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Proyecto Grado1

Este documento presenta el proyecto de grado de un estudiante de electricidad industrial. El proyecto consiste en diseñar un sistema automático para máquinas que combatan problemas de contaminación ambiental utilizando tecnología 4.0. El documento incluye la introducción, agradecimientos, dedicatoria e índice del proyecto. También presenta el marco teórico con conceptos sobre plásticos, reciclaje, maquinaria, sistemas de control y automatización necesarios para el diseño del sistema automatizado propuesto.
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Proyecto Grado1

Este documento presenta el proyecto de grado de un estudiante de electricidad industrial. El proyecto consiste en diseñar un sistema automático para máquinas que combatan problemas de contaminación ambiental utilizando tecnología 4.0. El documento incluye la introducción, agradecimientos, dedicatoria e índice del proyecto. También presenta el marco teórico con conceptos sobre plásticos, reciclaje, maquinaria, sistemas de control y automatización necesarios para el diseño del sistema automatizado propuesto.
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INSTITUTO TECNOLÓGICO PENTAGUAZÚ WARNES

“INTEPW”
NIVEL TÉCNICO SUPERIOR

CARRERA DE ELECTRICIDAD INDUSTRIAL


PROYECTO DE GRADO:

“DISEÑO DE SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE MÁQUINAS


ENFOCADAS A COMBATIR PROBLEMAS DE
CONTAMINACIÓN AMBIENTAL, UTILIZANDO LA
TECNOLOGÍA 4.0”.

PARA OPTAR POR EL TÍTUTO PROFESIONAL:


TÉCNICO SUPERIOR EN ELECTRICIDAD INDUSTRIAL

POSTULANTE: CARLOS MANUEL TORRES CAMARGO


TUTOR: ING. JOSÉ MIGUEL TORO GARCÍA

Santa Cruz – Bolivia


2022
AGRADECIMIENTOS

Gracias a mi instituto, gracias por haberme permitido formarme, gracias a todas


las personas que fueron participes de este proceso, ya sea de manera directa o
indirecta.

Gracias a mis padres, que fueron mis mayores promotores durante este
proceso.

Gracias.
DEDICATORIA

Con todo mi amor y afecto, a las personas que han tenido buena
influencia en mi vida, dándome consejos, guiándome y haciéndome una
persona de bien.

C. Torres.
INDICE

INTRODUCCIÓN........................................................................................................................1
CAPITULO I...............................................................................................................................2
1.1 TEMA...................................................................................................................................2
1.2 Diagnóstico y justificación...................................................................................................2
1.2.1 Diagnóstico...................................................................................................................2
1.2.2 Justificación..................................................................................................................3
1.2.2.1 Justificación económica.............................................................................................3
1.2.2.2 Justificación técnica – Social......................................................................................3
1.2.2.3 Justificación Ambiental..............................................................................................4
1.3 Planteamiento y formulación del problema técnico...........................................................4
1.3.1 Planteamiento del problema........................................................................................5
1.3.2 Descripción del problema.............................................................................................5
1.3.3 Formulación del problema...........................................................................................6
1.4 Objetivos: General y Específicos..........................................................................................7
1.4.1 Objetivo General..........................................................................................................7
1.4.2 Objetivos Específicos....................................................................................................7
1.5 Enfoque metodológico........................................................................................................8
Etapa 1: Investigación y recolección de datos.......................................................................8
Etapa 2: Construcción y parámetros.....................................................................................8
Etapa 3: Acondicionamiento de variables.............................................................................8
Etapa 4: Análisis de causa y efecto........................................................................................8
Etapa 5: tratamiento de variables.........................................................................................8
Etapa 6: Análisis técnico........................................................................................................8
CAPITULO II. MARCO TEORICO CONCEPTUAL...........................................................................9
2.1 Plástico................................................................................................................................9
2.1.1 Tipos de plástico.........................................................................................................10
2.1.1 Plástico PET................................................................................................................11
2.1.2 Propiedades del plástico.............................................................................................11
2.2 Reciclaje............................................................................................................................12
2.2.1 Modos de reciclaje del plástico PET............................................................................12
2.2.1.1 Reciclado mecánico.................................................................................................12
2.2.1.2 Reciclaje químico.....................................................................................................12
2.2.2 Centros de reciclaje....................................................................................................13
2.3 Maquina compactadora....................................................................................................13
2.3.1 Tipos de maquina compactadoras..............................................................................13
2.3.1.1 Maquina compactadora vertical..............................................................................13
2.3.1.2 Maquina compactadora horizontal.........................................................................13
2.3.2 Maquina compactadora MOD. Multifunción de la empresa PRETOCOM...................14
2.4 Maquinas separadoras de materiales reciclables..............................................................14
2.4.1 Tipos de Maquinas Separadora......................................................................................15
2.4.2 Maquinas Separadora de metal.....................................................................................16
2.4.3 Maquinas Separadora de plástico..................................................................................17
2.5 Metal.................................................................................................................................17
2.5.1 Tipos de metales............................................................................................................18
2.5.2 Propiedades de los Metales...........................................................................................19
2.4 Sistema de Control............................................................................................................20
2.4.1 Controlador Lógico Programable................................................................................20
2.5 Sistema Eléctrico...............................................................................................................21
2.5.1 Alimentadores Eléctricos............................................................................................21
2.5.2 Fuente de Alimentación.............................................................................................22
2.6 Accionamiento Eléctrico....................................................................................................22
2.6.1 Contactor....................................................................................................................22
2.6.2 Protección..................................................................................................................23
2.6.3 Disyuntor....................................................................................................................23
2.6.4 Guardamotor..............................................................................................................24
2.7 Actuadores........................................................................................................................24
2.7.1 Actuadores hidráulicos...............................................................................................25
2.7.2 Actuadores neumáticos..............................................................................................25
2.8 Sensores............................................................................................................................25
2.8.1 Sensores Electromecánicos........................................................................................25
2.8.1.1 Interruptor selector.................................................................................................25
2.8.1.2 Pulsador de Emergencia..........................................................................................26
2.8.1.4 Pulsador Rasante.....................................................................................................26
2.8.2 Sensores Electrónicos.................................................................................................26
2.8.2.1 Sensores Capacitivos...............................................................................................26
2.9 Automatización.................................................................................................................27
2.9.1 Control de procesos...................................................................................................28
2.9.2 Control Eficiente.........................................................................................................28
2.10 Diseño de sistema de control eléctrico...........................................................................29
2.10.1. Diseño eléctrico eficiente........................................................................................29
2.10.2 Programa de diseño eléctrico...................................................................................30
2.11 Seguridad Industrial........................................................................................................30
2.11.1 Seguridad en procesos industriales..........................................................................31
2.11.2 Seguridad eléctrica...................................................................................................31
2.11.3 Seguridad mecánica.................................................................................................31
2.12 Viabilidad técnica............................................................................................................33
2.12.1 Flexibilidad técnica...................................................................................................34
2.12.2 Origen de los equipos...............................................................................................34
2.12.2 Escalabilidad.............................................................................................................34
2.13 Viabilidad económica......................................................................................................34
2.13.1 Costo de inversión....................................................................................................35
2.13.2 Costo de operativos..................................................................................................35
2.13.3 Gastos en equipos....................................................................................................35
2.13.3 Ganancia y utilidad...................................................................................................35
2.13.3 Tiempo de recuperación de la inversión..................................................................36
Bibliografía.............................................................................................................................37
Anexos...................................................................................................................................41
INTRODUCCIÓN

