topográfico (Esc. Indicada) y Plot Plan.
5.3.3. Plano General
5.3.4. Planos de Distribución por Sectores y Niveles
5.3.5. Plano de Elevaciones por sectores
5.3.6. Plano de Cortes por sectores
5.3.7. Planos de Detalles Arquitectónicos
5.3.8. Plano de Detalles Constructivos
5.3.9. Planos de Seguridad
[Link]. Plano de señalética
[Link]. Plano de evacuación

(Planos digitales adjuntos en carpeta drive)

49
5.4. MEMORIA DESCRIPTIVA DE ARQUITECTURA

5.4.1. PROYECTO: "ESTUDIO PARA EL PROYECTO ARQUITECTONICO DE


UN CENTRO DE INTERPRETACIÓN AMBIENTAL EN IQUITOS"

5.4.2. UBICACIÓN GEOGRAFICA


El presente proyecto comprende “ESTUDIO PARA EL PROYECTO
ARQUITECTONICO DE UN CENTRO DE INTERPRETACIÓN AMBIENTAL EN
IQUITOS”, ubicado entre las calles Ca. 1ro de Enero (frente), Ca. Pedro Vásquez (lado
derecho), Prolongación Caballero Lastre – Malecón Moronacocha (lado izquierdo), Ca.
Pedro Vásquez (fondo) - (Ver plano de Ubicación y Localización) cabe indicar que el terreno
se encuentra dentro del sector de Moronacocha del Distrito de Iquitos perteneciente a la
provincia de Maynas, Departamento de Loreto, Región Loreto, existiendo vías de acceso
terrestres y fluvial.

Su ubicación política es la siguiente:

Distrito : Iquitos

Provincia : Maynas

Departamento : Loreto

Región : Loreto

5.4.3. TOPOGRAFIA
El terreno presenta una variante topográfica semi inclinada, con mínimas depresiones a lo
largo de todo el terreno y con pendientes un poco más pronunciadas hacia el lado del lago.

5.4.4. CLIMA
La zona de Iquitos presenta temperaturas mínimas medias de 20 – 22 ºC y máximas de 29 –
31 ºC. Las medidas en cada año pasan los 25º C y las mayoes no superan de 35º C. Este
acontecimiento coincide con los vientos fluviales que corren desde la ubicación del río
Amazonas.

50
La variación diaria de la temperatura va desde los 5 – 8 ºC cosa que es superior que la
variación por año, que apenas llega a ser de 1 a 2 ºC. La temperatura promedio por mes va
desde los 24 a 28 ºC y el rango térmico puede subir entre los meses de invierno, en el periodo
invernal pueden presentarse días en los que las temperaturas más altas pueden llegar hasta
los 36 ºC, mientras que las inferiores podrían llegar a los 10ºC o incluso menos reducidas
horas más tarde, esta variación climática es constante dentro del fenómeno que dentro de la
región se llama friaje. Los meses con temperaturas más altas ocurren durante la época de
verano, entre los meses de setiembre a enero, con unos 27 ºC de temperatura media al año.

5.4.5. VIAS DE ACCESO


El centro de interpretación se encuentra en zona urbana, en el propuesto nuevo centro de
servicios metropolitanos de la ciudad, por lo tanto, existen medios de transporte que pueden
acceder al equipamiento a través de la Ca. 1° de Enero y la Prolongación Caballero Lastre.

5.4.6. ESTUDIO DE DRENAJE


El drenaje Pluvial se orienta hacia el sistema propuesto por el PDU, hacia las calles 1ro de
enero y Prolongación Caballero Lastre.

5.4.7. IMPACTO AMBIENTAL


El proyecto implica una construcción nueva sobre terreno destinado a centros culturales y
compatible con jardines botánicos, por lo que el impacto ambiental no se considera de gran
relevancia ya que los usos de suelo fueron propuestos por el plan de desarrollo y el terreno
se encuentra en zona urbana, sin embargo, se debe tener en cuenta las siguientes
consideraciones al ejecutar la obra y que sin ser limitativas son las siguientes:

▪ El material orgánico a eliminar deberá ser acumulado en un lugar adecuado,


y conducido hacia botaderos Municipales lo más inmediatamente posible.
▪ Procurar que los equipos mecánicos no produzcan contaminación del aire con
gases y material particulado que pueden constituir, en el futuro, peligro o
fuente de contaminación ambiental.

51
▪ Desmontar y demoler correctamente construcciones y obras provisionales sin
dejar componentes que pueden constituir, en el futuro, peligro o fuentes de
contaminación ambiental.
▪ Evitar generar condiciones que favorezcan la propagación de enfermedades
transmisibles, como el caso de los mosquitos en aguas estancadas, roedores
en vertederos de basura, etc. por lo que se debería priorizar en los
campamentos cajas de colección de basura, depósitos y eliminación adecuada
de los residuos orgánicos, tanto de forma sólida como líquida.

5.4.8. DESCRIPCION GENERAL DEL PROYECTO

ARQUITECTURA

Se ha proyectado el diseño arquitectónico de una infraestructura que consta de


volúmenes entrelazados que representan cada una de las zonas del Centro de
Interpretación Ambiental. Cada zona está específicamente ubicada de acuerdo a la
función que desempeña. La zona Administrativa y la zona de Galerías son las
desarrolladas en este proyecto, es la única parte del conjunto que posee tres pisos. En
el primer piso se encuentra el ingreso general con un amplio hall a doble altura, que
sirve como espacio de distribución hacia los diferentes ambientes públicos como el
auditorio, la zona de galerías, el área de recorridos y senderos de interpretación y los
servicios higiénicos; también se encuentra un acceso secundario con menor jerarquía
hacia el área administrativa, que se encuentra en el segundo piso, el cual posee una
vista general hacia el hall del primer piso y hacia el jardín central a través de la doble
altura. La escalera de administración conduce a un tercer piso donde se ubica el área
de control y seguridad del edificio.

A través de la zona de galería y de los senderos del jardín de interpretación, se llega


a la zona de tecnología ambiental y ecológica, que consta de aulas talleres, dos
laboratorios y los servicios higiénicos. Esta zona posee un segundo piso donde se
encuentra una Sala de Usos Múltiples y una cafetería - mirador que tiene una visual
panorámica hacia el Lago Moronacocha, también posee una batería de servicios
higiénicos.

52
Tomando de referencia el punto de ingreso del centro de interpretación, hacia el lado
derecho se encuentra la zona de servicio, el cual tiene un acceso y control para el
personal de mantenimiento con sus respectivos vestidores, también cuenta con un
estacionamiento de servicio y patio de maniobras.

La infraestructura del Centro de Interpretación Ambiental está distribuida de la


siguiente manera:

ZONA ADMINISTRATIVA.

Primer Piso:

▪ Ingreso de personal administrativo.


▪ Control de personal administrativo.

Segundo Piso:

▪ Gerencia.
▪ Secretaría.
▪ Logística.
▪ Contabilidad.
▪ Ingeniería Ambiental.
▪ Central de Informática + data center.
▪ Sala de Reuniones.
▪ Mirador.
▪ [Link]. Damas.
▪ [Link]. Varones.

Tercer Piso:

▪ Central de Control y Monitoreo.

ZONA DE GALERÍAS INTERPRETATIVAS.

