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C H O C A N O
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' o i K u m o
K V U BL J V A 8 . - 9 O J
JOSÉ SANTOS CHOCANO
( ^Poemas vatios)
EN P R E P A R A C I Ó N :
FONDO
RICARDO C0VABRUB1AS
PARÍS 8 B 1.3 7
SOCIEDAD DE EDICIONES L I T E R A R I A S Y A R T Í S T I C A S
Librería Paul Ollendorff
SO, CHAUSSÉE D'ANTIN, ¿O
1908 ( ^ 3 1 8 7 8
oA la pzenóa azgentina
EL AUTOR.
6 ENCUENTRO CAMINO
Ó ME LO ABRO
CHOCANO.
LEMA
El Poeta de América.
JOSÉ SANTOS CHOCANO.
Y o he pensado s i e m p r e q u e la lírica n o p e r j u d i c a á
la crítica. Se p u e d e ser l í r i c o sin q u e esto o b s t e para
ser crítico. C i c e r ó n ¿ n o consideraba el alma c o m o un
perenne movimiento, siguiendo á Aristóteles, quasi
quamdam continuatam etpcrennem motionem ? (Dispu-
tationum Tusculanarum, lib. 1.) Y el m o v i m i e n t o , ¿ n o
es una cosa q u e se p r o d u c e á lo e x t e r i o r ? ¿ N o podría
p u e s , haber m o v i m i e n t o s q u e se dijeran espirituales ?
Entre estas clases de m o v i m i e n t o s espirituales, la lírica
pudiera considerarse c o m o un m o v i m i e n t o transcen-
dente, y la crítica c o m o un m o v i m i e n t o i n m a n e n t e .
P u e d e decirse de la primera q u e es un motus movens
aliud, y de la segunda q u e es un motus movens seipsum
aut qui in seipsum terminat. Por tanto, hay en ambas
u
PRÓLOGO
El Poeta de América.
JOSÉ SANTOS CHOCANO.
Y o he pensado s i e m p r e q u e la lírica n o p e r j u d i c a á
la crítica. Se p u e d e ser l í r i c o sin q u e esto o b s t e para
ser crítico. C i c e r ó n ¿ n o consideraba el alma c o m o un
perenne movimiento, siguiendo á Aristóteles, quasi
quamdam continuatam etperennem motionem ? (Dispu-
tationum Tusculanarum, lib. 1.) Y el m o v i m i e n t o , ¿ n o
es una cosa q u e se p r o d u c e á lo e x t e r i o r ? ¿ N o podría
p u e s , haber m o v i m i e n t o s q u e se dijeran espirituales ?
Entre estas clases de m o v i m i e n t o s espirituales, la lírica
pudiera considerarse c o m o un m o v i m i e n t o transcen-
dente, y la crítica c o m o un m o v i m i e n t o i n m a n e n t e .
P u e d e decirse de la primera q u e es un motus movens
aliud, y de la segunda q u e es un motus movens seipsum
aut qui m seipsum terminal. Por tanto, hay en ambas
u
paridad de e t i o l o g í a , y por tanto de o n t o l o g í a , si no lo v e r b o de la v e r d a d ! La verdad s i e m p r e es el v e r b o ; y
h a y de t e l e o l o g í a . Ó d i c h o en r o m a n c e : q u e ambas el v e r b o siempre es la b e l l e z a ; p o r q u e el v e r b o es la
t i e n e n i d é n t i c o o r i g e n , y , p o r lo m i s m o , idéntica esen- abstracción hecha carne, la abstracción d e s c e n d i e n d o
cia (punto central d e l triple a s p e c t o q u e ostenta toda á la vida. La vida es la gran b e l l e z a ; y lo q u e h a c e al
cosa) si no tienen i d é n t i c o s fines ú o b j e t i v o s . ¿ S e me poeta es la facultad de crear un ritmo e x t e r i o r con ver-
r e p r o c h a r á , pues, por decir q u e y o t e n g o tanto o r g u l l o bos interiores. Leibnitz ha dicho q u e el espíritu es « un
en d e c i r m e c r í t i c o c o m o l í r i c o ? La prosapia es tan c u e r p o m o m e n t á n e o , una dispersión ó refracción del
n o b l e en a m b o s c a s o s ; si Z o i l o d e s m e r e c e de H o m e r o , espíritu ». Dios, al crear l o s m u n d o s , ¿ q u é ha h e c h o
es p o r q u e entre l o s g r i e g o s la infantilidad y la objeti- sino unir cosas separadas, trabar disgregaciones y ac-
vidad i n h i b í a n la crítica. En la H é l a d e , sólo h u b o el tualizarlas como espaciarlas ? El milagro de toda crea-
d ó m i n e satírico ; no se c o n o c i ó el crítico c o m p r e n s o r ción no consiste p r e c i s a m e n t e en sacar de la nada,
de las s o c i e d a d e s m o d e r n a s . Lessing no es más a d m i - educere ex nihilo, sino en sacar el exterior. ¿ Q u é h a c e
rable c o m o autor de Emilia Gallotti q u e c o m o trata- el gran poeta lírico sino dar forma y exteriorizar, asig-
dista de artes plásticas en el Laoconte. El H u g o del nándoles un lugar en el espacio y en el t i e m p o , las
prefacio de Cromwell v a l e tanto, s e g u r a m e n t e , c o m o inconscientes susurraciones q u e en su s e n o d u e r m e n ?
el H u g o de Hernani ; y el S a i n t e - B e u v e de l a s Cause- La lírica, ¿ es acaso otra cosa q u e un o c é a n o antes
ries du lundi p o d r í a m u y b i e n equipararse con el de d o r m i d o , al cual se hace m u r m u r a r ; un vaso v a c í o
Pensées d'automne: — c o m o el G o e t h e de los pasajes q u e se llena de un tesoro sagrado, c o m p u e s t o de licor y
más i n f l a m a d o s d e l Fausto no desdice del Goethe
de i n c i e n s o ? ¿ Q u i é n será tan vil q u e deseche ó
avisado y sagaz de ciertas partes del Wilhelw Meister.
venda á b a j o p r e c i o este tesoro, c o m o Simón M a g o
C o n s t e , n o obstante, q u e nada de esto r e d u n d a en des- v e n d i ó el tesoro del Espíritu Santo ? (i). ¿ N o es el li-
crédito del m u y purísimo y p r e c l a r o l i n a j e l í r i c o . Y o soy
(i) « Y los apóstoles, que estaban en Jerusalén, habiendo
de l o s q u e tienen el c u l t o de lo l í r i c o , de l o s q u e reve-
oído que Samaría había recibido la palabra de Dios, les
rencian la facultad creadora, de l o s q u e e n m u d e c e n en enviaron á Pedro y á Juan. Los cuales, venidos, oraron por
ellos para que recibiesen el Espíritu Santo. (Porque aún no
presencia del g e n i o m i r a b i l í s i m o de los poetas. N u n c a
había descendido sobre ninguno de ellos, mas solamente
m e contaré entre l o s q u e trafican con la v e r d a d , caupo- eran bautizados en nombre de Jesús.) Entonces les impu-
nati verbum veritatis, c o m o los llamaba el n o b l e secre- sieron las manos y recibieron el Espíritu Santo. Y como vi6
Simón que por la imposición de las manos de los apóstoles
tario de T e o d o r i c o y teólogo lírico Casiodoro. ¡ El se daba el Espíritu Santo, les ofreció dinero, diciendo :
r i s m o , en v e r d a d , el e s p í r i t u s a n t o d e c a d a h o m b r e , el
s e r ; f u e g o siempre urente dentro de nuestras cabezas
tgnis ardens que le inflama y le combustiona todo el
m á s bien q u e s o b r e ellas, en l o s h e m i s f e r i o s c e r e b r a l e s
m á s bien q u e s o b r e l o s t e j i d o s c a p i l a r e s , c o m o el P e n -
Dadme también á mi esta potestad, que á cualquiera que
pusiera las manos encima, recibiera el Espíritu Santo. En- t e c o s t é s de l o s A p ó s t o l e s ?
tonces Pedro le dijo : Tu dinero perezca c o n t i g o ; que piensas ¿ C ó m o sería y o c a p a z d e a v i l t a r la c o n d i c i ó n d e l l í -
que el don de Dios se gane por dinero. No tienes tú parte
ni suerte en este negocio, porque tu corazón no es recto r i c o y s o n r o j a r m e d e tan l u m í n i c a a u r e o l a ? Y o soy
delante de Dios. Arrepiéntete, pues, de tu maldad y r u e g a p r o f u n d a m e n t e de l o s q u e profesan con este potente
á Dios, que asi quizá te será perdonado el pensamiento de
tu corazón. Porque en hiél de a m a r g u r a y en cárcel de maldad C h o c a n o , de q u i e n m e o c u p o , u n a alta y aún s o b r e h u -
veo que estás. s> (Hechos de los Apóstoles, V I I I , 14 á 24.) m a n a idea del lírico. Idea que tan hermosamente
Esta edificante historia de la era apostólica debiera siempre
e x p r e s a d a se halla en un p o e m a q u e t o m a e l título
recitarse al oído de los que se creen con derecho á vender
su tesoro lirico. Los versos, las flores, los diamantes y las de la m i t o l o g í a í n d i c a , Avalar (.Alma América, pági-
mujeres bonitas nunca debieran venderse; y cuando se ven-
nas 101 y 102), p o e m a e s c r i t o en tan a m p l i a s y g r a n d i l o -
den, quien comete esa fea acción, incurre en el gravísimo
pecado contra el Espíritu Santo, nunca con más propiedad c u e n t e s estrofas. (Nunca m e j o r q u e á C h o c a n o pudo
que ahora llamado así. Como todos los grandes poetas, como aplicarse el resobadísimo epíteto de grandilocuente,
Goethe, como Campoamor, como Heine, Chocano nunca h a
llegado á la vergonzosidad, tan frecuente en nuestros aciagos p e r o sin e l a d i t a m e n t o un p o c o d e s p e c t i v o q u e e l m o h o
días, de vender su t e s o r o ; porque, como ha dicho Jesús, de la t r a d i c i ó n ha p o s a d o s o b r e é l . En v e r d a d , este
donde está vuestro tesoro, está vuestro corazón; y el corazón
nadie lo arroja al arroyo por un dollar. No obstante todo el p o e t a , t a m b i é n m a g n á n i m o , de á n i m o g r a n d e y e s f o r -
norteamericanismo ambiente, aún hay quien no tesauriza zado, c o m o los v i e j o s vates, habla siempre con grande
con la poesía; aún hay quien no da los más intensos secretos
v o z , c o m o se d i c e q u e Jesús h a b l ó en la c r u z : et clamans
cordiales por el mismo precio que dan sus elucubraciones
sin genio y sin sintaxis los plumitivos de á tanto la línea; voce magna.....) Oidle :
aún hay quien se opone á lo que los mismos yanquis llaman,
con intraducibie frase, apenny-line-ism. Como diría el maes-
tro de las Dolor as : ¡ Cuántas veces he nacido! ¡ Cuántas veces me he encarnado!
Soy de América dos veces y dos veces español.
¡ Gloria á D i o s ! ¡ Aún hay a r t e !
Á los que hacen granjeria de sus más nobles pensamientos é interés. Como Chocano, j a m á s trafica con sus riquezas inte-
y regatean vilmente el justiprecio de sus suspiros, como la riores. Piensa acaso este gran lírico que todo verdadero
hez de los mercaderes, recriminémosles con las justas pala- poeta debe asemejarse á Dios, que nada tiene y todo lo da
bras de Pedro Apóstol á Simón M a g o : « Tu dinero sea con- en decir de Séneca : Réspice enim mundum, nudos vi débil
tigo en tu perdición. > (Pecunia tua tecum sit in perdi- Déos, omnia dantes, nihil habentes. (De tranquillitate
Uone.) El verdadero poeta se conoce en su desprendimiento antmi, cap. V I I I . )
Si poeta soy ahora, fui Virrey en el pasado, cia daba pábulo la opinión de todos l o s grandes
Capitán por las conquistas y Monarca por el Sol. sociólogos de nuestra era, e m p e z a n d o por el padre
Fui Yupanqui. Nuestros Andes me bridaban con su nieve, de t o d o s , e l gran Saint-Simon, inspirador de Comte,
los condores con sus plumas, las alpacas con su piel. q u e á su vez f u é inspirador d e l feo é híbrido vocablo
Viví siempre como el rayo, deslumbrante, pero breve, de sociología, c o m o lo calificó c o n razón D. Juan V a l e r a .
con tu imagen estampada sobre el cuero del broquel. P u e s bien : a q u e l « gran señor sans-culotie », c o m o se
Y fui Soto. No llegara la victoria resonante le ha l l a m a d o , C l a u d i o Enriq ue de R o u v r o y , C o n d e de
de Pizarro sobre el Inca, si no fuera mi bridón.
Saint-Simon, á pesar de ser el mismo aristócrata de la
Me parece ver el potro galopando por delante,
más rancia cepa, n o t u v o e m p a c h o en p r o c l a m a r c o m o la
me parece oir tu nombre resonando en el cañón.
gran verdad accesible á su é p o c a , q u e había d a d o fin
Fui el Virrey-Poeta luego. Mi palabra tuvo flores :
el reinado de los n o b l e s y de los l e g u l e y o s , y una era
dicté ritmos, hice glosas y compuse un madrigal.
c o m e n z a b a en que había de legitimarse el i m p e r i o de
Los jardines del Palacio celebraban tus amores
los grandes industriales y de los h o m b r e s de ciencia.
y hasta el rio te brindaba con su copa de cristal.
