0% encontró este documento útil (0 votos)
229 vistas228 páginas

Estudio Tesa - Manejo Integral de La Cuenca Sococha

Este documento presenta un estudio técnico, económico, social y ambiental para un proyecto de recuperación de tierras agrícolas en el Río Sococha en Potosí, Bolivia. El proyecto tiene un costo de 13 millones de dólares y beneficiará a 2,000 agricultores en 4 comunidades. Actualmente la agricultura se ve afectada por las inundaciones e incluye cultivos como maíz, papa y haba. El objetivo general es mejorar la seguridad alimentaria de la región a través de ob

Cargado por

Walter León T.
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd
0% encontró este documento útil (0 votos)
229 vistas228 páginas

Estudio Tesa - Manejo Integral de La Cuenca Sococha

Este documento presenta un estudio técnico, económico, social y ambiental para un proyecto de recuperación de tierras agrícolas en el Río Sococha en Potosí, Bolivia. El proyecto tiene un costo de 13 millones de dólares y beneficiará a 2,000 agricultores en 4 comunidades. Actualmente la agricultura se ve afectada por las inundaciones e incluye cultivos como maíz, papa y haba. El objetivo general es mejorar la seguridad alimentaria de la región a través de ob

Cargado por

Walter León T.
Derechos de autor
© © All Rights Reserved
Nos tomamos en serio los derechos de los contenidos. Si sospechas que se trata de tu contenido, reclámalo aquí.
Formatos disponibles
Descarga como DOCX, PDF, TXT o lee en línea desde Scribd

ECICOM S.R.L.

PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI


SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONÓMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA)


“RECUPERACION DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”

FICHA DE IDENTIFICACION.................................................................................................................. 10
1. RESUMEN EJECUTIVO.................................................................................................................. 12
1.1. Antecedentes...................................................................................................................................................................... 12
1.2. Descripció n de las Obras............................................................................................................................................... 12
1.3. Costo del Proyecto........................................................................................................................................................... 12
1.4. Estructura de Financiamiento..................................................................................................................................... 13
1.5. Ubicació n Geográ fica...................................................................................................................................................... 13
1.6. Nombre del Proyecto...................................................................................................................................................... 14
1.7 Clasificació n Sectorial..................................................................................................................................................... 14
1.8 Fase a la que Postula....................................................................................................................................................... 14
1.9 Entidad Ejecutora............................................................................................................................................................. 14
1.10 Duració n.............................................................................................................................................................................. 14
1.11 Indicadores:........................................................................................................................................................................ 15
1.11.1 Indicadores de Evaluació n Financiera y Econó mica.............................................................................................. 15
1.11.2 Indicadores Privados.......................................................................................................................................................... 15
1.11.3 Indicadores Socioeconó micos......................................................................................................................................... 15
1.11.4 Indicadores Costo Eficiencia........................................................................................................................................... 15
1.11.5. Indicadores de Sostenibilidad........................................................................................................................................ 15
1.12. Justificació n del Proyecto.............................................................................................................................................. 16
1.13. Població n del Á rea de Influencia................................................................................................................................ 16
1.13.1 Població n Beneficiada.................................................................................................................................................... 16
1.13.2 Comunidades..................................................................................................................................................................... 16
1.14. Problema............................................................................................................................................................................. 16
1.15. Objetivos y Metas del Proyecto................................................................................................................................... 16
1.15.1. Objetivo General............................................................................................................................................................... 16
1.15.2. Objetivos Específicos...................................................................................................................................................... 17
1.15.3. Metas..................................................................................................................................................................................... 17
1.16. Conclusiones y Recomendaciones............................................................................................................................. 17
1.16.1. Conclusiones......................................................................................................................................................................... 17
1.16.2. Recomendaciones............................................................................................................................................................... 17
2. DIAGNOSTICO DE LA SITUACION ACTUAL..................................................................................18
2.1. Diagnó stico de los Riesgos.................................................................................................................................................... 18
2.1.1 Antecedentes...................................................................................................................................................................... 18
2.2 Diagnó stico Agro Econó mico................................................................................................................................................. 18
2.2.1. Sistemas de Producció n...................................................................................................................................................... 18
[Link] Sistema de Producció n Agrícola Cultivos y Variedades....................................................................................... 18
2.2.2. Sistema de Producció n Pecuaria..................................................................................................................................... 20
2.3. Un Diagnó stico Socioeconó mico........................................................................................................................................ 20
2.3.1 Estructura Demográ fica....................................................................................................................................................... 20
a) Població n Beneficiaria.............................................................................................................................................................. 20
b) Comunidades Beneficiarias.................................................................................................................................................... 20
c) Població n por comunidad Beneficiada................................................................................................................................ 21
d) Població n por Grupos de Edad.............................................................................................................................................. 21
e) Població n Econó micamente Activa..................................................................................................................................... 22
2.3.2 Tasa de Crecimiento.............................................................................................................................................................. 23
[Link] Indicadores Socio Demográ ficos................................................................................................................................... 24
a) Tasa de Mortalidad...................................................................................................................................................................... 24
b) Esperanza de Vida....................................................................................................................................................................... 24
c) Índice de Fecundidad.................................................................................................................................................................. 24
d) Analfabetismo............................................................................................................................................................................... 24
e) Asistencia Escolar....................................................................................................................................................................... 24
ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 1
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

f) Índice de Dependencia Econó mica...................................................................................................................................... 24


g) Tamañ o Promedio por Hogar................................................................................................................................................ 25
h) Índice de Desarrollo Humano................................................................................................................................................. 25
2.3.3 Composició n Familiar........................................................................................................................................................... 25
2.3.4. Diná mica Poblacional.......................................................................................................................................................... 25
a) Migració n........................................................................................................................................................................................ 25
b) Emigració n Temporal................................................................................................................................................................. 26
c) Emigració n Definitiva................................................................................................................................................................. 27
2.4 Estructura Ocupacional Agraria........................................................................................................................................... 27
2.4.1 Actividad Principal y Secundaria: Tiempo de Dedicació n Anual...................................................................27
3. LOCALIZACIÓN............................................................................................................................ 29
3.1. Ubicació n Geográ fica...................................................................................................................................................... 29
3.2. Ubicació n del Á rea en Estudio..................................................................................................................................... 29
3.3. Coordenadas Geográ ficas y Elevaciones................................................................................................................. 29
3.4. Latitud y Longitud............................................................................................................................................................ 30
3.5. Límites Territoriales....................................................................................................................................................... 30
3.6. Ubicació n política del á rea de estudio..................................................................................................................... 30
3.7. Vías de acceso al á rea del proyecto........................................................................................................................... 31
4. CLIMA.......................................................................................................................................... 32
4.1. Características Climá ticas del Á rea en Estudio.................................................................................................... 32
4.2. Temperatura...................................................................................................................................................................... 32
4.3. Viento.................................................................................................................................................................................... 33
4.4. Precipitació n...................................................................................................................................................................... 33
4.4.1. Balance Hídrico................................................................................................................................................................. 33
4.4.2. Precipitació n Media Anual y Su Distribució n Estacional..................................................................................33
4.4.3. Temperaturas Medias Mensual, Anual, Mínima Y Má xima Extremas..........................................................33
4.5. Amenazas Climá ticos...................................................................................................................................................... 34
4.5.1. Granizadas.......................................................................................................................................................................... 34
4.5.2. Heladas................................................................................................................................................................................. 34
4.5.3. Riadas................................................................................................................................................................................... 34
4.5.4. Sequía.................................................................................................................................................................................... 34
4.6. Pisos ecoló gicos................................................................................................................................................................ 34
4.7. Tipo de vegetació n existente....................................................................................................................................... 35
a) Matorral Caducifolio, Espinoso Subalpino (Unidad 1).................................................................................................. 35
b) Matorral Xeromó rfico, Deciduo Por Sequía, Montano (Unidad 2)..........................................................................36
c) Á reas Agrícolas (Unidad C)..................................................................................................................................................... 38
4.8. Recursos Bioló gicos......................................................................................................................................................... 38
4.8.1. Fauna..................................................................................................................................................................................... 38
a) Mamíferos...................................................................................................................................................................................... 38
b) Aves 38
b) Reptiles........................................................................................................................................................................................... 39
4.8.2. Flora...................................................................................................................................................................................... 39
5. FISIOGRAFÍA E HIDROGRAFÍA.................................................................................................... 40
5.1. Fisiográ fica.................................................................................................................................................................................. 40
5.1.1. Suelos.................................................................................................................................................................................... 40
a) Leptosoles...................................................................................................................................................................................... 40
b) Fluvisoles....................................................................................................................................................................................... 40
c) Cambisoles.................................................................................................................................................................................... 40
5.2. Hidrografía................................................................................................................................................................................... 41
6. CONDICIONES AGRARIAS Y SOCIALES......................................................................................... 42
6.1. Demanda y oferta............................................................................................................................................................. 43
6.1.1. Demanda.............................................................................................................................................................................. 44
6.1.2. Oferta.................................................................................................................................................................................... 44
6.2. Problema............................................................................................................................................................................. 44

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 2


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

6.3. Potencialidades y Limitaciones.................................................................................................................................. 45


7. INFRAESTRUCTURA BÁSICA....................................................................................................... 47
7.1. Disponibilidad de Servicios................................................................................................................................................... 47
7.1.1. Educació n................................................................................................................................................................................. 47
[Link]. Educació n Formal y no Formal..................................................................................................................................... 47
[Link]. Estado y Calidad de la Infraestructura...................................................................................................................... 48
7.1.2. Salud........................................................................................................................................................................................... 48
7.1.3. Disponibilidad de Agua....................................................................................................................................................... 49
7.1.4. Disposició n de Excretas...................................................................................................................................................... 50
7.1.5. Disponibilidad de Energía Eléctrica............................................................................................................................... 50
7.1.6. Medios de Comunicació n Existentes.............................................................................................................................. 50
7.1.7. Disposició n de residuos só lidos....................................................................................................................................... 50
7.1.8. Vivienda..................................................................................................................................................................................... 50
7.1.9. Caminos..................................................................................................................................................................................... 51
8. ORGANIZACIÓN SOCIAL............................................................................................................... 52
8.1. Instituciones u Organizaciones que Trabajan en el Á rea del Proyecto.......................................................52
8.2. Organizació n Social y Asociaciones........................................................................................................................... 52
8.2.1. Sindicato.............................................................................................................................................................................. 53
8.2.2. Club de Madres.................................................................................................................................................................. 53
8.3. Características Culturales............................................................................................................................................. 53
8.3.1. Costumbres y Festividades........................................................................................................................................... 53
8.3.2. Ferias..................................................................................................................................................................................... 54
8.3.3. Religió n................................................................................................................................................................................ 54
8.3.4. Cultura.................................................................................................................................................................................. 54
8.3.5. Idioma................................................................................................................................................................................... 55
9. ESTRUCTURA AGRARIA............................................................................................................... 56
9.1. Superficie Cultivada Actual.......................................................................................................................................... 57
9.2. Superficie Cultivada Con Frutales.............................................................................................................................. 57
9.3. Á rea a Recuperada........................................................................................................................................................... 58
9.4. Á rea Cultivable.................................................................................................................................................................. 58
9.5. Á rea Potencial.................................................................................................................................................................... 59
10. DISPONIBILIDAD DE CAUDALES.................................................................................................60
10.1. Conclusiones...................................................................................................................................................................... 62
11. SITUACION SIN PROYECTO.......................................................................................................... 63
11.1. Posibilidades y Limitaciones para Implementar la Solució n al problema.................................................63
11.1.1. Limitaciones....................................................................................................................................................................... 63
12. CARACTERÍSTICAS DE LA PRODUCCIÓN AGRONÓMICA.............................................................64
12.1. Aspectos medioambientales........................................................................................................................................ 64
12.2. Principales Cultivos......................................................................................................................................................... 64
12.2.1. Cereales................................................................................................................................................................................ 66
[Link].El maíz.................................................................................................................................................................................. 66
[Link].Cebada.................................................................................................................................................................................. 66
12.2.2. Tubérculos.......................................................................................................................................................................... 66
[Link].Papa....................................................................................................................................................................................... 67
12.2.3. Leguminosas...................................................................................................................................................................... 67
[Link].Haba....................................................................................................................................................................................... 67
12.3. Calendario........................................................................................................................................................................... 68
12.4. La Agrofruticultura.......................................................................................................................................................... 68
12.4.1. Calendario Agrícola......................................................................................................................................................... 69
12.4.2. Preparació n del Terreno............................................................................................................................................... 69
12.4.3. Fertilizació n........................................................................................................................................................................ 69
12.4.4. Plagas y Enfermedades.................................................................................................................................................. 69
12.4.5. Cosecha................................................................................................................................................................................ 70
12.4.6. Rendimientos y Volú menes de Producció n........................................................................................................... 70

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 3


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

12.4.7. Pérdidas en la Producció n de Frutales.................................................................................................................... 70


12.4.8. Destino de la Producció n............................................................................................................................................... 70
12.4.9. Comercializació n.............................................................................................................................................................. 70
12.5. Rendimientos Promedios Actuales en el Á rea...................................................................................................... 71
12.6. Nivel Tecnoló gico de la Població n............................................................................................................................. 71
12.7. Costos de Producció n de los Principales Cultivos............................................................................................... 72
12.7.1. Producció n Actual Agrícola.......................................................................................................................................... 72
13. COMERCIALIZACIÓN.................................................................................................................... 74
13.1. Sistema de Venta Anticipado....................................................................................................................................... 74
13.2. Sistema de Venta al Contado........................................................................................................................................ 74
14. INGENIERIA DEL PROYECTO....................................................................................................... 75
14.1. Estudios Hidroló gicos..................................................................................................................................................... 75
14.1.1. Informació n Del SENHAMI........................................................................................................................................... 75
14.2. Informe de Aguas............................................................................................................................................................. 75
14.2.1. Calidad del Agua............................................................................................................................................................... 75
14.3. Informe Edafoló gico de la Estructura de Suelos.................................................................................................. 77
14.4. Estudios Hidroló gicos..................................................................................................................................................... 83
14.5. Aná lisis Espacial, Diseñ o y Modelamiento Hidroló gico....................................................................................88
14.5.1. Á rea del estudio................................................................................................................................................................ 88
14.5.2. Registros pluviométricos.............................................................................................................................................. 89
14.5.3. Pará metros hidromorfoló gicos de la cuenca......................................................................................................... 91
14.5.4. Tiempo de concentració n.............................................................................................................................................. 92
14.5.5. Modelamiento hidroló gico........................................................................................................................................... 93
14.5.6. Curvas Intensidad Duració n Frecuencia IDF......................................................................................................... 95
14.5.7. Simulació n........................................................................................................................................................................... 96
14.5.8. Cá lculo de caudales má ximos de diseñ o................................................................................................................. 97
14.6. Aforo...................................................................................................................................................................................... 99
14.7. Transporte de Sedimentos........................................................................................................................................... 99
14.8. Medidas de Control de la Erosió n en la Cuenca................................................................................................. 101
14.8.1. Descripció n...................................................................................................................................................................... 101
14.8.2. Problemas que se tienen que resolver.................................................................................................................. 102
14.8.3. Efectos................................................................................................................................................................................ 102
14.8.4. Causas................................................................................................................................................................................ 102
14.8.5. Fin........................................................................................................................................................................................ 102
15. TOPOGRAFÍA............................................................................................................................. 103
16. ESTUDIOS AGROLÓGICOS.......................................................................................................... 104
16.1. Uso Potencial de la Tierra.......................................................................................................................................... 104
16.2. Erosió n y desertizació n............................................................................................................................................... 104
16.3. Componente Capacitació n y Fortalecimiento a la Producció n Orgá nica.................................................104
16.3.1. Objetivos, Metas, Resultados y Actividades........................................................................................................ 104
[Link].Objetivos........................................................................................................................................................................... 104
[Link].Metas.................................................................................................................................................................................. 105
[Link].Resultados........................................................................................................................................................................ 105
[Link].Actividades....................................................................................................................................................................... 106
16.3.2. Estudio de Ingeniería del Componente................................................................................................................. 106
[Link].Prá cticas en manejo de suelo.................................................................................................................................... 106
[Link].Prá cticas en métodos de labranza........................................................................................................................... 106
[Link].Practicas en manejo de cultivos............................................................................................................................... 107
[Link].Practicas en rotació n de cultivos............................................................................................................................. 108
16.3.3. Sistema Frutales............................................................................................................................................................. 108
16.3.4. Capacitació n, asistencia técnica y fortalecimiento........................................................................................... 109
16.3.5. Talleres y Cursos............................................................................................................................................................ 109
16.3.6. Instalació n de Parcelas Demostrativas................................................................................................................. 109
16.3.7. Planificació n de Actividades...................................................................................................................................... 110

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 4


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

16.3.8. Diseñ o de Monitoreo y Evaluació n......................................................................................................................... 110


16.3.9. Equipo e instrumentos utilizados en el proceso de capacitació n...............................................................110
16.3.10. Métodos para el buen aprendizaje.......................................................................................................................... 111
16.3.11. Contenido Mínimo de los Eventos de Capacitació n.......................................................................................... 111
16.3.12. Presupuesto del Componente................................................................................................................................... 113
17. DISEÑO DE OBRAS..................................................................................................................... 114
17.1. Gestió n del sistema de defensivo y/o gaviones................................................................................................. 114
17.2. Determinació n del á rea de recuperació n............................................................................................................. 114
17.3. Diseñ o de los defensivos con gaviones................................................................................................................. 114
17.3.1. Diseñ o participativo del proyecto........................................................................................................................... 114
17.3.2. Planteamiento de la infraestructura...................................................................................................................... 114
17.4. Evaluació n de alternativas: justificació n y concertació n con usuarios....................................................115
17.4.1. Operació n ofertada de las obras propuestas...................................................................................................... 115
17.4.2. Características físicas del gavió n............................................................................................................................. 115
17.4.3. Malla de alambre a doble torsió n............................................................................................................................ 116
17.5. Informació n bá sica para los defensivos con gaviones....................................................................................117
18. DISEÑO DE OBRAS DE PROTECCION......................................................................................... 118
18.1. Criterios Técnicos.......................................................................................................................................................... 118
18.2. Cá lculo del Empuje (Segun Coulomb)................................................................................................................... 118
18.3. Verificaciones.................................................................................................................................................................. 120
18.3.1. Verificaciones: al deslizamiento.............................................................................................................................. 120
18.3.2. Verificaciones: al vuelco.............................................................................................................................................. 121
18.3.3. Verificaciones: de las tensiones transmitidas al suelo de fundació n........................................................122
18.4. Características Complementarias de Diseñ o...................................................................................................... 122
18.4.1. Plataformas de Deformació n..................................................................................................................................... 122
18.4.2. Transiciones con Otros Tipos de Estructuras..................................................................................................... 122
18.4.3. Tipos de Estructuras.................................................................................................................................................... 123
19.CÓMPUTOS MÉTRICOS, ANÁLISIS DE COSTOS UNITARIOS Y PRESUPUESTO.........................................126
19.1. CÓ MPUTOS MÉ TRICOS................................................................................................................................................ 126
19.2. PRECIOS UNITARIOS.................................................................................................................................................... 158
19.3. PRESUPUESTO................................................................................................................................................................ 187
19.3.1. Tercera alternativa (elegida).................................................................................................................................... 187
19.3.2. Segunda alternativa...................................................................................................................................................... 188
19.3.3. Primera alternativa....................................................................................................................................................... 189
[Link] DE EJECUCIÓN DE LAS OBRAS........................................................................................................ 190
[Link] DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS................................................................................................................ 196
21.1. LETRERO DE OBRAS (SEGÚ N DISEÑ O)................................................................................................................ 197
21.2. INSTALACION DE FAENAS......................................................................................................................................... 198
21.3. REPLANTEO Y CONTROL DE LINEA RECUPERACION....................................................................................199
21.4. TRABAJOS PREPARATORIOS.................................................................................................................................... 201
21.5. EXCAVACIÓ N MANUAL............................................................................................................................................... 202
21.6. MOVILIZACIÓ N Y DESMOVILIZACIÓ N.................................................................................................................. 204
21.7. LIMPIEZA DE TERRENO............................................................................................................................................. 205
21.8. EXCAVACIÓ N CON EQUIPO........................................................................................................................................ 206
21.9. ARMADO DE GAVIONES CAJA 100X100X100.................................................................................................... 207
21.10. ARMADO DE DENTELLON EN GAVIONES........................................................................................................... 210
[Link] SOCIO ECONOMICA......................................................................................................................213
22.1. Evaluació n Socioeconó mica...................................................................................................................................... 213
22.2. Identificació n y Estimació n de Beneficios........................................................................................................... 213
22.2.1. Identificació n de Externalidades............................................................................................................................. 214
22.2.2. Identificació n y Estimació n de Costos................................................................................................................... 214
22.3. Determinació n de los Criterios para la Toma de Decisiones........................................................................215
[Link] PRIVADA.........................................................................................................................................217
23.1. Evaluació n Privada – Financiera............................................................................................................................. 217

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 5


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

23.2. Identificació n y Estimació n de Beneficios........................................................................................................... 217


23.3. Identificació n y Estimació n de Costos................................................................................................................... 218
23.4. Determinació n de los Criterios para la Toma de Decisiones........................................................................218
24. Aná lisis de Sensibilidad......................................................................................................................................................... 219
25. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES........................................................................................................................ 221
25.1. Conclusiones.................................................................................................................................................................... 221
25.2. Recomendaciones.......................................................................................................................................................... 221
25.3. Marco Ló gico................................................................................................................................................................... 222

INDICE DE CUADROS

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 6


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CUADRO 1. COSTO DEL PROYECTO SEGÚN MODULOS............................................................................................................... 12


CUADRO [Link] SUPERVISIÓN Y MANTENIMIENTO............................................................................................. 13
CUADRO 3. ESTRUCTURA DE FINANCIAMIENTO.......................................................................................................................... 13
CUADRO 4. INDICADORES PRIVADOS DE EVALUACION............................................................................................................ 15
CUADRO 5. INDICADORES SOCIECONOMICOS DE EVALUACION........................................................................................... 15
CUADRO 6. INDICADORES COSTO EFICIENCIA............................................................................................................................... 15
CUADRO 7. PRINCIPALES CULTIVOS POR COMUNIDAD BENEFICIARIA..........................................................................19
CUADRO 8. POBLACION DE NÚMERO DE CABEZAS EN LAS COMUNIDADES...................................................................20
CUADRO 9. POBLACION DIFERENCIADA POR SEXO Y COMUNIDADES.............................................................................21
CUADRO 10. POBLACIÓN POR GRUPO DE EDAD SEGÚN COMUNIDADES.........................................................................22
CUADRO 11. POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA E INACTIVA SEGÚN EDADES................................................23
CUADRO 12. COMUNIDADES BENEFICIARIAS................................................................................................................................ 24
CUADRO 13. PROMEDIO FAMILIAR SEGÚN COMUNIDADES BENEFICIARIAS................................................................25
CUADRO 14. ACTIVIDADES EN LA UNIDAD FAMILIAR.............................................................................................................. 28
CUADRO 15. ACTIVIDADES PRODUCTIVAS Y TIEMPO DE DEDICACIÓN.........................................................................28
CUADRO 16. DISTRIBUCION CANTONAL DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS..................................................29
CUADRO 17. COORDENAS GEOGRAFICAS Y ELEVACIONES...................................................................................................... 29
CUADRO 18. ACCESO A LA ZONA DEL PROYECTO......................................................................................................................... 31
CUADRO 19. TEMPERATURAS EN (°C)................................................................................................................................................ 32
CUADRO 20. PISOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS GENERALES......................................................................................35
CUADRO 21. ESPECIES FORESTALES POR MICROREGIÓN........................................................................................................ 36
CUADRO 22. ESPECIES VEGETALES POR ZONA O MICROREGIÓN......................................................................................... 37
CUADRO 23. PRINCIPALES ESPECIES DE MAMÍFEROS EXISTENTES EN LA CUENCA..................................................38
CUADRO 24. PRINCIPALES ESPECIES DE AVES EXISTENTES EN LA CUENCA..................................................................39
CUADRO 25. PRINCIPALES ESPECIES DE REPTILES EXISTENTES EN LA CUENCA.......................................................39
CUADRO 26. COORDENAS GEOGRAFICAS.......................................................................................................................................... 40
CUADRO 27. UNIDADES DE SUELOS..................................................................................................................................................... 41
CUADRO 28. SITUACIÓN ACTUAL DE LAS CONDICIONES AGRARIAS Y SOCIALES........................................................42
CUADRO 29. ASPECTO FÍSICO Y NATURAL....................................................................................................................................... 45
CUADRO 30. ASPECTOS ECONÓMICOS Y PRODUCTIVOS........................................................................................................... 46
CUADRO 31. ORGANIZATIVO E INSTITUCIONAL........................................................................................................................... 46
CUADRO 32. UNIDADES EDUCATIVAS EN LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS..........................................................47
CUADRO 33. ESTADO INFRAESTRUCTURA EDUCATIVA........................................................................................................... 48
CUADRO 34. INSTITUCIONES DE SALUD DISTANCIA HACIA LOS PUESTOS DE SALUD.............................................49
CUADRO 35. PROVISION DE AGUA POTABLE EN LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS............................................49
CUADRO 36. COBERTURA DE ENERGIA ELECTRICA................................................................................................................... 50
CUADRO 37. CALENDARIO FESTIVO DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS..............................................................54
C UADRO 38. ESTRUCTURA DE TENENCIA DE TIERRAS CULTIVABLES.............................................................................56
CU ADRO 39. SU PE RFICIE CU LTIVADA ( HAS) ................................................................................................................. 57
CU ADRO 40. SU PE RFICIE CU LTIVADA CO N FRU TALE S ( HAS) .......................................................................57
CU ADRO 41. ÁRE A RE CU PE RADA ............................................................................................................................................. 58
CU ADRO 42. ÁRE A CU LTIVABLE SITU ACIÓ N ACTU AL ........................................................................................... 58
CU ADRO 43. ÁRE A PO TE NCIAL DE LA Z ONA DE L PRO YE CTO .......................................................................59
CU ADRO 44. PRINCIPALE S CU LTIVO S DE LA ZO NA DE L PE RO YE CTO ................................................65
CUADRO 45. PRINCIPALES VARIEDADES DE LA ZONA DEL PROYECTO.........................................................................65
CUADRO 46. CALENDARIO AGRÍCOLA DEL AREA DEL PROYECTO......................................................................................68
CUADRO 47. CALENDARIO DE FRUTALES........................................................................................................................................ 69
CUADRO 48. RENDIMIENTO DE PRODUCCION DE LA ZONA EL PEROYECTO...............................................................71
CUADRO 49. VOLUMEN DE LA PRODUCCIÓN AGRÍCOLA.......................................................................................................... 72
CUADRO 50. VALOR DE LA PRODUCCIÓN......................................................................................................................................... 73
CUADRO 51. CLASIFICACIONES DE LAS AGUAS SEGÚN LAS NORMAS RIVERSIDE.......................................................76
CUADRO 52. CLASES DE CONDUCTANCIA......................................................................................................................................... 77
CUADRO 53. ZONAS EROSIONADAS DEL MUNICIPIO............................................................................................................... 104

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 7


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CUADRO 54. SE PREVEE ENTREGAR LOS PLANTINES.............................................................................................................. 105


CUADRO 55. PRESUPUESTO GENERAL DEL COMPONENTE.................................................................................................. 113
CUADRO 56. RAZON DE PRECIOS........................................................................................................................................................ 214
CUADRO 57. COSTOS DE INVERSIÓN DEL PROYECTO SEGÚN MÓDULOS......................................................................214
CUADRO 58. COSTOS DE PRODUCCION DEL PROYECTO........................................................................................................ 215
CUADRO 59. INDICADORES SOCIOECONÓMICOS....................................................................................................................... 216
CUADRO 60. INDICADORES COSTO EFICIENCIA......................................................................................................................... 216
CUADRO 61. IDENTIFICACIÓN DE BENEFICIOS DE LA PRODUCCIÓN AGRÍCOLA.....................................................217
CUADRO 62. COSTOS DE PRODUCCION DEL PROYECTO........................................................................................................ 218
CUADRO 63. INDICADORES FINANCIEROS..................................................................................................................................... 218

INDICE DE MAPAS Y GRAFICOS

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 8


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

MAPA 1. POLITICO DE LA PROVINCIA MODESTO OMISTE..............................................................................................14


GRAFICO 1. POBLACION DIFERENCIADA POR SEXO POR COMUNIDADES...............................................................21
GRAFICO 2. POBLACIÓN POR GRUPO ETAREO DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS.....................................22
GRAFICO 3. POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA E INACTIVA.............................................................................23
GRÁFICO 4. COMPORTAMIENTO DE LA MIGRACION TEMPORAL................................................................................26
GRÁFICO 5. MIGRACION DEFINITIVA DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS.......................................................27
GRAFICA 6. CURVAS DE LLUVIAS MAXIMO..........................................................................................................................94
GRAFICA 7. CURVAS IDF PARA DIFERENTES PERIODOS DE RETORNO......................................................................96

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONÓMICO,


ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 9
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA)


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RÍO SOCOCHA”
FICHA DE IDENTIFICACION

Nombre del proyecto “RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RÍO SOCOCHA”


Ubicación política
Departamento Potosí
Provincia Modesto Omiste
Secció n municipal Primera secció n: Gobierno Municipal de Villazó n
Comunidades - Comunidad de Higuera.
- Comunidad de Esquina Grande.
- Comunidad de San Marcos
- Comunidad de San Pedro
- Comunidad de Chosconty
- Comunidad de Sococha
- Comunidad de Yanalpa
Entre los paralelos 21º41’ 00” y 22º 06’ 30” de latitud sur con
Ubicación geográfica respecto a la línea del Ecuador y entre los 65º 10’ 00” y 66º 04’ 30” de
longitud Oeste con relació n al meridiano de Greenwich. Contiene
altitudes que oscilan entre los 2300 a 5000 m.s.n.m.
Grupo meta 408 fa mi li a s
Á rea cultivada actual 316.97 Has
Á rea cultivada con proyecto 361.05 Has
Á rea incremental (Recuperada) 44.08 Has.
La perdida de terrenos agrícolas de infraestructura familiar y cosechas
Justificación conlleva la pérdida de ingresos con gastos ya generados, con efectos
evidentes sobre la reducció n en la disponibilidad y calidad de vida de
las comunidades de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San
Marcos, Esquina Grande e Higueras el aumento de la vulnerabilidad a
desastres naturales es escenario real y actual que demanda la acció n
inmediata de técnicos capaces de participar en la gestió n y manejo de
recuperació n de tierras integrando las dimensiones biofísicas con las
socio-econó micas y la protecció n del ambiente.
En el presente estudio presentamos un procedimiento que permita
aplicar técnicas econó micas - ambientales para la recuperació n de
tierras mediante la construcció n de dentelló n en gavió n, construcció n
de gavió n 100x100x100, plantado de estacas de á lamo o sauce, y
relleno con material aluvial sin compactado, para poder recuperar a
largo plazo y corto plazo en este caso se realizara la siembra de
leguminosa (haba) por las propiedades del cultivo y poder realizar la
entrega de plantines de frutales (Vid, Durazno y Manzano) para
realizar la implementació n de huertos frutícolas en las tierras
cultivables.
Objetivo general Lograr recuperar la superficie agrícola en el á rea del proyecto a
través de la recuperació n de 44.08 Ha. mediante obras civiles para
evitar inundaciones y desbordamientos el río Sococha que
contribuirá a mejorar la calidad de vida de los pobladores de
Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande
e Higueras.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 10


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Objetivos específicos  Diseñ ar la infraestructura de defensivos con dentellones


 Garantizar la recuperació n y protecció n de las á reas
cultivables.
 Incentivar la rotació n de cultivos en las á reas de recuperació n y
protecció n para evitar la erosió n de la tierra cultivable.
 Incentivar la plantació n de plantines frutícolas para tener
mayor y mejores ingresos.
Metas • Construcció n de dentellones de de altura variable segú n la
socavació n que se presente en las 17 aéreas identificadas y en
funció n a las má s afectadas.
• identificació n de 17 zonas de recuperació n de tierras a ser
protegidas mediante defensivos con dentellones.
• Se realizara la capacitació n en cultivos y la entrega de 176.32 qq
semilla de haba para poder mejorar la estructura y textura del
suelo.
• Se realizara la capacitació n de manejo de frutales y la entrega de
6800 plantines vid, 6800 plantines de duraznero y 6800 plantines
de manzano.
Marco Institucional - Prefectura del Departamento de Potosí (SEDAG)
Modalidad de ejecución Licitació n Pú blica
Entidad promotora Prefectura del Departamento de Potosí
Tiempo de implementación • Tiempo de ejecució n 300 días calendario
Costo total del proyecto • Bs. 11.256.140,43
Costo de supervisión • Bs. 202.040,61
Evaluación económica • TIRp = 12,53% TIRe = 13,63%
• VANp = -275.972,21$us VANe = 144.870,74$us.
RB/C = 6,16

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 11


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1. RESUMEN EJECUTIVO
1.1. Antecedentes

El presente proyecto nace gracias a la demanda principalmente de las comunidades de Yanalpa, Sococha,
Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e Higueras, las familias beneficiarias procuran obtener el
má ximo partido de los recursos naturales y del mínimo capital de que disponen con el fin de mejorar su calidad
de vida. Sin embargo, se ven expuestas a una gran diversidad de trastornos, naturales y antropó genos, a
recesiones econó micas que se ven con mayor fuerza en el á rea rural. Ademá s, repercuten negativamente en los
recursos y en los multiplicadores que potencian su capacidad para aumentar sus ingresos. Esos trastornos tienen
efectos muy diversos entre diferentes grupos sociales ya que las diferentes capas de la sociedad no está n en
igualdad de condiciones para mejorar su calidad de vida.

