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Geología Planchas 86 y 97 Abrego-Cáchira

Este documento presenta un resumen de la geología de las planchas 86 Abrego y 97 Cáchira en el departamento de Norte de Santander, Colombia. Describe las principales rocas metamórficas, ígneas y sedimentarias de la región, incluyendo el Neis de Bucaramanga, la Formación Silgara, rocas ígneas como tonalita y diorita, y formaciones sedimentarias jurásicas, cretáceas y terciarias. Además, analiza el metamorfismo regional y térmico que afectó
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Geología Planchas 86 y 97 Abrego-Cáchira

Este documento presenta un resumen de la geología de las planchas 86 Abrego y 97 Cáchira en el departamento de Norte de Santander, Colombia. Describe las principales rocas metamórficas, ígneas y sedimentarias de la región, incluyendo el Neis de Bucaramanga, la Formación Silgara, rocas ígneas como tonalita y diorita, y formaciones sedimentarias jurásicas, cretáceas y terciarias. Además, analiza el metamorfismo regional y térmico que afectó
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Libertad y Orden

INSTITUTO COLOMBIANO DE GEOLOGÍA Y MINERÍA


INGEOMINAS

GEOLOGÍA DE LAS PLANCHAS


86 ABREGO Y 97 CÁCHIRA

ESCALA 1:100.000
MEMORIA EXPLICATIVA

Bogotá, 1978

República de Colombia
MINISTERIO DE MINAS Y ENERGÍA
INSTITUTO COLOMBIANO DE GEOLOGÍA Y MINERÍA
Likrod y 'cl en

REPÚBLICA DE COLOMBIA
MINISTERIO DE MINAS Y ENERGÍA
INSTITUTO COLOMBIANO DE GEOLOGÍA Y MINERÍA
INGEOMINAS

GEOLOGÍA DE LAS PLANCHAS


86 ABREGO Y 97 CÁCHIRA

ESCALA 1:100.000

MEMORIA EXPLICATIVA

Por:
Alfonso Arias Tauta
Rodrigo Vargas Higuera

Bogotá, 1978
REPUBLICA DE COLOMBIA
MINISTERIO DE MINAS Y ENERGIA
INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGACIONES GEOLOGICO - MINERAS

BOLETIN GEOLOGICO

INDICE GENERAL

Página

A. Arias T., Geología de las planchas 86 Abrego y 97 Cáchira ................................3 - 38


R. Vargas H.

O. Pulido G. Geología de las planchas 135 San Gil y 151 Charalá ...........................39 - 78

EDITOR

Alberto Villegas Betancourt


e Geólogo

Volumen 23 - No. 2, pp. 1 - 78 Bol. Geol.


Bogotá - Colombia Ingeominas
ISSN - 0120 - 1425
Precio de cada ejemplar: En Ingeominas $ 200,00 (US $ 5,00)
Vía Aérea $ 250,00 (US $ 6,50)

El Boletín Geológico se publica en (tres (3) números cada año, en un formato


de 17 x 24 cm.

Derechos Reservados por:


INGEOMINAS: Instituto Nacional de Investigaciones Geológico - Mineras.
Carrera 30 Np. 51-59, Apartado Aéreo No.4865 - Bogotá, D. E. Colombia S. A.

La responsabilidad de los conceptos emitidos en esta publicación


corresponde exclusivamente a sus autores

Editor
Alberto Villegas Betancourt
Geólogo

Editado e impreso por Ingeominas


MINISTERIO DE MINAS Y ENERGIA
INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGACIONES
GEOLOGICO-MINERAS

GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 ABREGO, Y 97 CACHIRA;


DEPARTAMENTO DE NORTE DE SANTANDER

INFORME No. 1759

Por:

ALFONSO ARIAS TAUTA

RODRIGO VARGAS HIGUERA

BOGOTA, 1978
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 5

CONTENIDO

Página

RESUMEN ....................................................................................................................... 7
0. INTRODUCCION................................................................................................ 7
0.1. LOCALIZACION .................................................................................................... 7
0.2. TOPOGRAFIA ............................................................................................ 7
0.3. CLIMA Y VEGETACION ......................................................................... 9
0.4. HIDROGRAFIA ......................................................................................... 9
0.5. ACCESIBILIDAD........................................................................................ 10
0.6. POBLACION............................................................................................... 10
0.7. METODO DE TRABAJO............................................................................ 10
0.8. ESTUDIOS ANTERIORES .......................................................................
0.9. AGRADECIMIENTOS .............................................................................. 11
1. ROCAS METAMORFICAS ................................................................................ 12
1.1. NEIS DE BUCARAMANGA........................................................................ 12
1.2. FORMACION SILGARA............................................................................ 13
1.3. ORTONEIS.................................................................................................. 14
2. METAMORFISMO .............................................................................................. 14
2.1. METAMORFISMO REGIONAL .............................................................. 14
2.1.1. NEIS DE BUCARAMANGA..................................................................... 14
2 . 1 . 2 . F O R M A C I O N S I L G A R A ..................................................................... 15
2 . 1 . 3 . O R T O N E I S .................................................................................................. 15
2 . 1 . 4 . M E T A M O R F I S M O T E R M I C O ............................................................. 15
2 . 1 . 5 . M E T A M O R F I S M O R E T R O G R A D O .................................................. 15
3. ROCAS IGNEAS .................................................................................................. 15
3.1. TONALITA.................................................................................................. 16
3.2. DIORITA .................................................................................................... 16
3.3. CUARZOMONZONITA.............................................................................. 17
3.4. GRANODIORITA ...................................................................................... 17
3.5. RIOLITAS Y RIOLITAS METAMORFICAS .......................................... 18
3.6. DIQUES ...................................................................................................... 19
4. ROCAS SEDIMENTARIAS ................................................................................ 19
4.1. SISTEMA JURASICO ............................................................................... 19
4.1.1. FORMACION BOCAS................................................................................ 20
4 . 1 . 2 . F O R M A C I O N J O R D A N ........................................................................ 20
4.1.3. FO RMA CI O N GI RO N ................................................................................ 21
4.2. CRETACEO ............................................................................................... 21
4 . 2 . 1 . F O R M A C I O N R I O N E G R O .................................................................. 22
4.2.2. FORMACION TIBU Y MERCEDES ...................................................... 23
4.2.3. FO RMA CI O N LA L U NA .......................................................................... 24
4.2.4. FO RMA CI O N U MI R .................................................................................. 25
4.3. SISTEMA TERCIARIO ............................................................................. 26
4.3.1. FO RMA CI O N LI SA MA ............................................................................ 26
4 . 3 . 2 . F O R M A C I O N E S M E R A L D A S ............................................................. 26
4 . 3 . 3 . G R U P O C H U S P A S ................................................................................... 27
[Link]. Formación Mugrosa ....................................................... 27
[Link]. Formación Colorado ..................................................... 27
4 . 3 . 4 . G R U P O R E A L ............................................................................................. 28
4.3.5. G RU PO ME SA ............................................................................................. 28
4.3.6. FO RMA CI O N AL G O DO N A L ................................................................. 29
4.4. SISTEMA CUATERNARIO ..................................................................... 29
5. ESTRUCTURAS .................................................................................................. 29
5.1. FA L LA D E BU CA RA MA N GA .......................................................................... 30
5.2. FALLA DE LEBRIJA ........................................................................................... 30

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


6 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

Página

5.3. FALLA DE LA TIGRA .........................................................................................30


5.4. FALLA DE LA VEGA .........................................................................................30
5.5. FALLA DE VEGUITAS .......................................................................................31
5.6. FALLA DE PARAMILLO ....................................................................................31
5.7. FALLA DE CASITAS ............................................................................................31
5.8. FALLA DE CACHIRA ..........................................................................................31
5.9. OTRAS FRACTURAS ..........................................................................................31
6....................................................................................GEOLOGIA ECONOMICA 31
6.1. MANIFESTACIONES MINERALES ................................................................... 31
6.1.1. COBRE ................................................................................................................32
6.1.2. PLOMO Y ZINC .....................................................................................................32
6.1.3. BARITA ................................................................................................................32
6.1.4. FLUORITA .............................................................................................................32
6.2. PROSPECCION GEOQUIMICA REGIONAL ......................................................... 33
6.2.1. SISTEMA DE MUESTREO Y ANALISIS EFECTUADOS 33
6.2.2. INTERPRETACION DE LOS RESULTADOS OBTENIDOS 33
[Link]. Distribución y Valores Anómalos para Cobre ............................. 33
[Link]. Distribución y Valores Anómalos para Plomo ............................... 33
[Link]. Distribución y Valores Anómalos para Molibdeno .. 36
[Link]. Otros Elementos ............................................................................. 36
6.2.3. CONCLUSION .......................................................................................................36
7...................................................................................REFERENCIAS CITADAS 36

FIGURAS

1....................................................................................Localización del área estudiada 8

2...Histograma de distribución de Cobre, Plomo y Molibdeno. Sedimentos Finos


Determinación espectrográfica ..........................................................................................34
[Link] acumulativas para Cobre, Plomo y Molibdeno. Sedimentos Finos. Aná -
lisis espectrográficos .................................................................................................... 35

PLANCHAS

1............................Mapa Geológico de las Planchas 86 Abrego y 97 Cáchira Publicadas.

2. .............................................Sección Estratigráfíca de la Formación Algodonal


entre 29 y 30
3. ..............................Localización del muestreo y valores para Cobre y Molibdeno
.................................................................................................................... entre 33 y 34

***
GE O L O GI A DE L A S P L A N C H A S 86 Y 9 7 7

RE SUMEN tenidos se dan a conocer en el capítulo de


geología económica.
La geología de las Planchas 86, Abrego
y 97 Cáchira, presentada a escala 1:100.000 0.1. LOCALIZACION
consta en su mayor parte de rocas metamór-
ficas de las formaciones Bucaramanga y Sil- El área de estudio está localizada en la
gará, e ígneas del Grupo Plutónico de San- Cordillera Oriental, al nor-noroeste de la ciu-
tander. Anfibolitas, neises hornbléndicos y dad de Bucaramanga y cubre parte de los
esquistos de alto grado datados radiométri- departamentos de Norte de Santander, San-
camente como Precámbricos y esquistos mi- tander y Cesar.
cáceos, filitas y meta-areniscas de bajo a me-
dio grado asociados a ortoneis, cuarzomon- Dentro de la nomenclatura del Instituto
zonitas, granitos, riolitas, dacitas y algunos Geográfico Agustín Codazzi, el área está com-
pocos piroclásticos, cubren gran parte del prendida en las planchas Nos. 86 y 97 a escala
área, que corresponde a una porción de la 1:100.000, con las coordenadas X=1'320.000
región septentrional del Macizo de Santander. a X=1'400.000; Y=1'060.000 a Y=1'120.000
(Fig. 1).
Las unidades estratigráficas de la Cuenca
del Valle Medio del Magdalena afloran en la Del área cartografiada, aproximada-
parte occidental de las planchas, mientras que mente el 58% es jurisdicción del Departamento
las correspondientes a la Cuenca de Maracaibo Norte de Santander, 29% del Cesar y 13%
se presentan como retazos en la región corresponde a Santander.
oriental.

El fallamiento (generalmente alto án- 0.2. TOPOGRAFIA


gulo) en bloques, es preponderante en el área
al igual que en el resto del Macizo de Santan- Dentro dél área considerada se encuen-
der, que en esta parte viene limitado al oeste tran 3 zonas topográficas diferentes. La pri-
por la Falla de Lebrija y nó por la de Bucara- mera corresponde a las zonas planas locali-
manga como se observa al sur. zadas en las partes occidental de las planchas
86 y 97, y central de la Plancha 86; la eleva-
Las ocurrencias minerales de cobre, ción en la región occidental varía entre 75 y
plomo, zinc, fluorita y barita son de escasa 150 m, mientras que en la región central, al-
importancia económica y los resultados del rededores del Municipio de Abrego (Pl. 86,
muestreo geoquímico efectuado no permiten C-7), la altura es de 1.400 m aproximadamen-
abrigar grandes esperanzas sobre el hallazgo te; los ríos de esta parte corren suavemente y
de yacimientos. por amplios valles. La segunda zona em -
prendida entre 200 y 600 m de altura, co-
rresponde a las estribaciones de la cordillera
O. INTRODUCCION con pendientes no muy fuertes y con una to-
pografía que se puede considerar como semi-
La cartografía geológica de las Planchas abrupta. Finalmente, entre 600 y 3.800 m,
86, Abrego y 97, Cáchira, se llevó a cabo se presenta una zona con pendientes muy
como continuación de los programas del In- fuertes y topografía abrupta ; en ella se loca-
geominas asignados a la Oficina Regional de lizan las alturas mayores del área; en esta
Bucaramanga. Inicialmente, durante el año parte los ríos y quebradas han excavado ca-
de 1969, se elaboró un mapa fotogeológico ñones profundos con laderas de inclinacio-
con algunas transversas de comprobación de nes muy altas.
campo; posteriormente, en los años 1974 y
1975, este mapa fue complementado con la- Al este de Mohan (Pl. 97, F-12), se
bores de campo orientadas preferencialmente encuentra el punto más elevado del área car-
hacia las áreas menos estudiadas. tografiada (3.800 m), el cual queda incluido
dentro de la zona de páramo, conocida con
Simultáneamente con la cartografía y el nombre general de Páramo de Cáchira.
con el fin de localizar nuevas mineralizaciones Otros sitios mayores de 3.000 m, correspon-
de interés económico, se efectuó un muestreo dientes a este mismo páramo, se localizan en
geoquímico regional de sedimentos finos, es- la parte más oriental del área; los más cono-
pecialmente en las zonas ígneo metamórficas
de mayores posibilidades; los resultados ob-
8 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

NO R T E
DE
A ouo c

o OcaRa SANTANDE
,. .\ X= I 4 00 .0 00
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BUCARAMA
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ESCA ér••••••• CARRETERA APEA ESTUDIADA

LIMITE INTERNACIONAL --.••••-- LIMITE DEPARTAMENTAL

•••-- RIOS FERROCARRIL

FIGURA 1. Localización del área estudiada.