Y a no soy aquel gran Inca, ni aquel épico soldado; De a q u í salió t o d o el d e m o c r a t i s m o y la tecnocracia
ni el Virrey de aquel Alcázar con que sueles soñar tú a m b i e n t e s : l o s q u e l e siguieron no hicieron más q u e
Pero atora soy poeta, soy divino, soy sagrado; repetir esta afirmación del C o n d e , ya d i r e c t a m e n t e , ya
¡ y más vale ser tu dueño, que ser dueño del P e r ú ! á través de los escritos de su discípulo y hasta plagia-
rio A u g u s t o C o m t e , el cual, no obstante (¡ b i e n dicen
que de desagradecidos está el infierno l l e n o ! ) , llegó
En estas inflamadas y arrogantes estrofas ha p l a s m a d o
más tarde á decir con cínico d e s p a r p a j o q u e lamentaba
el poeta de A m é r i c a una de las más r e l e v a n t e s v e r d a d e s
c o m o una desgracia haber c o n o c i d o á Saint-Simon. (Á
q u e la h u m a n i d a d ha l l e g a d o á adquirir en el curso de
pesar de eso, se a p r o v e c h ó de esa desgracia para co-
l o s siglos. piarle ad pedem litterce, la teoría de los p e r í o d o s c r í t i -
Es curioso á este r e s p e c t o o b s e r v a r c ó m o nuestra cos y de los p e r í o d o s o r g á n i c o s , y la p r o c l a m a c i ó n del
é p o c a ha trastornado t o d o s los valores de las a n t i g u a s a d v e n i m i e n t o de la filosofía positiva, destinada á reali-
castas, s u s t i t u y é n d o l o s p o r los valores d e l p r o p i o es- zar la fusión de ambas m o d a l i d a d e s de la inteligencia
f u e r z o . A l g u n o s han c r e í d o q u e con esto nuestro siglo humana. A s í lo ha d e m o s t r a d o , á p r u e b a contundente
(ó m e j o r el siglo xix) h a d e r r o c a d o toda suerte de aris- de fechas y cifras, el estudioso Weill en su libro
tocracias, aun las de más l e g í t i m a estirpe. A esta creen-
l o s c a s t i l l o s f e u d a l e s ! Es c i e r t o ; sería n e c i o p r e t e n d e r
Saint-Simon et son œuvre, Paris, 1894. P u e d e n c o n s u l -
lo c o n t r a r i o . P e r o l o s c a s t i l l o s f e u d a l e s i n t e r i o r e s , de-
tarse t a m b i é n c o n p r o v e c h o l o s s i g u i e n t e s a u t o r e s : P a u l
f e n d i d o s p o r las b a r b a c a n a s a r t i l l a d a s d e l s e n t i m i e n t o ,
J a n e t : Saint-Simon et le Saint-Simonisme, P a r í s , 1878;
y c u y o paso atasca e l p u e n t e l e v a d i z o de la r a z ó n , c o n
Littré : A uguste Comte et la philosophie positive, se-
m u r a d o s r e d u c t o s a d y a c e n t e s , ¡ esos n a d i e l o s a r r a s a !
g u n d a e d i c i ó n ; R o b i n e t : Notice sur V œuvre et la vie
T o d a s las c o n q u i s t a s d e la m e t a l u r g i a y de la banca no
d'Auguste Comte, segunda edición ; Hipólito Carnot :
derribarán estas a r i s t o c r a c i a s d e l e s p í r i t u . ¡ P o r eso
La doctrine de Saint-Simon, 1892 ; A d a m : La philoso-
c u a n d o se m e a s e g u r a q u e la era de las a r i s t o c r a c i a s n o
phie en France, P a r i s , 1894.)
r e v e n d r á , y o m e p r e g u n t o c u á n t o h a y de v e r d a d en tan
D e s p u é s de estos g r a n d e s m a e s t r o s , t o d o s l o s s o c i ó -
temerarios asertos! El m i s m o Spencer soñaba con un
l o g o s al p o r m e n o r h a n v e n i d o e s t i p u l a n d o c o m o v e r d a d
t e r c e r t i p o de s o c i e d a d , m u y s u p e r i o r al v i e j o milita-
i n c o n c u s a q u e h a b í a l l e g a d o el m o m e n t o d e e l e v a r á
r i s m o y s u b s i g u i e n t e á la b a n c a r r o t a d e l a c t u a l i n d u s -
la clase p r o l e t a r i a , y q u e se ha i n s t a u r a d o e l sistema in-
t r i a l i s m o (1). E s t e t i p o de v i d a h u m a n a r e s u m i r á en
d u s t r i a l en s u s t i t u c i ó n d e l sistema t e r r i t o r i a l . (Cuando
C o m t e a s e n t a b a e s t o s p o s t u l a d o s a ú n n o era ingrato,
y aún t e n í a e l c u i d a d o de e s c r i b i r q u e su r e l a c i ó n de (1) Chocano, que, como todos los poetas, es un gran intui-
tivo, no ha podido menos de asistir mentalmente á ese d e s -
t r a b a j o y de a m i s t a d c o n « u n o de los h o m b r e s q u e v e n file iniciado por l a s ideas de razas y de civilizaciones ya
m á s c l a r o en p o l í t i c a filosófica » — ¡ y e s t e h o m b r e era viejas en lucha con las nuevas. En su hermoso canto La Epo-
peya del Pacifico, donde sólo se acepta el yanquismo en lo
S a i n t - S i m o n ! — l e h a b í a s e r v i d o para a p r e n d e r « u n a
que tiene de bueno, rechazando el latinismo actualmente
m u l t i t u d d e c o s a s q u e e n v a n o h u b i e r a b u s c a d o en l o s formulado, pero aspirando á un yanquismo latinizado ó á
l i b r o s , y mi e s p í r i t u ha r e c o r r i d o m á s c a m i n o durante un latinismo superior, canta en una inspirada estrofa :
c u a n d o o i g á i s á l o s j e f e s d e la G r a n Bestia v o c i f e r a r en g e n c i a m e r e c e u n r e s p e t o q u e y a se n i e g a á la s o b e r a -
la a s a m b l e a . P r o c l a m a d y d e m o s t r a d , para la g l o r i a de nía e x t e r i o r . Porque la inteligencia, más que dón
l a I n t e l i g e n c i a , q u e s u s p a l a b r a s n o son m e n o s b a j a s g r a t u i t o d e la N a t u r a l e z a , e s a d q u i s i c i ó n d e l h o m b r e ,
que el sonido de los eructos con que el villano expulsa r e s u l t a d o d e l p r o p i o e s f u e r z o . A s í q u e , aún l o s m á s
p o r la b o c a f u e r a e l v i e n t o de su e s t ó m a g o , r e p l e t o de c e r r i l e s o p e r a r i o s m a n u a l e s d e b e n r e v e r e n c i a r l a . ¡ La
legumbres. P r o c l a m a d y demostrad que sus manos, á p é r d i d a d e l r e s p e t o ! Ella e s la c a u s a n t e de t o d o s l o s
l a s c u a l e s v u e s t r o p a d r e D a n t e diera e l e p í t e t o q u e d i ó males q u e nos han venido, escudados con el vago y
á las uñas d e T a i d e , s o n aptas para l i m p i a r e l e s t a b l o , p r e t e n c i o s o t í t u l o d e malestar social. D e la p é r d i d a
p e r o n o d i g n a s de alzarse para s a n c i o n a r u n a l e y e n la d e l r e s p e t o ha n a c i d o en e l p o p u l a c h o la e n v i d i a , el
asamblea, j Defended el pensamiento amenazado por o d i o , la c ó l e r a , t o d a s las b a j a s p a s i o n e s d e s e n c a d e n a -
e s o s , la B e l l e z a p o r e s o s u l t r a j a d a ! L l e g a r á u n día en das en u n a m a s i j o de c a r n e d e g r a d a d a y sucia. « H e m o s
que intentarán q u e m a r los l i b j o s , destrozar las esta- c r e a d o en E u r o p a — d i c e e l m a e s t r o R u s k i n (1), s i e m p r e
t u a s , d e s g a r r a r las t e l a s . D e f e n d e d la antigua y l i b e r a l aristócrata — u n e n o r m e p o p u l a c h o , y f u e r a d e E u r o p a
obra de vuestros maestros, y la f u t u r a de vuestros uno más e n o r m e t o d a v í a , q u e ha p e r d i d o hasta la
d i s c í p u l o s , c o n t r a la rabia d e l o s e s c l a v o s borrachos. f a c u l t a d y e l c o n c e p t o d e l r e s p e t o [which has lost but
N o d e s e s p e r é i s p o r q u e seáis p o c o s . V o s o t r o s p o s e é i s la even the power and conception of reverence); que sólo
s u p r e m a c i e n c i a y la s u p r e m a f u e r z a d e l m u n d o : e l e x i s t e para a d o r a r s e á sí m i s m o [which only exist in the
V e r b o . U n o r d e n de p a l a b r a s p u e d e v e n c e r e n e f i c a c i a worship ofitself)-, q u e n o p u e d e v e r á su alrededor
homicida á una f ó r m u l a química. ¡ O p o n e d resuelta- nada b e l l o n i c o n c e b i r nada v i r t u o s o [which can neither
m e n t e la d e s t r u c c i ó n á la d e s t r u c c i ó n ! » [Las Vírgenes see anything beautiful around it, ñor conceive anything
virtuous above it). » A n t e s e l p u e b l o v e í a pasar á l o s
de las Rocas, I, p á g i n a s 46 y 47.) grandes : reyes, magnates, príncipes, gobernantes,
S i e m p r e e l h o m b r e p o r s í m i s m o tratará d e q u e m a n - aristócratas, favoritos, etc., como se ven pasar —
den los mejores, c o m o quería P l a t ó n , ot apura} l o s pienso y o — l o s b e l l o s c u a d r o s d e un m u s e o : c o n
m e j o r e s p o r e l p e n s a m i e n t o ó p o r la a c c i ó n . En n u e s - a d m i r a c i ó n , c o n r e s p e t o , y a q u e no f u e s e c o n amor,
tra m i s m a s o c i e d a d n i v e l a d o r a , la a r i s t o c r a c i a de la in- q u e s ó l o c a b e en l o s a f e c t o s í n t i m o s . L o s c o n t e m p l a b a
t e l i g e n c i a a u n s u b s i s t e . E l l í r i c o es un e m p e r a d o r y es
un D i o s ; regias y divinas prerrogativas le amparan.....
(1) The Crown of Wild Olive, I V , § 13;.
A ú n para e l y a n q u i s m o m á s i n t r a n s i g e n t e , la i n t e l i -
xrv
c o m o b e l l a s figuras m e r a m e n t e d e c o r a . v a s • q u e ^ q u e a n t e s se c o n c e d í a á l o s r e y e s t e r r i t o r i a l e s h o y se
p e r o c o n la r e v e r e n c i a q u e m e r e c e toda o b r a d e arte . ha traspasado á l o s r e y e s d e l p e n s a m i e n t o . Esa i n m u n i -
ü y no m e negaréis , n e excelsas obras de arte, y acaso d a d , q u e en l o q u e l l a m a b a B e r a n g e r la glu des rois
J a m á s q n e e s o , h a n sido las a n t i g n a s « . s t o c r a c t a s , discutieron siempre los espíritus rebeldes y desconten-
qne sólo mi v i l historiador pudo llamar ^ ^ ^ t a d i z o s ( i ) , n a d i e h o y la osa n e g a r , c u a n d o la e n c u e n t r a
L r K ^ o c ^ s A l pasar l o s g r a n d e s , l o s p r e i n t e g r a d a e n los n o b l e s l í r i c o s ; — á n o ser a l g u n o s
c l a r o s l o s p o s e e d o r e s d e la e n g e n e i a , p n m e r o s e n t í a s e m e r c a c h i f l e s i n c a p a c e s de v e r c o s a m á s allá d e l alza y
e l u c h i c h e o q u e . „ v o l u n t a r i a m e n t e se n o s e s c a p a a n t e b a j a de v a l o r e s , y c u y a o p i n i ó n n o s d e b e c o n m o v e r
e l CUCUIOLI^ H . r a c o n
T - y s e e s c u c h a n á su p a s o r u g i d o s de fiera e n j a u -
lada ronquidos ásperos y desagradables (i) Es curioso transcribir la opinión de un gran espíritu
de la Edad Media, el genial Erasmo de Rotterdam, que, con
¿ é I m p o r t a ! El poeta siempre será d . v . n o y un solo texto (contenido en su bello libro Elogio de la locura),
se adelantó á todos los republicanismos más disolventes de
sie'mpre s e r á s a g r a d o , c o m o p i e n s a Choca*.
nuestra época, llegando á la negación más radical (como no
la r e g i a p r e r r o g a t i v a d e l d e r e c h o d i v . n o , al c a d u c a r l a s la soñara ningún futuro redactor de El Pais), no sólo del
supuesto derecho divino, sino aún del derecho humano de los
instituciones s L l a r e s , ha e n r a m a d o . e n os ^
reyes. < Los reyes — decía — que apenas son hombres,
mentos líricos. « E l poeta, en caltdad feJ|J| reciben el sobrenombre de divinos. Se les califica de inven-
cibles, á pesar de que son los primeros en huir del campo de
batalla; de serenas majestades, á pesar de que conmueven
al mundo con las tempestades de la g u e r r a ; de ilustres, á
pesar de que revelan la más supina ignorancia de todo lo
r ^ f ^ — — ¿ t i que es ilustrado; y de católicos, á pesar de que están muy
n o s » ó r e d u c i d o á t é r m i n o s j u r i s p e r i t o s : es h o t o e l lejos de seguir la ley de Cristo. A s i , de todos los pájaros, el
que se representa á los hombres de buen juicio como el tipo
« g i c i d m , p e r o sin f o r m a r p r o c e s o . L a i n v u l n e r a b ü i d a d por excelencia de los monarcas es el águila, que no tiene ni
belleza, ni voz agradable, ni modo legitimo de alimentarse,
( I ) Menéndez Pelayo h a siendo, por el contrario, destructor, voraz, odioso y maldito
¿ p u d i e r a decirse una metáfora codifica : por todos, estando solamente sobrepujados sus recursos para
al interesantísimo l i b r o t ó cu.™ ? da . ( v é a 3 e el hacer el mal por sus deseos de hacer lo más posible ».
m á s b i e n s e a u n a p a r á f r a s i s h e c h a á t r a v é s d e mis i d e a s p u e d o m e n o s d e ser un e n t u s i a s t a . A d e m á s de e n t u s i a s t a ,
p a r t i c u l a r e s . P r o c e d o al c r i t i c a r c o m o e n las o b r a s de por lo mismo q u e lírico, soy á veces un inefabilista.
i m a g i n a c i ó n . U n j u i c i o de u n l i b r o e s para m í , n i m á s Q u i e r o d e c i r , q u e en o c a s i o n e s — c o m o o c u r r e s i e m p r e
ni menos q u e una novela, una poesía ó un ensayo e n los g r a n d e s m o m e n t o s l í r i c o s — la p a l a b r a s e r e s i s t e
s o b r e c u a l q u i e r asunto, m o t i v o para revelar algunos á transmitir con lucidez mis ideas ; entonces, ó me
f r a g m e n t o s de mi v i s i ó n d e l m u n d o e x t e r i o r é i n t e r i o r . atarugo y balbuceo, tartamudeante, tímido, pueril, ó
N u n c a m e j o r q u e á e s t e p r o p ó s i t o p o d r í a e m p l e a r s e la a c u d o al p r o c e d i m i e n t o de la t r a n s c r i p c i ó n , que con
f r a s e de Q u i n t i l i a n o e n su l i b r o Delnstitutione oratoria: esto q u e d a p l e n a m e n t e j u s t i f i c a d o .