La importancia de contribuir un mundo más sostenible y de buscar tecnologías


disponibles al momento para enfrentar el riesgo ambiental es mucha y existen
las formas es simplemente cuestión de decisión buscarlas.
Fuera de toda lógica psicológica repetitiva debemos entender
fundamentalmente el impacto que podemos infringir como seres humanos sobre
nuestro planeta si no tomamos medidas drásticas, es un riesgo inminente y hay
muchas señales al respecto. No son mis palabras, son palabras de activistas,
pero soportadas una vez más por datos comprobados científicamente que
muestran que es el momento de actuar y que tenemos urgencia que es el reto
de nuestra generación. Existe la oportunidad de hacerlo y por tanto hay que
pasar a la acción más allá de que algunos discursos se mantengan.
Según palabras del director de Schneider Electric en Sud América Rafael
Segrega el cual apoya la causa dice yo soy optimista pero más que optimista
creo que hay que ser activista hay que ser activistas en el sentido de poner las
acciones en ejecución y esto es una cuestión solo de voluntad y decisión.
Estamos hablando por tanto de algo que no solamente de sustentabilidad, sino
que también implica eficiencia en los procesos para la reducción de costos. En
Bolivia la contaminación por las botellas plásticas aumenta día a día. Las
empresas de reciclaje colaboran de una manera notoria al cuidado del medio
ambiente por lo que se debe aplicar métodos para aumentar el desarrollo del
reciclaje de las botellas platicas por su difícil degradación…
En este proyecto se realizará un diseño experimental de un sistema de control
automático de máquinas enfocadas a combatir problemas de contaminación
ambiental, utilizando la tecnología 4.0 haciendo de utilidad de
microcontroladores lógicos programables.

1
CAPITULO I

1.1 TEMA

El proyecto de grado tiene como título:


“Diseño de sistemas automáticos de máquinas enfocadas a combatir problemas
de contaminación ambiental, utilizando la tecnología 4.0”.

1.2 Diagnóstico y justificación


1.2.1 Diagnóstico
De acuerdo a diagnóstico realizado por Servicios Ambientales S.A y WWF
(Fondo Mundial para la Naturaleza). La contaminación plástica en Bolivia es un
problema latente y se estima que al menos 142.699 toneladas de este material
son desechadas anualmente. De esta cantidad, alrededor del 5% termina en
botaderos a cielo abierto o cuerpos de agua, contaminando la naturaleza y
afectando los ecosistemas bolivianos. (Opinion, 2022)
El municipio de Warnes está ubicado en la Provincia Ignacio Warnes del
Departamento de Santa Cruz, dentro del área de la Región Metropolitana de
Santa Cruz de la Sierra. La capital del Municipio es la ciudad de Warnes
ubicada a 30 km al norte de Santa Cruz de la Sierra. Según una estimación
realizado por el INE el 2012 el municipio cuenta con 70.601 habitantes, la
población de forma natural consume grandes cantidades de productos que
tienes como base morfológico el plástico y la mayoría de estos son de un solo
uso y son desechados mayormente de forma arbitraria en los basureros sin
respetar el código de colores llegando a generar desorden y una difícil
reutilización a futuro del material desechado, y casos diarios que simplemente
una botella de platico queda alojado en cielo abierto o cuerpos de agua,
contaminando la naturaleza.
El estudio del mapeo social para instalar basureros inteligentes en áreas
públicas como colegio, institutos, son viables, haciendo la separación de
acuerdo al código de colores del desecho reciclable y la incorporación de una

2
maquina compactadora de materiales reciclados con la morfología plástica son
viables.

1.2.2 Justificación
Para mejor comprensión se detalla, por consiguiente:

1.2.2.1 Justificación económica


En municipio de Warnes en los basureros que son identificados mediante
código de colores que están alojados en las plazas, colegios, mercados, centros
médicos, áreas verdes, etc.
Se genera un desorden en relación a la separación tanto metal, plástico.
Que genera a las empresas recicladoras un gasto de tiempo, mano de obra en
el tema de separado de basuras tanto plásticos y metal.
Y a su vez al no ser a compactado genera otro gasto en el tema de transporte
de los residuos reciclados tanto metal y plástico ya que ocupan un mayor
volumen en espacio.
Por lo cual se propone el diseño experimental de basureros inteligentes que
seleccione residuos plásticos y de metal y a su vez incorporar en la misma una
maquina compactadora para los residuos de plásticos y metalicos, para
economizar, en mano de obras, transporte y espacios

1.2.2.2 Justificación técnica – Social


Principalmente en busca de la rentabilidad, menos tiempo empleado por los
operarios en el tema de reciclaje del metal y plástico, en la reducción del
espacio ocupado, mejora del precio conseguido por los materiales.
Todo lo que tenemos alrededor es un misterio, una persona normal pasa toda
su vida sin cuestionarse, sin ser consciente de lo que le rodea, estamos
rodeados de tecnología, la tecnología está por todas partes, ¿porque somos tan
prósperos con todas estas riquezas a nuestro alrededor? un político diría

3
gracias a los impuestos es lo único que se oye en la televisión, el bienestar no
viene de los impuestos si no que viene de la ciencia y la tecnología.
Por lo tanto, en el proyecto se pretende que el sistema eléctrico con respectivo
análisis, utilizar componentes eléctricos que se pueden encontrar en el mercado
boliviano.
Los basureros que tienen código de colores al ser completamente mecánicos
sin interacción con las personas , se le realizará el diseño del sistema eléctrico
de control automatizado de especial enfoque en el proceso de separación de
residuos tanto metal y plásticos y compactación de dichos materiales buscando
así reducir; esfuerzo físico, procesos repetitivos que genera cansancio,
acciones y situaciones de peligro en los operadores de la máquina, todo esto
para buscar un ambiente más ordenado en el municipio de Warnes, así
mejorando la productividad.
Pues, a un posible futuro está buscado promover este proyecto experimental a
municipios de Santa Cruz de la sierra que tenga similitud con este problema.
Y con visión a otra escala superior en procesos integrales de procesamiento del
plástico y metal donde se necesite innovación.

1.2.2.3 Justificación Ambiental


Basado fundamentalmente ante lo promoción de la reutilización de la basura
que producimos, sin menos ni más, abarcando una mínima escala tecnológica
integrativa del reciclaje, ante todo, de esquina a esquina, sabiendo
conscientemente que, en nuestro planeta, los puntos de acumulación de
plásticos y metales, abarca un espacio realmente notorio en el espacio natural
ya preexistente.

1.3 Planteamiento y formulación del problema técnico


El planteamiento de problema a tratar en este proyecto de grado son los
siguientes:

4
1.3.1 Planteamiento del problema
Entre de los problemas de reciclado de plásticos y metal en el municipio de
Warnes es el tiempo en el que tarda el operador para llegar a reciclar mediante
el separado metal-plástico, aplastar los plásticos, metal, y acoplar bien los
sacos del material reciclado.
En Warnes se producen toneladas de basuras plásticas y metálicas que se
alojan en los mercados, áreas verdes, calles, ríos etc. dando una mala imagen
a la ciudad y contaminando la naturaleza.