Primer Piso:

▪ Galerías de exposición.
▪ Souvenirs.

53
▪ Sala de conferencias.
▪ [Link]. Damas.
▪ [Link]. Varones.
▪ Sala de Guías e Intérpretes.
▪ Almacén de sala de guías.
▪ Tópico.
▪ Caminos y senderos.

ZONA DE TECNOLOGÍA AMBIENTAL Y ECOLÓGICA.

Primer Piso:

▪ Talleres.
▪ Laboratorios.
▪ [Link]. Damas.
▪ [Link]. Varones.
▪ Vivero.
▪ Áreas de observación.

Segundo Piso:

▪ Comedor – Terraza
▪ Cocina + Despensa
▪ SUM
▪ Almacén
▪ [Link]. Damas.
▪ [Link]. Varones.
▪ Vestidores.

ZONA DE SERVICIOS.

Primer Piso:

▪ Ingreso y Control de personal de servicio.


▪ Vestidores de Damas.
▪ Vestidores de Varones.

54
▪ Almacén General de materiales.
▪ Servicios Higiénicos.
▪ Taller de Carpintería.
▪ Taller de mecánica.
▪ Taller de fontanería.
▪ Taller de carpintería.
▪ Sub gerencia de mantenimiento.
▪ Cuarto de generadores.
▪ Cuarto de HVAC.
▪ Casa de fuerza.
▪ Cuarto de bombas + cisterna.
▪ Área de clasificación de desechos.

ZONA RECREATIVA.

Primer Piso (áreas exteriores):

▪ Área de exposición al aire libre.


▪ Recorridos de interpretación.
▪ Vivero.
▪ [Link]. Varones.
▪ Vivero.
▪ Áreas de observación.

55
5.5. PLANOS DE ESPECIALIDADES DEL PROYECTO (SECTOR ELEGIDO)
5.5.1. PLANOS BÁSICOS DE ESTRUCTURAS
[Link].Plano de Cimentación.
[Link].Planos de estructura de losas y techos

5.5.2. PLANOS BÁSICOS DE INSTALACIONES SANITARIAS


[Link].Planos de distribución de redes de agua potable y contra incendio por niveles.
[Link].Planos de distribución de redes de desagüe y pluvial por niveles.

5.5.3. PLANOS BÁSICOS DE INSTALACIONES ELECTROMECÁNICAS


[Link].Planos de distribución de redes de instalaciones eléctricas (alumbrado y
tomacorrientes).
[Link].Planos de sistemas electromecánicos.

[Link]ÓN COMPLEMENTARIA
5.6.1. Animación virtual (Recorridos y 3Ds del proyecto).

(Planos digitales y animación virtual adjuntos en carpeta drive)

56
VI. CONCLUSIONES

Respecto a como corresponde, el proyecto propone la sinterización de una propuesta


de diseño arquitectónico, la cual expresa sacar provecho tanto turístico, ecológico y
económico de la zona local y estratégicamente como descentralizador de la ciudad
ya que propone rompería con el eje lineal de circulación general poblacional
(establecido principalmente del distrito san juan a Punchana linealmente), dada a que
la ubicación del equipamiento serviría como un atractor de la población a la zona por
el uso libre del equipamiento, teniendo así un reactivador de economía del sector.

Siendo así, la activación económica local acarrearía beneficio a los equipamientos


locales y mayor movimiento turístico, entre ellos al mercado de Moronacocha,
sectores de mirador, y activando las salidas y conexiones a pequeños pueblos a los
que se sale del puerto, dando mayor énfasis al atractivo turístico del sector
Moronacocha y centros poblados como Manacamiri, brindando al usuario una
diversidad y libre recorrido conjunto a la expresión de nuestra propuesta de diseño
arquitectónico.

El proyecto se exhibe de manera interactiva y versátil con respecto a la difusión


ecológica, presentándose de diferentes usos desde visitas de forma informativas, con
recorridos tanto internos como externos a sus diferentes ambientes, teniendo
recorridos de exposición planteadas a diferentes temáticas, en expresivo de ocio, por
el entorno, visuales panorámicas, estancia, entre otros; Con carácter de investigación,
planteándose como atractor para científicos e investigadores del rubro.

Mostrándose prometedor para los objetivos y uso que lo competen, incluyendo las
consideraciones de impacto ambiental y de entorno que se relaciona, puesto que se
considera el factor climatológico de la ciudad, la ubicación y orientación propia que
lo desarrolla.

57
VII. RECOMENDACIONES

Teniendo la concepción general del proyecto esta se resume en una solución


arquitectónica con carácter de diseño expresada de forma contemporáneo, para fin
de difusor de la cultura ecológica, siendo flexible y aprovechando la integración con
el entorno inmediato.

Se tiene un impacto ambiental positivo ante la intervención espacial tanto en el


terreno y en el sector a desarrollarse, puesto que se considera el uso de materiales
constructivos tanto en acabados que no rompan la armonía visual y se integren
temáticamente.

Lo que corresponde a materialidad se tiene por expresión temas ecológicos tanto por
el concepto, ubicación y entorno en el que se encuentra, teniendo principalmente a la
madera como materia prima fundamental en su desarrollo; se considera una
ventilación e iluminación natural parcial en todo el equipamiento, con el uso de
celosías, desniveles y juegos de volumetría para lograr la composición.

Considerando también el uso y juego de la topografía del terreno con la propuesta


volumétrica de diseño, generando un juego de niveles en la que genera así espacios
y volúmenes interesantes, considerando que sean panorámicos para aprovechar la
complejidad visual del paisaje y sacando provecho a las características propias del
terreno.

El proyecto se enfoca en el Estudio Para El Proyecto Arquitectónico De Un Centro


De Interpretación Ambiental En Iquitos en la que podemos describir los análisis,
investigación e información parcial en el método de este proyecto de tesis para poder
llevar a cabo el desarrollo de la propuesta de diseño final planteada, y por tal se toma
recomendación el presente proyecto para el desarrollo parcial y fines que lo
requieran.

58
REFERENCIAS

ABITA Perú. (2010). PLAN DE DESARROLLO URBANO SOSTENIBLE DE IQUITOS


[Tomo II].

ABITA Perú. (s.f.). PLAN DE DESARROLLO URBANO SOSTENIBLE DE IQUITOS


2011 - 2021 [Tomo III]. En 2010.

Castro, A. (2015). Centro de difusión de la cultura ecológica (Tesis de grado, Universidad de


Ciencias Aplicadas). Repositorio institucional. Obtenido de
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Ciencias Aplicadas]. Repositorio institucional. Obtenido de
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Fernández, A. (07 de 10 de 2020). Historia de la contaminación. Obtenido de La vanguardia:


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Fernández, M., & Fallas, Y. (s.f.). ¿Sabe usted qué es Interpretación Ambiental?:
Aprendamos de manera fácil y dinámica a explorar la naturaleza. Obtenido de
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Fonseca, M. (30 de 10 de 2014). Los centros de educación ambiental en Europa: Nuevos


reactivadores y atractores urbanos. Recuperado el Noviembre de 2019, de Revista de
Arquitectura: [Link]

García, M., & Sánchez, D. (2012). Centros de Interpretación: Lineamientos para el diseño e
implementación de centro de interpretación en los caminos ancestrales andinos. En

92
Cuaderno metodológico; 4 (pág. 45). Obtenido de [Link]
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García, Mario; Sánchez, Didier. (2012). Centros de Interpretación, lineamientos para el diseño
de centros de interpretación en los caminos ancestrales andinos. En I. d. UICN-Sur,
Cuaderno metodológico 4 (Lorena Best; Florencia Zapata ed., Vol. 4). Lima, Lima.

