Avance Gestión Energía Minera 2019
Avance Gestión Energía Minera 2019
COOPERACIÓN ENTRE
MINISTERIO DE ENERGÍA
Y
CONSEJO MINERO
MAYO 2020
ÍNDICE DE CONTENIDO
1. Descripción de la empresa .......................................................................................................... 5
2. Gestión de Energía ...................................................................................................................... 6
2.1 Política y Cultura ................................................................................................................. 6
2.1.1 POLÍTICA ENERGÉTICA EN LA COMPAÑÍA................................................................................... 6
2.2 Encargado de gestión energética ...................................................................................... 11
2.3 Metas y Matriz Energética ................................................................................................ 13
2.3.1 Contratos Eléctricos ....................................................................................................... 14
2.4 Sistema de Gestión de la Energía (SGE) ............................................................................ 15
2.5 Planificación energética .................................................................................................... 16
2.5.1 Producción y perfil energético por faena, evolución 2015-2019 ................................... 16
2.5.2 Indicadores energéticos ............................................................................................ 27
2.5.3 Intensidad energética por compañía ........................................................................ 33
2.6 Plan de eficiencia energética............................................................................................. 35
2.6.1 Plan de eficiencia energética a corto plazo ............................................................... 35
2.6.2 Plan de eficiencia energética a mediano plazo ......................................................... 36
3. Proyectos implementados ........................................................................................................ 37
3.1 Proyectos Implementados: Minera Los Pelambres .......................................................... 39
3.2 Proyectos Implementados: Minera Centinela .................................................................. 40
3.3 Proyectos Implementados: Minera Zaldívar ..................................................................... 41
3.4 Proyectos Implementados: Minera Antucoya .................................................................. 43
2
ÍNDICE DE FIGURAS
ÍNDICE DE GRÁFICOS
Gráfico 1. Proyección uso de Energías Renovales en el Grupo Minero. ........................................... 14
Gráfico 2. Producción histórica de cobre para cada una de las compañías mineras del Grupo. ..... 16
Gráfico 3. Consumo eléctrico anual a nivel de Grupo y compañías. ................................................ 16
Gráfico 4. Consumo combustible anual a nivel de Grupo y compañías. .......................................... 17
Gráfico 5. Distribución consumo energético MLP 2019. .................................................................. 17
Gráfico 6. Desglose del consumo de energía eléctrica en MLP año 2019. ....................................... 18
Gráfico 7. Distribución de consumo energético proveniente de fuentes renovables en MLP. ........ 18
Gráfico 8. Desglose del consumo de Combustible en MLP año 2019............................................... 19
Gráfico 9. Consumo Eléctrico Anual Histórico MLP. ......................................................................... 19
Gráfico 10. Consumo Combustible Anual Histórico MLP.................................................................. 19
Gráfico 11. Distribución consumo energético CEN 2019. ................................................................. 20
Gráfico 12. Desglose del consumo de energía eléctrica en CEN Sulfuros año 2019. ....................... 21
Gráfico 13. Desglose del consumo de energía eléctrica en CEN Óxidos año 2019........................... 21
Gráfico 14. Desglose del consumo de combustible en CEN año 2019. ............................................ 22
Gráfico 15. Consumo Eléctrico Anual Histórico CEN......................................................................... 22
Gráfico 16. Consumo Combustible Anual Histórico CEN. ................................................................. 22
Gráfico 17. Distribución consumo energético CMZ 2019. ................................................................ 23
Gráfico 18. Desglose del consumo de energía eléctrica en CMZ año 2019. ..................................... 23
Gráfico 19. Desglose del consumo de combustible en CMZ año 2019............................................. 24
Gráfico 20. Consumo Eléctrico Anual Histórico CMZ. ....................................................................... 24
Gráfico 21. Consumo Combustibles Anual Histórico CMZ. ............................................................... 24
Gráfico 22. Distribución consumo energético ANT 2019.................................................................. 25
Gráfico 23. Desglose consumo de energía eléctrica en ANT año 2019. ........................................... 25
Gráfico 24. Desglose consumo de combustible en ANT año 2019. .................................................. 26