1.3.2 Descripción del problema


Los plásticos y metales tienen un porcentaje mayor de contaminación por la
cantidad que se produce en el mercado, por el tiempo que aproximadamente
tarda más de 500 años en su degradación. Pero tiene un gran índice de
reciclabilidad.
Por lo cual se deben buscar ideas u opciones técnicas para de alguna forma
reutilizar de forma rápida eficaz el plástico y metal que contamina el ambiente
en el cual vivimos.

5
1.3.3 Formulación del problema

Figura: 1 Diagrama de Ishikawa

En Lugares
Instituciones publicos

Acumulacion de basura Acumulacion de basura


en colegios e institutos en mercados y calles

Niveles altos de
contaminación
Warnes

acumulacion
Acumulacion de
de botellas plasticas
basura en rios, plazas.
en medio de la vegetacion

Terrenos Areas Verdes

Fuente: Elaboración propia

¿Cómo disminuir los niveles de contaminación que tiene la ciudad de Warnes?

6
1.4 Objetivos: General y Específicos
Los objetivos, general y específicos se describen a continuación

1.4.1 Objetivo General


Diseñar sistemas automáticos de máquinas enfocadas a combatir problemas de
contaminación ambiental, utilizando la tecnológica 4.0.

1.4.2 Objetivos Específicos

 Determinar las maquinas separadoras y compactadoras de


plástico y metal a automatizar.
 Realizar el dimensionamiento de los componentes eléctricos a
utilizar.
 Diseñar el sistema de control automático integral tomando en
cuenta la seguridad física del operador.
 Analizar técnica y económicamente la viabilidad del proyecto.

7
1.5 Enfoque metodológico

El siguiente proyecto de se realizará de acuerdo con la metodología de


investigación aplicada, orientada a la investigación de campo que seguirá las
siguientes etapas:

Etapa 1: Investigación y recolección de datos


 Investigación maquinas separadoras y compactadoras de plástico y
metal utilizado en procesos de reciclaje.
 Recolección de datos sobre el proceso de compactación.

Etapa 2: Construcción y parámetros.


 Tomando en consideración todo proceso al reciclar.

Etapa 3: Acondicionamiento de variables


 Contemplación de variables tomadas del problema a variables del
sistema de control automático a realizar.

Etapa 4: Análisis de causa y efecto


 Construcción del sistema en diagrama de bloques funcionales.

Etapa 5: tratamiento de variables.


 Diseño aplicado del sistema: Circuito de control, sistema eléctrico
industrial.

Etapa 6: Análisis técnico.


 Determinación de componentes y materiales del sistema.

8
CAPITULO II. MARCO TEORICO CONCEPTUAL

Determinar las maquinas


separadoras y
compactadoras de plástico y
metal a automatizar

2.4
2.3.
2.1 Maquinas
2.2 Maquina 2.5
Plastico Separadora de
Reciclaje Compactadora Metal
materiales
reciclables

2.3.1 2.4.1
2.1.1
2.2.1 Tipos de maquinas 2.5.1
tipos de plastico
Modos de reciclaje compactadoras Tipos de Maquinas Tipos de Metales
Separadora
2.3.2
2.1.2 2.2.2 Maquina 2.5.2
Plastico PET Reciclaje Compactadora 2.4.2 Propiedades del
mecanico. vertical Maquinas Metal
Separadora de
2.3.3 metal
2.1.3
Propiedades del 2.2.3 Maquina
plastico. Reciclaje quimico Compactadora 2.4.3
horizontal Maquinas
Separadora
2.3.4 deplastico
2.2.4 Maquina
Centros de Compactadora MOD.
reciclaje multifuncion

2.1 Plástico

Técnicamente hablando los plásticos son sustancias de origen orgánico


formadas por largas cadenas macromoleculares que contienen en su estructura
carbono e hidrógeno principalmente. Se obtienen mediante reacciones químicas
entre diferentes materias primas de origen sintético o natural. Es posible
moldearlos mediante procesos de transformación aplicando calor y presión.
Forman parte de la familia de los polímeros (QuimiNet, 2015).

9
2.1.1 Tipos de plástico

PET - Tereftalato de polietileno

El PET es el plástico más común y con el que más nos encontramos, lo puedes
ver claramente en botellas de bebidas embotelladas, envases de comida y
textiles.
PVC – Polivinilo

El PVC se caracteriza por su resistencia y lo puedes distinguir en tarjetas de


banco, tuberías, muebles, en el interior de tu carro, en mangueras y muchos
usos más. Es el derivado plástico más versátil.
LDPE – Polietileno de baja intensidad

El LDPE lo usamos continuamente cuando necesitamos empacar o proteger


algo. Es fácil verlo en papel film y plásticos de burbujas y las bolsas plásticas.
PP – Polipropileno

El PP tiene gran resistencia al calor y a los productos químicos. Es empleado


en envases de alimentos como yogurt, mantequilla, embaces de café, pitillos
(aunque ya casi no se ven), cajas de DVD, entre otros.
PS – Poliestireno

El PS es el plástico más contaminante de todos por ser 0% biodegradable.


Muchas empresas buscan la manera de sustituirlo. Se encuentra en bandejas
de comida, vasos térmicos.

Otros tipos de plástico

Son aquellos objetos que tienen una mezcla de uno o varios plásticos de los
cuales hablamos anteriormente. Los puedes reconocer en los cepillos de
dientes, algunos juguetes, maletas, loncheras, entre otros. (rimoplasticas, 2021)

10
2.1.1 Plástico PET
Este producto se produce a partir de dos compuestos principalmente: Ácido
Terftálico y Etilenglicol, aunque también puede obtenerse utilizando
Dimetiltereftalato en lugar de Ácido Tereftálico (Wikipedia, 2022).

Figura: 2 El tereftalato de polietileno

Fuente: (Wikipedia, 2022)

2.1.2 Propiedades del plástico


Este material tiene una baja velocidad de cristalización y puede encontrarse en
estado amorfo transparente o resistencia y tenacidad. cristalino. Este se
caracteriza por su elevada pureza, alta Existen diferentes grados de los cuales
se diferencian por su peso molecular y cristalinidad. Los que presentan menor
peso molecular se denominan grado fibra, los de peso molecular medio, grado
película y, de mayor peso molecular, grado ingeniería. Las firmas de maquinaria
han contribuido en gran medida a impulsar la evolución de manera rápida de los
envases, por lo que hoy se encuentran disponibles envases para llena do a
temperaturas normales y para llenado en caliente; también se desarrollan
envases muy pequeños desde 10 mililitros hasta garrafones de 19 litros. Los
tarros de boca ancha son utilizados en el envasado de conservas alimenticias.
La participación del PET dentro de este mercado es en bebidas carbonatadas,
agua purificada, aceite, conservas, cosméticos. detergentes y productos
químicos, productos farmacéuticos. En la industria textil, la fibra de poliéster
sirve para confeccionar gran variedad de telas y prendas de vestir, el PET se

11
emplea en telas tejidas y cuerdas, partes para cinturones, hilos de costura y
refuerzo de llantas. (QuimiNet, 2015)