« Scribitur ad narrandum, non ad probandum. » Mi Mi c r í t i c a es, p u e s , s i n c e r a m e n t e a d m i r a t i v a , y n o
c r í t i c a , e n e f e c t o , es n a r r a t i v a , n o d e m o s t r a t i v a . Por quisiera que lo fuese tanto, p o r q u e a l g u n o s señores
l o m i s m o q u e . n u n c a m e he p r e o c u p a d o de d e m o s t r a r m a r m ó r e o s n o m e t a c h a s e n de d e m a s i a d o e f u s i v o : —
nada, y sólo intento explanar, m e ha sucedido c o n t r a - c o m o en la l í r i c a s i e n t o á v e c e s s e r d e m a s i a d o c o n f i -
decirme. Más que contradicciones, estos actos mentales dencial, porque los broncíneos parnasianos no me
d e b i e r a n l l a m a r s e e v o l u c i o n e s . E l a l m a d e l artista c r e c e tilden d e l a c r i m o s o y s e n s i b l e r o P e r o e n la c r í t i c a
d e n t r o d e l ser h u m a n o ; á l o s d o s a ñ o s de v i d a l i t e r a r i a c o m o en la l í r i c a , y o n o p u e d o e v i t a r l o : y la c u l p a s ó l o
n o se p i e n s a c o m o á l o s d o c e . L o q u e H i p ó c r a t e s decía p u e d e i m p u t a r s e á la N a t u r a l e z a p r ó v i d a ó al Sabio
E s t o es l o d e c o r o s o . ¿ de d ó n d e , p u e s , de q u é a b i s m á t i c a s p r o f u n d i d a d e s saca-
Nunca m e arrepentiré de mis admiraciones, como rán su í n t i m o sentir los q u e a u n en l o s g r a n d e s a u t o r e s
n u n c a m e a r r e p e n t i r é de m i s p r o c e d i m i e n t o s . S ó l o de sólo v e n r i p i o s ? . . . .
u n a c o s a t e n g o q u e c u l p a r m e hasta a h o r a e n mi v i d a O t r a o b s t a n c i a q u e m u c h o s p o n e n á la crítica es q u e
l i t e r a r i a : de n o h a b e r c o n c e d i d o á c i e r t o l i b r o la a t e n -
c i ó n q u e se m e r e c í a ( i ) . J a m á s m e h a r e m o r d i d o la
(i) El pobre Juan Ochoa, que murió del mal de estar tan
c o n c i e n c i a d e h a b l a r e x c e s i v a m e n t e b i e n de un a u t o r , solo en este mundo de soledades, escribió en un primoroso
y nunca me acallaría por no haber hablado de cuentecito (Ramire^ poeta Urico ) una frase definitiva de
la cual es reflejo el texto mió : « P o r las mejülas del pobre
poeta del chaquet bajaban resbalando algunas lágrimas, ela-
m Si alguien pusiese interés en oir mi Confiteor, y o diré boradas allá adentro, donde él no tenía ripios » (Véase
J e ese E 3 b fué el del muy admirado Blest Gana, a quien Los señores de Hermida : Critica y Cuentos, p á g . 216 ; C o -
S S é en broma, como si su libro fuese de poca monta. Algún lección Elzevir, XXI.)
día repararé mi pasado yerro.
XXIV xxv
a s í " la c r í t i c a n e g a t i v a , r o t u n d a y a b s o l u t a m e n t e n e g a - c o m o l o f u é V í c t o r H u g o , h u b o de practicarla a l g u n i
tiva inhibe toda facultad emotiva. N o por eso quiero v e z , siquiera f u e s e en la i n t i m i d a d d e la causerie lite-
s o s t e n e r q u e n o t e n g a m o s d e r e c h o á la c r í t i c a n e g a t i v a ; r a n a , c o m o l o s a b e m o s p o r su c o n s i l i a r i o y c o n f i d e n t e
y o m i s m o la h e p r a c t i c a d o e n o c a s i o n e s ( i ) . H o m b r e el p a u p é r r i m o c r í t i c o P a u l S t a p f e r . « J a m á s h a b í a po-
dido digerir - e s c r i b e en una de recuerdos per-
sonales s o b r e e l a u t o r m a r a v i l l o s o d e Las Contempla-
ciones (i) l o s d o s ú l t i m o s a c t o s d e l Hamlet; confesión
bastante m t e r e s a n t e , p o r q u e n o está en s u s e s c r i t o s , y
q u e hasta c o n t r a d i c e su r e s o n a n t e d e c l a r a c i ó n (sa reten-
Sde vulnerar en io m
í S r tantos
S vastagos
S floridos tissante profession) de n o c o n c e d e r d e r e c h o á la c r í t i c a
n e g a t i v a s o b r e las o b r a s d e los g e n i o s s o b e r a n o s »
? f t ^ S A S S S ^ * la cual
de ligero al tratar• ae j accidentalmente. ¿ Negare yo
í U V e aludaWes e f l o r ^ c e n c i a s de aquellas regiones t r o c -
las saludables eu I f e s opone a" t ^ A ^ Í
s u s esfuerzos en pro del
c a l e s ? e N o se ven V F ^ noble y grande en la
arte y dé la cuitara, j joven literatura hispa-
antología d e p r o ^ a s ^ p o e ^ t a s ^ , ^ ^ q u e h a
l o s h o m b r e s de l ú c i d o j u i c i o s e r á n f a v o r a b l e s a mi estudio se dan e n t o d o h o m b r e q u e t e n g a e l c e r e b r o
la g r a n d e z a y la s e r i e d a d d e su p r o f e s i ó n , convendrá a p o s e n t a d o . A l m e n o s así l o p i e n s o y o . Ni q u i e r e e s t o
c o n c e p c i ó n d e la m a y o r í a de sus p o e m a s ( i ) . Q u i e n
Brinda al pintor el índigo cambiantes
con que luce en las sedas y en las flores,
de Shakespeare, es como el que s a c a de la mala vida á una
joven para introducirla en la buena : para eso, la joven h a prodigando el azul con los vigores
de reunir ciertas condiciones de poesía, espiritualidad y de ocasos regios como más brillantes.
belleza. L o mismo ocurre con las palabras. Y no me negaréis Y a es el añil zafiro entre diamantes,
que en la frase desempeñar un papel no hay rastro alguno
de poesia. Asi, pues, acepto en general la doctrina de C h o - ya lazo para atar cartas de amores,
cano. « El criterio que he formado sobre la poesia objetiva y a vestidos de tul que entre fulgores
— añade para explicar todo esto — me hace declarar que las
giran en una danza de bacantes
asonancias interiores de La elegía del órgano son expresa-
mente buscadas para el mejor efecto onomatopéyico. A s í Es en el lago como un brillo a p e n a s ;
también algunas consonancias interiores del libro. » Y des- corre bajo la piel de terciopelo
pués de ordenar que se salven todas las asonancias halladas,
y se trasluce en perfiladas venas
finaliza así estas instructivas advertencias, que pudieran lla-
marse una preceptiva condensada. y muy suya : « Hay que Pero nunca es más noble en sus antojos
e x c e p t u a r , naturalmente , las asonancias desaparecidas que cuando en un pincel recoge el cielo,
dentro de las sinalefas. T a l e s salvedades, que para muchos
¡ y en dos lo parte, para hacer dos ojos ! (r).
serían innecesarias, obedecen á cierto parnasianismo de mi
criterio personal sobre la poesía objetiva. » El parnasia-
nismo de Chocano ya lo he explicado en el texto suficiente- Y c a n t a n d o á los c o c u y o s — e s p e c i e de m o r t e c i n o s
mente. — Para complacer los deseos del poeta, todas las
estrofas citadas en el texto van leídas según la versión
corregida que suministra la fe de erratas. como urna griega, el amor al soneto y á su estructura con-
centrada y rica, el corte oratorio, el ritmo solemne, sin bus
(i) Conviene conmigo, y lo celebro, el muy docto crítico
cadas desarmonías, la maestría en la forma, la adaptación
García Calderón, cuando, al estudiar el parnasianismo de
fácil á variados metros, son condiciones de verdadero par-
Chocano, se fija preferentemente en sus cualidades exteriores.
nasiano, Hallo tal ó cual verso de Chocano, que recuerda,
« S e puede hablar sin hipérbole de cierto parnasianismo de por su objetividad y la orgánica estructura, al gran Leconte
Chocano, mucho más acentuado en Alma América que en de Lisie. » [El Nuevo Mercurio, número I, pág. 66.)
anteriores poesías. L a perfección métrica, la adaptación (i) Alma América, 112.
clásica del verso á la idea, la estrofa cincelada y completa,
c a n o , de q u i e n se ha q u e r i d o h a c e r u n s i m p l e r e t ó r i c o
g u s a n i l l o s a l a d o s d e las s e l v a s v í r g e n e s - dice con
(en el s e n t i d o g r i e g o y g r e c o l a t i n o : rhetor, el orador;
u n a e m o c i ó n h u m a n a , c o n u n a e x a l t a c i ó n casi mex
— la raza q u e n o s ha l e g a d o su v i r u s ; la raza de v o c e a -
presa, que hubiera e n v i d i a d o el más frenérico U n c o del
dores de p l a z u e l a , de A t e n e o y de Parlamento; los
romanticismo: r á b u l a s v i l e s , c o m o l e s l l a m a b a san J e r ó n i m o ) , ¡ h e a q u í
q u e n o s r e s u l t a un l í r i c o f o r m i d a b l e , u n l í r i c o a nati-
En desatados círculos errantes,
vitate! Su d o m i n i o n o es s ó l o e l de las p a l a b r a s , c o m o
brotan cocuyos en la selva umbría,
v e i s , s i n o t a m b i é n e l de l o s s e n t i m i e n t o s . Él es q u i e n
cual si alguien, con la fiebre de l a orgía,
h a c a n t a d o al m a í z , e s e v e g e t a l d e l e z n a b l e , propicio
arrojara puñados de diamantes.
s ó l o , al p a r e c e r , á l a s v e l e i d a d e s d e la i n c l e m e n c i a d e l
divagan al través de la e s p e s u r a ;
y á fuerza de brillar entre la sombra, El tallo, que en las hojas se hunde esquivo,
hace pensar en el ladrón que encierra
acrisolan su brillo, como el alma,
que á fuerza de sufrir se hace más pura (i). en su crispada mano áureo tesoro ;
¡ porque parece un brazo fugitivo
Esta t r a s l a c i ó n , u n p o c o v i o l e n t a , si q u e r é i s , pero que se escapa del fondo de la tierra,
al m u n d o i d e a l ; este a u d a z y espiritualista p a r a l e h s m o
E n la s e r i e d e d o c e s o n e t o s t i t u l a d a Canto al Mag-
de u n g u s a n i l l o d e l b o s q u e c o n e l a l m a d e p u r a d a por
dalena, q u e es de lo m á s g r a n a d o d e l l i b r o , se e n c u e n -
el d o l o r : ¿ no s o n p r o p i o s d e un alto y e m o c i o n a n t e
tra e l magnífico s o n e t o En el Caribe, donde esta
p o e t a ? U n p a r n a s i a n o d e s p r o v i s t o de l i r i s m o , u n c o -
atribución de cualidades humanas á los objetos inmate-
rrecto pulidor de versos sin sombra de humanidad,
riales r e v i s t e y a l a s f o r m a s d e la m á s e s p e j e a n t e f a n t a s í a ,
¿ c o n c e b i r í a estos r a s g o s ? ¡ O h g r a n d e z a del l i r i s m o
á la c u a l n u n c a h u b i e r a n l l e g a d o ni l o s v i e j o s cantores
¡ C ó m o te han insultado los que no te c o n o c e n ¡Y
de m i t o l o g í a s s e c u l a r e s . H a y a q u í tal s u p e r p o s i c i ó n de
c ó m o t e d i g n i f i c a e l q u e m e n o s se p i e n s a ! Este C h o -
d u c i r s e í n t e g r o , e n toda su b e l l e z a : t u ñ a d o p o e t a c o l o m b i a n o Isaías G a m b o a . En e l l a se
e n c u e n t r a n e s t r o f a s c o m o éstas, d o n d e se c o n c i l i a e l
En el bosque, de aromas y de músicas Ueno, s e n t i m e n t a l i s m o — i n d i g n o de u n é p i c o , s e g ú n cree-
la magnolia florece delicada y ligera, rían algunos — c o n la s e r e n i d a d formal del parna-
cual vellón que en las zarzas enredado estuviera, siano:
ó cual copo de espuma sobre lago sereno.
dicho precipitadamente, tendría disculpa ; pero lo de la ternura en la fortaleza, del desmayo en la robus-
han dicho deliberadamente. A h o r a b i e n : eso es una tez Es c o m o la fusión más perfecta de la hembra y
El gusto es el tino.
magnolia, la pina, el añil, la caoba, los cocuyos, «*»«/{. c i s m o s musicales en este arte tan a f í n al de O r f e o , q u e
Y b i e n : al adoptar t o d o s estos temas de cosas inani- e s la poesía ( ¿ n o se sabe q u e el T r a c i o , h i j o de A p o l o
madas, ¿ q u é ha h e c h o ? R e d u c i r l o s á la más s i m p l e y de C a l i o p e , f u é , á la vez q u e el p r i m e r m ú s i c o , uno
f o r m a de e m o c i ó n accesible al h o m b r e : la e m o c i ó n de los primeros p o e t a s ? ) — ; ha estudiado todas las
h u m a n a . En el f o n d o s i e m p r e está el h o m b r e . Por eso estratificaciones de la superficie de a q u e l continente;
p o d e m o s llamar á C h o c a n o lírico. José María de H e r e - c o m o D e c a n d o l l e , ha e s c u d r i ñ a d o los secretos de su
dia era un é p i c o , p o r q u e , aun trazando cuadros redu- flora Y todo ello l í r i c a m e n t e , es decir, humana-
c i d o s y dando pinceladas b r e v e s , sabía de tal manera m e n t e . T o d o sabio es por esencia más o b j e t i v o ; en
desasirse de todo i n d u m e n t o h u m a n o , q u e los rasgos ó c a m b i o , el poeta se distingue por su p r o p e n s i ó n á la
l o s cuadros parecían relevarse p o r sí mismos, m a n i f e s - s u b j e t i v i d a d . Santos C h o c a n o no ha i n t e n t a d o dar un
tarse e s p o n t á n e a m e n t e en sus c u a l i d a d e s distintivas. curso de zootecnia ó de botánica americana ; pero sin
La inteligencia c o m e n t a d o r a y la fantasía amplificadora p r e t e n d e r l o , su libro da la ilusión de un p e r f e c t o tra-
estaban ausentes en m u c h o s de sus m e j o r e s p o e m a s , tado c i e n t í f i c o s o b r e estas materias. Non erat hic locus,
d o n d e sólo reinaba la visualidad r e p r o d u c t o r a . Cho- se me diría con H o r a c i o . No hay d e r e c h o á e l o g i a r á
cano no es de esta raza. A l cantar o b j e t o s q u e no son un sabio p o r sus aptitudes artísticas, ni á un artista por
de su reino interior, sabe mostrarse él m i s m o , presidir sus tendencias científicas. N o trato y o de cosa parecida.