Gráfico 25. Consumo eléctrico Anual Histórico ANT. ....................................................................... 26
Gráfico 26. Consumo Combustibles Anual Histórico ANT. ............................................................... 26
Gráfico 27. Indicador de consumo energético de transporte mina en MLP. ................................... 27
Gráfico 28. Indicador de consumo energético de chancador primario en MLP. .............................. 27
Gráfico 29. Indicador de consumo energético de planta concentradora en MLP. ........................... 28
3
Gráfico 30. Indicador de consumo energético de transporte mina de CEN Sulfuros. ...................... 28
Gráfico 31. Indicador de consumo energético de chancador primario de CEN Sulfuros. ................ 29
Gráfico 32. Indicador de consumo energético de planta concentradora de CEN Sulfuros. ............. 29
Gráfico 33. Indicador energético de transporte mina CEN Óxidos. .................................................. 29
Gráfico 34. Indicador de consumo energético de chancador primario de CEN Óxidos. .................. 30
Gráfico 35. Indicador de consumo energético de planta SX-EW de CEN Óxidos. ............................ 30
Gráfico 36. Indicador de consumo energético de transporte mina de CMZ. ................................... 31
Gráfico 37. Indicador de consumo energético de chancador primario de CMZ. ............................. 31
Gráfico 38. Indicador de consumo energético de planta SX-EW de CMZ......................................... 31
Gráfico 39. Indicador de consumo energético de transporte mina de ANT. .................................... 32
Gráfico 40. Indicador de consumo energético de chancador primario de ANT. .............................. 32
Gráfico 41. Indicador de consumo energético de planta SX-EW de ANT. ........................................ 32
Gráfico 42. Intensidad Energética anual MLP. .................................................................................. 33
Gráfico 43. Intensidad Energética anual CEN. .................................................................................. 33
Gráfico 44. Intensidad Energética anual CMZ................................................................................... 34
Gráfico 45. Intensidad Energética anual ANT. .................................................................................. 34
Gráfico 46. Distribución por compañía en ahorro de energía eléctrica acumulado......................... 37
Gráfico 47. Distribución por compañía en ahorro de combustible acumulado. .............................. 37
Gráfico 48. Ahorro económico desde 2017 de los proyectos de EE implementados en MLP. ......... 39
Gráfico 49. Emisiones evitadas de GEI desde 2017 de los proyectos de EE implementados en MLP.
........................................................................................................................................................... 40
Gráfico 50. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CEN. ......... 40
Gráfico 51. Emisiones evitadas de GEI desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CEN.
........................................................................................................................................................... 41
Gráfico 52. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CMZ. ........ 42
Gráfico 53. Emisiones evitadas de GEI de los proyectos de EE implementados en CMZ. ................ 42
Gráfico 54. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en ANT. ......... 43
Gráfico 55. Emisiones evitadas de GEI de los proyectos de EE implementados en ANT. ................. 44
ÍNDICE DE TABLAS
Tabla 1. Encargado de gestión energética a nivel corporativo de AMSA. ........................................ 12
Tabla 2. Encargados de gestión energética a nivel de compañía de AMSA. .................................... 12
Tabla 3. Oportunidades de eficiencia Energética de corto plazo en Antofagasta Minerals. ............ 35
Tabla 4. Oportunidades de eficiencia energética de mediano plazo en Antofagasta Minerals. ...... 36
Tabla 5. Resumen de reducción de emisiones de GEI durante el 2019 para todas las compañías. . 38
Tabla 6. Proyectos implementados en Minera Los Pelambres. ........................................................ 39
Tabla 7. Proyectos implementados en Minera Centinela. ................................................................ 40
Tabla 8. Proyectos implementados en Minera Zaldívar. .................................................................. 41
Tabla 9. Proyectos implementados en Minera Antucoya. ................................................................ 43
Tabla 10: Anexo, Sistema de Gestión de la energía. ......................................................................... 45
4
1. DESCRIPCIÓN DE LA EMPRESA
Antofagasta Minerals S.A. (AMSA) es el principal grupo minero privado a nivel nacional, es el
tercer productor de cobre en Chile y el noveno productor de cobre a nivel internacional.1
EL Grupo opera cuatro compañías mineras de rajo abierto en Chile: Los Pelambres (MPL),
Centinela (CEN), Antucoya (ANT) y Zaldívar (CMZ). En 2019, los niveles de producción de estas cuatro
compañías fueron de: 827.953 toneladas de cobre fino, 11.561 toneladas de concentrado de
molibdeno, 282.253 onzas de oro y 3.818.698 onzas de plata.