Por lo que respecta al acceso a recursos, informació n, posibilidades de participació n en el proceso de


planificació n y aplicació n de las políticas de desarrollo. Los desastres naturales son un gran azote, sobre todo en
los países como Bolivia con bajos ingresos y cuya economía es de supervivencia viéndose afectada por la
repetició n de esos fenó menos en los ú ltimos 3 a 4 añ os los desastres acaecidos en las comunidades beneficiarias
del proyecto está n relacionados con fenó menos de índole hidrometeoroló gica.

Las inundaciones y riadas que se presenta en la zona, son uno de los má s importantes fenó menos y amenazas
que afligen a las comunidades beneficiarias causando grandes pérdidas, destruyendo cosechas, viviendas,
infraestructura y reducen el capital de que disponen las familias.
En algunos casos, las inundaciones tienen efectos catastró ficos no solo para algunas familias, sino también para
toda una nació n.

Por lo tanto el propó sito fundamental del proyecto es plantear una propuesta para recuperar y conservar las
tierras agrícolas existentes en el río Sococha mediante la construcció n de dentelló n en gavió n, construcció n de
gavió n 100x100x100, plantado de estacas de á lamo o sauce, y relleno con material aluvial sin compactado del
lecho de río la extracció n de residuos só lidos y la regulació n de la calidad de vida apoyado con la generació n de
valores, actitudes y comportamientos sobre la recuperació n y conservació n de ecosistemas de ríos a través de
educació n ambiental y la implementació n de cultivos como la leguminosa (haba) y plantació n de huertos
frutícolas que estará dirigida a los habitantes de la ribera del Rio Sococha.

1.2. Descripción de las Obras

El Estudio Integral Técnico, Econó mico, Social y Ambiental (TESA) “Recuperació n de Tierras Agrícolas en el Río
Sococha” se desarrollara con la construcció n de dentelló n en gavió n, construcció n de gavió n 100x100x100,
plantado de estacas de á lamo o sauce, y relleno con material aluvial sin compactado del lecho de río en el sector
entre Yanalpa e Higueras y limpieza y des colmatació n del cauce del rió Sococha.

1.3. Costo del Proyecto

CUADRO 1. COSTO DEL PROYECTO SEGÚN MODULOS

PARCIAL PARCIAL
NO. MODULO
(US$) (BS.)
1 OBRAS GENERALES
2.078,19 16.417,68
2 RECUPERACION DE TIERRAS
1.372.824,66 10.845.314,85
3 CAPACITACION ASISTENCIA TECNICA Y
FORTALECIMIENTO 49.925,05 394.407,90
COSTO TOTAL DEL PROYECTO 1.424.827,90 11.256.140,43
Fuente: Elaboració n propia T/C 7.90 Bs. 2009

CUADRO [Link] SUPERVISIÓN Y MANTENIMIENTO


ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 12
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

DESCRIPCIÓN MONTO EN US$ PORCENTAJE

Mantenimiento 71.241,40 5%

Supervisión 28.496,56 2%
Fuente: Elaboració n propia T/C 7,9 Bs. 2009

1.4. Estructura de Financiamiento

CUADRO 3. ESTRUCTURA DE FINANCIAMIENTO

APORTE MONTO EN US$. MONTO EN BS. PORCENTAJE

PREFECTURA DE POTOSI 1’139.862,32 1’139.862,32 80%


H.G. MUNICIPAL DE VILLAZON 284.965,58 284.965,58 20%
Fuente: Elaboració n propia T/C 7,9 Bs. 2009

La inversió n total para la ejecució n del proyecto, alcanza a US$ 1’424.827.90 como se puede apreciar en el cuadro
de estructura de financiamiento del proyecto.

1.5. Ubicación Geográfica

El ESTUDIO INTEGRAL, TECNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) “Recuperación de Tierras


Agrícolas en el Río Sococha” se ubican en la Repú blica de Bolivia en el Departamento de Potosí, en la Provincia
Modesto Omiste, en el Municipio de Villazó n, en su Primera Secció n.

MAPA 1. POLITICO DE LA PROVINCIA MODESTO OMISTE

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 13


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1.6. Nombre del Proyecto

Estudio integral técnico, econó mico, social y ambiental (TESA) “Recuperació n de Tierras Agrícolas en el Río
Sococha”

1.7 Clasificación Sectorial

El estudio del proyecto de “Recuperació n de Tierras Agrícolas en el Río Sococha” pertenecen al sector Este del
Municipio de Villazó n y al de San Pedro y Sococha el tipo de proyecto se refiere a infraestructura socio-agro-
econó micos.

1.8 Fase a la que Postula

Aprobació n del Estudio Integral Técnico, Econó mico, Social y Ambiental (TESA) de la “Recuperació n de Tierras
Agrícolas en el Río Sococha”

1.9 Entidad Ejecutora


Contratació n por medio de la Prefectura Departamental de Potosí y el Municipio de Villazó n.

1.10 Duración

La ejecució n del proyecto requerirá una duració n de 10 meses para poder implementar las construcciones y la
capacitació n e implementació n agrícola.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 14


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1.11 Indicadores:

1.11.1 Indicadores de Evaluación Financiera y Económica

Para la evaluació n econó mica y social, se recurrió al método de flujo de caja y para el cá lculo de los indicadores
econó micos se tomaron los índices de deflactació n establecidas por el VIPFE para proyectos de inversió n pú blica,
con lo que se determinó los siguientes indicadores.

1.11.2 Indicadores Privados

CUADRO 4. INDICADORES PRIVADOS DE EVALUACION

INDICADOR  SIGLA UNIDAD VALORES


Valor Actual Neto Privado -275.972,21
VANp US$
Tasa Interna de Retorno Privado 12,53%
TIRp %
Fuente: Elaboració n propia, noviembre 2009

1.11.3 Indicadores Socioeconómicos

CUADRO 5. INDICADORES SOCIECONOMICOS DE EVALUACION

INDICADORES SOCIOECONÓMICOS SIGLA UNIDAD VALORES


Relación Beneficio Costo
B/C US$ 6,16
Valor Actual Neto Económico
VANe US$ 144.870,74
Tasa interna de Retorno Económico TIRe % 13,63%
Fuente: Elaboració n propia, octubre 2009

1.11.4 Indicadores Costo Eficiencia

CUADRO 6. INDICADORES COSTO EFICIENCIA

INDICADORES  SIGLA UNIDAD VALORES


Costo Eficiencia por Flia. Beneficiada C/E [Link] US$ 48

Costo Eficiencia por Pob. Beneficiada C/E [Link] US$ 11

Fuente: Elaboració n propia. Octubre 2009

1.11.5. Indicadores de Sostenibilidad.

La Prefectura del Departamento de Potosí, cuenta con la disponibilidad presupuestal para llevar adelante la
ejecució n del proyecto de inversió n pú blica. Entre los factores de riesgos externos como seria el má ximo del rió
Sococha que es un evento inusual, que dificulte la inversió n del proyecto; contemplaríamos la posibilidad de un
aplazamiento en la ejecució n de la obra.

Las comunidades beneficiaras a través del control social , autoridades naturales y jurídicas de la zona cuenta con la
capacidad técnica y financiera para controlar la ejecució n del proyecto de infraestructura, sin embargo, se sugiere
licitar y/o adjudicar pú blicamente los insumos a emplear en la obra; dentro del marco de la transparencia y
rendició n de cuentas de las instituciones pú blicas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 15


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1.12. Justificación del Proyecto

La perdida de terrenos agrícolas de infraestructura familiar y cosechas conlleva la pérdida de ingresos con gastos
ya generados, con efectos evidentes sobre la reducció n en la disponibilidad y calidad de vida de las comunidades
de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e Higueras el aumento de la
vulnerabilidad a desastres naturales es escenario real y actual que demanda la acció n inmediata de técnicos
capaces de participar en la gestió n y manejo de recuperació n de tierras integrando las dimensiones biofísicas con
las socio-econó micas y la protecció n del ambiente.

En el presente estudio presentamos un procedimiento que permita aplicar técnicas econó micas - ambientales para
la recuperació n de tierras mediante la construcció n de dentelló n en gavió n, construcció n de gavió n 100x100x100,
plantado de estacas de á lamo o sauce, y relleno con material aluvial sin compactado, para poder recuperar a largo
plazo y corto plazo en este caso se realizara la siembra de leguminosa (haba) por las propiedades del cultivo y
poder realizar la entrega de plantines de frutales (Vid, Durazno y Manzano) para realizar la implementació n de
huertos frutícolas en las tierras cultivables.

1.13. Población del Área de Influencia

1.13.1 Población Beneficiada

En el á rea del proyecto se identifican 408 familias, las cuales de acuerdo al recuento de personas tiene 1.820
habitantes directos beneficiarios del proyecto.

1.13.2 Comunidades

Las comunidades beneficiarias son Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e
Higueras.

1.14. Problema

La perdida de terrenos agrícolas, de infraestructura familiar y cosechas en términos físicos y la pérdida de


ingresos con gastos ya generados son efectos evidentes sobre la reducció n en la disponibilidad de recursos y
calidad de vida de de las comunidades de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e
Higueras es así que el aumento de la vulnerabilidad frente a desastres y amenazas naturales el escenario real y
actual, demanda la acció n inmediata de técnicos capaces de participar en la gestió n y manejo de recuperació n de
tierras integrando las dimensiones biofísicas con las socio-econó micas y la protecció n del ambiente.

Dentro de las amenazas naturales para el sector agropecuario se puede describir los granizos, las heladas, las
riadas, etc., este ultimo podemos prevenir o evitar con las construcciones de obras civiles para que las pérdidas de
sus tierras agrícolas sea mínima o no exista.

En el tema social y econó mico, las constantes amenazas naturales acarrea fenó menos de migració n poblacional,
pérdidas econó micas para posterior reinversió n agrícola así mismo el acceso a servicios de salud, educació n e
inclusive de alimentació n especialmente en época de riadas, que duran entre 3 a 4 meses de lluvia se torna
peligrosa amenazando la seguridad física de cada uno de los beneficiarios del proyecto.

1.15. Objetivos y Metas del Proyecto

1.15.1. Objetivo General.

Con el estudio técnico, econó mico, social y ambiental se llegara al siguiente objetivo:
Lograr recuperar la superficie agrícola en el á rea del proyecto a través de la recuperació n de 44.08 Ha. mediante
obras civiles para evitar inundaciones y desbordamientos el río Sococha que contribuirá a mejorar la calidad de
vida de los pobladores de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e Higueras.
ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 16
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1.15.2. Objetivos Específicos.

 Diseñ ar la infraestructura de defensivos con dentellones


 Garantizar la recuperació n y protecció n de las á reas cultivables.
 Incentivar la rotació n de cultivos en las á reas de recuperació n y protecció n para evitar la erosió n de la
tierra cultivable.
 Incentivar la plantació n de plantines frutícolas para tener mayor y mejores ingresos.

1.15.3. Metas.

Para la ejecució n de las metas, se realizaran las siguientes obras y actividades por Comunidad:

• Construcció n de dentellones de de altura variable segú n la socavació n que se presente en las 17 aéreas
identificadas y en funció n a las má s afectadas.
• identificació n de 17 zonas de recuperació n de tierras a ser protegidas mediante defensivos con
dentellones.
• Se realizara la capacitació n en cultivos y la entrega de 176.32 qq semilla de haba para poder mejorar la
estructura y textura del suelo.
• Se realizara la capacitació n de manejo de frutales y la entrega de 6800 plantines vid, 6800 plantines de
duraznero y 6800 plantines de manzano.

1.16. Conclusiones y Recomendaciones

1.16.1. Conclusiones

 Para el aprovechamiento de tierras para uso agrícola, es necesario la defensa ribereñ a mediante
gaviones con dentellones en el rio Sococha, limpieza y descolmatació n del cauce del rio en las
comunidades beneficiadas
 El monto total del proyecto es de 15’862.895,42 bs. (Quince millones ochocientos sesenta y dos mil
ochocientos noventa y cinco con 42 / 100 Dó lares).
 La Operació n y mantenimiento del proyecto estará bajo la responsabilidad de los comunarios y
tendrá un costo de 319.498.23 US$ (Trescientos diecinueve mil cuatrocientos noventa y ocho con
23 / 100 Dó lares) anuales; por un periodo de 20 (veinte) añ os que durara el proyecto
 El indicador VANf al ser negativo se recomiéndala ejecució n del proyecto siempre y cuando exista
un plan de sostenibilidad comunal, así mismo nos muestra que el proyecto no es rentable para una
inversió n del sector privado, debido a que los beneficios, producto de la producció n agropecuaria
no son absueltos por el inversor, la rentabilidad como la inversió n está por debajo de la tasa de
descuento de actualizació n (16%).
 Sin embargo el indicador VANe es mayor que cero, por lo que socialmente el proyecto es viable y
se recomienda su ejecució n ya que se dispone de recursos para su sostenibilidad es decir que va a
favor de la població n de las comunidades beneficiarias.

1.16.2. Recomendaciones

 Se sugiere después de aprobar el estudio definitivo se realice la ejecució n del presente proyecto al más breve
plazo dado las necesidades e importancia que ofrece.
 Que la comunidad beneficiaria responda al proceso de capacitació n principalmente en el área de la
fruticultura por las características climáticas y poder aprovechar sus recursos ya que las condiciones de
mejoramiento por parte de los pobladores es la de mejorar y poder tener mejores productos competitivos y
poder aumentar sus ingresos de subsistencia.
 En consideració n del análisis de los indicadores socioeconó micos y de los efectos colaterales positivos que
muestra e proyecto SE RECOMIENDA la ejecució n del proyecto.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 17


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

2. DIAGNOSTICO DE LA SITUACION ACTUAL

2.1. Diagnóstico de los Riesgos

2.1.1 Antecedentes

Dentro de la nueva concepció n cosmocéntrica, que expresa el encuentro entre pueblos y comunidades,
respetando la diversidad e identidad cultural y sin asimetrías de poder. No se puede “vivir bien si los demá s viven
mal” Los ejes de este nuevo patró n de desarrollo econó mico son: la integralidad, el pluralismo, la armonía con la
naturaleza, la solidaridad, la interculturalidad, la soberanía nacional, la descolonizació n del Estado y su
reemplazo por un Estado Social, pluricultural, comunitario, productivo, con acceso equitativo al conocimiento, a
la comunicació n, con democratizació n de la propiedad, del ingreso y del empleo, con soberanía alimentaria, como
base de la soberanía nacional, con relaciones internacionales basada en alianzas estratégicas entre Estados que
comparten el comercio justo en beneficio de los pueblos.

A consecuencia de los dañ os causados por el ultimo fenó meno El Niñ o, producido durante los ú ltimos añ os, la
Prefectura del departamento de Potosí por medio de la Secretaría Departamental Desarrollo Productivo,
consecuentemente con su política promotora del agro y en cautela de la continuidad y sostenimiento de las
campañ as agrícolas, puso en marcha inicialmente ,un programa de emergencia mediante la Unidad de Riesgos,
para rehabilitar la infraestructura hidrá ulica afectada por este fenó meno ocasionados por eventos climá ticos
producidos en gestiones anteriores tanto a nivel municipal como en las comunidades en estudio

El proyecto en estudio tratará de evitar la pérdida e inundació n de los terrenos agrícolas debido a la erosió n de
las má rgenes del Rió Sococha, de esta manera se evitara las pérdidas de terreno que son erosionadas por las
grandes avenidas de agua en épocas de lluvia que se producen en los meses de Noviembre a Marzo, la ejecució n
del proyecto, se sustenta fundamentalmente en proteger la ribera de ambas má rgenes del rió Sococha, de esta
manera contribuir a preservar 316.97 Has y recuperar 44,08 Has. de tierras agrícolas segú n las mediciones que
se realizaron.

Este proyecto está enmarcado dentro las políticas del Estado Boliviano, consecuente con su política de promover
y cautelar la continuidad y sostenimiento de las campañ as agrícolas el sector agropecuario y en prevenció n de los
dañ os que podría ocasionar la presencia cíclica de fenó menos climá ticos.

Al ejecutar el proyecto de defensa ribereñ a del Rió Sococha, reducirá el efecto erosivo y arrasador de las aguas
conducidas por este río, que contara con la construcció n de defensa ribereñ a en lugares vulnerables a base
construcció n de dentelló n en gavió n, construcció n de gavió n 100x100x100, plantado de estacas de á lamo o sauce,
y relleno con material aluvial sin compactado del lecho de río, garantizando la protecció n y permanecía de
familias en sus predios, generando temporalmente fuentes de trabajo para los beneficiarios.

2.2 Diagnóstico Agro Económico

2.2.1. Sistemas de Producción

[Link] Sistema de Producción Agrícola Cultivos y Variedades

Muchos proyectos de transferencia de tecnologías al agro fracasaron por no haberle dedicado atenció n a los
aspectos socioeconó micos de la producció n agrícola. Las técnicas demostraron su valor y utilidad en los terrenos
de ensayos, pero no fueron aceptados ni usados posteriormente por los productores agrícolas. La situació n en la
que trabajan y desarrollan los técnicos es muy diferente a la situació n en la se encuentra el productor. Muchas
variables tienen su influencia en la toma de decisió n de los campesinos. Los técnicos deben de conocerlas y
tomarlas en cuenta para poder lograr cambios en el sistema de producció n del agricultor. Estas variables son en
primer lugar características físicas: los suelos, el clima, pero existen también otros factores de cará cter
socioeconó mico, que tienen su importancia. Es por ejemplo bastante difícil convencer a un productor que use una
variedad mejorada de un cultivo, si el productor no está interesado en este cultivo por los bajos precios que se le

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 18


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ofrece por su producció n. El uso de ciertos plaguicidas puede ser la solució n indicada para un problema que tiene
un productor, pero nuevamente la intervenció n del extensionista quedara sin resultado si el productor no tiene el
recurso para adquirir este producto. Puede ser que finalmente el productor no saque la mayor parte de sus
ingresos de un cultivo o de la agricultura y que por este motivo no esté tan interesado en el mejoramiento del
cultivo o de su producció n agrícola. En la regió n del rio Sococha varios productores dejaron de trabajar su tierra
por falta de financiamiento. El temor de los productores a que pierdan sus tierras por las riadas puede ser otra
explicació n del porque ciertos productores no estén interesado en un cultivo. Intentos de introducir nuevas
tecnologías también pueden fracasar por falta de infraestructura social. Un proyecto agrícola que fomente un
cultivo que requiera mucha agua fracasara en un lugar donde los productores no tienen fá cil acceso al agua, tal
como fue la experiencia de alguno.  Todo esto son factores socioeconó micos que influyen en la producció n. La
experiencia es que productores no introducen nuevas tecnologías cuando estas no está n adaptadas a las
condiciones agro-climá ticas locales o condiciones socio- econó micas. Basá ndose en el conocimiento de estas
condiciones, se podrá dirigir eficientemente las intervenciones de manera que los productores adopten las
técnicas propuestas.

"Sistema de producción agrícola"

Pero que se entiende por "sistema de producció n agrícola". Sistema es un conjunto, una combinació n, un
complejo de diversas estructuras (econó micas, técnicas, políticas, institucionales, etc.) coherentes, que está n
ligadas entre si por relaciones relativamente estables. "Sistema de producció n agrícola" es un ecosistema que
cambia, maneja y administra el hombre con el fin de producir bienes que le son ú tiles. Para modificar estos
ecosistemas el hombre utiliza los factores de producció n. Estos son la fuerza de trabajo, la tierra, el capital. Pero
el clima, los suelos, la tenencia de la tierra, la tecnología existente, evidentemente tienen su influencia en la forma
en la que el hombre organiza la producció n agrícola.

En las siete comunidades involucradas en el proyecto, existe una importante cantidad de cultivos que se
producen, entre cereales, tubérculos, leguminosas, frutales, hortalizas que se muestran en el cuadro 7, por un
lado como productos agrícolas econó micamente importantes ante la venta de excedentes y por otra como
cultivos que forman parte de la seguridad alimentaria de las familias.

CUADRO 7. PRINCIPALES CULTIVOS POR COMUNIDAD BENEFICIARIA

COMUNIDADES PRODUCCION AGRICOLA


YANALPA Manzana, zanahoria, repollo, perejil, tomate, lechuga, papa, maíz, haba, cebolla
SOCOCHA Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, zanahoria, lechuga, papa, maíz, haba, cebolla
Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, pera, zanahoria, repollo, perejil, tomate,
CHOSCONTY
lechuga, papa ,maíz, haba, cebolla
Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, nuez, pera, zanahoria, repollo, perejil,
SAN PEDRO
tomate, lechuga, papa ,maíz, haba, cebolla
Durazno, manzana, uva, albarillo, damasco. higo, nuez, pera, zanahoria, repollo, perejil,
SAN MARCOS
tomate, lechuga ,maíz,
Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, higo, pera, zanahoria, repollo, perejil, tomate,
ESQUINA GRANDE
lechuga ,maíz,
Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, repollo, zanahoria, perejil, lechuga papa,
HIGUERAS
maíz, haba, cebolla
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Como se indica en el cuadro anterior, la producció n de fruta es variada, y los frutales que má s sobresalen por su
importancia son: durazno, manzana, nuez, uva y otros.

Así mismo se produce hortalizas como la cebolla, zanahoria, lechuga repollo perejil lechuga entre otros.
Asimismo, esta la producció n de flores en la zona este, cultivada sobre el lecho del rió Sococha, que en la estació n
seca de invierno es aprovechada, por ejemplo flores como las ilusiones que a fines de octubre está n listas para ser
cosechadas y salir al mercado para la venta en vísperas de la festividad de todos santos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 19


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

En otros cultivos como la papa, el maíz, haba, trigo y cebada, forman parte de la producció n de la mayoría de las
comunidades en cuanto a producció n agrícola se trata. Es importante destacar que la producció n de frutales,
varias familias por el efecto migratorio que hacen hacia la repú blica de Argentina, han adquirido conocimientos
han introducido por cuenta propia variedades de frutas de este país al municipio, tal el caso las familias de San
Pedro, Esquina Grande, Sococha, Chosconty que han plantado limó n, ciruela, manzanas, duraznos y otros traídos
del norte argentino, considerando muy importante la necesidad de apoyo técnico, para realizar un mejor manejo
de los recursos genéticos en cada cultivo y realizar el cultivo de variedades alternativas a las existentes.

Dentro del á rea de estudio se puede diferenciar dos zonas importante en el sistema de producció n agrícola como
es la zona alta (Yanalpa, Sococha y parte de Chosconty) y la zona baja (Chosconty, San Pedro, San Marco, Esquina
Grande y Higueras), se diferencian que en la zona alta siembran y cosechan una sola vez al añ o ya que las
condiciones climáticas lo permiten, mientras en la zona baja se siembran y cosechan dos veces al añ o ya que las
condiciones climatoló gicas lo permiten.

2.2.2. Sistema de Producción Pecuaria

Esta actividad pecuaria es la base de la economía del productor como actividad complementaria o de reserva
econó mica. Ya que de acuerdo a sus necesidades proceden a generar recursos u otros ingresos complementarios
en un mínimo porcentaje, la mujer es la que se encarga de comercializar en las distintas ferias, al igual que en
otras comunidades existen algunas familias que no poseen ningú n tipo de ganado que por ello no generan otros
ingresos. Sin embargo entre la producció n pecuaria se tiene dentro del ganado menor como los caprinos y ovinos
por la importancia que representan para las familias, ya que forman parte de su alimentació n, teniendo en cuenta
que en la zona baja casi no existe animales menores como en la zona alta y en el caso de ganado mayor como
vacuno y equino forma parte de su herramienta de trabajo.

CUADRO 8. POBLACION DE NÚMERO DE CABEZAS EN LAS COMUNIDADES

N° DE CABEZAS POR TIPO DE GANADO


COMUNIDAD
AVES CAMELIDO CAPRINO EQUINO OVINO PORCINO VACUNO
CHOSCONTY 80   200 80 150 50 20
ESQUINA GRANDE 7   155 12 9 12 4
HIGUERAS 100   200 20 100 30 10
SAN MARCOS 30   100 100 70 40 15
SAN PEDRO 30   450 23 110 60  
SOCOCHA 80   2.700 570 150 25 70
YANALPA 20 100 1.500 90 300 5 30
TOTAL 347 100 5.305 895 889 222 149
Fuente: Elaboració n propia en base a diagnostico 2009

2.3. Un Diagnóstico Socioeconómico

2.3.1 Estructura Demográfica

a) Población Beneficiaria

La població n beneficiaria como Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Marcos, San Pedro, Esquina Grande e Higuera
llega a un total de 1820 habitantes, el promedio de miembros de por hogar es de 4 a 5 personas y el nú mero de
familias asciende a 408 en total.

b) Comunidades Beneficiarias

Las comunidades a ser beneficiadas con el proyecto pertenecen al Municipio de Villazó n con las comunidades de
Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Marcos, San Pedro, Esquina Grande e Higuera.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 20


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

c) Población por comunidad Beneficiada

La població n de las comunidades beneficiarias en la zona en que se desarrollará el proyecto se resume en el


siguiente cuadro:

CUADRO 9. POBLACION DIFERENCIADA POR SEXO Y COMUNIDADES

COMUNIDADES
Nº DE PROMEDIO
BENEFICIARIAS MUJER HOMBRE TOTAL
FAMILIAS FAMILIAR
DIRECTAS
Yanalpa 107 103 210 42 5
Sococha 71 69 140 47 4
Chosconty 128 123 250 130 5
San Pedro 122 118 240 81 4
San Marcos 388 372 760 71 4
Esquina Grande 41 39 80 16 5
Higueras 43 41 84 21 4
TOTAL 900 864 1764 408 31
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

GRAFICO 1. POBLACION DIFERENCIADA POR SEXO POR COMUNIDADES

900
800
700
600
500
400
MUJER
300 HOMBRE
200
100
0

Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

La tasa de crecimiento de la població n beneficiada se determina una tasa de crecimiento de 0.20 %.


La estructura poblacional como se observa en el grá fico, corresponde a una població n donde el 51% son mujeres
y el 49% son varones.

Segú n la vida ú til del proyecto que es de 20 añ os se estima una població n de 408 familias, segú n la tasa de
crecimiento determinada para la zona del proyecto.

d) Población por Grupos de Edad

La estructura poblacional de la comunidad directamente beneficiaria corresponde a una població n joven


caracterizada por una amplia base, porque el 23.00% corresponde a niñ os menores de 10 añ os, el 61.00% está
comprendido entre las edades de 10 y 59 añ os, denominá ndose a éste estrato població n econó micamente activa
(PEA), el 16.00% corresponde a la població n comprendida entre 60 y 89 añ os.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 21


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

A continuació n mostramos una distribució n de edades del total de la població n de las comunidades beneficiadas y
que representa las estructuras de la població n segú n grupos determinados de edad.

CUADRO 10. POBLACIÓN POR GRUPO DE EDAD SEGÚN COMUNIDADES

Comunidades Población por Grupo Atareó


Beneficiarias 0-9 10-19 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69 70-79 80-89
Yanalpa 48 32 26 18 15 15 24 22 10
Sococha 58 36 24 19 8 7 16 18 2
Chosconty 125 119 86 84 81 88 43 21 3
San Pedro 80 34 32 36 48 35 31 25 3
San Marcos 63 53 29 28 27 35 21 24 4
Esquina Grande 22 18 9 5 4 5 10 5 2
Higueras 23 18 10 8 5 6 8 4 2
TOTAL 419 310 216 198 188 191 153 119 26
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

GRAFICO 2. POBLACIÓN POR GRUPO ETAREO DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

80-89 años
E DADE S

60-69 años
VARON
40-49 años MUJER

20-29 años

0-9 años

-300 -200 -100 0 100 200 300


NUMERO DE PERSONAS

Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

e) Población Económicamente Activa

De acuerdo al siguiente cuadro se observa la clasificació n de la població n por edades donde se puede ver que
segú n el rango de edad la població n entre 0 y 9 añ os alcanza a un total de 419 habitantes y la població n entre 10 y
60 añ os alcanza a 1.103 habitantes y la població n mayor a 60 añ os alcanza 298 habitantes.

La principal actividad econó mica que se desarrollan en la zona, es la agricultura, que llegan a ocupar el 61.00 %
de la PEA, siendo el cultivo de Hortalizas Verduras y frutas predominante, que en la actualidad registra 369
hectá reas aproximadamente de tierras agrícolas entre las comunidades beneficiarias.

CUADRO 11. POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA E INACTIVA SEGÚN EDADES

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 22


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

POBLACION POBLACION
RANGO DE EDAD POBLACION PORCENTAJE ECONOMICAMENTE ECONOMICAMENTE
ACTIVA PEA NO ACTIVA PENA
0-9 añ os 419 23%   419
10-19 añ os 310 17%  
20-29 añ os 216 12% 526
30-39 añ os 198 11% 198
40-49 añ os 188 10% 188  
50-59 añ os 191 10% 191  
60-69 añ os 153 8%   153
70-79 añ os 119 7%   119
80-89 añ os 26 1%   26
TOTALES 1820 100% 1103 717
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Con el cuadro anterior se establece que la mayor població n está entre las edades de 0-9 añ os que representa el
23% haciendo un total de 419 habitantes 1103 habitantes es la població n econó micamente activa (PEA), que
alcanza al 61% y se ocupa de desarrollar actividades agrícolas.

La població n mayor a 60 añ os alcanza a 298 habitantes haciendo un total de 16% haciendo un total de 1820
habitantes.

GRAFICO 3. POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA E INACTIVA

1200

1000

800

600

400

200

0
PEA PENA

Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Los datos porcentuales de la població n Econó micamente Activa llega a un 61% y la Població n Econó micamente
Inactiva llega a un 39% tal como refleja en al grafico anterior considerando el total de població n de acuerdo al
rango de edad establecido en el Cuadro Nº 3.

2.3.2 Tasa de Crecimiento

La població n determinada mediante las encuestas aplicadas a las comunidades beneficiarias, determina una
població n de 1820 habitantes, por otra parte segú n los datos del INE del Censo 2001 las comunidades
beneficiarias alcanzan a una població n de 1147 habitantes, por lo tanto de acuerdo al comportamiento població n
en el tiempo se determina una tasa de crecimiento de 0.2%.

Es necesario aclarar que la tasa de crecimiento ha sido negativa en los ú ltimos tres añ os, debido a la migració n
por la pérdida de tierras agrícolas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 23


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

[Link] Indicadores Socio Demográficos

CUADRO 12. COMUNIDADES BENEFICIARIAS

Tasa de Tasa Global Tasa de Índice de Tamaño


Mortalidad Asistencia Índice de
Crecimien de Analfabet Dependencia Promedio
Área Infantil Escolar desarrollo
to Fecundidad ismo Económica del Hogar
(por mil) (%) Humano
(%) (por mujer) (%) (%) (%)
Potosí 1.01 99 5.7 28.4 78.90 1.9 3.9 0.514
Villazon 1.44 77 4.6 83.9 28.39 1.9 4 0.165
Comunidades
Beneficiarias 0.2 77 4.6 83.9 28.39 1.06 5 0.165
Fuente: Elaboració n propia en base a datos Informe IDH PNDU 2001

a) Tasa de Mortalidad

Segú n ú ltimos datos en el municipio de Potosí, la tasa de mortalidad infantil asciende a 99 niñ os por cada mil
nacidos vivos y en el caso del municipio de Villazó n se determina 77 niñ os por cada mil nacidos.
Respecto a las causas de los decaimientos, se ha determinado que un porcentaje elevado corresponde a
infecciones respiratorias agudas, enfermedades diarreicas agudas y accidentes.
Estos datos evidencian la necesidad prioritaria de incentivar las acciones que permitan acelerar la disminució n
de estos índices, mejorando y apoyando a los programas de salud materno – infantil, de prevenció n y otros
tendientes a mejorar el nivel de vida de las poblaciones del Municipio, especialmente en las á reas rurales y
urbano marginales.

b) Esperanza de Vida

La esperanza de vida del departamento de Potosí para mujeres es de 62 añ os y en varones de 57,7 para los añ os
2005-2010, segú n datos proyectados en base al Censo de Població n y Vivienda del 2001.

c) Índice de Fecundidad

Este índice indica el promedio de hijos que tendría una mujer al final de su periodo reproductivo, para el
Municipio de Potosí se determina un índice de fecundidad de 5.7 y para las comunidades beneficiadas de 4.6
hijos.

d) Analfabetismo

Es el nú mero de personas de 15 añ os y má s, que no saben leer ni escribir, por cien personas de la misma edad, es
decir, en el municipio de Villazó n por cada cien personas de 15 añ os y má s 83.9, no saben leer ni escribir.

e) Asistencia Escolar

El indicador de població n en edad escolar que asiste al sistema de educació n regularmente para el Municipio es
de 78.9 y para el las comunidades beneficiadas es de 28.39%.

f) Índice de Dependencia Económica

El total de població n en relació n a la població n ocupada nos refleja el índice de dependencia econó mica, que para
el Municipio de Villazó n alcanza a 1.9% y para las comunidades beneficiadas alcanza a 1.06%.
g) Tamaño Promedio por Hogar

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 24


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El tamañ o promedio de hijos por hogar para el municipio es de 3.9 y para las comunidades beneficiadas es de 4 a
5 hijos por hogar.

h) Índice de Desarrollo Humano

El desarrollo humano como la generació n de capacidades y oportunidades para que las personas puedan lograr
el tipo de vida que ellas má s valoran y ansían, medidos en términos del Índice de Desarrollo Econó mico IDH, se
puede establecer que para Villazon se tiene un indicador de 0.615 lo que nos muestra como indicador que mides
tres dimensiones como de Esperanza de vida al nacer, el Nivel educacional (poseer conocimientos necesarios): y
el Nivel de vida (tener ingresos suficientes); Índice de consumo per cá pita.