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97

cidos son: Loma de Páramo de Pringado Finalmente el clima de páramo, alturas


(C-12; D-12), Filo de Peña Rica y páramos mayores de 3.000 m, se encuentra en la Cu-
de Guerrero (B-12) y Torrecitas (A-12). chilla de Orocué y en la región denominada
de una manera general como Páramo de Cá-
En la parte norte central de la Plancha chira en la parte nororiental de la Plancha
97 sobresale la Cordillera de Orocué, la cual 97. La vegetación en estas regiones es muy
alcanza su punto máximo (3.500 m) en Cerro escasa; solamente en las cercanías de Cerro
Pelado también conocido como Cerro Juris- Pelado (Pl. 97, A-7), se encuentran pequeñas
dicciones (A-7). plantaciones de papa. La ganadería está re-
presentada por ovinos, caprinos y vacunos.
En lo referente al punto más bajo, 75 m
aproximadamente, se sitúa en la parte más
occidental de la Plancha 97 en los valles del 0.4. HIDROGRAFIA
Río San Alberto (D-1, 2), y Quebrada Minas
(A-1). En el área considerada se encuentra la
divisoria de aguas entre las cuencas fluviales
del Río Magdalena, al oeste, y el Lago de
0.3. CLIMA Y VEGETACION Maracaibo, al este. En el sur, esta divisoria se
encuentra en el Páramo de Cáchira, y se pro-
Existen en el área diversas clases de cli- longa por dicho páramo hacia el norte hasta
ma, desde cálido hasta de páramo, pasando el Alto Torrecitas en donde cambia su direc-
por clima medio predominante entre 1.000 y ción a suroeste hasta cerca al sitio La Aurora
2.000 m, y frío entre ésta última altura y los (Pl. 97, B-10); en este punto toma ya una di-
3.000 m aproximadamente. rección aproximada nor-noroeste y siempre
desplazándose hacia el occidente sale de la
El clima cálido se presenta a alturas zona por la cuchilla que separa las aguas del
menores de 1.000 m, como en la región occi- Río Tejo de las de la Quebrada Torcoromita
dental muy plana donde se han desarrollado (Pl. 86, A-4):
de una manera intensiva la agricultura y la
ganadería. Los principales productos agríco-
las son: algodón, arroz, sorgo, café, plátano Las principales corrientes de la vertiente
y palma africana, en menor proporción tabaco, occidental; enumeradas de sur a norte, son las
caña de azúcar, maíz y yuca; el ganado siguientes: Río Romeritos, Río Playón con
vacuno, constituye el renglón predominante su afluente Quebrada Betania, Río Cáchira al
en la economía de la zona, el cual es seguido cual desembocan los ríos La Silleta y San
por porcinos, caballares y mulares. Alberto; en la región centro occidental el
drenaje está constituido por las quebradas
La zona de clima medio se subdivide Minas, Torcoroma y Tisquerama ésta última
en dos partes: la de mayor extensión corres- formada por las quebradas Santa Bárbara y
ponde a la topografía montañosa cubierta El Rosario. La Quebrada Torcoroma con sus
por densa vegetación selvática y la otra for- ramales El Socorro, Aguablanca y El Guami-
mada por partes planas y semi-planas en los to, drena una zona muy amplia en esta parte
valles de los ríos y quebradas mayores; en del área. Al noroccidente, las quebradas Tor-
éstas últimas se cultiva café, algodón, yuca, coromita y Peralonso constituyen las corrien-
plátano y caña de azúcar; en el valle del Río tes más notorias.
Algodcnales (alrededores de Abrego) y en los
alrededores del Municipio de Ocaña los culti- Los ríos y quebradas anteriormente
vos de cebolla y piña son los más notorios. nombrados desembocan en el Río Lebrija el
cual a su vez vierte sus aguas en el Río Mag-
La zona de clima frío, entre 2.000 y dalena.
3.000 m, por lo general es abrupta; en ella se
encuentra la terminación de la vegetación sel- La región norte central-nororiental está
vática para dar paso a la de páramo; los cultivos disectada por los ríos Tejo con sus quebradas
son escasos y están restringidos a los sitios Samagala y El Bagre, Río Algodonal formado
donde la pendiente es menor; los principales por los Ríos Frío y Oroque. Río Borrá
productos agrícolas son: papa, maíz, trigo y (parte alta) y el Río Tarra, el más caudaloso
cebolla; la ganadería en esta parte tiene poco dentro del área de estudio, que recoge las
desarrollo. aguas de la región más oriental por medio de

B O L : GE O L . V O L . 2 3 - N o . 2 .
10 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

sus quebradas San Vicente, La Sierra, Urama, Otra carretera importante, señalada en
La Pancha, Aguablanca, Páez, El Hatico y la Figura 1 es la transversal que derivándose
otras de menor importancia. de la principal en la población de Aguachica
une los municipios de Ocaña, Abrego, Sardi-
Los ríos y quebradas nombrados son nata y Cúcuta; esta transversal penetra en el
afluentes del Río Catatumbo el cual desem- área en cercanías del sitio de Rincón Casero
boca en el Lago de Maracaibo cerca a la En- (Pl. 86, A-5), llega al Municipio de Abrego
senada Aguas Muertas. y con dirección este atraviesa la Plancha 86
en la parte central. De esta transversal, sin
Morfológicamente el drenaje se consi- pavimentar en la parte correspondiente al
dera sub-dendrítico en la parte montañosa, área estudiada, parten los siguientes carre-
localmente controlado por fracturas, y mean- teables: Chapinero-La Playa-Hacarí (los dos
driforme en la región plana, especialmente al últimos fuera del mapa); Abrego-Cerro
occidente. Pelado (Las Jurisdicciones); carreteable a la
finca Palmira (Pl. 86, C-9) y carreteable al
Municipio de Villacaro (fuera del mapa) el
0.5. ACCESIBILIDAD cual se aparta de la transversal cerca al Alto
El Santurrón (Pl. 86, D-12).
La carretera de la Costa, que une a Bu-
caramanga con Santa Marta, recorre parte En resumen, se considera que por el
del área estudiada; inicialmente atraviesa la carácter montañoso del área cartografiada
zona montañosa en la región sur central hasta ésta presenta pocas vías carreteables, siendo
un poco al norte del Corregimiento de La el acceso muy difícil y en su mayor parte sólo
Esperanza (Pl. 97, E-5), en donde sigue por es posible reconocerlo por caminos de
la parte plana con dirección noroeste hasta el herradura.
Corregimiento de San Martín (Pl. 86, E-1),
en donde unos kilómetros al norte abandona 0.6. POBLACION
la Plancha 86; en este trayecto casi la totali-
dad de la carretera se encuentra pavimentada Dentro del área sólo se localizan tres
y solamente existe un tramo destapado entre cabeceras municipales, correspondientes a
el sitio de límites (Pl. 97, F-7), y el Corregi- los municipios de Abrego, Cáchira y el recien-
miento La Esperanza. temente creado Municipio de San Alberto;
otros sitios poblados en orden de importancia
De esta carretera principal, cerca al si- son los corregimientos de La Vega, San
tio de Primavera (Pl. 97, E-7), se desprende Martín, La Esperanza, Los Angeles, Montecitos
hacia el este un carreteable sin pavimentar y La Ermita.
que pasando por el Corregimiento de La Vega
conduce al Municipio de Cáchira (P1.97, C-11), La población en su mayor parte es rural
continuándose de este sitio hacia el norte por y dedicada a la agricultura y ganadería. Datos
8 km aproximadamente. suministrados por la oficina del DANE en las
Monografías Municipales 1976, muestran que
Los carreteables que con dirección según el censo de 197 3 la población de
oeste arrancan de la carretera de la Costa en Abrego era de 21.825 habitantes de los
San Alberto (Pl. 97, C-4), y cerca a Don Bosco cuales 16.214 eran rurales y 5.611 urbanos;
(Pl. 86, G-2), fueron de poca utilidad para la Cáchira en el mismo año tenía 1.119 habi-
realización del trabajo. tantes urbanos y 16.903 rurales; no se obtu-
vieron datos para el Municipio de San Alberto,
Cerca al límite occidental, donde la debido a que hasta hace poco tiempo era
carretera sale del área cartografiada, arranca corregimiento del Municipio de Río de Oro.
un carreteable con dirección norte el cual
después de pasar por los corregimientos Los 0.7. METODO DE TRABAJO
Angeles (Pl. 86, C-1), y Montecitos (Pl. 86,
A-1), se une fuera del área, con la transversal En el año de 1969 se hizo una fotoin-
Aguachica-Ocaña. Del carreteable descrito terpretación controlada mediante transversas
arrancan varios de penetración de los cuales de campo bastante espaciadas, y simultánea-
los que se dirigen al oeste salen nuevamente mente se tomaron datos estructurales que per-
a la carretera central, mientras que los de mitieron un mejor conocimiento del área y la
rumbo este terminan al pie de la -cordillera. terminación, en 1970, del mapa preliminar.
B O L . G E OL . V OL . 23 - N o . 2 .
G E O L OG I A D E L A S P L A N CH A S 86 Y 9 7 11

Posteriormente y para cumplir con los correspondiente a las coordenadas que sean
requisitos necesarios para esta clase de traba- mencionadas.
jos, el mapa preliminar fue complementado
mediante nuevas comprobaciones de campo, 0.8. ESTUDIOS ANTERIORES
orientadas preferencialmente hacia las áreas
que mostraban menor control. Son muy pocos los trabajos geológicos
detallados dentro del área; solamente se co-
El estudio fue realizado por geólogos noce el informe No. 612 del Servicio Geoló-
de la Regional de Bucaramanga quienes utili- gico Nacional, por Botero G. y Sarmiento A.
zaron como base topográfica los mapas a es- (1947) titulado "Reconocimiento Geológico
cala 1:25.000 del Instituto Geográfico Agus- de la carretera Ocaña-Abrego-Sardinata, De-
tín Codazzi. Estos tienen 10 km de longitud partamento Norte de Santander". En él se
en el sentido norte sur y 15 km de este a oeste, hace la descripción de las unidades litológi-
con curvas de nivel cada 25 m hasta la cota cas cartografiadas, se clasifican fósiles colec-
de 600 m y de ésta en adelante cada 50 m. tados en sedimentos cretáceos y se estudian
Las secciones geológicas se efectuaron a lo varios yacimientos minerales encontrados
largo de las carreteras, y en las quebradas y dentro del área de influencia de la sección.
caminos, hasta donde lo permitieron las
condiciones topográficas y de vegetación. En los informes del Servicio Geológico
Nacional No. 1202, Hubach E. (1956) y "Re-
Durante la segunda fáse de la cartogra- cursos Minerales de Colombia", Wokittel R.
fía y simultáneamente con ella, se efectuó un (1960) se hace referencia de una manera
muestreo geoquímico regional con miras a la somera a las manifestaciones minerales situa-
búsqueda de posibles anomalías de interés das en las cercanías del Municipio de Abrego.
económico. Especialmente en la zona ígnea
y cerca al contacto con el metamórfico, se Otero y Angarita (1975) en el informe
recolectaron muestras de sedimentos finos 1685 "Ocurrencias Minerales en el Departa-
tomados en el lecho activo de las quebradas. mento de Norte de Santander" hacen la
Estas muestras fueron enviadas al laboratorio descripción de las diversas manifestaciones
del Ingeominas en Bogotá ,y Medellín, donde conocidas en el área de este estudio.
después de secadas (a 105 C) y tamizadas, a
fracción menor de malla 80, fueron analiza- El estudio geológico más completo so-
das espectrográficamente para 32 elementos. bre el Macizo de Santander, especialmente
Los resultados obtenidos se dan a conocer en en lo referente a las rocas ígneo-metamórfi-
el capítulo de geología económica. cas, es el realizado por el Ingeominas, y cuyos
resultados se describen en el informe de Ward
Para efectos de la cartografía se elabo- et al (1973). En el presente trabajo. se seguirá
raron 520 secciones delgadas, cuya descrip- en su mayor parte este informe en vista que,
ción petrográfica fue hecha por los geólogos las planchas 86 y 97 se encuentran in-
Richard Goldsmith (33), Humberto González mediatamente al norte del área por ellos es-
(158), Gloria Inés Rodríguez (179) y Euclides tudiada y que algunas de sus conclusiones se
Mancilla (150). Para la clasificación de las ro- basan en observaciones realizadas dentro del
cas ígneas, el geólogo Goldsmith utilizó la de área de esas planchas.
Compton (1962); el resto de los geólodos
nombrados utilizó la tabla de Travis (1955).
0.9. AGRADECIMIENTOS
Las localizaciones se citan en el texto
de dos maneras: la primera corresponde a lo- La comprobación de campo fue reali-
calizaciones generales dadas con referencia a zada por geólogos de la Regional de Bucara-
sitios o rasgos topográficos sobresalientes que manga; en las planchas 86 y 97 se muestra el
pueden ubicarse en las planchas 86 y 97 (Ma- área cubierta por cada uno. La redacción de
pa Geológico) y en el Mapa de localización del la memoria se dividió en dos partes donde
muestreo y valores para cobre y molibdeno; Rodrigo Vargas discute los capítulos de Ro-
la segunda consiste en un sistema de coordena- cas Sedimentarias, Estructuras y parte inicial
das, de acuerdo con las planchas 1:100.000 de la Geología Económica, y el resto es des-
del Instituto Geográfico Agustín Codazzi, crito por Alfonso Arias.
marcadas de norte a sur con letras mayúscu-
las de A a H y de oeste a este con números
de 1 a 12; de esta manera una localización
dada se encontrará dentro de la cuadrícula
12 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

Las secciones delgadas fueron elabora- lamente en los alrededores de la Loma El So-
das en la Sección de Petrografía del Ingeo- plón (Pl. 86, D-6), está cubierto por sedimen-
minas y clasificadas por los geólogos Gloria tos terciarios; el límite occidental en su ma-
Inés Rodríguez, Humberto González, Eucli- yor parte lo constituyen rocas ígneas: cuar-
des Mancilla y Richard Goldsmith. zomonzonitas, tonalita y riolitas en contacto
fallado (parte sur principalmente) o normal.
En las primeras fases del programa, los Cerca a la Quebrada Mateplátano (Pl. 86, H-5;
análisis espectrográficos fueron ejecutados Pl. 97, A-5), el contacto con el ortoneis es
en los laboratorios del Ingeominas en Bogotá fallado y un kilómetro al norte, el neis está
por los químicos Victor García(t), Darío cubierto por sedimentos jurásicos del Bocas.
Monsalve, Félix Roa y la técnica de labora-
torio Margarita Akle de Chica(f). A partir de En el área de estudio el Neis de Buca-
enero de 1975 las muestras fueron enviadas ramanga está constituido por paraneises pelí-
al laboratorio del Ingeominas en la Regional ticos y arenáceos, neis hornbléndico, anfibo-
Medellín donde fueron analizadas por el lita; localmente incluye zonas migmatíticas
químico Darío Monsalve. y esporádicamente se presentan granulitas. A
diferencia de la faja occidental de Ward et al
1. ROCAS METAMORFICAS (1973) donde el neis hornbléndico y la anfi-
bolita están subordinados, en el área existe
Ocupan dentro de las planchas una de un incremento notable de estas rocas, siendo
las áreas mayores, y comprende las formacio- localmente predominantes.
nes Neis de Bucaramanga, Ortoneis y Silgará.
Estas formaciones y las ígneas que las acom- Macroscópicamente el paraneis pelíti-
pañan forman el denominado Macizo de San- co se presenta bien bandeado con capitas fi-
tander, del cual, una parte de la región norte nas cuarzosas de color claro y capitas micá-
cubre el presente estudio. ceas oscuras; los arenáceos presentan desde
bandeamiento incipiente hasta bandas grue-
1.1. NEIS DE BUCARAMANGA sas de color claro, con cuarzo y feldespato y
oscuras con ferromagnesianos. En sección
Ward et al. (1973) definen esta forma- delgada los primeros 'é-obtienen como mine-
ción como una secuencia de rocas metasedi- rales principales cuarzo, biotita, muscovita,
mentarias de alto grado metamórfico, que plagioclasa, granate y silimanita; los acceso-
consisten principalmente en paraneis pelíti- rios son magnetita, zircón y apatito; los are-
co, semipelítico y arenáceo, esquisto y can- arenáceos se componen de cuarzo, plagiocla-
tidades subordinadas de neis calcáreo, már- sa, feldespato de potasio, muscovita y biotita
mol, neis hornbléndico y anfibolita. Incluye como minerales principales y epidota, opa-
también zonas de migmatita de dos tipos: cos, apatito, zircón y esfena como accesorios.
una en la cual el peraneis está mezclado con
rocas graníticas neísicas y otra, donde am- Los neises calco-silicatados, abundan-
bos están cortados por muchas masas peque- tes en el área, en general son de grano medio,
ñas de granito no foliado de edad mucho color oscuro y finamente bandeados auncuan-
más joven. do localmente desarrollan bandas claral y os-
curas bien definidas. Microscópicamente se
En el área, el Neis de Bucaramanga se observan hornblenda y biotita como minera-
halla en la región centro-occidental forman- les principales; como accesorios apatito, esfe-
do parte de las estribaciones de la cordillera; na, opacos y calcita; de alteración (cuando
forma una faja alargada de dirección aproxi- están presentes) clorita, sericita y productos
mada norte-sur, la cual empieza a aflorar al arcillosos. Estos neises parecen provenir de
oeste del Corregimiento León XIII (Pl. 97, rocas ígneas básicas.
C-7), y se prolonga con dirección norte hasta
salir de la plancha. El ancho máximo que al- El Neis de Bucaramanga incluye zonas
canza es de 18 km aproximadamente. A pe- de migmatita, ortoneis y granulita, todas muy
sar de hallarse aislada, se considera que esta locales y pequeñas por lo cual no fueron car-
franja puede ser la continuación de la más tografiadas separadamente. Las dos primeras
occidental o faja de Bucaramanga de Ward presentan características semejantes a las
et al (1973). En el lado oriental el neis se descritas por Ward et al. (1973) y no se hace
halla casi en su totalidad en contacto con la descripción de ellas. Las granulitas son muy
cuarzo-monzonita del Batolito de Ocaña; so- esporádicas; una muestra colectada en la par-
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 13

te occidental de la franja al este del sitio El La segunda faja de importancia donde