González, C. (2004). El paisaje y los espacios públicos urbanos en el desarrollo de las


sociedades [versión PDF]. Obtenido de
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Mancilla, D., & Medina, J. (2019). CENTRO DE DIFUSION ECOLÓGICA EN EL


SANTUARIO NACIONAL LAGUNAS DE MEJÍA [Tesis de grado, Universidad
Católica de Santa María]. Repositorio institucional, Arequipa. Obtenido de
[Link]

PDU IQUITOS. (2011). Plan de Desarrollo Urbano Sostenible de Iquitos [Versión PDF]
(Vol. II). Iquitos.

Proyecto para la conservacion y uso sostenible del sistema arrecifal mesoamericano (SAM).
(12 de 2005). Obtenido de [Link]
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X Architects. (18 de 04 de 2016). ArchDaily. Recuperado el 10 de 11 de 2020, de


[Link]
x-architects

X Architects. (s.f.). Arquitectura Viva. Recuperado el 10 de 11 de 2020, de AV:


[Link]

93
ANEXOS

ANEXO No 01 – PLAN DE DESARROLLO URBANO DE IQUITOS (2011-2021).


TOMO 2: CAPÍTULO 5.3

5.3. ORDENAMIENTO AMBIENTAL Y GESTIÓN AMBIENTAL URBANA.


5.3.1. Propuestas de recuperación ambiental y puesta en valor de las áreas ribereñas y
las quebradas en la ciudad.
Contexto y antecedentes:
La mayoría de humedales de ribera que rodean la ciudad fueron categorizados como Zonas
de Tratamiento Especial; Zonas de Protección Ecológica por el Plan Director anterior (1996
y actualización de 2004).

Así mismo se promulgó la Ordenanza Municipal Nº 019-99-A-MPM que declara como


intangibles para fines de vivienda y agrícolas todos los terrenos inundables ubicados en la
ribera del Río Amazonas y del Lago Moronacocha y prohíbe cualquier actividad de
ocupación de los mismos bajo pena de desalojo y denuncia por delito de usurpación.

En 2001 se aprueba la Ley 28358 que autoriza a las Municipalidades a formalizar terrenos
ribereños y fajas marginales de propiedad del Estado, ubicados en zonas de selva, y en 2008
se aprueba el reglamento correspondiente. Para que se proceda a la formalización se requiere
la constancia de posesión por parte de la Municipalidad Provincial competente.

A pesar de las citadas regulaciones en los últimos diez años se han dado procesos muy
intensos de ocupación y deterioro de estas áreas y la presión humana sobre las riberas es
creciente. Esta presión se manifiesta en la destrucción de la cubierta vegetal, construcción
de viviendas precarias informales, vertido directo de aguas residuales, actividades agrícolas
estacionales, extracción de madera para combustible, acumulación y quema de basura,
extracción de fauna o pesca con técnicas prohibidas entre otras.

Adicionalmente hay que considerar que los cuerpos de agua relacionados con estas áreas
presentan niveles muy altos de contaminación microbiológica al recibir los desagües de la
ciudad sin ningún tipo de tratamiento y son objeto de continuos vertidos de basura, lo que
supone un importante riesgo sanitario para la población asentada en estas áreas.

59
En 2007 se derogaron los dispositivos normativos que regulaban la creación de Áreas de
Conservación Municipal de modo que existe un vacío legal para esta figura de protección
que podría haber sido aplicada a las áreas menos intervenidas de la Cuenca Baja del Nanay
y del Itaya.

Líneas de acción.

- Desarrollar un pacto institucional entre los actores clave para frenar y desincentivar
la ocupación informal, en especial de áreas inundables, en el mismo debería
participar las Municipalidades Distritales, Marina de Guerra del Perú, Policía
Nacional del Perú, COFOPRI, y las empresas prestadoras de servicios
SEDALORETO y Electro Oriente, Fiscalía Ministerio Público, Iglesia Católica y
Evangélica.

Este pacto debería orientarse a:

-Desarrollar habilitaciones urbanas alternativas para la población demandante de


escasos recursos.

- Monitorear la ocupación de la ribera y desalojar los asentamientos recientes


proponiendo alternativas de reubicación.

- Como medida disuasoria no brindar reconocimientos de posesión, ni prestar servicios


o asistencia a los invasores de áreas inundables consideradas en el Plan, en cuanto
éstas se declaren parques urbanos o áreas protegidas.

Este pacto debe formalizarse mediante la ordenanza correspondiente y prever los


mecanismos para fiscalizar su cumplimiento.

- Declarar como parques urbanos los tramos de caños y quebradas recuperables dentro
del casco urbano.
-Caño Ricardo Palma

-Caño Versalles

-Caño Pevas o Sinchicari

-Caño Sachachorro|
-Quebrada Felipe caño

- Declarar como Parques Periurbanos de Recreación y Conservación, o Como Parques


Agrourbanos de carácter metropolitano las áreas de:

-Humedales del Malecón Tarapacá.

-Humedales y bosques de la Cuenca baja del Itaya Cabo López-Felipe Caño.

-Humedales del Distrito de Punchana Viejacocha-Moronillo-Nanay.

-LAGUNA DE MORONA COCHA.

-Área recreativa de Pampa Chica.

-Área Nanay-Rumococha.

- Elaborar estudios sobre los recursos, valores y atractivos de cada área, así como
evaluaciones de impacto ambiental para las distintas actividades propuestas.

- Desarrollar Programas para uso recreativo compatible y educación ambiental que


incluyan convenios con la Dirección Regional de Educación, Sociedad Civil
Organizada, Dirección Regional de Comercio Exterior Turismo y Artesanía de
Loreto, Policía Nacional del Perú y Operadores Turísticos.

- Implementar equipamiento integrado en el paisaje y con materiales y tipologías de


la zona para el desarrollo de estas actividades: embarcaderos, quiscos de comidas y
bebidas, pasarelas, miradores, paneles informativos.
- Concesionar servicios a Empresarios privados o instituciones para actividades
compatibles con la conservación de los valores del área

a) Actividades deportivas:
Canotaje, Recorridos a pie o en bicicletas de montaña (en las áreas y momentos del año
que sea factible).
b) Actividades educativas:
Actividades de educación ambiental a través de recorridos interpretativos sobre la ecología
de los humedales, observación de flora y fauna.
c) Actividades turísticas:
Servicios turísticos de recorridos en bote.
Senderismo.
Observación de fauna.
Pesca deportiva regulada.
Acampada en áreas habilitadas para ello.
Pequeños establecimientos de comidas, bebidas o artesanías en los lugares y casos
en que sean compatibles.
Sobrevuelos de la ciudad en globo aerostático.
Declarar como Corredores Ecoturísticos las áreas de:
- Corredor ecológico de la cuenca baja del Nanay.
- Corredor ecológico-turístico de del Itaya-Amazonas.
Las propuestas de usos y equipamiento por cada zona se definen en el siguiente cuadro:

