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Estrategia de Manejo Ambiental EMA

Este documento presenta el Plan de Manejo Ambiental para un proyecto que incluye la perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales. El plan incluye cuatro programas: 1) Manejo de recurso aire, 2) Manejo de suelo, 3) Manejo de recurso hídrico, y 4) Manejo de flora y fauna. Cada programa describe las normas aplicables, objetivos, medidas de mitigación, personal requerido, indicadores de desempeño, cronograma y presupuesto estimado. El plan busca

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Estrategia de Manejo Ambiental EMA

Este documento presenta el Plan de Manejo Ambiental para un proyecto que incluye la perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales. El plan incluye cuatro programas: 1) Manejo de recurso aire, 2) Manejo de suelo, 3) Manejo de recurso hídrico, y 4) Manejo de flora y fauna. Cada programa describe las normas aplicables, objetivos, medidas de mitigación, personal requerido, indicadores de desempeño, cronograma y presupuesto estimado. El plan busca

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0715

CAPITULO 5
ESTRATEGIA DE MANEJO
AMBIENTAL (EMA)
 

 
0716
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

ÍNDICE
I. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL ......................................................................................................... 6
1.1 PROGRAMA DE MANEJO DE RECURSO AIRE ................................................................................................... 6
1.1.1 GENERALIDADES ................................................................................................................................ 6
1.1.2 NORMATIVIDAD ................................................................................................................................. 7
1.1.3 OBJETIVOS.......................................................................................................................................... 7
1.1.3.1 Objetivo General ................................................................................................................ 7
1.1.3.2 Objetivos Específicos .......................................................................................................... 7
1.1.4 ALCANCE 8
1.1.5 IDENTIFICACIÓN DE LAS FUENTES DE GENERACIÓN DEL RUIDO Y EMISIONES GASEOSAS ................ 8
1.1.5.1 Actividad de perforación .................................................................................................... 8
1.1.5.2 Medidas para el Manejo de las Fuentes de Emisión de Ruido ........................................... 8
1.1.5.3 Medidas para el Manejo de Fuentes de Emisión Gaseosa ................................................. 9
1.1.5.4 Medidas para el Manejo de las Fuentes de Vibración ...................................................... 10
1.1.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 10
1.1.7 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 10
1.1.8 PRESUPUESTO ESTIMADO ................................................................................................................ 12
1.1.9 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES PARA LOS POZOS DE DESARROLLO ............................................. 14
1.1.10 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES PARA LAS FACILIDADES DE PRODUCCIÓN ................................... 15
1.2 PROGRAMA DE MANEJO DE SUELO .............................................................................................................. 17
1.2.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 17
1.2.2 NORMATIVIDAD ............................................................................................................................... 18
1.2.3 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 18
1.2.4 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 18
1.2.5 MEDIDAS GENERALES PARA LA PROTECCIÓN DE SUELOS ............................................................... 18
1.2.5.1 Medidas de Control Preventivas para evitar la Contaminación de Suelos ....................... 19
1.2.5.2 Medidas de Control y Protección del Suelo durante la Etapa de Abandono .................... 20
1.2.5.3 Medidas Específicas de Control para evitar la Erosión de Suelo ...................................... 20
1.2.5.4 Técnicas convencionales de control de erosión ............................................................... 20
1.2.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 21
1.2.7 COSTOS PROYECTADOS.................................................................................................................... 21
1.2.8 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ..................................................................................................... 22
1.3 PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO ......................................................................................... 24
1.3.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 24
1.3.2 NORMATIVA ..................................................................................................................................... 24
1.3.3 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 24
1.3.4 MEDIDAS PARA EL MANEJO DE CAPTACIÓN DE AGUA Y EFLUENTES .............................................. 24
1.3.4.1 Manejo de la Captación de agua ...................................................................................... 24
1.3.4.2 Manejo de Efluentes......................................................................................................... 25
1.3.5 BALANCE HÍDRICO............................................................................................................................ 26
1.3.5.1 Actividad doméstica ......................................................................................................... 26
1.3.5.2 Actividad industrial ........................................................................................................... 28
1.3.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 29
1.3.7 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 29
1.3.8 COSTOS PROYECTADOS.................................................................................................................... 29
1.3.9 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ..................................................................................................... 31
1.4 PROGRAMA DE MANEJO FLORA Y FAUNA..................................................................................................... 34
1.4.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 34
1.4.2 NORMATIVIDAD ............................................................................................................................... 35
1.4.3 OBJETIVO ......................................................................................................................................... 35
1.4.4 PROCEDIMIENTOS ............................................................................................................................ 35

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-1


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.4.5 PERSONAL REQUERIDO Y PROFESIONAL RESPONSABLE .................................................................. 36


1.4.6 ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS ......................................................................................................... 36
1.4.7 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO ................................................................................ 36
1.4.8 MEDIDAS PREVENTIVAS GENERALES ............................................................................................... 37
1.4.9 MEDIDAS PARA LA PROTECCIÓN DE FLORA Y FAUNA ...................................................................... 37
1.4.10 MANEJO Y CONSERVACIÓN QUE REALIZARÁ LA EMPRESA CON RESPECTO A LAS ESPECIES
PROTEGIDAS..................................................................................................................................... 38
1.4.11 MEDIDAS DE PREVENCIÓN Y MITIGACIÓN PARA NO AFECTAR A LA FAUNA SILVESTRE DENTRO DEL
ÁREA DE INFLUENCIA POR ATRAPAMIENTO EN LAS ÁREAS DONDE SE REALICE LAS ACTIVIDADES DE
PERFORACIÓN DE POZOS DE DESARROLLO Y CONSTRUCCIÓN Y AMPLIACIÓN DE FACILIDADES DE
PRODUCCIÓN ................................................................................................................................... 39
1.4.12 cronograma Y PRESUPUESTO ESTIMADO ........................................................................................ 40
1.5 PROGRAMA DE DESBOSQUE Y/O DESBROCE ................................................................................................ 40
1.5.1 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 40
1.5.2 ALCANCES ........................................................................................................................................ 41
1.5.3 ETAPA DE APLICACIÓN ..................................................................................................................... 41
1.5.4 IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 41
1.5.5 TIPO DE MEDIDA .............................................................................................................................. 42
1.5.6 ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 42
1.5.7 LUGAR DE APLICACIÓN .................................................................................................................... 44
1.5.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS .............................................................................. 45
1.5.9 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 45
1.5.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 45
1.5.11 PRESUPUESTO .................................................................................................................................. 45
1.5.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ..................................................................................................... 46
1.6 PROGRAMA DE REFORESTACIÓN Y/O REVEGETACIÓN ................................................................................. 49
1.6.1 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 49
1.6.2 NORMATIVIDAD ............................................................................................................................... 49
1.6.2.1 Desbosque............................................................................................................................ 49
1.6.2.2 Reforestación ....................................................................................................................... 49
1.6.3 ETAPA DE APLICACIÓN ..................................................................................................................... 49
1.6.4 IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 49
1.6.5 TIPO DE MEDIDA .............................................................................................................................. 50
1.6.6 ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 50
1.6.7 LUGAR DE APLICACIÓN .................................................................................................................... 51
1.6.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS .............................................................................. 52
1.6.9 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 52
1.6.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO ................................................................................ 52
1.6.11 PRESUPUESTO .................................................................................................................................. 53
1.6.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ..................................................................................................... 54
1.7 PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS .......................................................................................... 56
1.7.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 56
1.7.2 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 56
1.7.2.1 General 56
1.7.2.2 Específicos ........................................................................................................................................ 56
1.7.3 NORMATIVIDAD ............................................................................................................................... 56
1.7.4 CLASIFICACIÓN DE RESIDUOS .......................................................................................................... 57
1.7.4.1 Residuos Peligrosos .......................................................................................................... 57
1.7.4.2 Residuos No Peligrosos ..................................................................................................... 57
1.7.5 IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 58
1.7.6 ETAPA DE APLICACIÓN ..................................................................................................................... 58
1.7.7 TIPO DE MEDIDA .............................................................................................................................. 58
1.7.8 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 58

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-2


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0717
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.7.9 ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 59


1.7.9.1 Generación ....................................................................................................................... 59
1.7.9.2 Minimización .................................................................................................................... 60
1.7.9.3 Recolección y segregación ................................................................................................ 60
1.7.9.4 Características de los Contenedores ................................................................................ 61
1.7.9.5 Transporte ........................................................................................................................ 62
1.7.9.6 Almacenamiento temporal de residuos ........................................................................... 62
1.7.9.7 Disposición Final ............................................................................................................... 63
1.7.9.8 Capacitación ..................................................................................................................... 64
1.7.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 64
1.7.11 COSTOS PROYECTADOS.................................................................................................................... 65
1.7.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES ..................................................................................................... 66
1.8 PROGRAMA DE MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS ................................................................................... 68
1.8.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 68
1.8.2 OBJETIVO ......................................................................................................................................... 68
1.8.3 NORMATIVIDAD ............................................................................................................................... 68
1.8.4 ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 68
1.8.5 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 73
1.8.6 ETAPA DE APLICACIÓN ..................................................................................................................... 73
1.8.7 IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 73
1.8.8 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 73
1.8.9 PRESUPUESTO .................................................................................................................................. 74
1.8.10 CRONOGRAMA................................................................................................................................. 74
1.9 PROGRAMA DE RUTAS DE TRANSPORTE ....................................................................................................... 74
1.9.1
GENERALIDADES .............................................................................................................................. 74
1.9.2
OBJETIVO ......................................................................................................................................... 75
1.9.3
IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 75
TRANSPORTE TERRESTRE ................................................................................................................. 75
1.9.4
1.9.5
ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 75
1.9.5.1 Medidas de Prevención y Mitigación................................................................................ 75
1.9.5.2 Evaluación de conductores ............................................................................................... 75
1.9.5.3 Evaluación de vehículos .................................................................................................... 76
1.9.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO ................................................................................ 76
1.9.7 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 76
1.9.8 PRESUPUESTO .................................................................................................................................. 76
1.9.9 CRONOGRAMA................................................................................................................................. 77
1.10 PROGRAMA DE CAPACITACIÓN .................................................................................................................... 77
1.10.1
OBJETIVOS........................................................................................................................................ 77
1.10.2
IMPACTOS A CONTROLAR ................................................................................................................ 78
1.10.3
TIPO DE MEDIDA .............................................................................................................................. 78
1.10.4
MEDIDAS DE CAPACITACIÓN PARA EL PERSONAL ........................................................................... 78
1.10.4.1 Salud y Seguridad ............................................................................................................. 78
1.10.4.2 Medidas de Contingencia ................................................................................................. 79
1.10.4.3 Protección Ambiental ....................................................................................................... 79
1.10.4.4 Relaciones Comunitarias .................................................................................................. 79
1.10.5 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 79
1.10.6 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 79
1.10.7 PRESUPUESTO ESTIMADO ................................................................................................................ 80
1.10.8 CRONOGRAMA................................................................................................................................. 80
1.11 PROGRAMA DE PATRIMONIO CULTURAL...................................................................................................... 80
1.11.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................. 80
1.11.2 OBJETIVOS........................................................................................................................................ 80
1.11.1 NORMATIVA .................................................................................................................................... 81

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-3


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.11.2 IMPACTOS A CONTROLAR ............................................................................................................... 81


1.11.3 TIPO DE MEDIDA .............................................................................................................................. 81
1.11.4 ACCIONES A DESARROLLAR .............................................................................................................. 82
1.11.5 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................... 83
1.11.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO ........................................................................................................ 84
1.11.7 CRONOGRAMA................................................................................................................................. 84
1.11.8 PRESUPUESTO .................................................................................................................................. 84
1.12 PLAN DE COMPENSACIÓN ............................................................................................................................ 84
1.13 PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS ......................................................................................................... 84
1.13.1 INTRODUCCIÓN................................................................................................................................ 84
1.13.2 SOBRE LA EMPRESA ......................................................................................................................... 86
1.13.2.1 Antecedentes ................................................................................................................... 86
1.13.2.2 Filosofía ............................................................................................................................ 86
1.13.2.3 Misión de Petromont........................................................................................................ 86
1.13.2.4 Visión de Petromont ......................................................................................................... 86
1.13.2.5 Política de Responsabilidad Social Empresarial De Petromont ........................................ 86
1.13.3 ENFOQUE DE LA INTERVENCIÓN ...................................................................................................... 86
1.13.4 ESTRATEGIAS .................................................................................................................................... 88
1.13.5 SOBRE EL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS (PRC) .................................................................. 89
1.13.5.1 Objetivos del PRC ............................................................................................................. 89
1.13.5.2 Área de Influencia del Plan de Relaciones Comunitarias .................................................. 89
1.13.5.3 Grupos de Interés del PRC ................................................................................................ 89
1.13.5.4 Organización para la Implementación del Plan ................................................................ 90
1.13.6 PROGRAMAS DEL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS ............................................................... 91
1.13.6.1 Programa de Monitoreo y Vigilancia Comunitaria ........................................................... 92
1.13.6.2 Programa de Comunicación e Información Ciudadana .................................................... 96
1.13.6.3 Programa de Buenas Prácticas Laborales para el Personal de la Empresa y Sub‐Contratistas
99
1.13.6.4 PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL ..................................................................................... 102
1.13.6.5 PROGRAMA DE APOYO AL DESARROLLO LOCAL ............................................................ 107
1.13.7 INSTRUMENTOS PARA LA APLICACIÓN DE LA POLITICA SOCIAL CORPORATIVA ............................ 111
1.13.8 CÓDIGO DE CONDUCTA DE LOS TRABAJADORES DE LA EMPRESA Y SUBCONTRATISTAS .............. 111
1.13.9 LINEAMIENTOS DE CONDUCTA EN LOS LOCACIONES DE LOS POZOS DE DESARROLLO................. 112
1.13.10 FLUJOGRAMA PARA LA TOMA DE ACUERDOS CON LAS LOCALIDADES ......................................... 113
1.13.11 CONDICIONES LABORALES PARA LA CONTRATACIÓN DEL PERSONAL LOCAL ................................ 113
1.13.12 FLUJOGRAMA PARA LA RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS CON LA LOCALIDAD .................................. 114
1.14 PLAN DE CONTINGENCIA ............................................................................................................................ 114
1.14.1 ESTUDIO DE RIESGOS ..................................................................................................................... 114
1.14.1.1 Introducción ................................................................................................................... 114
1.14.1.2 Objetivo del Estudio de Riesgo ....................................................................................... 115
1.14.1.3 Descripción de la Metodología utilizada ........................................................................ 115
1.14.1.4 Evaluación de riesgos ..................................................................................................... 117
1.14.1.5 Matriz de riesgos ............................................................................................................ 122
1.14.2 PLAN DE CONTINGENCIA ............................................................................................................... 131
1.14.2.1 Introducción ................................................................................................................... 131
1.14.2.2 Objetivos del Plan de Contingencias............................................................................... 131
1.14.2.3 Organización de respuesta de emergencias ................................................................... 131
1.14.2.4 Tipos de contingencia ..................................................................................................... 139
1.14.2.5 Sistema de comunicación ............................................................................................... 140
1.14.2.6 Acciones de respuesta en caso de emergencias ............................................................. 152
1.14.2.7 Lista de contactos ........................................................................................................... 181
1.15 PROGRAMAS DE MONITOREO .................................................................................................................... 182
1.15.1 PROGRAMA DE MONITOREO DE CALIDAD AMBIENTAL ................................................................. 182
1.15.1.1 Generalidades................................................................................................................. 182

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-4


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0718
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.15.1.2 Objetivos ........................................................................................................................ 182


1.15.1.3 Normatividad .................................................................................................................. 182
1.15.1.4 Materiales y Equipos ...................................................................................................... 183
1.15.1.5 Responsables de Monitoreo ........................................................................................... 184
1.15.1.6 Etapas para el Monitoreo ............................................................................................... 184
1.15.1.7 Cronograma del Monitoreo Físico .................................................................................. 227
1.15.1.8 Indicadores de Calidad Ambiental y Desempeño de Monitoreo Físico .......................... 237
1.15.1.9 Presupuesto de Monitoreo Físico ................................................................................... 237
1.15.2 PROGRAMA DE MONITOREO DE BIODIVERSIDAD ......................................................................... 240
1.15.2.1 Aspectos Generales ........................................................................................................ 240
1.15.2.2 Objetivos ........................................................................................................................ 240
1.15.2.3 Diseño del Monitoreo ..................................................................................................... 241
1.15.2.4 Monitoreo por Lotes y Componentes del Proyecto ....................................................... 242
1.15.2.5 Indicadores de Monitoreo .............................................................................................. 258
1.15.2.6 Presupuesto .................................................................................................................... 259
1.15.3 PROGRAMA DE MONITOREO SOCIOECONÓMICO Y CULTURAL .................................................... 261
1.16 PLAN DE ABANDONO .................................................................................................................................. 266
1.16.1
OBJETIVOS...................................................................................................................................... 266
1.16.2
NORMATIVIDAD ............................................................................................................................. 267
1.16.3
ETAPA DE APLICACIÓN ................................................................................................................... 267
1.16.4
IMPACTOS A CONTROLAR .............................................................................................................. 267
1.16.5
TIPO DE MEDIDA ............................................................................................................................ 267
1.16.6
ACCIONES A DESARROLLAR ............................................................................................................ 267
1.16.6.1 Sellado y taponamiento del pozo ................................................................................... 267
1.16.6.2 Desmantelamiento y/o desmovilización ........................................................................ 269
1.16.6.3 Restauración Ambiental ................................................................................................. 270
1.16.7 LUGAR DE APLICACIÓN .................................................................................................................. 271
1.16.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS ............................................................................ 271
1.16.9 PERSONAL REQUERIDO .................................................................................................................. 271
1.16.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO ...................................................................................................... 272
1.16.11 PRESUPUESTO ................................................................................................................................ 272
1.16.12 CRONOGRAMA............................................................................................................................... 273
1.16.13 SUPERVISIÓN AMBIENTAL.............................................................................................................. 274
1.17 CRONOGRAMA Y PRESUPUESTO DE LA ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) ................................ 274
1.17.1 Costos del plan de manejo ............................................................................................................. 274
1.17.2 Cronograma del plan de manejo ambiental .................................................................................. 275

II. RESUMEN DE COMPROMISOS AMBIENTALES ............................................................................... 282

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-5


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
 

 
0719
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CAPÍTULO 5
ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA)

I. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL

El Plan de Manejo Ambiental es el conjunto de programas y actividades necesario para evitar,


prevenir, mitigar, corregir y/o compensar (de ser el caso) los impactos ambientales
generados por el proyecto durante las diferentes etapas. Para cada impacto identificado,
debe formularse como mínimo un programa y/o medida, el cual debe de establecerse por
cada etapa y actividades del proyecto, en función de los componentes ambientales
impactados.

El presente Plan de Manejo Ambiental (PMA), establece las medidas de manejo ambiental
que implementará la empresa PETROMONT en coordinación con las diversas empresas
contratistas encargadas de ejecutar los trabajos, con la finalidad, de que el proyecto de
“Perforación de 115 Pozos de Desarrollo Adicionales - Lote II y XV”, se desarrolle de manera
responsable y compatible con el medio ambiente, reduciendo los eventuales impactos
potenciales y dando cumplimiento a lo indicado en:

- D.S. N° 039 - 2014 - EM “Reglamento para la Protección Ambiental en las Actividades de


Hidrocarburos”.
- D.S. N° 012 - 2008 - EM “Reglamento de Participación Ciudadana para la realización de
actividades de Hidrocarburos”.
- R.M. N°571 - 2008 – MEM/DM “Lineamientos para la Participación Ciudadana en las
Actividades de Hidrocarburos”.

1.1 PROGRAMA DE MANEJO DE RECURSO AIRE

1.1.1 GENERALIDADES

El presente programa establece las medidas para proteger el recurso aire del proyecto EIA-
Perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales en los lotes II y XV a través de un manejo
adecuado de las fuentes de emisiones gaseosas y de generación de ruido, durante todas las
etapas del proyecto (movilización, construcción, operación y abandono) a lo largo de sus años
de vida útil (1. Plataformas de perforación: 07 años para el lote II y 10 años para el lote XV; y
2. Facilidades de producción: 10 años para el lote II y 14 años para el lote XV).

Cabe resaltar que el presente proyecto no contempla la construcción de Campamentos Base


Logístico (CBL), Campamentos Sub-base Logístico (CSBL), ni Campamentos Volantes (CV). Se
utilizarán vías y caminos existentes que estén en buenas condiciones o que requieran ser
rehabilitadas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-6


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.1.2 NORMATIVIDAD

 Decreto Supremo Nº 014-2010-MINAM Aprueban los Límites Máximos Permisibles para


las Emisiones Gaseosas y de Partículas de las Actividades del Sub Sector Hidrocarburos.
 Decreto Supremo Nº 003-2008-MINAM Aprueban los Estándares de Calidad Ambiental
para Aire.
 Decreto del Consejo Directivo Nº 015-2005-CONAM-CD Aprueban Directiva para la
aplicación del Reglamento de los Niveles de Estados de Alerta Nacionales para
Contaminación del Aire. Modificado por: Decreto Supremo Nº 012-2005-SA.
 Decreto Supremo Nº 074-2001-PCM Aprueban el Reglamento de Estándares Nacionales
de Calidad Ambiental del Aire
 Decreto Supremo Nº 069-2003-PCM Establecen Valor Anual de Concentración de Plomo.
 Decreto Supremo Nº 009-2003-SA Aprueban el Reglamento de los Niveles de Estados de
Alerta Nacionales para Contaminantes del Aire. Modificado por: Decreto Supremo Nº 012-
2005-SA.
 Protocolo de Monitoreo de Calidad de Aire y Emisiones, MEM.
 Decreto Supremo Nº 085-2003-PCM. Aprueban el Reglamento de Estándares Nacionales
de Calidad Ambiental para Ruido.
 Ley Nº 28611, Ley General del Ambiente.
 Protocolo de Monitoreo de Calidad de Aire y Emisiones (Guía II del MINEM)
 Guía Ambiental Para Proyectos de Exploración y Producción (Guía IX del MINEM)
 Guía Ambiental para el Manejo de Emisiones Gaseosas de Refinerías de Petróleo (Guía
VIII del MINEM).
 Guía ambiental para el quemado de gas en instalaciones de exploración y producción
petrolera (Guía XI del MINEM).

1.1.3 OBJETIVOS

1.1.3.1 Objetivo General

Establecer las medidas de manejo ambiental necesarias para evitar, prevenir, mitigar y
compensar los impactos sobre el recurso aire durante todas las etapas del proyecto, de forma
que no comprometan la salud de los trabajadores y los habitantes de los centros poblados
alrededor, ni de la flora y fauna.

1.1.3.2 Objetivos Específicos

 Minimizar la probabilidad de contaminación de aire.


 Cumplir con todos la normativa ambiental vigente aplicable al manejo adecuado del
recurso aire.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-7


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1.1.4 ALCANCE

El alcance del programa abarca las etapas de movilización, construcción, operación y


abandono en todas aquellas zonas donde se lleven a cabo las actividades del proyecto.

1.1.5 IDENTIFICACIÓN DE LAS FUENTES DE GENERACIÓN DEL RUIDO Y EMISIONES


GASEOSAS

1.1.5.1 Actividad de perforación

 Fuentes de generación de ruido

Tanto en la etapa de movilización, construcción, operación y abandono las principales


fuentes de generación de ruido provendrán del: i) movilización y montaje de los equipos
y facilidades en los en las Plataformas de Perforación; y ii) funcionamiento de
motobombas, compresoras, zarandas, grúas y los motores que accionan los generadores
de electricidad necesarios para estas etapas.

 Fuentes de emisiones gaseosas

Tanto en la etapa de construcción, operación y abandono las principales fuentes de


emisiones gaseosas estarán dadas por las motobombas, compresoras y los generadores
presentes en las Plataformas de Perforación.

 Fuentes de generación de vibraciones

Tanto en la etapa de movilización, construcción, operación y abandono las principales


fuentes de generación de ruido provendrán básicamente del funcionamiento de los
motores que accionan los generadores de electricidad necesarios para estas etapas, y las
brocas de perforación en las Plataformas de Perforación, aunque únicamente en los
primeros metros de perforación, luego de ello ya no se producen vibraciones
representativas.

1.1.5.2 Medidas para el Manejo de las Fuentes de Emisión de Ruido

Se implementará un programa de monitoreo de ruido en los alrededores de la zona de


trabajo para determinar los niveles sonoros en estaciones, estos resultados serán volcados a
fichas de registro para su evaluación.

Durante el monitoreo en caso se supere los valores establecidos para ruido se tomarán las
siguientes medidas para cada equipo generador de ruido, con el fin de reducir estos valores.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-8


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TABLA 5.1: ESTRATEGIA DE MITIGACIÓN DE RUIDO PARA EQUIPOS DE PERFORACIÓN

EQUIPOS COMPONENTES ESTRATEGIA DE MITIGACIÓN DE RUIDO


- Barreras acústicas;
- Aislamiento acústico;
- Montajes de aislamiento;
- Atenuación del aire refrigerante;
Generadores - Silenciadores del escape;
- Maximizar la distancia;
- A los trabajadores se les proporcionarán
Equipos de protectores auditivos;
Perforación
- Mantenimiento mecánico y eléctrico.
- Mantenimiento mecánico y eléctrico;
Motor de Perforación - A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
- Mantenimiento mecánico y eléctrico;
Compresora - A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
- Mantenimiento en lubricación;
Motor de Zaranda - A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
Zaranda
- Mantenimiento mecánico y eléctrico;
Bombas - A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
- Revisiones técnicas;
Equipos para - Mantenimiento mecánico y eléctrico;
movimientos de Motor - Silenciadores del escape;
tierra - A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
- Revisiones técnicas;
- Mantenimiento mecánico y eléctrico;
Grúa Motor - Silenciadores del escape;
- A los trabajadores se les proporcionarán
protectores auditivos.
Elaborado por GEMA, 2015.

1.1.5.3 Medidas para el Manejo de Fuentes de Emisión Gaseosa

En la medida de lo posible se reducirán al mínimo los impactos ocasionados por los equipos
pesados y de perforación, mediante la selección adecuada de equipos con sistemas de baja
emisión de gases, de acuerdo a las especificaciones del fabricante.

Todos los motores tendrán un mantenimiento adecuado de acuerdo a las especificaciones


del fabricante para maximizar la eficiencia de la combustión y minimizar las emisiones de
contaminantes.

Las motosierras, compresoras y generadores, se mantendrá en buen estado de


funcionamiento y se llevarán registros de mantenimiento, a fin de mantener bajos los niveles
de emisiones gaseosas durante las operaciones de construcción y perforación.

Además, se mantendrá un programa de monitoreo de calidad de aire en las Plataformas de


Perforación para verificar y asegurarse que las medidas adoptadas permitan cumplir con los
estándares de calidad ambiental del aire y no afecte a la fauna circundante y población
cercana (D.S. Nº 074-2001-PCM, D.S. Nº 003-2008-MINAM y D.S. N° 006-2013-MINAM). Se

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-9


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detalla en el capítulo de Estrategia de Manejo Ambiental (EMA), ítem Programa de


Monitoreo.

1.1.5.4 Medidas para el Manejo de las Fuentes de Vibración

Si bien es cierto no está normado un monitoreo de vibraciones, se considerarán las medidas


de mitigación de ruido indicadas en la Tabla: ESTRATEGIA DE MITIGACIÓN DE RUIDO PARA
EQUIPOS DE PERFORACIÓN (esta información se detalla líneas arriba). Con la aplicación de
estas medidas la vibración se mantendrá controlada.

1.1.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Entre los indicadores de desempeño para el Programa de Manejo de Aire se han


contemplado los siguientes:

TABLA 5.2: INDICADORES DE DESEMPEÑO


CRITERIOS INDICADORES
Registro de capacitaciones realizadas a cargo del responsable de
Seguridad para el desarrollo de las actividades del proyecto (correcta
Aplicación de la Política de
utilización de EPP – protectores auditivos – y la correcta utilización de las
la empresa en materia de
herramientas y vehículos motorizados para prevenir incidentes y
Salud, Seguridad y Medio
accidentes; y su uso ineficiente).
Ambiente.
Lista de entregas de protectores auditivos al personal 01 vez cada 06
meses.
Mantenimiento de Revisiones técnicas de vehículos y herramientas motorizados.
vehículos y herramientas Mantenimientos mecánicos y eléctricos de vehículos y herramientas
motorizados. motorizados.
Registro continuo de rutas de transporte seguidas por el personal
Cumplimiento de rutas de
encargado de la conducción de vehículos motorizados y registro de
transporte y horario.
horario cumplido.
Elaborado por GEMA, 2015.

1.1.7 PERSONAL REQUERIDO

El personal especialista será capacitado internamente. Las actividades del programa de


manejo del recurso aire para los pozos de desarrollo serán ejecutadas por los siguientes
responsables:

TABLA 5.3: PERSONAL REQUERIDO PARA LOS POZOS DE DESARROLLO

RESPONSABILIDAD N° TOTAL

Responsable del programa 2 2

Responsable de seguridad 2 2

Responsable de mantenimiento
2 2
mecánico

Responsable de mantenimiento
2 2
eléctrico

TOTAL 8
Elaborado por GEMA, 2015.

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El personal especialista será capacitado internamente. Las actividades del programa de


manejo del recurso aire para las facilidades de producción serán ejecutadas por los siguientes
responsables:

TABLA 5.4: PERSONAL REQUERIDO PARA LAS FACILIDADES DE PRODUCCIÓN

RESPONSABILIDAD N° TOTAL

Responsable del programa 2 2

Responsable de seguridad 2 2

Responsable de mantenimiento
2 2
mecánico

Responsable de mantenimiento
2 2
eléctrico

TOTAL 8
Elaborado por GEMA, 2015

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-11


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1.1.8 PRESUPUESTO ESTIMADO

Se presenta a continuación un estimado de la cotización para la aplicación de las medidas a tomar por pozo de desarrollo:

TABLA 5.5: COSTO ESTIMADO POR POZO DE DESARROLLO


Sueldo mensual (para personal)
específico al PMA/Costo unitario
N° Subtotal en soles Subtotal en dólares
(para objetos y servicio de
mantenimiento, revisiones)
Especialista en seguridad 2 S/.3 000,00 S/.6 000,00 $ 2 000,00
Ingeniero químico /ambiental 2 S/.3 000,00 S/.6 000,00 $ 2 000,00
Técnico mecánico 2 S/.1 000,00 S/.2 000,00 $ 666,67
Técnico electricista 2 S/.1 000,00 S/.2 000,00 $ 666,67

Adquisición de 500 protectores auditivos (3m 1270 eraplug) 250 S/.1,50 S/.375,00 $ 125,00
Revisiones técnicas y mantenimiento de los vehículos motorizados
5 S/.150,00 S/.750,00 $ 250,00
(mecánico y eléctrico)
Revisiones técnicas y mantenimiento del generador 1 S/. 150,00 S/. 150,00 $ 50,00
Adquisición de 10 silenciadores de escape para los vehículos de
10 S/. 540,00 S/. 5 400,00 $ 1 800,00
transporte
Total S/. 22,675.00 $ 7 558,33
Elaborado por GEMA, 2015.

Se presenta a continuación un estimado de la cotización para la aplicación de las medidas a tomar durante todo el tiempo de vida las facilidades de
producción en los lotes II y XV:

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TABLA 5.6: COSTO ESTIMADO PARA LAS FACILIDADES DE PRODUCCIÓN


Sueldo mensual (para
personal)/Costo unitario (para N° de veces al
N° Años Subtotal en soles Subtotal en dólares
objetos y servicio de año
mantenimiento, revisiones)
Especialista en seguridad 2 S/. 3 000,00 12 24 S/.1 728 000,00 $ 576 000,00
Ingeniero químico /ambiental 2 S/. 3 000,00 12 24 S/.1 728 000,00 $ 576 000,00
Técnico mecánico 2 S/. 1 000,00 12 24 S/.576 000,00 $ 192 000,00
Técnico electricista 2 S/. 1 000,00 12 24 S/. 576 000,00 $ 192 000,00
Adquisición de 500 protectores auditivos (3m
50 S/. 1,50 2 24 S/.3 600,00 $ 1 200,00
1270 eraplug)
Revisiones técnicas y mantenimiento de los
2 S/. 300,00 12 24 S/.172 800,00 $ 57 600,00
vehículos motorizados (mecánico y eléctrico)
Total S/.4 784 400,00 $ 1 594 800,00
Elaborado por GEMA, 2015.

En conclusión, el costo estimado del programa de manejo ambiental asciende a la suma de:

 Por pozo de desarrollo: 7558, 33 USD.


 Para la vida útil del proyecto en las facilidades de producción: 1 594 800,00 USD.

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1.1.9 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES PARA LOS POZOS DE DESARROLLO

TABLA 5.7: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE AIRE PARA UN POZO EN EL LOTE II

ETAPAS DEL DIAS


ACTIVIDADES
PROYECTO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
En el punto de ubicación de las
Plataformas de Perforación, se
proporcionará a los trabajadores
Movilización
protección auditiva. Asimismo, se
realizará el monitoreo de calidad de
aire al inicio y final de esta etapa.
Durante la construcción de la
plataforma de perforación se tendrá un
Construcción
registro de revisiones técnicas de cada
máquina a utilizar.
Se tendrá un registro de revisiones
técnicas y mantenimiento de los
vehículos y herramientas motorizados;
así como el cumplimiento de los
Operación
monitoreos de acuerdo a los
indicadores de desempeño y
monitoreo. El personal será dotado de
protección auditiva.
En las áreas de las plataformas de
perforación, todos los componentes,
equipos, equipos y materiales serán
retiradas para evitar la contaminación
Abandono
por partículas finas. A su vez los
residuos sólidos serán dispuestos
apropiadamente de acuerdo al
programa de residuos sólidos.
Elaborado por GEMA, 2015.

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TABLA 5.8: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE AIRE PARA UN POZO EN EL LOTE XV
ETAPAS DEL DIAS
ACTIVIDADES
PROYECTO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
En el punto de ubicación de las Plataformas de
Perforación, se proporcionará a los trabajadores
Movilización protección auditiva. Asimismo, se realizará el
monitoreo de calidad de aire al inicio y final de
esta etapa.
Durante la construcción de la plataforma de
Construcción perforación se tendrá un registro de revisiones
técnicas de cada máquina a utilizar.
Se tendrá un registro de revisiones técnicas y
mantenimiento de los vehículos y herramientas
motorizados; así como el cumplimiento de los
Operación
monitoreos de acuerdo a los indicadores de
desempeño y monitoreo. El personal será dotado
de protección auditiva.
En las áreas de las plataformas de perforación,
todos los componentes, equipos, equipos y
materiales serán retiradas para evitar la
Abandono contaminación por partículas finas. A su vez los
residuos sólidos serán dispuestos
apropiadamente de acuerdo al programa de
residuos sólidos.
Elaborado por GEMA, 2015.

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1.1.10 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES PARA LAS FACILIDADES DE PRODUCCIÓN

DIAS
ETAPAS DEL
ACTIVIDADES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

En las locaciones de las


facilidades de producción, se
proporcionara a los trabajadores
protección auditiva. Se
Movilización seleccionaran vehículos con baja
emisión de gases contaminantes,
los cuales pasaran por revisiones
técnicas y mantenimientos
periódicos.

Se verificara el uso de los


protectores auditivo y se
Construcción verificara el cumplimiento de los
compromisos sobre los
monitoreos.
Se tendrá un registro de
revisiones técnicas y
mantenimiento de los vehículos
y herramientas motorizados; así
Operación como el cumplimiento de los
monitoreos de acuerdo a los
indicadores de desempeño y
monitoreo. El personal será
dotado de protección auditiva.
Elaborado por GEMA, 2015.

En el caso de las facilidades de producción, el cronograma del programa de manejo del recurso aire no comprende la etapa de abandono y se ha
graficado en un mes para fines prácticos.

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1.2 PROGRAMA DE MANEJO DE SUELO

1.2.1 GENERALIDADES

Un conjunto de actividades que será desarrollado en las diversas etapas del Proyecto tendrán
intervención directa sobre los suelos y ello, requiere la adopción de un conjunto de medidas
orientadas a prevenir la degradación de los suelos.

La degradación del suelo genera cambios en las propiedades del suelo limitando su
funcionalidad. Este efecto es generado principalmente por la intervención del hombre y en
algunos casos por la acción de eventos drásticos naturales. En el contexto del presente
Proyecto y por la características propias del entorno las principales condiciones de
degradación son la erosión del suelo y la contaminación por derrames de materiales
peligrosos.

La erosión del suelo es definida como un proceso de desagregación, transporte y deposición


de materiales del suelo por agentes naturales erosivos o provocados por actividades diversas.
Puntualmente, los agentes erosivos dinámicos, en el caso de la erosión hídrica son la lluvia y
el escurrimiento superficial o las inundaciones; mientras que los eventos provocados estarían
asociados a los trabajos de desbroce, acondicionamiento, nivelación y compactación del área
de las plataformas de perforación, construcción y ampliación de baterías, ampliación y
construcción de estaciones de fiscalización y comprensión que requieren la adopción de un
conjunto de medidas de protección de los suelos.

Las diferentes actividades que se desarrollarán como parte de las etapas del proyecto,
tendrán intervención directa sobre los suelos, donde la erosión usualmente es considerada
uno de los principales problemas, así como los derrames de materiales peligrosos. Sin
embargo, para el presente proyecto las condiciones climáticas no favorecen la erosión de los
suelos salvo en las temporadas donde ocurre el Fenómeno del Niño, razón por la cual las
medidas establecidas para minimizar los impactos están especialmente dirigidas al manejo
de materiales peligrosos durante el proceso de la perforación de los pozos, construcción,
Ampliación de baterías y de estaciones de Fiscalización.

Los derrames de materiales peligrosos se presentarían principalmente por el inadecuado


manejo de los combustibles o por aquellos insumos empleados en el proceso de la
perforación de los pozos, construcción y ampliación de baterías, ampliación y construcción
de estaciones de fiscalización y comprensión. Los derrames de estas sustancias pueden
generar la modificación de la calidad del suelo lo cual generaría un suelo inapropiado para el
crecimiento de las plantas y con potencial contaminante para el suelo.

Potencialmente, de no cumplirse con las medidas adecuadas, estos derrames se presentarían


en los sitios de almacenamiento y recarga de combustible y aquellas áreas de
almacenamiento, despacho y manejo de insumos químicos en las operaciones de perforación
de pozos, construcción y ampliación de baterías, ampliación y construcción de estaciones de
fiscalización y comprensión.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-17


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1.2.2 NORMATIVIDAD

- Decreto Supremo N° 002-2013-MINAM Aprueban Estándares de Calidad Ambiental (ECA)


para Suelo.
- Resolución Ministerial N° 085-2014-MINAM Guía para Muestreo de Suelos y Guía para la
Elaboración de Planes de Descontaminación de Suelos.
- Guía Ambiental para Proyectos de Exploración y Producción (Guía IX del MINEM).
- Guía Ambiental para la Disposición de Desechos de Perforación en la Actividad Petrolera
(Guía X del MINEM).
- Guía Ambiental para la Restauración de Suelos en Instalaciones de Refinación y
Producción Petrolera y Guía para el Muestreo y Análisis de Suelo (Guía XV del MINEM).

1.2.3 OBJETIVOS

- Establecer las medidas y técnicas de control para evitar y/o minimizar la ocurrencia de los
procesos de degradación del suelo durante el desarrollo del proyecto.
- Determinar las características de manejo y control preventivo para evitar la
contaminación de los suelos.
- Establecer las medidas preventivas para la protección del suelo en el área que ocuparán
los diversos componentes del proyecto de manera temporal y permanente durante las
diversas etapas para evitar procesos de degradación.

1.2.4 PERSONAL REQUERIDO

Las actividades del programa serán ejecutadas por una brigada y liderada por un ingeniero
agrónomo responsable del Programa, un especialista en seguridad, un personal médico y un
capataz. El personal requerido para la ejecución del programa será según el siguiente cuadro:

TABLA 5.9: PERSONAL REQUERIDO PARA LA EJECUCIÓN DEL PROGRAMA

RESPONSABILIDAD N° TOTAL

RESPONSABLE DEL PROGRAMA 1 1

SEGURIDAD 1 1
MÉDICO/ ENFERMERO 1 1
CAPATAZ 1 1
TOTAL 4
Elaborado por GEMA, 2015.

1.2.5 MEDIDAS GENERALES PARA LA PROTECCIÓN DE SUELOS

El Proyecto durante sus actividades sólo empleará aquellas vías de acceso actualmente
existentes; aunque efectuará una adecuación o acondicionamiento para el tránsito de
equipos, vehículos y maquinarias.

A continuación se presenta las medidas de control preventivas para evitar la contaminación


de suelos y la erosión:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-18


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1.2.5.1 Medidas de Control Preventivas para evitar la Contaminación de Suelos

o Etapa de Movilización

- La movilización de los equipos, maquinarías y transporte desde los puntos de


abastecimiento al ámbito de ubicación de las plataformas de perforación, baterías,
estaciones de comprensión y fiscalización empleando rutas de acceso existente.
- Para una mejor distribución de las áreas, se nivelará las áreas destinadas a la
instalación de las unidades asociadas al Proyecto.

o Etapa de Construcción

Durante la construcción de la plataforma de perforación, construcción y ampliación de las


baterías, estaciones de comprensión y de fiscalización se nivelará todas las áreas
correspondientes en la extensión que la ley permite, teniendo en cuenta lo siguiente:

- Los vehículos de transporte para el manejo y disposición de los materiales sobrantes


durante la construcción de la plataforma de perforación, construcción y ampliación de
las baterías, estaciones de comprensión y de fiscalización; permanecerán carpados y
con el platón asegurado evitando así caídas de materiales contaminantes al suelo.
- Para el manejo de materiales de construcción de las plataformas de perforación,
baterías, estaciones de comprensión y de fiscalización deben ser trasladados a un
espacio debidamente dotado de estructuras hidráulicas retenedora de sólidos para
cuando se presenten lluvias no arrastren solidos que puedan contaminar el suelo
aledaño o cuerpos de agua cercanos.
- Se emplearán productos químicos estabilizadores o prefabricados y niveladores que
permitan el emplazamiento de la plataforma y sus ambientes conexos para la
infraestructura de la locación.
- En el perímetro de las plataformas de perforación, baterías, estaciones de
comprensión y de fiscalización se construirá una canal destinada para evitar los
aniegos de las zonas de trabajo y al mismo tiempo evitar la contaminación de suelos
por combustibles y otros materiales.
- Adecuación de los diferentes niveles de corte y relleno a las condiciones topográficas
particulares de cada sitio de tal manera que se minimice el volumen de subsuelo
extraído.
- Para el manejo de materiales de préstamo los vehículos que transporten estos
materiales se cubrirá la carga con una manta o carpa para evitar la dispersión del
material.
- Para el manejo de taludes debido a construcciones de las plataformas de perforación
y movilizaciones de equipos pesados se implementara muros ecológicos con material
geotextil, utilizando el propio terreno para contener las zonas inestables.
- Durante la temporada de verano se mantendrá regado las áreas de las plataformas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-19


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o Etapa De Operación

- Los desechos inorgánicos y peligrosos generados por las actividades constructivas,


serán temporalmente almacenados en puntos de acopio establecidos para su traslado
hacia los almacenes de la base logística para ser entregados a una Empresa Prestadora
de Servicios de Residuos Sólidos (EPS-RS).
- El área de almacenamiento de combustibles tendrá el suelo impermeabilizado y
contará con berma y dique de contención para casos de derrames o fugas, de forma
tal, que el combustible pueda ser recuperado en su totalidad.
- Durante la perforación de pozos de desarrollo se harán mantenimientos constantes,
mejoras de los caminos y accesos de modo que se pueda acceder con seguridad al área
de ejecución.

o Etapa de Abandono

- El pozo será abandonado luego de colocarse tapones mecánicos o de cemento para evitar
el flujo de hidrocarburos (en caso sea exitoso) con la finalidad de aislar el área y la
afectación de los suelos.
- Durante la etapa de abandono, el suelo compactado en las áreas del proyecto y zonas de
tránsito vehicular se removerán utilizando picos y palas, remediando la compactación y
favoreciendo la penetración radicular.
- Todas las instalaciones temporales serán retiradas del lugar y el terreno será nivelado y
acondicionado de acuerdo con los documentos del diseño de detalle.
- Para el manejo paisajístico se tomará algunas medidas como la limpieza inmediata de las
áreas ocupadas por las plataformas de perforación.

1.2.5.2 Medidas Específicas de Control para evitar la Erosión de Suelo

A continuación se mencionan las formas de reducir la erosión eólica:

- Sembrar arbustos alrededor del área del proyecto en forma de cortinas cortaviento para
reducir la velocidad del viento y humedecer el suelo constantemente.
- Los cortavientos y cortinas protectoras son barreras de árboles y arbustos plantadas en
una o más hileras en ángulo recto respecto a la dirección del viento dominante. Su
objetivo principal es reducir la velocidad del viento, filtrar las partículas de polvo flotantes.
Al reducir la velocidad del viento a la altura del suelo se reduce la erosión eólica.
- La presencia de una cubierta vegetal protectora, por ejemplo hierba, arbustos, plantas
cultivadas disminuye la velocidad del viento y merma su capacidad de erosión.
- Las pilas de matorrales serán mantenidas durante la construcción y permanecerán en su
lugar hasta que se considere que la siembra de especies ha sido exitosas.

o Técnicas convencionales de control de erosión

Un aspecto a considerar en la selección adecuada de una determinada técnica en el Lote II y


XV, son las altas precipitaciones pluviales que podría presentarse en la fase constructiva, ante
la ocurrencia del fenómeno del niño, generándose zonas susceptibles a la erosión hídrica. En

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ese sentido, entre las técnicas adecuadas para el control de erosión y sedimentación se
encuentran:

o Pilas de Matorrales

Las pilas de matorrales para el control de erosión y sedimentación se construyen con los
residuos de la vegetación arbustiva removida del área desbrozada. También se pueden
utilizar las ramas delgadas y las hojas de los árboles. Se requerirán de dichas estructuras
de control en los siguientes lugares:

- Sobre el suelo que ha sido removido, para sustituir temporalmente el efecto protector
de la vegetación sobre el control de la erosión y el transporte de sedimentos.
- Sobre el suelo acumulado en las zonas cercanas a los cuerpos de agua.
- Las pilas de matorrales para el control de la sedimentación serán mantenidas durante
la construcción y permanecerán en su lugar hasta que se considere que las medidas de
revegetación hayan sido exitosas.

1.2.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Los indicadores sugeridos para evaluar los resultados del presente Plan son los siguientes:

TABLA 5.10: CRITERIOS DE EVALUACIÓN DEL DESEMPEÑO DEL PLAN DE MANEJO DE SUELO

CRITERIO INDICADOR
Generación de partículas contaminantes al suelo. Registro de disposición de Materiales Sobrantes
Inestabilidad de laderas, deslizamiento de áreas de
Informe de manejo de taludes
tierra.
Disposición de desechos en las instalaciones del
Informe de evaluación de paisaje
proyecto.
Disposición de Insumos contaminantes propios en las
Registro de manejo de materiales de préstamo
actividades de construcción.
Disposición de residuos inorgánicos que contaminen
Registro de manejo de materiales de construcción
el suelo y materiales.
Reporte de altas precipitaciones (temporada de niño) y suelo
Escorrentía y control de erosión
erosionable.
Elaborado por GEMA, 2015.

1.2.7 COSTOS PROYECTADOS

Los costos proyectados para el plan de manejo de suelos para la etapa de perforación de
pozos de producción se estiman a continuación:

TABLA 5.11: PROGRAMA DE MANEJO DE SUELOS


ACTIVIDAD DETALLE COSTO US$
Implementación de medidas de control Costo de supervisión 280 000
COSTO TOTAL 280 000
Elaborado por GEMA, 2015.

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1.2.8 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

TABLA 5.12: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE SUELO EN EL LOTE II

ETAPAS DEL DIAS


ACTIVIDADES
PROYECTO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
La movilización de los equipos,
maquinarías y transporte desde los puntos
de abastecimiento al ámbito de ubicación
Movilización
de las plataformas de perforación, baterías,
estaciones de comprensión y fiscalización
empleando rutas de acceso existente.
En el perímetro de las plataformas de
perforación, baterías, estaciones de
comprensión y de fiscalización se
construirá un canal destinado para evitar
Construcción
los aniegos de las zonas de trabajo y al
mismo tiempo evitar la contaminación de
suelos por combustibles y otros
materiales.
Durante el traslado y armado del equipo de
Operación perforación se construirá rutas de traslado
para así evitar la compactación del suelo.
En las áreas de las plataformas de
perforación todos los componentes,
equipos, materiales, construcciones e
Abandono
instalaciones serán retirados para
distribuir de manera uniforme el top soil
acumulado y proceder a su revegetación.
Elaborado por GEMA, 2015.

OBSERVACIÓN: Solo se realizará la perforación de 50 pozos de desarrollo por un periodo de 7 años.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-22


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TABLA 5.13: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE SUELO EN EL LOTE XV


ETAPAS DEL DIAS
ACTIVIDADES
PROYECTO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Para una mejor distribución de las áreas, se
Movilización nivelara las áreas destinadas a la instalación de
las unidades asociadas al proyecto.
Se cubrirán las áreas que quedaran expuestas a
la interperie en las plataformas de perforación,
Construcción
baterías, estaciones de comprensión y de
fiscalización.
Durante la perforación de pozos de desarrollo se
harán mantenimientos constantes, mejoras de
Operación
los caminos y accesos de modo que se pueda
acceder con seguridad al área de ejecución.
Durante el abandono de las plataformas de
perforación se procederá a la revegetación para
brindar una cubierta vegetal protectora por
Abandono
ejemplo: hierba, arbustos, plantas cultivadas de
especies locales para disminuir la velocidad del
viento.
Elaborado por GEMA, 2015.

OBSERVACIÓN: Solo se realizara la perforación de 65 Pozos de desarrollo por un periodo 10 años.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-23


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1.3 PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO

1.3.1 GENERALIDADES

En este programa se presentarán las medidas que la empresa tomará para realizar un uso
adecuado del componente hídrico para las diversas actividades relacionadas con el proyecto
y a su vez garantizar la no afectación en el medio ambiente.

1.3.2 NORMATIVA

- Ley No. 29338, Ley de Recursos Hídricos.


- D.S. No. 001-2010 - AG Reglamento de la Ley de Recursos Hídricos.
- D.S. No. 006-2010 - AG Reglamento de Organización y Funciones de la Autoridad Nacional
del Agua.
- Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para Agua, D.S. Nº 002-2008-MINAM.
- Aprueban Disposiciones para la Implementación de los Estándares Nacionales de Calidad
Ambiental (ECA) para Agua, D.S. Nº 023-2009-MINAM.
- Límites Máximos Permisibles de Efluentes Líquidos para el Sub Sector Hidrocarburos, D.S.
Nº 037-2008-PCM.
- Reglamento de Calidad de Agua para Consumo Humano, Decreto Supremo N° 031-2010-
SA.

1.3.3 OBJETIVOS

Realizar un manejo adecuado, tratamiento efectivo y responsable de las aguas residuales


generadas durante el desarrollo de la perforación, ampliación/construcción de baterías y
estaciones del Proyecto, de manera que se conserve el medio ambiente y no se comprometa
la salud y seguridad de los pobladores locales.

Los objetivos específicos son:

- Minimizar el riesgo de contaminación de cuerpos de agua.


- Cumplir con todos los requisitos de protección ambiental locales y gubernamentales
aplicables al tratamiento y disposición de aguas.

1.3.4 MEDIDAS PARA EL MANEJO DE CAPTACIÓN DE AGUA Y EFLUENTES

1.3.4.1 Manejo de la Captación de agua

El proyecto “Perforación de 115 Pozos de Desarrollo Adicionales” no plantea el uso del


recurso hídrico procedente de un cuerpo de agua. El agua para cubrir necesidades
domésticas, así como también las necesidades propias de la perforación de pozos será
proporcionada por un EPS (camiones cisterna), además en el caso de agua para consumo
humano se comprará en bidones de agua de 20 litros de capacidad.

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Durante la duración del proyecto se distinguen los siguientes componentes, en los cuales
será necesario un abastecimiento de agua:

o Baterías y Estaciones de fiscalización y/o compresión

El agua utilizada para cubrir las necesidades básicas de aseo, limpieza, cocina, comedor,
lavandería y servicios sanitarios en las Baterías y Estaciones será provista por una EPS
(camiones cisterna). Para consumo humano se proveerá de agua mineral en bidones de
agua de 20 litros de capacidad.

o Locaciones de Perforación

Durante la Perforación de pozos los trabajos se centrarán en las locaciones propuestas.


Aquí se establecerá un campamento para el personal que labora en esta actividad.

El agua, provista por una EPS, será utilizada para cubrir las necesidades básicas de aseo,
limpieza, cocina, comedor, servicios sanitarios y lavandería de cada una de las locaciones
propuestas. Igualmente será utilizada como fuente principal para la preparación de
fluidos de perforación y lechadas de cemento en actividades propias de la perforación de
pozos.

1.3.4.2 Manejo de Efluentes

o Aguas Residuales Domésticas

a) Aguas grises

En este proyecto no se tratará las aguas grises (provenientes de las duchas y


lavandería) ya que se pondrán duchas portátiles en cada área de trabajo (según se
detalla en el capítulo 2-Descripción del proyecto), además los trabajadores al terminar
diariamente su jornada de trabajo retornarán a sus respectivos domicilios.

b) Aguas Negras

En este proyecto para la disposición de las aguas negras (provenientes del uso de los
sanitarios) se usarán baños portátiles en cada área de trabajo, cuyo mantenimiento y
limpieza estará a cargo de una empresa contratista especializada en el rubro.

El uso de los baños portátiles será obligatorio para los trabajadores involucrados en el
presente proyecto con el fin de mantener las áreas de trabajo limpias y en buenas
condiciones de salubridad.

o Aguas industriales

Constituidas principalmente por: agua remanente de los lodos de perforación, agua de


lluvias, agua de lavado de equipos, etc.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-25


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Las aguas industriales serán derivadas a la poza de lodos (abierta) en la cual las elevadas
temperaturas de la zona facilitarán la evaporación del agua presente en
aproximadamente 3 mes. Los residuos sólidos de la poza serán transportados desde la
locación cumpliendo con las normas ambientales en recipientes metálicos cerrados a
través de una EPS-RS.

1.3.5 BALANCE HÍDRICO

1.3.5.1 Actividad doméstica

Los Lotes II y XV se ubican en los distritos Pariñas, El Alto y Lobitos, pertenecientes a la


provincia de Talara en la región de Piura. Por lo que debemos indicar que, por su ubicación
tanto de las Baterías, Estaciones de fiscalización y/o compresión y plataformas de
perforación, el personal que desarrolle las actividades en estas unidades serán en su mayoría
residentes de la zona en tanto el personal especializado y calificado (personal foráneo) estará
asentado en la ciudad de Piura.

A la vez , debemos indicar que en áreas próximas a la ubicación de estas unidades no se


dispone de alguna fuente de agua que pueda ser utilizada como fuente de abastecimiento o
cuerpo receptor de algún efluente líquido; por tal razón, la empresa en su proyecto consideró
tomar los servicios de una empresa especializada a fin de que en dichos campamentos doten
los servicios de baños portátiles (baños químicos), así como duchas y lava manos portátiles,
cuyo mantenimiento será de entera responsabilidad de la empresa prestadora de este
servicio.

De igual forma el servicio de alimentación para el personal en estas unidades será a traves
de un Catering, considerando dentro de los términos del contrato que todo el material a ser
usado será totalmente descartable, minimizando algún consumo de agua que el caso
requiera. Finalmente en puntos estratégicos de estas locaciones se ubicarán bidones de agua,
los mismos que servirán para el personal que labore en dichos campamentos.

En la figura 5.1 se detalla el balance de agua para fines de uso doméstico; el volumen
promedio a ser utilizado en función de la masa laboral que se asentará en la unidad operativa
(locación de perforación), simulando en ella la empresa de abastecimiento y de disposición
(EPS), según se indica:

o Determinación del caudal de captación y del caudal de tratamiento

Para la determinación del Caudal de Captación se utilizará las siguientes formulas, la


misma que ha sido considerada de acuerdo a lo establecido en el Ítem 1.4 “Dotación de
Agua” de la Norma OS.100 contenida en el Subtítulo II.3 “Obras de Saneamiento” del
Título II “Habilitaciones Urbanas” del Reglamento Nacional de Edificaciones. Por otro lado,
se ha tenido las siguientes consideraciones para la variación del consumo de agua:

- El consumo promedio anual, se calcula con la población futura y la dotación.


- El consumo máximo diario, considera el 130% del consumo promedio diario anual.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-26


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- Para el consumo máximo horario, se considerará el 260% del consumo promedio diario
anual.
- Para la contribución al Desagüe, se considerará el 80% del consumo promedio diario
anual.

o Caudales de diseño

Las fórmulas utilizadas son las siguientes:

Consumo promedio (Qp):


Qp = Pf x Dotación_ = m3/día
1000
Población de diseño (Pf) = Número de Trabajadores
Dotación = L/hab./día

Caudal máximo diario (Qmd):


Qmd = 1,3 x Qp = m3/día
1.3 = K1: Coeficiente de variación de la demanda diaria.

Caudal máximo horario (Qmh):


Qmh = 2,6 x Qp = m3/día
2,6 = K2: Coeficiente de variación de la demanda horaria.

Caudal de ingreso a la EPS (Qi):


Qi = 0,8 x Qp = m3/día (Caudal de ingreso a la PTAR)

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-27


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Los resultados se muestran en el siguiente cuadro:

CAUDALES (m3/día)
Caudal Caudal Caudal de
Consumo Promedio (Qp) máximo máximo ingreso a
COMPONENTES diario horario la EPS
Población
Dotación Qp Qmd Qmh Qi
de diseño
(L/hab./día) (m3/día) (m3/día) (m3/día) (m3/día)
(Pf)
Batería 321 20 100 2 2.6 5.2 1.6
Batería 3-A 20 100 2 2.6 5.2 1.6
Batería AX-32 15 100 1.5 1.95 3.9 1.2
Batería Hualtacal 25 100 2.5 3.25 6.5 2
Batería Cayonitas 25 100 2.5 3.25 6.5 2
Estación de fiscalización y compresión 325 15 100 1.5 1.95 3.9 1.2
Estación de compresión 321 15 100 1.5 1.95 3.9 1.2
Estación de compresión Coyonitas 25 100 2.5 3.25 6.5 2
Plataformas de perforación 20 100 2 2.6 5.2 1.6
Elaborado por GEMA, 2015.

FIGURA 5.1: DETALLE DEL BALANCE HÍDRICO POR LA ACTVIDAD DOMÉSTICA

Qi= 1,2 a 2,0 m3/día (Baterías)


Qi= 1,2 a 2,0 m3/día (Estaciones)
Qi= 1,6 m3/día (Plataforma de Perforación)

Qp= 1,5 a 2,5 m3/día (Baterías)


Qp= 1,5 a 2,5 m3/día (Estaciones)
Qp= 2,0 m3/día (Plataforma de Perforación)

1.3.5.2 Actividad industrial

En general en los pozos de desarrollo se generarán Aguas Industriales, constituidas


principalmente por agua remanente de los lodos de perforación, agua de lluvias, agua de
lavado de equipos, etc.

Estos efluentes serán generados exclusivamente en las operaciones de perforación, para lo


cual se implementa de la infraestructura y la logística necesaria. La demanda de agua será

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-28


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para: i) agua para la preparación de lodos de perforación y ii) preparación de la lechada de


cemento. Las aguas para este proceso será suministrado por una empresa autorizada para
estos servicios.

Las operaciones de desarrollo en si demandan un tiempo máximo de 40 días de perforación.


Las demandas de agua para la perforación serán suministradas por camiones cisterna
debidamente acreditados quienes tomarán las aguas de la EPS que presta servicios en la
zona.

o Demanda de agua

Para las operaciones de desarrollo se requiere un promedio de 23 m3/día de agua, la


misma que servirá para la preparación de insumos necesarios para la perforación.
Demanda total de agua: 40 días x 23 m3/día = 920 m3/tiempo de operaciones.

1.3.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO

TABLA 5.14: INDICADORES DE GESTIÓN


CRITERIOS INDICADORES
Número de capacitaciones realizadas a cargo del
Aplicación de la Política de la empresa en responsable de Seguridad para el desarrollo de las
materia de Salud, Seguridad y Medio actividades del Proyecto relacionadas al recurso hídrico
Ambiente. (manejo adecuado del agua y el cuidado de las instalaciones
sanitarias).
Número de Registros generados por cada supervisión a la
EPS en la que contendrá un reporte indicando las actividades
Supervisión de las actividades que realice la
que se realizaron (abastecimiento de agua, transporte de
EPS
efluentes, mantenimiento de los baños portátiles, duchas y
lavaderos, etc).
Elaborado por GEMA, 2015.

1.3.7 PERSONAL REQUERIDO

Las actividades del programa serán ejecutadas por un Ingeniero Ambiental y/o técnico
especializado.
TABLA 5.15: PERSONAL REQUERIDO PARA EL PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO
HÍDRICO

RESPONSABILIDAD N° TOTAL

Supervisor 1 1
Asistente 1 1
TOTAL 2
Elaborado por GEMA, 2015.

1.3.8 COSTOS PROYECTADOS

Los costos proyectados para el programa del recurso hídrico por locación se estiman a
continuación:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-29


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TABLA 5.16: COSTOS PROYECTADOS PARA EL PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO

COMPONENTE ACTIVIDAD DETALLE COSTO US$


Costo de abastecimiento de agua para el
Baterías y aseo, limpieza, cocina, lavandería y
estaciones de Implementación y servicios y capacitaciones periódicas.
15 000
fiscalización y/o medidas de control Costo de agua mineral para consumo
compresión humano en bidones de agua de 20 litros
de capacidad,
Costo de abastecimiento de agua para el
aseo, limpieza, cocina, lavandería y
servicios y capacitaciones periódicas.
Locaciones de Implementación y
Costo de abastecimiento de agua para la 10 000
perforación medidas de control
preparación de fluidos de perforación y
lechadas de cemento en actividades
propias de la perforación de pozos.
COSTO TOTAL 25 000
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-30


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1.3.9 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

TABLA 5.17: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO POR LOCACIÓN EN EL LOTE II

DÍAS
ETAPAS DEL
ACTIVIDADES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

ABASTECIMIENTO
DE AGUA EN
BIDONES DE 20 L
PARA CONSUMO
HUMANO
INSTALACIÓN Y
MANTENIMIENTO
DE SERVICIOS
ABASTECIMIENTO
DE AGUA PARA
SERVICIOS
ABASTECIMIENTO
Construcción, DE AGUA PARA
operación y USO INDUSTRIAL
abandono

DISPOSICIÓN
FINAL DE AGUAS
RESIDUALES

Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-31


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TABLA 5.18: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO POR LOCACIÓN EN EL LOTE XV

DÍAS
ETAPAS DEL
ACTIVIDADES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

ABASTECIMIENTO DE
AGUA EN BIDONES
DE 20 L PARA
CONSUMO HUMANO

INSTALACIÓN Y
MANTENIMIENTO DE
SERVICIOS

Construcción,
operación y ABASTECIMIENTO DE
abandono AGUA PARA
SERVICIOS

ABASTECIMIENTO DE
AGUA PARA USO
INDUSTRIAL

DISPOSICIÓN FINAL
DE AGUAS
RESIDUALES

Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-32


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TABLA 5.19: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DEL RECURSO HÍDRICO POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN MENSUAL
PARA LOS LOTES II Y XV

DÍAS
ETAPAS DEL
ACTIVIDADES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

ABASTECIMIENTO DE
AGUA EN BIDONES DE
20 L PARA CONSUMO
HUMANO

INSTALACIÓN Y
MANTENIMIENTO DE
SERVICIOS
Construcción y
operación

ABASTECIMIENTO DE
AGUA PARA SERVICIOS

DISPOSICIÓN FINAL DE
AGUAS RESIDUALES

Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-33


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1.4 PROGRAMA DE MANEJO FLORA Y FAUNA

1.4.1 GENERALIDADES

En la actualidad existe una perspectiva mundial sobre diversidad biológica que cuenta con
instrumentos para proteger la flora y la fauna, pero requieren compromisos y uso de
instrumentos de gestión ambiental para evaluar de manera sistemática los resultados
económicos, ambientales y sociales de los proyectos de desarrollo como las actividades de
exploración y explotación de hidrocarburos (Quiroga, 2007) con el objetivo de conservar los
recursos naturales en beneficio de la sociedad.

Así en 1992, en la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Medio Ambiente y Desarrollo
se firma el Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB), del cual el Perú es parte, con
ratificación mediante Resolución Legislativa N° 26181. Es importante señalar que el Artículo
6° de dicho Convenio compromete a los países a la formulación de estrategias nacionales
para la conservación y utilización sostenible de la diversidad. Por lo que es necesario
diferentes estrategias y programas para proteger la diversidad biológica.

Uno de los objetivos fundamentales de las diferentes Naciones del mundo adoptado por el
Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB), y la Cumbre Mundial sobre Desarrollo
Sostenible en el 2002, es reducir de modo significativo la pérdida de diversidad biológica. Sin
embargo, como se determinó en la evaluación de los Ecosistemas del Milenio, se requerirán
esfuerzos sin precedentes para alcanzar esta meta. La pérdida de diversidad genética,
especies y ecosistemas está avanzando como resultado del cambio de los hábitats, el cambio
climático, las especies introducidas invasoras, la sobreexplotación de recursos y muchas
formas de contaminación.

Actualmente se tiene una perspectiva Mundial sobre Diversidad Biológica que en términos
generales, ya cuenta con los instrumentos para hacer frente a este reto. Lo que se requiere
es un mayor compromiso de usar estos instrumentos de gestión ambiental para evaluar de
manera sistemática los resultados económicos, ambientales y sociales de los proyectos de
desarrollo como las actividades de exploración y explotación de hidrocarburos, sean éstos
positivos o negativos. Debemos considerar toda la variedad de opciones para llevar adelante
un proyecto, aplicar un programa o adoptar una política, incluida la opción de rechazar una
propuesta si su impacto comprometiera la pérdida de diversidad biológica.

