UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DE HONDURAS
¡La Universidad con Liderazgo!
MONOGRAFIA
“REDUCCION DE PERDIDAS DE ACEITES EN EFLUENTES
EN SUB PROCESO FLORENTINOS EN PLANTA
EXTRACTORA HONDUPALMA (ECARA)”
PRESENTADO POR:
JAVIER ALEXIS PEREZ ALMENDARES
CUENTA
201040810032
PREVIA OPCIÓN AL TITULO:
INGENIERIA EN PRODUCCION INDUSTRIAL
El Progreso, Yoro Abril, 2017
UNIVERSIDAD TECNOLOGICA DE HONDURAS
¡La universidad con Liderazgo!
AUTORIDADES ACADÉMICAS
Presidente: Lic. Roger D. Valladares
Vicerrector: Máster Javier Mejía
Director Académico: Master José Jesús Mora
Secretario General: Máster Edwin Rommel Galo
Director de carrera: Máster Denis Aguilar
AUTORIDADES ACADÉMICAS LOCALES
Director Académico :
Coordinador de Carrera: Master Carlos A. Martínez
AGRADECIMIENTO
Primeramente a Dios, por esta gran bendición, y por estar
siempre conmigo, por darme sabiduría y por haber puesto en
mí camino aquellas personas que han sido mi soporte y
compañía durante todo el periodo de estudio superior.
A mi Padre y madre por el apoyo incondicional que me
brindaron durante todo el trayecto de mi carrera,
demostrándome su amor, y sus valiosos consejos y
corrigiendo mis faltas para ser de mí una gran persona para
servir a la patria.
A los catedráticos que forman parte de la prestigiosa
Universidad Tecnológica de Honduras, en especial aquellos
que compartieron sus conocimientos con las cátedras
brindándome todos los conocimientos necesarios para lograr
culminar esta etapa de mi vida y compartir esas experiencias
que los convirtieron en profesionales y mejores personas.
DEDICATORIA
Primeramente a Dios por darme la fortaleza y haberme
permitido llegar hasta el final en mi carrera, por darme lo
necesario para seguir adelante día a día para lograr mis
metas.
A mi madre y padre, por haberme apoyado en todo
momento, por sus principios, sus valores, por la motivación
y el apoyo constante que me ha permitido ser una persona
de bien, pero más que nada, por su amor incondicional.
Tabla de contenido
UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DE HONDURAS.........................................................................I
AUTORIDADES ACADÉMICAS..................................................................................................II
A G R A D E C I M I E N T O ..........................................................................................................III
D E D I C A T O R I A ...................................................................................................................IV
I N D I C E ...................................................................................................................V,VI,VII,VIII
C A P Í T U L O I .........................................................................................................................1
D I S P O S I C I O N E S G E N E R A L E S ........................................................................................1
1.1 I N T R O D U C C I Ó N ............................................................................................2
1.2 O B J E T I V O S G E N E R A L E S Y E S P E C Í F I C O S ................................3
1.2.1 O B J E T I V O G E N E R A L .........................................................................3
1.2.2 O B J E T I V O S E S P E C Í F I C O S ............................................................3
1.3 M E T O D O L O G Í A ..............................................................................................4
1.3.1 M O D E L O D E S C R I P T I V O ...................................................................4
1.3.2 D E S C R I P C I Ó N D E L P R O B L E M A .................................................5
1.4 J U S T I F I C A C I Ó N ............................................................................................6
C A P Í T U L O I I ........................................................................................................................7
L A E M P R E S A .......................................................................................................................7
2.1 I N T R O D U C C I Ó N ............................................................................................8
2.2 A N T E C E D E N T E S H I S T Ó R I C O S ...........................................................9
2.3 T I P O D E E M P R E S A ...................................................................................11
2.4 M I S I Ó N Y V I S I Ó N .......................................................................................11
2.4.1 M I S I Ó N ......................................................................................................11
2.4.2 V I S I Ó N .......................................................................................................12
2.5 G E N E R A L I D A D E S D E L A E M P R E S A .............................................12
2.5.1 P O L i T I C A I N T E G R A D A D E H O N D U P A L M A ........................13
2.5.2 O B J E T I V O S D E H O N D U P A L M A .................................................16
2.5.3 P R O D U C T O S Q U E D E S A R R O L L A H O N D U P A L M A ........18
2.5.4 U B I C A C I Ó N Y A C C E S O ..................................................................23
C A P Í T U L O I I I ....................................................................................................................24
S I T U A C I Ó N A C T U A L ......................................................................................................24
3.1 I N T R O D U C C I Ó N ..........................................................................................25
3.2 D E P A R T A M E N T A L I Z A C I Ó N .................................................................26
3.3 Á R E A A D M I N I S T R A T I V A Y C O N T R O L I N T E R N O ...................26
3.3.1 A S A M B L E A G E N E R A L ....................................................................26
3.3.2 J U N T A D I R E C T I V A ............................................................................28
3.3.3 G E R E N T E G E N E R A L ........................................................................30
3.3.4 A U D I T O R Í A .............................................................................................32
3.3.5 G E R E N T E D E R E C U R S O S H U M A N O S ...................................32
3.3.6 G E R E N C I A D E M E R C A D E O .........................................................35
3.3.7 G E R E N C I A A G R O I N D U S T R I A L ..................................................36
3.3.8 G E R E N T E D E S I S T E M A D E G E S T I O N ...................................40
3.3.9 E M P A C A D O R E S ...................................................................................45
3.3.10 G E R E N C I A D E D E S A R R O L L O D E P R O Y E C T O S .........46
3.3.11 O P E R A D O R .........................................................................................50
3.4 O R G A N I G R A M A D E L A E M P R E S A ..................................................52
3.5 A N Á L I S I S F O D A D E L A E M P R E S A .................................................54
C A P Í T U L O I V ....................................................................................................................59
P R Á C T I C A P R O F E S I O N A L ............................................................................................59
4.1 I N T R O D U C C Ó N ............................................................................................60
4.2 A C T I V I D A D E S R E A L I Z A D A S ...............................................................61
4.2.1 MANEJO DEL PROGRAMA DE MANTENIMIENTO
P R E V E N T I V O Y C O R R E C T I V O . .................................................................61
4.2.2 M A N E J O D E P R E S U P U E S T O ......................................................62
4.2.3 M A N E J O D E P E R S O N A L ................................................................63
4.2.4 M A N E J O D E I N V E N T A R I O ............................................................64
4.2.5 EJECUCION DE PROYECTOS ESTRUCTURALES Y
M O N T A J E D E E Q U I P O ....................................................................................66
4.2.6 ACTUALIZACION DE DATOS EN FICHAS TECNICAS DE
E Q U I P O S E N P L A N T A .....................................................................................69
C A P I T U L O V ......................................................................................................................71
P R O P U E S T A .......................................................................................................................71
5.1 I N T R O D U C C I Ó N ..........................................................................................72
5.2 O B J E T I V O S G E N E R A L Y E S P E C I F I C O S .....................................73
5.2.1 O B J E T I V O G E N E R A L .......................................................................73
5.2.2 O B J E T I V O S E S P E C I F I C O S ..........................................................73
5.3 A N A L I S I S F O D A ..........................................................................................75
5.4 E S T R A T E G I A S ..............................................................................................77
5.5 CRONOGRAMA PARA LA EJECUCION DE PROYECTO