Cuadro 1: Ciudad de Iquitos: Propuestas de Recuperación Ambiental y puesta En


valor de riberas y quebradas

Categorías
Zona Usos principales Propuesta de Equipamiento
recomendadas
Quebrada Parque -Recreación pasiva Veredas y paseos, puentes.
Moronillo. Urbano
Quebrada Parque -Recreación pasiva Veredas y paseos, puentes.
Ricardo Urbano
Palma.
Humedales Parque -Educación -Recorrido con Pasarelas de
Malecón Periurbano/ ambiental madera.
Tarapacá Zona de -Canotaje -Tambos livianos de
Conservación observación en madera
Ambiental -Observación de
fauna -Embarcadero y accesos.
-Recorridos en
bote.
Humedales y Parque Agro -Educación -Centro de interpretación
bosques de la urbano ambiental ambiental de las áreas ribereñas
Cuenca baja amazónicas (Cabo López).
Parque -Recorridos en
del Itaya Cabo Periurbano/ bote. -Tienda y puestos de alquiles de
López-Felipe bicicletas y botes.
Caño Zona de -Canotaje
Conservación -Embarcadero.
-Observación de
Ambiental fauna. -Señalización de Senderos.
-Baño. -Pasarelas y tambos de
observación en material de la
-Aprovechamiento
económico de zona.
recursos por la -Kiosco de bebidas y comida.
población local -Hospedaje con materiales de la
mediante Planes de zona.
Manejo aprobados.

Humedales del Parque -Educación -Club de Canotaje de Iquitos.


Distrito de Periurbano o / ambiental -Embarcadero
Punchana Zona de -Canotaje
Viejacocha- Conservación -Pasarelas y tambos de
Moronillo- Ambiental/ -Observación de observación de material de la
Nanay Zona de fauna zona.
Conservación -Recorridos en
Privada bote.
-Aprovechamiento
económico de
recursos por la
población local
mediante Planes de
Manejo aprobados.
Área Parque -Baño. -Establecimientos de venta de
recreativa de Periurbano comidas y bebidas,
-paseos en bote
Pampa Chica /Zona de -Tienda y puestos de alquiles de
–Shirui Cocha Conservación -caminatas
bicicletas y botes.
Ambiental. -pesca regulada
-Pasarelas y accesos.
-observación de
-Señalización de senderos
fauna
-Embarcadero
-acampada
-Parqueos
-Recorridos en
bicicleta de -Baños públicos
montaña. -Control de acceso, puestos de
vigilancia y socorro.
- Área de acampada.
-Hospedaje con materiales de la
zona.
Área Nanay- Zona de -Baño. -Kiosco de bebidas y comida.
Rumococha. Conservación -canotaje. -Pasarelas y accesos.
Ambiental
-paseos en bote. -Señalización de senderos
-caminatas. -Embarcadero
-pesca regulada. -Baños públicos
-observación de - Área de acampada.
fauna.
-acampada. -Hospedaje con materiales de la
zona.
Cuenca baja Corredor -Educación -Pasarelas y accesos.
del Nanay. Ecoturístico ambiental. -Señalización de senderos
-caminatas. - Áreas de acampada.
-observación de -Hospedaje con materiales de la
flora y fauna. zona.
-Cicloturismo
-Acampada en
áreas habilitadas.
Eje Itaya- Corredor Educación -Pasarelas y accesos.
Amazonas. Ecoturístico- ambiental. -Señalización de senderos
-caminatas. - Áreas de acampada.
-observación de -Hospedaje con materiales de la
flora y fauna.
zona.
-Cicloturismo
-Acampada en
áreas habilitadas.
Elaboración: Equipo Técnico Abita-Perú.
ANEXO No 02 – PLAN DE DESARROLLO URBANO DE IQUITOS (2011-2021).

TOMO 3: CAPÍTULO 7

ZONAS DE HABILITACIÓN RECREACIONAL (ZHR)


VII. 1 DEFINICION
Son las áreas destinadas al uso recreacional activo y/o pasivo dentro del área urbana
o en las zonas peri- urbanas identificadas en el presente plan.
VII.2 DENOMINACION DE LAS AREAS
Las zonas recreativas por sus características, ubicación, radio de influencia se han
clasificado y ubicado dentro del presente plan en:
PARQUES URBANOS:
Son los espacios públicos incluidos en el casco urbano diseñados y habilitados con
fines recreativos, con predominio de la vegetación como elemento paisajístico.
7.2.1Parques Metropolitanos
a) Parque Central Metropolitano (Ex campamento Vargas Guerra)
b) Parques Zonales
7.2.2Parques Distritales
Complejos Deportivos Distritales
7.2.3 Parques de Barrio o Plazuelas
7.2.4 Malecones o Bordes Paisajísticos
Todas las áreas recreacionales indicadas en los Planos de zonificación están sujetas
a los dispositivos legales que señalen su intangibilidad.
VII.3 NORMAS GENÉRICAS
a. En el diseño de parques debe prevalecer el área verde con tratamiento paisajístico
sobre las edificaciones deportivas, culturales-recreacionales y/o de servicios, con
ambientes techados, no pudiendo exceder el 30% del área total para estos usos. Se
exceptúan de este tratamiento los parques Peri Urbanos y Zonas de Conservación
Ambiental cuyo tratamiento se especifica en el presente reglamento.
b. Los proyectos que se ejecuten en las zonas de uso recreacional, así como los que se
realicen aprovechando las ventajas paisajistas y naturales, deberán garantizar su uso
público.
c Los parques deben incorporar sus ventajas paisajísticas a la ciudad por lo que no se
permite el cercado de los mismos con muros ciegos. De ser necesario, por razones de
seguridad del equipamiento deportivo, cultural u otro servicio, los parques podrán
ser parcialmente cercados (zonas de equipamiento) con elementos transparentes que
permitan el contacto visual desde el exterior.

c. La implementación de áreas recreacionales se ceñirá, además, a las normas


específicas que determine los órganos competentes sobre la materia.
d. Las nuevas áreas recreacionales podrán variar la localización indicada en el presente
plan, solo dentro de los límites del barrio donde se encuentran ubicados.
e. En los parques nuevos y plazas existentes se incorporarán elementos que brinden
confort bioclimático (Fuentes, espejos y recorridos de agua, arborización adecuada)
pudiéndose emplear solo el 30% del área con pisos duros o pavimentados de
cemento, terrazo o materiales similares.
f. Las áreas existentes y las áreas propuestas destinada a la habilitación recreacional no
podrán cambiar de uso, subdividirse, reducirse; en cambio sí podrán incrementarse
en los casos que el diseño vial y urbano así lo permitan.
ANEXO No 03 – REGLAMENTO NACIONAL DE EDIFICACIONES (RNE).

NORMA A.090 - SERVICIOS COMUNALES

CAPITULO I ASPECTOS GENERALES


Artículo 1.- Se denomina edificaciones para servicios comunales a toda construcción
destinada a desarrollar actividades de servicios públicos complementarios a las viviendas,
en permanente relación funcional con la comunidad, con el fin de asegurar su seguridad,
atender sus necesidades de servicios y facilita el desarrollo de la comunidad.