Cobre (Pl. 86, E-3), presenta las siguientes se halla expuesta la Formación Silgará se lo-
características: macroscópicamente es una caliza al noroeste de la anterior; se inicia al
roca granulítica de color blanco, con manchas sur del Municipio de Cáchira (Pl. 97, C-11)
pardo amarillentas y rojizas con lentejones como una franja delgada, la cual al prolon-
de cuarzo,contiene granates; en sección delga- garse hacia el norte (al este de la Falla de Ca-
da los minerales principales son cuarzo 25% , sitas) va mostrando mayor espesor hasta al-
ortoclasa pertítica 35-40 %, plagioclasa 25 %; canzar su máximo desarrollo al este y noreste
como minerales accesorios se encuentran zir- de Abrego (Pl. 86, C-7) en donde al salir de
cón, muscovita y magnetita, todos en trazas; la plancha, aflora en una longitud aproximada
los minerales de alteración presentes son clo- de 25 km. De esta zona se observan buenos
rita 1 %, y epídota 1%; como minerales me- afloramientos a lo largo de la carretera
tamórficos, granate 1 %; otra muestra con Abrego-Río Tarra.
características semejantes se encuentra en la
parte norte, aproximadamente 700 m al oeste En el límite occidental El Silgará se
del sitio Miraflores (Pl. 86, D-4). halla en contacto con rocas ígneas cuarzo-
monzoníticas, en la parte central está intrui-
La edad del Neis de Bucramanga fue do por una granodiorita y en el este y sureste,
establecida por Ward et al (1973) como clara- Mesa de Los Conde (Pl. 86, G-11) y sus alre-
.

mente precámbrica con base en análisis radio- dedores, está cubierto por rocas sedimenta-
métricos (potasio-argón) en hornblenda de rias que van del jurásico al cretáceo inferior.
una muestra de neis hornblendico; la edad
calculada es de 945 más o menos 400 millo- Se considera como una tercera faja la cons-
nes de años. La muestra analizada se sitúá tituida por una serie de techos pendientes y
dentro de la continuación norte de la faja a fajas delgadas, generalmente de pocos kiló-
que se ha venido haciendo referencia y apro- metros de superficie, que se localizan al oeste
ximadamente a 10 km del área estudiada, de la Falla de Casitas; por la manera en que
por lo tanto se considera esta edad la más se presentan se hallan en contacto con rocas
apropiada para la formación; asímismo las intrusivas.
relaciones estratigráficas están bien estableci-
das en el informe mencionado. • A pesar de la exposición por fajas, la
formación presenta en todas las áreas una
1.2. FORMACION SILGARA composición litológica semejante, de tal ma-
nera que se hará la descripción del conjunto
"La Formación Silgará es una secuen- como una sola unidad.
cia de rocas elásticas metamorfoseadas, típi-
camente delgadas y cíclicamente estratifica- En el área de las planchas 86 y 97, El
das, que consta de pizarra, filita, metalimoli- Silgará está compuesto por filitas, esquistos
ta, metaarenisca impura, metawaca y meta- micáceos, cuarcitas micáceas y neises cuarcí-
waca guijarrosa con menos cantidades de pi- tico-micáceos; en menor proporción se en-
zarra y filita calcárea. La formación toma su cuentran pizarras carbonosas, esquistos cuar-
nombre de la Quebrada Silgará, en la parte zo sericíticos, metaconglomerados y metalid
noreste del Cuadrángulo H-12, donde gran itas.
parte de la formación está bien expuesta a
lo largo de una faja de 15 km de ancho" Ward En sección delgada, las filitas contie-
et al. (1973). nen como minerales principales sericita,
muscovita, biotita, cuarzo y plagioclasa; es-
La Quebrada Silgará se encuentra pocos fena, zircón y magnetita como accesorios;
kilómetros al sur de la Plancha 97 y la faja a limonita, hematita y ocasionalmente clorita
que se hace referencia penetra dentro del como minerales de alteración. Los esquistos
área en la región oriental y se continúa hasta micáceos están formados principalmente por
terminar contra una falla (sin denominación) biotita, muscovita, clorita, cuarzo y sericita;
de dirección NW-SE en la cuadrícula G-11- zircón, magnetita y apatito son accesorios;
(Pl. 97). En esta zona el contacto del Silgará óxidos de hierro de alteración y granate se
es con rocas intrusivas (cuarzomonzonita); presenta en algunas muestras como producto
solamente cerca a la desaparición está cubierta de metamorfismo. En las cuarcitas micáceas
por sedimentos jurásicos de la Formación y neises cuarcítico-micáceos es notorio el
Bocas. aumento del cuarzo, el cual en algunas

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


14 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

partes forma el 80 % de la roca; otros compo- te han quedado incluidas dentro de zonas mig-
nentes principales son muscovita, biotita y matíticas en el Neis de Bucaramanga; de la
feldespato; accesorios son el zircón y opacos; misma manera es probable que se hayan car-
de alteración, óxidos de hierro. tografiado como ortoneis en algunos lugares,
rocas intrusivas jóvenes cizalladas.
En lo referente al origen de las rocas
de la Formación Silgará, las muestras analiza- Macoscrópicamente el ortoneis se pre-
das indican que provienen de sedimentos pe- senta como una roca bandeada de grano me-
líticos, semipelíticos y arenáceos sometidos dio a grueso con orientación definida en cris-
a metamorfismo regional de bajo grado, facies tales de cuarzo y feldespato; en sección del-
de esquistos verdes de Winkler (1967). Un gada la textura es granoblástica y está com-
aumento en el grado de metamorfismo, en puesto principalmente de "cuarzo, plagioclasa,
dirección oeste a este, es notorio en la carre- feldespato de potasio, biotita, muscovita y
tera Abrego-Río Tarra; en efecto la sección en algunos casos granates; minerales acceso-
se inicia en rocas de muy bajo grado, pizarras rios son zircón, magnetita, esfena, apatito y
y filitas, las cuales van pasando a esquistos epidota, ésta última a veces en venas; leuco-
micáceos y localmente a neises; sin embargo ceno, limolita, dorna y sericita se encuen-
este aumento es obscurecido por los efectos tran como minerales de alteración.
de contacto de la granodiorita la cual intruye
El Silgará en esta región produciendo fenó- La unidad proviene de rocas graníticas
menos de retromorfismo sobre las rocas de y tonalíticas sometidas a metamorfismo re-
esta formación. gional de grado medio a alto. "Las texturas
microscópicas, las estructuras y la paragéne-
La relación estratigráfica entre El Sil- sis mineral indican que el ortoneis sufrió me-
gará y el infrayacente Neis de Bucaramanga, tamorfismo durante o después del emplaza-
así como su edad y correlaciones son amplia- miento"(Ward et al. 1973). El mismo autor
mente discutidas én el informe de Ward et al. considera que el ortoneis podría abarcar del
(1973) y no se hará énfasis en ellas ya que el Devónico inferior al Ordcviciano o ser en
área estudiada es la continuación norte de la parte Precámbrico; ésta apreciación es
de los mencionados autores y algunas de sus aceptada en el presente trabajo en vista de
conclusiones están basadas en observaciones que durante la comprobación de campo no
realizadas en el área de las planchas 86 y 97; se observó ningún dato que permita infirmar
la edad dada para la formación es Cambro- esta edad.
Ordoviciano.
2. METAMORFISMO
1.3. ORTONEIS
En este capítulo se hará un breve resu-
Esta unidad es la que presenta menor men de las clases y grados de metamorfismo
extensión areal dentro de las rocas metamór- a que fueron sometidas la unidades presentés
ficas; los afloramientos se localizan al oeste en el área y anteriormente descritas; para ma-
de la Falla de Bucaramanga en las estribado- yor información al respecto se remite al lec-
nes de la cordillera. Se presenta como dos tor, al informe, varias veces mencionado de
cuerpos aislados, de los cuales él mayor se Ward et al. (1973) en donde los fenómenos
sitúa al norte del Corregimiento de La Espe- metamórficos son ampliamente descritos y
ranza (Pl. 97, E-5), cortado en su parte más discutidos.
septentrional por rocas intrusivas (cuarzo-
monzonita); en el área del Río San Alberto 2.1. METAMORFISMO REGIONAL
(Pl. 97, B-5) su continuidad es interrumpida
por sedimentos aluviales. El segundo aflora- El Neis de Bucaramanga, la Formación
miento se presenta en el límite norte del área, Silgará y El Ortoneis fueron sometidos a este
tiene aproximadamente 6 km2 de extensión metamorfismo presentando las siguientes ca-
y se encuentra entre la Quebrada Torcoromi- racterísticas:
ta y el Caserío La Palmita (Pl. 86, A-3, 4).
2.1.1. NEIS DE BUCARAMANGA
Las rocas cartografiadas como orto-
neis se caracterizan por ser generalmente ma- Está constituido por rocas de alto gra-
sivas con lineación definida de sus componen- do de metamorfismo, que llega hasta la sub-
tes. Masas pequeñas de ortoneis posiblemen- facies silimanita-cordierita-ortoclasa-almadi-
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
G E O L OG I A D E L A S P L A N CH A S 86 Y 9 7 15

no que es la parte más alta de la facies anfi- 2.1.4. METAMORFISMO TERMICO


bolita-cordierita (WINKLER, 1967).
Fenómenos que pueden atribuirse a
La esporádica presencia de granulitas metamorfismo de contacto se encuentran
significa que, localmente la formación estuvo dentro de la Formación Silgará en la sección
sometida a metamorfismo de más alto grado Abrego-Río Tarra, donde se incrementa el
donde alcanzó la sub-facie ortopiroxeno (?)- grado de metamorfismo, al pasar de filitas a
plagioclasa (WINKLER, 1967); además con- esquistos, a medida que se acerca a la zona
firman la presencia de por lo menos dos pe- de influencia del instrusivo granodiorítico
ríodos de metamorfismo, tal como lo postu- que atraviesa dicha formación; en esta zona
lan Ward et al. (1973), ya que "las granulitas se encuentra andalusita muy alterada que
parecen ser producto de rocas previamente podría ser de origen térmico.
metamorfoseadas" (WINKLER, 1967, p131).
En el Neis de Bucaramanga estos fe-
Dentro de la secuencia de neises de ori- nómenos son menos notorios; sin embargo
gen pelítico, en varias localidades se contató en algunas muestras se encuentran láminas
la presencia de granates lo que se ha interpre- de biotita, cordierita y granulita (?) que
tado como un aumento en la presión sufrida pueden ser producto de metamorfismo de
durante el metamorfismo, estimada aproxi- contacto.
madamente en 3 a 3, 5 kilobar (WINKLER,
1967, p. 126) correspondiendo el metamor- 2.1.5. METAMORFISMO RETROGRADO
fismo, dentro del área de las planchas, al tipo
"Abukuma" y no al "Bosost", como lo con- En el Neis de Bucaramanga y en la
sideran Ward et al. (1973) para la región Formación Silgará, se encuentran caracterís-
central y sur del Macizo de Santander. ticas que pueden atribuirse a fenómenos de
retromorfismo; en el primero se presenta se-
2.1.2. FORMACION SILGARA ritización de plagioclasa y silimanita y clori-
tización de granate y de biotita; en la Forma-
Las asociaciones minerales que se en- ción Silgará los efectos son menos notorios,
cuentran en la formación están comprendi- registrándose en muy pocas muestras sericiti-
das, casi en su totalidad, dentro de la facies zación de plagioclasa y cloritización de biotita.
de esquistos verdes y algunas muestras alcan-
zan la subfacie andalusita - cordierita - mus- De acuerdo con Ward et al. (1973) "el
covita de la facies anfibolita - cordierita metamorfismo retrógrado fue desarrollado
(WINKLER,1967),sinembargo no fue posible simultáneamente con una actividad aprecia-
determinar si este cambio es debido a un ble de agua y potasio. El tiempo de este me-
aumento del metamorfismo regional o si se tamorfismo en relación con el progrado no
trata de efecto de contacto, ya que estas se conoce y únicamente puede afirmarse que
muestras se localizan cerca a rocas intrusivas es más joven que la Formación Silgará".
que atraviesan esta unidad. Las asociaciones
minerales quedan incluidas dentro de la serie
tipo "Abukuma". 3. ROCAS IGNEAS
2.1.3. OR TON EIS
Por su extensión son las más impor-
El grado de metamorfismo de la uni- tantes dentro del área estudiada; están inclui-
dad varía de medio a alto; las muestras anali- das dentro del Grupo Plutónico de Santan-
zadas en su mayoría corresponden a la parte der, y su composición varía desde tonalitas
baja de la facies anfibolita-cordierita, aun- grises (más máficas) hasta cuarzomonzonitas
cuando algunas secciones alcanzan la sub- y granitos de color rosado. Según Ward et al.
facies más alta de la anfibolita. (1973), las rocas grises son más antiguas que
las rosadas; siguiendo este concepto se hará
Dentro del área de las planchas 86y 97, la descripción de las rocas ígneas presentes
el Ortoneis presenta concordancia de la folia- en las planchas 86 y 97, de las más antiguas
ción y lineación con el Neis de Bucaramanga a las más jóvenes.
y la Formación Silgará, tal como lo observan
Ward et al (1973) en otras zonas del macizo,
lo que se interpreta como un indicio de que
las tres unidades fueron sometidas al mismo
metamorfismo dinamo-térmico.
16 A . A R I A S T . , R . V A R GA S H .

3.1. TONALITA impidieron su representación separadamente.


Buenas exposiciones y la relación existente
Aflora en la región noroccidental en entre las rocas, se encuentran en el carretea-
forma de un cuerpo alargado de dirección ble que por margen norte del Río San Pablo
aproximada norte-sur, en una longitud de arranca de la vía principal, cerca al Puente
32 km y un ancho máximo de 3 km; un La Unión, y conduce al sitio del mismo nom-
"stock" de tonalita de 9 km 2 aflora al oeste bre (Pl. 97, E-6).
de la Falla de Bucaramanga, en contacto con
ésta y cortado por la Quebrada San Francisco La diorita se encuentra como una roca
(Pl. 86, F-4, G-4). La masa de tonalita masiva, con variaciones locales a cuarzomon-
localmente presenta variaciones a cuarzodio- zonita y gabro; en algunos sitios presenta in-
rita, cuarzomonzonita, granodiorita y granito, clusiones de 5 cm de longitud, y de color os-
pero estas son de tamaño muy pequeño para curo. Macroscópicamente la roca es faneríti-
ser cartografiadas separadamente. ca de grano grueso, color gris verdoso, con
alto contenido de homblenda; algunas mues-
La tonalita predominante es de color tras son porfiríticas con fenocristales de pla-
gris, ligeramente verdoso, fanerítica de grano gioclasa hasta de 2 cm de longitud en una
medio y constituida por cuarzo, plagioclasa, matriz de grano fino donde predominan los
homblenda y biotita. En sección delgada la minerales máficos. En sección delgada, se
textura es hipidiomórfica y está compuesta observan como minerales principales plagio-
por plagioclasa (63 a 74 % ), cuarzo (6 a 13% ), clasa (40 a 60%), hornblenda (20 a 45%),
homblenda (4 a 26%) y biotita (6 a 8% ); cuarzo (6 a 20%), ortoclasa (5%) y ocasio-
minerales accesorios son apatito, opacos, nalmente piroxenos; minerales accesorios
epidota, esfena y calcita, todos en cantidades son apatito, magnetita, esfena, epidota y
menores al 2%; minerales de alteración son zircón en proporciones variables y menores
clorita, sericita, sausurita y productos ar- del 5%; sericita, óxidos de hierro, clorita y
cillosos. epidota se encuentran como minerales de
alteración.
El intrusivo tonalítico en su contacto
oriental atraviesa el Neis de Bucaramanga, El granito riebeckítico de grano fino
mientras que al occidente es cortado por rio- a medio, color gris claro, compuesto por pla-
litas o cubierto por sedimentos recientes; el gioclasa, feldespato de potasio, biotita y/o
"stock" de la Quebrada San Francisco intru- hornblenda parcialmente alterada, microscó-
ye el neis casi totalmente a excepción del picamente está compuesto por ortosa pertí-
límite oriental constituido por la Falla de tica (55 a 60% ), plagioclasa (5 a 13% ), cuarzo
Bucaramanga. De esta roca no se obtuvieron (20 a 22%) y riebeckita (9 a 10%) como mi-
datos radiométricos que permitan establecer nerales esenciales; esfena, rutilo y opacos son
con certeza su edad. Según Ward, et al. (1973) accesorios.
se ignora si los varios cuerpos tonalíticos
dentro del macizo son contemporáneos; sin Característica de la unidad es hallarse
embargo considera que probablemente son casi totalmente en contacto fallado con las
más jóvenes que el metamorfismo de la For- rocas adyacentes; solo en la parte suroriental
mación Silgará y por su relación, en la parte está en contacto con rocas sedimentarias de
central del macizo, con ígneos de edad esta- la Formación Bocas y en el suroccidente está
blecida, podrían pertenecer al Triásico; esta cortada por riolitas; la región central está
edad se conserva en este informe. atravesada por riolitas que debido a efectos
cataclásticos han adquirido metamorfismo
3.2. DIORITA dinámico.