2.3.3 Composición Familiar.

La estructura familiar de las comunidades comprendidas en el proyecto se observa a través del siguiente cuadro.

CUADRO 13. PROMEDIO FAMILIAR SEGÚN COMUNIDADES BENEFICIARIAS

COMUNIDADES
Nº DE PROMEDIO
BENEFICIARIAS MUJER HOMBRE Total
FAMILIAS FAMILIAR
DIRECTAS
Yanalpa 107 103 210 42 5
Sococha 96 92 188 47 4
Chosconty 332 319 650 130 5
San Pedro 165 159 324 81 4
San Marcos 145 139 284 71 4
Esquina Grande 41 39 80 16 5
Higueras 43 41 84 21 4
TOTAL 928 892 1820 408 31
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Cada familia está compuesta en su mayoría por el Padre de familia y la madre y un promedio de hijos por hogar
entre 4 y 5 miembros, existiendo en un mínimo porcentaje, otro tipo de parientes que viven en un mismo hogar.

2.3.4. Dinámica Poblacional

a) Migración

Este fenó meno por las características mismas de la regió n, tiende a agudizarse porque la migració n constituye la
oportunidad de generació n de ingresos extras, ante la deprimida situació n de la economía campesina, el
minifundio y la falta de fuentes de trabajo, situació n que se enfatiza con la falta de atenció n de las principales
necesidades de la zona como la falta de mayor generació n de ingresos, medio que les permitirá desarrollarse y
mejorar sus condiciones de vida.

La zona se caracteriza por efectos de migració n de sus habitantes a la Repú blica de Argentina y otra cuidad que
recibe a la població n migrante de la zona es Santa Cruz.

Las Comunidades del á rea del proyecto, han venido registrando en los ú ltimos añ os movimientos migratorios
bastante importantes. Uno de los problemas acentuados es justamente la migració n, perjudicando de
sobremanera a su actividad econó mica siendo esta la base de su economía la producció n Agrícola, y en menor
escala la ganadería, mayormente toda la població n se dedica a estas dos actividades, existe un camino regular
para comercializar los productos de estas comunidades hacia el Departamento de Tarija también llevan a la
capital de este municipio a Villazó n, generando ingresos necesarios para sobrevivir. Gran porcentaje de esta

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 25


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

població n migra a la Repú blica de la Argentina y Tarija por la cercanía del á rea del proyecto y otros
departamentos del país en busca de mejorar sus ingresos

b) Emigración Temporal

La emigració n en todo el país, se ha constituido en un fenó meno de mucha importancia debido al impacto
socioeconó mico que se traduce en una actividad muy importante de movimiento econó mico. La emigració n
temporal en las comunidades beneficiarias, es muy frecuente y significativa. Esto debido, fundamentalmente, a
que los habitantes del lugar no cuentan con los recursos econó micos suficientes para vivir dignamente.
La població n migrante, está comprendida entre los 10 y 35 añ os. El periodo de migració n, se efectú a entre los
meses de diciembre y febrero (en verano) y de julio a mayo (invierno), la població n migrante, abandona su
comunidad entre 2 a 4.5 meses al añ o (principalmente asociada al trabajo).

La migració n temporal en el á rea del proyecto, presenta características un poco diferentes a otros lugares debido
a la cercanía a la Repú blica de Argentina , la mayoría de los pobladores de las comunidades beneficiarias tienen
doble residencia, en su respectiva comunidad y en la ciudad de Potosí, por otra parte muchos residentes del á rea
de influencia del proyecto viven en sus respectivas comunidades pero trabajan en la Repú blica de Argentina,
generalmente en trabajos relacionados con albañ ilería, la costura, y el comercio informal.

GRÁFICO 4. COMPORTAMIENTO DE LA MIGRACION TEMPORAL

Santa Cruz
20% 28%
Republica de Argentina
Yacuiba
Tarija

17%

35%

Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Ahora bien, se ha podido establecer que son los varones quienes tienen una mayor tendencia a migrar, es así que
el 66% del total de los migrantes son varones, mientras que el 34% son migrantes mujeres. Podemos ver que la
ciudad de acogida de la població n migrante esta Tarija Yacuiba y Santa Cruz y en mayor porcentaje a la Repú blica
de Argentina.
La migració n, tanto de varones como de mujeres, tiene como principal objetivo la generació n de ingresos
econó micos que les permita mejorar las condiciones de vida de su familia, puesto que la actividad agropecuaria
no es suficiente para cubrir las principales necesidades de todos sus miembros.

En el caso de las mujeres, el nú mero de personas se agrupa a partir de los 16 hasta los 35 añ os, y en menor
relació n las menores a 15 añ os y las mayores a 35 añ os.
La població n migrante, abandona su comunidad de 1 a 4 meses en determinados periodos (principalmente
asociada al trabajo), percibiendo un ingreso promedio general de Bs. 1500 a 2000 Bs. al mes.

c) Emigración Definitiva

Los motivos de la emigració n definitiva son muy diversos, van desde los econó micos, pasando por los familiares,
hasta por los problemas de salud y de educació n.
ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 26
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La ocupació n, tanto de los hombres como de las mujeres es muy variada; sin embargo, esa situació n es razonable
ya que un emigrante definitivo tiene que trabajar en lo que pueda para poder sobrevivir. A pesar de ello, los
hombres se dedican, principalmente, a la albañ ilería, construcció n y el comercio. En cambio las mujeres, se
dedican, fundamentalmente, a las labores de casa, empleadas domésticas y al comercio.

En lo que se refiere a la migració n definitiva, se puede ver que son los hombres los que má s emigran
definitivamente, esta diferencia es notoria principalmente en las edades de 16 a 35 añ os, esta relació n está
referida en comparació n al total de migració n de las comunidades.
De acuerdo a informació n obtenida en el á rea del proyecto el porcentaje de migració n definitiva alcanza a 60%,
22% y 18%, los lugares elegidos para esta migració n son Potosí, Santa Cruz y la Repú blica de la Argentina
respectivamente, tal como se puede ver en el grá fico No. 4, este fenó meno se debe a que los migrantes encuentran
mejores oportunidades laborales y también en el caso de la ciudad de Potosí debido a la cercanía por motivos de
acceso a centros de estudio. La edad promedio de migració n definitiva está entre los 20 y los 24 añ os.

GRÁFICO 5. MIGRACION DEFINITIVA DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

22% 18%

Santa Cruz
Republica de Argentina
Tarija

60%

Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Los varones son los que má s migran, esta diferencia es notoria principalmente en las edades de 15 a 50 añ os,
esta relació n está referida en comparació n al total de migració n de las 7 comunidades. El principal lugar de
migració n es la Repú blica de Argentina, Santa Cruz y Tarija.

Un 60% de las personas han preferido la Repú blica Argentina, mientras que hacia el interior del país, los
departamentos Santa Cruz, y Tarija en ese orden de importancia con 22 y 18% han sido el nuevo destino de las
personas para radicar definitivamente.

2.4 Estructura Ocupacional Agraria

En el aspecto de ocupació n de la població n del á rea del proyecto, la de agricultor es la que predominaron en un
90%, en segundo lugar tenemos el rubro de construcció n con un 4 %, y otras actividades como albañ ilería y de
trabajos cortos alcanza a un 6%.

2.4.1 Actividad Principal y Secundaria: Tiempo de Dedicación Anual.

La actividad principal de las familias es la producció n agropecuaria a la cual todos los miembros de la familia
destinan su tiempo.
CUADRO 14. ACTIVIDADES EN LA UNIDAD FAMILIAR

MIEMBRO PREPARACIÓN SIEMBRA LABORES COSECHA VENTA PASTOREO


FAMILIAR DEL TERRENO CULTURALE

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 27


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

S
Padre X X X X x  
Madre X X X X x X
Hijo (a) X X X X   X
Adulto Mayor X X X X   X
Fuente: Elaboración propia en base a encuestas 2009.

El cuadro anterior nos demuestra, que el padre de familia generalmente, realiza la preparació n del terreno,
siembra, labores culturales, cosecha y venta de la producció n, la madre realiza, la preparació n del terreno,
siembra, labores culturales, cosecha, venta y pastoreo, los hijos apoyan en la preparació n del terreno, siembra,
labores culturales, cosecha y pastoreo, los adultos mayores apoyan en la preparació n del terreno, siembra,
labores culturales, cosecha y pastoreo. La unidad familiar realiza en conjunto todas las actividades agrícolas,
durante la gestió n.

La unidad productiva familiar se basa en la producció n agrícola, que es la base de sustentació n de las familias, por
la producció n de alimentos, que bá sicamente está dirigida al autoconsumo y la producció n de mejor calidad se
relaciona con el mercado; es bien difícil hablar de la generació n de excedentes por que el objetivo dentro de este
sistema de producció n es la seguridad alimentaria.

El hombre tiene directamente a su cargo tareas má s pesadas: labrar con la yunta, la mula o caballos, cargar y
derramar el guano, aporcar, regar (en pocas comunidades), cavar la papa, cegar los cereales, trillar, cargado de la
cosecha, conducir la producció n al mercado, aprovisionar de leñ a para la cocina y limpieza de los corrales. Los
niñ os ayudan en todo y se encargan especialmente del pastoreo.

La actividad agrícola es la que ocupa la mayor parte del tiempo aproximadamente 240 días, los varones
adquieren su responsabilidad de ayudar en el trabajo desde los 8 añ os hasta los 65 añ os y las mujeres se
incorporan en el trabajo de la unidad familiar a los 12 añ os hasta los 60. Los niñ os en el trabajo agrícola realizan
actividades a manera de juego y los ancianos hasta los ú ltimos días de su vida trabajan, siempre y cuando no
tengan algú n impedimento.

La actividad pecuaria está manejada casi en su totalidad por las mujeres, niñ os y niñ as, las mujeres se ocupan de
la alimentació n del ganado y los niñ os del pastoreo. Los ancianos reemplazan a los niñ os cuando éstos asisten a la
escuela.

También es importante que la labor de la mujer en la preparació n de los alimentos, y ademá s se ocupa de
controlar la educació n y salud de los hijos.

CUADRO 15. ACTIVIDADES PRODUCTIVAS Y TIEMPO DE DEDICACIÓN

TIEMPO DE RANGO DE RANGO DE


EPOCA EN QUE REALIZA LA
ACTIVIDAD DEDICACION EDAD EDAD
ACTIVIDAD
ANUAL (DIAS) HOMBRES MUJERES
Agrícola 240 Calendario agrícola 8-65 12-60
Pecuaria 365 Permanente 5-65 5-65
Migración 125 É poca de estiaje 12-55 18 - 50
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

3. LOCALIZACIÓN
3.1. Ubicación Geográfica

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 28


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El municipio Villazó n pertenece a la provincia Modesto Omiste, ubicada en el departamento de Potosí Estado
Plurinacional de Bolivia, geográ ficamente se encuentra localizada en la frontera Sur del País, entre los paralelos
21º41’ 00” y 22º 06’ 30” de latitud sur con respecto a la línea del Ecuador y entre los 65º 10’ 00” y 66º 04’ 30” de
longitud Oeste con relació n al meridiano de Greenwich. Contiene altitudes que oscilan entre los 2300 a 5000
m.s.n.m.

3.2. Ubicación del Área en Estudio

La ubicació n geográ fica del á rea de estudio se ubica en el Rio Sococha y contempla a las Comunidades de Yanalpa,
Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e Higueras que a partir de la promulgació n de la Ley
1551 las diferentes juntas vecinales se denominan OTBs que cuentan con sus respectivas personarías jurídicas y
está n agrupados en cuatro distritos urbanos el á rea del proyecto se encuentra en la micro regió n zona este que
está compuesto por tres cantones, en los cuales se agrupan catorce comunidades y está asentada a lo largo del Río
Sococha.

CUADRO 16. DISTRIBUCION CANTONAL DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

Fuente: Elaboració n propia ECICOM SRL – 2009.

3.3. Coordenadas Geográficas y Elevaciones

CUADRO 17. COORDENAS GEOGRAFICAS Y ELEVACIONES

Altitud Coordenadas Geográficas


Municipio
[msnm.] Latitud Sur Longitud Oeste
Yanalpa 3295 22º 05’ 13” 65º 28’ 30”
Sococha 3035 22º 00’ 03” 65º 29’ 08”
Chosconty 2960 21º 57’ 28” 65º 29’ 13”
San Pedro 2854 21º 55’ 57” 65º 27’ 08”
San Marcos 2780 21º 54’ 15” 69º 25’ 50”
Esquina Grande 2784 21º 53’ 07” 65º 25’ 20”
Higueras 2700 21º 52’ 19’’ 65º 23’ 53’’
Fuente: Elaboració n propia ECICOM SRL – 2009.

3.4. Latitud y Longitud

El municipio de Villazó n geográ ficamente se halla comprendido entre los 19°17´06” a 19º48’05” de latitud Sur y
65°33’ a 65°47’ de longitud Oeste, de manera detallada se presentan las siguientes coordenadas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 29


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

3.5. Límites Territoriales

Los límites territoriales de la Secció n Municipal de Villazó n, revisando las Hojas Cartográ ficas del Instituto
Geográ fico Militar (IGM) son los siguientes; al norte limita con la Provincia Sud Chichas, al Sud limita con la
Repú blica Argentina, al este limita con la Provincia Avilés del departamento de Tarija, al oeste limita con la
Provincia Sud Lípez y la Repú blica de Argentina.
Las cartas utilizadas son:

Hoja Comunidad
6428 - II Comunidad Cuartos
6528 - III Sococha
6527 - IV Salitre
6427 - I Villazó n

Tomando en cuenta los límites territoriales de las comunidades involucradas en el proyecto podemos encontrar:
La comunidad de Yanalpa; limita al norte con Sococha, al Sud con Yavi Chica (Argentina), al Este con Hornos y al
Oeste con Villazó n Secció n Capital

La comunidad de Sococha limita al norte con Chosconty al, Sud con Yanalpa al Oeste Argentina y al Este con
Hornos.

La comunidad de Chosconty imita al norte con San Pedro, al Sud con Sococha al Este con Hornos y al Oeste
Sagnosty-Cuartos

La comunidad de San Pedro limita al norte con San Marcos al Sud Chosconty al Este con Salitre y al Oeste
Sagnosty.

La comunidad de San Marcos, limita al norte con Esquina Grande al Sud con San Pedro al Este con Huanacuni
Alto y al Oeste Oropeza.

La comunidad de Esquina Grande; limita al Norte con Mojonioj, al Sud con Huanacuni, al Este con Higueras, y al
Oeste Caquetuya

3.6. Ubicación política del área de estudio

El departamento de Potosí está ubicado al sudoeste de la Repú blica de Bolivia, limita al norte con los
departamentos de Oruro y Cochabamba, al sur con la repú blica de Argentina, al este con los departamentos de
Chuquisaca y Tarija y al oeste con la repú blica de Chile. Tiene una extensió n de 118.218 km. la capital del
departamento es la ciudad de Potosí.

La Primera Secció n de la Provincia Modesto Omiste del Departamento de Potosí. la zona del Rió Sococha Las
Comunidades: de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Marcos, San Pedro, Esquina Grande e Higueras constituye el
lugar de emplazamiento de las obras., ubicada a los 19° 23' Sur 65° 45' Oeste en a una Altura: 4070 metros sobre
el nivel del mar.

3.7. Vías de acceso al área del proyecto.

El acceso al á rea del proyecto se realiza por medio del camino troncal Potosí, Tupiza – Villazon y comunidades
beneficiarias, el mismo que es transitable aproximadamente de 40 Km. desde Villazon hasta las comunidades
beneficiarias.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 30


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La ubicació n geográ fica que tiene la població n beneficiada le permite tener los siguientes accesos: Potosí –
Villazó n con un camino asfaltado Potosí-Cucho Ingenio, Cucho Ingenio-Vitichi con un camino vecinal Ripiado,
Vitichi –Cotagaita camino con ripio, Cotagaita-Tupiza con un camino Ripiado en mal estado, Tupiza-Villazó n
camino Ripiado en mal estado, con estas vías se tiene la posibilidad de insertarse a la producció n nacional y a la
exportació n de sus productos má s potenciales con los mercados internos y nacionales; siendo las principales
rutas a nivel departamental.

El camino troncal Potosí – Villazó n tiene 353,54 Km. el camino vecinal Villazó n Chosconty, con una longitud de 15
Km., se encuentra en mal existen otras rutas alternativas como Tarija- Esquina grande un camino vecinal en
estado malo con una longitud de 176 Km.
En el siguiente cuadro se detalla el acceso desde la cuidad de Potosí hasta la localidades del proyecto donde se
emplazara el proyecto con descripció n el tipo de acceso, su transitabilidad mas el kilometraje correspondiente.

CUADRO 18. ACCESO A LA ZONA DEL PROYECTO

Longitud Longitud Soladura de


DESDE HASTA
(km) Acumulada Rodado
Potosí Cuchu Ingenio 37 37 Pavimento
Cuchu Ingenio Inicio Pavimento 13 50 Pavimento

Inicio Pavimento Vitichi 40 90 Ripio


Vitichi Tumusla 41 131 Ripio
Tumusla Cotagaita 43 174 Ripio

Cotagaita Hornillos 66 240 Ripio


Hornillos Tupiza 21 261 Ripio
Tupiza Yuruma 42 303 Ripio
Yuruma Cruce Mojo 16 319 Ripio
Cruce Mojo Villazó n 34 353 Ripio
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

4. CLIMA

4.1. Características Climáticas del Área en Estudio

El á rea en estudio presenta los siguientes tipos climá ticos descritos a continuació n:

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 31


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

 Clima Sub húmedo – Seco C1 – Índice hídrico entre -20 a 0


Este tipo climático presenta vegetació n xerofítica, matorral con hojas compuestas y apéndices espinosos,
bastantes cactus y algunos á rboles emergentes. La anterior vegetació n identifica un ambiente de relativa
sequedad con lluvias solo estivales y un invierno moderadamente seco.

 Clima Semiárido – D – Índice hídrico entre -40 a -20


Los balances hídricos ya indican que prá cticamente no existe excedente de humedad en este tipo climático,
cuando má s se presenta algú n mes con precipitació n representativa de reposició n hídrica. Es muy marcada la
sequedad del ambiente, con muy bajos porcentajes de humedad y ninguna excedencia de agua. El déficit hídrico
es total, los inviernos son casi completamente secos y las lluvias de verano limitadas.

En este tipo climá tico existe predominio absoluto de las especies xerofíticas, con apéndices espinosos y clara
presencia de las especies cactá ceas. El tipo de bosque es xerofítico, denso, mayormente caducifolio, con clara
presencia de matorral bajo y escasos á rboles emergentes.

4.2. Temperatura

Las dos isoyetas, pueden alcanzar valores considerablemente temperaturas al interior y exterior del á rea de la
influencia durante el ciclo de lluvias, dependiendo estas de la existencia de vegetació n. La radiació n solar es
intensa y su variació n es de 283 a 447.7 Cal/día de Este a Sur. La velocidad de viento está entre 1 y 3 nudos, con
direcció n de NE, N y NW.

Para tener una representatividad en temperatura media, se consideró los registros de los ú ltimos añ os, de la
Estació n de Villazó n, ya que la misma se encuentra cerca de la zona de estudio, cuyas coordenadas son 22°05’00”
de latitud sud y 65°36’00” de longitud oeste y una altura de 3.443 msnm. A continuació n se muestran los datos.

CUADRO 19. TEMPERATURAS EN (°C)

TEMPERATURAS ºC
MESES
MAX MIN MED
Enero 23,5 7,0 15,3
Febrero 23,9 6,0 15,0
Marzo 22,8 6,1 14,5
Abril 22,8 3,3 13,1
Mayo 20,1 -1,3 8,8
Junio 18,8 -5,8 6,6
Julio 19,3 -5,5 6,9
Agosto 21,6 -3,6 9,1
Septiembre 23,8 -0,9 11,5
Octubre 23,7 2,7 13,3
Noviembre 24,3 4,7 14,5
Diciembre 24,0 6,2 15,2
TOTAL 22,38 1,58 11,98
Fuente: SENHAMI.
El trazado de las isotermas para la cuenca, la secció n alta de la cuenca presenta temperaturas medias menores a
7°C; la secció n media presenta temperaturas medias que varían entre 7 a 15°C, mientras que en la secció n baja las
temperaturas son mayores a 15°C respectivamente.

4.3. Viento

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 32


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La zona de estudio se caracteriza por presentar vientos fuertes a moderados, las direcciones de los vientos son
fundamentalmente de este a oeste, los meses de julio a septiembre son los de mayor intensidad

4.4. Precipitación

Para el aná lisis de este pará metro recurriremos a la interpolació n lineal utilizando datos de estaciones cercanas,
fruto de ello se tiene que las precipitaciones varían de oeste a este es decir que en la secció n alta e intermedia de
la cuenca llueve aproximadamente 350 mm/añ o, en la secció n baja las precipitaciones son algo menores llegando
a 280 mm/añ o.

4.4.1. Balance Hídrico

El cá lculo del balance hídrico por el método de Thornthwaite, se realizó utilizando variables de precipitació n y
evapotranspiració n potencial. Fue elaborado en base a datos climá ticos de la estació n climatoló gica de Villazó n,
se concluye que el coeficiente de humedad mensual varía entre -99.5 a -8.5, lo que indica que existe déficit de
agua durante los 12 meses del añ o, en consecuencia es necesario suplir los requerimientos hídricos de los
cultivos mediante riego.

4.4.2. Precipitación Media Anual y Su Distribución Estacional

Las precipitaciones pluviales son có mo sigue: precipitació n Má xima extrema 300mm, precipitació n anual 400
Mm. y la precipitació n mínima extrema es de 2mm, la evaporació n es de 1500 mm.

Los fenó menos naturales adversos al clima se presentan de manera regular con mayor o menor frecuencia,
perjudicando la producció n agrícola principalmente en el á rea de influencia. Los promedios de lluvias má s fuertes
son de diciembre a febrero.

De acuerdo con los registros de la secció n meteoroló gica de Mojo, la distribució n de lluvias se encuentra entre los
meses de diciembre, enero, febrero y marzo. Sin embargo el comportamiento de la lluvia es muy particular siendo
la misma muy tempestuosa y de corto tiempo acompañ ado ademá s de fuertes descargas eléctricas.

Otro fenó meno que se presenta con frecuencia son las granizadas. La época en que ocurren con mayo frecuencia y
con gran riesgo para la producció n agrícola es entre los meses de diciembre y febrero.

4.4.3. Temperaturas Medias Mensual, Anual, Mínima Y Máxima Extremas

Por el tipo de geografía que presenta el municipio inciden en las curvas de isotermas que presentan diferentes
climas como ser: seco frió semihumedo estacional, sub seco hú medo estacional y Templado seco hú medo
estacional.

Temperatura má xima extrema 27.5° C


Temperatura má xima media 23.7° C
Temperatura media 14.5° C
Temperatura mínima media 5° C
Temperatura mínima extrema 0.5° C

4.5. Amenazas Climáticos

En general, las actividades agropecuarias se ven afectadas por las características adversas del clima, tales como
granizadas, heladas, escasez e irregularidad de lluvias, que se describen a continuació n.

4.5.1. Granizadas

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 33


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

De la misma manera utilizando estaciones de referencia y hecha la contrastació n de datos se tiene que para esta
regió n desde el añ o 1975, es decir en 27 añ os de registro hasta el 2002 se
produjeron 27 granizadas; aproximadamente 1 evento por añ o, siendo septiembre y octubre los meses de mayor
incidencia con 3 y 5 granizadas respectivamente. Este fenó meno causa dañ os muy severos a los cultivos de la
zona, especialmente a los frutales que en estos meses se encuentran en pleno desarrollo del cultivo.

4.5.2. Heladas

En la cuenca los días con heladas ocurren generalmente en el invierno, en los meses de mayo a agosto;
coincidiendo con el período seco. Sin embargo, la variabilidad en frecuencia de las heladas entre añ os es grande.
Como ejemplo se puede indicar que en el añ o 1982 se produjeron só lo 18 días de heladas, en cambio en el añ o
1996 se presentaron 56 días con heladas. El registro de 27 añ os, muestra un promedio anual de 33,3 días con
heladas.

4.5.3. Riadas

Fenó meno natural que afecta a terrenos que están ubicados a orillas o cerca al cause de quebradas que toman
cuerpo con presencia de lluvias torrenciales, con presencia en los meses y afectando al mismo porcentaje de
comunidades, al igual que las lluvias fuertes, puesto que las riadas son fruto de ello.

Segú n el PDM 2007-2011, los productores indicaron que la granizada, sequía y helada son desastres naturales
que representan las mayores pérdidas en los aspectos productivos. Asimismo las lluvias fuertes e inundaciones
afectan sobre todo a las comunidades que se encuentran en las riveras de ríos de las Micro regiones Este y Oeste,
incrementando la erosió n de los terrenos de cultivo por efectos hídricos.

4.5.4. Sequía

Presente en todo el añ o calendario, pero el periodo de aná lisis que má s interesa son los meses que corresponden
al calendario agrícola, la presencia preponderante en los meses noviembre y diciembre, situació n que afecta a los
diferentes cultivos, llegando a afectar entre el 62-52% de las comunidades.

4.6. Pisos ecológicos

La diversidad geográ fica, el rango altitudinal que varía de 2.600 a 4.000 msnm, ademá s de la topografía
accidentada, determinan la presencia de tres pisos agroecoló gicos; Cabecera de Valle, Puna Baja y Puna Alta,
caracterizando de esta manera el á rea interandina en que se constituye la superficie del Rio Sococha, éstos pisos
tiene la siguiente relació n de altitud y su influencia en la extensió n del mismo.

CUADRO 20. PISOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS GENERALES

PISO ALTITUD MICROREGIÓN


CARACTERÍSTICAS GENERALES
AGROECOLÓGICO msnm (comunidades)
Cabecera de Valle 2.500 a 3.200 Clima templado en las zonas bajas, frío en las
partes elevadas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 34


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Topografía con laderas irregulares, onduladas y


escarpadas, con pendiente mayor al 30%.
Agricultura desarrollada en la rivera de los ríos y
laderas con cerros en peligro de erosió n.
El potencial productivo por orden de importancia
es la fruticultura, cereales, hortalizas, tubérculos,
leguminosas y flores.
Abarca el 21.91% del á rea total del Municipio.
El clima varía de templado a frío y seco.
En este sector se encuentran planicies importantes
para la agropecuaria.
Puna Baja 3.201 a 3.500 El potencial productivo esta zona es la siembra de
semilla de papa, seguida de leguminosas, cereales,
hortalizas y frutas.
Comprende el 47.13% del á rea total del Municipio.
Clima frío y seco.
  Presenta planicies onduladas de poca pendiente,
donde la mayoría de las comunidades se
encuentran asentadas desarrollando sus cultivos en
pequeñ as planicies, las partes má s elevadas son
utilizadas para pastoreo.
Puna Alta 3.501 a 4.000
El potencial productivo de esta zona por orden de
importancia es el cultivo de papa, cereales,
leguminosas y frutas, pero también existe potencial
productivo en artesanía, alfarería, camélidos y
ovinos.
Representa el 30.96% del á rea del Municipio.
FUENTE: Elaborado en base a datos del PDM 2007 – 2011

4.7. Tipo de vegetación existente

La superficie terrestre que incluye todos los atributos de la tierra, agua suelo y vegetació n tiene mú ltiples
relaciones con los componentes bió ticos y abió ticos del medio. La vegetació n principalmente como protector del
suelo, estabilizador de pendientes, regulador de la calidad y cantidad de agua en las cuencas, hábitat de la fauna
silvestre y en la cría de animales domésticos es la expresió n de las condiciones locales ambientales y estabilidad
ecoló gica y calidad general de los ecosistemas. De esta manera, el conocimiento de los recursos vegetales
coadyuva de gran manera en la planificació n espacial del uso de la tierra y conservació n de la biodiversidad.

En la cuenca, encontramos cinco unidades de cobertura vegetal, los cuales se describen en forma detallada a
continuació n.

a) Matorral Caducifolio, Espinoso Subalpino (Unidad 1)

Esta vegetació n es propia de la provincia fisiográ fica de la Cordillera Oriental, a una altitud dominante de 2.500
hasta los 3.000 msnm, con clima templado seco a semi hú medo, cubre un paisaje de ladera de serranía alta con
relieve dominante muy escarpado en pendientes mayores al 60% a escarpado en pendientes de 30 a 60%. Por su
ubicació n fisiográ fica los suelos son generalmente superficiales.

Es un matorral generalmente ralo, en pequeñ os sectores donde se pueden encontrar manchas de matorral denso,
el estrato arbustivo y herbá ceo es generalmente denso y rico en especies, predominan las especies de follaje
caducifolias frente a las permanentes.

b) Matorral Xeromórfico, Deciduo Por Sequía, Montano (Unidad 2)

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 35


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Cubre un paisaje de piedemontes, muy disectada por una densa red de cá rcavas, con una altitud de 3.000 a 3.500
msnm con clima semiá rido y precipitaciones que varían desde los 300 a 350 mm/añ o, donde los suelos se
encuentran afectados por un intenso proceso de erosió n hídrica en forma de cá rcavas y laminar.

Especies de vegetación según ecosistema Puna Baja y Puna Alta

Predomina una pradera seca de macollos de gramíneas (Festucas, Stipas), arbustos bajos con especies (Senecio,
Baccharis) frecuentes la puna de la vertiente andina accidental, en la transició n con la cebecera de valle existen
comunidades arbustivas arbó reas relictuales (Polylepis), y en la laderas má s secas comunidades de cactá ceas
(Oreocerius, Opuntias).

CUADRO 21. ESPECIES FORESTALES POR MICROREGIÓN

ESPECIE
SUPERFICIE
NOMBRE NOMBRE CIENTÍFICO FORMA DE USO
CANTIDAD (Has.)
COMÚN
Leñ a, postes, carbó n, ceniza, abono, forraje,
Churqui ACACIA CAVEN 3.197,10
artesanía, construcció n, reparo
Leñ a, forraje, ornamentació n, construcció n, poste,
Olmo ULMUS PUMILA L. 507,42
artesanía, defensivo, palisado
Medicina, construcció n, leñ a, postes, madera,
Eucalipto EUCALIPTUS GLOBULUS 501,21
adorno, mate
Leñ a, medicina, artesanía (cestería), carbó n, postes,
Molle SCHINUS MOLLE L. 161,21
defensivos, madera
Quewiñ a POLYLEPIS TOMENTELLA Postes, leñ a, forraje, construcció n 100,01
Postes, defensivo rustico, forraje, leñ a, madera,
Sauce SALÍX CHILENSIS construcció n, artesanía, medicina, madera, 93,45
ornamento, palos, madera
Construcció n, venta, postes, palizada, madera, leñ a,
Alamo POPULUS NIGRA 9,05
adorno, madera, forraje
Thago PROSOPIS JULIFORA Leñ a, medicina, carbó n, postes, forraje 4,00
Llock'e KRAMERIA LAPACEA Medicina, adorno, artesanía, leñ a, forraje 1,70
Cipres CUPRESSUS MACROCARPA Madera, adorno, medicina, construcció n, ornamento 1,02
TOTAL 4.576,18
FUENTE: Elaborado en base a datos del PDM 2007 – 2011

En la Puna Alta, son frecuentes, grandes superficies de suelo arenoso y desnudo, la vegetació n es casi similar a la
puna baja, pero el patró n de distribució n es má s disperso y la cobertura vegetal es menos concentrada debido a
condiciones de baja humedad y alta exposició n a radiació n solar, existen extensos matorrales de tholares
(Parastrepías), cojines duros como yareta (Azorella compacta) y gramíneas duras de bajo porte.

Cabecera de Valle

En este piso agroecoló gico, se presentan formaciones intermedias de arbustos, gramíneas y abundantes
cactá ceas, existen restos de bosque seco caducifolio, las especies má s importantes son las stipas, cortaderas,
chillcas, cebadillas y especies arbó reas como Quewiñ as.