R E D U C C I O N D E P E R D I D A S E N E F L U E N T E E N F L O R E N T I N O .79
5.6 P R O C E S O D E E X T R A C C I Ò N ...............................................................80
5.7 DEFINICION E INSTALACION DE TANQUE
C L A R I F I C A D O R . .....................................................................................................81
5.8 PROCEDIMIENTO Y FUNCIONAMIENTO DE TANQUE
C L A R I F I C A D O R ……….…………………………………………………………………………………………82
5.9 DESCRIPCIÓN Y DIAGRAMA DE DE PROCESO DE
R E C U P E R A C I O N .....................................................................................................85
5.10 P L A N T E L H O N D U P A L M A ..................................................................86
5.11 P L A N T A E X T R A C T O R A ......................................................................87
5.12 S U B P R O C E S O F L O R E N T I N O ..............................................................88
5 . 1 3 P L A N O T A N Q U E C L A R I F I C A D O R .............................................90
5 . 1 4 PORCENTAJE DE EFLUENTES GENERADOS...........................................91
5.15 I N G R E S O A N U A L D E E F L U E N T E S E N P L A N T A .................92
5.15.1 I N G R E S O A N U A L D E E F L U E N T E S A 0 . 9 0 % . ................92
5.16 C O S T O D E I N V E R S I Ó N .......................................................................94
5.17 R E T O R N O D E L A I N V E R S I O N ( R O I ) ..........................................95
5.18 P E R I O D O D E R E C U P E R A C I O N D E L A I N V E R S I Ó N .........95
5.19 B E N E F I C I O S C U A N T I T A T I V O S Y C U A L I T A T I V O S ............96
C A P I T O L O V I ....................................................................................................................97
C O N C L U S I O N E S Y R E C O M E N D A C I O N E S ................................................................97
6.1 C O N C L U S I O N E S .........................................................................................98
6.2 R E C O M E N D A C I Ó N .....................................................................................99
C A P I T U L O V I I .................................................................................................................100
A N E X O S ............................................................................................................................100
7.1 O F I C I N A S P R I N C I P A L E S Y P L A N T E L E S ..................................101
7.1.1 O F I C I N A S P R I N C I P A L E S ............................................................101
7.1.2 O F I C I N A S P L A N T E L E S .................................................................101
7.2 P L A N T E L E S I N D U S T R I A L E S ............................................................102
7.3 P R O D U C T O S ...............................................................................................102
7.3.1 M A N T E C A C L A V E L Y D E L P O R T A L .....................................103
7.3.2 A C E I T E C L A V E L ...............................................................................103
7.3.3 J A B O N J A N - S U R ..............................................................................103
7.3.4 A C E I T E C R U D O D E A L M E N D R A Y D E P A L M A .............104
7.3.5 R B D A L M E N D R A Y D E P A L M A ................................................104
7.3.6 A C I D O S G R A S O S , H A R I N A D E A M L M E N D R A ...............105
7.3.7 E S T E A R I N A , O L E I N A .....................................................................105
7.4 S U B P R O C E S O F R O L E N T I N O ............................................................107
7.5 P I L A S D E F L O R E N T I N O ......................................................................108
7 . 5 . 1 E F L U E N T E S D E P R O C E S O ................................................................108
BIBLIOGRAFIA ……………………………………………………………………………………………………109
C A P Í T UL O I
DISPOSICIONES GENERALES
1.1 INTRODUCCIÓN
A continuación presento el modelo de investigación utilizado
para la realización de la propuesta, así como también la
descripción y la justificación de la oportunidad de mejora
que se puede llevar a cabo en planta extractora de aceite de
HONDUPALMA.
1.2 OBJETIVOS GENERALES Y ESPECÍFICOS
1.2.1 OBJETIVO GENERAL
1. Implementación de un sistema para el recuperado de
aceites en efluentes en sub proceso de florentinos y
reducir las pérdidas de aceites en el proceso.
1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Identificar los problemas generados por la pérdida de
aceite en efluentes.
2. Determinar la capacidad del tanque para el recuperado
eficaz de aceite en efluentes generado en el proceso
de planta extractora.
3. Dar a conocer a Palmas Aceiteras de Honduras
(HONDUPALMA) la importancia de la implementación
de este proyecto para el mejoramiento de sus procesos
y por ende el incremento de utilidades.
1.3 METODOLOGÍA
1.3.1 MODELO DESCRIPTIVO
Este modelo de investigación busca especificar las
propiedades importantes de personas, grupos, comunidades
o cualquier otro fenómeno que sea sometido a análisis.
Miden y evalúan diversos aspectos, dimensiones o
componentes del fenómeno a investigar. En un estudio
descriptivo se selecciona una serie de cuestiones y se mide
cada una de ellas independientemente, para así describir lo
que se investiga.
Es la que mejor que se aplica en este tipo de
procedimiento, ya que a través del método de la observación
directa se puede valorar, que tipo de circunstancias se
puede mejorar y consultar de forma objetiva cada una de las
operaciones. Adquiriendo nuevos conocimientos que nos
sirvan para plasmar una propuesta eficaz.
1.3.2 DESCRIPCIÓN DEL PROBLEMA
Durante el proceso de la práctica profesional laboral de
pregrado en el departamento de mantenimiento de Planta
Extractora de Palmas Aceiteras de Honduras HONDUPALMA
se logró identificar la oportunidad de una mejora para el
recuperado de aceites en el sub proceso de florentinos del
proceso de extracción.
Por lo antes mencionado se decidió tomar como una
implementación de mejora la instalación de un tanque
clarificador a la par de las pilas de florentinos para la
recuperación de aceite y el reposo de efluentes antes de
enviarlos a lagunas de oxidación.
1.4 JUSTIFICACIÓN
El contenido de esta investigación es mejorar y reducir
pérdidas en aceites con el fin de aumentar la extracción de
aceites la planta extractora y aumentar las utilidades de la
empresa.
La importancia de dar a conocer a la organización
todos los beneficios antes mencionados es para que se lleve
a cabo la implementación de este proyecto ya que presenta
mejores condiciones de aspecto económico.
1.5
C A P Í T UL O I I
LA EMPRESA
2.1 INTRODUCCIÓN
A continuación se describe la recopilación de los
antecedentes de la empresa, como nace en nuestro país,
misión, visión, generalidades de la empresa en cuanto a
productos, servicios y su finalidad sostenible que esta desea
en cuanto a su enfoque empresarial.
2.2 ANTECEDENTES HISTÓRICOS
HONDUPALMA tiene su origen en el a ño de 1954 con motivo
de la gran huelga bananera en la cual fueron despedidos
varios dirigentes obreros de las compañías trasnacionales.
Posteriormente se organizaron los grupos campesinos
en el marco de la reforma agraria, desarrollada en
Honduras, C.A. en la década de los años 70, aglutinando
inicialmente 3,800 compañeros.
HONDUPALMA fue fundada el 18 de junio de 1982 en
Battan Guaymas El Negrito Yoro, con la participación de 31
bases asociadas.
Localizada en el fértil Valle de Sula en la Zona Norte
de Honduras, siendo esta una de las zonas más productivas
del país.
El Instituto Nacional Agrario “INA” colaboro en la
capacitación organizativa, asistencia técnica y en el área
administrativa. El Banco Nacional de Desarrollo Agrícola
BANADESA, contribuyo en el área financiera, supervisión y
control de proyectos.
En 1985 se instaló la Planta Extractora, en el sector de
Mindanao, Guaymas, con capacidad para 24 TM/HR, de
marca STORK fabricada en Holanda, y en 1995 se instaló la
planta de productos terminados con tecnología Europea con
capacidad de refinación de 200 TM/Día y fraccionamiento de
120 TM/Día.
Además se cambió la razón social por razones
comerciales a Palmas Aceiteras de Honduras-
HONDUPALMA/ECARA.
2.3 TIPO DE EMPRESA
HONDUPALMA es una empresa agroindustrial dedicada al
cultivo y al proceso de extracción, refinación,
fraccionamiento de aceite de la palma africana, el cual es
transformado en producto terminado para ser comercializado
a nivel nacional e internacional.
2.4 MISIÓN Y VISIÓN
2.4.1 MISIÓN
Suministrar productos derivados de la palma africana de
excelente calidad, diversificándose en diferentes áreas de
inversión, satisfaciendo las exigencias del mercado,
protegiendo el medio ambiente, proporcionando un clima
laboral favorable, a través de la mejora continua de nuestros
sistemas de gestión.
2.4.2 VISIÓN
Consolidarse como la empresa de economía social líder en
la industria aceitera, mediante la diversificación de
productos y expansión de mercados.
2.5 GENERALIDADES DE LA EMPRESA
Palmas Aceiteras de Honduras ( HONDUPALMA ) es una
Empresa Cooperativa Agroindustrial de la Reforma Agraria,
perteneciente al sector social de la Economía que se ha
convertido en una importante fuente de desarrollo para el
Valle de sula y toda Honduras… una realidad que se ha
forjado gracias al esfuerzo y dedicación de sus Asociados.