En el mapa geológico (Pls. 86 y 97) se El análisis radiométrico de una mues-


muestra como una sola unidad, la formada tra de granito riebeckítico por el método
por una diorita hornbléndica, atravesada por Rb/Sr dio una edad de 160 ± 30 m.a. (WARD,
abundantes diques de granito riebeckítico et al.,1973, p. 20), que la sitúa en el Jurásico
que afloran a lo largo de la carretera principal superior o sea más joven que las edades
aproximadamente 1 km al sur del caserío La obtenidas en los diversos cuerpos intrusivos
Esperanza (Pl. 97, E-5; F-5); la abundancia del grupo Plutónico de Santander; esta edad
de los diques, la íntima relación entre las dos confirma la relación observada en el campo,
rocas y el carácter regional de la cartografía donde el granito corta la diorita que se con-
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 17

sillera de edad Jurásico inferior, al igual que mente corresponde a albita más que a oligo-
los intrusivos de la parte norte del macizo clasa. En sección delgada la textura es hipi-
(WARD, et al., 1973). diomórfica y presenta como minerales acce-
sorios, epidota, apatito y zircón; como pro-
3.3. CUARZOMONZONITA ductos de alteración, sericita y clorita.

Es el mayor cuerpo intrusivo dentro La granodiorita es gris a gris rosada muy


del área de las planchas 86 y 97, encontrán- pálida, grano medio a grueso, subporfirítica,
dose desde la parte sur, límites con el Cua- con escasos cristales grandes rosados de fel-
drángulo H-12, prolongándose hacia el norte despato de potasio y cristales más pequeños
hasta abandonar el área estudiada cerca al de plagioclasa asociados con cuarzo y biotita;"
Corregimiento de La Ermita (Pl. 86, A-5), homblenda se encuentra localmente. En sec-
para continuarse dentro del Cuadrángulo ción delgada presenta textura hipidiomórfi-
F-12; su máxima amplitud se halla en la ca y está compuesta por 10 a 20 %de cuarzo,
parte media donde alcanza aproximadamen- 45 a 60% de andesina, 10 a 20% de feldes-
te 25 km. Este cuerpo de dimensiones pato de potasio y 5 a 10% de biotita; mine-
batolíticas, en la región sur es denominado rales accesorios son esfena, apatito y Manita
Batolito de Rionegro por Ward, et al. (1973), y secundarios, clorita y epidota.
mientras que al norte es conocido con el
nombre de Batolito de Ocaña; debido a que En su mayor extensión el batolito, en
no se había establecido la continuidad de la la parte sur central, está encajado dentro de
roca entre estas localidades. Inicialmente y rocas metamórficas. El contacto oriental es
durante la elaboración del mapa fotogeoló- intrusivo en su totalidad con la Formación
gico se intentó hacer una separación entre Silgará; el contacto occidental, en la región
estos batolitos, basándose para ello en la norte central, es con el Neis de Bucaramanga;
gran cantidad de rocas volcánicas asociadas intruye al ortoneis continuándose hacia el
que se encuentran el el área de Ocaña; sin sur en contacto fallado con el mismo orto-
embargo, debido a la similitud en la compo- neis y la diorita hombléndica y solamente
sición del intrusivo, al carácter regional de la en el suroccidente está cubierto por sedimen-
cartografía y a la presencia de algunos volcá- tos de la Formación Bocas.
nicos en la región sur, se consideró conve-
niente presentar el conjunto en una sola Ward, et al. (1973) con base en deter-
unidad. minaciones radiométricas (K/Ar) en muestras
colectadas en el Batolito de Rionegro, que
dieron edades de 172 ± 6 m.a. y 177 ± 6 m.a.,
El batolito está compuesto principal-
mente por cuarzomonzonita con variacio- o sea Jurásico inferior a medio, consideraron
nes locales de granito, granodiorita y espo- este batolito como Jurásico; en vista de su
rádicamente a tonalita; las dos primeras son continuidad hasta el área de Ocaña, se le ha
ampliamente predominantes. asignado edad Jurásico a toda la unidad.

En orden de importancia, dentro del 3.4. GRANODIORITA


cuerpo ígneo se hace una descripción del En la región nororiental de la Plancha
tipo de rocas presentes. La cuarzomonzonita 86, aflora un cuerpo de granodiorita, el cual
es de color rosado a gris clara, de grano grue- en el sentido norte-sur alcanza aproximada-
so equigranular a subporfirítica, presentando mente 25 km de longitud y un ancho máximo
fenocristales de feldespato rosado y en algu-
nos casos de plagioclasa. En sección delgada, de 10 km;el intrusivo es cortado por la carrete-
presenta textura hipidiomórfica y está com- ra Río Tarra-Alto el Santurrón (D-10,11,12)
puesta de 25 a 35% de cuarzo, 25 a 45% de y por el carreteable que de éste último sitio,
oligoclasa, 20 a 40%de microclina y micro- conduce al Municipio de Villa-Caro, fuera
pertita, y 1 a 10% de biotita. Los accesorios del área estudiada.
son zircón, esfena, apatito y óxidos de hierro;
y los secundarios, clorita, epidota y sericita. La granodiorita, con variaciones loca-
les a granito y esporádicamente a tonalita,
El granito es gris, ligeramente rosado, presenta muchas similitudes con la descrita
grano medio a grueso, caracterizado por la por Ward et al (1973), en el Cuadrángulo
abundancia del feldespato potásico que al-
canza hasta el 50 % de la roca y cuarzo y pla
gioclasa en proporciones similares; la biotita
llega a formar el 5 . La plagioclasa general-
18 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

H-12, en la vecindad de Rionegro y a lo largo las denominadas riolitas de la Formación


del Río Santa Cruz. Macroscópicamente es Bocas de Ward, et al. (1973); aparentemente
de color gris a gris verdoso, grano medio, a son rocas intrusivas y están formadas por
veces ligeramente inequigranular, compuesta riolitas afaníticas, porfiríticas brechosas y
por cuarzo, plagioclasa, feldespato potásico microbechosas; localmente se encuentran
y biotita localmente en manchas; algunas aglomerados volcánicos y riodacitas.
muestras localizadas cerca al contacto con la
Formación Silgará, a la cual intruye, se pre- Las rocas son de color gris a gris ligera-
sentan como un granito bimicáceo, debido mente verdoso; las porfiríticas presentan fe-
posiblemente a la asimilación de la roca en- nocristales de cuarzo y feldespato en una
cajante. matriz de color rosado y las brechosas con-
tienen fragmentos de rocas hasta de 1/2 cm
En sección delgada la textura de la de longitud en una matriz finogranular de
roca es hipidiomórfica y está compuesta por color gris claro; las riodacitas, al parecer ex-
plagioclasa (andesina-oligoclasa a veces sausu- trusivas, son masivas, criptocristalinas con
ritizada y empolvada, 40 a 65%), cuarzo in- microfenocristales de feldespato de color
coloro y limpio generalmente intersticial gris verdoso.
(10 a 19%); minerales accesorios son mag-
netita, epidota, apatito, esfena y zircón; los En sección delgada, las riolitas en su
de alteración son sericita, clorita, productos mayor parte tienen textura porfirítica a mi-
arcillosos, calcita y epidota. croporfirítica con fenocristales de cuarzo,
feldespato y clorita en una matriz criptocris-
La granodiorita se halla encajada, casi talina, encontrándose como minerales acce-
en su totalidad, en rocas metamórficas de sorios calcita, zircón y opacos; las brechas
bajo a medio grado de la Formación Silgará; están formadas por fragmentos de roca (en
la porción sur del intrusivo está cubierta por gran parte de origen volcánico pobres en má-
sedimentos del Girón y en el Llano de Para- ficos) er 40 a 45 %, en una matriz vítrea
millo (Pl. 86, E-10), areniscas del Cretáceo criptocristalina de 50 a 55% ; calcita y opa-
inferior descansan sobre él; un retazo de cos son minerales accesorios; la riodacita pre-
estas areniscas se encuentra en el Alto El senta textura pilotaxítica, con microfenocris-
Judío (D-12) en la misma posición. Cerca al tales de plagioclasa en una matriz afanítica,
contacto con El Silgará el intrusivo contiene incolora, compuesta esencialmente por mi-
xenolitos de esta formación; probables crolitos de plagioclasa mezclados con cuarzo
efectos térmicos sobre ella fueron descritos y con minerales accesorios como apatito, es-
en el capítulo correspondiente. fena, epidota y opacos.

En consideración a que los varios cuer- En la Plancha 97 se muestra un cuerpo


pos plutónicos parecen corresponder a un de riolita metamórfica (Pl. 97, E-5,6), al este
mismo evento magmático, se le asigna a la del caserío La Esperanza, entre la carretera al
granodiorita una edad Jurásico tal como se- mar y el Alto Caraño; en los afloramientos,
ñalan Ward, et al. (1973) para los intrusivos la roca tiene características metamórficas y
de esta área. por esta razón se diferencia de las riolitas
tratadas anteriormente. En composición
3.5. RIOLITAS Y RIOLITAS METAMOR- corresponde a riolitas porfiríticas y brechas
FICAS volcánicas las cuales fueron sometidas a
metamorfismo dinámico, alcanzando algunas
En las estribaciones occidentales de la de ellas la sub-facies más baja de los esquistos
cordillera se cartografiaron varios cuerpos de verdes. El cuerpo está limitado casi totalmente
riolitas, en general de pocos km 2 de superficie, por fallas; solamente cerca al Alto Ca-raño (E-
que se-hallan al oeste de la Falla de Bu- 6) atraviesa a la diorita hornbléndica. Se
caramanga. En lareffión sur estas riolitas están considera que estas riolitas hacen parte de las
relacionadas con la Formación Bocas, pero a descritas en párrafos anteriores pero que por
medida que se avanza hacia el norte esta re- hallarse en esta zona de intenso falla-miento
lación desaparece, encontrándose en contacto presentan metamorfismo.
con el Ortoneis, con la tónalita y en el
extremo norte con él Neis de Bucaramanga. Riolitas asociadas con la cuarzomonzo-
Los varios cuerpos presentan características nita son abundantes en la parte norte, en cer-
y composición semejantes y corresponden a canías del Municipio de Abrego y extendién-
B O L . G E OL . V OL . 23 - N o . 2 .
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 19

doce hacia el sur; se encuentran en forma de compuestos por plagioclasa cálcica, h ornblen-
diques que atraviesan el intrusivo y como co- da y augita uralitizada; los minerales acceso-
berteras pequeñas sobre él; son de color gris rios son magnetita, epidota y esfena; sericita,
claro a ligeramente verdoso y al meteorizarse clorita, productos arcillosos y epidota se en-
producen un suelo de color claro, casi blanco, cuentran como minerales de alteración.
característico en el área. Por la manera de
presentarse y la poca extensión areal no fue- Los p órfidos andesíticos son de co-
ron separadas en el mapa geológico. lor gris ligeramente verdoso con fenocristales
de plagioclasa n una matriz afanítica; en sec-
?.

Las rocas, aparentemente intrusivas hi- ción delgada se reconocen como constituyen-
poabisales, corresponden esencialmente a tes fenocristales de plagioclasa, biotita y cuar-
riolitas porfiríticas y dacitas porfiríticas y en zo (no se observó como fenocristales); mine-
menor proporción a brechas volcánicas y rio- rales accesorio; son magnetita, apatito, zircón
litas amigdaloides. En sección delgada las tres y esfena; de alteración son clorita y calcita.
primeras tienen textura y composición seme-
jante a las descritas en párrafos anteriores; la Vena; y diques de cuarzo lechoso
riolita amigdaloide presenta vescículas relle- desde 2 cm hasta 2 m de espesor, atraviesan
nas por prehnita y cuarzo; fenocristales de rocas ígneas y metamórficas; son más abun-
plagioclasa y cuarzo están incluidos en una dantes y alcanzan su máximo espesor en la
matriz afanítica color amarillento. región sur del área estudiada, en donde cor-
tan la cuarzomonzonita.
La relación entre los cuerpos riolíticos
de la región occidental y las riolitas asociadas Los diversos diques aplíticos, porfi-
a la cuarzomonzcnita no pudo establecerse; ríticos y .máficos, de acuerdo con lo expresa-
asimismo se ignora si corresponden a un mis-. do por Ward, ?t al. (1973), son probablemen-
mo evento magmático. La edad de las riolitas te contemporáneos con las rocas de los bato-
según Ward, et al. (1973) es incierta; sin em- litos y por lo tanto corresponden al Jura-Triá-
bargo, de acuerdo con los mismos autores, sico, o aun podrían ser más jóvenes.
una muestra de un dique de riolita porfiríti-
ca del área de Ocaña sometida a análisis ra-
diométricos (K/Ar) dio una edad de 127 ± 4. ROCAS SEDIMENTARIAS
3 m.a. que la sitúa en el Cretáceo inferior; o
aún podrían ser más jóvenes, si su emplaza- Corrí sponden a una pequeña parte
miento fue controlado por la Falla de Buca- de las rocas c ue afloran en el área y varían
ramanga, Ward et al. (1973). en edad, de Jurásico inferior a Reciente. Ro-
cas sedimentadas de la Cuenca del Valle Me-
3.6. DIQUES dio del Magdalena, pertenecientes al Cretá-
ceo y al Terciario, se encuentran en la parte
Diques aplíticos, diabásicos, de pórfi- occidental del área, mientras que las cretáceas
dos andesíticos y venas de cuarzo atraviesan correspondientes a la Cuenca de Maracaibo
rocas ígneas, metamórficas y sedimentarias están restringidas a la parte oriental. Los se-
en el área de las planchas 86 y 97. En los ma- dimentos expuestos en la parte occidental
pas geológicos se muestran algunos pocos, ya limitan al Macizo de Santander en su margen
que la mayoría, por ser demasiado pequeños oeste; sin embargo, los expuestos en la parte
se han omitido; asimismo los de riolita porfi- oriental tan solo corresponden a pequeños
rítica se discuten en el capítulo precedente. retazos o remanentes dentro del macizo.

