0% encontró este documento útil (0 votos)
133 vistas53 páginas

Manual de Proceso Preanalítico en Laboratorio

Este manual describe los procedimientos preanalíticos para el laboratorio clínico Especialidades Corazón de Jesús. Explica factores que afectan los resultados de pruebas de laboratorio como el sexo, edad y dieta del paciente. Describe el proceso de solicitud de análisis, incluyendo criterios de aceptación y rechazo de solicitudes. Además, detalla procedimientos para la toma de muestras de sangre, orina, líquido cefalorraquídeo y otros fluidos, así como el uso correcto de materiales

Cargado por

Erika Macas
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd
0% encontró este documento útil (0 votos)
133 vistas53 páginas

Manual de Proceso Preanalítico en Laboratorio

Este manual describe los procedimientos preanalíticos para el laboratorio clínico Especialidades Corazón de Jesús. Explica factores que afectan los resultados de pruebas de laboratorio como el sexo, edad y dieta del paciente. Describe el proceso de solicitud de análisis, incluyendo criterios de aceptación y rechazo de solicitudes. Además, detalla procedimientos para la toma de muestras de sangre, orina, líquido cefalorraquídeo y otros fluidos, así como el uso correcto de materiales

Cargado por

Erika Macas
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd

MANUAL DE PROCESO PREANALÍTICO

LABORATORIO

CLINICO

ESPECIALIDADES

CORAZON DE JESUS
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 2 de 53

MANUAL DE PROCESO PREANALÍTICO

Elaborado por: Coordinador de Laboratorio Clínico Firma

Aprobado por: Gerencia General Firma

Tipo de Copia: Controlada No controlada

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 3 de 53

INDICE Página
I. FASE PREANALÍTICA...........................................................................................................................6
1. Causas preanalíticas de las fluctuaciones de los resultados de las pruebas de laboratorio.........................7
1.1. Fluctuación cronobiológica................................................................................................................7
1.2. Sexo...................................................................................................................................................7
1.3. Edad...................................................................................................................................................7
1.4. Posición.............................................................................................................................................8
1.5. Actividad física..................................................................................................................................8
1.6. Ayuno................................................................................................................................................8
1.7. Dieta..................................................................................................................................................9
1.8. Uso de fármacos y drogas de abuso...................................................................................................9
2. SOLICITUD, FASE INDISPENSABLE DE LA PREANALÍTICA PARA LOS ANÁLISIS DE
SANGRE...........................................................................................................................................................9
2.1. Recepción de solicitudes..................................................................................................................10
2.2. Criterios de aceptación de solicitudes de exámenes.........................................................................12
2.3. Procedimientos básicos para minimizar la aparición de errores.......................................................12
2.3.1. Parapacientesadultosyconscientes............................................................................................12
2.3.2. Para pacientes internados.........................................................................................................13
2.3.3. Para pacientes muy jóvenes o con algún tipo de dificultad de comunicación..........................13
2.4. Criterios de rechazo de solicitudes de análisis.................................................................................13
3. TOMA DE MUESTRAS.........................................................................................................................14
3.1. Factores condicionantes de la muestra.............................................................................................14
3.2. Preparación del paciente..................................................................................................................15
3.3. Incidencias de la extracción.............................................................................................................15
3.4. Consideraciones previas a la extracción..........................................................................................15

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 4 de 53

3.4.1. Postura.....................................................................................................................................16
3.5. Materiales para la Obtención de la muestra.....................................................................................17
3.5.1. Tubos.......................................................................................................................................17
3.5.2. Dispositivo para la extracción:.................................................................................................18
3.5.3. Antisépticos ehigiene...............................................................................................................18
3.5.4. Guantes....................................................................................................................................19
3.5.5. Torniquete................................................................................................................................19
3.6. Extracción de sangre........................................................................................................................21
3.6.1. Elección de la zona para realizar la venopunción.....................................................................21
3.6.2. Procedimiento para la extracción sangre venosa por vacío......................................................23
3.6.3. Procedimientos de extracción de sangre venosa con jeringa yaguja........................................27
3.6.4. Procedimiento para la Extracción sangre Arterial....................................................................30
3.6.5. Procedimiento para extracción de sangre Capilar....................................................................30
3.6.6. Extraccionesensituaciones particulares....................................................................................31
3.7. Extracción de otras muestras...........................................................................................................33
3.7.1. Hemocultivos...........................................................................................................................33
3.7.2. Orina........................................................................................................................................34
3.7.3. Líquido Cefalorraquídeo (LCR)...............................................................................................36
3.7.4. Otros Líquidos Orgánicos (Peritoneal, Pleural, Articular, Pericárdico)...................................36
3.7.5. Heces.......................................................................................................................................37
3.7.6. Cultivos Faríngeos...................................................................................................................37
3.7.7. CULTIVO DE PIEL Y MUCOSAS........................................................................................38
3.7.8. MUESTRAS ÓTICAS, OCULARES Y DENTALES.............................................................38
3.7.9. CULTIVOS DEL TRACTO GENITAL..................................................................................39
3.7.10. Muestras especiales.................................................................................................................40
3.7. Transporte de la muestra..................................................................................................................41
3.8. Normas de seguridad e higiene........................................................................................................42
4. Referencia:..............................................................................................................................................42

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 5 de 53

5. ANEXOS...................................................................................................................................................43

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 6 de 53

I. FASE PREANALÍTICA

Una de las principales finalidades de los resultados de las pruebas de laboratorio es reducir las dudas que
surgen en el raciocinio médico como consecuencia de la historia clínica y el examen físico. Para que el
laboratorio clínico pueda atender adecuadamente a este propósito, es indispensable que todas las fases de
asistencia al paciente se lleven a cabo conforme a los más elevados principios de corrección técnica,
teniendo en cuenta la existencia y la importancia de diversas variables biológicas que influyen de forma
significativa en la calidad final del trabajo.

En la actualidad, es común la afirmación de que la fase preanalítica es la responsable de cerca del 70% del
total de los errores cometidos en los laboratorios clínicos que cuentan con un sistema de control de la calidad
bien establecido. Adicionalmente, algunas características de esta fase aumentan, con mucho, el grado de
complejidad y, por consiguiente, la oportunidad de aparición de errores y no de coincidencias.

La fase preanalítica incluye la indicación de la prueba, la redacción de la solicitud, la transmisión de


eventuales instrucciones de preparación del paciente, la evaluación de la atención a las condiciones previas,
procedimientos de extracción, acondicionamiento, conservación y transporte de la muestra biológica hasta el
momento de la realización efectiva de la prueba.

De ese modo, la fase preanalítica se desarrolla como consecuencia de la secuencia de actuaciones de un gran
número de personas con diferente formación profesional, intereses y grado de implicación. Al médico que
solicita la prueba y a sus auxiliares directos les interesa la obtención, en ocasiones con carácter urgente, de
un resultado de laboratorio. El paciente tiene la preocupación de la posible incomodidad que puede suponer
la preparación de la recogida de la muestra. Al personal que extrae la muestra, le preocupa cumplir con los
requisitos técnicos de la recogida y los riesgos biológicos potencialmente. Asi mismo, a las personas
encargadas del acondicionamiento, conservación y transporte de la muestra, les competen la seguridad e
integridad del material y las muestras.

La correcta indicación de la prueba dependerá, en primer lugar, de la familiaridad del médico que la solicita
con los recursos disponibles en el laboratorio, así como de su conocimiento de las condiciones ideales para la
recogida de material. El médico solicitante, o sus auxiliares directos, debería ser la primera persona que
instruyera al paciente acerca de las condiciones necesarias para la realización de la prueba, informándolo de
la eventual necesidad de preparación, como ayuno, interrupción del uso de algún medicamento, dieta
específica o práctica de actividad física.

De una forma ideal, el paciente debería ponerse en contacto con el laboratorio clínico, donde recibiría
información adicional y complementaria, con los pormenores, como el horario más indicado para la recogida
y la necesidad de frascos apropiados para la recogida en su domicilio de algún material. El paciente, de
ningún modo, es un agente neutro en este contexto, dado que influye de forma significativa en la calidad de la
atención que se le presta. De este modo, es preciso prestar atención en el sentido de asegurarse de que

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 7 de 53

entendió las instrucciones que se le han proporcionado y de que dispone de los medios para seguirlas.
Algunas veces, no es tarea fácil obtener información importante, omitida voluntaria o involuntariamente por
el paciente.

Para que los resultados de algunas pruebas de laboratorio tengan algún valor clínico, se debe registrar el
horario de recogida, haciendo mención al uso de determinados medicamentos (incluyendo el tiempo de uso y
dosis).

1. Causas preanalíticas de las fluctuaciones de los resultados de las pruebas de laboratorio

Tradicionalmente se conocen como condiciones preanalíticas: fluctuación cronobiológica, sexo, edad,


posición, actividad física, ayuno, dieta y uso de fármacos para fines terapéuticos o no. Desde una perspectiva
más amplia, otras condiciones deberán ser consideradas, como procedimientos terapéuticos o diagnósticos,
cirugía, transfusiones de sangre o infusión de soluciones.

1.1. Fluctuación cronobiológica:

Corresponde a las alteraciones clínicas en la concentración de un determinado parámetro en función del


tiempo. El ciclo de fluctuación puede ser diario, mensual, estacional, anual, etc. La fluctuación circadiana
tiene lugar, por ejemplo, en las concentraciones de hierro y de cortisol en el suero. Las recogidas realizadas
por la tarde proporcionan resultados hasta un 50% más bajos que los obtenidos en las muestras recogidas por
la mañana. Las alteraciones hormonales típicas del ciclo menstrual también pueden dar lugar a fluctuaciones
en otras sustancias. Por ejemplo, la concentración de aldosterona es casi un 100% más elevada en la fase
preovulatoria que en la folicular. Además de las fluctuaciones circadianas propiamente dichas, también se
han de tener en cuenta las fluctuaciones en las concentraciones de algunas sustancias en función de las
alteraciones medioambientales. En días de calor, por ejemplo, la concentración sérica de las proteínas es
significativamente más elevada en muestras recogidas por la tarde en comparación con las obtenidas por la
mañana, en función de la hemoconcentración.

1.2. Sexo

Además de las diferencias hormonales específicas y características de cada sexo, otros parámetros
sanguíneos y urinarios se presentan en concentraciones significativamente distintas entre hombres y mujeres
como consecuencia de las diferencias metabólicas y de la masa muscular, entre otros factores. En general,
los intervalos de referencia para estos parámetros son específicos para cada sexo.

1.3. Edad

Algunos parámetros bioquímicos poseen concentración sérica dependiendo de la edad del individuo. Esa
dependencia es consecuencia de diversos factores, como la madurez funcional de los órganos y sistemas,
contenido hídrico y masa corporal. En situaciones específicas, incluso los intervalos de referencia deben

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 8 de 53

tener en cuenta esas diferencias. Es importante recordar que las mismas causas de fluctuaciones
preanalíticas que afectan a los resultados de laboratorio en individuos jóvenes, interfieren en los resultados
de las pruebas realizadas a individuos mayores, aunque la intensidad de la fluctuación tiende a ser mayor en
este grupo de edad. Las enfermedades subclínicas también son más comunes en los individuos de más edad
y tienen que ser consideradas en la evaluación de la variabilidad de los resultados, aunque las propias
fluctuaciones biológicas y ambientales no se deben subestimar.