La propiedad de Minera Los Pelambres está constituida por un 60% de AMSA, un 25% por
Nippon LP Investment y un 15% por Marubeni & Mitsubishi LP Holding BV. Esta compañía se ubica
en la comuna de Salamanca, perteneciente a la Región de Coquimbo, e inició sus operaciones de sus
yacimientos de sulfuros el año 2000. Los productos de esta mina son: concentrados de cobre,
concentrados de molibdeno, oro y plata. En 2019 se produjeron 363.360 toneladas de cobre fino
mediante concentrado, 11.189 toneladas de molibdeno en forma de concentrado y 59.669 onzas
de oro y 2.141.710 onzas de plata.
La compañía Minera Zaldívar es operada por AMSA desde el año 2015, fecha desde que su
propiedad es compartida en un 50% por AMSA y en un 50% por Barrick Gold Corporation. Inicia sus
operaciones en 1995 y se ubica a unos 175 kilómetros al sudeste de la ciudad de Antofagasta. Es
una minera con yacimientos de óxidos y tiene producción de cátodos de cobre y concentrado de
cobre. En 2019, se produjeron 114.657 toneladas de cátodos de cobre y 1.473 toneladas de cobre
fino en forma de concentrado. Antofagasta Minerals es el único operador de la Minera Zaldívar,
pero la propiedad de ésta y su producción de cobre es compartida en partes iguales por AMSA y por
Barrick Gold Corporation.
1
Reporte de Sustentabilidad (2017), Grupo Minero Antofagasta Minerals.
5
2. GESTIÓN DE ENERGÍA
Respecto a esto último, la gestión de insumos críticos como la energía eléctrica y combustible
es clave. En 2019, estos insumos representaron el 20% del costo total de producción de cobre para
el Grupo (13% electricidad y 7% combustibles).
6
El Estándar de Cambio Climático manifiesta la preocupación por el Desarrollo Sustentable y el
Cambio Climático, donde la Gestión Energética es parte de las principales medidas de control.
El principal objetivo de la ECC es establecer la directriz que el Grupo Minero seguirá para mitigar las
emisiones de Gases de Efecto Invernadero.
Figura 2. Lineamientos del Grupo Minero para la mitigación de sus emisiones de GEI.
7
25% y el 50% de las compañías de menores costos de la Industria y modernizar la administración del
negocio para mejorar la competitividad estructuralmente.
Para cumplir con el objetivo planteado, se definieron ámbitos de acción que se convirtieron
en los pilares del PCC, los cuales son: Optimización en la gestión de bienes y servicios; Eficiencia
operacional y confiabilidad de activos; Eficiencia energética; Efectividad organizacional; y Gestión
eficiente del capital de trabajo, CAPEX y otros costos. Los mencionados pilares del PCC, junto a sus
objetivos generales se indican en el esquema de la Figura 3 .
8
Figura 4. Áreas corporativas interactuantes con el plan de acción del SGE.