2.2 Reciclaje
El reciclaje es una práctica eco-amigable que consiste en someter a un proceso
de transformación un desecho o cosa inservible para así aprovecharlo como
recurso que nos permita volver a introducirlos en el ciclo de vida sin tener que
recurrir al uso de nuevos recursos naturales. A su vez, el reciclaje es una
manera verde de gestionar o, directamente, de acabar con buena parte de los
desechos humanos.
El reciclaje permite usar los materiales repetidas veces para hacer nuevos
productos, lo que supone la reducción de futuros desechos, al mismo tiempo
que reduce la utilización de materias primas al mismo tiempo que ahorra la
energía, el tiempo y el dinero que serían necesarios para su extracción y/o su
obtención mediante distintos procesos de fabricación. (Isan, 2017)

2.2.1 Modos de reciclaje del plástico PET


Existen el modo de reciclaje químico y el modo de reciclaje mecánico

2.2.1.1 Reciclado mecánico


El reciclado mecánico es el sistema de valorización más habitual para el PET.
Consiste en una serie de etapas o procesos a los que el material es sometido,
para su limpieza y procesado, sin que exista, en principio, un cambio químico
en la estructura.
Cuando se trata de reciclado mecánico de PET es muy importante tener en
cuenta cual es el origen del residuo (residuo del proceso industrial o residuo
posconsumo), cuál va a ser la aplicación a la que va destinada (fibra, lámina,
botella, bidón, fleje…)  (Plásticos, 2011)

2.2.1.2 Reciclaje químico


El reciclaje químico es una alternativa viable para el tratamiento de desechos de
PET. Este método presenta la ventaja que hace posible la obtención de
materias primas orgánicas que posteriormente podrían ser usadas para producir

12
nuevamente PET apto para estar en contacto con alimentos u otros materiales
con distintas propiedades. Pero esto dependerá del grado de pureza que
presenten los monómeros obtenidos. (Plásticos, 2011)

2.2.2 Centros de reciclaje


Un centro de acopio de residuos es un lugar donde se almacenan materiales
con capacidad de reciclaje, que otras industrias pueden aprovechar para crear
nuevos productos.

2.3 Maquina compactadora


Con una prensa compactadora puede reducir el volumen de los residuos y
envases hasta más de un 85 %. Reducirás los costes de gestión de residuos en
hasta un 80 %, mejorarás la seguridad de tus instalaciones y facilitarás el
reciclaje.

2.3.1 Tipos de maquina compactadoras


2.3.1.1 Maquina compactadora vertical
Las prensas verticales nos ayudan, de una manera fácil y sencilla, a transformar
el material reciclable en bloques que nos permiten ahorrar espacio y dinero. Se
trata de compactadoras de residuos que funcionan de una forma muy rápida
ocupan un sitio mínimo, gracias a su compacto diseño.

2.3.1.2 Maquina compactadora horizontal


Según (recytrans, 2021) ; La prensa horizontal es un tipo
de compactadora cuyo uso está muy extendido en la industria en general
debido a los grandes beneficios que ofrecen, su facilidad de uso y el rápido
retorno de la inversión.
Las ventajas de la prensa horizontal o compactadora son:
 Económicas, bajo coste y adquisición en compra o renting.
 Rápidas, ciclo de prensado rápido.
 Ahorro de tiempo: reduce el tiempo que los operarios emplean en la
manipulación de los residuos.

13
 Fiables, bajo nivel de averías.
 Bajo mantenimiento, prensas de equipamiento sencillo.
 Rentable, menos tiempo empleado por los operarios, no se necesitan
contenedores y mejora del precio conseguido por los materiales.
 Carga continua.
 Altura global baja.
 Reducción del espacio ocupado por los residuos, perfectamente se
consiguen 200 kg de residuo en menos de 1 metro cuadrado.
 Mejora la imagen, la higiene y la seguridad en el tratamiento de residuos.
 Mejora en la valorización de los materiales al estar embalado.

2.3.2 Maquina compactadora MOD. Multifunción de la empresa


PRETOCOM
La Máquina compactadora MOD. Multifunción de la empresa PRETOCOM
es funcional con papel y cartón, plástico, latas, bidones, PET, textil, espumas,
residuos sólidos urbanos, cajas de madera y basura en general.
Abarcando a la descripción, esta prensa horizontal va desde las 4 toneladas
hasta las 50 toneladas de presión, consiguiendo bloques desde 40 kg de hasta
700 kg de peso dependiendo al peso del residuo. Son útiles en aquellas
empresas e industrias que generan gran cantidad de residuo de manera
continua a medianas empresas funcionales con centros de acopio van en
enlace directamente ante la sociedad en general.
Las ventajas de esta prensa horizontal manual o compactadora de forma
manual es la económicas, bajo coste y adquisición en compra.

2.4 Maquinas separadoras de materiales reciclables

Es una máquina separadora especial de basura. Tiene las características de


alta eficiencia de cribado y operación estable. Es adecuado para el cribado de

14
materiales sin grandes devanados (Por ejemplo: residuos de construcción,
residuos industriales, vidrio, arena, papel y cartón, etc.)
Esta máquina es muy importante para la planta separadora de residuos.
Su velocidad de eliminación de basura es rápida. Tiene capacidad de funcionar
continuamente durante mucho tiempo.
Nuestro equipo de clasificación es preciso, confiable y fácil de mantener.
(BESTON, 20)

2.4.1 Tipos de Maquinas Separadora

 Máquina Separadora De Rodillos


Es la máquina separadora de basura más popular. El cuerpo del tambor es de
una construcción completamente soldada. Es robusto y ligero.
Beston Eco Grupo utiliza un método de mecanizado redondo único para
garantizar la suavidad del tambor cuando se gira.
Las pantallas de Beston están ensambladas en varias piezas. Es fácil de
reemplazar y mantener. Puede ajustar la apertura de cribado y cambiar el
efecto de la cuota de separadora de basura.
Los rodillos de Beston están hechos de hierro fundido de alta resistencia. Tiene
una gran fricción de conducción, un buen rendimiento de amortiguación y una
gran resistencia al desgaste.
 Máquina Clasificadora De Viento
Es una máquina separadora de basura muy relevante. Todo el conducto de aire
adopta una estructura de diseño de viento en circulación.
La cola del conducto de aire está diseñada como una estructura de filtro de
cadena de malla. Por lo tanto, puede promover eficazmente el blanqueo de
material ligero, y puede formar un paso de aire de circulación sin obstrucciones.
Todo el conducto está hecho de material de hierro galvanizado de alta calidad
con un grosor de 1 mm. Utiliza una estructura extraíble con conexiones
segmentadas. Entonces, es fácil de instalar y depurar.