1.4. Posición
Un cambio rápido en la postura corporal puede causar fluctuación es en la concentración de algunos
componentes séricos. Cuando el individuo pasa de la posición supina a la posición erecta, por ejemplo, tiene
lugar un flujo de agua y sustancias filtrables del espacio intravascular al intersticial. Las sustancias no
filtrables, tales como las proteínas de alto peso molecular y los elementos celulares, tendrán una
concentración relativa elevada hasta que el equilibrio hídrico se restablezca. Por esta razón, los niveles de
albúmina, colesterol, triglicéridos, hematocrito, hemoglobina, de drogas que se vinculan a las proteínas y el
número de leucocitos pueden ser sobreestimados. Ese aumento puede ser del 8 al 10% de la concentración
inicial.

1.5. Actividad física

El efecto de la actividad física sobre algunos componentes sanguíneos es, en general transitorio y
deriva de la movilización de agua y otras sustancias entre los diferentes compartimentos corporales, de las
variaciones de las necesidades energéticas del metabolismo y de la eventual modificación fisiológica que la
propia actividad física condiciona. Esta es la razón por la que se prefiere recoger muestras en pacientes en
condiciones basales, que son más fácilmente reproducibles y estandarizables. El esfuerzo físico puede
ocasionar el aumento de la actividad sérica de algunas enzimas, como la creatinaquinasa, la aldolasa y la
aspartato aminotransferasa, por el aumento de la liberación celular. Ese aumento puede persistir de entre 12
y 24 horas después de la realización de ejercicio. Alteraciones significativas en el grado de actividad física,
como ocurre, por ejemplo, en los primeros días de un ingreso hospitalario o de una inmovilización,
producen fluctuaciones importantes en la concentración de algunos parámetros sanguíneos. El uso conjunto
de algunos medicamentos, como las estatinas, por ejemplo, puede potenciar estas alteraciones.

1.6. Ayuno

Habitualmente se recomienda un período de ayuno para la extracción de sangre en pruebas de laboratorio.


Los estados postprandiales, en general, están acompañados de turbiedad del suero, que puede interferir en
algunas metodologías. En los niños y personas mayores, el tiempo de ayuno debe guardar relación con los
intervalos de alimentación. Se deben evitar extracciones de sangre después de períodos muy prolongados de
ayuno (por encima de las 16horas). El período de ayuno habitual para la extracción rutinaria de sangre es de
8 horas, pudiendo reducirse a 4 horas, para la mayoría de las pruebas, y en situaciones especiales, en niños
de corta edad, puede ser de apenas 1 ó 2 horas.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 9 de 53

1.7. Dieta

La dieta a la que está sometido el individuo, respetando siempre el período reglamentario de ayuno, puede
interferir en la concentración de algunos componentes, dependiendo de las características orgánicas del
propio paciente. Alteraciones bruscas de la dieta, como, en general, en los primeros días de un ingreso
hospitalario, exigen cierto tiempo para que algunos parámetros vuelvan a los niveles basales.

1.8. Uso de fármacos y drogas de abuso

Es un tema amplio e incluye tanto la administración de sustancias con fines terapéuticos como las utilizadas
para fines recreativos. Ambos pueden ocasionar variaciones en los resultados de las pruebas de laboratorio,
ya sea por el propio efecto fisiológico, in vivo, ya sea por la interferencia analítica, in vitro. Entre los
efectos fisiológicos, deben citarse la inducción y la inhibición enzimáticas, la competencia metabólica y la
acción farmacológica. Entre los efectos analíticos destacan la posibilidad de unión preferente a las proteínas
y eventuales reacciones cruzadas.

Por su frecuencia, vale la pena mencionar los efectos del alcohol y del tabaco. Incluso el consumo
esporádico de etanol puede provocar alteraciones significativas y casi inmediatas en la concentración
plasmática de glucosa, de ácido láctico y de los triglicéridos, por ejemplo. El uso permanente es
responsable de la elevación de la actividad de la gamma glutamiltransferasa, entre otras alteraciones. El
tabaquismo es la causa de la elevación en la concentración de hemoglobina, en el número de leucocitos y
eritrocitos y en el volumen corpuscular medio, además de otras sustancias, como adrenalina, aldosterona,
antígeno carcinoembrionario y cortisol. Por último, también ocasiona la reducción de la concentración de
colesterol HDL.

2. SOLICITUD, FASE INDISPENSABLE DE LA PREANALÍTICA PARA LOS ANÁLISIS DE


SANGRE

La fase inmediatamente anterior a la extracción de sangre para pruebas de laboratorio, comienza con la
solicitud del análisis, pasando por la obtención de la muestra, y finalizando cuando se empieza el análisis
propiamente dicho, debe ser objeto de atención por parte de todas las personas implicadas en la atención de
los pacientes, a fin de evitar fallos o variables que puedan comprometer la exactitud de los resultados.

De este modo, es importante entender que la fase preanalítica requiere atenciones y cuidado para detectar,
clasificar y adoptar las medidas conducentes a la reducción de los fallos. Asimismo, cuando se pretende
determinar la calidad de nuestros sistemas analíticos, a través del análisis de su precisión, partimos de que
la fase preanalítica está bien controlada, permitiendo de esta manera que los esfuerzos, llevados a
cabo en el estudio de esa precisión, contribuyan a la mejora de las fases siguientes, esto es, las fases
analítica y post analítica.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 01/0/2018
Laboratorio – Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 10 de 53

Es generalmente aceptado que se deben cumplir varios procesos preanalíticos antes de realizar el análisis de
las muestras. En ellos se encuentran implicados los médicos solicitantes, que transmiten las directrices
iniciales al paciente, garantizando su entendimiento por parte de este y su adhesión a lo que se recomendó o
solicitó. Ese aspecto puede ser mejorado por medio de instrucciones escritas u orales, en un
lenguaje sencillo, proporcionándole orientación tanto acerca de la preparación como de la recogida de la
muestra, con el fin de facilitar el entendimiento por parte del paciente. Por último, las fases
correspondientes a las actividades del laboratorio, como recepción, registro, recogida y selección del
material recogido.

Las variables de la fase preanalítica que conciernen a los procesos del laboratorio y que son responsables de
cerca del 60 - 70% de los fallos son innumerables, contándose entre las más evidentes:

 Muestra insuficiente;
 Muestra incorrecta;
 Muestra inadecuada;
 Identificación incorrecta;
 Problemas de acondicionamiento y transporte de la muestra.

Es importante ser consciente de que la medida de esos fallos en los diversos procesos, a través del análisis
de indicadores, puede contribuir a detectar su causa y consecuentemente a su mejora.

Es necesario establecer, dentro de nuestros protocolos de recogida, los criterios de rechazo de muestras,
evitando, de este modo, que muestras con problemas sean analizadas, dando lugar a un resultado que no se
podrá interpretar de forma adecuada en virtud de las restricciones sobrevenidas por la inadecuación del
material recogido. Con todo, es necesario estar atento en los casos en los que algunas muestras
consideradas nobles (líquido, por ejemplo) puedan ser analizadas, aunque las restricciones sobrevenidas del
proceso de su obtención se evidencien en el resultado.

Cualesquiera que sean las pruebas a realizar, es fundamental la identificación positiva del paciente y
de los tubos en los que se depositará la sangre. Se debe encontrar una forma de establecer un vínculo seguro
e indisoluble entre el paciente y el material recogido, para que, finalmente, se garantice la trazabilidad de
todo el proceso.

2.1. Recepción de solicitudes

Las solicitudes de exámenes de Laboratorio Clínico se receptarán de acuerdo al siguiente horario:

 De consulta externa: la atención y entrega de turnos se la realiza de 7 a 9 de la mañana, de ser posible


realizarlos de 3 a 5 días previos a la atención médica, con la finalidad de entregar resultados al médico
acordes al estado de salud actual del usuario.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 11 de 53

 De hospitalización: las solicitudes exámenes deberán estar en el laboratorio clínico antes de las 7 de la
mañana, para el caso del servicio de pediatría, mismos que deberán ser receptados por el personal que se
encuentre en el servicio, registrarlos en el cuaderno de registro correspondiente (registro de ingreso
muestras y solicitudes), y colocados en la parte destinada a muestras de hospitalización, para que el
personal del Laboratorio asignado (área de hematología) ejecute la toma selectiva en piso de
hospitalización. Para el resto de los servicios se realizará la recepción de las solicitudes con las
respectivas muestras, de igual forma la persona que recepta y la que realiza la entrega registran y son
colocadas en el área destinada para muestras de hospitalización. Todas las solicitudes de exámenes
deberán contener todos los datos tal como se detalla más adelante.
 De emergencia: las solicitudes de exámenes considerados como emergentes serán receptadas las 24
horas del día, por laboratorio de emergencia, con sus respectivas muestras y de igual forma el registro
correspondiente por parte de la persona que realiza la entrega como la que recepta.

La fase siguiente es la toma de muestras (Ver Sección de toma de muestras) desde las 7 de la mañana por
parte de los profesionales una vez concluido esto se remite las muestras a cada área técnica para su proceso.

a) Bajo ninguna circunstancia el personal técnico de laboratorio tomará decisiones respecto a la realización
de análisis adicionales, más lo sugerirá, limitando sus funciones a la emisión de recomendaciones al
personal médico respecto a los análisis complementarios que se pudieran requerir.
b) El personal técnico realizará exámenes acorde al perfil de solicitud receptada, además tomando en cuenta
la cartera de servicio, como ejemplo: si por laboratorio de emergencia en la solicitud se encuentra perfil
lipídico este no se realizará.
c) Para el transporte de muestras desde los diferentes servicios del hospital hacia el laboratorio clínico serán
transportados únicamente por el personal de salud aplicando medidas de bioseguridad y desde el
laboratorio por el personal capacitado para el propósito, en este caso debe colocarse los tubos de sangre
en gradillas adecuadas o en contenedores adecuados y si se trata de otros fluidos corporales como orina,
heces y otros, pueden ser transportados en bandejas cerradas o contenedores cerrados.
d) Rotular tubos o contenedores primarios de la muestra.- Cada uno de los tubos o contenedores primarios
de las muestras deben ir correctamente rotulados con los datos que permitan una adecuada identificación
de la muestra con los dos nombres y apellidos completos.
e) En caso de muestras que necesiten cadena de custodia esto deberá ser realizado por el personal
autorizado.
f) La cadena de custodia debe incluir la siguiente información:
 Sitio, fecha y hora de la recolección de la muestra y el medio de transporte
 Nombre, fecha y firma del Técnico que recolecto la muestra
 Nombre, fecha y firma del conductor
 Tipo de muestra y pruebas solicitadas
 Identidad del receptor y responsable de la muestra
 Fecha y hora de recepción de la Muestra
 Condición de la muestra y Temperaturas en el momento de la recepción
Emisor: Aprobado por: Calidad
Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 12 de 53

7. Si se aceptan muestras primarias comprometidas el informe de Laboratorio debe indicar la naturaleza del
problema y si proceden, las precauciones requeridas cuando se interprete el resultado.
8. Se procesaran muestras comprometidas en el caso de niños, neonatos y en pacientes que sea de difícil
obtención o pacientes críticos caso contrario se deberá obtener una nueva muestra primaria.
9. Las solicitudes de análisis que se receptaran fuera de horas laborales son los cultivos de todo tipo de
muestras biológicas (excepto Urocultivos) y las muestras de emergencia. El laboratorio cuenta con los
equipos e instrumentos necesarios para la conservación y almacenamiento de la muestra hasta su proceso.
10. En caso de Urocultivos de pacientes pediátricos se receptaran las 24 horas adjunto con el resultado de
Emo +Gram y se realizara el urocultivo si amerita. La siembra la realiza el personal lo más rápido posible
y la muestra se la guarda en refrigeración hasta el siguiente día para confirmar la siembra.
11. En caso de neonatos que aún no poseen historia clínica ni cédula de ciudadanía se les colocará la
codificación que será la fecha y hora de nacimiento, para su posterior uso en el registro de la muestra en
el laboratorio clínico.
12. Es política del servicio de laboratorio clínico la entrega y recepción de turno o guardia tanto en forma
verbal como en forma escrita, por parte del personal e informar todas y cada uno de los acontecimientos
de relevancia durante las horas de trabajo en el Registro dirigido para este objetivo y poder aplicar las
correcciones según el caso lo amerite.