Artículo 2.- Están comprendidas dentro de los alcances de la presente norma los siguientes
tipos de edificaciones: Servicios de Seguridad y Vigilancia: - Estaciones de Bomberos -
Delegaciones policiales Protección Social: - Asilos - Orfanatos - Juzgados Servicios de
Culto: - Templos - Cementerios Servicios culturales: - Museos - Galerías de arte -
Bibliotecas - Salones Comunales Gobierno – Municipalidades.

CAPITULO II CONDICIONES DE HABITABILIDAD


Artículo 3.- Las edificaciones destinadas a prestar servicios comunales, se ubicarán en los
lugares señalados en los Planes de Desarrollo Urbano, o en zonas compatibles con la
zonificación vigente.

Artículo 4.- Los proyectos de edificaciones para servicios comunales, que supongan una
concentración de público de más de 500 personas deberán contar con un estudio de impacto
vial que proponga una solución que resuelva el acceso y salida de vehículos sin afectar el
funcionamiento de las vías desde las que se accede.

Artículo 5.- Los proyectos deberán considerar una propuesta que posibilite futuras
ampliaciones. Artículo 6.- Las edificaciones para servicios comunales deberán cumplir con
lo establecido en la norma A.120 Accesibilidad para personas con discapacidad.

Artículo 7.- El ancho y número de escaleras será calculado en función del número de
ocupantes. Las edificaciones de tres pisos o más y con plantas superiores a los 500.00 mt2
deberán contar con una escalera de emergencia adicional a la escalera de uso general ubicada
de manera que permita una salida de evacuación alternativa. Las edificaciones de tres o más
pisos deberán contar con ascensores de pasajeros.

Artículo 8.- Las edificaciones para servicios comunales deberán contar con iluminación
natural o artificial suficiente para garantizar la visibilidad de los bienes y la prestación de los
servicios.

Artículo 9.- Las edificaciones para servicios comunales deberán contar con ventilación
natural o artificial. El área mínima de los vanos que abren deberá ser superior al 10% del
área del ambiente que ventilan.

Artículo 10.- Las edificaciones para servicios comunales deberán cumplir con las siguientes
condiciones de seguridad: Dotar a la edificación de los siguientes elementos de seguridad y
de prevención de incendios SE Salidas emergencia EE Escaleras de emergencia alternas a
las escaleras de uso general. (según lo establecido en artículo 8.) GCI Gabinetes contra
incendio espaciados a no más de 60 mts. EPM Extintores de propósito múltiple espaciados
cada 45 m. en cada nivel Instalaciones de Bomberos GCI EPM Delegaciones policiales GCI
EPM Asilos SE EE GCI EPM Orfanatos SE EE GCI EPM Juzgados SE EE GCI EPM
Templos EPM Cementerios EPM Museos SE EE GCI EPM Galerías de arte SE EE GCI
EPM Bibliotecas SE EE GCI EPM Salones Comunales SE GCI EPM Municipalidades SE
GCI EPM.

Artículo 11.- El cálculo de las salidas de emergencia, pasajes de circulación de personas,


ascensores y ancho y número de escaleras se hará según la siguiente tabla de ocupación:
Ambientes para oficinas administrativas 10.0 mt2 por persona Asilos y orfanatos 6.0 mt2
por persona Ambientes de reunión 0.8 mt2 por persona Area de espectadores de pie 0,25 mt2
por persona Recintos para culto 0.8 mt2 por persona Salas de exposición 3.0 mt2 por persona
Salas de lectura 2.0 mt2 por persona Estacionamientos de uso general 16,0 mt2 por persona
Los casos no expresamente mencionados considerarán el uso más parecido.

Articulo 12.- El ancho de los vanos de acceso a ambientes de uso del público serán
calculados para permitir su evacuación hasta una zona a prueba de humos en tres minutos.
Artículo 13.- Las edificaciones de uso mixto, en las que se presten servicios de salud,
educación, recreación, etc. deberán sujetarse a lo establecido en la norma expresa pertinente
en la sección correspondiente.

CAPITULO IV DOTACIÓN DE SERVICIOS.


Artículo 14.- Los ambientes para servicios higiénicos deberán contar con sumideros de
dimensiones suficientes como para permitir la evacuación de agua en caso de aniegos
accidentales. La distancia entre los servicios higiénicos y el espacio más lejano donde pueda
existir una persona, no puede ser mayor de 30 mts. medidos horizontalmente, ni puede haber
más de un piso entre ellos en sentido vertical.

Artículo 15.- Las edificaciones para servicios comunales, estarán provistas de servicios
sanitarios para empleados, según lo que se establece a continuación, considerando 10 mt2
por persona: Número de empleados Hombres Mujeres De 1 a 6 empleados 1L, 1 u, 1I De 7
a 25 empleados 1L, 1u, 1I 1L,1I De 26 a 75 empleados 2L, 2u, 2I 2L, 2I De 76 a 200
empleados 3L, 3u, 3I 3L, 3I Por cada 100 empleados adicionales 1L, 1u, 1I 1L,1I En los
casos que existan ambientes de uso por el público, se proveerán servicios higiénicos para
público, de acuerdo con lo siguiente: Hombres Mujeres De 0 a 100 personas 1L, 1u, 1I 1L,
1I De 101 a 200 personas 2L, 2u, 2I 2L, 2I Por cada 100 personas adicionales 1L, 1u, 1I 1L,
1I.

Articulo 16.- Los servicios higiénicos para personas con discapacidad serán obligatorios a
partir de la exigencia de contar con tres artefactos por servicio, siendo uno de ellos accesibles
a personas con discapacidad. En caso se proponga servicios separados exclusivos para
personas con discapacidad sin diferenciación de sexo, este deberá ser adicional al número
de aparatos exigible según las tablas indicadas en los artículos precedentes.

Artículo 17.- Las edificaciones de servicios comunales deberán proveer estacionamientos


de vehículos dentro del predio sobre el que se edifica. El número mínimo de
estacionamientos será el siguiente: Para personal Para público Uso general 1 est. cada 6 pers
1 est. cada 10 pers Locales de asientos fijos 1 est. cada 15 asientos Cuando no sea posible
tener el número de estacionamientos requerido dentro del predio, por tratarse de
remodelaciones de edificios construidos al amparo de normas que han perdido su vigencia o
por encontrarse en zonas monumentales, se podrá proveer los espacios de estacionamiento
en predios cercanos según lo que norme la Municipalidad distrital en la que se encuentre la
edificación. Deberá proveerse espacios de estacionamiento accesibles para los vehículos que
transportan o son conducidos por personas con discapacidad, cuyas dimensiones mínimas
serán de 3.80 m. de ancho x 5.00 m. de profundidad, a razón de 1 cada 50 estacionamientos
requeridos. Artículo 18.- Los montantes de instalaciones eléctricas, sanitarias, o de
comunicaciones, deberán estar alojadas en ductos, con acceso directo desde un pasaje de
circulación, de manera de permitir su registro para mantenimiento, control y reparación.
ANEXO No 04 – REGLAMENTO NACIONAL DE EDIFICACIONES (RNE).

NORMA A.120 - ACCESIBILIDAD PARA PERSONAS CON DISCAPACIDAD.