15
 Clasificador De Pantalla De Disco
Es una máquina separadora especial de basura. Tiene las características de
alta eficiencia de cribado y operación estable.
Es adecuado para el cribado de materiales sin grandes devanados (Por
ejemplo: residuos de construcción, residuos industriales, vidrio, arena, papel y
cartón, etc.). Esta máquina es muy importante para la planta separadora de
residuos.
Su velocidad de eliminación de basura es rápida. Tiene capacidad de funcionar
continuamente durante mucho tiempo.
Nuestro equipo de clasificación es preciso, confiable y fácil de mantener.
(BESTON, 2020)

2.4.2 Maquinas Separadora de metal

La contaminación por metales en los productos de cereales representa un


riesgo significativo para los fabricantes y los consumidores. Si la contaminación
por metales está presente en un producto de cereal final, un consumidor puede
verse perjudicado y la reputación de la marca del fabricante también se verá
significativamente perjudicada. Además, la contaminación por metales puede
causar grandes daños a otros equipos en una instalación si se permite que
permanezcan en el cereal durante todo el proceso de fabricación.
Para lograr una eliminación óptima de la contaminación por metales, se
recomienda que procesadores de comida instalar un sistema integral que
incorpore Separación magnética, así como Detección de metales. La
separación magnética elimina los contaminantes de metales ferrosos, mientras
que los detectores de metales pueden detectar y eliminar los contaminantes de
metales ferrosos, no ferrosos y de acero inoxidable. Ciertos equipos de
separación magnética y detección de metales se instalan mejor en diferentes
puntos clave de la línea de procesamiento para brindar la máxima protección al
equipo y reducir el tiempo de inactividad. (BUNTIG, 2019)

16
2.4.3 Maquinas Separadora de plástico

Maquina separadora por color de hojuelas de materiales plásticos triturados


como HDPE, PET, PVC y plásticos de ingeniería. Cuenta con un sistema
avanzado de lentes el cual identifica el color para separarlo por medio de aire.
Efectividad del 98%.
Maquina separadora por color de hojuelas de materiales plásticos triturados
como HDPE, PET, PVC y plásticos de ingeniería. Cuenta con un sistema
avanzado de lentes el cual identifica el color para separarlo por medio de aire.
Efectividad del 98%.
Sistema de toma de imágenes con cámara de alta resolución
Sistema de iluminación LED
El sistema de procesamiento se adapta a la forma y color del material
Alta efectividad debido a su perfecta toma de imágenes y rápido procesamiento
de algoritmos
Pantalla touchscreen de operación sencilla
Trabaja con hojuelas y pellets de todos los materiales plásticos

2.5 Metal

El metal es extraído de las rocas y se encuentra en la naturaleza en estado


sólido a temperatura ambiente, con excepción del mercurio que se encuentra en
estado líquido. Asimismo, el metal se caracteriza por tener una alta densidad y
una elevada reflexión de la luz, lo que a su vez le aporta brillo.
Sin embargo, cuando los metales están en contacto con el oxígeno o algunos
tipos de ácidos, se oxidan y corroen, ya que tienen una baja incidencia de
iones.
Dentro de la definición de metal se incluyen los elementos puros como el oro, la
plata y el cobre, y las aleaciones metálicas como el bronce y el acero, que

17
derivan de la mezcla de dos o más metales o de la mezcla de un metal con otro
elemento no metal, por ejemplo, el carbono.
Los metales forman parte de los elementos que son ampliamente utilizados por
los seres humanos. Desde la Antigüedad los metales han sido aprovechados en
su estado natural para la elaboración de herramientas básicas. (Significados,
2019)

2.5.1 Tipos de metales


Existen diferentes tipos de metales, entre los que se pueden mencionar los
siguientes:
 Metales preciosos
Los metales preciosos se pueden encontrar en estado libre en la naturaleza y
no están aleados con otros metales. Se caracterizan por tener un alto valor
económico y ser ampliamente empleados para la elaboración de joyas y piezas
de orfebrería.
Por ejemplo, oro, plata y platino, los cuales se pueden identificar fácilmente en
diversas piezas de orfebrería.
 Metales ferrosos
Los metales ferrosos son aquellos que tienen como base o elemento principal el
hierro. Se caracterizan por ser pesados, corroerse con facilidad, ser de color
gris y tener propiedades magnéticas. Sin embargo, estos metales son de los
más utilizados en la actualidad.
Como ejemplo se pueden mencionar el hierro, acero, magnesio, titanio, cobalto
y demás fundiciones. Muchos de estos metales se emplean para la
construcción de puentes, vigas, carrocerías, cerraduras, herramientas, piezas
de unión, entre otros.
 Metales básicos
Los metales básicos o no ferrosos son aquellos que no tienen como elemento
base el hierro. Son metales blandos y tienen poca resistencia mecánica. Estos

18
metales se pueden diferenciar por ser pesados (estaño o cobre) o livianos
(aluminio o titanio). (Significados, 2019)

2.5.2 Propiedades de los Metales


Tenacidad: Es la resistencia a la rotura por tensión que presenta los metales.
Fragilidad: Es la facultad de un metal de romperse por la acción del choque o
por cambios bruscos de temperatura.
Friabilidad: Es la propiedad mediante la cual puede modificarse a la forma de
un metal a través de la temperatura.
Soldabilidad: Es la propiedad que tienen algunos metales, por medio de la cual
dos piezas de los mismos se pueden unir formando un solo cuerpo.
Temple: Es la propiedad para la cual adquiere el acero una dureza
extraordinaria al calentarlo de 600 C y enfriándolo bruscamente en agua.
Oxidación: Los metales en la construcción se oxidan por acción del oxígeno del
aire. Hay metales impermeables los cuales, protegen al resto de metal, como es
el caso del cobre, aluminio, plomo, estaño (Ciencia Tecnologia, 2020)

19
Realizar el dimencionamiento
de los componentes electricos a utilizar

2.6
2.4 2.5 2.7 2.8
Accionamiento
Sistema de control Sistema Electrico Actuadores Sensores
electrico

2.4.1 2.5.1 2.7.1 2.8.1


Microcontrolador 2.6.1
Alimentadores Actuadores Sensores
Logico Programable Contactor
Electricos Hidraulicos Electromecanicos
LOGO¡

2.7.2
2.5.2 2.6.2 2.8.1.2
Actuadores
Fuente de alimentacion Proteccion Interruptor Selector
Hidraulicos

2.8.1.3
2.6.3
Pulsador de
Disyuntor
emergencia

2.6.4 2.8.1.4
Guardamotor Pulsador rasante

2.8.2
Sensores Electronicos

2.8.2.1
Sensores capacitivos

2.4 Sistema de Control


Son enlaces eléctricos fabricados para controlar y procesar la entrada de los
impulsos eléctricos en equipos sencillos o complejos, como es el caso de las
maquinas industriales, que contienen una serie de dispositivos que se encargan
de realizar la función controladores, tales como, interruptor de control,
contactores, materiales sintético y conductores de electricidad que se utilizan
como controles de arranque en equipos como bombas, motores, aparatos
mecánicos, refrigeradores, entre otros. Es decir, se emplean para controlar el
flujo de corriente eléctrica en aparatos de su uso industrial o incluso doméstico.
(wrautomatizaciones, 2021)

2.4.1 Controlador Lógico Programable


Controlador Lógico Programable o PLC por sus siglas en inglés de
Programables Logic Controller, es un dispositivo electrónico de control de

20
procesos y se basa en una lógica, definida a través de un programa de
computación. Es ampliamente utilizado en la automatización de proceso que
requieren escalas menores.
Figura 3: PLC LOGO de SIEMENS

Fuente: (factoryisc, 2021)

2.5 Sistema Eléctrico


El concepto de sistema eléctrico es amplio, se puede decir que es el conjunto
de elementos que operan de forma coordinada en un determinado territorio para
satisfacer necesidades de las personas la tomando en cuenta la demanda de
energía eléctrica de los consumidores, procesos industriales, etc.