Somos un modelo empresarial autogestionario,
orientando las metas y objetivos hacia un común
denominador; el compromiso con nuestros clientes,
asociados y la comunidad. Es el esfuerzo de un potente
trabajo en equipo comandado por la Alta Dirección (Junta
Directiva, Gerencia General y Auditoria Interna), así como
cada uno de los colaboradores en las distintas áreas, todos
ellos bajo la autorización de la Magna Asamblea General.
2.5.1 POLITICA INTEGRADA DE HONDUPALMA
HONDUPALMA una empresa dedicada a la producción y
comercialización de aceite de palma y sus derivados, que en
cumplimiento a sus compromisos con socios, colaboradores,
sociedad, estado y otras partes interesadas, opera
promoviendo el desarrollo sostenible a través de la gestión
de la calidad, inocuidad alimentaria, social, ambiental y de
seguridad y salud ocupacional, generando productos
competitivos con altos estándares nacionales e
internacionales, por lo tanto está comprometida a:
Cumplir con los requisitos legales y reglamentarios del
cliente y otros asumidos por la organización aplicables
a nuestras actividades, con relación a la prevención de
la contaminación del medio ambiente, la seguridad y la
salud en el trabajo, inocuidad alimentaria y otras
vinculadas con las partes interesadas.
Ejecutar programas de acciones de prevención, para el
control de la contaminación y los accidentes, control de
aspectos ambientales, control de impactos sociales,
control de riesgos de enfermedades, daños a la salud
de nuestros colaboradores y visitantes, así como los
impactos al entorno y las partes interesadas.
Promover la conservación de los recursos naturales, el
uso suficiente del agua, energía e insumos que
requerimos y gestionar adecuadamente los residuos
sólidos, las aguas residuales y las emisiones
atmosféricas que emitimos.
Realizar seguimiento de nuestro desempeño ambiental,
seguridad y salud ocupacional, la calidad e inocuidad
de nuestros productos, la satisfacción de nuestros
clientes, utilizando herramientas de gestión que
aseguren la mejora continua de nuestros programas.
Mantener mecanismos de comunicación y consultas con
nuestros colaboradores y partes interesadas que
propicien un entorno dinámico e inclusivo en nuestras
operaciones.
Realizar programas de capacitación, concientización y
sensibilización, para el cumplimiento de nuestra
política, normas, procedimientos, objetivos y metas, en
relación a la gestión social, ambiental, calidad,
seguridad y salud ocupacional e inocuidad alimentaria.
En HONDUPALMA practicamos los siguientes valores:
Unidad y Disciplina, Socialmente Solidario,
Comprometidos con el Ambiente, Cultura de Trabajo
en Equipo, Ética Empresarial e Identidad cooperativa y
asociativa.
Esta política forma parte de la estrategia empresarial
de HONDUPALMA y es asumida por todos sus
colaboradores, para garantizar a todas nuestras partes
interesadas y nuestros clientes la mejora continua de
nuestros clientes la mejora continua de nuestros
productos y servicios.
2.5.2 OBJETIVOS DE HONDUPALMA
Mantener la estabilidad de la empresa para lograr un
mayor beneficio de sus afiliados.
Asegurar el crecimiento de sus bases afiliadas.
Optimizar el uso de los recursos a través de procesos y
sistemas que constituyen a la reducción de los costos.
Mantener un ambiente laboral agradable tanto en
instalaciones físicas como recurso humano, mediante
la aplicación de aspectos ergonómicos que faciliten
mejor el desarrollo operacional del empleado.
Motivar a los empleados a través de incentivos y
capacitaciones de forma que realicen y mantengan un
alto nivel de producción tanto individual como
colectivamente para poder ser cada día más
competitivo.
Conservar las responsabilidades y fortalezas propias
para asegurar las metas a corto, mediano y largo
plazo.
Mantener un alto nivel de ética comercial en todas las
negociaciones con cliente y proveedores tomando en
consideración el beneficio para ambas partes.
2.5.3 PRODUCTOS QUE DESARROLLA HONDUPALMA
Como actividad principal, HONDUPAMA realiza el proceso de
extracción, refinación, fraccionamiento y empacado de
aceite de palma africana y las variedades son producidas de
acuerdo a los requerimientos del cliente, cada producto es
entregado al cliente según las especificaciones solicitadas
por el mismo, los tipos de productos son:
[Link] MANTECA CLAVEL Y DEL PORTAL:
Mezcla cristalizada de aceite de palma refinada y estearina
de palma, empacado en un film de polietileno formando un
chorizo, sellado lateral térmico y en los extremos por una
grapa de aluminio en presentaciones de kilo, libra, media y
bulk de 50 lb.
[Link] JABÓN JANSUR
Base de jabón con grasa de origen vegetal, potenciadores
de limpieza, persevantes, colorantes y fragancia. Para el
lavado de ropa. Los paquetes se distribuyen en varias
presentaciones.
JANSUR ¡Excelente con el sucio suave con su ropa!
[Link] ACEITE CRUDO ALMENDRA
Es obtenido de la extracción mecánica de la almendra del
fruto de palma africana como producto principal. Este
producto es como aliado especial para lucir bien, ya que se
utiliza en la producción de perfumería y cremas hidratantes
para la piel.
[Link] ACEITE CRUDO DE PALMA
El aceite crudo de palma obtenido en el proceso de
extracción mecánica del mesocarpio del fruto de palma
africana como producto principal. Dicho aceite se usa como
materia prima elaborar productos de uso culinario, la
elaboración de biodiesel, comida de animales, jabón entre
otros.
[Link] ÁCIDOS GRASOS
Mezcla de ácidos grasos libres, triglicéridos, y glicerina que
son el sub-producto de la refinación física. Producto
especial en la elaboración de jabones, detergentes, velas.
En la industria oleo química son la base para la preparación
de alcoholes grasos y derivados.
[Link] HARINA DE ALMENDRA
La harina de almendra de palma obtenida del proceso de
extracción física de la almendra de palma africana, como
subproducto. Se ha demostrado que esta harina constituye
una importante fuente de energía y proteína en la
fabricación de concentrados para animales.
[Link] ESTEARINA
Grasa vegetal refinada, compuesto 100% por estearina de
palma solida a temperatura ambiente. Es destinada casi
exclusivamente a usos industriales, tales como cosméticos,
jabones (pastillas más duras, con espuma fina y duradera.),
detergentes, velas, grasas lubricantes.
[Link] OLEINA
Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por oleína de
palma líquido a temperatura ambiente. Esta es utilizado
exclusivamente como comestible (aceite para cocinar,
margarinas, cremas, confitería), alimentos para bebes y
como sustituto lácteo.
[Link] RBD ALMENDRA
Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por aceite de
almendra de palma líquido a temperatura ambiente. Se
utiliza en gran cantidad en las industrias que elaboran
jabones, cosméticos, de pinturas y productos alimenticios.
[Link] RBD1 DE PALMA
Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por aceite de
palma semi-solido a temperatura ambiente. Utilizado para la
elaboración de margarinas, frituras, panadería y repostería,
la industria cosmética. Garantiza productos de excelente
calidad, saludables y nutricionales.
1
RBD: Refinado blanqueado y desodorizado.
2.5.4 UBICACIÓN Y ACCESO
Ilustración [Link] localización de Hondupalma.
Ilustración 2. Micro localización de Hondupalma.
NUETRAS DIRECCIONES
Oficinas administrativas: centro poblado 36 Guaymas, El
Negrito, Yoro.
Tel: (504) 2648-4000
Mercadeo Progreso
Bo. Las Mercedes 10 y 11 calle 2da Ave Sur Oeste edificio
HONDUPLAZA
Tel: (504) 2647-3071/72
C A P Í T UL O I I I
SITUACIÓN ACTUAL
3.1 INTRODUCCIÓN
HONDUPALMA cuenta con el personal altamente capacitado
para el desarrollo de las actividades diarias que requiere
cada departamento que la conforma.
En este capítulo se define la departamentalización
junto con las funciones del encargado en cada área, se da a
conocer el organigrama y el análisis FODA de
HONDUPALMA.
3.2 DEPARTAMENTALIZACIÓN
La estructura administrativa de HONDUPALMA se puede
considerar que la departamentalización que se tiene
implementada es la departamentalización funcional ya que
esta consiste en el agrupamiento de las actividades y áreas
de acuerdo con las actividades principales desarrolladas en
la empresa.