á todo con su escrutadora mirada de h o m b r e perspicaz. Q u i e r o decir q u e , aun i n v o l u n t a r i a m e n t e , los p o e t a s
Las pasiones y cualidades h u m a n a s préstalas á los recopilan en un rasgo g e n e r a l , lírico y fulgurante,
o b j e t o s q u e canta, por muy l e j a n o s q u e estén del t o d o a q u e l l o á q u e los sabios l l e g a n , costándoles una
suma i m p o n d e r a b l e de trabajos. Pudiera decirse, t o -
campo en q u e la humanidad se m u e v e . Su p o e s í a , en
mando una i m a g e n á los m a t e m á t i c o s , a u n q u e ellos no
e s p e c i a l de su A m é r i c a , de la A m é r i c a q u e él ha
nos t o m e n nada á nosotros y a u n n o s r e p e l a n , q u e la
c r e a d o , ¿ n o pudiera llamarse con razón una historia labor del sabio es continua y la del l í r i c o discreta. A s í ,
n a t u r a l l í r i c a ? T i e n e m u c h o de l a c l a r a intuición del pues, C h o c a n o ha l l e g a d o á e x p r i m i r en sus v e r s o s las
n a t u r a l i s t a - l o q u e sería m e j o r d e n o m i n a r en ingles grandes maravillas de la creación, y en especial de la
olear insight - j u n t o con la m i n u c i o s i d a d de un b o t á - naturaleza a m e r i c a n a , con no m e n o s exactitud — y con
nico y con las miras e l e v a d a s de un g e ó l o g o . Como más éxtasis — q u e un s a b i o lo haría. S ó l o q u e , en vez
L y e l l , este gran l í r i c o , q u e e s también un sabio de de dar, c o m o suma de sus e s f u e r z o s , un tratadito de
repenti^ación - si así p u e d e d e c i r s e , e m p l e a n d o t e c n i -
XLVIII
flora y f a u n a p e r u a n a s , f o r j ó un m a g n í f i c o h i m n o m u l - N u e v a m e n t e l o d i g o : s ó l o al p r o c e d i m i e n t o de trans-
(I) m mismo poeta h a c a n t a d o en ^ J el ciones de ideas, evoca las mágicas fiestas de nuestra socie-
dad y piensa en las pulseras que cuelgan de brazos tornea-
JÁo de ^ ^ m M i l S m — o lo J é
conocedor solo de la * ia;e por la India de 1„ i n T T 6 te ctr° 7 de b3Íle ' t o d a s esplandecientes
no S J Í t f T — S C ^ q U e e " C h 0 C a n 0 e l diplomático
no ha m a t a d o al mea, pero le ha dejado vivir dentro de la
malabaresas, que le hacían pensar sSoM v Í ( ¡ 1 . f C ° r a 2 a d e 1 0 3 h o m b r e s d e nuestro
siglo.), y asi, aunque dentro alienta el azteca primitivo y
auxpays cjiauds et bleus oü ton Dieu fafait naitre; salvaje, el hombre elegante y de placer del siglo x i x vive
encima vida propia. _ En El sueño del raiman ved qué
ó en damas criollas, evocando i las cuales regresaba / . maravillosa fantasía borda sobre la trama burda y hasta
grosera de este vertebrado :
menU a» paysparfumé que le soleil caressel Inmóvil como un ídolo sagrado,
ceñido en mallas de compacto acero,
está ante el a g u a extático y sombrío',
f a s e de Goethe. En El sueño del boa dice : á manera de un principe encantado
que vive eternamente prisionero
S que se escapó de un monograma, en el palacio de cristal de un rio
danzando v a sobre la verde grama,
de u n fuego a r t i f i c i a l a l a manera ¿ Habéis leído muchas veces imágenes tan cristalinas, tan
Y en un árbol al fin cine su lazo, fluviales, tan risueñas como éstas? H a y veces en que, cuando
como se ciñe en derredor de un brazo a potencia creadora del autor sobrepuja á mi potencia crí-
l a artística espiral de una pulsera tica y la admiración me g a n a , y el mareo de lo infinito rea-
[Alma América, 120.) lizado en la Imca me da vértigos, ya no sé hablar más que
con palabras del autor, ni imaginar más que con sus iníá-
• ¿„i nnrta amplificando todos los
H e aqui ^ ^ ^ j l f S h u m a n i s m o siempre pl na , ° c a r t u c h o ^ e quema la crítica, cediendo
objetos de la N a t u r a l e z a , atávico, vive el paso al éxtasis triunfador. Es también el último recurso
d e l a a d m ^ e i ó n . ¡ A s í un amante verdaderamente apasio-
nado de su querida, repite sus palabras cariñosas y fra-
gantes, y se emboba pronunciándolas!
Lll
d o c t r i n a s de D a r w i n — r e t r a s a d a s , c o m o t o d a s las m o d a s
Él vió salir al hombre de una caverna obscura,
que a q u í l l e g a n — l o s e s p i r i t u a l i s t a s de mentirijillas
á vio la E d a d de Piedra brotar como una fuente,
y consultó los astros de la sagrada altura
^ e el porvenir gobiernan y d o b l e g o a frente. Intransigente, pero maravillosamente informada de todo
lo nuevo y compuesta con trabajos interesantes de lo más
Por eso es el enorme dolor de su mirada granado de la intelectualidad agustina (y esto no es un des-
es un d o l o r d e siglos el que se siente en e l l a ; carado reclamo, aunque lo parezca), se publicó después de
escoto mi articulo, poco ha uno del P. M. Vélez, hablando
porque demora siglos y llega fatigada
de Alma América {crítica de un libro de poemas indo-
como si fuese el rayo de una lejana estrel a . . . . . españoles, de J. Santos Chocano ; año V , número 5, i.° de
^Son suyos el aliento de la montaña, el v a n o Marzo de 1907). En este artículo, por lo demás muy certero
y justo como trabajo critico (no en vano los religiosos de
g ^ d e las e s p e . e s , la fronda en que se esqmva
esta Orden han heredado las aficiones eruditas, literarias y
la escena de los besos, el ser rudimentario, filosóficas de su Santo Padre el Obispo de Hipona, que fué
la fuerza creadora y el a l m a primitiva. uno de los primeros críticos filosóficos, y aun estéticos,
como tendré ocasión de demostrar), se leen estos r e n g l o n e s :
« En el orden de las ideas, es un borrón que afea la franca y
• H u b i e r a n s o s p e c h a d o n u e s t r o s p a d r e s q u e j a m á s se transparente espiritualidad de Alma América, el evolucio-
nismo grosero y fatalista — que entrega el mundo al azar y
le hace descendiente del mono — de La tristeza del cuadru-
mano, composicion que por honra suya y del arte debe quitar
el Sr. Chocano de la segunda edición de su libro. Á la verdad,
en Alma América es una nota horriblemente discordante
í e s ; esa abominable poesía. » Y á la verdad, yo soy ahora quien
está en derecho de extrañarse. ¿ Ignora el P . V é l e z acaso
que un fraile dominico, el P. Arintero, se ha podido declarar
en nuestros tiempos francamente darvinista, por lo menos
en las fórmulas y en los procedimientos, sin asustar á nadie ?
• a ^ d p ^ s s s i Y esto era en prosa, y en prosa didáctica y catedrática,
tura y del arte de los países m,sp ^pira- donde no valen atenuaciones de metáforas ni de rimas.
directores é
justo titulo que muchas otras cuy (Aunque yo crea ex corde que por una imagen, un metro ó
m o d e r n o __ revista
dores se dicen ^ ^ " ^ ¿ e Z e r n s t j e r n e Bjórnson sin un consonante no debe sacrificarse una teoría ó un dogma.
donde
e s c a n d se
a l i da
z a r cuenta
s e y p o n ede
r e lobras
^ n t o de
e n e ! ^^ ^ ^ quc óa- c a t
Por eso no disculpo el blasfemar ni en prosa ni en verso. N o
SUs reclamaciones « P ¿ ; t r a s a ü á n t i c o , propio de
soy como Stecchetti, que creía verse más estigmatizado de
lieos españoles, de un c a t e cismo han . ,do impiedad por haber dicho sus blasfemias en magníficas es-
n a v i e r o s y agentes ^ n e g o c i o s «e e l Padre d o n d e
trofas « Dudar de Dios — decía el maligno y genial Gue-
rnni, Voltaire redivivo á fines del siglo xix, más Urico y más
realista que el autor de La Pucelle cTOrléans — en prosa,
faiStr c o f c s r f — a . . 4*
PRÓLOGO PRÓLOGO LV
h J f e ^ prescin
j a m á s se c a n t a r a esta doctrina antropogenésica en
rotundos y líricos versos? ¿ N o e s ésta u n a mara-
V
villosa conquista del poeta?
N a d a o f r e c e e s o de s o r p r e n d e n t e e n p o e t a de tan
vasta i n t u i c i ó n y d e tan extensa perspectiva como
El c r í t i c o s i e m p r e es el p o r t a v o z de las ansias d e su
C h o c a n o , q u e ha c a n t a d o l a s a v e s m á s privativas de
generación. Lo que en o t r o s se agita obscuro y
A m é r i c a , en estancias que pueden sobreponerse a
s u b c o n s c i e n t e , é l l o saca al e x t e r i o r y lo m a n i f i e s t a .
l i b r o s de n a t u r a l i s t a s f a l s i f i c a d o s y h e c h o s d e p r i s a ,
Esta es su m i s i ó n ; ¡ n o b l e y r e v e l a d o r a m i s i ó n ! Cuan-
c o m o L'Oiseau, de M i c h e l e t , al c u a l n o p u e d o v e r c o n
d o José E n r i q u e R o d ó s e n t í a la n e c e s i d a d de un gran
el b u e n o j o q u e m u c h o s ( , ) . C h o c a n o t i e n e de p r e f e -
p o e t a d e A m é r i c a , e x c l u s i v a m e n t e de A m é r i c a , y así
r e n c i a sobre autores c o m o éste q u e es m a s l i n e o ; y
lo proclamaba (1), era q u e su g e n e r a c i ó n la h a b í a
e l l o s l l e v a n de d e s v e n t a j a q u e no son más natura-
listas q u e é l . A s í , h a b l a n d o de s u o b r a , ha podido (1) « No es el poeta de América, oí decir una vez que la
decir e l perspicaz y a g u d o crítico García Calderón : corriente de una animada conversación literaria se detuvo
en el nombre del autor de Prosas profanas y de A\ul. Tales
« Para cantar e l alma americana, vale la obra de
palabras tenían un sentido de reproche; pero aunque los
H u m b o l d t , l o m i s m o q u e e l e s f u e r z o de A l b e r d . o de pareceres sobre el juicio que s e deducía de esa negación
fueron distintos, el asentimiento para la negación en si fué
S a r m i e n t o , ó la r e s e ñ a d e u n v i e j o cronista c o n v e n t u a l ,
casi unánime. Indudablemente, Rubén Darío no es el poeta
ó la historia y a n o v e l a d a é p i c a de G a r c i l a s o , o e l v i a j e de América. » [Prosasprofanas : Estudio preliminar, pág. 7.)
En efecto : Rubén Darío apenas si ha evocado sus tierras
d e F r e z i e r , d e O r b i g n y y d e D a n v i n á la A m é r i c a meri-
natales en contados poemas, y eso por modo incidental. Asi
d i o n a l . T o d o el a c e r v o d e h i s t o r i a y d e c i e n c i a s o b r e en los alejandrinos agudos Del campo, donde exclama con
acento de nostalgia :
A m é r i c a es n e c e s a r i o a n t e c e d e n t e á la h e r m o s a t e n t a -
tiva de C h o c a n o . Este g r a n p o e t a está o b l i g a d o a e n n - — ¿Quién eres, solitario viajero de la noche?