Las aplitas son de grano fino, compues-


tas de plagioclasa, cuarzo y ortoclasa, pocos 4.1. SISTEMA JURASICO
minerales opacos y trazas de zircón y en al-
gunas muestras están presentes núcleos de Dentro de las rocas sedimentarias,
biotita; generalmente están relacionadas con sin contar los depósitos Cuaternarios del Mag-
rocas ígneas cuarzomonzon ideas a graníticas. dalena, son los sedimentos del Jurásico los
más ampliamente distribuidos; están repre-
Los diques diabásicos se encuentran en sentados por 1 as Formaciones Bocas, Jordán
las rocas ígneas y algunos atravesando sedi- y Girón. Teniendo en cuenta la nueva infor-
mentos de la Formación Bocas; son de grano mación disponible, la Formación Bocas, has-
fino a afanítico color verde oscuro; en sección
delgada tienen textura sub-ofítica a ofítica,
20 A . A R I A S T . , R . V AR G A S H .

ta hace poco considerada como del Paleozoico B O L . GE O L . VO L . 2 3 - N o . 2 .


y Triásico (WARD, et al. 1973), se data Formación Bocas. El espesor de la formación
ahora como Jurásico Inferior. no fue medido; sin embargo, se calcula que
no es inferior a los 900 m. La pobre descrip-
ción litológica disponible sobre la parte su-
4.1.1. FORMACION BOCAS reste de la Plancha 97, sugiere que podría
encontrarse allí la parte media de la Forma-
Esta unidad fue inicialmente deno- ción Diamante de Ward, et al (1973). En esta
minada como "Serie Bocas" por Dickey área parece que predominan las lutitas negras
(1941, p. 1790) e incluía "las series menos con intercalaciones de limolitas y areniscas
fosilíferas desde Puente de Tierra a Bocas" gris claras.
que suprayacen a la "Serie de Suratá", a lo
largo de la carretera al norte de Bucaramanga. Según la descripción original, estos
sedimentos (Formación Bocas) corresponden
Una sección tipo para la Formación al Carbonífero. En base a flora colectada, J.H.
Bocas fue establecida en el CuadránguloH-12, Langenheim (1959, 1961) los considera del
por Ward, et al. (1973); esta sección tine dos Pensilvaniano. Ward, et al. (1973) considera
partes, encontrándose la inferior a lo largo la formación como Triásica, teniendo en
de la carretera Bucaramanga-Río Negro, desde cuenta las características de Conchostráco-
la calera San Luis hasta la Quebrada Santa dos colectados, así como la relación de la
Elena (plancha 109) y la superior, al suroeste, unidad con unidades infrayacentes y de las
a lo largo de la carrilera, desde la población cuales obtuvo nueva evidencia paleontológica.
de Bocas hasta el contacto con la Formación
Jordán. Remy, et al. (1975) indican que la
presencia de Phlebopteris brannei (White)
Los afloramientos de la Formación Gothan asociado con microflora del género
Bocas dentro del área estudiada, se encuen- Classopollis, limita la edad de la Formación
tran restringidos a pequeños retazos en la Bocas al Jurásico inferior.
parte suroeste de la Plancha 86 y en las partes
noroeste, sureste y sur-central de la Plancha
97; la última área nombrada corresponde a 4.1.2. FORMACION JORDAN
una franja de unos 15 km de ancho limitada
al oeste por la Falla de Lebrija que la pone en El nombre de Formación Jordán,
contacto con rocas Cretáceas y Terciarias, y al fue introducido por Cediel (1968), para de-
este, parcialmente por la Falla de Bucaraman- signar una secuencia sedimentaria, cuya sec-
ga que la separa del Batolito de Río Negro. ción tipo está localizada 1 km al oeste del
pueblo de Jordán, sobre la pendiente norte
dal cañón del Río Chicamocha, en el Cua-
Litológicamente, la formación está drángulo 1-12. Allí la sección expuesta
constituida por limolitas gris verdosas a par- comprende una parte inferior de 100 m de
das, arcillosas, ligeramente calcáreas, con del- areniscas gris verdosas de grano grueso, con
gadas intercalaciones de arenica gris verdosa, lentes esporádicos de lutitas verdosas y con-
dura, grano fino, ligeramente calcárea, lutita glomerados cuarzosos, y una parte superior
gris a gris negra y escasas intercalaciones de de 200 m, de color marrón rojizo, compuesta
conglomerado gris a gris verdoso, duro ma- por limolitas y areniscas de grano muy fino
sivo, con guijos de caliza gris, lutita gris negra bien estratificadas. La base de la formación no
y cuarzo, en una matriz calcáreo arenosa. La está expuesta. Asociados a estos sedimentos
meteorización de este conjunto da lugar a rojos se observan tobas volcánicas ácidas
suelos de color rojizo. En el área sur-central (Welded tuffs) y mantos de porfirita
se observa una sección media de cuarcita gris (CEDIEL, 1968, p. 67 - 68).
clara, limpia, muy fracturada y que alcanza a
En el área estudiada, la formación
presentar una amplitud (afloramiento) hasta
está restringida a dos zonas pequeñas; una en
de 1 km, para luego desaparecer por
la parte centro-oeste de la Plancha 97 (D-5,
pinchamiento hacia el sur en el Cuadrángulo
E-5) en la cual se observaron limolitas y are-
H-12. Riolitas y brechas intruyen en gran
niscas rojizas, y otra zona en la esquina noro-
parte a estos sedimentos y han sido car-
este de la Plancha 86 (A-1,2; B-2), en donde
tografíadas separadamente cuando su exten-
afloran limolitas y areniscas rojas. En esta se-
sión lo permite. Diques básicos, principal-
gunda área hay abundancia de rocas volcáni-
mente diabásicos son comunes dentro de la
cas asociadas ya como diques ya como silos.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 21

En sección delgada corresponden a rocas por- Notestein, basado en una discordancia que
firíticas de tipo riolítico principalmente y observó en la Mesa de Los Santos, lo considera
algunas latitas y traquitas. Pre-Cretácec (en JULIVERT, et al. 1968, p.
303); Langeoheim, J. (1959) colectó flora fósil
La litología en las dos áreas muestra en la Quebrada Honda, que fue identificada
gran similitud con el conjunto o parte supe - como del Carbonífero al Pérmico, pero la
rior descrito por Cediel (1968). Hay que poner falta de conservación de los especímenes,
de presente que en la parte noroccidental de la pone en duda la determinación
Plancha 86, los "niveles" volcánicos con (JULIVERT, e; al. 1968, p. 311), Flora fósil
una composición algo diferente son mucho colectada por cl mismo autor al sur de Flori-
más abundantes, lo que recuerda a la dablanca, en la Quebrada Mensulí, fue iden-
Formación Guatapurí, en la parte sur de la tificada como posiblemente jurásica. Basado
Sierra de Santa Marta, de la cual no hay una en la determinación de fósiles del Bocas,
descripción que permita una comparación como pertenecientes al Jurásico inferior,
más o menos precisa. Remy et al. (1'975), considera la Formación
Girón como de Jurásico superior.
La Formación Jordán según Cediel
(1968), se halla entre el Permiano y Triásico? En el área objeto del presente trabajo,
Ward et al. (1973) la considera como del Ju- el Girón se encuentra reposando discordan-
rásico inferior. La formación suprayace dis- temente sobre rocas ígneas o metamórficas
cordantemente a la Formación Bocas e infra- de la Formación Silgará. A su vez, está dis-
yace al Girón; sin embargo, en el área esta re- cordantemente suprayacido por la Formación
lación no es evidente, ya que sus contactos Rionegro del Cretáceo. La formación ha sido
son en su mayoría fallados. Localmente se generalmente correlacionada con la Forma-
encuentra descansando sobre rocas metamór- ción La Quinta de Venezuela, la cual se consi-
ficas. dera como Jurásico superior (OPPENHEIM,
1940, p. 1611).
[Link] GIRON
El nombre se deriva de la población de 4.2. CRETACl10
Girón y fue utilizado por primera vez por
Hettner (1892) para designar un conjunto Se encuentra en el área restringido a
grueso de areniscas, conglomerados y limolitas dos pequeñas franjas; la primera ubicada en
rojas que se encuentra expuesto en los al- la parte oriental de las planchas 86 y 97 y
rededores de Zapatoca y Girón. Langenheim, que ocupa una extensión aproximada de
R.L. (1954), redefine la formación y esta- 28 km de longitud, con un ancho máximo
blece su sección tipo en el Río Lebrija, entre de 4 km descansando sobre sedimentos con-
las estaciones de Bocas y Conchal, sobre la tinentales de ,a Formación Girón en casi
vía férrea Bucaramanga-Puerto Wilches. El toda su extensión, exceptuando su prolonga-
espesor dado a la formación es de 3.500 m ción más norte en donde descansa sobre rocas
por Langenheim, 2650-2690 por Navas ígneas o ir etamárficas de la Formación
(1963) y 4.650 por Cediel (1968). Silgará. En dicha área se encontraron sedi-
mentos del Cretáceo inferior que litológica
En el área, el Girón está restringido a y estratigráficamente se pueden clasificar
la parte oriental y está constituido por arenis- dentro de la nomenclatura de la Cuenca de
cas rojas-violáceas de grano fino a medio con Maracaibo, correspondiendo a las Formacio-
intercalaciones de conglomerados y limolitas nes Rionegro, [Link]ú y Mercedes. La segunda
del mismo color. Hacia la parte alta de la se- franja es muy estrecha y está restringida a la
cuencia se observa un aumento en los guijos parte occidental en donde la Falla de Lebrija
de cuarzo lechoso, dentro de los conglome- pone en contacto rocas pre-cretáceas con se-
rados. dimentos del Cretáceo más superior, como
son las formac -ones La Luna y Umir, perte-
El espesor de esta secuencia se calcula necientes a la Cuenca del Valle Medio del
en unos 2.000 m en la parte oriental de la Magdalena; para esta unidades (formaciones)
Plancha 97, y disminuye hacia el norte, hasta se presenta la descripción dada para el Cua-
desaparecer en la Meseta de Paramillo, en la drángulo H-12, teniendo en cuenta que son
Plancha 86 (E-11; F-11, 12), en donde el de inmediata continuación hacia el norte de
Cretáceo, reposa directamente sobre rocas
metamórficas. -
El Girón fue inicialmente considerado
como parte del Cretáceo hasta que en 1935
22 A . A R I A S T . , R . V A R GA S H .

las observadas en el mencionado cuadrángulo Arenisca blanca de grano medio a grueso 1,9
y, que la información de campo es muy escasa
y corresponde principalmente a fotogeología. Arenisca blanca de grano medio, cuarzosa,
compacta, con niveles conglome-
4.2.1. FORMACION RIONEGRO r á t i c o s 2 , 2

El nombre "Rionegro Conglomerate" Arenisca gris de grano grueso a conglo-


fue utilizado por Hedberg (1931) para desig- merática, con estratificación gradada,
nar a los depósitos del Cretáceo inferior de cuarcítica, en bancos de más de 20 cm 4,5
la Sierra de Perijá, Zulia, Venezuela. Una des-
cripción más detallada de la litología es dada Arenisca gris de grano grueso a conglo-
por Hedberg y Sass (1937), quienes la deno- merática, cuarzosa, presenta estratifi-
minan Formación Rionegro y la describen c i ó n c r u z a d a 1 , 3
como constituida por areniscas y arcosas de
grano grueso con algunas capas de conglo- Arenisca conglomerática gris clara, con
merados, areniscas de grano fino y lutitas guijos bien redondeados de cuarzo . . . 2,2
interestratificadas. El término Rionegro fue
incluido por Miller (1962, p. 1573) en una Arenisca blanca de grano medio, cuar-
sección en el Valle del Cesar. Posteriormente zosa, compacta............................................ 1 , 5
Richards (1968) aconseja el uso del nombre
Formación Rionegro, para designar las ca- Arenisca gris clara de grano fino a con-
pas arenosas basales del Cretáceo en la Con- glomerática, con estratificación gradada,
cesión Barco, consideradas anteriormente co- cuarcítica en capas de 40 cm 2,0
mo base del Tibú (5-12 m).
Arenisca blanca de grano grueso, cuar-
A continuación se presenta una sección zosa ............................................................. 2 , 0
estratigráfica de la Formación Rionegro en
la Quebrada Cuesta Boba, al suroeste de la Arenisca gris de grano grueso, dura,
Mesa de Los Conde (Pl. 86, G-11), Municipio presenta estratificación cruzada, con
de Villa Caro, Departamento de Norte de niveles conglomeráticos 2,3
S an ta nd e r ( m e d i d a y d e s c r i t a p o r L . J .
ME JI A y A . J. RO D RIG U E Z , ma yo 1975) . Arenisca gris clara de grano grueso a
conglomerática, compacta, granos de
Espesor cuarzo poco redondeados 1,7
(m)
Formación Tibú y Mercedes.: Arenisca gris clara de grano grueso,
(Capas inferiores sólamente ) compacta, algo ferruginosa ...................... 1, 5
Lutita gris con nódulos ferruginosos. Espesor medido .......................... 3 7 , 0
Algunas intercalaciones de limolita gris
Formacion Girón
amarillenta y areniscas gris amarillenta
6,2 (Capas superiores sólamente)
de grano fino, en capas de 5 a 10 cm. . .
Arenisca roja violácea de grano fino a
Formación Rionegro: conglomerática, deleznable. Hacia la
parte superior conglomerado gris ama-
Arenisca gris verdosa de grano fino,
rillento con guijos redondeados de
cuarzosa, micácea, algo ferruginosa,
3,5 cuarzo lechoso intercalado con arenis-
con capas de 5 a 10 cm...........................
ca de grano fino del mismo color. En
Limolita gris amarillenta 1,0 la parte media se observaron 2 silos? de
riolita no mayores de 50 cm de
Arenisca gris de grano medio, cuarcítica e s p e s o r 5 0 , 0

algo ferruginosa, en capas de 20 a 30cm 4,8


Arenisca gris de grano muy fino, cuar- La Formación Rionegro (sección ba-
zosa, en capas de 20 cm hacia la parte sal del Cretáceo, que tiene un espesor de
superior, intercalada con limolita gris aproximadamente 40 m), se observa a través
e n c a p a s d e 4 0 c m 4,6 de toda el área en donde se encuentra expues-
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 23

to el Cretáceo; corresponde a los 5-12 m ba- pero conservándola en el rango de formación


sales del Tibú, que puede ser más gruesa en de acuerdo con Ward et al. (1973).
los alrededores de Pamplona (WARD et al.
1973). Una sección parcial de las Formaciones
Tibú y Mercedes, obtenida al suroeste de la
La Formación Rionegro, en Colombia, Mesa de Los Conde, se presenta a continua-
ha sido considerada como Neocomiano (?) ción:
Aptiano, en la Concesión Barco (RICHARDS,
1968) y Valanginiano en García Rovira Sección estratigráfica parcial de las
(JULIVERT et al. 1968). formaciones Tibú y Mercedes en la Quebrada
Cuesta Boba (Pl. 86, G-11) Municipio de Villa
El límite inferior de la Formación Rio- Caro, Departamento de Norte de Santander
negro es de discordancia. Localmente descansa (medida y descrita por L.J. MEJIA y A.J.
sobre rocas sedimentarias de la Formación RODRIGUEZ, mayo 975).
Girón y sobre ígneas y metamórficas de la
Formación Silgará. El límite superior parece Formación Tibú y Mercedes: Espesor
ser concordante con las formaciones Tibú y (m)
Mercedes. Litológicamente, la formación se
puede correlacionar con la Formación Tam- Alternancia de arenisca gris amarillenta de
bor de la Cuenca del Valle Medio del Magda- grano fino, micácea, matriz arcillosa, en
lena (WARD et al. 1973). estratos de 1,5 a 3 m, con lutita gris
oscura en estratos de 2 a 3 m 32,0 .
4.2.2. FORMACIONES TIBU Y MERCEDES
Arenisca gris amarillenta de grano medio,
Las formaciones Tibú y Mercedes fue- cuarzosa, glauconítica, algo micác e a , e n
ron originalmente consideradas como miem- bancos de 1 a 2 m 12,0
bros de la Formación Uribante de Sievers
(1888), por Notestein et al (1944) y derivan Alternancia de lutita gris amarillenta y
su nombre del Río Tibú y Valle Mercedes en arenisca blanca de grano fino a medio e n
el área de la Concesión Barco, Cuadrángulo bancos de 0,5 a 2 m 27,0
F-13. Según la descripción original, El Tibú
presenta una parte basal de areniscas guijosas Arenisca blanca amarillenta de grano
de grano grueso de 5-12 m de espesor. Encima grueso, cuarzosa, glauconítica, ferrugi-
de las areniscas, se encuentra, caliza gris fosi- nosa, con bandas de minerales pesados, en
lífera, densa, con unas pocas capas de lutita bancos de 1 a 2 m separados por ca pas de
y areniscas de grano fino en la mitad inferior. arcillolita gris verdosa hasta de 0 , 5
La Formación Mercedes consiste en interca- m 7 , 0
laciones de caliza, lutita y areniscas; las calizas
son semejantes a las de la Formación Tibú, Arenisca blanca de grano grueso, cuarzosa,
auncuando algunas son arenosas y son junto glauconítica, en bancos de 1 a 2 m separados
con la lutita oscura negra, micácea y carbo- por lutita gris en capas de .1 a 5 cm. Hacia
nosa, las rocas predominantes hacia el tope. la base es grano medio. 27,0
Las areniscas son grises de grano fino a me-
dio, glauconíticas y algunas calcáreas. Lutita Arenisca gris amarillenta de grano medio a
gris oscura en la base de la Formación Mer- grueso, cuarzosa, glauconítica, en
cedes da lugar a un contacto neto pero con- bancos de 0,2 a 1 m 8,0
forme con El Tibú. El espesor varía de 250 m
a 367 m; sin embargo Ward et al. (1973), Arcillolitas pardo amarillentas, micaceas,
presenta una sección con un espesor de 560m con restos carbonosos, con estratos de 2 a
en los alrededores de Pamplona. 3 m con delgadas intercalaciones de
arenisca gris amarillenta de g r a n o
Los términos Tibú y Mercedes, tal co- m e d i o , g l a u c o n í t i c a 1 6 , 0
mo se utilizan en este trabajo, tienen el mis-
mo sentido dado por Notestein et al. (1944) Arcillolitas gris amarillentas a gris negras,
pero excluyendo la parte arenosa basal del micáceas, en capas de 1 a 2 m, con
Tibú, que se denomina Formación Rionegro, intercalaciones de arenisca gris amari-
siguiendo la sugerencia de Richards (1968). llenta de grano medio, glauconítica, en
Se sigue el uso introducido por Salvador e s t r a t o s d e 0 , 5 a 1 m 18,0
(1961) de cartografiar al Tibú y Mercedes
conjuntamente como una unidad litológica,
24 A. ARIAS T.. R. VARGAS H.

