0% encontró este documento útil (0 votos)
572 vistas121 páginas

Monografia Javier

Este documento presenta una monografía sobre la reducción de pérdidas de aceites en efluentes en subprocesos florentinos en la planta extractora Hondupalma (Ecara). Incluye información sobre la empresa Hondupalma como su misión, visión, productos, ubicación y departamentalización. También describe la situación actual de la empresa incluyendo su organigrama y análisis FODA. Finalmente, presenta detalles sobre la práctica profesional realizada por el autor en Hondupalma y una propuesta para mejorar los pro

Cargado por

Norma
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd
0% encontró este documento útil (0 votos)
572 vistas121 páginas

Monografia Javier

Este documento presenta una monografía sobre la reducción de pérdidas de aceites en efluentes en subprocesos florentinos en la planta extractora Hondupalma (Ecara). Incluye información sobre la empresa Hondupalma como su misión, visión, productos, ubicación y departamentalización. También describe la situación actual de la empresa incluyendo su organigrama y análisis FODA. Finalmente, presenta detalles sobre la práctica profesional realizada por el autor en Hondupalma y una propuesta para mejorar los pro

Cargado por

Norma
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd

UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DE HONDURAS

¡La Universidad con Liderazgo!

MONOGRAFIA

“REDUCCION DE PERDIDAS DE ACEITES EN EFLUENTES

EN SUB PROCESO FLORENTINOS EN PLANTA

EXTRACTORA HONDUPALMA (ECARA)”

PRESENTADO POR:

JAVIER ALEXIS PEREZ ALMENDARES

CUENTA

201040810032

PREVIA OPCIÓN AL TITULO:

INGENIERIA EN PRODUCCION INDUSTRIAL

El Progreso, Yoro Abril, 2017


UNIVERSIDAD TECNOLOGICA DE HONDURAS

¡La universidad con Liderazgo!

AUTORIDADES ACADÉMICAS

Presidente: Lic. Roger D. Valladares

Vicerrector: Máster Javier Mejía

Director Académico: Master José Jesús Mora

Secretario General: Máster Edwin Rommel Galo

Director de carrera: Máster Denis Aguilar

AUTORIDADES ACADÉMICAS LOCALES

Director Académico :

Coordinador de Carrera: Master Carlos A. Martínez


AGRADECIMIENTO

Primeramente a Dios, por esta gran bendición, y por estar

siempre conmigo, por darme sabiduría y por haber puesto en

mí camino aquellas personas que han sido mi soporte y

compañía durante todo el periodo de estudio superior.

A mi Padre y madre por el apoyo incondicional que me

brindaron durante todo el trayecto de mi carrera,

demostrándome su amor, y sus valiosos consejos y

corrigiendo mis faltas para ser de mí una gran persona para

servir a la patria.

A los catedráticos que forman parte de la prestigiosa

Universidad Tecnológica de Honduras, en especial aquellos

que compartieron sus conocimientos con las cátedras

brindándome todos los conocimientos necesarios para lograr

culminar esta etapa de mi vida y compartir esas experiencias

que los convirtieron en profesionales y mejores personas.


DEDICATORIA

Primeramente a Dios por darme la fortaleza y haberme

permitido llegar hasta el final en mi carrera, por darme lo

necesario para seguir adelante día a día para lograr mis

metas.

A mi madre y padre, por haberme apoyado en todo

momento, por sus principios, sus valores, por la motivación

y el apoyo constante que me ha permitido ser una persona

de bien, pero más que nada, por su amor incondicional.

Tabla de contenido
UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DE HONDURAS.........................................................................I
AUTORIDADES ACADÉMICAS..................................................................................................II
A G R A D E C I M I E N T O ..........................................................................................................III
D E D I C A T O R I A ...................................................................................................................IV
I N D I C E ...................................................................................................................V,VI,VII,VIII
C A P Í T U L O I .........................................................................................................................1
D I S P O S I C I O N E S G E N E R A L E S ........................................................................................1
1.1 I N T R O D U C C I Ó N ............................................................................................2
1.2 O B J E T I V O S G E N E R A L E S Y E S P E C Í F I C O S ................................3
1.2.1 O B J E T I V O G E N E R A L .........................................................................3
1.2.2 O B J E T I V O S E S P E C Í F I C O S ............................................................3
1.3 M E T O D O L O G Í A ..............................................................................................4
1.3.1 M O D E L O D E S C R I P T I V O ...................................................................4
1.3.2 D E S C R I P C I Ó N D E L P R O B L E M A .................................................5
1.4 J U S T I F I C A C I Ó N ............................................................................................6
C A P Í T U L O I I ........................................................................................................................7
L A E M P R E S A .......................................................................................................................7
2.1 I N T R O D U C C I Ó N ............................................................................................8
2.2 A N T E C E D E N T E S H I S T Ó R I C O S ...........................................................9
2.3 T I P O D E E M P R E S A ...................................................................................11
2.4 M I S I Ó N Y V I S I Ó N .......................................................................................11
2.4.1 M I S I Ó N ......................................................................................................11
2.4.2 V I S I Ó N .......................................................................................................12
2.5 G E N E R A L I D A D E S D E L A E M P R E S A .............................................12
2.5.1 P O L i T I C A I N T E G R A D A D E H O N D U P A L M A ........................13
2.5.2 O B J E T I V O S D E H O N D U P A L M A .................................................16
2.5.3 P R O D U C T O S Q U E D E S A R R O L L A H O N D U P A L M A ........18
2.5.4 U B I C A C I Ó N Y A C C E S O ..................................................................23
C A P Í T U L O I I I ....................................................................................................................24
S I T U A C I Ó N A C T U A L ......................................................................................................24
3.1 I N T R O D U C C I Ó N ..........................................................................................25
3.2 D E P A R T A M E N T A L I Z A C I Ó N .................................................................26
3.3 Á R E A A D M I N I S T R A T I V A Y C O N T R O L I N T E R N O ...................26
3.3.1 A S A M B L E A G E N E R A L ....................................................................26
3.3.2 J U N T A D I R E C T I V A ............................................................................28
3.3.3 G E R E N T E G E N E R A L ........................................................................30
3.3.4 A U D I T O R Í A .............................................................................................32
3.3.5 G E R E N T E D E R E C U R S O S H U M A N O S ...................................32
3.3.6 G E R E N C I A D E M E R C A D E O .........................................................35
3.3.7 G E R E N C I A A G R O I N D U S T R I A L ..................................................36
3.3.8 G E R E N T E D E S I S T E M A D E G E S T I O N ...................................40
3.3.9 E M P A C A D O R E S ...................................................................................45
3.3.10 G E R E N C I A D E D E S A R R O L L O D E P R O Y E C T O S .........46
3.3.11 O P E R A D O R .........................................................................................50
3.4 O R G A N I G R A M A D E L A E M P R E S A ..................................................52
3.5 A N Á L I S I S F O D A D E L A E M P R E S A .................................................54
C A P Í T U L O I V ....................................................................................................................59
P R Á C T I C A P R O F E S I O N A L ............................................................................................59
4.1 I N T R O D U C C Ó N ............................................................................................60
4.2 A C T I V I D A D E S R E A L I Z A D A S ...............................................................61
4.2.1 MANEJO DEL PROGRAMA DE MANTENIMIENTO
P R E V E N T I V O Y C O R R E C T I V O . .................................................................61
4.2.2 M A N E J O D E P R E S U P U E S T O ......................................................62
4.2.3 M A N E J O D E P E R S O N A L ................................................................63
4.2.4 M A N E J O D E I N V E N T A R I O ............................................................64
4.2.5 EJECUCION DE PROYECTOS ESTRUCTURALES Y
M O N T A J E D E E Q U I P O ....................................................................................66
4.2.6 ACTUALIZACION DE DATOS EN FICHAS TECNICAS DE
E Q U I P O S E N P L A N T A .....................................................................................69
C A P I T U L O V ......................................................................................................................71
P R O P U E S T A .......................................................................................................................71
5.1 I N T R O D U C C I Ó N ..........................................................................................72
5.2 O B J E T I V O S G E N E R A L Y E S P E C I F I C O S .....................................73
5.2.1 O B J E T I V O G E N E R A L .......................................................................73
5.2.2 O B J E T I V O S E S P E C I F I C O S ..........................................................73
5.3 A N A L I S I S F O D A ..........................................................................................75
5.4 E S T R A T E G I A S ..............................................................................................77
5.5 CRONOGRAMA PARA LA EJECUCION DE PROYECTO
R E D U C C I O N D E P E R D I D A S E N E F L U E N T E E N F L O R E N T I N O .79
5.6 P R O C E S O D E E X T R A C C I Ò N ...............................................................80
5.7 DEFINICION E INSTALACION DE TANQUE
C L A R I F I C A D O R . .....................................................................................................81
5.8 PROCEDIMIENTO Y FUNCIONAMIENTO DE TANQUE
C L A R I F I C A D O R ……….…………………………………………………………………………………………82
5.9 DESCRIPCIÓN Y DIAGRAMA DE DE PROCESO DE
R E C U P E R A C I O N .....................................................................................................85
5.10 P L A N T E L H O N D U P A L M A ..................................................................86
5.11 P L A N T A E X T R A C T O R A ......................................................................87
5.12 S U B P R O C E S O F L O R E N T I N O ..............................................................88
5 . 1 3 P L A N O T A N Q U E C L A R I F I C A D O R .............................................90
5 . 1 4 PORCENTAJE DE EFLUENTES GENERADOS...........................................91
5.15 I N G R E S O A N U A L D E E F L U E N T E S E N P L A N T A .................92
5.15.1 I N G R E S O A N U A L D E E F L U E N T E S A 0 . 9 0 % . ................92
5.16 C O S T O D E I N V E R S I Ó N .......................................................................94
5.17 R E T O R N O D E L A I N V E R S I O N ( R O I ) ..........................................95
5.18 P E R I O D O D E R E C U P E R A C I O N D E L A I N V E R S I Ó N .........95
5.19 B E N E F I C I O S C U A N T I T A T I V O S Y C U A L I T A T I V O S ............96
C A P I T O L O V I ....................................................................................................................97
C O N C L U S I O N E S Y R E C O M E N D A C I O N E S ................................................................97
6.1 C O N C L U S I O N E S .........................................................................................98
6.2 R E C O M E N D A C I Ó N .....................................................................................99
C A P I T U L O V I I .................................................................................................................100
A N E X O S ............................................................................................................................100
7.1 O F I C I N A S P R I N C I P A L E S Y P L A N T E L E S ..................................101
7.1.1 O F I C I N A S P R I N C I P A L E S ............................................................101
7.1.2 O F I C I N A S P L A N T E L E S .................................................................101
7.2 P L A N T E L E S I N D U S T R I A L E S ............................................................102
7.3 P R O D U C T O S ...............................................................................................102
7.3.1 M A N T E C A C L A V E L Y D E L P O R T A L .....................................103
7.3.2 A C E I T E C L A V E L ...............................................................................103
7.3.3 J A B O N J A N - S U R ..............................................................................103
7.3.4 A C E I T E C R U D O D E A L M E N D R A Y D E P A L M A .............104
7.3.5 R B D A L M E N D R A Y D E P A L M A ................................................104
7.3.6 A C I D O S G R A S O S , H A R I N A D E A M L M E N D R A ...............105
7.3.7 E S T E A R I N A , O L E I N A .....................................................................105
7.4 S U B P R O C E S O F R O L E N T I N O ............................................................107
7.5 P I L A S D E F L O R E N T I N O ......................................................................108
7 . 5 . 1 E F L U E N T E S D E P R O C E S O ................................................................108
BIBLIOGRAFIA ……………………………………………………………………………………………………109
C A P Í T UL O I