CUADRO 22. ESPECIES VEGETALES POR ZONA O MICROREGIÓN

ESPECIE SUPERFICIE
NOMBRE NOMBRE CIENTÍFICO FORMA DE USO CANTIDAD
COMÚN (Has.)
T'ola PARASTREPHIA Leñ a 12.500,00

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 36


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

LEPIDOPHYLLA
Leñ a, postes, carbó n, ceniza, abono, forraje,
Churqui ACACIA CAVEN 3.197,10
artesanía, poste, construcció n, reparo
Leñ a, postes, puertas, cajones, artesanía,
TRICHOCEREUS CF.
Cactos alimento humano (fruto), madera, 1.672,56
TARATENSIS
construcció n, forraje, puertas, leñ a, carbó n
Forraje, construcció n (techo), empaque de
Paja Brava ICHU SP. 1.158,50
ollas, artesanía (colchones y escoba), adobe
EDESMIA
Añ ahuaya Leñ a, forraje 688,00
SPINOSSISIMA M.
Leñ a, forraje, ornamentació n, construcció n,
Olmo ULMUS PUMILA L. 507,42
poste, artesanía, defensivo, palisado
EUCALIPTUS Medicina, construcció n, leñ a, postes, madera,
Eucalipto 501,21
GLOBULUS adorno, mate
OPUNTIA FICUS -
Tuna Alimento (humano), venta, medicina 219,66
INDICA
Leñ a, medicina, artesanía (cestería), carbó n,
Molle SCHINUS MOLLE L. 161,21
postes, defensivos, madera
POLYLEPIS
Quewiñ a Postes, leñ a, forraje, construcció n 100,01
TOMENTELLA
Postes, defensivo rustico, forraje, leñ a, madera,
Sauce SALÍX CHILENSIS construcció n (techo), artesanía, medicina, 93,45
madera, palos
Construcció n (techo), forraje, medicina, atajo,
Sehuenca CORTADERA JUBANA 49,53
defensivo
BACCHARIS SF. Artesanía (canastas, cestería), leñ a, chapeada,
Chilca 46,50
DENSIFLORA defensivos, forraje, construcció n (techo)
SATUREJA
Muñ a Medicina, leñ a, puimar maíz, forraje, mate 41,01
PARVIFOLIA E.
Construcció n, venta, postes, palizada, madera,
Alamo POPULUS NIGRA 9,05
leñ a, adorno, forraje
Leñ a, medicina, carbó n, postes, para hacer
Thago PROSOPIS JULIFORA 4,00
patañ a, forraje
Llock'e KRAMERIA LAPACEA Medicina, adorno, artesanía, leñ a, forraje 1,70
CUPRESSUS Madera, adorno, medicina, construcció n,
Cipres 1,02
MACROCARPA ornamento
Kishuara BUDDLEJA INCANA Adorno 0,00
TOTAL 20.951,94
FUENTE: Elaborado en base a datos del PDM 2007 – 2011

Zona piedemonte, matorral claro sub desértico semicaducifolio (mixtos), matorral enano y herbá ceo denso y
claro caducifolio ocasionalmente por sequía vegetació n herbá cea graminoide baja afectando un 45% del
territorio del Municipio.

Zona alta, se presenta rocas y conos de derrubios con escasa vegetació n, con pendientes rocosas fuertes y
representa el 10% del Municipio.

Zona antropofitia, con plantaciones forestales, agricultura establecida, á reas degradadas por malos manejo sobre
todo el pastoreo representando el 15%.

Como se puede observar, en cada uno de las zonas agroecoló gicas se muestra diferente tipo de vegetació n, éstas
características ayuda a los habitantes tener otras posibilidades de desarrollo.

c) Áreas Agrícolas (Unidad C)

Con esta denominació n se agrupa a las á reas alteradas por la actividad agrícola y ganadera y otras, las mismas se
localizan principalmente en el paisaje de terrazas, piedemontes con aprovechamiento de riego principalmente

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 37


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

para el cultivo de hortalizas, cebolla, papa y frutales como durazneros, parrales de uva, higueras, nogales y en
algunos casos en las pendientes de las serranías, donde existen suelos, con aptitud para usos agrícolas. También
se tienen pastizales y arbustales secundarios, como resultado de la sucesió n en los terrenos en descanso y
abandonados.

4.8. Recursos Biológicos

4.8.1. Fauna

La presencia y actividad humana es perjudicial para muchas especies y favorece a otras pocas, es así que la fauna
es afectada por la reducció n en la habilitació n de tierras para cultivos, alterando sus há bitats y causando la
fragmentació n de los mismos, así es como se produce el cambio en la estructura y calidad de éstos perturbando
definitivamente el equilibrio del ecosistema.

Las especies cosmopolitas con mayor capacidad de adaptació n a las alteraciones del medio sobrevivieron a estas
circunstancias, y, eventualmente, incluso aumentaron su població n favorecidas por estos cambios o por la
consecuente disminució n o desaparició n de otras especies depredadoras o enemigos naturales.

De tal manera que se presentan los siguientes grupos identificados mediante encuestas comunales aplicadas al
grupo de beneficiarios:

a) Mamíferos

Entre los que se destacan: roedores que abundan dañ ando cultivos como el conejo silvestre, liebre, vizcacha,
algunas especies de felinos (leó n andino,) y especies depredadoras como la comadreja (k’arachupa) y el zorro.
Quirquincho, Añ asco, Tocoro, Oskollo (gato montés), Leó n ovejero, entre otros. Las principales especies que se
encuentran en el á rea de estudio, pueden apreciarse en el siguiente cuadro.

CUADRO 23. PRINCIPALES ESPECIES DE MAMÍFEROS EXISTENTES EN LA CUENCA.

NOMBRE VULGAR NOMBRE CIENTÍFICO


Liebre Lepus europaeus
Karachupa Delphis sp.
Quirquincho Dasipus spp.
Añ asco Conepaatus sp.
Oskollo Felis geoffroyi
Zorro Urocyon cinereoargenteus
Fuente: Elaboració n Propia segú n entrevista 2009
b) Aves

Existe variedad de aves silvestres, entre las má s frecuentes es posible citar: Aves de rapiñ a como el á guila, el
halcó n, buitre, có ndor, como plagas se presentan bandadas de loros chocleros, ichua, horneros, tordos, picaflor,
carpintero comú n y perdiz.

CUADRO 24. PRINCIPALES ESPECIES DE AVES EXISTENTES EN LA CUENCA

NOMBRE COMÚN NOMBRE CIENTÍFICO


Loro Aratinga ssp
Ichua Falco sparverius

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 38


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Hornero Furnarius ssp


Tordo Molothrus bonariensis
Picaflor, colibrí Archilochus colubris
Carpintero Comú n Picunnuc cirraatua
Bú ho Buho ssp
Lechuza Tyto alba
Á guila Aquila
Có ndor Vultur Griphus
Fuente: Elaboració n Propia segú n encuestas entrevistas
b) Reptiles

Entre los reptiles mencionados por los beneficiarios se presentan con mayor frecuencia víboras y lagartijas
(Iguana Peni), el cascabel y mullutuma o coral, que habitan principalmente debajo de las piedras y formaciones
rocosas abundantes en ciertos sectores del á rea.

CUADRO 25. PRINCIPALES ESPECIES DE REPTILES EXISTENTES EN LA CUENCA

NOMBRE VULGAR NOMBRE CIENTÍFICO


Cascabel Lachesis muta
Iguana Tupinambis rufescens
Fuente: Elaboració n Propia y PDMs municipales

4.8.2. Flora

En la zona de estudio la cobertura vegetal predominante, se identifica en una reducida variedad de componentes
de la flora, por lo que, su caracterizació n y zonificació n se realiza indistintamente para especies arbustivas y
forestales.
Segú n esta descripció n, las unidades de vegetació n con mayor cobertura en la superficie de la cuenca son las
asociadas con un tipo de matorral ralo o denso, cuyas variaciones implican especies xeromó rficas, espinosas,
caducifolias y semidesíduo, caracterizando una vegetació n de tipo subalpino y montano.
Los espacios restantes son considerados á reas antró picas donde la cobertura vegetal es má s variada por la
presencia de cultivares conducidos.

5. FISIOGRAFÍA E HIDROGRAFÍA.
5.1. Fisiográfica

Las comunidades beneficiarias se encuentra a una altura de:

CUADRO 26. COORDENAS GEOGRAFICAS

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 39


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Altitud Coordenadas Geográficas


Municipio
[msnm.] Latitud Sur Longitud Oeste
Yanalpa 3295 22º 05’ 13” 65º 28’ 30”
Sococha 3035 22º 00’ 03” 65º 29’ 08”
Chosconty 2960 21º 57’ 28” 65º 29’ 13”
San Pedro 2854 21º 55’ 57” 65º 27’ 08”
San Marcos 2780 21º 54’ 15” 69º 25’ 50”
Esquina Grande 2784 21º 53’ 07” 65º 25’ 20”
Higueras 2700 21º 52’ 19’’ 65º 23’ 53’’
Fuente: Elaboració n propia ECICOM SRL – 2009.

El uso potencial de la tierra corresponde a una zonificació n conforme a las aptitudes de la tierra y de los factores
que limitan su aprovechamiento sostenible. De acuerdo a la evaluació n efectuada en las unidades fisiográ ficas, de
la cuenca del Río Sococha presentan las siguientes categorías de uso potencial de la Tierra.

5.1.1. Suelos

En La Cuenca se identificaron tres grandes grupos de suelos: Leptosoles, Fluvisoles y Cambisoles (ver Cuadro 27).

a) Leptosoles

Los Leptosoles está n clasificados como suelos jó venes, variables en textura, estructura y color, muy bajos en
materia orgá nica. Se trata de suelos sin desarrollo pedogenético, generalmente ubicados en relieves accidentados
donde dominan los procesos de erosió n. Por lo tanto, normalmente poseen solamente un horizonte superficial
(horizonte A) delgado, en su mayor parte con presencia de piedras y rocas en la superficie y el subsuelo.

b) Fluvisoles

Son suelos relativamente jó venes, de origen aluvial y debidamente estructurados; presentan propiedades fluvicas
con distribució n irregular de la materia orgá nica en los horizontes. Este tipo de suelos está formado en una
acumulació n irregular de sedimentos aluviales de diferentes texturas.

c) Cambisoles

Son suelos poco desarrollados que tienen una fuerte semejanza con el material parental; es decir, se encuentran
en proceso de “cambio”, en su color, estructura y/o textura. Presentan un horizonte sub superficial débilmente
alterado con relació n al material parental. El cuadro siguiente muestra la leyenda de suelos, su á rea y su
respectivo % en relació n al á rea total de la cuenca.

CUADRO 27. UNIDADES DE SUELOS

Código
Descripción Área %
mapa
1 Consociació n Leptosoles 18.211,07 11,54

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 40


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

2 Consociació n Leptosoles con inclusió n Cambisoles 7.763,50 4,92


3 Asociació n Fluvisoles – Cambisoles 9.678,89 6,13
Asociació n Cambisoles - Leptosoles con inclusió n
4 Fluvisoles 23.292,60 14,76
5 Consociació n Calcisoles con inclusió n Regosoles 1.543,79 0,98
6 Asociació n Calcisoles – Fluvisoles 325,73 0,21
7 Asociació n Calcisoles – Cambisoles 80.791,91 51,19
8 Asociació n Calcisoles – Lixisoles 8.765,39 5,55
9 Asociació n Leptosoles – Calcisoles 2.799,09 1,77
10 Consociació n Regosoles con inclusió n Leptosoles 4.660,37 2,95
Fuente: Zonisig PLUS

5.2. Hidrografía

La cuenca del “Río Sococha” tiene como afluentes menores varias quebradas temporales, siendo las má s
importantes las quebradas Yanalpa y Toro Huayco.

La superficie total de la cuenca es aproximadamente de 280.555,80 Has; 118.381,52 has en territorio boliviano y
162.174,28 has en territorio Argentino, en Bolivia comprende varias comunidades campesinas siendo las
beneficiarias las siguientes: Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro, San Marcos, Esquina Grande e Higueras. La
cuenca alta en territorio boliviano tiene una superficie de 85.607,32 has que corresponde al 72,31% de la
superficie total, la cuenca media tiene una superficie de 23.371,14 has correspondiendo al 19,74% del á rea total y
la secció n baja de la cuenca tiene una superficie de 9.403,04 has, lo que corresponde al 7,94% del total de la
cuenca respectivamente. La cuenca en territorio argentino en su totalidad corresponde a la secció n alta.

Concluyendo en la zona del proyecto, la erosió n esta provocado mas por efectos hídricos, por la topografía
accidentada que presentan estas zonas, pues se caracteriza por tener depresiones de cabeceras de valle y valles.

6. CONDICIONES AGRARIAS Y SOCIALES.

Las condiciones agrarias y medioambientales son normas relacionadas con la protecció n contra la erosió n del
suelo, el mantenimiento de la estructura y la materia orgá nica del suelo, la prevenció n del deterioro de los
há bitats y la gestió n del agua. La reducció n al mínimo de la superficie de suelo desnudo y el mantenimiento de
terrazas contribuyen directamente a la prevenció n de la erosió n del suelo, mientras que la gestió n de los residuos

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 41


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

de las cosechas y la rotació n de cultivos ayuda al mantenimiento de la materia orgá nica en el suelo. El
cumplimiento de los requisitos de gestió n que tienen por objeto la calidad del hábitat y del agua, como, por
ejemplo, el mantenimiento de las particularidades topográ ficas, la creació n de franjas de amortiguació n en las
má rgenes de los ríos o la prevenció n de la invasió n vegetal progresiva, puede ayudar a controlar la erosió n
causada por el agua y contribuye probablemente a la biodiversidad del suelo. Dedicar la tierra a pasto
permanente tiene la ventaja añ adida de que con ello se mantiene la materia orgá nica del suelo. Por ú ltimo, una
utilizació n apropiada del agua de riego ayuda a controlar la salinizació n y la sodificació n.

De acuerdo al estudio realizado en SITU, las características de las condiciones agrarias y sociales, se presenta en
el siguiente cuadro:

CUADRO 28. SITUACIÓN ACTUAL DE LAS CONDICIONES AGRARIAS Y SOCIALES


PROBLEMAS PRESENTADOS POTENCIALIDAD
COMUNIDAD AMENAZAS
PRODUCTIVO-AGRÍCOLA SOCIALES
CLIMATICAS
La presencia de La producció n agrícola es La organizació n comunal se
granizadas y riadas de auto sustento, ya no encuentra media solida ya que Existe gran potencialidad
Higueras
son las má s cuentan con muchos no creen en las ayudas que les agrícola y frutícola.
preponderantes terrenos. ofrecen.
La presencia de
La producció n agrícola
Esquina granizadas y riadas La comunidad es má s diná mica La potencialidad agrícola
tiene poca incidencia en el
Grande son las má s ya que son pocos habitantes. es relativa, y fruticola
mercado regional
preponderantes

La presencia de La producció n agrícola es


Las autoridades comunales son La potencialidad agrícola
granizadas y riadas importante pues su
San Marco má s diná micos para lograr es de suma importancia al
son las má s producció n destina al
beneficios igual que la fruticultura.
preponderantes mercado regional

La presencia de La producció n agrícola es


Las autoridades comunales son La potencialidad agrícola
granizadas y riadas importante pues su
San Pedro má s diná micos para lograr es de suma importancia al
son las má s producció n destina al
beneficios igual que la fruticultura.
preponderantes mercado regional
La presencia de La producció n agrícola es
Las autoridades comunales son La potencialidad agrícola
granizadas y riadas importante pues su
Chosconty má s diná micos para lograr es de suma importancia al
son las má s producció n destina al
beneficios igual que la fruticultura.
preponderantes mercado regional
La presencia de La producció n agrícola es
Las autoridades comunales son
granizadas, heladas y importante pues su La potencialidad agrícola
Sococha má s diná micos para lograr
riadas son las má s producció n destina al es de suma importancia.
beneficios
preponderantes mercado regional

La presencia de La producció n agrícola es


Las autoridades comunales son
granizadas, heladas y importante pues su La potencialidad agrícola
Yanalpa má s diná micos para lograr
riadas son las má s producció n destina al es de suma importancia.
beneficios
preponderantes mercado regional

Fuente: Elaboració n propia, sobre la base de la informació n recopilada (Reuniones comunales 2009)
La producció n agrícola en la zona del proyecto se desarrolla en condiciones agro climá ticas desfavorables, debido
a las precipitaciones medias mínimas y má ximas, con una gran variabilidad en la continuidad de las lluvias; lo que
ocasiona inundaciones, desbordes de los ríos y heladas; otros aspectos adversos son: la erosió n hídrica de las
tierras y el bajo nivel de restitució n de nutrientes a la tierra, ademá s de las fuertes pendientes de la zona no
permite realizar terrazas y poder minimizar la erosió n . Pese a esas condiciones desfavorables, la zona se
caracteriza por su vocació n agropecuaria, basado en su cultura de producció n que tiene las siguientes
características:

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 42


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

o El productor es visto dentro del entorno familiar, de su finca y de su regió n como un ente de desarrollo,
no meramente como un proveedor en un mercado emergente. Es un protagonista de su propio desarrollo
y propicia el trabajo comunitario.
o Manejo del suelo y producció n agropecuaria a través del sistema de rotació n. En algunos lugares existe la
sobreproducció n ya que no le dan el buen uso del suelo y es por este motivo que son suelos pobres.
o Manejo de pisos ecoló gicos y microclimas.
o Especies y variedades adaptadas a los diferentes pisos ecoló gicos y microclimas existentes.
o Son productores de frutales el cual su mercado es la zona de Villazó n, Tupiza y en el mejor de los casos
Tarija.
o Mínimo empleo de agroquímicos para el control de plagas y enfermedades, es decir, no existe
dependencia de esos productos y la capacidad genética y fenotípica, se mantiene intacta y desarrollando
resistencia a la acció n de plagas y enfermedades.
o Construcció n de terrazas de formació n lenta fortalecidas con arbustos; aunque es una de las prá cticas
que va desapareciendo.

La Agricultura Familiar se ha constituido en uno de los grupos má s críticos y diná micos dentro del sector rural y
en uno de los principales abastecedores de alimentos para el mercado interno. Sin embargo, en el contexto actual
de la liberalizació n comercial y global, se espera que este grupo sea uno de los má s afectados y aú n no es claro si
en el corto y mediano plazo los impactos positivos podrá n compensar los negativos. En este escenario, se teme
que la Agricultura Familiar no cuente con las herramientas necesarias para ajustarse e implementar los
protocolos sanitarios que regulan y restringen las oportunidades de acceso a nuevos mercados o que el ingreso
de bienes importables a menor costo desplace a este grupo de la economía local.

La agricultura de esta zona se caracteriza por ser de auto subsistencia, donde la escasa producció n generada
busca cubrir los requerimientos alimenticios de las comunidades, conservando el medio que le proporciona estos
recursos. La domesticació n de un conjunto de plantas en el medio andino como la papa, haba, trigo, cebada y
otros, ha permitido la diversidad de la producció n, constituyéndose dichos productos en la principal dieta del
poblador de estas regiones; en cuanto a la horticultura se puede mencionar que su mercado es la ciudad de
Villazó n, Tupiza, Tarija ya que producen todo el añ o en algunos casos se lleva estos productos a la Republica de
Argentina ya que son productos sin pesticidas, al igual que la fruticultura, la ganadería andina, por su parte,
contribuye con productos como lana, carne y abono orgá nico. Por tanto, el actual sistema de producció n del á rea
del proyecto es tradicional, donde los componentes de la producció n se encuentran interrelacionados y asociados
conformando los que se ha venido a llamar la Unidad Productiva Familiar. Esta unidad de producció n hace que
los factores se encuentren buscando un equilibrio dentro del ecosistema. Y por otro lado garantiza su seguridad
alimentaría de las familias, puesto que cada predio cuenta con alimentos naturales para su consumo y que tienen
almacenado.

6.1. Demanda y oferta

Segú n el estudio realizado la demanda y oferta, en la zona del proyecto no es importante ya que la producció n
agropecuaria se destina al consumo, puesto que sus tierras son sembradas en las zonas con deficiencia de riego y
a secano, no se tiene cuantificado los volú menes de producció n que permitan competir en el mercado comercial
(Ferias, plazas, etc.)
La metodología utilizada para el presente estudio, es la encuesta (directa) utilizada que se aplico a grupos de
comunarios y la técnica de recopilació n de informació n sobre la preferencia del demandante en relació n a la
oferta, informació n estadística que no se tiene.

La oferta de productos no ha crecido ordenadamente; siempre hay faltantes de algunos de ellos. Esta oferta se
sustenta en el origen de la pequeñ a producció n de las fincas cuyo tamañ o no supera las 10 hectá reas. El promedio
de extensió n de estas propiedades es de menos de 0.3 hectá reas.
En muchos casos la promoció n rebasa la demanda posterior. La promoció n es muy limitada y depende,
bá sicamente, de los fondos de las agencias de cooperació n y criterios de las ONG´s que apoyan.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 43


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Siempre se busca acortar las cadenas productivas, es decir, acercar a los productores con los consumidores.

6.1.1. Demanda

Segú n el estudio realizado la demanda está sujeto a factores que condicionan su comportamiento, los cuales son:

- Nú mero de los demandantes


La demanda de los productos agrícolas, hortícolas, frutícolas son sensibles a un aumento de la població n
(mercados de Villazó n, Tupiza, Tarija y Argentina).

- Gustos y preferencia de los demandantes


La exigencia de los demandantes para adquirir los productos agropecuarios, esta en funció n a la cantidad (Si hay
para escoger en las ferias los productos del proyecto no se venden), precio (Si los precios de los productos del
proyecto está n por debajo de los otros precios los productos son vendidos en su totalidad) y la calidad (El sabor
de los productos del proyecto son requeridos por los demandantes y son solicitados, puesto los productos del
proyecto son producidos de forma natural).

- Ingresos de los demandantes


Actualmente en las ferias de Villazó n, La quiaca, los mercados de Tupiza y Tarija, los productos se incrementan la
demanda, ya que los ingresos de los demandantes se aumentaron por la actividad minera y bajara en caso de que
la minería baje.

- Bienes sustitutos
Los productos no es tan sustituto, por el cual el producto es adquirido al precio que esta en las épocas econó micas
y/o inflacionarias.

6.1.2. Oferta

Segú n el estudio realizado, la oferta de los productos que produce el proyecto, esta en funció n a la capacidad de
producció n en tiempo seco y de lluvia y al nú mero de ofertantes:

La producció n agrícola actual, se destina principalmente al consumo familiar en porcentajes variables,


dependiendo de los cultivos y de las oportunidades de comercializació n.

La producció n pecuaria es otra actividad de importancia, se caracteriza por un manejo de crianza a campo abierto
del ganado; durante el día especialmente el ganado menor es llevado a los lugares de pastoreo.

6.2. Problema

La erosió n e inundaciones de tierras agrícolas provocadas por el desborde y alto caudal que va por los 1296.90
m3/s en épocas de grandes avenidas del rio Sococha desde hace 3 añ os, debido a su alta pendiente que va en los
3.30 %, este fenó meno que se presenta con mayor frecuencia en la zona y afecta tanto al campo como a las
localidades adyacentes a su ribera, como son las localidades de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Marcos, San
Pedro, Esquina Grande e Higueras. Esto origina considerables pérdidas econó micas y genera situaciones de
riesgo, en la població n adyacente. Las avenidas del rio Sococha, son sin duda una seria amenaza que
perió dicamente y especialmente en la zona, ocasiona: la pérdida de la producció n, dañ a las superficies agrícolas,
erosiona y devasta tierras de cultivos y principalmente pone en peligro la infraestructura privada y productiva.
Actualmente en el lugar del proyecto de estudio, por efecto de las precipitaciones pluviales extraordinarias
presentadas, durante los ú ltimos añ os, provocaron erosiones y cambio de curso del rio Sococha, por la formació n
de grandes sinuosidades que, originan los cambios en la direcció n de las aguas del rio por efecto de su fuerza de
empuje son desviadas hacia el margen derecha, o izquierda segú n sea el caso, por lo que el problema de erosió n
es en ambas má rgenes del rio.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 44


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Durante los meses de lluvias de Octubre a Marzo se presentan perió dicamente avenidas en el rio Sococha, que no
son reguladas y debido al escurrimiento de grandes volú menes de agua origina caudales que producen
considerables pérdidas de terrenos de cultivo, debido al fenó meno de erosió n , lo que ha originado que hasta la
fecha en la zona del proyecto se está buscando preservar 205.76 has de tierras agrícolas segú n el padró n de uso
agrícola, habiendo muchos agricultores perdido totalmente o parcialmente sus tierras que se encontraban a las
riberas del rio Sococha, por lo que se hace necesaria construir esta y otras obras de protecció n para así evitar la
erosió n constante de tierras de cultivo, que es fundamentalmente el problema de la zona.

Si bien se ejecutaron trabajos por parte de los afectados, que fueron realizados en un momento dado pero que no
fueron terminados en su totalidad, por estar en zona de riesgo a desborde y erosió n, las condiciones cambiantes y
la falta de protecció n en diversas zonas del rio Sococha, así como los escasos trabajos de mantenimiento en su
cauce, han provocado que se presenten nuevas, zonas críticas no protegidas con riesgo de erosió n e inundació n,
las cuales deberá n ser evaluadas en su conjunto. En tal sentido, con miras mejorar el resultado de los trabajos de
defensa ribereñ a y encauzamiento, se propone ademá s de ejecutar la obra identificada, se debe considerar la
programació n y la intervenció n en el rio Sococha a todo lo largo desde Yanalpa hasta la comunidad de Higueras,
con el fin de orientar estos trabajos hacia lo que sería el tratamiento integral de cauce de esta quebrada, los cuales
se complementará n con actividades de descolmatació n y reforestació n, de las riberas del rio.

6.3. Potencialidades y Limitaciones

CUADRO 29. ASPECTO FÍSICO Y NATURAL

Factor Potencialidades Limitaciones


- Las diversas formaciones geoló gicas configuran - La geomorfología presenta restricciones, debido
paisajes naturales de belleza excepcional que a que los valles estrechos y de fuertes pendientes,
son potenciales para la producció n. originan cursos torrenciales con transporte
Geología y
- Las características geomorfoló gicas han masivo de sedimentos gruesos, limitando las
geomorfología
esculpido un drenaje natural de numerosos posibilidades de regulació n y captació n de
micros cuencas que proporcionan un potencial caudales
hídrico.
- Existen recursos hídricos importantes - La població n no conoce las formas ni tiene los
superficiales, vertientes y lluvias. Los ríos má s medios para descontaminar el agua.
importantes son: Rió Sococha que se encuentra
Recursos
en todo el Proyecto - La topografía accidentada y la presencia de rocas
Hídricos
- - Existen ríos y diversas vertientes de agua no permiten construir canales de tierra para llevar
de buena calidad para consumo y aprovechable agua.
para riego.
- Desperdicio (manejo poco eficiente) del agua - Algunas comunidades no tienen tradició n de
en la conducció n y aplicació n del agua de riego a riego, por lo tanto carecen de organizaciones de
las parcelas regantes.
Riegos
- É l recurso agua no es utilizado en forma
eficiente por no contar con infraestructura de
riego.
- Se cuenta con tres pisos ecoló gicos, puna alta, - Estas regiones con bajas precipitaciones
puna baja y cabecera de valle con bosque seco y pluviales no cubren los requerimientos de agua
Pisos
templado. para los cultivos. No obstante la zona del
ecológicos
PROYECTO, segú n el mapa de precitaciones, indica
una precipitació n alta.
Fuente: Elaboració n propia

CUADRO 30. ASPECTOS ECONÓMICOS Y PRODUCTIVOS

Factor Potencialidades Limitaciones


Agricultura  Producció n agropecuaria - Inexistencia de asistencia técnica y
diversificada (maíz, haba, Cebolla, capacitació n a las unidades productivas.
cebada, cítricos y hortalizas). - Falta de infraestructura vial.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 45


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

 Crianza de animales (ovino, caprino, - Falta de asistencia técnica y capacitació n en


Bovino, porcino, aves, etc.). sanidad animal.

Pecuaria - Existe ganado ovino, caprino, las - No está cuantificado en caudal y la cantidad de los
zonas son adecuadas para estos recursos hídricos superficiales del municipio.
animales.
- Existen praderas nativas aptas para
este tipo de ganado.
Comercialización - Hay producció n agropecuaria en la - Bajos precios de los productos agropecuarios.
zona - Comunidades alejadas a los centros fériales.
Fuente: Elaboració n propia

CUADRO 31. ORGANIZATIVO E INSTITUCIONAL

Factor Potencialidades Limitaciones


- Organizaciones sociales (sindicatos, OTB’s) con -Participació n de las organizaciones sociales
personería jurídica. (OTB’s) en el proceso de Participació n
- Existe coordinació n, organizaciones campesinas. Popular y gestió n municipal.
- Organizaciones sociales establecen convenios con las - Poca participació n de la mujer en
Organizativo instituciones de desarrollo. ampliados, reuniones a nivel de
- HAM en Instituciones de desarrollo informan las organizaciones.
actividades que realizan a las organizaciones de base, - Falta de instituciones con proyectos para el
organizaciones mayores y comités en ampliados desarrollo del municipio.
cantonales.
Fuente: Elaboració n propia

7. INFRAESTRUCTURA BÁSICA

7.1. Disponibilidad de Servicios

7.1.1. Educación

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 46


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Haciendo referencia a la educació n, del 100% de la població n, el 49 % sabe leer y escribir, mientras que el 51%
restante es analfabeta, porcentaje localizado en el estrato comprendido entre los 15 y 65 añ os. Con referencia a
las mujeres, un porcentaje aproximado al 49% no sabe leer ni escribir y nunca asistieron a escuelas, por tanto
existe un gran porcentaje de deserció n en las escuelas de la zona.

Existen escuelas rurales en todas las comunidades beneficiarias del á rea de influencia del proyecto.

En el siguiente cuadro se detalla el nú mero de alumnos por escuela de cada comunidad llegando a un total de 174
alumnos activos en el sistema educativo.

CUADRO 32. UNIDADES EDUCATIVAS EN LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

NOMBRE DEL Nº DE
COMUNIDADES TOTAL H M
ESTABLECIMIENTO MAESTROS

YANALPA Yanalpa 1 13 6,37 6,63


Juana Azurduy de Padilla
SOCOCHA 4 50 24,5 25,5

Mariscal A. de Santa Cruz


CHOSCONTY 13 120 58,8 61,2

San Pedro
SAN PEDRO 8 110 53,9 56,1
San Marcos
SAN MARCOS 5 68 33,32 34,68
Esquina Grande
ESQUINA GRANDE 1 12 5,88 6,12
Higueras Rió Grande
HIGUERAS 1 30 14,7 15,3
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

[Link]. Educación Formal y no Formal

La Educació n Formal en las comunidades beneficiarias se detallo en el cuadro anterior que está conformado por
33 maestros en las unidades educativas con 403 alumnos desde primaria y en algunas comunidades hasta
secundaria.

La educació n no formal, entendida como la capacitació n técnica en á reas específicas excluidas del Sistema
Educativo Formal, existe en las comunidades beneficiarias, mediante programas de alfabetizació n “Yo si puedo”
para adultos mayores, con apoyo del gobierno actual.

[Link]. Estado y Calidad de la Infraestructura

CUADRO 33. ESTADO INFRAESTRUCTURA EDUCATIVA

NOMBRE DE LA COMUNIDAD INFRAESTRUCTURA EQUIPAMIENTO SERVICIOS BASICOS VIVIENDA


PROFESOR

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 47


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ELECTRICIDAD
INSUFICIENTE
SUFICIENTE

HIGIENICOS
SERVICIOS
REGULAR

REGULAR
BUENA

BUENA
MALA

MALA
AGUA
YANALPA X X X X X
SOCOCHA X X X X X
CHOSCONTY X X X X X X
SAN PEDRO X X X X X X
SAN MARCOS X X X X
ESQUINA GRANDE X X X X
HIGUERAS X X X X X X
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2008

Tanto en el Nú cleo Escolar de San Pedro como de Chosconty, del cual son parte las comunidades beneficiarias, en
cuanto a infraestructuras todas está n en estado regular. Todas las unidades educativas, tienen insuficiente
equipamiento; en lo concerniente a los servicios bá sicos, 5 unidades educativas tienen electrificació n, 1 cuentan
con sistema de agua potable y ninguna unidad educativa con servicios higiénicos y las viviendas de los maestros
se encuentran en regular estado.

La infraestructura de los establecimientos escolares está compuesta por aulas, direcció n, vivienda para maestros
y á rea escolar.

El equipamiento que tienen estas infraestructuras consta de bancos bipersonales, pizarras y otros muebles, en
menor cantidad, como ser escritorios, mesas y sillas.

El equipamiento que tiene estas escuelas por lo general es insuficiente, si bien fueron dotados de algú n material
como libros y guías, estos aun está n encajonados en la direcció n y los estantes de las aulas se utilizan para
depositar cualquier objeto y no libros o material bibliográ fico que fue el propó sito con el que se doto.

7.1.2. Salud

El sistema local de salud se descentralizó y municipalizó con la ley de Participació n Popular en la actualidad
depende de SEDES POTOSI con la dotació n de ítems y medicamentos esenciales, mientras que el municipio de
Villazó n tiene la responsabilidad de atender la infraestructura y equipamiento en cuanto se relaciona a puestos,
centros y hospitales de salud, con programas del SUMI Seguro Universal Materno Infantil, Salud Reproductiva,
Capacitació n y Otros Programas.

Las enfermedades con mayor prevalencia son las enfermedades diarreicas y infecciones respiratorias agudas que
de alguna forma está n relacionadas con los dañ os ambientales (contaminació n y desequilibrio en el hábitat de los
microorganismos por degradació n del ecosistema).Las auxiliares de los puestos sanitarios realizan la
capacitació n a las poblaciones de las comunidades, referente al seguro bá sico de salud.

CUADRO 34. INSTITUCIONES DE SALUD DISTANCIA HACIA LOS PUESTOS DE SALUD

COMUNIDADES LUGAR DE TIEMPO DE NIVEL DE N° DE N° DE N° DE PERSONAL


BENEFICIARIAS ATENCIÓN CAMINATA ATENCION AMBIENTES CAMAS
ENFERMERA MEDICO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 48


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Sococha 10 Km
YANALPA Yavichica 1er. Nivel 1 1 1
2 Km
(Argentina)
SOCOCHA Sococha - 1er. Nivel 5 2 1 1
CHOSCONTY Chosconty - 1er. Nivel 10 8 1 1
SAN PEDRO San Pedro - 1er. Nivel 23 2 1 1
San Pedro 2 km
SAN MARCOS - - - - -
Chosconty 4 km
Esquina
ESQUINA GRANDE - 1er. Nivel 6 3 1
Grande
Esquina
HIGUERAS 4 km 1er. Nivel - - - -
Grande
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

Como se puede observar las comunidades beneficiarias acuden tanto a comunidades cercanas a su poblado así
como a Yavi-chico de la Repú blica de Argentina, solo San Pedro e Higueras no cuenta con centro de salud y las
distancias a recorrer esta entre 4 a 5 km. de distancia.