2.2. Criterios de aceptación de solicitudes de exámenes

Serán procesados los siguientes:

 Las solicitudes de los exámenes del laboratorio, realizadas únicamente por profesionales Obstetrices,
Médicos Tratantes o Residentes con nombramiento regular del Ministerio de Salud Pública, que se
encuentren laborando en el hospital o en la red de salud del MSP, o en caso de IESS deberán ser
acompañadas estas solicitudes con código de validación del IESS, copia de cedula de identidad y
carnet de afiliación.
 Identificación apropiada: nombres y apellidos, edad, sexo, número de cédula (historia clínica),
procedencia, fecha y hora de la solicitud y de la toma de muestra.
 Volúmenes aceptables, Flebotomía y temperaturas apropiadas marcos de tiempo y si amerita
almacenaje adecuados (ver sección de almacenamiento).

2.3. Procedimientos básicos para minimizar la aparición de errores

El personal de salud se debe asegurar de que la muestra se obtendrá del paciente especificado en la solicitud
de la prueba.

2.3.1. Para pacientes adultos y conscientes

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 13 de 53

 Pedir que facilite nombre completo, número de identificación, edad o fecha de nacimiento.
 Comparar esta información con las que constan en la solicitud de pruebas.

2.3.2. Para pacientes internados

 En general, se debe constatar la identidad en el brazalete. El número de la cama nunca se debe


utilizar como criterio de identificación.
 Informar de cualquier discrepancia en la información.

2.3.3. Para pacientes muy jóvenes o con algún tipo de dificultad de comunicación.

 El personal de enfermería debe valerse de la información proporcionada por algún acompañante o


por otro personal sanitario.
 Los pacientes atendidos en urgencias pueden ser identificados por su nombre y número de entrada en
el registro de la unidad de urgencia.
 Es indispensable que la identificación pueda ser localizada en cualquier momento del proceso.
 El material recogido debe ser identificado en presencia del paciente por medio de la colocación en
los tubos de recogida el nombre del paciente, la fecha y hora de recogida y el número de cédula o de
registro.

2.4. Criterios de rechazo de solicitudes de análisis

No serán procesados:

 Solicitudes de exámenes que NO estén correctamente llenas, sellados y firmados por los
profesionales.
 Las solicitudes de exámenes suscritas por estudiantes de medicina, enfermería, tecnólogos u otro
personal no autorizado
 Solicitudes de exámenes que presenten contaminación con fluidos corporales (sangre, orina, heces u
otros.)
 Solicitudes de exámenes de instituciones que no pertenezcan a la Red de Salud Pública.
 Discrepancia en la identificación del paciente la muestra y la solicitud
 Inadecuado medio de transporte y envase
 Demora prolongada desde la toma de muestra hasta la recepción
 Demora en el envió de muestras microbiológicas

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 14 de 53

 Orina recolectadas en bolsa de catéter


 Orinas Contaminadas
 Muestras obtenidas a través de tubo torácico
 Muestras de Sondas Foley.
 Cultivo para anaerobio en Heces
 Transporte y temperatura inadecuados.
 Líquidos en tubos con tapones de algodón
 Muestras coaguladas para análisis hematológicos
 Muestras coaguladas para análisis hematológicos
 Muestras de catéter en medio de transporte inadecuado
 Líquidos Corporales en tubos inadecuados
 Muestras primarias con volúmenes insuficientes
 Se procesaran muestras con una identificación apropiada
 Muestras Hemolizadas
 Las solicitudes de los exámenes no pueden ir junto a las muestras biológicas.
 Las muestras no deben ser pegadas en las solicitudes de los análisis como: tubos, capilares etc.

No se recibirá muestras transportadas por personas ajenas al Hospital General de Chone.

3. TOMA DE MUESTRAS

Las recomendaciones adoptadas a continuación se basan en las normas del Clinical and Laboratory
Standards Institute (CLSI).

3.1. Factores condicionantes de la muestra

Se han descrito factores pre-analíticos que pueden afectar de forma decisiva a la calidad de los resultados
finales. Algunos de los factores relacionados con el paciente son inmodificables y por tanto no controlables,
es decir, no podemos actuar sobre ellos(sexo, edad, raza, embarazo, etc.), sin embargo la correcta
identificación de los mismos puede ayudarnos a evitar interpretaciones erróneas. Existen otro grupo de
factores pre-analíticos que sí son modificables y sobre los que conviene actuar adoptando medidas de
homogeneización que nos van a permitir minimizar la influencia que estos factores ejercen sobre el resultado
final.

La determinación de ciertas magnitudes requiere una preparación previa por parte de lpaciente (dieta,
medicación, ayuno, selección de día del ciclo menstrual, etc.) y en algunas ocasiones los especímenes son
recogidos por el paciente en su propio domicilio (orina, heces,) por lo que es necesario que previamente
reciba las instrucciones, verbales y/o por escrito, necesarias para asegurar una correcta preparación.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 15 de 53

Ante cualquier extracción sanguínea es recomendable que el paciente realice un ayunoprevio de mínimo de 4
horas y máximo de 12 horas, siendo la recomendación de 8 horas, si ello no está contraindicado.

3.2. Preparación del paciente

Como ya se describió las causas pre analíticas de fluctuaciones son una variable muy importante a ser tomada
en cuenta, la dieta, y la ingesta de líquidos pueden tener influencia en varias magnitudes bioquímicas y
hematológicas; por otra parte, la desnutrición y el ayuno prolongado también pueden alterar algunas
magnitudes de manera clínicamente relevante (incrementos de urea, ácido úrico, creatinina); el ejercicio
físico produce cambios hormonales, cambios en la distribución de volumen entre distintos compartimentos y
a pérdida de volumen por sudoración, en el paciente ingresado, difícilmente puede haber interferencias
debidas a ejercicio físico, pero sí puede ocurrir esta circunstancia en pacientes que acuden a los Servicios de
Urgencia, el registro del uso de algún medicamento, la realización de algún procedimiento
diagnósticooterapéuticoprevio, recordar que la ingesta aguda o crónica de etanol, el hábito de fumar, y las
drogas de adicción también provocan interferencias en las determinaciones del laboratorio por lo que
deberían ser tenidas en cuenta en la interpretación de los resultados.

3.3. Incidencias de la extracción.

A fin de evitar una errónea interpretación de los resultados del laboratorio se recomienda la toma de muestras
después de un período de ayuno de 8-12 horas. Sin embargo, en situaciones de Urgencia a menudo no es
posible seguir esta recomendación; por lo que, antes de la extracción a un paciente, se le ha de interrogar
sobre la ingesta reciente de líquidos y alimentos, y se sugiere anotarlo en la historia clínica y de ser posible
como una nota adicional en la solicitud como “incidencias de extracción” con el fin de que se pueda tomar
en cuenta por el médico y personal de laboratorio en la interpretación de los resultados.

3.4. Consideraciones previas a la extracción

En el momento de la extracción de sangre, es necesario cerciorarse, sin lugar adudas, de que el paciente al
que se va a realizar la extracción es el mismo cuyos datos figuran en la solicitud, el correcto manejo de estos
datos facilitará las actuaciones del Laboratorio y la correcta interpretación de los resultados. La ausencia de
estos datos será motivo de rechazo por parte del Laboratorio, toda solicitud incompleta conlleva un retraso en
la recepción de los resultados y puede hacer necesaria una nueva extracción en caso de que haya dudas sobre
la identidad del paciente o de la muestra, la confusión en los nombres o el intercambio de peticiones o
muestras entre dos pacientes puede tener muy serias consecuencias en su diagnóstico o/y tratamiento.

Cuando se solicitan en la misma hoja de petición determinaciones en muestras de sangre y orina u otros
líquidos biológicos se esperará a tener todas las muestras para remitirlas al Laboratorio o se complementará
una solicitud para cada una de ellas.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 16 de 53

En las hojas de petición en que se soliciten determinaciones analíticas seriadas (perfiles glucémicos) debe
constar la hora en que han de realizarse las mismas y el tipo de sobrecarga si procede.

En el caso de muestras tomadas en el servicio de laboratorio clínico: la muestra debe quedar perfectamente
identificada en el momento de la extracción acorde al código del sistema LIS, ya sea con la misma etiqueta de
código barras o de forma manual de la solicitud correspondiente a ese paciente

La sangre nunca deberá extraerse de una zona próxima al lugar de la vía. Debe extraerse en el brazo opuesto.
Si es posible deberá esperarse una hora después de terminada la infusión de sueros salinos o glucosados, y
ocho horas después de nutrición parenteral, para obtener la muestra del laboratorio.Si las muestras son
tomadas de un catéter, éste debe enjuagarse con solución salina isotónica en cantidad aproximada al volumen
del catéter. Los cinco primeros mililitros de sangre deberán ser desechados antes de la recolección de la
muestra de sangre. Esto es especialmente importante cuando se trata de muestras para pruebas de
coagulación, frecuentemente contaminadas por heparina cuando se extraen de catéteres.

3.4.1. Postura
Laposicióndelpacientetambiénpuedeprovocarerroresenlosresultados. Que el paciente se encuentre incómodo,
junto con que sienta ansiedad, puede conducir a la liberación indebida de algunos analitos en la corriente
sanguínea.

Es un hecho bien conocido, que la posición del cuerpo influye en la concentración de los componentes de la
sangre. Un cambio desde la posición horizontal a la vertical produce un movimiento de agua desde el
compartimiento intravascular al intersticial: la consecuencia es una reducción del volumen plasmático (que
puede llegar hasta el 12% en individuos normales), con el consiguiente aumento en la concentración
sanguínea de componentes celulares y macromoleculares.

Por tanto, la extracción de sangre al paciente encamado, aumenta entre un 5% y un 15% la concentración de
los componentes celulares (biometría) y de las moléculas de gran tamaño del plasma (proteínas, enzimas,
colesterol, triglicéridos), con respecto a las concentraciones obtenidas en el mismo paciente en posición
vertical.

Este efecto de la postura, puede pronunciarse aún más en pacientes con tendencia a presentar edemas
(insuficiencia cardiaca, cirrosis hepática)

 Pacientes encamados:

El paciente debe descansar confortablemente sobre su espalda.Si se necesita un apoyo adicional, puede
colocarse una almohada bajo el brazo del que se va a extraer la muestra. El paciente debe extender su brazo,
de manera que forme una línea recta desde el hombro a la muñeca.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 17 de 53

 Pacientes ambulatorios:

El paciente debe sentarse confortablemente en una silla, con el antebrazo colocado en un apoyabrazos
inclinado y el brazo extendido, de manera que forme una línea recta desde el hombro a la muñeca. El brazo
debe apoyarse firmemente en el apoyabrazos y no debe estar doblado a nivel del codo.