DISPOSICIONES GENERALES

1.1 INTRODUCCIÓN
A continuación presento el modelo de investigación utilizado

para la realización de la propuesta, así como también la

descripción y la justificación de la oportunidad de mejora

que se puede llevar a cabo en planta extractora de aceite de

HONDUPALMA.

1.2 OBJETIVOS GENERALES Y ESPECÍFICOS


1.2.1 OBJETIVO GENERAL

1. Implementación de un sistema para el recuperado de

aceites en efluentes en sub proceso de florentinos y

reducir las pérdidas de aceites en el proceso.

1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1. Identificar los problemas generados por la pérdida de

aceite en efluentes.

2. Determinar la capacidad del tanque para el recuperado

eficaz de aceite en efluentes generado en el proceso

de planta extractora.

3. Dar a conocer a Palmas Aceiteras de Honduras

(HONDUPALMA) la importancia de la implementación

de este proyecto para el mejoramiento de sus procesos

y por ende el incremento de utilidades.


1.3 METODOLOGÍA

1.3.1 MODELO DESCRIPTIVO

Este modelo de investigación busca especificar las

propiedades importantes de personas, grupos, comunidades

o cualquier otro fenómeno que sea sometido a análisis.

Miden y evalúan diversos aspectos, dimensiones o

componentes del fenómeno a investigar. En un estudio

descriptivo se selecciona una serie de cuestiones y se mide

cada una de ellas independientemente, para así describir lo

que se investiga.

Es la que mejor que se aplica en este tipo de

procedimiento, ya que a través del método de la observación

directa se puede valorar, que tipo de circunstancias se

puede mejorar y consultar de forma objetiva cada una de las

operaciones. Adquiriendo nuevos conocimientos que nos

sirvan para plasmar una propuesta eficaz.


1.3.2 DESCRIPCIÓN DEL PROBLEMA

Durante el proceso de la práctica profesional laboral de

pregrado en el departamento de mantenimiento de Planta

Extractora de Palmas Aceiteras de Honduras HONDUPALMA

se logró identificar la oportunidad de una mejora para el

recuperado de aceites en el sub proceso de florentinos del

proceso de extracción.

Por lo antes mencionado se decidió tomar como una

implementación de mejora la instalación de un tanque

clarificador a la par de las pilas de florentinos para la

recuperación de aceite y el reposo de efluentes antes de

enviarlos a lagunas de oxidación.


1.4 JUSTIFICACIÓN

El contenido de esta investigación es mejorar y reducir

pérdidas en aceites con el fin de aumentar la extracción de

aceites la planta extractora y aumentar las utilidades de la

empresa.

La importancia de dar a conocer a la organización

todos los beneficios antes mencionados es para que se lleve

a cabo la implementación de este proyecto ya que presenta

mejores condiciones de aspecto económico.

1.5
C A P Í T UL O I I

LA EMPRESA
2.1 INTRODUCCIÓN

A continuación se describe la recopilación de los

antecedentes de la empresa, como nace en nuestro país,

misión, visión, generalidades de la empresa en cuanto a

productos, servicios y su finalidad sostenible que esta desea

en cuanto a su enfoque empresarial.


2.2 ANTECEDENTES HISTÓRICOS

HONDUPALMA tiene su origen en el a ño de 1954 con motivo

de la gran huelga bananera en la cual fueron despedidos

varios dirigentes obreros de las compañías trasnacionales.

Posteriormente se organizaron los grupos campesinos

en el marco de la reforma agraria, desarrollada en

Honduras, C.A. en la década de los años 70, aglutinando

inicialmente 3,800 compañeros.

HONDUPALMA fue fundada el 18 de junio de 1982 en

Battan Guaymas El Negrito Yoro, con la participación de 31

bases asociadas.

Localizada en el fértil Valle de Sula en la Zona Norte

de Honduras, siendo esta una de las zonas más productivas

del país.
El Instituto Nacional Agrario “INA” colaboro en la

capacitación organizativa, asistencia técnica y en el área

administrativa. El Banco Nacional de Desarrollo Agrícola

BANADESA, contribuyo en el área financiera, supervisión y

control de proyectos.

En 1985 se instaló la Planta Extractora, en el sector de

Mindanao, Guaymas, con capacidad para 24 TM/HR, de

marca STORK fabricada en Holanda, y en 1995 se instaló la

planta de productos terminados con tecnología Europea con

capacidad de refinación de 200 TM/Día y fraccionamiento de

120 TM/Día.

Además se cambió la razón social por razones

comerciales a Palmas Aceiteras de Honduras-

HONDUPALMA/ECARA.
2.3 TIPO DE EMPRESA

HONDUPALMA es una empresa agroindustrial dedicada al

cultivo y al proceso de extracción, refinación,

fraccionamiento de aceite de la palma africana, el cual es

transformado en producto terminado para ser comercializado

a nivel nacional e internacional.

2.4 MISIÓN Y VISIÓN

2.4.1 MISIÓN

Suministrar productos derivados de la palma africana de

excelente calidad, diversificándose en diferentes áreas de

inversión, satisfaciendo las exigencias del mercado,

protegiendo el medio ambiente, proporcionando un clima

laboral favorable, a través de la mejora continua de nuestros

sistemas de gestión.
2.4.2 VISIÓN

Consolidarse como la empresa de economía social líder en

la industria aceitera, mediante la diversificación de

productos y expansión de mercados.