3.3 ÁREA ADMINISTRATIVA Y CONTROL INTERNO
3.3.1 ASAMBLEA GENERAL
Es el órgano supremo de la sociedad; podrá acordar y
ratificar todos los actos y operaciones de esta y sus
resoluciones serán cumplidas por la persona que ella misma
designe, o a falta de designación, por el administrador o por
el consejo de administración.
Funciones
Elegir en su reunión ordinaria anual los miembros de la
Junta Directiva y sus suplentes, y el Revisor Fiscal y
su suplente y fijarles su remuneración.
Reformar los estatutos.
Evaluar la gestión de la Junta Directiva, los
Administradores y principales ejecutivos mediante el
estudio y aprobación del informe de gestión.
Analizar los informes de los órganos de administración
y vigilancia.
Considerar, aprobar o no aprobar los estados
financieros de fin de ejercicio, tales como Balance
General Anual, Estados de Excedentes y Resultados y
demás estados financieros y Proyecto y Presupuesto.
Destinar los excedentes y fijar los montos de los
aportes y de los ahorros obligatorios, y establecer
aportes extraordinarios.
Elegir los integrantes de la junta directiva y el
supervisor fiscal.
Revertir y conferir precisas facultades extraordinarias a
la Junta directiva por un periodo determinado para que
dicte las disposiciones pertinentes cuando las
necesidades lo requieran.
Aprobar el plan de desarrollo.
3.3.2 JUNTA DIRECTIVA
La Junta Directiva es el máximo órgano administrativo de la
organización, cuya función principal es determinar las
políticas de la gestión y desarrollo de la compañía, así como
vigilar que el Presidente y el equipo ejecutivo cumplan y se
ajusten a las mencionadas políticas.
Funciones
1. Orientar y aprobar la estrategia de la compañía.
2. Controlar la marcha y evolución del negocio.
3. Revisar y aprobar los presupuestos operativos.
4. Aprobar decisiones financieras clave.
5. Controlar adecuadamente los principales riesgos del
negocio.
6. Fomentar la profesionalización de la empresa.
7. Nombrar, evaluar, fijar la retribución del equipo directo y,
en su caso, planificar el proceso de sucesión.
8. Supervisar en representación de los accionistas.
9. Establecer las políticas de comunicación e información
con los accionistas, mercados, clientes y opinión pública.
10. Convocar a la Asamblea.
11. Presentar un informe de fin de ejercicio a la Asamblea
así como las cuentas, balances, inventarios, y proyecto
de distribución de utilidades; en el informe de gestión que
se presentara conjuntamente con la Administración, se
incluirá una descripción de los principales riesgos de la
sociedad, así como información sobre las actividades de
control interno y, de haber existido, sobre los hallazgos
relevantes.
3.3.3 GERENTE GENERAL
Es el ejecutivo de mayor autoridad dentro de la empresa y
es nombrado por la Junta Directiva, su función primordial es
planear, organizar, dirigir y controlar todas las actividades
de la empresa, tomando como base las normas y
procedimientos establecidos dentro de la empresa como la
ayuda de los jefes de cada uno de los departamentos.
Funciones
Cumplir y hacer cumplir las resoluciones y acuerdos
por la Asamblea General y la Junta Directiva.
Representar a la empresa en los eventos y actividades
en que esta requiera de su participación.
Informar al consejo de administración de todas las
actividades que se realicen en la empresa.
Proporcionar los lineamientos necesarios para el
cumplimiento de los objetivos y metas de la empresa.
Vigilar que los controles internos de la entidad sean los
más apropiados así como su debido cumplimiento.
3.3.4 AUDITORÍA
Integrado por un auditor y personal auxiliar, los cuales estos
informan de todos sus actos al Gerente General.
Funciones
Supervisar, vigilar, formular y revisar todos los
documentos relacionados con aspecto financiero y control
interno de la organización, llevando a cabo una constante
revisión para que en los distintos departamentos cumplan
con los procedimientos y normas ya establecidas.
Determinar si existen deficiencias entre el desempeño
real y los estándares deseados, pueden abarcar toda la
empresa, una división de esta.
3.3.5 GERENTE DE RECURSOS HUMANOS
Este departamento es el encargado de realizar las
actividades necesarias para dotar de personal a la empresa
y mantener el alto rendimiento de sus empleados entre esas
actividades se encuentran:
Planificación
Reclutamiento
Y la selección
CALIDAD DEL DEPARTAMENTO
Es evaluar los líderes considerando los criterios de sus
compañeros o colaboradores. La honestidad individual y
grupal así como un alto sentido de compromiso han sido de
gran importancia en esta etapa. Cuyo resultado consiste en
la localización y selección de empleados competentes y bien
calificados, una vez que ha reclutado el personal
competente ayuda a sus miembros y adaptarse a la empresa,
asegurar que sus habilidades y conocimientos para el
trabajo se mantengan actualizados.
Funciones
Supervisar la asistencia y puntualidad del personal a
través de los controles establecidos para el caso
(tarjetas registradoras de tiempo) y demás reporteros
de los supervisores de producción o jefes de
departamentos.
Realizar el trámite de nombramiento, aumentos de
sueldo al personal de la empresa según el
procedimiento establecido por la gerencia general y la
junta directiva.
Asignar el trabajo de la elaboración de planilla de
pago.
Firmar y entregar pases al personal que amerite
asistencia médica especializada siguiendo el orden y
procedimiento administrativo ya establecido.
Proporcionar información cuando sea solicitada por los
empleados, autoridades de trabajo o juzgados en
cuanto asalariaos.
3.3.6 GERENCIA DE MERCADEO
Lo constituye un Gerente de mercadeo por lo tanto debe y
tiene la obligación de implementar estrategias de mercado
para hacerle frente a la [Link] responsable del
cumplimiento del estado de resultados de ventas, mantener
a los clientes actuales y de obtener nuevos clientes.
Funciones
Define un plan estratégico de mercado, acorde con los
objetivos de la empresa.
Concede entrevistas en un esfuerzo por promover
nuevos productos, servicios e iniciativas.
Representa a la empresa en eventos de caridad,
patrocinio y otros que tengan lugar en la ciudad.
Velar por mantener el posicionamiento de la imagen de
la empresa en el mercado y sus respectivas marcas.
Elabora y aplica planes de descuentos flexibles y
personalizados.
3.3.7 GERENCIA AGROINDUSTRIAL
Es en el departamento de producción donde se solicita y
controla el material del que se va a trabajar, se determina la
secuencia de las operaciones, las inspecciones y los
métodos, se piden las herramientas, se asignan tiempos, se
programa, se distribuye y se lleva el control del trabajo y se
logra la satisfacción del cliente. La instrucción en este
campo revela cómo se realiza la producción, como se lleva a
cabo, como se ejecuta y cuánto tiempo toma hacerla.
El objetivo de un gerente producción es elaborar un producto
de calidad oportunamente y a menor costo posible, con una
inversión mínima de capital y con un máximo de satisfacción
de sus empleados.
Funciones
Medición del trabajo.
Análisis y control de fabricación o manufactura.
Planeación y distribución de instalaciones.
Higiene y seguridad industrial.
Control de la producción y de los inventarios.
Planificar, Organizar, Dirigir y Controlar los Recursos
Humanos, Materiales, Financieros y de Información que
posee la organización, para lograr de manera efectiva y
eficiente, el cumplimiento de las tareas y
responsabilidades propias de su organización definidas
en el R.R.I., las que establece la Dirección Ejecutiva y
aquellas actividades propias de los procesos que son
de su responsabilidad y/o participa.
Coordinar con la Gerencia de Planificación y Desarrollo
la proyección de nuevas capacidades en las áreas de
fabricación, montaje e ingeniería de diseño, para
alcanzar las metas de la planificación estratégica.
Definir y priorizar las inversiones que cada una de las
Divisiones dependientes de la Gerencia, requieran para
mejorar sus procesos productivos y administrativos.
Velar por el mejoramiento continuo de los procesos y
capacidades de las Divisiones bajo su gestión.
Velar porque los productos en proceso estén siempre
relacionados a una orden de trabajo y asociados a un
propósito y que se complete debidamente los procesos,
para que el área de costos de la Empresa, los pueda
reconocer oportunamente a resultado.
Coordinar periódicamente con las demás gerencias de
la empresa y con la debida anticipación, los
requerimientos necesarios que permitan ejecutar con
eficacia y eficiencia las actividades productivas de su
área funcional.