2.5.1 Alimentadores Eléctricos


Es un conductor que como su nombre indica es el encargado de suministrar
toda la corriente que un grupo de cargas consume. Coloquialmente se puede

21
decir que es el conductor principal que viene del transformador para alimentar
un edificio y llega hasta el interruptor general en el centro de cargas.
(glosariosservidor, 2018)

2.5.2 Fuente de Alimentación


Una fuente de alimentación es un componente esencial de cualquier dispositivo
electrónico ya que es ella quien se encarga de darle vida. En cualquier equipo,
por pequeño que sea, siempre hay una fuente de alimentación, aunque no la
veamos. Desde smartphones, hasta televisores y ordenadores, todos tienen un
componente que se encarga de hacer lo que una fuente de alimentación hace,
que es gestionar la entrada de energía desde la red y adaptarla para darle
energía al equipo. Una fuente de alimentación, por lo tanto, es un dispositivo
que se encarga proporcionar la corriente justa y necesaria a un equipo
electrónico (López, 2020)

2.6 Accionamiento Eléctrico


Según (unican, 2018) Un accionamiento eléctrico es un sistema capaz de
convertir la energía eléctrica en mecánica, de forma útil y controlando los
parámetros implicados, como la velocidad, posición o par.

2.6.1 Contactor
El Contactor es un dispositivo eléctrico que puede cerrar o abrir circuitos en
carga o en vacío en los que intervengan cargas de intensidad que pudieran
producir algún efecto perjudicial para quien lo accione como por ejemplo en
maniobras de apertura y cierre de instalaciones de motores. (NIVIHE, 2020)

22
Figura 4: Contactor Siemens

Fuente: (Cimatel, 2021)

2.6.2 Protección
2.6.3 Disyuntor
Según (efectoled, 2018) un disyuntor es un interruptor automático que corta el
paso de corriente eléctrica si se cumplen determinadas condiciones. Sirve para
proteger a las personas y a los dispositivos eléctricos.
Los principales tipos de disyuntores son:
• Disyuntor térmico
• Disyuntor magnético
• Disyuntor magnetotérmico
• Disyuntor diferencial.

23
Figura 5: Disyuntor siemens

Fuente: (pastorutti, 2021)

2.6.4 Guardamotor
El guardamotor es un dispositivo electromecánico exclusivo para el comando de
motores que se compone de un relé térmico + un contactor, De esta manera se
puede energizar manualmente (o por línea) desde una botonera de arranque y
parada. Lo Guardamotores Siemens incluyen un relé de sobrecargas llamado”
protector térmico” que se dispara de acuerdo a curvas de calibración
apropiadas cuando la corriente alcanza valores peligrosos durante tiempos
máximos bien determinados. (NIVIHE, 2020)

2.7 Actuadores
Es un componente que emplea la energía recibida para activar el
funcionamiento de un proceso automatizado.

24
2.7.1 Actuadores hidráulicos
Los actuadores hidráulicos son los componentes finales dentro de un circuito
hidráulico. Se encargan de convertir la energía hidráulica suministrada por la
central hidráulica para generar una fuerza y un movimiento. La central hidráulica
está diseñada para que el actuador hidráulico realice el proceso
adecuadamente. Este proceso para el cual está diseñado puede ser lineal o
rotativo. (automantenimiento, 2022)

2.7.2 Actuadores neumáticos


Los actuadores neumáticos son mecanismos que convierten la energía del aire
comprimido en trabajo mecánico. Los cilindros neumáticos, independientemente
de su forma constructiva, representan los actuadores neumáticos más
utilizados. Y dentro de ellos existen dos tipos fundamentales de actuadores
neumáticos de los cuales derivan otras construcciones especiales: cilindro de
simple efecto y de doble efecto (eadic, 2017)

2.8 Sensores
Un sensor es un dispositivo que detecta el cambio en el entorno y responde a
alguna salida en el otro sistema. Un sensor convierte un fenómeno físico en un
voltaje analógico medible (o, a veces, una señal digital) convertido en una
pantalla legible para humanos o transmitida para lectura o procesamiento
adicional (dewesoft, 2020)

2.8.1 Sensores Electromecánicos


El funcionamiento se basa en energías de entrada y de salida. Las energías de
entrada más comunes que recibe son: Fuerza pulsante, calor, sonido, y luz.
Éstas son transformadas en señales de salida captadas por los medidores. Es
así como se puede tener registro de grandes magnitudes físicas en un proceso
controlado. (aeisa, 2021)

2.8.1.1 Interruptor selector


eléctrica Según (eecore, 2020) El selector conmutador e interruptor de control
eléctrico, es un dispositivo utilizado para desviar ó interrumpir el curso de una

25
corriente, mediante el accionamiento manual de un eje que se rota a posiciones
definidas, a fin de cambiar simultáneamente el estado eléctrico de contactos
internos del equipo.

2.8.1.2 Pulsador de Emergencia


El propósito del botón pulsador de emergencia es detener la maquinaria
rápidamente cuando hay un riesgo de lesiones o cuando es necesario detener
el flujo de trabajo. Toda la maquinaria requiere un botón de parada
de emergencia, a menos que no reduzca el riesgo o que la máquina sea de
accionamiento manual.

2.8.1.4 Pulsador Rasante


Son pulsadores de generalmente con luz, que permiten abrir y cerrar algún
contacto es usado ampliamente en automatización

2.8.2 Sensores Electrónicos


Un sensor electrónico es un dispositivo que transforma una cantidad física
(temperatura, posición, intensidad de la luz, etc.) en una cantidad eléctrica (a
menudo un voltaje) que luego puede integrarse en una cadena de
procesamiento de señales. (areatecnologia, 2020)

2.8.2.1 Sensores Capacitivos


Según (rechnersensors, 2019) Los sensores capacitivos reaccionan ante
metales y no metales que al aproximarse a la superficie activa sobrepasan una
determinada capacidad. La distancia de conexión respecto a un determinado
material es tanto mayor cuanto más elevada sea su constante dieléctrica.

26
Diseñar el sistema de control
automático
integral tomando en cuenta la
seguridad física del operador

2.9 2.10
2.11
Automatizacion Diseño de sistema de
Seguridad Industrial
control electrico

2.9.1 2.11.1
Control de procesos 2.10.1 Seguridad en los
Diseño electrico proceso industriales
eficiente

2.9.2
Control eficiente 2.10.1 2.11.2
Programas de diseño Seguridad electrica.
electrico

2.11.2
Seguridad mecanica

2.9 Automatización
Cuando hablamos de automatización industrial nos referimos a la aplicación de
varias tecnologías que han sido orientadas al control y monitoreo de un
proceso, aparato, máquina o dispositivo que por lo general realiza tareas
repetitivas, haciendo que funcione de forma automática y disminuyendo al
máximo la intervención de personas.
El objetivo principal de la automatización de los procesos industriales es fabricar
el mayor número de productos en el menor tiempo posible, reduciendo costos y
garantizando calidad.

27
2.9.1 Control de procesos
Según (ulimas, 2021) El control de procesos industriales tiene como objetivo la
obtención de un producto final con características determinadas que cumpla
con las especificaciones y niveles de calidad que exige la empresa por lote de
producción. Es por ello que un sistema de control de procesos es para corregir
las desviaciones que surgen durante el proceso respecto a los valores
determinados que son óptimos para conseguir las propiedades requeridas en el
producto final.