2.5 GENERALIDADES DE LA EMPRESA

Palmas Aceiteras de Honduras ( HONDUPALMA ) es una

Empresa Cooperativa Agroindustrial de la Reforma Agraria,

perteneciente al sector social de la Economía que se ha

convertido en una importante fuente de desarrollo para el

Valle de sula y toda Honduras… una realidad que se ha

forjado gracias al esfuerzo y dedicación de sus Asociados.

Somos un modelo empresarial autogestionario,

orientando las metas y objetivos hacia un común

denominador; el compromiso con nuestros clientes,

asociados y la comunidad. Es el esfuerzo de un potente

trabajo en equipo comandado por la Alta Dirección (Junta


Directiva, Gerencia General y Auditoria Interna), así como

cada uno de los colaboradores en las distintas áreas, todos

ellos bajo la autorización de la Magna Asamblea General.

2.5.1 POLITICA INTEGRADA DE HONDUPALMA

HONDUPALMA una empresa dedicada a la producción y

comercialización de aceite de palma y sus derivados, que en

cumplimiento a sus compromisos con socios, colaboradores,

sociedad, estado y otras partes interesadas, opera

promoviendo el desarrollo sostenible a través de la gestión

de la calidad, inocuidad alimentaria, social, ambiental y de

seguridad y salud ocupacional, generando productos

competitivos con altos estándares nacionales e

internacionales, por lo tanto está comprometida a:

 Cumplir con los requisitos legales y reglamentarios del

cliente y otros asumidos por la organización aplicables

a nuestras actividades, con relación a la prevención de

la contaminación del medio ambiente, la seguridad y la


salud en el trabajo, inocuidad alimentaria y otras

vinculadas con las partes interesadas.

 Ejecutar programas de acciones de prevención, para el

control de la contaminación y los accidentes, control de

aspectos ambientales, control de impactos sociales,

control de riesgos de enfermedades, daños a la salud

de nuestros colaboradores y visitantes, así como los

impactos al entorno y las partes interesadas.

 Promover la conservación de los recursos naturales, el

uso suficiente del agua, energía e insumos que

requerimos y gestionar adecuadamente los residuos

sólidos, las aguas residuales y las emisiones

atmosféricas que emitimos.

 Realizar seguimiento de nuestro desempeño ambiental,

seguridad y salud ocupacional, la calidad e inocuidad

de nuestros productos, la satisfacción de nuestros


clientes, utilizando herramientas de gestión que

aseguren la mejora continua de nuestros programas.

 Mantener mecanismos de comunicación y consultas con

nuestros colaboradores y partes interesadas que

propicien un entorno dinámico e inclusivo en nuestras

operaciones.

 Realizar programas de capacitación, concientización y

sensibilización, para el cumplimiento de nuestra

política, normas, procedimientos, objetivos y metas, en

relación a la gestión social, ambiental, calidad,

seguridad y salud ocupacional e inocuidad alimentaria.

 En HONDUPALMA practicamos los siguientes valores:

Unidad y Disciplina, Socialmente Solidario,

Comprometidos con el Ambiente, Cultura de Trabajo

en Equipo, Ética Empresarial e Identidad cooperativa y

asociativa.
 Esta política forma parte de la estrategia empresarial

de HONDUPALMA y es asumida por todos sus

colaboradores, para garantizar a todas nuestras partes

interesadas y nuestros clientes la mejora continua de

nuestros clientes la mejora continua de nuestros

productos y servicios.

2.5.2 OBJETIVOS DE HONDUPALMA

 Mantener la estabilidad de la empresa para lograr un

mayor beneficio de sus afiliados.

 Asegurar el crecimiento de sus bases afiliadas.

 Optimizar el uso de los recursos a través de procesos y

sistemas que constituyen a la reducción de los costos.

 Mantener un ambiente laboral agradable tanto en

instalaciones físicas como recurso humano, mediante


la aplicación de aspectos ergonómicos que faciliten

mejor el desarrollo operacional del empleado.

 Motivar a los empleados a través de incentivos y

capacitaciones de forma que realicen y mantengan un

alto nivel de producción tanto individual como

colectivamente para poder ser cada día más

competitivo.

 Conservar las responsabilidades y fortalezas propias

para asegurar las metas a corto, mediano y largo

plazo.

 Mantener un alto nivel de ética comercial en todas las

negociaciones con cliente y proveedores tomando en

consideración el beneficio para ambas partes.


2.5.3 PRODUCTOS QUE DESARROLLA HONDUPALMA

Como actividad principal, HONDUPAMA realiza el proceso de

extracción, refinación, fraccionamiento y empacado de

aceite de palma africana y las variedades son producidas de

acuerdo a los requerimientos del cliente, cada producto es

entregado al cliente según las especificaciones solicitadas

por el mismo, los tipos de productos son:

[Link] MANTECA CLAVEL Y DEL PORTAL:

Mezcla cristalizada de aceite de palma refinada y estearina

de palma, empacado en un film de polietileno formando un

chorizo, sellado lateral térmico y en los extremos por una

grapa de aluminio en presentaciones de kilo, libra, media y

bulk de 50 lb.
[Link] JABÓN JANSUR

Base de jabón con grasa de origen vegetal, potenciadores

de limpieza, persevantes, colorantes y fragancia. Para el

lavado de ropa. Los paquetes se distribuyen en varias

presentaciones.

JANSUR ¡Excelente con el sucio suave con su ropa!

[Link] ACEITE CRUDO ALMENDRA

Es obtenido de la extracción mecánica de la almendra del

fruto de palma africana como producto principal. Este

producto es como aliado especial para lucir bien, ya que se

utiliza en la producción de perfumería y cremas hidratantes

para la piel.
[Link] ACEITE CRUDO DE PALMA

El aceite crudo de palma obtenido en el proceso de

extracción mecánica del mesocarpio del fruto de palma

africana como producto principal. Dicho aceite se usa como

materia prima elaborar productos de uso culinario, la

elaboración de biodiesel, comida de animales, jabón entre

otros.

[Link] ÁCIDOS GRASOS

Mezcla de ácidos grasos libres, triglicéridos, y glicerina que

son el sub-producto de la refinación física. Producto

especial en la elaboración de jabones, detergentes, velas.

En la industria oleo química son la base para la preparación

de alcoholes grasos y derivados.

[Link] HARINA DE ALMENDRA

La harina de almendra de palma obtenida del proceso de

extracción física de la almendra de palma africana, como


subproducto. Se ha demostrado que esta harina constituye

una importante fuente de energía y proteína en la

fabricación de concentrados para animales.

[Link] ESTEARINA

Grasa vegetal refinada, compuesto 100% por estearina de

palma solida a temperatura ambiente. Es destinada casi

exclusivamente a usos industriales, tales como cosméticos,

jabones (pastillas más duras, con espuma fina y duradera.),

detergentes, velas, grasas lubricantes.

[Link] OLEINA

Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por oleína de

palma líquido a temperatura ambiente. Esta es utilizado

exclusivamente como comestible (aceite para cocinar,

margarinas, cremas, confitería), alimentos para bebes y

como sustituto lácteo.


[Link] RBD ALMENDRA

Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por aceite de

almendra de palma líquido a temperatura ambiente. Se

utiliza en gran cantidad en las industrias que elaboran

jabones, cosméticos, de pinturas y productos alimenticios.

[Link] RBD1 DE PALMA

Aceite vegetal refinado, compuesto 100% por aceite de

palma semi-solido a temperatura ambiente. Utilizado para la

elaboración de margarinas, frituras, panadería y repostería,

la industria cosmética. Garantiza productos de excelente

calidad, saludables y nutricionales.

1
RBD: Refinado blanqueado y desodorizado.
2.5.4 UBICACIÓN Y ACCESO

Ilustración [Link] localización de Hondupalma.


Ilustración 2. Micro localización de Hondupalma.

NUETRAS DIRECCIONES

Oficinas administrativas: centro poblado 36 Guaymas, El

Negrito, Yoro.

Tel: (504) 2648-4000

Mercadeo Progreso

Bo. Las Mercedes 10 y 11 calle 2da Ave Sur Oeste edificio

HONDUPLAZA

Tel: (504) 2647-3071/72


C A P Í T UL O I I I

SITUACIÓN ACTUAL
3.1 INTRODUCCIÓN

HONDUPALMA cuenta con el personal altamente capacitado

para el desarrollo de las actividades diarias que requiere

cada departamento que la conforma.