Valorizar los requerimientos de personal y materiales
en todas las divisiones y proponer de acuerdo al plan
de ventas, el anteproyecto de presupuesto.
Evaluar periódicamente los resultados operativos y
tomar las decisiones en forma oportuna, con el
propósito de alcanzar un óptimo aprovechamiento del
personal productivo y de los recursos materiales
puestos a su disposición.
Cumplir con las tareas específicas dadas a la
Gerencia, por el Manual de gestión de calidad de la
empresa.
3.3.8 GERENTE DE SISTEMA DE GESTION
Dirigir, planificar, organizar y controlar los procesos,
procedimientos y actividades relacionados con los
sistemas de gestión, con el fin de garantizar el
cumplimiento de sus estándares y normas, así como,
favorecer la mejora continua. Su jefe inmediato es el
gerente general y es el representante de la alta
dirección en el desarrollo y mejoramiento de los
sistemas de gestión.
Funciones
Participar conjuntamente con su jefe inmediato en la
planeación estratégica de la empresa, al fin de lograr
la emisión y actualización de la política integrada y
objetivos de calidad e inocuidad de la empresa.
Diseñar el mapa de proceso de sistema de gestión de
calidad, estableciendo los alcances que hayan sido
definidos mediante la planeación estratégica, para la
aprobación de la alta dirección.
Gestionar con los proveedores de calidad, la
adquisición oportuna de las normas que sean sujetas
de cumplimiento y apoyo técnico para los desarrollos
de los Sistemas de Gestión.
Realizar la interpretación de los programas de
seguridad, salud y protección ambiental establecidos
por el cliente, efectuando la interpretación de los
requisitos que correspondan y emitiéndolas propuestas
de operación que aseguren su cumplimiento.
Participar activamente en las reuniones relacionadas
con el programa gestión, analizando e interpretando
cualquier cambio que pudiera afectar el seguimiento de
los procesos.
Realizar coordinadamente con los usuarios
responsables, la implementación y puesta en marcha
de los procedimientos, instructivos de trabajo,
formatos, planes de gestión, etc.
Realizar conjuntamente con su jefe inmediato la
planeación y programación de las auditorías internas,
organizando los procesos de ejecución de acuerdo a la
fecha establecida.
Informar oportunamente al gerente general de las
fechas de auditoria del proceso de gestión de calidad
con el fin de que se disponga de las facilidades y la
disponibilidad del personal involucrado.
Asegurar la toma de conciencia del personal
involucrado en el Sistema de gestión de calidad,
promoviendo el conocimiento e interpretación de la
política integrada, el cumplimiento de los objetivos y la
documentación soporte por área de responsabilidad.
Asegurar que establezcan, implementen y mantengan
los procesos necesarios para el sistema de gestión de
calidad, verificando que la documentación existente
sea implementada de manera consistente por el
personal responsable.
Coordinar con el personal responsable de la
integración de la documentación necesaria para la
realización de la reunión de revisión por la gerencia.
Informar a la gerencia general el desempeño de los
procesos declarados en el sistema de gestión de
calidad, puntualizando de manera precisa el
cumplimiento en cuanto a la eficacia, las desviaciones
encontradas y el estatus de las acciones correctivas.
Participar en las reuniones de revisión por la gerencia
general, registrando la minuta correspondiente y
asegurándose de que se cumplan con todos los
requerimientos de salida especificados por el sistema
de gestión de calidad.
Proporcionar seguimiento a las no conformidades
detectadas ya sea por auditoria interna o revisión por
la Gerencia General, controlando a través de las
acciones correctivas y preventivas su cumplimiento y el
estatus correspondiente hasta el cierre total de las
mismas.
Establecer el contacto permanente con los proveedores
de las empresas certificadoras, con el fin de concertar
las fechas de pre auditorias, auditorias de certificación
y auditorias de mantenimiento que sean negociadas.
Mantenerse permanentemente actualizando en el
conocimiento de las normas de gestión de calidad y
Programa de Certificaciones existentes, participando
en eventos y foros relacionados con la calidad,
formación de auditores líderes.
3.3.9 EMPACADORES
Empaca o empaqueta a mano una amplia variedad de
productos y materiales. Este miembro del personal del
centro de distribución, el empacador principal, realiza tareas
y funciones relacionadas con el almacén a fin de respaldar
la integridad del inventario, procesar los pedidos – recoger,
empacar, clasificar y mantenimiento general, así como las
tareas de mantenimiento para asegurar un entorno laboral
seguro, limpio y ordenado.
Funciones
Resuelve problemas, examina e inspecciona
contenedores, materiales y productos a fin de
asegurarse de que se cumplan las especificaciones de
empaque. Registrar información sobre los productos,
empaques, pedidos utilizando los formatos y registros
especificados.
Cargar materiales y productos en equipos de
procedimiento de empaques.
Cargar materiales y productos en equipos de
procedimiento de paquetes.
Limpiar contenedores, materiales, suministros o áreas
de trabajo, utilizando soluciones de limpieza y
herramientas de mano.
3.3.10 GERENCIA DE DESARROLLO DE PROYECTOS
Planear, dirigir y controlar las operaciones de la
Gerencia a su cargo, ejecutar y proponer los
proyectos de desarrollo económico y social a la
gerencia general canalizar los proyectos con las
áreas gestoras, garantizando el correcto desarrollo
del proyecto en tiempo, calidad, costes,
funcionalidad y satisfacción del cliente. Reportando
en todo momento el estado del proyecto a la
Gerencia general. Coordinando estrategia operativa
de los proyectos hasta su consolidación, evaluando
la rentabilidad de los mismos a través del
seguimiento oportuno y preciso.
Funciones
Establecer conjuntamente con el Gerente General la
proyección de los proyectos a consolidar de acuerdo
con los objetivos de rentabilidad deseados y de la
factibilidad en base a las expectativas deseadas.
Coordinar con el gerente general las propuestas
técnicas y económicas de los procesos de
concursos, licitaciones y convenios asegurando la
participación competitiva de la empresa.
Coordinar con la Gerencia de producción la
validación de las compras y ejecución de los
proyectos dentro de planteles industriales.
Definir los objetivos del proyecto: que sean claros y
alcanzables según las capacidades de la empresa.
Alinear el proyecto con la estrategia
empresarial/institucional.
Manejar los recursos físicos, financieros, humanos y
su asignación a las tareas.
Administrar los costos y presupuestos de los
proyectos.
Administrar la calidad del proyecto según los
estándares de desempeños definidos.
Vigilar que las tres restricciones (calidad, costo y
tiempo) a que se enfrentan todos los proyectos, se
gestionen adecuadamente.
Gestionar los plazos para para lograr terminar el
proyecto a tiempo.
Participar en la integración del equipo del proyecto:
definir los perfiles con las competencias requeridas
para licitaciones.
Garantizar que el personal del proyecto reciba toda
la información necesaria.
Analizar y manejar los riesgos.
Manejar las comunicaciones.
Informar a la alta dirección sobre los avances o
atrasos del proyecto.
Orientar y/o delegar a su equipo, ejerciendo la
supervisión necesaria.
Manejar las herramientas, los métodos, las métricas
y los cronogramas maestros del proyecto.
Administrar los problemas y los cambios que el
proyecto le exija sobre la marcha.
Monitoreo diario del cumplimiento de las buenas
prácticas de manufactura.
Compromiso con el cumplimiento de buenas
prácticas de manufactura e inocuidad para la
seguridad de los productos que se fabrican en
HONDUPALMA.
3.3.11 OPERADOR
Es el encargado de llevar a cabo todas las operaciones en la
producción.
Funciones
Verificar, monitorear y reportar los parámetros
operativos y procesos de las áreas de trabajo.
Inspecciones periódicas de los equipos.
Emisión de permisos de trabajo.
Monitoreo de las condiciones de operación.
Verificar la correcta dosificación de insumos químicos,
así como el control e inventarios de los mismos, en los
procesos de producción.
Asegurar que se cumplan los estándares de seguridad
propios y de las empresas contratistas.
Cumplir con las normas y procedimientos de operación,
seguridad, salud y medio ambiente.
3.4 ORGANIGRAMA DE LA EMPRESA
Ilustración 3. Organigrama de Hondupalma.