— ¡ Y o soy la Poesía, que un tiempo aquí reinó;
q u e c e r ' s u t e s o r o de h e c h o s , de o p i n i o n e s , su yo soy el postrer gaucho, que parte para siempre,
cosmos poético » (2). de nuestra vieja patria llevando el corazón !
i m p u l s o c i e g o ) t i e n d e á la s e l e c c i ó n , c o m o n o s l o h a
s e n t i d o a n t e s . H a c í a falta un c a n t o r de a q u e l l a v i d a , á demostrado Darwin con argumentaciones que no
la v e z a u t ó c t o n a y c o m p r e s a , e s p o n t á n e a y limitada, admiten r é p l i c a , p o r q u e n o son fantasías arbitrarias
c o n m e z c l a d e a r i s t o c r a c i a s s a l v a j e s q u e se r e m o n t a n sino matter 0/ fact; ¡ e s o q u e tanto les g u s t a en la
casi á la é p o c a del h o m b r e a l a l o ó del h o m b r e tercia- tierra d e l a u t o r d e The Descent of Man! P o r tanto,
rio; y á la v e z , c o n e s e t u r b i ó n d e d e m o c r a c i a i m p u e s t a la N a t u r a l e z a j a m á s i m p o n e e l g o b i e r n o d e t o d o s , l o
p o r las n e c e s i d a d e s d e la i n d u s t r i a m o d e r n a . Porque q u e m e j o r se l l a m a r í a p a n t o c r a c i a ( , ) , s i n o e l g o b i e r n o
en A m é r i c a , la d e m o c r a c i a n o e s , c o m o a l g u n o s c r e e n , de u n o s p o c o s . M a s c u a n d o l l e g a l o q u e S p e n c e r h a
un p r o d u c t o e s p o n t á n e o , una e x c r e c e n c i a oportuna, l l a m a d o c o n p r e c i s i ó n el e s t a d o i n d u s t r i a l (el i m p e r a n t e
u n a f l o r a c i ó n p r e v i s t a de la N a t u r a l e z a y hasta de la a c t u a l m e n t e e n la A m é r i c a e x p l o t a d a , s u c u r s a l d e la
m a d r e t i e r r a , del a g r e s t e humus La N a t u r a l e z a es E u r o p a c i v i l i z a d a ) , esas m i s m a s f u e r z a s n a t u r a l e s , cul-
C ¿ ^ ^ n ^ ^ l ^ f T ^ * 5 ™ "
Whitmann »(i). .
Este c e r e b r o iluminado, este W a l t W h i t m a n n del querido describir. En Z n l T ^ Z ? ^ * * ^ ha
habla el poeta de A?ul de la AZ % " W),
Sur lo h e m o s encontrado en Chocano. ¿ Q u i é n sabe Rueda a pro vech án do se de e s t a ^ S ^ j L ^ T T -
si esas m i s m a s p a l a b r a s de R o d ó , g e r m i n a n d o e n su la ha desvirtuado en su insidioso e s t u f e / n i ?f.°eta>
tos instrumentales, flojo y sin m k T ^ L '
espíritu, le infundieron alientos para acometer la gran tenor de ¿fiera italiana c u a n ' \ C O m o t o d o ^ de ese
magna obra de cantar á A m é r i c a y l e señalaron su AUÍ designa ^ > S a n o 'decri*°-
fante. < Un elefante - d L - - l n í l l n ° m b r e de ele"
c a m i n o ? S i e m p r e u n a p a l a b r a de un g r a n c r í t i c o suele Madrid quitarle importancia, y S Tn Mler^ T '
ser para un p o e t a un f a r o v i g i l a n t e é indicador« mas, como piojo en c o s t u r a ; ¡oh n ¿ ^ '°S de"
hene su melodía, música sólo óída I n ' e ? L ^ f * * * ® *
h a y p o e s í a en nuestra A m é r i c a - d e c í a R u b é n Dar.o y n o s e le puede catalogar entre L í d e SU C o r a -
en sus f a s t u o s a s Palabras lanares - ella esta en las melodia barrióla!i,nesca • e S l l d e la
(I) Rubén Dario: Su personalidad; su ùltima obra, pág.8. trompetas de órgano, y en e s p e c i a M , t , m ° vo,»men
nombre a l libro .f ^
PRÓLOGO LXffl
iTZ7
Á Zana , si i . A « — hubiese sido conceb.da en Mi verso no se mece colgado de un r a m a j e ,
m e h o s l o s llamados, y acaso uno solo el e s c o b o : es* Cuando me siento Inca, le rindo vasallaje
al Sol, que me da el cetro de su poder r e a l ;
T a n t o s C h o c a n o f o r m i d a b l e . MulH sun, oocat, P*»c,
cuando me siente hispano y evoco el Coloniaje,
Z Z e * . E s t e C h o c a n o , q u e h a d i c h o e n su s o b e r b , o
parecen mis estrofas trompetas de cristal
soneto Blasón:
¿ Q u i é n ha d i c h o c o n tal b r í o , c o n tal í m p e t u , c o n
•
r>,al v Las cataratas del Niágara, que tal n o b l e z a , su g e n e r o s o c o m e t i d o ? N o s u p i e r o n e n c o n -
como En la - f u n d i d o . Además,
no es más que El r e s o n a n t e , despues
trar t r o m p a é p i c a tan r e s o n a n t e ni a u n a q u e l l o s v i e j o s
¿ q u é significa eso de g j j ? * » c l ? b a n o , no el avecindado é p i c o s q u e c o m e n z a b a n : Canto, / oh Musa !
de haber leído ^ r o a s a d o nunca de M á l a g a ? Por otra
en París), y no h a b e r P ^ 0 ^ c o n conocimiento de E n o t r o b e l l í s i m o s o n e t o , Símbolo, h a d e f i n i d o su
parte, el mismo C h o c a n o fiyanta ^ , ^ m u s a
c o n d i c i ó n ; — la e x t r a ñ a c o n d i c i ó n lírica en q u e le
causa, al N . á g a r a adaptando rna^ . ^ egplendl„
derna, y no retrotrayéndose co £ ¿ W soneto, m a n t i e n e la n a t u r a l e z a social d e A m é r i c a , m e z c l a de
detritus de p a s a d a s t r a d i c i o n e s y d e i m p o s i c i o n e s d e la
^ f í S f e ^ otro canto á las cataratas :
c i v i l i z a c i ó n t r a d i c i o n a l . P o r esta a m a l g a m a de c i r c u n s -
t a n c i a s o p u e s t a s , él es, á la v e z , aristócrata c o n los
V i r r e y e s y s a l v a j e c o n los p r e c o l o m b i n o s :
L t a en perpetuo cataclismo.
P
C a u d a l sobre sí mismo,
y finge, ante la atónita mirada Pasan por mi estrofa los Virreyes e g r e g i o s
y las líricas damas de otros tiempos de a m o r ;
pero, en verdad, si entonces canto los florilegios
S g a S S S f t y las fiestas galanas, canto un canto mayor
cuando me dan las selvas vírgenes sus arpegios,
y su orgullo los Incas, y Pizarro su ardor,
S ervir humildemente
para^nover las ruedas del Trabajo..... y así soy, en la pompa de mis cánticos regios,
* {Alma Amerua, 27.) algo Precolombino y algo Conquistador.
PRÓLOGO
PRÓLOGO
LXIV
¿ D ó n d e e n c o n t r a r v e r s o s m á s a r r o g a n t e s , más v e r d a -
es duro siempre que qu.ere. Las buenas d e r a m e n t e d e s p ó t i c o s q u e éstos, p a r a e x p r e s a r e l e s t a d o
« U n e n s o l a s esta c u a l i d a d de c o m ú n con los buenos de a l m a d e u n p o e t a a p a s i o n a d o
c o m o ha d i c h o e n la h e r m o s a c o m p o s i c i ó n Añoranza?
¿ N o t e n e m o s a q u í al p o e t a d e A m é r i c a , p e r f e c t o r e p r e -
y j r d i l l e r a s v á la v u e l t a d e la pagina, sentante d e l e s p í r i t u d e s p ó t i c o q u e , c o n c i l i a d o c o n la
d e m o c r a c i a g a r i b a l d i n a , ha d a d o e l t o n o de la s o c i e d a d
americana a c t u a l ? N o t a d c ó m o C h o c a n o no s e deja
s a u d a d e las l e j a n a s a r i s t o c r a c i a s de l o s t i e m p o s r e m o t o s
H e a q u í e l e s p í r i t u del p o e t a , s i e m p r e g e n u i n a m e n t e
y c o m p r e n d e las e x i g e n c i a s de n u e s t r a é p o c a ( i ) . C a n -
aristócrata. P e r o como h o m b r e d e su t i e m p o , s a b e
sentir t a m b i é n la b e l l e z a d e n u e s t r a s c i u d a d e s m o d e r -
nuestra m d u s t n a , l a p o g ^ t ó 1 ^ horada nas, y así canta á la manera yanqui (¡que tanto ama,
- - - * escnbe n u t r i d o c o m o está d e la g r a n l i t e r a t u r a q u e h a
los Poe y los H a t t w o r n e , los Emerson y los L o n g f e l l o w ! )
dado
con vigor p a s m o s o :
C o n t r a Natura en formidable guerra, á « Santa M a r í a de l o s B u e n o s A i r e s q u e titula con
t r i u n f a la e u c a r i s t í a del t r a b a j o ;
gallardo é n f a s i s Ciudad Moderna, en e s t a s e s t r o f a s
antes de unir dos mares con un tajo
se unen todas las razas de l a ü e r r a " llanas, c o m o para d e s i g n a r nuestra c i v i l i z a c i ó n meta-
Cruje el b a r r e n o ; el garfio que se aferra lúrgica :
destroza el p e d e r n a l ; salta el cascajo,
L ^ R I S Ó S " ^ - - - I
Ciudad que abre sus puertas al viento huracanado
El a g u a se hace fango y miasma luego, que de las siete cumbres de R o m a echó el p a s a d o ;
v envuelta en esa miasma, se desprende, al viento generoso que desde Iberia un día
como una irradiación de las montanas,
envió tres carabelas c a r g a d a s de o s a d í a ;
la fiebre tropical; ¡ g a r r a de fuego
con que la Madre Tierra se defiende y á ese otro viento henchido de besos y rumores,
del que le v a arrancando las ^ en el que París vuelca sus ánforas de amores :
I.XTHI
M a s ¡ q u é m a r a v i l l a , s ó l o a s e q u i b l e al l i r i s m o ! Este
ciudad tres veces sacra, ciudad tres v e c e s b e l l a ;
p o e t a , q u e tan i n t e n s a m e n t e siente á la v e z la aristo-
porque no en vano corren á confundirse en ella
1 el ímpetu romano, la ibérica arrogancia
tú, que ciñes radiantes aureolas,
y el paganismo alegre de la divina Francia 1 desenvuelves, soñando en las riberas,
(Alma América, 230.) la perezosa voz de tus palmeras
y el escándalo eterno de tus olas
¿ Para qué es despertar, bella durmiente ?
E l m i s m o p o e t a q u e s i e n t e la b e l l e z a d e esta e s p e c i e Los piratas tu sueño mortifican,
n u e v a , s i e n t e c o n no m e n o s i n t e n s i d a d la m a g n i f i c e n c i a mas tú siempre serena te destacas,
y los párpados cierras blandamente,
d e l d e c o r o a n t i g u o y canta á su c i u d a d n a t a l , Lima, mientras que tus palmeras te abanican
e v o c á n d o l a b a j o e l h e r m o s o t í t u l o de Ciudad Colonial: y tus olas te mecen como hamacas
(Alma América, 92.)
¡ Oh ciudad de los R e y e s ! V a á cantarte el Poeta.
Aquí se advierte el predominio que Chocano ha adquirido
N o es el Inca suntuoso de arrogante silueta, sobre la metáfora, el vasallaje en que tiene sujeta á la
ni es el Aventurero de infatigable espada : imagen, que le rinde su tributo, siempre sumisa y servil, si
es el Virrey galante de peluca empolvada. le llama No en vano se desciende de una raza que es
quizá la más fuerte del mundo Otro magnífico soneto
V a á cantarte el Poeta que el Virreinato evoca hay en el volumen de Chocano, donde se canta la poesía de
con el llanto en los ojos y el suspiro en la boca, la Ciudad vieja (Antigua Guatemala), que tiene sabor,
aunque no reminiscencia, de poesía á lo Rodenbach, poesía
porque extraña ese tiempo de primor y nobleza.
de visiones realistas y apacibles de la vida ambiente. ¡ Y se
¡ Oh dolor blasonado ! ¡ Oh elegante tristeza! dirá aún que Chocano no es un temperamento poético,
dúctil y flexible á todas las modernidades ! H e aquí el
Quien empuja á su musa por atávicas leyes
bello soneto :
con la heráldica pompa de tus claros Virreyes,
ó la envuelve en misterios con su saya y su manto, H a y en la paz de las ciudades yertas
algo de campamentos desolados,
¡ t e devuelve lo tuyo, porque tuyo es su canto ! (1).
en donde, mientras duermen los soldados,
se oyen sonar tristísimos alertas.
V e t u s t a s casas ; rechinantes puertas ;
colgaduras de musgo en los tejados ;
escombros contra escombros recostados,
dormida : y , dormidas al Sol, playas desiertas.
C a r t a g e n a de Indias : tú, que, á solas Histórica ciudad : nada amortigua
entre el rigor de las murallas fieras, la pompa colonial que la engalana,
crees que te acarician las banderas ni su hispano blasón mancha de lodo.
de pretéritas huestes españolas ;
cracia d e la c i u d a d c o l o n i a l y e l d e m o c r a t i s m o de la s e n s a c i o n e s , y se v e f o r z a d o á r e c u r r i r al f o n d o í n t i m o .
r e t o r c i m i e n t o , la v i s i ó n de las m á s p e q u e ñ a s c o s a s
D e este m o d o ha c a n t a d o La caoba en un inolvi-
dable soneto :
C h o c a n o e s e l p o e t a de u n a raza e n t e r a m e n t e n u e v a
C o n esto l l e v a m u c h o a d e l a n t a d o p a r a ser p o e t a o b j e Dócil caoba, entre las sabias manos
tivo la v e j e z es un r e c o n c e n t r a m i e n t o . El n , ^ del ornamentador, se transfigura
v i d a y cada u n o de l o s o b j e t o s q u e la c o m p o n e n con en prodigios de artística moldura,
ojos extasiados; el decrépito ya t i e n e g a s t a d a s las más llenos de primor si más livianos :
cuna de niños y ataúd de ancianos ;
cracia d e la c i u d a d c o l o n i a l y e l d e m o c r a t i s m o de la s e n s a c i o n e s , y se v e f o r z a d o á r e c u r r i r al f o n d o í n t i m o .
r e t o r c i m i e n t o , la v i s i ó n de las m á s p e q u e ñ a s c o s a s
D e este m o d o ha c a n t a d o La caoba en un inolvi-
dable soneto :
C h o c a n o e s e l p o e t a de u n a raza e n t e r a m e n t e n u e v a
C o n esto l l e v a m u c h o a d e l a n t a d o p a r a ser p o e t a o b j e Dócil caoba, entre las sabias manos
T o - e j e z es un r e c o n c e n t r a m i e n t o . El n , ñ o m.a del ornamentador, se transfigura
v i d a y cada u n o de l o s o b j e t o s q u e la c o m p o n e n c o n en prodigios de artística moldura,
ojos extasiados; el decrépito ya t i e n e g a s t a d a s las más llenos de primor si más livianos :
cuna de niños y ataúd de ancianos ;
P e r o d o n d e q u i z á se halla la i m a g e n m á s g r a n d i o s a j a m á s r e l e g a e l r e f i n a m i e n t o p o r r e l e v a r el e n t u s i a s m o ;
d e l l i b r o es c u a n d o , al c a n t a r las m i n a s d e l Potosí, nunca p i e r d e la e m o c i ó n p o r b u s c a r el c e n t e l l e o . S u
e n c a j a e l m a r c o e s p l é n d i d o de este c u a d r o e n un s o n e t o divisa p u d i e r a s e r u n a e s p a d a q u e á la v e z r e l u c e y
prodigioso, que y o no puedo resistirme á transcribir hiere. Sus v e r s o s r e l a m p a g u e a n , p e r o t a m b i é n turban.