3.5. Materiales para la Obtención de la muestra

3.5.1. Tubos

s necesario tomar en cuenta el tipo de determinación biológica e realizarse para escoger el tubo adecuado, en
el Hospital Provincial General de Latacunga se utilizan los siguientes:

Tubo sin aditivos: (tubo tapa roja) Utilizados para la obtención de suero (pruebas deBioquímica, serología,
inmunología); no llevananticoagulante aunque sí contienen (no obligatoriamente) activadores,que facilitan la
retracción del coágulo, algunos tubos contienen gel separador (Tubo tapa amarilla/roja), que facilita
laseparación de suero y coágulo tras la centrifugación.

Con ella se obtiene el suero, tras dejar reposar la sangre recién extraída al menos 10 minutos a temperatura
ambiente para que se forme elcoágulo y centrifugar. Se utilizan varios tamaños, como el grande de 10 ml y
microtubos de 0,8 ml.

Tubo con EDTA: Contiene como anticoagulante el EDTA K3 (sal tripotásica del ácido etilén-diamino-
tetraacético). Es el tubo utilizado para la biometría hemática (hemogramas), Banco de Sangre, grupo
sanguíneo y otras pruebas. Con ella se obtiene sangre total anticoagulada.

Se manejan los pequeño de 4 ml, y microtubos de 1 ml.Estos tubos poseen tapas de color lila.

Tubo Citrato (para coagulación): Contienen como anticoagulantecitrato trisódico. El citrato viene en una
cantidad prefijada paramezclarse con un volumen fijo de sangre; la exacta proporción desangre y
anticoagulante es crucial en la realización de las pruebas decoagulación, ya que si no es la adecuada, los
resultados se alteran.Con ella se obtiene el plasma, tras centrifugación de la sangre anticoagulada.Se maneja
los de 4.5 ml y de 1,8 ml.Estos tubos poseen tapas de color celeste- azul.

Orden de Extracción de los tubos.

El orden de los tubos es importante para prevenir la contaminación de las muestras por anticoagulantes no
deseados.

Se ha de realizar de la siguiente manera:

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 18 de 53

1º.- Tubo tapa roja: sin activador del coágulo, para análisis de suero: sin anticoagulante,

2º.- Tubo tapa azul- celeste: anticoagulante citrato, para pruebas de coagulación:

3º.- Tubos tapa lila: anticoagulante EDTA,

El tubo de citrato, destinado a pruebas de coagulación, debe extraerse siempre antes que los que llevan otros
anticoagulantes, de manera que no se contamine con EDTA o Heparina de litio, lo cual puede interferir en el
estudio de coagulación. Si es el único tubo a extraer o tiene que ser el primero, antes se debería llenar un tubo
de descarte con unos 5 ml de sangre, con objeto de eliminar la posible contaminación de la muestra con
tromboplastina tisular proveniente del sitio de punción.

3.5.2. Dispositivo para la extracción:

Sistema al vacío:Dispositivo que permite la aspiración de la sangre directamente de la vena a través del
vacío, utiliza una aguja de dos puntas que se conecta directamente al tubo de análisis, constituyendo el
sistema para extracción de sangre por vacío, esta conexión está dada por un adaptador que es una pieza
plásticaque,una vez enroscada a la aguja de extracción múltiple de sangre al vacío posibilita a la persona que
extrae la sangre una mejor empuñadura yseguridad a la hora de extraer sangre venosa.

Jeringa y agujahipodermica: Seutilizadesde hace muchosaños y por serlatécnicamás antigua desarrollada


para laextraccióndesangrevenosa, no es la más recomendada.

Catéter de infusión: No es recomendable la extracción mediante estos dispositivos y peor aún si ya se


infundido alguna solución, pero se lo puede utilizar en pacientes con difícil acceso venoso y utilizar en forma
de goteo, siempre teniendo en cuenta normas de bioseguridad.

3.5.3. Antisépticos ehigiene


Algunas consideraciones son importantessobre el uso de soluciones de alcohol, tanto en la antisepsia de la
zona de punción, como la higiene de las manos.
Elalcoholtieneunamplioespectrode acción, para bacterias, hongos y virus, y con menor actividad sobre los
virushidrofílicosno envueltos, particularmente losenterovirus.Duranteeltiempohabitual
deaplicaciónparalaantisepsiadelas manos, no presenta acción esporicida.En concentraciones apropiadas,
los alcoholes tienen una reducción rápida y mayorenelrecuentodebacterias.Cuantomayor sea el peso
molecular del alcohol, mayor será su acción bactericida. Los datos de la literatura indican que las
solución esalcohólicashandeserpreparadas sobre la base del peso molecular y no sobre el volumen a ser
aplicado, afirmando queel alcohol a 70% es el que posee, de entre otras concentraciones, la
mayoreficaciagermicidainvitro.
En cuanto a higiene de manos deberserlimpiadasdespuésde entrarencontactocon cadapaciente,
evitandodeeste modo,la contaminación cruzada. Puederealizarcon aguayjabón,conforme alprocedimientode
lavado de manos, o utilizando alcohol en gel o líquido (ver manual de higiene de manos y/o gráficamente
Emisor: Aprobado por: Calidad
Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 19 de 53

ubicado en cada lavabo).

3.5.4. Guantes

Losguantesdesechablessonbarrerasdeprotecciónypuedenserconfeccionados en látex,vinilo, polietileno o


nitrilo.Algunosfuncionariospuedendesarrollardermatitisporelusoprolongadodeestos
elementosdeprotecciónindividual.Entalescasos,sedebenutilizarguantesdeotrosmateriales (nitrilo,polietilenoy
otrascomposiciones).Eluso deguantessintalco, así como la utilización de guantes revestidos internamente de
algodón, también pueden ser una alternativa para estos funcionarios con sensibilidad aestos materiales.
Esprudenteverificar sielpacientetienehipersensibilidadallátex. .Entalessituaciones,sedebeevitarel uso de
losguantes de látex.
Se debe cambiar de guantes antesde la realización dela venopunción,
debensercolocadosconcuidadoparaquenoserasguen.Deben quedar bienadheridosala pielpara quelapersona
que extraelasangre nopierda sensibilidaden el momento de la punción.

3.5.5. Torniquete:
El torniquete se utiliza paraaumentarla presiónintravascular, y facilita la palpación de la vena y que los
tubos de recogida o la jeringa se llenen.
Sedebedisponerdetorniquetesoproductosquecumplansufunciónalrealizar lavenopunción.Entreotros:
 Torniquetedeunsolouso,desechable,preferiblementequenocontengalátex.
 Elmanguitodeltensiómetroinfladohasta40mmHgparaadultos.
 Sedebeevitarelusodetorniquetes de tejidos plásticos,concierredegrapas
plásticas,hebillasotipossimilaresdefijación.
 Sieltorniquetecontienelátex,sedebepreguntaralpacientesitienealergiaa esecomponente.Si el
pacienteesalérgicoallátex, no utilizar esematerialparael torniquete.
 Los torniquetes de deben descartar inmediatamentesiestáncontaminadoscon
sangreuotrosfluidoscorporales.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 20 de 53

 Es posible que la personaqueextraela sangreno puedahacervisiblelavena


antecubitalconlaseguridadrequeridasinaplicacióndeltorniquete.
Precauciones en el uso del torniquete:
Esmuyimportantehacer un uso adecuado del torniquete (Imágenes 1, 2 y 3).
Cuandosuaplicaciónexcedeunminuto,puedeproducirseestasislocalizada, hemoconcentración e
infiltración de sangre en los tejidos, dando lugar a valores falsamente elevados para
todoslosanalitos basados en medidas de
proteínas,alteracióndelvolumencelularydeotroselementoscelulares.
Elusoinadecuadopuedellevaralasituacióndeerrordediagnóstico(como hemólisis, que puede tanto elevar el
nivelde potasio como alterar la dosis de calcio, etc.), así como dar lugar a complicaciones durante la
extracción (hematomas,hormigueoy,encasosextremos,signodeTrousseau,etc.)
Sihaylesionescutáneasenlazonaenquesequierepracticareltorniquete, se debe considerar la posibilidad de
utilizar una zona alternativa o aplicar el torniquetesobrelaropadelpaciente.

Procedimientos
Colocar elbrazodelpaciente,inclinándolohaciaabajo,desdelaalturadel hombro
Colocar el torniquete con el lazo hacia arriba para evitar la contaminación de la zona de punción.
No aplicarel procedimiento de golpear sobrela vena con dos dedos al
seleccionarlavena.Estetipodeprocedimientoprovocahemólisiscapilary,
portanto,alteraelresultadodealgunosanalitos.

Si se usa el torniquete para la selección preliminar de la vena, aplicarlo

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 21 de 53

duranteunbrevemomento,pidiendoalpacientequecierrelamano.Localizar la vena y aflojar el torniquete


enseguida.Esperar 2 minutos para utilizarlo nuevamente.
El torniquete de preferencia no deberá ser utilizado en algunas pruebas como lactato o calcio, para evitar
variacionesen el resultado.
Aplicar el torniquete de 7,5 a 10 cmpor encima de la zona de la punción para
evitarlacontaminacióndelazona.
No utilizar el torniquete de forma continuadadurante más de 1 minuto.
Alaplicareltorniquete,pediralpacientequecierrelamanoparahacervisible lavena.
No apretar el torniquete con intensidad,puesto que el flujo arterial no debe ser
interrumpido.Elpulsodebepermanecerperceptible.
Cambiareltorniquetesiempreque haya sospecha de contaminación.
.

3.6. Extracción de sangre

Una correcta extracción de sangre es parte fundamental del proceso analítico.

3.6.1. Elección de la zona para realizar la venopunción

Laeleccióndellugarderealizacióndelapunciónrepresentaunapartevitaldel diagnóstico.Existen diversos lugares


que pueden ser elegidos para la venopunción, como mencionaremosa continuación.
La zona más idónea para las venopunciones es la fosa antecubital, en la parte anterior delbrazo,frenteybajo
el codo,dondeselocalizaungran número de venas, relativamente próximasa la superficie de la piel.
Lasvenas deestazonavaríandepersonaenpersona,sinembargo,hay dostipos comunes desistemas de
distribución venosa:Unocon forma de Hy otro parecidoa una M. El patrón H se denominó de estemodo
debidoa las venas que lo componen (cefálica,cubitalmediana ybasílica)sedistribuyencomosifuesen una
H,yrepresenta alrededordel70%deloscasos. EnelpatrónM,ladistribucióndelasvenasmás
prominentes(cefálica,cefálicamediana,basílicamedianaybasílica)seasemejaala letra M. (las imágenes 4 y
5muestranla localizaciónde las venas del miembro superior y deldorso de la mano, respectivamente)
Aunque cualquier vena del miembro superior que esté en condiciones de ser
utilizadaparalaextracciónpuede serpunzada,lasvenascubitalmedianaycefálicason las utilizadasconmás
frecuencia. Entre ellas, la vena cefálicaesla más propensa a la formación
dehematomasypuededoleralpunzarla.
Cuandolas venasdeestaregiónnoestándisponibleso nosonaccesibles,las venas
deldorsodelamanotambiénpuedenserutilizadasparalavenopunción.Lasvenasde laparte inferior delpuñono
deben serutilizadasporque, aligual que ellas,losnervios y tendones están próximos a la superficie de lapielen
esazona.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 22 de 53

No se debenutilizar zonas alternativascomotobilloso extremidades inferioressinla autorización del médico,


debido al potencial significativo de complicaciones médicas que implican, por ejemplo: Flebitis, trombosis
o necrosis tisular.
Atención: Laspuncionesarterialesnosedebenconsiderarcomounaalternativaala venopunción por la
dificultad de extracción. Sólo debe considerarse previa autorización del asistente médico.