7.1.3. Disponibilidad de Agua

En el á rea del proyecto, 4 comunidades como Yanalpa, San Marcos, Esquina Grande e higueras no cuentan con el
servicio de agua potable, teniendo los pobladores que proveerse del líquido elemento de pozos, ojos de agua o
ríos por su parte Sococha, Chosconty y San Pedro cuenta con servicio domiciliario a través de un sistema de agua
potable. La provisió n de agua en el á rea de influencia del proyecto se puede ver en el siguiente cuadro 31:

CUADRO 35. PROVISION DE AGUA POTABLE EN LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

COMUNIDADES BENEFICIARIAS SISTEMA DE AGUA POTABLE PROVISIÓN

No Rió
YANALPA
SOCOCHA Si -
Si -
CHOSCONTY
SAN PEDRO Si -
No Rió
SAN MARCOS
ESQUINA GRANDE No Rió
HIGUERAS No Rió
Fuente: Elaboració n propia en base a encuestas 2009

El anterior cuadro nos detalla la situació n de Agua potable de las comunidades beneficiarias, como se puede
observar, la població n que no cuenta con una red de Sistema de Agua Potable, pro se provee del liquido vital del
Rió .

7.1.4. Disposición de Excretas

En las comunidades beneficiarias como Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro ,San Marcos, Esquina Grande e
Higueras cuentan con letrinas a domicilio en cada comunidad se cuenta entre un 60 a 90% de las familias con
letrinas domiciliarias, en el caso de la Escuela y el Centro de Salud en comuniadades que cuentan con este
servicio cuentan con bañ os.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 49


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

7.1.5. Disponibilidad de Energía Eléctrica

En relació n a energía eléctrica, en las comunidades beneficiarias, las familias de los utilizan leñ a para el uso
doméstico, representando el 95% de las familias que utilizan este combustible, sin embargo existen familias, que
utilizan el gas, para el uso doméstico y la coccíó n de sus alimentos.

CUADRO 36. COBERTURA DE ENERGIA ELECTRICA

Tiene No tiene
Comunidad
Municipio Luz % Luz %

Villazon YANALPA 0% 100%


Villazon SOCOCHA 0% 100%
Villazon CHOSCONTY 100 0%
Villazon SAN PEDRO 5% 95%

Villazon SAN MARCOS 40% 60%

Villazon ESQUINA GRANDE 100% 0%


Villazon HIGUERAS 100% 0%
Fuente: Elaboració n propia basándose en encuestas 2009

La energía utilizada para la iluminació n en el á rea de influencia existe energía eléctrica en la mayoría de las
comunidades beneficiarias entre 5 y 40 % de familias deben acceder al servicio, entre otras fuentes de
iluminació n utilizan como principal fuente la leñ a, algunas familias utilizan como fuente de energía el gas.

7.1.6. Medios de Comunicación Existentes

En las comunidades de Sococha, Chosconty, se tiene comunicació n por ENTEL, mediante cabinas telefó nicas con
tarjetas o de administració n delegada, de discado directo nacional e internacional, las poblaciones de Yanalpa,
San Pedro ,San Marcos, Esquina Grande e Higueras no cuenta con este servicio algunas comunidades cuentan con
radios de transmisió n de los centros de salud para comunicarse.

7.1.7. Disposición de residuos sólidos

Al igual que acontece con los demá s servicios bá sicos en las comunidades beneficiarias, no se cuenta con
modalidades de recolecció n de residuos só lidos, por lo que tal hecha significa la problemá tica de la
contaminació n ambiental, cada familia de la comunidad dispone particularmente de sus desechos só lidos, que por
lo general es abandonarlos en algunos terrenos y al aire libre.

7.1.8. Vivienda

Generalmente las familias el á rea de influencia del proyecto cuentan con tres a cuatro habitaciones con uso
mú ltiples en algunos casos; dormitorio, cocina, cuarto de depó sito y otros usos, el tipo de vivienda predominante
es rú stica, con paredes de adobe, mayormente sin revocar tanto en el interior como en el exterior de cada
vivienda, sus techos de paja muy con techo de teja y calamina, el piso generalmente es de tierra en algunas de
ellas con cemento lo mismo ocurre con el patio que es de tierra. La tenencia de viviendas es del 95% como propia,
un 2% alquilada y un 3·% prestada.
El material de revoque predominante en las viviendas del á rea del proyecto el revoque de tierra seguido de yeso
y una importe cantidad que no cuentan con sus paredes revocadas.
El material predominante en el techo de las viviendas en las comunidades beneficiadas con el presente proyecto,
es la teja.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 50


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

7.1.9. Caminos

El territorio de la cuenca en el sentido má s amplio, facilita la relació n entre sus habitantes, independientemente
de su agrupació n en comunidades por razones político-administrativas, debido a su dependencia comú n al
sistema hídrico compartido, los caminos y vías de acceso y al hecho de que deben enfrentar a menudo peligros
comunes.

8. ORGANIZACIÓN SOCIAL

8.1. Instituciones u Organizaciones que Trabajan en el Área del Proyecto

A causa de la destrucció n de infraestructura como el puente ubicado en la comunidad de Higueras que fue
arrasado por la riada de añ os anteriores es que la empresa constructora contratada por el Servicio de Caminos
Departamental dependiente de la ABC Bolivia es que se realizan trabajos de construcció n de un puente para
reemplazar el que se llevo el río.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 51


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Así mismo Mediante financiamiento de la Prefectura aun se realizan trabajos armados de gaviones para
protecció n en la comunidad de Chosconty específicamente.

8.2. Organización Social y Asociaciones

En las comunidades beneficiarias del proyecto cuentan con organizaciones comunales distritales como los
comités de vigilancia, el corregidor, juntas escolares, organizaciones de productores; cada uno con sus
instrumentos de gestió n ejerciendo sus obligaciones de acuerdo a una Estructura Organizativa.

Así también se cuenta con las Organizaciones Territoriales de Base (OTBs) en cada comunidad que involucra el
proyecto.
Dentro de las autoridades políticas a nivel comunal se puede mencionar a los corregidores titulares, sub
corregidores, auxiliares entre otros como nos muestra el esquema siguiente:

ZONA ESTE

CORREGIDORES
CANTONALES

CORREGIDORES
AUXILIARES

REGISTRO CIVIL AGENTE REPRESENTANTES JUNTAS


JUEZ DE AGUA
MUNICIPAL OTB ESCOLARES

AGENTE
COMUNAL

Como se puede observar en las figuras, las estructuras de las autoridades políticas de microregió n a microregió n
no varia sustancialmente, los Corregidores dependen del subprefecto y a la vez los corregidores tienen
subalternos en el nivel comunal. Estas autoridades tienen la tuició n de velar y exigir el cumplimiento de las leyes
y resoluciones emanadas de autoridades superiores como Sub-prefecto y Prefectos.

Con referencia a las autoridades político- administrativas en el nivel cantonal, existe la presencia de las siguientes
instancias: Corregidor titular, Agente cantonal, Juez de mínima cuantía, Registro civil y comité de vigilancia. El
Corregidor titular al igual que los corregidores auxiliares tiene la misió n de hacer cumplir la Ley y solucionar los
conflictos que no hayan podido ser solucionados en las comunidades.

Las atribuciones de los agentes cantonales giran en torno a la regulació n de los límites del cantó n y al uso de los
recursos naturales. Los oficiales de Registro Civil son las encargadas de recibir las inscripciones de los recién
nacidos emitiendo el certificado de nacimiento correspondiente, certificado de defunció n cuando corresponda y
ofician actos matrimoniales tal cuá l señ alan las leyes pertinentes.

Los comisionados y delegados realizan actividades de acuerdo a las dictaminadas por las reuniones generales de
las comunidades y representan a sus bases en diferentes eventos.

Las juntas escolares tienen atribuciones o tareas específicas en lo concerniente a la educació n, ademá s que sirve
de nexo entre el profesor y la comunidad. Para la designació n de estas autoridades, la comunidad decide por

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 52


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

consenso su designació n, tomando en cuenta si la persona ha asumido otros cargos o responsabilidades dentro de
la comunidad. Otras autoridades de acuerdo a estatutos y reglamentos de la organizació n si se las tiene o de
acuerdo a usos y costumbres propias.

8.2.1. Sindicato

La presencia de la organizació n sindical, surge a partir de la Reforma Agraria 1953 con tendencias a
desaparecer en algunas de las comunidades del Municipio. Es una estructura orgá nica que tiene como finalidad la
defensa de los intereses econó micos y sociales. En nuestro país está reconocido el derecho de asociació n de
trabajadores por la constitució n Política del Estado y la Ley General del trabajo, la vigencia de los sindicatos es de
cará cter legal.

8.2.2. Club de Madres

Las presencia de organizaciones como club de madres, importantes por hecho, de que existe capacitació n a las
mujeres en el aspecto textil y productivo; también se tiene club deportivos que hacen al sano esparcimiento y
prá ctica del deporte de varias de sus manifestaciones y sus objetivos son la de integrar las comunidades, a través
de campeonatos; asimismo se tiene organizaciones de productores agrícolas y artesanales como productores de
semilla de papa y productores de alfarería, cestería y sombreros de lana entre los mas importantes; y finalmente
precisar las organizaciones de tipo comunal ya sea de tipo sindical, política u originaria con presencia en las
comunidades de San Marcos y Sococha.

8.3. Características Culturales

8.3.1. Costumbres y Festividades

En el cuadro siguiente presentamos un resumen de las principales fiestas que se llevan a cabo en las
comunidades, sin tomar en cuenta las fiestas patrias, ni las fiestas tradicionales como carnavales, Todo Santos y
otras que se celebra en todas las comunidades.
Las tradiciones y costumbres ancestrales que aú n tiene plena vigencia en la vida de los pobladores beneficiarios,
la creencia en Dios y el culto de la Religió n cató lica desde hace muchos añ os atrá s, se ha logrado constituir como
parte íntegra de la formació n humana y espiritual de las diferentes generaciones y que en muchos aspectos ha
logrado una articulació n y complementació n armó nica como parte de los usos, costumbres y creencias actuales.
Durante los ú ltimos añ os, también se ha llegado a introducir otras religiones y sectas, como la evangélica, que si
bien no está muy difundida a nivel del Municipio, en algunas comunidades ha logrado mayor cobertura,
alcanzando a elevar el porcentaje de la població n.
Bajo este contexto las fiestas que se celebran en las comunidades beneficiarias tienen estrecha relació n con las
fiestas religiosas que dan culto a un patró n (Virgen o Santo), así mismo celebran las fiestas patrias y costumbres
del lugar, cabe hacer notar que solo se está tomando en cuenta las festividades má s importantes de cada
comunidad.

CUADRO 37. CALENDARIO FESTIVO DE LAS COMUNIDADES BENEFICIARIAS

COMUNIDAD DIA MES FESTIVIDAD


YANALPA 2 Diciembre Virgen de Agua Chica
SOCOCHA 18 Julio Virgen del Carmen
CHOSCONTY 15 Agosto Virgen Concebida
SAN PEDRO 29 Junio San Pedro
SAN MARCOS 24 Marzo San Marcos
ESQUINA GRANDE 25 Julio Santiago

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 53


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

HIGUERAS 25 Julio Santiago


Fuente: Informació n en base a encuestas 2009

En el cuadro se muestra la variedad de fiestas que existen dentro de las comunidades del á rea del proyecto
consideradas las má s importantes sin quitar relevancia a las fiestas patrias que se acostumbra a recordar y
celebrar como las fiestas patricias y las fiestas de añ o como Navidad y Añ o Nuevo , Carnaval y Otros.

La comercializació n de la producció n agrícola generada para las comunidades inmersas en el proyecto se


efectiviza en los mercados de Tarija, Villazó n y la Quiaca (Argentina) que se realiza en forma cotidiana; los
actores principales son: minoristas y consumidores finales; el trueque ya no existe: las personas acuden só lo para
abastecerse de productos; el regateo de precios es una característica importante y está relacionada con la calidad
del producto.

Organizados en sindicatos, los vendedores son minoristas (en su mayoría mujeres) que compran los productos a
los transportistas o mayoristas; venden a los consumidores finales de los productos. Los volú menes de
transacció n individual son pequeñ os, pero en su conjunto generan un importante movimiento econó mico.

8.3.2. Ferias

Asimismo se debe mencionar también aquellas fechas festivas que van acompañ ados con la realizació n de ferias
agrícola ganaderas, generando un importante escenario para el intercambio (Trueque, cambalache) y venta de
productos agrícolas y ganado procedente de otras regiones aledañ as al Municipio.
Es importante mencionar que una de las ferias grandes de la zona es la FERIA de las Frutas que se lleva a cabo el
28 de Marzo

8.3.3. Religión

Segú n varios documentos, hasta antes de la llegada de los españ oles los habitantes de esta regió n practicaban la
religió n heredada de los aymaras, luego de los incas adorando a los fenó menos naturales, la madre tierra y la
existencia de un ser supremo que regulaba la vida de los hombres y la naturaleza.

Después de la conquista españ ola, como efecto de la tarea de los misioneros y sacerdotes adoptaron la religió n
cató lica, sin abandonar sus costumbres y tradiciones practicadas desde sus ancestros. Sin embargo en estos
ú ltimos añ os han proliferado las iglesias evangélicas (Testigos de Jehová , Asambleas de Dios, Marahanata, y otros
cultos) tanto en la ciudad y en menor proporció n en las comunidades dispersas, provocando un abandono
paulatino de las costumbres, la solidaridad y otras vivencias propias de las comunidades de antañ o, aú n esta
situació n muchas comunidades siguen manteniendo y practicando la religió n cató lica asociado a las heredadas
por sus antepasados aproximadamente el 76% de la població n practica la religió n cató lica y só lo el 24% es
protestante

8.3.4. Cultura

La Zona del proyecto, en sus orígenes perteneció a la cultura aymará con sus particularidades de idioma y
costumbre, su territorio perteneció al grupo étnico Chichas, segú n relata la historia fueron los primeros en
asentarse en ésta regió n, sobreviniendo luego muchas otras culturas tratando de someterlos, entre ellos los
Chiriguanos, pero fue la cultura inca la que logró conquistar el territorio con instituciones tan fuertes que
arrasaron con su idioma y tradiciones. Para su mejor control administrativo, dividieron el territorio en Secciones,
un ayllu en el Norte con asiento en Santiago de Cotagaita, y otro en el Sur, el ayllu de Yoscaba Mayor, siendo éste
el primer ayllu en el gran impero del Tahuantinsuyo, formá ndose así el cacicazgo de Sococha al que pertenecen
las actuales comunidades de Chipihuayco, Esquiloma, Villa Rosario, etc. Aú n existen en la zona ruinas de un
pueblo antiguo al que los comunarios llaman “Mauca Llanta” o “Pueblo viejo”, encontrá ndose cerá micas, collares,
armas y algunos instrumentos musicales quechuas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 54


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

En 1535, los españ oles en su paso a lo que hoy es Argentina y Chile, llegaron al ayllu Yoscaba Mayor con el fin de
conseguir alimentos y gente. Las riquezas encontradas en las riberas del río (al que después llamaron San Juan
del Oro), les causó gran codicia, asentá ndose en esta zona, fundando la comunidad de Sococha, la que se convirtió
en el centro de acciones comerciales y productivas. A partir del añ o 1584 formaron los “Repartimientos y
Cofradías”.

El 6 de agosto de 1825, Bolivia se declara libre, soberana e independiente con cinco departamentos, Chuquisaca,
La Paz, Potosí, Cochabamba y Santa Cruz. El 26 de julio de 1863, se crean las provincias Nor y Sur Chichas y de
ésta ú ltima, el 18 de septiembre de 1958, en la presidencia del Dr. Herná n Siles Zuaso créase la provincia Modesto
Omiste, con su capital de provincia Villazó n, con los cantones Chagua, Berque, Casira, Sarcari, Chipihuayco,
Sococha, San Pedro de Sococha, Moraya y Mojo.

8.3.5. Idioma

Debido a la influencia étnica que ha traído consigo lenguas (incluida la colonia) que hasta ahora se utilizan para
comunicarse entre los pobladores, de la ahora secció n de Provincia. Actualmente la informació n del INE 2001,
revela que el 76.6% de hombres y el 71.7% mujeres del á rea urbana habla el españ ol, seguido por el idioma
quechua 19.2% hombres y 23.9% mujeres, teniéndose un indicador de hablantes del idioma aymará 4.1%
hombres y 4.2% mujeres, lo cual quiere decir que, por la ubicació n de la ciudad en la frontera internacional con la
Argentina, cave destacar que durante el diagnostico en la zona del proyecto se determino que solo la gente
meyor de 58 añ os habla quechua y la població n joven no lo hace por efectos culturales de migració n a la
Republica de Argentina.

9. ESTRUCTURA AGRARIA.

Por la importancia social y econó mica que reviste el origen de acceso de la tierra de uso agrícola en zona del
proyecto, la estructura agraria es estratificada, siendo la tenencia de tierras como se muestra en el cuadro nn

CUADRO 38. ESTRUCTURA DE TENENCIA DE TIERRAS CULTIVABLES

SUPERFICIE
SUPERFICIE
C O MU N I D A D E S Nº FAMILIAS PROMEDIO POR
Has.
FAMILIA Has.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 55


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

HIGUERAS 24,67 21
1,17
ESQUINA GRANDE 10,72 16
0,67
SAN MARCOS 21,03 71
0,30
SAN PEDRO 42,36 81
0,52
CHOSCONTY 54,16 130
0,42
SOCOCHA 127,82 47
2,72
YANALPA 36,20 42
0,86
TOTAL 316,97 408
0,78
Fuente: Elaboració n propia sobre la base de informació n recopilada y medició n de los terrenos.

La mayor proporció n de las familias productoras (45%), manifiestan que su propiedad tiene su origen en una
dotació n efectuada por el Estado, a través de la Ley de Reforma Agraria, lo que supone la existencia de Títulos
Ejecutoriales que garantizan esta situació n.

Segunda situació n legal es la sucesió n hereditaria de la tierra efectuada de padres a hijos, esta situació n
seguramente tiene algunas complicaciones en cuanto al saneamiento de la tierra, (15%) de las familias
productoras entrevistadas asegura estar en esta situació n.

Otra situació n en cuanto al acceso a la tierra, está dada por la modalidad de arrendamiento (alquiler 12%), esto
implica que varias familias de esta zona no tienen acceso a la tierra bajo la modalidad de propietarios, sino má s a
lo contrario merman sus ingresos al pagar alquiler a los propietarios. Sin embargo estas familias provocan un
franco proceso de degradació n del recurso tierra, que no siendo propietarios no cuidan este recurso.

Otra finalidad es que les dan las tierras la comunidad para que la trabajen y sean parte de la comunidad (18%) en
su afiliació n y la produzcan la tierra de una buen manera sin degradarla ya que con el tiempo esta puede
pertenecer a ellos este tipo de dar la tierra es para aquellas personas o parejas que recién se han casado y no
cuentan con tierras y para que no se vayan de sus comunidades,

Finalmente otra modalidad de acceso a la tierra, es la que está generada por aquellos productores que han
realizado la compra de terrenos en la zona (10 %) de los entrevistados está n agrupados en esta forma de acceso a
la tierra.

Como se observa el régimen u origen de la propiedad agrícola y de sus propiedades totales de tierras, en el á rea
del proyecto tiene matices bastante particulares, por un lado dos formas de acceso son las que normalmente
ocurren en el á rea rural y las otras tres son estrategias que se utilizan para acceder a tierra en una zona con un
gran potencial de producció n.

9.1. Superficie Cultivada Actual

En la zona del proyecto, la superficie cultivada actual alcanza a 316.97 Has. Distribuidas en diferentes cultivos por
orden de importancia, en el cuadro siguiente, podemos ver esta situació n.

CU ADRO 39. SU PE RFICIE CU LTIVADA ( HAS)

SUPERFICIE (Ha)
Comunidad TOTAL
Maíz Papa Haba Hort.

Chosconty 16 11 15 2 44

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 56


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

San Marcos 7 4 3 1 15
San Pedro 15 8 13 2 38
Esquina Grande 5 2 1 1 9
Sococha 37 52 21 3 113
Higueras 8 5 6 2 21
Yanalpa 12 15 4 2 33
Total ha 100 97 63 13 273
Fuente: Elaboració n propia segú n mediciones de terrenos

En el cuadro anterior se puede ver que la superficie mas sembrada es el maíz por las características del lugar ya
que son cabeceras de valles seguida de la papa ya que son la dieta de los pobladores del lugar, por otra parte
está n los demá s cultivos para su auto consumo. Hay que hacer notar que también se siembran otros cultivos de
menor cultivos y existen terrenos en descanzo.

9.2. Superficie Cultivada Con Frutales

En el siguiente cuadro se puede observar que la superficie cultivada con frutales, está en funció n de las
condiciones agroecoló gicas que presenta la zona tales como: calidad del terreno, disponibilidad de riego, mano de
obra disponible, tecnología utilizada y la calidad de los insumos empleados, estos elementos son los que
determinan la superficie y los rendimientos del sistema actual de la producció n frutícola.

CU ADRO 40. SU PE RFICIE CU LTIVADA CO N FRU TALE S ( HAS)

SUPERFICIE (has) TOTAL


Comunidad
Durazno Manzana Vid

Chosconty 5 4 1 10
San Marcos 5 0 3 8
San Pedro 6 4 3 13
Esquina Grande 1 0 1 2
Sococha 3 2 0 5
Higueras 2 0 1 3
Yanalpa 4 2 0 6
Total 26 12 9 47
Fuente: elaboració n propia en base a mediciones

Segú n lo presentado en el cuadro anterior, la superficie aproximada de frutales de durazno, manzana, vid,
sumados los cultivos anuales en el á rea del proyecto se tiene un total de 47 has cultivadas. La extensió n de las
á reas cultivadas con durazno en toda el Rio Sococha es de 26 has, siendo las comunidades má s importantes en
producció n de durazno San Pedro con la mayor superficie cultivada con 6 has, seguido por Chosconty y San
Marcos con 5 has.

9.3. Área a Recuperada

La superficie recuperada por la implementació n del proyecto de Defensivos con Gaviones Río Sococha, se
muestra a consideració n, resaltando que por familia se incrementa 0.11 Has. de terreno cultivables por
recuperació n y habilitació n

CU ADRO 41. ÁRE A RE CU PE RADA

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 57


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

SUPERFICIE RECUPERADA
COMUNIDADES
Has.
Higueras 6,67
Esquina Grande 0,00
San Marcos 5,97
San Pedro 16,91
Chosconty 14,54
Sococha 0,00
Yanalpa 0,00
TOTAL 44,08
Fuente: elaboració n propia mediante mediciones

9.4. Área Cultivable

El á rea cultivable en la ribera del rio Sococha de las comunidades beneficiarias del proyecto alcanza a una
superficie de 316.97 Has, de terreno cultivable. Con un promedio de superficie por familia de 0.78 Ha como se
muestra en el cuadro 42.

CU ADRO 42. ÁRE A CU LTIVABLE SITU ACIÓN ACTU AL

SUPERFICIE PROMEDIO
COMUNIDADES SUPERFICIE HAS. Nº FAMILIAS
POR FAMILIA HAS.
HIGUERAS 24,67 21 1,17

ESQUINA GRANDE 10,72 16 0,67

SAN MARCOS 21,03 71 0,30

SAN PEDRO 42,36 81 0,52

CHOSCONTY 54,16 130 0,42

SOCOCHA 127,82 47 2,72

YANALPA 36,20 42 0,86


TOTAL 316,97 408 0,78
Fuente: elaboració n propia mediante mediciones

9.5. Área Potencial

El á rea potencial a ser manejado con la ejecució n del proyecto llega a 361.05 Has., ubicadas a las riberas del río
Sococha, como se muestra cuadro 43.

CU ADRO 43. ÁRE A PO TE NCIAL DE LA Z ONA DE L PRO YE CTO

SUPERFICIE
COMUNIDADES SUPERFICIE Has. Nº FAMILIAS PROMEDIO POR
FAMILIA Has.
HIGUERAS 31,34 21 1,49
ESQUINA GRANDE 10,72 16 0,67

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 58


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

SAN MARCOS 27,00 71 0,38


SAN PEDRO 59,27 81 0,73
CHOSCONTY 68,70 130 0,53
SOCOCHA 127,82 47 2,72
YANALPA 36,20 42 0,86
TOTAL 361,05 408 0,88
Fuente: elaboració n propia mediante mediciones

10. DISPONIBILIDAD DE CAUDALES.

Para determinar la disponibilidad de caudales, se determina las precipitaciones Una vez estimadas las
precipitaciones má ximas para determinados períodos de retorno por los métodos probabilísticos, se procede con
el cá lculo de las crecidas má ximas probables de la cuenca, teniendo en cuenta los factores condicionantes como
ser fisiografía, meteoroló gicos, etc.

Las Crecidas de proyecto descrita por Q max., se encontraron mediante la combinació n de métodos empíricos e
hidroló gicos a través de hojas electró nicas.

Existe una gran variedad de métodos empíricos para determinar Q max., el modelo que se empleo en el presente
estudio es el denominado Curva Nú mero (CN).

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 59


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Para continuar con los procedimientos empíricos se determinaron previamente los tiempos de concentració n y
retardo mediante las formulas siguientes:

PRECIPITACION ESPERADA DURANTE CUALQUIER AÑO ( 75% Pmedia anual) (mm)


AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL MAX. AREA DE
DIARIA "C" CUENCA
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (km2)
68,94 49,98 38,13 7,40 0,81 0,03 0,04 1,35 4,06 9,26 20,46 54,28 254,74 0,42 2805,56

VOLUMENES MEDIOS MENSUALES ESCURRIDOS (m3)

UNID ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL MAX.
AREA DE
DIARIA
"C" CUENCA
(km2)

m3 81231425 58892169 44928530 8723640 955760 37641 49097 1592388 4782074 10906139 24108394 63957371 0,42 2805,56
l/seg 30328,34 23504,22 16774,39 3365,6 356,84 14,5221 18,3308 594,53 1844,94 4071,886 9301,078 23878,95 0,42 2805,56

2.- Determinación de parámetros estadísticos

Media ( X ) = 28,34 mm

Desviación Estándar ( S ) = 8,99 mm

Moda ( Ed ) = 24,30 mm

Caracteristica ( Kd ) = 0,66 mm

Coef. de variabilidad (CV ) = 0,32 mm

3.- Determinación de lluvias máximas

hdT = Ed*(1+Kd*log(T)

Donde:
Ed = Moda
Kd = Caracteristica
T = Periodo de retorno

Cuadro de alturas de lluvias máximas para diferentes periodos de retorno

T( años ) 5 10 20 30 50 70 100 150 200 500


h( mm ) 35,6 40,4 45,3 48,1 51,7 54,1 56,6 59,4 61,4 67,8

Para efectos de diseño se considerará la altura de lluvia para un periodo de retorno de 100 años y un
riesgo de ocurrencia del 75%
Para T = 100 años hdT = 42,4 mm

4.- Determinación de lluvias máximas menores a las diarias

hdT = Ed*(t/12)^(0,2)(1+Kd*log(T))
5.- Tiempo de concetració n adoptado Tc = 10,71 hr
Cuadro de altura de lluvias para diferentes duraciones y periodos de retorno

6.- Determinació n de la intensidad de lluvia má xima para el tiempo de concentració n y el


Duración ( t ) de lluvias en horas
T (años) periodo de retorno de T = 100 añ os
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
5 35,58 40,87 44,32 46,94 49,09 50,91  hdT
52,50 53,92 55,21 56,38  57,47 58,48
10 40,43 46,45 i max
50,37 53,35 55,79 57,86  
i59,67
max = 61,28 62,75 64,08 
4,0 mm/hr65,32 66,46
20 45,29 52,02 56,42 59,76 62,49 64,81  Tc
66,84 68,65 70,28 71,78  73,16 74,45
30 48,13 55,29 59,96 63,51 66,41 68,87 71,03 72,95 74,69 76,28 77,75 79,12
50 51,71 59,40 64,42 68,23 71,35 74,00 76,31 78,38 80,25 81,96 83,53 85,00
7.- 70 Determinación
54,07 de la máxima
62,11 67,35 crecida 74,60
71,34 en base 77,37
a los pará79,79
metros81,95
encontrados,
83,91 para ello se 87,34
85,69 88,88
100 56,57 64,98 70,47 74,64 78,05 80,95 83,48 85,74 87,78 89,65 91,38
ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 92,98
60
150 59,41 68,24 74,01 78,39 81,97 85,01 87,67 90,05 92,19 94,16 95,97 97,65
“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
200 61,42 70,56 76,52 81,05 84,75 87,90 90,65 93,10 95,32 97,35 99,23 100,97
500 67,85 77,93 84,52 89,52 93,61 97,09 100,12 102,83 105,29 107,53 109,60 111,52
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

hará uso de la ecuació n del método racional

Qmax = C * i * A

Donde:
Qmax = Caudal má ximo (m3/seg)
C = Coeficiente de escorrentía (adimensional)
i = Intensidad má xima para el tiempo de concentració n (m/seg)
A = Area de aporte de la cuenca (m2)
A= 2805,56 km2

De acuerdo a las características de la zona se adopta el coeficiente de escorrentía


C = 0,42

Qmax = 1296,90 m3/seg

MEDICIONES DE CAUDALES

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 61


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Fig. 1. Aforo Comunidad Higueras Fig. 2. Aforo Comunidad Sococha Fig. 3. Aforo Esquina Grande

Fig.4. Aforo Comunidad San Marco Fig.5. AforoComunidad San Pedro Fig.6. Aforo Comunidad Chosconty

10.1. Conclusiones

Los caudales mensuales y los aforos realizados no coinciden por que el agua existente en la temporada de
realizació n del proyecto proviene de vertientes

El caudal má ximo adoptado para el proyecto es de 1296.90 m3/seg.

11. SITUACION SIN PROYECTO.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 62


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La erosió n e inundaciones de tierras agrícolas provocadas por el desborde y alto caudal que va por los 1296.90
m3/s en épocas de grandes avenidas del rió Sococha, debido a su alta pendiente que va en las cabeceras de las
montañ as circundantes a esta zona, este fenó meno que se presenta con mayor frecuencia en la zona afecta a las
familias que se encuentran adyacentes a su ribera, como son la comunidad de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San
Marcos, San Pedro, Esquina Grande e Higueras.

Esto origina considerables pérdidas econó micas y genera situaciones de riesgo para la salud, en la població n. Las
avenidas del rió Sococha, son sin duda una seria amenaza que perió dicamente y especialmente en la zona de
Esquina Grande e Higueras, ocasiona la pérdida de la producció n, dañ a las superficies agrícolas, erosiona y
devasta tierras de cultivos y principalmente pone en peligro la infraestructura pú blica y productiva.

Actualmente en el lugar del proyecto de estudio, por efecto de las precipitaciones pluviales extraordinarias
presentadas, durante los ú ltimos añ os, provocaron erosiones y cambio de curso del rio Sococha, por la formació n
de grandes meandros que, originan los cambios en la direcció n de las aguas del rio por efecto de su fuerza de
empuje son desviadas hacia la margen derecha, o izquierda segú n sea el caso, por lo que el problema de erosió n
es en ambas má rgenes del rio.

Durante los meses de lluvias de Octubre a Marzo se presentan perió dicamente avenidas en el rio Sococha, que no
son reguladas y debido al escurrimiento de grandes volú menes de agua origina caudales que producen
considerables pérdidas de terrenos de cultivo, debido al fenó meno de erosió n lo que ha originado que hasta la
fecha en el sector del proyecto se está buscando preservar 316.97 has de tierras agrícolas y 44.08 has de tierra
recuperadas, habiendo muchos agricultores perdido totalmente o parcialmente sus tierras que se encontraban a
las riberas del rio , por lo que se hace necesaria construir esta y otras obras de protecció n para así evitar la
erosió n constante de tierras de cultivo, que es fundamentalmente el problema de la zona.

Si bien se ejecutaron trabajos por parte de los afectados, que fueron realizados en un momento dado pero que no
fueron terminados en su totalidad, por estar en zona de riesgo a desborde y erosió n, las condiciones cambiantes y
la falta de protecció n en diversas zonas del rio Sococha, así como los escasos trabajos de mantenimiento en su
cauce, han provocado que se presenten nuevas zonas críticas no protegidas con riesgo de erosió n e inundació n,
las cuales deberá n ser evaluadas en su conjunto.

En tal sentido, con miras a mejorar el resultado de los trabajos de defensa ribereñ a y encauzamiento, se propone
ademá s de ejecutar la obra identificada, la programació n y la intervenció n en el rió Sococha desde Yanalpa hasta
higueras, con el fin de orientar estos trabajos hacia lo que sería el tratamiento integral de cauce de esta quebrada,
los cuales se complementará n con actividades de descolmatació n y reforestació n, de las riberas del rió .
Desde el punto de vista institucional, este hecho constituirá un gran avance importante en la vida de los
agricultores puesto que se dará un salto al uso de la tecnología de defensivos que incorporen y recuperen tierras
cultivables. Desde el punto ambiental, la implementació n de este proyecto permitirá que los agricultores trabajen
en condiciones má s favorables y resguarden su salud y el riesgo de sembrar sus tierras y se controlara la
contaminació n ambiental.

11.1. Posibilidades y Limitaciones para Implementar la Solución al problema

El Municipio de Villazó n tiene la posibilidad de lograr el financiamiento del presente proyecto a través de la
Prefectura Departamental de Potosí.