CAPITULO II CONDICIONES GENERALES


Artículo 4.- Se deberán crear ambientes y rutas accesibles que permitan el
desplazamiento y la atención de las personas con discapacidad, en las mismas
condiciones que el público en general.
Las disposiciones de esta Norma se aplican para dichos ambientes y rutas accesibles.
Artículo 5.- En las áreas de acceso a las edificaciones deberá cumplirse lo siguiente:
a) Los pisos de los accesos deberán estar fijos, uniformes y tener una superficie
con materiales antideslizantes.
b) Los pasos y contrapasos de las gradas de escaleras, tendrán dimensiones
uniformes.
c) El radio del redondeo de los cantos de las gradas no será mayor de 13mm.
d) Los cambios de nivel hasta de 6mm, pueden ser verticales y sin tratamiento
de bordes; entre 6mm y 13mm deberán ser biselados, con una pendiente no
mayor de 1:2, y los superiores a 13mm deberán ser resueltos mediante
rampas.
e) Las rejillas de ventilación de ambientes bajo el piso y que se encuentren al
nivel de tránsito de las personas, deberán resolverse con materiales cuyo
espaciamiento impida el paso de una esfera de 13 mm. Cuando las platinas
tengan una sola dirección, estas deberán ser perpendiculares al sentido de la
circulación.
f) Los pisos con alfombras deberán ser fijos, confinados entre paredes y/o con
platinas en sus bordes.
El grosor máximo de las alfombras será de 13mm, y sus bordes expuestos
deberán fijarse a la superficie del suelo a todo lo largo mediante perfiles
metálicos o de otro material que cubran la diferencia de nivel.

g) Las manijas de las puertas, mamparas y paramentos de vidrio serán de


palanca con una protuberancia final o de otra forma que evite que la mano
se deslice hacia abajo. La cerradura de una puerta accesible estará a 1.20 m.
de altura desde el suelo, como máximo.
Artículo 6.- En los ingresos y circulaciones de uso público deberá cumplirse lo siguiente:
a) El ingreso a la edificación deberá ser accesible desde la acera
correspondiente. En caso de existir diferencia de nivel, además de la escalera
de acceso debe existir una rampa.
b) El ingreso principal será accesible, entendiéndose como tal al utilizado por
el público en general. En las edificaciones existentes cuyas instalaciones se
adapten a la presente Norma, por lo menos uno de sus ingresos deberá ser
accesible.
c) Los pasadizos de ancho menor a 1.50 m. deberán contar con espacios de
giro de una silla de ruedas de 1.50 m. x 1.50 m., cada 25 m. En pasadizos
con longitudes menores debe existir un espacio de giro.

Artículo 7°. - Todas las edificaciones de uso público o privadas de uso público, deberán
ser accesibles en todos sus niveles para personas con discapacidad.

Artículo 8.- Las dimensiones y características de puertas y mamparas deberán


cumplir lo siguiente:
a) El ancho mínimo de las puertas será de 1.20m para las principales y de 90cm

para las interiores. En las puertas de dos hojas, una de ellas tendrá un ancho
mínimo de 90cm.
b) De utilizarse puertas giratorias o similares, deberá preverse otra que permita
el acceso de las personas en sillas de ruedas.
c) El espacio libre mínimo entre dos puertas batientes consecutivas abiertas será

de 1.20m.

Artículo 9.- Las condiciones de diseño de rampas son las siguientes:


a) El ancho libre mínimo de una rampa será de 90cm. entre los muros que la
limitan y deberá mantener los siguientes rangos de pendientes máximas:
Diferencias de nivel de hasta 0.25 m.
2% de pendiente Diferencias de nivel de 0.26 hasta 0.75m.
10% de pendiente Diferencias de nivel de 0.76 hasta 1.20m.
8% de pendiente Diferencias de nivel de 1.21 hasta 1.80 m. 6% de
pendiente Diferencias de nivel de 1.81 hasta 2.00 m. 4% de pendiente
Diferencias de nivel mayores 2% de pendiente.
Las diferencias de nivel podrán sortearse empleando medios mecánicos

b) Los descansos entre tramos de rampa consecutivos, y los espacios


horizontales de llegada, tendrán una longitud mínima de 1.20m medida
sobre el eje de la rampa.
c) En el caso de tramos paralelos, el descanso abarcará ambos tramos más el
ojo o muro intermedio, y su profundidad mínima será de 1.20m.
h) Cuando dos ambientes de uso público adyacentes y funcionalmente
relacionados tengan distintos niveles, deberá tener rampas para superar los
desniveles y superar el fácil acceso a las personas con discapacidad.

Artículo 10.- Las rampas de longitud mayor de 3.00m, así como las escaleras, deberán
parapetos o barandas en los lados libres y pasamanos en los lados confinados por paredes
y deberán cumplir lo siguiente:
a) Los pasamanos de las rampas y escaleras, ya sean sobre parapetos o
barandas, o adosados a paredes, estarán a una altura de 80 cm., medida
verticalmente desde la rampa o el borde de los pasos, según sea el caso.
b) La sección de los pasamanos será uniforme y permitirá una fácil y segura
sujeción; debiendo los pasamanos adosados a paredes mantener una
separación mínima de
3.5 cm. con la superficie de las mismas.
c) Los pasamanos serán continuos, incluyendo los descansos intermedios,
interrumpidos en caso de accesos o puertas y se prolongarán
horizontalmente 45 cm. sobre los planos horizontales de arranque y entrega,
y sobre los descansos, salvo el caso de los tramos de pasamanos adyacentes
al ojo de la escalera que podrán mantener continuidad.
d) Los bordes de un piso transitable, abiertos o vidriados hacia un plano
inferior con una diferencia de nivel mayor de 30 cm., deberán estar provistos
de parapetos o barandas de seguridad con una altura no menor de 80 cm.
Las barandas llevarán un elemento corrido horizontal de protección a 15 cm.
sobre el nivel del piso, o un sardinel de la misma dimensión.
Artículo 11.- Los ascensores deberán cumplir con los siguientes requisitos
a) Las dimensiones interiores mínimas de la cabina del ascensor para uso en
edificios residenciales serán de 1.00 m de ancho y 1.20 m de profundidad.
b) Las dimensiones interiores mínimas de la cabina del ascensor en
edificaciones de uso público o privadas de uso público, será de 1.20 m de
ancho y 1.40 m de profundidad. Sin embargo, deberá existir por lo menos
uno, cuya cabina no mida menos de 1.50 m de ancho y 1.40 m de
profundidad.
c) Los pasamanos estarán a una altura de 80cm; tendrán una sección uniforme
que permita una fácil y segura sujeción, y estarán separados por lo menos
5cm de la cara interior de la cabina.
d) Las botoneras se ubicarán en cualquiera de las caras laterales de la cabina,
entre
0.90 m y 1.35 m de altura. Todas las indicaciones de las botoneras deberán
tener su equivalente en Braille.
e) Las puertas de la cabina y del piso deben ser automáticas, y de un ancho
mínimo de
0.90 m. con sensor de paso. Delante de las puertas deberá existir un espacio
que permita el giro de una persona en silla de ruedas.
f) En una de las jambas de la puerta deberá colocarse el número de piso en
señal braille.
g) Señales audibles deben ser ubicadas en los lugares de llamada para indicar
cuando el elevador se encuentra en el piso de llamada.