El SGE mediante el área de Operaciones tiene como finalidad apoyar, identificar, gestionar
e implementar acciones de oportunidad de gestión de energía. A modo de facilitar el proceso de
reconocimiento de oportunidades se requiere identificar el Perfil Energético de cada compañía para
detectar procesos intensivos en el uso de energía. Debido a este contexto se encuentra en etapa de
prueba el Portal de Energía de Antofagasta Minerals, herramienta de visualización, control y
seguimiento de los consumos energéticos (electricidad y combustibles fósiles), costos asociados y
emisiones de GEI de los procesos productivos de las compañías, ayudando a la toma de decisiones
para una mejor gestión de insumos incrementando productividad, sustentabilidad y asegurando el
cumplimiento de obligaciones con la autoridad.
9
Figura 5. Descripción de actividades y entregables para la evaluación de EE en proyectos.
10
2.2 ENCARGADO DE GESTIÓN ENERGÉTICA
En Antofagasta Minerals, la Gestión Energética a nivel Grupo es liderada por la Gerencia de
Energía y el Gestor Energético Corporativo, en conjunto con los Gestores Energéticos de cada
Compañía, y con el apoyo de las gerencias de Excelencia Operacional, Servicio de Soporte a la
Operación, Mantención, Medio Ambiente y Finanzas. Las relaciones organizacionales entre los
diferentes equipos de la empresa mencionados se indican en la Figura 6. En conjunto, apoyan y
monitorear desde su rol, según corresponda, el desarrollo de iniciativas de Eficiencia Energética en
las compañías.
11
Tabla 1. Encargado de gestión energética a nivel corporativo de AMSA.
Compañía Cargo Nombre Correo
Subgerente Eficiencia
Corporativo Diego Lizana R. dlizana@[Link]
Energética
12
c) Captura de valor de iniciativas, mediante la identificación de KPIs.
d) Definición de un estándar de KPIs tales como indicadores de desempeño energético, para
ser utilizado en proyectos por área operativa para nuevos proyectos.
e) Asesorar a la compañía en la fijación de metas de reducción de consumo energético
asociadas a buenas prácticas operacionales.
El Grupo Minero reconoce la importancia que tiene la energía en la lucha contra el Cambio
Climático, por esta razón ha enfocado sus metas en el abatimiento de gases de efecto invernadero
a través del uso de energías renovables y Eficiencia Energética en sus operaciones. Antofagasta
Minerals, establece que las principales emisiones de CO2e son producto del suministro eléctrico, el
calor para el proceso, el diésel de equipos móviles y el diésel en camiones de extracción o CAEX.
Para contribuir con lo anterior, el Grupo ha hecho público metas a corto plazo, en particular
para el quinquenio 2018 –2022, comprometiéndose a reducir sus emisiones en 300.000 toneladas
de CO2e . Las acciones de corto plazo que se realizarán para lograr esta meta son: reemplazo de
diésel por GNL para generación de calor en planta de lixiviación, proyectos de EE y productividad,
además del Cambio de matriz a Energías Renovables.
De forma particular, para materializar la meta propuesta para el 2022, se definen metas anuales
por compañía, para las que se desarrolla un trabajo conjunto entre el Gestor Energético Corporativo,
los Gestores Energéticos por compañía y el Equipo de Excelencia Operacional siguiendo el
procedimiento de la Figura 8.
13
Figura 8. Procedimiento de definición de Metas Anuales de Reducción de Emisiones por Compañía.
14
2.4 SISTEMA DE GESTIÓN DE LA ENERGÍA (SGE)
15
2.5 PLANIFICACIÓN ENERGÉTICA
Anualmente se actualiza el perfil energético base de cada compañía. Dado este proceso es
posible definir los procesos que presentan un uso significativo de energía, en los que se centran los
esfuerzos y recursos para realizar acciones de Gestión de la Energía. Los resultados del proceso de
Revisión Energética se detallan a continuación.