11.1.1. Limitaciones

Se podría exponer como limitació n, la falta de conocimiento por parte de los usuarios del sector afectado, la
exigencia por parte del estado para poder emplear los recursos econó micos asignados por el Ministerio de
Agricultura

12. CARACTERÍSTICAS DE LA PRODUCCIÓN AGRONÓMICA

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 63


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

En toda el á rea del proyecto, la actividad agrícola y particularmente la producció n de los frutales es de forma
tradicional, no se aplica ninguna tecnología especializada, el cultivo de la tierra se lo realiza como lo practicaban
desde tiempos ancestrales. El tipo de tracció n que se emplea, para la realizació n de las diferentes labores
culturales, es mediante la tracció n animal como la mula o caballo y en una mayor parte manual con herramientas
menores como azadones, palas, picos.

La actividad agrícola es la principal base productiva de la zona. El 100% de la població n está involucrada en esta
actividad, el aporte que el sector agrícola realiza al PIB regional es indeterminado, esto se debe a los bajos niveles
de productividad, a la utilizació n de tecnología tradicional con base en la mano de obra familiar, a las limitaciones
que presenta la agricultura y al rá pido agotamiento de la capacidad productiva de la tierra.

La zona del proyecto posee deficiencias en aspectos climá ticos dirigidos al aparato productivo agropecuario, esta
situació n se manifiesta con la ausencia de lluvias en épocas necesarias (octubre a noviembre) produciéndose
mermas en la provisió n de agua de riego y en algunos casos la falta de un canal de riego para poder cubrir los
requisitos del cultivo o planta, así mismo la presencia de granizadas en los meses de floració n y fructificació n de
los cultivos hace que los rendimientos sean bajos comparados con otros de la regió n, la presencia de heladas de
igual manera reduce los rendimientos de los cultivos, afectando de esta manera a los ingresos de los habitantes
de la regió n con la consiguiente migració n para paliar sus escasos recursos econó micos.

Las condiciones econó micas está n limitadas por la escasez de recursos productivos, por la debilidad de la
estructura general de producció n, careciendo de infraestructura productiva, control del medio ambiente,
comunicaciones pero principalmente la crecida del Río Sococha esta situació n muestra la gran debilidad del
productor campesino con respecto a los requerimientos del mercado actual.

12.1. Aspectos medioambientales

El á rea del proyecto se encuentra en la zona Este de la Provincia Modesto Omiste, posee pendientes
pronunciadas, los terrenos son casi planos que están ubicados a las riberas del río Sococha, precisamente es este
río que causa problemas en los terrenos de cultivo y el á rea civil al salir de su cauce natural, provocando pérdida
de terrenos de cultivo, destrucció n de viviendas familiares, provocando de esa manera la pérdida de calidad de
vida, el abandono de terrenos de cultivo y la migració n.

Así mismo, y en épocas de crecimiento de cultivos, se presentan otros fenó menos meteoroló gicos como sequías,
heladas y granizadas, que provocan dañ os a los cultivos del á rea del proyecto, ocasionando pérdidas econó micas
a los pobladores de la regió n.

12.2. Principales Cultivos

La falta de excedentes considerables, determina que, en la agricultura tradicional, la tecnología sea intensiva en
fuerza de trabajo y que se realice una explotació n excesiva de las frá giles condiciones del suelo, careciendo de
elementos técnicos en relació n a la conservació n y renovació n de su capacidad productiva.

A continuació n presentamos una descripció n de los principales cultivos y las variedades por piso ecoló gico con
ligeras diferencias.

CU ADRO 44. PRINCIPALE S CU LTIVO S DE LA Z ONA DE L PE RO YE CTO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 64


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

COMUNIDADES PRINCIPALES CULTIVOS DE LA ZONA


YANALPA Manzana, zanahoria, repollo, perejil, tomate, lechuga, papa, maíz, haba, cebolla
SOCOCHA Durazno ,manzana, uva, albarillo ,damasco, zanahoria ,lechuga, papa, maíz, haba, cebolla
Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, pera, zanahoria, repollo, perejil, tomate, lechuga,
CHOSCONTY
papa ,maíz, haba, cebolla

SAN PEDRO Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, nuez, pera, zanahoria, repollo, perejil, tomate,
lechuga, papa ,maíz, haba, cebolla

SAN MARCOS Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco. Higo, nuez, pera, zanahoria, repollo, perejil,
tomate, lechuga ,maíz,

ESQUINA GRANDE Durazno ,manzana, uva, albarillo, damasco, higo, pera, zanahoria, repollo, perejil, tomate,
lechuga ,maíz,

HIGUERAS Durazno ,manzana, uva, albarillo ,damasco, repollo, zanahoria, perejil, lechuga papa, maíz,
haba, cebolla
Fuente : Elaboració n Propia en base a encuestas 2009

CUADRO 45. PRINCIPALES VARIEDADES DE LA ZONA DEL PROYECTO

CULTIVO VARIEDADES (En orden de importancia)


Arveja Arvejona, Criolla, Morochita, Arvejilla, Chica.
Haba Habilla, Criolla, Cuarentó n, Mediana, Grande, Chica, Morada, Habató n, Habones, Habona.
Papa Desire, Collareja, Revolució n, Malcacho, Huaycha, Sani, Runa, Imilla, Quinca, Rebolo.
Cebada Cervecera, Berza.
Maíz Amarillo, Blanco, Culli, Checchi, Chullpi, Pazancalla, Rosado, Chagua, Bilco, Cafia.
FRUTA  
Albarillo Criollo
Ciruela Guinda, Amarilla, Roja.
Damasco Criollo
Durazno Ulincate amarillo, Blanco, Criollo, Fruta de Partir, Frisco, Almendras.
Granada Roja
Higo Criollo
Limó n Argentino
Manzana Deliciosa, Criolla, Verde
Naranja Valencia
Nuez Comú n
Pera Criolla
Tuna Blanca, Amarilla, Colorada, Rosada.
Uva Criolla, Negra.
HORTALIZAS  
Cebolla Blanca, Colorada, Roja, Cochabambina, Rosada, Redonda, Cebollina, Torentina, Hoja.
Zanahoria Chantanay
Lechuga Comú n
Fuente : Elaboració n Propia en base a encuestas 2009

La estructura de cultivos de una familia depende de la disponibilidad de tierra con la que cuenta, existe cultivos
que la familia considera indispensables los cuales siembra en mayor cantidad. La zona es apta para todo tipo de
cultivos, siendo el principal el maíz (Zea Mays) y la papa (Solanum Andígenum) que se constituyen en la base
econó mica como en la dieta diaria, ocupa el primer lugar en cuanto a superficie cultivada, seguido del trigo

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 65


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

(Triticum aestivum), la cebada (Hordeum vulgare), haba (Vicia Fava),), también se cultivan hortalizas cereales
mayores y otros.

Se dará n algunas características de los cultivos que se producen en la zona.

12.2.1. Cereales

[Link]. El maíz

Se cultiva en la zona en toda la ribera de los ríos aledañ os, en las parcelas que tienen disponibilidad de riego, por
ser un cultivo con k (coeficiente) elevado. La época de siembra es septiembre a octubre, prolongá ndose hasta el
mes de noviembre. La cosecha de este cultivo se realiza cuando el cultivo ha alcanzado su madurez fisioló gica, se
procede a la cosecha en forma manual con la ayuda de una hoz, gavillando para su secado y su posterior deshoje,
seguido de secado y desgranado.

El cultivo del maíz en el á rea del proyecto es muy susceptible al ataque del carbó n como al ataque del gusano
cogollero, enrrollamiento, gorgojo, polilla, gusano de la mazorca, barrenador y otros. A estas plagas y
enfermedades no se realiza tratamientos fitosanitarios, ni la rotació n de cultivos.

[Link]. Cebada.

La cebada a nivel del agricultor tiene un significado de rusticidad y seguridad de cosecha, siendo de preferencia
por los agricultores en la zona;

Como alimento humano, actualmente ha adquirido importancia dentro la agroindustria, para la elaboració n de
cerveza. Pero en la zona solo sirve para el consumo humano y forraje de ganado, lo excedentario para la venta.

En el tiempo de su adaptació n este cereal es má s rú stico que el trigo, lo cual ha permitido su vigencia en la zona,
teniendo un uso alternativo en funció n de las condiciones de clima, si las heladas afectan al cultivo se opta en
cortar y tener cebada en berza para la ganadería. Si no ocurre lo mencionado se permite que cierre su ciclo
bioló gico y tener cebada en grano.

La producció n nacional de este cereal, proviene de parcelas de los pequeñ os agricultores como son las 5
comunidades beneficiarias con el proyecto, donde las posibilidades de aplicar tecnología avanzada, para mejorar
los rendimientos son difíciles, debido a que no cuentan con recursos y medios para asumir cambios y el proceso
de convencimiento es lento.

El control de plagas y enfermedades en este cultivo no es de mucha importancia ya que es resistente a


fenó menos naturales adversos también es resistente al ataque de plagas y enfermedades. Pero no inmunes por
ello se tiene: royas, polvillo negro, entre las plagas se tiene la yaja, conejos, ratones.

En cuanto a la época de siembra en la zona baja se siembra dos veces al añ o ya que siembran en el mes de mayo a
junio en la ribera del rió Sococha con la susceptibilidad de que si se adelantan las lluvias en las primeras riadas
pierden toda lo que han sembrado.

12.2.2. Tubérculos

La producció n de tubérculos y raíces en la zona tiene impacto mayormente en el abastecimiento de alimento


directo a los agricultores y los mercados locales.
[Link]. Papa

El cultivo de la papa (Solanum Andígenum) es una actividad econó mica de mucha importancia y base de auto
subsistencia. La relativa rusticidad de la planta y su resistencia a las inclemencias del clima, y el gusto adquirido
por sus cultivadores, han hecho de este cultivo el alimento bá sico de las culturas que habitan la zona. El hábitat

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 66


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

tradicional de las papas del tipo andígenum en la zona de estudio y/o sus similares, donde por experiencias y
expectativas del agricultor lo cultivan en las mejores tierras agrícolas con el objetivo de obtener buenos
rendimientos. El consumo de papa en el á mbito nacional alcanza a 120 Kg. per capita, siendo notable la diferencia
entre regiones la del altiplano es la de mayor consumo, luego está n los valles y finalmente el tró pico.

En cuanto a variedades comerciales existen cerca de 150 (relacionadas con los atributos que tiene cada una de
ellas para su preparació n y otras en mejora entre las má s conocidas tenemos: Sani imilla, Malcacho, Yana imilla,
Imilla blanca, Desiree, Revolució n, del grupo de papas holandesas, El rendimiento en la zona alcanza a 120 qq/Ha.

Las papas amargas de la regió n en especial son para la elaboració n de chuñ o, mientras que las demá s variedades
son para el consumo familiar y el excedente para la venta (seleccionada).

La superficie de papa cultivada en la zona es muy variada, dependiendo de las condiciones climatoló gicas; si son
buenas y las lluvias han caído oportunamente entonces la superficie cultivada es alta, caso contrario se opta por
sembrar papa en pequeñ a cantidad y sobre esta base de tierra disponible se ajustan los otros cultivos. En otras
palabras cuando se desiste de la siembra de papa en gran cantidad, recién se toma la decisió n sobre los otros
cultivos que cubrirá n la parcela.

Para poder cultivar la papa se realiza, la preparació n del terreno, (barbecho), aprovechando las ú ltimas lluvias,
generalmente en los meses de abril y parte de mayo, el objetivo es la aireació n del suelo, oxidació n y el de
controlar la propagació n de las malezas, plagas y enfermedades, este proceso de control ayuda al incremento de
materia orgá nica por el proceso de descomposició n de la cubierta vegetal existente. La primera siembra se realiza
en los meses de agosto y septiembre, bajo riego (misk’a), la siembra grande en los meses de octubre noviembre.
La fertilizació n se la realiza en el momento de la siembra, utilizando el estiércol de ovino, equino y vacuno. La
utilizació n de fertilizantes químicos es reducida sé prá ctica una actividad agroecoló gica. La distancia de siembra
es de 40 a 50 s/s y 25 a 35 pl./pl. La cantidad de semilla promedio que utilizan es de 20 a 23 qq/ha. Las
enfermedades y plagas que atacan a este cultivo durante el ciclo bioló gico como en silo son la Rhizoctonia solani,
Sarna, Phitphtora infestans, gusano blanco (Premnotrypes latitrorex), gusano cortador (Kaspi Khuru), A los
mismos no realizan control fitosanitario adecuado.

12.2.3. Leguminosas

Las leguminosas son cultivos que tiene gran demanda en el mercado Local Regional y Departamental.
Generalmente son especies de ciclo corto 3 - 4 meses considerados como cultivos intensivos. Entre las
leguminosas que se cultivan en la regió n y por orden de importancia esta el haba, a estos cultivos se los denomina
como cultivos benéficos porque incrementan al suelo nitró geno, y porque posee ventajas comparativas para la
producció n agrícola departamental.

[Link]. Haba.

El consumo de haba verde se ha impuesto desde la colonia hasta nuestros días como alimento que no discrimina
el campo de la ciudad. Es una de las legumbres de consumo masivo, manifestándose en el tiempo su incremento y
preferencia.

La zona del proyecto, en pequeñ a escala se ha convertido en proveedor de los mercados cercanos como Villazó n y
Tupiza, Es notable la ausencia en la zona el apoyo hacia este cultivo, al no existir instituciones que se preocupen
de la investigació n, mejoramiento, labores culturales y otros, lo cual muestra el abandono del apoyo estatal, por
incentivar la actividad agrícola.
La cosecha de haba verde se realiza cuando la vaina o legumbre ha cuajado totalmente y el grano ha tomado
consistencia. Cuando se pasa el punto mencionado lo mejor es que concluya su ciclo bioló gico hasta convertirse
en haba seca.

La producció n y el consumo de haba seca tiene importancia igual o mayor a la del haba verde. Existe interés de
industrias extranjeras productoras de alimentos, que requieren el haba para la preparació n de sus alimentos, por

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 67


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

su alto contenido de proteína y su valor alimenticio complementario. Una de las limitantes para exportar, son los
reducidos volú menes disponibles y los indicadores de calidad, uniformidad, tamañ o, color y otros aspectos.

La siembra se realiza una vez preparado el terreno, y debe ser bien mullido, hú medo para una germinació n, la
cantidad de semilla por hectá rea es de 5 a 6 qq. Y su rendimiento varía de 40 a 60 qq/Ha., en la zona baja
siembran en el rio mismo para poder aprovechar mientras el clima y la presencia de agua de manantiales en el
lugar sea optima.

El cultivo de las leguminosas en la regió n en su generalidad presenta enfermedades y plagas como también
malezas que son comunes las mismas no tienen ningú n tipo de tratamiento fitosanitario. Las enfermedades má s
frecuentes son: Oidium, Antracnosis, Fungosas, royas rojas, etc. Y entre las plagas má s comunes está n: Gusano
verde, afidios, pulgó n verde y negro también los cogolleros, yaja y los roedores en fruto.

12.3. Calendario

El calendario agrícola en la zona comienza en abril dependiendo de la humedad del suelo, con la preparació n de
los suelos, y en las tierras bajo riego comienza en el mes de mayo - junio, con la preparació n y siembra de
tubérculos y leguminosas (siembra chica). Posteriormente se realiza la siembra grande en octubre y principios de
noviembre. El ciclo bioló gico de los cultivos es variable, generalmente es de 5 a 6 meses. Como se observa en el
calendario agrícola. La cosecha se realiza en los meses de Abril y mayo.

CUADRO 46. CALENDARIO AGRÍCOLA DEL AREA DEL PROYECTO

Actividades Enero Febrero Marzo Abril Mayo Junio Julio Agosto Septiembre Octubre Nov. Dic.
Habilitación o      
desbroce de
tierras        
Preparación del  
terreno                
 
Siembra
                 
   
Cosecha
             

Secado y venteado
Fuente: Elaboració n propia, en base a entrevistas

12.4. La Agrofruticultura

La actividad productiva por las familias en el Rio Sococha, es la agrofruticultura, tipificada principalmente como
tradicional, por la escasa incorporació n de tecnología (maquinarias, insumos y técnicas mejoradas de
producció n). La agricultura desarrollada está destinada mayormente al consumo familiar en todas las
comunidades, mientras que la fruticultura está un poco má s desarrollada, con frutales como durazno, manzana,
pera, así como nuez en la cabecera de la cuenca y en la parte baja abundan los parrales de uva. La prá ctica
agrícola es tradicional y se debe a las limitaciones de terrenos, falta de capital, asistencia técnica e informació n.
La tecnología utilizada y las técnicas de cultivo no varían en el tiempo y predominan las prá cticas e instrumentos
tradicionales, como ser herramientas manuales entre estas los picos, azadones, hoz, pala, rastrillos, arado de
madera y muladar.

12.4.1. Calendario Agrícola

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 68


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El calendario agrícola, para los frutales de la zona, empleado en las comunidades beneficiarias del proyecto se
detalla a continuació n:

CUADRO 47. CALENDARIO DE FRUTALES

MESES DEL AÑO


ACTIVIDADES Mar
Ene. Feb. . Abr. May. Jun. Jul. Agt. Sep. Oct. Nov. Dic.
 
Preparació n del terreno
 
Siembra/Transplante

Labores culturales  

Cosecha

 
Conservació n
Fuente: Elaboració n propia, en base a entrevistas

12.4.2. Preparación del Terreno

Como consecuencia de que los terrenos de la zona que son aptos para cultivo presentan pendientes suaves a
planas, de acuerdo a la ubicació n y época de preparació n se practica la quema de rastrojos, exponiéndolos al
lavado por escorrentía superficial, estos terrenos pierden su fertilidad de forma acelerada, ya que son cultivados
de manera intensiva porque son trabajados con tracció n mecá nica, también con tracció n animal y en algunos
casos cuentan con riego permanente y complementario de acuerdo a la época.

12.4.3. Fertilización

La fertilizació n que se practica en la zona del proyecto, es deficiente y está mayormente basada en la aplicació n
del abono orgá nico (guano de los animales), que tiene costos elevados, por ende los terrenos que son explotados
no tiene una adecuada composició n de nutrientes para obtener rendimientos regulares. La zona tiene serias
dificultades por las características físicas de los suelos que en su mayoría son franco arenosos, con tendencias a
degradarse con mayor rapidez, por el uso intensivo que se da con la producció n agrícola.

12.4.4. Plagas y Enfermedades

Actualmente, el sistema de producció n de frutales presenta grandes dificultades, influenciadas por el manejo
inadecuado del agua bajo el sistema de riego tradicional, que no realiza una distribució n efectiva del riego a las
plantas. Se observa la presencia muy marcada de plagas que afectan considerablemente a los frutales, entre ellas
la plaga que má s afecta a la producció n es la arañ uela.

El control de plagas y enfermedades que se desarrolla en el á rea de la cuenca, no es el adecuado y se realiza de


forma empírica, lo que ocasiona que el tratamiento só lo resulte para algunas plagas o enfermedades conocidas,
sin embargo en algunas plagas o enfermedades aú n desconocidas que van apareciendo circunstancialmente, la
manera de proceder no es efectiva.

Entre las plagas y enfermedades má s frecuentes que podemos mencionar esta la pulguilla en los durazneros, en la
vid el hongo plasmopara vitícola, y en general en todo tipo de plantació n abunda la arañ uela.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 69


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

No existe una planificació n que controle los efectos de los químicos que utilizan los productores, que resultan
nocivos para las plantas y suelo.

12.4.5. Cosecha

La cosecha de la producció n de vid y durazno se la realiza en el mes de febrero y marzo, en algunos casos se
puede extender hasta abril o mayo, para lo cual se requiere mayormente mano de obra local.

La calidad del producto depende directamente de la determinació n del momento ó ptimo de la cosecha, pues se
debe cosechar en un momento adecuado de humedad, lo cual, significa una mayor dureza y resistencia al ataque
de plagas.

El color del durazno es una buena guía para iniciar la cosecha; lo que influye en esta prá ctica es el destino de la
producció n. De la producció n de duraznos aproximadamente el 70% se comercializa o se consume como fruta
fresca, y el 30% en forma deshidratada (nombre local: peló n o mock’ochinchi); mientras que de la producció n de
uva, el 15 a 20% es destinada a la venta o se comercializa como fruta fresca.

12.4.6. Rendimientos y Volúmenes de Producción

Se puede observar claramente que los rendimientos y los volú menes de producció n, alcanzados por los
principales frutales y otros productos cultivados en las comunidades del Rio Sococha no son muy alentadores y
eso se debe principalmente a la falta de terrenos cultivables.

12.4.7. Pérdidas en la Producción de Frutales

Del aná lisis e interpretació n realizados en anteriores cuadros, se puede determinar un porcentaje de pérdidas en
la producció n de frutales que alcanza el 20%, ocasionado por diversas causas, entre ellas: las plagas y
enfermedades, la falta de agua, el granizo, la helada, la fertilidad de los suelos e incluso las pérdidas ocurridas
durante la cosecha de la fruta.

12.4.8. Destino de la Producción

Segú n datos proporcionados en las entrevistas comunales la producció n de frutales, ademá s del autoconsumo, es
muy poco comercializado, en muchos casos la fruta es destinada a la elaboració n de fruta deshidratada (peló n,
pasas, etc.), condició n que le permite almacenar por varios meses y comercializar o consumir gradualmente de
acuerdo a los requerimientos del productor y el consumidor.

12.4.9. Comercialización

Por las características del Municipio de Villazó n y de la zona ya que se encuentra en las carreteras principales de
Villazon Tupiza, Villazon Tarija y Villazon Argentina los productos que pudieran sacar en añ os buenos lo realizan
a estos lugares la comercializació n a estas zonas mediante la venta o el trueque.

 Venta: Este tipo de comercializació n se caracteriza por recibir a cambio de un producto determinado una
cantidad de dinero que le permite al vendedor obtener mayores ventajas que en el trueque. El dinero
obtenido podrá invertirlo en diferentes necesidades familiares.

 Trueque: En este tipo de comercializació n la característica es que se recibe un producto a cambio de otro
producto similar en volumen generalmente esta actividad se la realiza en productos alimenticios. Esta
prá ctica en la actualidad es menos frecuente que la venta directa y ofrece menores beneficios ya que los
precios de los diferentes productos del trueque no son los mismos y en la mayoría de los casos el
productor local pierde parte del valor real de su producto.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 70


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

12.5. Rendimientos Promedios Actuales en el Área

La producció n familiar promedio varía de acuerdo a la superficie cultivada, así como a los niveles de rendimiento
de cada producto que, a su vez, está n condicionados por varios factores, como ser la calidad de la semilla, las
condiciones climatoló gicas y otros elementos que determinan las variaciones en la producció n.

Los tipos de agricultura que se practican en la zona son: Cultivos agrícolas a secano o temporal, que se realizan
só lo en época de lluvias, no existen cultivos bajo riego. Por esto, su calendario agrícola está sujeto a la
temporalidad de la época de lluvias.

CUADRO 48. RENDIMIENTO DE PRODUCCION DE LA ZONA EL PEROYECTO

CULTIVO BUENA REGULAR MALA


Maíz 15.6% 80% 4.4%
Haba 12.2% 80.5% 7.3%
Arveja 17.6% 82.4% 0%
Papa comercial 10.2% 85.9% 3.9%
Cebolla 21.7% 75.4% 2.9%
Zanahoria 0% 100% 0%
FRUTAS
Alvarillo 0% 100% 0%
Ciruela 0% 100% 0%
Damasco 0% 100% 0%
Durazno 8.3% 83% 8.3%
Manzana 13.8% 75.9% 10.3%
Higo 0% 100% 0%
Pera 100% 0% 0%
Uva 50% 0% 50%
Fuente: Elaboració n propia, en base a entrevistas 2009

12.6. Nivel Tecnológico de la Población

El desarrollo tecnoló gico agrícola en la zona se manifiesta en la identificació n de las tierras agrícolas por la
calidad de suelos, por el clima, por el tipo de cultivo a ser producido, la rotació n y el descanso de tierras agrícolas
con el fin de recuperar la fertilidad, todo ello era una prá ctica rutinaria y está aun vigente en nuestros días, las
terrazas y las labores culturales son totalmente tradicionales, como efecto de ello se tiene rendimientos de
subsistencia, la siembra de los cultivos es tradicional a mejorado utilizando tractores agrícolas.

Este tipo de agricultura se mantiene en toda la zona, la utilizació n de las herramientas agrícolas como: arado de
discos y palo traccionado por una yunta de bueyes o la mula, picotas, etc. Todo esto es la expresió n del estado de
avance tecnoló gico en que se encuentra la agricultura, la misma está sujeta a desarrollo de acuerdo a las
condiciones y necesidades que se presentan y podrían presentarse a futuro. El á rea del proyecto carece de
sistemas de riego mejorado. El uso del agua en la regió n entre otras cosas hace posible prolongar el ciclo de
crecimiento de las plantas y ayuda a prevenir los períodos de sequía, con consecuencias para la cosecha.. Todo
ello en su bú squeda de obtener mayor seguridad en la pecuaria dentro de las condiciones ecoló gicas y
topográ ficas complejas de la regió n. Dentro de este campo se observan dos dimensiones que son la dimensió n
prá ctica y la dimensió n ética o simbó lica es así: que no se buscan salidas individuales ante la sequía como por
ejemplo realizar el sistema de riego con galerías filtrantes y así poder aprovechar mejor el agua del subsuelo o de
las vertientes para poder mejorar así la salud de una chacra mientras que las otras permanecen secas. Con esta
observació n la tecnología agropecuaria en la regió n es tradicional. No existen sistemas de riego.

Los agricultores de la zona del á rea del proyecto, segú n informes de autoridades como de las personas
encuestadas manifestaron que el uso de insumos es muy bajo (semillas, abonos, pesticidas, etc.), algunas
personas utilizan fertilizantes, pesticidas y fungicidas especialmente en la zona baja, p e r o de ma n e ra
e mp í ri ca ut i li za n ca n t i da de s inadecuadas en sus tratamientos, posteriormente está situació n tendrá

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 71


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

efectos gravitantes en la fertilidad del suelo, y la biodiversidad, el mayor porcentaje (60 a 70 %) utiliza
fertilizante químico para la fertilizació n de sus parcelas de cultivo en especial papa, maíz y los otros tubérculos. El
tratamiento a las enfermedades es tradicional.

En resumen podemos decir que el esquema productivo en la jerga econó mica del Desarrollo Agrícola se conoce
como el MODELO TRADICIONAL MEJORADO cuyas características son:
Adopció n de cambios tecnoló gicos
Producció n para el mercado.
Limitaciones en recursos técnicos, econó micos e infraestructura productiva.
Alta concentració n de mano de obra en las labores agrícolas
Uso de semilla certificada.
No existe un impulso con fundamentos técnicos, científicos y econó micos, para un
desarrollo sostenible del sector agropecuario de la regió n.

12.7. Costos de Producción de los Principales Cultivos

12.7.1. Producción Actual Agrícola

Por las condiciones climá ticas de valles y cabeceras de valles y tierra intermedia con microclimas muy variables,
en la zona se cultiva diferentes especies como ser cereales menores, mayores, leguminosas y tubérculos de éste
ú ltimo variedades andinas y exó ticas, la zona es rica en germoplasma por existir una infinidad de variedades
nativas, mientras que las solanum tuberosum es poco manejado a estas zonas por diferentes factores en especial
climá ticas. La producció n agrícola es muy baja ya que el rendimiento segú n las encuestas realizadas no alcanza a
los promedios Departamentales mucho menos a las nacionales.

CUADRO 49. VOLUMEN DE LA PRODUCCIÓN AGRÍCOLA

CULTIVOS SUP. HAS. % RDTO TM/HA. PROD. TOTAL TM.

Maíz 100 36,6 8,4 839,7


Haba 63 23,1 7,8 488,6
Papa 97 35,5 6,3 613,9
hortalizas 13 4,8 3,1 39,7
TOTAL 273 100 25,5 1982,0
FRUTALES
Durazno 26 55,3 6,9 179,8
Manzana 12 25,5 4,4 52,9
Vid 9 19,1 4,4 39,7
TOTAL 47 100 15,7 272,4
FUENTE: Elaboració n propia de la consultora en base a mediciones y encuesta

En el cuadro anterior se observa la superficie ocupada por cada uno de los cultivos, su rendimiento y su
producció n total, en los dos sistemas de siembra bajo riego y a secano, el mismo es resultado de las encuestas
realizadas en las comunidades beneficiarias con el proyecto. El cuadro 50 resume toda la producció n agrícola y
frutícola de la zona, El cultivo de la maíz es importante ya que ocupa la mayor cantidad de superficie.

CUADRO 50. VALOR DE LA PRODUCCIÓN

PROD. VALOR DE LA
SUP. RDTO PRECIO
CULTIVOS % TOTAL PRODUCCIÓN
Has. Tn/Ha. $us./Tn.
Tn. $us:
680290,3
Maíz 100 36,6 8,4 839,7 810,1

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 72


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

98949,9
Haba 63 23,1 7,8 488,6 202,5
124343,4
Papa 97 35,5 6,3 613,9 202,5
12869,7
hortalizas 13 4,8 3,1 39,7 324,1
TOTAL 273 100 25,5 1982,0 1539,2 916.453,2

FRUTALES
157073,4
Durazno 26 55,3 6,9 179,8 873,4
30788,0
Manzana 12 25,5 4,4 52,9 582,3
28863,7
Vid 9 19,1 4,4 39,7 727,8
TOTAL 47 100 15,7 272,4 2183,5 216725,1
FUENTE: Elaboració n propia de la consultora en base a mediciones y encuesta 2009

13. COMERCIALIZACIÓN

No existen sistemas organizados de comercializació n, se la realiza generalmente en forma individual en los


mercados de las ferias locales o regionales, y en ocasiones intervienen los intermediarios que rescatan
principalmente la producció n de papa y granos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 73


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El transporte de los productos a los caminos de conexió n se realiza a través de lomo de bestia y con el esfuerzo
humano en épocas de lluvia, el resto del añ o se utiliza generalmente vehículos pequeñ os y el transporte es por
los caminos precarios que comunican estas poblaciones con los principales centros de consumo.

La comercializació n de la producció n agrícola generada para las comunidades inmersas en el proyecto se


efectiviza en los mercados de Tarija, Villazon y la Quiaca (Argentina) que se realiza en forma cotidiana; los
actores principales son: minoristas y consumidores finales; el trueque ya no existe: las personas acuden só lo para
abastecerse de productos; el regateo de precios es una característica importante y está relacionada con la calidad
del producto.

Organizados en sindicatos, los vendedores son minoristas (en su mayoría mujeres) que compran los productos a
los transportistas o mayoristas; venden a los consumidores finales de los productos. Los volú menes de
transacció n individual son pequeñ os, pero en su conjunto generan un importante movimiento econó mico.

En la zona y de acuerdo a las características culturales y econó micas, se presenta dos sistemas de venta que
detallamos a continuació n:

13.1. Sistema de Venta Anticipado

Es un sistema muy peculiar, se caracteriza por la presencia de intermediarios, los mismos que pagan por
anticipado el producto o cosecha a precios fijados por ellos mismos que generalmente son bajos.

13.2. Sistema de Venta al Contado

Este sistema se presenta en las ferias donde asisten tanto intermediarios como consumidores, quienes se dedican
a acopiar la producció n para luego trasladarla hasta los mercados de las ciudades grandes, en éste caso, los
compradores pagan al contado a los productores.

14. INGENIERIA DEL PROYECTO

El planeamiento general del proyecto incluye:

14.1. Estudios Hidrológicos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 74


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Un estudio hidroló gico de la sub. Cuenca, como en todo aprovechamiento hídrico la disponibilidad de informació n
hidroló gica y su correcto aná lisis, es determinante en el momento de definir las dimensiones de las obras
hidrá ulicas. Es por esto , que se hizo en la zona del Proyecto Río Sococha, un estudio hidroló gico que incluyo la
recolecció n de informació n de campo sobre caudales en época de estiaje, con la finalidad de optimizar la
asignació n de los recursos disponibles que siempre será n escasos.
Las actividades realizadas para llegar a los resultados propuestos son:

14.1.1. Información Del SENHAMI

Se contacto al SENAMHI Regional para obtener todos los registros de precipitació n, evaporació n, caudales,
niveles y cualquier otra informació n hidroló gica de interés, existente en el á rea de estudio, se tomo en cuenta
todos los datos recabados en la Estació n de Villazó n, obteniendo los siguientes datos:

Estación: Villazó n Laitud Sur: 22º05'


Provincia: M. Omiste Long. Oeste: 65º36'
Periodo: 1945-2006 Altura: 3443 m.s.n.m.

14.2. Informe de Aguas

14.2.1. Calidad del Agua

La informació n bá sica necesaria para evaluar la calidad del agua se fundamenta en tres aspectos:

1. Conocer su uso particular.


2. Determinar químicamente los elementos: Conductividad Eléctrica, Carbonatos
( CO32- ), Bicarbonatos ( CO3H- ), Sulfatos ( SO42- ), Cloruros (Cl - ), Calcio ( Ca2+ ),
Magnesio (Mg2+ ) y Boro ( B ).
3. Calcular y comparar los pará metros indicadores con las tablas evaluativos.