En las áreas en las que se realizarán las actividades del proyecto “Perforación de 115 pozos
de desarrollo adicionales Lote II y XV” fueron identificadas 8 unidades de vegetación, las
cuales se encuentran en el área de influencia directa e indirecta del proyecto. Algunas
unidades de vegetación tienen intervención antrópica, donde existen vías de accesos.

Durante la ejecución del Proyecto se realizarán diversas actividades que implicarán corte de
vegetación, movimiento de tierra, ruidos, vibraciones, emisión de gases, tránsito de personas
y equipos de trabajo, maquinarias, etc., perturbación de la fauna y la flora silvestre.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-34


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En el programa de manejo de flora y fauna se proponen los lineamientos y medidas que serán
tomadas por el Proyecto (perforación de pozos de desarrollo, ampliación y construcción de
baterías y estaciones de compresión y fiscalización) con la finalidad de proteger y cumplir los
estándares nacionales e internacionales existentes.

1.4.2 NORMATIVIDAD

o Normas Nacionales

- R.M. Nº 546-2012-MEM-DM. Aprueban Términos de Referencia para Estudios de


Impacto Ambiental de Proyectos de Inversión con Características Comunes o Similares
en el Subsector Hidrocarburos. (TdR - HC – 01 Y TdR - HC – 02).
- Ley Forestal y de Fauna Silvestre, Ley Nº 27308 y su Reglamento D.S. Nº 014-2001-AG
y sus modificatorias.
- Ley sobre la Conservación y Aprovechamiento Sostenible de la Diversidad Biológica,
Ley Nº 26839 y su Reglamento, D.S. Nº 068-2001-PCM.
- Estrategia Nacional de la Diversidad Biológica del Perú (D.S. N° 102-2001-PCM).
- Ley Orgánica para el Aprovechamiento Sostenible de los Recursos Naturales, Ley Nº
26821.
- Categorización de Especies de Fauna Silvestre Amenazada, D.S. Nº 004-2014-MINAGRI.
- Categorización de Especies Amenazadas de Flora Silvestre, D.S. Nº 043-2006-AG.
- Prohíben la Caza, Extracción, Transporte y Exportación con Fines Comerciales de Fauna
Silvestre, D.S Nº 013-1999-AG.

o Normas Internacionales

- Convenio de la Diversidad Biológica (Ratificado en nuestro país mediante Resolución


Legislativa Nº 26181).
- Convención Relativa a los Humedales de Importancia Internacional (RAMSAR).
- Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora
Silvestres (CITES, 2014).
- Lista Roja de Especies Amenazadas de la UICN, 2014.

1.4.3 OBJETIVO

Establecer procedimientos para el personal de la empresa y sus contratistas, que permitan


minimizar la afectación sobre la fauna y la flora silvestre existente en el área del proyecto.

1.4.4 PROCEDIMIENTOS

El programa de manejo de flora y fauna se implementará desde el inicio de las actividades


del proyecto de perforación de 115 Pozos de desarrollo adicionales, el cual involucra la
realización de cuatro (04) etapas: movilización, construcción y operación; no limitándose sólo
a alguna de las etapas. El lugar de aplicación serán aquellas áreas donde directamente se
realicen las actividades de campo al primer contacto con la flora y fauna.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-35


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0734
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1.4.5 PERSONAL REQUERIDO Y PROFESIONAL RESPONSABLE

Para las labores de supervisión se capacitada a 01 Profesional de la empresa, especializado


en Flora y Fauna Silvestre – Área de Medio Ambiente.

1.4.6 ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS

Los principales involucrados que participarán en el presente programa de manejo de flora y


fauna para el proyecto será el personal de la empresa y sus contratistas, para hacer partícipes
a todos los involucrados se desarrollarán métodos de retroalimentación a través de
diferentes mecanismos.

A continuación se mencionan los principales mecanismos a emplear:

- Charlas de inducción.
- Charlas preventivas de 5 minutos.
- Folletos de campo ilustrados de flora y fauna protegidas.
- Constante comunicación.

1.4.7 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO

 Indicadores de desempeño y monitoreo cualitativo: el programa de protección de la flora


y fauna contempla actividades paralelas a cada una de las actividades del proyecto las
cuales estarán sujetas a una constante supervisión visual cualitativa por parte de los
supervisores de medio ambiente para calificar su cumplimiento.
 Indicadores de desempeño y monitoreo cuantitativo: para cuantificar y monitorear el
programa de flora y fauna se tomará en cuenta los reportes de incidentes, flora y fauna
con alguna categoría de conservación, seguimiento de reportes de incidentes, lista de
asistencia a las charlas de inducción y charlas preventivas.

A continuación se presentan los indicadores de desempeño:

TABLA 5.20: INDICADORES CUALITATIVO – VISUAL

INDICADORES CUALITATIVO - VISUAL SÍMBOLO


Trabajo terminado TT
Trabajo en ejecución TE
Trabajo suspendido TS
Trabajo en espera TP
No se ejecutó NS
No aplica supervisión NA
Elaborado por GEMA, 2014.

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TABLA 5.21: INDICADORES CUALITATIVOS POR CADA PROGRAMA

INDICADORES CUANTITATIVOS POR CADA PROGRAMA SÍMBOLO

N° de Trabajadores para cada programa TPP


N° de horas Hombre HH
N° de Charlas informativas CH
N° de personal asistentes a las charlas PA
N° de Incidentes registrados IN
Elaborado por GEMA, 2014.

A continuación se detallan las medidas, mecanismos y acciones a desarrollar por ítems.

1.4.8 MEDIDAS PREVENTIVAS GENERALES

Se contará con la presencia de un personal capacitado, especialista en Flora y Fauna Silvestre-


Área de Medio Ambiente, el cual estará encargado de las siguientes actividades:

- Realizará una evaluación e identificación de posibles zonas de alimentación y


reproducción para la fauna antes de hacer cualquier actividad nueva en el área.
- Realizará charlas de inducción al personal que ingrese al área evaluada.
- Hará de conocimiento de los hallazgos al personal que estará encargado de la ejecución
del trabajo.
- Estará encargado de resolver cualquier inconveniente que pudiera suceder con respecto
a la protección y el manejo de la fauna silvestre durante el trabajo.

El personal que trabaje en el Proyecto contará con charlas preventivas de:

- Identificación de especie de fauna silvestre, medidas a tomar frente a ellas.


- Identificación de serpientes venenosas y medidas a tomar frente a ellas.

Estará prohibida la negociación y tratos con cualquier producto que provenga directa o
indirectamente de la fauna silvestre, como medida para que no se realice la extracción
sistemática de fauna silvestre local.

El Programa cubrirá toda el área que será intervenida por las actividades de perforación de
pozos de desarrollo, el cual representa aproximadamente el 0,39% en el Lote II y 0,73% en el
Lote XV, siendo desarrollado antes, durante y después de la ejecución del proyecto.

1.4.9 MEDIDAS PARA LA PROTECCIÓN DE FLORA Y FAUNA

- Todo el personal está prohibido de realizar actividades de caza, pesca o captura de


animales. Así mismo, se prohíbe la tenencia de animales como mascotas o su comercio,
el de sus pieles o cualquiera de sus otras partes. En caso de incumplimiento se
establecerán sanciones muy drásticas.
- Se dictarán disposiciones al personal ante la eventual presencia de cacería furtiva para
denunciarlos. Se informará al Supervisor de Medio Ambiente de Petrolera Monterrico S.A

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quien informará al Coordinador de Medio Ambiente para el reporte a las autoridades


correspondientes.
- Se darán instrucciones específicas al personal para no perturbar a la fauna durante el
proceso de movilización y operación de trabajos, como la reducción de ruidos y reducción
de tiempo de permanencia, presencia solo del personal necesario, etc.
- En donde sea aplicable, se minimizará la remoción de vegetación durante la fase de
construcción de pozos de desarrollo, construcción y ampliación de facilidades de
producción.
- Se identificará y desarrollará métodos para el rescate de especies de flora y fauna
protegida (que sean posible reubicarlas) durante todas las actividades del proyecto; y
sobre todo en el caso de especies que se encuentren bajo alguna categoría de protección
en la legislación nacional vigente.
- No se cortarán árboles con un diámetro a la altura del pecho (DAP) mayor a 5 cm.
- Está prohibido marcar iniciales, nombres y dibujos en los árboles.
- El desbroce de la vegetación para pozos de desarrollo, estaciones de compresión y
baterías se realizará preferiblemente en áreas de vegetación secundaria o sitios
anteriormente intervenidos.
- No se podrá abrir áreas o cortar árboles fuera de las áreas establecidas para los pozos de
desarrollo, estaciones de compresión y baterías.
- Estará prohibida la producción, compra o transporte de carbón vegetal.
- Los equipos para la movilización, construcción, operación y otros a usarse en los trabajos
cumplirán con los estándares de calidad de ruido y aire, así también tendrán el
mantenimiento respectivo. Además se controlará el correcto funcionamiento de los
dispositivos de control de ruido de la maquinaria utilizada.
- Se realizará la restauración inmediata de los hoyos o alteraciones de microhabitats,
realizados con una temporalidad corta y debido a diferentes actividades, para que la fauna
menor no sea dañada.
- Se identificarán las áreas o zonas más sensibles tales como sitios de
reproducción/anidamiento y alimentación de fauna en base a la información del
especialista responsable del presente programa y se procederá a colocar avisos de
advertencia con el fin de prevenir daños a la misma.
- El personal recibirá entrenamiento de cómo enfrentar casos ante la presencia o el
encuentro con crías de fauna mayor, como evadirlas reconociendo previamente los
posibles lugares de cría, y como no poner en peligro la vida de estas.
- Estará totalmente prohibido por parte del personal el arrojo de residuos (botellas de
plástico o envolturas de cualquier tipo) en los caminos que hagan uso para el traslado a
las zonas de trabajo con la finalidad de no contaminar el ambiente o el posible
envenenamiento de la fauna.

1.4.10 MANEJO Y CONSERVACIÓN QUE REALIZARÁ LA EMPRESA CON RESPECTO A LAS


ESPECIES PROTEGIDAS

Previo a las actividades de perforación de pozos de desarrollo se realizará la identificación de


especies en peligro de extinción descritas en la Línea Base Ambiental.

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Se sensibilizará al personal en la fragilidad y el cuidado de las especies protegidas.

Se capacitará a los trabajadores para que puedan identificar especies protegidas; también al
responsable de Medio Ambiente para que se tomen las medidas que sean necesarias.

Se realizará la supervisión ambiental, durante la realización de las actividades, con el objetivo


de vigilar el cumplimiento de los lineamientos considerados en el Plan de Manejo Ambiental
y detectando aspectos críticos desde el punto de vista ambiental en relación a las especies
protegidas de flora y fauna, que requieran precisar ajustes o modificaciones necesarias
encaminadas.

Se identificará y desarrollará métodos para el rescate de especies de flora y fauna protegida


(que sean posible reubicarlas) durante todas las actividades del proyecto; y sobre todo en el
caso de especies que se encuentren bajo alguna categoría de protección en la legislación
nacional vigente.

Se permanecerá al tanto sobre cualquier actualización que pueda realizar el organismo


responsable en identificar a las especies amenazadas y en peligro de extinción, endémicas,
así como también los procesos ecológicos críticos.

Con el ingreso de manera progresiva de personas al área de trabajo las poblaciones de fauna
protegida se irán reubicando de manera natural, por sí mismas, principalmente en el caso de
mamíferos, aves y algunos reptiles.

1.4.11 MEDIDAS DE PREVENCIÓN Y MITIGACIÓN PARA NO AFECTAR A LA FAUNA


SILVESTRE DENTRO DEL ÁREA DE INFLUENCIA POR ATRAPAMIENTO EN LAS ÁREAS
DONDE SE REALICE LAS ACTIVIDADES DE PERFORACIÓN DE POZOS DE DESARROLLO
Y CONSTRUCCIÓN Y AMPLIACIÓN DE FACILIDADES DE PRODUCCIÓN

El ingreso del personal será de manera progresiva para las actividades del proyecto, la fauna
silvestre se reubicará de manera natural (por sí misma), principalmente en el caso de
mamíferos, aves y algunos reptiles.

Se realizarán vigilancias en las áreas perimétricas del proyecto, para dar aviso a cualquier
eventualidad.

En el desarrollo de las actividades del proyecto, existirá un supervisor responsable de Medio


Ambiente, el cual supervisará el cumplimiento de las normas establecidas en el Plan de
Manejo Ambiental.

Una vez terminado los trabajos en el terreno, se procederá al relleno de todos los hoyos y/o
excavaciones con el mismo material extraído.

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1.4.12 CRONOGRAMA Y PRESUPUESTO ESTIMADO

o Lote II:

En el Lote II la perforación total de 50 pozos de desarrollo durará 07 años, mientras que


la construcción y ampliación de facilidades de producción abarcará 10 años, del 2015 al
2024.

Para fines de las labores de supervisión incluidas en el presente programa de manejo de


flora y fauna se han considerado un total de 10 años por ser el mayor período de tiempo
que la empresa realizará actividades en este lote.

TABLA 5.22: PRESUPUESTO ESTIMADO LOTE II


PRECIO SUB. TOTAL
DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD MESES
UNITARIO ($) ($).
Profesional responsable*
Especialista en
Mes 1 120 2 500 300 000
Flora y Fauna
PRECIO TOTAL 300 000
* Personal capacitado de la empresa, especialista en Flora y Fauna Silvestre – Área de Medio Ambiente.

o Lote XV:

En el Lote XV la perforación total de 65 pozos de desarrollo durará 10 años, mientras


que la construcción y ampliación de facilidades de producción abarcará 14 años, del
2015 al 2028.

Para fines de las labores de supervisión incluidas en el presente programa de manejo de


flora y fauna se han considerado un total de 14 años por ser el mayor período de tiempo
que la empresa realizará actividades en este lote.

El presupuesto estimado se detalla a continuación:

TABLA 5.23: PRESUPUESTO ESTIMADO LOTE XV


PRECIO SUB. TOTAL
DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD MESES
UNITARIO ($) ($).
Profesional responsable*
Especialista en
Mes 1 168 2 500 420 000
Flora y Fauna
PRECIO TOTAL 420 000
* Personal capacitado de la empresa, especialista en Flora y Fauna Silvestre – Área de Medio Ambiente.

1.5 PROGRAMA DE DESBOSQUE Y/O DESBROCE

1.5.1 OBJETIVOS

Ejecutar el desbosque y desbroce del área destinada al establecimiento del Proyecto


“Perforación de 115 Pozos de Desarrollo Adicionales” en el Lote II y XV.

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Se aclara que, previo al inicio de actividades de desbosque y/o desbroce PETROMONT


gestionará y obtendrá la autorización correspondiente expedida por la autoridad forestal
competente.

1.5.2 ALCANCES

El proyecto contempla realizar ciento quince (115) Pozos de desarrollo Adicionales (114
Pozos verticales y 01 Pozo dirigido) en los yacimientos de los Lotes II y XV, así como
implementar facilidades de producción necesarias para el adecuado transporte de la
producción de los pozos en las áreas de Hualtacal, Ronchudo, Golondrina, Coyonitas, Paloma
y Lobitos Norte hacia las respectivas baterías existentes.

1.5.3 ETAPA DE APLICACIÓN

El programa de desbosque y/o desbroce se aplicará durante la etapa de construcción del


proyecto. Cabe resaltar que los pozos de desarrollo para el Lote II son 50 y la perforación se
realizará durante 7 años; y para el Lote XV se perforarán 65 pozos durante 10 años.

1.5.4 IMPACTOS A CONTROLAR

A continuación se presentan los impactos, medidas y prácticas necesarias para atenuar,


controlar o revertir el grado de alteración inducido por el desarrollo de las actividades de
desbosque. Al respecto, la política a seguir por parte de PETROMONT es originar la mínima
alteración ambiental del espacio circundante al área intervenida.

o Relacionadas a la vegetación

- El diámetro de corte para desbosque se realizará sobre los 5 cm.


- A fin de evitar excesos de corte de vegetación, se realizará la demarcación y/o
señalización topográfica del área a desboscar. Se tendrá en cuenta la superficie
requerida consignada en la autorización de desbosque expedida por la autoridad
forestal competente.
- La eliminación de la vegetación se efectuará dentro de procedimientos de carácter
técnico y de ordenamiento ya establecidos, que permitan la utilización del material
vegetal cortado para propósitos de protección de suelo.
- Toda vegetación menor será cortada primero con machetes; los árboles de tamaño
mediano serán seleccionados y cortados con motosierras.
- Bajo ningún concepto el material vegetal del sotobosque cortado será quemado con
la finalidad de acelerar el proceso de limpieza del área.

o Relacionadas a la fauna

Se ejecutará en consideración al Programa de Flora y Fauna contenido en este Plan de


Manejo Ambiental, el cual detalla todas las medidas de Prevención, Mitigación y Control.

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o Relacionadas al Top soil (Suelo Vegetal)

Se ejecutará en consideración al Programa de Manejo de Suelos contenido en este Plan


de Manejo Ambiental, el cual detalla todas las medidas de Prevención, Mitigación y
Control.

o Conservación de las especies de flora y fauna silvestre

A continuación se presentan las medidas y prácticas necesarias para la conservación de


las especies de flora y fauna silvestre. Al respecto, la política a seguir por parte de
PETROMONT es propiciar la mínima alteración ambiental del espacio a intervenir y
circundante a éste.

Las especies de flora y fauna silvestre en alguna situación de amenaza recibirán medidas
y prácticas orientadas a su buena conservación, por ello se pondrá mayor énfasis y
cuidado para aquellas especies señaladas en el Decreto Supremo Nº 004-2014-MINAGRI
(Fauna) y Decreto Supremo N° 043-2006-AG (Flora). En tal sentido se considerarán las
siguientes medidas:

- Estará terminantemente prohibida la caza, pesca y recolección de especies de flora y


fauna silvestre. Asimismo, estará prohibido el mantenimiento de mascotas, animales
en cautiverio y la introducción de animales domésticos a la zona de trabajo.
- Se respetará los sitios de anidación, dormideros y colpas cercanas a las áreas
desboscadas.
- Las especies de flora amenazadas serán identificadas mediante el censo forestal
realizado previo a la actividad de tala, para ser consideradas en las actividades de
revegetación.

1.5.5 TIPO DE MEDIDA

El tipo de medida a emplearse en el programa de desbosque y/o desbroce para la


perforación, son de prevención, mitigación y control.

1.5.6 ACCIONES A DESARROLLAR

Las actividades consistirán en:

- Capacitación en temas de seguridad para el desarrollo de las actividades de desbosque,


dirigidas al personal y/o cuadrillas encargadas de dicha actividad.
- Demarcación y/o señalización topográfica de los límites de las áreas a intervenir,
considerando no sobrepasar los límites predefinidos en gabinete; para lo cual se usarán
estacas o banderillas visibles distanciados a 20 metros.
- Desbroce o retiro de la vegetación menor en la zona de desbosque y especialmente del
área circundante a los árboles a talar.
- Talado de los árboles establecidos dentro del área de desbosque. Esta actividad será
ejecutada tomando en cuenta las técnicas de impacto reducido (tala dirigida).

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- Trozado y desramado de los árboles caídos dentro y/o fuera (en caso de que la dirección
natural de caída no permita que el árbol caiga dentro del área autorizada para el
desbosque) del área de desbosque.
- Disposición de residuos vegetales de menor longitud (producto del desramado y
desbroce) en los alrededores del área a intervenir. El aserrín y las astillas se dejarán in situ
para acelerar el proceso de su descomposición y proteger el suelo.
- Retiro de raíces y su respectivo almacenamiento junto a los residuos vegetales.
- Estará completamente prohibido la extracción de productos diferentes de la madera
como frutos, gomas o exudados.

o Tala Dirigida para Desbosque

Es la aplicación de una serie de métodos de tala, probados, mejorados y adaptados a


diferentes condiciones del árbol y del terreno, para talar en la dirección óptima establecida.
La aplicación de este método permitirá concentrar en un área reducida los daños, prevenir
accidentes y disminuir daños a la vegetación residual.

La tala de árboles es un trabajo de alto riesgo, por lo que se gestionará el permiso de


trabajo respectivo (AST), la vestimenta mínima adecuada y equipo de protección personal
(EPP), que consistirán en: cascos de seguridad con barbiquejo, protección facial y auditiva,
ropa de trabajo, botas con punta de acero o reforzado (con las mismas características del
punta de acero) dieléctrico y guantes de cuero. Las herramientas y equipos básicos serán
motosierras, machetes, ganchos, cuñas (aluminio, plástico o madera), entre otros; y
recibirá constante mantenimiento (limpieza y afilado) para garantizar su correcto
funcionamiento y prevenir accidentes.

En el desbosque se realizará una adecuada planificación del trabajo en campo, por lo tanto
se establecerá siguiente secuencia de actividades (Ver Gráfico 5.1):

GRÁFICO 5.1: SECUENCIA DE ACTIVIDADES DE TALA PARA PERFORACIÓN

Determinar
Limpieza del Elegir árbol a dirección
sotobosque talar natural de
caída

Elegir
Corte dirección de
(Muesca y caida
Desramado
corte de tala)

Trozado Acopio

Elaborado por GEMA, 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-43


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o Uso de productos del área de desbosque y/o desbroce

El aprovechamiento del material de desbosque será supervisado, verificándose la


dispersión de dicho material sobre el terreno de las áreas a intervenirse. A continuación
se describen los usos permitidos de los productos de desbosque:

- El material producto del aprovechamiento será picado en pequeños trozos y podrá ser
utilizado como material orgánico para la protección del suelo (control de erosión).
- Las ramas, hojas, flores y frutos serán dispersadas en el terreno con la finalidad de ser
utilizadas como materia orgánica del suelo (control de erosión).
- Las raíces de los árboles a talar serán retiradas, picadas e incorporadas como material
orgánico al suelo.

1.5.7 LUGAR DE APLICACIÓN

Para la ejecución del Proyecto en el Lote II y XV, será necesario intervenir áreas que impliquen
el retiro de la cobertura vegetal, ya sea por desbosque y/o desbroce; como se detalla en la
tabla siguiente:

TABLA 5.24: ÁREAS A INTERVENIR POR LA PERFORACIÓN EN EL LOTE II


Área Desbroce1 Desbosque2
Área
Perforación de Pozos

Componentes Unitaria
(ha) (ha) (ha)
(ha)
50 Plataformas. 0,6 30,0 - 30,0
Ampliación de la batería 321. 0,14 0,14 - 0,14
Ampliación de la estación de Fiscalización. 0,03 0,03 - 0,03
Ampliación de la estación de Compresión 321. 0,18 0,18 - 0,18
Área a intervenir 30,35
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.25: ÁREAS A INTERVENIR POR LA PERFORACIÓN EN EL LOTE XV


Área Desbroce Desbosque
ÁREA
Componentes Unitaria
(ha) (ha) (ha)
(ha)
64 Plataformas 0,6 38,4 38,4
Perforación de Pozos

-
1 Plataforma 2,0 2,0 - 2,0
Ampliación de la batería 333-A 0,22 0,22 - 0,22
Ampliación de la batería AX-32 0,09 0,09 - 0,09
Construcción de la batería Hualtacal 3,13 3,13 - 3,13
Construcción de la batería Coyonitas Sur 14,20 14,20 - 14,20
Construcción de la estación de compresión
14,66 14,66 14,66
Coyonitas Sur -
Área a intervenir 72,7
Elaborado por GEMA, 2015.

1
Desbroce: Comprende retiro de la vegetación del sotobosque.
2
Desbosque: Comprende el retiro de la vegetación arbórea a partir de 5 cm de DAP.

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1.5.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS

Los mecanismos y estrategias participativas se desarrollarán de acuerdo al programa de


relaciones comunitarias.

1.5.9 PERSONAL REQUERIDO

Las actividades de desbosque y/o desbroce serán ejecutadas por una brigada y liderada por
un ingeniero forestal responsable del Programa, un especialista en seguridad, un personal
médico y un capataz. El profesional responsable de la ejecución del programa de desbosque
y/o desbroce será un ingeniero forestal.

El personal requerido para la ejecución del programa será según el siguiente cuadro:

TABLA 5.26: PERSONAL REQUERIDO PARA ACTIVIDADES DE DESBOSQUE

RESPONSABILIDAD ESPECIALIDAD N°
Responsable del programa Ingeniería forestal 1
Seguridad Especialista 1
Médico/ enfermero Salud ocupacional 1
Capataz Especialista 1
TOTAL 4
Elaborado por GEMA, 2015.

1.5.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Los indicadores sugeridos para evaluar los resultados del presente Plan son los siguientes:

TABLA 5.27: CRITERIOS DE EVALUACIÓN DEL DESEMPEÑO DEL PLAN DE DESBROCE Y/O DESBOSQUE

CRITERIO INDICADOR VERIFICADOR


Permiso de trabajo, ATS, verificación de EPPs, Charlas
Personal Desempeño en Campo diarias de seguridad, reporte de seguridad, verificación
de las actividades de campo en tema de seguridad
Vegetación Desbroce y/o Desbosque correcto Chequeo de Formato Lista de Medidas Flora
Fauna Fauna ausente y no muerta Chequeo de Formato Lista de Medidas Fauna
Top soil Suelo protegido y estabilizado Chequeo de Formato Lista de Medidas Suelo
Elaborado por GEMA, 2015.

1.5.11 PRESUPUESTO

TABLA 5.28: PRESUPUESTO ESTIMADO


COSTO UNITARIO COSTO TOTAL
DESBOSQUE AREA (ha)
(US$ /ha) (US$)
Lote II 30,35 5000 151750
Lote XV 72,7 5000 363500

Total General 515250


Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-45


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1.5.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

Cronograma tentativo para la las actividades de desbosque y/o desbroce para un pozo en la perforación de desarrollo, las mismas que ocurrirán en
la etapa de construcción, para el Lote II como se detalla en las siguientes tablas:

TABLA 5.29: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE DESBOSQUE PARA UN POZO EN EL LOTE II

DÍAS
ACTIVIDAD
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

Movilización del
personal, equipos,
MOVILIZACIÓN
materiales y
maquinarias.
Desbosque de
cobertura vegetal y
configuración de
CONSTRUCCIÓN terreno
Construcción de la
plataforma de
perforación
Traslado y armado
del equipo de
perforación
OPERACIÓN
Perforación de
pozos de
desarrollo.
Desmovilización del
equipo de
perforación.
Abandono de
ABANDONO
plataforma.
Desmovilización de
equipos para
abandono.
Elaborado por GEMA, 2015.

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TABLA 5.30: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE DESBOSQUE PARA UN POZO EN EL LOTE XV

DÍAS
ACTIVIDAD
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Movilización del personal, equipos,


MOVILIZACIÓN
materiales y maquinarias.

Desbosque de cobertura vegetal y


configuración de terreno
CONSTRUCCIÓN
Construcción de la plataforma de
perforación

Traslado y armado del equipo de


perforación
OPERACIÓN

Perforación de pozos de desarrollo

Desmovilización del equipo de


perforación.
ABANDONO

Abandono de plataforma.

Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-47


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TABLA 5.31: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE DESBOSQUE PARA LAS FACILIDADES EN EL LOTE II

AÑO 1 AÑO 2 AÑO 3 .....AÑO 10


ETAPA ACTIVIDADES
Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim 4
Movilización del personal, equipos, materiales y
MOVILIZACION
maquinarias.
Desbosque de cobertura vegetal para Ampliación de
la Batería 321 Coyonitas
Desbosque de cobertura vegetal para Ampliación de
CONSTRUCIÓN
la Estación de Fiscalización.
Desbosque de cobertura vegetal para Ampliación de
la Estación de Compresión 321.
Prueba de formación, perforación y cementación de
OPERACIÓN
pozo de desarrollo.
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.32: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE DESBOSQUE PARA LAS FACILIDADES EN EL LOTE XV

ETAPA AÑO 1 AÑO 2 AÑO 3 .....AÑO 10


ACTIVIDADES
Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim4 Trim1 Trim2 Trim3 Trim4
Movilización del personal, equipos, materiales y
MOVILIZACIÓN
maquinarias.
Desbosque de cobertura vegetal para Ampliación de
la Batería 333A
Desbosque de cobertura vegetal para Ampliación de
la Batería AX-32 Paloma
Desbosque de cobertura vegetal para Construcción
CONSTRUCIÓN de Batería Hualtacal
Desbosque de cobertura vegetal para Construcción
de Batería Coyonitas Sur
Desbosque de cobertura vegetal para Construcción
de la Estación de compresión Coyonitas Sur
Prueba de formación, perforación y cementación de
OPERACIÓN
pozo de desarrollo.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-48


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1.6 PROGRAMA DE REFORESTACIÓN Y/O REVEGETACIÓN

1.6.1 OBJETIVOS

Restablecer la cobertura vegetal disturbada por efectos de la ejecución de la perforación de


desarrollo; contribuyendo a la sucesión natural de los ecosistemas existentes y alcanzar el
consiguiente éxito de recuperación del área intervenida en el proyecto para los Lotes II y XV.

1.6.2 NORMATIVIDAD

1.6.2.1 Desbosque

- Ley Forestal y de Fauna Silvestre, Ley Nº 27308 y su Reglamento D.S. Nº 014-2001-AG y


sus modificatorias.
- Resolución Ministerial Nº 0212-2011-AG aprobó el Texto Único de Procedimientos
Administrativos del MINAGRI, estableciéndose en el numeral 33 el procedimiento de
“autorización de desbosque a titulares de operaciones y actividades distintas a la
forestal”.
- Categorización de Especies de Fauna Silvestre Amenazada, Decreto Supremo Nº 004-
2014-MINAGRI.
- Categorización de Especies Amenazadas de Flora Silvestre, Decreto Supremo N° 043-
2006-AG.

1.6.2.2 Reforestación

- Ley Forestal y de Fauna Silvestre, Ley Nº 27308 y su Reglamento D.S. Nº 014-2001-AG y


sus modificatorias.
- Resolución Ministerial Nº 0212-2011-AG aprobó el Texto Único de Procedimientos
Administrativos del MINAGRI, estableciéndose en el numeral 33 el procedimiento de
“autorización de desbosque a titulares de operaciones y actividades distintas a la
forestal”.

1.6.3 ETAPA DE APLICACIÓN

El programa de reforestación y/o revegetación se aplicará en la etapa de abandono para cada


pozo de desarrollo, resaltando que para las facilidades no se realizará revegetación y/o
reforestación debido a que no cuenta con etapa de abandono.

1.6.4 IMPACTOS A CONTROLAR

Los impactos a controlar para la perforación de desarrollo son:

- Pérdida y/o alteración de la vegetación terrestre (foresta y sotobosque) con ello la


pérdida o alteración de hábitats e incremento de la incidencia de la radiación solar debido
al retiro de cobertura vegetal y su biomasa provocada por el movimiento de tierra y
acondicionamiento del terreno durante la etapa de construcción del proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-49


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- Alteración del paisaje debido al movimiento de tierra, incremento del tránsito de


personal, generación de residuos, disminución de la cobertura vegetal y la instalación de
infraestructura en las áreas que se construirán.
- Alteración del uso de la tierra en el área a construir.

1.6.5 TIPO DE MEDIDA

El tipo de medida a emplearse en el programa de reforestación y/o revegetación para la


perforación de pozos de desarrollo, es correctiva.

1.6.6 ACCIONES A DESARROLLAR

Antes del inicio de las actividades de revegetación, es necesario que el suelo se encuentre en
condiciones adecuadas que permitan el desarrollo óptimo de la vegetación. Por tanto, se
consideran las siguientes actividades:

o Acondicionamiento de Suelos:

- El suelo que presente algún tipo de derrame de hidrocarburos será removido, puesto
en sacos de polietileno y enviado al patio de talleres para su posterior disposición final
de acuerdo al Programa de Manejo de Residuos.
- Se descompactará toda superficie donde se ubicó la infraestructura, equipos y otras
facilidades para el proyecto, así como rellenar y conformar el terreno minimizando los
riesgos de erosión hídrica, principalmente. La descompactación se realizará
considerando profundidad de por lo menos 20 cm.
- Antes de iniciar las actividades de revegetación, se asegurará la estabilidad física de las
áreas intervenidas, de modo que el terreno pueda ser reconformado y acondicionado
para el establecimiento de la cobertura vegetal de acuerdo al Programa de Manejo de
Suelos.

o Producción de plantones para las áreas a reforestar

Los plantones a usar para la reforestación serán adquiridos y/o comprados a una fuente
certificada con el propósito de agilizar la etapa de reforestación para cada pozo de
desarrollo.

o Revegetación

El objetivo de la revegetación (mediante reforestación) es restaurar la cobertura vegetal


a una condición similar antes del inicio de las actividades del proyecto. Adicionalmente,
para la plantación, de ser necesario, se adicionará compost u otro abono orgánico, por lo
que se preverá su adquisición.

El personal que se asignará a las tareas de reforestación contará con experiencia en el


tema y será previamente capacitado en estas labores (mantenimiento, manejo y
técnicas de reforestación).

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-50


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o Plantación

- El diseño de plantación, recomendado es “tresbolillo” con un distanciamiento entre


plantas de 3m x 3m. Así se asegurará mayor densidad de plantas por unidad de área.
- Para la plantación se cavará un hoyo de 30 cm de profundidad, donde se recomienda
la aplicación del compost o abono orgánico.
- El recalce se realizará un mes después de la plantación.

o Monitoreo de la Reforestación

Es importante indicar que una vez culminadas las actividades PETROMONT, efectuará el
monitoreo de las áreas reforestadas con la finalidad de verificar el estado de
prendimiento de las plantas y para tomar las medidas correctivas necesarias.

Los principales aspectos que se registrarán y evaluarán serán: porcentaje de cobertura


vegetal, altura de la vegetación establecida, composición de la flora establecida y estado
fitosanitario.

La frecuencia del monitoreo de las áreas reforestadas serán al primer mes después de la
plantación, luego dos monitoreos semestrales y posteriormente al año.

o Especies Propuestas para la Reforestación

El planteamiento de especies propuestas se realiza a partir de los resultados de la


evaluación forestal de la Línea Base Biológica del proyecto.

Las especies propuestas serán heliófitas, de rápido crecimiento, productoras de alimento


para la fauna (incluida las palmeras), lo que nos asegurará que las especies se
desarrollarán adecuadamente y contribuirán a la recuperación de la dinámica del bosque
(sucesión natural).

1.6.7 LUGAR DE APLICACIÓN

Los lugares de aplicación serán las áreas intervenidas que impliquen el retiro de la cobertura
vegetal por desbosque como se detalla en las siguientes tablas:

TABLA 5.33: ÁREAS POR INTERVENIR POR LA PERFORACIÓN EN EL LOTE II


Área Desbroce3 Desbosque4
Área
Perforación de Pozos

Componentes Unitaria
(ha) (ha) (ha)
(ha)
50 Plataformas. 0,6 30,0 - 30,0
Ampliación de la batería 321.* 0,14 0,14 - 0,14
Ampliación de la estación de Fiscalización.* 0,03 0,03 - 0,03
Ampliación de la estación de Compresión 321.* 0,18 0,18 - 0,18
Área a intervenir 30,35
Elaborado por GEMA, 2014.

3
Desbosque: Comprende el retiro de la vegetación arbórea a partir de 5 cm de DAP.
4
Desbroce: Comprende retiro de la vegetación del sotobosque.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-51


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* Las facilidades serán revegetadas y/o reforestadas una vez finalizado el proyecto para el área del Lote
II se consideran 10 años de duración.

TABLA 5.34: ÁREAS POR INTERVENIR POR LA PERFORACIÓN EN EL LOTE XV


Área Desbroce Desbosque
ÁREA
Componentes Unitaria
(ha) (ha) (ha)
(ha)
Perforación de Pozos

64 Plataformas 0,6 38,4 - 38,4


1 Plataforma 2,0 2,0 - 2,0
Ampliación de la batería 333-A* 0,22 0,22 - 0,22
Ampliación de la batería AX-32* 0,09 0,09 - 0,09
Construcción de la batería Hualtacal* 3,13 3,13 - 3,13
Construcción de la batería Coyonitas Sur* 14,20 14,20 - 14,20
Construcción de la estación de compresión Coyonitas Sur* 14,66 14,66 - 14,66
Área a intervenir 72,7
Elaborado por GEMA, 2014.
* Las facilidades serán revegetadas y/o reforestadas una vez finalizado el proyecto para el área del Lote XV se
consideran 14 años de duración

1.6.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS

Los mecanismos y estrategias participativas se desarrollarán de acuerdo al programa de


relaciones comunitarias.

1.6.9 PERSONAL REQUERIDO

La ejecución de las actividades se realizará en dos etapas: la implementación plantones, así


como las actividades de reforestación. En ambos casos se requiere de un ingeniero forestal
que será el responsable del programa.

1.6.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO

Los indicadores sugeridos para evaluar los resultados del presente programa son los
siguientes:

o Indicadores de desempeño

TABLA 5.35: CRITERIOS DE EVALUACIÓN DE DESEMPEÑO DEL PROGRAMA DE


REVEGETACIÓN PARA PLATAFORMA DE DESARROLLO

CRITERIO INDICADOR VERIFICADOR


Programa de El cumplimiento de Cronograma de Área revegetada/ área total
revegetación programa de revegetación afectada
Suelo protegido contra acciones erosivas Área cubierta/ área total
Cobertura Vegetal
con vegetación revegetada
Evaluaciones Periódicas Programa cumplido N° de Evaluaciones
Elaborado por GEMA, 2014.

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1.6.11 PRESUPUESTO

TABLA 5.36: PRESUPUESTO ESTIMADO


COSTO UNITARIO COSTO TOTAL
REFORESTACIÓN N° de Pozos Área/Pozo
(US$ /ha) (US$)
Lote II 50 Pozos verticales 0,6 1800 90000
64 Pozos verticales 0,6 1800 109800
Lote XV
01 Pozo dirigido 2,0 6000 6000
Total General 205800
Elaborado por GEMA, 2014.

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1.6.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

A continuación, se muestra las tabla que presenta el cronograma tentativo para revegetación y su monitoreo (post-abandono) para un pozo de
desarrollo en el Lote II.

TABLA 5.37: CRONOGRAMA DE LAS ACTIVIDADES DE REFORESTACIÓN PARA UN POZO DE DESARROLLO EN EL LOTE II

N° DÍAS Mes Mes Mes


ACTIVIDAD
DÍAS 1,..4 5,....21 22,...38 39 40 70 6 12 24
Movilización del personal,
Movilización equipos, materiales y 4
maquinarias.
Construcción de la
Construcción 17
plataforma de perforación
Traslado y armado del
equipo de perforación
Operación 17
Perforación de pozos de
desarrollo, completación.
Desmovilización del equipo
de perforación.
2
Abandono de plataforma y
Abandono revegetación.
Monitoreo del área
revegetada(*)
(*) La frecuencia del monitoreo de las áreas reforestadas serán al primer mes después de la plantación, luego dos monitoreos semestrales y posteriormente al año como se muestra en el
cronograma. Elaborado por GEMA, 2014.

A continuación, se muestra las tabla que presenta el cronograma tentativo para revegetación y su monitoreo (post-abandono) para un pozo de
desarrollo en el Lote XV.

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TABLA 5.38: CRONOGRAMA DE LAS ACTIVIDADES DE REFORESTACIÓN PARA UN POZO DE DESARROLLO EN EL LOTE XV

N° N° de DÍAS Mes Mes Mes


ACTIVIDAD
DÍAS 6 12 24
1,..4 5,...18 19,..29 30 60
Movilización del personal, equipos,
Movilización 4
materiales y maquinarias.
Construcción de la plataforma de
Construcción 14
perforación
Traslado y armado del equipo de
perforación
Operación 11
Perforación de pozos de
desarrollo, completación.

Desmovilización del equipo de


perforación.
1
Abandono de plataforma y
Abandono revegetación.

Monitoreo del área revegetada(*)

Elaborado por GEMA, 2014.

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1.7 PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS

1.7.1 GENERALIDADES

El programa tiene como fin, asegurar que la gestión y el manejo de los residuos sólidos sean
apropiados para prevenir riesgos sanitarios, proteger y promover la calidad ambiental, la
salud y el bienestar de la persona humana en las diferentes etapas del proyecto. Así como
también los procedimientos para minimizar, segregar, almacenar, transportar y disponer los
residuos sólidos generados en las diferentes actividades del proyecto. El programa se ha
desarrollado siguiendo los lineamientos de normas nacionales y vigentes, como así también
las mejores prácticas de gestión aplicables al diseño y manejo de instalaciones de contención
de residuos. En este sentido, se considera el cumplimiento de la Ley General de Residuos
Sólidos (Ley 27314) y su reglamento (D.S. 057-2004-PCM).

Cabe resaltar, que PETROMONT capacitará al personal propio de la empresa, contratistas y


subcontratistas de manera anticipada para realizar el manejo adecuado correspondiente.

1.7.2 OBJETIVOS

1.7.2.1 General

Establecer acciones específicas para la gestión de los residuos generados durante todas las
etapas del Proyecto.

1.7.2.2 Específicos

- Minimizar la producción de residuos sólidos.


- Promover la reducción, reutilización y reciclaje de los residuos sólidos generados.
- Definir las alternativas apropiadas para su tratamiento y/o eliminación.
- Identificar y clasificar los residuos sólidos.
- Segregar de manera adecuado los residuos sólidos
- Definir las alternativas apropiadas para su tratamiento y/o eliminación.
- Lograr la adecuada disposición final de los residuos sólidos.

1.7.3 NORMATIVIDAD

Se tendrá en cuenta los siguientes lineamientos:

- Ley N° 28611 (Ley General del Ambiente).


- Ley N° 27314 (Ley General de Residuos Sólidos).
- Ley N° 28256 (Ley que regula el Transporte Terrestre de Materiales y Residuos Peligrosos).
- D.S. N° 039-2014-EM, (Reglamento para la Protección Ambiental en las Actividades de
Hidrocarburos).
- D.S. N° 057-2004-PCM (Reglamento de la Ley General de Residuos Sólidos).
- D.S. N° 021-2008-MTC (Reglamento Nacional de Transporte Terrestre de Materiales y
Residuos Peligrosos).

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- Norma Técnica Peruana 900.058.2005 (Gestión Ambiental. Gestión de residuos. Código


de colores para los dispositivos de almacenamiento de residuos).

1.7.4 CLASIFICACIÓN DE RESIDUOS

Los residuos del ámbito de gestión que generará el proyecto hacen referencia a residuos no
municipales, los cuales son de carácter peligroso y no peligroso, generados en las áreas
productivas e instalaciones industriales o especiales. No comprenden aquellos residuos
similares a los domiciliarios y comerciales generados por dichas actividades.

Estos residuos son regulados, fiscalizados y sancionados por los ministerios u organismos
reguladores correspondientes.

1.7.4.1 Residuos Peligrosos

Son aquellos residuos que debido a sus características fisicoquímicas, o el manejo al que son
sometidos, representan un riesgo de daño inmediato y/o potencial para la salud de las
personas y el ambiente. La peligrosidad de un residuo se define cuando presenta una de las
siguientes características:

- Auto combustibilidad.
- Reactividad.
- Explosividad.
- Corrosividad.
- Toxicidad (metal, pesticida, entre otros).
- Radioactividad.
- Patógenos.

1.7.4.2 Residuos No Peligrosos

Son aquellos residuos que no representan riesgo a la salud y al medio ambiente y que en
general, no deterioran la calidad del ambiente. De acuerdo a su característica biodegradable
se clasifican en:

o Residuos No Peligrosos Orgánicos

Son aquellos que pueden desintegrarse o degradarse rápidamente (biodegradables), que


pueden transformarse en otro tipo de materia orgánica (compost). En el proyecto, este
tipo de residuos lo conformarán los restos de comida, frutas, verduras, carne, huevos,
etc., en general residuos domésticos del área de cocina y comedor.

o Residuos No Peligrosos Inorgánicos

Son aquellos que por sus características químicas, sufren una descomposición natural muy
lenta. Muchos de ellos son de origen natural pero no son biodegradables. Por su origen,
estos tipos de residuos pueden clasificarse como residuos inorgánicos de actividades
domésticas o industriales; en el proyecto estos tipos de residuos se conformarán de la

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-57


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siguiente manera:

- Domésticos: Vidrio, plástico, papel, cartón, latas y envases de productos de consumo


en general.
- Industriales: Vidrio, plástico, pedazos de tubo, abrazaderas de hierro, restos de
láminas metálicas, pequeños pedazos de metal, electrodos, encendedores,
portalámparas, interruptores, aisladores, válvulas, bridas, conectores, pedazos de
plástico, filtros de aire y cualquier otro tipo de material que no haya tenido contacto
con hidrocarburos, solventes y lodos de perforación; ya que el contacto directo con
estas sustancias le confiere una característica de peligrosidad.

1.7.5 IMPACTOS A CONTROLAR

Los impactos a controlar para la perforación de desarrollo son:

- Impactos adversos sobre la salud humana, ya que el manejo inadecuado de los residuos
sólidos puede generar significativos impactos negativos para la salud humana.

- Alteración del medio ambiente, principalmente en el área de influencia del proyecto; que
pueda ser originado por la generación, manipulación y/ disposición final de residuos.

1.7.6 ETAPA DE APLICACIÓN

Para una buena gestión, PETROMONT de acuerdo a lo previsto manejará sus residuos en las
etapas de construcción y operación.

1.7.7 TIPO DE MEDIDA

El tipo de medida a emplearse en el programa de manejos de residuos sólidos para la


perforación, son de prevención, mitigación y control.

1.7.8 PERSONAL REQUERIDO

Las actividades del programa serán ejecutadas por un Ingeniero Ambiental y/o técnico
especializado, el mismo que será el responsable de llevar a cabo el programa.

TABLA 5.39: PERSONAL REQUERIDO PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA

RESPONSABILIDAD N° TOTAL

Ingeniero Ambiental y/o técnico


1 1
especializado

TOTAL 1
Elaborado por GEMA, 2014.

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1.7.9 ACCIONES A DESARROLLAR

Para una buena gestión, PETROMONT tomará acciones para el manejo de sus residuos, en
las etapas de construcción y operación, los cuales se detallan a continuación:

- Generación
- Minimización
- Recolección y Segregación
- Almacenamiento temporal de residuos
- Transporte
- Disposición Final

1.7.9.1 Generación

Para realizar un manejo adecuado de los residuos, será necesario contar con un listado de
los residuos que se generarán y las cantidades estimadas en las diferentes actividades del
proyecto.

TABLA 5.40: RESIDUOS QUE GENERARÁ EL PROYECTO POR ETAPAS


ACTIVIDADES A RESIDUOS QUE PODRÍA GENERAL EL PROYECTO
ETAPAS
DESARROLLAR POR ACTIVIDAD
Residuos Orgánicos: restos de la preparación de
Construcción de las alimentos.
plataformas de perforación y
Residuos Inorgánicos No Contaminados: envases
mejoramiento de las vías de
de yogurt, leche, alimentos, vasos, platos y
acceso, Construcción de la
cubiertos descartables. Botellas de bebidas
batería Hualtacal y Coyonitas
gaseosas.
Sur, Construcción de la
Residuos Papel y Cartones: Periódicos, revistas,
estación de compresión
folletos, catálogos, impresiones, fotocopias, papel,
Coyonitas Sur, Ampliación de
sobres, cajas de cartón, guías telefónicas, etc.
las baterías 321 en el Lote II y
Residuos Metálicos No Contaminados: latas de
333-A, AX-32 en el lote XV,
conservas, café, leche, tapas de metal, envases de
Ampliación de la estación de
alimentos, bebidas, etc.
CONSTRUCCIÓN, fiscalización y la estación de
OPERACIÓN compresión 325 en el Lote II, Vidrios: Botellas de bebidas, vasos, envases de
Ampliación de la estación de alimentos, etc.
compresión 321 en el Lote II, Residuos Peligrosos - Con Sustancia Química:
Tendido de las líneas de flujo, abrazaderas de hierro, restos de láminas metálicas,
Traslado y armado del equipo pequeños pedazos de metal, electrodos,
de perforación, Perforación encendedores, portalámparas, interruptores,
de pozos de desarrollo, aisladores, válvulas, bridas, conectores, filtros de
Desmovilización del equipo de aire y cualquier otro tipo de material que no haya
perforación, Abandono de tenido contacto con hidrocarburos, y lodos de
plataforma y facilidades de perforación
producción, Desmovilización Residuos Contaminados con Hidrocarburos: Trapos
de equipos para abandono. contaminados, Solventes, suelos contaminados,
entre otros.
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

En la siguiente tabla se presenta las cantidades estimadas de residuos sólidos que se


generarán en cada locación propuesta.

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TABLA 5.41: GENERACIÓN DE RESIDUOS SÓLIDOS POR LOCACIÓN


Generación
Origen Clasificación de residuos
(promedio por día)
Industriales 50 kg
No
orgánicos 16 kg
Locación Peligrosos Domésticos
inorgánicos 14 kg
Peligrosos 20 kg
Fuente: PETROLERA MONTERRICO S.A

1.7.9.2 Minimización

La minimización de residuos tendrá como objetivo reducir la generación de residuos y


atenuar o eliminar su peligrosidad. La minimización es una estrategia que se realizará de
modo planificado y compatibilizado con el plan de manejo de residuos.

Para esta actividad se aplicarán los conceptos de las “Tres R”:

- Reducir : Cantidad usada/comprada/generada.


- Reutilizar : Los materiales, siempre que sea posible.
- Reciclar : Aprovechar/regenerar los materiales antes de comprar nuevos.

Para el manejo de residuos generados se procurará reducir el uso de insumos con el fin de
minimizar su volumen. En este contexto, se emplearán alternativas de sustitución eficiente
así como un inventario de materiales, de manera tal que se reduzca el volumen y también el
riesgo asociado sobre todo al manejo de residuos peligrosos. En ese sentido se considerará:

Sustitución de insumos y materiales peligrosos por materiales biodegradables o reusables, lo


que conlleva en algunos casos a modificaciones en el equipamiento y procedimientos
operacionales.

Acciones sobre inventario de materiales, incluido dentro de los procedimientos de control de


inventario (tamaño, caducidad, entre otros) y control sobre el almacenamiento
(procedimiento de almacenamiento, control de pérdidas y contaminación).

1.7.9.3 Recolección y segregación

- Se empleará el contenedor apropiado, con las características establecidas para cada


residuo.
- Se utilizarán cilindros metálicos debidamente rotulados de acuerdo al sistema de código
de colores (NTP 900.058.2005).
- La ubicación de estos cilindros serán en un extremo de cada plataforma de perforación
para su posterior recojo; el lugar específico quedará definido cuando se termine la
construcción de los accesos de forma tal que no entorpezca el flujo normal de las
actividades, facilite el recojo y la disposición final.
- La recolección de residuos consistirá en el traslado de los cilindros desde las diferentes
plataformas de perforación hacia los lugares de almacenamiento temporal de residuos.

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- El personal a cargo del recojo y manejo de los residuos, contarán con el equipo de
protección necesario para tal labor (casco, guantes, mascarillas buconasales, etc.)
- La segregación de residuos es un proceso de selección en categorías específicas, en base
a la naturaleza de los residuos. Se puede adoptar diferentes formas para la segregación
de los residuos de acuerdo a su composición, origen y destino final.
- Esta actividad se realizará solo en la fuente de generación y almacenados temporalmente.
- Los residuos sólidos domésticos serán entregados a una EPS-RS.

A continuación se presenta el rotulado con los colores distintivos de los recipientes para la
disposición de los mismos, según su disposición en contenedores.

TABLA 5.42: CLASIFICACIÓN Y MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS

CLASIFICACIÓN COLOR RÓTULO DEL CONTENEDOR

MARRÓN Residuos Orgánicos

BLANCO Residuos Inorgánicos No Contaminados

No Peligroso AZUL Residuos Papel y Cartones

AMARILLO Residuos Metálicos No Contaminados

VERDE Vidrios

ROJO Residuos Peligrosos - Con Sustancia Química


Peligroso
NEGRO Residuos Contaminados con Hidrocarburos

Fuente: NTP 900.058.2005.


Elaborado por GEMA, 2014.

1.7.9.4 Características de los Contenedores

- Los cilindros metálicos serán identificados con los colores indicados, los cuales además
presentarán un cartel que indique la zona de disposición temporal de residuos.
- Se dispondrá de contenedores que tengan un espesor adecuado y estén construidos con
materiales que sean resistentes al residuo almacenado, a prueba de filtraciones y capaces
de resistir los esfuerzos producidos durante su manipulación.
- Se mantendrán todos los contenedores en buenas condiciones. Cuando alguno se
encuentre averiado, se reemplazará por otro en buen estado.
- Se recomienda que todos los contenedores se muevan manualmente cuando su peso
total incluido el contenido, no supere los 30 kilogramos. Cuando esto ocurra, se
movilizarán con equipamiento mecánico.
- Sólo se podrán reutilizar contenedores cuando no se trate de residuos incompatibles, o
cuando el contenedor haya sido previamente descontaminado.
- Los contenedores estarán provistos de tapas de sellado con asas que faciliten su traslado
y serán llenados al 70% de su capacidad.

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1.7.9.5 Transporte

- Los residuos serán transportados por PETROMONT hasta los almacenes temporales de
residuos donde la EPS-RS tendrá accesibilidad para proceder a su manejo y garantizar su
disposición final.
- El Supervisor de Medio Ambiente en campo de PETROMONT y/o Encargado de almacén
realizará la inspección de la carga al momento del embarque, para garantizar que se
cumplan con los lineamientos ambientales y de seguridad.
- Para el transporte de residuos, el transportista contará con los permisos y autorizaciones
legales aplicables a esta actividad.
- La carga estará asegurada para evitar fugas, derrames o desplazamiento de la carga.
- Se mantendrá en todo momento, junto a la carga transportada el registro de Manifiesto
de Carga.

1.7.9.6 Almacenamiento temporal de residuos

- Batería AX-32, Batería Coyonitas Sur y Batería 321 se construirán almacenes temporales
de residuos para su posterior entrega a la EPS-RS.
En general, las superficies de las áreas de almacenamiento serán niveladas y ubicadas en
lugares estables, preferentemente en planicies naturales y alejadas de los drenajes
naturales y recargas de acuíferos, con una correcta protección, preferentemente con
techo y sistema de drenaje perimetral y una pendiente adecuada para evitar derrames;
asimismo de acuerdo al tipo de residuo almacenado, será impermeabilizada mediante la
colocación de una geomembrana.
- Los lugares de almacenamiento estarán debidamente señalados para su rápida
identificación. El almacenamiento dependerá del tipo de residuo que se quiera almacenar
hasta que éste sea trasladado para su disposición final. Todas las áreas de
almacenamiento deben de seguir con las medidas dispuestas en el reglamento de la Ley
General de Residuos Sólidos y en la NTP 900.058 2005.
- Diariamente los residuos serán trasladados hacia el área de almacenamiento temporal de
residuos de la empresa.
- Cada vez que se realice una entrega de residuos al área de almacenamiento temporal de
la instalación, se emitirá una guía de remisión de residuos generados, completando todos
los datos consignados. El generador se quedará con una copia de este registro, otra
quedará en archivo del almacén temporal de residuos y otra quedará con el Supervisor de
Medio Ambiente en campo de PETROMONT.
- El almacenamiento de materiales peligrosos se hará en contenedores adecuados. Se
revisará la superficie externa de los contenedores con el objetivo de identificar huecos o
perforaciones y así evitar fugas o derrames al momento de acopiar los aceites usados.
- La zona de almacenamiento contará con el rombo de seguridad respectivo, además de los
extintores para fuegos tipo A, B y C. A su vez en él se colocarán señales de prohibición de
no fumar, dejando una distancia mínima de 25 m. del lugar donde se encuentren los
contenedores.

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- Se contarán con equipos de respuesta ante derrames o kit anti derrames, los cuales en su
interior tendrán: paños absorbentes, aserrín, palas, bolsas con arena y agentes
neutralizantes así como los respectivos manuales de uso. La ubicación de estos será en
lugares estratégicos donde pudiesen ocurrir derrames de combustibles, hidrocarburos,
entre otros.
- Se contará con carteles adicionales con instrucciones de seguridad para aquellos residuos
cuya peligrosidad lo amerite, indicando si es necesario el uso de equipos de protección
personal para su manejo.
- Para el caso de las baterías, estas se almacenarán en posición vertical en un lugar seco,
protegiendo el suelo con geomembranas con el fin de que el líquido no pueda contaminar
el suelo y a la vez estarán alejados de fuentes de ignición de calor.
- Los desechos médicos serán recolectados y dispuestos en un contenedor adecuado y
rotulado para su entrega a la EPS-RS y su posterior disposición final.
- Si se presentaran suelos contaminados con sustancias peligrosas (combustibles,
lubricantes, aceites, grasas, pintura, etc.), éstos serán removidos hasta 10 cm por debajo
del nivel alcanzado por la contaminación, para luego ser depositados en sus respectivos
contenedores y transportados hacia las áreas de almacenamiento temporal en la locación
para su disposición con residuos peligrosos.
- Para todos los tipos de residuos se llevará un registro para el control de los mismos
mediante Guías de Remisión de Residuos, las cuales serán recabadas y presentadas por
los contratistas al momento de entregar los residuos, producto de sus actividades. Una
vez que los mismos ingresen a la zona de almacenamiento, los operadores verificarán el
tipo de residuo y los separarán y/o clasificarán según sea el caso. Luego, se colocarán en
los contenedores correspondientes.

1.7.9.7 Disposición Final

- Los residuos serán manejados hasta su disposición final por una Empresa Prestadora de
Servicios de Residuos Sólidos (EPS-RS), quien estará debidamente autorizada por DIGESA
y contará con infraestructura adecuada para el traslado y disposición de los residuos
sólidos.
- El transporte se realizará vía terrestre, con el uso de camiones de carga propiedad de la
EPS-RS que cumplan con los requisitos de ley para el desarrollo de esta función, tanto para
los residuos peligrosos como no peligrosos, trasladando los residuos a los lugares de
disposición final, aprovechamiento y/o reciclaje, según corresponda.
- El transporte de residuos en toda la ruta, cumplirá con las siguientes medidas de
seguridad:
 Dependiendo del tipo de residuos, éstos serán embalados para su transporte seguro
en contenedores, parihuelas, cilindros, “pallets”, bolsas y sacos.
 El movimiento de los residuos será minimizado.
 Cada bulto o contenedor de residuos debe estar etiquetado con el rótulo
correspondiente indicando contenido, peso, fecha y procedencia.
 Mantener las Hojas de Seguridad de Residuos Peligrosos legibles y accesibles ante
cualquier situación de emergencia.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-63


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 Se emplearán bandejas y/o tambores colectores como medida preventiva, para recibir
los rebalses imprevistos durante la operación de traslado de los residuos.
 Las unidades de transporte, contarán con las medidas de respuesta para atender
cualquier contingencia.
 Para realizar el movimiento de residuos peligrosos se contará con la consignación de
tareas, incluyendo el permiso de trabajo.
- El trasvase de los residuos desde sus contenedores al camión recolector debe realizarse
de manera cuidadosa, evitando derramar residuos al suelo o a los cursos de agua.

1.7.9.8 Capacitación

La intensidad y calidad de la capacitación para el manejo de residuos, provista a los


trabajadores, dependerá de las tareas específicas a ser ejecutadas y del tipo de residuo
generado. Sin embargo, la capacitación mínima general incluirá la identificación, clasificación
y segregación de residuos. El personal del proyecto de la empresa, de las contratistas y
subcontratistas tendrá conocimiento sobre los residuos generados y los posibles impactos
que estos puedan tener hacia el ambiente y la salud.

Con el fin de realizar una adecuada capacitación del personal, se llevará a cabo charlas de
sensibilización diariamente con una duración mínimo de 05 minutos antes del inicio de cada
actividad, las cuales contarán con los siguientes temas:

- Política de salud, protección ambiental y seguridad industrial.


- Clasificación de residuos (peligrosos y no peligrosos).
- Identificación de los residuos peligrosos.
- Identificación de los residuos no peligrosos.
- Segregación de residuos.
- Disposición de los residuos peligrosos y no peligrosos.
- Normas de seguridad industrial.

Luego de recibir la capacitación, el personal a cargo del manejo de residuos será evaluado
periódicamente con el fin de calificar el desempeño de sus funciones.

El personal responsable del manejo de residuos será entrenado en la correcta manipulación,


identificación y separación de los mismos, los procedimientos de recepción, el uso de equipos
de protección personal, facilidades en el control estadístico de los residuos generados,
llenado de guías de remisión y todo aquel documento complementario exigido por las leyes
nacionales.

1.7.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO

TABLA 5.43: INDICADORES DE DESEMPEÑO PARA EL MANEJO DE LOS RESIDUOS SÓLIDOS


OBSERVACIONES
CRITERIO INDICADOR VERIFICADOR
Control de los residuos Manifiesto de Copia de documentos El operador encargado de los
peligrosos y no Manejo de los firmados entregados a la almacenes temporales de residuos
peligrosos generados. Residuos empresa, útiles para la será el responsable de emitir

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OBSERVACIONES
CRITERIO INDICADOR VERIFICADOR
Peligrosos y No declaración anual de correlativamente cada uno de estos
Peligrosos manejo de residuos documentos y los firmará cada vez
exigida por ley. que se transporte o entregue
Guías de Remisión
residuos para su disposición final.
La supervisión se realizará de manera
Luego de ejecutada la
imprevista y específica para todos los
supervisión se redactará
puntos donde se aplique los
un documento sobre los
Cumplimiento del componentes de este programa,
Supervisiones aspectos saltantes
Programa de Manejos recomendando en caso necesario,
periódicas observados durante la
de residuos sólidos las acciones correctivas para la
supervisión, el cual se
adecuada ejecución del programa y
remitirá al área operativa
se fijarán plazos para
correspondiente.
implementarlas.
Elaborado por GEMA, 2014

1.7.11 COSTOS PROYECTADOS

Los costos proyectados para el plan de manejo de residuos sólidos por locación se estiman a
continuación:

TABLA 5.44: PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS

ACTIVIDAD DETALLE COSTO US$


Costo de capacitación, construcción de
Implementación de medidas de almacenes temporales, disposición final por la
180 000
control EPS-RS, adquisición de cilindros metálicos,
bolsas de polietileno a colores,
COSTO TOTAL 180 000
Elaborado por GEMA., 2014

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1.7.12 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

TABLA 5.45: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS PARA UN POZO EN EL LOTE II

ETAPAS DEL DÍAS


ACCIONES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

Generación

Minimización

Construcción, Recolección y
operación y segregación
abandono Transporte
Almacenamiento
temporal
Disposición final
Elaborado por GEMA., 2014

TABLA 5.46: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS PARA UN POZO EN EL LOTE XV

ETAPAS DEL DÍAS


ACCIONES
PROYECTO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Generación
Minimización
recolección y
Construcción, segregación
operación y
abandono Transporte
Almacenamiento
temporal
Disposición final
Elaborado por GEMA, 2014

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TABLA 5.47: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DEL PROGRAMA DE MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN PARA LOS LOTES II Y XV

DÍAS
ETAPAS DEL
ACCIONES
PROYECTO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Generación

Minimización

recolección y
Construcción y segregación
operación

Transporte

Almacenamiento
temporal

Disposición final

Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

El cronograma de actividades para las facilidades de producción se elaboró de manera mensual, por lo que la empresa seguirá el siguiente
cronograma para todos los meses de actividades en las diferentes etapas del proyecto.

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1.8 PROGRAMA DE MANEJO DE SUSTANCIAS QUIMICAS

1.8.1 GENERALIDADES

La ejecución del Proyecto requerirá el uso de insumos cuyas características requieren un


manejo adecuado y especial cuidado para controlar y minimizar los potenciales riesgos que
representan para los trabajadores y pobladores del área de influencia del proyecto, así como
para las condiciones actuales del entorno natural que será intervenido.

1.8.2 OBJETIVO

Establecer medidas para el transporte, almacenamiento y uso de combustibles, lubricantes


e insumos empleados para el desarrollo del proyecto; con la finalidad de minimizar riesgos
potenciales tales como derrames, emisiones al ambiente, daños a la salud del personal y a
pobladores locales.

1.8.3 NORMATIVIDAD

- Ley Orgánica de Hidrocarburos N° 26221


- Reglamento de Seguridad para el Transporte de Hidrocarburos D.S. N° 026 – 94-EM
- La Ley N° 28256 (Ley que regula el Transporte Terrestre de Materiales y Residuos
Peligrosos) y el Reglamento Nacional de Transporte Terrestre de Materiales y Residuos
Peligrosos, aprobado por D.S. N° 021-2008-MTC.

1.8.4 ACCIONES A DESARROLLAR

Para el manejo de sustancias químicas se implementarán las siguientes medidas:

A. Medidas Generales:

 Clasificación de materiales: Según sus características, los materiales serán catalogados de


acuerdo a la clasificación en el Libro Naranja de la Organización de las Naciones Unidas
titulado “Recomendaciones relativas al transporte de Mercancías Peligrosas”.
 Categorías y características: La identificación y caracterización de los materiales
peligrosos se realizará en conformidad con lo establecido en la “clasificación de
Mercancías Peligrosas” contenidas en el Libro Naranja de la ONU. Para ello se tendrán en
cuenta las hojas de datos de Seguridad de materiales, insumos y/o sustancias químicas
(MSDS) que se utilicen para las diferentes actividades del proyecto, las cuales estarán
actualizadas y a disponibilidad de los usuarios.
 Registros: Se llevará un registro del control de uso y almacenaje de materiales peligrosos,
especificando los usuarios y sus correspondientes cargos. Este procedimiento se verificará
periódicamente como parte de las auditorías externas e internas.
 Señalización: Todos los tanques o recipientes de sustancias peligrosas estarán rotulados
con su respectivo contenido y tipo de riesgo que representa (Norma NFPA 704). Asimismo,
en las áreas de almacenamiento de combustibles, lubricantes e insumos se colocarán
señales de seguridad (letreros) de tipo informativo, prevención y prohibición. En el caso

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-68


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del transporte la señalización será aplicada de acuerdo a las especificaciones técnicas


contenidas en el Libro Naranja de la ONU.

 Rótulos y etiquetas de los embalajes y envases: Los embalajes y envases de los materiales
y residuos peligrosos estarán etiquetados de acuerdo con la correspondiente clasificación
y tipo de riesgo establecido en el Libro Naranja de la ONU.

 Disposición: Las sustancias peligrosas mantienen sus características de peligrosidad luego


de su uso, por tal motivo serán manejadas como residuo peligroso de acuerdo con el
Programa de Manejo de Residuos del presente Plan de Manejo Ambiental.