2.9.2 Control Eficiente


Según (predictiva21, 2021) En la amplia mayoría de sistemas de producción
industrial, un alto porcentaje de la carga de trabajo es realizada de forma
automatizada mediante equipos industriales. Dichos equipos tienen un
funcionamiento mecánico que repite el proceso de forma automática. No
obstante, bien requieren de una supervisión que permita solventar posibles
paradas imprevistas, así como su activación para escenarios posteriores.
Naturalmente, estos sistemas de dichas características no están exento de
errores y variabilidad en su producción por diversos motivos. Por esto, resulta
de especial interés tener un conocimiento detallado acerca del estado actual de
cada uno de los equipos respecto a su capacidad y eficiencia productivas. Para
ello, se pueden aplicar diferentes enfoques que permitan cuantificar la calidad
del funcionamiento, basándose en información recogida y almacenada de
dichos procesos, la cual permita su análisis para extraer información de interés.
Primero, se estudian de los tiempos de producción de los diferentes artículos o
productos en cada uno de los equipos disponibles en el sistema. Dada la
información previa almacenada acerca de dichos procesos productivos, es
posible generar informes individualizados para cada producto y/o equipo que
indiquen los tiempos de producción asociados a éstos, así como las posibles
desviaciones entre diferentes procesos históricos registrados.

28
Por otro lado, existen posibles paradas de los equipos por diferentes motivos
(fallos, falta de material, etc.). Dichas paradas, en caso de ser registradas en
una base de datos según suceden, deberán ser tratadas y agregadas para
obtener información útil para la empresa, tanto a través de la distribución de
dichas paradas a lo largo del proceso según su tipología, así como mediante los
tiempos de parada y útiles asociados. De este modo, será posible identificar si
dicho equipo se encuentra en parada durante un tiempo mayor del esperado,
así como las causas principales de dichas paradas.

2.10 Diseño de sistema de control eléctrico


Según (Villajulca, 2009)Todo sistema de control debe ser estable, este es un
requisito básico, además de estabilidad absoluta, un sistema de control debe
tener una estabilidad relativa razonable; es decir, la respuesta debe mostrar un
amortiguamiento razonable. Asimismo, la velocidad de respuesta debe ser
razonablemente rápida, y el sistema de control debe ser capaz de reducir los
errores a
cero, o a un valor pequeño tolerable.
Cualquier sistema de control, para ser útil, debe satisfacer estos requisitos. El
requisito de estabilidad relativa razonable y el de la precisión de estado
estacionario tienden a ser incompatibles, por lo tanto, al diseñar sistemas de
control resulta necesario efectuar el mejor compromiso entre estos dos
requerimientos.

2.10.1. Diseño eléctrico eficiente


Según (nctech, 2021) el diseño eléctrico es un proceso dentro de un proyecto
multidisciplinario más amplio o, simplemente, una de las etapas del ciclo de
producción de un determinado producto. Esto es posible gracias al entorno de
diseño sincronizado, que permite implementar con agilidad los sistemas
eléctricos definidos a través de diseño asistido por computadora.
Así, eléctricos y mecánicos trabajan en un entorno común, de manera
simultánea, cumpliendo de manera precisa y efectiva sus labores gracias a la

29
amplia base de datos disponible y el profundo conocimiento de los flujos
operativos en busca de la eficiencia.

2.10.2 Programa de diseño eléctrico


Los diseñadores pueden crear de manera fácil y flexible interconexiones
eléctricas con modelos en tercera dimensión, que permiten crear recorridos
automáticos e, incluso, evaluar la capacidad funcional del sistema en Auto CAD.
Además, las plataformas en que se llevan a cabo este tipo de diseños
documentan y almacenan de inmediato los cambios y los sistemas creados, así
como datos específicos (longitud de cables, por ejemplo), creando una amplia
base de información sobre el proyecto y sus diferentes etapas de trabajo.
Además, en caso de que se detecten fallas o problemas asociados al
cumplimiento futuro de los estándares de calidad, las soluciones basadas en
CAD brindan la oportunidad de retirar componentes eléctricos y cambiar
colocaciones y estructuras sin mayores complicaciones. (nctech, 2021)

2.11 Seguridad Industrial


Se denomina seguridad industrial al conjunto de normas obligatorias
establecidas para evitar o minimizar, tanto los riesgos que puedan efectuarse
en los ámbitos industriales, como los perjuicios derivados de la actividad
industrial e incluso las enfermedades ocupacionales. Dado que por las
maquinarias y las herramientas que se utilizan son áreas propensas al peligro,
mediante la prevención se busca evitar el daño a las personas, a los bienes y
reducir el impacto en el medio ambiente. La seguridad industrial debe ser
cumplida obligatoriamente en todas las empresas y la principal finalidad del
cumplimiento de estas disposiciones es brindar seguridad al trabajador dentro
del ámbito laboral.
Las empresas o industrias tienen la responsabilidad de generar condiciones de
trabajo que garanticen protección y seguridad a sus trabajadores; para ello
deben implementar una serie de normas y condiciones que reduzcan el riesgo
de sufrir un accidente laboral. (continua, 2020)

30
2.11.1 Seguridad en procesos industriales
La seguridad de procesos industriales ayuda a las empresas dedicadas a
procesos industriales a eliminar o controlar los riesgos en sus instalaciones
derivados del ciclo de vida de la producción, cumpliendo con las leyes de
Seguridad Industrial. Nuestros servicios de seguridad de procesos ayudan a las
empresas de los sectores farmacéutico, químico, alimentario, agrícola y de
fabricación con metal y madera, entre otros, a descubrir aquellos puntos débiles
de sus procesos que podrían provocar incendios, explosiones o daños a
personas, activos o medio ambiente. (S.A.U., 2019)

2.11.2 Seguridad eléctrica


El cuerpo humano es una máquina controlada por la energía eléctrica. Los
nervios transmiten mensajes eléctricos vitales. Estas señales se usan para
controlar los músculos, la respiración, el corazón, etc. Pero el nivel de energía
es muy bajo con respecto a aquella con la que podemos entrar en contacto
accidental en un circuito eléctrico domiciliario o industrial.
El uso de los distintos elementos de protección personal, como son el calzado
de Seguridad, el casco dieléctrico y los anteojos, todos normalizados y en buen
estado en todo momento, los guantes dieléctricos y los protectores faciales al
realizar maniobras
en tableros eléctricos, las prácticas de trabajo seguro respetando las normas
de procedimiento como es el bloqueo y la
señalización, el buen estado de las instalaciones eléctricas y la
conciencia lograda acerca de los riesgos presentes en la utilización de la
energía eléctrica, evitaran accidentes. (Ingredion, 2014)

2.11.3 Seguridad mecánica


La seguridad industrial es un área multidisciplinaria que se encarga
de minimizar los riesgos de accidentes en la industria, ya que toda actividad
industrial tiene peligros inherentes que necesitan de una correcta gestión.