Para tal efecto se realizo el aná lisis químico del Rio Sococha en 4 zonas identificadas por que provienen de varias
vertientes o afluentes en toda la trayectoria del rio, el aná lisis químico de agua fue realizado por el laboratorio del
centro de Prá cticas e investigació n “Lecherías” de la Facultad de Ciencias Agrícolas y Pecuarias de la U.A.T.F. de
Potosí, mismo que nos da los siguientes reportes:

Rio Sococha, Zona 1 comunidad de Esquina Grande


Nº de análisis: 1
El pH se presenta Neutro (7,00), el valor de la conductividad eléctrica es 432.00 uS/cm se encuentra en el rango
de 251 – 750 (µmho/cm), es agua de salinidad Moderada, lo que indica que puede utilizarse para el riego de la
mayoría de los cultivos, en los suelos arenosos de la zona.. El contenido de sodio es baja (2.795 R.A.S), que puede
utilizarse para riego en la mayoría de los cultivos y suelos con poca probabilidad de alcanzar niveles peligrosos
de sodio intercambiable.
Rio Sococha, Zona 2 comunidad de San Pedro
Nº de análisis: 2
El pH se presenta Neutro (7,00), el valor de la conductividad eléctrica es 387.00 se encuentra en el rango de 251 –
750 (µmho/cm), es agua de salinidad Moderada, lo que indica que puede utilizarse para el riego de la mayoría de
los cultivos, en los suelos arenosos de la zona.. El contenido de sodio es baja (4.554 R.A.S), que puede utilizarse
para riego en la mayoría de los cultivos y suelos con poca probabilidad de alcanzar niveles peligrosos de sodio
intercambiable.
Rio Sococha, Zona 3 comunidad de Chosconty
Nº de análisis: 3
El pH se presenta Ligeramente Á cido (6,51), el valor de la conductividad eléctrica es 332.00 se encuentra en el
rango de 0 – 250 (µmho/cm), es agua de salinidad baja, lo que indica que puede utilizarse para el riego de la
mayoría de los cultivos, en los suelos arenosos de la zona. El contenido de sodio es baja (6.466 R.A.S), que puede

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 75


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

utilizarse para riego en la mayoría de los cultivos y suelos con poca probabilidad de alcanzar niveles peligrosos
de sodio intercambiable.
Rio Sococha, Zona 4 comunidad de Yanalpa
Nº de análisis: 4
El pH se presenta moderadamente alcalino (7,25), el valor de la conductividad eléctrica es 351.00 se encuentra en
el rango de 251 – 750 (µmho/cm), es agua de salinidad Moderada, lo que indica que puede utilizarse para el riego
de la mayoría de los cultivos, en los suelos arenosos de la zona. El contenido de sodio es baja (1.444 R.A.S), que
puede utilizarse para riego en la mayoría de los cultivos y suelos con poca probabilidad de alcanzar niveles
peligrosos de sodio intercambiable.

 Relación de adsorción de sodio RAS



Na
RAS=
Ca+Mg
El RAS es obtenido de la relació n: √ 2

CUADRO 51. CLASIFICACIONES DE LAS AGUAS SEGÚN LAS NORMAS RIVERSIDE

Tipos Calidad y normas de uso


Agua de baja salinidad, apta para el riego en todos los casos. Pueden existir problemas
C1
sólo en suelos de muy baja permeabilidad.
Agua de salinidad media, apta para el riego. En ciertos casos puede ser necesario
C2
emplear volúmenes de agua en exceso y utilizar cultivos tolerantes a la salinidad.
Agua de salinidad alta que puede utilizarse para el riego de suelos con buen drenaje,
C3 empleando volúmenes de agua en exceso para lavar el suelo y utilizando cultivos muy
tolerantes a la salinidad.
Agua de salinidad muy alta que en muchos casos no es apta para el riego. Sólo debe
C4 usarse en suelos muy permeables y con buen drenaje, empleando volúmenes en exceso
para lavar las sales del suelo y utilizando cultivos muy tolerantes a la salinidad.
Agua de salinidad excesiva, que sólo debe emplearse en casos muy contados,
C5
extremando todas las precauciones apuntadas anteriormente.
C6 Agua de salinidad excesiva, no aconsejable para riego.
Agua con bajo contenido en sodio, apta para el riego en la mayoría de los casos. Sin
S1
embargo, pueden presentarse problemas con cultivos muy sensibles al sodio.
Agua con contenido medio en sodio, y por lo tanto, con cierto peligro de acumulación de
sodio en el suelo, especialmente en suelos de textura fina (arcillosos y franco-arcillosos)
S2
y de baja permeabilidad. Deben vigilarse las condiciones físicas del suelo y
especialmente el nivel de sodio cambiable del suelo, corrigiendo en caso necesario
Agua con alto contenido en sodio y gran peligro de acumulación de sodio en el sujelo.
Son aconsejables aportaciones de materia orgánica y empleo de yeso para corregir el
S3
posible exceso de sodio en el suelo. También se requiere un buen drenaje y el empleo
de volúmenes copiosos de riego.
Agua con contenido muy alto de sodio. No es aconsejable para el riego en general,
S4
excepto en caso de baja salinidad y tomando todas las precauciones apuntadas.

De acuerdo a los valores obtenidos en el RAS y la conductividad Eléctrica de puede decir que el agua del rio
Sococha en las cuatro zonas nos da una relació n de:

C2: Agua de salinidad moderada, apta para riego en todos los casos, pueden existir problemas en suelos
permeables.
S1: Agua con bajo contenido de sodio, apta para el riego en la mayoría de los casos, sin embargo puede
presentarse problemas con cultivos muy sensibles al sodio Na.

* Se concluye también de que el agua contiene resultados admisibles para el armado de


gaviones, debido a que no será afectado la malla de los mismos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 76


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CUADRO 52. CLASES DE CONDUCTANCIA

14.3. Informe Edafológico de la Estructura de Suelos

La informació n bá sica para poder evaluar las características del suelo es el aná lisis físico y químico. Para tal
efecto el mapeo de suelos se realizó mediante la excavació n de 3 calicatas una en la zona alta, zona media y zona
baja dando casi las mismas características de tipo de suelo.

Rio Sococha, comunidad de Esquina Grande


Nº de muestra: 1

Parametros Simbolo Unidad Resultados


PH PH   8,03
Conductividad CE uS/cm 80,10
Nitrogeno N % 0,18
Materia organica MO % 2,84
Fosforo PH ppm 132,00
Potasio K meq/100 0,64
Humedad % 2,60
Sodio Na meq/100 76,00
Calcio Ca Ppm 120,00
Magnesio Mg Ppm 245,00
CIC CIC meq/100 0,67
Arena 80,50
Limo 18,80
Textura
Arcilla 0,63
  Arenoso - Franco

Segú n los datos que se dispone de laboratorio, el tipo de suelo del á rea es Arenoso Franco, con un PH de 8.03
moderadamente Alcalino. En la calicata realizada, se tiene un suelo de arenoso franco en el horizonte A con una
profundidad de hasta 80 cm., en el horizonte B se encontró agua y el suelo es de graba.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 77


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Los terrenos agrícolas en la zona son planas terrazas, alrededor de estas parcelas se encuentra la montañ a con
fuertes pendientes y graves variaciones de elevació n, también se nota que en la zona existe una fuerte
socavació n, en la zona existe una vegetació n de bosques y arbustos como el á lamo, molle, eucalipto, cortaderas
etc. Como cultivos importantes se tiene el maíz, papa, hortalizas y frutales como la vid, granada, duraznero, etc.

La zona el origen del suelo es de material residual derivado de basaltos, presenta un drenaje de clase 4 bien
drenados, el agua es eliminada del suelo con facilidad pro no rá pidamente.

La humedad del terreno es relativamente baja ya que no retiene muy bien la humedad.

En cuanto a los horizontes de la calicata se puede observar en anexos que existe un solo horizonte A (A2
horizontes minerales en los que los rasgos mas destacados en la perdida de arcilla, hierro o aluminio, con la
consecuente concentració n de curao u otros materiales recientes de tamañ o de la arena o el limo.) en cuanto al
horizonte B no se puede presenciar en la zona ya que hay la presencia de Agua en toda esa zona rio abajo.

Descripción del perfil

A2 (?) 0 – 80 cm pardo a pardo oscuro (7.5 YR 4/4) en hú medo, arenoso franco; grano suelto (pese a que los
granos son en realidad agregados finos); ligeramente adherente no plá stico, muy friable a suelto en hú medo,
muchos poros intersticiales muy finos raíces finas y medianas muy frecuentes.

Fertilidad: Por el tipo de arena y la capacidad de intercambio catió nico se asume que es baja.

Contenido de Materia Orgánica:

El suelo presente una clasificació n al contenido de materia orgá nica de bajo con 2.84 % de M.O. se sugiere
realizar prá cticas de abono verde, incorporació n de materia orgá nica, y laboreos de rotació n de cultivos adecuado
con la utilizació n de leguminosas que mejoren el contenido de Nitró geno.

Relación entre textura del suelo y la capacidad de intercambio catiónico

La relació n del tipo de textura frente a la capacidad de intercambio catió nico nos muestra un rango de 0.67 meq/
100gr de suelo.

Conductividad eléctrica:

De acuerdo al contenido de Sodio intercambiable y la conductividad eléctrica del aná lisis químico se determina
un suelo con presencia de sales.

Rio Sococha, comunidad de San Marcos


Nº de muestra: 2

Parametros Simbolo Unidad Resultados

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 78


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

PH PH   8,20
Conductividad CE uS/cm 37,30
Nitrogeno N % 0,11
Materia
organica MO % 3,16
Fosforo PH ppm 130,00
Potasio K meq/100 0,61
Humedad   % 4,00
Sodio Na meq/100 110,00
Calcio Ca Ppm 160,00
Magnesio Mg Ppm 243,00
CIC CIC meq/100 0,48
Arena 56,80
Limo 41,90
Textura
Arcilla 1,23
  Franco - Arenoso

Segú n los datos que se dispone de laboratorio, el tipo de suelo del á rea es Franco Arenoso, con un PH de 8.20
moderadamente Alcalino. En la calicata realizada, se tiene un suelo de franco arenoso en el horizonte A y el
horizonte B del suelo es de graba. Los terrenos agrícolas en la zona son planas terrazas, alrededor de estas
parcelas se encuentra la montañ a con fuertes pendientes y graves variaciones de elevació n, también se nota que
en la zona existe una fuerte socavació n, en la zona existe una vegetació n de bosques y arbustos como el alamo,
molle, eucalipto, cortaderas etc. Como cultivos importantes se tiene el maíz, papa, hortalizas y frutales como la
vid, granada, durazano, etc.

La zona el origen del suelo es de material residual derivado de basaltos, presenta un drenaje de clase 4 bien
drenados, el agua es eliminada del suelo con facilidad pro no rá pidamente.

La humedad del terreno es relativamente baja ya que no retiene muy bien la humedad.

En cuanto a los horizontes de la calicata se puede observar en anexos que existe un solo horizonte A (A2
horizontes minerales en los que los rasgos mas destacados en la perdida de arcilla, hierro o aluminio, con la
consecuente concentració n de curao u otros materiales recientes de tamañ o de la arena o el limo.) con una
profundidad de hasta 70 cm., un horizonte de transició n de AB que tiene una parte superior dominada por
propiedades del A y una parte inferior dominada por las propiedades del B, sin que las dos partes pueden ser
convenientemente separadas entre A3 y B1, en cuanto al horizonte B una concentració n residual de
sesquió xidos o arcillas cilicatadas, hierro, con presencia de graba desde un tamañ o de 0.3 a 0.15cm. lo que se
puede ver que está en proceso de formació n.

Descripción del perfil

A1 0 - 0.70 cm Pardo grisá ceo muy oscuro (10 YR 3/2) en hú medo a pardo grisá ceo oscuro (10 YR 4/2) en seco,
franco arenoso estructura migajosa, débil mediana y fina ligeramente adherente, ligeramente plá stico, muy
friable en humedad ligeramente duro en seco (incluye algunas deyecciones muy duras, alterada por e l fuego de
los gusanos muchos poros intericiales finos y medianos la parte superior del horizonte esta formada por
deyecciones de gusanos cilíndricos abundantes raíces finas y pocas medianas.

B1 0.70 – 160 cm pardo (7.5 YR 5/4) en hú medo franco arenoso con grava estructura en bloques subangulares,
fina muy débil que se rompe muy fá cilmente en agregados finos ligeramente adherentes, ligeramente plá sticos

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 79


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

muy friable en humedad frecuentes poros interticiales finos existe pocas raíces finas grava de cuarzo de 0.3 a0.15
cm.

Fertilidad: Por el tipo de arena y la capacidad de intercambio cationico se asume que es baja.

Contenido de Materia Orgánica:

El suelo presente una clasificació n al contenido de materia orgá nica de bajo con 3.16 % de M.O. se sugiere
realizar prá cticas de abono verde, incorporació n de materia orgá nica, y laboreos de rotació n de cultivos adecuado
con la utilizació n de leguminosas que mejoren el contenido de Nitró geno.

Relación entre textura del suelo y la capacidad de intercambio cationico

La relació n del tipo de textura frente a la capacidad de intercambio cationico nos muestra un rango de 0.48 meq/
100gr de suelo.

Conductividad eléctrica:

De acuerdo al contenido de Sodio intercambiable y la conductividad eléctrica del aná lisis químico se determina
un suelo con presencia de sales.

Rio Sococha, comunidad de Esquina Grande


Nº de muestra: 1
Parametros Simbolo Unidad Resultados
PH PH   7,90
Conductividad CE uS/cm 58,50
Nitrogeno N % 0,17
Materia
organica MO % 1,68
Fosforo PH ppm 144,00
Potasio K meq/100 0,70
Humedad   % 9,80
Sodio Na meq/100 88,00
Calcio Ca Ppm 120,00
Magnesio Mg Ppm 267,00
CIC CIC meq/100 0,53
Arena 76,60
Limo 24,80
Textura
Arcilla 1,47
  Franco - Arenoso

Segú n los datos que se dispone de laboratorio, el tipo de suelo del á rea es Arenoso Franco, con un PH de 7.90
moderadamente Alcalino. En la calicata realizada, se tiene un suelo de franco limoso arenoso en el horizonte A
con una profundidad de hasta 70 cm., en el horizonte B es de graba. Los terrenos agrícolas en la zona son planas
terrazas, alrededor de estas parcelas se encuentra la montañ a con fuertes pendientes y graves variaciones de
elevació n, también se nota que en la zona existe una fuerte socavació n, en la zona existe una vegetació n de
bosques y arbustos como el alamo, molle, eucalipto, cortaderas etc. Como cultivos importantes se tiene el maíz,
papa, hortalizas y frutales como la vid, granada, durazano, etc.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 80


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La zona el origen del suelo es de material residual derivado de basaltos, presenta un drenaje de clase 4 bien
drenados, el agua es eliminada del suelo con facilidad pro no rá pidamente.

La humedad del terreno es relativamente baja ya que no retiene muy bien la humedad.

En cuanto a los horizontes de la calicata se puede observar en anexos que existe un solo horizonte A (A2
horizontes minerales en los que los rasgos mas destacados en la perdida de arcilla, hierro o aluminio, con la
consecuente concentració n de curao u otros materiales recientes de tamañ o de la arena o el limo.) con una
profundidad de hasta 70 cm., un horizonte de transició n de AB que tiene una parte superior dominada por
propiedades del A y una parte inferior dominada por las propiedades del B, sin que las dos partes pueden ser
convenientemente separadas entre A3 y B1, en cuanto al horizonte B una concentració n residual de
sesquió xidos o arcillas cilicatadas, hierro, con presencia de graba desde un tamañ o de 0.3 a 0.15cm. lo que se
puede ver que esta en proceso de formació n.

Descripción del perfil

A1 0 - 0.70 cm Pardo grisá ceo muy oscuro (10 YR 3/2) en hú medo a pardo grisá ceo oscuro (10 YR 4/2) en seco,
franco arenoso estructura migajosa, débil mediana y fina ligeramente adherente, ligeramente plá stico, muy
friable en humedad ligeramente duro en seco (incluye algunas deyecciones muy duras, alterada por e l fuego de
los gusanos muchos poros intericiales finos y medianos la parte superior del horizonte esta formada por
deyecciones de gusanos cilíndricos abundantes raíces finas y pocas medianas.

B1 0.70 – 170 cm pardo (7.5 YR 5/4) en hú medo franco arenoso con grava estructura en bloques subangulares,
fina muy débil que se rompe muy fá cilmente en agregados finos ligeramente adherentes, ligeramente plá sticos
muy friable en humedad frecuentes poros interticiales finos existe pocas raíces finas grava de cuarzo de 0.3 a0.15
cm.

Contenido de Materia Orgánica:

El suelo presente una clasificació n al contenido de materia orgá nica de bajo con 1.68 % de M.O. se sugiere
realizar prá cticas de abono verde, incorporació n de materia orgá nica, y laboreos de rotació n de cultivos adecuado
con la utilizació n de leguminosas que mejoren el contenido de Nitró geno.

Relación entre textura del suelo y la capacidad de intercambio catiónico

La relació n del tipo de textura frente a la capacidad de intercambio catió nico nos muestra un rango de 0.53 meq/
100gr de suelo.

Conductividad eléctrica:

De acuerdo al contenido de Sodio intercambiable y la conductividad eléctrica del aná lisis químico se determina
un suelo con presencia de sales.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 81


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.4. Estudios Hidrológicos

DATOS DE : PRECIPITACIÓN TOTAL (mm)

AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL MEDIA MAX.
AREA DE
DESCARGA ANUAL
                            ANUAL DIARIA "C" CUENCA
(m3)
(mm (mm (mm (mm (km2)
  (mm) (mm) (mm) (mm) ) ) ) ) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)  
1945 99,0 79,0 63,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 22,0 65,8 330,8 27,6 21 0,42 2805,56 389793006,29
1946 50,4 133,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 17,0 28,0 36,0 274,4 22,9 31 0,42 2805,56 323334948,38
1947 68,0 157,0 54,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 0,0 23,0 13,0 321,0 26,8 22 0,42 2805,56 378245329,56
1948 98,0 138,0 70,0 10,0 0,0 1,0 0,0 0,0 4,0 9,0 26,0 100,0 456,0 38,0 22 0,42 2805,56 537320468,16
1953 29,0 125,0 15,0 2,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,0 52,0 84,0 312,0 26,0 21 0,42 2805,56 367640320,32
1954 77,0 94,7 77,8 13,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 68,0 60,0 390,7 32,6 21 0,42 2805,56 460375234,45
1955 86,0 97,0 94,0 6,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 31,0 19,0 333,0 27,8 21 0,42 2805,56 392385341,88
1956 19,0 20,0 18,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 4,0 15,0 52,0 36,0 168,0 14,0 24 0,42 2805,56 197960172,48
1957 65,0 100,0 25,0 7,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 11,0 19,0 74,0 301,0 25,1 26 0,42 2805,56 354678642,36
1958 106,0 24,0 33,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 7,0 11,0 43,0 232,0 19,3 22 0,42 2805,56 273373571,52
1959 82,0 37,0 54,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 12,0 3,0 30,0 100,0 318,0 26,5 16 0,42 2805,56 374710326,48
1960 110,0 52,0 67,0 30,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 34,0 70,0 371,0 30,9 23 0,42 2805,56 437162047,56
1961 12,0 34,0 27,0 13,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 15,0 77,0 182,0 15,2 14 0,42 2805,56 214456853,52
1962 29,0 51,0 24,0 5,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 9,0 84,0 207,0 17,3 12 0,42 2805,56 243915212,52
1963 150,0 115,0 68,0 3,0 8,0 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 6,0 114,0 469,0 39,1 42 0,42 2805,56 552638814,84
1964 56,0 41,0 40,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 36,0 19,0 34,0 226,0 18,8 19 0,42 2805,56 266303565,36
1966 44,0 44,0 18,0 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 32,0 44,0 114,0 316,0 26,3 32 0,42 2805,56 372353657,76
1967 14,0 19,0 30,0 16,0 0,0 0,0 0,0 0,0 36,0 13,0 4,0 108,0 240,0 20,0 36 0,42 2805,56 282800246,40
1968 111,0 170,0 88,0 3,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 62,0 19,0 453,0 37,8 40 0,42 2805,56 533785465,08
1969 118,0 53,0 5,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 4,0 296,4 480,6 40,1 36 0,42 2805,56 566307493,42
1971 27,7 25,8 10,8 20,3 11,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 9,4 115,0 226,0 18,8 49 0,42 2805,56 266303565,36
1972 41,1 15,7 10,0 14,0 5,3 1,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 27,6 115,0 9,6 6 0,42 2805,56 135508451,40
1976 172,0 71,4 73,0 66,3 0,0 0,0 0,0 31,2 0,0 0,0 40,1 95,0 549,0 45,8 4,3 0,42 2805,56 646905563,64

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 82


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1977 97,2 88,3 54,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,8 16,6 60,7 46,6 71,2 436,0 36,3 32 0,42 2805,56 513753780,96
1978 137,6 60,3 89,3 33,4 0,0 0,0 0,0 0,0 38,9 20,6 75,6 181,7 637,4 53,1 37,2 0,42 2805,56 751070321,06
1980 18,3 106,6 96,8 8,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,0 30,5 72,2 366,0 30,5 35,5 0,42 2805,56 431270375,76
1981 125,7 100,2 77,5 18,1 0,0 0,0 0,0 11,4 4,1 60,7 0,0 94,8 492,5 41,0 37,2 0,42 2805,56 580329672,30
1982 117,9 45,4 80,9 34,3 0,0 0,0 0,0 0,0 18,3 19,6 3,5 29,6 349,5 29,1 28,4 0,42 2805,56 411827858,82
1983 30,1 21,5 6,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,4 4,1 21,5 55,2 149,2 12,4 14,4 0,42 2805,56 175807486,51
1984 131,4 127,9 144,9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 12,7 8,6 14,8 81,0 521,3 43,4 24,2 0,42 2805,56 614265701,87
1985 117,6 73,6 71,4 13,4 0,0 0,0 0,0 0,0 3,1 17,8 3,5 46,4 346,8 28,9 21 0,42 2805,56 408646356,05
1986 133,8 58,8 70,5 9,4 0,0 0,0 1,0 1,9 20,7 20,6 13,5 38,6 368,8 30,7 17,5 0,42 2805,56 434569711,97
1987 116,2 58,9 60,3 18,6 0,0 0,0 0,2 9,2 4,5 23,7 21,7 44,0 357,3 29,8 20,1 0,42 2805,56 421018866,83
1988 88,5 44,1 67,7 27,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,4 11,9 18,2 44,1 307,9 25,7 18 0,42 2805,56 362809149,44
1989 112,6 47,9 66,7 3,2 0,0 0,0 0,0 0,6 6,8 15,4 15,0 55,0 323,2 26,9 19,4 0,42 2805,56 380837665,15
1990 114,7 59,6 60,8 8,7 0,0 0,0 0,0 1,2 8,1 14,5 18,6 50,2 336,4 28,0 18 0,42 2805,56 396391678,70
1991 114,9 68,4 54,1 11,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 18,8 16,6 30,2 314,6 26,2 20 0,42 2805,56 370703989,66
1992 128,7 64,7 28,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14,0 20,2 90,9 346,8 28,9 36,5 0,42 2805,56 408646356,05
1993 64,5 31,1 58,3 0,8 0,0 0,0 0,0 21,1 1,7 40,5 47,1 103,0 368,1 30,7 27,3 0,42 2805,56 433744877,92
1994 95,0 27,5 14,9 1,6 0,0 0,0 0,0 1,4 6,9 15,3 55,5 64,7 282,8 23,6 32 0,42 2805,56 333232957,01
1995 100,1 43,5 79,5 0,0 1,4 0,0 0,0 0,0 12,9 5,3 30,0 93,4 366,1 30,5 36,7 0,42 2805,56 431388209,20
1996 132,2 25,6 31,9 2,9 12,8 0,0 0,0 10,3 0,0 2,4 63,6 45,3 327,0 27,3 28,6 0,42 2805,56 385315335,72
1997 102,6 64,6 102,4 30,1 1,2 0,0 0,0 0,0 18,4 0,0 47,5 73,0 439,8 36,7 29,4 0,42 2805,56 518231451,53
1998 85,8 45,4 23,1 11,9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,1 11,5 13,5 195,3 16,3 42,5 0,42 2805,56 230128700,51
1999 92,8 65,1 57,8 7,5 0,0 0,0 0,0 0,0 2,8 6,0 5,0 22,8 259,8 21,7 15,4 0,42 2805,56 306131266,73
2000 166,7 28,6 42,6 22,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,6 130,2 136,2 535,1 44,6 40 0,42 2805,56 630526716,04
2001 97,7 144,7 20,8 3,8 0,1 0,0 0,0 0,0 5,0 16,2 8,8 89,2 386,3 32,2 38,7 0,42 2805,56 455190563,27
2002 101,0 51,3 35,0 2,1 0,0 0,0 1,8 0,0 0,0 0,0 20,5 51,8 263,5 22,0 21,5 0,42 2805,56 310491103,86
2003 105,0 48,9 71,7 4,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14,8 5,9 29,4 279,8 23,3 37 0,42 2805,56 329697953,93
2004 157,4 60,7 38,9 3,4 0,0 0,0 0,0 4,2 19,0 4,7 0,5 50,8 339,6 28,3 45,6 0,42 2805,56 400162348,66
2005 25,0 98,7 21,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,5 14,5 62,8 223,0 18,6 21,4 0,42 2805,56 262768562,28
2006 76,7 78,3 40,4 2,0 16,6 0,0 0,0 0,0 3,1 9,0 21,0 45,0 292,1 24,3 18 0,42 2805,56 344191466,56
2007 182,1 22,9 75,3 2,3 0,0 0,0 0,0 0,0 1,6 20,8 49,5 138,5 493,0 41,1 47 0,42 2805,56 580918839,48
2008 129,5 38,8 68,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,7 118,7 389,3 32,4 20,3 0,42 2805,56 458725566,35

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 83


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

TOTAL 4963,5 3598,5 2787,5 515,6 58,4 2,3 3,0 97,3 292,2 666,4 1473,1 3908,0 18365,8   1441,1      
MEDIA 91,9 66,6 50,8 9,9 1,1 0,0 0,1 1,8 5,4 12,3 27,3 72,4 340,1 28,9 26,4     408349415,79
MAX 182,1 170,0 144,9 66,3 16,6 1,3 1,8 31,2 38,9 60,7 130,2 296,4 637,4   49,0     630526716,04
MIN 12,0 15,7 5,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 13,0 115,0   4,3     230128700,51

PRECIPITACION ESPERADA DURANTE CUALQUIER AÑO ( 75% Pmedia anual)


(mm)
AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL MAX. AREA
DE DESCARGA
DIARI "C" CUENC ANUAL
                              A A (m3)
  (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)   (km2)
2805,5 300164627,
  68,94 49,98 38,13 7,40 0,81 0,03 0,04 1,35 4,06 9,26 20,46 54,28 254,74     0,42 6 2

VOLUMENES MEDIOS MENSUALES ESCURRIDOS (m3)

UNI ANUA AREA


D ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC L   MAX. DE DESCARG
DIARI "C" CUENC A ANUAL
                              A A (m3)
                                (km2)
8123142 5889216 4492853 872364 95576 159238 478207 1090613 2410839 6395737 0,4 2805,5
m3 5 9 0 0 0 37641 49097 8 4 9 4 1       2 6  
l/se 30328,3 23504,2 16774,3 14,522 18,330 1844,9 4071,88 9301,07 23878,9 0,4 2805,5
g 4 2 9 3365,6 356,84 1 8 594,53 4 6 8 5       2 6  

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 84


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Determinación de parámetros
2.- estadísticos

Media ( X ) = 28,34 mm

Desviació n Está ndar ( S ) = 8,99 mm

Moda ( Ed ) = 24,30 mm

Caracteristica ( Kd ) = 0,66 mm

Coef. de variabilidad (CV ) = 0,32 mm

3.- Determinación de lluvias máximas


hdT = Ed*(1+Kd*log(T)

Donde:
Ed = Moda
Kd = Caracteristica
T = Periodo de retorno

Cuadro de alturas de lluvias máximas para diferentes periodos de retorno

T( años ) 5 10 20 30 50 70 100 150 200 500


h( mm ) 35,6 40,4 45,3 48,1 51,7 54,1 56,6 59,4 61,4 67,8

Para efectos de diseño se considerará la altura de lluvia para un periodo de retorno de 100 años y un
riesgo de ocurrencia del 75%
Para T = 100 años hdT = 42,4 mm

4.- Determinación de lluvias máximas menores a las diarias

hdT = Ed*(t/12)^(0,2)(1+Kd*log(T))

Cuadro de altura de lluvias para diferentes duraciones y periodos de retorno

Duración ( t ) de lluvias en horas


T (años)
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
5 35,58 40,87 44,32 46,94 49,09 50,91 52,50 53,92 55,21 56,38 57,47 58,48
10 40,43 46,45 50,37 53,35 55,79 57,86 59,67 61,28 62,75 64,08 65,32 66,46
20 45,29 52,02 56,42 59,76 62,49 64,81 66,84 68,65 70,28 71,78 73,16 74,45
30 48,13 55,29 59,96 63,51 66,41 68,87 71,03 72,95 74,69 76,28 77,75 79,12
50 51,71 59,40 64,42 68,23 71,35 74,00 76,31 78,38 80,25 81,96 83,53 85,00
70 54,07 62,11 67,35 71,34 74,60 77,37 79,79 81,95 83,91 85,69 87,34 88,88
100 56,57 64,98 70,47 74,64 78,05 80,95 83,48 85,74 87,78 89,65 91,38 92,98
150 59,41 68,24 74,01 78,39 81,97 85,01 87,67 90,05 92,19 94,16 95,97 97,65
200 61,42 70,56 76,52 81,05 84,75 87,90 90,65 93,10 95,32 97,35 99,23 100,97
500 67,85 77,93 84,52 89,52 93,61 97,09 100,12 102,83 105,29 107,53 109,60 111,52

Qmax = Caudal má ximo (m3/seg)

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 86


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

C = Coeficiente de escorrentía (adimensional)


i = Intensidad má xima para el tiempo de concentració n (m/seg)
A = Area de aporte de la cuenca (m2)
A= 2805,56 km2

De acuerdo a las características de la zona se adopta el coeficiente de escorrentía


C = 0,42

Qmax = 1296,90 m3/seg


5.- Tiempo de concetració n adoptado Tc = 10,71 hr

6.- Determinació n de la intensidad de lluvia má xima para el tiempo de concentració n y el


periodo de retorno de T = 100 añ os

 hdT 
i max    i max = 4,0 mm/hr
 Tc 

7.- Determinación de la máxima crecida en base a los pará metros encontrados, para ello se
hará uso de la ecuació n del método racional

Qmax = C * i * A

Donde:

14.5. Análisis Espacial, Diseño y Modelamiento Hidrológico

14.5.1. Área del estudio


La cuenca del rio Sococha es una cuenca que se comparte en territorio entre Bolivia y la vecina Repú blica de
Argentina. La cuenca recibe principalmente sus aguas de algunas quebradas como por ejemplo la quebrada
Torohuayco, Yanalpa y otras. La cuenca del rio Sococha vierte sus aguas al Rio San Juan del Oro, aportando un
caudal no muy grande pero si considerable.

Algunos de los principales pará metros de la cuenca fueron obtenidos en base a Sistemas de Informació n
Geográ fica (SIG), debido a su gran precisió n. El Perímetro y el Á rea de la cuenca se determinó a través del SIG,
que determinó los siguientes pará metros físicos de la cuenca:

Pendiente de la cuenca: P= 232,31 [km]

Á rea de la cuenca: A= 2805,56 [km2]

Longitud del río principal: L= 67,90 [km]

14.5.2. Registros pluviométricos

Para efectuar el aná lisis hidroló gico de datos de lluvia para la cuenca del río Sococha se ha visto por
conveniente utilizar la estació n de Villazó n por ser la má s pró xima a la cuenca.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 87


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Estación: Villazó n Laitud Sur: 22º05'


Provincia: M. Omiste Long. Oeste: 65º36'
Periodo: 1945-2006 Altura: 3443 m.s.n.m.