 Zonasquehayqueevitarparalavenopunción

- Preferiblemente,lasmuestrasdesangrenosedebenextraerdelosmiembrosenlos
quesehayancolocadolasvíasintravenosas.
- Evitarzonasquecontengangrandesáreasdecicatricesdequemaduras.
- Sedebeconsultar aunmédicoantesdeextraersangrecercadelazonadondese
practicólamastectomía,paraevitarlaspotencialescomplicaciones derivadasdela linfostasis.
- Laszonasconhematomas puedendarlugararesultadoserróneosenlaspruebas, independientemente
deltamañodelhematoma.Siotravena,enotrazona,nose
encontraradisponible,lamuestrasedebeextraerdistalmentealhematoma.
- Lasfístulasarteriovenosas, injertosvascularesocánulasvascularesnodebenser manipulados
paralaextraccióndesangreporpersonalnoautorizadoporelequipo médico.
- Evitepunzarvenastrombosadas. Esasvenassonpocoelásticas,separecenaun
cordónytienenlasparedesendurecidas.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 23 de 53

- Técnicasparadetectarlavena

- Observarlasvenasdemayorcalibre.
- Movimiento: Pediralpacientequebajeelbrazoyqueabraycierrelamano.Los movimientosde aperturade
las manosreducenla presiónvenosay relajanlos músculos.
- Masajes:Masajearsuavementeel brazodelpaciente(delpuñohaciaelcodo).
- Palpación:Realizadaconeldedoíndicedelapersonaqueextraelasangre.No
utilizareldedopulgarporlabajasensibilidaddelapercepcióndelaspulsaciones.Ese procedimiento
ayudaadistinguirentrevenasyarteriasporlapresenciade pulsaciones,
graciasalamayorelasticidadygrosordelasparedesdelosvasos arteriales.
- Fijarlasvenasconlosdedos,enloscasosde flacidez.

3.6.2. Procedimiento para la extracción sangre venosa por vacío

 Verificar que la cabina de extracción está limpia y guarnecida para iniciar las extracciones.
 Solicitaralpacientequedigasunombrecompletoparaconfirmarlapeticióndel médico y las etiquetas.
 Comprobar y ordenar todo el material a utilizar con el paciente, de acuerdo con la
peticióndelmédico(tubo,gasa,torniquete,etc.).Esaidentificacióndelostubos
sedeberealizarfrentealpaciente.
 Informar al paciente del procedimiento.
 Abrir el precinto (capuchón) de la aguja de extracciónmúltiple de sangre al vacío frente al paciente.
 Enroscarlaagujaal adaptadordelsistemadevacío.



 Higiene de las manos
 Colocarselosguantes
 Colocarelbrazodelpaciente,inclinándolohaciaabajo,alaalturadelhombro

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 24 de 53

 Realizarlaantisepsia.
 Aplicareltorniquetealbrazo del paciente.
 Retirarlaprotecciónquecubrelaagujadeextracciónmúltipledesangrepor vacío.

- Realizarlapunciónenunángulooblicuode30º,conelbiseldelaagujahacia arriba. Si es necesario, para ver


mejor la vena, estirar la piel con la otramano(lejosdelazonadondese harealizadolaantisepsia).

- Insertar el primer tubo de vacío (de acuerdo al orden de los tubos).

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 25 de 53

 Cuandolasangreempieceafluirdentrodeltubo,quitareltorniquetedelbrazo del paciente y pedirle que


abra la mano.

 Realizar el cambio de tubos sucesivamente.


 Homogeneizar inmediatamente después de retirar cada tubo, invirtiéndolo suavemente de 5 a 10
veces, dependiendo del tubo.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 26 de 53

 Despuésderetirarelúltimotubo,sacarlaagujaycomprimirlazonadepuncióncon algodón o gasa secos.

 Ejercer presión en la zona, en general, de 1 a 2 minutos, evitando así la formación de hematomas


ysangrados.Sielpacienteestáencondicionesdehacerlo, oriéntelo adecuadamente para que realice la
presión hasta que el orifico de la punción deje de sangrar.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 27 de 53

 Tenga cuidado con la aguja para evitar pinchazos accidentales y descarte la aguja inmediatamente
después de sacarla del brazo del paciente, en el recipiente adecuado, sin utilizar las manos (de
acuerdo con la normativa nacional, no desconectar la aguja, no volver a tapar). Si no existe el
guardián de cortopunzantes se vuelve a colocar su capuchón o tapa con técnica de una sola mano, y
desechar en el recipiente para objetos punzantes.
 Aplique unparche oclusivo en la zona de la punción.

 Indiquealpacientequenodobleelbrazo,quenocojapesoobolsaenbandoleraen elmismo ladodela


puncióndurante,almenos,1hora,y quenomantengaelbrazo doblado, pues puede funcionar como un
torniquete.
 Verificar si tiene alguna pregunta, proporcionando al paciente orientaciones adicionalessi
fuesenecesario.
 Asegurarsedelestadogeneraldelpaciente,preguntándolesiestáencondicionesde moverseporsísoloy
encasoafirmativo,entregarelcomprobantederetirada del resultado al paciente ydespuésdejarle
marchar.
 Colocarlasmuestrasenunlugaradecuadooenviarlasinmediatamenteaprocesar.

3.6.3. Procedimientos de extracción de sangre venosa con jeringa yaguja

- Confirmar los datos del paciente con los de la solicitud y etiquetar los tubos o recipientes en ese
momento frente al paciente.
- Comprobar que tenga todo el material a ser utilizado.
- Informar al paciente del procedimiento.
- Lavado de manos completo.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 28 de 53

- Abrir la jeringa frente al paciente.

- Colocarse los guantes limpios acorde a su talla.


- Colocar el brazo del paciente, inclinándolo hacia abajo, a la altura del hombro.
- Seleccionar la vena de forma preliminar y colocar el torniquete a 7 – 10 cm del lugar a realizar la
venopunción, pedir al paciente que abra y cierre la mano, a continuación, aflojar el torniquete y esperar 2
minutos para utilizarlo nuevamente.
- Realizar la antisepsia con alcohol etílico al 70% o etanol con la técnica de movimiento circular desde el
centro hacia fuera, dejar secar la zona durante 30 segundos para prevenir la hemólisis de la muestra, no
soplar, ni abanicar.
- Aplicar el torniquete nuevamente al brazo del paciente, sin topar la zona a ser realizado el
procedimiento.
- Retirar la protección de la aguja hipodérmica.
- Realizar la punción en un ángulo oblicuo de 30º a 45°, con el bisel de la aguja hacia arriba, si es
necesario, para ver mejor la vena y evitar movimientos en esta, estirar la piel con la otra mano, lejos de la
zona donde se realizó la antisepsia.
- Quitar el torniquete del brazo del paciente cuando la sangre empiece a fluir dentro de la jeringa. El
torniquete no debe exceder de un minuto, ya que puede producirse estasis localizada, hemoconcentración
e infiltración de sangre en los tejidos, dando lugar a valores falsamente elevados para todos los analitos
(valores) basados en medidas de proteínas, electrolitos, alteración del volumen celular y de otros
elementos celulares.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 29 de 53

- Aspirar lentamente el volumen necesario, evitando burbujas y espuma, y con agilidad, pues el proceso de
coagulación del organismo del paciente ya se activó en el momento de la punción.
- Retirar la aguja de la vena del paciente.

- Ejercer presión en la zona, de 1 a 2 minutos, evitando así la formación de hematomas y sangrados. Si el


paciente está en condiciones de hacerlo, indíquele que realice la presión hasta que deje de sangrar, sin
hacer flexión del brazo.

- Tenga cuidado con la aguja para evitar pinchazos accidentales y descarte la aguja inmediatamente
después de sacarla del brazo del paciente, en el recipiente adecuado, sin utilizar las manos (de acuerdo
con la normativa nacional, no desconectar la aguja, no volver a tapar). Si no existe el guardián de
cortopunzantes se vuelve a colocar su capuchón o tapa con técnica de una sola mano, y desechar en el
recipiente para objetos punzantes.
- Colocar la sangre en los respectivos tubos de acuerdo con la cantidad de sangre requerida en la etiqueta
de los tubos que van a ser utilizados (respetar, al máximo, la exigencia de la proporción de
sangre/aditivo).
- Atención: Está totalmente contraindicado perforar la tapa del tubo, pues ese procedimiento puede
causar la punción accidental, además de la posibilidad de hemólisis.
- Homogeneizar el contenido inmediatamente después de tapar cada tubo invirtiéndolo suavemente de 7 a
10 veces.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 30 de 53

- Enviar o llevar inmediatamente al laboratorio clínico la muestra y su respectiva solicitud para ser
procesadas.

3.6.4. Procedimiento para la Extracción sangre Arterial

Los sitios más comunes de punción arterial son las arterias femoral, braquial oradial.

En recién nacidos o en lactantes pueden utilizarse otros lugares, como la arteriaumbilical a las arterias del
cuero cabelludo.

Este procedimiento debe tomar mucha precaución y bajo criterio médico.

3.6.5. Procedimiento para extracción de sangre Capilar

La obtención de sangre por punción cutánea es el procedimiento de elección en niños pequeños en los que la
venopunción puede ser difícil y traumática.

Además, de esta manera, se extraen pequeñas cantidades de sangre: hay que tener en cuenta que en recién
nacidos, especialmente si son de bajo peso, laextracción repetida de muestras analíticas es causa de
anemización significativa que, no infrecuentemente, pueden obligar a transfundir para reponer
lasconsiderables pérdidas sanguíneas. Aplicar los siguientes pasos:

Seleccionar el lugar de la punción: Los lugares para la obtención desangre capilar son la superficie palmar de
la falange distal de cualquierdedo (mayores de 1 año) y la superficie plantar lateral o medial deltalón
(menores de 1 año).

No se hará la extracción en un dedo frío,cianótico, hinchado o con una cicatriz.

Desinfectar la zona dejando que se seque el líquido desinfectante, ya que puede causar hemólisis.

Realizar la punción con una lanceta desechable.

Recogida de la sangre. La primera gota que fluye después de lapunción cutánea deberá ser descartada,
retirándola con una gasaestéril. Aplicando una ligera presión, pero sin exprimir el lugar de lapunción, se irán
recogiendo las gotas de sangre (que debe fluir libremente) tocándolas con el borde del recolector, dejándolas
quefluyan por capilaridad al tubo de micromuestra.

Al terminar la recolección (el tubo tiene una suficiente cantidad desangre) se cerrará con firmeza. Los tubos
que contienenanticoagulante deben mezclarse muy bien invirtiéndolo al menos 10veces. Si se trata de
capilares, éstos deben estar libres de burbujas deaire. Prevención de la hemorragia: presionar la zona de
punción conuna gasa estéril hasta que deje de sangrar.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 31 de 53

Depositar la lanceta usada en un contenedor de seguridad.

No olvidar hacer una correcta identificación del paciente (especialmente importante en niños pequeños con
los que no nospodemos comunicar) y de la muestra.

3.6.6. Extraccionesensituaciones particulares

3.6.6.1. Extraccióndesangre vía catéter de infusión

No es recomendable la extracción mediante estos dispositivos debido alos riesgos


inherentesaeseprocedimiento,comocontaminaciones enlazonadeextracción y en el catéter, ademásdel aumento
considerable del volumen que hay que extraer, pero se lo puede utilizar en pacientes con difícil acceso
venoso y utilizar en forma de goteo, siempre teniendo en cuenta normas de bioseguridad y cantidad de
muestra en cada tubo.