En este capítulo se define la departamentalización

junto con las funciones del encargado en cada área, se da a

conocer el organigrama y el análisis FODA de

HONDUPALMA.
3.2 DEPARTAMENTALIZACIÓN

La estructura administrativa de HONDUPALMA se puede

considerar que la departamentalización que se tiene

implementada es la departamentalización funcional ya que

esta consiste en el agrupamiento de las actividades y áreas

de acuerdo con las actividades principales desarrolladas en

la empresa.

3.3 ÁREA ADMINISTRATIVA Y CONTROL INTERNO

3.3.1 ASAMBLEA GENERAL

Es el órgano supremo de la sociedad; podrá acordar y

ratificar todos los actos y operaciones de esta y sus

resoluciones serán cumplidas por la persona que ella misma

designe, o a falta de designación, por el administrador o por

el consejo de administración.
Funciones

 Elegir en su reunión ordinaria anual los miembros de la

Junta Directiva y sus suplentes, y el Revisor Fiscal y

su suplente y fijarles su remuneración.

 Reformar los estatutos.

 Evaluar la gestión de la Junta Directiva, los

Administradores y principales ejecutivos mediante el

estudio y aprobación del informe de gestión.

 Analizar los informes de los órganos de administración

y vigilancia.

 Considerar, aprobar o no aprobar los estados

financieros de fin de ejercicio, tales como Balance

General Anual, Estados de Excedentes y Resultados y

demás estados financieros y Proyecto y Presupuesto.


 Destinar los excedentes y fijar los montos de los

aportes y de los ahorros obligatorios, y establecer

aportes extraordinarios.

 Elegir los integrantes de la junta directiva y el

supervisor fiscal.

 Revertir y conferir precisas facultades extraordinarias a

la Junta directiva por un periodo determinado para que

dicte las disposiciones pertinentes cuando las

necesidades lo requieran.

 Aprobar el plan de desarrollo.

3.3.2 JUNTA DIRECTIVA

La Junta Directiva es el máximo órgano administrativo de la

organización, cuya función principal es determinar las

políticas de la gestión y desarrollo de la compañía, así como

vigilar que el Presidente y el equipo ejecutivo cumplan y se

ajusten a las mencionadas políticas.


Funciones

1. Orientar y aprobar la estrategia de la compañía.

2. Controlar la marcha y evolución del negocio.

3. Revisar y aprobar los presupuestos operativos.

4. Aprobar decisiones financieras clave.

5. Controlar adecuadamente los principales riesgos del

negocio.

6. Fomentar la profesionalización de la empresa.

7. Nombrar, evaluar, fijar la retribución del equipo directo y,

en su caso, planificar el proceso de sucesión.

8. Supervisar en representación de los accionistas.

9. Establecer las políticas de comunicación e información

con los accionistas, mercados, clientes y opinión pública.


10. Convocar a la Asamblea.

11. Presentar un informe de fin de ejercicio a la Asamblea

así como las cuentas, balances, inventarios, y proyecto

de distribución de utilidades; en el informe de gestión que

se presentara conjuntamente con la Administración, se

incluirá una descripción de los principales riesgos de la

sociedad, así como información sobre las actividades de

control interno y, de haber existido, sobre los hallazgos

relevantes.

3.3.3 GERENTE GENERAL

Es el ejecutivo de mayor autoridad dentro de la empresa y

es nombrado por la Junta Directiva, su función primordial es

planear, organizar, dirigir y controlar todas las actividades

de la empresa, tomando como base las normas y

procedimientos establecidos dentro de la empresa como la

ayuda de los jefes de cada uno de los departamentos.


Funciones

 Cumplir y hacer cumplir las resoluciones y acuerdos

por la Asamblea General y la Junta Directiva.

 Representar a la empresa en los eventos y actividades

en que esta requiera de su participación.

 Informar al consejo de administración de todas las

actividades que se realicen en la empresa.

 Proporcionar los lineamientos necesarios para el

cumplimiento de los objetivos y metas de la empresa.

 Vigilar que los controles internos de la entidad sean los

más apropiados así como su debido cumplimiento.


3.3.4 AUDITORÍA

Integrado por un auditor y personal auxiliar, los cuales estos

informan de todos sus actos al Gerente General.

Funciones

 Supervisar, vigilar, formular y revisar todos los

documentos relacionados con aspecto financiero y control

interno de la organización, llevando a cabo una constante

revisión para que en los distintos departamentos cumplan

con los procedimientos y normas ya establecidas.

 Determinar si existen deficiencias entre el desempeño

real y los estándares deseados, pueden abarcar toda la

empresa, una división de esta.

3.3.5 GERENTE DE RECURSOS HUMANOS

Este departamento es el encargado de realizar las

actividades necesarias para dotar de personal a la empresa


y mantener el alto rendimiento de sus empleados entre esas

actividades se encuentran:

 Planificación

 Reclutamiento

 Y la selección

CALIDAD DEL DEPARTAMENTO

Es evaluar los líderes considerando los criterios de sus

compañeros o colaboradores. La honestidad individual y

grupal así como un alto sentido de compromiso han sido de

gran importancia en esta etapa. Cuyo resultado consiste en

la localización y selección de empleados competentes y bien

calificados, una vez que ha reclutado el personal

competente ayuda a sus miembros y adaptarse a la empresa,

asegurar que sus habilidades y conocimientos para el

trabajo se mantengan actualizados.


Funciones

 Supervisar la asistencia y puntualidad del personal a

través de los controles establecidos para el caso

(tarjetas registradoras de tiempo) y demás reporteros

de los supervisores de producción o jefes de

departamentos.

 Realizar el trámite de nombramiento, aumentos de

sueldo al personal de la empresa según el

procedimiento establecido por la gerencia general y la

junta directiva.

 Asignar el trabajo de la elaboración de planilla de

pago.

 Firmar y entregar pases al personal que amerite

asistencia médica especializada siguiendo el orden y

procedimiento administrativo ya establecido.


 Proporcionar información cuando sea solicitada por los

empleados, autoridades de trabajo o juzgados en

cuanto asalariaos.

3.3.6 GERENCIA DE MERCADEO

Lo constituye un Gerente de mercadeo por lo tanto debe y

tiene la obligación de implementar estrategias de mercado

para hacerle frente a la [Link] responsable del

cumplimiento del estado de resultados de ventas, mantener

a los clientes actuales y de obtener nuevos clientes.

Funciones

 Define un plan estratégico de mercado, acorde con los

objetivos de la empresa.

 Concede entrevistas en un esfuerzo por promover

nuevos productos, servicios e iniciativas.


 Representa a la empresa en eventos de caridad,

patrocinio y otros que tengan lugar en la ciudad.

 Velar por mantener el posicionamiento de la imagen de

la empresa en el mercado y sus respectivas marcas.

 Elabora y aplica planes de descuentos flexibles y

personalizados.

3.3.7 GERENCIA AGROINDUSTRIAL

Es en el departamento de producción donde se solicita y

controla el material del que se va a trabajar, se determina la

secuencia de las operaciones, las inspecciones y los

métodos, se piden las herramientas, se asignan tiempos, se

programa, se distribuye y se lleva el control del trabajo y se

logra la satisfacción del cliente. La instrucción en este

campo revela cómo se realiza la producción, como se lleva a

cabo, como se ejecuta y cuánto tiempo toma hacerla.


El objetivo de un gerente producción es elaborar un producto

de calidad oportunamente y a menor costo posible, con una

inversión mínima de capital y con un máximo de satisfacción

de sus empleados.

Funciones

 Medición del trabajo.

 Análisis y control de fabricación o manufactura.

Planeación y distribución de instalaciones.

Higiene y seguridad industrial.

Control de la producción y de los inventarios.

 Planificar, Organizar, Dirigir y Controlar los Recursos

Humanos, Materiales, Financieros y de Información que

posee la organización, para lograr de manera efectiva y

eficiente, el cumplimiento de las tareas y

responsabilidades propias de su organización definidas


en el R.R.I., las que establece la Dirección Ejecutiva y

aquellas actividades propias de los procesos que son

de su responsabilidad y/o participa.

 Coordinar con la Gerencia de Planificación y Desarrollo

la proyección de nuevas capacidades en las áreas de

fabricación, montaje e ingeniería de diseño, para

alcanzar las metas de la planificación estratégica.

 Definir y priorizar las inversiones que cada una de las

Divisiones dependientes de la Gerencia, requieran para

mejorar sus procesos productivos y administrativos.

 Velar por el mejoramiento continuo de los procesos y

capacidades de las Divisiones bajo su gestión.

 Velar porque los productos en proceso estén siempre

relacionados a una orden de trabajo y asociados a un

propósito y que se complete debidamente los procesos,

para que el área de costos de la Empresa, los pueda

reconocer oportunamente a resultado.