Lutita gris oscura a amarillenta cuando


Arenisca arcillosa rojiza a amarillenta, está meteorizada, fosilífera 10,0
glauconítica, friable, en estratos de 1 a
Lutita gris oscura intercalada con arcillo-
5 m. En la base se observa una capa de
lita roja pálido. El conjunto es fosilífero. 4,6
0,5 m de arcillolita gris amarillenta,
micácea, glauconítica 8,6 Parcialmente cubierto (lutita negra) .. 4,0

Caliza gris arenosa con glauconita . 1,0 Lutita gris con nódulos ferruginosos.
Algunas intercalaciones de limolita gris
Caliza gris clara, fosilífera, nodulosa .. 3,5 amarillenta y arenisca gris amarillenta de
grano fino, en capas de 5 a 10 cm .. 6,2
Caliza gris clara en capas de 5 a 20 cm. 3,0 Total medido 3 6 3, 3
Caliza gris clara, fosilífera con glauco- Formación Rioncgro
nita en bancos hasta de 2 m..................... 1 2 , 7 (Capas superiores solamente):
Arenisca gris verdosa de grano fino,
Caliza gris clara, fosilífera, con 20,0 cuarzosa, micácea, algo ferruginosa, en
glauconi- capas de 5 a 10 cm 3, 5
ta, en capas de 0,5 a 1 m, con
Parcialmente cubierto. Caliza gris fino-
granular fosilífera ...................................... 8, 5 Las formaciones Tibú y Mercedes son
de edad Aptiano superior a Albiano inferior,
Lutitas negras, con niveles irregulares de según Notestein et al. (1944). La Formación
nódulos calcáreos hasta de 10 cm de Apón, que es su correspondiente litológico
diámetro, interestratificados con caliza en Venezuela, ha sido datada como del Aptia-
negra en estratos de 10 a 20 cm. 27,3 no superior al Albiano medio (SUTTON,
1946) o Aptiano a Albiano inferior (TRUMP
Caliza negra, fosilífera, nodular ............... 5, 0 y SALVADOR, 1964). Botero y Sarmiento
(1947) colectaron fósiles en el Llano de Para-
Caliza gris oscura, finogranular con del- millo y vereda de Turmeros que determina-
gadas intercalaciones de lutita negra .. 5,2 ron como pertenecientes al Aptiano en su
mayoría, con algunos pocos del Hauteriviano.
Intervalo cubierto ...................................... 4 , 0
4.2.3. FORMACION LA LUNA
Caliza gris clara masiva, con fósiles re-
cristalizados y estructuras estilolíticas. 20,0 El nombre fue utilizada por primera
vez por Garner (1926) en la Serranía de
Caliza gris cl ara, con ca pas de 0,3 a 0,5 Perijá, Estado de Zulia, Venezuela, en donde
m, de color gris oscuro y nodular se encuentra la localidad tipo. Teniendo en
cuenta la marcada similitud litológica con la
h a c i a e l t o p e 1 6 , 9 unidad encontrada en Colombia, el nombre
Caliza gris clara, masiva.............................. 8 , 0 ha sido retenido en el noreste (MORALES
et al, 1958, p. 658), en donde se subdivide
Caliza gris oscura, nodular, en capas en los miembros Salada, Pujamana y Galem-
bo. Esta subdivisión fue hecha por Wheeler
de 10 a 30 cm. 10,8 (Inédito), quien definió las secciones tipo en
Caliza gris clara, con fósiles recristali - las quebradas Salada (sobre el Río Sogamo-
so, en la margen opuesta a la desembocadura
zados. Ligero olor a petróleo cuando s e
de la quebrada), Pujamana (tributaria del
r o m p e 1 0 , 0 Río Sogamoso) y Cerro del Galembo (en
Caliza lumaquélica con fragmentos de donde el Río Sogamoso corta el Cerro del
Galembo), localidades todas dentro del
bivalvos y amonitas ................................... 1 , 0 Cuadrángulo H-12.
Caliza gris en capas de 0,5 m. Haciá el En su área tipo, el Miembro Salada
techo son más oscuras y fosilíferas . . . 17,0 contiene lutitas negras, calcáreas, delgada -
mente estratificadas con apariencia pizarrosa
Intervalo Cubierto (nivel blando) .... 9,0
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 25

en afloramiento. Unas pocas y delgadas ca- lutitas de El Umir. En el área estudia-


pas de caliza negra de textura fina, se encuen- da, La Luna se encuentra limitada por fallas.
tran ocasionalmente. Una característica en
este miembro es la presencia de venillas y 4.2.4. FO RMA CI O N U MI R
concreciones de pirita, algunas puras y otras
íntimamente mezcladas con caliza o for - El término fue utilizado por L. G.
mando el núcleo de concreciones calcáreas, Humtley en 1917' (TABORDA, 1965, p. 10)
que presentan una sección elipsoidal, hasta para designar una secuencia en la Quebrada
de 10-15 cm en su mayor dimensión. El Umir, 3 km al oeste del Cerro Umir. Sin em-
Miembro Pujamana contiene lutita gris a bargo tal como fue utilizado el nombre por
negra; calcárea, delgadamente laminada. El Humtley, quedan incluidas dentro de esta
Miembro Galembo está', constituido predo- formación, capas del Paleoceno, que hoy son
minantemente por una ; lutita negra, dura, conocidas como Lisama. En 1925, T.A. Link
calcárea, finamente estratificada, con delgadas (MORALES, et al. 1958) redefinió la Forma-
intercalaciones de caliza arcillosa; con- ción Umir, restringiendo el nombre para las
creciones discoidales de caliza que contienen capas cretáceas solamente. Hasta el momen to
amonitas, alcanzan hasta 1 m en tamaño y no ha sido definida una sección tipo para la
delgadas intercalaciones de chert negro azu- formación.
loso, están presentes. Cerca al tope del
Galembo son persistentes capas fosfáticas La parte inferior de la formación está
que contienen abundantes huesos, fragmen- constituida por lutitas negras a gris anulosas
tos de vértebras y dientes de peces. Las oscuras, con láminas carbonosas y micáceas.
calizas y lutitas del Galembo, en superificies La parte superior está compuesta de lutita
frescas, dan generalmente un fuerte olor a gris oscura a gris verdosa, blanda, con unas
gas y se conocen algunas ocurrencias de asfalto, pocas intercalaciones de arenisca de grano fino
rellenando fracturas, como es el caso de la y delgados mantos de carbón. Delgadas
Quebrada La Sorda (Cuadrángulo H-12). franjas, lentes y pequeñas concreciones fe-
rrujinosas arcillosas de color pardo, están
Los miembros Salada y Galembo están presentes en cantidades variables a través de
compuestos por capas duras de 5-20 cm de la formación.
espesor, que presentan planos de estratifica-
ción muy regulares y uniformes (característi- El espesor promedio de la formación
cas de la formación) las cuales, generalmente es de unos 1.000 m y descansa inconforme-
se encuentran muy replegadas y fracturadas mente sobre la Formación La Luna, la cual
en pequeños bloques. fue erodada antes de la depositación de los
sedimentos del Umir. En la Quebrada La
El espesor de la formación es muy va- Sorda, Municipio de Lebrija, Santander
riable; así, se citan de 50-131 m para el Cuadrángulo H-12, se observa un conglome-
Miembro Salada, 50-234 m para el Pujamana rado basal hasta de 5 m de espesor, que con-
y de 180-274 m para el Miembro Galembo. tiene granos de arena gruesa y pequeñog guijos
de cuarzo, glauconita y cantidades variables de
La edad de la Formación La Luna, de guijos fosfáticos y nódulos derivados de las
acuerdo con los fósiles obtenidos, ammonites, capas fosfáticas de La Luna (WARD et al.
pelecípodos y foraminíferos, varía desde Tu- 1973, p. 176). El Umir pasa gradual y con-
roniano inferior en el Miembro Salada, a Tu- cordantemente a la suprayacente Formación
roniano superior y posible Coniaciano infe- Lisama en el área del Cuadrángulo H-12, pero
rior en el Miembro Pujamana y Turoniano al oeste, Taborda (1965, p.10) cita algunas
superior, Coniaciano y posible Santoniano perforaciones en el Valle Medio del Magdalena,
en el Miembro Galembo (MORALES et al. en las que El Lisama ha sido,completamente
1958, pp. 653,654,655). El límite Pujamana- erodado y El Umir está suprayacido
Galembo se considera como un período de discordantemente por capas terciarias más
transgresión. jóvenes.

El contacto de La Luna con la forma- En base a bién establecidas zonas de


ción infrayacente Simití, es concordante, pero foraminíferos, apoyadas por amonitas, al
su contacto con la suprayacente Formación Umir se le ha asignado una edad Campaniano-
Umir, es de inconformidad y representa período Maestrichtiano y posible Daniano (MORALES
de erosión anterior a la depositación de las e t al, 1958, p. 656). La For mac ión Umir se
26 A . A R I A S T . , R . V AR G A S H .

correlaciona con las formaciones Colón y Mi- El contacto con la Formación Umir es
to Juan de la Cuenca de Maracaibo. gradacional y generalmente es colocado en la
primera arenisca bien desarrollada que se en-
4.3. SISTEMA TERCIARIO cuentra encima de las lutitas del Umir. El
contacto con la suprayacente Formación
En la parte suroccidental del área estu- La Paz, es discordante, localmente con mar-
diada, se encuentran rocas sedimentarias per- cada discordancia angular (TABORDA, 1965,
tenecientes al sistema Terciario, las cuales p. 11).
son la continuación de la secuencia sedimen-
taria ya cartografiada en el Cuadrángulo H-12
(parte noroeste) y, por consiguiente se ha A la formación se le asignó una edad
utilizado la nomenclatura seguida en dicho Paleoceno de acuerdo a análisis palinológi-
trabajo, es decir la nomenclatura adoptada cos, y presenta condiciones deposicionales
por las Compañías Petroleras (MORALES et que varían de lagunales a deltáicas. La for-
al. 1958, p. 647) y que corresponde a la mación ha sido uniformemente correlacio-
Cuenca del Valle Medio del Magdalena. Te- nada por las Compañías Petroleras, dentro
niendo en cuenta lo anterior y los escasos da- de la Cuenca del Carare, exceptuando La
tos de campo, se presenta la descripción li- Texas, que lo reune con El Umir. Van Der
tológica dada en el Cuadrángulo H-12, ya Hammen (1954), la correlaciona con la
que se considera perfectamente aplicable. En Cordillera Oriental con la mitad superior de
la parte norte-central de la Plancha 86 se en- la Formación Guaduas y la parte inferior de
cuentran sedimentos de tipo local; correspon- la Formación Bogotá; en su pie oriental (Río
den en edad, parcialmente, al Grupo Mesa. Cravo Sur) con las capas carboníferas del
Guaduas. En el Norte de Santander, El Lisa-
4.3.1. FORMACION LISAMA ma corresponde palinológicamente a la For-
mación Barco y a la casi totalidad de la
El nombre fue introducido en 1925 Formación Los Cuervos, cuya parte superior
por T. A. Link, en un informe no publicado es considerada Eoceno (HUBACH, 1957,
(MORALES et al. 1958, p. 656) quien define p. 127).
como sección tipo, la expuesta en la Quebrada
Lisama, un tributario del Río Sogamoso, al
sur del Cuadrángulo H-12, en donde el río 4.3.2. FORMACION ESMERALDAS
mencionado cruza el límite oeste de dicho
cuadrángulo. El nombre Formación Esmeraldas, fue
probablemente usado por los geólogos de la
Los sedimentos del Lisama representa Gulf Company; se deriva del caserío La Es-
la transición desde depósitos marinos (For- meralda, en el Río Sogamoso y aparece por
mación Umir) hasta continentales. Consta de primera vez en 1935, en una publicación de
lutitas moteadas, rojas, pardas, grises a gris Wheeler (MORALES et al, 1958, p. 658).
claras, con intercalaciones de arenisca de gra- Forma parte del Grupo Chorro, nombre
no fino a medio, gris a gris verdosa y parda; inicialmente utilizado por los geólogos de la
localmente presenta estratificación cruzada. Tropical Oil Company e introducido a la
Hacia el tope de la formación las areniscas literatura como "Chorro Series".
son de grano más grueso y presentan escasos
y delgados mantos de carbón. Esta formación está compuesta de
areniscas de grano fino y limolitas duras, gris
La formación tiende a presentar la for- claras a verdosas, delgadamente estratificadas
ma del valle, debido al predominio de arcillas. hasta laminadas, micáceas, interestratificadas
Alcanza a presentar un espesor hasta de con lutias gris oscuras localmente moteadas
1.225 m (MORALES et al. 1958, p. 657). de carmelita, rojo y púrpura, con franjas de
En la Concesión de Mares, Cuadrángulo H-11, carbón.
Taborda (1965, p. 11) cita un espesor máxi-
mo de 1.100 m y establece que la forma - Se encuentra discordantemente debajo
ción puede llegar a desaparecer debido a ero- de la Formación Mugrosa, formando bajos
sión durante el solevantamiento post-Lisama. topográficos. En su sección tipo, la forma-
En el Cuadrángulo H-12, en la carretera nue- ción presenta 1.200 m de espesor y 27 km al
va de Bucaramanga - Barrancabermeja, Ward noreste en el Río Lebrija, 575 m (WARD et
et al. (1973) cita un espesor de 1.090 m. al, 1973, p. 89).
B O L . GE O L . VO L . 2 3 - N o . 2 .
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 27

Braquiópodos de agua dulce, gasteró- La Formación Mugrosa, aumenta su


podos y pelecípodos ocurren localmente en espesor progresivamente hacia el este, desde
el tope de la formación, dentro del nivel fosi- 800 m en La Cira-Infantas hasta 2.000 m en
lífero de Los Corros y han sido determi - las estribaciones de la Cordillera Oriental. En
nados como de edad Eoceno superior base a los gasterópodos de agua dulce y
(PILSBRY y OLSSON, 1935), edad que con- huesos de pescado encontrados en el hori-
cuerda con la obtenida en base a estudios zonte fosilífero Mugrosa, Pilsbry y Olsson
palinológicos y según correlación con la (1935) le asignaron una edad Oligoceno
parte inferior de la Formación Carbonera de medio; sin embargo, en el área de Mares,
la Cuenca de Maracaibo (MORALES et al, Stirton (1953) le asignó una edad Eoceno
1958, p. 559). superior, en base a reptiles y dientes de ma-
míferos encontrados allí.