Gráfico 2. Producción histórica de cobre para cada una de las compañías mineras del Grupo.
16
Gráfico 4. Consumo combustible anual a nivel de Grupo y compañías.
El consumo total de energía de Minera Los Pelambres (MLP) se determinó en 8.120 [TJ] para
el año 2019. El consumo de energía eléctrica fue de 1.343 [GWh], lo cual corresponde a un 60% del
total, mientras que el consumo de combustible fue de 91.213 [m3 diésel]. La distribución porcentual
de consumos de energía de Minera Los Pelambres se muestra en el Gráfico 5.
17
Gráfico 6. Desglose del consumo de energía eléctrica en MLP año 2019.
18
El desglose del consumo de diésel en MLP se muestra en el Gráfico 8.
19
Para Minera los Pelambres el año 2019, los consumos de energía eléctrica y combustibles
representaron un 15,1% y 5,7% del costo de producción C1 respectivamente.
Se calculó que el consumo de energía de Minera Centinela (CEN) para el año 2019 fue de
10.398 [TJ], donde el 48% corresponde a energía eléctrica con 1.330 [GWh] y el 52% restante a
consumo de combustible con 155.866 [m3 Diésel]. La distribución porcentual de consumos de
energía de Minera Centinela se muestra en el Gráfico 11.
20
Gráfico 12. Desglose del consumo de energía eléctrica en CEN Sulfuros año 2019.
Gráfico 13. Desglose del consumo de energía eléctrica en CEN Óxidos año 2019.
21
Gráfico 14. Desglose del consumo de combustible en CEN año 2019.
Para Minera Centinela el año 2019, los consumos de energía eléctrica y combustibles
representaron un 13,3% y 7,7% del costo de producción C1 respectivamente.
22
[Link] Minera Zaldívar
Durante 2019 en Compañía Minera Zaldívar (CMZ) el consumo energético total equivalente
fue de 3.460 [TJ]. El consumo de energía eléctrica fue de 475 [GWh], es decir un 46% respecto del
consumo total. En cuanto al consumo de combustible fue de 48.570 [m3 Diésel], equivalente al 54%
restante del total. La distribución porcentual de consumo de energía para Minera Zaldívar se
muestra en el Gráfico 17.
Gráfico 18. Desglose del consumo de energía eléctrica en CMZ año 2019.
23
Gráfico 19. Desglose del consumo de combustible en CMZ año 2019.
Para Minera Zaldívar el año 2019, los consumos de energía eléctrica y combustibles
representaron un 12,9% y 6,1% del costo de producción C1 respectivamente.
24
[Link] Minera Antucoya
En el año 2019, el consumo total de energía de Minera Antucoya (ANT) fue de 2.143 [TJ]. EL
consumo de energía eléctrica correspondió a 282 [GWh] equivalentes un 47% del consumo
energético total, mientras que el consumo de combustibles fue de 31.343 [m3 diésel]. La distribución
porcentual de consumos de energía en Minera Antucoya se muestra en el Gráfico 22.
El desglose de consumo de energía eléctrica para el año 2019 se muestra en el Gráfico 23,
donde se identifica que el consumo predominante es en el proceso de Electro-Obtención con
139 [GWh]. Por otro lado, el desglose de consumo de combustible se muestra en el Gráfico 24.
25
Gráfico 24. Desglose consumo de combustible en ANT año 2019.
Para Minera Antucoya el año 2019, los consumos de energía eléctrica y combustibles
representaron un 8,3 % y 5,4 % del costo de producción C1 respectivamente.
26
2.5.2 Indicadores energéticos
27
Gráfico 29. Indicador de consumo energético de planta concentradora en MLP.
28
Gráfico 31. Indicador de consumo energético de chancador primario de CEN Sulfuros.
Minera Centinela Óxidos tiene los indicadores de consumo energético de transporte mina,
chancador primario y planta SX-EW en los siguientes gráficos.