31
Todas las industrias en todos los tiempos ha estado acompañadas de
diferentes riesgos dentro de la actividad laboral, tal es el caso de los accidentes
que han sido causados por condiciones y actos inseguros que han ido
afectando la productividad de la empresa o entidad moral.
Las normas de seguridad han pasado por diferentes fases, y por distintos
momentos de implementación, e inicialmente el interés estaba concentrado
simplemente en propiciar que las instalaciones fueran seguras, en evitar
accidentes y en el uso de elementos de protección, las cuales estaban
concentradas específicamente en los aspectos físicos y logísticos para
garantizar la seguridad en los trabajadores. Ante riegos mecánicos que puedan
afectar la integridad física del trabajador, pues se debe actuar mediante bloque
con barras en lugar de peligro, indicadores de peligros mecánicos existente.
(AINAGUANO, 2013)

32
Analizar técnica y
económicamente
la viabilidad del proyecto

2.12 2.13
Viabilidad Tecnica Viabilidad economica

2.12.1 2.13.1 2.13.5


Flexibilidad tecnica Costo de inversion Ganancia y utilidad

2.13.6
2.12.2 2.12.2
Tiempo de recuperacion de
Origen de los equipos Gastos Operativos
la inversion.

2.12.3 2.13.3
Escalabilidad Gastos de todos los equipos

2.12 Viabilidad técnica


Consiste en determinar si la empresa o industria cuenta con los recursos
técnicos y la experiencia necesaria para cumplir con los requisitos del proyecto.
Hace referencia a aquello que atiende a las características tecnológicas y
naturales involucradas en un proyecto. El estudio de la viabilidad técnica suele
estar vinculado a la seguridad y al control de lo que vamos a hacer; esto es, a
sus características, funcionalidades y propiedades físicas y a cómo lo vamos a
hacer. Tendremos que conocer cuál es el proceso de fabricación/realización, los
medios técnicos necesarios, los medios humanos que van a intervenir y su

33
cualificación, los materiales necesarios, control de calidad, gestión de residuos,
etc. El estudio de viabilidad técnica conlleva resolver la pregunta de si es
posible, desde el punto de vista tecnológico, desarrollar eficientemente nuestros
productos/servicios. (ugremprendedora, 2017)

2.12.1 Flexibilidad técnica


La flexibilidad es un concepto complejo y multidimensional que representa la
habilidad o capacidad de un sistema de producción para adaptarse con éxito a
las condiciones cambiantes del entorno, a las necesidades del proceso y de los
clientes sin incurrir en grandes castigos de tiempo, esfuerzo, calidad.

2.12.2 Origen de los equipos


Al uno conocer el origen del equipo no solo la trazabilidad sino que además
tendrán la información necesaria para optar por alternativas sostenibles que nos
eviten tiempo y dinero buscar un repuesto si se presenta alguna falla de pieza
mecánica o eléctrica en algún proceso.

2.12.2 Escalabilidad
Se entiende por escalabilidad a la capacidad de adaptación y respuesta de un
sistema con respecto al rendimiento del mismo a medida que aumentan de
forma significativa el número de usuarios del mismo. Aunque parezca un
concepto claro, la escalabilidad de un sistema es un aspecto complejo e
importante del diseño.
La escalabilidad está íntimamente ligada al diseño del sistema. Influye en el
rendimiento de forma significativa. Si una aplicación está bien diseñada, la
escalabilidad no constituye un problema. Analizando la escalabilidad, se deduce
de la implementación y del diseño general del sistema. No es atributo del
sistema configurable. (juntadeandalucia, 2009)

2.13 Viabilidad económica


El proyecto es viable, desde el punto de vista económico, si, con los recursos
que somos capaces de conseguir, es capaz de generar beneficios y tener

34
una rentabilidad suficiente que compense los riesgos en los que se va a incurrir.
(ugremprendedora, 2017)

2.13.1 Costo de inversión


Los costos de inversión, llamados también costos preoperativos, corresponden
a aquellos que se incurren en la adquisición de los activos necesarios para
poner el proyecto en funcionamiento, ponerlo en marcha u operativo. Para
decirlo de una forma sencilla son todos aquellos costos que se dan desde la
concepción de la idea que da origen al proyecto hasta poco antes de la
producción del primer producto o servicio.

2.13.2 Costo de operativos


Los costos operativos son todos aquellos que se dan desde la puesta en
marcha del proyecto hasta el final de su vida útil. Aquí se tienen los siguientes:
costos de producción (sueldos y salarios del personal, insumos, etc.), gastos de
mercadotecnia, gastos administrativos y generales, gastos de la gerencia del
proyecto, gastos financieros, impuestos, entre otros. Un componente muy
importante de estos costos son los costos de mantenimiento que requieren los
bienes de capital.
mientras los costos de inversión son esenciales para dejar el proyecto listo para
que empiece a funcionar en el largo plazo, los costos de operación permiten
que el proyecto funcione en el día a día, en el corto plazo. (ESAN, 2016)

2.13.3 Gastos en equipos


Los costos del equipo incluyen todos los costos relacionados con la adquisición
y operación del equipo que se utiliza para brindar el servicio. Estos costos
podrían incluir la depreciación del equipo, los contratos de mantenimiento, la
mano de obra y las piezas de repuesto, entre otros.

2.13.3 Ganancia y utilidad


Generalmente el termino de Ganancia se llega a confundir o emplear como
sinónimo de utilidad como ya se ha mencionado, ya que es algo que se gana o
se obtiene a favor, como la utilidad (aunque suene algo redundante) en algunas
definiciones así aparece, pero si se habla de negocios, es necesario

35
diferenciarlos, porque un negocio puede obtener una ganancia si se desprende
de algún bien, incluso si alguna de sus obligaciones de tipo pasivo como
negocio se reduce quizá por algún descuento o alguna promoción en especial
también se obtiene una ganancia, y no precisamente porque se dedique a
buscar promociones o se dedique a vender sus bienes, es decir, no es su giro
Por otro lado la utilidad, es referido dentro las empresas tanto de personas 
morales como de personas físicas como la diferencia que existe de restarle a
los ingresos percibidos obtenidos de su actividad empresarial los costos de
producir, adquirir, administrar y vender un determinado producto o servicio.
(Marquez, 2015)

2.13.3 Tiempo de recuperación de la inversión


En el ámbito de finanzas y economía constantemente se toman decisiones en
torno a la realización de inversiones financieras, esto con el objetivo de
potenciar los resultados de la empresa, invertir en nuevos proyectos o negocios,
e incluso optimizar los procesos de los departamentos ya existentes en la
misma, por ello es importante conocer lo que es el periodo de recuperación de
la inversión o capital, el cual nos dice el tiempo estipulado en el que se puede
recuperar una inversión inicial. (euroinnova, 2021)

36
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diferentes-tipos-de-controles-el%C3%A9ctricos

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Anexos
Anexo 1: Problemática

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Anexo 2: Maquina compactadora a automatizar

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43
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Anexo 3: Entrevista al propietario de la Empresa ECONORTE

 Podría usted detallarme los problemas que le ocasionan la falta de una


compactadora de botellas plásticas

Al momento de acoplar las bolsas llenas de botellas es muy difícil genera mas
trabajo y fatiga para los trabajadores el cual ese tiempo puede ser utilizado en
otra actividad
Y otro es la falta de espacio

 Que beneficios le daría al tener una compactadora de botellas de plástico

Evitaría comprar tantas bolsas para guardar las botellas plásticas


Facilidad al acomodar y ordenar el material reciclado.
Facilidad llevar en un transporte a otro lugar.
Beneficios económicos por que se puede transportar mas kilogramos y también
hecho un paquete vale mas el material reciclado.

 Aproximadamente cuantas toneladas de plástico PET recicla la empresa

Al mes solo botellas plásticas se llega a reciclar unas 7.5 toneladas.

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