4.3.3. GRUPO CHUSPAS


[Link]. Formación Colorado.- El nombre se
Geólogos de 13 Atlantic Refining Com- deriva del Río Colorado, en el
pany, establecieron el término Formación Cuadrángulo H-11, en donde fue definida la
Chuspas para los sedimentos que se encuen- sección tipo; incluye todos los sedimentos
tran sobre el horizonte fosilífero Los Corros y que se encuentran desde el tope de la Forma-
debajo de los elásticos gruesos del Grupo ción Mugrosa hasta el tope del horizonte
Real. En el área de Mares, Wheeler dividió la fosilífero de La Cira. La formación con -
unidad en las formaciones Mugrosa y Colora- siste en lutitas moteadas duras, masivas, gris
do (en PILSBRY y OLSSON, 1935), teniendo claras púrpuras, con intercalaciones de
en cuenta la presencia del nivel fosilífero de arenisca de grano fino a grueso, blancas,
Mugrosa hacia el tope de la Formación grises y carmelitas pardas, generalmente con
Mugrosa. Aunque esta subdivisión no se estratificación cruzada. Esta unidad difiere
puede sostener siempre, así aparece en la de la infrayacente Formación Mugrosa en
literatura. Ward et al. (1973) subdivide la que las lutitas presentan manchas ferru -
Formación Mugrosa en superior e inferior, ginosas con matices más brillantes de rojo, y
desapareciendo la unidad superior cerca al las areniscas son más gruesas y conglomeráti-
Río Lebrija, Cuadrángulo H-12; por con - cas (MORALES et al. 1958, p. 660). El
siguiente en el área aparece tan sólo el horizonte fosilífero de La Cira, comprende
Miembro Inferior y como tal se considera en unos 100 m de lutita carbonosa gris oscura a
el presente informe. negra, bien estratificada con delgadas inter-
calaciones de arenisca de grano medio, verde
claras.
[Link]. Formación Mugrosa.- La sección
tipo fue establecida en la Quebrada
Mugrosa, en el área del anticlinal de Mugro sa, La formación presenta un espesor de
en el Cuadrángulo H-11. El Miembro 1.250 m en su sección tipo, 1.000 m en el
Inferior está compuesto por areniscas de campo La Cira - Infantas, incrementándose
grano fino a medio, local y muy raramen te hasta 2.500 m en las estribaciones de la
de grano grueso a guijarroso, gris a gris Cordillera Oriental. En la línea del Ferroca-
verdosas, intercaladas con lutitas grises a rril Bucaramanga-Puerto Wilches, presenta
azules (WARD et al, 1973, p. 90). Se encuen- un espesor de 1.379 m y está compuesta prin-
tra glauconita oolítica en muy pequeña cipalmente de conglomerados gruesos con
cantidad y la proporción de arena a lutita abundantes guijarros y cantos de arenisca,
aumenta hacia el este (MORALES et al,1958 caliza, cuarzo, menos abundantes de chert,
p. 660). La formación meteoriza dando re- rocas ígneas y metamórficas, en una matriz
lieve topográfico bajo. calcáreo arenosa de grano grueso. Los cantos
alcanzan hasta 45 cm de diámetro, pero en
El límite con la infrayacente Forma - su mayoría son menores de 12 cm (WARD
ción E sm e ra l da, e s una i nc onform i da d et al. 1973).
regiona l ( M O R A L E S e t a l , 1 9 5 8 , p . 6 6 0 ) ,
pero Taborda (1965, p. 13) puntualiza que La formación descansa concordante-
la inconformidad no ha sido encontrada en mente sobre la Formación Mugrosa y el
el área del Río Sogamoso y campos petrole ros contacto está localmente marcado por el
del Cuadrángulo H-11. tope del horizonte fosilífero Mugrosa.

B O L . GE O L . V O L . 2 3 - No . 2 ,
28 A, ARIAS T., R. VARGAS H.

En el nivel fosilífero de La Cira (tope de sobre su espesor. La edad de acuerdo a


la formación) un gasterópodo de agua dulce, fósiles vertebrados varía de Oligoceno
género Hemisinus, es el fósil más caracterís- superior a Mioceno superior. Hojas de
tico ( T A B O R D A , 1 9 6 5 , p . 1 4 ) . P i l s b r y y plantas y gasterópodos del Mioceno han sido
O lson (1935) describen un conjunto de encontrados en el Real (MORALES 'et al.
moluscos dentro de este nivel. De acuerdo a 1958, p. 661).
estos fósiles, a la formación se le ha asignado
una edad Oligoceno superior a Mioceno
inferior, de origen continental. 4.3.5. G RU PO ME SA

4,3.4. GRUPO REAL El nombre, Formación Mesa, fue


usado primero por Weiske (1926) y luego
Según Morales et al. (1958), el nombre por Butler (1942) para designar capas
fue introducido por Wheeler como "Real correspondientes a la parte inferior del
Series". La sección tipo está localizada en el grupo, en el área de Honda, Valle Superior
sitio de Bandera Real, una estación de trian- del Magadalena. En el Valle del Magdalena
gulación en la margen norte del Río Opón a todas las capas que se encuentran sobre el
2 km de la Quebrada Real, de donde deriva Mioceno superior están incluidas en el Grupo
su nombre. Ward et al. (1973, p. 92), en el Mesa (MORALES et al. 1958, p. 6 62) ,
Cuadrángulo H-12, subdividen la formación aunque en el Valle Medio las Compañías
en tres unidades sin nombre determinado Petroleras han usado localmente diferentes
y denominadas como Tmri, Tmrm y Tmrs. nombres, reconociendo algunas, dos miem-
Esta subdivisión se siguió fotogeológicamen- bros y otras tan sólo una unidad. La locali-
te; sin embargo, no existe una descripción dad tipo de la formación se encuentra en
litológica de cada unidad, sino del grupo en Alto de Gigante, al noroeste de Honda, en
conjunto. En el área de este estudio, se en - donde alcanza un espesor hasta de 575 m.
cuentra aflorando en la zona oeste de la
Plancha 97.
E n e l C u a d r á n g u l o H - 1 2, pa r t e
Ward et al, dan para el grupo un espe- noroeste, la formación ocurre en un área
sor de 4.054 m de acuerdo a Morales et al. amplia (WARD et al. 1973, p. 94) y consiste
(1958) y Taborda (1965), distribuidos de base de areniscas alternando con delgados niveles
a tope de la siguiente manera: 35 m de de arcillolita y unos pocos niveles de conglo-
conglomerados masivos, con guijos de chert merados. El Miembro Superior de un espesor
pardo y negro "irostone" con arcilla, cuarzo indeterminado, está constituido por areniscas
y fragmentos de carbón; 453 m de areniscas de grano muy fino hasta muy grueso, gris
masivas con estratificación cruzada, friable a amarillento a pardo rojizo, pobremente
dura con bandas de arcilla azul y pequeños consolidado, conglomeráticas en algunos
fragmentos de carbón; 1.295 m de lutitas niveles con guijos de cuarzo y arenisca, que
gris moteadas de rojo con escasas intercala- alcanzan hasta 5 cm de diámetro, escasos de
ciones de arenisca de grano fino a grueso; rocas metamórficas; arcillolita gris rojiza,
1.067 m de conglomerado masivo, con guijos blanda, arenosa. La parte inferior, con un
de chert negro y pardo, "irostone" arcilloso, espesor estimado de 1.100 m está constitui da
cuarzo y fragmentos de carbón, interestrati- • por arenisca de grano grueso y muy
ficado con areniscas masivas de grano grueso; grueso, gris amarillenta clara a gris amarillenta,
457 m de lutita gris con escasas y delgadas pobremente consolidada, estratificación
intercalaciones de arenisca gris blanca, grano cruzada, conglomerática en casi todos los
grueso, friables; 747 m arenisca gris azulosa, niveles, con guijos de arenisca y cuarzo,
dura, grano fino a grueso con intercalaciones escasos de rocas ígneas, metamórficas y
de lutita gris negra laminada. volcánicas en su mayoría de 1-2 m y que
alcanzan hasta 5 cm de diámetro; arcillo -
El grupo se encuentra discordante so- litas arenosas y conglomeráticas amarillas
bre la Formación Colorado y debajo del Grupo claras a gris verdosas; conglomerados amarillo
Mesa. claro a gris pardo, pobremente consolidado,
en escasas capas y lentes, con guijos de cuarzo y
Debido a la naturaleza de su sedi - escasos de rocas ígneas, metamórficas y
mentación, adelgazamientos y estratificación volcánicas, que alcanzan hasta 15 cm de
cruzada, no es fácil obtener un dato preciso diámetro.

B O L . GE O L . V O L . 2 3 - No . 2 .
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 29

En el presente trabajo, se ha utili- La formación es de origen continental


zado el nombre Mesa, para designar peque- y está constituida por fajas de sedimentos
ños depósitos localizados en la parte SW, en formados por la unión sucesiva de conos
los cuales no se pudo obtener una secuencia aluviales depositados a lo largo y al pié de las
litológica definida debido principalmente a pendientes de las zonas montañosas, que
escasez de afloramientos y se sigue la nomen- generalmente corresponden a rocas ígneas y
clatura utilizada por Ward et al. (1973), ya metamórficas ( B O T E R O Y S A R M I E N T O ,
que se considera que son la continuación de 1947). Como consecuencia de lo anterior, se
depósitos cartografiados en el Cuadrángulo puede ver que el espesor de la unidad y de
H-12. Estos depósitos se encuentran discor- las capas individuales, varía bastante de un
dantes scbre el ígneo, Cretáceo y aún sobre sitio a otro.
el mismo Terciario inferior (Formación
Lisama). Su espesor no es considerable y en Restos y vegetales colectados por
su gran mayoría corresponden al denomina- BoteroySarmiento(ibid)nofueron dialnósticosparaladeterminacióndelaedadde
do Miembro Superior; sin embargo en la
cartografía se presentan como una sola la formación, aunque por el aspecto podrían
unidad. ser del Mioceno o a lo sumo del Plioceno.

No se han encontrado fósiles. La 4.4. SISTEMA CUATERNARIO


parte inferior fue considerada como de edad
pliocena por Wheeler, Pilsbry and Olsson Durante la elaboración cartográfica
(1935). Con base en esto, la parte superior se del presente trabajo, no se hizo mayor énfasis
considera Pleistoceno (WARD et al. 1973, p. en el estudio de los depósitos cuaternarios
95). que fueron en su mayoría delimitados por su
morfología, con base en fotografías aéreas.
Se distinguen depósitos de terraza y conos
4.3.6, FO RMA CI O N A L GO D O NA L de deyección, que se encuentran principal-
mente en la parte norte y nor-occidental de
Se utiliza este nombre para designar la Plancha 86, Abrego. Los depósitos colu-
una secuencia conglomerática, poco consoli- viales, de talud y derrumbes son relativamente
dada, con cantos de roca metamórfica, ígnea escasos y de pequeñas dimensiones. Los
y cuarzo lechoso, con intercalaciones de are- depósitos aluviales que corresponden a los
nisca y arcilla gris verdosa a amarillo crema, valles de los ríos son los de mayor extensión
la cual fue originalmente descrita por Botero superficiaria, siendo los más importantes los
y Sarmiento (1947). Deriva su nombre del de borde oeste del área y que corresponden a
Río Algodonal (Pl. 86, B-6), afluente del los valles de los ríos Lebrija y Magdalena.
Río Catatumbo, en la parte norte del área
estudiada. 5. ESTRUCTURAS

La formación está constituida por El cuadro estructural es bastante


conglomerados pobremente consolidados, simple y encaja dentro del estilo tectónico
con cantos que varían de 5 mm hasta 40 cm del Macizo de Santander, esto es, fallamiento
en una matriz arenosa amarillo crema, con preponderante del Zócalo.
intercalaciones de arcilla gris verdosa a
azulosa y arenisca gris clara, a verde amari- Las rocas metamórficas se presen -
llenta, hacia el tope y base de la formación. tan en dos fajas o cinturones. Uno en la
Los cantos son angulares y 'predominante- parte oeste, conformado por rocas del N e i s
mente de rocas metamórficas tales como de Bucaramanga y otro al este, con rocas de
neises hornbléndicos y cuarzo feldespáticos la Formación Silgará. Las foliaciones y forma
y en menor proporción de rocas ígneas, de las fajas indican una orientación re gional
cuarzomonzonita, diorita y cuarzo lechoso. nor-noroeste para los mismos. En la faja
occidental las foliaciones medidas insinúan
Para una descripción más detallada repliegues dentro de la misma, pero no se
se puede ver la sección estratigráfica medida puede determinar ninguna estructura
al oeste del Río Algodonal, a lo largo de la mayor. La faja oriental corresponde a rocas
carretera a Capitán Largo, en donde se de la Formación Silgará y se encuentra cor-
obtuvo un espesor de 554 m aproximada- tada por rocas ígneas que afectan su c o n t i -
mente (Plancha 2). n ui da d y la de las estructuras que en ella se

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


30 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

observan. Las foliaciones medidas insinúan Moody y Hill (1956), Alberding (1960) y
una estructura sinclinal, en la parte sur de Campbell (1965), quienes los consideran
esta franja, cuya continuación al norte se ve horizontales principalmente, clasificando la
rota por rocas ígneas del Batolito de Rione- falla como de rumbo. Sin embargo Julivert
gro, para finalmente reaparecer más al norte (1958, 1961) la considera de movimiento
al oriente de Abrego. vertical principalmente, como una falla
marginal de un bloque montañoso. Ward et
En la parte más septentrional de al. (1973) la considera como una falla de
esta franja e inmediatamente al este del rumbo, pero localmente con grandes despla-
sinclinal anteriormente mencionado, se de- zamientos verticales, como sería el caso del
duce una estructura anticlinal, en cuyo área de las planchas 86 y 97, en donde la
núcleo aflora un cuerpo granodiorítico. Esta similitud litológica a lado y lado de la falla
última estructura está sugerida por las sugiere movimiento vertical.
foliaciones así como por un aumento de
metamorfismo, observado de oeste a este en 5.2. FALLA DE LEBRIJA
la sección de la carretera de Abrego-Puente
Tarra, en lo que sería su flanco occidental. Es una falla inversa de alto ángulo
que limita al macizo en su parte occidental,
Los cuerpos intrusivos, en las plan- poniéndolo en contacto con las rocas sedi-
chas 86 y 97, presentan un alineamiento pro- mentarias de la Cuenca del Valle Medio del
nunciado en dirección nor-noroeste lo que Magadalena. Su traza rectinínea mantiene
indica un control de emplazamiento en la una trayectoria norte - sur hasta 1 km al
misma dirección. Este fenómeno es obser- norte de la Quebrada Bijagual (Pl. 97, D-4),
vable para el Macizo de Santander, en gene- en donde desaparece bajo depósitos cuater-
ral, y debió ser Triásico o más antiguo narios. En esta área (entre la quebrada men-
(WARD et al, 1973). cionada y el Río San Alberto) la falla es
presumiblemente desplazada por una fractura
Rocas sedimentarias del Cretáceo y oculta por el cuaternario y reaparece un poco
Jurásico principalmente se encuentran como al norte (pone en contacto a la Formación
retazos en bloques fallados dentro del macizo. Bocas con la Formación La Luna) con una
La Falla de Lebrija sirve de límite occidental dirección casi este-oeste que pasa rápidamente
para el macizo en el área de las planchas, po- a nor-noroeste. La falla continúa
niéndolo en contacto con sedimentos de la posi bl emente por debajo de depósitos
Cuenca del Valle Medio del Magadalena y cuaternarios y en la esquina noroeste
en los cuales no se observa ningún pliegue de de la Plancha 86, aunque cubierta, se vis-
importancia. lumbra por la relación estratigráfica observada
(Formación Jordán en contacto con la
En resumen, puede decirse que el Formación La Luna).
estilo estructural predominante en el área es-
tudiada es el de fallamiento en bloques, el 5.3. FALLA DE LA TIGRA
cual es característico para el Macizo de San-
tander. Es una fractura de tipo inverso y alto
ángulo que se refleja en una traza rectilínea.
5.1. FALLA DE BUCARAMANGA Su bloque oeste se hunde progresivamente
hacia el norte poniendo en contacto sedi-
Ampliamente conocida en la litera- mentos terciarios con los niveles Cretáceos
tura geológica, atraviesa el área estudiada en de la Formación La Luna al este.
una dirección nor-noroeste. Aunque no se
oberva un marcado desnivel topográfico en La falla se observa en una extensión
los bloques de la falla, su trazo rectilíneo es de unos 30 km terminando unos 3 km al sur
bien definido, excepto para la parte central del área de la Plancha 97 y desapareciendo
en donde se obscurece, cambia a una direc - bajo sedimentos cuaternarios hacia el norte.
ción norte-sur y se observan dos posibles
ramas. 5.4. FALLA DE LA VEGA
Sobre la naturaleza de los movimien- Presenta una dirección noreste, fuer-
tos de la falla existen trabajos como los de temente inclinada hacia el noroeste y corres-
Raasveldt (1956), Young et al. (1956), ponde a una zona de intensa fracturación en
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
PLANC