 Coordinar periódicamente con las demás gerencias de

la empresa y con la debida anticipación, los

requerimientos necesarios que permitan ejecutar con

eficacia y eficiencia las actividades productivas de su

área funcional.

 Valorizar los requerimientos de personal y materiales

en todas las divisiones y proponer de acuerdo al plan

de ventas, el anteproyecto de presupuesto.

 Evaluar periódicamente los resultados operativos y

tomar las decisiones en forma oportuna, con el

propósito de alcanzar un óptimo aprovechamiento del

personal productivo y de los recursos materiales

puestos a su disposición.

 Cumplir con las tareas específicas dadas a la

Gerencia, por el Manual de gestión de calidad de la

empresa.
3.3.8 GERENTE DE SISTEMA DE GESTION

 Dirigir, planificar, organizar y controlar los procesos,

procedimientos y actividades relacionados con los

sistemas de gestión, con el fin de garantizar el

cumplimiento de sus estándares y normas, así como,

favorecer la mejora continua. Su jefe inmediato es el

gerente general y es el representante de la alta

dirección en el desarrollo y mejoramiento de los

sistemas de gestión.

Funciones

 Participar conjuntamente con su jefe inmediato en la

planeación estratégica de la empresa, al fin de lograr

la emisión y actualización de la política integrada y

objetivos de calidad e inocuidad de la empresa.

 Diseñar el mapa de proceso de sistema de gestión de

calidad, estableciendo los alcances que hayan sido


definidos mediante la planeación estratégica, para la

aprobación de la alta dirección.

 Gestionar con los proveedores de calidad, la

adquisición oportuna de las normas que sean sujetas

de cumplimiento y apoyo técnico para los desarrollos

de los Sistemas de Gestión.

 Realizar la interpretación de los programas de

seguridad, salud y protección ambiental establecidos

por el cliente, efectuando la interpretación de los

requisitos que correspondan y emitiéndolas propuestas

de operación que aseguren su cumplimiento.

 Participar activamente en las reuniones relacionadas

con el programa gestión, analizando e interpretando

cualquier cambio que pudiera afectar el seguimiento de

los procesos.
 Realizar coordinadamente con los usuarios

responsables, la implementación y puesta en marcha

de los procedimientos, instructivos de trabajo,

formatos, planes de gestión, etc.

 Realizar conjuntamente con su jefe inmediato la

planeación y programación de las auditorías internas,

organizando los procesos de ejecución de acuerdo a la

fecha establecida.

 Informar oportunamente al gerente general de las

fechas de auditoria del proceso de gestión de calidad

con el fin de que se disponga de las facilidades y la

disponibilidad del personal involucrado.

 Asegurar la toma de conciencia del personal

involucrado en el Sistema de gestión de calidad,

promoviendo el conocimiento e interpretación de la

política integrada, el cumplimiento de los objetivos y la

documentación soporte por área de responsabilidad.


 Asegurar que establezcan, implementen y mantengan

los procesos necesarios para el sistema de gestión de

calidad, verificando que la documentación existente

sea implementada de manera consistente por el

personal responsable.

 Coordinar con el personal responsable de la

integración de la documentación necesaria para la

realización de la reunión de revisión por la gerencia.

 Informar a la gerencia general el desempeño de los

procesos declarados en el sistema de gestión de

calidad, puntualizando de manera precisa el

cumplimiento en cuanto a la eficacia, las desviaciones

encontradas y el estatus de las acciones correctivas.

 Participar en las reuniones de revisión por la gerencia

general, registrando la minuta correspondiente y


asegurándose de que se cumplan con todos los

requerimientos de salida especificados por el sistema

de gestión de calidad.

 Proporcionar seguimiento a las no conformidades

detectadas ya sea por auditoria interna o revisión por

la Gerencia General, controlando a través de las

acciones correctivas y preventivas su cumplimiento y el

estatus correspondiente hasta el cierre total de las

mismas.

 Establecer el contacto permanente con los proveedores

de las empresas certificadoras, con el fin de concertar

las fechas de pre auditorias, auditorias de certificación

y auditorias de mantenimiento que sean negociadas.

 Mantenerse permanentemente actualizando en el

conocimiento de las normas de gestión de calidad y

Programa de Certificaciones existentes, participando


en eventos y foros relacionados con la calidad,

formación de auditores líderes.

3.3.9 EMPACADORES

Empaca o empaqueta a mano una amplia variedad de

productos y materiales. Este miembro del personal del

centro de distribución, el empacador principal, realiza tareas

y funciones relacionadas con el almacén a fin de respaldar

la integridad del inventario, procesar los pedidos – recoger,

empacar, clasificar y mantenimiento general, así como las

tareas de mantenimiento para asegurar un entorno laboral

seguro, limpio y ordenado.

Funciones

 Resuelve problemas, examina e inspecciona

contenedores, materiales y productos a fin de

asegurarse de que se cumplan las especificaciones de

empaque. Registrar información sobre los productos,


empaques, pedidos utilizando los formatos y registros

especificados.

 Cargar materiales y productos en equipos de

procedimiento de empaques.

 Cargar materiales y productos en equipos de

procedimiento de paquetes.

 Limpiar contenedores, materiales, suministros o áreas

de trabajo, utilizando soluciones de limpieza y

herramientas de mano.

3.3.10 GERENCIA DE DESARROLLO DE PROYECTOS

 Planear, dirigir y controlar las operaciones de la

Gerencia a su cargo, ejecutar y proponer los

proyectos de desarrollo económico y social a la

gerencia general canalizar los proyectos con las


áreas gestoras, garantizando el correcto desarrollo

del proyecto en tiempo, calidad, costes,

funcionalidad y satisfacción del cliente. Reportando

en todo momento el estado del proyecto a la

Gerencia general. Coordinando estrategia operativa

de los proyectos hasta su consolidación, evaluando

la rentabilidad de los mismos a través del

seguimiento oportuno y preciso.

Funciones

 Establecer conjuntamente con el Gerente General la

proyección de los proyectos a consolidar de acuerdo

con los objetivos de rentabilidad deseados y de la

factibilidad en base a las expectativas deseadas.

 Coordinar con el gerente general las propuestas

técnicas y económicas de los procesos de

concursos, licitaciones y convenios asegurando la

participación competitiva de la empresa.


 Coordinar con la Gerencia de producción la

validación de las compras y ejecución de los

proyectos dentro de planteles industriales.

 Definir los objetivos del proyecto: que sean claros y

alcanzables según las capacidades de la empresa.

 Alinear el proyecto con la estrategia

empresarial/institucional.

 Manejar los recursos físicos, financieros, humanos y

su asignación a las tareas.

 Administrar los costos y presupuestos de los

proyectos.

 Administrar la calidad del proyecto según los

estándares de desempeños definidos.


 Vigilar que las tres restricciones (calidad, costo y

tiempo) a que se enfrentan todos los proyectos, se

gestionen adecuadamente.

 Gestionar los plazos para para lograr terminar el

proyecto a tiempo.

 Participar en la integración del equipo del proyecto:

definir los perfiles con las competencias requeridas

para licitaciones.

 Garantizar que el personal del proyecto reciba toda

la información necesaria.

 Analizar y manejar los riesgos.

 Manejar las comunicaciones.

 Informar a la alta dirección sobre los avances o

atrasos del proyecto.


 Orientar y/o delegar a su equipo, ejerciendo la

supervisión necesaria.

 Manejar las herramientas, los métodos, las métricas

y los cronogramas maestros del proyecto.

 Administrar los problemas y los cambios que el

proyecto le exija sobre la marcha.

 Monitoreo diario del cumplimiento de las buenas

prácticas de manufactura.

 Compromiso con el cumplimiento de buenas

prácticas de manufactura e inocuidad para la

seguridad de los productos que se fabrican en

HONDUPALMA.

3.3.11 OPERADOR
Es el encargado de llevar a cabo todas las operaciones en la

producción.

Funciones

 Verificar, monitorear y reportar los parámetros

operativos y procesos de las áreas de trabajo.

 Inspecciones periódicas de los equipos.

 Emisión de permisos de trabajo.

 Monitoreo de las condiciones de operación.

 Verificar la correcta dosificación de insumos químicos,

así como el control e inventarios de los mismos, en los

procesos de producción.

 Asegurar que se cumplan los estándares de seguridad

propios y de las empresas contratistas.


 Cumplir con las normas y procedimientos de operación,

seguridad, salud y medio ambiente.


3.4 ORGANIGRAMA DE LA EMPRESA

Ilustración 3. Organigrama de Hondupalma.