 Capacitación: Se realizará una capacitación general a todo el personal con respecto a la


presencia de sustancias peligrosas en el ambiente laboral y contar con instructivos para
el desempeño de sus funciones. Asimismo, se brindará capacitación específica para el
transporte, manejo, almacenamiento y procedimientos ante la eventualidad de derrames
de este tipo de sustancias.

B. Medidas Específicas:

 Manejo de Combustible

La prevención de derrames de sustancias combustibles e inflamables, incluido lubricante


durante el desarrollo de las actividades del proyecto se basará en la adopción de un
sistema de control adecuado respecto a su transporte, almacenamiento y uso dentro
de las áreas de trabajo.

 Transporte

El transporte de combustibles cumplirá con las siguientes medidas:

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- Estará prohibido transportar materiales y/o sustancias químicas, conjuntamente con


alimentos, medicamentos u objetos destinados al uso humano.
- Estará prohibido el transporte de materiales y/o sustancias químicas incompatibles.
- La solicitud para abastecimiento de combustible especificará el nombre del operador
de la unidad de transporte, el nombre del proveedor, el volumen solicitado y la
confirmación de dicha cantidad al momento de la recepción.
- Durante las actividades de transporte, los vehículos, unidades de carga, así como los
respectivos equipos, portarán los rótulos de riesgos y paneles de seguridad
(identificadores del material y/o sustancia química).
- Los camiones cisterna contarán con el equipo de contingencia necesario para el
control de derrame de combustible.
- Todo el personal que esté a cargo del transporte, almacenamiento y uso de
combustible contarán con los respectivos equipos de protección personal durante su
manipulación en caso de ocurrencia de un derrame de combustible.
- Dentro de la cabina del chofer no se transportará elementos que puedan ocasionar
fuego.
- Los camiones cisterna estarán rotulados señalando el tipo de sustancia que
transporta y el nivel de riesgo que representa.
- Los camiones cisterna contarán con un mantenimiento adecuado y tendrán: botiquín
de primeros auxilios, caja de herramientas, extintor y dos llantas de repuesto y kit de
control de derrames.
- Los conductores y el personal que intervenga en el transporte contarán con una
capacitación adecuada y actualizada sobre el manejo y aplicación de contingencias
para el transporte de los mismos y contarán con la respectiva Licencia de Conducir
especial expedido por el Ministerio de Transporte y Comunicaciones.

 Almacenamiento
Para el almacenamiento de combustibles utilizados para el proyecto, se habilitará
áreas, las cuales cumplirán con las siguientes medidas:

Se construirán muros de contención impermeabilizados con geomembranas a fin de


controlar los posibles derrames y prevenir la contaminación del suelo. El volumen de
contención y altura de diseño de estos muros permitirá recibir el 110% del volumen
del mayor contenedor almacenado en el área habilitada.

Además, el área de almacenaje estará cubierta para protegerla de las altas


temperaturas y precipitaciones.

 Uso
Se cumplirá con las siguientes medidas:

- El personal asignado para el manejo de combustibles estará capacitado en carga y


descarga, prevención y manejo de derrames; y será dotado del EPP necesario.

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Asimismo, contará con equipos para contención de derrames tanto en suelo como
en agua, así como sistemas de combate de incendios.
- En caso de derrames, se recuperará el combustible utilizando paños absorbentes u
otro material oleofílico, que serán dispuestos en recipientes y almacenados en las
áreas habilitadas para tal fin. La disposición final se realizará de acuerdo con el
Programa de Manejo de Residuos.
- Todo residuo generado por el mantenimiento de equipos será dispuesto en
cilindros y almacenado en las áreas habilitadas para tal fin.
- Las sustancias que no hayan sido utilizadas, serán devueltas al área de
almacenamiento, para su posterior devolución al fabricante.
- Las sustancias deterioradas o cuya fecha de vencimiento haya expirado, no serán
utilizadas. Podrá optarse por su devolución o destrucción, en cuyo caso se efectuará
bajo supervisión y de acuerdo con las especificaciones del fabricante.
- Tanto el ingreso como la salida de sustancias se registrarán, a fin de llevar un control
del stock y la cantidad empleada para la actividad.

 Manejo de Sustancias Químicas

En el desarrollo del proyecto, se emplearán sustancias químicas y lubricantes por lo que


su manejo será especial:

 Transporte:

El transporte se realizará por vía terrestre y las unidades de transporte cumplirán


con lo siguiente:

- Estará prohibido transportar materiales y/o sustancias químicas,


conjuntamente con alimentos, medicamentos u objetos destinados al uso
humano.
- Estará prohibido el transporte de materiales y/o sustancias químicas
incompatibles.
- Se contará con el respectivo rótulo de identificación de seguridad.
- Se contará con extintores acordes con el tipo de insumo transportado.
- Se contará con equipos de protección personal.
- Se contará con el equipo de contingencias necesario para poder controlar
cualquier posible incidente que pueda ocurrir durante el transporte.
- Se contará con sistemas de comunicación y rastreo satelital.
- El sistema eléctrico contará con dispositivos que minimicen los riesgos de
chispas o explosiones.
- Se contará con las Hojas MSDS de cada sustancia química. Asimismo, los
embalajes o envases utilizados para el transporte de estos insumos estarán
etiquetados y se encontrarán en un buen estado de conservación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-71


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- El personal que manipula los productos estará instruido en el entendimiento de


las Hojas MSDS y en el manejo y respuesta frente a emergencias con materiales
peligrosos (MATPEL).

 Almacenamiento
Se habilitarán áreas para el almacenamiento de las sustancias químicas utilizadas
para el proyecto, debiéndose cumplir con lo siguiente:

- Se seleccionarán sitios estables para el almacenamiento de estas sustancias, de


preferencia planicies naturales y alejadas de los drenajes naturales. Asimismo,
contará con diques, sistemas de drenaje perimetral y pendientes adecuadas
para evitar derrames.
- En general, la superficie del área de almacenamiento será compactada e
impermeabilizada (piso de madera recubierto con geomembrana), a fin de
evitar la infiltración.
- No se almacenarán productos incompatibles cercanos debido a las posibles
reacciones.
- Solo personal capacitado podrá acceder a esta área, portando obligatoriamente
su equipo de protección personal.
- Se colocarán señales de peligro y de restricción de acceso.
- El almacenamiento de estas sustancias se realizará de acuerdo con
recomendaciones de Seguridad de las MSDS.
- Se realizará una inspección visual de la rotulación y correcto almacenamiento
de los productos químicos. Cuando se manipulen productos químicos, todas las
conexiones y válvulas de las líneas de transferencia de productos y/o sustancias
estarán debidamente identificadas.
- Se verificará que las condiciones de trabajo no causen un riesgo potencial
debido a los cambios de temperatura, presión o a la reacción con otros
componentes.

 Uso

- Solo personal capacitado y autorizado podrá manejar estas sustancias,


siguiendo los procedimientos de seguridad y empleando los EPP adecuados.
- Las sustancias que no hayan sido utilizadas, serán devueltas al área de
almacenamiento, para su posterior devolución al fabricante.
- Las sustancias deterioradas o cuya fecha de vencimiento haya expirado, no
serán utilizadas. Podrá optarse por su devolución o destrucción, en cuyo caso se
efectuará bajo supervisión y de acuerdo con las especificaciones del fabricante
y respetando la normatividad legal al respecto de ser el caso.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-72


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1.8.5 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Entre los indicadores de desempeño y monitoreo para el Programa de Manejo de Sustancias


Químicas se tendrá:

TABLA 5.48: INDICADORES DE DESEMPEÑO


CRITERIOS INDICADORES
- Ingreso/ egreso y en almacén: Registro diario.
Ingreso / existencia de sustancias
- Combustibles en tanques de maquinarias y vehículos:
peligrosas
Registro diario.
- Control de existencia de sustancias peligrosas en almacenes.
Capacitaciones sobre el uso de Hojas - Número de capacitaciones por grupo ocupacional.
de seguridad de cada sustancia - Número de charlas para el uso de los formularios de
química (MSDS) seguridad por grupo ocupacional.
- Número de capacitaciones por grupo ocupacional.
Capacitaciones sobre manejo y
- Número de charlas sobre manejo y manipulación de
manipulación de sustancias químicas.
sustancias químicas.
- Número de capacitaciones por grupo ocupacional.
Uso de EPP apropiado para el manejo
- Número de charlas para el uso de los formularios de
de sustancias químicas
seguridad por grupo ocupacional.
- Número de supervisiones inopinadas por grupo ocupacional.
Elaborado por GEMA, 2014.

1.8.6 ETAPA DE APLICACIÓN

El programa de manejo de sustancias químicas se ejecutará en todas las etapas del proyecto
(movilización, construcción, operación y abandono).

1.8.7 IMPACTOS A CONTROLAR

Con el desarrollo del Programa de manejo de sustancias químicas se controlará lo siguiente:

- Derrames accidentales de sustancias químicas que podrían ocasionar daños personales, a


las instalaciones y al medio ambiente durante el desarrollo de las actividades del
Proyecto.
- Accidentes e incidentes que podrían ocurrir durante el manejo de sustancias químicas en
la ejecución del proyecto.
- Posibles Impactos al medio ambiente ocasionados por el inadecuado manejo de las
sustancias químicas durante el desarrollo de las actividades del proyecto.

1.8.8 PERSONAL REQUERIDO

El personal requerido para la ejecución del programa será como se muestra a continuación:

TABLA 5.49: PERSONAL REQUERIDO PARA EL PROGRAMA


RESPONSABILIDAD ESPECIALIDAD N° TOTAL

Coordinador general Ingeniero ambiental 01 01

Supervisor Ingeniero químico 01 01

Supervisor Técnico de salud 01 01

TOTAL 03
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-73


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1.8.9 PRESUPUESTO

El programa de manejo de sustancias Químicas tendrá el siguiente presupuesto:

TABLA 5.50: PRESUPUESTO PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA

ACTIVIDAD DETALLE PRESUPUESTO

Habilitación de áreas de
Programa de Manejo de sustancias almacenamiento, rotulación,
18000
químicas transporte y manejo de sustancias
químicas.
Elaborado por GEMA, 2014.

1.8.10 CRONOGRAMA

El Programa de Manejo de Sustancias Químicas, empezará desde la ejecución de las


actividades y durará hasta finalizar el Proyecto.

TABLA 5.51: CRONOGRAMA PARA LA PERFORACIÓN DE POZOS DE DESARROLLO DE LOS


LOTES II Y XV
PERFORACIÓN POZOS PERFORACIÓN POZOS DE
DE DESARROLLO DESARROLLO LOTE-XV (10
LOTE-II (7 años) años)
CONSTRUCCIÓN

CONSTRUCCIÓN
MOVILIZACIÓN

MOVILIZACIÓN
ABANDONO

ABANDONO
OPERACIÓN

OPERACIÓN

Programa de Manejo de
X X X X X X X X
sustancias Químicas
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.52: CRONOGRAMA PARA LAS FACILIDADES DE PRODUCCIÓN DE LOS LOTES II Y XV

FACILIDADES DE FACILIDADES DE
PRODUCCION LOTE-II (10 PRODUCCIÓN LOTE-XV (14
años) años)
CONSTRUCCIÓN

CONSTRUCCIÓN
MOVILIZACIÓN

MOVILIZACIÓN
OPERACIÓN

OPERACIÓN

Programa de Manejo
X X X X X X
de sustancias químicas
Elaborado por GEMA, 2014.

1.9 PROGRAMA DE RUTAS DE TRANSPORTE

1.9.1 GENERALIDADES

Para el desarrollo de las diversas actividades del proyecto, se requerirá el uso de transporte
terrestre para acceder a las diferentes áreas de trabajo, en ese sentido, el presente Programa

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-74


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contempla las medidas de control necesarias que permitirán el tránsito seguro de maquinaria
pesada, vehículos ligeros, entre otros, utilizados para el desplazamiento de personal, equipos
y materiales, como también para utilizarlos en trabajos de ingeniería (movimiento de tierra,
carga, etc.).

1.9.2 OBJETIVO

Garantizar la seguridad en las operaciones de transporte terrestre durante el desarrollo del


proyecto.

1.9.3 IMPACTOS A CONTROLAR

El programa de rutas de transporte proporcionará alternativas sobre las rutas más óptimas,
con la finalidad de minimizar y prevenir accidentes de tránsito.

1.9.4 TRANSPORTE TERRESTRE

Principalmente, se transportará personal de trabajo, máquinas y materiales para el


desarrollo del Proyecto “PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES”.

1.9.5 ACCIONES A DESARROLLAR

1.9.5.1 Medidas de Prevención y Mitigación

La evaluación exigirá la participación de Salud, Seguridad y Medioambiente, del


departamento de Logística, del responsable de línea y tanto de los conductores profesionales
como de los ocasionales. Sus conclusiones se tendrán en cuenta a la hora de decidir las
mejores alternativas para:

- La elección de vehículos.
- La definición de los equipos de seguridad, comunicaciones y supervivencia con los que
estarán equipados todos los vehículos.
- La formación e información que se dará a los conductores. Los requisitos para
conductores profesionales.
- La selección de rutas normales y alternativas, tiempo de viaje, velocidades, identificación
de puntos peligrosos, factores de tiempo, etc.
- La organización necesaria para la gestión del transporte por carretera.
- La adaptación de esta práctica a circunstancias locales.

1.9.5.2 Evaluación de conductores

Antes de conducir un vehículo (propiedad de PETROMONT o del contratista), los conductores


tendrán la licencia adecuada (que cumpla la normativa local), experiencia, certificaciones
para equipo de operaciones y capacitados para operar el vehículo. Todos los conductores
serán evaluados médicamente y declarados aptos para operar el vehículo o la maquinaria
correspondiente.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-75


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1.9.5.3 Evaluación de vehículos

El tipo de vehículo será seleccionado de acuerdo con los requisitos del servicio y los peligros
identificados. Los vehículos serán adecuados para el uso al que están destinados y se
mantendrán en estado de funcionamiento seguro de acuerdo con las especificaciones del
fabricante y los requisitos legales locales.

Los vehículos de más de diez años de antigüedad no serán aceptados para el uso del Proyecto.
Para los camiones de carga general, se establecerán los límites relativos a antigüedad y
kilometraje, teniendo en cuenta una evaluación de riesgo específica para estos vehículos.

1.9.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO Y MONITOREO

Entre los indicadores de desempeño y monitoreo para el programa de rutas de transporte se


tendrá:
- Cursos de inducción y capacitaciones a los choferes.
- Curso de manejo defensivo actualizado.
- Uso adecuado de los equipos de protección personal.
- Licencia de conducir apto y actualizado para el tipo de vehículo a manejar.
- Registro de mantenimiento del vehículo.
- Reporte de accidentes e incidentes del chofer.

1.9.7 PERSONAL REQUERIDO

El personal requerido para el programa de rutas de transporte serán los siguientes:

- Gerencia de la contratista
- Choferes.
- Supervisores.
- Técnico en mantenimiento de vehículos.

1.9.8 PRESUPUESTO

TABLA 5.53: PRESUPUESTO PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA


PERFORACIÓN POZOS DE
ACTIVIDAD DETALLE DESARROLLO Y FACILIDADES DE
PRODUCCIÓN (US$)
Programa de rutas de Habilitación de rutas y Vehículos de
1 774 800
transporte Terrestre. Transporte Terrestre.
COSTO TOTAL 1 774 800
Elaborado por GEMA, 2014.

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1.9.9 CRONOGRAMA

TABLA 5.54: CRONOGRAMA ESTIMADO DE IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA PARA


POZOS DE DESARROLLO – LOTE II Y XV
PERFORACIÓN POZOS DE DESARROLLO PERFORACIÓN POZOS DE DESARROLLO
LOTE-II (7 años) LOTE-XV (10 años)

CONSTRUCCIÓN

CONSTRUCCIÓN
MOVILIZACIÓN

MOVILIZACIÓN
ABANDONO

ABANDONO
OPERACIÓN

OPERACIÓN
Rutas de
transporte X X X X X X X X
terrestre
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.55: CRONOGRAMA ESTIMADO DE IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA PARA


FACILIDADES DE PRODUCCIÓN – LOTE II Y XV
FACILIDADES DE PRODUCCION LOTE-II (10 FACILIDADES DE PRODUCCIÓN LOTE-XV (14
años) años)
CONSTRUCCIÓN

CONSTRUCCIÓN
MOVILIZACIÓN

MOVILIZACIÓN
OPERACIÓN

OPERACIÓN
Rutas de
transporte X X X X X X
terrestre
Elaborado por GEMA, 2014.

1.10 PROGRAMA DE CAPACITACIÓN

El Programa de Capacitación del Proyecto de “Perforación de 115 Pozos de Desarrollo


Adicionales en los Lotes II y XV” estará dividido en temáticas que serán de conocimiento
obligatorio para el personal calificado y no calificado participante en las actividades del
Proyecto.

1.10.1 OBJETIVOS

- Concientizar y capacitar al personal del Proyecto (calificado y no calificado) en Aspectos


concernientes a la salud, medio ambiente, seguridad y componentes sociales, con el fin
de prevenir y/o evitar daños personales, a las instalaciones y al medio ambiente, durante
el desarrollo de las actividades del Proyecto.
- Capacitar y proveer información al personal del Proyecto (calificado y no calificado) sobre
los procedimientos en obra para un desarrollo seguro de sus actividades, de acuerdo a la
normativa que regula este tipo de actividades, con el fin de prevenir y/o evitar daños
personales, al medio ambiente y a las instalaciones durante el desarrollo de las
actividades del proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-77


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0755
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1.10.2 IMPACTOS A CONTROLAR

Con el desarrollo del Programa de Capacitación se controlará lo siguiente:

- Daños personales y a las instalaciones durante el desarrollo de las actividades del


Proyecto.
- Accidentes e incidentes durante la ejecución de las actividades del Proyecto.
- Impactos al medio ambiente que devengan del desarrollo de las actividades del proyecto.

1.10.3 TIPO DE MEDIDA

El Programa de Capacitación contendrá medidas para prevenir, corregir, controlar y mitigar


aspectos concernientes a la salud, medio ambiente, seguridad y componentes sociales,
proporcionando información al personal sobre acciones y/o procedimientos que realizará
durante la ejecución del Proyecto.

1.10.4 MEDIDAS DE CAPACITACIÓN PARA EL PERSONAL

Las actividades de capacitación serán realizadas por un personal competente y debidamente


capacitado, incluso en metodologías de aprendizaje y empleo de métodos didácticos.

Para ello se implementará el Plan Anual de Capacitación de Seguridad y Salud en el Trabajo


que se encuentra contenido dentro del Programa Anual de Actividades de Seguridad y Salud
en el Trabajo (PAAS).

A continuación, se detalla el contenido mínimo del Programa Anual de Capacitación de


Seguridad y Salud en el Trabajo:

1.10.4.1 Salud y Seguridad

Contenido referido a Salud:

- Procedimientos de Exámenes Médicos Ocupacionales.


- Enfermedades endémicas.
- Radiación solar.
- Ruido: Agente nocivo para la salud.
- Plan de Evacuación Médica.
- Ergonomía.
- Taller de Primeros auxilios.
- Reanimación cardiopulmonar.

Contenido referido a seguridad en obra:

- Estudio de Riesgos.
- Plan de Contingencia.
- Permiso de Trabajo.
- Análisis de Trabajo Seguro.
CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-78
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- Trabajos de Alto Riesgo.


- Simulacros de Evacuación, Manejo de Extintores.

1.10.4.2 Medidas de Contingencia

El Plan de contingencia será puesto a conocimiento de todo el personal del proyecto,


explicándose las medidas y procedimientos a seguir frente a la ocurrencia de eventos con
alta probabilidad de ocurrencia, a fin de minimizar los daños al personal, instalaciones y
medio ambiente.

1.10.4.3 Protección Ambiental

Se explicarán las medidas y procedimientos contemplados en el Plan de Manejo Ambiental


para prevenir corregir y/o mitigar los impactos ambientales que serán producidos por la
ejecución de las actividades del proyecto.

Contenido referido a protección ambiental:

- Responsabilidad del personal en la protección ambiental.


- Medidas de prevención, corrección y/o mitigación de impactos ambientales.
- Manejo de residuos.
- Manejo de efluentes líquidos.
- Prevención de derrames y manejo en caso de ocurrencia.
- Protección y conservación de la biodiversidad y los recursos naturales.
- Restauración de las áreas intervenidas.

1.10.4.4 Relaciones Comunitarias

Se tratarán temas sobre la ética y conducta que el personal de trabajo mostrará al entrar en
contacto con los grupos humanos asentados en el Área de Influencia del Proyecto.

1.10.5 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Entre los indicadores de desempeño y monitoreo tenemos:

- Registros de asistencias a Capacitaciones programadas.


- Registros de Charlas de 5 minutos.
- Registros de ATS realizadas.
- Registros de matrices de IPERC (Identificación de Peligros y Evaluación de Riesgos y
Control)
- Entre otros.

1.10.6 PERSONAL REQUERIDO

Para el desarrollo del Programa de Capacitación se requerirá un personal competente y


debidamente capacitado en metodologías de aprendizaje y empleo de métodos didácticos.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-79


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Entre el personal requerido tenemos:

- Relacionistas comunitarios.
- Jefe de Seguridad Ocupacional.
- Supervisor de Seguridad, Salud y Medio Ambiente.
- Prevencionista de Riesgos.

1.10.7 PRESUPUESTO ESTIMADO

TABLA 5.56: PRESUPUESTO ESTIMADO PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE


CAPACITACIÓN
PERFORACIÓN
ACTIVIDAD DETALLE
US$
Capacitación sobre temas de salud Personal especializado
4 000
y de seguridad Materiales de capacitación
Capacitación sobre Medidas de Personal especializado
4 000
Contingencia Materiales de capacitación
Capacitación sobre Protección Personal especializado
4 000
Ambiental Materiales de capacitación
Elaborado por GEMA, 2014.

1.10.8 CRONOGRAMA

El programa de capacitación, empezará 2 meses antes de la ejecución de las actividades y


durará hasta finalizar el Proyecto.

1.11 PROGRAMA DE PATRIMONIO CULTURAL

1.11.1 GENERALIDADES

Antes de iniciar actividades de perforación de pozos en una zona con posibilidades


arqueológicas, el personal será informado sobre la importancia arqueológica de dicha zona,
así mismo será informado sobre los rasgos más resaltantes del material cultural, el cual le
permita reconocerlo, así mismo se le indicará sobre el procedimiento adecuado para reportar
su existencia y las medidas para su preservación.

1.11.2 OBJETIVOS

Considerando la evaluación arqueológica se propone cumplir los siguientes objetivos:

- Ubicar, identificar y registrar los sitios donde se presenten evidencias arqueológicas en el


área de influencia del proyecto de Perforación de 115 Pozos de Desarrollo Adicionales,
Lotes II y XV.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-80


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- Levantar un registro detallado de evidencias y sitios arqueológicos a través de Fichas


Técnicas de Campo, Croquis de Recorridos, Registros Gráficos, Registros Fotográficos,
notas descriptivas y georeferenciación en coordenadas UTM.
- Proponer medidas de mitigación para la preservación y protección de las evidencias y
sitios arqueológicos que se identifiquen y registren; así como de propuestas para la
implementación de un Plan de Monitoreo durante la fase de ejecución del proyecto de
perforación.

1.11.1 NORMATIVA

- Ley General del Patrimonio Cultural de la Nación (Ley N° 28296).


- Reglamento de Investigaciones Arqueológicas del MC (R.S. N° 004-2000-ED)
- Directiva N° 001-2011-MC
- D.S. N° 054-2013-PCM
- D.S. N° 060-2013-PCM
- Directiva N° 001-2013-MC

1.11.2 IMPACTOS A CONTROLAR

Medidas adoptadas para prevenir, mitigar y controlar el impacto para el Proyecto de


Perforación de 115 Pozos de Desarrollo Adicionales, Lotes II y XV, durante la etapa de
ejecución.

TABLA 5.57: IMPACTOS Y MEDIDAS DE MITIGACIÓN


IMPACTO MEDIDAS
- Capacitación del personal ante hallazgos de
Posible afectación o daño a las
evidencias arqueológicas o históricas.
eventuales evidencias
arqueológicas e históricas que
- Dar aviso al Ministerio de Cultura como autoridad
competente ante eventuales hallazgos durante la
pudieran registrarse
ejecución del proyecto.
Elaborado por GEMA, 2014.

1.11.3 TIPO DE MEDIDA

Durante la evaluación de la línea base ambiental del Proyecto de Perforación de 115 Pozos
de Desarrollo Adicionales, Lotes II y XV; se identificó las principales actividades y posibles
impactos a las evidencias arqueológicas que pudieran resultar durante la ejecución del
proyecto, estableciéndose medidas de mitigación aplicables a los eventuales hallazgos
fortuitos, que a continuación se detalla en el cuadro que resume la secuencia de
correspondencias entre ACTIVIDAD – IMPACTO – MEDIDAS DE MITIGACION, que serán
consideradas en el Plan de Monitoreo Arqueológico.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-81


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TABLA 5.58: CUADRO RESUMEN DE CORRELACION - ACTIVIDAD-IMPACTO-MEDIDA DE MITIGACIÓN


ACTIVIDADES IMPACTOS MEDIDAS DE MITIGACIÓN
 Charlas de inducción al personal.
 Distribución de Cartilla Informativa sobre el
1. Desbroce y deforestación para  Descontextualización patrimonio Arqueológico.
perforación de los 115 Pozos  Erosión  Monitoreo arqueológico durante el desarrollo
de Desarrollo Adicional  Destrucción del proyecto.
 Aplicar Protocolo de Manejo de Hallazgos.
 Señalización de las áreas de hallazgos (HF)
 Descontextualización  Charlas de inducción al personal
 Erosión  Distribución de Cartilla Informativa sobre el
2. Trazo y nivelación del área:  Destrucción patrimonio arqueológico
Tránsito de personas y  Monitoreo arqueológico durante el
equipos desarrollo del proyecto
 Aplicar Protocolo de Manejo de Hallazgos
 Señalizar las áreas del hallazgos (HF)
 Descontextualización  Charlas de Inducción
3. Ejecución de los 115 Pozos de  Erosión  Monitoreo Arqueológico durante el desarrollo
Desarrollo Adicional: Tránsito  Destrucción del proyecto
de personas y de máquinas.  Aplicar protocolo de hallazgos
 Señalizar las áreas con hallazgos (HF)
Elaborado por GEMA, 2014.

1.11.4 ACCIONES A DESARROLLAR

Antes de iniciar actividades de perforación de pozos en una zona con posibilidades


arqueológicas, el personal será informado sobre la importancia arqueológica de dicha zona,
así mismo será informado sobre los rasgos más resaltantes del material cultural, el cual le
permita reconocerlo, así mismo se le indicará sobre el procedimiento adecuado para reportar
su existencia y las medidas para su preservación.

En caso de que se detecte la existencia de restos arqueológicos, se detendrá la actividad en


el lugar del hallazgo, comunicar el hecho a OSINERGMIN y al Ministerio de Cultura, OEFA,
gestionar ante este los permisos y autorizaciones que pudieren corresponder; a
continuación, se esperará recibir indicaciones del ente superior y fiscalizador. PETROMONT,
actualmente cuenta con el Certificado de Inexistencia de Restos Arqueológicos – CIRA ante
el Ministerio de Cultura del ámbito del área del estudio, lugar donde se desarrollarán las
actividades del proyecto.

Durante los trabajos de supervisión arqueológica del Proyecto de Perforación de 115 Pozos
de Desarrollo Adicionales, Lotes II y XV, no se han encontrado evidencias arqueológicas. Sin
embargo, esto no implica que no se vayan a encontrar durante las actividades de instalación
de los pozos de desarrollo y excavación.

Las medidas para la protección del patrimonio arqueológico durante los trabajos de
perforación son los siguientes:

- Ante un eventual hallazgo fortuito (HF) de evidencias o restos arqueológicos, se


paralizarán las actividades en ese punto, levantar un protocolo de hallazgo y señalizar

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físicamente el área como medida de protección, y luego proceder a evaluar el hallazgo


para determinar sus características, extensión y elementos asociados y determinar las
medidas de protección según sea el caso.
El arqueólogo monitor recabará y levantará toda la información concerniente al hallazgo
(ubicación, profundidad, condiciones en que se produjo, estado de conservación, etc.) a
fin de llenar una ficha y elaborar un breve informe, que será reportado al Supervisor del
Ministerio de Cultura y al supervisor de Medio Ambiente de Campo de PETROMONT, y de
la empresa contratista. A fin de no detener las actividades del Proyecto se establecerá y
señalizará con cinta un perímetro conveniente para la intangibilidad y protección del área
con evidencias o sitio arqueológico.
- De tratarse de un hallazgo que por sus características es de relevancia mayor, la
comunicación al Ministerio de Cultura será dirigida al Director Regional, con cargo a la
Dirección General de Arqueología, Dirección de Supervisión y Peritaje y la Dirección de
Arqueología. En el informe se consignará la naturaleza fortuita del hallazgo (HF).
- La opinión inmediata del Ministerio de Cultura estará en la persona del Supervisor
Regional, que es el ente mediador entre el equipo arqueológico (por parte de la empresa)
y el Ministerio de Cultura (Estado). Este funcionario recibirá todas las facilidades
necesarias (transporte, alimentación, alojamiento y personal de apoyo) para facilitar su
función fiscalizadora y de peritaje.
- No se efectuará excavaciones arqueológicas, salvo excepcionalmente por indicación
expresa del Ministerio de Cultura, a través de su supervisor.

El Plan de Mitigación se inicia con la programación de Charlas de Inducción al personal de


PETROMONT y personal de la empresa contratista; las charlas tratarán sobre la protección
del Patrimonio Cultural involucrado en el marco de las operaciones en los Lotes II y XV. Estas
charlas de inducción consisten en instruir al personal que opera en la zona, en la
identificación o reconocimiento de los materiales o evidencias arqueológicas que
eventualmente podrían ser halladas.

El personal Staff, ingenieros, operarios, obreros y empleados que trabajen en las actividades
de perforación de pozos de desarrollo adicional sabrán proceder ante cualquier hallazgo de
material arqueológico, comunicando en forma oportuna e inmediata al supervisor de Medio
Ambiente del área o jefe de brigada y al Arqueólogo Monitor. Durante la etapa de abandono
del Proyecto se tomarán las mismas medidas arriba indicadas.

1.11.5 PERSONAL REQUERIDO

La ejecución del Programa de Patrimonio Cultural será llevada a cabo por un profesional de
arqueología, el cual será el responsable del programa.
Relación del personal participante:

- 1 Arqueólogo Director del Proyecto


- 1 Arqueólogo responsable de campo

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-83


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1.11.6 INDICADORES DE DESEMPEÑO

TABLA 5.59: CRITERIOS DE EVALUACIÓN DE DESEMPEÑO DEL PROGRAMA DE PATRIMONIO


CULTURAL

CRITERIO INDICADOR
Reconocimiento de superficie sobre el área de influencia
Prospección Arqueológica
directa con fines de determinar el potencial arqueológico
Medidas de protección ante eventuales hallazgos
Plan de mitigación
arqueológicos
Elaborado por GEMA, 2014.

1.11.7 CRONOGRAMA

El programa de Patrimonio Cultural, se desarrollará de manera conjunta durante la ejecución


de las actividades y hasta finalizar el Proyecto.

1.11.8 PRESUPUESTO

TABLA 5.60: PRESUPUESTO ASIGNADO PARA EL PROGRAMA DE PATRIMONIO CULTURAL

COSTO DIRECTO
CONCEPTO COSTO (S/.)
Arqueólogo responsable del programa 12 000
Arqueólogo asistente de campo 2 000
Materiales de Campo 2 000
Materiales de Gabinete 1 000
TOTAL (NUEVOS SOLES) 17 000
Elaborado por GEMA, 2014.

1.12 PLAN DE COMPENSACIÓN

De acuerdo a la R.M 546-2012-MEM/DM (Términos de Referencia para Estudios de Impacto


Ambiental de Proyectos de Inversión con características comunes o similares en el Sector
Hidrocarburos) y en concordancia en la Ley General del Ambiente (Ley 28611), el presente
proyecto al no contemplar zonas pobladas dentro del área de influencia directa, no ha
estimado conveniente realizar un plan de compensaciones en la presente Estrategia de
Manejo Ambiental, que se detalla en la Línea Base Social (Capítulo 3).

1.13 PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS

1.13.1 INTRODUCCIÓN

El Plan de Relaciones Comunitarias es un documento de gestión que forma parte del Plan de
Manejo Ambiental y debe ser considerado como un instrumento que permitirá la mitigación
de los impactos negativos sobre el medio ambiente dentro del área del Proyecto. El objetivo
del Plan de Relaciones Comunitarias (PRC) es establecer y mantener una relación armoniosa
con la población que permitirá llevar a cabo las actividades del “PROYECTO DE PERFORACION
DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II - XV EN LOBITOS, EL ALTO,

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-84


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PARIÑAS/ TALARA – REGIÓN PIURA” de manera socialmente sostenible y cuyo operador es


la EMPRESA PETROMONT S.A.

El Plan está constituido por un conjunto de programas de acción, orientado a mantener un


flujo de comunicación, tanto hacia la población local como hacia el personal de la empresa y
sus subcontratistas; asimismo, pretende prevenir y evitar conflictos sociales con las
poblaciones que se ubican dentro del ámbito de influencia del proyecto; además de prevenir
y mitigar los posibles impactos que se generen (sociales y ambientales) como consecuencia
del desarrollo del proyecto; por último, contribuir al desarrollo sostenible de los diversos
escenarios del ámbito de influencia del Proyecto.

La EMPRESA PETROMONT S.A. presenta el siguiente Plan de Relaciones Comunitarias el cual


está formulado en base al diagnóstico socioeconómico del área de influencia del proyecto,
atendiendo además a las opiniones de los líderes de las organizaciones e instituciones
existentes en el área de influencia del proyecto, con la finalidad de establecer un sistema
interactivo de comunicación y participación y así, dirigir los esfuerzos hacia el desarrollo
sostenible de los habitantes pertenecientes al área de influencia del proyecto.

En este documento se plasman los principales compromisos sociales de la empresa


PETROMONT S.A, los cuales se orientan a mejorar la calidad de vida de la población del área
de influencia del proyecto, bajo el principio de sostenibilidad y relaciones de respeto mutuo,
a fin de crear un ambiente propicio para el buen desarrollo del Proyecto durante toda su vida
útil.

Este documento está dividido en tres secciones claramente definidas, la primera de ellas
permitirá presentar a la empresa, conocer sus antecedentes, filosofía, visión, misión,
enfoques y estrategias de la intervención que la caracteriza en relación con los stakeholders.

La segunda sección (sobre el Plan de Relacionamiento Comunitario) desarrolla el plan de


relaciones comunitarias, presentando el enfoque, objetivos, misión, visión, área de
influencia, grupos de interés, organización para su implementación y los programas.
Asimismo, se precisan las estrategias, responsabilidades, actividades de cada programa,
unidades de medida, metas y la participación comunitaria como eje estratégico de monitoreo
ambiental y social de los stakeholders; como muestra de una apertura a la transparencia y
desarrollo de relaciones de confianza entre empresa y localidad.

La tercera sección (Instrumentos para la Aplicación de la Política Social Corporativa o


Empresarial) muestra todos los instrumentos necesarios para la aplicación de la política social
empresarial dentro de su ámbito de influencia, entre los cuales tenemos: flujograma de
comunicación y consulta, condiciones para contratar a personal local, lineamientos de
campamentos confinados, código de conducta de los trabajadores de la empresa, flujograma
de manejo y solución de conflictos.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-85


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1.13.2 SOBRE LA EMPRESA5

1.13.2.1 Antecedentes
Petrolera Monterrico S.A es una empresa que fue creada el 5 de diciembre de 1996, con el
objeto de dedicarse a la explotación de hidrocarburos y a la prestación de servicios
petroleros.

En el año 2007, la empresa tomó la decisión de incursionar en el sector de energías


renovables siguiendo la tendencia mundial que apunta al fomento de energías limpias,
comenzando su diversificación por la energía eólica que cuenta con gran potencial en el Perú.

1.13.2.2 Filosofía
- Liderazgo
- Orientación a resultados
- Innovación

El lema que identifica la empresa es:”Productividad, seguridad y protección al medio


ambiente son nuestras garantías de calidad”.

1.13.2.3 Misión de Petromont

Es una empresa comprometida con el manejo adecuado de los recursos energéticos y en


búsqueda constante de la excelencia de sus procesos de producción, basado en un desarrollo
sostenido, conscientes de las responsabilidades sociales asociadas para lograr el mayor
rendimiento técnico, económico y ofreciendo a su personal oportunidades de desarrollo.

1.13.2.4 Visión de Petromont

Ser en los próximos años el operador petrolero del noreste más reconocido por su eficiencia
en la gestión de los campos su responsabilidad y cuidado en los procesos de explotación de
hidrocarburos y en la generación de energías limpias, con la excelencia de su personal para
el desarrollo de sus operaciones.

1.13.2.5 Política de Responsabilidad Social Empresarial De Petromont

Dentro de la misión corporativa de PETROMONT S.A, la empresa se compromete a actuar de


manera segura y rentable, con responsabilidad social y ambiental, en las actividades de la
industria del petróleo, contribuyendo con el desarrollo del país.

1.13.3 ENFOQUE DE LA INTERVENCIÓN

El presente documento considera dentro de su intervención tres enfoques transversales a


todas las actividades: Derechos Humanos, Participación Ciudadana y Responsabilidad Social.

5
http://www.petroleramonterrico.com/

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-86


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o Enfoque de Derechos Humanos


Esta declaración, compuesta por 30 artículos, promueve y potencia el respeto por los
derechos humanos y las libertades fundamentales. Dicha declaración proclama los
derechos personales, civiles, políticos, económicos, sociales y culturales del hombre, los
cuales solo se ven limitados por el reconocimiento de los derechos y libertades de los
demás, así como por los requisitos de moralidad, orden público y bienestar general6.

El ejercicio de los derechos ciudadanos y colectivos en la implementación del “PROYECTO


DE PERFORACION DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II – XV EN
LOBITOS, EL ALTO, PARIÑAS/ TALARA – REGIÓN PIURA”, constituye un elemento de
importancia para la aplicación del PRC.

Este enfoque permitirá que las poblaciones que están dentro del ámbito de influencia del
proyecto se vean favorecidas por la contribución económica que la empresa aportará al
fisco por sus operaciones en la zona y que servirá para garantizar el respeto a los derechos
ciudadanos.

o Enfoque Participativo
La aprobación del Reglamento de Participación Ciudadana para la realización de
Actividades de Hidrocarburos (D. S. N° 012‐2008‐EM) regula el mecanismo de la consulta
como una forma de participación ciudadana que tiene por objeto determinar si los
intereses de las poblaciones que habitan en el área de influencia directa de un proyecto
de hidrocarburos podrían verse afectados, con la intención de que antes de emprender o
autorizar cualquier programa de actividades, se conozca y analice las principales
preocupaciones manifestadas respecto de los posibles impactos sociales, económicos,
ambientales y culturales que podrían generarse a partir de su elaboración y ejecución7.

El enfoque participativo promueve el desarrollo de las capacidades de la población,


impulsando un proceso de empoderamiento a través de su participación. La participación
de la población será un eje central dinámico del proyecto, garantizando la opinión de la
población sobre las operaciones del proyecto, impactos en el ambiente y en las familias;
lo que permitirá la prevención de posibles conflictos sociales.

Este enfoque se aplicará transversalmente en diversas actividades de la empresa por


medio de reuniones con: autoridades políticas, juntas directivas, autoridades locales,
asambleas en los distritos, entre otros.

o Enfoque de Responsabilidad Social Empresarial (RSE)


La responsabilidad social empresarial está implícita en la política empresarial de
PETROMONT S.A, como una actitud estratégica que se manifiesta en la capacidad de la

6
Resolución adoptada por unanimidad en Diciembre de 1948 por la Asamblea General de la Organización de las Naciones Unidas.
7
Norma Actualizada al 03 de agosto 2010. Aprueban Reglamento de Participación Ciudadana para la realización de Actividades de
Hidrocarburos D. S. Nº 012-2008-EM

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-87


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empresa para oír y comprender las expectativas e intereses legítimos de sus diversos
públicos a nivel interno y externo.

La Responsabilidad Social Empresarial (RSE) se asume como una herramienta de gestión


empresarial, con una visión de negocios que incorpora la preocupación por el desempeño
económico de la empresa y su impacto en los stakeholders (…aquellos individuos, o grupos
de individuos que se ven afectados o afectan el desarrollo de la actividad empresarial.)8.
En ese sentido orienta las acciones del proyecto en el marco del respeto de las leyes
vigentes, los valores éticos y culturales, a las personas y al medio ambiente.

La empresa guiará sus acciones bajo los principios de:

- Promoción del desarrollo de capacidades


- Actuar con equidad de género
- Diálogo participativo

1.13.4 ESTRATEGIAS

Las estrategias de las relaciones comunitarias buscan asegurar el involucramiento de la


población del ámbito de Influencia del proyecto.

o Estrategia 1: Monitoreo

La Empresa realizará estrategias de monitoreo de sus relaciones comunitarias, tratando


de identificar, prevenir, orientar y resolver posibles conflictos comunitarios que pudieran
generarse durante las diferentes etapas del Proyecto.

o Estrategia 2: Comunicación

La empresa mantendrá niveles de comunicación con todo el personal de la empresa,


poblaciones aledañas y los demás stakeholders, sensibilizándolos sobre las
responsabilidades que se tienen hacia las localidades y haciéndolos partícipes de las
estrategias de relaciones comunitarias.

o Estrategia 3: Consulta

Las consultas a los grupos de interés, identificarán las preocupaciones, necesidades,


oportunidades de la población así como los riesgos e impactos ambientales percibidos por
la población durante la etapa de construcción del Proyecto y durante toda su vida útil
(diagnóstico ambiental participativo). Esta información guiará la evaluación y
actualización de las estrategias de relaciones comunitarias y los programas comunitarios.

o Estrategia 4: Involucrar al Personal

8
DE LA CUESTA GONZALES, Marta. 2 010. Introducción a la Sostenibilidad y la RSC. Ed. NETBILO. Pp. 69

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-88


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

El manejo de las Relaciones Comunitarias y el mantenimiento de estas son exclusivamente


de la EMPRESA PETROMONT S.A., por lo que se requiere de la participación activa del
personal por emplearse en el proyecto y de las empresas contratistas.

1.13.5 SOBRE EL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS (PRC)

El Programa de Relaciones Comunitarias se ha establecido priorizando los stakeholders más


relevantes para la Empresa acorde al diagnóstico y análisis realizado en el ámbito de
Influencia del Proyecto.

1.13.5.1 Objetivos del PRC

o Objetivo general

Desarrollar relaciones de confianza que contribuyan a una convivencia armónica entre la


empresa y las poblaciones ubicadas en el ámbito de Influencia del Proyecto, con el fin de
establecer acciones tendientes a promover la armonía y la cordialidad con los principales
actores vinculados al proyecto.

o Objetivos específicos

- Desarrollar y fortalecer un sistema de comunicación y estrategias que permitan una


interrelación fluida, generando espacios de diálogo y apoyo mutuo.
- Mitigar los impactos sociales y ambientales que pudiera generar la empresa por sus
actividades.

Cumplir con las normas legales vigentes así como las normas y políticas de PETROMONT
S.A. en lo referente a Relaciones Comunitarias.

1.13.5.2 Área de Influencia del Plan de Relaciones Comunitarias

Se ha considerado como área de influencia indirecta del PROYECTO DE PERFORACIÓN DE


115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II – XV al distrito de Lobitos de la
provincia de Talara y a la Comunidad Campesina Máncora en el distrito El Alto de la provincia
de Talara, ambos de la región Piura.

1.13.5.3 Grupos de Interés del PRC

Los grupos de interés del proyecto corresponden a todos aquellos individuos, grupos
organizados en instituciones locales, regionales y nacionales que interactúan directa o
indirectamente con la empresa en el marco de las actividades del proyecto.

De acuerdo a esta definición se distinguen los principales grupos de interés:

- Pobladores del distrito de Lobitos y directivos de la Comunidad Campesina Máncora.


- Organizaciones económicas con injerencia jurisdiccional en el área de influencia indirecta
del proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-89


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0761
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- Organizaciones sociales con injerencia jurisdiccional en el área de influencia indirecta del


proyecto
- Autoridades de gobierno regional, provincial, distrital y local que ejercen acciones
políticas.
- Instituciones del Estado que están presentes en la zona: salud, educación, recursos
naturales, hidrocarburos.
- Organizaciones de la sociedad civil como ONG, iglesias, entre otros.

1.13.5.4 Organización para la Implementación del Plan

El área de influencia indirecta (en adelante AII) del Proyecto está constituida por el distrito
de Lobitos que se encuentra distribuidos en el Lote XV; este distrito, a su vez, se subdividen
en seis barrios (Primavera, Bellavista, Centro, Nuevo Lobitos, Zarumilla y Oficiales) y la
Comunidad Campesina Máncora se encuentran distribuidos en el Lote II. Para la
implementación del plan, se ha considerado un equipo de relacionistas comunitarios para el
distrito de Lobitos y la Comunidad Campesina Máncora, siendo la estructura la siguiente:

FIGURA 5.2: ORGANIZACIÓN DEL ÁREA DE RELACIONES COMUNITARIAS

GERENCIA DE OPERACIONES

ÁREA DE RELACIONES
COMUNITARIAS

COORDINADOR DE RELACIONES
COMUNITARIAS-JEFE DE
SEGURIDAD Y MEDIO AMBIENTE-
MIGUEL MORY

RELACIONISTA COMUNITARIO-
ASISTENTE DE GEOLOGÍA-JESSICA
LAZO

ASISTENTE DE RELACIONES
COMUNITARIAS-OLGA BOCANEGRA

Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lotes II – XV.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-90


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Responsabilidades de los integrantes del equipo de RR CC:

a. Coordinador de relaciones comunitarias

Entre sus funciones principales están:

- Lidera la gestión y diseño de los programas y estrategias del PRC


- Supervisión de la implementación de los programas de PRC dentro del ámbito del
Proyecto
- Supervisión a los agentes de relaciones comunitarias de las empresas contratistas
y subcontratistas y asegurar el cumplimiento de sus funciones
- Facilitación de la comunicación entre la empresa y las localidades
- Atención de los conflictos subsistentes en la zona de influencia.
- Supervisión a los contratistas y subcontratistas en cumplimiento del Plan de
Manejo Ambiental
- Promoción del compañerismo, cooperación y la solidaridad dentro del equipo de
Relaciones Comunitarias
- Toma de decisiones según sus responsabilidades

b. Relacionista Comunitario:

Entre las principales responsabilidades están:

- Facilita la comunicación entre la empresa y las localidades


- Administración de los materiales, equipos, víveres e insumos para las actividades
como: talleres, visitas de consultores, monitoreo comunitarios
- Desarrollo de buenas relaciones con las localidades y grupos de interés
- Implementa y ejecuta los programas del plan de relaciones comunitarias en el área
de influencia del proyecto
- Supervisión de contratistas y subcontratistas que desarrollen actividades cerca o
dentro de las localidades
- Supervisión de la aplicación de la política social empresarial
- Ejecución de las estrategias diseñadas en el PRC
- Toma de decisiones según sus responsabilidades

c. Asistente de Relaciones Comunitarias:

Entre las principales responsabilidades están:

- Apoyar en la comunicación con las localidades


- Apoyar en el manejo de la logística
- Mantener buenas relaciones con las localidades y grupos de interés
- Visitar periódicamente las localidades del área de influencia directa del proyecto

1.13.6 PROGRAMAS DEL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS


Éste plan está constituido por programas orientados a las necesidades de la población y se
basan en el criterio de sostenibilidad de tal forma que se pueda contribuir a que los
beneficiarios desarrollen por sí mismos mejoras en su calidad de vida.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-91


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0762
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

La EMPRESA PETROMONT S.A., dará prioridad a la población ubicada en el sector del área de
influencia del Proyecto. De esta forma se han establecido seis grandes áreas de aplicación
como son: Monitoreo y Vigilancia Ciudadana, Comunicación y Consulta, Prácticas laborales,
indemnizaciones, Empleo Local y Desarrollo Local. A continuación se describe los programas
establecidos:

FIGURA 5.3: PROGRAMAS DEL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS

PROGRAMA DE MONITOREO Y
VIGILANCIA
PROGRAMAS DEL
PROGRAMA DE COMUNICACIÓN
PLAN DE Y CONSULTA
RELACIONES
PROGRAMA DE BUENAS
COMUNITARIAS PRÁCTICAS LABORALES

PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL

PROGRAMA DE DESARROLLO
LOCAL

Fuente: GEMA. 2014. EIA - Lotes II – XV

1.13.6.1 Programa de Monitoreo y Vigilancia Comunitaria


o Objetivos

 Objetivo general
Lograr que las localidades de la zona de influencia del Proyecto vigilen el cumplimiento
del estudio de impacto ambiental en lo referente a los impactos sociales y ambientales.

 Objetivos específicos
- Promover la participación ciudadana en el desarrollo de las operaciones, para que
estas se desarrollen en el marco del cuidado del medio ambiente
- Prevenir potenciales impactos que alteren al medio ambiente
- Fomentar la transparencia en las relaciones entre la empresa y las localidades

o Indicadores de Desempeño

CRITERIO INDICADORES
Número de monitoreo sociales a las localidades
ubicadas en el ámbito de influencia del proyecto.
Percepción de los pobladores de las localidades
Número de monitoreo ambiental a factores sensibles de
acerca del desarrollo de las actividades de la
ser afectados por las operaciones de la empresa.
empresa, contratistas y sub contratistas.
Número de reuniones de autoridades locales y personal
de la empresa para tratar sobre estándares medio
ambientales.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-92


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Ámbito de acción

El monitoreo social y ambiental será realizado dentro del área de influencia indirecta
Proyecto.

o Estrategia

- Se trabajará con las localidades del ámbito de influencia del Proyecto.


- Cada localidad seleccionará a pobladores que se encargarán del monitoreo de las
actividades de la empresa.
- El trabajo de monitoreo se realizará en estrecha coordinación con el personal de la
empresa.
- Se implementará un sistema de monitoreo comunitario de acuerdo a las actividades
que desarrolla la empresa según el área de influencia indirecta del Proyecto.

o Responsabilidades

Área de Relaciones Comunitarias:

- Responsable de implementar el Programa de Vigilancia comunitaria.


- Responsable de brindar acompañamiento a las localidades en la implementación del
programa.
- Responsable de realizar la difusión de los resultados del monitoreo y de los estudios
de calidad de agua, aire y ruido ambiental.

o Actividades

 Identificación de monitores sociales

- Unidad de medida
Número de monitores escogidos en el distrito y la comunidad campesina.

- Selección de monitores locales


Se seleccionará Siete (7) monitores distribuidos de la siguiente manera: Distrito de
Lobitos (6): 01 Barrio Nuevo Lobitos, 01 Barrio Primavera, 01 Barrio Centro, 01
Barrio Bellavista, 01 Barrio Zarumilla, 01 Barrio Oficiales y 01 para la Comunidad
Campesina Máncora.

- Documentación o registro
Listas de monitores enviadas por el distrito de Lobitos y la Comunidad Campesina
Máncora.

 Capacitación de los monitores en temas sociales y ambientales

- Unidad de medida
Número de monitores capacitados en temas sociales y ambientales.

- Documentación o registro

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-93


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Informes de las capacitaciones

 Vigilancia comunitaria ambiental

a. Monitoreo de aspectos relacionados con la calidad del agua, aire y el ruido


ambiental

- Unidad de medida
Número de monitoreos a la calidad del agua, al aire, y al ruido ambiental

- Documentación o registro
Informes de monitoreo ambientales

b. Monitoreo a la fauna y flora.

- Unidad de medida
Número de monitoreo a la fauna y flora

- Documentación o registro
Informe de los monitoreo.

c. Monitoreo a las actividades de la empresa

- Unidad de medida
Número de visitas a las locaciones de la empresa

- Documentación o registro
Informes de las visitas de registro de las operaciones

TABLA 5.61: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE MONITOREO Y VIGILANCIA


COMUNITARIA LOTE XV
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Los pobladores de las localidades
identificarán a los monitores ambientales.
Capacitación de los monitores en temas
sociales y ambientales
Vigilancia comunitaria ambiental.
Monitoreo de aspectos relacionados con la
calidad del agua, aire y el ruido.
Monitoreo de fauna y flora.
Monitoreo a las actividades de la empresa.
Elaborado: GEMA. 2014. EIA – Lote XV

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-94


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.62: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE MONITOREO Y VIGILANCIA COMUNITARIA


LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Los pobladores de las localidades identificarán a los
monitores ambientales.
Capacitación de los monitores en temas sociales y
ambientales
Vigilancia comunitaria ambiental.
Monitoreo de aspectos relacionados con la calidad del
agua, aire y el ruido.
Monitoreo de fauna y flora.
Monitoreo a las actividades de la empresa.
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote II

TABLA 5.63: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE MONITOREO Y


VIGILANCIA COMUNITARIA– LOTE XV
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Los pobladores de las localidades
identificarán a los monitores 5000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
ambientales.
Capacitación de los monitores en
3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000
temas sociales y ambientales
Vigilancia comunitaria ambiental. 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000
Monitoreo de aspectos relacionados
7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000
con la calidad del agua, aire y el ruido.
Monitoreo de fauna y flora. 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000
Monitoreo a las actividades de la
7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000
empresa.
31 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000
TOTAL (Nuevos Soles)
265 000
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lotes XV.

TABLA 5.64: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE MONITOREO Y


VIGILANCIA COMUNITARIA – LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7

Los pobladores de las localidades


5000 0 0 0 0 0 0
identificarán a los monitores ambientales.
Capacitación de los monitores en temas
3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000
sociales y ambientales
Vigilancia comunitaria ambiental. 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000
Monitoreo de aspectos relacionados con la
7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000
calidad del agua, aire y el ruido.
Monitoreo de fauna y flora. 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000

Monitoreo a las actividades de la empresa. 7000 7000 7000 7000 7000 7000 7000
31 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000 26 000
TOTAL (Nuevos Soles)
187 000
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote II.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-95


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.13.6.2 Programa de Comunicación e Información Ciudadana

o Justificación

Este programa es un eje importante para lograr el desarrollo de relaciones armoniosas


entre las localidades y la empresa, a través de la aplicación de estrategias comunicativas
dentro del ámbito de influencia del Proyecto.

o Objetivos

 Objetivo General
Construir un proceso de diálogo entre la empresa y las localidades del área de
influencia del Proyecto con el fin de desarrollar relaciones de confianza y afirmación
de respeto mutuo.

 Objetivos específicos
- Prevención de posibles conflictos que puedan surgir como consecuencia de las
actividades del Proyecto y sus impactos.
- Comunicación a las localidades sobre riesgos y posibles impactos ambientales que
las actividades produzcan dentro del ámbito de influencia.

o Indicadores de Monitoreo

TABLA 5.65: CRITERIO E INDICADORES DE DESEMPEÑO


CRITERIO INDICADOR
Nivel de opinión de la gente sobre la relación Percepción de la población sobre el desempeño de
de las localidades y la empresa. la empresa en relación al cumplimiento de los
derechos de las poblaciones.

o Ámbito de acción

Este programa se aplicará en el ámbito de influencia indirecta del Proyecto.

o Estrategia

- El equipo de relaciones comunitarias estará en comunicación con las localidades


ubicadas en el ámbito de influencia indirecta del Proyecto.
- Los miembros de las localidades podrán enviar cualquier comunicación (quejas o
reclamos) relacionada con las actividades de la empresa, a través de sus autoridades.

o Responsabilidades

Los responsables de implementar este programa son:

-Gerencia de Operaciones: Responsable de hacer cumplir la norma social corporativa de


la EMPRESA PETROMONT S.A.

-Área de Relaciones Comunitarias: Responsable de aplicar este programa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-96


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Actividades

 Implementación de un sistema de respuestas a reclamos, quejas y solicitudes varias


que puedan realizar la población y/o instituciones locales a la empresa

- Unidad de medida
Número de sistemas de respuestas a las localidades y/o instituciones
implementados.

- Meta
Un (01) sistema de respuestas a la localidad y/o instituciones implementado.

- Documentación de registro
Listado de respuestas a las localidades y/o instituciones.

TABLA 5.66: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E INFORMACIÓN


CIUDADANA LOTE XV
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Contratación del personal
Equipamiento
Implementación de un sistema de
respuestas a reclamos, quejas y
solicitudes varias que puedan realizar
la población, o instituciones locales, a
la empresa.
Buzón de sugerencias
Difusión y otros
Mantenimiento
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote XV.

TABLA 5.67: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E INFORMACIÓN


CIUDADANA LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Contratación del personal
Equipamiento
Implementación de un sistema de
respuestas a reclamos, quejas y
solicitudes varias que puedan realizar la
población, o instituciones locales, a la
empresa.
Buzón de sugerencias
Difusión y otros
Mantenimiento
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote II.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-97


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0765
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TABLA 5.68: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E


INFORMACIÓN CIUDADANA – LOTE XV
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Contratación del personal 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000
Equipamiento 15 000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Implementación de un sistema de
respuestas a reclamos, quejas y
solicitudes varias que puedan 10 000 10 000 0 0 0 0 0 0 0 0
realizar la población, o
instituciones locales, a la empresa
Buzón de sugerencias 500 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Materiales de difusión y otros 5 000 0 5000 0 5000 0 5000 0 5000 0
Mantenimiento 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000
106 500 86 000 81 000 76 000 76 5000 76 000 76 500 76 000 76 500 76 000
TOTAL (Nuevos Soles)
807 000
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote XV

TABLA 5.69: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E


INFORMACIÓN CIUDADANA– LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7

Contratación del personal 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000 75 000
Equipamiento 15 000 0 0 0 0 0 0
Implementación de un sistema de
respuestas a reclamos, quejas y
solicitudes varias que puedan 10 000 10 000 0 0 0 0 0
realizar la población, o
instituciones locales, a la empresa
Buzón de sugerencias 500 0 0 0 0 0 0
Materiales de difusión y otros 5 000 0 5000 0 5000 0 5000
Mantenimiento 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000
TOTAL (Nuevos Soles) 106 500 86 000 81 000 76 000 76 5000 76 000 76 500
578 500
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

 Procedimiento de Indemnizaciones

El presente programa establecerá los lineamientos generales del proceso de


indemnización en las comunidades nativas de influencia indirecta el Proyecto, sólo
cuando haya acontecido algún daño de manera específica y sustentada.

El registro de estas indemnizaciones será llevado en forma transparente y de


conocimiento público, para evitar suspicacias y reclamos infundados.

- Objetivos

a) Establecer mecanismos de indemnización en casos sustentados, generando


confianza en la población local, en el sentido de que el proceso se llevará a cabo de
una manera justa y transparente.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-98


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

b) Lograr acuerdos voluntarios con las autoridades y líderes de las localidades


asentadas en el ámbito del proyecto.

- Responsables

El Área de Asuntos Comunitarios, será la interlocutora entre la empresa y la


población, promoverá una buena comunicación y participación activa de las
autoridades y población local.

- Estrategias y Procedimientos
a) Para los casos en que las actividades del proyecto impliquen afectación de
propiedad; se determinará la valorización del recurso o bien afectado y de común
acuerdo entre ambas partes, la indemnización respectiva.

b) Todo acuerdo será resultado de un proceso de diálogo y negociación pacífica


entre la empresa y los involucrados.

c) La negociación y el acuerdo correspondiente se realizarán con el conjunto de la


comunidad y ante la Asamblea Comunal.

- Actividades

a) Se realizarán capacitaciones y/o reuniones informativas, donde la empresa


PETROMONT S.A explicará el tema de negociaciones e indemnizaciones a las
poblaciones, si se diera el caso.

b) Información y aplicación de indemnizaciones en las localidades del área de


influencia.

1.13.6.3 Programa de Buenas Prácticas Laborales para el Personal de la Empresa y Sub‐


Contratistas

o Justificación

El “PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS


LOTES II – XV EN LOBITOS, EL ALTO, PARIÑAS/ TALARA – REGIÓN PIURA” desarrollará sus
actividades dentro de la jurisdicción del distrito de Lobitos y la Comunidad Campesina
Máncora, con una considerable población de lugareños, por ello la necesidad de
implementar un programa de capacitación dirigido a los trabajadores de la EMPRESA
PETROMONT S.A. y a las empresas contratistas y subcontratistas para prevenir cualquier
incidente social con los pobladores.

Este programa tendrá como eje la capacitación en temas de la Política Social Corporativa
y de los instrumentos para la implementación del PRC como el código de conducta,
lineamientos de campamentos, entre otros.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-99


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0766
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Objetivos

 Objetivo general

Sensibilizar al personal de la empresa, contratistas y subcontratistas en el


conocimiento de la Política Social de la empresa, manejo de buenas prácticas laborales
y del PRC.

 Objetivos específicos

- Difundir la Política RSE de la empresa (se adjunta en el Anexo del presente capítulo).
- Capacitar al personal que trabaja en la empresa en el buen manejo de prácticas
laborales.
- Prevenir acciones desde el personal de la empresa que puedan dar origen a
conflictos con las poblaciones locales del ámbito de influencia del Proyecto.

o Indicadores de desempeño

TABLA 5.70: CRITERIO E INDICADORES


CRITERIO INDICADOR
Nivel de conocimiento de los trabajadores de la Número de charlas de inducción sobre políticas
empresa sobre las políticas sociales corporativas y sociales.
buenas práctica laborales. Número de trabajadores, que conocen la Política
laboral de la empresa.
Número de conflictos con las poblaciones locales que
tienen como causa el mal desempeño laboral.
Elaborado por GEMA, 2014.

o Ámbito de acción

Este programa se implementará al interior de la empresa y estará dirigido a todos los


trabajadores de la EMPRESA PETROMONT S.A., a sus contratistas y subcontratistas, con
especial atención a los trabajadores que tienen que realizar actividades cerca a las
localidades ubicadas dentro del ámbito de influencia del proyecto.

o Estrategia

- Capacitaciones a los trabajadores foráneos o locales que laboran en las empresas


contratistas o subcontratistas en temas de Política social empresarial.
- Cumplimiento de los reglamentos internos relacionados al desempeño laboral.

o Responsabilidades

Los responsables de implementar este programa son:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-100


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

 Gerencia de Operaciones:

- Responsable de hacer cumplir la norma social corporativa de la EMPRESA


PETROMONT S.A.

 Área de Relaciones Comunitarias:

- Responsable de aplicar este programa.


- Responsables de coordinar con las empresas contratistas y subcontratistas para las
capacitaciones de los trabajadores.

 Empresas contratistas y subcontratistas:

- Responsables de aplicar la Política Social de la empresa en las empresas contratistas


y subcontratistas.
- Responsables de supervisar a los trabajadores en su cumplimiento.

o Actividades

 Elaboración y Ejecución del Plan Anual de Capacitaciones

Dentro del programa de capacitaciones se tiene previsto la elaboración, ejecución y


revisión del plan anual de capacitaciones y la difusión de la Política Social Corporativa.

- Unidad de medida
Un (01) Plan anual de actividades del programa

- Meta
Un (01) plan anual de actividades del programa elaborado y ejecutado

- Documentación o registro
Plan anual de actividades del programa

TABLA 5.71: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE BUENAS PRÁCTICAS LABORALES PARA EL


PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB‐CONTRATISTAS – LOTE XV

AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Elaborar y ejecutar el plan anual de
actividades del programa para la
capacitación de los trabajadores de las
empresas y para la difusión de la
Política Social corporativa.
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote XV.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-101


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0767
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.72: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE BUENAS PRÁCTICAS LABORALES PARA EL


PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB‐CONTRATISTAS – LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Elaborar y ejecutar el plan anual de
actividades del programa para la
capacitación de los trabajadores de
las empresas y para la difusión de la
Política Social corporativa.
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

TABLA 5.73: PRESUPUESTO DEL PROGRAMA DE BUENAS PRÁCTICAS LABORALES PARA EL


PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB‐CONTRATISTAS – LOTE XV

AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Elaborar y ejecutar el plan anual
de actividades del programa para
la capacitación de los
10 000 2 000 2 000 5 000 2 000 2 000 5 000 2 000 2 000 5 000
trabajadores de las empresas y
para la difusión de la Política
Social Corporativa.
TOTAL (Nuevos Soles) 37 000
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote XV.

TABLA 5.74: PRESUPUESTO DEL PROGRAMA DE BUENAS PRÁCTICAS LABORALES PARA EL


PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB‐CONTRATISTAS – LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Elaborar y ejecutar el plan anual de
actividades del programa para la
capacitación de los trabajadores de 10 000 2 000 2 000 5 000 2 000 2 000 5 000
las empresas y para la difusión de la
Política Social Corporativa.
TOTAL (Nuevos Soles) 28 000
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

1.13.6.4 PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL

o Justificación

Las operaciones de la empresa generarán oportunidades laborales temporales en la zona


de influencia indirecta, las que beneficiarán a la población local a través de la capacitación
para el trabajo y generación de ingresos económicos que revertirán en la mejora del
bienestar familiar.

Es importante resaltar que la empresa tiene su reglamento para la contratación de


personal local el cual será puesto en práctica cuando se implemente el programa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-102


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Objetivos

 Objetivo general

Brindar oportunidades laborales a la población local ubicadas en el área de influencia


del proyecto.