SECCION ESTRATI GRAFI CA DE LA FORMACI ON

CARRETEARLE A CAPITÁN LARGO AL OESTE DE LA DESEMBOCADURA DE

LITOL DE S C RI PC I O N MACROSCOPICA

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G EO L O G I A D E L A S P L A N C H A S 8 6 Y 97 31

la cual no se pudo determinar la dirección de 5.9. OTRAS FRACTURAS


movimiento. Este lineamiento se puede seguir
claramente por 20 km y se le asigna el nom- Algunas fracturas de tamaño relati-
bre de Falla de La Vega por su magnitud más vamente mayor no se discuten separadamente
que por su importancia dentro del cuadro es- debido a su poca importancia estructural.
tructural del área de estudio. Gran parte de las fracturas observadas corres-
ponden a alineamientos fotogeológicos y
5.5. FALLA DE VEGUITAS como tales se presentan en el mapa. El frac-
turamiento en general presenta dos direccio-
Con una extensión de por lo menos nes predominantes, nor-noroeste y noreste,
25 km esta fractura separa rocas ígneas de siendo la primera, paralela a la Falla de Buca-
los metamórficos de la Formación Silgará. ramanga y corresponde, en su mayoría,
Presenta un rumbo nor-noroeste alto ángulo a fallas de tipo inverso.
de buzamiento hacia el oeste y un carácter
inverso. La falla no presenta una expresión
morfológica bien definida pero fue determi- 6. GEOLOGIA ECONOMICA
nada en el terreno.
Para hacer una evaluación de los re-
5.6. FALLA DE PARAMILLO cursos minerales de las planchas 86 y 97, este
capítulo se ha divido en dos partes: la primera
Esta fractura de 13 km de longitud corresponde a la manifestaciones minera les
y con una dirección NE, es en gran parte la conocidas y la segunda muestra los resultados
responsable de la preservación de rocas sedi- geoquímicos obtenidos con base en un
mentarias cretáceas en el Llano de Paramillo muestreo regional de sedimentos activos finos.
(Pl. 86, E-10). Es una falla normal, de alto
ángulo, con su bloque oriental hundido que
hacia el noreste se pierde dentro de un cuer- 6.1. MANIFESTACIONES MINERALES
po granodiorítico y hacia el sur termina, apa- En el área de las planchas 86 y 97
rentemente, contra una pequeña fractura se localizaron manifestaciones de cobre, plo-
transversal a ella. mo, zinc, fluorita y barita. Se trata de venas
y diques de espesor variable entre 20 y
5.7. FALLA DE CASITAS 50 cm (excepcionalmente hasta 2 m) de ori-
gen hidrotermal, que atraviesan rocas ígneas,
Es una fractura inversa, de alto án- metamórficas y sedimentarias.
gulo, que se extiende desde las cercanías de
Cáchira al sur hasta el borde oriental del Lla- La mineralización consta de Calco-
no de Paramillo en el norte, con úna longi- pirita, galena y blenda como minerales prin-
tud de 35 km. En la mayor parte de su tra- cipales con ganga de barita y fluorita.
yecto, la falla, presenta una dirección nor-
noroeste que cambia a nor-este en su parte La localidades que han sido objeto
más septentrional en donde junto con la de explotación se señalan como minas, aun-
Falla de Paramillo, permitieron el hundi- que estén poco tecnificadas y su producción
miento y preservación de rocas cretáceas. sea baja; en el resto de los casos se muestran
En gran parte de su extensión, la falla es como afloramientos; asimismo algunas mani-
paralela a la Falla de Veguitas, siendo el área festaciones inicialmente fueron explotadas
comprendida entre las dos, un bajo estructu- por los sulfuros presentes, pero al agotarse
ral limitado por fallas inversas. éstos, el mineral de ganga o de relleno de los
respaldos justificó continuar con el laboreo
5.8. FALLA DE CACHIRA de estas minas.
Esta fractura de aproximadamente Las descripciones de ocurrencias in-
30 km de longitud separa, en gran parte de cluidas en el texto, con excepción de la Mina
su extensión, rocas sedimentarias del Meso- San Alberto, se transcriben del informe
zoico al este, de metamórficas de bajo grado No. 1685 de Otero y Angarita (1975).
al oeste. Es de tipo normal, presenta un alto
ángulo de inclinación hacia el este y su rumbo
es nor-noroeste en la mayor parte de su
recorrido, excepto por su extremo norte en
donde su dirección es noreste y desaparece
dentro de las rocas sedimentarias.
32 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

6.1.1. COBRE La manifestación es de. galena con


barita blanca formando venas de 0,50 m, de
Prospecto El Tarra: (Pl. 86, A-10). ancho dentro de un intrusivo muy cizallado
Municipio de Ábrego. La manifestación se cortado por diques andesíticos. La manifes-
localiza a unos 2,5 km de La Sierra, sobre un tación es muy local.
chorro que cae al Río Tarra. Se llega por ca-
mino de herradura. 6.1.3. BARITA

La mineralización es de calcopirita Mina El Roble: (Pl. 86, G-12). Mu-


la cual se presenta rellenando fisuras dentro nicipio de Villa Caro. Accesibilidad por ca-
de roca ígnea. El espesor es de 0,20 m rreteable entre la carretera Villa Caro - Alto
aproximadamente. Rumbo N 85 ° W con El Pozo.
buzamiento vertical.
La mineralización es de barita blan-
6.1.2. PLOMO Y ZINC ca y amarillenta, que se presenta dentro de
una roca metamórfica bastante alterada y
Mina La Sierra (Abandonada): fracturada.
(Pl. 86, B-10). Municipio de Abrego, vereda
La Sierra. La mina se localiza al noroeste de Su explotación se efectuó en tres
La Sierra y a una distancia de 3 km por ca- niveles: El inferior es de baja calidad, presenta
mino de herradura. un espesor de 2 m con un rumbo N25 °E. El
frente mineralizado de donde se extrae la
La mineralización es de galena en barita es de 6 m; 20 m más arriba se presenta
cristales grandes y diseminados o en venas otro filón ramificado así: a) Vena de 0,50 m
dentro de roca intrusiva de composición de espesor. b) Venas de 0,20 m de espesor
ácida, tipo cuarzomonzonita, la cual se en- muy irregular. e) Vena de 0,35 de espesor.
cuentra en partes foliada y con los máficos d) Vena de 0,35 m de espesor, y e) Vena de
cloritizados. Un poco más al sur se encuen- 0,50 m de espesor. Aproximadamente 12 m
tra un filón de barita asociado con galena, sobre el anterior, se encuentra otro filón de
con un espesor promedio de 0,50 m y 3,50 m barita bastante pura y pesada. El espesor es
de largo; aquí el intrusivo presenta un grano de 1 m. La explotación se hace a cielo abierto
medio, algo cizallado y generalmente está y en forma no muy tecnificada.
atravesado por diques pegmatíticos, con lá-
minas de muscovita y además diques riolíti- Afloramiento Quebrada Latal:
cos. (Pl. 86, B-10). Municipio de Abrego. La Ma-
nifestación está localizada en la vereda Pávez
Mina Los Monos (Abandonada): en la margen izquierda del Río Tarra. Se en-
(Pl. 86, B-10). Municipio de Abrego, vereda contró una vena de barita de 0,20 m de an-
La Sierra. A la mina se llega por carreteable cho dentro de un intrusivo que tiene ramifi-
de Abrego hasta la mina La Sierra y de ahí caciones y presenta pequeñas inclusiones de
por camino de herradura hasta el filo de sulfuros (calcopirita). Sin importancia eco-
San Isidro. nómica.
La mineralización de galena se pre- 6.1.4. FLUORITA
senta en un filón de 1,20 m de ancho con di-
rección N25°E, que corta una cuarzomonzo- Mina Palmira: (Pl. 86, C-9). Munici-
nita ligeramente foliada y con los máficos pio de Abrego. La mina está localizada a una
cloritizados. La ganga está constituida por
barita y fluorita. distancia de 7 km del lugar en que se aparta
el carreteable de la carretera que va de Abrego
Las guías y socavones están derrum- a Río Tarra.
bados. Fue explotada en épocas pasadas. La mineralización que presenta la
mina es una barita blanca bien cristalizada en
Prospecto El Cerote: (Pl. 86, B-10). venas, rellenando fracturas y diaclasas dentro
Municipio de Abrego. Por la carretera Abrego- de esquistos sericíticos y cuarzo feldespáticos
Sardinata, aparta un carreteable hasta la mina de la Formación Silgará con pequeñas canti-
La Sierra, de ahí por camino de herradura dades de galena y respaldos ricos en fluorita
hasta la finca El Cerote. cuya producción es de unas pocas toneladas
BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.
GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 33

mensuales. Fue explotada por túneles y a 6.2.2. INTERPRETACION DE LOS RESUL-


tajo abierto para la barita por la Compañía TADOS OBTENIDOS
Prima S.A., la cual, al agotarse la barita aban-
donó la mina. Para determinar los valores anóma-
los es necesario establecer el valor normal
Mina San Alberto: (Plancha 97, A-4). (background) y el umbral (threshold) en el
Está situada al norte de la Quebrada Las bu- área estudiada; en el presente caso, estos pa-
rras, sobre una pequeña cañada sin nombre. rámetros se obtuvieron para Cu, Pb y Mo
mediante la elaboración de histogramas y
La mineralizada de fluorita, color curvas de frecuencia acumuladas de acuerdo
verdoso, se presenta en un dique de 30-40 cm con lo expresado por Hawkes y Webb (1962)
de espesor que atraviesa rocas sedimentarias y Lepeltier C. (1969) respectivamente. Para
de la Formación Bocas, siguiendo la dirección algunos elementos (zinc, estaño y plata), da-
de una fractura. La explotación se hace por da la poca cantidad de muestras con valores
una guía de 30 m de longitud en regular esta- se tomaron como anómalos los resultados
do de conservación. El material extraído se obtenidos. El número de muestras conside-
radas es de 526.
lava en la boca de la mina. A finales de 1974
se alcanzó la producción máxima, 30 tonela- [Link]. Distribución y Valores Anómalos
das mensuales, actualmente se extraen algu- para Cobre.- Los valores encontra-
nas arrobas. dos para este elemento varían entre no detec-
tado y 300 ppm; en el histograma de la figu-
6.2. PROSPECCION GEOQUIMICA REGIO- ra 2 se observa que la distribución es irregu-
NAL. lar al parecer debido a la mezcla de dos po-
Simultáneamente con la cartografía blaciones, las cuales se reflejan en la curva
geológica se efectuó el muestreo geoquímico acumulativa de la figura 3 al presentar un
regional en las áreas cubiertas por rocas íg- quiebre en 10 ppm; de la curva se toma el
neas y cerca al contacto con las metamórfi- contenido normal (background) en 20 ppm
cas, consideradas las más adecuadas para la y el umbral (threshold) en 100 ppm; por
localización de anomalías que indiquen la lo tanto solo el valor máximo encontrado
presencia de probables zona mineralizadas. de 300 ppm se considera anómalo.

En la Plancha 3 se muestran todos


6.2.1. SISTEMA DE MUESTREO Y ANALI- los sitios de muestras con los resultados ob-
SIS EFECTUADOS tenidos para cobre y molibdeno respectiva-
mente; el valor anómalo de 300 ppm de cobre
El estudio geoquímico se hace con se localiza al sur del Municipio de Abrego en
base en muestras de sedimentos finos, colec- una pequeña quebrada, c-3, afluente•de la
tados en el canal activo de las quebradas que Quebrada Loma Verde y se hace resaltar en
fueron recorridas o atravesadas durante el re- la plancha encerrándolo dentro de un círculo.
conocimiento geológico; en la región sur-
oriental se incluyen algunas muestras corres- [Link]. Distribución y Valores Anómalos
pondientes a la prospección geoquímica del para Plomo. Este elemento presenta
-

Páramo de Cáchira efectuada por Mejía y una distribución normal asimétrica debido
Téllez (1974). probablemente a un exceso de valores bajos
en la población (Fig. 2). El contenido de plo-
En los sitios de muestreo se recogie- mo varía entre no detectado y 150 ppm; de
ron en bolsas de polietileno 500 a 600 gr de la curva de frecuencia acumulada se obtuvie-
sedimentos; en la sede de lá Regional cada ron los valores de 15 60 ppm para el back-
muestra fue secada a la temperatura ambien- ground y el threshold respectivamente, con-
te y remitida para análisis a la ciudades de siderando como anómalos los contenidos de
Bogotá o Medellín. En los laboratorios des- 70 y 150 ppm que corresponden al 1,71%
pués de terminar la labor de secado, las mues- del total de las muestras.
tras fueron tamizadas y la fracción menor de
malla -80 analizada por el método semicuan- Los sitios en los cuales se detecta-
titativo para 32 elementos, utilizando para ron valores anómalos se muestran en la Plan-
ello espectrógrafos marca Jarrel Ash existen- cha 3; los de 70 ppm se localizan en las Que-
tes en cada una de estas oficinas. bradas Granadillas, c-3; Caramba, d-5; Caña-

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


34 A. ARIAS T., R. VARGAS H.

Cobre n = 526
2

10

ppm

3
0
-

Plomo n = 526

N L10 10 15 20 30 50 70 100
PPm
150

-
Molibdeno n = 526

N L5 5 10 15 20 30 50 70

F I G U R A 2 . H is to gr a ma de d is tr ib uc ió n de Co br e , Pl om o y Mo li bd e n o. Se di me nt os Fi no s.
Determinación espectrográfica.

BOL. GEOL. VOL. 23 - No. 2.


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LOCALMACION DEL MUESTREO Y VALORES


CONVENCIONES

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GEOLOGIA DE LAS PLANCHAS 86 Y 97 35

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20

FIGURA 3. Curvas acumulativas para Cobre, Plomo y Molibdeno Sedimentos Finos.


Análisis espectrográficos
BO L. GEOL. VOL!.',23 - No. 2.
36 A. ARIAS T.. R. VARGAS H.

da Las Piedras, a-3; El Páramo, d-4; El Gua- Quebrada Buenavista, la primera, y en la


mito, d-7; Malpaso, c-2; y en una cañada sin Quebrada Los Indios (d-2) afluente de la
denominación, c-4, afluente de la Quebrada Quebrada Urama la de 1,5 ppm.
El Roblecito; los de 150 ppm están en el
Caño Los Pregones, a-2, y en la Quebrada Estaño: Entre las 526 muestras ana-
Cañaveral, c-3. lizadas solamente en tres se detectó este ele-
mento con valores de 10 ppm en dos de ellas
[Link]. Distribución y Valores Anómalos y una con 50 ppm; las dos de 10 ppm se lo -
para Molibdeno.- En el histograma calizan en las Quebradas Los Mangos (d-2) y
para este elemento (Fig. 2) se muestran los Los Llantos (d-3); la de 50 ppm correspon de
valores encontrados los cuales varían entre a la misma localidad donde se encontró el
no detectados y 70 ppm; en la figura se ob - valor de 1,5 ppm de plata o sea en la Quebrada
serva que la mayor cantidad de resultados Los Indios (d-2) afluente de la Quebrada
(68,44%) corresponden a muestras que no Urama.
contienen molibdeno, tomándose este valor
como normal (background), el umbral (thres- Zinc: El límite inferior de detección
hold) de acuerdo con la curva acumulativa en este caso es bastante alto: 200 ppm; tres
(Fig. 3), se calculó en 17 ppm; los conteni dos muestras alcanzaron este valor y dos contie-
de 20 y 70 ppm se consideran anómalos; los nen 300 ppm, las primeras se localizan en las
de 20 ppm se localizan (Plancha 2), en una quebradas El Socorro, a-3, La Dorada, a-3, y
cañada afluente de la Quebrada El Pino (c-3); en un afluente no denominado de la Peña-
en la Quebrada Granadillas, c-3; en una viva, d-7, mientras que las últimas se encuen-
quebradita (c-8) afluente de la Aguacaliente tran en la Quebrada El Silencio (a-3), y en el
y en una quebrada sin nombre conocido (b-3) Caño Surrucuca (a-2) al este del corregimiento
afluente del Río San Alberto; en el Río San Los Angeles (Plancha 3).
Pablo (c-5) se halla el de 70 ppm. Es de ano tar
que la muestra de la Quebrada Granadillas 6.2.3. CONCLUSION
contiene valores altos para plomo y molib -
deno. La interpretación de los resultados
obtenidos en el muestreo geoquímico regio nal
[Link]. Otros Elementos.- Se hará una breve de las planchas 86, Abrego y 97 Cáchira, señala
descripción de aquellos elementos valores anómalos para cobre, plomo, zinc,
que pueden ser significativos dentro del área molibdeno, estaño y plata; en dos localidades
considerada; debido a que sólo fueron encon- se observan valores anómalos superpuestos
trados en unas pocas muestras no se hace para dos elementos: en la Quebrada
análisis estadístico de ellos y se consideran Granadillas, para plomo y molibdeno, y en la
anómalos los resultados obtenidos. Quebrada Los Indios, afluente de La Urama,
para estaño y plata; sin embargo para esta-
Plata: El límite inferior de detec - blecer la verdadera significación de estos va-
ción para la plata es de 0,5 ppm, dentro del lores altos, se considera conveniente la reali-
área estudiada (Plancha 2); por encima de zación de un muestreo más cerrado a lo largo
este valor sólo se encuentran dos muestras 'de estas quebradas y de las adyacentes con el
con 1 y 1,5 ppm localizadas en una quebrada fin de determinar si existe un zona que pue da
sin nombre (d-5) que desemboca en la ser de interés.

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