Ademásde eso,lacomposición delamuestrapuedeverseprofundamenteafectada si se infundieron


fluidos,loquepuedegenerarresultadosincorrectosen las pruebasdelaboratorio realizadas.

Enloscasosenlosquefueseimprescindiblelaextracción es atravésdeuncatéterdeinfusión ya con algún tipo de


solución,sedeben tomar algunas precauciones como:
- Comunicarallaboratorioy anotar enlapeticiónlasustancia que se está infundiendo (suerofisiológico,
glucosa,dextrano,medicamentos,etc.).Todoesoporque esposibleque se produzcainfluenciaenlazona
delaextracciónsobrelacomposición del plasma/suero y, consecuentemente, sobreel
resultadoobtenido,
- Sedebe quitaruna cantidad adecuada delfluidocontenidoen elcatéterantesque
serecojanlasmuestrasparapruebasdiagnósticas.
- Elvolumenque setendrá que quitar dependerá delvolumen deespaciomuerto decada catéter en
particular.
- Serecomienda quitar dosveces el espacio muerto en pruebas queno seanpara estudios dehemostasis.
- Sedebeplanificarlahoradelaextraccióndeacuerdoconcadatipodeinfusión.

Extracciónporcatéterdeinfusiónpasoapaso:
- Tomartodaprecauciónparagarantizarqueelflujodeinfusiónseinterrumpe completamente,
- Realizar una asepsia rigurosa,
- Enjuagarlacánulaconsoluciónsalinaisotónicaconvolumenproporcionalal
tamañodelcatéter.Losprimeros 5,0ml desangrese debendescartarantesde
queseextraigalamuestradesangre.
- Conectareladaptadordeextracciónporvacíoolajeringaalcatéteryprocederà la extracción,
- Retirar el adaptador de la jeringa y realizarla asepsia del catéter,

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 32 de 53

- Sedebenrealizarprocedimientosparareiniciarlainfusiónenelpacientepor profesionales habilitados,


- Documentar en qué brazo, la región y donde se ha realizado la extracción, proximal odistal a la zona
de lainfusión.

3.6.6.2. Extraccióndesangreenotrostiposdeaccesos

Fístula arteriovenosa

La fístula es una conexión de desvío artificial realizada por un procedimiento quirúrgico para fundir una
vena con una arteria. Sólo se utiliza para la diálisis.
No se recomienda extraer sangre de un brazo con fístula. Cuando sea posible, las muestras se deben
recogeren el brazo opuesto.Además,es importantetomartoda precauciónal manipular una fístula, pues es un
acceso permanente.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 33 de 53

Fluidosintravenosos

Serecomiendaunaextraccióncapilarcuandoelaccesovenosonoestádisponible de forma rápida.


Cuandoun fluidointravenoso(incluyendolatransfusióndesangre)seadministraal paciente, nose
recomiendaextraersangre del brazo utilizado, pueslosresultadosdelas pruebasdelaboratoriopueden
sererróneos.

3.7. Extracción de otras muestras

3.7.1.Hemocultivos

Para larealizaciónde hemocultivos,serealizala extracción ylatransferencia de


sangrealasbotellasdehemocultivo,quecontienenmediosdecultivopropiosparaelcrecimientodemicroorganismos.
Lacalidaddelaextraccióndesangreesunfactor limitante, tanto para lapositividadcomo parala agilidad de los
resultados.

Momentoadecuadoparalarecogidadehemocultivos

Hasta hoy, sehanllevadoa cabo pocos estudios paraestablecer elmomentoideal para la recogida de
hemocultivos. Los datos experimentales muestran que, generalmente,lasbacteriascaen
enlacorrientesanguíneaentornoa1horaantesdel desarrollo de escalofríos y fiebre.
Aunque seauna prácticacomún obtener hemocultivos en intervalosde 30 a 60 minutos, existen estudios que
muestran que no hay diferencias significativas cuando las muestrassonrecogidassimultáneamenteo a
intervalosdetiempo.
Actualmente,larecomendacióndelCLSIes obtenerlas muestrassimultáneamente (sin intervalos de tiempo).
La recogida de muestras en intervalos de tiempo está indicadasolamenteen
casodenecesidaddedocumentarunabacteriemiacontinua en pacientes consospechadeendocarditisuotrotipo
deinfecciónasociadaadispositivos intravasculares.

Númerodehemocultivosquedebenserrecogidos

Segúnlas recomendacionesdelCLSIse debenrecogerde 2a3paresde


hemocultivosporepisodio.Elmismomanualenfatizaquenuncasedeberecogersólo un hemocultivo en pacientes
adultos, pues tal práctica da lugar a un volumen inadecuado desangre cultivada, además,losresultadosde un
únicohemocultivoson más difíciles de interpretar.

Volumendesangreaextraer
Aligualque elnúmero dehemocultivosrecogidos,elvolumendesangreextraídoes unavariablemuy

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 34 de 53

importanteenladeteccióndebacteriemiasyfungemias.
Para pacientesadultos,lacantidad de patógenos recuperada aumenta proporcionalmente al
volumendesangreextraído.Porlotanto,enadultosserecomiendalaextracciónde10 mlpormuestra.
Enelcasodelosniños,comohaypocostrabajospublicadosrespectoalvolumen
demuestraytambiénhaydificultadesenlarecogidadeesasmuestras,serecomienda
noextraermásdel1%delvolumentotaldesangre(calculadoporelpesodelniño).

Toma de Sangre obtenida a través de punción periférica

 Realizar lavado de manos quirúrgico

 Mantener técnicas de asepsia durante todo el procedimiento

 Utilizar campo estéril para evitar tener contacto con áreas circundantes que ofrezcan riesgos de
contaminación

 Colocar al paciente mascarilla

 Realizar desinfección en el sitio de venopunción

 Utilizar guantes estériles por cada paciente

 Puede utilizarse jeringuilla y aguja o sistema cerrado de recolección

 El volumen de sangre cultivado es de acuerdo a la recomendación del fabricante

 Se deben realizar 3 tomas en 24 horas

 Se debe indicar si el paciente está recibiendo algún tratamiento antibiótico

 No se recomienda obtener muestra mediante punción arterial porque la tasa de recuperación de


microorganismos es baja

3.7.2. Orina

a) Orina de una sola micción (Elemental de orina)

La muestra idónea es la primera micción de la mañana, ya que es la másconcentrada. No obstante, en


determinaciones urgentes, se recogerá laprimera orina que realice el paciente. Es suficiente un volumen de
Emisor: Aprobado por: Calidad
Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 35 de 53

orina de5-10 mL.Normalmente el propio paciente recogerá la muestra de orina por lo que se le debe explicar
los pasos a seguir:

Se debe explicar claramente al paciente el procedimiento de recogida. En el caso de pacientes ambulatorios la


explicación debe ir acompañada de unas instrucciones claras, por escrito.

A los hombres, se les indicará que deben retraer completamente el prepucio, manteniéndolo retraído hasta
que se haya recogido la muestra de orina. A las mujeres se les explicará que deben sujetar el frasco sin que
éste tome contacto con la vulva, la pierna o la ropa.

Utilice el contenedor adecuado, completamente estéril y recolecte los volúmenes mínimos requeridos por el
Laboratorio, tras desechar los primeros el primer chorro de 20-25 ml.

Los contenedores de orina deben enviarse al laboratorio cerrados herméticamente y con la identificación
adecuada. En el caso de envíos desde el medio extrahospitalario, los contenedores de orina deben venir en
neveras diferentes a las de las muestras de sangre. Si la orina no puede ser enviada inmediatamente al
laboratorio debe mantenerse refrigerada

En orinas de 24 horas, no olvide anotar en el pedido de petición la diuresis total

En el caso de orinas para urocultivo es necesario respetar escrupulosamente las normas de higiene durante la
recogida de la orina y el manejo de los contenedores.

Será procesada en lo posible dentro de las 2 primeras horas posteriores a la recolección.

En niños y niñas mayores, la recolección se realiza de forma similar a la de losadultos. En los niños más
pequeños se recogerá en colectores o bolsasestériles especialmente diseñadas para ello. De la siguiente
manera:

 Lavado de los genitales y área perineal con agua.


 Colocar la bolsa de plástico o el colector.
 Vigilar la bolsa cada 30 minutos, y tan pronto como el niño hayaorinado, se retirará y enviará al
laboratorio.
 La bolsa no debe estar más de 2 horas en los genitales, de lo contrario se deberá cambiar de
recipiente.

En pacientes ingresados con imposibilidad de recoger la muestra por símismos, se procederá a realizar
sondaje vesical previo clampeo de mínimo 2 horas, con las medidas asépticashabituales.

En pacientes con sonda vesical permanente la recogida de orina se realizaráde la siguiente manera:

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 36 de 53

 Limpiar una zona del catéter con una gasa humedecida en alcohol osolución yodada; dejar secar
completamente.
 Pinchar directamente el catéter con aguja y jeringa a través de lazona desinfectada, aspirando 5-10
mL.
 Pasar la orina a un recipiente estéril. No recoger nunca orina de labolsa de recolección.

b) Orina de 24 horas

La orina excretada durante 24 horas se utiliza para la determinación dealgunas magnitudes bioquímicas cuyo
cálculo depende de la cantidad exacta de orina emitida en ese período de tiempo.

La recogida se realiza en contenedores de capacidadadecuada(2.000 - 3.000 ml), de bocaancha, especialmente


diseñados para tal fin. No son válidos otro tipo derecipientes. Si el paciente va a recoger la orina en su casa,
es fundamental explicarleclaramente el procedimiento que debe seguir para hacer una correctarecogida de la
muestra.

La orina debería llegar al laboratorio en el plazo de una hora desde surecogida. Cuando, por cualquier
motivo, ello no sea posible, debemantenerse refrigerada a 4ºC hasta su envío.

3.7.3. Líquido Cefalorraquídeo (LCR)

La obtención del LCR la debe realizar personal facultativo experimentado, porpunción lumbar. Se recogerá
en tubos estériles de tapón o rosca.Generalmente el primer tubo será para estudio bioquímico, el segundo
paraestudio microbiológico y el tercero para investigación de células (éste suele serel más transparente
aunque la punción haya sido traumática). No obstante, esbuena práctica enviar a microbiología “el tubo más
turbio”.

Para el estudio bioquímico rutinario es suficiente un volumen de 1 mL, aunquees preferible disponer de
mayor cantidad. Para microbiología, especialmente sise van a investigar hongos, micobacterias o virus, es
deseable extraervolúmenes de más de 2 mL.

El tubo destinado al Laboratorio de Urgencias (estudio bioquímico) debería enviarse lo antes posible. Si
por cualquier motivo se produce una demora en el envío debe conservarse en nevera a 4ºC.

3.7.4. Otros Líquidos Orgánicos (Peritoneal, Pleural, Articular, Pericárdico)

La obtención la realiza personal sanitario experimentado por punción percutánea, con las debidas medidas
asépticas y recogiéndose en frasco estéril

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 37 de 53

Para determinaciones bioquímicas el volumen mínimo necesario oscila entre 2 y 10 ml. Si es necesario evitar
la coagulación de alguno de estos líquidos se utilizará heparina libre de conservantes (5-10 unidades/mL). El
recipiente idóneo es un tubo estéril de tapón de rosca.