 Objetivos específicos

- Generar ingresos económicos temporales a las familias


- Capacitar para el trabajo a los pobladores del ámbito de influencia del Proyecto

o Indicadores de Desempeño

TABLA 5.75: CRITERIO E INDICADORES


CRITERIO INDICADOR
Puestos laborales generados por la empresa Incremento del ingreso económico de las familias
ubicadas en el ámbito de influencia del Proyecto.
Número de pobladores locales capacitados para el
trabajo.
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

o Ámbito de acción

El “PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS


LOTES II – XV EN LOBITOS, EL ALTO, PARIÑAS/ TALARA – REGIÓN PIURA” desarrollará
sus actividades dentro de la jurisdicción del distrito de Lobitos (barrios; Primavera,
Bellavista, Centro, Nuevo Lobitos, Zarumilla y Oficiales) y la Comunidad Campesina
Máncora, donde las afectaciones de las operaciones de la empresa tienen incidencia.

o Estrategia
- La empresa contratará personal que sean pobladores de las del área de influencia del
Proyecto.
- La selección del personal se realizará cumpliendo con los requisitos de la empresa y
necesarios para las labores que contratarán, entre otros buena salud, mayoría de edad
y buena conducta.
- La empresa cumplirá con la aplicación de la legislación laboral vigente
- Se brindará capacitación laboral a los seleccionados para trabajar en la empresa. La
capacitación abordará los siguientes temas: legislación laboral, seguridad para el
trabajo y para un buen desempeño de su puesto específico
- Personal de Relaciones Comunitarias de la empresa supervisará las condiciones
laborales en el que se desenvuelve el personal local

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-103


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0768
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

o Responsabilidades

 Gerencia de Operaciones

- Responsable de hacer cumplir el reglamento de contratación de personal local en


la empresa

 Área de Relaciones Comunitarias

- Responsable de aplicar el programa


- Responsable de dar seguimiento al cumplimiento del reglamento de contratación
en las empresas contratistas y subcontratistas

 Empresas contratistas y subcontratistas

- Responsables de contratar a los trabajadores locales


- Responsables de aplicar el reglamento de contratación del personal local
- Responsables de capacitar a los trabajadores locales, Comunidades, localidades,
distrito/ trabajadores: Responsables de cumplir el Reglamento de Contratación de
personal local

o Actividades

a. Elaborar base de datos de personal local que contenga: experiencia laboral,


habilidades personales y estudios realizados.

- Unidad de medida
Número de bases de datos de los trabajadores locales

- Meta
1 base de datos elaborada

- Documentación o registro
Base de datos de los trabajadores locales

b. Selección de personal local a ser incorporados en la empresa o empresas contratistas

• Unidad de medida
Número de trabajadores contratados del área de influencia del proyecto

• Meta
De acuerdo a la demanda de las empresas

• Documento o registro

- Planilla de las empresas

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-104


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- Comunicación con trabajadores locales que laboran en las empresas


contratistas.
- Los relacionistas comunitarios se encargarán de conversar con los trabajadores
locales acerca del trato y el cumplimiento de sus contratos.

• Unidad de medida

- Número de reuniones entre los relacionistas comunitarios y los trabajadores


locales

• Documentación o registro

- Informe de las reuniones


- Supervisión a empresas contratistas en la capacitación del personal local.
- El área de relaciones comunitarias se encargará de supervisar las capacitaciones
laborales brindadas al personal local por las empresas contratistas y
subcontratistas.

• Unidad de medida

- Número de reuniones con los encargados del área de personal de las


contratistas
- Número de capacitaciones a personal local.

• Meta

- Una (01) reunión por mes con los encargados de personal de las empresas
contratistas.

• Documentación o registro

Lista de participantes de las capacitaciones.

c. Supervisión a empresas contratistas en la aplicación del Reglamento de Contratación


del Personal Local.

- Unidad de medida
Número de supervisiones a las empresas contratistas.

- Meta
Una (01) supervisión por mes

- Documentación o registro
Informe de las supervisiones

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-105


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0769
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.76: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL – LOTE XV

AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Elaborar base de datos del personal local que
contenga: experiencia laboral, habilidades
personales y estudios realizados.
Selección de personal local a ser incorporados
en la empresa o empresas contratistas.
Comunicación con trabajadores locales que
laboran en las empresas contratistas.
Supervisión a empresas contratistas en la
capacitación del personal local.
Supervisión a empresas contratistas en la
aplicación del Reglamento de Contratación del
Personal Local.
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote XV.

TABLA 5.77: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL – LOTE II


AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Elaborar base de datos del personal local que contenga: experiencia
laboral, habilidades personales y estudios realizados.
Selección de personal local a ser incorporados en la empresa o
empresas contratistas.
Comunicación con trabajadores locales que laboran en las empresas
contratistas.
Supervisión a empresas contratistas en la capacitación del personal
local.
Supervisión a empresas contratistas en la aplicación del Reglamento
de Contratación del Personal Local.
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote II.

TABLA 5.78: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL -


LOTE XV

AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Elaborar base de datos del personal local que
contenga: experiencia laboral, habilidades 5 000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
personales y estudios realizados.
Selección de personal local a ser incorporados en
10 000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
la empresa o empresas contratistas.
Comunicación con trabajadores locales que
2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000
laboran en las empresas contratistas.
Supervisión a empresas contratistas en la
5 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000
capacitación del personal local.
Supervisión a empresas contratistas en la
aplicación del Reglamento de Contratación del 5 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000
Personal Local.
27 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000
TOTAL (Nuevos Soles)
99 000
Elaborado: GEMA. 2014. EIA - Lote XV.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-106


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TABLA 5.79: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL -


LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Elaborar base de datos del personal local que contenga: experiencia
5 000 0 0 0 0 0 0
laboral, habilidades personales y estudios realizados.
Selección de personal local a ser incorporados en la empresa o
10 000 0 0 0 0 0 0
empresas contratistas.
Comunicación con trabajadores locales que laboran en las
2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000 2 000
empresas contratistas.
Supervisión a empresas contratistas en la capacitación del personal
5 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000
local.
Supervisión a empresas contratistas en la aplicación del
5 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000 3 000
Reglamento de Contratación del Personal Local.
27 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000 8 000
TOTAL (Nuevos Soles)
75 000
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

1.13.6.5 PROGRAMA DE APOYO AL DESARROLLO LOCAL

o Justificación

Considerando los años que la empresa se quedará operando en la zona es necesario un


Programa Planificado de Apoyo al Desarrollo Local que responda al enfoque de
Responsabilidad Social Empresarial. Sin embargo, la implementación del Plan de
Desarrollo Local, será solo si el conjunto de familias promueven dicha iniciativa y el interés
principal es que las inversiones sean en proyectos de desarrollo para las poblaciones.

Los aportes de las compensaciones serán la principal fuente de ingreso para la inversión
local. Dicha inversión estará circunscrita dentro del Plan de Desarrollo Local del distrito.

o Objetivo

 Objetivo general

Promover iniciativas de desarrollo local en las localidades del área de influencia del
Proyecto con el fin de contribuir a la mejora de las condiciones de vida de la población.

 Objetivos específicos

- Impulsar espacios concertados para el desarrollo de las localidades de la zona de


influencia del Proyecto.
- Apoyar a las localidades en la realización de sus planes de desarrollo local.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-107


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o Indicadores de desempeño

TABLA 5.80: CRITERIO E INDICADORES


INDICADOR
CRITERIO

Iniciativas realizadas en las localidades del ámbito Número de planes de desarrollo local.
de influencia del proyecto.

Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

o Ámbito de acción

El “PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS


LOTES II – XV EN LOBITOS, EL ALTO, PARIÑAS/ TALARA – REGIÓN PIURA” desarrollará
sus actividades dentro de la jurisdicción del distrito de Lobitos (barrios; Primavera,
Bellavista, Centro, Nuevo Lobitos, Zarumilla y Oficiales) y la Comunidad Campesina
Máncora, donde las afectaciones de las operaciones de la empresa tienen incidencia.

o Estrategia

- Se fomentará alianzas estratégicas con organizaciones y/o instituciones para promover


el desarrollo local.
- Se capacitará a las autoridades y líderes de las localidades para que implementen el
Plan de Desarrollo Local.
- Se apoyará la realización de los planes de desarrollo local.

o Responsabilidades

 Gerencia de Operaciones:

Responsable de las decisiones para el apoyo en las diferentes iniciativas de desarrollo


del distrito.

 Área de Relaciones Comunitarias:

Responsable de aplicar el programa

 Distrito y Comunidad Campesina:

Responsables de ejecutar el plan de desarrollo local y darle sostenibilidad

o Actividades

a. Ejecución y supervisión de talleres de capacitación dirigidos a autoridades, dirigentes,


líderes de localidades sobre temas de desarrollo local.

- Unidad de medida
Número de supervisiones.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-108


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- Meta
Realizar la actividad por los menos una vez al año

- Documentación o registro
Informe de las supervisiones

b. Asesoría a las localidades del ámbito de influencia del proyecto en la elaboración de


planes de desarrollo local.

- Unidad de medida
Número de asesorías a las localidades en la elaboración del plan de desarrollo local

- Meta
Dos (02) asesorías por localidad por año.

- Documentación o registro
Informe de las asesorías

TABLA 5.81: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE APOYO AL DESARROLLO LOCAL - LOTE XV

AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Ejecutar y supervisar talleres de capacitación
dirigidos a autoridades, dirigentes y líderes de
las localidades, sobre temas de desarrollo
local.
Asesoría a las localidades en la elaboración de
planes de desarrollo local.
Elaborado por GEMA. 2014. EIA – Lote XV.

TABLA 5.82: CRONOGRAMA DEL PROGRAMA DE APOYO AL DESARROLLO LOCAL - LOTE II


AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7
Ejecutar y supervisar talleres de capacitación dirigidos a
autoridades, dirigentes y líderes de las localidades, sobre temas
de desarrollo local.
Asesoría a las localidades en la elaboración de planes de
desarrollo local.
Elaborado por GEMA. 2014. EIA – Lote II.

TABLA 5.83: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE APOYO AL


DESARROLLO LOCAL – LOTE XV
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Ejecutar y supervisar talleres de capacitación
dirigidos a autoridades, dirigentes y líderes de las 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 5 000 5 000
localidades, sobre temas de desarrollo local.
Asesoría a las localidades en la elaboración de
10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 5 000 5000
planes de desarrollo local.
20 000 20 000 20 000 20 000 20 000 20 000 20 000 20 000 10 000 10 000
TOTAL (Nuevos Soles)
18 000
Elaborado por GEMA. 2014. EIA – Lote XV.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-109


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TABLA 5.84: PRESUPUESTO DE LA IMPLEMENTACIÓN DEL PROGRAMA DE APOYO AL


DESARROLLO LOCAL – LOTE II
AÑOS
ACTIVIDADES DEL PROGRAMA 1 2 3 4 5 6 7
Ejecutar y supervisar talleres de capacitación
dirigidos a autoridades, dirigentes y líderes
10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 5 000 5 000
de las localidades, sobre temas de desarrollo
local.
Asesoría a las localidades en la elaboración
10 000 10 000 10 000 10 000 10 000 5 000 5000
de planes de desarrollo local.
20 000 20 000 20 000 20 000 20 000 10 000 10 000
TOTAL (Nuevos Soles)
12 000
Elaborado por GEMA. 2014. EIA – Lote II.

TABLA 5.85: PRESUPUESTO TOTAL DEL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS – LOTE XV


TOTAL
PROGRAMAS CONTEMPLADOS
(Nuevos Soles)
PROGRAMA DE MONITOREO Y VIGILANCIA CIUDADANA 265 000
PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E INFORMACIÓN CIUDADANA 807 000
PROGRAMA DE BUENAS PRACTICAS LABORALES PARA EL PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB
37 000
CONTRATISTAS
PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL 99 000
PROGRAMA DE DESARROLLO LOCAL 18 000

TOTAL (Nuevos Soles) 1´ 226 000


Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

TABLA 5.86: PRESUPUESTO TOTAL DEL PLAN DE RELACIONES COMUNITARIAS – LOTE II


TOTAL
PROGRAMAS CONTEMPLADOS
(Nuevos Soles)
PROGRAMA DE MONITOREO Y VIGILANCIA CIUDADANA 187 000
PROGRAMA DE COMUNICACIÓN E INFORMACIÓN CIUDADANA 578 500
PROGRAMA DE BUENAS PRACTICAS LABORALES PARA EL PERSONAL DE LA EMPRESA Y SUB
28 000
CONTRATISTAS
PROGRAMA DE EMPLEO LOCAL 75 000
PROGRAMA DE DESARROLLO LOCAL 12 000

TOTAL (Nuevos Soles) 880 500


Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lote II.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-110


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.13.7 INSTRUMENTOS PARA LA APLICACIÓN DE LA POLITICA SOCIAL CORPORATIVA

FIGURA 5.4: FLUJOGRAMA DE COMUNICACIÓN E INFORMACIÓN CIUDADANA

Gerencia Operaciones comunica a


relaciones comunitarias algún
acontecimiento y comunica a la localidad.

Relaciones comunitarias visita las


localidades del ámbito de influencia del
proyecto.

Reunión con autoridades y representantes


de las localidades del ámbito de influencia
del proyecto

Asamblea en las localidades


para comunicar algún acontecimiento o
tema

Firma de acta/ acuerdo con Las localidades


del ámbito de influencia del proyecto.

Comunicación de los acuerdos a la


Gerencia de Operaciones

Fuente: PETROMONT - Lotes II – XV.

1.13.8 CÓDIGO DE CONDUCTA DE LOS TRABAJADORES DE LA EMPRESA Y


SUBCONTRATISTAS

Los trabajadores tendrán en consideración los siguientes aspectos relacionados con los
pobladores de las localidades ubicadas dentro del área de influencia del Proyecto:

Principios de conducta

- Desplegar los mayores esfuerzos para mantener una buena relación con los pobladores
de las localidades del ámbito de influencia indirecta
- Las relaciones de los trabajadores con los habitantes de las localidades estarán basadas
en el respeto mutuo

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-111


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- Conversar de manera cortés con los pobladores locales que visiten las instalaciones y
campamentos de la empresa
- Las autoridades locales, son reconocidas por el Estado Peruano y deben ser respetadas
como tales
- No consumir, ni comercializar bebidas alcohólicas, drogas u otras sustancias alucinógenas
con los pobladores de los distritos, ni en las instalaciones de la empresa. De no cumplir
con esta norma, el trabajador será sometido a las políticas internas de la empresa
- Todo trabajador respetará el medio ambiente (social, flora y fauna)

1.13.9 LINEAMIENTOS DE CONDUCTA EN LOS LOCACIONES DE LOS POZOS DE


DESARROLLO

Se tomarán medidas importantes para minimizar el contacto con las localidades del ámbito
del Proyecto. Estas medidas son las siguientes:

- Los trabajadores del proyecto se adhieren de manera inmediata y estricta al Código de


Conducta que regirá diariamente las labores de la empresa frente a los compañeros y la
población y limita los contactos y tratativas de ellos con la población que está ubicada
dentro del ámbito de influencia del Proyecto.
- Al terminar las labores asignadas, a menos que el trabajador sea de la localidad, regresará
inmediatamente a la localidad de donde procede.
- Todos los visitantes que deseen ingresar a una locación, con el fin de realizar alguna
inspección de las actividades dentro del área de influencia u otro asunto oficial, deben
venir como parte de una visita pre coordinada y deben estar acompañados por un
representante de la empresa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-112


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1.13.10 FLUJOGRAMA PARA LA TOMA DE ACUERDOS CON LAS LOCALIDADES

FIGURA 5.5: FLUJOGRAMA PARA LA TOMA DE ACUERDOS CON LAS LOCALIDADES DEL ÁMBITO DE
INFLUENCIA DEL PROYECTO

1. Identificación de los impactos


ambientales.

2. Valorización de los impactos


ambientales.

3. Visita a las localidades para informar


sobre el proceso de toma de acuerdos.

4. Entrega de propuesta de valorización de


impactos a las localidades del ámbito de
influencia.

5. Presentación en asamblea de la
propuesta de valorización.

6. Negociación

7. Acuerdo entre las localidades y la


empresa

8. Firma de acta o convenio

9. Seguimiento y supervisión

10. Evaluación de los impactos sociales

Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lotes II – XV.

1.13.11 CONDICIONES LABORALES PARA LA CONTRATACIÓN DEL PERSONAL LOCAL

- Trato igualitario y no discriminatorio, entre personal local y foráneo


- Iguales beneficios laborales y salariales: a igual responsabilidad, igual salario
- Prioridad de contratación de personal local a pobladores que vivan en zonas próximas al
área de trabajo de la empresa
- El poblador contará con documento nacional de identidad
- El poblador estará apto físicamente

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-113


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- El poblador será presentado a la empresa por la autoridad local


- La empresa dará charlas de concientización a todos los trabajadores locales en temas
laborales, seguridad, medio ambiente y primeros auxilios.
- El salario que la empresa dará a los trabajadores locales no será menor al sueldo mínimo
vital. Además le dará alimentación, alojamiento, ropa de trabajo y acceso a atención de
salud.
- Los trabajadores locales recibirán equipos de protección personal.
- La empresa debe asegurar adecuados tiempos de trabajo y de descanso para el personal
contratado localmente.
- Está prohibida la contratación de menores de edad.
- El poblador local debe recibir su sueldo en su lugar de trabajo o en su distrito.
- Está prohibido contratar personal local para realizar labores personales.
- El personal tiene prohibido portar armas de fuego y punzocortantes (cuchillos, machetes
u otros); consumir drogas, alcohol o cualquier otra sustancia alucinógena mientras se
encuentre trabajando para la empresa.

1.13.12 FLUJOGRAMA PARA LA RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS CON LA LOCALIDAD

Identificación del conflicto

Análisis de conflicto: Gerencia de Operaciones

Estrategia para abordar el conflicto

Aplicación de la estrategia para la solución del

Resolución del Conflicto

Socialización del proceso del conflicto con el


personal de campo de la empresa: lecciones
Elaborado por GEMA. 2014. EIA - Lotes II – XV.

1.14 PLAN DE CONTINGENCIA

1.14.1 ESTUDIO DE RIESGOS

1.14.1.1 Introducción

PETROLERA MONTERRICO S.A. ha previsto la ejecución del Proyecto de “Perforación de 115


pozos de desarrollo adicionales”- Lote II y XV. Para ello se va realizar un Estudio de Riesgos el
cual permitirá conocer las condiciones de seguridad y los peligros inherentes a las actividades
del proyecto, para formular las medidas de mitigación a aplicar para disminuir los riesgos al
entorno humano, ambiental, social y económico a niveles tolerables, durante los trabajos de
perforación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-114


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

El estudio contempla la evaluación de las instalaciones y las distintas actividades que


conforman el proyecto.

Como parte de los resultados se indicarán los hallazgos, así como las recomendaciones
necesarias para eliminar los peligros y reducir o controlar los riesgos para la Perforación de
pozos de Desarrollo en el lote II y XV, mediante la reducción de la frecuencia de ocurrencia
y/o sus consecuencias, a través de la identificación de las actividades principales en las
distintas áreas como campamentos y locaciones de perforación.

1.14.1.2 Objetivo del Estudio de Riesgo

El presente estudio tiene como objetivo fundamental; identificar los peligros y evaluar el
nivel de los riesgos para la salud, la vida de los trabajadores, la comunidad, el medio ambiente
y los activos de la empresa por la actividad de perforación, con la finalidad de proponer
medidas para minimizar estos riesgos hasta niveles aceptados acorde con las políticas
corporativas, y la legislación nacional vigente.

1.14.1.3 Descripción de la Metodología utilizada

La metodología empleada para el estudio de riesgos consiste en desarrollar el proceso de


análisis en etapas: descripción de actividades y el proceso, identificación de peligros,
estimación de frecuencias de ocurrencia y de la severidad de las consecuencias de un evento
peligroso, la valoración y clasificación del riesgo, y el establecimiento de medidas de
prevención, control y/o mitigación del riesgo.

La metodología utilizada para el estudio de riesgo es el HAZID9, dicho método es un estudio


formal para la identificación de peligros y evaluación riesgos que permitan establecer los
controles requeridos en una operación o instalación; tanto como la evaluación de la
aceptabilidad de dichos riesgos utilizando métodos cualitativos y cuantitativos.

En resumen los dos conceptos claves del método son:

- La probabilidad de que determinados factores de riesgo se materialicen en daños, y la


magnitud de los daños (consecuencias).
- Probabilidad y consecuencias son los dos factores cuyo producto determina el riesgo. La
probabilidad y la consecuencia deben ser necesariamente cuantificadas para valorar de
una manera objetiva el riesgo. En esta metodología no emplearemos los valores reales
absolutos de riesgo, probabilidad y consecuencias, sino sus “niveles”.

Es necesario aclarar que las herramientas disponibles para gestionar el riesgo han avanzado
considerablemente en estas últimas décadas. El proceso completo desde el análisis del riesgo
hasta el establecimiento de las medidas de control es lo que se conoce como gestión de
riesgos. De forma tal que la gestión de riesgos no es más que la aplicación sistemática de

9 Hazard Identification (Identificación de peligros)

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-115


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0774
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

procedimientos, prácticas, y políticas gerenciales a las tareas de analizar, valorar y controlar


los riesgos.

Los estudios de riesgos son herramientas que permiten una identificación sistemática,
evaluación, prevención y mitigación de accidentes industriales (fuegos, explosiones, escapes
tóxicos, etc.) que pudieran ocurrir como resultado de fallos en el proceso, procedimientos o
equipos, cumpliendo con lo dispuesto en las regulaciones, normas nacionales e
internacionales y buenas prácticas de ingeniería en la industria.

Estas herramientas nos ayudan a:

- Definir posibles escenarios de peligro.


- Identificar puntos de potencial riesgo contra la integridad física de los trabajadores, salud,
medio ambiente o activos.
- Definir acciones para reducir el riesgo a niveles tolerables.

Bajo esta premisa es muy importante y en algún caso vital, usar la herramienta más adecuada
a la instalación u operaciones y a la etapa del “ciclo de vida” en que se encuentre el proyecto
en estudio.

Las claves de este proceso estarían en:

- Definir un “equipo de trabajo” idóneo, con las habilidades, experiencias y conocimientos


necesarios para cada tipo de estudio.
- Usar y manejar convenientemente las diferentes técnicas y herramientas, metodologías
y tecnologías.
- Identificar peligros sobre la salud, seguridad, medio ambiente y activos.
- Formar la base de un proyecto de registro de riesgos.
- Establecer recomendaciones y acciones adecuadas para llevar a cabo en las siguientes
fases del proyecto.
- Obtener datos de “partida” para la realización de estudios específicos (como de impacto
ambiental y otros medios de análisis de riesgos).
- Identificar incertidumbres, preocupaciones y necesidades de formación.
- Formar la base de un registro de riesgos en una instalación existente en la empresa.

Una vez identificados el objetivo del estudio y descritas con detalle las actividades del
proyecto se procede a realizar la evaluación de los riesgos en base al siguiente flujograma de
aplicación paso a paso:

Este modelo de estudios de riesgos nos permite hoy en día desarrollar la información de
apoyo, criterios, etc. necesarios para que se consideren y apliquen las medidas de reducción
y control de riesgos respectivos. Una vez estimadas las diversas medidas del riesgo, es fácil
determinar, en caso necesario, las medidas de control de los mismos.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-116


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1.14.1.4 Evaluación de riesgos

o Identificación de actividades

La descripción precisa y detallada de las actividades proporcionará información valiosa


para el proceso de identificación de peligros.

En esta fase, se identifican las actividades que pueden implicar un riesgo durante las
diferentes etapas del proyecto. Para la etapa de perforación se contemplan las acciones
coligadas a las siguientes actividades:

TABLA 5.87: ETAPAS DE LA PERFORACIÓN


ETAPAS ACTIVIDADES A DESARROLLAR
MOVILIZACIÓN Movilización del personal, equipos, materiales y maquinarias.
Construcción de las plataformas de perforación y mejoramiento de las vías de
acceso.
Construcción de la batería Hualtacal y Coyonitas Sur
Construcción de la estación de compresión Coyonitas Sur
CONSTRUCCIÓN Ampliación de las baterías 321 en el Lote II y 333-A, AX-32 en el lote XV.
Ampliación de la estación de fiscalización y la estación de compresión 325 en el
Lote II.
Ampliación de la estación de compresión 321 en el Lote II.
Tendido de las líneas de flujo.
Traslado y armado del equipo de perforación
OPERACIÓN
Perforación de pozos de desarrollo, completación.
Desmovilización del equipo de perforación.
ABANDONO Abandono de plataforma.
Desmovilización de equipos para abandono.
Fuente: PETROLERA MONTERRICO S.A.

o Identificación de peligros

En esta etapa, se identifican los peligros asociados a las actividades descritas. El proceso
de identificación de peligros lleva a la siguiente pregunta: ¿cómo puede ese peligro
afectar una actividad?, o ¿qué puede salir mal?, etc. El proceso consiste en definir cuáles
pueden ser los eventos desencadenantes de un escenario de riesgo, tal como la perdida
de contención (derrames o fugas) dentro de las instalaciones incluyendo recipientes,
tanques, tuberías, bombas y otros equipos o caída de materiales durante el izamiento
mediante grúas o equipos de levantamiento mecánico. Para ello se emplean en el estudio,
principalmente tres (03) métodos:

- El método “Hazard Review” (Revisión de Peligros). Este método consiste en la


revisión cualitativa de los peligros de una instalación o proceso, en base a las
opiniones de un grupo de expertos y bajo la dirección de un coordinador o
facilitador.
- El método “Hazard Check-list” (Lista de Verificación de Peligros). Este método
implica una revisión de la instalación mediante una lista de chequeo (check-list),

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-117


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que ha sido previamente evaluada en instalaciones similares y que contiene


adicionalmente los requerimientos y recomendaciones de normas y estándares
nacionales e internacionales.
- El método “Árbol de eventos”, este método consiste en la revisión estructurada de
los peligros de un sistema, a partir de un evento iniciador, desencadenando a
través de la formación de un “árbol”, los diferentes escenarios finales (efectos).
Esta técnica, básicamente se utilizará en este estudio, para determinar los
escenarios de riesgos mayores (procesos).

Los métodos “Revisión de peligros” y “lista de verificación de Peligros”, tienen su base


en la técnica “Análisis Preliminar de Peligros” (PHA por sus siglas en ingles), ampliamente
utilizada a nivel de la industria.

Las discusiones durante el desarrollo de los estudios, se desarrollaron en reuniones de


trabajo del staff de las áreas de ingeniería, medio ambiente, relaciones comunitarias,
seguridad industrial y salud ocupacional, obteniéndose resultados como consecuencia
del consenso de todas las partes involucradas.

o Postular escenarios de riesgo

Los escenarios analizan principalmente los factores y elementos de los riesgos evaluados,
que puedan llegar a afectar al personal por cada actividad e instalación.

La construcción de un escenario de riesgo se hace a partir de la interacción que puede


darse entre una amenaza de origen humano, socioeconómico y/o natural con las
vulnerabilidades presentes en las instalaciones. En un escenario existen elementos
básicos que utilizaremos para el análisis, entre estos tenemos:

- Identificación del proceso, sector u organización.


- Ubicación, área y entorno del escenario.
- Descripción de la actividad, tarea o paso.
- Fuente u origen del peligro y los factores condicionantes y motivadores de la
amenaza.
- Intensidad, cobertura, frecuencia, etc.
- La descripción del peligro.
- Efectos, impactos, daños a las personas, comunidades, medio ambiente, la
instalaciones y/o imagen de la empresa
- Categorización, tipo o clase del riesgo (entorno humano, socioeconómico y
natural),
- Personal (número, funciones, medio ambiente de trabajo, turnos, capacitación
recibida, etc.)
- Controles existentes, políticas, Sistema de Gestión, etc.

En la descripción de los escenarios de riesgo se emplearon estos elementos adaptados a


la Gestión de Riesgo de la empresa. El escenario de riesgo debe representar y permitir

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-118


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identificar el tipo de daños y pérdidas que puedan producirse en caso de presentarse un


evento peligroso en unas condiciones dadas de vulnerabilidad en este sistema.

En este proceso, el equipo analiza que pudo causar la intensificación del peligro hasta la
ocurrencia de un evento final.

En general, un escenario de riesgo está compuesto al menos por dos tipos de


representaciones:

- Un cuadro o matriz de Evaluación de Riesgo en la cual se establece la relación entre


una amenaza determinada (peligros) y la vulnerabilidad existente (protecciones y
controles).
- Un “mapa de riesgos”, en el cual están representados, sobre dos planos, los
principales factores de amenaza y vulnerabilidad, e identificadas las primordiales
pérdidas.

Un escenario, como mínimo, contiene una causa o fuente y sus consecuencias. Se deben
identificar los sucesos intermedios o condiciones entre la causa y la consecuencia
(explosiones, pérdidas de contenido, fuego, etc.). Cuando se habla de escenarios de
riesgos de procesos, se deben mencionar los sucesos que originaron el accidente (por
ejemplo, sucesos iniciadores, causa original, modo de fallo, etc.).

Para el caso previsto utilizaremos una representación del “escenario del riesgo” a través
de una matriz.

Los riesgos pueden afectar 03 distintos tipos de entorno (receptores) considerados como
sigue:

- Entorno Humano: Riesgos sobre el personal del proyecto, riesgos sobre la población
del área de influencia.
- Entorno Socio Económico: Riesgos sobre la infraestructura del proyecto; riesgos sobre
la infraestructura, bienes, servicios y medios de vida de la población del área de
influencia; otros riesgos.
- Entorno Natural: Comprende riesgos sobre medio físico, medio biológico, medio
ecológico.

o Estimación de la frecuencia de ocurrencia de los escenarios de riesgo

La frecuencia es determinada por medio de la información de incidentes de ocurrencias


previas, tanto en la industria, como en la empresa, o de las percepciones del personal en
relación con que tan a menudo el incidente sucede o pudiera suceder, el juicio y
percepción del personal es importante para estimar la frecuencia. A continuación se
muestra como base inicial, una tabla de frecuencias cualitativa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-119


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TABLA 5.88: FRECUENCIA DE OCURRENCIA DE ESCENARIOS DE RIESGO


NIVEL CATEGORÍA
A Muy baja
B Baja
C Media
D Alta
Elaborado por GEMA, 2014.

o Estimación de las consecuencias

Para cada uno de los escenarios de riesgos probables se estiman las consecuencias y la
severidad o gravedad de las mismas. Estas pueden ser según el caso, derrames, incendios
confinados y no confinados, explosión, blow out, lesiones, afectación a la salud, entre
otros.

La consecuencia de un evento se evalúa sobre los factores de vulnerabilidad al daño, y se


califica dentro de una escala que establece cinco niveles.

TABLA 5.89: NIVELES DE CONSECUENCIAS

VALOR DESCRIPCIÓN SEGURIDAD (PÉRDIDA DE VIDA)


5 Catastrófico Múltiples muertes.
4 Severo Posibles muertes/ múltiples heridas severas.
3 Significante Posibles heridas severas/ múltiples heridas menores.
2 Menor Posibles heridas menores.
1 Insignificante Improbable heridas personales.
Elaborado por GEMA, 2014.

La consecuencia o gravedad involucra riesgos en el entorno, razón por la cual se


consideran al menos (03) tres aspectos:

- Seguridad/ Salud del personal propio, contratistas y terceros.


- Medio Ambiente.
- Socio-Económico.

o Probabilidad

Al analizar la probabilidad, es decir, la posibilidad de que ocurran eventos no deseados,


se considerarán todos los factores basados en un daño hipotético, en la siguiente tabla se
presentan los factores con su correspondiente valoración.

TABLA 5.90: DESCRIPCIÓN DE LAS PROBABILIDADES

VALOR DESCRIPCIÓN DEFINICIÓN


Un evento común que es probable que ocurra una vez por año o
5 Frecuente
más.
Un evento probable que ocurra una vez o más durante las
4 Probable
operaciones o a lo largo de la vida del equipo.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-120


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VALOR DESCRIPCIÓN DEFINICIÓN


Un evento posible que puede ocurrir durante las operaciones o a lo
3 Posible
largo de la vida del equipo.
Un evento improbable que puede ocurrir durante las operaciones o
2 Improbable
a lo largo de la vida del equipo.
1 Altamente improbable Hay extremadamente remotas posibilidades de que ocurra.
Elaborado por GEMA, 2014.

o Determinación del Nivel de Riesgo

El siguiente gráfico ilustra el proceso que conlleva la estimación del nivel del riesgo.

¿Cuál es la probabilidad de que


Si sale mal ¿Cuán serio será?
Salga mal?
(PROBABILIDAD) (CONSECUENCIA)

Nivel de Riesgo

RIESGO = PROBABILIDAD x CONSECUENCIA

o Matriz de Riesgo

Si se multiplican los niveles de la probabilidad y la consecuencia obtendremos valores


entre 1 y 25, cuya distribución genera una matriz denominada “Matriz de Riesgo” y se
presenta en la siguiente tabla:

CONSECUENCIAS PROBABILIDADES
5 Catastrófico 5 10 15 20 25
4 Severo 4 8 12 16 20
3 Significante 3 6 9 12 15
2 Menor 2 4 6 8 10
1 Insignificante 1 2 3 4 5
Altamente
Improbable Probable Posible Frecuente
Improbable
1 2 3 4 5
Elaborado por GEMA, 2014.

 Criterio de Aceptabilidad

Obtenida la matriz de riesgo, los niveles de riesgos son categorizados como altos,
medios y bajos, dependiendo del valor obtenido al multiplicar consecuencia por
probabilidad. Cuanto más alto es el valor obtenido, más alto el riesgo de aceptabilidad.
La aceptabilidad para las categorías de riesgos se indica en la siguiente tabla.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-121


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TABLA 5.91: CRITERIO DE ACEPTABILIDAD


ALTO RIESGO: Las operaciones no deben continuar. Se deben desarrollar métodos
15 – 25
alternativos para la reducción de riesgos.
MEDIO RIESGO: Pueden ser necesarias algunas consideraciones. Recomendación
8 – 12
de aplicación de medidas de reducción de riesgos y/o planes de contingencias.
BAJO RIESGO: Las operaciones pueden continuar sin mayores controles. Considerar
1-6
relaciones costo beneficio que se puedan alcanzar.
Elaborado por GEMA, 2014.

Identificado el nivel de riesgo se adoptan las medidas necesarias para reducir los
mismos, el proceso se realiza obteniendo una evaluación de riesgo residual, el cual
será menor que el previamente calculado.

1.14.1.5 Matriz de riesgos

A continuación se presenta la Matriz de Riesgo para el Proyecto de “Perforación de 115 pozos


de desarrollo adicionales”, tomando en cuenta las actividades de la descripción del Proyecto,
priorizando aquellas que puedan representar un riesgo para la seguridad, salud, medio
ambiente y al entorno social. Se identifican las medidas pertinentes a fin de reducir el nivel
de riesgo inicial, es decir la obtención del riesgo residual, el cual permitirá implementar las
acciones pertinentes a las emergencias identificadas luego de la evaluación, las posibles
explosiones y derrames de combustibles, accidentes de trabajo, interferencia con las
actividades de los pobladores, entre otras.

Se debe precisar que el riesgo inicial se evalúa sin tomar en cuenta las medidas preventivas
y de mitigación destinadas a reducir la probabilidad y la consecuencia del riesgo, en cambio
el riesgo residual se evalúa tomando en cuenta estas medidas y por lo tanto su nivel de riesgo
es menor que el inicial. En cada Matriz de Riesgo se incluye el Nivel de Riesgo Residual
obtenido de la puesta en práctica de las Medidas de Prevención y Mitigación sugeridas para
el proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-122


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TABLA 5.92: “MATRIZ DE RIESGO


RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

Sistema de comunicación,
Autorizaciones, control de implementos
 Transporte terrestre de activación brigada de
 Colisiones. 3 4 12 de la unidad, capacitación del conductor 2 3 6
pasajeros. emergencia y Plan
y mantenimiento del vehículo
MEDEVAC.
Autorizaciones, control de implementos Sistema de comunicación,
 Transporte terrestre de
 Colisiones, derrames, de la unidad, almacenamiento adecuado activación brigada de
combustible e insumos 3 5 15 2 4 8
incendio y explosión. de combustible e insumos químicos y emergencia y Plan
químicos.
procedimientos establecidos. MEDEVAC.
Sistema de comunicación,
Autorizaciones, control de implementos
 Transporte terrestre de activación brigada de
 Colisiones. 3 4 12 de la unidad y procedimientos 2 3 6
equipo de perforación. emergencia y Plan
establecidos.
MEDEVAC.
 Accidentes Ofídicos y  Picaduras de insectos

MOVILIZACIÓN
Plan de fumigación,
presencia de insectos venenosos y 2 3 6 Inducción, charlas diarias, EPPs. 2 2 4
primeros auxilios.
venenosos. serpientes.
 Contagio de
 Presencia de enfermedades enfermedades y 3 3 9 Vacunas, chequeo médico y EPPs. Atención médica. 2 2 4
Movilización Terrestre
picaduras de insectos
Sistema de comunicación,
 Maniobras de carga y  Caída de carga y Estricto cumplimiento de procedimientos activación brigada de
3 3 9 2 2 4
descarga. lesiones al personal. de carga y descarga, y uso de EPPs. emergencia y Plan
MEDEVAC.

 Maquinarias y herramientas Control del programa de mantenimiento


 Lesiones al personal. 3 3 9 Atención médica. 2 2 4
en estado defectuoso. de los equipos y herramientas, y uso de
EPPs.
 Manipulación de cargas Cumplimiento del procedimiento de
 Lesiones del personal. 3 4 12 Atención médica. 2 4 6

LAS LOCACIONES
CONSTRUCCIÓN DE
pesadas. manipuleo de cargas y uso de EPPs.

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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

Atención médica y
 Piso con presencia de
 Caídas del personal 3 3 9 Ubicar la señalización correspondiente. activación de brigada de 2 2 4
desniveles.
derrames.
Control del procedimiento de trabajos de Atención médica y Plan
 Trabajos en altura.  Caídas del personal 3 5 15 2 4 8
altura uso de EPPs. MEDEVAC.
 Recepción de equipos y  Lesiones al personal y Almacenamiento adecuado de equipos y Atención médica y Plan
3 3 9 2 2 4
materiales. derrames. materiales y uso de EPPs. MEDEVAC.
Revisión de las vías de acceso del ámbito
 Escaleras sin barandas.  Caídas del personal 3 3 9 Atención médica. 2 2 4
laboral.
 Carga suspendida en el Control de los procedimientos para la Atención médica y Plan
Plataformas de  Lesiones del personal. 3 5 15 2 4 8
equipo de perforación. descarga de los helicópteros. MEDEVAC.
Perforación  Obstáculos en la ruta de  Caídas y cortes del Revisión de las vías de acceso del ámbito
3 3 9 Atención médica. 2 2 4
evacuación. personal. laboral.
Sistema de comunicación,
 Caídas de equipo,
 Sismos 3 5 15 Paralización de labores. activación brigada de 2 2 4
lesiones al personal.
emergencia
Sistema de comunicación,
 Colisiones, caída de Paralización de labores ante presencia de activación brigada de
 Vientos fuertes. 3 5 15 2 4 8
árboles vientos fuertes. emergencia y Plan
MEDEVAC
 Lesiones del Personal Control del programa de mantenimiento
 Instalacion de manifolds. 3 5 15 Atención médica. 4 4 8
y derrames. de los tanques, y uso de EPPs.
Sistema de comunicación,
Autorizaciones, control de implementos
 Transporte de los tanques a activación brigada de
 Colisiones. 3 4 12 de la unidad y procedimientos 2 3 6
Batería Hualtacal y instalar. emergencia y Plan
establecidos.
Coyonitas Sur MEDEVAC.
 Piso con presencia de Atención médica y Plan

CONSTRUCCIÓN
 Caídas del personal 3 3 9 Ubicar la señalización correspondiente 2 2 4
desniveles. MEDEVAC.
Control del procedimiento de trabajos de Atención médica y Plan
 Trabajos en altura.  Caídas del personal 3 5 15 3 3 6
altura uso de EPPs. MEDEVAC.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-124


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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

 Lesiones del personal Sistema de comunicación,


 Trabajos de soldadura y por quemaduras. Estricto cumplimiento de procedimientos activación brigada de
3 4 12 2 3 6
esmerilado.  Incendios. de trabajos de soldadura y uso de EPPs emergencia y Plan
 Explosiones. MEDEVAC.
Revisión de las vías de acceso e
 Escaleras de tanques sin Atención médica y Plan
 Caídas del personal. 3 3 9 implementación de dichas barandas para 4 4 8
barandas. MEDEVAC.
el correcto ámbito laboral.
Control del programa de mantenimiento
 Visores de nivel obstruido o  Deterioro del equipo Activación de brigada de
3 3 6 de los visores de nivel propios de los 2 2 4
sucio. y derrames. mantenimiento de equipos.
tanques.
 Expansión de
 Falta de extintores portátiles Implementación de equipos de seguridad
incendio y/o 3 5 15 Adquisición de extintores. 3 5 15
en el área. para eventos contra incendios.
explosiones.
 Falta de letreros o avisos de Implementación de señalización dentro Adquisición de letreros o
 Lesiones al personal. 3 3 9 4 5 9
seguridad. del patio de tanques. avisos de seguridad.
 Lesiones del personal
Estricto cumplimiento de procedimientos
 Trabajos de arenado y por golpes.
3 4 12 de trabajos de arenado y pintura; y uso Atención médica. 2 3 6
pintura.  Lesiones del personal
de EPPs
por caídas.
 Ausencia de personal  Asaltos.
3 4 12 Incorporar personal de resguardo. Sistema de comunicación. 2 3 6
resguardo.  Agresiones externas.
 Lesiones del personal Sistema de comunicación,
 Trabajos de soldadura y por quemaduras. Estricto cumplimiento de procedimientos activación brigada de
3 4 12 2 3 6
esmerilado.  Incendios. de trabajos de soldadura y uso de EPPs emergencia y Plan
Estación de
 Explosiones. MEDEVAC.
Compresión Coyonitas
Sistema de comunicación,
Sur  Efusión de gas. Control y capacitación para la
 Transporte de Gas. 3 4 12 activación brigada de 2 3 6
 Incendios. manipulación de la materia.
emergencia.
 Expansión de
 Falta de extintores portátiles Implementación de equipos de seguridad
incendio y/o 3 5 15 Adquisición de extintores. 3 5 15
en el área. para eventos contra incendios.
explosiones.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-125


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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

Sistema de comunicación,
 Ausencia de permiso de las Estricto cumplimiento del Plan de
 Conflictos sociales. 3 5 15 activación de Plan de 2 4 8
poblaciones aledañas. Relaciones Comunitarias.
Relaciones Comunitarias.
Sistema de comunicación,
 Descarga eléctrica.
 Condiciones climáticas activación brigada de
 Incendio. 3 5 15 Paralización de labores. 2 4 8
severas. emergencia y Plan
 Inundaciones.
MEDEVAC
 Lesiones del personal
Estricto cumplimiento de procedimientos
 Trabajos de arenado y por golpes.
3 4 12 de trabajos de arenado y pintura; y uso Atención médica. 2 3 6
pintura  Lesiones del personal
de EPPs
por caídas.
 Lesiones al personal
por golpes.
 Incorporación de nuevos Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
tanques y manifolds de pozo. de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
maniobras
inadecuadas.
Ampliación de las
 Lesiones al personal
Baterías 321 en el
 Incorporación de nuevos por golpes.
Lote II - La Bateria AX- Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
separadores bifásicos y  Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
32 y 333-A en el Lote de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
trifásicos. maniobras
XV.
inadecuadas.
 Lesiones al personal
por golpes.
 Incorporación de mediadores Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
de flujo de líquidos y gas. de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
maniobras
inadecuadas.
 Lesiones al personal
 Incorporación de
por golpes.
compresores reciprocantes Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
con motor a combustión de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
maniobras
interna.
inadecuadas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-126


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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

 Lesiones al personal
por golpes.
 Incorporación de medidores Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
de flujo de gas. de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
Ampliación de la maniobras
Estación de inadecuadas.
Compresión 321 y 325  Lesiones al personal
en el Lote II. por golpes.
 Incorporación de enfriadores Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
de gas. de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
maniobras
inadecuadas.
 Lesiones al personal
 Incorporación de por golpes.
Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
quemadores de gas de  Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
antorcha para emergencias. maniobras
inadecuadas.
 Lesiones al personal
 Empalme de líneas de flujo a por golpes.
Estricto cumplimiento de procedimientos
lo largo del campo de  Daños a equipos por 3 5 15 Atención médica. 2 4 8
de carga y descarga, y uso de EPPs.
operaciones. maniobras
inadecuadas.
 Lesiones al personal
 Empalme de líneas de flujo por golpes.
Tendido de Lineas de Estricto cumplimiento de procedimientos
con las Unidades de Bombeo  Daños a equipos por 3 5 15 Atención médica. 2 4 8
Flujo de carga y descarga, y uso de EPPs.
Mecánico. maniobras
inadecuadas.
 Lesiones al personal
 Empalme de las líneas de por golpes.
Estricto cumplimiento de procedimientos
flujo con los manifold de  Daños a equipos por 3 5 15 Atención médica. 2 4 8
de carga y descarga, y uso de EPPs.
campo. maniobras
inadecuadas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-127


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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

 Lesiones del personal


Estricto cumplimiento de procedimientos
 Trabajos de arenado y por golpes.
3 4 12 de trabajos de arenado y pintura; y uso Atención médica. 2 3 6
pintura  Lesiones del personal
de EPPs
por caídas.
Ampliación de  Lesiones del personal Sistema de comunicación,
Estación de  Trabajos de soldadura y por quemaduras. Estricto cumplimiento de procedimientos activación brigada de
3 4 12 2 3 6
Fiscalización en el esmerilado.  Incendios. de trabajos de soldadura y uso de EPPs emergencia y Plan
Lote II.  Explosiones. MEDEVAC.
 Incorporación de líneas  Lesiones del personal Sistema de comunicación,
antincendios sobre los por quemaduras. Estricto cumplimiento de procedimientos activación brigada de
3 4 12 2 3 6
tanques de almacenamiento  Incendios. de venta de crudo y uso de EPPs emergencia y Plan
del crudo.  Explosiones. MEDEVAC.
 Lesiones del personal Sistema de comunicación,
Autorizaciones, control de implementos
 Transporte terrestre de por colisiones. activación brigada de
3 4 12 de la unidad y capacitación del 2 3 6
personal.  Lesiones de terceros emergencia y Plan
conductor.
por atropello. MEDEVAC.
 Lesiones del personal
por colisiones o Sistema de comunicación,
 Transporte terrestre de volcaduras. Autorizaciones, control de implementos activación brigada de
3 4 12 2 3 8
Traslado y Armado de maquinarias y equipos.  Daños a equipos por de la unidad y capacitación del personal. emergencia y Plan
Equipo de Perforación colisiones o MEDEVAC
volcaduras.
 Lesiones al personal

OPERACIÓN
por golpes.
 Maniobras de carga y Estricto cumplimiento de procedimientos Atención médica y Plan
 Daños a equipos por 3 5 15 2 4 8
descarga. de carga y descarga, y uso de EPPs. MEDEVAC
maniobras
inadecuadas.
 Atentados.  Robos. 4 4 16 Incorporar personal de resguardo. Sistema de comunicación. 2 3 6
 Traslado del equipo de  Caídas y golpes del Control de procedimiento de operación
3 4 12 Atención médica. 2 3 6
perforación. personal. del equipo de perforación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-128


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0780
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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

Perforación de Pozos  Traslado de equipo de  Caídas y golpes del Control de procedimiento de operación
3 4 12 Atención médica. 2 3 6
de Desarrollo, completación. personal. del equipo de perforación.
Completación.  Roturas por
sobrepresión.
 Descontrol de presión,
 Derrames. Sistema de comunicación,
temperatura, flujo y Control del sistema, mantenimiento
 Fuga de gas. activación brigada de
problemas de corrosión del 3 5 15 sistemático de equipos y capacitación 2 4 8
 Daños a los equipos. emergencia y Plan
sistema. frecuente del personal.
 Incendio. MEDEVAC.
 Explosión.
 Lesiones al personal.
Sistema de comunicación,
 Ausencia de permiso de las Estricto cumplimiento del Plan de
 Conflictos sociales. 3 5 15 activación de Plan de 2 4 8
poblaciones aledañas. Relaciones Comunitarias.
Relaciones Comunitarias.
Sistema de comunicación,
Control del sistema, mantenimiento
 Explosión. activación brigada de
 Fuga de Gas Natural 3 5 15 sistemático de equipos y capacitación 2 4 8
 Incendio. emergencia y Plan
frecuente del personal.
MEDEVAC.
 Caída y golpes del Control de procedimiento de perforación
 Operaciones de perforación. 3 4 12 Atención médica. 2 3 6
personal. y uso de EPPs.
Sistema de comunicación,
Supervisión continúa de procedimientos, activación brigada de
 Explosiones  Accidentes fatales. 3 5 15 2 4 8
materiales y combustible. emergencia y Plan
MEDEVAC
Sistema de comunicación,
Control y supervisión continúa de los activación brigada de
 Reventones (Blowout)  Accidentes fatales. 3 5 15 2 4 8
parámetros de los pozos. emergencia y Plan
MEDEVAC
 Equipos y herramientas  Golpes y cortes del Control del programa de mantenimiento
3 4 12 Atención médica. 2 3 6
defectuosos. personal. de los equipos y herramientas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-129


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RIESGO RIESGO
PELIGROS MEDIDAS DE CONTROL DE RIESGOS
INICIAL RESIDUAL

Medidas de mitigación
Medidas preventivas destinadas a
Descripción de Peligros Tipo de Riesgos destinadas a reducir la

ACCIONES
reducir la PROBABILIDAD.

ACTIVIDADES
CONSECUENCIA.

Probabilidad
Probabilidad

Consecuencia
Consecuencia

Nivel de Riesgo
Nivel de Riesgo

Sistema de comunicación,
 Descarga eléctrica.
 Condiciones climáticas activación brigada de
 Incendio. 3 5 15 Paralización de labores. 2 4 8
severas. emergencia y Plan
 Inundaciones.
MEDEVAC
Sistema de comunicación,
 Lesiones del personal.
activación brigada de
 Sismos.  Daños de equipos. 3 5 15 Paralización de labores. 2 4 8
emergencia y Plan
 Derrames.
MEDEVAC
Control del programa de mantenimiento
 Maquinaria y herramienta en
 Lesiones al personal. 3 3 9 de los equipos y herramientas, y uso de Atención médica. 2 2 4
estado defectuoso.
EPPs.
 Manipulación de cargas Cumplimiento del procedimiento de Atención médica y Plan
 Lesiones del personal. 3 4 12 2 3 6
pesadas. manipuleo de cargas y uso de EPPs. MEDEVAC.
 Disposición de residuos Control de procedimientos para manejo Activación de brigada de
 Contaminación 3 4 12 2 3 6
sólidos. de residuos sólidos. emergencia.
 Manejo de residuos Control de procedimientos para manejo Activación de brigada de
 Contaminación. 3 4 12 2 3 6
peligrosos. de residuos sólidos peligrosos. emergencia.
Sistema de comunicación,
Desmovilización de  Ausencia de permiso de las Estricto cumplimiento del Plan de
 Conflictos sociales. 4 4 16 activación de Plan de 2 4 8

ABANDONO
equipos de poblaciones aledañas. Relaciones Comunitarias.
Relaciones Comunitarias.
perforación,
 Caída de equipos, Sistema de comunicación,
plataformas, y
 Sismos. lesiones al personal y 3 5 15 Paralización de labores. activación brigada de 2 4 8
equipos para
derrames. emergencia.
abandono.
Sistema de comunicación,
 Colisiones, caída de Paralización de labores ante presencia de activación brigada de
 Lluvias copiosas. 3 5 15 2 4 8
aeronaves. lluvias copiosas. emergencia y Plan
MEDEVAC.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-130


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1.14.2 PLAN DE CONTINGENCIA

1.14.2.1 Introducción

PETROLERA MONTERRICO S.A, tiene un programa de “Perforación de 115 pozos de desarrollo


adicionales”, en el Lote II Y XV.

Para ello se va realizar un Estudio de Riesgos el cual permitirá conocer las condiciones de
seguridad y los peligros inherentes a las actividades del proyecto, para formular las medidas
de mitigación a aplicar con el fin de disminuir los riesgos al entorno humano, ambiental,
social y económico a niveles tolerables, durante los trabajos de perforación.

Contiene lineamientos, guías y procedimientos con el fin de actuar en forma organizada y


dirigir los recursos hacia la protección de los trabajadores, la población, medio ambiente e
instalaciones en general. Además, para el proyecto, es necesario que los procedimientos
incluidos en el Plan de Contingencias sean integrados a los planes de respuesta a emergencias
propios las autoridades respectivas.

El Plan de contingencias está desarrollado de acuerdo a los resultados del Estudio de Riesgos
y cálculo de consecuencias efectuado para las actividades del proyecto.

1.14.2.2 Objetivos del Plan de Contingencias

El objetivo del presente PLAN DE CONTINGENCIAS, es proporcionar la información y


orientación necesaria que permita reducir a un mínimo las pérdidas y/o daños en caso de
producirse una emergencia, así como establecer responsabilidades para controlarlas en
forma oportuna y adecuada y ejecutar las operaciones de limpieza y rehabilitación de la zona
afectada, mitigando las lesiones personales, los daños e impactos ambientales que puedan
estar asociados con ellos.

1.14.2.3 Organización de respuesta de emergencias

En el presente ítem, se detallan los procedimientos de respuesta establecidos para las


diferentes emergencias que pudieran ocurrir durante el desarrollo del proyecto, para lo cual
todo el personal de PETROLERA MONTERRICO, contratistas y visitantes estarán debidamente
capacitados para afrontar dichas emergencias.

Teniendo en cuenta, que las actividades inherentes al proyecto pueden presentar riesgos de
lesiones al personal que participa en las distintas operaciones y a la población dentro del área
de influencia del proyecto así como al medio ambiente, que podrían afectar el normal
desarrollo de las actividades, se considera de primordial importancia la implementación de
procedimientos preventivos y de contingencia, que ayudarán de manera importante en el
control de los riesgos inherentes asociados al proyecto.

Las siguientes figuras presentan los flujogramas organizacionales para la atención de


emergencias durante la ejecución del proyecto, atendiendo a tres niveles de respuesta:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-131


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- Gráfico 5.2: Organización del Nivel de Emergencias I


- Gráfico 5.3: Organización del Nivel de Emergencias II

GRÁFICO 5.2: ORGANIZACIÓN DEL NIVEL DE EMERGENCIAS I

GRÁFICO 5.3: ORGANIZACIÓN DEL NIVEL DE EMERGENCIAS II

o Niveles de emergencia

PETROLERA MONTERRICO S.A. tiene dos niveles de Emergencia:

A continuación se presenta la definición de la emergencia por niveles:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-132


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TABLA 5.93: NIVELES DE EMERGENCIA

NIVEL DESCRIPCIÓN NIVEL DE EMERGENCIA ACTIVACIÓN

Emergencia que puede ser manejada localmente con los


recursos que se encuentre inmediatamente al alcance
del persona que detecta la emergencia y que están
disponibles en las distintas áreas de los Lotes II y XV.
Implica el conocimiento adecuado de los medios para la
atención de la emergencia por parte de la persona que
toma las acciones operativas para controla la
contingencia en su etapa incipiente tales como: Cierre de
No se hace
válvulas, detención de equipos (bombas), uso de
Accidentes en el sitio. necesario activar
extintores, etc. La contingencia es declarada tan pronto
I la Organización de
como sea reportada y se de o comunique la voz de
Respuesta a
alarma.
Contingencias.
Ejemplos: Pérdidas menores de contención de
hidrocarburo, amagos de incendio, accidentes menores
atendidos con los elementos del botiquín o problemas
operativos ordinarios que normalmente soluciona el
responsable del área.
Puede ser controlado por la persona que detecta el
evento de riesgo, quién notificará el evento al supervisor
o encargado del área.

Son denominados contingencia de nivel II a aquellos


casos que no pudieron ser contralados como
contingencia de Nivel I.
Ejemplos: Pérdidas mayores de contención de
Activar la
hidrocarburo, incendios que no pueden ser apagados con
Nivel de Organización de
II extintores, accidentes que no pueden ser atendidos con
accidentes serios. Respuesta a
los elementos del botiquín o problemas operativos que
Contingencias.
salen del control de los operadores, etc.
No pueda ser controlado con los planes de actuación y
recursos propios del Lote II se requerirá del apoyo de
instituciones privadas o públicas.
Elaborado por GEMA, 2015.

 Delegación de Funciones:

El mando de las operaciones será inicialmente desempeñado por el representante de


mayor nivel de la unidad que acude a la emergencia. En la medida que lleguen al lugar
de la emergencia las personas de mayor jerarquía, el mando será transferido, según el
siguiente orden:

 Emergencia de Nivel I:

 Funciones

Las responsabilidades generales del Plan de Contingencias apuntan a los siguientes


niveles de la organización de PETROLERA MONTERRICO S.A.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-133


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 Jefe de Seguridad y Medio Ambiente de PETROLERA MONTERRICO S.A. en Campo

Antes del evento

- Promover la política de Salud, Seguridad y Medio Ambiente de PETROLERA


MONTERRICO S.A.
- Liderar el cumplimiento del Plan de Contingencias, organizando los recursos
destinados para la implementación del mismo.
- Liderar el cumplimiento del Plan al nivel operativo, con las empresas contratistas
involucradas y/o organismos de apoyo externo.
- Asegurar la adquisición y el mantenimiento de los elementos, dispositivos,
maquinarias, vehículos y sistemas que se incluyen en el Plan de Contingencias.

Durante el evento

Dependiendo del nivel de la emergencia y la necesidad real de campo se tendrán


en cuenta las siguientes actividades:

- Coordinar la evaluación de la emergencia con el personal del sitio.


- Mantener la seguridad del personal durante las etapas iníciales de intervención.
- Ejercer el liderazgo en situaciones de emergencia y evaluar y controlar la
situación de emergencia.
- Desarrollar acciones para el aislamiento del sitio de emergencia y las
notificaciones iniciales.
- Asegurar que se esté registrando la información relevante sobre la emergencia.
- Evaluar, establecer y supervisar la lucha contra incendios y la protección de
activos.
- Asegurar que se hayan considerado los riesgos antes que se implementen las
medidas iniciales de intervención.
- Establecer el Centro de Operaciones de Emergencias.
- Manejar las comunicaciones con el Coordinador designado de Comunicaciones
y el Operador telefónico.
- Suministrar actualizaciones regularmente al Equipo de Manejo de Emergencias.
- Presentar requisiciones de recursos adicionales al Equipo de Manejo de
Emergencias.

Después del evento

- Restablecer las condiciones de operación normal o de parada segura de los


equipos y procesos.
- Dirigir y desarrollar los planes de restitución de condiciones de operación y/o
restablecimiento de áreas.
- Liderar el proceso de investigación de la emergencia y/o de los
incidentes/accidentes dentro de su área de influencia.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-134


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 Líder de Brigada de Emergencia

Antes del evento

- Cumplir la política de Seguridad, Salud Ocupacional y Medio Ambiente de


PETROLERA MONTERRICO S.A.
- Apoyar en el cumplimiento del Plan de Contingencias.
- Verificar mediante auditorías el cumplimiento de los estándares y
procedimientos preventivos y de contingencia.
- Conocer la ubicación de los botiquines en la instalación y estar pendiente del
buen abastecimiento con medicamento de los mismos.
- Asistir a las capacitaciones y/o entrenamientos sobre el Plan de contingencias
de su área y/o actividades relacionadas.

Durante el evento

- Brindar los primeros auxilios a los heridos leves en las zonas seguras.
- Rescatar y trasladar a las personas incapacitadas de movilizarse por medios
propios hasta un lugar seguro y/o centro de atención médica.
- Si no es posible el traslado, inmovilizar en forma segura a la persona lesionada,
hasta que reciba atención médica apropiada y pueda ser trasladado.
- Evacuar a los heridos de gravedad a los establecimientos de salud más cercanos
a las instalaciones.
- Coordinar con el personal médico el proceso de “triaje” del área de emergencia.
- Coordinar con las unidades médicas y de rescates especializados la atención y
traslado de los heridos.

Después del evento

- Apoyar en los planes de restitución de condiciones de operación y/o


restablecimiento de áreas.
- Apoyar en el proceso de investigación de la emergencia y/o incidentes en la
empresa.

 Emergencia de Nivel II:

 Representante del Cuerpo General de Bomberos Voluntarios del Perú (Incendios


– Explosiones).

Antes del evento

- Cumplir con la política de Seguridad, Salud Ocupacional y Medio Ambiente de


PETROLERA MONTERRICO S.A.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-135


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- Apoyar en el cumplimiento del Plan de Contingencias, colaborando en la


integridad y mantenimiento de los recursos destinados para la implementación
del mismo.
- Verificar mediante inspecciones el cumplimiento de los estándares y
procedimientos preventivos y de contingencia.
- Conocer la ubicación, operación y condiciones de los sistemas y equipos de
protección contra incendios en la instalación y estar pendiente del buen
funcionamiento de los mismos.
- Asistir a las capacitaciones y/o entrenamientos sobre el Plan de contingencias
de su área y/o actividades relacionadas.

Durante el evento

- Comunicar de manera inmediata al Jefe de Brigada de la ocurrencia de un


incendio.
- Actuar de inmediato haciendo uso de los equipos contra incendio (extintores
portátiles).
- Asegurar la activación de las alarmas contra incendio colocadas en lugares
estratégicos de las instalaciones.
- Recibida la alarma, el personal de la citada brigada se trasladará con urgencia al
lugar de la emergencia.
- Al llegar al sitio del evento se evaluará la situación. Si es crítica, se informará al
comando de respuesta a emergencias respectivo y/u operador Telefónico para
que se tomen las medidas de evacuación del área.
- Adoptará las medidas de respuesta inicial que considere conveniente para
combatir el incendio.
- Se tomarán las acciones preventivas necesarias sobre la utilización de los
equipos de protección personal para los integrantes que realicen las tareas de
extinción.
- Mantener comunicación constante con el comando de respuesta a emergencias
sobre las acciones en el lugar del evento
- Si el evento excede la capacidad de respuesta de la brigada, notificar de
inmediato al comando de respuesta a emergencia para la solicitud de recursos
adicionales.
- Al arribo de recursos humanos adicionales, tales como organizaciones externas
de atención de emergencias informará las medidas adoptadas y las tareas que
se están realizando, entregando el mando al nivel correspondiente, si fuera
necesario.

Después del evento

- Apoyar en los planes de restitución de condiciones de operación y/o


restablecimiento de áreas.

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 Líder de Brigada de Emergencia.

Antes del evento

- Promover la política de Seguridad, Salud Ocupacional y Medio Ambiente de


PETROLERA MONTERRICO S.A.
- Apoyar en el cumplimiento del Plan de Contingencias, colaborando en la
integridad y mantenimiento de los recursos destinados para la implementación
del mismo.
- Verificar mediante auditorías el cumplimiento de los estándares y
procedimientos preventivos y de contingencia.
- Reconocer las zonas seguras, zonas de riesgo, medios de escape y las rutas de
evacuación de las instalaciones.
- Asistir a las capacitaciones y/o entrenamientos sobre el Plan de contingencias
de su área y/o actividades relacionadas.
- Conocer la ubicación de los tableros eléctricos, llaves de suministro de agua, etc.

Durante el evento

- Comunicar de manera inmediata al jefe de brigada del inicio del proceso de


evacuación.
- Dirigir al personal y visitantes en la evacuación de las instalaciones.
- Verificar que todo el personal y visitantes hayan evacuado las instalaciones.

Después del evento

- Apoyar en los planes de restitución de condiciones de operación y/o


restablecimiento de áreas.
- Apoyar en el proceso de investigación de la emergencia y/o incidentes en la
empresa.

 Personal de Servicio de Vigilancia

Antes del evento

- Promover la política de Seguridad dentro del lote II y XV de PETROLERA


MONTERRICO S.A.
- Llevar un control diario del personal que ingresa y sale del lote II y XV.
- Liderar el cumplimiento del Plan de Contingencias, organizando los recursos
destinados para la implementación del mismo.
- Liderar el cumplimiento del Plan al nivel operativo, con las empresas contratistas
involucradas y/o organismos de apoyo externo.
- Asegurar la adquisición y el mantenimiento de los elementos, dispositivos,
maquinarias, vehículos y sistemas que se incluyen en el Plan de Contingencias.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-137


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Durante el evento

Dependiendo del nivel de la emergencia y la necesidad real de campo se realizarán


las siguientes actividades:

- Coordinar la evaluación de la emergencia con el personal del sitio.


- Mantener la seguridad del personal durante las etapas iníciales de intervención.
- Ejercer el liderazgo en situaciones de emergencia y evaluar y controlar la
situación de emergencia.
- Desarrollar acciones para el aislamiento del sitio de emergencia y las
notificaciones iniciales.
- Asegurar que se esté registrando la información relevante sobre la emergencia.
- Evaluar, establecer y supervisar la lucha contra incendios y la protección de
activos.
- Asegurar que se hayan considerado los riesgos antes que se implementen las
medidas iniciales
- de intervención.
- Establecer el Centro de Operaciones de Emergencias.
- Manejar las comunicaciones con el Coordinador designado de Comunicaciones
y el Operador telefónico.
- Suministrar actualizaciones regularmente al Equipo de Manejo de Emergencias.
- Presentar requisiciones de recursos adicionales al Equipo de Manejo de
Emergencias.

Después del evento

- Restablecer las condiciones de operación normal o de parada segura de los


equipos y procesos.
- Dirigir y desarrollar los planes de restitución de condiciones de operación y/o
restablecimiento de áreas.
- Liderar el proceso de investigación de la emergencia y/o de los
incidentes/accidentes dentro de su área de influencia.

 Técnicos especialistas

Antes del evento

- Cumplir con la política de Seguridad, Salud Ocupacional y Medio Ambiente de


PETROLERA MONTERRICO S.A.
- Participar en la operación y el mantenimiento de los elementos y dispositivos de
control y seguridad de los procesos.
- Reconocer las zonas seguras, zonas de riesgo, medios de escape y las rutas de
evacuación de las instalaciones y/o áreas, así como sus elementos de control.
- Asistir a los eventos de capacitaciones y simulacros.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-138


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Durante el evento

- Dirigirse rápidamente al sitio del evento y comunicar de manera inmediata al


comando de respuesta a emergencias, del inicio del proceso de evaluación y
control del proceso.
- Identificar y/o informar sobre las condiciones, ubicación y posición de los
elementos de control y seguridad de los equipos, instalaciones y unidades de
procesos relacionadas.
- Accionar los elementos, dispositivos y válvulas necesarias para el control de las
variables operacionales del proceso. Si es necesario detener el proceso en forma
segura y aislarlo de la acción de agentes externos.
- Operar y/o dirigir maquinarias y/o vehículos especiales para el cumplimiento de
actividades de control del evento y aseguramiento de las condiciones normales
de operación de la instalación y/o el área.
- Operar los equipos de monitoreo de variables operacionales y atmosferas
peligrosas (atmósferas inflamables, H2S, etc.)
- Cumplir las indicaciones del Comando de Operaciones de Emergencias y
colaborar con las brigadas de emergencia para el control del evento, protección
de personas, medio ambiente e instalaciones y restablecimiento de las
condiciones normales de operación.