Artículo 12.- El mobiliario de las zonas de atención deberá cumplir con los siguientes
requisitos:
Se habilitará por lo menos una de las ventanillas de atención al público, mostradores o cajas
registradoras con un ancho de 80 cm. y una altura máxima de 80cm., así mismo deberá tener un
espacio libre de obstáculos, con una altura mínima de 75 cm.

a) Los asientos para espera tendrán una altura no mayor de 45cm y una
profundidad no menor a 50 cm.
b) Los interruptores y timbres de llamada, deberán estar a una altura no mayor a
1.35 m.
c) Se deberán incorporar señales visuales luminosas al sistema de alarma de la
edificación.
d) El 3% del número total de elementos fijos de almacenaje de uso público,
tales como casilleros, gabinetes, armarios, etc. o por lo menos, uno de cada
tipo, debe ser
accesible.

Artículo 13.- Los teléfonos públicos deberán cumplir con los siguientes requisitos:
a) El 10 % de los teléfonos públicos o al menos uno de cada batería de tres,
debe ser accesible. La altura al elemento manipulable más alto deberá estar
ubicado a 1.30 m.
b) Los teléfonos accesibles permitirán la conexión de audífonos personales y
contarán con controles capaces de proporcionar un aumento de volumen de
entre 12 y 18 decibeles por encima del volumen normal.
c) El cable que va desde el aparato telefónico hasta el auricular de mano deberá
tener por lo menos 75cm de largo.
d) Delante de los teléfonos colgados en las paredes deberá existir un espacio
libre de 75cm de ancho por 1.20 m de profundidad, que permita la
aproximación frontal o paralela al teléfono de una persona en silla de ruedas.
e) Las cabinas telefónicas, tendrán como mínimo 80 cm. de ancho y 1.20 cm.
de profundidad, libre de obstáculos, y su piso deberá estar nivelado con el
piso adyacente. El acceso tendrá, como mínimo, un ancho libre de 80 cm.
y una altura de
2.10 m.

Artículo 14.- Los objetos que deba alcanzar frontalmente una persona en silla de ruedas,
estarán a una altura no menor de 40 cm. ni mayor de 1.20 m.
Los objetos que deba alcanzar lateralmente una persona en silla de ruedas, estarán a una
altura no menor de 25 cm. ni mayor de 1.35 cm.

Artículo 15.- En las edificaciones cuyo número de ocupantes demande servicios


higiénicos por lo menos un inodoro, un lavatorio y un urinario deberán cumplir con los
requisitos para personas con discapacidad, el mismo que deberá cumplir con los
siguientes requisitos:

a) Lavatorios
- Los lavatorios deben instalarse adosados a la pared o empotrados en un
tablero individualmente y soportar una carga vertical de 100 kgs.
- El distanciamiento entre lavatorios será de 90cm entre ejes.
- Deberá existir un espacio libre de 75cm x 1.20 m al frente del lavatorio
para permitir la aproximación de una persona en silla de ruedas.
- Se instalará con el borde externo superior o, de ser empotrado, con la
superficie superior del tablero a 85cm del suelo. El espacio inferior
quedará libre de obstáculos, con excepción del desagüe, y tendrá una
altura de 75cm desde el piso hasta el borde inferior del mandil o fondo
del tablero de ser el caso. La trampa del desagüe se instalará lo más cerca
al fondo del lavatorio que permita su instalación, y el tubo de bajada será
empotrado. No deberá existir ninguna superficie abrasiva ni aristas
filosas debajo del lavatorio.
- Se instalará grifería con comando electrónico o mecánica de botón, con
mecanismo de cierre automático que permita que el caño permanezca
abierto, por lo menos, 10 segundos. En su defecto, la grifería podrá ser
de aleta.

b) Inodoros
- El cubículo para inodoro tendrá dimensiones mininas de 1.50m por 2m,
con una puerta de ancho no menor de 90cm y barras de apoyo tubulares
adecuadamente instaladas, como se indica en el Gráfico 1.
- Los inodoros se instalarán con la tapa del asiento entre 45 y 50cm sobre
el nivel del piso.
- La papelera deberá ubicarse de modo que permita su fácil uso. No deberá
utilizarse dispensadores que controlen el suministro.

c) Urinarios
- Los urinarios serán del tipo pesebre o colgados de la pared. Estarán
provistos de un borde proyectado hacia el frente a no más de 40 cm de
altura sobre el piso.
- Deberá existir un espacio libre de 75cm por 1.20m al frente del urinario
para permitir la aproximación de una persona en silla de ruedas.
- Deberán instalarse barras de apoyos tubulares verticales, en ambos lados
del urinario y a 30cm de su eje, fijados en la pared posterior, según el
Gráfico 2.
- Se podrán instalar separadores, siempre que el espacio libre entre ellos
sea mayor de 75 cm.

d) Tinas
- Las tinas se instalarán encajonadas entre tres paredes como se muestra en
los Gráficos 3, 4 y 5. La longitud del espacio depende de la forma en que
acceda la persona en silla de ruedas, como se indica en los mismos
gráficos. En todo caso, deberá existir una franja libre de 75cm de ancho,
adyacente a la tina y en toda su longitud, para permitir la aproximación
de la persona en silla de ruedas. En uno de los extremos de esta franja
podrá ubicarse, de ser necesario, un lavatorio.
- En el extremo de la tina opuesto a la pared donde se encuentre la grifería,
deberá existir un asiento o poyo de ancho y altura iguales al de la tina, y
de 45 cm. de profundidad como mínimo, como aparece en los Gráficos 3
y 4. De no haber espacio para dicho poyo, se podrá instalar un asiento
removible como se indica en el Gráfico 5, que pueda ser fijado en forma
segura para el usuario.
- Las tinas estarán dotadas de una ducha-teléfono con una manguera de,
por lo menos 1.50 m. de largo que permita usarla manualmente o fijarla
en la pared a una altura ajustable entre 1.20 m y 1.80 m.
- Las llaves de control serán, preferentemente, del tipo mono cromando o
de botón, o, en su defecto, de manija o aleta. Se ubicarán según lo
indicado en los Gráficos 3, 4 y 5.
- Deberá instalarse, adecuadamente, barras de apoyo tubulares, tal como se
indica en los mismos gráficos.
- Si se instalan puertas en las tinas, éstas de preferencia serán corredizas no
podrán obstruir los controles o interferir el acceso de la persona en silla
de ruedas, ni llevar rieles montados sobre el borde de las tinas.
- Los pisos serán antideslizantes.

e) Duchas
- Las duchas tendrán dimensiones mínimas de 90cm x 90cm y estarán
encajonadas entre tres paredes, tal como se muestra en el Gráfico 6. En
todo caso deberá existir un espacio libre adyacente de, por lo menos, 1.50
m. por 1.50 m. que permita la aproximación de una persona en silla de
ruedas.
- Las duchas deberán tener un asiento rebatible o removible de 45cm de
profundidad por 50 cm. de ancho, como mínimo, con una altura entre 45
cm. y 50 cm., en la pared opuesta a la de la grifería, como se indica en el
Gráfico 6.
- La grifería y las barras de apoyo se ubicarán según el mismo gráfico.
- La ducha-teléfono y demás griterías tendrán las características precisadas
en el inciso d) de este artículo.
- Las duchas no llevarán sardineles. Entre el piso del cubículo de la ducha
y el piso adyacente podrá existir un chaflán de 13mm. de altura como
máximo.