Para determinaciones hematológicas (leucocitos, hemoglobina, hematocrito) se recogerá en un tubo de tapón


malva (anticoagulante: EDTA), indicando muy claramente en la solicitud de qué líquido orgánico se trata. El
volumen, en este caso, será el que marca la etiqueta del tubo.Para determinaciones microbiológicas: se
depositará el líquido en frasco estéril con cierre hermético y se enviará lo antes posible al Laboratorio.

3.7.5. Heces

Las heces deben recogerse en frascos, bien limpios, de boca ancha y cierre hermético o en los recolectores
específicos destinados al efecto.

Las pruebas más frecuentemente realizadas en heces es la determinación de sangre oculta en heces: Se deben
recoger tres muestras seriadas de días diferentes en tres frascos distintos. Para copro – cultivo lo ideal es
solicitar en frascos completamente estériles y heces sólo líquidas.

3.7.6. Cultivos Faríngeos

Toma de muestra:

- Se debe realizar a primera hora de la mañana

- El paciente no debe estar lavado la boca (No usar antisépticos orales)

- Se necesita una buena fuente de luz

- Se coloca al paciente con el cuello en híper extensión

- Se pide al paciente que abra la boca y diga Ah sin sacar la lengua

- Se deprime la lengua con un baja lenguas estéril

- Con un hisopo estéril se toma la muestra de la parte posterior de la faringe, se pasa con suavidad por la
mucosa detrás de la úvula y entre los pilares amigdalinos con un movimiento hacia atrás y adelante

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 38 de 53

- Efectúe la siembra lo antes posible o coloque el Hisopo en un medio de transporte.

- Se recomienda realizar en los primeros 15 minutos de la recolección, no exceder de dos horas y a


temperatura ambiente.

3.7.7. CULTIVO DE PIEL Y MUCOSAS

Muestras de abscesos de heridas abiertas

 Limpiar el borde de la herida del borde hacia fuera con gasa impregnada con solución salina normal y
alcohol isopropílico al 70%.

 Pase con el escobillón dentro de la herida

 Tome la muestra con los dos escobillones

 Haga un extendido en la placa de vidrio (tinción Gram)

 Muestras de abscesos de heridas cerradas

 Puncionar el absceso con aguja y jeringa estériles

 Colocar el material en un tubo estéril con tapa o dejar el material en la jeringa

 Mantener las condiciones ideales para el crecimiento de gérmenes evitar la exposición de la muestra
con el medio ambiente

3.7.8. MUESTRAS ÓTICAS, OCULARES Y DENTALES

Se debe realizar a pacientes que presenten secreción en ojos, oído o en piezas dentales

 No usar gotas oftálmicas u óticas de 18-24horas antes del examen

 No tomar o aplicar antibióticos de 24-48 horas antes

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 39 de 53

 Si se sospecha de infección de otitis media la muestra deberá ser tomada por el especialista (
TIMPANOCENTESIS)

 En caso de muestras dentales deben tomarse cuidadosamente y por el especialista

3.7.9. CULTIVOS DEL TRACTO GENITAL

Toma de muestra de secreción genital en la infancia.

 Debe estar presente la madre o la persona a cargo de la niña.

 Antes de la toma de la muestra se debe explicar a la niña y a la madre en que consiste el procedimiento.

 Se solicita que doble las piernas y las abra, de tal manera que el operador observe bien la zona genital.

 Se procede a la toma de la muestra con un hisopo de algodón, haciendo una ligera presión en la región
suprapúbica.

Toma de muestra uretral en niños.

 Debe estar presente la madre o la persona a cargo del niño.

 Antes de la toma de la muestra se debe explicar al niño y a la madre en consiste el procedimiento.

 La muestra se toma con un hisopo de algodón , se retrae el prepucio y se toma la secreción uretral

Toma de muestra de secreción genital en mujeres.

 Antes de la toma de la muestra se debe explicar a la paciente en que consiste el procedimiento.

 Se solicita que doble las piernas y las abra, de tal manera que el operador observe bien la zona genital.

 Se procede a la toma de la muestra con un hisopo de algodón, haciendo una ligera presión en la región
suprapúbica.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 40 de 53

3.7.10. Muestras especiales

En esta sección consideraremos otras muestras que, al ser menos habituales, pueden ser objeto de consultas
frecuentes al laboratorio. Se trata de las siguientes:

a) Amniocentesis:La obtención de líquido amniótico debe realizarse por personal facultativo experimentado
con amplios conocimientos de ecografía precoz. Es necesario obtener el consentimiento informado de la
paciente.

b)Semen:La muestra seminal debe recogerla el propio paciente por autoestimulacióngenital directamente en
un frasco de plástico estéril. Debe recogerse la totalidad del volumen de un eyaculado. La muestra no será
válida si se derrama o pierde parte de la misma. La recogida de la muestra deberá ser lo más aséptica posible
realizándose un cuidadoso lavado previo de manos y genitales, para evitar posibles contaminaciones.

c)Médula Ósea:La extracción de médula ósea deberá ser realizada únicamente por personal facultativo
debidamente entrenado. Antes de proceder a realizar una punción-aspirado de médula ósea, se ha de informar
al paciente sobre la exploración que se le va a realizar, debiendo firmar a continuación el documento de
consentimiento informado. No se requiere que el pacienteesté en ayunas. Como se practica con anestesia
local, es importante preguntar al paciente sobre antecedentes de alergia a los anestésicos (es útil interrogarle
sobre extracciones dentarias previas). La punción se suele realizar en el esternón a nivel del segundo espacio
intercostal (o en la cresta iliaca posterior si se acompaña de la realización de una biopsia ósea); en el lactante
se aconseja la cresta iliaca posterior o la tibial anterior.

Tras desinfectar la piel y anestesiar la zona, se penetra la tabla externaósea con un trócar apropiado provisto
de mandril, introduciéndolo unos milímetros en la zona medular. Se extrae el mandril, se adapta una jeringa
al trócar y se aspira extrayendo unas gotas de líquido medular de consistencia espesa. La cantidad de médula
a extraer dependerá de las pruebas que estén previstas realizar (citología, citometría de flujo, biología
molecular, citogenética, cultivos). Inmediatamente de realizada la extracción, una pequeña parte de la médula
se deposita en un porta para realizar las extensiones medulares destinadas al estudio citológico. Según las
peticiones solicitadas, el resto de la médula se distribuirá en distintos tubos: heparina para estudio
citogenético, EDTA para biología molecular o Citometría, contenedor especial con heparina libre de
conservantes y medio de Hanks para cultivos celulares. Cada uno de estos especímenes se enviará
directamente al laboratorio que corresponda.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 41 de 53

3.7. Transporte de la muestra

Despuésdelaextracciónlasmuestrassedebentransportaratemperaturaambiente, en contenedores cerrados o


gradillas y bajo lasmedidasdeseguridadbiológica.
Eltransportistadebeser personal de salud.

 Para cada muestra, se recomienda registrar la fecha y hora de envío, y la fecha y hora
derecepcióndelmaterialenellaboratorio.
 Contenedores en forma vertical.
 Solicitud no en el mismo contenedor o junto a la muestra.
 Parapruebasdehemostasisutilizandoplasma,noserecomiendaelusodehieloen
eltransporte,debidoalaactivacióndelfactorVIIporelfrío,pérdidadelfactordevon
Willebrandalromperselasplaquetas.
 Sedebenevitaralteraciones bruscasdetemperatura duranteeltransportedeeste material.
 El tiempo ideal para este transportees de una hora despuésde la extracción.

En muestras para cultivo la mayoría de las especies bacterianas perecen cuando existen agentes externos que
impiden su desarrollo, demoras en su procesamiento, cambios de temperatura, humedad, etc. Durante el
transporte, las bacterias de rápido crecimiento, pueden crecer sobre los patógenos más fastidiosos y de
crecimiento lento o con requerimientos especiales; por lo que, es vital en el éxito del cultivo que la muestra
sea transportada y procesada con la celeridad necesaria.

En los casos en que el transporte o el procesamiento pudieran demorar, se establecen a continuación las
condiciones de temperatura para algunos tipos de muestras:

MANTENIMIENTO A 4 °C:

Esputo, orina., LCR, oído externo.

MANTENIMIENTO A TEMPERATURA AMBIENTE:

Muestras de Líquido sinovial, lesión, nasal, orina suprapúbica, raspado corneal, sangre, conjuntiva, genitales,
heces, nasofaríngeo, tracto respiratorio superior., heridas, cultivos por anaerobios, ocular, genital, oído
interno.

En general no se debe guardar una muestra por más de 24h bajo ninguna condición.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 42 de 53

El transporte óptimo de la muestra depende en gran parte del volumen obtenido. Mientras menor sea su
volumen, con mayor rapidez debe transportarse.

Hay que tener en cuenta que los medios de transporte están formulados para mantener la viabilidad de los
microorganismos, sin embargo, algunos podrían no sobrevivir en un medio pobre en elementos nutricionales
específicos. Si se anticipa que habrá demora en el envío de la muestra o si el cultivo ha de ser enviado a otro
laboratorio, se recomienda utilizar medios de transporte adecuados como tioglicolato, omedio de transporte
Cary-blair. No enviar hisopos secos.

Siempre que sea posible, las muestras deben ser enviadas directamente y en forma inmediata al laboratorio de
microbiología, sin utilizar las áreas de recibo central u otros departamentos del laboratorio

3.8. Normas de seguridad e higiene

Todas las muestras deben considerarse como potencialmente infecciosas (Manual de bioseguridad) .Ante
cualquier pinchazo accidental o duda sobre exposición a riesgos biológicos, contacte con el Comité de
Bioseguridad.

4. Referencia:

 Recomendaciones de la Sociedad Brasileña de Patología Clínica/ Medicina


Laboratorial para extracción de sangre venosa. 2010.
 CLINICALANDLABORATORY
STANDARDSINSTITUTE.(CLSI/NCCLS).Principlesand
ProceduresforBloodCultures;ApprovedGuideline.Vol.27,2007.
 Departamento Subdirección Apoyo Clínico y Terapéutico, Laboratorio Clínico,
Manual De Toma De Muestras, Chile, Primera Edición, 2010.
 Borrador de la Guía de buenas prácticas de laboratorio clínico, MSP 2012

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
5. ANEXOS:

ANEXO 1. Código de colores de tubos de acuerdo a la norma ISO 6710


ANEXO 2.- Indicaciones de toma de muestras y almacenamiento de especímenes tipo

HEMATOLOGÍA

COAGULACIÓN
PREPARACIÓN DEL ESPECIM VOL. Tº
NOMBRE PACIENTE EN TIPO MÍNIMO CONTENEDOR ANTICOAGULANTE ALMACENAMIENTO AMBIENTE REFRIGERACIÓN CONGELADO

No requiere ayuno.
No realizar a
pacientes sometidos a
terapia heparínica. Si
Tiempo de el paciente está en Tubo con Citrato
Evitar coagulación No No
protrombina tratamiento con Sangre 3 ml tapa trisodico 2-4 horas
y hemólisis procede procede
(TP) heparina extraer la celeste 3.2 % ó 3.8 %
sangre 4 horas
después de la
última inyección.