Después del evento

- Apoyar en el desarrollo de los planes de restitución de condiciones de operación


y/o restablecimiento de áreas.
- Participar en el proceso de investigación de la emergencia y/o incidentes en la
empresa.

1.14.2.4 Tipos de contingencia

El objetivo general del Plan de Contingencia es prevenir y controlar sucesos no planificados


pero previsibles, proporcionando los lineamientos generales permitan desarrollar respuestas
a las probables emergencias identificadas durante el desarrollo del proyecto; así como
instrucciones, procedimientos y acciones coordinadas para conducir con oportunidad,
seguridad y eficiencia de acciones de respuesta a emergencias.

Los objetivos específicos del Plan de Contingencias son los siguientes:

- Establecer un procedimiento formal y escrito que indique las acciones a seguir para
afrontar con éxito un accidente, incidente o emergencia, de tal modo que cause el
menor impacto a la salud, equipos, proceso y al ambiente.
- Optimizar el uso de los recursos humanos y materiales comprometidos en el control
de emergencias.
- Establecer procedimientos a seguir para lograr una comunicación efectiva y sin
interrupciones entre el personal de PETROLERA MONTERRICO S.A, la empresa

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-139


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contratista encargada de la ejecución del Proyecto, las autoridades (MINEM, DGAAE,


DGH, OSINERGMIN, OEFA, MINAG, etc.) y otras entidades requeridas.
- Cumplir con las normas y procedimientos establecidos por el Sector Energía y Minas y
otras instituciones del Estado para las actividades del Sub-sector Hidrocarburos.

Los tipos de contingencias según el área, estudio de riesgos y/o actividades, se describen a
continuación:

- Fugas de gas natural.


- Explosiones.
- Incendios.
- Blow Out (Reventones).
- Derrames de líquidos inflamables y/o combustibles.
- Accidentes de tránsito.
- Accidentes de trabajo.
- Presencia de H2S durante la perforación.

1.14.2.5 Sistema de comunicación

o Procedimiento de comunicación interna

El propósito es establecer la forma correcta de notificar una emergencia desde la escena


al comando de respuesta a emergencia respectivo y/o a cualquier departamento de apoyo
que se requiera y disponga.

Para ello se ha establecido el formato de comunicación que usará la persona que detecta
la emergencia, a fin de recoger información necesaria para clasificar el nivel de la misma,
solicitar los recursos de acuerdo a la magnitud del evento y notificar a los responsables
de PETROLERA MONTERRICO S.A de manera exacta y veraz.

Es obligación del informante acceder a cualquier medio de comunicación (celular, radio,


teléfonos en la ruta, etc.) para notificar a los supervisores y/o responsables respectivos,
sobre un incidente.

De acuerdo al escenario presentado, es aceptable generar una primera notificación inicial


y comunicaciones complementarias posteriores, especialmente en los casos en donde la
información detallada o las obligaciones del informante están directamente ligadas a la
respuesta en la emergencia.

La información inicial para estos casos debe ofrecer al menos los datos básicos e
indispensables según el siguiente modelo:

- Nombre y cargo de la persona que detecta y/o informa el evento


- Hora aproximada
- Lugar del evento
- Tipo de emergencia

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-140


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- Descripción resumida, magnitud, condiciones y/o características del evento


- Presencia de heridos y/o fatalidades
- Medio afectado y posibilidad de agravamiento (agua, suelo, aire)
- Acciones tomadas
- Cualquier otro elemento que proporcione información valiosa para controlar el
evento

Para las comunicaciones internas, se muestran las listas de contactos con el personal
responsable y números de teléfono o correos electrónicos.

o Procedimiento de comunicación externa

Las comunicaciones externas, están dirigidas a las autoridades, comunidad o entidades


de apoyo que se requieran. La comunicación de todo accidente o incidente que ocurra en
la operación será informada en los formatos y en los plazos establecidos.

El propósito es establecer la forma correcta de notificar una emergencia desde la escena


al comando de respuesta a emergencia respectivo y/o a cualquier organismo de apoyo
que se requiera y disponga.

Para ello se ha establecido el formato de comunicación que usará el coordinador de


comunicaciones externas y/o responsable, a fin de recoger información necesaria para
clasificar el nivel de la emergencia, solicitar los recursos de acuerdo a la magnitud del
evento y notificar a los autoridades pertinentes, descritas en el presente plan, de manera
exacta y verás.

Conforme a lo dispuesto en las disposiciones legales, se debe cumplir con elaborar el


informe preliminar para comunicar a OSINERGMIN dentro de las veinticuatro (24) horas
de ocurrido el evento, transcurrido los días (10) días se debe presentar el informe final
ante OSINERGMIN, sobre los accidentes, fallas operacionales o impactos que se
produzcan en la instalación en cualquier etapa del proyecto.

La información que se debe presentar debe ser la siguiente:

- Nombre del informante.


- Lugar del evento externo.
- Fecha y hora aproximada en que se produjo el evento externo.
- Característica del evento externo.
- Magnitud del evento externo.
- Medio afectado y posibilidad de agravamiento (suelos, agua y aire)
- Aspectos críticos que se hayan visto afectado o que se puedan afectar si no se toma
una medida inmediata.
- Entidades que hayan llegado al lugar del evento externo.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-141


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o Procedimiento de notificación de eventos externos

La ocurrencia de eventos externos, tales como sismos, robos causado por agentes
externos a la operación que afecten o pudieran afectar a la instalación, se notificarán
conforme a lo descrito en la siguiente figura (Flujograma de comunicaciones y respuesta
a emergencias).

GRÁFICO 5.4: FLUJOGRAMA DE COMUNICACIONES Y RESPUESTA A EMERGENCIAS

GRÁFICO 5.5: FLUJO DE COMUNICACIÓN INTERNA EN UNA EMERGENCIA

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-142


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Asimismo se procederá de la siguiente manera:

- El observador del evento notificará vía radio, fax, teléfono o cualquier otro medio
idóneo y/o disponible, sobre la ocurrencia del evento al operador telefónico,
supervisor inmediato, Supervisor HSE del área y/o máxima autoridad en el sitio.
- El receptor de la notificación informará de inmediato la ocurrencia del evento
externo a la máxima autoridad del área y si es necesario solicitar autorización para
la activación del plan de evacuación respectivo.
- La máxima autoridad del área considerará la paralización de las actividades en la
instalación según la gravedad del evento externo, activar el plan de contingencia
según el nivel respectivo de la emergencia (Niveles I o II) tomando como referencia
las dificultades existentes para su control y sus posibles consecuencias, así como
autorizar la evacuación parcial o total del área. La máxima autoridad mantendrá
informado a todo el personal sobre las acciones, durante la ocurrencia del evento
externo.
- Según la clasificación del nivel de la emergencia, la máxima autoridad del área
notificará al Comandante de Incidente (Gerente del Proyecto) o Comandante de
Manejo de Crisis (Gerente General) sobre la ocurrencia del evento y las acciones
tomadas.
- Al finalizar el evento externo se realizará las evaluaciones de daños y los análisis de
riesgos respectivos para restablecer las operaciones. Se notificará a los niveles
respectivos estas acciones de rehabilitación y restauración a las condiciones
normales de operación.

o Medios para el reporte y comunicación de emergencias

Durante el proyecto, se utilizará Telefonía fija. Se habilitará un terminal telefónico en las


principales instalaciones, ésta unidad tiene la capacidad de mantener comunicaciones de
voz, y datos en todo momento y con cobertura mundial; de tal manera que proporciona
una conexión confiable; así mismo, mejora en forma significativa el tiempo de reacción
para una emergencia u otras necesidades.

RED PRIMARIA

Será de uso general por medio de línea telefónica fija y celular.

RED SECUNDARIA

Equipos portátiles de radio-frecuencia. Será de uso entre los trabajadores del Área
operativa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-143


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o Procedimiento de Respuesta ante Situaciones de Emergencia Médica y Evacuación (Plan


Medevac)

a. Objetivo

Prevenir y controlar sucesos no planificados, pero previsibles, y describir la capacidad


y las actividades de respuesta inmediata para controlar las emergencias médicas de
manera oportuna y eficaz.

Este procedimiento contiene la estrategia de respuesta para cada tipo de accidentes


y/o emergencias médicas potenciales que podrían ocurrir, y permite flexibilidad para
responder eficazmente a situaciones imprevistas.

b. Alcance

Este procedimiento se utilizará cada vez que realice o desarrolle actividades que
puedan generar una situación de emergencia médica.

c. Responsables

 Médico de campo. Encargado de evaluar el estado clínico de la persona(s)


accidentada(s), indicando las acciones médicas para estabilización y definir la
activación del MEDEVAC, en coordinación con el responsable de Seguridad y Salud.
 Seguridad, Salud Ocupacional y Medio Ambiente. Tomará en consideración la
decisión del médico de campo y realizará las medidas pertinentes en la activación
del MEDEVAC. Encargado de revisar y actualizar los registros siguientes:

- Plan de Respuesta Inicial ante una Emergencia Médica


- Plan de Evacuación Médica de Campo y
- Plan de Evacuación Médica en Ciudad. Comunicar los sucesos al Médico de la
empresa.

d. Referencias

- Decreto Supremo N° 032-2004-EM “Aprueban Reglamento de las Actividades de


Exploración y Explotación de Hidrocarburo”.
- Ley General de Salud. Ley N° 26842
- Reglamento para El Transporte Asistido de Pacientes por Vía Terrestre. Ley 27181.
- Decreto Supremo N° 007-2007-TR Modificación del Reglamento de Seguridad y
Salud en el Trabajo Decreto Supremo N° 009-2005-TR.
- Resolución de Consejo Directivo OSINERG N° 088-2005-OS/CD (Procedimiento para
el Reporte de Emergencias en las Actividades del Subsector Hidrocarburos).
- D.S. 043 – 2007 E.M. Reglamento de Seguridad para actividades de Hidrocarburos.
- D.S. 005-2012 EM-Reglamento de la Ley 29783: Ley de Seguridad y Salud en el
Trabajo Ley 29783, Ley De Seguridad y Salud en el Trabajo

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-144


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e. Contenido

 Definiciones Y Abreviaturas

1. Riesgo Vital: Es toda aquella situación en la que están seriamente amenazadas


cualquiera de las funciones vitales del ser humano: el estado de conciencia, la
respiración, la circulación y mantenimiento de la vía aérea.

2. Emergencia Médica: Toda aquella situación producida por un accidente ó una


enfermedad que proponga un riesgo vital; y que necesite una actuación médica
inmediata para evitar la muerte ó graves secuelas.

3. Urgencia Médica: Toda aquella alteración de la salud que en caso de


empeoramiento ó inadecuada atención médica podría suponer un riesgo vital y
por lo tanto susceptible de convertirse en Emergencia.

4. Evacuación Médica (MEDEVAC): Todas aquellas acciones programadas y


coordinadas con recursos propios y/o ajenos para lograr el acceso a la adecuada
atención médica en aquellos casos de Emergencia y/o Urgencias Médicas.

5. Accidente de Trabajo (AT): Todo suceso repentino que sobrevenga por causa o
con ocasión del trabajo y que produzca en el trabajador una lesión orgánica,
perturbación funcional, invalidez o la muerte. Es también accidente de trabajo
aquel que se produce durante la ejecución de órdenes del empleador, o durante
la ejecución de una labor bajo su autoridad, aún fuera del lugar y horas de
trabajo. Según su gravedad, los accidentes de trabajo con lesiones personales
pueden ser:

 Accidente Leve sin baja: Suceso cuya lesión, resultado de la evaluación


médica, genera en el accidentado un descanso breve con retorno máximo al
día siguiente a sus labores habituales.
 Accidente Incapacitante con baja: suceso cuya lesión, resultado de la
evaluación médica, da lugar a descanso, ausencia justificada al trabajo y
tratamiento. El día de la ocurrencia de la lesión no se tomará en cuenta, para
fines de información estadística.

Según el grado de incapacidad los accidentes de trabajo pueden ser:

- Total Temporal: cuando la lesión genera en el accidentado la


imposibilidad de trabajar; da lugar a tratamiento médico al término del
cual estará en capacidad de volver a labores habituales.
- Parcial Permanente: cuando la lesión genera la pérdida parcial de un
miembro u órgano o de las funciones del mismo.
- Total Permanente: cuando la lesión genera la pérdida anatómica o
funcional total de un miembro u órgano; o de las funciones del mismo. Se
considera a partir de la pérdida del dedo meñique.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-145


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 Accidente Mortal: Suceso cuyas lesiones producen la muerte del trabajador.


Para efecto de la estadística se debe considerar la fecha del deceso.
 Incidente: Evento(s) relacionados con el trabajo que dan lugar o tienen el
potencial de conducir a lesión leve, sin ocasionar enfermedad (sin importar
severidad) o fatalidad. Solo requiere cuidados de primeros auxilios.
 Accidente: Es un incidente con lesión, enfermedad o fatalidad.
 Lesión: Alteración física u orgánica que afecta a una persona como
consecuencia de un accidente de trabajo o enfermedad ocupacional.

6. Plan de Emergencia y Evacuación (MEDEVAC): El Plan de Emergencias y


Evacuación establece las acciones básicas de respuesta que se tomarán en
cuenta para afrontar de manera oportuna, adecuada, efectiva y con los recursos
necesarios la eventualidad de incidentes, accidentes y/o estados de emergencia
que pudieran ocurrir durante las fases de elaboración del estudio ambiental.

7. Clínica Nivel IV: Establecimiento de Salud III-1 con capacidad de diagnosticar y


de hospitalizar, capaz de atender casos médicos de complejidad, equivalente al
Hospital III (MINSA) u Hospital (III-IV) Es-Salud (Ref. Ministerio de Salud -
Categorías de establecimientos de Sector Salud. NT N°0021.MINSA/DGSP V.01.
Lima: Dirección General de Salud de las Personas, MINSA; 2004).

8. Ambulancia Tipo I: Utilizadas únicamente para el traslado de pacientes en


condiciones que no pongan en riesgo potencial la vida o la salud de éstos. Para
ver la especificación remitirse al “Reglamento para el transporte asistido de
pacientes por vía terrestre” del MINSA.

9. Ambulancia Tipo II: Utilizadas para el traslado y atención de salud de pacientes.


Para ver la especificación remitirse al “Reglamento para el transporte asistido
de pacientes” por vía terrestre del MINSA.

10.Ambulancia Tipo III: Utilizadas para el traslado y atención médica avanzada de


pacientes en estado crítico o de alto riesgo. Para ver la especificación remitirse
al “Reglamento para el transporte asistido de pacientes por vía terrestre” del
MINSA.

 Desarrollo del Procedimiento

El Plan de Respuesta Médica y Evacuación es un sistema escalonado que activará a


diferentes niveles de respuesta y responsabilidad, dependiendo de la naturaleza y
severidad de la emergencia médica. Existen tres niveles de respuesta que se
detallan más adelante.

El objetivo del Plan de Respuesta Médica y Evacuación es:

- Garantizar la atención oportuna del paciente(s) que lo requiera(n).

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-146


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- Asegurar que todos los recursos de la compañía, empresas contratistas, estén


disponibles para que los responsables de atender la emergencia médica puedan
hacer uso de ellos en la forma más oportuna y eficiente.
- Asegurar que todas las partes involucradas, cumplan con sus responsabilidades
previas, durante y después de una emergencia y que seguirán los
procedimientos establecidos.
1. Niveles de Respuesta

 Emergencia Médica Nivel I - Verde

No hay riesgo vital, no hay pérdida de conciencia, puede haber heridas


menores, contusiones, esguinces, etc.

- Requiere atención médica normal.


- Accidentes de Trabajo Leves.
- No requiere activación del MEDEVAC.
 Emergencia Médica Nivel II - Amarillo

Puede haber riesgo vital si empeora, hemorragia menor no controlada,


fiebre, contusiones grado II, fracturas, salpicaduras, intoxicaciones leves sin
aparente compromiso, dolor moderado e intenso, etc.

Requiere observación y atención médica urgente. Posibilidad de activar


MEDEVAC, de acuerdo al nivel correspondiente en el Plan de Emergencia
General.

 Emergencia Médica Nivel III - Rojo


El riesgo vital es elevado, puede haber alteración de constantes vitales ó alta
posibilidad de que se afecten. Pudiera haber, hemorragia, quemaduras
graves, shock, politraumatismo, emergencia cardiovascular, emergencia
quirúrgica, etc.

Accidente de Trabajo Grave invalidante (requiere atención en el sitio del


evento y evacuación inmediata. Requiere MEDEVAC siempre).

 Fallecimiento
Activar Sistema MEDEVAC, notificación inmediata por la vía más rápida al
personal de la lista de cargos que deben ser notificados

En caso de Emergencia masiva realizar la clasificación (triaje) de los


accidentados de acuerdo a los criterios establecidos para la Clasificación de
la Emergencia, colocando las tarjetas individuales de colores respectivas, a
fin de dar prioridad en la Evacuación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-147


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TABLA 5.94: SISTEMA DE DIFERENCIACIÓN Y CLASIFICACIÓN DE NIVEL DE GRAVEDAD


PRIORIDAD PARA TIEMPO META
CLASIFICACIÓN CÓDIGO DESTINO
EVACUACIÓN (Minutos)
UNIDAD DE SHOCK TRAUMA
INMEDIATA ROJO 1ro Inmediata Conducta: Estabilización-
Evacuación
SERVICIO DE EMERGENCIA
Conducta: Tratamiento pertinente,
URGENTE AMARILLO 2do 60
referir para
evaluación de la especialidad.
SERVICIO DE URGENCIA
STANDARD VERDE 3ro 120 Conducta: Tratamiento,
Observación.
De acuerdo a lo que determina la
FALLECIDO NEGRO Sin Prioridad Variable
autoridad competente.
Elaborado por GEMA, 2015.

EL Sistema de Diferenciación y Clasificación de Nivel de Gravedad sirve para


determinar la urgencia de la atención médica – especializada, tanto de los
accidentes como de enfermedades comunes u ocupacionales.

El tiempo meta de atención sirve para dar pautas generales sobre la


oportunidad de la atención y la calidad de la respuesta.
TABLA 5.95: CRITERIOS PARA LA CLARIFICACIÓN DE LA EMERGENCIA

CRITERIOS ROJO AMARILLO VERDE


*Vía aérea cerrada
*Respiración ausente
RIESGO DE VIDA
*Pulso ausente
*Shock
*Intenso
DOLOR *Moderado *Cualquier dolor
*Muy intenso
HEMORRAGIA *Profusa *Menor no controlado *Sangrado menor
*Alterada
*Alterada
*Pérdida de conciencia post
CONCIENCIA *Pérdida de conciencia post
trauma
trauma, sin otros síntomas.
*Pasciente convulsionando
TEMPERATURA Hipertemia => 41°C T°<38.5
*Incendio (gran quemado,
quemadura de *Vía aérea
*Víctima de explosión
*Shock eléctrico.
*Víctima de accidente aéreo.
*Traumatismo múltiple.
*Vertebra-medular.
*Severo, cerrado o
tórax/abdomen. *Contusiones
*Precipitación de altura *Escoriaciones *Contusiones
MECANISMO DEL (>=3m/TEC severo) *Luxaciones *Escoriaciones
TRAUMA/ACCIDENTE *Heridas punzantes/bala *Fracturas *Luxaciones
(compromisos de viceras) *Intoxicaciones sin *Fracturas
*Emergencia Cardiovascular compromiso sintético
*Emergencias Médicas
*Emergencia Quirúrgicas
*Abdomen agudo con signo
de peritonitis.
*Amputaciónes de miembros.
*Trauma evero de ojo.
*Otros a consideración del
médico.
FORMA DE INICIO/
Empeora en horas Inicia/empeora en 24 hrs
EVOLUCIÓN
MEDEVAC Ocasionalmente Nunca o casi nunca
Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-148


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2. MEDEVAC a Clínica de Nivel IV; Rojo

- El transporte de pacientes tiene riesgos inherentes, por lo que debe tomarse


precacauciones y orientación para Evacuación de Paciente.
- Toda lesión con riesgo potencial de vida o de invalidez, debe tenerse en
consideración para activar el MEDEVAC, en forma oportuna.
- Todo paciente evacuado como MEDEVAC debe ser trasladado en ambulancia
(Transporte Asistido (tipo II y III) a Clínica, salvo indicación médica y sólo se
requiera Ambulancia de transporte (Tipo I).

3. Condiciones que requieren Atención en Clínica de Nivel IV (MEDEVAC)

El MEDEVAC procede para todas las condiciones médicas que requieran:

- Atención en la Unidad de Cuidados Intensivos.


- Cirugía abdominal mayor.
- Cirugía cardíaca.
- Neurocirugía.
- Re-implante de miembro.
- Quemaduras graves (> 20 % SC ó compromiso de cara, manos, genitales,
zonas de pliegues o articulaciones, quemaduras de 3er y 2do grado profundo
en más del 10% SC, que van a requerir injertos).
- Sospecha de Afección pulmonar por Inhalación de Gases Contaminantes.
- Pacientes con sospecha de traumatismo vertebro medular.
- Traumatismo de mano moderado, severo (con riesgo de producir
incapacidad permanente).
- Procedimientos de diagnóstico o de tratamiento que no se disponen
localmente o que el standard del servicio no es el adecuado.
- Estados psiquiátricos agudos.
- Intento de suicidio.
- Fracturas complejas (ejm. Fracturas expuestas con minuta).
- Insuficiencia Respiratoria Aguda Complicada
- Traumatismos Craneales y/o “Derrame cerebral”
- Paciente con enfermedad grave con síntomas/signos severos de
descompensación.

 Responsabilidad de Notificación

Todo accidente o lesión personal, requiere ser notificada y reportada con la


finalidad de realizar la investigación del accidente e implementar los cambios
en los procedimientos de trabajo que eviten la repetición del evento.

La comunicación a las diferentes entidades del Estado se realizará de acuerdo


a las normas y reglamentos vigentes aplicables de cada sector.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-149


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4. Manejo de Casos de Fallecimiento de Personal

 Diagnóstico de Muerte en las Actividades

- Persona encontrada sin signos vitales, por tiempo indeterminado.


- Cadáver con signos de lividez y/o rigidez cadavérica.
- Intento fallido de resucitación cardiopulmonar.

 Causas de Muerte

Independientemente de la causa que ocasione la muerte (accidente,


enfermedad, homicidio, suicidio, etc.) la máxima autoridad del lugar en la
locación procederá de acuerdo a lo siguiente:

a. Acciones Inmediatas

Comunicaciones en la Zona:
La persona/s que toman conocimiento del hecho comunicará en forma
inmediata al personal de salud más cercano y/o al supervisor del
trabajador, mediante el canal de comunicación más rápido, el cual a su
vez pondrá en conocimiento del encargado de Salud y Seguridad lo
ocurrido.

Se adoptarán las medidas de seguridad del área para preservar los


elementos que den información sobre la causa del fallecimiento.

Comunicación Simultánea al Responsable de Salud Laboral, quien se


comunicará con la Fiscalía de la Jurisdicción a fin de solicitar la
autorización para el levantamiento del cadáver.

Precisión sobre el Levantamiento del Cadáver:


De acuerdo a la Legislación Vigente, el levantamiento del cadáver solo
puede efectuarse, previa presencia del representante del Ministerio
Público o autoridades (de ser el caso) en la zona (policía o juez de Paz);
quién autoriza el Levantamiento del Cadáver, mediante la exhibición del
documento oficial (original) del Ministerio Público, el mismo que será
consignado en el ACTA respectiva.

b. Acciones Previas al Levantamiento del Cadáver:

Se coordinará con Salud Laboral y con el supervisor encargado de


seguridad en campo, la inmovilización del cadáver y la exacta
conservación de todos los elementos del ambiente donde ocurrieron los
hechos, hasta que se apersone(n) la(s) autoridad(es) competente(s) y se
ordene el levantamiento del cadáver.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-150


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El Responsable de la Locación comunicará a la empresa donde labora el


trabajador a los efectos de que se haga cargo de todo lo relacionado con
los hechos.

Del mismo modo:

Informar a Relaciones Laborales de la empresa, a fin de obtener Asesoría


Legal, para todo lo no previsto en el presente procedimiento.

Informar a RR.HH. de la empresa a fin de que indique las acciones a


realizar y los beneficios que se otorgaran. Estas se realizaran de acuerdo
al vínculo laboral de la persona siniestrada.

c. Acciones de Levantamiento de Cadáver

En el acto del Levantamiento del Cadáver, se suscribirá la correspondiente


Acta, suscrita por la autoridad correspondiente, interviniendo Responsable
del Establecimiento donde ocurrieron los hechos.

El acta se emitirá en igual número de juegos como autoridades


representadas participen del hecho.

5. Plan de Evacuación Médica – MEDEVAC:

Por cada proyecto u actividad en campo, se debe realizar un plan MEDEVAC


(evacuación médica) para dar atenciones de primeros auxilios al personal de
campo.

Plan de contingencia inicial será:

- Atender al personal herido, en el mismo punto del evento por personal de


salud.
- Se evalúa al paciente, dependiendo de ello, se evalúa su evacuación a un
punto despejado y de acceso rápido, para poder ser ubicado con facilidad,
comunicación constante.
- Si el paciente está en buenas condiciones, se retoma la actividad.
- Básicamente se describe la evacuación del accidentado a los centros
médicos más cercanos, que estarán cerca de los centros de coordinación,
estos centros más cercanos (como el Hospital de Talara, otros cercanos).
- Durante el evento del accidente, el personal de salud se comunicará con el
Coordinador de seguridad para que este a su vez coordine si se da el caso
la evacuación del accidentado a los puntos de los centros hospitalarios más
cercanos antes mencionado, (como en Hospital de Talara, otros cercanos )
- Siempre previa coordinación con responsables de PETROMONT, se describa
la forma de actuar ante una emergencia médica frente un incidente que
suceda en las actividades dentro de la zona de actividades.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-151


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Plan de Evacuación Médica:

- El plan describe la forma de actuar de los involucrados en la identificación


de la lesión o enfermedad en campo en los eventos de transporte terrestre.
- El coordinador de PETROMONT definirán rutas y vías de evacuación hacia
la ciudad de Lima.
- Para la evacuación del paciente siempre estará acompañado de personal
de salud adecuado quien debe contar con la kit médico de emergencias.
- El personal de salud asignado, hará seguimiento del proceso de
recuperación y comunicará en forma oportuna las incidencias ocurridas
hacia los coordinadores responsables.
- Previamente se identifica los hospitales y/o clínicas en las cuales los
coordinadores de PETROMONT acuerden para tratar al paciente en su
recuperación.
- El responsable de PETROMONT, estará pendientes de la recuperación del
paciente como del proceso de mejoramiento, coordinando continuamente
con personal de salud asignado al mismo.

Plan de Evacuación Médica en Ciudad

- En caso que el paciente requiera atención especializada, y no hubiese


condiciones para realizarlo en Piura, previa opinión del personal de salud
asignado el coordinador de PETROMONT, definirán rutas y medios para
evacuar al paciente a Lima.
- Para ello se verificará y coordinará los hospitales y/o clínicas en las cuales
arribará el paciente.
- El personal de salud asignado, informará de los avances del proceso de
recuperación hacia los el coordinador de PETROMONT, y ellos a su vez a sus
respectivas instituciones.

1.14.2.6 Acciones de respuesta en caso de emergencias

o Plan de contingencia para fugas de gas natural

 Características de una Fuga de Gas Natural

El Gas Natural en atención a sus condiciones de presión y temperatura, se expandirá y


difundirá en la atmósfera, pudiendo formar una atmosfera inflamable bajo ciertas
condiciones ambientales, tales como; baja velocidad del viento, baja temperatura, alto
confinamiento, etc. Una de los factores más importantes a tomar en cuenta es la
densidad de la mezcla. En el caso del gas natural o mezclas de hidrocarburos, con un
porcentaje mayor al 70% de Metano, comúnmente presente en pozos que están
siendo perforados, se pueden formar atmosferas peligrosas dentro de las áreas debido
a que pueden formar “mezclas inflamables” o “nubes”, cuyo tiempo de dispersión,
dependerá efectivamente de las condiciones climatológicas, grado de confinamiento
y condiciones físicas de salida de la fuga. El factor primordial es si esta “nube”, ignita

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-152


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por efecto de encontrar una fuente de calor o se dispersa en el aire en un punto más
allá de la fuga. Hasta donde es inflamable y cuáles serían las condiciones de una
probable ignición y el área afectada son las preguntas necesarias para establecer un
plan de contingencias efectivo.

El ambiente en que se produce el escape es decisivo. Un ambiente cerrado es más


peligroso en comparación a un campo abierto y ventilado. Mucho dependerá de las
condiciones meteorológicas en la magnitud del riesgo, tales como velocidad del viento,
temperatura, humedad, etc.

De acuerdo con la calidad y propiedades del material, en presencia de oxígeno


(presente en el aire) se tiene que puede ser explosivo en ambientes confinados y en
grandes cantidades. Sin embargo para el caso previsto en este proyecto, la presencia
en la mezcla de una gran cantidad de Metano (más del 89% de la mezcla), lo que hace
a la mezcla muy liviana, y la baja cantidad de material, hace improbable (aunque
posible) una explosión en el área, aun cuando se establecerán los procedimientos para
evitar esta condición y para su control si es que sucediera.

La probabilidad de un incendio, depende de dos factores: (01) que la atmósfera


contenga una mezcla inflamable de gas y aire dentro del rango de inflamabilidad, y
(02) que allí coincida con una fuente de ignición. La detonación no ocurre
frecuentemente porque la propia mezcla y la fuente de ignición no están presentes al
mismo tiempo y requieren además de ciertas condiciones de confinamiento y cantidad
de material.

La electricidad estática puede ser fuente de ignición y esta generación ocurre


generalmente en atmósferas de baja humedad relativa. La corriente estática puede ser
generada cuando un gas escapa a baja presión y alta velocidad de la tubería en una
atmósfera seca.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Fugas de Gas Natural

a. Antes:

Se seguirán las siguientes actividades preventivas:

- Se identificará y señalizará todos los posibles puntos de fugas de Gas Natural


y/o ubicación de los recipientes de proceso o equipos que contengan gas a
presión durante la etapa de well testing.
- Se identificarán y señalizarán las zonas de seguridad y las vías de evacuación
en todas las instalaciones.
- Se proveerá capacitación e instruir a todos los trabajadores sobre detección,
protección y evacuación en caso de fugas de Gas Natural.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, megáfonos, camillas, radios, linternas, etc.).

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-153


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- Realizar periódicamente simulacros de evacuación según el programa previsto


para tal fin. Preparar y presentar un informe de evaluación después de cada
ensayo.
- Se apoyará en la divulgación de los programas y planes de contingencia de los
Comités distritales de defensa civil y participar activamente en las actividades
de estos.

b. Durante:

Información y comunicaciones:

- Todos los trabajos se suspenderán hasta asegurar la zona, dependiendo de la


gravedad de la fuga.
- Notifique de inmediato la condición detectada. Activar las alarmas previstas
para tal fin.
- Al escuchar la alarma, cada persona se debe dirigir a la posición de emergencia
o punto de reunión que tenga especificado.
- El Operador telefónico o persona que detecta la emergencia, debe informar al
personal clave, sobre el evento a fin de tomar las precauciones del caso.
- Se debe procurar activar las brigadas de emergencia, lo más pronto posible para
su preparación, traslado al sitio e inicio de las acciones de control de la
emergencia.
- Se ubicará al personal en zonas de seguridad y asegurar la suspensión de toda
actividad, utilizando las rutas de evacuación previstas para tal fin. En todo caso
recuerde salir del “área” de riesgo en contra del viento.

Evaluación:

- Se evaluará la gravedad de la situación y se tomarán las acciones necesarias para


iniciar la reacción.
- En caso de eventos con incendios debido a la fuga se aplicará los procedimientos
por incendio y/o explosiones. Un fuego en esta área debe ser considerado de
inmediato Nivel II.
- Detecte el origen de la fuga de gas.
- Realice una evaluación preliminar de riesgos, personal afectado, área afectada,
posibles escalamientos o presencia de efecto “dominó”, acciones requeridas de
inmediato y recursos necesarios y disponibles para el control del evento. Según
la evaluación del lugar o la magnitud de la fuga, se asignará el grado en la
siguiente forma:

 GRADO 1: Fuga que presenta un existente o probable daño a personas o


propiedades y que requiere acción inmediata o continúa hasta que las
condiciones riesgosas desaparezcan, con todos los recursos disponibles del
área. Si es necesario se activará el NIVEL II de emergencia.

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 GRADO 2: Fuga que se considera no peligrosa en el momento de su


detección, requiere de acción basada en un futuro riesgo. Generalmente son
emergencias de NIVEL I.

Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de la emergencia:

- Si es posible, cierre las válvulas de los equipos, recipientes y/o líneas para evitar
que siga saliendo el gas.
- Apague de inmediato equipos que utilicen o generen calor, y que representen
fuentes de ignición para la fuga.
- Evite encender aparatos. No prenda cerillos ni cualquier tipo de fuego. No
conecte o accione aparatos eléctricos.
- Un fuego de gas no debe apagarse a menos que inmediatamente se pueda
cerrar o taponar la fuga.
- Si la única válvula que puede controlar el paso del gas está activada, puede
considerarse la posibilidad de que los bomberos o el personal adiestrado se
acerquen a cerrarla protegidos por agua y ropa adecuada.
- En caso de que el recipiente de gas incendiado sea controlado y ya no tenga el
peligro de extenderse hacia otros tanques, déjelo encendido hasta que el gas se
consuma.
- Los recipientes, líneas o equipos que estén expuestos a fuego, siempre deben
enfriarse, por personal calificado.
- Un recipiente que este en llamas no debe ser movido.
- Si abre la válvula de seguridad del tanque y se “enciende” el gas, este fuego no
debe extinguirse, espere hasta que se apague solo.
- Siempre acérquese a la fuga de gas a favor del viento.
- Todas las personas que no tengan nada que ver para controlar el fuego o reparar
la fuga, deben ser retiradas del área de la “nube” o de la zona de fuego.
- Si todavía no se declara el fuego, elimine las fuentes de ignición, como pueden
ser los interruptores generales de corriente eléctrica, si están muy cerca, nunca
serán movidos; el que esté conectado debe quedar conectado y el apagado,
apagado.
- Una vez que se está combatiendo el siniestro, el Jefe de Operaciones de
Emergencias y/o Comandante de Operaciones debe proceder a:

 Observar que se realicen todas las tareas previstas.


 Observar que todas las posiciones de emergencia estén atendidas.
 Realizar el conteo de personal.
 Anotar las personas lesionadas o desaparecidas.
 El personal lesionado debe ser traslado al Hospital o clínica dispuesto para
tal fin, con los recursos del área, si fuera necesario.

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c. Después:

Terminación y Evaluación de daños

El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:

La finalidad de la investigación de emergencias es descubrir todos los factores que


intervienen en la génesis de estas, buscando sus causas. El objetivo de la
investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

La investigación debe ser iniciada dentro de las primeras 24 horas de ocurrido el


evento.

d. Recursos

- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas
- Brigadas de emergencia
- Personal de la posta médica del área
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.)
- Relaciones externas.
- Personal Organismos externos.

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales):

- Kit de emergencias médicas.


- Kit de control de fugas.
- Extintores portátiles y sistemas de protección contra incendios o emergencias.
- Megáfono y/o pitos
- Catálogo de instalaciones.
- Procedimientos de emergencias.
- EPP´s.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-156


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

- Formularios de notificación y reporte de accidentes.


- Manual del proyecto
- Cintas de restricción de área
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.), de divulgación.
- Listado de números telefónicos de emergencia.

o Plan de contingencia en caso de incendio

Se prevé que un accidente con riesgo de incendio puede ocurrir por alguna de las
siguientes causas:

- Incendio por escape de gas natural.


- Explosión por escape y formación de mezcla de gas natural seco, aire y fuente de
ignición en proporción de alto riesgo.
- Incendios de líquidos inflamables y/o combustibles. Estos a su vez se pueden subdividir
en:

 Incendios en el área del pozo (por fuga y/o derrame, blow out, etc.)
 Incendio en el campamento.
 Incendio en áreas de almacenamiento.
 Incendios de materiales combustibles, tales como papel, cartón, etc.
 Incendios en equipos energizados (de origen eléctrico).
 Materiales explosivos y detonadores.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Incendio

a. Antes:

Se seguirán las siguientes actividades preventivas:

- Se identificarán y señalizarán las zonas de seguridad y las rutas de evacuación en


todas las instalaciones.
- Se proveerá capacitación y se instruirá a todos los trabajadores sobre uso de
equipos de extinción de incendios, protección y evacuación en caso de incendios
en el área de campamentos y líneas de registros.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, megáfonos, camillas, radios, linternas, etc.).
- Realizar periódicamente simulacros de evacuación y extinción de incendios, según
el programa previsto para tal fin.
- Preparar y presentar un informe de evaluación después de cada ensayo.
- Se cumplirá con la actualización de los manuales de operación y mantenimiento,
divulgación del plan de contingencias.
- Se debe asegurar el conocimiento de las responsabilidades y funciones en caso de
un evento de fuego.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-157


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0795
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b. Durante:

Información y comunicaciones:

La persona que observa fuego o un amago de incendio, informará inmediatamente


al Supervisor más cercano, operador o llamar al Operador telefónico, al mismo
tiempo debe evaluar la situación y si es posible comenzar a extinguirlo con los
extintores del lugar.

Si el Supervisor considera la situación delicada, decide:

- Activar la alarma.
- Llamar y comunicar al Coordinador de Seguridad de y/o a la central de
emergencias – Operador telefónico.
- Activación de la brigada de emergencia.
- Buscar personal de apoyo, herramientas y/o materiales adicionales requeridos,
etc.
- Al escuchar la alarma, cada persona se debe dirigir a la posición de emergencia
o punto de reunión.

Evaluación

Se evaluará la gravedad de la situación y se tomarán las acciones necesarias para


iniciar la reacción

El Jefe de Operaciones de emergencia llegará al sitio del evento y realizar una nueva
evaluación de las condiciones y el alcance del evento.

Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de emergencias

- En primera instancia, la brigada de emergencia, debe atacar el incendio


directamente con la ayuda de extintores portátiles hasta el control del evento,
una segunda brigada se encarga de observar situaciones riesgosas, alejar
elementos inflamables, cortar el fluido eléctrico, restringir el ingreso de
personas, evacuar al personal no necesario del sitio y/o lesionados y apoyar a la
brigada contra incendio. Una tercera brigada básicamente conformada por
personal médico prepara el botiquín de primeros auxilios y medicamentos
necesarios para la atención de los heridos.
- En el caso que no se pueda combatir el incendio y éste adoptara magnitudes
incontrolables se debe tocar la alarma, pedir ayuda y desalojar el área o lugar
afectado, activándose de esta manera el nivel emergencia II.

c. Recursos

- Company Man (en la etapa de Perforación).


- Operador Telefónico.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-158


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- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.


- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.

d. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales):

- Kit de emergencias médicas.


- Kit de control de fugas.
- Extintores portátiles y sistemas de protección contra incendios o emergencias.
- EPP´s.
- Formularios de notificación y reporte de accidentes.
- Manual del proyecto.
- Cintas de restricción de área.
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.), de divulgación Listado de números telefónicos de emergencia.

o Plan de contingencia en caso de explosiones

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Explosiones

a. Antes:

Se seguirán las siguientes actividades preventivas:

- Se identificará y se señalará las zonas de seguridad y las rutas de evacuación en


todas las instalaciones.
- Se proveerá capacitación e instruir a todos los trabajadores sobre protección y
evacuación en caso de explosiones.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, megáfonos, camillas, radios, linternas, etc.).
- Realizar periódicamente simulacros de evacuación según el programa previsto
para tal fin.
- Preparar y presentar un informe de evaluación después de cada ensayo.

b. Durante:

Información y comunicaciones:

- Todos los trabajos serán suspendidos hasta asegurar la zona.


- En caso de eventos con fugas de gas y/o incendios debido a la explosión se
aplicarán los procedimientos respectivos.
- Se procederá a la Evacuación inmediata del área afectada a una distancia segura
y hacia el viento para evitar inhalación de posibles gases tóxicos.
- Dar voz de alarma a través de sirena de alarma y a voz viva.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-159


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Evaluación:

- Una vez determinado si es seguro acercarse al área del evento se inician


acciones como:

 Paro total o parcial de la instalación.


 Activación de la Brigada de Incendio.
 Protección de las instalaciones.
 Notificar a la oficina de Lima.

c. Después:

Terminación y evaluación de daños:

Después de extinguido el incendio producto de la explosión y/o controlado el


riesgos de posibles detonaciones por elementos, el coordinador de seguridad debe
realizar una inspección de la zona para evaluar las condiciones, nivel de daños y
averiguar las causas del evento.

Mantener al personal en las áreas de seguridad por un tiempo prudencial, para


evitar posibles réplicas. Se realizarán las siguientes actividades:

- Atención inmediata de las personas accidentadas.


- Evaluar los daños en las instalaciones y equipos.
- Reparación o demolición de toda construcción dañada.
- Retorno del personal a las actividades normales.
- Se revisarán las acciones tomadas durante la emergencia y se elaborará un
reporte de incidentes. De ser necesario, se recomendarán cambios en los
procedimientos.

Investigación:

Tan pronto se termine de restaurar el servicio después de una emergencia, se


evaluará cual o cuales fueron las causas que la originaron, reuniendo todas las
evidencias y preparando el informe que se asentará en el registro.

d. Recursos

- Company Man.
- Operador Telefónico
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas
- Brigadas de emergencia
- Personal de la posta médica del área
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.)
- Relaciones externas.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-160


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e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales):

- Kit de emergencias médicas.


- Kit de control de fugas.
- Extintores portátiles y sistemas de protección contra incendios o emergencias.
- Catálogo de instalaciones.
- Procedimientos de emergencias
- EPP´s.
- Formularios de notificación y reporte de accidentes
- Manual del proyecto
- Cintas de restricción de área
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.), de divulgación.
- Listado de números telefónicos de emergencia.

o Plan de contingencia en caso de BLOW OUT

Un Blow-Out, está representado por la liberación no controlada de fluidos de un pozo de


hidrocarburos, debido a sus condiciones y características.

Un incidente de esta magnitud, abarca una serie de eventos que tienen el potencial de
dar lugar a varios escenarios.

- Un flujo a presión del pozo (incendiado o no). Por efecto de una restricción y desviación
a causa de daños estructurales del cabezal de pozo, casing colapsado, derrumbe de
sub-estructura/estructura, pudiera haber un flujo horizontal (incendiado o no).
- Formación de una nube con probabilidad de fogonazo (flash fire), dependiendo de las
condiciones climatológicas, condiciones de liberación, propiedades fisicoquímicas y
cantidad del material liberado.
- Una liberación del material de forma vertical u horizontal incendiado, comúnmente
denominado jet fire (en el caso de fuego vertical denominado Flow).

Una vez que se ha detectado una arremetida, el pozo debe ser controlado de acuerdo al
correspondiente procedimiento (Well Control). Los elementos principales para el cierre,
control y “matado” (killing) del pozo, son los del SISTEMA DE SEGURIDAD del equipo de
perforación, entre estos están el conjunto de válvulas preventoras de reventones (BOP
“Blow Out Preventors”), el acumulador de presión, el choque manifold; manejados
OPORTUNAMENTE por personal debidamente entrenado, lo cual es la clave para el éxito
en el control de pozos, por lo que es esencial efectuar un cuidadoso programa de pruebas
a estos elementos.

Los peligros comunes a la salud y a la seguridad en un reventón incluyen:

- Calor radiante
- Concentraciones de gases inflamables y/o tóxicos

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-161


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0797
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- Materiales explosivos (cargas de perforación, mecha de detonación, etc.)


- Sustancias comprimidas (acetileno, oxígeno, etc.)
- Productos químicos peligrosos.
- Niveles peligrosos de ruido.
- Daño estructural.
- Fuga de gas o fluidos (Acumulación).
- Líneas eléctricas dañadas.
- Tráfico vehicular y equipo civil.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Blow Out

a. Antes:

- Se proveerá capacitación y se instruirá a todos los trabajadores sobre uso de


equipos de extinción de incendios, protección y evacuación en caso de incendios
en el área de campamentos y líneas de registros.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, camillas, radios, linternas, etc.).
- Realizar periódicamente simulacros de evacuación y extinción de incendios,
según el programa previsto para tal fin.
- Preparar y presentar un informe de evaluación después de cada ensayo.
- Se cumplirá con la actualización de los manuales de operación y mantenimiento,
divulgación del plan de emergencia.
- Se debe asegurar el conocimiento de las responsabilidades y funciones en caso
de un evento de fuego.

b. Durante:

- Activación del Blow Out Task Force Team, y sus recursos necesarios para
importar y llevar al sitio toda la logística necesaria para el debido control de la
situación (Capping/Well Relief, etc.) como repuesta Inmediata en las primeras
48 horas.
- Llamar y comunicar al Coordinador de Seguridad de y/o a la central de
emergencias – Operador telefónico.
- Activación de la brigada de emergencia.
- Buscar personal de apoyo, herramientas y/o materiales adicionales requeridos,
etc.
- El personal de respuesta en la escena involucrará inicialmente solamente al
personal presente en el sitio al momento que ocurre un incidente.
- Se ubicará al personal en zonas de seguridad y asegurar la suspensión de todo
equipo, utilizando las rutas de evacuación previstas para tal fin. En todo caso
recuerde salir del “área” de riesgo en CONTRA del viento.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-162


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- Para la operación del pozo, la primera persona en responder será el


representante de la empresa después de recolectar la información notificará e
informará al Líder del Proyecto y al Gerente de Perforación acerca del incidente.

Evaluación

- Se evaluará la gravedad de la situación y se tomarán las acciones necesarias para


iniciar la reacción.
- El Jefe de Operaciones de emergencia llegará al sitio del evento y realizar una
nueva evaluación de las condiciones y el alcance del evento.
- El Plan de Emergencia para Reventones enfoca los incidentes a tres niveles
diferentes.

Nivel 1:
 Arremetidas de pozo

 Pérdida de circulación
 Derrames de petróleo - < 100 barriles

Nivel 2:
 Falla de equipo de control de pozo.
 Arremetida de volumen elevado.
 Tubo de perforación o de revestimiento.
 Situación de control de pozo – Potencial para intensificación.

Nivel 3:
 Pérdida de control primario de pozo.
 Reventón de superficie (con fuego o sin fuego)

 Reventón subterráneo sostenido.


 Cizallamiento de tubo.

 Derrames de petróleo > 100 barriles.


 Derrame de material peligroso.

Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de emergencias

En primera instancia, la brigada de incendio, debe dirigirse directamente a la zona


para apoyar en las labores de control del evento, una segunda brigada se encarga
de observar situaciones riesgosas, alejar elementos inflamables, cortar el fluido
eléctrico, restringir el ingreso de personas, evacuar al personal no necesario del
sitio y/o lesionados y apoyar a la brigada contra incendio. Una tercera brigada
básicamente conformada por personal médico prepara el botiquín de primeros
auxilios y medicamentos necesarios para la atención de los heridos.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-163


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c. Recursos Humanos:

- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.
- Brigadas de Combate de Incendio.
- Personal Organismos externos.
- Personal especialista de control de pozos.

o Plan de contingencia de sulfuro de hidrógeno (H2S)

Todas las operaciones de perforación del Lote II Y XV se llevarán a cabo considerando la


posibilidad de la presencia del Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S), para ello serán tomadas
las consideraciones del caso, lo cual pasa por la inclusión en nuestro Plan de
Contingencias, de las acciones correspondientes en caso de una Emergencia con
Presencia de este Gas venenoso.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Sulfuro de Hidrógeno.

a. Antes:

Se proveerá capacitación e instruir a todos los trabajadores que incluya, al menos:

- Origen del Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S)


- Características y propiedades del Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S)
- Toxicidad, Efectos al organismo y Niveles de Tolerancia del Gas Sulfuro de
Hidrogeno (H2S).
- Operaciones con el Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S).
- Conciencia de la importancia de la dirección del viento y su consideración.
- Reconocer las Alarmas utilizadas en la Locación que indican la presencia del Gas
Sulfuro de Hidrogeno (H2S).
- Conocimientos sobre Rutas de evacuación.

b. Durante:

Una vez detectada la presencia del Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S), se tomarán las
siguientes medidas: FASE de Comunicación.

- Hacer sonar la Alarma de detección del Gas Sulfuro de Hidrogeno (H2S)


- Todos los trabajos se suspenderán.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-164


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- Se procederá a la Evacuación inmediata de la Locación de todo el personal,


atendiendo:
 Dirección del Viento

 Ruta de Evacuación
 Centro de Respiración de Aire Limpio más Cercano.

- Los miembros del personal supervisor asumirán sus roles y asegurarse de:
 Dirigir y la evacuación de manera adecuada de todo el personal.

 Que se hayan acercado a los respectivos puntos de concentración las

personas desganadas de llevar los radios portátiles.


 El paramédico activa todos sus equipos de atención para atender los

afectados por el Gas H2S.


 Se realice un conteo del personal.

c. Después:

- Mantener contacto con las victimas que hayan sido evacuadas e informar sobre
su estado.
- Restablecer de inmediato las condiciones de operatividad de los equipos,
materiales, dispositivos, herramientas, etc., utilizados durante la emergencia.
- Retorno del personal a las actividades normales.
- Evaluar los posibles daños y niveles en las instalaciones / equipos, dispositivos,
etc., por exposición del H2S.

Terminación y Evaluación de daños

El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:

Todos los casos de presencia de H2S serán registradas como resultados de una
investigación que determine las causas que originaron el accidente, como también
las acciones llevadas a cabo para controlar la situación.

La finalidad de la investigación de esta emergencia es descubrir todos los factores


que intervienen en la génesis de estas, buscando causas y no culpables. El objetivo
de la investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-165


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Restablecimiento de las Operaciones:

Luego de conocerse los resultados de la evaluación de las áreas críticas, las cuales
serán cero Partes por Millones de Sulfuro de Hidrogeno (0 ppm H2S), se
restablecerán las operaciones.

d. Recursos Humanos:

- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)

- Kit de emergencias médicas


- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil)
- Dispositivos fijos, portátiles y tubos colorimétricos para el monitoreo que
permitan detectar y Medir las concentraciones del Gas Sulfuro de Hidrogeno
(H2S), en aquellos puntos críticos.
 Cellar
 Niple Campan
 Tanques de Lodo
 Piso de Perforación

Como también en las áreas adyacentes durante el ingreso para las evaluaciones de
la atmosfera.

o Plan de contingencia de caso de sismo

Se contará con una zona de seguridad, en la cual, cualquier tipo de fuente de ignición
estará alejada de la zona de almacenamiento de combustibles. El personal en todo
momento mantendrá la calma.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-166


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 Procedimiento de acción de respuesta en caso de Sismo.

a. Antes:

En caso de sismos, se seguirán las siguientes actividades preventivas:

- Identificar y señalar las zonas de seguridad y las rutas de evacuación en todas


las instalaciones (Campamentos y equipo de perforación).
- Se proveerá capacitación y se instruirá a todos los trabajadores sobre protección
y evacuación en caso de sismos.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, megáfonos, camillas, radios, linternas, etc.).

b. Durante:

Todos los trabajos se suspenderán hasta asegurar la zona, dependiendo de la


gravedad del sismo.

- Se ubicará al personal en zonas de seguridad y asegurará la suspensión de todo


equipo y proceso.

Mantener al personal en las áreas de seguridad por un tiempo prudencial, para


evitar posibles réplicas. Se realizarán las siguientes actividades:

- Conteo preliminar del personal. En el caso de que falte alguien proceder, si es


posible, a la búsqueda personas desaparecidas
- Atención inmediata de las personas accidentadas. Si es necesario inmovilizar
convenientemente y trasladar hacia un sitio seguro o protegido.
- Evaluación preliminar de los daños y de la situación.
- Particularmente sobre el riesgo y sus factores en caso de una posible replica.
c. Después:

El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:
La finalidad de la investigación de emergencias es descubrir todos los factores que
intervienen en la génesis de estas, buscando sus causas. El objetivo de la

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-167


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0800
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investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando


asumir sus consecuencias inevitables.

d. Recursos Humanos:
- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.
e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)

- Kit de emergencias médicas


- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil)
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.), de divulgación.

o Plan de contingencia en caso de derrames de líquidos inflamables / combustibles.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de derrames de líquidos


inflamables/combustibles.

a. Antes:

Se seguirán las siguientes actividades preventivas:

- Se identificará y señalará las zonas de seguridad y las rutas de evacuación en


todas las instalaciones.
- Se proveerá capacitación y se instruirá a todos los trabajadores sobre protección
y evacuación en caso de fugas y/o derrames de materiales inflamables o
combustibles.
- Tener preparado botiquines de primeros auxilios y equipos de emergencia
(extintores, megáfonos, camillas, radios, linternas, etc.).
- Se usarán los procedimientos establecidos para el uso y almacenamiento de
materiales inflamables o combustibles. El área de almacenamiento de líquidos
inflamables o combustibles cumplirán con todas las normas de seguridad
vigentes.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-168


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b. Durante:

Información y/o comunicación

- En el caso de detectar una fuga de líquidos inflamables o combustibles se


realizará la comunicación con al responsable del área
- Comunicación al Ministerio Público y Policía Nacional para el caso de accidentes
graves o fatales. A la prensa, se efectuará en lo posible después de realizada la
investigación del accidente y por la persona que designe la Gerencia y a la
Compañía de Seguros, si se trata de un accidente que haya afectado a las
instalaciones en Coordinación con la Gerencia de Administración y Finanzas.

Evaluación:

- Se evaluará el estado situacional del evento, condiciones del lugar, las


características del ambiente (atmosfera inflamable, tóxica, etc.), obstáculos
físicos, que garanticen un desarrollo seguro de las acciones de contención del
derrame y/o limpieza.
- Determinar los recursos materiales y humanos propios a requerir, el
desplazamiento de recursos al lugar de la emergencia, así como la estimación
de tiempo de respuesta.

Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de emergencias

- Cómo acción inmediata de precaución, aísle el área del derrame o escape como
mínimo 15 metros en todas las direcciones. En un derrame grande, considere la
evacuación inicial a favor del viento de por lo menos 100 metros.
- Permanezca en dirección del viento y manténgase alejado de las áreas bajas.
Ventile los espacios cerrados antes de entrar.
- ELIMINAR todas las fuentes de ignición (no fumar, no usar bengalas, chispas o
llamas en el área de peligro).
- No tocar ni caminar sobre el material derramado.
- Detenga la fuga, en caso de poder hacerlo sin riesgo.
- Prevenga la entrada hacia vías de tránsito, canales de drenaje, pozas o áreas
confinadas.
- Absorber el material derramado con tierra seca, arena u otro material
absorbente no combustible y transferirlo a contenedores.
- Use herramientas limpias a prueba de chispas para recoger el material
absorbido.

c. Después:

Terminación y Evaluación de daños

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-169


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El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:

Tan pronto se termine de restaurar las operaciones después de una emergencia, se


evaluará cual o cuales fueron las causas que la originaron, reuniendo todas las
evidencias y preparando el informe que se asentará en el registro.

La finalidad de la investigación de emergencias es descubrir todos los factores que


intervienen en la génesis de estas, buscando causas y no culpables. El objetivo de
la investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

d. Recursos Humanos:

- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)

- Kit de emergencias médicas


- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil)
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.)
- Linternas.
- Sistemas de recolección y contención de derrames
- Generador portátil de electricidad.
- Formularios de notificación y reporte de accidentes
- Manual del proyecto
- Cintas de restricción de área.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-170


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o Plan de contingencia en caso de accidentes de tránsito.

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de accidentes de tránsito.

a. Antes:

Conductores

- Capacitación en manejo defensivo y en las normas de tránsito legales y del


proyecto.
- Uso obligatorio de cinturones de seguridad para los operarios de maquinaria
pesada.
- Respetar los límites de velocidad establecidos.

Vehículos
- Programa de Revisiones e inspecciones periódicas.
- Se contará con el equipo mínimo necesario para afrontar emergencias
mecánicas, médicas e incendios.
- Para trabajos en zonas remotas, los vehículos contarán con agua y alimentos
secos, dispositivos de señalización y localización, brújula y mapa del área.

Señalización

- Antes y después de las zonas de trabajo contarán con señales visibles (carteles
o banderolas).
- Todo el personal que trabaje en vías de tránsito de vehículos usará cascos,
guantes y chalecos reflectivos de seguridad de color brillante para mejorar su
visibilidad.

b. Durante:

Información y/o comunicación:

- Tratar de comunicarse por radio y/o móvil con su base y/o supervisor.
- Solicitar apoyo al personal cercano.
- El coordinador de seguridad y supervisor del área involucrada se trasladarán al
lugar del accidente a fin de proporcionar toda la información necesaria y
coordinar el uso de los recursos.

Evaluación

- La persona que se encuentre en pleno uso de sus facultades tomará control de


la situación
- Proteger el lugar del accidente colocando alguna señal para advertir a otros
operarios de maquinaria pesada.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-171


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0802
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Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de emergencias:

- Dar primeros auxilios a los lesionados de acuerdo a las prioridades


- De no haber más riesgos, esperar la llegada de auxilio.
- Reportar los nombres, área de trabajo y compañía a la que pertenece(n) los
accidentados, así como el número de placa de la maquinaria pesada. Reportar
al coordinador de seguridad del Comité de Emergencia.
- Obtener una descripción precisa del lugar del accidente incluyendo datos
demarcas, lugares y distancias
- Informar los datos específicos de la situación a todo el personal. Canalizar la
información a través del Coordinador de Comunicaciones.

c. Después:

Medidas de Rehabilitación al entorno humano, socio económico y natural:

Las actividades se restablecer, si y solo si, se han realizado los análisis de riesgos
respectivos en campo y se han tomado las medidas de control a la brevedad
posible, sin descuidar los principios de una prudente operación y conjuntamente
con la autorización de los organismos de emergencia del área.

- Se conservará un registro completo de todos los eventos


- En el registro se indicará, las causas del accidente, la fecha, duración,
localización, tipo de maquinaria pesada, nombres e información de los
operadores de maquinaria pesada y los pasos que se dieron para resolver la
emergencia.

El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Se efectuará un plan de rehabilitación del área afectada con un cronograma de


actividades de evaluación y control de los recursos afectados y el plan de manejo
para las situaciones respectivas.

Investigación:

Tan pronto se termine de restaurar las actividades después de un accidente de


tránsito, se evaluará cual o cuales fueron las causas que lo originaron, reuniendo
todas las evidencias y preparando el informe que se asentará en el registro.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-172


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

La finalidad de la investigación de un accidente es descubrir todos los factores que


intervienen en la génesis de estos, buscando causas y no culpables. El objetivo de
la investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

d. Recursos Humanos:

- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)

- Kit de emergencias médicas


- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil)
- Linternas.
- Formularios de notificación y reporte de accidentes
- Cintas de restricción de área.

o Plan de contingencia en caso de robos

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de robos.

a. Antes:

- El número de teléfono para información y/o emergencias se proporcionará a los


contratistas y a las autoridades correspondientes (Policía, bomberos, usuarios,
etc.).
- Delimitación de la zona de campamento base y equipo de perforación para la
restricción de entrada a personal no autorizado.

b. Durante:

Información y/o comunicación:

- Informar inmediatamente al encargado en campo.


- Informar a la policía nacional del evento. Se realizarán las investigaciones
respectivas.

Plan táctico, movilización de recursos y acciones de control de emergencias

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-173


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0803
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- Se detendrá de inmediato las actividades, asegurando que los elementos y


equipos del proceso queden en forma segura y resguardada.
- En caso que el evento se produzca en una empresa contratista, ésta realizará su
propia investigación y presentarla a PETROLERA MONTERRICO S.A.

c. Después:

El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos
- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:

Tan pronto se termine de restaurar las actividades después del incidente, se


evaluará cual o cuales fueron las causas que lo originaron, reuniendo todas las
evidencias y preparando el informe que se suscribirá en el registro.

La finalidad de la investigación del incidente es descubrir todos los factores que


intervienen en la génesis de estos, buscando causas y no culpables. El objetivo de
la investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

d. Recursos Humanos:

- Company Man
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)


- Kit de emergencias médicas
- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil).
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc).
- Formularios de notificación y reporte de accidentes.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-174


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o Plan de contingencia en caso de accidentes de trabajo

 Procedimiento de acción de respuesta en caso de accidentes de trabajo

a. Antes:
- El número de teléfono para información y/o emergencias será proporcionado a
todos los trabajadores y personal de interés.
- Se fomentará y mantendrá el interés en la seguridad. La prevención de los
accidentes industriales requiere interés de parte de todos, lo cual significa que
tanto la empresa como los trabajadores deben interesarse y participar
activamente en los programas de seguridad que se establezcan.
- Cada supervisor conocerá en todo momento, la ubicación, condiciones de
trabajo y actividades a realizar de cada trabajador a su cargo, procurando los
medios necesarios de comunicación para la notificación efectiva de todo evento
- Para asegurar la cobertura de la emergencia en todo momento, cada nivel
ejecutivo involucrado, de antemano, designará a un alterno que lo reemplace
en caso de ausencia, estando sus funciones limitadas a la situación de
emergencia.

b. Durante:
- Brindar los primeros auxilios al accidentado (o accidentados, según sea el caso)
de ser necesario.
- Comunicar el accidente y las condiciones del accidentado por el medio más
rápido al departamento de HSE y al jefe inmediato. Inmediatamente luego de
detectado un accidente, todo el personal propio o de contratistas tiene la
obligación de dar aviso al responsable del departamento o sector donde se
observó el hecho o a la guardia de operaciones o con el personal HSE.
- El Jefe del área, conjuntamente con el Jefe de HSE evaluarán la situación real
como la posibilidad de escalamiento de la emergencia y la posible intervención
de los medios, entes gubernamentales y no gubernamentales, para consensuar
si la emergencia es Nivel II o II.
- Luego de brindar al accidentado la atención médica correspondiente, el jefe
inmediato comunicará al Departamento de HSE o a los responsables de
seguridad; y ésta a su vez le asignará un código numérico al suceso, el cual
servirá para identificar el parte del accidente.

c. Después:
El Coordinador del lugar del incidente elaborará un registro de daños como parte
del Informe Final en el cual se detallarán:

- Recursos utilizados
- Recursos no utilizados
- Recursos destruidos
- Recursos perdidos

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-175


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- Recursos recuperados
- Recursos rehabilitados

Investigación:

Tan pronto se termine de restaurar las actividades después del accidente de


trabajo, se evaluará cual o cuales fueron las causas que lo originaron, reuniendo
todas las evidencias y preparando el informe que se asentará en el registro.

La finalidad de la investigación de un accidente es descubrir todos los factores que


intervienen en la génesis de estos, buscando causas y no culpables. El objetivo de
la investigación debe ser neutralizar el riesgo desde su fuente u origen, evitando
asumir sus consecuencias como inevitables.

d. Recursos Humanos:
- Company Man
- Técnicos especializados
- Operador Telefónico.
- Jefes de turnos, unidades y/o Supervisores de empresas contratistas.
- Brigadas de emergencia.
- Personal de la posta médica del área.
- Servicios médicos externos (postas, hospitales, etc.).
- Relaciones externas.

e. Medios técnicos. (Equipos y/o materiales)


- Kit de emergencias médicas
- Sistema de comunicación (teléfono móvil o radio portátil)
- Material bibliográfico y electrónico (folletos, trípticos, información en internet,
etc.)
- Linternas.
- Formularios de notificación y reporte de accidentes
- Listado de números telefónicos de emergencia.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-176


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o PLAN ANUAL DE CONTINGENCIA PARA DERRAMES DE PETROLEO Y EMERGENCIA

GRÁFICO 5.6: DIAGRAMA DE PROCEDIMIENTO DE OPERACIONES

Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-177


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DIAGRAMA DE PROCEDIMIENTO DE ACCIÓN

Elaborado por GEMA, 2015.

Procedimiento de evacuación

El presente procedimiento tiene por finalidad brindar las instrucciones básicas al


personal que labora en las instalaciones pertenecientes a PETROLERA MONTERRICO
S.A, a efectos de lograr una adecuada respuesta ante situaciones de emergencia que se
presenten y que requieran la evacuación de las áreas.

o Tipos de evacuación

Se determinan principalmente dos tipos de evacuación de las instalaciones:

Evacuación parcial: Básicamente orientada al desalojo de una zona particular o


específica de una instalación o área o un piso de una edificación, que ha sido
afectada por un evento particular como un conato de incendio o fuga de material
peligroso confinada a la misma. Puede ser ordenada por la máxima autoridad del
área o zona, miembro de la brigada de evacuación y/o miembro de organismo
externo de emergencia.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-178


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Evacuación general: Evacuación de todo el personal de la instalación o área, debido a


la ocurrencia de eventos de fuerte impacto o alta probabilidad de daño, tal como
un sismo o situación de conmoción civil. Solo puede ser ordenada por la máxima
autoridad del área y/o miembro de un organismo de emergencia gubernamental.

La evacuación de las instalaciones se llevará a cabo generalmente luego de un fuerte


sismo, un incendio, una amenaza contra las instalaciones o una explosión.

La orden de evacuación podrá ser dada por:

- El Jefe de Comando de Emergencia de cada sub proyecto (Evacuación General).


- El Coordinador de seguridad del área (Evacuación General).
- Líderes de cada área; o miembros de la brigada de evacuación. (Evacuación Parcial).

o Medios de comunicación y señales de alarma

Los medios de comunicación serán básicamente a través de sistemas de radio,


telefonía móvil y telefonía fija. En el área durante la evacuación y para transmitir las
instrucciones el personal encargado utilizará sistemas de parlantes móviles, tales
como megáfonos o pitos o silbatos.

El sistema de comunicación a través del uso de timbres de emergencia serán las


siguientes:

SUCESOS DE N° TIMBRADAS
N° TIMBRADAS
EMERGENCIA PROLONGADAS
 Golpe de gas 1 -

 Incendio/fuego 2 -

 Derrame 3 -

 Evacuación 1 1

 Accidente 5 -

 Escape de H2S 1 1
Elaborado por GEMA, 2015.

Donde:

- El tiempo de duración de 1 timbrada = 4 seg.


- El tiempo de duración de 1 timbrada prolongada = 30 seg.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-179


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GRÁFICO 5.7: ORGANIGRAMA DE LA PETROLERA MONTERRICO S.A.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-180


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1.14.2.7 Lista de contactos

o Lista de Contactos Internos

TABLA 5.96: GERENTE GENERAL DE PETROLERA MONTERRICO S.A.