f) Accesorios
- Los toalleros, jaboneras, papeleras y secadores de mano deberán
colocarse a una altura entre 50 cm. y 1m.
- Las barras de apoyo, en general, deberán ser antideslizantes, tener un
diámetro exterior entre 3cm y 4cm., y estar separadas de la pared por una
distancia entre 3.5cm y 4cm. Deberán anclarse adecuadamente y soportar
una carga de 120k. Sus dispositivos de montaje deberán ser firmes y
estables, e impedir la rotación de las barras dentro de ellos.
- Los asientos y pisos de las tinas y duchas deberán ser antideslizantes y
soportar una carga de 120k.
- Las barras de apoyo, asientos y cualquier otro accesorio, así como la
superficie de las paredes adyacentes, deberán estar libres de elementos
abrasivos y/o filosos.
- Se colocarán ganchos de 12cm de longitud para colgar muletas, a 1.60m
de altura, en ambos lados de los lavatorios y urinarios, así como en los
cubículos de inodoros y en las paredes adyacentes a las tinas y duchas.
- Los espejos se instalarán en la parte superior de los lavatorios a una altura
no mayor de 1m del piso y con una inclinación de 10º. No se permitirá la
colocación de espejos en otros lugares.

Artículo 16.- Los estacionamientos de uso público deberán cumplir las siguientes
condiciones:
a) Se reservará espacios de estacionamiento para los vehículos que transportan
o son conducidos por personas con discapacidad, en proporción a la cantidad
total de espacios dentro del predio, de acuerdo con el siguiente cuadro:

NÚMERO TOTAL DE ESTACIONAMIENTOS


ESTACIONAMIENTOS ACCESIBLES
REQUERIDOS

De 0 a 5 estacionamientos ninguno
De 6 a 20 estacionamientos 01
De 21 a 50 estacionamientos 02
De 51 a 400 estacionamientos 02 por cada 50
Más de 400 estacionamientos 16 más 1 por cada 100
adicionales

b) Los estacionamientos accesibles se ubicarán lo más cerca que sea posible a


algún ingreso accesible a la edificación, de preferencia en el mismo nivel que
éste; debiendo acondicionarse una ruta accesible entre dichos espacios e
ingreso. De desarrollarse la ruta accesible al frente de espacios de
estacionamiento, se deberá prever la colocación de topes para las llantas, con
el fin de que los vehículos, al estacionarse, no invadan esa ruta.
c) Las dimensiones mínimas de los espacios de estacionamiento accesibles, serán
de 3.80 m x 5.00 m.
d) Los espacios de estacionamiento accesibles estarán identificados mediante
avisos individuales en el piso y, además, un aviso adicional soportado por
poste o colgado, según sea el caso, que permita identificar, a distancia, la zona
de estacionamientos accesibles.
e) Los obstáculos para impedir el paso de vehículos deberán estar separados por
una distancia mínima de 90 cm. y tener una altura mínima de 80 cm. No
podrán tener elementos salientes que representen riesgo para el peatón.
FICHAS DE ANÁLISIS DE CASOS
ANEXOS No 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11.
ANEXO No 05 – FICHA DE ANÁLISIS FORMAL – CENTRO DE INTERPRETACIÓN Y OBSERVATORIO DE AVES EVOA.

82
ANEXO No 06 – FICHA DE ANÁLISIS FUNCIONAL – CENTRO DE INTERPRETACIÓN Y OBSERVATORIO DE AVES EVOA.

83
ANEXO No 07 – FICHA DE ANÁLISIS TECNOLÓGICO CONSTRUCTIVO – CENTRO DE INTERPRETACIÓN Y OBSERVATORIO DE AVES EVOA.

84
ANEXO No 08 – FICHA DE ANÁLISIS FORMAL – CENTRO DE VISITANTES DE LA RESERVA NATURAL DE WASIT.

85
ANEXO No 09 – FICHA DE ANÁLISIS FUNCIONAL – CENTRO DE VISITANTES DE LA RESERVA NATURAL DE WASIT.

86
ANEXO No 10 – FICHA DE ANÁLISIS TECNOLÓGICO CONSTRUCTIVO – CENTRO DE VISITANTES DE LA RESERVA NATURAL DE WASIT.

87
ANEXO No 11 – FICHA DE ANÁLISIS DE AMBIENTES – CENTRO DE VISITANTES DE LA RESERVA NATURAL DE WASIT.

88
ANEXO No 12 – CUADRO SÍNTESIS DE LOS CASOS ESTUDIADOS – EVOA.
77

89
ANEXO No 13 – CUADRO SÍNTESIS DE LOS CASOS ESTUDIADOS – WASIT.

90
ANEXO No 14 – MATRIZ COMPARATIVA DE APORTES DE CASOS (FORMATO 02)

MATRIZ COMPARATIVA DE APORTES DE CASOS

CASO 1 CASO 2

Se muestra con un carácter rectangular con


la composición de 2 volúmenes Está compuesta por 3 volúmenes lineales,
(representativamente en planta de forma intersecados entre sí, formando
rectangular y volumétricamente con niveles geométricamente una H irregular en planta,
que interactúan entre sí) interconectados a se adapta muy bien a la topografía, los
ANÁLISIS FORMAL
través de plataformas. Posee solo una volúmenes, con una visual amplia y
planta alta en ambos volúmenes a la que se longitudinal, genera ambientes y recorridos
accede por rampas, está fuera de ser panorámicos, transmitiendo interacción con
panorámica es más puntual con su el medio sin estar en el exterior.
desempeño.

Este proyecto muestra una zonificación en


Bajo esta premisa se puede destacar la cada uno de sus volúmenes. La zona de
puntualidad y tanto de actividades y galería interpretativa tiene una fuerte
consecuentemente de sus ambientes de sus conexión con el exterior, a través de
ANÁLISIS FUNCIONAL 3 zonas consideradas dentro de sus 2 grandes muros acristalados, considerando
volúmenes. En comparativa este proyecto espacios de interacción física con el
no considera interacción física con el entorno inmediato del edificio que
entorno inmediato. consideran 2 zonas exteriores con
recorridos.

Ambos volúmenes se muestran con una Para mantener el concepto panorámico, el


planta, considerando las alturas y recorrido proyecto se basa en la minoridad de
gracias a los niveles conseguidos por las obstáculos visuales, incluyendo en su
plataformas que los interconectan, estructura, este muestra un sistema
utilizando pilotes estructurales con estructural con placas armadas y lozas
ANÁLISIS TECNOLÓGICO
acabados de madera para el soporte de la maciza de tipo wafle que conforman una T
CONSTRUCTIVO
volumetría y pilotes de madera para estructural ubicado en la parte media de el
soporte de las rampas y plataformas que los volumen central (de galerías) disimulando
unen. Constructivamente muestra la las placas como paneles informáticos
madera como material predominante tanto teniendo una visual total con muros
interior como exterior. acristalados en todo el cascaron.

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