íntegro : Sus e s t a n c i a s d e t o n a n , p e r o t a m b i é n p e n e t r a n . A s í en
la t r i l o g í a m a g n í f i c a d e a m p l i o s s o n e t o s a l e j a n d r i n o s
E s justo que Zipango renuncie su decoro ; titulada La Tierra del Sol, se e n c u e n t r a n á la v e z e s t a n -
ostentan mayor pompa las cúspides andinas : cias f u l g u r a n t e s y s o n o r a s c o m o l a s d e l s o n e t o Imperoi,
y aún pueden, en medio de las incaicas ruinas,
y otras tan d e l i c a d a s y d e s v a í d a s c o m o las d e l s o n e t o
buscar los A r g o n a u t a s el símbolo de oro.
Coloniaje (i). C o m p a r a d u n a s y o t r a s , y n o t a r é i s la
Cuando el hispano, h a siglos, tocó el clarín sonoro,
d i f e r e n c i a . Y e l p o e t a q u e ha e s c r i t o s o n e t o s tan o r a -
los indios se escaparon al fondo de las minas,
torios, a c a b a d o s y heredianos c o m o Seno de reina y
y bajo de l a s piedras y nieves cristalinas
Bra{o de conquistador, ha p o d i d o f o r j a r u n a composi-
quedó, como en un cofre, guardado su tesoro.
ción tan d e l i c a d a y ligera c o m o Cinegética (2). Y q u i e n
E l Padre de los Incas, el Sol, que oyera el grito
ha c o m p u e s t o e l Tríptico heroico, ha p o d i d o c o m p o n e r
de ese clarín que supo colmar el Infinito,
también quiso ocultarse, miedoso de la g u e r r a ; el o r a t o r i o g a l a n t e A una dama española, donde la
d é c i m a , la m á s a v i e j a d a de las f o r m a s métricas caste-
y así, después, al golpe del pico y de la azada
llanas, r e c o b r a su e x h a u s t a f u e r z a y r e n u e v a la v i e j a
el oro fué sacando su luz petrificada
vestidura (3). El a u t o r de La frase de Cortés, también
como si el Sol brotase de bajo de la tierra
C a d a e s t r o f a es un m a r t i l l o q u e c o n t r i b u y e á f o r j a r
te forjas ? se me dirá. ¿ Dónde están los enemigos públicos
e n e l y u n q u e d e l s o n e t o e l h i e r r o c a n d e n t e de la inspi- de Chocano ? Señálalos con el dedo y márcales el estigma
de la infamia. Pues bien : hay enemigos que, no por invi-
ración épica. sibles, son menos feroces. L a s tertulias de café, presunta-
Porque en C h o c a n o lo delicado no perjudica á lo mente literarias, guardan muchos de estos valientes de es-
paldas, que se rebozan en las tinieblas para herir y difamar-
r o t u n d o . Y esto es l o q u e n o h a n q u e r i d o c o m p r e n d e r No hablo en balde.
s u s d e t r a c t o r e s (i). N u n c a sacrifica la e l e g a n c i a al v i g o r ; (1) Alma América, páginas 59, 60 y 61.
(2) Cf. Ibidem, 72, 68 y 63, respectivamente.
(3) V é a s e Ibidem, páginas 103 y siguientes, y i í q y
(i) Pero ¿ qué es ese cortejo de espíritus malévolos que tú siguientes. J 1
/
PRÓLOGO PRÓLOGO LXX1X
1, X X VIII
f u n d e t o d o l o q u e en su M u s a b r i l l a Su p o e s í a se
es e l a u t o r d e Pies limeños, d o n d e la d e l i c a d e z a l l e g a
h a c e a u d i t i v a d e s p u é s d e ser v i s u a l Por algo tiene
casi al c o n c e p t i s m o ( i ) .
c o m o sello, en torno á u n sol irradiante, el b e l l o lema
M a s ¿ p o r q u é i n v e n t a r p a l a b r a s y f r a s e s ad hoc para
latino ; Semper efulgeat (1).
describir la a l i a n z a d e la d e l i c a d e z a y d e l vigor en
el potente Santos C h o c a n o ? Él m i s m o ha cantado
acierto critico (¡ oh, hasta líricos tan formidables como el
esta d u a l i d a d de e s p í r i t u y d e e x p r e s i ó n , i n h e r e n t e á
autor de A\ul se sienten críticos en ocasiones!), en el bello
su temperamento, en el rotundo soneto La Musa Preludio que precede al libro de Chocano, donde escribe :
fuerte (2) : P e g a s o está contento y se estremece y brinca,
porque P e g a s o pace en los prados del Inca.
Plácenme á un tiempo mismo los frutos y las flores; Y este fuerte poeta de alma tan vigorosa
el concentrado j u g o , la perfumada esencia; sabe bien lo que cuentan los labios de la rosa,
comprende las dulzuras del panal, y comprende
y en mi canción, por eso, de múltiple cadencia,
lo que dice la abeja del secreto del duende
están todas las gracias y todos los vigores.
Me han dado los Virreyes sus líricos primores, (1) Otra especie de credo poético da el mismo autor en
su hermoso soneto Troquel, donde formula su ideal :
y los Conquistadores su augusta refulgencia;
y así hay de verso á verso la heroica diferencia No beberé en las linfas de la castalia fuente,
ni cruzaré los bosques floridos del Parnaso,
que hubo de los Virreyes á los Conquistadores.
ni tras las nueve hermanas dirigiré mi p a s o ;
Confieso que, aunque yo amo las pompas coloniales, pero, al cantar mis himnos, levantaré la frente.
á las más finas cuerdas prefiero los metales : Mi culto no es el culto de la p a s a d a gente,
ni me es bastante el vuelo solemne del P e g a s o :
tal doy con mis clarines imperativas d i a n a s ;
los trópicos avivan la flama en que me a b r a s o ;
y , entonces, sacrifico mis bellas baratijas, y en mis oídos suena la voz de un continente.
como los viejos nobles que echaban sus sortijas, Y o beberé en las a g u a s de caudalosos r í o s ;
yo cruzaré otros bosques lozanos y b r a v i o s ;
al bronce destinado para fundir campanas yo buscaré á otra M u s a que asombre al Universo.
Y o de una rima frágil haré mi carabela ;
N o lo podríamos decir nosotros con más exacta y me sentaré en la p o p a ; desataré la v e l a ;
y zarparé á las Indias, como un Colón del verso.
f ú l g i d a i m a g e n (3). C u a n d o q u i e r e r e s o n a r , C h o c a n o
(Alma América, 11.)
mente :
LXXXTII
América natural (i). En sus versos se siente
m e n t e q u e e l l i b r o de C h o c a n o » m e l l e v ó á A m é r i c a ,
el resuello de los bosques á la A m é r i c a q u e se v e , se o y e , se h u e l e , se g u s t a , se
y el suspiro de las pampas (2).
p a l p a , se r e c u e r d a ; y al l l e v a r m e á A m é r i c a , m e t r a j o
á España, á la España de n u e s t r a s l e y e n d a s , y t a m b i é n
É l ha c a n t a d o El alma primitiva, e n la c o m p o s i c i ó n
á la España e n q u e v i v o El m i s m o p o e t a , c a n t a n d o
f i n a l d e l l i b r o , y al c a n t a r l a se c a n t a b a á sí m i s m o :
nuestro M u s e o de P i n t u r a s , ha q u e r i d o , « p e n s a n d o e n
su m o n t a ñ a ,
Soy el alma primitiva,
soy el alma primitiva de los A n d e s y las selvas.
Soy el ruido de las hojas en la noche, ¡ser la mitad de América y la mitad de España!> (1).
que parece que en mis versos ensayaran una orquesta;
soy el canto de turpiales y sinsontes, cuando el alba Se p r e t e n d e q u e la n o c i ó n de p a t r i o t i s m o ha d e g e n e -
ruboriza la blancura de la nieve de las crestas ; rado, ó q u e va d e s a p a r e c i e n d o l e n t a m e n t e . Es un e r r o r .
soy el himno de las a g u a s y los vientos, Lo q u e h a c a m b i a d o es e l c o n c e p t o de P a t r i a . En l o s
el chasquido de l a s piedras, t i e m p o s a n t i g u o s , e l c i u d a d a n o q u e v e í a á su Patria e n
el crujido de los troncos p e l i g r o , m á s q u e á su Patria se v e í a á sí m i s m o . R a z o -
y el aullido de las fieras naba así : se i n i c i a una g u e r r a , p u e d e t e n e r l u g a r u n a
Soy el alma primitiva, invasión extranjera, y mi persona, mi familia, mi
soy el alma primitiva de los Andes y las selvas.
hacienda, p e l i g r a n . E s , p u e s , c u e s t i ó n d e d e f e n s a p r o -
pia y de e g o í s m o m á s q u e d e l u c h a p o r la P a t r i a . Y o
C o n s e r t a n a m e r i c a n a , t a n de m e d u l a i n c a i c a , la
no d e b o c o n s e n t i r en la ruina de t o d o l o q u e m e p e r -
m u s a de C h o c a n o es t a m b i é n e s p a ñ o l a . A s í U n a m u n o ,
tenece, por n o h a b e r s a b i d o o p o n e r m e a l i n v a s o r . De
e n su b e l l o p r ó l o g o , h a p o d i d o d e c i r e n c o m i á s t i c a -
aquí e m a n a t a m b i é n esa a d m i r a b l e u n i ó n de t o d a s las
i n t e l i g e n c i a s y de t o d a s las v o l u n t a d e s s i e m p r e q u e se
(1) Como poesías de carácter genuinamente regional, ó
m i l continental, pueden leerse - á más de otrasi que v a | trataba de d e f e n d e r los intereses generales jAh,
r i f a d a s en el curso del e s t u d i o - l a s siguientes: Sensación
Jeotor, Bajando la cuesta, La balada del no h a b í a tales i n t e r e s e s ! El i n t e r é s era puramente
criollo, La vo:¡ del bosque, El guacamayo, El alma del paya doméstico y groseramente individual. La expresión
dor. Las cuatro Estaciones.
(2) En la Armería Real [Alma America, 183).
(1) En el Museo del Prado (Alma América, 54).
LXXXVIII
e s la c o n s a g r a c i ó n d e l g e n i o de t o d a u n a é p o c a s o b e r a -
lee El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha
n a m e n t e e g o l á t r i c a . D e c í a n : Et venient rornani et tol-
Este p a t r i o t i s m o i d e a l , esta u n i ó n de raza h e c h a p o r
lent nostrum locum et gentem Vendrán los romanos la v o z d e la s a n g r e y n o p o r l a s armas, alienta en las
c o m o c o n q u i s t a d o r e s y arrasarán n u e s t r o s c a m p o s y estrofas de Chocano, que, como dice Menéndez
d e s t r u i r á n nuestras h a c i e n d a s y p o d r á n d e c i d i r d e n u e s - Pelayo, « h a n de ser un nuevo lazo entre España
tras Vidas Etvenient P o r el c o n t r a r i o , el h o m b r e 7 A m é r i c a » (i). Y e n v a n o algunos críticos continen-
m o d e r n o , r e s g u a r d a d o c o n l a s l e y e s d e l jus gentium, tales l e r e c r i m i n a n p o r e s t e su e s p a ñ o l i s m o , dicién-
de la c i v i l i z a c i ó n y d e l n u e v o p l a n d e g u e r r a s , a l d e f e n - dole q u e es «nota i m p r o p i a en un p o e t a de tierras
d e r su P a t r i a n o c u e n t a c o n e x p o n e r su h a c i e n d a n i le Ubres». Chocano siente demasiado intensamente el
d u e l e q u e d e s t r u y a n s u s c a m p o s ; t a m p o c o p u e d e caer noble legado ideal q u e d i ó España al C o n t i n e n t e ame-
b á r b a r a m e n t e p r i s i o n e r o ; a p e n a s si la m u e r t e l e a m e - ricano. En W de reina ha e x p r e s a d o este pensa-
naza. C o m o c o n s e c u e n c i a de e s t o , s u s a c r i f i c i o es m á s miento v a l i é n d o s e d e la magnífica imagen que se
puro, más desinteresado, hecho sólo en aras de la d e s e n v u e l v e á l o l a r g o d e l s o n e t o . En los tres s o n e t o s
P a t r i a . La P a t r i a , en su n u e v a a c e p c i ó n , es m á s b i e n el miciales d e l l i b r o q u e c o m p r e n d e la Dedicatoria á
v í n c u l o d e la l e n g u a , d e l g o b i e r n o c o m ú n , de las cos- A- M. C . Don Alfonso XIII, desarrolla y expresa
t u m b r e s s e m e j a n t e s , de las v i s i c i t u d e s h i s t ó r i c a s sufri- mas a m p l i a m e n t e e s t e p l a n c o n q u i s t a d o r p o r la g u e r r a
d a s en c o m ú n . Es a l g o m u y n o b l e y m á s e s p i r i t u a l que
la m a t e r i a l i d a d g r o s e r a d e l a n t i g u o c o n c e p t o . A l decir
P a t r i a , d e c i m o s a l g o q u e n o es e l o d i o f e r o z c o n t r a el
dal S Í " P°?a r " 1 dG Alm* América, titulada Ofren-
da a España, dice el poeta : y
e x t r a n j e r o , ni e l a f á n d e s m e s u r a d o d e c o n q u i s t a s , sino
la c o m u n i ó n e n el m i s m o d o l o r y e n la m i s m a alegría, V e n g o desde la América española
á ofrendar este libro, en que se siente
la p a r t i c i p a c i ó n e n l o s m i s m o s r e v e s e s y en l a s mismas latir un corazón
e s p e s a , Pandereta, q u e m e parece francamente borrosa
c u l t u r a l , q u e d i r í a U n a m u n o . Y e u la C r < W Alfonsina
y recargada — m o s t r á n d o n o s a d e m á s una Andalucía
sueña q u e : maja é inverosímil, más dumasina que gautieresca —,
a u n q u e se e n c i e r r e n e n e l l a estos l i n d o s v e r s o s :
En una barca vuelan á España Don Quijote
y J i m e n a ; en la otra, desafía el azote
¡ Madre Andalucía, c a j a de alegría,
del viento Don R o d r i g o , que v a con Dulcinea
pandereta heroica de vibrante són :
al N u e v o Continente. ¡ Maravillosa idea,
es á ti á quien debo, Madre Andalucía,
que á través de dos mundos y cuatro siglos crece !