NOMBRE TELEFONO
Ing. Víctor Correa (511) 5120600
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.97: CONTACTO DE PETROLERA MONTERRICO S.A.


NOMBRE CARGO TELEFONO DIRECCION
 (073) 386289
Ing. Marco Niño G. Gerente de Proyecto  Nextel 817*4749 Punta Arenas J-3 Talara
 Telf. 198174749
 (073) 385009
Complejo Habitacional Delly
Ing. Miguel Mory S. Sup. de Seguridad  Nextel 129*8526
Dpto. 1-B Talara
 Telf. 969748839
 Nextel 831*8327
Sr. Elis Huapaya Sup. Producción  (073) 382778 A.H. Víctor Raúl s/n Talara Alta
 989348992
 38-5009
Jefe Mant. Mecánico y Complejo Habitacional Delly
Sr. Mario González Z.  Nextel 129*8520
Equipo Pesado Dpto. 1-B Talara
 Teléf. 989348983
 Nextel 825*4585 Complejo Habitacional Delly
Ing. Elvis Vásquez E. Sup. Producción
 Teléf. 18254585 Dpto. 6-C Talara
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.98: LISTA DE CONTACTOS EXTERNOS – ORGANISMOS OFIACILES NACIONALES


ORGANISMO DIRECCIÓN TELÉFONO
Bernardo Monteagudo 222  (01) 218 3009
OSINERGMIN
Magdalena del Mar- Lima  (01) 218 3011
 (01) 411 1100
MINEM - D.G.H. Av. Las Artes Sur 260 -San Borja – Lima  RPM # 956126603
 RPC 997522785
PERUPETRO Av. Luis Aldana 320 – San Borja  (01) 206 1800
INSTITUTO NACIONAL DE Calle Dr. Ricardo Angulo Ramírez N° 694 Urb
 (01) 225 9898
DEFENSA CIVIL Corpac - San Isidro
Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-181


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TABLA 5.99: LISTA DE CONTACTOS EXTERNOS – ORGANISMOS REGIONALES Y PROVINCIALES


ORGANISMO DIRECCIÓN TELÉFONO
Dirección Regional de Energía y Minas Av. Chirichigno s/n – Piura  (073)305119
MZ B252Lote 3-Cost. Ex PIP Zona
Primera Región de Defensa Civil  (073)309800
Industrial- Piura
Capitanía de Puerto de Talara Av.Grau “A“ s/n – Talara  (073)299595
Av. Faustino Sánchez Carrión S/N-
Município Provincial de Talara  (073)381472
Talara
Av. Faustino Sánchez Carrión S/N -
Sub-Prefectura Provincial de Talara  (073)381602
Talara
Fiscalía Provincial de Talara Parque- 42-16 Cercado Talara  (073)381137
Fuerza Área del Perú Grupo Aereo N° 11 Base El Pato  (073)383622
Marina de Guerra del Perú Av. Grau “ A “ s/n – Talara  (073)382175
Juzgado Penal de Talara Pasaje Centro Cívico 264 Talara  (073)381732
Juzgado de Paz Letrado de Talara Pasaje Centro Cívico 264  (073)384995
Ofic. Sub Regional Inteligencia Carretera Paita S/N Sta. Rosa Sullana  (073)502047
Elaborado por GEMA, 2015.

1.15 PROGRAMAS DE MONITOREO

1.15.1 PROGRAMA DE MONITOREO DE CALIDAD AMBIENTAL

1.15.1.1 Generalidades

Las medidas establecidas en el Plan de Manejo Ambiental (PMA), requerirán de un


permanente seguimiento a fin de verificar su cumplimiento y eficacia. Bajo ese concepto, el
Programa de Monitoreo Físico permitirá verificar, a través de parámetros cuantificables, el
cumplimiento de los compromisos ambientales y detectar cualquier situación anómala que
pudiera afectar el normal desarrollo de las actividades del proyecto.

1.15.1.2 Objetivos

Controlar y garantizar el cumplimiento de las medidas preventivas y de mitigación, así como,


el seguimiento de parámetros indicadores vinculados a las actividades del proyecto de
ampliación de facilidades y la aplicación de medidas correctivas, si ese fuese el caso.

1.15.1.3 Normatividad

Cada programa de monitoreo estará acompañado con sus parámetros a monitorear, normas
que se emplearán para su comparación (Estándares de Calidad Ambiental –ECA, Límites
Máximos Permisibles –LMP del sector de hidrocarburos y entre otros aplicables).

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-182


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TABLA 5.100: NORMATIVIDAD POR PROGRAMA DE MONITOREO DE CALIDAD AMBIENTAL


Programa de
Monitoreo de Calidad Normas Descripción
Ambiental
R.J. N° 202-2012-ANA Categoría de los cuerpos de agua de mar
Disposiciones para la Implementación de los
D.S N° 023-2009-MINAM Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para
Calidad de Agua de Agua
Mar Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para
D.S. N° 002-2008-MINAM
Agua
Protocolo Nacional de Monitoreo de la Calidad en
R.J. N° 182-2011-ANA
Cuerpos Naturales de Agua Superficial

Calidad de Sedimentos Guía Canadian Sediment Quality Guidelines for the Protection of Aquatic Life, 2011
Marinos Norma Circulaire Bodemsanering, 2009
D.S. N° 002-2013-MINAM Estándares de Calidad Ambiental (ECA) para Suelo
Calidad de Suelos Guía para muestreo de suelos - En el marco del D.S. N°
R.M. N° 085-2014-MINAM
002-2013-MINAM, ECA para Suelo
Protocolo de Monitoreo de la Calidad de Aire y
R.D. N° 1404/2005/DIGESA
Gestión de los Datos
Reglamento Estándares Nacionales de Calidad
D.S. N°074-2001-PCM
Calidad de Aire Ambiental del Aire
D.S. N° 003-2008-MINAM Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para Aire

Disposiciones Complementarias para la Aplicación de


D.S. N° 006-2013-MINAM
Estándar de Calidad Ambiental de Aire

AMC N° 031-2011-MINAM/OGA Protocolo Nacional de Monitoreo de Ruido Ambiental


Norma Técnica Peruana, ACÚSTICA. Descripción,
Calidad de Ruido NTP ISO 1996-1:2007 medición y evaluación del ruido ambiental. Parte 1:
Índices básicos y procedimiento de evaluación
Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para
D.S. N° 085-2003-PCM
Ruido
Norma Técnica Peruana para el Monitoreo de
NTP 900.018:2003
Emisiones Gaseosas
Emisiones Gaseosas y
Material Particulado Límites Máximos Permisibles para las Emisiones
D.S. N° 014-2010-MINAM Gaseosas y de Partículas de las Actividades del Sub-
Sector Hidrocarburos
Elaborado por GEMA S.A.C, 2015

1.15.1.4 Materiales y Equipos

En el siguiente cuadro se describe el listado de materiales y equipos necesarios que se


utilizarán para cada programa de Monitoreo de Calidad Ambiental.

TABLA 5.101: MATERIALES, EQUIPOS, EPP


PROGRAMA DE
MONITOREO DE CALIDAD EQUIPOS MATERIALES Y EPP
AMBIENTAL
Multiparámetro (pH,
temperatura y conductividad Casco de seguridad y barbiquejo, cortaviento, protector
eléctrica), oxímetro solar, lentes de seguridad, guantes de hilo, polo,
Potenciómetro, camisas manga larga, botas de jebe, polainas, protector
Agua
correntómetro, Equipos de de oídos, funda para machete, salvavidas, cuerda de
laboratorio para medir la vida, arnés, etiquetas, plumón indeleble, cadena de
calidad de agua, cámara custodia, cuaderno de campo, lápiz, cooler y mochila.
fotográfica y GPS.
Casco de seguridad y barbiquejo, cortaviento, protector
Equipos de laboratorio,
Sedimentos solar, lentes de seguridad, guantes de hilo, polo,
cámara fotográfica y GPS
camisas manga larga, botas de jebe, polainas, protector

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-183


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0808
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PROGRAMA DE
MONITOREO DE CALIDAD EQUIPOS MATERIALES Y EPP
AMBIENTAL
de oídos, funda para machete, salvavidas, cuerda de
vida, arnés, etiquetas, plumón indeleble, cadena de
custodia, cuaderno de campo, lápiz, cooler y mochila.
Cascos de seguridad, guantes quirúrgicos, bolsas ziploc,
Badilejo o espátula, Pala,
etiquetas, plumón indeleble cadena de custodia,
Suelos Pico, cámara fotográfica y
masking tape, cuaderno de campo, lápiz, cooler y
GPS.
mochila.
Casco de seguridad, cortaviento, protector solar, lentes
Muestreador PM10 y PM2.5, de seguridad, guantes de hilo, polo, camisa manga
Aire filtros, tren de muestreo, larga, botas de jebe, polainas, protector de oídos,
cámara fotográfica y GPS. cuaderno de campo, lápiz y mochila, mapa de muestreo
físico con los puntos de evaluación, machetes
Casco de seguridad, cortaviento, protector solar, lentes
de seguridad, guantes de hilo, polo, camisa manga
Sonómetro, trípode, cámara
Ruido larga, botas de jebe, polainas, protector de oídos,
fotográfica y GPS.
cuaderno de campo, lápiz y mochila, mapa de muestreo
físico con los puntos de evaluación, machetes
Emisiones Gaseosas y Equipo testo, cámara Equipos de protección personal, cadena de custodia,
Material Particulado fotográfica y GPS. cuaderno de campo, lápiz y mochila
Elaborado por GEMA S.A.C, 2015

1.15.1.5 Responsables de Monitoreo

El monitoreo físico estará a cargo de un laboratorio acreditado ante INDECOPI y por el


supervisor ambiental por parte de PETROMONT, quien será el encargado de hacer cumplir el
programa.

1.15.1.6 Etapas para el Monitoreo

Se debe mencionar que el presente programa de monitoreo se desarrollará durante las


etapas de construcción y operación del proyecto.

o Etapa de construcción

 Monitoreo de la Calidad de Suelos

Se utilizó el método de la distribución de puntos aleatorios para la selección de los


puntos de monitoreo para la calidad de suelos, así mismo se considerarán tres (03)
estaciones de muestreo, ubicados en las áreas de almacenamiento de combustibles,
sustancias químicas y área de residuos provisionales que estarán ubicados en las
facilidades de producción del lote XV Y II.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los


lotes II y XV, durante esta etapa.
- Estaciones de muestreo
La ubicación aproximada de los puntos de control de monitoreo se muestran en los
siguientes cuadros.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-184


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TABLA 5.102: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
PUNTOS DE CONTROL
PROYECCIÓN UTM - WGS 84 -
COMPONENTES DE CALIDAD DE
YACIMIENTO ZONA 17 SUR
DEL PROYECTO SUELOS
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
12018 PM-SU-1 Coyonitas 486828 9517962
12017 PM-SU-2 Coyonitas 487176 9518525
12024 PM-SU-3 Coyonitas 486680 9517346
12026 PM-SU-4 Coyonitas 487905 9518750
12028 PM-SU-5 Golondrina 490514 9517809
12035 PM-SU-6 Golondrina 488221 9516793
12041 PM-SU-7 Hualtacal 499809 9520898
12043 PM-SU-8 Hualtacal 499483 9520420
Gol-05 PM-SU-9 Golondrina 489448 9517290
Hual-18 PM-SU-10 Hualtacal 500477 9521541
Hual-22 PM-SU-11 Hualtacal 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.103: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV

PUNTOS DE CONTROL DE PROYECCIÓN UTM - WGS 84 -


COMPONENTES DEL CALIDAD DE SUELOS ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
PROYECTO
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
12057 PM-SU-12 Lobitos 471539 9511085
12065 PM-SU-13 Paloma 474121 9511116
12069 PM-SU-14 Paloma 474262 9511809
12075 PM-SU-15 Paloma 477321 9510541
12081 PM-SU-16 Coyonitas sur 487711 9511174
12087 PM-SU-17 Lobitos 472259 9510376
12089 PM-SU-18 Lobitos 470994 9511497
12090 PM-SU-19 Lobitos 470730 9510720
Pal-03 PM-SU-20 Paloma 474928 9510573
Pal-07 PM-SU-21 Paloma 477278 9511771
GolSur-25 PM-SU-22 Golondrina Sur 489474 9515225
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.104: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN


AMBOS LOTES
PUNTOS DE CONTROL DE
COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
CALIDAD DE SUELOS
PROYECTO
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
Batería 321 PM-SU-23 486 967 9 519 744
Estación de compresión 321 PM-SU-24 487 011 9519 783
Estación de fiscalización 325 PM-SU-25 488 633 9 519 945
Estación de compresión 325 PM-SU-26 488 633 9519 945
Estación de compresión
PM-SU-27 488029 9 510 832
Coyonitas Sur
Batería Hualcatal PM-SU-28 496 879 9 518 326

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-185


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0809
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PUNTOS DE CONTROL DE
COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
CALIDAD DE SUELOS
PROYECTO
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
Batería Coyonitas Sur PM-SU-29 488 799 9510 960
Batería 333-A PM-SU-30 470 667 9 510 319
Batería AX-32 Paloma PM-SU-31 475 549 9 511 012
Elaborado por GEMA, 2015.

Los resultados, se compararán con los estándares de Calidad Ambiental (ECA) para
Suelo D.S. N° 002-2013-MINAM. Dichos análisis serán realizados por un laboratorio
acreditado por INDECOPI. Además, se tomará en cuenta la Guía para el Muestreo y
Análisis de Suelo (Sub-Sector de hidrocarburos / DGAAE, 2000).

TABLA 5.105: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE SUELO

SUELO
PARÁMETROS MÉTODO DE ENSAYO
INDUSTRIAL/EXTRACTIVO
ORGÁNICOS
EPA 8260-B
Benceno (mg/kg MS) 0,03
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Tolueno (mg/kg MS) 0,37
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Etilbenceno (mg/kg MS) 0,082
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Xileno (mg/kg MS) 11
EPA 8021-B
Naftaleno (mg/kg MS) 22 EPA 8260-B
Fracción de Hidrocarburos F1 (C5-C10) (mg/kg
500 EPA 8015-B
MS)
Fracción de Hidrocarburos F2 (C10-C28) (mg/kg
5000 EPA 8015-M
MS)
Fracción de Hidrocarburos F3 (C28-C40) (mg/kg
6000 EPA 8015-D
MS)
Benzo(a) pireno (mg/kg MS) 0,7 EPA-8270-D
Bifenilos policlorados - PCB (mg/kg MS) 33 EPA-8270-D
Aldrin (mg/kg MS) 10 EPA-8270-D
Endrin (mg/kg MS) 0,01 EPA-8270-D
DDT (mg/kg MS9 12 EPA-8270-D
Heptacloro (mg/kg MS) 0,01 EPA-8270-D
INORGÁNICOS
EPA 9013-A/APHA
Cianuro libre (mg/kg MS) 8 AWWA-WEF 4500
CN F
EPA 3050-B
Arsénico total (mg/kg MS) 140
EPA 3051
EPA 3050-B
Bario total (mg/kg MS) 200
EPA 3051
EPA 3050-B
Cádmio total (mg/kg MS) 22
EPA 3051
Cromo VI (mg/kg MS) 1,4 EPA 3050-B

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-186


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

SUELO
PARÁMETROS MÉTODO DE ENSAYO
INDUSTRIAL/EXTRACTIVO
ORGÁNICOS
EPA 3051
Mercurio total (mg/kg MS) 24 EPA 7471-B
EPA 3050-B
Plomo total (mg/kg MS) 1200
EPA 3051
Fuente: Estándares de Calidad Ambiental para Suelo (ECA) D.S. N° 002-2013-MINAM

 Monitoreo de la Calidad de Aire

Asimismo, se considerarán dos (02) estaciones de muestreo (barlovento y sotavento)


los cuales se ubicarán en las facilidades de producción del lote XV Y II.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los


lotes II y XV, durante esta etapa.

El monitoreo se realizará de forma progresiva; es decir, al terminar con un pozo, se


procederá a monitorear al siguiente. Dichos monitoreos estarán acompañados por
un apropiado monitoreo meteorológico, ya que el clima tiene una fuerte influencia
en la dispersión y concentración de contaminantes. Además se tomará en cuenta
el Protocolo de Monitoreo de la Calidad del Aire y Gestión de los Datos (Resolución
Directoral 1404/2005/DIGESA).

TABLA 5.106: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE AIRE

FORMA DE ESTÁNDAR
PARÁMETROS PERIODO
VALOR ΜG/M³ FORMATO

Dióxido de azufre (SO2) 24 horas 80 NE más de 1 vez al año.

PM-10 24 horas 200 NE más de 3 veces al año.

Monóxido de Carbono (CO) 8 horas 10 000 Promedio móvil

1 hora 30 000 NE más de 1 vez al año

Dióxido de nitrógeno (NO2) 1 hora 200 NE más de 24 veces al año.

Ozono 8 horas 120 NE más de 24 veces al año

Plomo (Pb) Mensual 1,5 NE más de 4 veces al año

Sulfuro de Hidrógeno (H2S) 24 horas 150 Media aritmética

PM-2.5 24 horas 50 Media aritmética

Benceno Anual 4 Media aritmética

HT expresado en hexanos 24 horas 100 Media aritmética

Parámetros meteorológicos
(temperatura, humedad
24 horas - -
relativa, dirección y velocidad
del viento),
Elaborado por GEMA; 2014.

- Estaciones de Monitoreo: Cabe destacar que las coordenadas de barlovento y


sotavento serán determinadas y definidas durante la movilización de equipos y

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-187


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0810
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

maquinarias hasta los puntos UTM propuestos para la construcción de las


plataformas de perforación y facilidades de producción, considerando la dirección
del viento local, de acuerdo al Protocolo de Monitoreo de Calidad de Aire.

La ubicación aproximada de los puntos de control de monitoreo se muestran en los


siguientes cuadros:

TABLA 5.107: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Barlovento PM-AI-1
1 12014 Golondrina 487615 9518157
A Sotavento PM-AI-2
A Barlovento PM-AI-3
2 12015 Golondrina 487661 9518033
A Sotavento PM-AI-4
A Barlovento PM-AI-5
3 12016 Golondrina
A Sotavento PM-AI-6 488797 8518339
A Barlovento PM-AI-7
4 12017 Coyonitas 487176 9518525
A Sotavento PM-AI-8
A Barlovento PM-AI-9
5 12018 Coyonitas 486828 9517962
A Sotavento PM-AI-10
A Barlovento PM-AI-11
6 12019 Golondrina 488038 9518295
A Sotavento PM-AI-12
A Barlovento PM-AI-13
7 12022 Golondrina 487728 9517831
A Sotavento PM-AI-14
A Barlovento PM-AI-15
8 12023 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-16 496397 9518919
A Barlovento PM-AI-17
9 12024 Coyonitas 486680 9517346
A Sotavento PM-AI-18
A Barlovento PM-AI-19
10 12025 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-20 486519 9517068
A Barlovento PM-AI-21
11 12026 Coyonitas 487905 9518750
A Sotavento PM-AI-22
A Barlovento PM-AI-23
12 12027 Coyonitas 487444 9518874
A Sotavento PM-AI-24
A Barlovento PM-AI-25
13 12028 Golondrina
A Sotavento PM-AI-26 490514 9517809
A Barlovento PM-AI-27
14 12029 Golondrina
A Sotavento PM-AI-28 489778 9517968
A Barlovento PM-AI-29
15 12030 Golondrina
A Sotavento PM-AI-30 489266 9517712
A Barlovento PM-AI-31
16 12031 Golondrina
A Sotavento PM-AI-32 488888 9517530
A Barlovento PM-AI-33
17 12032 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-34 487757 9518496
A Barlovento PM-AI-35
18 12033 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-36 487562 9519087
A Barlovento PM-AI-37
19 12034 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-38 487375 9518082
20 12035 A Barlovento PM-AI-39 Golondrina 488221 9516793

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-188


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PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Sotavento PM-AI-40
A Barlovento PM-AI-41
21 12036 Golondrina
A Sotavento PM-AI-42 488547 9517148
A Barlovento PM-AI-43
22 12037 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-44 469079 9519493
A Barlovento PM-AI-45
23 12038 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-46 500133 9521458
A Barlovento PM-AI-47
24 12039 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-48 499980 9521362
A Barlovento PM-AI-49
25 12040 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-50 499841 9521135
A Barlovento PM-AI-51
26 12041 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-52 499809 9520898
A Barlovento PM-AI-53
27 12042 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-54 499712 9520685
A Barlovento PM-AI-55
28 12043 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-56 499483 9520420
A Barlovento PM-AI-57
29 Gol-01 Golondrina 488662 9516586
A Sotavento PM-AI-58
A Barlovento PM-AI-59
30 Gol-02 Golondrina 490235 9516558
A Sotavento PM-AI-60
A Barlovento PM-AI-61
31 Gol-03 Golondrina 486660 9516288
A Sotavento PM-AI-62
A Barlovento PM-AI-63
32 Gol-04 Golondrina
A Sotavento PM-AI-64 489017 9517096
A Barlovento PM-AI-65
33 Gol-05 Golondrina
A Sotavento PM-AI-66 489448 9517290
A Barlovento PM-AI-67
34 Gol-06 Golondrina
A Sotavento PM-AI-68 489846 9517512
A Barlovento PM-AI-69
35 Coy-07 Coyonitas 486442 9516761
A Sotavento PM-AI-70
A Barlovento PM-AI-71
36 Coy-08 Coyonitas 491784 9521664
A Sotavento PM-AI-72
A Barlovento PM-AI-73
37 Coy-09 Coyonitas 491151 9520223
A Sotavento PM-AI-74
A Barlovento PM-AI-75
38 Coy-10 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-76 486954 9518199
A Barlovento PM-AI-77
39 Coy-11 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-78 487096 9518635
A Barlovento PM-AI-79
40 Ron-12 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-80 492825 9518710
A Barlovento PM-AI-81
41 Ron-13 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-82 493041 9517608
A Barlovento PM-AI-83
42 Ron-14 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-84 492890 9517045
A Barlovento PM-AI-85
43 Ron-15 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-86 495415 9518772
44 Hual-16 A Barlovento PM-AI-87 Hualtacal 500166 9520632

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-189


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0811
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Sotavento PM-AI-88
A Barlovento PM-AI-89
45 Hual-17 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-90 500451 9521298
A Barlovento PM-AI-91
46 Hual-18 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-92 500477 9521541
A Barlovento PM-AI-93
47 Hual-19 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-94 499218 9520377
A Barlovento PM-AI-95
48 Hual-20 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-96 499140 9519665
A Barlovento PM-AI-97
49 Hual-21 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-98 500061 9519580
A Barlovento PM-AI-99
50 Hual-22 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-100 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.108: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV
PROYECCIÓN UTM – WGS
CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE 84 – ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Barlovento PM-AI-101
1 12055 Lobitos
A Sotavento PM-AI-102 471933 9510704
A Barlovento PM-AI-103
2 12056 Lobitos
A Sotavento PM-AI-104 471771 9510879
A Barlovento PM-AI-105
3 12057 Lobitos 471539 9511085
A Sotavento PM-AI-106
A Barlovento PM-AI-107
4 12058 Lobitos
A Sotavento PM-AI-108 471344 9511203
A Barlovento PM-AI-109
5 12059 Lobitos
A Sotavento PM-AI-110 471160 9511343
A Barlovento PM-AI-111
6 12060 Paloma 474369 9510808
A Sotavento PM-AI-112
A Barlovento PM-AI-113
7 12063 Paloma 473971 9511026
A Sotavento PM-AI-114
A Barlovento PM-AI-115
8 12064 Paloma 474539 9511049
A Sotavento PM-AI-116
A Barlovento PM-AI-117
9 12065 Paloma 474121 9511116
A Sotavento PM-AI-118
A Barlovento PM-AI-119
10 12066 Paloma 474505 9511362
A Sotavento PM-AI-120
A Barlovento PM-AI-121
11 12067 Paloma 474442 9511580
A Sotavento PM-AI-122
A Barlovento PM-AI-123
12 12068 Paloma 474660 9511677
A Sotavento PM-AI-124
A Barlovento PM-AI-125
13 12069 Paloma 474262 9511809
A Sotavento PM-AI-126
A Barlovento PM-AI-127
14 12070 Paloma 474020 9511525
A Sotavento PM-AI-128
15 12071 A Barlovento PM-AI-129 Paloma 473617 9511265

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-190


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PROYECCIÓN UTM – WGS


CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE 84 – ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Sotavento PM-AI-130
A Barlovento PM-AI-131
16 12072 Paloma 476458 9511754
A Sotavento PM-AI-132
A Barlovento PM-AI-133
17 12073 Paloma 476848 9511409
A Sotavento PM-AI-134
A Barlovento PM-AI-135
18 12074 Paloma 477461 9510592
A Sotavento PM-AI-136
A Barlovento PM-AI-137
19 12075 Paloma 477321 9510541
A Sotavento PM-AI-138
A Barlovento PM-AI-139
20 12076 Paloma 477486 9510712
A Sotavento PM-AI-140
A Barlovento PM-AI-141
21 12077 Paloma 476999 9509502
A Sotavento PM-AI-142
A Barlovento PM-AI-143
22 12078 Coyonitas sur 487249 9511649
A Sotavento PM-AI-144
A Barlovento PM-AI-145
23 12079 Coyonitas sur 487249 9511193
A Sotavento PM-AI-146
A Barlovento PM-AI-147
24 12080 Coyonitas sur 487714 9511646
A Sotavento PM-AI-148
A Barlovento PM-AI-149
25 12081 Coyonitas sur 487711 9511174
A Sotavento PM-AI-150
A Barlovento PM-AI-151
26 12082 Coyonitas sur 486777 9511160
A Sotavento PM-AI-152
A Barlovento PM-AI-153
27 12083 Golondrina sur 489935.266 9516028.221
A Sotavento PM-AI-154
A Barlovento PM-AI-155
28 12084 Golondrina sur 488827.6088 9515442.346
A Sotavento PM-AI-156
A Barlovento PM-AI-157
29 12085 Hualcatal sur 497378 9516881
A Sotavento PM-AI-158
A Barlovento PM-AI-159
30 12086 Hualcatal sur 496531 9518525
A Sotavento PM-AI-160
A Barlovento PM-AI-161
31 12087 Golondrina
A Sotavento PM-AI-162 472259 9510376
A Barlovento PM-AI-163
32 12088 Lobitos
A Sotavento PM-AI-164 472101 9510540
A Barlovento PM-AI-165
33 12089 Lobitos 470994 9511497
A Sotavento PM-AI-166
A Barlovento PM-AI-167
34 12090 Lobitos 470730 9510720
A Sotavento PM-AI-168
A Barlovento PM-AI-169
35 12091* Lobitos
A Sotavento PM-AI-170 470635 9510543
A Barlovento PM-AI-171
36 Pal-01 Paloma 475242 9510863
A Sotavento PM-AI-172
A Barlovento PM-AI-173
37 Pal-02 Paloma 474919 9510728
A Sotavento PM-AI-174
A Barlovento PM-AI-175
38 Pal-03 Paloma 474928 9510573
A Sotavento PM-AI-176
39 Pal-04 A Barlovento PM-AI-177 Paloma 475339 9510694

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-191


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0812
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PROYECCIÓN UTM – WGS


CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE 84 – ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Sotavento PM-AI-178
A Barlovento PM-AI-179
40 Pal-05 Paloma 475149 9511061
A Sotavento PM-AI-180
A Barlovento PM-AI-181
41 Pal-06 Paloma 477084 9511700
A Sotavento PM-AI-182
A Barlovento PM-AI-183
42 Pal-07 Paloma 477278 9511771
A Sotavento PM-AI-184
A Barlovento PM-AI-185
43 Pal-08 Paloma 476616 9511466
A Sotavento PM-AI-186
A Barlovento PM-AI-187
44 Pal-09 Paloma 477319 9511577
A Sotavento PM-AI-188
A Barlovento PM-AI-189
45 Pal-10 Paloma 477100 9510442
A Sotavento PM-AI-190
A Barlovento PM-AI-191
46 Pal-11 Paloma 477937 9510218
A Sotavento PM-AI-192
A Barlovento PM-AI-193
47 Pal-12 Paloma 477729 9510448
A Sotavento PM-AI-194
A Barlovento PM-AI-195
48 Pal-13 Paloma 478431 9510648
A Sotavento PM-AI-196
A Barlovento PM-AI-197
49 Pal-14 Paloma 477831 9510637
A Sotavento PM-AI-198
A Barlovento PM-AI-199
50 Pal-15 Paloma 477654 9510730
A Sotavento PM-AI-200
A Barlovento PM-AI-201
51 Pal-16 Paloma 475729 9509933
A Sotavento PM-AI-202
A Barlovento PM-AI-203
52 CoySur-17 Coyonitas Sur 480398 9509902
A Sotavento PM-AI-204
A Barlovento PM-AI-205
53 CoySur-18 Coyonitas Sur 485316 9509833
A Sotavento PM-AI-206
A Barlovento PM-AI-207
54 CoySur-19 Coyonitas Sur 488200 9511652
A Sotavento PM-AI-208
A Barlovento PM-AI-209
55 CoySur-20 Coyonitas Sur 488189 9511180
A Sotavento PM-AI-210
A Barlovento PM-AI-211
56 RonsSur-21 Ronchudo Sur 493296 9512499
A Sotavento PM-AI-212
A Barlovento PM-AI-213
57 RonsSur-22 Ronchudo Sur 493383 9514766
A Sotavento PM-AI-214
A Barlovento PM-AI-215
58 GolSur-23 Golondrina Sur 489250 9515649
A Sotavento PM-AI-216
A Barlovento PM-AI-217
59 GolSur-24 Golondrina Sur 490404 9516028
A Sotavento PM-AI-218
A Barlovento PM-AI-219
60 GolSur-25 Golondrina Sur 489474 9515225
A Sotavento PM-AI-220
A Barlovento PM-AI-221
61 Gol-Sur-26 Golondrina Sur 489043 9515015
A Sotavento PM-AI-222
A Barlovento PM-AI-223
62 HualSur-27 Hualtacal sur 496385 9518156
A Sotavento PM-AI-224
63 HualSur-28 A Barlovento PM-AI-225 Hualtacal sur 496796 9518169

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-192


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PROYECCIÓN UTM – WGS


CALIDAD DEL AIRE
NÚMERO DE 84 – ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Sotavento PM-AI-226
A Barlovento PM-AI-227
64 HualSur-29 Hualtacal sur 497036 9518559
A Sotavento PM-AI-228
A Barlovento PM-AI-229
65 HualSur-30 Hualtacal sur 497221 9518312
A Sotavento PM-AI-230
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.109: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN


AMBOS LOTES
PROYECCIÓN UTM – WGS 84 – ZONA
CALIDAD DEL AIRE
17 SUR
LOTE COMPONENTE
DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Barlovento PM-AI-231
1 II Batería 321 486 967 9 519 744
A Sotavento PM-AI-232
A Barlovento PM-AI-233 Estación de
2 II 487 011 9519 783
A Sotavento PM-AI-234 compresión 321
A Barlovento PM-AI-235 Estación de
3 II 488 633 9 519 945
A Sotavento PM-AI-236 fiscalización
A Barlovento PM-AI-237 Estación de
4 II 488 633 9519 945
A Sotavento PM-AI-238 compresión 325
A Barlovento PM-AI-239 Estación de
5 XV compresión 488029 9 510 832
A Sotavento PM-AI-240 Coyonitas Sur
A Barlovento PM-AI-241
6 XV Batería Hualcatal 496 879 9 518 326
A Sotavento PM-AI-242
A Barlovento PM-AI-243 Batería Coyonitas
7 XV 488 799 9510 960
A Sotavento PM-AI-244 Sur
A Barlovento PM-AI-245
8 XV Batería 333-A 470 667 9 510 319
A Sotavento PM-AI-246
A Barlovento PM-AI-247 Batería AX-32
9 XV 475 549 9 511 012
A Sotavento PM-AI-248 Paloma
Elaborado por GEMA, 2015.

 Monitoreo de la Calidad de Ruido

Para los trabajos de monitoreo de calidad de ruido se considerarán dos (02) estaciones
de muestreo (barlovento y sotavento) los cuales se ubicarán en las facilidades de
producción del lote XV Y II.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los


lotes II y XV, durante esta etapa.

El monitoreo se realizará de forma progresiva; es decir, al terminar con un pozo, se


procederá a monitorear al siguiente.

Se tomará en cuenta lo establecido en el Protocolo Nacional de Ruido Ambiental (AMC


N° 031-2011-MINAM/OGA) y la Norma Técnica Peruana ISO 1996-1:2007 (ACÚSTICA.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-193


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0813
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Descripción, medición y evaluación del ruido ambiental. Parte 1: Índices básicos y


proceso de evaluación).

Para el análisis de los resultados del nivel sonoro a evaluar, se considerarán los valores
de referencia establecidos en el Decreto Supremo N° 085-2003-PCM (Estándares
Nacionales de Calidad Ambiental para Ruido), los cuales establecen la evaluación de
las siguientes categorías:

TABLA 5.110: CATEGORÍAS DE EVALUACIÓN DE RUIDO


VALORES EXPRESADOS EN LAEQT
ZONAS DE APLICACIÓN
HORARIO DIURNO HORARIO NOCTURNO
Zona de Protección Especial 50 40
Zona Residencial 60 50
Zona Comercial 70 60
Zona Industrial 80 70
Elaborado por GEMA, 2014.

 Estaciones de Muestreo

La ubicación de los puntos de monitoreo de calidad de ruido se encuentran en las


siguientes tablas:

TABLA 5.111: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Barlovento PM-RU-1
1 12014 Golondrina 487615 9518157
A Sotavento PM-RU-2
A Barlovento PM-RU-3
2 12015 Golondrina 487661 9518033
A Sotavento PM-RU-4
A Barlovento PM-RU-5
3 12016 Golondrina
A Sotavento PM-RU-6 488797 8518339
A Barlovento PM-RU-7
4 12017 Coyonitas 487176 9518525
A Sotavento PM-RU-8
A Barlovento PM-RU-9
5 12018 Coyonitas 486828 9517962
A Sotavento PM-RU-10
A Barlovento PM-RU-11
6 12019 Golondrina 488038 9518295
A Sotavento PM-RU-12
A Barlovento PM-RU-13
7 12022 Golondrina 487728 9517831
A Sotavento PM-RU-14
A Barlovento PM-RU-15
8 12023 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-16 496397 9518919
A Barlovento PM-RU-17
9 12024 Coyonitas 486680 9517346
A Sotavento PM-RU-18
A Barlovento PM-RU-19
10 12025 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-20 486519 9517068
A Barlovento PM-RU-21
11 12026 Coyonitas 487905 9518750
A Sotavento PM-RU-22
12 12027 A Barlovento PM-RU-23 Coyonitas 487444 9518874

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-194


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-RU-24
A Barlovento PM-RU-25
13 12028 Golondrina
A Sotavento PM-RU-26 490514 9517809
A Barlovento PM-RU-27
14 12029 Golondrina
A Sotavento PM-RU-28 489778 9517968
A Barlovento PM-RU-29
15 12030 Golondrina
A Sotavento PM-RU-30 489266 9517712
A Barlovento PM-RU-31
16 12031 Golondrina
A Sotavento PM-RU-32 488888 9517530
A Barlovento PM-RU-33
17 12032 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-34 487757 9518496
A Barlovento PM-RU-35
18 12033 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-36 487562 9519087
A Barlovento PM-RU-37
19 12034 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-38 487375 9518082
A Barlovento PM-RU-39
20 12035 Golondrina
A Sotavento PM-RU-40 488221 9516793
A Barlovento PM-RU-41
21 12036 Golondrina
A Sotavento PM-RU-42 488547 9517148
A Barlovento PM-RU-43
22 12037 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-44 469079 9519493
A Barlovento PM-RU-45
23 12038 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-46 500133 9521458
A Barlovento PM-RU-47
24 12039 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-48 499980 9521362
A Barlovento PM-RU-49
25 12040 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-50 499841 9521135
A Barlovento PM-RU-51
26 12041 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-52 499809 9520898
A Barlovento PM-RU-53
27 12042 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-54 499712 9520685
A Barlovento PM-RU-55
28 12043 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-56 499483 9520420
A Barlovento PM-RU-57
29 Gol-01 Golondrina 488662 9516586
A Sotavento PM-RU-58
A Barlovento PM-RU-59
30 Gol-02 Golondrina 490235 9516558
A Sotavento PM-RU-60
A Barlovento PM-RU-61
31 Gol-03 Golondrina 486660 9516288
A Sotavento PM-RU-62
A Barlovento PM-RU-63
32 Gol-04 Golondrina
A Sotavento PM-RU-64 489017 9517096
A Barlovento PM-RU-65
33 Gol-05 Golondrina
A Sotavento PM-RU-66 489448 9517290
A Barlovento PM-RU-67
34 Gol-06 Golondrina
A Sotavento PM-RU-68 489846 9517512
A Barlovento PM-RU-69
35 Coy-07 Coyonitas 486442 9516761
A Sotavento PM-RU-70
36 Coy-08 A Barlovento PM-RU-71 Coyonitas 491784 9521664

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-195


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0814
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CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-RU-72
A Barlovento PM-RU-73
37 Coy-09 Coyonitas 491151 9520223
A Sotavento PM-RU-74
A Barlovento PM-RU-75
38 Coy-10 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-76 486954 9518199
A Barlovento PM-RU-77
39 Coy-11 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-78 487096 9518635
A Barlovento PM-RU-79
40 Ron-12 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-80 492825 9518710
A Barlovento PM-RU-81
41 Ron-13 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-82 493041 9517608
A Barlovento PM-RU-83
42 Ron-14 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-84 492890 9517045
A Barlovento PM-RU-85
43 Ron-15 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-86 495415 9518772
A Barlovento PM-RU-87
44 Hual-16 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-88 500166 9520632
A Barlovento PM-RU-89
45 Hual-17 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-90 500451 9521298
A Barlovento PM-RU-91
46 Hual-18 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-92 500477 9521541
A Barlovento PM-RU-93
47 Hual-19 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-94 499218 9520377
A Barlovento PM-RU-95
48 Hual-20 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-96 499140 9519665
A Barlovento PM-RU-97
49 Hual-21 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-98 500061 9519580
A Barlovento PM-RU-99
50 Hual-22 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-100 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.112: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV
CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Barlovento PM-RU-101
1 12055 Lobitos
A Sotavento PM-RU-102 471933 9510704
A Barlovento PM-RU-103
2 12056 Lobitos
A Sotavento PM-RU-104 471771 9510879
A Barlovento PM-RU-105
3 12057 Lobitos 471539 9511085
A Sotavento PM-RU-106
A Barlovento PM-RU-107
4 12058 Lobitos
A Sotavento PM-RU-108 471344 9511203
A Barlovento PM-RU-109
5 12059 Lobitos
A Sotavento PM-RU-110 471160 9511343
A Barlovento PM-RU-111
6 12060 Paloma 474369 9510808
A Sotavento PM-RU-112
7 12063 A Barlovento PM-RU-113 Paloma 473971 9511026

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-196


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Sotavento PM-RU-114
A Barlovento PM-RU-115
8 12064 Paloma 474539 9511049
A Sotavento PM-RU-116
A Barlovento PM-RU-117
9 12065 Paloma 474121 9511116
A Sotavento PM-RU-118
A Barlovento PM-RU-119
10 12066 Paloma 474505 9511362
A Sotavento PM-RU-120
A Barlovento PM-RU-121
11 12067 Paloma 474442 9511580
A Sotavento PM-RU-122
A Barlovento PM-RU-123
12 12068 Paloma 474660 9511677
A Sotavento PM-RU-124
A Barlovento PM-RU-125
13 12069 Paloma 474262 9511809
A Sotavento PM-RU-126
A Barlovento PM-RU-127
14 12070 Paloma 474020 9511525
A Sotavento PM-RU-128
A Barlovento PM-RU-129
15 12071 Paloma 473617 9511265
A Sotavento PM-RU-130
A Barlovento PM-RU-131
16 12072 Paloma 476458 9511754
A Sotavento PM-RU-132
A Barlovento PM-RU-133
17 12073 Paloma 476848 9511409
A Sotavento PM-RU-134
A Barlovento PM-RU-135
18 12074 Paloma 477461 9510592
A Sotavento PM-RU-136
A Barlovento PM-RU-137
19 12075 Paloma 477321 9510541
A Sotavento PM-RU-138
A Barlovento PM-RU-139
20 12076 Paloma 477486 9510712
A Sotavento PM-RU-140
A Barlovento PM-RU-141
21 12077 Paloma 476999 9509502
A Sotavento PM-RU-142
A Barlovento PM-RU-143
22 12078 Coyonitas sur 487249 9511649
A Sotavento PM-RU-144
A Barlovento PM-RU-145
23 12079 Coyonitas sur 487249 9511193
A Sotavento PM-RU-146
A Barlovento PM-RU-147
24 12080 Coyonitas sur 487714 9511646
A Sotavento PM-RU-148
A Barlovento PM-RU-149
25 12081 Coyonitas sur 487711 9511174
A Sotavento PM-RU-150
A Barlovento PM-RU-151
26 12082 Coyonitas sur 486777 9511160
A Sotavento PM-RU-152
A Barlovento PM-RU-153
27 12083 Golondrina sur 489935.266 9516028.221
A Sotavento PM-RU-154
A Barlovento PM-RU-155
28 12084 Golondrina sur 488827.6088 9515442.346
A Sotavento PM-RU-156
A Barlovento PM-RU-157
29 12085 Hualcatal sur 497378 9516881
A Sotavento PM-RU-158
A Barlovento PM-RU-159
30 12086 Hualcatal sur 496531 9518525
A Sotavento PM-RU-160
31 12087 A Barlovento PM-RU-161 Golondrina 472259 9510376

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-197


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0815
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Sotavento PM-RU-162
A Barlovento PM-RU-163
32 12088 Lobitos
A Sotavento PM-RU-164 472101 9510540
A Barlovento PM-RU-165
33 12089 Lobitos 470994 9511497
A Sotavento PM-RU-166
A Barlovento PM-RU-167
34 12090 Lobitos 470730 9510720
A Sotavento PM-RU-168
A Barlovento PM-RU-169
35 12091* Lobitos
A Sotavento PM-RU-170 470635 9510543
A Barlovento PM-RU-171
36 Pal-01 Paloma 475242 9510863
A Sotavento PM-RU-172
A Barlovento PM-RU-173
37 Pal-02 Paloma 474919 9510728
A Sotavento PM-RU-174
A Barlovento PM-RU-175
38 Pal-03 Paloma 474928 9510573
A Sotavento PM-RU-176
A Barlovento PM-RU-177
39 Pal-04 Paloma 475339 9510694
A Sotavento PM-RU-178
A Barlovento PM-RU-179
40 Pal-05 Paloma 475149 9511061
A Sotavento PM-RU-180
A Barlovento PM-RU-181
41 Pal-06 Paloma 477084 9511700
A Sotavento PM-RU-182
A Barlovento PM-RU-183
42 Pal-07 Paloma 477278 9511771
A Sotavento PM-RU-184
A Barlovento PM-RU-185
43 Pal-08 Paloma 476616 9511466
A Sotavento PM-RU-186
A Barlovento PM-RU-187
44 Pal-09 Paloma 477319 9511577
A Sotavento PM-RU-188
A Barlovento PM-RU-189
45 Pal-10 Paloma 477100 9510442
A Sotavento PM-RU-190
A Barlovento PM-RU-191
46 Pal-11 Paloma 477937 9510218
A Sotavento PM-RU-192
A Barlovento PM-RU-193
47 Pal-12 Paloma 477729 9510448
A Sotavento PM-RU-194
A Barlovento PM-RU-195
48 Pal-13 Paloma 478431 9510648
A Sotavento PM-RU-196
A Barlovento PM-RU-197
49 Pal-14 Paloma 477831 9510637
A Sotavento PM-RU-198
A Barlovento PM-RU-199
50 Pal-15 Paloma 477654 9510730
A Sotavento PM-RU-200
A Barlovento PM-RU-201
51 Pal-16 Paloma 475729 9509933
A Sotavento PM-RU-202
A Barlovento PM-RU-203
52 CoySur-17 Coyonitas Sur 480398 9509902
A Sotavento PM-RU-204
A Barlovento PM-RU-205
53 CoySur-18 Coyonitas Sur 485316 9509833
A Sotavento PM-RU-206
A Barlovento PM-RU- 207
54 CoySur-19 Coyonitas Sur 488200 9511652
A Sotavento PM-RU-208
55 CoySur-20 A Barlovento PM-RU-209 Coyonitas Sur 488189 9511180

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-198


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DE RUIDO PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN DEL CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Sotavento PM-RU-210
A Barlovento PM-RU-211
56 RonsSur-21 Ronchudo Sur 493296 9512499
A Sotavento PM-RU-212
A Barlovento PM-RU-213
57 RonsSur-22 Ronchudo Sur 493383 9514766
A Sotavento PM-RU-214
A Barlovento PM-RU-215
58 GolSur-23 Golondrina Sur 489250 9515649
A Sotavento PM-RU-216
A Barlovento PM-RU-217
59 GolSur-24 Golondrina Sur 490404 9516028
A Sotavento PM-RU-218
A Barlovento PM-RU-219
60 GolSur-25 Golondrina Sur 489474 9515225
A Sotavento PM-RU-220
A Barlovento PM-RU-221
61 Gol-Sur-26 Golondrina Sur 489043 9515015
A Sotavento PM-RU-222
A Barlovento PM-RU-223
62 HualSur-27 Hualtacal sur 496385 9518156
A Sotavento PM-RU-224
A Barlovento PM-RU-225
63 HualSur-28 Hualtacal sur 496796 9518169
A Sotavento PM-RU-226
A Barlovento PM-RU-227
64 HualSur-29 Hualtacal sur 497036 9518559
A Sotavento PM-RU-228
A Barlovento PM-RU-229
65 HualSur-30 Hualtacal sur 497221 9518312
A Sotavento PM-RU-230
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.113: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN


AMBOS LOTES
PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
CALIDAD DE RUIDO
ZONA 17 SUR
LOTE COMPONENTE
DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (m) NORTE (m)
VIENTO
A Barlovento PM-RU-231
1 II Batería 321 486 967 9 519 744
A Sotavento PM-RU-232
A Barlovento PM-RU-233 Estación de
2 II 487 011 9519 783
A Sotavento PM-RU-234 compresión 321
A Barlovento PM-RU-235 Estación de
3 II 488 633 9 519 945
A Sotavento PM-RU-236 fiscalización
A Barlovento PM-RU-237 Estación de
4 II 488 633 9519 945
A Sotavento PM-RU-238 compresión 325
A Barlovento PM-RU-239 Estación de
5 XV compresión 488029 9 510 832
A Sotavento PM-RU-240 Coyonitas Sur
A Barlovento PM-RU-241
6 XV Batería Hualcatal 496 879 9 518 326
A Sotavento PM-RU-242
A Barlovento PM-RU-243 Batería
7 XV 488 799 9510 960
A Sotavento PM-RU-244 Coyonitas Sur
A Barlovento PM-RU-245
8 XV Batería 333-A 470 667 9 510 319
A Sotavento PM-RU-246
A Barlovento PM-RU-247 Batería AX-32
9 XV 475 549 9 511 012
A Sotavento PM-RU-248 Paloma
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-199


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0816
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

 Monitoreo de Emisiones Gaseosas y de Partículas

Para la evaluación de las emisiones gaseosas y de partículas, se considerará una (01)


estación de muestreo ubicada en la tubería de salida de gases del grupo electrógeno,
el cual será utilizado para proveer energía durante la etapa de construcción de las
facilidades de desarrollo.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los


lotes II y XV, durante esta etapa, una vez iniciado el uso del grupo electrógeno.

El monitoreo de emisiones gaseosas se basa en los lineamientos establecidos en la


NTP 900.018:2003 y lo indicado en el Decreto Supremo N° 014-2010-MINAM
(Límites Máximos Permisibles para las Emisiones Gaseosas y de Partículas de las
Actividades del Sub Sector Hidrocarburos). El monitoreo será realizado por un
laboratorio acreditado por INDECOPI.

- Estaciones de monitoreo: La ubicación aproximada del punto de monitoreo de


emisiones gaseosas y de partículas se muestra en los siguientes cuadros:

TABLA 5.114: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y PARTÍCULAS POR POZO DE


DESARROLLO – LOTE II
Puntos de Monitoreo de Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17
Emisiones Gaseosas y Partículas Componente del Sur
Proyecto
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-1 12014 487615 9518157
PM-EG-2 12015 487661 9518033
PM-EG-3 12016 488797 8518339
PM-EG-4 12017 487176 9518525
PM-EG-5 12018 486828 9517962
PM-EG-6 12019 488038 9518295
PM-EG-7 12022 487728 9517831
PM-EG-8 12023 496397 9518919
PM-EG-9 12024 486680 9517346
PM-EG-10 12025 486519 9517068
PM-EG-11 12026 487905 9518750
PM-EG-12 12027 487444 9518874
PM-EG-13 12028 490514 9517809
PM-EG-14 12029 489778 9517968
PM-EG-15 12030 489266 9517712
PM-EG-16 12031 488888 9517530
PM-EG-17 12032 487757 9518496
PM-EG-18 12033 487562 9519087
PM-EG-19 12034 487375 9518082
PM-EG-20 12035 488221 9516793
PM-EG-21 12036 488547 9517148
PM-EG-22 12037 469079 9519493
PM-EG-23 12038 500133 9521458

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-200


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Puntos de Monitoreo de Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17


Emisiones Gaseosas y Partículas Componente del Sur
Proyecto
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-24 12039 499980 9521362
PM-EG-25 12040 499841 9521135
PM-EG-26 12041 499809 9520898
PM-EG-27 12042 499712 9520685
PM-EG-28 12043 499483 9520420
PM-EG-29 Gol-01 488662 9516586
PM-EG-30 Gol-02 490235 9516558
PM-EG-31 Gol-03 486660 9516288
PM-EG-32 Gol-04 489017 9517096
PM-EG-33 Gol-05 489448 9517290
PM-EG-34 Gol-06 489846 9517512
PM-EG-35 Coy-07 486442 9516761
PM-EG-36 Coy-08 491784 9521664
PM-EG-37 Coy-09 491151 9520223
PM-EG-38 Coy-10 486954 9518199
PM-EG-39 Coy-11 487096 9518635
PM-EG-40 Ron-12 492825 9518710
PM-EG-41 Ron-13 493041 9517608
PM-EG-42 Ron-14 492890 9517045
PM-EG-43 Ron-15 495415 9518772
PM-EG-44 Hual-16 500166 9520632
PM-EG-45 Hual-17 500451 9521298
PM-EG-46 Hual-18 500477 9521541
PM-EG-47 Hual-19 499218 9520377
PM-EG-48 Hual-20 499140 9519665
PM-EG-49 Hual-21 500061 9519580
PM-EG-50 Hual-22 499884 9519256
Elaboración: GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-201


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0817
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TABLA 5.115: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y PARTÍCULAS POR POZO DE


DESARROLLO – LOTE XV
Puntos de Monitoreo de
Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17
Emisiones Gaseosas y Componente del Sur
Partículas proyecto
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-51 12055 471933 9510704
PM-EG-52 12056 471771 9510879
PM-EG-53 12057 471539 9511085
PM-EG-54 12058 471344 9511203
PM-EG-55 12059 471160 9511343
PM-EG-56 12060 474369 9510808
PM-EG-57 12063 473971 9511026
PM-EG-58 12064 474539 9511049
PM-EG-59 12065 474121 9511116
PM-EG-60 12066 474505 9511362
PM-EG-61 12067 474442 9511580
PM-EG-62 12068 474660 9511677
PM-EG-63 12069 474262 9511809
PM-EG-64 12070 474020 9511525
PM-EG-65 12071 473617 9511265
PM-EG-66 12072 476458 9511754
PM-EG-67 12073 476848 9511409
PM-EG-68 12074 477461 9510592
PM-EG-69 12075 477321 9510541
PM-EG-70 12076 477486 9510712
PM-EG-71 12077 476999 9509502
PM-EG-72 12078 487249 9511649
PM-EG-73 12079 487249 9511193
PM-EG-74 12080 487714 9511646
PM-EG-75 12081 487711 9511174
PM-EG-76 12082 486777 9511160
PM-EG-77 12083 489935 9516028
PM-EG-78 12084 488827 9515442
PM-EG-79 12085 497378 9516881
PM-EG-80 12086 496531 9518525
PM-EG-81 12087 472259 9510376
PM-EG-82 12088 472101 9510540
PM-EG-83 12089 470994 9511497
PM-EG-84 12090 470730 9510720
PM-EG-85 12091 * 470635 9510543
PM-EG-86 Pal-01 475242 9510863
PM-EG-87 Pal-02 474919 9510728
PM-EG-88 Pal-03 474928 9510573
PM-EG-89 Pal-04 475339 9510694
PM-EG-90 Pal-05 475149 9511061
PM-EG-91 Pal-06 477084 9511700
PM-EG-92 Pal-07 477278 9511771
PM-EG-93 Pal-08 476616 9511466
PM-EG-94 Pal-09 477319 9511577

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-202


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Puntos de Monitoreo de
Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17
Emisiones Gaseosas y Componente del Sur
Partículas proyecto
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-95 Pal-10 477100 9510442
PM-EG-96 Pal-11 477937 9510218
PM-EG-97 Pal-12 477729 9510448
PM-EG-98 Pal-13 478431 9510648
PM-EG-99 Pal-14 477831 9510637
PM-EG-100 Pal-15 477654 9510730
PM-EG-101 Pal-16 475729 9509933
PM-EG-102 CoySur-17 480398 9509902
PM-EG-103 CoySur-18 485316 9509833
PM-EG-104 CoySur-19 488200 9511652
PM-EG-105 CoySur-20 488189 9511180
PM-EG-106 RonSur-21 493296 9512499
PM-EG-107 RonSur-22 493383 9514766
PM-EG-108 GolSur-23 489250 9515649
PM-EG-109 GolSur-24 490404 9516028
PM-EG-110 GolSur-25 489474 9515225
PM-EG-111 Gol-Sur-26 489043 9515015
PM-EG-112 HualSur-27 496385 9518156
PM-EG-113 HualSur-28 496796 9518169
PM-EG-114 HualSur-29 497036 9518559
PM-EG-115 HualSur-30 497221 9518312
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.116: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y PARTÍCULAS POR FACILIDADES DE


PRODUCCIÓN EN AMBOS LOTES
Puntos de control de
Componente del Emisiones Gaseosas y Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17 Sur
proyecto Partículas
Código Este (m) Norte (m)
Batería 321 PM-EG-116 486 967 9 519 744
Estación de compresión
PM-EG-117 487 011 9519 783
321
Estación de fiscalización
PM-EG-118 488 633 9 519 945
325
Estación de compresión
PM-EG-119 488 633 9519 945
325
Estación de compresión
PM-EG-120 488029 9 510 832
Coyonitas Sur
Batería Hualcatal PM-EG-121 496 879 9 518 326
Batería Coyonitas Sur PM-EG-122 488 799 9510 960
Batería 333-A PM-EG-123 470 667 9 510 319
Batería AX-32 Paloma PM-EG-124 475 549 9 511 012
Elaborado por GEMA, 2014.

A continuación se muestran los parámetros a analizar:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-203


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0818
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TABLA 5.117: PARÁMETROS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y PARTÍCULAS

Concentración en Cualquier Momento


Actividades de
Explotación en Tierra Procesamiento y
Parámetro Regulado Refinación de Petróleo
mg/Nm3 mg/Nm3
Material Particulado (PM) 50 50
Compuestos Orgánicos volátiles , incluyendo
20 20
benceno (COV)
Sulfuro de Hidrogeno (H2S) 30 10
Óxidos de Azufre (para producción de petróleo) SOx
1000 -
Unidades de recuperación de azufre
Otras unidades - 150
- 500
Óxidos de Nitrógeno (NOx) -
Usando gas como combustible 320 (o 86 ng/J) 450
Usando petróleo como combustible 460 (o 130 ng/J)
Níquel (Ni) 1
Vanadio (V) 5
No molesto en el punto
Olor -
receptor
Fuente: D.S N° 014-2010-MINAM Leyenda: mg/Nm3 miligramos/Normal metro cúbico (0°C y 1 atmósfera y base
seca y 3% de exceso de oxígeno). Ng/J nanogramos/joule

o Etapa de Operación

 Monitoreo de la Calidad de Agua de Mar

Debido a la escasez de lluvias y a la elevada evapotranspiración (característica de la


zona) no se encontrarán cursos de agua superficiales dentro del área del proyecto,
cabe resaltar que las quebradas se encontrarán secas durante todo el año. Sin
embargo, durante el fenómeno El Niño, se producirán intensas lluvias, las que se
colectarán en las quebradas, formándose cursos temporales que trasladarán agua
hacia el mar, siendo este el único cuerpo de agua cercano al área de influencia directa
del proyecto.

Por tal motivo se analizará la calidad de agua en dos (02) estaciones de muestreo, los
cuales estarán ubicados en la playa Lobitos y Chacayazo. Este monitoreo solo se
realizará en el lote XV durante la Ampliación de la Batería 333-A.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en el


lote XV.
- Estaciones de muestreo: A continuación se muestran los puntos de monitoreo para
la calidad de agua.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-204


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.118: PUNTOS DE MONITOREO PARA LA CALIDAD DE AGUA

ESTACIONES DE MUESTREO DE AGUA DE MAR


Sistema de Coordenadas UTM - Datum WGS 84 - Zona 17 Sur
Código Descripción Este (m) Norte (m)
AG-M-1 Playa Chacayazo 470 891 9 511 609
AG-M-2 Playa Lobitos 470 624 9 510 690
Elaborado: GEMA, 2014.

Los resultados serán comparados con los Estándares Nacionales de Calidad Ambiental
para agua Categoría 4 del D.S. 002-2008-MINAM (Estándares de Calidad Ambiental -
Ecosistemas Marino Costeros - Marinos) y estará a cargo de un laboratorio acreditado
por INDECOPI.

TABLA 5.119: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE AGUA (IN SITU)


Categoría 4 - ECA -
PARÁMETROS UNIDADES Ecosistemas Marino
Costeros - Marinos
pH Unidad pH 6,8 – 8,5
Temperatura °C Delta 3° C
Oxígeno Disuelto mg/l ≥4
Fuente: D.S. Nº 002-2008-MINAM.

TABLA 5.120: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE AGUA (LABORATORIO)

ECA - Ecosistemas Marino


PARÁMETROS UNIDADES
Costeros - Marinos

FÍSICOS Y QUÍMICOS
Aceites y grasas (HEM) mg/L 1
Demanda Bioquímica de oxígeno (DBO5) mg/L 10
Nitrógeno Amoniacal mg/L 0.08
Temperatura (medición en campo) Celsius Delta 3° C
Oxígeno Disuelto OD (medición en campo) mg/L ≥4
pH (medición en campo) Unid. pH 6.8 - 8.5
Sólidos disueltos totales mg/L -----
Sólidos suspendidos totales mg/L 30
INORGÁNICOS
Arsénico (As) mg/L 0.05
Bario (Ba) mg/L -----
Cadmio (Cd) mg/L 0.005
Cianuro libre mg/L -----
Clorofila A mg/L -----
Cobre (Cu) mg/L 0.05
Cromo VI mg/L 0.05
Fenoles mg/L -----
Fosfatos Total mg/L 0.031 - 0.093
Hidrocarburos de Petróleo Aromáticos totales Ausente Ausente
Mercurio (Hg) mg/L 0.0001
Nitratos mg/L 0.07 - 0.28

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-205


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0819
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

ECA - Ecosistemas Marino


PARÁMETROS UNIDADES
Costeros - Marinos

Nitrógeno total mg/L -----


Níquel (Ni) mg/L 0.0082
Plomo (Pb) mg/L 0.0081
Silicatos mg/L 0.14 - 0.7
Sulfuro de hidrógeno (indisociable) mg/L 0.06
Zinc (Zn) mg/L 0.081
MICROBIOLÓGICOS
Coliformes Termotolerantes NMP/100mL ≤30
Coliformes Totales NMP/100mL ≤30
Fuente: D.S. Nº 002-2008-MINAM.
NOTA: Aquellos parámetros que no tienen valor asignado, deben ser reportados cuando se dispone de
análisis.
Dureza: Medir dureza del agua muestreada para contribuir en la interpretación de los datos
(método/técnica recomendada: APHA-AWWA-WPCF 2340C). Amonio: Como NH3 no ionizado
NMP 100 mL: Numero más probable de 100 mL
Ausente: no deben estar presentes a concentraciones que sean detectables por olor, que afecten a los
organismos acuáticos comestibles, que puedan formar depósitos de sedimentos en las orillas o en el fondo,
que puedan ser detectados como películas visibles en la superficie o que sean nocivos a los organismos
acuáticos presentes.

 Monitoreo de la Calidad de Sedimentos

Se seguirá el mismo procedimiento para el muestreo de calidad de agua. Los puntos


de muestreo para la calidad de sedimentos coincidirán con los puntos de muestreo
para la calidad de agua de mar.

- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en el


lote XV.
- Estaciones de muestreo: La ubicación de los puntos de control de monitoreo se
muestran en el siguiente cuadro:

TABLA 5.121: PUNTOS DE MONITOREO PARA LA CALIDAD DE AGUA

ESTACIONES DE MUESTREO DE SEDIMENTOS MARINOS


Sistema de Coordenadas UTM - Datum WGS84 - Zona 17S
Código Descripción Este (m) Norte (m)
SED-1 Playa Chacayazo 470 891 9 511 609
SED-2 Playa Lobitos 470 624 8 510 690
Elaborado por GEMA, 2014.

En cuanto a los parámetros o estándares de regulación, se considerarán los valores


establecidos en la Guía Canadian Sediment Quality Guidelines for the Protection of
Aquatic Life, 2011 y la norma “Circulaire Bodemsanering, 2009” y estará a cargo de un
laboratorio acreditado por INDECOPI.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-206


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.122: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE SEDIMENTOS

ESTÁNDARES DE
PARÁMETROS UNIDADES
CALIDAD

Arsénico (As) (mg/kg) 7.24


Cadmio (Cd) (mg/kg) 0.7
Cromo (Cr) (mg/kg) 52.3
Metales Cobre (Cu) (mg/kg) 18.7
Plomo (Pb) (mg/kg) 30.2
Mercurio (Hg) (mg/kg) 0.13
Zinc (Zn) (mg/kg) 124
Hidrocarburos totales de petróleo TPH (C10-C40) (mg/kg) 5000

Hidrocarburos Aromáticos Benzo(a)pireno (mg/kg) 0.0888


polinucleares (PAH´s) Naftaleno (mg/kg) 0.0346
Acenafteno (mg/kg) 0.00671
Acenaftaleno (mg/kg) 0.00587
Antraceno (mg/kg) 0.0469
Benzo(a)antraceno (mg/kg) 0.0748

Hidrocarburos Aromáticos Criseno (mg/kg) 0.108


Policíclicos Dibenzo(a, h)antraceno (mg/kg) 0.00622
Fenantreno (mg/kg) 0.0867
Fluoranteno (mg/kg) 0.113
Fluoreno (mg/kg) 0.0212
Pireno (mg/kg) 0.153
Fuente: Guía Canadian Sediment Quality Guidelines for the Protection of Aquatic Life, 2011 (Se comparará
los valores de ISQG)
Fuente: Norma Circulaire Bodemsanering, 2009 (Se comparará con la sustancia de Mineral Oil)

 Monitoreo de la Calidad de Suelos

Se considerarán tres (03) estaciones de muestreo, ubicados en las áreas de


almacenamiento de combustibles, sustancias químicas y área de residuos
provisionales que estarán ubicados en las plataformas de perforación y facilidades de
producción del lote XV Y II.

- Frecuencia para cada pozo: La frecuencia de monitoreo será una vez, al finalizar la
etapa de operación, en los lotes II y XV.
- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los
lotes II y XV, durante esta etapa.
- Estaciones de muestreo: La ubicación aproximada de los puntos de control de
monitoreo se muestran en los siguientes cuadros.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-207


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0820
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TABLA 5.123: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR POZO DE DESARROLLO– LOTE II

Puntos de control de Proyección UTM - WGS 84 -


Componentes del Calidad de Suelos Zona 17 Sur
Yacimiento
Proyecto
Código Este (m) Norte (m)
12018 PM-SU-1 Coyonitas 486828 9517962
12017 PM-SU-2 Coyonitas 487176 9518525
12024 PM-SU-3 Coyonitas 486680 9517346
12026 PM-SU-4 Coyonitas 487905 9518750
12028 PM-SU-5 Golondrina 490514 9517809
12035 PM-SU-6 Golondrina 488221 9516793
12041 PM-SU-7 Hualtacal 499809 9520898
12043 PM-SU-8 Hualtacal 499483 9520420
Gol-05 PM-SU-9 Golondrina 489448 9517290
Hual-18 PM-SU-10 Hualtacal 500477 9521541
Hual-22 PM-SU-11 Hualtacal 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.124: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV

Puntos de control de Proyección UTM - WGS 84 -


Componentes del calidad de suelos Zona 17 Sur
Yacimiento
proyecto
Código Este (m) Norte (m)
12057 PM-SU-15 Lobitos 471539 9511085
12065 PM-SU-16 Paloma 474121 9511116
12069 PM-SU-17 Paloma 474262 9511809
12075 PM-SU-18 Paloma 477321 9510541
12081 PM-SU-19 Coyonitas sur 487711 9511174
12087 PM-SU-20 Lobitos 472259 9510376
12089 PM-SU-21 Lobitos 470994 9511497
12090 PM-SU-22 Lobitos 470730 9510720
Pal-03 PM-SU-23 Paloma 474928 9510573
Pal-07 PM-SU-24 Paloma 477278 9511771
GolSur-25 PM-SU-25 Golondrina Sur 489474 9515225
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.125: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE SUELO POR FACILIDADES DE


PRODUCCIÓN EN AMBOS LOTES
Puntos de Control de
Proyección UTM - WGS 84 - Zona 17 Sur
Componente del Proyecto Calidad de Suelos
Código Este (m) Norte (m)
Batería 321 PM-SU-26 486 967 9 519 744
Estación de compresión 321 PM-SU-27 487 011 9519 783
Estación de fiscalización 325 PM-SU-28 488 633 9 519 945
Estación de compresión 325 PM-SU-29 488 633 9519 945
Estación de compresión
PM-SU-30 488029 9 510 832
Coyonitas Sur
Batería Hualcatal PM-SU-31 496 879 9 518 326
Batería Coyonitas Sur PM-SU-32 488 799 9510 960
Batería 333-A PM-SU-33 470 667 9 510 319
Batería AX-32 Paloma PM-SU-34 475 549 9 511 012
Elaborado: GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-208


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Los resultados, se comparará con los estándares de Calidad Ambiental (ECA) para Suelo
D.S. N° 002-2013-MINAM. Dichos análisis serán realizados por un laboratorio
acreditado por INDECOPI. Además, se tomará en cuenta la Guía para el Muestreo y
Análisis de Suelo (Sub-Sector de hidrocarburos / DGAA, 2000).