3.5 ANÁLISIS FODA DE LA EMPRESA

FODA

Es una de las principales herramientas estratégicas desde el

p u n t o d e v i s t a p r á c t i c o d e l m u n d o e m p r e s a r i a l . (Muñoz, 2012)

El objetivo primario del FODA consiste en obtener

conclusiones sobre la forma en que el objeto estudiado será

capaz de afrontar los cambios y turbulencias en el contexto

oportunidades y amenazas a partir de sus fortalezas y

d e b i l i d a d e s i n t e r n a s . (Reyes, 2011).

FORTALEZAS

Son capacidades, recursos, posiciones alcanzadas y,

consecuentemente, ventajas competitivas que deben y

pueden servir para explotar oportunidades.


 La empresa cuenta con un 80% de la materia prima que

es recibida de las cooperativas afiliadas lo cual nos

asegura un sostenimiento del proceso en caso de

existir una guerra de precios de la fruta.

 Cuenta con un sistema de certificación ISO 9001-2000

lo que permite que la empresa mejore día a día en la

calidad de asegurar al mercado nuestros productos.

 La organización maneja planes de incentivos lo cual

hace posible que el empleado de siempre su

compromiso y mayor esfuerzo para lograr los

resultados planeados.

 Contamos con toda la cadena agroalimentaria lo que

nos permite un amortiguamiento de los costos porque

nacemos desde los viveros del cultivo hasta el

producto terminado dirigido al consumidor.


OPORTUNIDADES

Todo aquello que pueda suponer una ventaja competitiva

para la empresa, o bien representar una posibilidad para

mejorar la rentabilidad de la misma o aumentar la cifra de

sus negocios.

 En el mercado internacional existe mucho interés por

los biocombustibles lo cual es una oportunidad de

negocio como nuevo mercado haciendo uso de nuestros

productos como materia prima.

 A nivel de Gobierno existe una apertura para la compra

de energía eléctrica renovable producidas a través de

las biomasas que resultan de este rubro lo cual puede

dar mayor fortaleza al negocio.

DEBILIDADES
Aquellos factores internos que provocan una posición

negativa frente a la competencia, recursos de los que se

carecen, habilidades que no poseen, actividades que no se

desarrollan positivamente dentro de la empresa.

 No existe una diversificación de productos para

amortiguar la caída de precios en algunos rubros,

poniendo en riesgo el sostenimiento del negocio porque

depende de un solo mercado.

 El porcentaje de crecimiento de los cultivos es bajo por

la limitación de las áreas disponibles para este rubro.

 Descentralización de los sistemas u organismos

administrativos lo cual tarda o afecta en la toma de

decisiones.

 No se cuenta con espacios adecuados para el

almacenamiento de los desechos sólidos.

AMENAZAS
Son todos aquellos factores externos que pueden llegar a

intentar contra la permanencia de la empresa, e impedir la

implantación de una estrategia, o bien reducir su

efectividad, o incrementar riesgos de la misma, o bien

reducir los ingresos esperados.

 Viendo los beneficios del rubro pueden existir nuevas

formaciones de empresas llevando a una mayor

competencia en el mercado.

 Con los tratados comerciales que nuestro país tiene

con otros países vecinos ha permitido el ingreso de

nuevas marcas de productos sustitutos.

 Variaciones en los precios internacionales del aceite

afectados por las especulaciones de la crisis financiera

mundial.

 Plagas y enfermedades a las plantas de palma.


CAPÍTULO IV

PRÁCTICA PROFESIONAL
4.1 INTRODUCCÓN

El propósito del presente capitulo es dar a conocer

detalladamente las actividades asignadas y realizadas

durante el tiempo de práctica profesional laboral de

pregrado la cual fue desarrollada en el departamento de

mantenimiento de planta extractora de palmas aceiteras de

honduras HONDUPALMA.
4.2 ACTIVIDADES REALIZADAS

4.2.1 MANEJO DEL PROGRAMA DE MANTENIMIENTO

PREVENTIVO Y CORRECTIVO.

Esta labor consta de planear, organizar y ejecutar las

diferentes actividades de mantenimiento de las maquinas,

equipos y estructura de manera preventiva según lo

establecido en el programa y correctivo según las fallas

dadas en los procesos de extracción de aceite.

Metodología

 Para realizar esta actividad se debe contar con un

programa de mantenimiento que enlisten las máquinas

y equipos y el tipo de mantenimiento a realizar.

 Se debe planear cuando y como se debe realizar los

diferentes tipos de mantenimiento y tiempo que se

requiere para realizar las actividades.


 Se llenan los registros de ejecución de los diferentes

tipos de mantenimiento, donde se da a conocer el tipo

de actividad y los materiales utilizados, para llevar un

historial de mantenimiento y de los tipos de fallas que

se dan en el equipo para facilitar la ejecución del

presupuesto y la reposición de maquinaria y equipo.

4.2.2 MANEJO DE PRESUPUESTO

Esta actividad se basa en conocer el presupuesto

establecido para el mantenimiento por cada departamento de

planta y del mismo departamento de mantenimiento mensual

con el objetivo de no sobrepasarse de lo aprobado por la

alta dirección y en caso que ocurra justificarlo con

fundamento pleno.
Metodología

 Para efectuar esta tarea se debe de revisar el

presupuesto semanalmente.

 Se debe solicitar al departamento de costos la

actualización de los costos realizados semanalmente

para la revisión de cuentas.

4.2.3 MANEJO DE PERSONAL

Esta tarea consiste en dar a conocer a los asociados los

objetivos del departamento y de la empresa para la

concientización y así formar un sentido de pertenencia para

la eficacia al momento de realizar las diferentes tareas

asignadas concernientes al mantenimiento.


Metodología

 Conocer los objetivos del departamento y por ende el

de la empresa.

 Asignar tareas para la realización a los asociados

según las necesidades.

 Llevar a cabo reuniones de trabajo para escuchar las

quejas, sugerencias y necesidades de los asociados.

4.2.4 MANEJO DE INVENTARIO

Esta actividad consta de controlar el stock de repuestos en

inventario, en tránsito cuando se hacen pedidos al

Extranjero y repuestos faltantes, con el objetivo de

mantener la cantidad de repuestos en stock necesarios para

la ejecución del mantenimiento eficazmente.


Metodología

 Esta actividad consta de realizar un listado matriz

donde se da a conocer la cantidad y tipo de repuestos

necesarios de compra Nacional e Internacional para la

realización del mantenimiento.

 Hacer levantamiento de inventario de repuestos

existentes en el área de almacén y suministros.

 Consultar con el departamento de Gerencia General la

compra de repuestos realizadas en el extranjero

(Brasil, Malasia, Colombia, USA) y cuantas y cuales

están en tránsito.

 Una vez realizado lo anterior se procede a la

actualización del cuadro matriz para verificar los

repuestos a comprar.
 Para la realización de la actividad anterior es

necesario contar con el programa de mantenimiento ya

establecido para todo el año.

 Es necesario la revisión del presupuesto para un mayor

control del mismo.

4.2.5 EJECUCION DE PROYECTOS ESTRUCTURALES Y

MONTAJE DE EQUIPO

Esta tarea consiste en la interpretación de diseños

estructurales y de ensamble con el fin de hacer el

levantamiento de materiales a utilizar, el recurso humano

(mano calificada) la maquinaria y equipo a utilizar y el

tiempo estipulado para culminar el proyecto con fecha d

inicio y fecha final con el fin de establecer un presupuesto

preliminar del corto de la ejecución de dicho proyecto

tomando en cuenta uno de los aspectos importante como lo

es la seguridad industrial.
Metodología

 Primeramente se recibe el diseño por parte del

departamento de proyecto en conjunto con una reunión

para la apertura de ejecución del proyecto.

 Se realiza una visita de campo para determinar las

ubicaciones delos equipos validando con el diseño

previo juntamente con el departamento de seguridad y

salud ocupacional.

 Se realiza el levantamiento de materiales a ser

utilizado y la mano de obra calificada necesaria para la

ejecución del proyecto.

 Se solicita al departamento de compras y suministros

la compra del material requerido.


 Una vez adquirido el material por el departamento de

almacén, el departamento de mantenimiento hace la

inspección de verificación.

 Después de realizado lo anterior se procese con la

ejecución del proyecto según diseño y dando

seguimiento a las normas de seguridad establecidas

por la empresa.

 Se realizan supervisiones periódicas para verificar que

la ejecución marche bien en tiempo y forma.

 Una vez culminado el proyecto se realiza la inspección

por el departamento de proyectos Jefes de áreas para

validar la finalización del proyecto.

