MORAL ÉTI CO
Or i g e n Et i mo l ó g i c o De l l at í n Mo s , mo r al i s De l g r i e g o Et ho s
Se nt i do No r mas s o c i al e s Pe r s o nal e i ndi v i du al
Di f e r e nc i as de Pr ác t i c a, v i da di ar i a, s o c i al , Te ó r i c o , r ama de l a f i l o s o f í a,
c o nc e pt o c o nt e x t u al . pe r s o nal , c o ns t ant e
- -Di f e r e nt e s mo r al e s s e g ú n l a - -De c l ar ac i o n u ni v e r s al de
r el i g i ó n l o s de r e c ho s hu mano s
-Re s pe t ar no r mas -J u r ame nt o hi po c r át i c o
Ej e mpl o s -Co r t e s í a v e r bal -Li be r t ad
-Co he r e nc i a e n l a v i da pr i v ada y -Amar al pr ó j i mo
pú bl i c a. -I g u al dad de l o s de r e c ho s .
-Re s pe t ar a l as au t o r i dade s .
EVOLUCIÓN DE LAS
Integrantes:
- Julio Alonzo Ugaz Abanto
-Erick Alexander Ramon Tito
TEORÍAS ÉTICAS -Brandon Ángel Villegas Díaz
-Camila Villanueva Valladares
-Piero Alejandro Saldivar Zegarra
-Moises Ochoa Pintado
Presenta la idea de que el fin de la
ética es encontrar la felicidad
S.IV a.C. (Postura Eudemonista) planteada en
su obra "Ética a Nicómaco" y
presenta la idea del justo medio
La felicidad se basa en un sentido
religioso trascendente denominado
S. XIII
"Bienaventuranza eterna", se toma la
ética como medio para alcanzar el otro
mundo
Propuso el concepto de imperativo categórico y
una perspectiva deontológica para la razón de
s. XVIII
la conducta. Obras principales:
- Fundamentación de la metafísica de las
costumbres (1785)
-Crítica de la razón práctica(1788)
-Metafísica de las costumbres (1798)
s. XIX
John Stuart Mill: Utilitarismo,
máxima felicidad para el
máximo número de personas
con el menor costo posible.
Influencia política.
G. E. Moore: Habla del bien como un
s. XX
concepto incomprensible y simple porque
no se puede descomponer. Solo se le
puede al bien, solo se le puede acercar
con intuición moral.
Ét i c a de l a VI RTUD ÉTI Ca de l u t i l i t ar i s mo ÉTI CA DE LA CONVI CCI ÓN
J e r e my Be nt ham y
Au t o r e s Ar i s t ó t e l e s
j ho n s t u ar t mi l l
I nmanu e l Kant
VOLUNTAD/ BUENA EN SI MI SMA.
HACER LAS COSAS PORQUE TE NACEN/ CORRECTAS.
Al c anz ar l a e x c e l e nc i a. y l a ALCANZAR LA MAYOR CANTI DAD DE FELI CI DAD PARA HACER LAS COSAS POR RESPETO A LA LEY.
I DEAS f e l i c i dad
EL MAYOR NÚMERO DE PERSONAS POR EL MENOR
COSTO POSI BLE SI EMPRE DECI R LA VERDAD NO I MPORTA LAS
CONSECUENCI AS
- Fu ndame nt ac i ó n de l a me t af í s i c a de l as
The Pr i nc i pl e s o f Mo r al s and El u t i l i t ar i s mo c o s t u mbr e s (17 85 )}
LI BROS Le g i s l at i o n (17 80 ) - Cr í t i c a de l a r az ó n pr ác t i c a (17 88)
- Me t af í s i c a de l as c o s t u mbr e s (17 98).
La r e v o l u c i ó n La I l u s t r ac i ó n
CONTEXTO Cl ás i c o i ndu s t r i al
Expositores: Moises Ochoa Pintado
y Julio Alonzo Ugaz Abanto
Dilema hipotético
del tren
n z o U g a z
-Julio Al o
Dilema hipotético
Abanto
a P i n t a d o
o i s e s O cho
-M V i l l e g a s
d o n A n g el
-Bran
Diaz
S a l d i v a r
A l e j a n d ro
-Piero
Zegarra
V i l l a n u e va
-Camila
s
Valladare n
e r R a m o
c k A l e x a nd
-Er i
Tito
1. ¿Cuál es la posición del equipo respecto a qué
hacer?
Les avisaríamos a las personas para que se salgan de la vía y no mueran.
2. ¿En qué enfoque ético se basaría esta conducta?
Es un enfoque kantiano porque es algo que queremos que se torne a una
ley universal, ya que si estuvieramos en esa situación o uno de nuestros
seres vivos, queríamos que alguien le avise para que se salve.
También por un enfoque utilitarista, estamos salvando al mayor número de
personas.
TU