los desbordamientos de mi fantasía
(Crónica del reinado de Don Alfonso XIII.) (i).
y l a s marejadas de mi corazón! (1).
h o j a s . A p e n a s v e o y o e n la o b r a nada q u e d e s n i v e l e la p o r q u e su e s p í r i t u ha p e r m a n e c i d o f é r r e a , a u n q u e no
é l su a l m a s e l e c t i v a . Si m e l l a m a r a n á j u i c i o s e v e r o , sodia n u e v a q u i z á t e n g a para é l a l g o d e d e s t r o n c a -
L A VEJEZ ANACREÓNTICA
Mi alma evoca
aquel tiempo feliz en que la mano
firme acercaba el ánfora á mi boca.
Débil mi diestra ya, su licor vierte
la vacilante copa : entre el sombrío
follaje de mi barba así se advierte
la gota de licor, que al fin se abruma
y cae como gota de rocío
resbalando por cálices de espuma
Pero aún puedo refrescar en vino para dormir el sueño del arcano :
por mis débiles nervios, á manera la copa del festín que alza mi mano.
SÁTIRA
Y en la Era cristiana,
el Hombre-Dios prefiere
joven también morir y joven muere ;
pero, en su amor hacia la especie humana,
más que la juventud la infancia quiere.
— Dejad — dice — á los niños que yo amo
que se acerquen á mí —
Y á los infantes
besa y abraza, pródigo en cariños
siempre para el candor. ¡Dulce reclamo 1
No os ofendáis, señora,
porque esta vez á vuestro oído llega
el verso amante del que en vos adora
las formas sólo de la estatua griega.
Á mí me place el firme
molde en que se vació vuestra hermosura.
|Bajo el golpe traidor quiero morirme,
como César, al pie de una escultura !
Hundiera en él mi frente ;
y aspirara, con fiebre voluptuosa,
el perfume impregnado que se siente
como una tibia emanación de rosa.
Dame el buril con que grabar solía
el artífice en ánforas de oro,
¡Sí! yo os quiero mirar, señora mía, ninfas danzantes en alegre coro
desnuda al fin correr por el boscaje. y sátiros con rostro de ironía.
Diosa desnuda de la selva umbría:
tal vez mi sombra os servirá de traje
En el contorno de la estrofa mia,
grabasé, como artístico tesoro,
tu egregio busto, tu imperial decoro
y tu perpetuo abril de poesía.
18
EL R E T R A T O D E C É S A R
Á Pablo Patrón.
ARQUEOLOGÍA
antes ¡ a y ! que esa turba se sonría pero al mármol le basta con la forma.
sembrar rosas de sangre por el suelo, que obstáculo y baldón se hubiera hecho
Recuerdo aún el crimen que es el toque ¿Qué tiempo quedé así? Fué como un siglo.
de más alto carmín en mi delirio : Palpitantes mis alas de poeta,
¡Agripina! ¡ Agripina! Es como el choque escondidas mis garras de vestiglo,
de un arma en el combate: un meteoro volando me lancé : lira de oro,
que ensangrienta mi noche de martirio.
EL ÚLTIMO CANTO DE NERÓN 29
H u í lejos, huí
Cuando mi duelo
calmóse al fin y regresé á mis lares,
saludáronme, en fiestas de consuelo,
l a s frentes abatidas hasta el suelo,
las lenguas desatadas en cantares.
Como hoja seca en alas de la brisa
arrastróse á mis pies l a turba loca.
Y entonces - era justo - una sonrisa
de supremo desdén j u g ó en mi boca
EL RAYO
DB VIAJE
Ave de paso,
fugaz viajera desconocida :
fué sólo un sueño, sólo un capricho, sólo un acaso;
duró un instante, de los que llenan toda una vida.
PLÁTICA
(Á MEDIA VOZ)
EL N U E V O DODECASILABO
EL A G U A PURA
EL COFRE
A una limeña.
En las noches de luna irradia el lago ; ¿ Por qué, por qué bajo mis pies las olas
suena un r u m „ - de músicas lejanas ; se encrespan como sierpes irritadas ?
y del castillo de contorno vago ¿ Por qué tranquilo estoy si estoy á solas
sale un fulgor por todas las ventanas y me turbo ante todas las miradas ?
Sueño Sufro Con íntimo quebranto, pero una fuerza celestial, un ciego
veo en mi noche relumbrar las dagas ; ímpetu que me lleva por la vida,
mas no le pidas al dolor un canto, me retiene tal vez cuando me entrego
porque jamás enseñaré mis llagas. y basta me hace crecer en la caída.
Y otra vez, en mis versos olvidados Los que dudan de mí porque han dudado
que hoy se renuevan en mi santa ira, de Daniel en el foso de leones,
« yo sabré encarcelar á los malvados dudarán si es que sienten que el pecado
y como reja les pondré mi lira >. se insinúa en sus propios corazones.
¡ FIAT LUX !
h a roto y a su l a n z a ; Sansón j u e g a
á l o s p i é s d e D a l i l a ; y e n t r e el c o r o ,
sólo se oye una v o z : la voz que r u e g a .
R a s g a , ¡ o h musa!,.el disfraz c o n q u e te c u b r e s ;
II
EL ÚLTIMO CARTUCHO
D e pronto, un mensajero.
E s que la muerte
quiere á v e c e s j u g a r s e con la Suerte,
entre e s p e r a n z a s de irritante gozo,
c o m o j u e g a el f u l g o r de la m a ñ a n a
en el turbio cristal d e la v e n t a n a
de u n tétrico y n e f a s t o c a l a b o z o .
E s c o g e el enemigo á un denodado
capitán de pulquérrimos blasones
é i n s o s p e c h a b l e fe : j o v e n s o l d a d o
q u e en su r a u d o corcel a v a n z a , a v a n z a
por entre las intrépidas legiones,
hasta llegar al Héroe ; y conmovido
— Salvo es el n o m b r e — dicele — que t e n g o ; díjole así tranquilo y sonriente :
y e x p r e s a r c o n mi n o m b r e o s h e q u e r i d o — T e n g o apenas un g r u p o de soldados ;
e s t a misión d e p a z e n la q u e v e n g o . — p e r o t e n g o á l a v e z los m á s s a g r a d o s
deberes que cumplir : la voz escucho
de mi conciencia que morir me manda ;
— S e g u i d m e — dice el H é r o e ; y le adelanta y moriré d e s p u é s q u e en la d e m a n d a
lleno de majestad por breve senda, h a y a q u e m a d o el ú l t i m o c a r t u c h o ( i ) . —
con porte airoso y con s e g u r a p l a n t a .
B r e v e respuesta fué.
Y a están l o s d o s en la c e r r a d a tienda. Grabar debía
l a P a t r i a en s u m a r m ó r e o c e n o t a f i o
esa frase de heroica bizarría,
Y no á befarse del anciano vino
q u e c o m o el s a c r i f i c i o p r e s e n t í a
el m e n s a j e r o a q u e l ; y d e s u l e n g u a
tuvo l a b r e v e d a d de un epitafio.
no cayeron agravios c o m o gotas
de s a n g r e del puñal de un asesino.
¡ A h ! no le h a b l ó de i r r i t a d o r a m e n g u a , — E s p e r a d — d i c e el H é r o e — y o o s lo r u e g o .
sino de las estériles derrotas N o e s t o y solo en v e r d a d ; y es deber mío
q u e ni a f l i g e n ni a b l a n d a n a l D e s t i n o . consultar mi respuesta. V o l v e d luego ;
Su palabra mostróle la y a cierta ó, m e j o r , e s p e r a d , p o r q u e y a ansio
d e r r o t a l u e g o ; y le e n s e ñ ó el c a m i n o de una vez concluir. V e n g a la Junta
de única salvación : dejar la plaza. aquí mismo, ante vos ; y que decida
Y b r e v e , b r e v e f u é , c o m o un a l e r t a , si s u p e c o n t e s t a r v u e s t r a p r e g u n t a
no c o m o u n a a m e n a z a . y si s u p e e s c o g e r . Ó m u e r t e ó v i d a . —
El H é r o e , en medio. D e su níve^ b a r b a
D e s p u é s que le~escuchó, ligera mano
aprisiónase el a m p o
pasóse el h é r o e por el a n c h a frente ;
con m a n o nerviosísima ; en su frente,
las cejas enarcó súbitamente ;
pero al p e n s a r q u e se enojaba en v a n o ,
(i) Histórico.
y se marcaron las viriles c e j a s
en s u r o s t r o d e J ú p i t e r t o n a n t e .
cual labrador que la campiña escarba,
s u r c o s a h o n d a el í m p e t u furente
q u e e n a r d e c e su espíritu ; en sus ojos Y d e b a t e no a r d i ó ni s u r g i ó e n o j o
en s u a c t i t u d a i r a d a en e x á m e t r o s c a n t a v a r o n i l e s ;
d e l a e n e m i g a tropa : en u n a m a n o y mostrándole el c a m p o q u e la p u e r t a
y no la rendición á v e n c e r ó morir. D e c i d q u e es é s t a
si n o e s b u e n o s e g u i r , c u a n d o e s t á n l l e n a s q u e m a r e m o s el ú l t i m o c a r t u c h o ( i ) . —
Y a la h u e s t e a c a m p a d a
al pie del M o r r o , a m e t r a l l a b a fiera
la r e b e l d e altitud, en q u e dó quiera
el H é r o e , c a b a l g a n d o , d i s c u r r í a ,
fija e n l a d i e s t r a l a d e s n u d a e s p a d a ,
s e g u i d o d e un g i r ó n de su b a n d e r a ;
por aqui, por allá, por donde había
un g r u p o de s o l d a d o s en e s p e r a ,
sintiendo del a r d o r el acicate,
ó a b o c a n d o el c a ñ ó n , que p a r e c í a
brújula g i g a n t e s c a del c o m b a t e
¡FIAT LUX!
C i n c o v e c e s m a y o r , el e n e m i g o
todo lo arrollará todo ¡ Qué importa!
Cinco v e c e s m a y o r s e r á el r e n o m b r e
que cada héroe llevará consigo
al s e p u l c r o t a m b i é n . L a V i d a es c o r t a
p a r a q u e p u e d a a p e t e c e r l a el h o m b r e . . . .
j Y á la manera de e s e g r u p o fiero
que ante innúmera tropa no se abate
b a j o los g o l p e s de invisible espada,
sin l l e g a r á s a b e r c ó m o l e s h i e r e n !
la frente ciñe de la b r a v a c u m b r e ,
en q u e el d r a m a s a n g r i e n t o s e a d i v i n a ,
L l u e v e el p l o m o ; s e r a s g a l a b a n d e r a ;
del c a ñ ó n bronco á l a rojiza l u m b r e
s e d e s t e m p l a el c l a r í n ; y r o n c a m e n t e ,
q u e d e s g a r r a las b r u m a s repentina.
la invasión adelanta y adelanta;
Blanca, espesa neblina o p a c a el cielo;
y caen los soldados, á m a n e r a
y h a s t a el altivo S o l rinde tributo
de las espigas cuya altiva frente
á l a tristeza del heroico duelo,
el g r a n i z o q u e b r a n t a .
y se viste de luto
Se a c e r c a el choque ya. ¡ L a lucha fiera
Así también, cuando los dioses quieren
v a e n c o n a r s e p o r fin ! S i g u e e l t o r r e n t e
a c a b a r con los h é r o e s , en la Iliada,
y todo es confusión súbitamente ;
los circundan de nieblas... ¡ Y así mueren
y se mezclan soldados con soldados;
y luego se derrama por doquiera su c a b e z a en las olas,
sordo rumor de vientos encontrados. y a la s a c a otra vez, y a la hunde luego,
asi la M u e r t e en misterioso j u e g o ,
súbito y a p a r e c e , y a s e oculta,
Mas ¿ quién es el jinete misterioso
y a vuelve á p a r e c e r ; y a entre las filas
q u e en c a r r e r a veloz h a c i a la c u m b r e ,
d e s h e c h a s de soldados, cruza r a u d a ,
del torrente invasor sigue las huellas ;
c u a l un c o m e t a d e p a v u r a c i e g o
y corre, y corre, de llegar ansioso,
q u e h u y e e s p a n t a d o de su propia c a u d a ,
mientras sus a r m a s de chispeante lumbre
Ó c u a l fiera q u e c o r r e e n l a e s p e s u r a
van lanzando relámpagos y estrellas ?
revolviendo sus fúlgidas pupilas
entre las sombras de la selva obscura.
de luminosas cuencas, se d e s t a c a
q u e soltando el fusil, r o d ó á su p l a n t a ;
C u a l r e l á m p a g o el látigo c h a s q u e a
a q u é l h é r o e sin n o m b r e , c o n s u s o l a
y se lanza á la cumbre, á la p e l e a ;
c a l a d a b a y o n e t a , a l fin r e c h a z a
t o d o , t o d o lo a r r o l l a y lo a n i q u i l a ;
á u n g r u p o q u e l e e n v u e l v e y le a m e n a z a ,
q u e el corcel de la M u e r t e a c a s o s e a
c o m o á la peña la ceñida ola;
el mismo espectro del bridón de Atila.