TABLA 5.126: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE SUELO

Suelo
Parámetros Método de Ensayo
Industrial/extractivo
Orgánicos
EPA 8260-B
Benceno (mg/kg MS) 0,03
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Tolueno (mg/kg MS) 0,37
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Etilbenceno (mg/kg MS) 0,082
EPA 8021-B
EPA 8260-B
Xileno (mg/kg MS) 11
EPA 8021-B
Naftaleno (mg/kg MS) 22 EPA 8260-B
Fracción de Hidrocarburos F1 (C5-C10)
500 EPA 8015-B
(mg/kg MS)
Fracción de Hidrocarburos F2 (C10-
5000 EPA 8015-M
C28) (mg/kg MS)
Fracción de Hidrocarburos F3 (C28-
6000 EPA 8015-D
C40) (mg/kg MS)
Benzo(a) pireno (mg/kg MS) 0,7 EPA-8270-D
Bifenilos policlorados - PCB (mg/kg
33 EPA-8270-D
MS)
Aldrin (mg/kg MS) 10 EPA-8270-D
Endrin (mg/kg MS) 0,01 EPA-8270-D
DDT (mg/kg MS9 12 EPA-8270-D
Heptacloro (mg/kg MS) 0,01 EPA-8270-D
Inorgánicos
EPA 9013-A/APHA
Cianuro libre (mg/kg MS) 8 AWWA-WEF 4500
CN F
EPA 3050-B
Arsénico total (mg/kg MS) 140
EPA 3051
EPA 3050-B
Bario total (mg/kg MS) 200
EPA 3051
EPA 3050-B
Cádmio total (mg/kg MS) 22
EPA 3051
EPA 3050-B
Cromo VI (mg/kg MS) 1,4
EPA 3051
Mercurio total (mg/kg MS) 24 EPA 7471-B
EPA 3050-B
Plomo total (mg/kg MS) 1200
EPA 3051
Fuente: Estándares de Calidad Ambiental para Suelo (ECA) D.S. N° 002-2013-MINAM

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-209


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0821
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 Monitoreo de la Calidad de Aire

Se considerarán dos (02) estaciones de muestreo (barlovento y sotavento) los cuales


se ubicarán en los pozos de perforación y facilidades de producción del lote XV Y II.
Dichos monitoreos estarán acompañados por un apropiado monitoreo meteorológico,
ya que el clima tiene una fuerte influencia en la dispersión y concentración de
contaminantes. Además se tomará en cuenta el Protocolo de Monitoreo de la Calidad
del Aire y Gestión de los Datos (Resolución Directoral 1404/2005/DIGESA).

- Frecuencia para cada pozo: La frecuencia de monitoreo será una vez, al finalizar la
etapa de operación, en los lotes II y XV.
- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los
lotes II y XV, durante esta etapa.
- Estaciones de Muestreo: La ubicación aproximada de los puntos de control de
monitoreo se muestran en los siguientes cuadros:

TABLA 5.127: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Barlovento PM-AI-1
1 12014 Golondrina 487615 9518157
A Sotavento PM-AI-2
A Barlovento PM-AI-3
2 12015 Golondrina 487661 9518033
A Sotavento PM-AI-4
A Barlovento PM-AI-5
3 12016 Golondrina
A Sotavento PM-AI-6 488797 8518339
A Barlovento PM-AI-7
4 12017 Coyonitas 487176 9518525
A Sotavento PM-AI-8
A Barlovento PM-AI-9
5 12018 Coyonitas 486828 9517962
A Sotavento PM-AI-10
A Barlovento PM-AI-11
6 12019 Golondrina 488038 9518295
A Sotavento PM-AI-12
A Barlovento PM-AI-13
7 12022 Golondrina 487728 9517831
A Sotavento PM-AI-14
A Barlovento PM-AI-15
8 12023 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-16 496397 9518919
A Barlovento PM-AI-17
9 12024 Coyonitas 486680 9517346
A Sotavento PM-AI-18
A Barlovento PM-AI-19
10 12025 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-20 486519 9517068
A Barlovento PM-AI-21
11 12026 Coyonitas 487905 9518750
A Sotavento PM-AI-22
A Barlovento PM-AI-23
12 12027 Coyonitas 487444 9518874
A Sotavento PM-AI-24
A Barlovento PM-AI-25
13 12028 Golondrina
A Sotavento PM-AI-26 490514 9517809
A Barlovento PM-AI-27
14 12029 Golondrina
A Sotavento PM-AI-28 489778 9517968
15 12030 A Barlovento PM-AI-29 Golondrina 489266 9517712

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-210


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CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-AI-30
A Barlovento PM-AI-31
16 12031 Golondrina
A Sotavento PM-AI-32 488888 9517530
A Barlovento PM-AI-33
17 12032 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-34 487757 9518496
A Barlovento PM-AI-35
18 12033 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-36 487562 9519087
A Barlovento PM-AI-37
19 12034 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-38 487375 9518082
A Barlovento PM-AI-39
20 12035 Golondrina
A Sotavento PM-AI-40 488221 9516793
A Barlovento PM-AI-41
21 12036 Golondrina
A Sotavento PM-AI-42 488547 9517148
A Barlovento PM-AI-43
22 12037 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-44 469079 9519493
A Barlovento PM-AI-45
23 12038 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-46 500133 9521458
A Barlovento PM-AI-47
24 12039 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-48 499980 9521362
A Barlovento PM-AI-49
25 12040 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-50 499841 9521135
A Barlovento PM-AI-51
26 12041 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-52 499809 9520898
A Barlovento PM-AI-53
27 12042 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-54 499712 9520685
A Barlovento PM-AI-55
28 12043 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-56 499483 9520420
A Barlovento PM-AI-57
29 Gol-01 Golondrina 488662 9516586
A Sotavento PM-AI-58
A Barlovento PM-AI-59
30 Gol-02 Golondrina 490235 9516558
A Sotavento PM-AI-60
A Barlovento PM-AI-61
31 Gol-03 Golondrina 486660 9516288
A Sotavento PM-AI-62
A Barlovento PM-AI-63
32 Gol-04 Golondrina
A Sotavento PM-AI-64 489017 9517096
A Barlovento PM-AI-65
33 Gol-05 Golondrina
A Sotavento PM-AI-66 489448 9517290
A Barlovento PM-AI-67
34 Gol-06 Golondrina
A Sotavento PM-AI-68 489846 9517512
A Barlovento PM-AI-69
35 Coy-07 Coyonitas 486442 9516761
A Sotavento PM-AI-70
A Barlovento PM-AI-71
36 Coy-08 Coyonitas 491784 9521664
A Sotavento PM-AI-72
A Barlovento PM-AI-73
37 Coy-09 Coyonitas 491151 9520223
A Sotavento PM-AI-74
A Barlovento PM-AI-75
38 Coy-10 Coyonitas
A Sotavento PM-AI-76 486954 9518199
39 Coy-11 A Barlovento PM-AI-77 Coyonitas 487096 9518635

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-211


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0822
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CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO DE ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-AI-78
A Barlovento PM-AI-79
40 Ron-12 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-80 492825 9518710
A Barlovento PM-AI-81
41 Ron-13 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-82 493041 9517608
A Barlovento PM-AI-83
42 Ron-14 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-84 492890 9517045
A Barlovento PM-AI-85
43 Ron-15 Ronchudo
A Sotavento PM-AI-86 495415 9518772
A Barlovento PM-AI-87
44 Hual-16 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-88 500166 9520632
A Barlovento PM-AI-89
45 Hual-17 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-90 500451 9521298
A Barlovento PM-AI-91
46 Hual-18 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-92 500477 9521541
A Barlovento PM-AI-93
47 Hual-19 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-94 499218 9520377
A Barlovento PM-AI-95
48 Hual-20 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-96 499140 9519665
A Barlovento PM-AI-97
49 Hual-21 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-98 500061 9519580
A Barlovento PM-AI-99
50 Hual-22 Hualtacal
A Sotavento PM-AI-100 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.128: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV
CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –
NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Barlovento PM-AI-101
1 12055 Lobitos
A Sotavento PM-AI-102 471933 9510704
A Barlovento PM-AI-103
2 12056 Lobitos
A Sotavento PM-AI-104 471771 9510879
A Barlovento PM-AI-105
3 12057 Lobitos 471539 9511085
A Sotavento PM-AI-106
A Barlovento PM-AI-107
4 12058 Lobitos
A Sotavento PM-AI-108 471344 9511203
A Barlovento PM-AI-109
5 12059 Lobitos
A Sotavento PM-AI-110 471160 9511343
A Barlovento PM-AI-111
6 12060 Paloma 474369 9510808
A Sotavento PM-AI-112
A Barlovento PM-AI-113
7 12063 Paloma 473971 9511026
A Sotavento PM-AI-114
A Barlovento PM-AI-115
8 12064 Paloma 474539 9511049
A Sotavento PM-AI-116
A Barlovento PM-AI-117
9 12065 Paloma 474121 9511116
A Sotavento PM-AI-118
10 12066 A Barlovento PM-AI-119 Paloma 474505 9511362

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-212


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-AI-120
A Barlovento PM-AI-121
11 12067 Paloma 474442 9511580
A Sotavento PM-AI-122
A Barlovento PM-AI-123
12 12068 Paloma 474660 9511677
A Sotavento PM-AI-124
A Barlovento PM-AI-125
13 12069 Paloma 474262 9511809
A Sotavento PM-AI-126
A Barlovento PM-AI-127
14 12070 Paloma 474020 9511525
A Sotavento PM-AI-128
A Barlovento PM-AI-129
15 12071 Paloma 473617 9511265
A Sotavento PM-AI-130
A Barlovento PM-AI-131
16 12072 Paloma 476458 9511754
A Sotavento PM-AI-132
A Barlovento PM-AI-133
17 12073 Paloma 476848 9511409
A Sotavento PM-AI-134
A Barlovento PM-AI-135
18 12074 Paloma 477461 9510592
A Sotavento PM-AI-136
A Barlovento PM-AI-137
19 12075 Paloma 477321 9510541
A Sotavento PM-AI-138
A Barlovento PM-AI-139
20 12076 Paloma 477486 9510712
A Sotavento PM-AI-140
A Barlovento PM-AI-141
21 12077 Paloma 476999 9509502
A Sotavento PM-AI-142
A Barlovento PM-AI-143
22 12078 Coyonitas sur 487249 9511649
A Sotavento PM-AI-144
A Barlovento PM-AI-145
23 12079 Coyonitas sur 487249 9511193
A Sotavento PM-AI-146
A Barlovento PM-AI-147
24 12080 Coyonitas sur 487714 9511646
A Sotavento PM-AI-148
A Barlovento PM-AI-149
25 12081 Coyonitas sur 487711 9511174
A Sotavento PM-AI-150
A Barlovento PM-AI-151
26 12082 Coyonitas sur 486777 9511160
A Sotavento PM-AI-152
A Barlovento PM-AI-153
27 12083 Golondrina sur 489935.266 9516028.221
A Sotavento PM-AI-154
A Barlovento PM-AI-155
28 12084 Golondrina sur 488827.6088 9515442.346
A Sotavento PM-AI-156
A Barlovento PM-AI-157
29 12085 Hualcatal sur 497378 9516881
A Sotavento PM-AI-158
A Barlovento PM-AI-159
30 12086 Hualcatal sur 496531 9518525
A Sotavento PM-AI-160
A Barlovento PM-AI-161
31 12087 Golondrina
A Sotavento PM-AI-162 472259 9510376
A Barlovento PM-AI-163
32 12088 Lobitos
A Sotavento PM-AI-164 472101 9510540
A Barlovento PM-AI-165
33 12089 Lobitos 470994 9511497
A Sotavento PM-AI-166
34 12090 A Barlovento PM-AI-167 Lobitos 470730 9510720

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-213


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0823
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-AI-168
A Barlovento PM-AI-169
35 12091* Lobitos
A Sotavento PM-AI-170 470635 9510543
A Barlovento PM-AI-171
36 Pal-01 Paloma 475242 9510863
A Sotavento PM-AI-172
A Barlovento PM-AI-173
37 Pal-02 Paloma 474919 9510728
A Sotavento PM-AI-174
A Barlovento PM-AI-175
38 Pal-03 Paloma 474928 9510573
A Sotavento PM-AI-176
A Barlovento PM-AI-177
39 Pal-04 Paloma 475339 9510694
A Sotavento PM-AI-178
A Barlovento PM-AI-179
40 Pal-05 Paloma 475149 9511061
A Sotavento PM-AI-180
A Barlovento PM-AI-181
41 Pal-06 Paloma 477084 9511700
A Sotavento PM-AI-182
A Barlovento PM-AI-183
42 Pal-07 Paloma 477278 9511771
A Sotavento PM-AI-184
A Barlovento PM-AI-185
43 Pal-08 Paloma 476616 9511466
A Sotavento PM-AI-186
A Barlovento PM-AI-187
44 Pal-09 Paloma 477319 9511577
A Sotavento PM-AI-188
A Barlovento PM-AI-189
45 Pal-10 Paloma 477100 9510442
A Sotavento PM-AI-190
A Barlovento PM-AI-191
46 Pal-11 Paloma 477937 9510218
A Sotavento PM-AI-192
A Barlovento PM-AI-193
47 Pal-12 Paloma 477729 9510448
A Sotavento PM-AI-194
A Barlovento PM-AI-195
48 Pal-13 Paloma 478431 9510648
A Sotavento PM-AI-196
A Barlovento PM-AI-197
49 Pal-14 Paloma 477831 9510637
A Sotavento PM-AI-198
A Barlovento PM-AI-199
50 Pal-15 Paloma 477654 9510730
A Sotavento PM-AI-200
A Barlovento PM-AI-201
51 Pal-16 Paloma 475729 9509933
A Sotavento PM-AI-202
A Barlovento PM-AI-203
52 CoySur-17 Coyonitas Sur 480398 9509902
A Sotavento PM-AI-204
A Barlovento PM-AI-205
53 CoySur-18 Coyonitas Sur 485316 9509833
A Sotavento PM-AI-206
A Barlovento PM-AI-207
54 CoySur-19 Coyonitas Sur 488200 9511652
A Sotavento PM-AI-208
A Barlovento PM-AI-209
55 CoySur-20 Coyonitas Sur 488189 9511180
A Sotavento PM-AI-210
A Barlovento PM-AI-211
56 RonsSur-21 Ronchudo Sur 493296 9512499
A Sotavento PM-AI-212
A Barlovento PM-AI-213
57 RonsSur-22 Ronchudo Sur 493383 9514766
A Sotavento PM-AI-214
58 GolSur-23 A Barlovento PM-AI-215 Golondrina Sur 489250 9515649

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-214


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

CALIDAD DEL AIRE PROYECCIÓN UTM – WGS 84 –


NÚMERO ZONA 17 SUR
YACIMIENTO
DE POZO DIRECCIÓN CÓDIGO
ESTE (M) NORTE (M)
DEL VIENTO
A Sotavento PM-AI-216
A Barlovento PM-AI-217
59 GolSur-24 Golondrina Sur 490404 9516028
A Sotavento PM-AI-218
A Barlovento PM-AI-219
60 GolSur-25 Golondrina Sur 489474 9515225
A Sotavento PM-AI-220
A Barlovento PM-AI-221
61 Gol-Sur-26 Golondrina Sur 489043 9515015
A Sotavento PM-AI-222
A Barlovento PM-AI-223
62 HualSur-27 Hualtacal sur 496385 9518156
A Sotavento PM-AI-224
A Barlovento PM-AI-225
63 HualSur-28 Hualtacal sur 496796 9518169
A Sotavento PM-AI-226
A Barlovento PM-AI-227
64 HualSur-29 Hualtacal sur 497036 9518559
A Sotavento PM-AI-228
A Barlovento PM-AI-229
65 HualSur-30 Hualtacal sur 497221 9518312
A Sotavento PM-AI-230
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.129: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE AIRE POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN


AMBOS LOTES
PROYECCIÓN UTM – WGS 84
CALIDAD DEL AIRE
– ZONA 17 SUR
LOTE COMPONENTE
DIRECCIÓN DEL
CÓDIGO ESTE (M) NORTE (M)
VIENTO
A Barlovento PM-AI-231
1 II Batería 321 486 967 9 519 744
A Sotavento PM-AI-232
A Barlovento PM-AI-233 Estación de
2 II 487 011 9519 783
A Sotavento PM-AI-234 compresión 321

A Barlovento PM-AI-235 Estación de


3 II 488 633 9 519 945
A Sotavento PM-AI-236 fiscalización

A Barlovento PM-AI-237 Estación de


4 II 488 633 9519 945
A Sotavento PM-AI-238 compresión 325

A Barlovento PM-AI-239 Estación de


5 XV compresión 488029 9 510 832
A Sotavento PM-AI-240 Coyonitas Sur
A Barlovento PM-AI-241
6 XV Batería Hualcatal 496 879 9 518 326
A Sotavento PM-AI-242
A Barlovento PM-AI-243
7 XV Batería Coyonitas Sur 488 799 9510 960
A Sotavento PM-AI-244
A Barlovento PM-AI-245
8 XV Batería 333-A 470 667 9 510 319
A Sotavento PM-AI-246
A Barlovento PM-AI-247 Batería AX-32
9 XV 475 549 9 511 012
A Sotavento PM-AI-248 Paloma
Elaborado por GEMA, 2014.

Los parámetros a evaluar se basarán en lo establecido en el Decreto Supremo N° 074-


2001-PCM (Estándares Nacionales de Calidad Ambiental del Aire), Decreto Supremo
N° 003-2008-MINAM (Estándares Nacionales de Calidad Ambiental para Aire) y
Decreto Supremo N° 006-2013-MINAM (Disposiciones Complementarias para la

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-215


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0824
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

aplicación del Estándar de Calidad Ambiental del Aire). Dichos análisis serán realizados
por un laboratorio acreditado por INDECOPI, los cuales establecen la evaluación de los
siguientes parámetros:

TABLA 5.130: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE AIRE

FORMA DE ESTÁNDAR
PARÁMETROS PERIODO
Valor μg/m³ Formato
Dióxido de azufre (SO2) 24 horas 80 NE más de 1 vez al año.
PM-10 24 horas 200 NE más de 3 veces al año.
8 horas 10 000 Promedio móvil
Monóxido de Carbono (CO)
1 hora 30 000 NE más de 1 vez al año
Dióxido de nitrógeno (NO2) 1 hora 200 NE más de 24 veces al año.
Ozono 8 horas 120 NE más de 24 veces al año
Plomo (Pb) Mensual 1,5 NE más de 4 veces al año
Sulfuro de Hidrógeno (H2S) 24 horas 150 Media aritmética
PM-2.5 24 horas 50 Media aritmética
Benceno Anual 4 Media aritmética
HT expresado en hexanos 24 horas 100 Media aritmética
Parámetros metereológicos
(temperatura, humedad relativa, 24 horas - -
dirección y velocidad del viento)
Fuente: D.S. N°074-2001-PCM

 Monitoreo de la Calidad de Ruido

Para los trabajos de monitoreo de calidad de ruido, se considerarán dos (02)


estaciones de muestreo (barlovento y sotavento) los cuales se ubicarán en las
locaciones de los pozos de perforación y facilidades de desarrollo. El monitoreo se
realizará de forma progresiva; es decir, al terminar con un pozo, se procederá a
monitorear al siguiente.

- Frecuencia para cada pozo: La frecuencia de monitoreo será una vez, al finalizar
la etapa de operación, en los lotes II y XV.
- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los
lotes II y XV, durante esta etapa.
- Estaciones de muestreo:
La ubicación de los puntos de monitoreo de calidad de ruido se encuentran en los
siguientes cuadros:

TABLA 5.131: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
Proyección UTM – WGS 84 –
Calidad de ruido
Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
Pozo Dirección del
Código Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-1
1 12014 Golondrina 487615 9518157
A Sotavento PM-RU-2
A Barlovento PM-RU-3
2 12015 Golondrina 487661 9518033
A Sotavento PM-RU-4

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-216


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Proyección UTM – WGS 84 –


Calidad de ruido
Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
Pozo Dirección del
Código Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-5
3 12016 Golondrina
A Sotavento PM-RU-6 488797 8518339
A Barlovento PM-RU-7
4 12017 Coyonitas 487176 9518525
A Sotavento PM-RU-8
A Barlovento PM-RU-9
5 12018 Coyonitas 486828 9517962
A Sotavento PM-RU-10
A Barlovento PM-RU-11
6 12019 Golondrina 488038 9518295
A Sotavento PM-RU-12
A Barlovento PM-RU-13
7 12022 Golondrina 487728 9517831
A Sotavento PM-RU-14
A Barlovento PM-RU-15
8 12023 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-16 496397 9518919
A Barlovento PM-RU-17
9 12024 Coyonitas 486680 9517346
A Sotavento PM-RU-18
A Barlovento PM-RU-19
10 12025 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-20 486519 9517068
A Barlovento PM-RU-21
11 12026 Coyonitas 487905 9518750
A Sotavento PM-RU-22
A Barlovento PM-RU-23
12 12027 Coyonitas 487444 9518874
A Sotavento PM-RU-24
A Barlovento PM-RU-25
13 12028 Golondrina
A Sotavento PM-RU-26 490514 9517809
A Barlovento PM-RU-27
14 12029 Golondrina
A Sotavento PM-RU-28 489778 9517968
A Barlovento PM-RU-29
15 12030 Golondrina
A Sotavento PM-RU-30 489266 9517712
A Barlovento PM-RU-31
16 12031 Golondrina
A Sotavento PM-RU-32 488888 9517530
A Barlovento PM-RU-33
17 12032 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-34 487757 9518496
A Barlovento PM-RU-35
18 12033 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-36 487562 9519087
A Barlovento PM-RU-37
19 12034 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-38 487375 9518082
A Barlovento PM-RU-39
20 12035 Golondrina
A Sotavento PM-RU-40 488221 9516793
A Barlovento PM-RU-41
21 12036 Golondrina
A Sotavento PM-RU-42 488547 9517148
A Barlovento PM-RU-43
22 12037 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-44 469079 9519493
A Barlovento PM-RU-45
23 12038 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-46 500133 9521458
A Barlovento PM-RU-47
24 12039 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-48 499980 9521362
A Barlovento PM-RU-49
25 12040 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-50 499841 9521135
A Barlovento PM-RU-51
26 12041 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-52 499809 9520898
A Barlovento PM-RU-53
27 12042 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-54 499712 9520685

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-217


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0825
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Proyección UTM – WGS 84 –


Calidad de ruido
Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
Pozo Dirección del
Código Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-55
28 12043 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-56 499483 9520420
A Barlovento PM-RU-57
29 Gol-01 Golondrina 488662 9516586
A Sotavento PM-RU-58
A Barlovento PM-RU-59
30 Gol-02 Golondrina 490235 9516558
A Sotavento PM-RU-60
A Barlovento PM-RU-61
31 Gol-03 Golondrina 486660 9516288
A Sotavento PM-RU-62
A Barlovento PM-RU-63
32 Gol-04 Golondrina
A Sotavento PM-RU-64 489017 9517096
A Barlovento PM-RU-65
33 Gol-05 Golondrina
A Sotavento PM-RU-66 489448 9517290
A Barlovento PM-RU-67
34 Gol-06 Golondrina
A Sotavento PM-RU-68 489846 9517512
A Barlovento PM-RU-69
35 Coy-07 Coyonitas 486442 9516761
A Sotavento PM-RU-70
A Barlovento PM-RU-71
36 Coy-08 Coyonitas 491784 9521664
A Sotavento PM-RU-72
A Barlovento PM-RU-73
37 Coy-09 Coyonitas 491151 9520223
A Sotavento PM-RU-74
A Barlovento PM-RU-75
38 Coy-10 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-76 486954 9518199
A Barlovento PM-RU-77
39 Coy-11 Coyonitas
A Sotavento PM-RU-78 487096 9518635
A Barlovento PM-RU-79
40 Ron-12 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-80 492825 9518710
A Barlovento PM-RU-81
41 Ron-13 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-82 493041 9517608
A Barlovento PM-RU-83
42 Ron-14 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-84 492890 9517045
A Barlovento PM-RU-85
43 Ron-15 Ronchudo
A Sotavento PM-RU-86 495415 9518772
A Barlovento PM-RU-87
44 Hual-16 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-88 500166 9520632
A Barlovento PM-RU-89
45 Hual-17 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-90 500451 9521298
A Barlovento PM-RU-91
46 Hual-18 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-92 500477 9521541
A Barlovento PM-RU-93
47 Hual-19 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-94 499218 9520377
A Barlovento PM-RU-95
48 Hual-20 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-96 499140 9519665
A Barlovento PM-RU-97
49 Hual-21 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-98 500061 9519580
A Barlovento PM-RU-99
50 Hual-22 Hualtacal
A Sotavento PM-RU-100 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-218


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.132: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR POZO DE DESARROLLO – LOTE XV
Calidad de ruido Proyección UTM – WGS 84 –
Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
pozo Dirección del Código
Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-101
1 12055 Lobitos
A Sotavento PM-RU-102 471933 9510704
A Barlovento PM-RU-103
2 12056 Lobitos
A Sotavento PM-RU-104 471771 9510879
A Barlovento PM-RU-105
3 12057 Lobitos 471539 9511085
A Sotavento PM-RU-106
A Barlovento PM-RU-107
4 12058 Lobitos
A Sotavento PM-RU-108 471344 9511203
A Barlovento PM-RU-109
5 12059 Lobitos
A Sotavento PM-RU-110 471160 9511343
A Barlovento PM-RU-111
6 12060 Paloma 474369 9510808
A Sotavento PM-RU-112
A Barlovento PM-RU-113
7 12063 Paloma 473971 9511026
A Sotavento PM-RU-114
A Barlovento PM-RU-115
8 12064 Paloma 474539 9511049
A Sotavento PM-RU-116
A Barlovento PM-RU-117
9 12065 Paloma 474121 9511116
A Sotavento PM-RU-118
A Barlovento PM-RU-119
10 12066 Paloma 474505 9511362
A Sotavento PM-RU-120
A Barlovento PM-RU-121
11 12067 Paloma 474442 9511580
A Sotavento PM-RU-122
A Barlovento PM-RU-123
12 12068 Paloma 474660 9511677
A Sotavento PM-RU-124
A Barlovento PM-RU-125
13 12069 Paloma 474262 9511809
A Sotavento PM-RU-126
A Barlovento PM-RU-127
14 12070 Paloma 474020 9511525
A Sotavento PM-RU-128
A Barlovento PM-RU-129
15 12071 Paloma 473617 9511265
A Sotavento PM-RU-130
A Barlovento PM-RU-131
16 12072 Paloma 476458 9511754
A Sotavento PM-RU-132
A Barlovento PM-RU-133
17 12073 Paloma 476848 9511409
A Sotavento PM-RU-134
A Barlovento PM-RU-135
18 12074 Paloma 477461 9510592
A Sotavento PM-RU-136
A Barlovento PM-RU-137
19 12075 Paloma 477321 9510541
A Sotavento PM-RU-138
A Barlovento PM-RU-139
20 12076 Paloma 477486 9510712
A Sotavento PM-RU-140
A Barlovento PM-RU-141
21 12077 Paloma 476999 9509502
A Sotavento PM-RU-142
A Barlovento PM-RU-143
22 12078 Coyonitas sur 487249 9511649
A Sotavento PM-RU-144
A Barlovento PM-RU-145
23 12079 Coyonitas sur 487249 9511193
A Sotavento PM-RU-146
24 12080 A Barlovento PM-RU-147 Coyonitas sur 487714 9511646

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-219


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0826
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Calidad de ruido Proyección UTM – WGS 84 –


Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
pozo Dirección del Código
Este (m) Norte (m)
Viento
A Sotavento PM-RU-148
A Barlovento PM-RU-149
25 12081 Coyonitas sur 487711 9511174
A Sotavento PM-RU-150
A Barlovento PM-RU-151
26 12082 Coyonitas sur 486777 9511160
A Sotavento PM-RU-152
A Barlovento PM-RU-153
27 12083 Golondrina sur 489935.266 9516028.221
A Sotavento PM-RU-154
A Barlovento PM-RU-155
28 12084 Golondrina sur 488827.6088 9515442.346
A Sotavento PM-RU-156
A Barlovento PM-RU-157
29 12085 Hualcatal sur 497378 9516881
A Sotavento PM-RU-158
A Barlovento PM-RU-159
30 12086 Hualcatal sur 496531 9518525
A Sotavento PM-RU-160
A Barlovento PM-RU-161
31 12087 Golondrina
A Sotavento PM-RU-162 472259 9510376
A Barlovento PM-RU-163
32 12088 Lobitos
A Sotavento PM-RU-164 472101 9510540
A Barlovento PM-RU-165
33 12089 Lobitos 470994 9511497
A Sotavento PM-RU-166
A Barlovento PM-RU-167
34 12090 Lobitos 470730 9510720
A Sotavento PM-RU-168
A Barlovento PM-RU-169
35 12091* Lobitos
A Sotavento PM-RU-170 470635 9510543
A Barlovento PM-RU-171
36 Pal-01 Paloma 475242 9510863
A Sotavento PM-RU-172
A Barlovento PM-RU-173
37 Pal-02 Paloma 474919 9510728
A Sotavento PM-RU-174
A Barlovento PM-RU-175
38 Pal-03 Paloma 474928 9510573
A Sotavento PM-RU-176
A Barlovento PM-RU-177
39 Pal-04 Paloma 475339 9510694
A Sotavento PM-RU-178
A Barlovento PM-RU-179
40 Pal-05 Paloma 475149 9511061
A Sotavento PM-RU-180
A Barlovento PM-RU-181
41 Pal-06 Paloma 477084 9511700
A Sotavento PM-RU-182
A Barlovento PM-RU-183
42 Pal-07 Paloma 477278 9511771
A Sotavento PM-RU-184
A Barlovento PM-RU-185
43 Pal-08 Paloma 476616 9511466
A Sotavento PM-RU-186
A Barlovento PM-RU-187
44 Pal-09 Paloma 477319 9511577
A Sotavento PM-RU-188
A Barlovento PM-RU-189
45 Pal-10 Paloma 477100 9510442
A Sotavento PM-RU-190
A Barlovento PM-RU-191
46 Pal-11 Paloma 477937 9510218
A Sotavento PM-RU-192
A Barlovento PM-RU-193
47 Pal-12 Paloma 477729 9510448
A Sotavento PM-RU-194
48 Pal-13 A Barlovento PM-RU-195 Paloma 478431 9510648

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-220


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Calidad de ruido Proyección UTM – WGS 84 –


Número de Zona 17 Sur
Yacimiento
pozo Dirección del Código
Este (m) Norte (m)
Viento
A Sotavento PM-RU-196
A Barlovento PM-RU-197
49 Pal-14 Paloma 477831 9510637
A Sotavento PM-RU-198
A Barlovento PM-RU-199
50 Pal-15 Paloma 477654 9510730
A Sotavento PM-RU-200
A Barlovento PM-RU-201
51 Pal-16 Paloma 475729 9509933
A Sotavento PM-RU-202
A Barlovento PM-RU-203
52 CoySur-17 Coyonitas Sur 480398 9509902
A Sotavento PM-RU-204
A Barlovento PM-RU-205
53 CoySur-18 Coyonitas Sur 485316 9509833
A Sotavento PM-RU-206
A Barlovento PM-RU- 207
54 CoySur-19 Coyonitas Sur 488200 9511652
A Sotavento PM-RU-208
A Barlovento PM-RU-209
55 CoySur-20 Coyonitas Sur 488189 9511180
A Sotavento PM-RU-210
A Barlovento PM-RU-211
56 RonsSur-21 Ronchudo Sur 493296 9512499
A Sotavento PM-RU-212
A Barlovento PM-RU-213
57 RonsSur-22 Ronchudo Sur 493383 9514766
A Sotavento PM-RU-214
A Barlovento PM-RU-215
58 GolSur-23 Golondrina Sur 489250 9515649
A Sotavento PM-RU-216
A Barlovento PM-RU-217
59 GolSur-24 Golondrina Sur 490404 9516028
A Sotavento PM-RU-218
A Barlovento PM-RU-219
60 GolSur-25 Golondrina Sur 489474 9515225
A Sotavento PM-RU-220
A Barlovento PM-RU-221
61 Gol-Sur-26 Golondrina Sur 489043 9515015
A Sotavento PM-RU-222
A Barlovento PM-RU-223
62 HualSur-27 Hualtacal sur 496385 9518156
A Sotavento PM-RU-224
A Barlovento PM-RU-225
63 HualSur-28 Hualtacal sur 496796 9518169
A Sotavento PM-RU-226
A Barlovento PM-RU-227
64 HualSur-29 Hualtacal sur 497036 9518559
A Sotavento PM-RU-228
A Barlovento PM-RU-229
65 HualSur-30 Hualtacal sur 497221 9518312
A Sotavento PM-RU-230
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.133: PUNTOS DE MONITOREO DE CALIDAD DE RUIDO POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN


AMBOS LOTES
Proyección UTM – WGS
Calidad de ruido
84 – Zona 17 Sur
Lote Componente
Dirección del
Código Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-231
1 II Batería 321 486 967 9 519 744
A Sotavento PM-RU-232
A Barlovento PM-RU-233 Estación de compresión
2 II 487 011 9519 783
A Sotavento PM-RU-234 321
A Barlovento PM-RU-235
3 II Estación de fiscalización 488 633 9 519 945
A Sotavento PM-RU-236

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-221


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0827
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Proyección UTM – WGS


Calidad de ruido
84 – Zona 17 Sur
Lote Componente
Dirección del
Código Este (m) Norte (m)
Viento
A Barlovento PM-RU-237 Estación de compresión
4 II 488 633 9519 945
A Sotavento PM-RU-238 325
A Barlovento PM-RU-239 Estación de compresión
5 XV 488029 9 510 832
A Sotavento PM-RU-240 Coyonitas Sur
A Barlovento PM-RU-241
6 XV Batería Hualcatal 496 879 9 518 326
A Sotavento PM-RU-242
A Barlovento PM-RU-243
7 XV Batería Coyonitas Sur 488 799 9510 960
A Sotavento PM-RU-244
A Barlovento PM-RU-245
8 XV Batería 333-A 470 667 9 510 319
A Sotavento PM-RU-246
A Barlovento PM-RU-247
9 XV Batería AX-32 Paloma 475 549 9 511 012
A Sotavento PM-RU-248
Elaborado por GEMA, 2014.

Se tomará en cuenta lo establecido en el Protocolo Nacional de Ruido Ambiental


(AMC N° 031-2011-MINAM/OGA) y la Norma Técnica Peruana ISO 1996-1:2007
(ACÚSTICA. Descripción, medición y evaluación del ruido ambiental.

Pra el análisis de los resultados del nivel sonoro a evaluar, se considerarán los valores
de referencia establecidos en el Decreto Supremo N° 085-2003-PCM (Estándares
Nacionales de Calidad Ambiental para Ruido), los cuales establecen la evaluación de
las siguientes categorías:

TABLA 5.134: PARÁMETROS A EVALUAR EN LA CALIDAD DE RUIDO

VALORES EXPRESADOS EN LAEQT


ZONAS DE APLICACIÓN HORARIO
HORARIO DIURNO
NOCTURNO
Zona de Protección Especial 50 40
Zona Residencial 60 50
Zona Comercial 70 60
Zona Industrial 80 70
Fuente: D.S N° 085-2003-PCM

 MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y DE PARTÍCULAS

Para la evaluación de las emisiones gaseosas y de partículas, se considerará una (01)


estación de muestreo ubicada en la tubería de salida de gases del grupo electrógeno,
el cual será utilizado para proveer energía durante la etapa de operación de las
plataformas de producción y facilidades de desarrollo.

- Frecuencia para cada pozo: La frecuencia de monitoreo será una vez, al finalizar la
etapa de operación, en los lotes II y XV.
- Frecuencia para las facilidades: la frecuencia de monitoreo será semestral en los
lotes II y XV, durante esta etapa.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-222


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
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- El monitoreo de emisiones gaseosas se basa en los lineamientos establecidos en la


NTP 900.018:2003 y lo indicado en el Decreto Supremo N° 014-2010-MINAM
(Límites Máximos Permisibles para las Emisiones Gaseosas y de Partículas de las
Actividades del Sub Sector Hidrocarburos). El monitoreo será realizado por un
laboratorio acreditado por INDECOPI.
- Estaciones de monitoreo: La ubicación aproximada del punto de monitoreo de
emisiones gaseosas y de partículas se muestra en los siguientes cuadros:

TABLA 5.135: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS POR POZO DE DESARROLLO – LOTE II
PUNTOS DE MONITOREO
DE EMISIONES GASEOSAS Y COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
PARTÍCULAS PROYECTO
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-1 12014 487615 9518157
PM-EG-2 12015 487661 9518033
PM-EG-3 12016 488797 8518339
PM-EG-4 12017 487176 9518525
PM-EG-5 12018 486828 9517962
PM-EG-6 12019 488038 9518295
PM-EG-7 12022 487728 9517831
PM-EG-8 12023 496397 9518919
PM-EG-9 12024 486680 9517346
PM-EG-10 12025 486519 9517068
PM-EG-11 12026 487905 9518750
PM-EG-12 12027 487444 9518874
PM-EG-13 12028 490514 9517809
PM-EG-14 12029 489778 9517968
PM-EG-15 12030 489266 9517712
PM-EG-16 12031 488888 9517530
PM-EG-17 12032 487757 9518496
PM-EG-18 12033 487562 9519087
PM-EG-19 12034 487375 9518082
PM-EG-20 12035 488221 9516793
PM-EG-21 12036 488547 9517148
PM-EG-22 12037 469079 9519493
PM-EG-23 12038 500133 9521458
PM-EG-24 12039 499980 9521362
PM-EG-25 12040 499841 9521135
PM-EG-26 12041 499809 9520898
PM-EG-27 12042 499712 9520685
PM-EG-28 12043 499483 9520420
PM-EG-29 Gol-01 488662 9516586
PM-EG-30 Gol-02 490235 9516558
PM-EG-31 Gol-03 486660 9516288
PM-EG-32 Gol-04 489017 9517096
PM-EG-33 Gol-05 489448 9517290
PM-EG-34 Gol-06 489846 9517512
PM-EG-35 Coy-07 486442 9516761
PM-EG-36 Coy-08 491784 9521664
PM-EG-37 Coy-09 491151 9520223

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-223


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0828
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PUNTOS DE MONITOREO
DE EMISIONES GASEOSAS Y COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
PARTÍCULAS PROYECTO
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-38 Coy-10 486954 9518199
PM-EG-39 Coy-11 487096 9518635
PM-EG-40 Ron-12 492825 9518710
PM-EG-41 Ron-13 493041 9517608
PM-EG-42 Ron-14 492890 9517045
PM-EG-43 Ron-15 495415 9518772
PM-EG-44 Hual-16 500166 9520632
PM-EG-45 Hual-17 500451 9521298
PM-EG-46 Hual-18 500477 9521541
PM-EG-47 Hual-19 499218 9520377
PM-EG-48 Hual-20 499140 9519665
PM-EG-49 Hual-21 500061 9519580
PM-EG-50 Hual-22 499884 9519256
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.136: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS POR POZO DE DESARROLLO


– LOTE XV
PUNTOS DE MONITOREO
DE EMISIONES COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
GASEOSAS Y PARTÍCULAS PROYECTO
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-51 12055 471933 9510704
PM-EG-52 12056 471771 9510879
PM-EG-53 12057 471539 9511085
PM-EG-54 12058 471344 9511203
PM-EG-55 12059 471160 9511343
PM-EG-56 12060 474369 9510808
PM-EG-57 12063 473971 9511026
PM-EG-58 12064 474539 9511049
PM-EG-59 12065 474121 9511116
PM-EG-60 12066 474505 9511362
PM-EG-61 12067 474442 9511580
PM-EG-62 12068 474660 9511677
PM-EG-63 12069 474262 9511809
PM-EG-64 12070 474020 9511525
PM-EG-65 12071 473617 9511265
PM-EG-66 12072 476458 9511754
PM-EG-67 12073 476848 9511409
PM-EG-68 12074 477461 9510592
PM-EG-69 12075 477321 9510541
PM-EG-70 12076 477486 9510712
PM-EG-71 12077 476999 9509502
PM-EG-72 12078 487249 9511649
PM-EG-73 12079 487249 9511193
PM-EG-74 12080 487714 9511646
PM-EG-75 12081 487711 9511174
PM-EG-76 12082 486777 9511160

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-224


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

PUNTOS DE MONITOREO
DE EMISIONES COMPONENTE DEL PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
GASEOSAS Y PARTÍCULAS PROYECTO
Código Este (m) Norte (m)
PM-EG-77 12083 489935 9516028
PM-EG-78 12084 488827 9515442
PM-EG-79 12085 497378 9516881
PM-EG-80 12086 496531 9518525
PM-EG-81 12087 472259 9510376
PM-EG-82 12088 472101 9510540
PM-EG-83 12089 470994 9511497
PM-EG-84 12090 470730 9510720
PM-EG-85 12091 * 470635 9510543
PM-EG-86 Pal-01 475242 9510863
PM-EG-87 Pal-02 474919 9510728
PM-EG-88 Pal-03 474928 9510573
PM-EG-89 Pal-04 475339 9510694
PM-EG-90 Pal-05 475149 9511061
PM-EG-91 Pal-06 477084 9511700
PM-EG-92 Pal-07 477278 9511771
PM-EG-93 Pal-08 476616 9511466
PM-EG-94 Pal-09 477319 9511577
PM-EG-95 Pal-10 477100 9510442
PM-EG-96 Pal-11 477937 9510218
PM-EG-97 Pal-12 477729 9510448
PM-EG-98 Pal-13 478431 9510648
PM-EG-99 Pal-14 477831 9510637
PM-EG-100 Pal-15 477654 9510730
PM-EG-101 Pal-16 475729 9509933
PM-EG-102 CoySur-17 480398 9509902
PM-EG-103 CoySur-18 485316 9509833
PM-EG-104 CoySur-19 488200 9511652
PM-EG-105 CoySur-20 488189 9511180
PM-EG-106 RonSur-21 493296 9512499
PM-EG-107 RonSur-22 493383 9514766
PM-EG-108 GolSur-23 489250 9515649
PM-EG-109 GolSur-24 490404 9516028
PM-EG-110 GolSur-25 489474 9515225
PM-EG-111 Gol-Sur-26 489043 9515015
PM-EG-112 HualSur-27 496385 9518156
PM-EG-113 HualSur-28 496796 9518169
PM-EG-114 HualSur-29 497036 9518559
PM-EG-115 HualSur-30 497221 9518312
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-225


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0829
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.137: PUNTOS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS POR LAS FACILIDADES DE


PRODUCCIÓN EN AMBOS LOTES
PUNTOS DE CONTROL DE
COMPONENTE DEL EMISIONES GASEOSAS Y PROYECCIÓN UTM - WGS 84 - ZONA 17 SUR
PROYECTO PARTÍCULAS
CÓDIGO Este (m) Norte (m)
Batería 321 PM-EG-116 486 967 9 519 744
Estación de compresión
PM-EG-117 487 011 9519 783
321
Estación de fiscalización
PM-EG-118 488 633 9 519 945
325
Estación de compresión
PM-EG-119 488 633 9519 945
325
Estación de compresión
PM-EG-120 488029 9 510 832
Coyonitas Sur
Batería Hualcatal PM-EG-121 496 879 9 518 326
Batería Coyonitas Sur PM-EG-122 488 799 9510 960
Batería 333-A PM-EG-123 470 667 9 510 319
Batería AX-32 Paloma PM-EG-124 475 549 9 511 012
Elaborado por GEMA, 2014.

A continuación se muestran los parámetros a analizar:

TABLA 5.138: PARÁMETROS DE MONITOREO DE EMISIONES GASEOSAS Y PARTÍCULAS

CONCENTRACIÓN EN CUALQUIER MOMENTO


ACTIVIDADES DE
PROCESAMIENTO Y
EXPLOTACIÓN EN TIERRA
PARÁMETRO REGULADO REFINACIÓN DE
PETRÓLEO
Mg/nm3 Mg/nm3
Material Particulado (PM) 50 50
Compuestos Orgánicos volátiles ,
20 20
incluyendo benceno (COV)
Sulfuro de Hidrogeno (H2S) 30 10
Óxidos de Azufre (para producción de
petróleo) SOx Unidades de recuperación 1000 -
de azufre
Otras unidades - 150
- 500
Óxidos de Nitrógeno (NOx) -
Usando gas como combustible 320 (o 86 ng/J) 450
Usando petróleo como combustible 460 (o 130 ng/J)
Níquel (Ni) 1
Vanadio (V) 5
Olor No molesto en el punto receptor -
Fuente: D.S N° 014-2010-MINAM
Leyenda: mg/Nm3 miligramos/Normal metro cúbico (0°C y 1 atmósfera y base seca y 3% de exceso de oxígeno). Ng/J
nanogramos/joule

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-226


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1.15.1.7 Cronograma del Monitoreo Físico

TABLA 5.139: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO POR POZO DE DESARROLLO - LOTE II

DIAS
ETAPAS MONITOREO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones
gaseosas y
de partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-227


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TABLA 5.140: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO POR POZO DE DESARROLLO - LOTE XV

DIAS
ETAPAS MONITOREO
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

TABLA 5.141: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA CONSTRUCCIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN COYONITAS SUR - LOTE XV

CONSTRUCCION DE LA ESTACION DE COMPRESION COYONITAS SUR - LOTE XV


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 14
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2
Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-228


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TABLA 5.142: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA CONSTRUCCIÓN DE LA BATERÍA HUALTACAL- LOTE XV

CONSTRUCCION DE LA BATERIA HUALTACAL - LOTE XV


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 14
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido

Emisiones gaseosas y de
partículas

Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido

Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-229


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TABLA 5.143: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA CONSTRUCCIÓN DE LA BATERÍA COYONITAS SUR - LOTE XV

CONSTRUCCION DE LA BATERIA COYONITAS SUR - LOTE XV


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 14
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
CONSTRUCCIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-230


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TABLA 5.144: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA 333 A - LOTE XV

AMPLIACION DE LA BATERIA 333 A - LOTE XV


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 14
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Agua de Mar
Sedimentos Marinos
Suelos
OPERACIÓN Aire
Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-231


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TABLA 5.145: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA AX-32 PALOMA - LOTE XV

AMPLIACION DE LA BATERIA AX-32 PALOMA - LOTE XV


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 14
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-232


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TABLA 5.146: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA 321 COYONITAS - LOTE II

AMPLIACION DE LA BATERIA 321 COYONITAS - LOTE II


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 10
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-233


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TABLA 5.147: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN 321 - LOTE II

AMPLIACION DE LA ESTACION DE COMPRESION 321 - LOTE II


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 10
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado: GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-234


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TABLA 5.148: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE FISCALIZACIÓN - LOTE II

AMPLIACION DE LA ESTACION DE FISCALIZACION - LOTE II


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 10
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado por GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-235


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TABLA 5.149: CRONOGRAMA DE MONITOREO FÍSICO PARA LA AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN 325 - LOTE II

AMPLIACION DE LA ESTACION DE COMPRESION 325 - LOTE II


Año 1 Año 2 Año 3 …………………..Año 10
ETAPAS MONITOREO
Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2 Semestre 1 Semestre 2

Suelos
Aire
CONSTRUCCION Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Suelos
Aire
OPERACIÓN Ruido
Emisiones gaseosas y de
partículas
Elaborado: GEMA S.A.C., 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-236


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1.15.1.8 Indicadores de Calidad Ambiental y Desempeño de Monitoreo Físico

o Indicadores de Calidad Ambiental

Los indicadores de calidad ambiental serán determinados por la siguiente fórmula:

CONCENTRACIÓN DEL PARÁMETRO


IC =
CONCENTRACIÓN DEL ECA

El indicador de calidad ambiental reflejarán si se cumple o no los estándares de calidad


ambiental, los límites máximos permisibles y los estándares internacionales de calidad
establecidos en cada normativa. Para determinar este índice, se deberá relacionar las
concentraciones obtenidas de los resultados de laboratorio con los valores establecidos
en los ECA o LMP, según corresponda.

Los índices menores a la unidad, nos indican que los resultados obtenidos durante el
monitoreo cumplen con la normativa nacional e internacional propuesta en el programa.
Si, el índice de calidad supera la unidad, esto indicaría que no se está cumpliendo con las
normas. Esto se cumple para la mayoría de los parámetros indicados en el programa de
monitoreo.

o Indicadores de desempeño del Monitoreo Físico

Para evaluar el desempeño del programa del monitoreo del medio físico, se usará la
siguiente fórmula:

NÚMERO DE MONITOREOS REALIZADOS


IDMF % = X 100
NÚMERDO DE MONITOREOS PROGRAMADOS

También se empleará el indicador del cumplimiento de los Estándares de Calidad


Ambiental o Límites Máximos permisibles mediante la siguiente fórmula:

NÚMERO DE PARÁMETROS QUE CUMPLEN EL ECA O LMP


ICMF % = X 100
TOTAL DE PARÁMETROS ANALIZADOS

Dicha fórmula ayudará a verificar la efectividad de las medidas planteadas en el plan de


manejo de los componentes del medio físico; asimismo se podrá determinar el cambio en
las características de los componentes del medio físico y en caso de ser necesario tomar
las medidas correctivas pertinentes.

1.15.1.9 Presupuesto de Monitoreo Físico

En el siguiente cuadro se muestra el presupuesto estimado de monitoreo físico por pozo de


desarrollo, tanto para el lote XV y II en las etapas de construcción y operación.

Debido a la escasez de lluvias y a la elevada evapotranspiración (característica de la zona) no


se encontraron cursos de agua superficial, cabe resaltar que las quebradas, dentro de los
Lotes II y XV, se encuentran secas durante todo el año. Sin embargo, durante el fenómeno El

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-237


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Niño, se producen intensas lluvias, las que son colectadas en las quebradas, formándose
cursos temporales que trasladan agua hacia el mar, siendo este el único cuerpo de agua
cercano al área de influencia directa del proyecto. Por tal motivo, no se consideraran
monitoreos de calidad de agua y sedimentos en las diferentes etapas para los pozos de
perforación.

TABLA 5.150: PRESUPUESTO DE MONITOREO FÍSICO POR POZO DE DESARROLLO


PRESUPUESTO DE MONITOREO FISICO POR POZO DE DESARROLLO PARA AMBOS LOTES
Etapa de operación
Costos unitarios Total de número
MONITOREO FÍSICO Costos total (UD $)
(UD $) Estaciones de de monitoreo
monitoreo

Monitoreo de suelos 1,000.00 3 3 3,000.00

Monitoreo de aire 600.00 2 2 1,200.00

Monitoreo de ruido 60.00 2 2 120.00

Monitoreo de emisiones gaseosas


600.00 1 1 600.00
y material particulado

Gastos operativos del monitoreo 25,000.00


TOTAL 29,920.00
Elaborado por GEMA, 2014

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-238


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En el siguiente cuadro se muestra el presupuesto estimado de monitoreo físico por facilidades de producción tanto para el lote XV y II. Se tuvo en
cuenta el tiempo de duración de cada facilidad y el número de estaciones de muestreo por semestre.

TABLA 5.151: PRESUPUESTO DE MONITOREO FÍSICO POR FACILIDADES DE PRODUCCIÓN


ETAPA DE CONSTRUCCIÓN ETAPA DE OPERACIÓN

LOTE XV LOTE II LOTE XV (14 AÑOS) LOTE II (10 AÑOS)

Construcción Construcción
Ampliación Ampliación Ampliación Ampliación Ampliación Ampliación
Costos de la Construcción Ampliación Ampliación Ampliación de la Construcción Ampliación Ampliación Ampliación Total de Costos
MONITOREO Construcción de la de la de la Construcción de la de la de la
unitarios Estación de de la Batería de la de la de la Estación de de la Batería de la de la de la número de total (UD
FÍSICO de la Batería Batería Estación de Estación de de la Batería Batería Estación de Estación de
(UD $) Compresión Coyonitas Batería Batería AX- Estación de Compresión Coyonitas Batería Batería AX- Estación de monitoreos $)
Hualtacal 321 Compresión Compresión Hualtacal 321 Compresión Compresión
Coyonitas Sur 333 A 32 Paloma Fiscalización Coyonitas Sur 333 A 32 Paloma Fiscalización
Coyonitas 321 325 Coyonitas 321 325
Sur Sur

Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones Estaciones
de de de de de de de de de de de de de de de de de de
monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo monitoreo

Monitoreo
de agua
500.00 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 56 0 0 0 0 0 58 29,000
superficial
(categoría 4)
Monitoreo
de 300.00 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 56 0 0 0 0 0 58 17,400
sedimentos
Monitoreo
1,000.00 9 9 9 3 3 3 3 3 3 72 78 78 84 84 84 78 84 84 771 771,000
de suelos
Monitoreo
600.00 6 2 2 2 2 2 2 2 2 48 52 52 56 56 56 52 56 56 506 303,600
de aire

Monitoreo
60.00 6 2 2 2 2 2 2 2 2 48 52 52 56 56 56 52 56 56 506 30,360
de ruido
Monitoreo
de
emisiones
600.00 3 1 1 1 1 1 1 1 1 24 26 26 28 18 18 26 18 18 213 127,800
gaseosas y
material
particulado
Gastos operativos del monitoreo 25,000

TOTAL 1,304,160

Para la etapa de operación se estimó el presupuesto para los 14 y 10 años de producción en el lote XV Y II respectivamente.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-239


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1.15.2 PROGRAMA DE MONITOREO DE BIODIVERSIDAD

1.15.2.1 Aspectos Generales

El monitoreo biológico es una herramienta que permite conocer cómo funciona y porqué se
producen cambios en la biota frente a los impactos ambientales. El monitoreo proporciona
una línea de información base que permite entender el comportamiento de un sistema a
través del tiempo, además que provee información que describe la situación real del entorno.
Es una forma de evaluar si los objetivos de una acción se cumplen y modificar las acciones en
caso de detectar impactos.

El monitoreo biológico requiere de información base (información de la situación actual)


definida como la primera medición de todos los indicadores especificados para el monitoreo.
El monitoreo biológico es necesario para describir la dinámica (abundancia y riqueza en el
tiempo) de las comunidades naturales (poblaciones de flora y fauna), las consecuencias de
las influencias humanas y para predecir y/o prevenir cambios no deseados a consecuencia
de los impactos que puedan producirse por las operaciones del proyecto.

Para el presente proyecto el monitoreo biológico involucra el entendimiento de los cambios


en la diversidad biológica utilizando grupos de organismos (flora y fauna) que sirven como
buenos indicadores del tipo y condición de hábitat y que pueden ser inventariados
rápidamente y con precisión, que proporcionen información temprana sobre cambios que
de otra manera no serían detectados. Los indicadores son parámetros cualitativos o
cuantitativos que pueden evaluarse respecto a un criterio, general de forma objetiva, simple
y verificable. Como un indicador biológico generalmente se escogen grupos o especies en las
que los cambios suelen ser detectados más fácilmente o por estar sujetas a algún tipo de
presión de uso.

El plan de monitoreo está diseñado en base al seguimiento de los posibles cambios biológicos
que puedan ocurrir durante las actividades de la perforación de los pozos de desarrollo, la
implementación de facilidades de producción necesarias para el adecuado transporte de la
producción de los pozos, además de la construcción y ampliación de baterías y estaciones.

1.15.2.2 Objetivos

- El monitoreo biológico obtendrá información de campo para determinar el estado de la


biodiversidad en el área, permitiendo así detectar impactos negativos y positivos en la
zona; identificando tendencias o cambios durante las actividades del proyecto en el
comportamiento de las poblaciones biológicas.
- Minimizar los posibles impactos producidos durante las operaciones del proyecto. Para
ello se utilizarán bases estadísticas que sirvan de fines comparativos y permitan
correlacionar los posibles cambios.
- Conjuntamente, con el programa de manejo de flora y fauna, se proponen medidas para
la conservación de las características ambientales del entorno, es decir, la calidad del
hábitat así como la composición biológica de la zona a través del tiempo teniendo en
cuenta su ocurrencia.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-240


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.15.2.3 Diseño del Monitoreo

o Escala temporal

La escala temporal de las actividades del programa de monitoreo estará sujeta a la


duración del presente proyecto. Se considerarán los resultados de Línea Base Biológica
como “antes” o momento previo al inicio de las actividades.

Se realizará un monitoreo por año en cada lote, según si la actividad se lleva a cabo en un
lote o en los dos. Si solo se trabaja en uno de los lotes, ese año se monitoreará en dicho
lote y así sucesivamente. La duración del monitoreo está contemplada para 10 años en el
Lote II y 14 años en el Lote XV, considerando el tiempo que durará el proyecto.

o Escala espacial

El programa de monitoreo para las actividades de perforación, implica la evaluación de


los efectos sobre la fauna y flora en el área que abarque el efecto/impacto potencial del
proyecto en cuestión. Considerando que los factores que causan algún cambio a la
biodiversidad se evidencia en distintos niveles y, consecuentemente, los indicadores
seleccionados operan a distintas escalas, es importante que el programa de monitoreo
contemple distintas escalas espaciales, de manera de poder detectar los eventuales
cambios en los distintos indicadores.

El diseño de un programa de monitoreo involucrará, por tanto, muestreos de escalas


múltiples con dos componentes básicos:

- El primero, concerniente a la evaluación a escala de paisaje, que obtiene su


información a partir del uso de sensores remotos y permite reconocer las grandes
unidades naturales que se desarrollan en el área. Esta escala será de utilidad para la
detección de cambios de indicadores con la fragmentación de hábitat.
- El segundo componente es el establecimiento de sitios de monitoreo en las distintas
unidades de vegetación reconocidas, a fin de detectar cambios en indicadores a nivel
de poblaciones y comunidades.
La integración de estos dos componentes y su seguimiento en el tiempo otorga al
programa una poderosa herramienta de evaluación y de reconocimiento de cambios y
sus causas.

o Selección de indicadores

Monitorear todas las variables ambientales de una región es casi imposible, debido a que
los sistemas naturales son muy complejos. Por esta razón, el monitoreo biológico está
basado en la utilización de indicadores seleccionados entre varios taxones (fauna y flora).

Un indicador de biodiversidad puede ser una variable cuantitativa o cualitativa que puede
ser medida o descrita y cuando se observa periódicamente, mostrar tendencias en las
características de la biodiversidad a lo largo del tiempo. Así mismo un indicador debe ser

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-241


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0837
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realista, práctico y significativo a nivel nacional y local, así también debe ser consistente
con los objetivos del proyecto.

En este proyecto en particular se realizará el monitoreo biológico de los grupos más


sensibles y representativos a las actividades del proyecto, considerados en la Línea Base
Biológica.

1.15.2.4 Monitoreo por Lotes y Componentes del Proyecto

o Lote II

 Perforación de 50 pozos de desarrollo

Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas detalladas y tendrán una


duración de siete (7) días.

a. Parámetros y metodologías

Existen varios niveles de organización biológica que es necesario evaluar


periódicamente. A nivel de paisaje, es importante los tipos y extensión del
ecosistema y a nivel de especies, es importante hacer un monitoreo de aquellas
especies indicadoras que proporcionen información temprana sobre cambios que
de otra manera no serían detectados. Se utilizará el modelo temporal “Antes,
durante y después”.

b. Diseño de la propuesta de muestreo

De acuerdo con los requerimientos del diseño antes, durante y después se


realizarán las evaluaciones para todos los grupos taxonómicos durante las
actividades de perforación de los pozos de desarrollo complementándose la
información con evaluaciones posteriores a la actividad.

c. Área de monitoreo

El área de monitoreo estará determinado por el tipo de impacto esperado, en el


que se encuentran vinculados principalmente a la perforación del terreno,
considerando que la recuperación de las áreas intervenidas es fundamental.

El área donde se realizará el Monitoreo Biológico se basará de acuerdo con las


etapas del Proyecto de Perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales junto
con sus facilidades – Lotes II y XV cuya descripción detallada se encuentra en el
capítulo 2, “Descripción del Proyecto”.

Los puntos de referencia para el monitoreo biológico de fauna terrestre y flora, son
los mismos puntos que han sido considerados como estaciones de muestreo en la
Línea Base Biológica del EIA. Además, se añadieron dos puntos más que
representarán la unidad de vegetación Bosque seco ralo de montaña.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-242


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Para el monitoreo de flora y fauna terrestre presente en el área de estudio, las


coordenadas de los puntos de referencia para el monitoreo biológico se indican a
continuación. En anexos se presenta el mapa de monitoreo biológico y cobertura
vegetal.

TABLA 5.152: UBICACIÓN DE LAS ESTACIONES DE MONITOREO BIOLÓGICO TERRESTRE EN EL LOTE II

PUNTOS DE MUESTREO UTM WGS84 - ZONA 18 SUR


BIOLOGICO ESTE (m) NORTE (m)
B7 488 793 9 518 003
B8 486 937 9 519 690
B9 491 095 9 520 098
B10 493 676 9 517 463
B12 499 453 9 520 262
B13 499 968 9 521 810
B14 488 633 9 519 945
Elaborado por GEMA, 2014.

d. Frecuencia de monitoreo (Perforación de 50 pozos de desarrollo)

Basado en los análisis realizados en campo durante la Línea Base Biológica, tiempo
estimado de la Perforación de los 50 pozos de desarrollo en el Lote II y la
biodiversidad presente en el área de influencia directa al proyecto; se considerará
durante toda la etapa operativa de perforación, que implica las etapas de
movilización, construcción, operación y abandono.

El programa de monitoreo diseñado se realizará para los 50 pozos de desarrollo. Se


realizarán siete (7) monitoreos considerando los siete años que durará el proyecto
de perforación de los 50 pozos de desarrollo. El cronograma de monitoreo para
estos componentes se detalla a continuación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-243


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TABLA 5.153: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE MONITOREO BIOLÓGICO DURANTE LA EJECUCIÓN DE LA PERFORACIÓN DE 50 POZOS DE DESARROLLO
EN EL LOTE II

CRONOGRAMA PARA LA PERFORACIÓN DE 50 POZOS DE DESARROLLO EN EL LOTE II

Año 1 Año 2 Año 3 Año 4 Año 5 Año 6 Año 7

PERFORACIÓN

Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2

Elaborado por GEMA, 2014.

Monitoreo Biológico

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-244


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0838
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e. Grupos taxonómicos a monitorear

Se evaluarán los mismos grupos taxonómicos evaluados en la Línea Base Biológica


realizada en el EIA Proyecto de Proyecto Perforación de 115 Pozos de Desarrollo
Adiciones, Lotes II y XV. Los grupos taxonómicos a monitorear serán:

- Forestal
- Botánica.
- Herpetología (anfibios y reptiles).
- Ornitología (aves).
- Mastozoología (mamíferos menores y mayores).
- Entomología.

Con los registros obtenidos de cada grupo taxonómico, se determinará el grado de


variación de la composición biológica de la zona y así minimizar los posibles
impactos que podrían generarse a partir de las actividades del proyecto.

La metodología usada para cada taxón será la misma que fue aplicada en la Línea
Base Biológica, durante todos los años establecidos en este plan que líneas abajo
se detalla en la tabla. Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas
detalladas.

TABLA 5.154: RESUMEN DE EVALUACIÓN PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DEL LOTE II


-PERFORACIÓN DE POZOS DE DESARROLLO-

GRUPO BIOLÓGICO UBICACIÓN MÉTODO DE MUESTREO FRECUENCIA


Forestal Parcelas de 0,5 ha.
Botánica Transectos de 50 m × 2 m.
Transectos de 1km x 4 m.
Herpetología
Encuentros casuales.
Trasectos de 1000 m x 50 m.
Identificación visual y auditiva.
Ornitología
Redes de neblina.
Observaciones casuales.
Transectos de 3 km. Un monitoreo cada año
B7, B8, B9,
Observaciones directas, observaciones durante los 7 años que dure
Mamíferos mayores B10, B12, B13,
indirectas (huellas y otros rastros) y la perforación de los 50 pozos
B14
avistamientos. de desarrollo.
Mamíferos menores no
Trampas Tomahawk y trampas de
voladores (roedores y
golpe.
marsupiales)
Mamíferos menores
Redes de neblina.
voladores (quirópteros)
Transecto de 120 m x 2 m.
Entomología Trampas Pitfall (de caída y con cebo).
Trampas cromotrópicas.
Elaborado por GEMA, 2014.

La metodología detallada de los taxones que se van a monitorear se pueden


observar en los anexos correspondientes.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-245


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0839
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

f. Personal requerido

Para el monitoreo biológico de estos componentes del proyecto, se requerirá de un


especialista más dos apoyos locales para forestal, botánica, ornitología y mamíferos
y un apoyo local para herpetología y entomología, así se requerirán en total 6
especialistas biólogos y 10 apoyos locales.

g. Responsables de la ejecución

El monitoreo biológico estará a cargo del supervisor de medio ambiente del


proyecto.

 Facilidades de producción

Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas detalladas y tendrán una


duración de siete (7) días.

a. Parámetros y metodologías

Existen varios niveles de organización biológica que es necesario evaluar


periódicamente. A nivel de paisaje, es importante los tipos y extensión del
ecosistema y a nivel de especies, es importante hacer un monitoreo de aquellas
especies indicadoras que proporcionen información temprana sobre cambios que
de otra manera no serían detectados. Se utilizará el modelo temporal “Antes,
durante y después”.

b. Diseño de la propuesta de muestreo

De acuerdo con los requerimientos del diseño antes, durante y después se


realizarán las evaluaciones para todos los grupos taxonómicos durante las
actividades de ampliación de facilidades de producción complementándose la
información con evaluaciones posteriores a la actividad.

Las actividades de construcción de facilidades de producción en Lote II son las


siguientes:

- Ampliación de la batería 321.