3.5 ANÁLISIS FODA DE LA EMPRESA
FODA
Es una de las principales herramientas estratégicas desde el
p u n t o d e v i s t a p r á c t i c o d e l m u n d o e m p r e s a r i a l . (Muñoz, 2012)
El objetivo primario del FODA consiste en obtener
conclusiones sobre la forma en que el objeto estudiado será
capaz de afrontar los cambios y turbulencias en el contexto
oportunidades y amenazas a partir de sus fortalezas y
d e b i l i d a d e s i n t e r n a s . (Reyes, 2011).
FORTALEZAS
Son capacidades, recursos, posiciones alcanzadas y,
consecuentemente, ventajas competitivas que deben y
pueden servir para explotar oportunidades.
La empresa cuenta con un 80% de la materia prima que
es recibida de las cooperativas afiliadas lo cual nos
asegura un sostenimiento del proceso en caso de
existir una guerra de precios de la fruta.
Cuenta con un sistema de certificación ISO 9001-2000
lo que permite que la empresa mejore día a día en la
calidad de asegurar al mercado nuestros productos.
La organización maneja planes de incentivos lo cual
hace posible que el empleado de siempre su
compromiso y mayor esfuerzo para lograr los
resultados planeados.
Contamos con toda la cadena agroalimentaria lo que
nos permite un amortiguamiento de los costos porque
nacemos desde los viveros del cultivo hasta el
producto terminado dirigido al consumidor.
OPORTUNIDADES
Todo aquello que pueda suponer una ventaja competitiva
para la empresa, o bien representar una posibilidad para
mejorar la rentabilidad de la misma o aumentar la cifra de
sus negocios.
En el mercado internacional existe mucho interés por
los biocombustibles lo cual es una oportunidad de
negocio como nuevo mercado haciendo uso de nuestros
productos como materia prima.
A nivel de Gobierno existe una apertura para la compra
de energía eléctrica renovable producidas a través de
las biomasas que resultan de este rubro lo cual puede
dar mayor fortaleza al negocio.
DEBILIDADES
Aquellos factores internos que provocan una posición
negativa frente a la competencia, recursos de los que se
carecen, habilidades que no poseen, actividades que no se
desarrollan positivamente dentro de la empresa.
No existe una diversificación de productos para
amortiguar la caída de precios en algunos rubros,
poniendo en riesgo el sostenimiento del negocio porque
depende de un solo mercado.
El porcentaje de crecimiento de los cultivos es bajo por
la limitación de las áreas disponibles para este rubro.
Descentralización de los sistemas u organismos
administrativos lo cual tarda o afecta en la toma de
decisiones.
No se cuenta con espacios adecuados para el
almacenamiento de los desechos sólidos.
AMENAZAS
Son todos aquellos factores externos que pueden llegar a
intentar contra la permanencia de la empresa, e impedir la
implantación de una estrategia, o bien reducir su
efectividad, o incrementar riesgos de la misma, o bien
reducir los ingresos esperados.
Viendo los beneficios del rubro pueden existir nuevas
formaciones de empresas llevando a una mayor
competencia en el mercado.
Con los tratados comerciales que nuestro país tiene
con otros países vecinos ha permitido el ingreso de
nuevas marcas de productos sustitutos.
Variaciones en los precios internacionales del aceite
afectados por las especulaciones de la crisis financiera
mundial.
Plagas y enfermedades a las plantas de palma.
CAPÍTULO IV
PRÁCTICA PROFESIONAL
4.1 INTRODUCCÓN
El propósito del presente capitulo es dar a conocer
detalladamente las actividades asignadas y realizadas
durante el tiempo de práctica profesional laboral de
pregrado la cual fue desarrollada en el departamento de
mantenimiento de planta extractora de palmas aceiteras de
honduras HONDUPALMA.
4.2 ACTIVIDADES REALIZADAS
4.2.1 MANEJO DEL PROGRAMA DE MANTENIMIENTO
PREVENTIVO Y CORRECTIVO.
Esta labor consta de planear, organizar y ejecutar las
diferentes actividades de mantenimiento de las maquinas,
equipos y estructura de manera preventiva según lo
establecido en el programa y correctivo según las fallas
dadas en los procesos de extracción de aceite.
Metodología
Para realizar esta actividad se debe contar con un
programa de mantenimiento que enlisten las máquinas
y equipos y el tipo de mantenimiento a realizar.
Se debe planear cuando y como se debe realizar los
diferentes tipos de mantenimiento y tiempo que se
requiere para realizar las actividades.
Se llenan los registros de ejecución de los diferentes
tipos de mantenimiento, donde se da a conocer el tipo
de actividad y los materiales utilizados, para llevar un
historial de mantenimiento y de los tipos de fallas que
se dan en el equipo para facilitar la ejecución del
presupuesto y la reposición de maquinaria y equipo.
4.2.2 MANEJO DE PRESUPUESTO
Esta actividad se basa en conocer el presupuesto
establecido para el mantenimiento por cada departamento de
planta y del mismo departamento de mantenimiento mensual
con el objetivo de no sobrepasarse de lo aprobado por la
alta dirección y en caso que ocurra justificarlo con
fundamento pleno.
Metodología
Para efectuar esta tarea se debe de revisar el
presupuesto semanalmente.
Se debe solicitar al departamento de costos la
actualización de los costos realizados semanalmente
para la revisión de cuentas.
4.2.3 MANEJO DE PERSONAL
Esta tarea consiste en dar a conocer a los asociados los
objetivos del departamento y de la empresa para la
concientización y así formar un sentido de pertenencia para
la eficacia al momento de realizar las diferentes tareas
asignadas concernientes al mantenimiento.
Metodología
Conocer los objetivos del departamento y por ende el
de la empresa.
Asignar tareas para la realización a los asociados
según las necesidades.
Llevar a cabo reuniones de trabajo para escuchar las
quejas, sugerencias y necesidades de los asociados.
4.2.4 MANEJO DE INVENTARIO
Esta actividad consta de controlar el stock de repuestos en
inventario, en tránsito cuando se hacen pedidos al
Extranjero y repuestos faltantes, con el objetivo de
mantener la cantidad de repuestos en stock necesarios para
la ejecución del mantenimiento eficazmente.
Metodología
Esta actividad consta de realizar un listado matriz
donde se da a conocer la cantidad y tipo de repuestos
necesarios de compra Nacional e Internacional para la
realización del mantenimiento.
Hacer levantamiento de inventario de repuestos
existentes en el área de almacén y suministros.
Consultar con el departamento de Gerencia General la
compra de repuestos realizadas en el extranjero
(Brasil, Malasia, Colombia, USA) y cuantas y cuales
están en tránsito.
Una vez realizado lo anterior se procede a la
actualización del cuadro matriz para verificar los
repuestos a comprar.
Para la realización de la actividad anterior es
necesario contar con el programa de mantenimiento ya
establecido para todo el año.
Es necesario la revisión del presupuesto para un mayor
control del mismo.
4.2.5 EJECUCION DE PROYECTOS ESTRUCTURALES Y
MONTAJE DE EQUIPO
Esta tarea consiste en la interpretación de diseños
estructurales y de ensamble con el fin de hacer el
levantamiento de materiales a utilizar, el recurso humano
(mano calificada) la maquinaria y equipo a utilizar y el
tiempo estipulado para culminar el proyecto con fecha d
inicio y fecha final con el fin de establecer un presupuesto
preliminar del corto de la ejecución de dicho proyecto
tomando en cuenta uno de los aspectos importante como lo
es la seguridad industrial.
Metodología
Primeramente se recibe el diseño por parte del
departamento de proyecto en conjunto con una reunión
para la apertura de ejecución del proyecto.
Se realiza una visita de campo para determinar las
ubicaciones delos equipos validando con el diseño
previo juntamente con el departamento de seguridad y
salud ocupacional.
Se realiza el levantamiento de materiales a ser
utilizado y la mano de obra calificada necesaria para la
ejecución del proyecto.
Se solicita al departamento de compras y suministros
la compra del material requerido.
Una vez adquirido el material por el departamento de
almacén, el departamento de mantenimiento hace la
inspección de verificación.
Después de realizado lo anterior se procese con la
ejecución del proyecto según diseño y dando
seguimiento a las normas de seguridad establecidas
por la empresa.