 Hecho lo anterior se procede a realizar las pruebas

establecidas previas a la puesta en marcha.


 Se realiza la entrega oficial del proyecto juntamente

con la puesta en marcha acompañado con un informe

oficial por el departamento de mantenimiento.

4.2.6 ACTUALIZACION DE DATOS EN FICHAS TECNICAS

DE EQUIPO EN PLANTA

Esta actividad consiste en realizar un monitoreo en todos los

equipo de la planta para realizar el levantamiento de todos

los datos de las placas de los equipos para tener la

información necesaria para que al momento de realizar el

mantenimiento preventivo o mantenimiento correctivo ya

saber qué tipo de repuestos se va utilizar, y cuando se va

pedir algún repuesto al extranjero o nacionalmente ya tener

toda la información necesaria al caso.


Metodología

 Se identifican las diferentes ubicaciones de los equipos

realizar el levantamiento en secuencia del proceso.

 Se lleva un control de la necesidad de información a

recopilar para la inserción de datos.

 Se realiza la digitalización de toda la información

recopilada en los formatos de fichas técnicas de la

empresa.
CAPITULO V

PROPUESTA
5.1 INTRODUCCIÓN

En la actualidad los procesos agroindustriales son

aprovechados al máximo de tal forma que se reduzcan los

costos operativos aumentando la productividad y el

aprovechamiento de todos los recursos disponibles, por lo

tanto se da a conocer esta propuesta de mejora que

contribuya a la reducción de pérdidas en efluentes en el

proceso de extracción de aceite en Palmas Aceiteras de

Honduras “Hondupalma”.

Actualmente HONDUPALMA está recuperando

aproximadamente 1.16 TM/día de aceites en el subproceso

florentinos la cual está siendo reprocesado en el proceso

de extracción reduciendo las pérdidas significativamente ya

que estos aceites son retornados al proceso eficientando la

producción de biogás en la planta de ERH 2, subproducto

utilizado para la generación de vapor y energía eléctrica con

precios atractivos la proyección se describe en el análisis

económico financiero donde se detalla los costos operativo

2
ERH: Energía renovable Hondupalma.
donde se obtiene el retorno de inversión para justificar la

implementación del proyecto.

5.2 OBJETIVOS GENERAL Y ESPECIFICOS

5.2.1 OBJETIVO GENERAL

Implementar la instalación de un tanque clarificador para el

recuperado de aceites en efluentes el cual se ubicara al par

de las pilas de florentinos en planta extractora de aceite de

HONDUPALMA en el sector de Mindanao Guaymas con una

capacidad de 20 TM de aceite. A instalarse en un periodo de

un año.

5.2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS

 Adquisición e instalación de un tanque clarificador para

el recuperado de aceites en efluentes instalado con

personal subcontratado importada de Colombia

industrias AVM en un periodo de un año.


 Reducir las pérdidas de aceite en efluentes que se

producen en el proceso de planta extractora

Hondupalma.

 Reducir desgastes en los equipos en el proceso de

extracción de aceite crudo de palma africana por el

retorno de lodos livianos y pesados al proceso.

 Demostrar financiamiento de factibilidad del proyecto

con retorno de inversión menor a 1 años.


5.3 ANALISIS FODA

 Se cuenta con propia generación de energía

eléctrica para la operación del equipo.


FORTALEZAS

 Disponibilidad de espacio para el

almacenamiento de efluentes en el área de

florentinos en la planta extractora.

 Adquisición de equipos con tecnología para

el proceso automatizado.
OPORTUNIDADES

 Tener un mejor control y manejo en el tema

de recuperación de aceites en efluentes.

 Este tipo de equipo requiere de fuerza

DEBILIDADES motriz elevada por lo que el costo por

consumo de energía eléctrica es alto.

 No se cuenta con materiales para realizar

mantenimiento preventivo en los inventarios


de almacén.

 Los proveedores de estos equipos se ubican

en Colombia por lo que los tiempos de


AMENAZAS entrega de repuestos tardarían un tiempo y

pondrían en riesgo el funcionamiento

continuo de los equipos.

 Al mantener el equipo parado esto

conllevaría a tener pérdidas económicas y

desgaste en los equipos de la planta por el

retorno de lodos livianos y pesados a los

equipos como bombas, centrifugas, tamiz y

cepillos rotativos.

Tabla 1 Análisis FODA.

5.4 ESTRATEGIAS
 Para fortalecer el consumo de energía por la

implementación del montaje de un tanque clarificador

se procederá a una revisión en el panel eléctrico del

área de florentino para la verificación de capacidad en

los breaker3, contactores4 y cableado eléctrico.

 En el transcurso del funcionamiento del tanque

clarificador se importara un stock de repuestos

necesarios para el mantenimiento preventivo eficaz,

para posteriormente desarrollar diseños de partes para

la búsqueda de fabricación por talleres de metalurgia y

mecanizado a nivel Nacional con el objetivo de bajar

costos de mantenimiento a través de análisis.

 Para la adquisición de un tanque clarificador

primeramente se presenta la propuesta a la alta

dirección para discutir la aprobación y una vez

aprobada se desarrolla un diseño para posteriormente

solicitar las ofertas según diseño por lo menos dos

empresas, una vez obtenidas las ofertas se analizan

3
Breaker: Interruptor de circuitos eléctricos.
4
Contactor: Establecer enlaces de circuitos eléctricos.
para seleccionar la más alternativa, para extender y

enviar la orden de compra para la adquisición de los

equipos los cuales se tomara un tiempo

aproximadamente de seis meses para su fabricación y

posteriormente ser enviados vía marítima tomando un

tiempo de dos meses paralelamente en esta actividad

se realizara la obra civil para que esté listo al

momento que lleguen los equipos al sitio final

establecido. Una vez realizado lo anterior se procede

con el montaje estructura, equipos e instalación

eléctrica lo cual tomara un tiempo para posteriormente

realizar las pruebas de los equipos en vacío para la

debida lubricación, ajustes y poder resolver cualquier

problema que se de en el arranque. Logrando con éxito

todo lo antes expuesto se procede con la puesta en

marcha a plena carga para el sostenimiento de todo el

proceso normal.
5.5 CRONOGRAMA ESTRATEGICO PARA EJECUCION DE PROYECTO REDUCCION

DE PERDIDAS EN EFLUENTES EN SUBPROCESO FLORENTINOS

Tabla 2. Cronograma estratégico de ejecución del proyecto.

(Honduras Patente nº 1, 2017)


5.6 PROCESO DE EXTRACCIÒN

Ilustración 4. Proceso de extracción


5.7 DEFINICION E INSTALACION DE TANQUE

CLARIFICADOR.

El tanque clarificador será instalado en la planta de

extracción de aceite crudo precisamente a la par de las pilas

del subproceso de florentinos, el efluente será procesado,

primeramente será enviado por medio de fuerza motriz

seguidamente se abrirá el vapor para su respectivo

calentamiento a una temperatura no mayor a 90ºc para la

separación del aceite, agua y los lodos en su primera etapa,

una vez que se realice la separación se procederá al

recuperado por medio de gravedad con el uso de una copa

metálica ya incorporada en el tanque clarificador,

seguidamente el aceite será enviado a un tanque pulmón y

enviado por medio de fuerza motriz al proceso de

clarificación a los tanque sedimentadores.


5.8 PROCEDIMIENTO Y FUNCIONAMIENTO DE TANQUE

CLARIFICADOR

 Se inspecciona toda la maquinaria para verificar que

todo está en óptimas condiciones para el arranque.

 Se abre la válvula de tubería de vapor para el

calentamiento y válvulas de alimentación de efluentes .

 Los efluentes que salen de todo el proceso de la planta

extractora llegan a las pilas de florentinos por medio

de los causes.

 Los efluentes llegan a las pilas de florentinos con una

temperatura aproximadamente de 80ºC, la cual es

necesario para que haga la separación de los aceites

luego el operador del área realiza la actividad de

conducción del aceite con agua caliente mandando la

capa superior de aceites lodo liviano lodo pesado y

agua.
 Seguidamente el operador abre la compuerta de salida

para que los aceites con lodo liviano lodo pesado y

agua caigan a un cause que se dirige a una pila de

almacenamiento de aceites.

 Se enciende la motobomba la cual manda los aceites

con lodo liviano lodo liviano y agua a un tanque pulmón

donde se reposa en un periodo de 4 horas para luego

realizar él envió de los aceites al tanque clarificador.

 Una vez enviado los aceites con lodo liviano lodo

pesado y agua al clarificador se reposa en periodo de 5

horas a una temperatura de 95ºC, para lograr una

buena separación del aceite con los lodos y el agua.