- Ampliación de la estación de fiscalización y la estación de compresión 325.
- Ampliación de la estación de compresión 321.

c. Área de monitoreo

El área de monitoreo estará determinado por el tipo de impacto esperado, en el


que se encuentran vinculados principalmente a las actividades de ampliación de
facilidades de producción, considerando que la recuperación de las áreas
intervenidas es fundamental.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-246


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

El área donde se realizará el Monitoreo Biológico se basará de acuerdo con las


etapas del Proyecto de Perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales junto
con sus facilidades – Lotes II y XV cuya descripción detallada se encuentra en el
capítulo 2, “Descripción del Proyecto”.

Los puntos de referencia para el monitoreo biológico de fauna terrestre y flora, son
los mismos puntos que han sido considerados como estaciones de muestreo en la
Línea Base Biológica del EIA. Además, se añadieron dos puntos más que
representarán la unidad de vegetación Bosque seco ralo de montaña.

Para el monitoreo de flora y fauna terrestre presente en el área de estudio, las


coordenadas de los puntos de referencia para el monitoreo biológico son las
mismas que las indicadas para el monitoreo biológico vinculado a las actividades de
perforación.

d. Frecuencia de monitoreo (Facilidades de producción)

Basado en los análisis realizados en campo durante la Línea Base Biológica, tiempo
estimado de la ampliación de las facilidades de producción en el Lote II y la
biodiversidad presente en el área de influencia directa al proyecto; se considerará
durante toda la etapa operativa, que implica las etapas de movilización,
construcción y operación.

El programa de monitoreo diseñado se realizará para la batería 321, la estación de


fiscalización y la estación de compresión 325, y la estación de compresión 321. Se
realizarán diez (10) monitoreos considerando el tiempo que durará las actividades
de ampliación de facilidades de producción. El cronograma de monitoreo para estos
componentes se detalla a continuación (Tabla 4).

Durante los primeros 7 años de labores en el lote II, los resultados de los
monitoreos se tomarán en conjunto para la perforación de pozos como para la
ampliación de facilidades. Pasado este tiempo y culminada la etapa de perforación,
el monitoreo se realizará solamente para la ampliación de facilidades hasta
culminados los 10 años de actividad de la empresa en el lote.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-247


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.155: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE MONITOREO BIOLÓGICO DURANTE LA EJECUCIÓN DE LA AMPLIACIÓN DE FACILIDADES DE
PRODUCCIÓN EN EL LOTE II

CRONOGRAMA PARA LA AMPLIACIÓN DE FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN EL LOTE II

Año 1 Año 2 Año 3 Año 4 Año 5 Año 6 Año 7 Año 8 Año 9 Año 10

AMPLIACIÓN
FACILIDADES
PRODUCCIÓN

Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2

Elaborado por GEMA, 2014.

Monitoreo Biológico

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-248


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0840
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

e. Grupos taxonómicos a monitorear

Se evaluarán los mismos grupos taxonómicos evaluados en la Línea Base Biológica


realizada en el EIA Proyecto de Proyecto Perforación de 115 Pozos de Desarrollo
Adiciones, Lotes II y XV. Los grupos taxonómicos a monitorear serán:

- Forestal
- Botánica.
- Herpetología (anfibios y reptiles).
- Ornitología (aves).
- Mastozoología (mamíferos menores y mayores).
- Entomología.

Con los registros obtenidos de cada grupo taxonómico, se determinará el grado de


variación de la composición biológica de la zona y así minimizar los posibles
impactos que podrían generarse a partir de las actividades del proyecto.

La metodología usada para cada taxón será la misma que fue aplicada en la Línea
Base Biológica, durante todos los años establecidos en este plan que líneas abajo
se detalla en la tabla. Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas
detalladas.

TABLA 5.156: RESUMEN DE EVALUACIÓN PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DEL LOTE II


-FACILIDADES DE PRODUCCIÓN-

GRUPO BIOLÓGICO UBICACIÓN MÉTODO DE MUESTREO FRECUENCIA


Forestal Parcelas de 0,5 ha.
Botánica Transectos de 50 m × 2 m.
Transectos de 1km x 4 m.
Herpetología
Encuentros casuales.
Trasectos de 1000 m x 50 m.
Identificación visual y auditiva.
Ornitología
Redes de neblina.
Observaciones casuales.
Transectos de 3 km. Un monitoreo cada año
B7, B8, B9, Observaciones directas,
Mamíferos mayores durante los 10 años que dure
B10, B12, B13, observaciones indirectas (huellas y
la ampliación de las
B14 otros rastros) y avistamientos. facilidades de producción.
Mamíferos menores no
Trampas Tomahawk y trampas de
voladores (roedores y
golpe.
marsupiales)
Mamíferos menores
Redes de neblina.
voladores (quirópteros)
Transecto de 120 m x 2 m.
Trampas Pitfall (de caída y con
Entomología
cebo).
Trampas cromotrópicas.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL EMA) 5-249


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0841
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

La metodología detallada de los taxones que se van a monitorear se pueden


observar en los anexos correspondientes.

f. Personal requerido

Para el monitoreo biológico de estos componentes del proyecto, se requerirá de un


especialista más dos apoyos locales para forestal, botánica, ornitología y mamíferos
y un apoyo local para herpetología y entomología, así se requerirán en total 6
especialistas biólogos y 10 apoyos locales.

g. Responsables de la ejecución

El monitoreo biológico estará a cargo del supervisor de medio ambiente del


proyecto.

o Lote XV

 Perforación de 65 pozos de desarrollo

Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas detalladas y tendrán una


duración de siete (7) días para el monitoreo biológico y dos (2) días para el monitoreo
hidrobiológico.

a. Parámetros y metodologías

Existen varios niveles de organización biológica que es necesario evaluar


periódicamente. A nivel de paisaje, es importante los tipos y extensión del
ecosistema y a nivel de especies, es importante hacer un monitoreo de aquellas
especies indicadoras que proporcionen información temprana sobre cambios que
de otra manera no serían detectados. Se utilizará el modelo temporal “Antes,
durante y después”.

b. Diseño de la propuesta de muestreo

De acuerdo con los requerimientos del diseño antes, durante y después se


realizarán las evaluaciones para todos los grupos taxonómicos durante las
actividades de perforación de los pozos de desarrollo complementándose la
información con evaluaciones posteriores a la actividad.

c. Área de monitoreo

El área de monitoreo estará determinado por el tipo de impacto esperado, en el


que se encuentran vinculados principalmente a la perforación del terreno,
considerando que la recuperación de las áreas intervenidas es fundamental.

El área donde se realizará el Monitoreo Biológico se basará de acuerdo con las


etapas del Proyecto de Perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales junto

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-250


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

con sus facilidades – Lotes II y XV cuya descripción detallada se encuentra en el


capítulo 2, “Descripción del Proyecto”.

Los puntos de referencia para el monitoreo biológico e hidrobiológico son los


mismos puntos que han sido considerados como estaciones de muestreo en la
Línea Base Biológica del EIA.

Para el monitoreo de flora y fauna presente en el área de estudio, las coordenadas


de los puntos de referencia para el monitoreo biológico e hidrobiológico se indican
a continuación en la siguiente tabla. En anexos se presenta el mapa de monitoreo
biológico y cobertura vegetal.

TABLA 5.157: UBICACIÓN DE LAS ESTACIONES DE MONITOREO BIOLÓGICO E HIDROBIOLÓGICO EN EL


LOTE XV

PUNTOS DE MUESTREO UTM WGS84 - ZONA 18 SUR


BIOLOGICO ESTE (m) NORTE (m)
B1 470 873 9 511 579
B2 470 563 9 510 196
B3 472 015 9 510 449
B4 475 524 9 511 149
B5 478 129 9 510 443
B6 488 671 9 510 851
B11 496 920 9 518 198
HB1 470 728 9 511 683
HB2 470 624 9 510 690
Elaborado por GEMA, 2014.

d. Frecuencia de monitoreo (Perforación de 65 pozos de desarrollo)

Basado en los análisis realizados en campo durante la Línea Base Biológica, tiempo
estimado de la Perforación de los 65 pozos de desarrollo en el Lote XV y la
biodiversidad presente en el área de influencia directa al proyecto; se considerará
durante toda la etapa operativa de perforación, que implica las etapas de
movilización, construcción, operación y abandono.

El programa de monitoreo diseñado se realizará para los 65 pozos de desarrollo. Se


realizarán diez (10) monitoreos considerando los diez años que durará el proyecto
de perforación de los 65 pozos de desarrollo. El cronograma de monitoreo para
estos componentes se detalla a continuación en la siguiente tabla.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-251


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.158: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE MONITOREO BIOLÓGICO DURANTE LA EJECUCIÓN DE LA PERFORACIÓN DE 65 POZOS DE DESARROLLO EN EL
LOTE XV

CRONOGRAMA PARA LA PERFORACIÓN DE 65 POZOS DE DESARROLLO EN EL LOTE XV

Año 1 Año 2 Año 3 Año 4 Año 5 Año 6 Año 7 Año 8 Año 9 Año 10

PERFORACIÓN

Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2

Elaborado por GEMA, 2014.

Monitoreo Biológico

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL EMA) 5-252


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0842
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

e. Grupos taxonómicos a monitorear

Se evaluarán los mismos grupos taxonómicos evaluados en la Línea Base Biológica


realizada en el EIA Proyecto de Proyecto Perforación de 115 Pozos de Desarrollo
Adiciones, Lotes II y XV. Los grupos taxonómicos a monitorear serán:
- Forestal
- Botánica.
- Herpetología (anfibios y reptiles).
- Ornitología (aves).
- Mastozoología (mamíferos menores y mayores).
- Entomología.
- Hidrobiología (fitoplancton, zooplancton y bentos).

Con los registros obtenidos de cada grupo taxonómico, se determinará el grado de


variación de la composición biológica de la zona y así minimizar los posibles
impactos que podrían generarse a partir de las actividades del proyecto.
La metodología usada para cada taxón será la misma que fue aplicada en la Línea
Base Biológica (menos en el caso del monitoreo hidrobiológico donde se utilizará
otro método), durante todos los años establecidos en este plan que líneas abajo se
detalla (Tabla 5.154). Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas
detalladas.

TABLA 5.159: RESUMEN DE EVALUACIÓN PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO E HIDROBIOLÓGICO DEL


LOTE XV
GRUPO BIOLÓGICO UBICACIÓN MÉTODO DE MUESTREO FRECUENCIA
Forestal Parcelas de 0,5 ha.
Botánica Transectos de 50 m × 2 m.
Transectos de 1km x 4 m.
Herpetología
Encuentros casuales.
Trasectos de 1000 m x 50 m.
Identificación visual y auditiva.
Ornitología
Redes de neblina.
Observaciones casuales.
Transectos de 3 km.
B1, B2, B3, B4, Observaciones directas, observaciones
Mamíferos mayores B5, B6, B11 indirectas (huellas y otros rastros) y Un monitoreo cada año
avistamientos. durante los 10 años que
Mamíferos menores no dure la perforación de los 65
Trampas Tomahawk y trampas de
voladores (roedores y pozos de desarrollo.
golpe.
marsupiales)
Mamíferos menores
Redes de neblina.
voladores (quirópteros)
Transecto de 120 m x 2 m.
Entomología Trampas Pitfall (de caída y con cebo).
Trampas cromotrópicas.
Hidrobiología (fitoplancton) Red de 20 micras.
Red cónica WP2 de 220 micras.
Hidrobiología (zooplancton) HB1, HB2
Red cónica de malla de 67 micras.
Hidrobiología (bentos) Draga y tamiz de 500 micras.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-253


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0843
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

La metodología detallada de los taxones que se van a monitorear se pueden


observar en los anexos correspondientes.

f. Personal requerido

Para el monitoreo biológico e hidrobiológico de estos componentes del proyecto,


se requerirá de un especialista más dos apoyos locales para forestal, botánica,
ornitología y mamíferos y un apoyo local para herpetología, entomología e
hidrobiología, así se requerirán en total 7 especialistas biólogos y 11 apoyos locales.

g. Responsables de la ejecución

El monitoreo biológico e hidrobiológico estará a cargo del supervisor de medio


ambiente del proyecto.

 Facilidades de producción

Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas detalladas y tendrán una


duración de siete (7) días.

a. Parámetros y metodologías

Existen varios niveles de organización biológica que es necesario evaluar


periódicamente. A nivel de paisaje, es importante los tipos y extensión del
ecosistema y a nivel de especies, es importante hacer un monitoreo de aquellas
especies indicadoras que proporcionen información temprana sobre cambios que
de otra manera no serían detectados. Se utilizará el modelo temporal “Antes,
durante y después”.

b. Diseño de la propuesta de muestreo

De acuerdo con los requerimientos del diseño antes, durante y después se


realizarán las evaluaciones para todos los grupos taxonómicos durante las
actividades de ampliación y construcción de facilidades de producción
complementándose la información con evaluaciones posteriores a la actividad.

Las actividades de ampliación y construcción de facilidades de producción en Lote


XV son las siguientes:

- Ampliación de las baterías 333-A y AX-32.


- Construcción de la batería Hualtacal y Coyonitas Sur.
- Construcción de la estación de compresión Coyonitas Sur.

c. Área de monitoreo

El área de monitoreo estará determinado por el tipo de impacto esperado, en el


que se encuentran vinculados principalmente a las actividades de ampliación y

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-254


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

construcción de facilidades de producción, considerando que la recuperación de las


áreas intervenidas es fundamental.

El área donde se realizará el Monitoreo Biológico se basará de acuerdo con las


etapas del Proyecto de Perforación de 115 pozos de desarrollo adicionales junto
con sus facilidades – Lotes II y XV cuya descripción detallada se encuentra en el
capítulo 2, “Descripción del Proyecto”. Los puntos de referencia para el monitoreo
biológico e hidrobiológico son los mismos puntos que han sido considerados como
estaciones de muestreo en la Línea Base Biológica del EIA.

Para el monitoreo de flora y fauna terrestre presente en el área de estudio, las


coordenadas de los puntos de referencia para el monitoreo biológico son las
mismas que las indicadas para el monitoreo biológico vinculado a las actividades de
perforación.

d. Frecuencia de monitoreo (Facilidades de producción)

Basado en los análisis realizados en campo durante la Línea Base Biológica, tiempo
estimado de la ampliación y construcción de las facilidades de producción en el Lote
XV y la biodiversidad presente en el área de influencia directa al proyecto; se
considerará durante toda la etapa operativa, que implica las etapas de movilización,
construcción y operación.

- Ampliación de las baterías 333-A y AX-32.


- Construcción de la batería Hualtacal y Coyonitas Sur.
- Construcción de la estación de compresión Coyonitas Sur.

Durante los primeros 10 años de labores en el lote XV, los resultados de los
monitoreos se tomarán en conjunto para la perforación de pozos como para la
construcción y ampliación de facilidades. Pasado este tiempo y culminada la etapa
de perforación, el monitoreo se realizará solamente para la construcción y
ampliación de facilidades hasta culminados los 14 años de actividad de la empresa
en el lote

El programa de monitoreo diseñado se realizará para las baterías 333-A, AX-32,


Hualtalcal y Coyonitas Sur y la estación de compresión Coyonitas Sur. Se realizarán
catorce (14) monitoreos considerando el tiempo que durarán las actividades de
ampliación y construcción de facilidades de producción. El cronograma de
monitoreo para estos componentes se detalla a continuación en la tabla5.126

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-255


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

TABLA 5.160: CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES DE MONITOREO BIOLÓGICO DURANTE LA EJECUCIÓN DE LA AMPLIACIÓN Y CONSTRUCCIÓN DE FACILIDADES DE
PRODUCCIÓN EN EL LOTE XV

CRONOGRAMA PARA LA AMPLIACIÓN Y CONSTRUCCIÓN DE FACILIDADES DE PRODUCCIÓN EN EL LOTE XV

Año 1 Año 2 Año 3 Año 4 Año 5 Año 6 Año 7 Año 8 Año 9 Año 10 Año 11 Año 12 Año 13 Año 14

AMPLIACI
ÓN Y
CONSTRU
CCIÓN
FACILIDAD

Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2
Semestre 1
Semestre 2

ES
PRODUCCI
ÓN

Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-256


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0844
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

e. Grupos taxonómicos a monitorear


Se evaluarán los mismos grupos taxonómicos evaluados en la Línea Base Biológica
realizada en el EIA Proyecto de Proyecto Perforación de 115 Pozos de Desarrollo
Adiciones, Lotes II y XV. Los grupos taxonómicos a monitorear serán:
- Forestal
- Botánica.
- Herpetología (anfibios y reptiles).
- Ornitología (aves).
- Mastozoología (mamíferos menores y mayores).
- Entomología.
- Hidrobiología (fitoplancton, zooplancton y bentos).

Con los registros obtenidos de cada grupo taxonómico, se determinará el grado de


variación de la composición biológica de la zona y así minimizar los posibles
impactos que podrían generarse a partir de las actividades del proyecto.
La metodología usada para cada taxón será la misma que fue aplicada en la Línea
Base Biológica (menos en el caso del monitoreo hidrobiológico donde se utilizará
otro método), durante todos los años establecidos en este plan que líneas abajo se
detalla. Los monitoreos consistirán en evaluaciones ecológicas detalladas.

TABLA 5.161: RESUMEN DE EVALUACIÓN PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO E HIDROBIOLÓGICO DEL


LOTE XV
GRUPO BIOLÓGICO UBICACIÓN MÉTODO DE MUESTREO FRECUENCIA
Forestal Parcelas de 0,5 ha.
Botánica Transectos de 50 m × 2 m.
Transectos de 1km x 4 m.
Herpetología
Encuentros casuales.
Trasectos de 1000 m x 50 m.
Identificación visual y auditiva.
Ornitología
Redes de neblina.
Observaciones casuales.
Transectos de 3 km.
B1, B2, B3, B4, Observaciones directas,
Mamíferos mayores Un monitoreo cada año
B5, B6, B11 observaciones indirectas (huellas y
durante los 14 años que dure
otros rastros) y avistamientos.
la ampliación y construcción
Mamíferos menores no
Trampas Tomahawk y trampas de de las facilidades de
voladores (roedores y
golpe. producción.
marsupiales)
Mamíferos menores
Redes de neblina.
voladores (quirópteros)
Transecto de 120 m x 2 m.
Entomología Trampas Pitfall (de caída y con cebo).
Trampas cromotrópicas.
Hidrobiología (fitoplancton) Red de 20 micras.
Red cónica WP2 de 220 micras.
Hidrobiología (zooplancton) HB1, HB2
Red cónica de malla de 67 micras.
Hidrobiología (bentos) Draga y tamiz de 500 micras.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-257


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0845
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

La metodología detallada de los taxones que se van a monitorear se pueden


observar en los anexos correspondientes.

f. Personal requerido

Para el monitoreo biológico e hidrobiológico de estos componentes del proyecto,


se requerirá de un especialista más dos apoyos locales para forestal, botánica,
ornitología y mamíferos y un apoyo local para herpetología, entomología e
hidrobiología, así se requerirán en total 7 especialistas biólogos y 11 apoyos locales.

g. Responsables de la ejecución

El monitoreo biológico e hidrobiológico estará a cargo del supervisor de medio


ambiente del proyecto.

1.15.2.5 Indicadores de Monitoreo

Se tomarán en cuenta los indicadores propios de diversidad y estado del ecosistema en los
monitoreos biológicos como:

- Índces de diversidad alfa (Abundancia relativa (N°), riqueza (S), índice de equidad de
Pielou (J´), Índice de Diversidad de Shannon – Weaver (H'), Curvas de acumulación de
especies) y Beta (Índice de Jaccard, Índice de Morisita).
- Índices de estado actual de ecosistema terrestre y acuático.

TABLA 5.162: ESTADO ACTUAL DE ECOSISTEMA TERRESTRE Y ACUÁTICO

Índice de Valor de Importancia simplificado (IVIs)

FLORA / Distribución por Clase Diametral

FORESTAL Distribución por Clases de Altura

Potencial Forestal

Índice de Valor de Importancia de Mamíferos

Índice Valor de importancia de Aves

Índice de valor ornitológico


FAUNA
Índice de valor Mastozoológico

Índice de Ocurrencia de mamíferos

Índice de Abundancia de Mamíferos

Índice Diatómico General (IDG)

HIDROBIOLOGÍA Índice EPT (Ephemeroptera, Plecoptera y Tricoptera), Índice de


abundancia EPT/CA, porcentaje Chironomidae, Índice Biótico de
Familias de Hillsenhoff (IBF) e Índice BMWP
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-258


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

1.15.2.6 Presupuesto

El presupuesto del monitoreo para cada componente del proyecto se detalla a continuación
en las siguientes tablas:

TABLA 5.163: PRESUPUESTO ESTIMADO PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DE LOS 50 POZOS DE


DESARROLLO EN EL LOTE II

DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD DÍAS PRECIO UNITARIO ($) SUB. TOTAL ($)
A Profesionales*
Forestal día 1 49 200 9 800
Botánico día 1 49 200 9 800
Entomólogo día 1 49 200 9 800
Mastozoólogo día 1 49 200 9 800
Ornitólogo día 1 49 200 9 800
Herpetólogo día 1 49 200 9 800
B Apoyo local
Apoyos locales día 10 49 50 24 500
C Logística
Transporte - 1 49 250 12 250
Otros gastos - 1 49 100 4 900
PRECIO TOTAL 100 450
*Dentro del presupuesto de los profesionales está incluido sus gastos de alimentación, médico, seguros, entre otros.
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.164: PRESUPUESTO ESTIMADO PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DE LAS FACILIDADES DE


PRODUCCIÓN EN EL LOTE II

DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD DÍAS PRECIO UNITARIO ($) SUB. TOTAL ($)
A Profesionales*
Forestal día 1 21 200 4 200
Botánico día 1 21 200 4 200
Entomólogo día 1 21 200 4 200
Mastozoólogo día 1 21 200 4 200
Ornitólogo día 1 21 200 4 200
Herpetólogo día 1 21 200 4 200
B Apoyo local
Apoyos locales día 10 21 50 10 500
C Logística
Transporte - 1 21 250 5 250
Otros gastos - 1 21 100 2 100
PRECIO TOTAL 43 050
*Dentro del presupuesto de los profesionales está incluido sus gastos de alimentación, médico, seguros, entre otros.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-259


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0846
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TABLA 5.165: PRESUPUESTO ESTIMADO PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DE LOS 65 POZOS DE


DESARROLLO EN EL LOTE XV

DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD DÍAS PRECIO UNITARIO ($) SUB. TOTAL ($)
A Profesionales*
Forestal día 1 70 200 9 800
Botánico día 1 70 200 9 800
Entomólogo día 1 70 200 9 800
Mastozoólogo día 1 70 200 9 800
Ornitólogo día 1 70 200 9 800
Herpetólogo día 1 70 200 9 800
Hidrobiología día 1 20 200 4 000
B Apoyo local
Apoyos locales
día 10 70 50 35 000
(terrestre)
Apoyos locales
día 1 20 50 1 000
(hidrobiología)
C Logística
Transporte - 1 70 250 17 500
Otros gastos - 1 70 100 7 000
PRECIO TOTAL 100 450
*Dentro del presupuesto de los profesionales está incluido sus gastos de alimentación, médico, seguros, entre otros.
Elaborado por GEMA, 2014

TABLA 5.166: PRESUPUESTO ESTIMADO PARA EL MONITOREO BIOLÓGICO DE LAS FACILIDADES DE


PRODUCCIÓN EN EL LOTE XV

DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD DÍAS PRECIO UNITARIO ($) SUB. TOTAL ($)
A Profesionales*
Forestal día 1 28 200 5 600
Botánico día 1 28 200 5 600
Entomólogo día 1 28 200 5 600
Mastozoólogo día 1 28 200 5 600
Ornitólogo día 1 28 200 5 600
Herpetólogo día 1 28 200 5 600
Hidrobiología día 1 8 200 1 600
B Apoyo local
Apoyos locales
día 10 28 50 14 000
(terrestre)
Apoyos locales
día 1 8 50 400
(hidrobiología)
C Logística
Transporte - 1 28 250 7 000
Otros gastos - 1 28 100 2 800
PRECIO TOTAL 59 400
*Dentro del presupuesto de los profesionales está incluido sus gastos de alimentación, médico, seguros, entre otros.
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-260


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

El presupuesto total del monitoreo biológico para el Proyecto Perforación de 115 pozos de
desarrollo adicionales y sus facilidades en los Lotes II y XV es de trescientos tres mil
trescientos cincuenta con 00/100 dólares americanos (US$ 303 350,00).

1.15.3 PROGRAMA DE MONITOREO SOCIOECONÓMICO Y CULTURAL

o Introducción

El presente programa contiene un conjunto estructurado de medidas destinadas al


seguimiento y control de las actividades ejecutadas para mitigar y evitar los impactos
sociales como consecuencia de la ejecución del Proyecto.

El monitoreo tiene el objetivo de brindar información sobre el cumplimiento de la


planificación operativa a fin de hacer correcciones de las actividades de manejo
emprendidas por el Proyecto. Igualmente, el monitoreo cumple el aspecto de verificar el
cumplimiento de las actividades y las tareas y el logro de las metas propuestas en los
programas de manejo, tanto como el uso de los recursos fijados.

Los responsables de generar la información necesaria para el control de las actividades y


el logro de las metas corresponden al equipo operativo de relaciones comunitarias y de
ejecución del Proyecto.

o Objetivos

 Objetivos Generales

- Conocer, medir y evaluar el progreso de las actividades, metas y objetivos fijados


en el plan de relaciones comunitarias durante el desarrollo de las diferentes
actividades contempladas en el proyecto de “EIA PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE
DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV”.
- Generar nuevos conocimientos y acciones operativas para el seguimiento de la
evaluación de los impactos durante las actividades del Proyecto.

 Objetivos Específicos

- Evaluar sistemáticamente el comportamiento de las variables operativas del


Proyecto en relación al aspecto social y los indicadores de impacto para establecer
las medidas correctivas pertinentes durante el ciclo del proyecto.
- Determinar el funcionamiento del equipo de monitoreo, número, frecuencia y
utilidad de la información para la inmediata toma de decisiones para gestionar los
riesgos causados por el Proyecto.

o Alcance

El programa de monitoreo socioeconómico-cultural tendrá las siguientes características:

- Monitorear el conjunto de las actividades, metas y resultados de la implementación

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-261


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0847
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

del programa de manejo en relación a los aspectos sociales para evitar impactos
negativos.
- Evaluar los impactos generados por el proyecto, a pesar de la implementación de los
programas de manejo, en relación a los aspectos sociales identificados en el ámbito
del Proyecto.

o Ámbito de Acción

Las actividades propias del programa de monitoreo socioeconómico tendrán como


ámbito de acción la población comprendida en el área de influencia indirecta del
Proyecto, es decir las siguientes localidades:

TABLA 5.167: ÁMBITO DE ACCIÓN DEL PROGRAMA DE MONITOREO SOCIOECONÓMICO

DISTRITO DENOMINACIÓN LOCALIDADES POBLACIÓN

BARRIO OFICIALES 60

BARRIO NUEVO LOBITOS 636

BARRIO BELLAVISTA 200


LOBITOS CAPITAL DE DISTRITO Y BARRIOS
BARRIO PRIMAVERA 450

BARRIO CENTRO 15

BARRIO ZARUMILLA 60

EL ALTO COMUNIDAD CAMPESINA MÁNCORA 400

TOTAL 1 821
Fuente: GEMA. 2014. EIA - Lotes II – XV.

o Responsables

El responsable de la ejecución del programa será el encargado del área de Medio


Ambiente y Asuntos Comunitarios de PETROMONT.

o Impactos según su Incidencia Social, Cultural y Económica

Durante la operación del proyecto, según la evaluación e identificación de impactos


sociales, culturales y económicos, se identificaron los posibles impactos sociales positivos
y negativos. A continuación se detalla los impactos del proyecto según su incidencia social,
cultural y económica.

TABLA 5.168: IMPACTOS POTENCIALES POSITIVOS SEGÚN SU INCIDENCIA SOCIAL, ECONÓMICA Y


CULTURAL
FACTORES
EFECTO: DIRECTO CORTO, MEDIANO Y POSIBLES IMPACTOS POSITIVOS A SER
AMBIENTALES
- INDIRECTO LARGO PLAZO GENERADOS
IMPACTADOS
Aumento en el comercio en la población
local que se generaría por la compra de
insumos domésticos por parte de los
COMERCIO INDIRECTO CORTO PLAZO
trabajadores locales que laborarán en las
actividades del Proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-262


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FACTORES
EFECTO: DIRECTO CORTO, MEDIANO Y POSIBLES IMPACTOS POSITIVOS A SER
AMBIENTALES
- INDIRECTO LARGO PLAZO GENERADOS
IMPACTADOS
Se generará la contratación de
pobladores locales quienes conseguirán
INGRESO
un ingreso adicional por un periodo de
ECONÓMICO
DIRECTO CORTO PLAZO tiempo corto, permitiendo ampliar su
TEMPORAL
acceso al mercado de bienes y servicios
durante todas las etapas.
Generación de empleo e incremento del
ingreso económico familiar de los
EMPLEO LOCAL
trabajadores locales que laborarán en el
TEMPORAL DIRECTO CORTO PLAZO
proyecto durante las actividades de la
Perforación.
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.169: IMPACTOS POTENCIALES NEGATIVOS SEGÚN SU INCIDENCIA SOCIAL, ECONÓMICA Y


CULTURAL
FACTORES
EFECTO: DIRECTO CORTO, MEDIANO Y
AMBIENTALES POSIBLES IMPACTOS NEGATIVOS A SER
- INDIRECTO LARGO PLAZO
IMPACTADOS GENERADOS
La construcción de las locaciones podría
SITIOS producir alteraciones de los sitios
DIRECTO CORTO PLAZO
ARQUEOLÓGICOS arqueológicos que podrían existir, lo que
sería un impacto negativo.
Potencial interferencia con el uso de la
tierra y posibles conflictos con
DIRECTO CORTO PLAZO pobladores locales en las áreas donde se
USO DE LA TIERRA
realizará el movimiento de tierras para
la construcción de las locaciones.
Elaborado por GEMA, 2014.

o Metodología para el Monitoreo de aspectos socioeconómicos-culturales

La metodología de recolección o registro de información en términos generales estará


basada en la toma de datos de los diversos formatos empleados para la implementación
de las actividades; el procedimiento consistirá en hacer el seguimiento de las actividades
efectuadas para la ejecución del Programa de Relaciones Comunitarias que tiene un
conjunto de actividades y resultados.

El equipo encargado o personal asignado a esta labor de recolección de información


estará constituido fundamentalmente por el equipo operativo de implementación de los
programas y actividades, siendo asignado dicha labor al coordinador, responsable u otro
que tenga la capacidad de visualizar la implementación de los programas.

Igualmente, es factible que cada personal operativo pueda estar encargado de generar la
información respectiva en cada acción o ejecución de actividades.

La sistematización y análisis de la información será encargada a un equipo asignado para


ejecutar dicha labor, para retroalimentar permanentemente a las diversas áreas para
tomar las acciones y decisiones respectivas oportunamente.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-263


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0848
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o Estrategias y Procedimientos

- El equipo de relaciones comunitarias, será el encargado de realizar un seguimiento a


las acciones del proyecto, según las actividades del proyecto.
- La implementación de este programa estará a cargo del titular del proyecto y en
coordinación con las autoridades del sector, competentes en las funciones de
supervisión y fiscalización.
- El Programa de Monitoreo Socioeconómico está orientado al proceso de
comportamiento de las condiciones socioeconómico y cultural de las localidades
involucradas con el proyecto.
- Se fomentará la transparencia y confianza en las relaciones entre la empresa y las
comunidades.
- Se enfoca la participación de la población involucrada, autoridades locales y entidades
representativas en el seguimiento de las actividades del proyecto.

o Monitoreo según condiciones sociales, económicas y culturales del área de influencia


del proyecto

Para efectos del monitoreo, se ha identificado, variables, indicadores sociales y métodos


de verificación que permite muestreo, verificación y posterior análisis de detectar un
cambio real en un indicador entre dos o más periodos.

El análisis de matriz de monitoreo social se han dividido según la incidencia de impactos


positivos y negativos, a continuación se presenta la matriz.

TABLA 5.170: MATRIZ DE MONITOREO SOCIAL IMPACTOS POSITIVOS


MÉTODO
VARIABLE INDICADORES
VERIFICACIÓN
Generación de contratación del
Registro de empleados del proyecto
personal local
Encuesta a propietarios del expendio de
Mayor número de adquisición de
Ingresos insumos domésticos respecto a la
insumos domésticos
económicos comercialización de insumos domésticos
temporales Registro de Establecimiento de Expendio de
Aumento de locales de expendio de Bienes y servicios (Cuantificar), con un
bienes y servicios Registro.
Registro fotográfico, entrevistas
Aumento de comercio en las
localidades del área de influencia
Registro del número de establecimientos de
Comercio Aumento del número de
venta (bienes y servicios)
establecimientos de expendio de
bienes y servicios
Mayor número de pobladores Encuesta a jefes de hogar respecto a
ocupados principales ocupaciones
% de la población que percibe
Empleo local Encuestas del beneficio de empleo directo del
beneficios a través del empleo directo
Temporal proyecto
del proyecto
Promedio de ingresos económicos de Encuesta sobre los ingresos económicos de
la población local familias
Fuente: Elaboración GEMA

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-264


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TABLA 5.171: MATRIZ DE MONITOREO SOCIAL IMPACTOS NEGATIVOS


MÉTODO
VARIABLE INDICADORES
VERIFICACIÓN
-Material fotográfico de campo
Medidas de protección ante eventuales
Sitios Arqueológicos -Informes de monitoreo
hallazgos arqueológicos
arqueológico
-Actas de reuniones.
Uso de la Tierra Gestión de Relaciones comunitarias -Actas de acuerdos.
-Actas de compromisos.
Fuente: Elaboración GEMA

o Monitoreo de las Estrategias de Comunicación

Las estrategias de comunicación con las localidades del área de influencia indirecta serán
de responsabilidad exclusiva del área de relaciones comunitarias de La Empresa, cuyo
equipo informará de manera periódica sobre las actividades del Proyecto.

 Metodología para el monitoreo

La metodología estará basada en la revisión documentaria y la conversación directa


con los actores locales. Dicha conversación se desarrollará a través de una
comunicación oficial y coordinando colectivamente las fechas y horas.

 Instrumento de monitorización

- Formato de asistencia de reuniones


- Registro de actas de coordinación.
- Formato de actas de asambleas.

 Actividades, grupo y frecuencia de monitoreo

El seguimiento de las actividades de implementación del monitoreo será efectuado,


tal como se presenta:

TABLA 5.172: MONITOREO DE LAS ESTRATEGIAS DE COMUNICACIÓN

Actividades Grupos Objetivos Frecuencia Responsable


Comunicación sobre las actividades
Familias y líderes locales Trimestral Relaciones comunitarias
del Proyecto
Determinación del área de Inicio de la
Autoridades y familias Relaciones comunitarias
servidumbre actividad
Contratación de mano de obra Relaciones Comunitarias y
Trabajadores locales Mensual
local y sistema de rotación RR.HH.
Elaborado por GEMA

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-265


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 Utilidad de la información

La información será sistematizada dentro de los dos días de culminados las acciones
de monitorización e inmediatamente se pasará a las áreas respectivas para la toma de
decisiones.

 Entregable

Reportes de monitoreo

 Acciones correctivas inmediatas

Siempre estarán orientadas a lograr una mejor coordinación con las familias de la
comunidad campesina y las localidades involucradas con el Proyecto.

o Cronograma

El tiempo estimado para la ejecución del Programa es de 07 años (Lote II) y 10 años (Lote
XV), según la descripción del proyecto (Capítulo 2).

o Presupuesto

TABLA 5.173: PRESUPUESTO DEL PROGRAMA DE MONITOREO SOCIOECONÓMICO Y CULTURAL


COSTO COSTO TOTAL - COSTO TOTAL
ACTIVIDADES FRECUENCIA ANUAL LOTE II- -LOTE XV-
($) ($) ($)
Encuesta a propietarios de
Anual $2,000.000 $14,000.000 $20,000.000
establecimiento de venta
Registro fotográfico Anual $500.000 $3,500.000 $5000.000
Encuesta a jefes de hogar
respecto a principales
Anual $2,000.000 $14,000.000 $20,000.000
ocupaciones y empleo directo del
proyecto
Entrevistas a las autoridades de la
Anual $500.000 $3,500.000 $5000.000
comunidad
TOTAL (Dólares Americanos) $7,000.00 $35,000.000 $50,000.000
Elaborado por GEMA 2015

1.16 PLAN DE ABANDONO

1.16.1 OBJETIVOS

Proporcionar los lineamientos para la restauración ambiental de las áreas intervenidas por el
proyecto en las etapas de perforación de pozos de desarrollo durante las operaciones
comprendidas.

Establecer las principales actividades para el abandono de las áreas intervenidas en las etapas
de perforación durante las operaciones del proyecto.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-266


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1.16.2 NORMATIVIDAD

PETROMONT propone el Plan de Abandono del Proyecto en contexto del marco normativo
peruano, según lo siguiente:

- Reglamento para la Protección Ambiental en las Actividades de Hidrocarburos: Decreto


Supremo Nº 039‐2014-EM.
- Reglamento de las Actividades de Exploración y Explotación de Hidrocarburos: Decreto
Supremo N° 032-2004-EM (Artículo 66°, Artículo 67° y Artículo 68°).

1.16.3 ETAPA DE APLICACIÓN

El plan de abandono será ejecutado inmediatamente después de la etapa de operación, de


los pozos de desarrollo. Resaltando que para las facilidades a implementar no se contará con
etapa de abandono.

1.16.4 IMPACTOS A CONTROLAR

Los impactos a controlar con el plan de abandono para la perforación de desarrollo son:

 Pérdida y/o alteración de la vegetación terrestre (foresta y sotobosque); que causa la


pérdida o alteración de hábitats e incremento de la incidencia de la radiación solar debido
al retiro de cobertura vegetal y su biomasa provocada por el movimiento de tierras y
acondicionamiento del terreno durante la construcción de los pozos de desarrollo y
facilidades.
 Alteración del paisaje; debido al movimiento de tierras, incremento del tránsito de
personal, la generación de residuos, disminución de la cobertura vegetal y la instalación
de infraestructura en las áreas que se construirán.
 Alteración del uso de la tierra; en las áreas donde se construirán los pozos de desarrollo
y sus facilidades del proyecto.

1.16.5 TIPO DE MEDIDA

La medida a emplear en la etapa de abandono para la perforación de desarrollo es la medida


denominada como correctiva.

1.16.6 ACCIONES A DESARROLLAR

Comprenderá las siguientes actividades:

1.16.6.1 Sellado y taponamiento del pozo

o Suspensión temporal

La suspensión temporal del pozo de desarrollo se realizará, de acuerdo a las


recomendaciones del Reglamento de actividades de Exploración y Explotación de
Hidrocarburos (D. S. 032-2004-EM) entre las cuales tenemos:

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-267


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- El pozo se abandonará con tapones de cemento o mecánicos, aislando las zonas en las
que no se tengan revestimientos o que puedan resistir fluidos.
- Se requerirá de tapones adicionales para cubrir o contener horizontes productivos o
separar los estratos de agua.
- Donde exista un agujero abierto bajo el revestimiento más profundo, se debe colocar
un tapón de cemento que se extienda 50 m por encima y debajo del “zapato”. Si las
condiciones de la formación dificultan este procedimiento, se colocará un tapón
mecánico en la parte inferior de la tubería de revestimiento con 20 m de cemento
sobre el tapón.

o Abandono definitivo

En caso de cierre definitivo, se realizará el sellado y taponamiento del pozo de acuerdo


con lo señalado en el Decreto Supremo 032‐2004‐EM, título IV, capítulo V.

 Artículo 194.‐ Tapones de abandono

El pozo se abandonará con tapones de cemento o mecánicos, aislando aquellas zonas


en las que no se haya puesto revestimiento o donde pudieran existir fluidos. En los
casos que por razones de dificultad operativa no fuera factible realizar el plan de
abandono de acuerdo a lo mencionado en los artículos siguientes, el operador podrá
efectuar el plan mencionado, aplicando las adecuadas técnicas y procedimientos
utilizados en la industria, debiendo informar y justificar a la brevedad a PETROMONT
con copia a OSINERGMIN sobre dicha decisión.

 Artículo 195.‐ Tapones adicionales

El pozo podrá requerir de tapones adicionales para cubrir o contener algún horizonte
productivo o para separar algún estrato con agua, dependiendo de la calidad del agua
o si las presiones hidrostáticas difieren lo suficiente para justificar dicha separación. La
prueba de los tapones y re-cementación pueden ser requeridas; si es necesario se
asegurará que el pozo no dañe al recurso natural.

 Artículo 196.‐ Taponamiento de hueco abierto bajo el revestimiento

Donde exista hueco abierto bajo el revestimiento más profundo se colocará un tapón
de cemento que se extienda cincuenta (50) metros encima y debajo del zapato. Si las
condiciones de la formación dificultan este procedimiento, se colocará un tapón
mecánico en la parte inferior de la tubería de revestimiento con veinte (20) metros de
cemento sobre el tapón.

 Artículo 197. ‐ Aislamiento de zonas punzonadas

Las zonas punzonadas serán en lo posible cementadas a presión y aisladas con


tapones. Si no es posible la cementación a presión, debido a la posibilidad de causar
fracturamiento hidráulico, se colocará un tapón de cemento cubriendo cincuenta (50)

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-268


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

metros por encima y debajo de la zona punzonada o encima del tapón más cercano, si
la distancia es menor de cincuenta (50) metros.

1.16.6.2 Desmantelamiento y/o desmovilización

Las actividades a realizar, como parte del plan de abandono, se describen a continuación:

- Se procederá al desmantelamiento de todas las estructuras. El conjunto de equipos de


perforación y materiales o insumos químicos serán clasificados, embalados y
transportados.
- Los desechos inorgánicos y todos los elementos metálicos (clavos, fierros y otros) serán
clasificados y empacados para su retiro fuera del lote.
- Se retirarán los cercos perimétricos de metal, geomembranas, geotextiles y demás
estructuras de protección, para su transporte y disposición final.
- Se realizará una inspección ocular en las áreas donde pueden ocurrir derrames (torre de
perforación, la unidad de cementación, control de lodos, bombas, etc.) para verificar que
no se haya producido algún derrame de combustible o lubricante.
- En caso de que se observe rastros de derrame, el suelo impregnado será removido, puesto
en sacos de polietileno previamente impermeabilizados y posteriormente será entregado
a una Empresa Prestadora de Servicios de Residuos Sólidos (EPS‐ RS) especializada, para
su transporte y disposición final como residuo peligroso.
- Todo el material impermeable (plástico) de las áreas del almacén de combustible u otras
áreas que lo hayan requerido será recogido y retirado para su posterior entrega a una
EPS‐RS.
- Las zanjas, canaletas que se establecieron para contener y desviar la escorrentía, así como
cualquier hoyo presente en el área será rellenado a nivel del suelo.
- El sellado de los pozos se efectuará en base a lo señalado en el Decreto Supremo Nº 032‐
2004‐EM. Título IV, Capítulo V. mediante la colocación de tapones de cemento o
mecánicos. El cabezal del pozo será recuperado con autorización de los organismos
oficiales y la tubería de revestimiento será cortada, colocándose una varilla de acero de
dos metros de altura con el nombre de la plataforma y el número del pozo soldada a la
plancha que tapa el pozo.
- Considerando el grado de compactación que estas áreas reciben para la instalación de las
facilidades, se asegurará que el suelo vuelva a su estado natural, por ello la
descompactación es un procedimiento muy importante que influirá en el proceso de
revegetación.
- Al término de las actividades de abandono en las áreas, se efectuará una inspección ocular
(en coordinación con el Supervisor de Medio Ambiente) para verificar el estado general
de las mismas, así como de restos de residuos diversos que podrían encontrarse producto
de las operaciones realizadas.
- Se revegetarán las áreas de la plataforma de perforación según los criterios establecidos
en el programa de revegetación.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-269


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0851
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1.16.6.3 Restauración Ambiental

El proceso de restauración consiste en asistir el recubrimiento de un ecosistema que ha sido


degradado, dañado o destruido. El objetivo de la restauración será el restablecimiento de la
función y la estructura de las áreas que han sido disturbadas, utilizando como referencia los
ecosistemas pre disturbado (National Research Council, 1992 SER 2004)

Asimismo, según el V Foro Forestal de Naciones Unidas (UNNF5) el concepto de restauración


de paisaje forestales (FLR) busca más que lograr que los bosques recuperen su estado
original, restaurar la integridad ecológica e incrementar la productividad y el valor económico
de las tierras degradadas (INFORESOURCES, 2005).

Esencialmente, las actividades de restauración de las áreas intervenidas por el proyecto


abarcarán la descompactación del suelo y la revegetación de las áreas abiertas; es decir los
pozos de desarrollo.

La revegetación tendrá como objetivo restablecer la cobertura vegetal disturbada por efectos
de la ejecución de las actividades del proyecto; contribuir a la sucesión natural de los
ecosistemas existentes en cada unidad de vegetación y alcanzar el consiguiente éxito de
recuperación de áreas intervenidas.

Las actividades de restauración se realizarán en forma progresiva a las actividades de


abandono de los componentes del proyecto. Para la ejecución de la restauración se
conformarán grupos de restauración, cada uno liderado por un (01) especialista, con
experiencia previa y comprobada en tareas de revegetación, quienes recibirán la respectiva
capacitación sobre las labores de abandono a realizar en campo.

o Fases de la restauración ambiental

Las acciones que se llevarán a cabo en el plan de abandono considerarán la restauración


ecológica de los ecosistemas en dos fases:

a. Acondicionamiento del suelo

Antes del inicio de las actividades de revegetación es necesario que el suelo se


encuentre en condiciones adecuadas que permitan el desarrollo óptimo de la
vegetación. Por tanto se considerarán las siguientes actividades:

- El suelo que presente algún tipo de derrame será removido, puesto en sacos de
polietileno y enviado al patio de talleres para su posterior disposición final de
acuerdo al Programa de Manejo de Residuos.
- Se retirará la geomembrana usada para cubrir la superficie del suelo, en caso de
presentar derrames será enviado al patio de talleres para su posterior disposición
final de acuerdo al Programa de Manejo de Residuos.
- Se descompactará toda superficie donde fueron instaladas las infraestructuras y
equipos, así como rellenar y conformar el terreno minimizando los riesgos de

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-270


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

erosión hídrica, principalmente. La descompactación se realizará considerando una


profundidad de por lo menos 20 cm.
- Antes de iniciar las actividades de revegetación, se asegurará la estabilidad física de
las áreas intervenidas, de modo que el terreno pueda ser reconformado y
acondicionado para el establecimiento de la cobertura vegetal.

b. Revegetación

El objetivo de la revegetación es devolver la cobertura vegetal presente antes del inicio


de las actividades del proyecto, por ello el desarrollo de la revegetación se realizará
haciendo uso de plantones adquiridos y/o comprados por una sede certificada.

1.16.7 LUGAR DE APLICACIÓN

TABLA 5.174: ÁREAS POR ABANDONAR EN EL LOTE II


PERFORACIÓN
DE POZOS

COMPONENTES ÁREA UNITARIA (HA) ÁREA (HA) ABANDONO

50 Plataformas. 0,6 30,0 30,0


Áreas por abandonar (ha) 30,0
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.175: ÁREAS POR ABANDONAR EN EL LOTE XV


PERFORACIÓN

COMPONENTES ÁREA UNITARIA (HA) ÁREA (HA) ABANDONO


DE POZOS

64 Plataformas 0,6 38,4 38,4


1 Plataforma 2,0 2,0 2,0
Áreas por abandonar (ha) 40,4
Elaborado por GEMA, 2014.

1.16.8 MECANISMOS Y ESTRATEGIAS PARTICIPATIVAS

Los mecanismos y estrategias participativas se desarrollarán de acuerdo al programa de


relaciones comunitarias.

1.16.9 PERSONAL REQUERIDO

El profesional responsable de la ejecución del plan de abandono será un especialista


ambiental, el cual supervisará la ejecución y el cumplimiento de las actividades de abandono
prestando apoyo, asesoramiento y entrenamiento.

El nominado “jefe de la cuadrilla de abandono”, tendrá la responsabilidad de verificar el


cumplimiento de las actividades de abandono. Será responsabilidad de todos los
trabajadores que integren los grupos de abandono cumplir con los lineamientos del plan de
abandono.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-271


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Cada cuadrilla requerida para la ejecución del plan estará compuesta por el siguiente
personal:

TABLA 5.176: PERSONAL REQUERIDO PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PLAN DE ABANDONO

RESPONSABILIDAD ESPECIALIDAD N° TOTAL


Jefe de grupo Especialista 01 01
Supervisor Especialista 01 01
Jefe de cuadrilla Especialista 01 01
Operarios Equipo de abandono 04 04
TOTAL 07
Elaborado por GEMA, 2014.

1.16.10 INDICADORES DE DESEMPEÑO

Los indicadores sugeridos para evaluar los resultados del plan de abandono son los
siguientes:

TABLA 5.177: CRITERIOS DE EVALUACIÓN DE DESEMPEÑO PARA EL PLAN DE ABANDONO

CRITERIO INDICADOR VERIFICADOR


Abandono de áreas
Superficie total intervenida N° de áreas intervenidas/abandonadas
intervenidas
Cantidad por tipo de residuos
Disposición de residuos Reportes de disposición de residuos sólido
generados
Revegetación de áreas Aplicación del programa de
Áreas Intervenidas/Áreas revegetadas
intervenidas Revegetación
Elaborado por GEMA, 2014.

1.16.11 PRESUPUESTO

COSTO UNITARIO COSTO TOTAL


ABANDONO N° de Pozos Área/Pozo
(US$ /ha) (US$)
Lote II 50 Pozos verticales 0,6 2400 120000

64 Pozos verticales 0,6 2400 153600


Lote XV
01 Pozo dirigido 2,0 8000 8000

Total General 281600


Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-272


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1.16.12 CRONOGRAMA

TABLA 5.178: CRONOGRAMA DE ABANDONO PARA UN POZO DE DESARROLLO PARA EL LOTE II

DÍAS
ACTIVIDAD
1,..4 5,..21 22,...38 39 40
Movilización del personal, equipos,
Movilización
materiales y maquinarias.
Construcción de la plataforma de
Construcción
perforación
Traslado y armado del equipo de
Operación perforación
Perforación de pozos de desarrollo.
Desmovilización del equipo de
perforación.
Abandono Abandono de plataforma.
Desmovilización de equipos para
abandono.
Elaborado por GEMA, 2014.

TABLA 5.179: CRONOGRAMA DE ABANDONO PARA UN POZO DE DESARROLLO PARA EL LOTE XV

DÍAS
ACTIVIDAD
1,..4 5,..18 19...29 30
Movilización del personal, equipos,
Movilización
materiales y maquinarias.
Construcción de la plataforma de
Construcción
perforación
Traslado y armado del equipo de
Operación perforación
Perforación de pozos de desarrollo.
Desmovilización del equipo de
perforación

Abandono Abandono de plataforma

Desmovilización de equipos para


abandono
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-273


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1.16.13 SUPERVISIÓN AMBIENTAL

Dentro de las operaciones que exigen las diferentes fases del plan de abandono estará
presente un representante de PETROMONT, con la finalidad de examinar y verificar que las
labores de abandono fueron realizadas dentro de las pautas ambientales señaladas en
cumplimiento al presente EIA.

Es importante indicar que PETROMONT, durante la etapa de abandono realizará una


supervisión permanente de las actividades de restauración (incluido la revegetación); y una
vez culminada las actividades de abandono (post‐abandono), efectuará el monitoreo de las
áreas revegetadas con la finalidad de verificar el estado de prendimiento y desarrollo de las
plantas así como para tomar las medidas correctivas necesarias.

1.17 CRONOGRAMA Y PRESUPUESTO DE LA ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA)

1.17.1 COSTOS DEL PLAN DE MANEJO

Los costos proyectados del Plan de Manejo Ambiental para el proyecto se estiman a
continuación:

TABLA 5.180: COSTOS PARA LA PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES Y


FACILIDADES

ACTIVIDAD DETALLE COSTOS US$


Control de Emisiones, mantenimiento de motores,
 Programa de Manejo del Recurso Aire. 1 602 358,30
evitar quemar, incinerar y monitoreo de aire.
 Programa de Manejo de Recurso de Manejo apropiado de la calidad de suelo y sus
280 000
Suelo. propiedades fisicoquímicas.
 Programa de Manejo de Flora y Fauna. Supervisión ambiental. 720 000
Manejo de Supervisión y Capacitación contratación de
 Programa de desbosque y/o desbroce. 515 250
profesionales especializados.
 Programa de reforestación y/o Contratación de personal obrero y de supervisión
205 800
revegetación. especializado.
 Programa de manejo de residuos Clasificación, adecuación de áreas de almacenamiento,
180 000
sólidos. transporte EPS – RS y disposición.
Control del tratamiento efectivo y responsable de las
 Programa de manejo del recurso hídrico. 25 000
aguas residuales generadas.
 Programa de Manejo de sustancias Habilitación de áreas de almacenamiento, rotulación,
16 000
químicas. transporte y manejo de sustancias químicas.
 Programa de rutas de transporte Habilitación de rutas y Vehículos de Transporte
1 774 800
Terrestre. Terrestre.
Equipo especializado de mantenimiento de monitoreo
 Programa de Patrimonio Cultural. 5 000
arqueológico y supervisión de recursos históricos.
 Programa de Monitoreo Equipo especializado en generar información para el
50 000
Socioeconómico y Cultural control de las atividades.
Contratación de Personal, ejecución de manejo de
 Plan de Relaciones Comunitarias. 452 000
relaciones comunitarias.
Estudios de riesgo, medidas de prevención y
 Plan de Contingencias. 50 000
mitigación.
 Plan de capacitación. Capacitación del personal. 12 000
 Programa de Monitoreo Físico. Monitoreo de calidad de Agua, Aire, suelos, ruido. 1 334 080
 Plan de Monitoreo Biológico. Monitoreo de calidad de fauna y flora. 303 350
 Plan de Abandono Implementación de medidas de Control / Supervisión 281 600
COSTO TOTAL 7 807 238,30

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-274


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TABLA 5.181: COSTO TOTALES PARA LA IMPLEMENTACIÓN DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DE
PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES Y FACILIDADES – LOTE II Y XV

COSTO
ETAPA
US$
Perforación y facilidades 7 807 238,30
COSTO TOTAL 7 807 238,30

Elaborado por GEMA, 2014.

La ejecución del Plan de Manejo Ambiental para el presente proyecto tendrá un costo
estimado en US$ 7 807 238,30 dólares americanos.

1.17.2 CRONOGRAMA DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL

A continuación se muestra el cronograma del Plan de Manejo Ambiental de Perforación de


115 Pozos de Desarrollo Adicionales y facilidades - Lote II y VX.

TABLA 5.182: CRONOGRAMA DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE
DESARROLLO ADICIONALES – PETROMONT LOTE II

PERFORACIÓN DE POZOS EN EL LOTE II


PROGRAMAS Y PLANES DIAS
1-4 5 - 24 25 - 38 39 - 40
Programa de Manejo del Recurso Aire X X X X
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X X X X
Programa de Manejo de Flora y Fauna X X X X
Programa de desbosque y/o desbroce - X - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - - X
Programa de manejo de residuos sólidos - X - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - X X -
Programa de rutas de transporte Terrestre X X X X
Programa de Patrimonio Cultural X X X X
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X X X X
Plan de Relaciones Comunitarias X X X X
Plan de Contingencias X X X X
Plan de Capacitación X X X X
Programa de Monitoreo Físico X X X X
Programa de Monitoreo Biológico - X X -
Plan de Abandono - - - X
Elaborado por GEMA, 2014.

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TABLA 5.183: CRONOGRAMA DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DE FACILIDADES DE 115 POZOS DE
DESARROLLO ADICIONALES – PETROMONT LOTE II Y XV

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


CONSTRUCCIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN
TRIMESTRES
COYONITAS SUR LOTE XV
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - - X X X X X X X X - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - - X X X X X X X X - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - - X X X X X X X X - -
Programa de desbosque y/o desbroce - - X X X X X X X X - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - X X X X X X X X - -
Programa de manejo de residuos sólidos - - X X X X X X X X - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - - X X X X X X X X - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - - X X X X X X X X - -
Programa de Patrimonio Cultural - - X X X X X X X X - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - - X X X X X X X X - -
Plan de Relaciones Comunitarias - - X X X X X X X X - -
Plan de Contingencias - - X X X X X X X X - -
Plan de Capacitación - - X X X X X X X X - -
Programa de Monitoreo Físico - - X X X X X X X X - -
Programa de Monitoreo Biológico - - X X X X X X X X - -
Plan de Abandono - - X X X X X X X X - -
Elaborado por GEMA, 2014.

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


CONSTRUCCIÓN DE LA BATERÍA HUALTACAL LOTE XV TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - - X X X - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce - - X X X - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - X X X - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - - X X X - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - - X X X - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - - X X X - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias - - X X X - - - - - - -
Plan de Contingencias - - X X X - - - - - - -
Plan de Capacitación - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico - - X X X - - - - - - -
Plan de Abandono - - X X X - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-276


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FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


CONSTRUCCIÓN DE LA BATERÍA COYONITAS SUR LOTE XV TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - - X X X - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce - - X X X - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - X X X - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos - - X X X - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - - X X X - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - - X X X - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural - - X X X - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - - X X X - - - - - - -
Plan de Contingencias - - X X X - - - - - - -
Plan de Capacitación - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico - - X X X - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico - - X X X - - - - - - -
Plan de Abandono - - X X X - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE II


AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA 321 COYONITAS LOTE II TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna X - - - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce X - - - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación X - - - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas X - - - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre X - - - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X - - - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias X - - - - - - - - - - -
Plan de Contingencias X - - - - - - - - - - -
Plan de Capacitación X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico X - - - - - - - - - - -
Plan de Abandono X - - - - - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

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FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA 333 A LOBITOS LOTE XV TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna X - - - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce X - - - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación X - - - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas X - - - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre X - - - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X - - - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias X - - - - - - - - - - -
Plan de Contingencias X - - - - - - - - - - -
Plan de Capacitación X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico X - - - - - - - - - - -
Plan de Abandono X - - - - - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


AMPLIACIÓN DE LA BATERÍA AX-32 PALOMA LOTE XV TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna X - - - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce X - - - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación X - - - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos X - - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas X - - - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre X - - - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X - - - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias X - - - - - - - - - - -
Plan de Contingencias X - - - - - - - - - - -
Plan de Capacitación X X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico X - - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico X - - - - - - - - - - -
Plan de Abandono X X - - - - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-278


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SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE II


AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN 321 LOTE II TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - - X - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - - X - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - - X - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce - - X - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - X - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos - - X - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - - X - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - - X - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural - - X - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - - X - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias - - X - - - - - - - - -
Plan de Contingencias - - X - - - - - - - - -
Plan de Capacitación - - X X - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico - - X - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico - - X - - - - - - - - -
Plan de Abandono - - X X - - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE II


AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE FISCALIZACIÓN LOTE II TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - X - - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce - X - - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación - X - - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - X - - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - X - - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - X - - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias - X - - - - - - - - - -
Plan de Contingencias - X - - - - - - - - - -
Plan de Capacitación - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico - X - - - - - - - - - -
Plan de Abandono - X X - - - - - - - - -
Elaborado por GEMA, 2014.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-279


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FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE II


AMPLIACIÓN DE LA ESTACIÓN DE COMPRESIÓN 325 LOTE II TRIMESTRES
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Programa de Manejo del Recurso Aire - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de Flora y Fauna - X - - - - - - - - - -
Programa de desbosque y/o desbroce - X - - - - - - - - - -
Programa de reforestación y/o revegetación - X - - - - - - - - - -
Programa de manejo de residuos sólidos - X - - - - - - - - - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - X - - - - - - - - - -
Programa de rutas de transporte Terrestre - X - - - - - - - - - -
Programa de Patrimonio Cultural - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural - X - - - - - - - - - -
Plan de Relaciones Comunitarias - X - - - - - - - - - -
Plan de Contingencias - X - - - - - - - - - -
Plan de Capacitación - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Físico - X - - - - - - - - - -
Programa de Monitoreo Biológico - X - - - - - - - - - -
Plan de Abandono - X X - - - - - - - - -

Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.184: CRONOGRAMA DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE
DESARROLLO ADICIONALES – PETROMONT LOTE XV

PERFORACIÓN DE POZOS EN EL LOTE XV


PROGRAMAS Y PLANES DIAS
1-3 4 - 18 19 – 29 30
Programa de Manejo del Recurso Aire X X X X
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X X X X
Programa de Manejo de Flora y Fauna X X X X
Programa de desbosque y/o desbroce - X - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - - X
Programa de manejo de residuos sólidos - X - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - X X -
Programa de rutas de transporte Terrestre X X X X
Programa de Patrimonio Cultural X X X X
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X X X X
Plan de Relaciones Comunitarias X X X X
Plan de Contingencias X X X X
Plan de Capacitación X X X X
Programa de Monitoreo Físico X X X X
Programa de Monitoreo Biológico - X X -
Plan de Abandono - - - X

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-280


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

Elaborado por GEMA, 2015.

TABLA 5.185: CRONOGRAMA DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL DE FACILIDADES DE 115 POZOS DE
DESARROLLO ADICIONALES – PETROMONT LOTE XV

FACILIDADES DE POZOS EN EL LOTE XV


PROGRAMAS Y PLANES DIAS
1-3 4 - 18 19 – 29 30
Programa de Manejo del Recurso Aire X X X X
Programa de Manejo de Recurso de Suelo. X X X X
Programa de Manejo de Flora y Fauna X X X X
Programa de desbosque y/o desbroce - X - -
Programa de reforestación y/o revegetación - - - X
Programa de manejo de residuos sólidos - X - -
Programa de Manejo de sustancias químicas - X X -
Programa de rutas de transporte Terrestre X X X X
Programa de Patrimonio Cultural X X X X
Programa de Monitoreo Socioeconómico y Cultural X X X X
Plan de Relaciones Comunitarias X X X X
Plan de Contingencias X X X X
Plan de Capacitación X X X X
Programa de Monitoreo Físico X X X X
Programa de Monitoreo Biológico - X X -
Plan de Abandono - - - X
Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-281


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
0857
SERVICIOS GEOGRAFICOS Y MEDIO AMBIENTE S.A.C.

II. RESUMEN DE COMPROMISOS AMBIENTALES

TABLA 5.186: RESUMEN DE COMPROMISOS AMBIENTALES


PROGRAMAS COMPROMISO

Programa de Manejo de Recurso - Desarrollar las medidas necesarias para proteger el recurso aire a través de un manejo
Aire adecuado de las fuentes de emisiones gaseosas y de generación de ruido.

Programa de Manejo del Suelo - Desarrollar las medidas de control de erosión y sedimentación, los cuales se implementarán
considerando un carácter preventivo, y propiciando la regeneración natural del suelo.
- Implementar las medidas preventivas y de protección, manejo y conservación de las
Plan de Programa de Manejo de especies protegidas.
Flora y Fauna - Implementar las medidas de prevención y mitigación para no afectar a la fauna silvestre del
área de influencia por atrapamiento en las áreas donde se realice excavación para la
instalación de los campamentos y de otros componentes del proyecto.
- Intervenir en aquellas áreas donde se haya obtenido la autorización expedida por la entidad
Programas de Desbosque y/o
forestal competente.
Desbroce
- Aplicar el método de tala dirigida como principal medida para impactar lo menos posible
durante el desbroce/ desbosque.
Programa de Manejo de Residuos - Brindar un correcto manejo y disposición de los residuos sólidos generados durante el
Sólidos desarrollo del proyecto cumpliendo con la minimización, segregación, almacenamiento
temporal, tratamiento, transferencia, transporte y disposición final.
- Implementar medidas de prevención para el manejo, transporte, almacenamiento y uso de
Programa de Manejo de
sustancias químicas y materiales peligrosos.
Sustancias Químicas
- Capacitar a todo el personal con respecto a la presencia de sustancias peligrosas en el
ambiente laboral.
- Implementar las medidas de control necesarias en el transporte terrestre, logrando las
Programa de Transporte
mejores condiciones de seguridad que permitan prever los accidentes y proteger al medio
ambiente durante los trabajos de campo.
- Establecer medidas de mitigación ante eventuales hallazgos fortuitos durante la ejecución
Programa de Patrimonio Cultural
del Plan de Monitoreo Arqueológico, autorizado por el Ministerio de cultura.
- Instruir a todo el personal sobre la protección del Patrimonio Cultural.
- Implementar bajo el enfoque de derechos humanos, participativo e intercultural, los
siguientes programas:
 Programa de comunicación e información ciudadana.
Plan de Relaciones Comunitarias
 Procedimiento de indemnizaciones.
(PRC)
 Programa de promoción del empleo local.
 Programa de inversión social.
 Programa de monitoreo y vigilancia ciudadana.
 Programa de manejo y solución de conflictos.
- Afrontar de manera adecuada, oportuna y efectiva, los estados de emergencia que podrían
Plan de Contingencia presentarse durante la ejecución del proyecto.
- Implementar las acciones y medidas convenientes para la reducción de riesgos inherentes
al desarrollo de una actividad.
- Brindar permanente seguimiento a fin de verificar el cumplimiento y eficacia de las medidas
establecidas en el Plan de Manejo Ambiental (PMA).
Programas de Monitoreo - Implementar y desarrollar el programa de monitoreo físico durante el desarrollo de las
etapas del proyecto.
- Implementar y desarrollar el programa de monitoreo biológico durante el desarrollo de las
etapas del proyecto.
Plan de Abandono - Efectuar la rehabilitación que fuera necesaria para devolver el área a un estado muy cercano
al natural una vez concluidas las actividades relacionadas al proyecto.
Cronograma y presupuesto de la - Cumplir con el cronograma de ejecución del PMA y disponer del recurso económico
Estrategia de Manejo necesario para llevarlo a cabo.

Elaborado por GEMA, 2015.

CAPÍTULO 5 – ESTRATEGIA DE MANEJO AMBIENTAL (EMA) 5-282


EIA-d, PROYECTO DE PERFORACIÓN DE 115 POZOS DE DESARROLLO ADICIONALES EN LOS LOTES II Y XV
 

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