No requiere ayuno.
Tiempo de
No realizar a Tubo con Citrato Evitar coagulación No No
tromboplastina
pacientes sometidos a Sangre 3 ml tapa trisodico y hemólisis. procede 2-4 horas procede
parcial activado
terapia heparínica. celeste 3.2 % ó 3.8 %
(TTPA)

INMUNOLOGÍA
PREPARACIÓN ESPECIMEN VOL. Tº
NOMBRE DEL PACIENTE TIPO MÍNIMO CONTENEDOR ANTICOAGULANTE ALMACENAMIENTO AMBIENTE REFRIGERACIÓN CONGELADO

No requiere
Sangre Tubo con No
Sistema ABO y Rh preparación 3 ml EDTA-K - 7 días No
total tapa lila procede
específica

SEROLOGÍA
PREPARACIÓ VOL. Tº
ESPECIME CONTENEDO ANTICOAGULANT ALMACENAMIENT REFRIGERACIÓ CONGELAD
N DEL MÍNIM AMBIENT
NOMBRE N TIPO R E O N O
PACIENTE O E
Factor No requiere Tubo con Sin No No
Sangre 1 ml Separar el suero No procede
Reumatoide preparación tapa roja anticoagulante procede procede
ESPECIALIDADES CORAZON DE JESUS CÓDIGO:
LABORATORIO CLINICO ECDJ-GC:
M123
VERSION: 00
MANUAL DE PROCESO PREANALITICO REVISIÓN: 00

SUBPROCESO: LABORATORIO CLÍNICO Página 45 de 53

específica
No requiere
Proteína C Tubo con Sin No No
preparación Sangre 1 ml Separar el suero 4 días
Reactiva tapa roja anticoagulante procede procede
específica
1-5 Frasco de
No requiere Heces Procesamiento No No
Rotavirus g/1-5 boca ancha - No procede
ayuno fecales inmediato procede procede
ml con tapa
No requiere
Aglutinacione Tubo con Sin No No
preparación Sangre 2ml Separar el suero No procede
s febriles específica tapa roja anticoagulante procede procede
No requiere
ASTO Tubo con Sin No
preparación Sangre 1 ml Separar el suero No procede
Cualitativo tapa roja anticoagulante procede
específica
Tubo con
Beta HCG No requiere Sangre/ tapa roja/ Sin No
cualitativa preparación orina 1 ml Frasco de anticoagulante/ - Separar el suero procede No procede
específica boca ancha
con tapa
No requiere
Helicobacter Tubo con Sin No
preparación Sangre 1 ml Separar el suero
pylori tapa roja anticoagulante procede
específica
No requiere
Tubo con Sin No
V.D.R.L preparación Sangre 1 ml Separar el suero
tapa roja anticoagulante procede
específica
No requiere
HIV (prueba Tubo con Sin No
preparación Sangre 1 ml Separar el suero
rápida) específica tapa roja anticoagulante procede

BIOQUÍMICA CLÍNICA

NOMBRE PREPARACION ESPECI VOL. CONTENE ANTICOAGULANTE ALMACENAMIENTO Tº REFRIGERACION CONGELACION

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Ácido Úrico ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 6 horas No procede procede
separar el suero.

Alanino-
No requiere Tubo con Sin Evitar lipemia y No
Aminotrasferasa Sangre 1 ml 3 días No procede
ayuno tapa roja anticoagulante hemolisis. procede
(ALAT/TGP)
Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Albúmina ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 6 días No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No No
Amilasa ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y procede No procede procede
separar el suero.

Aspartato
No requiere Tubo con Sin Evitar la No
Aminotransferasa Sangre 1 ml 7 días No procede
ayuno tapa roja anticoagulante hemolisis. procede
(ASAT/TGO)
Se recomienda
7 días en
Bilirrubina Serica No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
la
(Total, Directa e ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y No procede procede
oscurida
Indirecta) separar el suero.
d
Se recomienda
Requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Colesterol Total ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 7 días No procede procede
separar el
suero.

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Creatinina ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 3 días No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Fosfatasa Alcalina ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 4 días No procede procede
separar el suero.

No requiere
ayuno.
Recomenda
ble suprimir Se recomienda
la ingesta de centrifugar lo
Gamaglumatiltransf fenitoína y Tubo con Sin antes posible y No
Sangre 1 ml 1 día No procede
erasas de tapa roja anticoagulante separar el suero. procede
fenobarbital
los días
previos a la
extracción
de sangre.
Se recomienda
Requiere Tubo con Sin centrifugar lo No No
Glucosa ayuno. Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y procede No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
Requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
HDL Colesterol ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 2 días No procede procede
separar el suero.

LDL Colesterol Requiere Sangre 1 ml Tubo con Sin Se recomienda 1 día No procede No

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
ayuno tapa roja anticoagulante centrifugar lo procede
antes posible y
separar el suero.

Se recomienda
Requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Lipasa ayuno, 12 Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 1 día No procede procede
horas. separar el suero.

Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Proteinas Totales ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 7 días No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Urea ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 1 día No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
No requiere Jeringa centrifugar lo No
Calcio Iónico ayuno Sangre 1 ml heparinizad Heparina antes posible y 15 min No procede procede
a. separar el suero.

Se recomienda
No requiere Tubo con Sin centrifugar lo No
Potasio ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante antes posible y 1 hora No procede procede
separar el suero.

Se recomienda
Sodio No requiere Sangre 1 ml Tubo con Sin centrifugar lo 1 hora No procede No
ayuno tapa roja anticoagulante antes posible y procede
separar el

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
suero.
Hemoglobina No requiere Tubo con Sin No
Sangre 1 ml - 3 días 7 días
Glucosilada (HBG) ayuno tapa lila anticoagulante procede

PRUEBAS ESPECIALES
PREPARACI ÓN VOL. Tº
NOMBR E DEL
ESPECIM
MÍNIM CONTENEDOR ANTICOAGULA ALMACENAMIE AMBIEN REFRIGERACI CONGELA
EN NTE NTO ÓN DO
PACIENTE TE

No requiere Tubo con Sin


T4 Libre Sangre 1 ml No procede 1 día No procede No procede
ayuno tapa roja anticoagulante
TSH
(Hormon a
Estimula nte De La No requiere Tubo con Sin
Tiroides) ayuno Sangre 1 ml tapa roja anticoagulante No procede 1 día No procede No procede

MICROBIOLOGÍA

MEDIO DE TIEMPO DE TEMPERATURA


NOMBRE MUESTRA TIPO CANTIDAD
TRANSPORTE CONSERVACIÓN DE
CONSERVACIÓN
Se deben frotar las
Temperatura
Exudado Faríngeo amígdalas y la faringe 1 hisopo Stuart o Amies 1 semana ambiente
posterior.
Frotar ambas fosas
Exudado Nasal nasales con el mismo 1 hisopo Amies 1 semana Temperatura
hisopo, previamente ambiente
embebido en solución

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
fisiológica estéril.
Exudado de oído Frotar con un hisopo 1 hisopo por oído Temperatura
Stuart o Amies 1 semana
externo el oído afectado. afectado ambiente
La mayor
Llevarla
Exudado de oído Timpanocentésis cantidad de Tubo estéril Temperatura
inmediatamente
medio exudado ambiente
al laboratorio
posible
Frotar con un hisopo
mojado en suero 2 hisopos:
Exudado conjuntival fisiológico sobre la 1 para cada ojo. Amies 1 semana Temperatura
conjuntiva tarsal Indicar derecho e ambiente
inferior y el fórnix de izquierdo.
afuera hacia adentro.
Llevarla
Humor vítreo Humor vítreo La mayor cantidad Tubo estéril inmediatamente al Temperatura
posible laboratorio. Máximo 2 ambiente
horas
Llevarla
Neonatos: 1mL Neonatal: 9mL
Hemocultivos Sangre total respetar la inmediatamente al Temperatura
Pediatricos: 2mL Pediátrico: 18mL
relación 1:10 laboratorio. Máximo 2 ambiente
Adulto: 5 ó 7 mL Adulto: 50 ó70mL
horas.
Cortar los 5 cm Llevarla
Introducir el segmento
Catéter Intravascular Catéter dístales del catéter inmediatamente al Temperatura
de catéter en Tubo
que corresponde a la laboratorio. Máximo 2 ambiente
estéril
porción intravascular horas
Neonatos y lactantes: Temperatura
1 hora ambiente
Orina 10 – 20 ml Bolsa
Recolectores En termo con hielo 4-
2-12 horas
Urocultivo estériles. 8º C
Pediátricos y Adulto: Temperatura
Orina. 1 hora
50 – 100 ml Frasco estéril boca ambiente
Técnica del “Chorro
ancha con tapa de rosca.
medio” 2-12 horas En termo con hielo 4-

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
8oC
Frasco de vidrio o
Temperatura
Cultivo de semen Líquido seminal 1 - 3 ml plástico de boca ancha 1 hora ambiente
ésteril
Frasco estéril boca
Temperatura
Sonda vesical Orina 50 – 100 ml ancha con tapa 1 hora ambiente
de rosca
Temperatura
Frasco estéril boca 1 hora
Cateterismo uretral Orina 50 – 100 ml ambiente
ancha con tapa de rosca
En termo con hielo 4-
2-12 horas
8oC
Líquidos: Llevarla
Peritoneal, Líquido 1 – 10 ml Tubo estéril tapón de inmediatamente al Temperatura
Pericardico rosca laboratorio. Máximo 2 ambiente
Pleural, Articular. horas
Tubo estéril tapón de
Secreción 1-10mL 1 semana
rosca
Lesiones abiertas o Llevarla Temperatura
heridas superficiales Muestra líquida 1 hisopo Stuart o Amies inmediatamente al ambiente
laboratorio. Máximo 2
horas
Lesiones costrosas Temperatura
Secreción 1 hisopo Stuart o Amies 1 semana
con exudado ambiente

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
Llevarla
Abscesos cerrados Secreción 1-5 mL Jeringa o Tubo Inmediatamente al Temperatura
superficiales estéril tapón de rosca laboratorio. Máximo 2 ambiente
horas
Frotar con un hisopo Temperatura
Abscesos abiertos 1 hisopo Stuart 1 semana
la zona del absceso. ambiente
Llevarla
Quemaduras Se recomiendan Corte de tejido Tubo estéril tapón de Inmediatamente al Temperatura
cultivos de biopsia de 3 o 4 mm rosca laboratorio. Máximo 2 ambiente
horas
Llevarla
Coprocultivos Heces fecales, Muestra líquida 5- Frasco boca Inmediatamente al 4-8oC
vómitos 10mL o pastosa 5g ancha laboratorio. Máximo 2
hora
Heces fecales,
2 hisopos Temperatura
Hisopados rectales vómitos Stuart o Cary Blair 1-4 semanas
Heces fecales 1 hisopo ambiente
Un hisopo del fondo del
saco vaginal posterior. Llevarla
Otro hisopo del fondo Inmediatamente al Temperatura
Exudado vaginal del saco 1 hisopo Solución fisiológica laboratorio. Máximo 2 ambiente
Realizar frotis para el horas
examen directo

Exudado del canal Llevarla


Exudado endocervical Realizar 1 hisopo Agar Tayer Martin Inmediatamente al Temperatura
Endocervical frotis para el examen laboratorio. Máximo 2 ambiente
directo horas
Llevarla
Hisopado Uretral
Exudados Uretrales 1 hisopo Agar Tayer Martin Inmediatamente al Temperatura
Realizar frotis para el
laboratorio. Máximo 2 ambiente
examen directo
horas
Esputo Esputo, no saliva sino Tres expectoraciones Frasco de vidrio o En lugar fresco y En termo con

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia
desgarro de 5-10 ml con dentro del mismo plástico de boca protegido de la luz refrigerante
partículas sólidas o frasco ancha y tapa rosca solar hasta 4 días
purulentas herméticamente y a 4-8ºC 6 días.
cerrado

Emisor: Aprobado por: Calidad


Fecha: 10/04/2018
Laboratorio – Dirección - Gerencia

También podría gustarte