ése, como hoja que arrebata el viento,
¡ A r r a n c a c h i s p a s a l s e n t a r el c a l l o
d e r o c a e n r o c a v a , por- e l b a r r a n c o ;
en el r e c i o p e ñ ó n ; c l a v a l a e s p u e l a
ése otro lanza horrible juramento,
en el hundido ijar d e su c a b a l l o ,
los ojos p o n e en b l a n c o ,
que se para en dos pies ; y l u e g o vuela !
deja caer el a r m a , con la diestra
c u b r e la sangre q u e en su p e c h o asoma
expone, ante cien muertes, una v i d a ; bronca, inmensa explosión desde la cumbre ;
y éste otro, que dispara como protesta con que el mismo suelo
así al golpe del hacha rueda el tronco ; esa vuelta al h o g a r ! No fué el camino
Tal, del griego en el símbolo sagrado, Y como ofrenda al Héroe, arroje luego,
el corcel vencedor en la carrera á la hoguera también, vicios pasados,
de los juegos olímpicos, orlado viejas leyes y sórdidas costumbres,
del clásico laurel; el que en la fiera para que en ese fuego
batalla, lejos de aplacar su brío, los dolores por fin purificados
mostróse como nunca denodado ; brillen como el incendio de las cumbres :
el que anduvo por sendas de zarzales, á la luz de la hoguera, el seno obscuro
y aventuróse por el bosque umbrío del horizonte se abrirá rasgado;
sin temblar una vez; el que la gloria y, consumiendo en llamas el pasado,
alcanzó de los cánticos triunfales, de las cenizas surgirá el futuro:
está, á veces, cual sombra de sí mismo, ¡ y el patrio pabellón teñido en rojo,
que nada dice de su vieja historia, cuando se apague la gloriosa hoguera,
condenado por fiero despotismo flotará sobre el último despojo
á vivir dando vueltas á una noria. como una llamarada hecha bandera !
INTIMA
EPITALAMIO REGIO
El R e y se va de caza.
Su rutilante espuela
se clava contra el flanco de un gran bridón, que vuela
por montes y collados, detrás de una gacela.
Precédele un tumulto de canes ladradores;
y sigúele una escolta de intrépidos señores,
que arrojan, como flechas, sus potros voladores.
Entre el ladrido alegre de la veloz jauría,
el cornetín de caza da al aire la armonía
que en el poema trágico Hernani oyera un día ;
y aquella voz que sale del retorcido hueco,
encuentra en lo más hondo de la montaña un eco
que empieza fragoroso, pero que acaba seco.
En tanto el Regio potro, que ensaya los clarines que tiran seis corceles, llega al paraje. El hada
de un resoplido, al ábrego bace silbar sus crines, al R e y le habla en secreto (se entiende su mirada) :
como si fuesen dignas de acariciar violines; — Esa gacela es una Princesa, está encantada. —
y va, de brinco en brinco, por selva y por llanura : El R e y la cacería concluye aquí. R e g r e s a ;
La selva se acobarda y el llano eleva al cielo ¡ Oh, Princesa encantada de una selva de amor I
las nubes de su polvo. Y aquello es como un vuelo : Yo te diré al oído que tu triunfo es mayor;
apenas si los potros rozando van el suelo. porque en tus gracias tienes cazado al cazador
cadavérica, azulada,
como boca que sonríe de repente
dilató sobre las nieves la caricia de su plata.
Y la paz llegó. Los lobos
se alejaron. Una racha
La griega baila gravemente,
jubilosa recogió el relincho alegre
de los trémulos caballos. Y la dama la griega baila gravemente con monorrítmico vaivén.
MEDALLÓN
(CALDERÓN DE LA BARCA)
ODA FUNEBRE
Cíñete la carátula,
ponte el coturno tétrico
la carátula negra y el coturno del mal.
Y con un gesto olímpico,
¡ oh musa hispana!, yérguete
sobre la escalinata de un canto funeral.
Es el instante único
en el que van exánimes
dos hombres que en la gloria partiéronse un laurel;
y al contemplar sus túmulos
deben gemir los ánimos
cual mármoles que suenan al golpe del cincel.
(Otro ataúd fantástico
Pasa el cortejo trágico.
pone su nota lúgubre
Delante van cien vírgenes,
bajo del áurea lluvia de meridiana luz.)
un tamboril siniestro y un ronco caracol...
Detrás de cada féretro,
Vírgenes de albas túnicas
con la actitud enérgica
llevan sus cirios trémulos,
del puño de una espada, levántase una cruz.
como en un luminoso pentecostés del Sol.
PANOPLIA
EL Á R B O L CAÍDO
Un bosque de palmeras
empenacha de pronto la riscosa extensión.
Es un tropel vibrante de hojas largas y finas,
á través de las cuales se ve un país de oro,
mitad americano y mitad español.
EL A L M A INMÓVIL
A Vargas Vila.
¡ Alégrate, juventud!
Melancolía prematura
quiere amenguar los bríos de tu savia viril.
LETITI^í
¡ Cede al amor el pecho
y enguirnalda tus sienes con un ramo de abril!
Sobre las tumbas de tus padres
debes pasar tu arado : si abres el ataúd,
verás tú cómo escapan pájaros resonantes que te dicen en coro:
¡ Alégrate, juventud I
MARCO ANTIGUO
EL A M O R MUDO
TEATRO VACÍO
A Jacinto Benavente.
L a esperanza es á m o d o de un t o r c e d o r interno ;
EL CIEGO
L O S S E G A D O R E S P A S A N
que, con sus trajes llenos del polvo del camino
y sus hoces en alto, van de cara al Destino,
ocultamente tristes y cantando y riendo
cual queriendo olvidarse de todo entre el estruendo.
A Pedro de Répide.
L A C A N C I Ó N DEL C A M I N O
TIERRA ESPAÑOLA
NOSTALGIA
Estoy en la orilla
de un sendero abrupto.
Miro la serpiente de la carretera
que en cada montaña da vueltas á un nudo ;
y, entonces, comprendo que el camino es largo, LA V O Z TRISTE
que el terreno es brusco,
que la cuesta es ardua,
que el paisaje es mustio
que no he visto en mi vida, pero que he adivinado. Se confunden al punto nuestros dos corazones :
procesión de fantasmas por entre un clausurado Y ella sigue cantando sus versos lentamente ;
monasterio : una viuda de cara macilenta y yo me quedo como se queda una serpiente
presidía el cortejo ; y al fin iba un soldado, que oye sonar el dulce gemido de una flauta....
Innumerables caballeros
La polvareda crece. El ruido
vienen detrás,
es el de un rio que entra al mar
entre nevados albornoces
Veinte soldados en sus potros agitan veinte banderolas :
y sobre potros cuyas crines no se fatigan de silbar.
una, dos, tres y cuatro filas de cien jinetes van detrás,
¡ Salve á los potros del Desierto !
en un conjunto que se mueve con la armonía pintoresca
Hijos del viento, de ancho tórax, ancas de molde escultura 1
de un ajedrez que se jugase sobre un tablero colosal.
y finos cascos : cuando pasan en el delirio de un galope,
los acarician las arenas y los saluda el huracán
Los caballeros se afianzan Resalta entonces la figura
en los estribos; con la espuela frotan á veces el ijar ; de un hombre envuelto en la blancura de una gran túnica imperial
y en la siniestra el freno empuñan cabalga un potro blanco ; y tiene
con una olímpica elegancia digna de un cántico triunfal. todo el aspecto reposado de una divina majestad.
El Sol palpita en los arneses y en el acero de las a r m a s . ¡ Es él! Se doblan las rodillas, las frentes bajan hasta el suelo.
El polvo sube en torbellino. L a marcha sigue sin cesar. El polvo sube en torbellino. La marcha sigue sin cesar.
Y en la radiante lejanía,
entre abanicos de palmeras, yergue sus torres la ciudad.
Por la monótona llanura,
se va tendiendo largamente la caravana del Sultán.
Por la monótona llanura,
se va tendiendo largamente la caravana del Sultán.....
Cajas, trompetas, atabales y dulzainas melodiosas
llenan el aire de una música á la vez bélica y sensual.
Doce jinetes ;
luego una fila de hombres negros con algo trágico en la faz;
y al fin un grupo de mujeres
sobre altos mulos. V a n cubiertas. (Nadie las debe ni mirar.)
¿ Rendir la plaza ? ¡ Nunca! ¿ Sacrificar la vida
de su hijo ? Una gran flama de cólera encendida
avivó su martirio y enconó su querella.
G U Z M Á N EL B U E N O
é l c o n s u fino o l f a t o p o r e n t r e e l b o s q u e d a c o n l a s h u e l l a s
y los b ú f a l o s g r a v e s , y l a s s e r p i e n t e s de á u r e o s anillos :
D i o s s a l v e al R e y del v e r s o , q u e con su canto de bronce impera Le conocen há tiempo la femenina liana que enreda
y h a b l a l a f a b u l o s a l e n g u a d e l p á j a r o y d e l a fiera : los á r b o l e s , el a v e q u e h a s t a su n o m b r e t a l v e z r e m e d a ,
v a r ó n de f u e r t e s b í c e p s , p e c h o v e l l u d o , f r e n t e altanera, la b r i s a q u e se rie y el a r r o y u e l o q u e h a b l a n d o r u e d a :
que desdobla en la India l a s cuatro r a y a s de su bandera. sus pies tienen zapatos férreos; su frente, gorra de seda.
E n él v i v e I n g l a t e r r a t o d o el p r e s t i g i o d e l a s e d a d e s :
Shakspeare alucinante quer ememora los vastos dramas
por sus canciones pasan reyes, guerreros, bardos, abades;
del primitivo bosque : luchas de fieras, brillos de escamas, y h a y a l g o q u e e n el f o n d o d e s u s b r a v i a s sublimidades
estrépitos de ríos, ayes de troncos, t e m b l o r de r a m a s e v o c a á los n o r m a n d o s en lucha contra las tempestades.
y p a v o r de serpientes que se combinan en m o n o g r a m a s .
En él vive la India de los misterios. Se piensa en una
metempsicosis hecha, durante un sueño, bajo la Luna.
Los versos son fakires de niveas barbas y faz cobruna;
la inspiración, un soplo de veinte siglos sobre su cuna.
LA ÚLTIMA VEZ
ANACRONISMO
A Felipe Sassone.
Amo el Sol que chispea sobre el incaico trono ¡ Oh madre España! dime si, al repasar tu Historia,
como un alarde ciego de lujuria ó encono, no es justo el que repita lo que te he dicho yá :
amo el fulgor que nimba los cascos vencedores debí yo haber nacido no en esta Edad sin gloria,
y las finas corazas de los Conquistadores, sino en un tiempo heroico que nunca volverá
Así cubre este mármol los restos hora inertes
de aquel heroico grupo del gran desfiladero,
con sus trescientas glorias en sus trescientas muertes;
LÁPIDA
EL A R C O DE ULISES
H e a m a d o lleno á v e c e s de sentimentalismo
Á Carlos Meany.
H e y a n t a d o en las m e s a s de los g r a n d e s señores,
d i s p u t a d o p o r d a m a s , c o r o n a d o d e flores ;
(-J- J O S É D E ESPRONCEDA)
Pobre de mí, que en vano mi corazón sondeo,
y no sé por qué lucho ni para qué deseo ;
y, sin embargo, esfuérzome en dominar la vida,
y en cada abrojo clavo la rosa de una herida,
y en esta guerra inútil contra la desventura
sólo veo la boca que abre la sepultura...
¡ Oh, Dios mío ! suprime la muerte tan temida
en esta guerra inútil, ó suprime la vida.
(-J- J O S É D E ESPRONCEDA)
I
POEMAS CLÁSICOS
L a vejez anacreóntica 3
Estandarte de amor 6
Sátira 9
Onomástico 11
Urna 13
Pagana 15
Copa de oro 17
El retrato de César 19
Arqueología 23
El último canto de Nerón 24
II
POEMAS ROMANTICOS
El rayo 33
El buen tirano 35
ÍNDICE
POEMAS CLÁSICOS
L a vejez anacreóntica 3
Estandarte de amor 6
Sátira 9
Onomástico 11
Urna 13
Pagana 15
Copa de oro 17
El retrato de César 19
Arqueología 23
El último canto de Nerón 24
II
POEMAS ROMANTICOS
El rayo 33
El buen tirano 35
<
19T
Fuga ioó
Sol y Luna 37
Danza griega 109
De viaje 39
Medallón 113
Plática 41
Oda fúnebre 115
Declamatoria 43
El himno á la Voluntad 118
El nuevo dodecasílabo 45
Panoplia 121
Arte sincero 47
El árbol caído 123
Paisaje 49
El alma inmóvil - 127
El agua pura 51
Letitiae 128
En la alcoba ,. 53
Marco antiguo 13 1
El cofre - 55
El amor mudo 133
Corazón abierto 57
Baile antiguo *35
Teatro vacío 137
L a novia abandonada 139
ni El ciego T42
Nostalgia *53
I. En Espera 65
L a voz triste *55
II. El último cartucho 69
La casa desierta J58
III. Antes del asalto 75 Ánfora '. 160
I V . El asalto 78 La caravana del sultán 162
V . L a muerte del héroe 86 Guzmán el Bueno 1 66
VI. Fin del asalto 88 Rudyard Kipling 168
Epílogo 93 La última vez I7I
Anacronismo *73
Lápida Vfi
IV Crisol *7 8
En elogio de Daoiz 180
POEMAS MODERNISTAS El Arco de Ulises i83
Intima 99
Epitalamio regio •
¡
r devuelta
yo indi-
SONETOS NECROLÓGICOS
(-f- JOSÉ DE E S P R O N C E D A )
I •••• *89
II igo
III 191
IV * 9 2
V * 9 3