29
Gráfico 34. Indicador de consumo energético de chancador primario de CEN Óxidos.
30
[Link] Minera Zaldívar
Los indicadores de consumo energético de transporte mina, chancador primario y planta
SX-EW de Minera Zaldívar se muestran en los siguientes gráficos.
31
[Link] Minera Antucoya
Compañía Minera Antucoya presenta sus indicadores de transporte, chancador primario y
planta SX-EW en los siguientes gráficos.
32
2.5.3 Intensidad energética por compañía
La intensidad energética de cada compañía minera se determina a través del cociente entre
la energía consumida y la producción anual, es decir se mide en GJ / millones de toneladas de cobre
fino. A continuación, se muestra la intensidad energética de las cuatro compañías del Grupo.
33
Gráfico 44. Intensidad Energética anual CMZ.
34
2.6 PLAN DE EFICIENCIA ENERGÉTICA
El plan de trabajo de corto plazo considera las medidas de gestión y las iniciativas que se
implementarán en el año 2020, las cuales se muestran en la Tabla 3.
35
Repotenciamiento Iniciativa que busca alcanzar los Licitación por O&M
de Planta Termo parámetros de diseño de la PTS con venta de
CEN Solar (PTS) permitiendo un mayor reemplazo de energía en curso.
diésel en la operación.
Las iniciativas que se implementarán entre el 2020 y 2022 se consideran dentro del plan de
trabajo de mediano plazo. Las iniciativas que se implementarán en este periodo se encuentran en
la Tabla 4.
Tabla 4. Oportunidades de eficiencia energética de mediano plazo en Antofagasta Minerals.
Compañía Proyecto/iniciativa Descripción Estado
CEN Autogeneración Instalación de Parque Fotovoltaico Desarrollo de
Solar de 23MW para autoconsumo ingeniería.
AMSA Plan de acción de Roadmap de electromovilidad del En curso.
Electromovilidad. Grupo que viene desarrollándose
desde el 2019, será concluido el
2020 generando iniciativas que
serán implementadas en corto,
mediano y largo plazo.
AMSA Generar calor de Licitación conjunta de suministro En análisis.
proceso por medio de GNL permitiendo operación
de energía solar dual en calentadores (Diésel/GNL).
térmica
36
3. PROYECTOS IMPLEMENTADOS
En este capítulo se muestran los proyectos implementados entre el 2017 y el 2019 en las
compañías de Antofagasta Minerals. Producto de la implementación del SGE, en diferentes procesos
de cada una de las compañías se logra identificar oportunidades de mejora en el desempeño
energético. De forma coordinada la Gerencia de Excelencia Operacional y sus encargados en cada
compañía perteneciente al Grupo, lograron identificar un listado de Oportunidades de Mejora de
Gestión Energética (OMGE), en proyectos ya implementados o en proceso de implementación.
Analizando los resultados de las iniciativas implementadas en el ámbito de ahorro energético y de
emisiones de Gases de Efecto Invernadero, es posible determinar el ahorro económico acumulado
al 2019 para el Grupo Minero, cuyo valor es de 32 MMUS$. Los ahorros porcentuales por compañía
en electricidad y diésel se muestran en el Gráfico 46 y Gráfico 47.
308 [GWh]
Ahorro Energía
Eléctrica 2017-2019
AMSA
3
5.426 [m ]
Ahorro Combustible
2017-2019
AMSA
37
Antes de profundizar en las iniciativas implementadas para la reducción de emisiones de
GEI en cada compañía del Grupo, se presenta una tabla en la que se detalla las emisiones mitigadas
por cada una de ellas durante el año 2019, generando un total de 74.442 tCO2e.
38
3.1 PROYECTOS IMPLEMENTADOS: MINERA LOS PELAMBRES
Las iniciativas implementadas en Minera Los Pelambres desde 2017 se encuentran en la
Tabla 6.