 Una vez llegado al tiempo de reposo empieza a la

recuperación de aceite por medio de una copa metálica

ya incorpora da en el clarificador que envía por

gravedad a un tanque de almacenamiento para luego

ser enviado al proceso de clarificación.


 Se enciende la motobomba que envía automáticamente

el aceite por medio de sensores de niveles hacia el

proceso de clarificación a los tanques sedimentadores

para su respectiva purificación.


5.9 DESCRIPCIÓN Y DIAGRAMA DE PROCESO DE

RECUPERACION

Generación de
efluentes en el proceso
de planta extractora

Transporte de efluentes
hacia pila de florentinos
por medio de los causes

Recuperado de aceites
lodo liviano lodo pesado
con agua caliente

Transporte de aceite
recuperado hacia tanque
clarificador por medio de
fuerza motriz

Reposo del aceite lodo


liviano lodo pesado en un
tiempo de 5 horas

Transporte de aceite hacia


el proceso de purificación
al proceso final

Tabla 3. Flujo de proceso recuperado de aceite.


5.10 PLANTEL HONDUPALMA

Ilustración 5. Plano de plantel industrial.


5.11 PLANTA EXTRACTORA

Ilustración 6. Plano planta Extractora.


5.12 SUBPROCESO FLORENTINOS
Ilustración 7. Proceso de Florentino.
Ilustración 8. Proceso de Florentino
5.13 PLANO TANQUE CLARIFICADOR

Ilustración 9. Plano tanque Clarificador


5.14 PORCENTAJE DE EFLUENTES GENERADOS EN

PLANTA EXTRACTORA

Actualmente la planta de extracción de aceite cuenta con

una capacidad de proceso de 60TM 5 de RFF6 por hora y

según aforo realizado el 0.90% es efluentes.

60TM RFF x 0.90% efluentes = 54 TM de efluentes


HR RFF HR

De acuerdo al resultado obtenido y para el sostenimiento de

un proceso continuo se recomienda la instalación de un

tanque clarificador para una mayor recuperación de aceite

con una capacidad de 20TM.

5
TM: Toneladas Métricas.
6
RFF: Racimo de Fruta Fresca.
5.15 INGRESO ANUAL DE EFLUENTES EN PLANTA

Actualmente en planta extractora de aceite se procesa

aproximadamente 350,000TM de RFF y según aforo

realizado cada TM procesada se genera 0.90 % de efluentes.

350,000TM RFF x 0.90% efluentes = 3,150 TM de efluentes


Año RFF Año

5.15.1 INGRESO ANUAL DE EFLUENTES A 0.90 %

350,000TM RFF x 0.90% efluentes = 3,150 TM de efluentes


Año RFF Año

3,150 TM DE EFLUENTES x 0.90% efluentes


? 0.10% efluentes
= 350 TM de aceites obtenido anualmente.
El valor actual en el mercado por TM de aceite crudo es de

$690 por TM.

350 TM de aceite recuperado año x $690.00

= $241,500 total ingreso por aceite recuperado.


5.16 COSTO DE INVERSIÓN

Descripción Total
Maquinaria y Equipo $ 100,900.00

Repuesto y Accesorios $ 15,195.38

Gastos de Importación $ 30,280.00

Instalación Eléctrica $ 20,255.00

Obra civil $ 10,900.00

Mano de obra directa $ 10,800.00

Mano de obra indirecta $ 11,250.00

Costo de Energía $ 8,000.00

Total $ 207,580.38

Tabla 4. Costo de inversión.


5.17 RETORNO DE LA INVERSION (ROI)

ROI = (ahorro/ inversión) x 100

ROI = ($241,500.00 / $ 207,580.38) x 100

= 116%

Por cada dólar que la empresa invierte obtendrá una

ganancia de 1.16 dólar.

5.18 PERIODO DE RECUPERACION DE LA INVERSIÓN

PRI= 1/ROI

PRI= 1/ 1.16 = 0.8620 de año

PRI= 0. 8620 x 12 = 10.3440 meses

PRI= 0. 3440 X 30 = 10.32 días

PRI= 0.3200 X 24 = 7.68 Horas

El tiempo que se tardará en recuperar la inversión por

implementar la propuesta es de 10.34 meses con 10.32 días

y 7.68 Horas.
5.19 BENEFICIOS CUANTITATIVOS Y CUALITATIVOS

BENEFICIOS BENEFICOS

CUANTITATIVOS CUALITATIVOS

 Incremento en la  Reducción de

recuperación de pérdidas.

aceite en el proceso.

 Reducción de aceite

 Aumento en los en lagunas de

ingresos por venta de oxidación.

aceite en la empresa.

 Más orden y limpieza

en ERH.

Tabla 5. Beneficio Cualitativo y cuantitativo


CAPITOLO VI

C O N CL U S I O N E S Y R E C O M E N D A C I O N E S

6.1 CONCLUSIONES
 Se desarrolló una propuesta para la implementación de

montaje de un tanque clarificador en el subproceso de

florentinos para la alta dirección para obtener una

reducción de pérdidas de aceites en efluentes del

proceso de planta extractora.

 Socialización del proyecto a palmas aceiteras de

honduras Hondupalma de la importancia de la

ejecución de este proyecto para aumentar la

productividad y los ingresos económicos de la empresa

con el montaje de un tanque clarificador en el

subproceso de florentino.

 Se pudo determinar que la propuesta resulta factible,

en la cual el periodo de recuperación de inversión de la

propuesta es de 10.34 meses con 10.32 días y 7.6

horas.
6.2 RECOMENDACIÓN

De acuerdo a lo observado en el periodo de práctica

profesional y para un mayor aprovechamiento de la

propuesta desarrollada en este documento se recomienda a

la empresa HONDUPALMA, desarrolle el proyecto antes

mencionado para un mayor crecimiento económico en la

recuperación de aceite en efluentes y obtención de un mayor

porcentaje en la extracción, siendo más eficiente el proceso

de la planta extractora.
C A P I T UL O V I I

ANEXOS
7.1 OFICINAS PRINCIPALES Y PLANTELES

7.1.1 OFICINAS PRINCIPALES

Ilustración 10. Oficinas Principales

7.1.2 OFICINAS PLANTELES

Ilustración [Link] Plantel Industrial


7.2 PLANTELES INDUSTRIALES

Ilustración 12. Vista aérea plantel industrial.

7.3 PRODUCTOS

7.3.1 MANTECA CLAVEL Y DEL PORTAL

Ilustración 13. Manteca Clavel.


Ilustración 14. Manteca del Portal.

7.3.2 ACEITE CLAVEL

Ilustración 15. Aceite Doy pack

7.3.3 JABON JAN-SUR

Ilustración 16. Jabón


Jansur
7.3.4 ACEITE CRUDO DE ALMENDRA Y DE PALMA

Ilustración 17. Aceite crudo de almendra. Ilustración 18. Aceite crudo de palma.

7.3.5 RBD ALMENDRA Y DE PALMA

Ilustración 19. Aceite RBD almendra. Ilustración 20. Aceite RBD de palma.
7.3.6 ACIDOS GRASOS, HARINA DE AMLMENDRA

Ilustración 21. Ácidos grasos de palma.


Ilustración 22. Harina de almendra.

7.3.7 ESTEARINA, OLEINA

Ilustración 23. Aceite Estearina de palma. Ilustración 24. Aceite Oleína de palma.
7.4 SUBPROCESO FLORENTINO

Ilustración 25. Subproceso de florentinos.


Ilustración 26. Pilas de florentinos.
7.5 PILAS DE FRORENTINO

7.5.1 EFLUENTES DE PROCESO

Ilustración 27. Efluentes


Ilustración 28. Capa de aceites en efluentes.

BIBLIOGRAFIA

HONDUPALMA. (E.C.A.R.A.)

Benito Juárez. (s.f.).

Muñoz, R. (2012). Analisis FODA.

Reyes, A. M. (2011). formulacion y evaluacion de proyectos.

Sampieri. (2010). Tipos de investigacion.

[Link]

[Link]

[Link]

[Link]

Ingeniero Héctor Hernández Hondupalma (Entrevista).

Ingeniero José David Majano Hondupalma (Entrevista).

Ingeniero Osman Ernesto Majano Hondupalma (Entrevista).


Benito Juárez. (s.f.).
Majano, I. O. (2015). Montaje de planta de raquis. El progreso Yoro.
Muñoz, R. (2012). Analisis FODA.
Perez, I. J. (2017). Honduras Patente nº 1.

También podría gustarte