Se realizan supervisiones periódicas para verificar que
la ejecución marche bien en tiempo y forma.
Una vez culminado el proyecto se realiza la inspección
por el departamento de proyectos Jefes de áreas para
validar la finalización del proyecto.
Hecho lo anterior se procede a realizar las pruebas
establecidas previas a la puesta en marcha.
Se realiza la entrega oficial del proyecto juntamente
con la puesta en marcha acompañado con un informe
oficial por el departamento de mantenimiento.
4.2.6 ACTUALIZACION DE DATOS EN FICHAS TECNICAS
DE EQUIPO EN PLANTA
Esta actividad consiste en realizar un monitoreo en todos los
equipo de la planta para realizar el levantamiento de todos
los datos de las placas de los equipos para tener la
información necesaria para que al momento de realizar el
mantenimiento preventivo o mantenimiento correctivo ya
saber qué tipo de repuestos se va utilizar, y cuando se va
pedir algún repuesto al extranjero o nacionalmente ya tener
toda la información necesaria al caso.
Metodología
Se identifican las diferentes ubicaciones de los equipos
realizar el levantamiento en secuencia del proceso.
Se lleva un control de la necesidad de información a
recopilar para la inserción de datos.
Se realiza la digitalización de toda la información
recopilada en los formatos de fichas técnicas de la
empresa.
CAPITULO V
PROPUESTA
5.1 INTRODUCCIÓN
En la actualidad los procesos agroindustriales son
aprovechados al máximo de tal forma que se reduzcan los
costos operativos aumentando la productividad y el
aprovechamiento de todos los recursos disponibles, por lo
tanto se da a conocer esta propuesta de mejora que
contribuya a la reducción de pérdidas en efluentes en el
proceso de extracción de aceite en Palmas Aceiteras de
Honduras “Hondupalma”.
Actualmente HONDUPALMA está recuperando
aproximadamente 1.16 TM/día de aceites en el subproceso
florentinos la cual está siendo reprocesado en el proceso
de extracción reduciendo las pérdidas significativamente ya
que estos aceites son retornados al proceso eficientando la
producción de biogás en la planta de ERH 2, subproducto
utilizado para la generación de vapor y energía eléctrica con
precios atractivos la proyección se describe en el análisis
económico financiero donde se detalla los costos operativo
2
ERH: Energía renovable Hondupalma.
donde se obtiene el retorno de inversión para justificar la
implementación del proyecto.
5.2 OBJETIVOS GENERAL Y ESPECIFICOS
5.2.1 OBJETIVO GENERAL
Implementar la instalación de un tanque clarificador para el
recuperado de aceites en efluentes el cual se ubicara al par
de las pilas de florentinos en planta extractora de aceite de
HONDUPALMA en el sector de Mindanao Guaymas con una
capacidad de 20 TM de aceite. A instalarse en un periodo de
un año.
5.2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS
Adquisición e instalación de un tanque clarificador para
el recuperado de aceites en efluentes instalado con
personal subcontratado importada de Colombia
industrias AVM en un periodo de un año.
Reducir las pérdidas de aceite en efluentes que se
producen en el proceso de planta extractora
Hondupalma.
Reducir desgastes en los equipos en el proceso de
extracción de aceite crudo de palma africana por el
retorno de lodos livianos y pesados al proceso.
Demostrar financiamiento de factibilidad del proyecto
con retorno de inversión menor a 1 años.
5.3 ANALISIS FODA
Se cuenta con propia generación de energía
eléctrica para la operación del equipo.
FORTALEZAS
Disponibilidad de espacio para el
almacenamiento de efluentes en el área de
florentinos en la planta extractora.
Adquisición de equipos con tecnología para
el proceso automatizado.
OPORTUNIDADES
Tener un mejor control y manejo en el tema
de recuperación de aceites en efluentes.
Este tipo de equipo requiere de fuerza
DEBILIDADES motriz elevada por lo que el costo por
consumo de energía eléctrica es alto.
No se cuenta con materiales para realizar
mantenimiento preventivo en los inventarios
de almacén.
Los proveedores de estos equipos se ubican
en Colombia por lo que los tiempos de
AMENAZAS entrega de repuestos tardarían un tiempo y
pondrían en riesgo el funcionamiento
continuo de los equipos.
Al mantener el equipo parado esto
conllevaría a tener pérdidas económicas y
desgaste en los equipos de la planta por el
retorno de lodos livianos y pesados a los
equipos como bombas, centrifugas, tamiz y
cepillos rotativos.
Tabla 1 Análisis FODA.
5.4 ESTRATEGIAS
Para fortalecer el consumo de energía por la
implementación del montaje de un tanque clarificador
se procederá a una revisión en el panel eléctrico del
área de florentino para la verificación de capacidad en
los breaker3, contactores4 y cableado eléctrico.
En el transcurso del funcionamiento del tanque
clarificador se importara un stock de repuestos
necesarios para el mantenimiento preventivo eficaz,
para posteriormente desarrollar diseños de partes para
la búsqueda de fabricación por talleres de metalurgia y
mecanizado a nivel Nacional con el objetivo de bajar
costos de mantenimiento a través de análisis.
Para la adquisición de un tanque clarificador
primeramente se presenta la propuesta a la alta
dirección para discutir la aprobación y una vez
aprobada se desarrolla un diseño para posteriormente
solicitar las ofertas según diseño por lo menos dos
empresas, una vez obtenidas las ofertas se analizan
3
Breaker: Interruptor de circuitos eléctricos.
4
Contactor: Establecer enlaces de circuitos eléctricos.
para seleccionar la más alternativa, para extender y
enviar la orden de compra para la adquisición de los
equipos los cuales se tomara un tiempo
aproximadamente de seis meses para su fabricación y
posteriormente ser enviados vía marítima tomando un
tiempo de dos meses paralelamente en esta actividad
se realizara la obra civil para que esté listo al
momento que lleguen los equipos al sitio final
establecido. Una vez realizado lo anterior se procede
con el montaje estructura, equipos e instalación
eléctrica lo cual tomara un tiempo para posteriormente
realizar las pruebas de los equipos en vacío para la
debida lubricación, ajustes y poder resolver cualquier
problema que se de en el arranque. Logrando con éxito
todo lo antes expuesto se procede con la puesta en
marcha a plena carga para el sostenimiento de todo el
proceso normal.
5.5 CRONOGRAMA ESTRATEGICO PARA EJECUCION DE PROYECTO REDUCCION
DE PERDIDAS EN EFLUENTES EN SUBPROCESO FLORENTINOS
Tabla 2. Cronograma estratégico de ejecución del proyecto.
(Honduras Patente nº 1, 2017)
5.6 PROCESO DE EXTRACCIÒN
Ilustración 4. Proceso de extracción
5.7 DEFINICION E INSTALACION DE TANQUE
CLARIFICADOR.
El tanque clarificador será instalado en la planta de
extracción de aceite crudo precisamente a la par de las pilas
del subproceso de florentinos, el efluente será procesado,
primeramente será enviado por medio de fuerza motriz
seguidamente se abrirá el vapor para su respectivo
calentamiento a una temperatura no mayor a 90ºc para la
separación del aceite, agua y los lodos en su primera etapa,
una vez que se realice la separación se procederá al
recuperado por medio de gravedad con el uso de una copa
metálica ya incorporada en el tanque clarificador,
seguidamente el aceite será enviado a un tanque pulmón y
enviado por medio de fuerza motriz al proceso de
clarificación a los tanque sedimentadores.
5.8 PROCEDIMIENTO Y FUNCIONAMIENTO DE TANQUE
CLARIFICADOR
Se inspecciona toda la maquinaria para verificar que
todo está en óptimas condiciones para el arranque.
Se abre la válvula de tubería de vapor para el
calentamiento y válvulas de alimentación de efluentes .
Los efluentes que salen de todo el proceso de la planta
extractora llegan a las pilas de florentinos por medio
de los causes.
Los efluentes llegan a las pilas de florentinos con una
temperatura aproximadamente de 80ºC, la cual es
necesario para que haga la separación de los aceites
luego el operador del área realiza la actividad de
conducción del aceite con agua caliente mandando la
capa superior de aceites lodo liviano lodo pesado y
agua.
Seguidamente el operador abre la compuerta de salida
para que los aceites con lodo liviano lodo pesado y
agua caigan a un cause que se dirige a una pila de
almacenamiento de aceites.