Tabla 6. Proyectos implementados en Minera Los Pelambres.
Nombre Descripción
iniciativa
Rendimiento SAG Aumento del rendimiento del SAG a través de la optimización del F80,
gestión de pebbles y estrategia Net Metal Production (NMP).
Optimización Nueva filosofía de operación que busca integrar las áreas de Mantenimiento,
rendimiento Chancador 1º y el nivel de stockpile de la Planta. Con esto, se busca mejorar
STMG la confiabilidad, el rendimiento y la continuidad de envío del sistema STMG.
Ampliación Disminución de los metros de perforación mediante la modificación de la
mallas tronadura malla de tronadura. Se considera estandarizar los diámetros de perforación
lastre y realizar pruebas para encontrar el match óptimo entre el tipo de material,
tipo de explosivo y tiempo de iniciación electrónica de detonación.
Rendimiento Aumento del rendimiento de palas debido al aumento del factor de carga y
palas a la gestión del tiempo de ciclo de carguío. Se realizan cambio de baldes de
las palas, la capacitación de los trabajadores, la implementación de
pesómetros y visualización de pesómetro en pantalla.
Gráfico 48. Ahorro económico desde 2017 de los proyectos de EE implementados en MLP.
39
Gráfico 49. Emisiones evitadas de GEI desde 2017 de los proyectos de EE implementados en MLP.
En el caso de Minera Centinela los proyectos que se han desarrollado han generado un
ahorro solo en consumo de energía eléctrica, alcanzando un total de 463 [TJ], es decir un 36% del
ahorro total del Grupo. A pesar de esto, actualmente esta compañía se encuentra en evaluación de
nuevas iniciativas, las que podrían incidir en la reducción de uso de combustibles. En cuanto al
ahorro económico y de emisiones de Gases de Efecto Invernadero en cada una de las iniciativas
desarrolladas se muestran en el Gráfico 50 y Gráfico 51.
Gráfico 50. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CEN.
40
Gráfico 51. Emisiones evitadas de GEI desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CEN.
41
Gráfico 52. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en CMZ.
42
3.4 PROYECTOS IMPLEMENTADOS: MINERA ANTUCOYA
Las iniciativas implementadas en Minera Antucoya desde el año 2018 se muestran en la
Tabla 9.
Tabla 9. Proyectos implementados en Minera Antucoya.
Nombre Descripción
iniciativa
Gasto y Capacitar a operadores con mejores prácticas operacionales que permitan
producción realizar gestión en materia de reperforación y sobreperforación; habilitar
en sistemas de control con nuevos parámetros de operación e identificar
perforación oportunidades de mejora en velocidad de perforación.
Licitación para el suministro y servicios de aceros de perforación.
Utilización Taller de análisis de las causas para las bajas en rendimiento, toma de decisión y
Chancador monitoreo de impacto. Evaluar factibilidad técnica de disminución de tamaño de
1°,2° y 3° alimentación de mineral mediante el aumento del factor de carga en tronadura,
la instalación de pica roca y parrillas en tolva de chancado primario. Aumento de
utilización del chancador primario mediante mejores prácticas de aseo
operacional y mantenimiento. Evaluar rediseño de las barras de los harneros y del
chute de salida del primario, estudiar la factibilidad de un switch de bloqueo
operacional local e integrar la gestión de operación entre mina y área seca.
Reducción Optimización del trayecto de los camiones, implementación de comedor móvil,
consumo auditoria al despacho mina con plan de acción para estandarizar turnos,
combustible reducción en el cambio de turno, gestión en mejora de caminos.
CAEX
Rendimiento Capacitaciones a operadores de palas hidráulicas. Así como generar operadores
Palas multipropósito para dar continuidad a la operación.
Hidráulicas
Reducción Disminución en la carga de explosivos, dado por mejor gestión de las mallas de
consumo perforación y por cambio de explosivo.