Se enciende la motobomba la cual manda los aceites
con lodo liviano lodo liviano y agua a un tanque pulmón
donde se reposa en un periodo de 4 horas para luego
realizar él envió de los aceites al tanque clarificador.
Una vez enviado los aceites con lodo liviano lodo
pesado y agua al clarificador se reposa en periodo de 5
horas a una temperatura de 95ºC, para lograr una
buena separación del aceite con los lodos y el agua.
Una vez llegado al tiempo de reposo empieza a la
recuperación de aceite por medio de una copa metálica
ya incorpora da en el clarificador que envía por
gravedad a un tanque de almacenamiento para luego
ser enviado al proceso de clarificación.
Se enciende la motobomba que envía automáticamente
el aceite por medio de sensores de niveles hacia el
proceso de clarificación a los tanques sedimentadores
para su respectiva purificación.
5.9 DESCRIPCIÓN Y DIAGRAMA DE PROCESO DE
RECUPERACION
Generación de
efluentes en el proceso
de planta extractora
Transporte de efluentes
hacia pila de florentinos
por medio de los causes
Recuperado de aceites
lodo liviano lodo pesado
con agua caliente
Transporte de aceite
recuperado hacia tanque
clarificador por medio de
fuerza motriz
Reposo del aceite lodo
liviano lodo pesado en un
tiempo de 5 horas
Transporte de aceite hacia
el proceso de purificación
al proceso final
Tabla 3. Flujo de proceso recuperado de aceite.
5.10 PLANTEL HONDUPALMA
Ilustración 5. Plano de plantel industrial.
5.11 PLANTA EXTRACTORA
Ilustración 6. Plano planta Extractora.
5.12 SUBPROCESO FLORENTINOS
Ilustración 7. Proceso de Florentino.
Ilustración 8. Proceso de Florentino
5.13 PLANO TANQUE CLARIFICADOR
Ilustración 9. Plano tanque Clarificador
5.14 PORCENTAJE DE EFLUENTES GENERADOS EN
PLANTA EXTRACTORA
Actualmente la planta de extracción de aceite cuenta con
una capacidad de proceso de 60TM 5 de RFF6 por hora y
según aforo realizado el 0.90% es efluentes.
60TM RFF x 0.90% efluentes = 54 TM de efluentes
HR RFF HR
De acuerdo al resultado obtenido y para el sostenimiento de
un proceso continuo se recomienda la instalación de un
tanque clarificador para una mayor recuperación de aceite
con una capacidad de 20TM.
5
TM: Toneladas Métricas.
6
RFF: Racimo de Fruta Fresca.
5.15 INGRESO ANUAL DE EFLUENTES EN PLANTA
Actualmente en planta extractora de aceite se procesa
aproximadamente 350,000TM de RFF y según aforo
realizado cada TM procesada se genera 0.90 % de efluentes.
350,000TM RFF x 0.90% efluentes = 3,150 TM de efluentes
Año RFF Año
5.15.1 INGRESO ANUAL DE EFLUENTES A 0.90 %
350,000TM RFF x 0.90% efluentes = 3,150 TM de efluentes
Año RFF Año
3,150 TM DE EFLUENTES x 0.90% efluentes
? 0.10% efluentes
= 350 TM de aceites obtenido anualmente.
El valor actual en el mercado por TM de aceite crudo es de
$690 por TM.
350 TM de aceite recuperado año x $690.00
= $241,500 total ingreso por aceite recuperado.
5.16 COSTO DE INVERSIÓN
Descripción Total
Maquinaria y Equipo $ 100,900.00
Repuesto y Accesorios $ 15,195.38
Gastos de Importación $ 30,280.00
Instalación Eléctrica $ 20,255.00
Obra civil $ 10,900.00
Mano de obra directa $ 10,800.00
Mano de obra indirecta $ 11,250.00
Costo de Energía $ 8,000.00
Total $ 207,580.38
Tabla 4. Costo de inversión.
5.17 RETORNO DE LA INVERSION (ROI)
ROI = (ahorro/ inversión) x 100
ROI = ($241,500.00 / $ 207,580.38) x 100
= 116%
Por cada dólar que la empresa invierte obtendrá una
ganancia de 1.16 dólar.
5.18 PERIODO DE RECUPERACION DE LA INVERSIÓN
PRI= 1/ROI
PRI= 1/ 1.16 = 0.8620 de año
PRI= 0. 8620 x 12 = 10.3440 meses
PRI= 0. 3440 X 30 = 10.32 días
PRI= 0.3200 X 24 = 7.68 Horas
El tiempo que se tardará en recuperar la inversión por
implementar la propuesta es de 10.34 meses con 10.32 días
y 7.68 Horas.
5.19 BENEFICIOS CUANTITATIVOS Y CUALITATIVOS
BENEFICIOS BENEFICOS
CUANTITATIVOS CUALITATIVOS
Incremento en la Reducción de
recuperación de pérdidas.
aceite en el proceso.
Reducción de aceite
Aumento en los en lagunas de
ingresos por venta de oxidación.
aceite en la empresa.
Más orden y limpieza
en ERH.
Tabla 5. Beneficio Cualitativo y cuantitativo
CAPITOLO VI
C O N CL U S I O N E S Y R E C O M E N D A C I O N E S
6.1 CONCLUSIONES
Se desarrolló una propuesta para la implementación de
montaje de un tanque clarificador en el subproceso de
florentinos para la alta dirección para obtener una
reducción de pérdidas de aceites en efluentes del
proceso de planta extractora.
Socialización del proyecto a palmas aceiteras de
honduras Hondupalma de la importancia de la
ejecución de este proyecto para aumentar la
productividad y los ingresos económicos de la empresa
con el montaje de un tanque clarificador en el
subproceso de florentino.
Se pudo determinar que la propuesta resulta factible,
en la cual el periodo de recuperación de inversión de la
propuesta es de 10.34 meses con 10.32 días y 7.6
horas.
6.2 RECOMENDACIÓN
De acuerdo a lo observado en el periodo de práctica
profesional y para un mayor aprovechamiento de la
propuesta desarrollada en este documento se recomienda a
la empresa HONDUPALMA, desarrolle el proyecto antes
mencionado para un mayor crecimiento económico en la
recuperación de aceite en efluentes y obtención de un mayor
porcentaje en la extracción, siendo más eficiente el proceso
de la planta extractora.
C A P I T UL O V I I
ANEXOS
7.1 OFICINAS PRINCIPALES Y PLANTELES
7.1.1 OFICINAS PRINCIPALES
Ilustración 10. Oficinas Principales
7.1.2 OFICINAS PLANTELES
Ilustración [Link] Plantel Industrial
7.2 PLANTELES INDUSTRIALES
Ilustración 12. Vista aérea plantel industrial.
7.3 PRODUCTOS
7.3.1 MANTECA CLAVEL Y DEL PORTAL
Ilustración 13. Manteca Clavel.
Ilustración 14. Manteca del Portal.
7.3.2 ACEITE CLAVEL
Ilustración 15. Aceite Doy pack
7.3.3 JABON JAN-SUR
Ilustración 16. Jabón
Jansur
7.3.4 ACEITE CRUDO DE ALMENDRA Y DE PALMA
Ilustración 17. Aceite crudo de almendra. Ilustración 18. Aceite crudo de palma.
7.3.5 RBD ALMENDRA Y DE PALMA
Ilustración 19. Aceite RBD almendra. Ilustración 20. Aceite RBD de palma.
7.3.6 ACIDOS GRASOS, HARINA DE AMLMENDRA
Ilustración 21. Ácidos grasos de palma.
Ilustración 22. Harina de almendra.
7.3.7 ESTEARINA, OLEINA
Ilustración 23. Aceite Estearina de palma. Ilustración 24. Aceite Oleína de palma.
7.4 SUBPROCESO FLORENTINO
Ilustración 25. Subproceso de florentinos.
Ilustración 26. Pilas de florentinos.
7.5 PILAS DE FRORENTINO
7.5.1 EFLUENTES DE PROCESO
Ilustración 27. Efluentes
Ilustración 28. Capa de aceites en efluentes.
BIBLIOGRAFIA
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Benito Juárez. (s.f.).
Muñoz, R. (2012). Analisis FODA.
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