Explosivos
Gráfico 54. Ahorro económico desde 2018 de los proyectos de EE implementados en ANT.
43
Gráfico 55. Emisiones evitadas de GEI de los proyectos de EE implementados en ANT.
44
Tabla 10: Anexo, Sistema de Gestión de la energía.
CUMPLIMIENTO
1: No cumple
COMPONENTES DE GESTIÓN CONSULTA DE CUMLPIMIENTO 2: Cumplimiento EVIDENCIA Y REGISTRO
parcial
3: Se cumple
¿Se tiene identificada la proporción de consumo de los diferentes energéticos Perfiles energéticos expuestos en
3
utilizados en su instalación? (Gas, electricidad, petróleo, etc.) Apartado 2.5.
¿Existe todos los años una difusión de la política energética y de las buenas prácticas o Se difunde de manera pública y anual el
Lineamientos 3
resultados del SGE a todos los niveles de la organización? Reporte de Sustentabilidad de AMSA.
Gerencia
Se cuenta ejecutivos a cargo a nivel de
¿Existe una persona/equipo formalmente encargado de temas relacionados a la
3 Grupo y por compañías. Ver Tabla 1 y
Eficiencia Energética en la organización?
Tabla 2
Compromiso de
Desarrollo profesional del equipo avalado
la Gerencia ¿El representante de EE o el equipo de EE tienen capacitaciones formales en Eficiencia
3 por su CV y capacitación realizadas
Energética?
durante el 2018.
¿La gerencia de la organización revisa los resultados de SGE o temas relacionados a la Reuniones anuales de avance entre
3
EE en alguna instancia de reunión? Presidente Ejecutivo y compañías.
¿Su empresa posee equipos de medición de energía en al menos las áreas donde se Equipos de medición de energía y
3
realiza gestión de la energía (totalizadores o medidores en línea)? consumos de combustibles dedicados.
¿Existe personal capacitado para realizar un análisis de las desviaciones y un Equipo de Excelencia Operacional y
3
seguimiento de los KPIs energéticos y la línea base? Servicio de Soporte a la Operación.
KPI
46
Existe un procedimiento documentado para establecer KPIs energéticos adecuados de
3 Procedimiento parte del sistema.
la instalación?
¿Están definidos los parámetros de operación de las variables operacionales Los KPIs operaciones cumplen esta
3
importantes que afectan las áreas de alto consumo energético de la instalación? función crítica.
Curso realizado el 2018 al equipo de
Control
Excelencia Operaciones de todas las
Operacional ¿Se identificaron y concientizaron a las personas que a través de sus acciones puedan compañías y áreas operativas. Desarrollo
3
afectar el desempeño energético de la instalación? (áreas de mayor consumo) de un curso e-learning en conjunto con la
Agencia de Sostenibilidad Energética en
materia de gestión de la energía.
¿Se consideran criterios de evaluación de EE durante la etapa de diseño de Incorporación de KPIs en Sistema de
instalaciones, equipos, sistemas y procesos nuevos, modificados y/o renovados de la 3 Gestión de Desempeño (SGD) de las
organización? compañías y Grupo.
Mejora
Continua
Eficiencia Existe personal capacitado formalmente para incorporar la EE a la etapa de diseño de
Incorporación de un estándar de Eficiencia
Energética en el instalaciones, equipos, sistemas y procesos nuevos, modificados y/o renovados de la 3
Energética en Proyectos en la VPP.
Diseño organización?
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Existe personal capacitado formalmente para implementar criterios de EE para
Curso e-learning con un módulo especial
adquisición de servicios de energía, productos y equipos que tengan o puedan tener 3
del estándar de SGE en Abastecimiento.
impacto en el uso significativo de la energía de la organización?
Plan de
¿Existen un plan de difusión de buenas prácticas en eficiencia energética en el año? 3 Canales formales de la organización.
comunicación
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