PRECIPITACIÓN PLUVIAL (mm)

AÑO ENE. FEB. MAR. ABR. MAY. JUN. JUL. AGT. SEP. OCT. NOV. DIC. TOTAL
1945 99,0 79,0 63,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 22,0 65,8 330,8
1946 50,4 133,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 17,0 28,0 36,0 330,8
1947 68,0 157,0 54,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 0,0 23,0 13,0 321,0
1948 98,0 138,0 70,0 10,0 0,0 1,0 0,0 0,0 4,0 9,0 26,0 100,0 456,0
1953 29,0 124,5 15,0 2,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,0 52,0 84,0 311,5
1954 77,0 94,7 77,8 13,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 68,0 60,0 390,7
1955 86,0 97,0 94,0 6,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 31,0 19,0 333,0
1956 19,0 20,0 18,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 4,0 15,0 52,0 36,0 168,0
1957 65,0 100,0 25,0 7,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 11,0 19,0 74,0 301,0
1958 106,0 24,0 33,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 11,0 43,0 225,0
1959 82,0 37,0 54,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 12,0 3,0 30,0 100,0 318,0
1960 110,0 52,0 67,0 30,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 34,0 70,0 371,0
1961 12,0 34,0 27,0 13,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 15,0 77,0 182,0
1962 29,0 51,0 24,0 5,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 9,0 84,0 207,0
1963 150,0 115,0 68,0 3,0 8,0 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 6,0 114,0 469,0
1964 56,0 41,0 40,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 36,0 12,0 34,0 219,0
1966 44,0 44,0 18,0 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 32,0 44,0 114,0 316,0
1967 14,0 19,0 30,0 16,0 0,0 0,0 0,0 0,0 36,0 13,0 4,0 108,0 240,0
1968 111,0 170,0 88,0 3,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 62,0 19,0 453,0
1969 118,0 53,0 5,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 4,0 296,4 480,6
1971 27,7 25,8 10,8 20,3 11,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 9,4 87,0 192,0
1972 41,1 15,7 10,0 14,0 5,3 1,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 27,6 115,0
1976 172,0 71,4 73,0 66,3 0,0 0,0 0,0 31,2 0,0 0,0 40,1 79,0 533,0
1977 97,2 88,3 54,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,8 16,6 60,7 46,6 71,2 436,0
1978 137,6 60,3 89,3 33,4 0,0 0,0 0,0 0,0 38,9 20,6 75,6 181,7 637,4
1980 18,3 106,6 96,8 8,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,0 30,5 72,2 366,0
1981 125,7 100,2 77,5 18,1 0,0 0,0 0,0 11,4 4,1 60,7 0,0 94,8 492,5
1982 117,9 45,4 80,9 34,3 0,0 0,0 0,0 0,0 18,3 19,6 3,5 29,6 349,5
1983 30,1 21,5 6,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,4 4,1 21,5 55,2 149,2
1984 131,4 127,9 144,9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 12,7 8,6 14,8 81,0 521,3
1985 117,6 73,6 71,4 13,4 0,0 0,0 0,0 0,0 3,1 17,8 3,5 46,4 346,8
1986 133,8 58,8 70,5 9,4 0,0 0,0 1,0 1,9 20,7 20,6 13,5 38,6 368,8
1987 116,2 58,9 60,3 18,6 0,0 0,0 0,2 9,2 4,5 23,7 21,7 44,0 357,3
1988 88,5 44,1 67,7 27,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,4 11,9 18,2 44,1 307,9
1989 112,6 47,9 66,7 3,2 0,0 0,0 0,0 0,6 6,8 15,4 15,0 55,0 323,2
1990 114,7 59,6 60,8 8,7 0,0 0,0 0,0 1,2 8,1 14,5 18,6 50,2 336,4
1991 114,9 68,4 54,1 11,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 18,8 16,6 30,2 314,6
1992 128,7 64,7 28,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14,0 20,2 90,9 346,8
AÑO ENE. FEB. MAR. ABR. MAY. JUN. JUL. AGT. SEP. OCT. NOV. DIC. TOTAL
1993 64,5 31,1 58,3 0,8 0,0 0,0 0,0 21,1 1,7 40,5 47,1 103,0 368,1
1994 95,0 27,5 14,9 1,6 0,0 0,0 0,0 1,4 6,9 15,3 55,5 64,7 282,8
1995 100,1 43,5 79,5 0,0 1,4 0,0 0,0 0,0 12,9 5,3 30,0 93,4 366,1
1996 132,2 25,6 31,9 2,9 12,8 0,0 0,0 10,3 0,0 2,4 63,6 45,3 327,0
1997 102,6 64,6 102,4 30,1 1,2 0,0 0,0 0,0 18,4 0,0 47,5 73,0 439,8

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 88


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1998 85,8 45,4 23,1 11,9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,1 11,5 13,5 195,3
1999 92,8 65,1 57,8 7,5 0,0 0,0 0,0 0,0 2,8 6,0 5,0 22,8 259,8
2000 166,7 28,6 42,6 22,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,6 130,2 136,2 535,1
2001 97,7 144,7 20,8 3,8 0,1 0,0 0,0 0,0 5,0 16,2 8,8 89,2 386,3
2002 101,0 51,3 35,0 2,1 0,0 0,0 1,8 0,0 0,0 0,0 20,5 51,8 263,5
2003 105,0 48,9 71,7 4,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14,8 5,9 29,4 279,8
2004 157,4 60,7 38,9 3,4 0,0 0,0 0,0 4,2 19,0 4,7 0,5 50,8 339,6
2005 25,0 98,7 21,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,5 14,5 62,8 223,0
2006 76,7 78,3 40,4 2,0 16,6 0,0 0,0 0,0 4,0 16,4 28,2 73,4 336,0
2007 182,1 22,9 75,3 2,3 0,0 0,0 0,0 0,0 1,6 20,8 49,5 138,5 493,0
2008 129,5 38,8 68,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 33,7 118,7 389,3
MED. 91,9 66,6 51,6 9,5 1,1 0,0 0,1 1,8 5,3 12,4 27,3 72,1 339,7

PRECIPITACIÓN MÁXIMA EN 24 Hrs. (mm)

AÑO OCT NOV DIC ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP MAX
1945 21,0 21,0 17,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 9,0 19,0 21,0
1946 12,0 31,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 11,0 14,0 13,0 31,0
1947 13,0 22,0 15,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 0,0 10,0 6,0 22,0
1948 21,0 21,0 22,0 10,0 0,0 1,0 0,0 0,0 4,0 14,0 12,0 22,0 22,0
1953 10,0 18,0 14,0 2,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,0 21,0 19,0 21,0
1954 16,0 14,6 19,0 5,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 19,0 21,0 21,0
1955 18,0 21,0 17,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 18,0 15,0 21,0
1956 15,0 8,0 18,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 4,0 6,0 24,0 10,0 24,0
1957 15,0 26,0 12,0 7,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 8,0 23,0 26,0
1958 22,0 9,0 15,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 8,0 22,0
1959 15,0 8,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 2,0 12,0 16,0 16,0
1960 14,0 19,0 18,0 23,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 16,0 11,0 23,0
1961 4,0 7,0 11,0 11,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,0 6,0 14,0 14,0
1962 6,0 12,0 10,0 5,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,0 8,0 10,0 12,0
1963 42,0 42,0 19,0 2,0 6,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0 4,0 24,0 42,0
1964 11,0 19,0 11,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 8,0 10,0 19,0
1966 10,0 22,0 9,0 13,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 32,0 32,0 26,0 32,0
1967 7,0 17,0 12,0 8,0 0,0 0,0 0,0 0,0 36,0 7,0 4,0 17,0 36,0
1968 24,0 40,0 20,0 3,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 15,0 8,0 40,0
1969 18,0 16,0 4,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 4,0 36,0 36,0
1970 49,0 43,0 43,0 49,0 0,0 2,0 0,0 0,0 0,0 11,3 17,0 23,0 49,0
1971 3,7 4,7 4,1 4,3 3,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 3,1 4,0 6,0
1972 4,3 3,7 3,6 3,1 2,1 1,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,3
1976 31,0 27,6 32,0 19,3 0,0 0,0 0,0 31,2 0,0 0,0 19,0 12,0 32,0
1977 23,0 16,7 18,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,8 16,0 37,2 31,8 18,5 37,2
1980 6,2 31,8 35,5 8,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 11,5 9,1 16,4 35,5
1981 19,4 27,5 19,5 4,9 0,0 0,0 0,0 7,3 4,1 37,2 0,0 35,2 37,2
1982 16,4 9,6 28,4 17,4 0,0 0,0 0,0 0,0 12,4 19,4 3,2 6,7 28,4
AÑO OCT NOV DIC ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP MAX
1983 8,1 9,3 3,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,2 3,4 9,2 14,4 14,4
1984 24,2 19,2 16,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,2 5,2 9,2 23,0 24,2
1985 20,0 21,0 16,2 6,5 0,0 0,0 0,0 0,0 3,1 10,2 2,5 11,2 21,0
1986 17,5 10,3 11,2 4,0 0,0 0,0 1,0 1,9 10,5 11,6 8,5 6,9 17,5
1987 20,1 11,0 10,2 7,3 0,0 0,0 1,0 6,2 3,0 10,3 10,8 8,4 20,1
1988 18,0 11,5 11,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 3,5 5,9 6,2 15,6 18,0

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 89


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

1989 19,4 9,8 15,0 1,2 0,0 0,0 0,0 0,6 2,2 11,2 4,7 12,0 19,4
1990 18,0 10,0 11,0 4,0 0,0 0,0 0,0 1,2 4,0 7,5 6,6 12,4 18,0
1991 19,2 11,0 10,5 4,2 0,0 0,0 0,6 0,0 0,2 7,3 14,5 20,0 20,0
1992 36,5 20,5 12,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,6 6,5 19,8 36,5
1993 18,5 8,4 17,0 0,8 0,0 0,0 0,0 1,2 1,7 15,4 23,5 27,3 27,3
1994 32,0 8,2 8,6 1,6 0,0 0,0 0,0 1,4 4,0 15,3 19,0 20,0 32,0
1995 36,7 17,3 24,4 0,0 1,2 0,0 0,0 0,0 9,5 2,7 12,5 14,8 36,7
1996 28,6 7,5 10,9 2,3 6,8 0,0 0,0 9,0 0,0 1,7 15,3 16,5 28,6
1997 23,2 16,9 29,4 11,0 1,2 0,0 0,0 0,0 9,0 0,0 18,5 21,4 29,4
1998 42,5 20,8 13,5 0,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0 5,7 8,5 42,5
1999 15,4 12,0 10,4 4,5 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0 3,5 5,0 11,5 15,4
2000 37,5 14,0 22,5 18,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 7,1 40,0 40,0 40,0
2001 21,0 38,7 13,7 2,0 0,1 0,0 0,0 0,0 5,0 5,3 5,3 23,2 38,7
2002 21,3 14,0 13,2 1,1 0,0 0,0 1,7 0,0 0,0 0,0 9,0 21,5 21,5
2003 37,0 17,9 18,0 2,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,2 3,9 12,9 37,0
2004 45,6 17,1 8,0 3,4 0,0 0,0 0,0 3,2 13,2 3,7 0,5 18,3 45,6
2005 11,2 21,4 6,9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,5 5,5 14,5 21,4
2006 17,3 18,0 10,3 2,0 12,9 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 3,0 12,0 18,0
2007 6,0 16,0 30,6 47,0 8,3 27,0 2,3 0,0 0,0 0,0 0,0 1,6 47,0
2008 0,0 20,0 20,3 17,0 11,0 13,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20,3
MEDIA 20,3 17,8 15,1 5,4 0,7 0,1 0,1 1,3 3,4 7,3 11,1 16,3 26,4

Media ( X ) = 26,69 mm

Mediana (Med)= 23,50 mm

Moda ( Ed ) = 22,02 mm

Desviació n Está ndar ( S ) = 10,37 mm

Varianza (Var)= 107,6 mm2

Rango (R)= 44,7 mm

Caracteristica ( Kd ) = 0,85 mm

Coef. de variació n (CV ) = 0,39 mm

14.5.3. Parámetros hidromorfológicos de la cuenca

El Perímetro y el Á rea de la cuenca se determinó a través del SIG, que determinó los siguientes pará metros
morfométricos:

Perímetro de la cuenca: P= 232,31 [km]

Á rea de la cuenca: A = 2805,56 [km2]

Longitud del río principal: L= 67,90 [km]

A continuació n se calculará n otros pará metros morfométricos importantes de la cuenca:

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 90


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Orden de la cuenca: 3er oden

Índice de compacidad: Kc = 1,23 Ecuació n de Gravelius:


Kc = 0,28 (P/A1/2)

Foctor de forma: Kf = 0,61 Ecuació n:


Kf = A/L2

Densidad de drenaje: Dd = 0,02 Ecuació n:


Kf = L/A

Extensió n media escorrentia sup.: I= 10,33 Ecuació n:


I = A/(4 Lt)

14.5.4. Tiempo de concentración

Pará metros morfométricos de la cuenca de aporte

Area de aporte (A)= 2805,56 km2


Longitud del cauce principal (L)= 67,90 km
Pendiente media del cauce principal (S)= 0,01 m/m
Desnivel entre puntos extremos (H)= 572,9 m

KIRPICH, Z.P. (Californiana):


0 , 385
 L3 
Tc   0 , 871   10,74 h
 H 

Chereke:
0 , 77
 L 
Tc  0 , 066    10,68 h
 S 

Giandotti:

4  A  1, 5  L
Tc  21,65 h
25 , 3  S  L

Ventura-Heras:

 A 
Tc  0 , 05    48,3 h
 S 

Tiempo de concetració n adoptado Tc = 10,71 h

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 91


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.5.5. Modelamiento hidrológico

Las estimaciones puntuales asociadas a cualquier periodo de retorno será n calculadas en funció n a
una distribució n de probabilidades asociadas a un factor de frecuencia (K T), introducido por Chow
(1964).

El factor de frecuencia se obtienen a partir de tablas en funció n de C S y T y existe una tabla para cada modelo
estadístico de probabilidades. Para el estudio se utilizará n los modelos estadísticos de distribució n de
Gumbel y distribució n Log-Pearson tipo III.

Secuencia de cálculo adaptada a la distribución de Gumbel:

XT = X + S KT

Donde:
XT= Magnitud del evento que tiene un periodo de retorno T
X= Media aritmética de los datos
S= Desviació n está ndar
Factor de frecuencia en funció n del tamañ o de la muestra n y un periodo de
KT= retorno T

KT = f (n ; T )

El factor de frecuencia KT se obtiene a partir de tablas para cada tamañ o de muestra n y cada periodo de
retorno T.

Precipitación máxima en 24 horas según la distribución Gumbel y el método de Chow para distintos
periodos de retorno T:

Datos:
n= 52

T( años ) 2 5 10 20 25 50 100 200


3,49
KT 0,453 0,820 1,466 2,086 2,238 2,889 3,855 1
35,1 48,3
h( mm ) 31,39 9 41,9 3 49,91 56,66 62,9 66,68

GRAFICA 6. CURVAS DE LLUVIAS MAXIMO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 92


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CURVA DE LLUVIAS MAXIMAS


80

70

60
Altura de lluvia (mm)

50

40

30

20

10

0
0 50 100 150 200 250
Periodo de retorno (años)

Secuencia de cálculo adaptada a la distribución de Log Pearson Tipo III:

XT = Antilog YT

YT = Y + Sy KT

Donde:

YT= Magnitud del evento que tiene un periodo de retorno T

Y= Media aritmética de los logaritmos de los datos


Desviació n está ndar de los logaritmos de los
Sy= datos
Factor de frecuencia en funció n del coef. de oblicuidad CS y un periodo de
KT= retorno T

KT = f (CS ; T )

El factor de frecuencia KT se obtiene a partir de tablas para cada tamañ o coeficiente de oblicuidad CS y
cada periodo de retorno T.

El coeficiente de oblicuidad CS se obtiene a partir de la siguiente expresió n:

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 93


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CS =[ n Σ (yi - Y)3] / [(n-1) (n-2) Sy3]

Donde:
CS= Coeficiente de oblicuidad
Tamañ o de la
n= muestra
yi= Logaritmo de cada dato
Y= Media aritmética de los logaritmos de los datos
Desviació n está ndar de los logaritmos de los
Sy= datos

Precipitación máxima en 24 horas según la distribución Log Pearson tipo III y el método de Chow
para distintos periodos de retorno T:

Datos:
n= 52
Y= 1,39
Sy= 0,20
C s= -1,37

T( años ) 2 5 10 20 25 50 100 200


KT 0,225 0,832 1,041 1,146 1,198 1,270 1,318 1,351
YT 1,433 1,556 1,598 1,619 1,630 1,645 1,654 1,661
42,6 45,8
h( mm ) 27,08 35,95 39,64 41,63 5 44,11 45,11 1

14.5.6. Curvas Intensidad Duración Frecuencia IDF

Para realizar las curvas IDF se requiere datos de las intensidades de lluvia para diferntes duraciones, pero
lastimosamente en nuestro país no se cuenta con datos pluviográ ficos.

Se ha establecido estadísticamente que la forma de las curvas intensidad-duració n es muy poco variable y
resulta vá lido estimar intnsidades en distintas duraciones a partir de un punto conocido, normalmente la
intensidad media diaria o en 24 horas que puede obtenerse de los datos arrojados por un pluvió metro.

Existen varias fó rmulas de cá lculo de intensidades de distinta duració n a partir de intensidades diarias, para el
estudio se utilizará la Fó rmula de Grunsky.

it = i24 (24/t)1/2
Donde:
it= Intensidad en una duració n cualquiera t
i24= Intensidad media en 24 horas
t= duració n en horas

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 94


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Cuadro de intensidades de lluvia para diferentes duraciones y periodos de retorno

T Duració n t en min. Duració n t en horas


t24
(añ os)
5 10 15 30 45 1 2 3 6 12 24
22,1 15,6 12,8 9,06 7,39 6,40 3,69 2,61 1,84
2 1,31 9 9 1 1 8 7 4,53 9 6 9 1,308
24,8 14,3 10,1 8,29 7,18 4,14 2,93 2,07
5 1,47 9 17,6 7 6 5 4 5,08 8 3 4 1,466
29,6 20,9 12,0 9,87 8,55 6,04 4,93 3,49 2,46
10 1,75 3 5 17,1 9 5 2 7 8 1 9 1,746
34,1 24,1 19,7 13,9 11,3 9,86 6,97 5,69 4,02 2,84
20 2,01 7 6 3 5 9 5 6 6 7 8 2,014
35,2 24,9 20,3 14,4 11,7 10,1 7,20 5,88 4,15 2,94
25 2,08 9 5 7 1 6 9 3 1 9 1 2,079
40,0 28,3 23,1 16,3 13,3 11,5 8,17 6,67 4,72 3,33
50 2,36 6 3 3 6 5 7 8 7 2 9 2,361
44,4 31,4 25,6 18,1 14,8 12,8 9,07 7,41 5,24 3,70
100 2,62 8 5 8 6 3 4 9 3 2 7 2,621
47,1 33,3 27,2 19,2 15,7 13,6 9,62 7,85 5,55 3,92
200 2,78 5 4 2 5 2 1 5 8 7 9 2,778

GRAFICA 7. CURVAS IDF PARA DIFERENTES PERIODOS DE RETORNO

CURVAS IDF PARA DIFERENTES PERIODOS DE RETORNO


50
45
40
35 2 años
5 años
Intensidad (mm/h)

30 10 años
25 20 años
25 años
20 50 años
15 100 años
200 años
10
5
0
0 5 10 15 20 25
Tiempo de duración (h)

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 95


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.5.7. Simulación
De crecidas para diferentes periodos de retorno calculadas para el tiempo de concentració n.

Se determinará la má xima crecida en base a los pará metros encontrados, para ello se hará uso de la ecuació n
del método racional.

Qmax = C i A

Donde:
Qmax: Caudal má ximo (m3/seg)
C: Coeficiente de escorrentía (adimensional)
Intensidad má xima para el tiempo de concentració n
i : (m/seg)
A: Area de aporte de la cuenca (m2)

De acuerdo a las características de la zona se adopta el coeficiente de escorrentía


C =
0,42

T
Precipitació n max
Intensidad max
Caudal max.

(añ os)
en 24 h P(mm)
para Tc I(mm/hr)
Q(m3/seg)

2
31,39
1,96

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 96


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

640,86

5
35,19
2,20
718,60

10
41,90
2,61
855,44

20
48,33
3,01
986,77

25
49,91
3,11
1018,97

50
56,66
3,53
1156,87

100
62,90
3,92
1284,39

200
66,68
4,16
1361,49

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 97


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.5.8. Cálculo de caudales máximos de diseño.

Cá lculo de las intensidades para un periodo de retorno de 100 añ os:

i max =
3,92
mm/hr

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 98


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Area de aporte de la cuenca:

A=
2805,56
km2

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 99


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Determinació n de la má ximas crecidas en base al método racional.

Qmax = C i A

Donde:

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 100


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Qmax:
Caudal má ximo (m3/seg)

C:
Coeficiente de escorrentía (adimensional)

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 101


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

i:
Intensidad má xima para el tiempo de concentració n (m/seg)

A:
Area de aporte de la cuenca (m2)

De acuerdo a las características de la zona se adopta el coeficiente de escorrentía


C =
0,42

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 102


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

GAVIÓ N TIPO A ([Link])

Qmax =
1284,39
m3/seg

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 103


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.6. Aforo AFOROS

ARE TIEMPOS [Seg.] TIEMPO Velocidad Caudal


LONGITU BASE PROF. BASE PROF. AREA 2 AREA
LUGAR A1 PROM. (V = L/T Q=V x
D [M] 1 [M] 1 [M] 2 [M] 2 [M] [M] prom. [M]
[M] T1 T2 T3 T4 T5 [Seg.] prom) Aprom

HIGUERAS 3 1 0,05 0,05 0,8 0,09 0,072 0,061 4,89 4,5 4,55 4,63 4,45 4,604 0,652 0,040
0,16
ESQUINA GRANDE 3 1,36 0,12 32 1,3 0,12 0,156 0,1596 5,76 4,34 4,21 4,57 4,92 4,76 0,630 0,101
0,61
SAN MARCOS 3 2,26 0,27 02 2,7 0,15 0,405 0,5076 5,03 4,47 4,3 4,52 4,3 4,524 0,663 0,337
0,02
SAN PEDRO 3 0,5 0,05 5 0,4 0,06 0,024 0,0245 4,55 5,02 5,4 4,4 4,51 4,776 0,628 0,015
0,12
CHOSCONTY 3 1,1 0,11 1 1,3 0,12 0,156 0,1385 5,03 5,8 5,84 5,02 5,28 5,394 0,556 0,077
0,37 0,4014
SOCOCHA 3 2,1 0,18 8 2,17 0,185 5 0,389725 3,69 3,77 4,16 3,89 3,75 3,852 0,779 0,304

YANALPA 3 1,3 0,1 0,13 1 0,08 0,08 0,105 4,87 4,44 4,33 4,78 4,52 4,588 0,654 0,069

Fig. 1. Aforo Comunidad Higueras Fig. 2. Aforo Comunidad Sococha Fig. 3. Aforo Esquina Grande

Fig.4. Aforo Comunidad San Marco Fig.5. Aforo Comunidad San Pedro Fig.6. Aforo Comunidad Chosconty

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 98


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.7. Transporte de Sedimentos

Determinación de arrastre de sedimentos en el cauce principal del rio Sococha

Pará metros fisiográ ficos de la


cuenca:

Area de la cuenca = 2805,6 km2


Longitud del cauce
principal = 69,70 km
Altitud media = 3250 m.s.n.m.
Pendiente del curso
principal = 1,00 %
Pendiente de la cuenca = 3,50 %
Nú mero de orden de la red = 3,00 (adim.)
Ancho promedio del cauce = 90,00 m
Area de la secció n del cauce = 146 m2

Determinació n de transporte de material de fondo

Método de Meyer - Peter y Mü ller:

qsf^(2/3) = 250*q^(2/3)*I - 42,5*d50

Donde:
q = Descarga Unitaria de agua (m3/s)
d50 = Diá metro medio del sedimento del lecho (m)
qsf = Carga unitaria de sedimento de fondo (kg/seg/m)
I = Pendiente de la corriente (m/m)

Descarga unitaria (q) = Q/L = 0,18 m3/seg/m


d50 = 0,005 m

qsf = 0,0849 kgf/seg/m

Determinació n de transporte de material en suspensió n

Método de Conti

f2 = (23,95/d)*(0,0727+10^-3*d)/(2,693+10^-
qs^(2/3) = 1/f1*(f2*Rh*I-1) 3*d)

Siendo:
f1 = 742,6 m/s
d = Diá metro de suspensió n y de fondo (m) 0,005
Rh = Radio hidrá ulico (m) 17,6
I = Pendiente del cauce (m/m) 0,024

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 98


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

qs = Descarga de sedimentos (kgf/s/m)

f2 = 129,32

0,072
qs = 2 kgf/seg/m

Determinación del transporte total de sedimentos

Método de Laursen

Cm = 0,01*gS (dsi/d)^(7/6)*(to/tc-1)*f(V*/Wi)

to =r * V^2/58*(d50/d)^(1/3) tci = t*c*(gs - g)dsi qs = Cm*q V* = raiz(g*d*I)

Donde:
dsi = Diá metro de grano (m) 0,002 m
d50 = Diá metro mediano del grano (m) 0,005 m
Wi = Velocidad de sedimentació n de grano (m/s) 1,234 m/s
f(V*/Wi) = Funció n dada del nomograma 12.10 1500
kg/m
 = Peso unitario del agua (kg/m3) 1000 3
pi = Porcentaje del sedimento de fondo 0,0017 %
d = Profundidad del flujo
(m) 1,5 m/s
V* = Velocidad de esfuerzo de corte total (m/s) 0,5944
V = Velocidad media de la corriente (m/s) 5,33 m/s
kg/m
Cm = Concentració n media de sedimentos (kg/m3) 0,0883 3
q = Descarga unitaria (m3/s/m) 0,104 kgf/s/m
qs = Descarga unitaria de sedimentos (kg/s/m) 0,0092 kgf/s/m

To = 0,0733 kg/m2
Tc = 0,0083 kg/m2
Descarga total de sedimentos

qs = 312530,4681 kg/año

qs = 312,53 ton/año

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 99


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

14.8. Medidas de Control de la Erosión en la Cuenca

Considerando que una cuenca constituye un sistema interdependiente donde lo que se hace mal o bien en la parte
superior influye forzosamente en la parte inferior de la misma. Si en la parte superior se destruye la vegetació n y
se erosionan los suelos, las aguas de la zona inferior estará n sucias y con crecidas desastrosas. Si en la parte
superior se vierten los relaves mineros, las aguas de la parte baja estará n contaminadas con sedimentos y
elementos tó xicos para los seres vivos

Por tanto, la cuenca es un factor que se debe tener en cuenta en la planificació n del desarrollo integral de una
regió n, especialmente en los aspectos referentes al uso del agua y, en general, a la explotació n racional de los
recursos naturales. El equilibrio ecoló gico regional está íntimamente ligado a la estabilidad de las cuencas.

La implementació n del manejo de cuencas, en el á rea del proyecto, permitirá un conjunto de esfuerzos tendientes
a identificar y aplicar opciones tendientes a identificar y aplicar opciones técnicas, socioeconó micas y legales, que
establecen una solució n técnica, socioeconó micas y legales, una solució n a la problemá tica causada por el
deterioro y mal uso de los recursos, problemá tica causada por el deterioro y mal uso de los recursos naturales
renovables, así como de las cuencas hidrográ ficas, par naturales renovables, así como de las cuencas
hidrográ ficas, para lograr el desarrollo de la sociedad.

El permanente uso desmedido de la tierra en las Cuenca del Rio “Sococha”, viene ocasionando serios problemas
en los recursos naturales, especialmente en el agua que temporada tras temporada viene disminuyendo sus
caudales en los cursos permanentes, ademá s de existir una disminució n considerable en la calidad del líquido
elemento, que es usado como agua de bebida en las comunidades que habitan en la cuenca y como agua de riego
para los cultivos. A este problema se suma el deterioro de los suelos, debido principalmente al manejo, actividad
que se desarrolla en la cuenca sin la incorporació n de prá cticas conservacionistas que aseguren la sostenibilidad
en el uso de la tierra.

14.8.1. Descripción

El á rea del proyecto, debe ser enfocado desde un punto de vista má s amplio y tomando como referencia a las
cuencas como Unidades de Planificació n Inter-Municipal o como Mancomunidad Municipal, es decir, la cuenca
hidrográ fica no tiene límite político sino hidrográ fico y que la cuenca hidrográ fica encierra a todos los recursos
naturales renovables y no renovables, incluido el hombre y su accionar diario como eje central del desarrollo; por
lo tanto necesitaría un trabajo de planificació n y coordinació n con otros municipios y actores que comparten una
misma cuenca, específicamente debería iniciarse acercamientos entre los Municipios cercanos a Villazó n y
empezar la Planificació n de cuencas en cabeceras del río Sococha, donde existen asentamientos de comunidades
campesinas que está n ocasionando la erosió n de los suelos y produciendo la sedimentació n y colmatació n de las
partes bajas en las comunidades del á rea del proyecto sin embargo, el realizar lo antes indicado, requiere un
proceso largo de capacitació n, educació n, demostració n, convencimiento, coordinació n, etc. que el municipio
todavía no ha comenzado y debe dar los pasos iniciales.

Por lo tanto el Manejo en la Cuenca del Río Sococha en el Municipio de Villazó n, es un primer paso que
necesariamente el Municipio tiene que iniciar; donde se detectan problemas en el uso de los suelos, debido a la
agricultura, la ganadería, la explotació n no controlada de agregados de río, minería, etc., situació n que se tiene
que responder con una propuesta que consiste bá sicamente en: ordenar el uso territorial, respetando la
capacidad de uso territorial, protecció n de riberas sobre el río, control y regulació n en la explotació n minera,
control y regulació n en la explotació n de agregados del río, contaminació n de aguas y educació n ambiental.

Problemas Asociados al Manejo de la Cuenca Hidrográ fica del río Sococha.


- Riesgos Naturales
- Inundaciones
- Riadas
- Deslizamientos

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 100


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Depredació n del Potencial Productivo


- Desertificació n
- Erosió n
- Quema de rastrojos
- Sobrepastoreo
- Monoproducció n agrícola

Conflictos en el Uso de los Recursos


- Contaminació n
- Eutrofizació n
- Aumento de demandas de energía (leñ a)
- Aumento de requerimientos hídricos para riego
- Sobre explotació n de los recursos: tierra, agua y vegetació n

14.8.2. Problemas que se tienen que resolver

El crecimiento de la població n beneficiaria como también el de mayor població n en la ciudad de Villazó n, ha


ocasionado el uso desordenado del territorio, falta de regulació n, con referencia al uso de las aguas en los ríos y
sus componentes, la falta de orientació n y educació n sobre los efectos que podemos causar al suelo, a la pradera
nativa, al agua, animales y otros recursos sino mantenemos los má rgenes necesarios de equilibrio entre ellos. Los
efectos de los factores antes mencionados son los que se manifiestan hoy muy claramente en las comunidades,
esto se seguirá profundizando sino emprendemos acciones coherentes para ordenar e ir resolviendo cada uno de
estos aspectos.

14.8.3. Efectos

• Contaminació n de las aguas por turbidez, agregados de desechos, limitando la vida acuá tica, el consumo
animal y humano
• Sedimentació n y colmatació n de causes del río Sococha y sus afluentes, disminuyendo su capacidad de arrastre,
cantidad y calidad de agua, variació n de causes, etc.

14.8.4. Causas

• Inadecuado uso del territorio en toda la extensió n de la cuenca, que provoca la sedimentació n y colmatació n de
causes de ríos, arroyos y lagunas.
• Falta de regulació n en la explotació n de agregados de ríos y minería.
• Falta de capacitació n, orientació n y educació n en el uso de los suelos, aprovechamiento de la vegetació n, uso y
consumo del agua.

14.8.5. Fin

Los problemas identificados con referencia a las cuencas hidrográ ficas, son muy sectoriales, es decir, se habla de
las cuencas refiriéndose tan solo al tramo de ríos, como el caso del río Sococha que es el que se encuentra en las
comunidades de Yanalpa, Sococha, Chosconty, San Pedro San Marcos, Esquina Grande, Higueras.

Por lo tanto, atendiendo a estos aspectos puntuales se ejecutará n acciones para lograr un mejor uso y manejo de
los recursos naturales existentes en la parte baja del río Sococha, que afecta a las comunidades beneficiarias,
como una estrategia de aproximació n a encarar una Planificació n de las cuencas municipales en su conjunto.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 101


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

15. TOPOGRAFÍA.

Plano general de ubicació n, a una escala 1:50000, sobre escrito en una copia digital de las cartas geográ ficas del
Instituto Geográ fico Militar (IGM), de la zona del proyecto

Hoja Comunidad
6428 - II Comunidad Cuartos
6528 - III Sococha
6527 - IV Salitre
6427 - I Villazó n

En la que describe la ubicació n de la cuenca de aporte de aguas, el esquema del sistema y la ubicació n de las á reas
de cultivo del proyecto.

Se realizó la Topografía de las obras de protecció n proyectadas, se ha realizado un levantamiento exclusivo de los
ríos hasta 100 metros aguas arriba y aguas abajo, y dibujado a una escala de 1:1000, así también un
levantamiento en el cual se muestra las á reas protegidas y recuperadas para el proyecto las cuales está n una
escala de 1:1000, de la misma manera el plano general del levantamiento topográ fico a un escala de 1:1000, como
se puede observar en los planos, con el objeto de tener datos exactos de las cotas, a través de los bancos de nivel y
de la misma manera la poligonal de apoyo para su correspondiente replanteo.

Se Comenzó con este levantamiento topográ fico en la Comunidad de Higueras, notando en esta difícil
organizació n de los comunarios, una vez subsanados todos los imprevistos se pudo dar al trabajo en si, para esto
se utilizaron estaciones geo-referenciales temporales como datos iníciales para el equipo de mensura Estació n
Total LEICA TC- 405 utilizando en esta levantamiento, con la ayuda de algunos comunarios se pudieron
identificar con mayor precisió n loe terrenos actuales y los terrenos afectados por la crecida del rio Sococha en las
comunidades beneficiarias, en los levantamientos se coordino de forma tal que la gente beneficiada con este
proyecto nos de la informació n necesaria, siendo esto muy favorable para la realizació n del presente Estudio.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 102


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

16. ESTUDIOS AGROLÓGICOS.

16.1. Uso Potencial de la Tierra

El uso potencial de la tierra corresponde a una zonificació n conforme a las aptitudes de la tierra y de los factores
que limitan su aprovechamiento sostenible. De acuerdo a la evaluació n efectuada en las unidades fisiográ ficas, de
la cuenca del Río Sococha presentan las siguientes categorías de uso potencial de la Tierra.

16.2. Erosión y desertización

La erosió n hídrica y eó lica es significativa, originada sobre todo por la escasa cobertura vegetal, y la baja
precipitació n pluvial. Sin embargo en las zonas este y oeste, la erosió n esta provocado má s por efectos hídricos,
por la topografía accidentada que presentan estas zonas, pues se caracterizan por tener depresiones de cabeceras
de valle y valles.

Segú n la Direcció n de Conservació n de Tierras (DTC, 1996) citado por el Plan de Desarrollo para el caso de la
provincia Modesto Omiste se a estimado un ID 2C Índice de Desertizació n Moderado, señ alando ademá s que de los
2.260 Km2 (superficie de la Provincia) 1.556 Km2 (69%) se encuentra afectados por la desertizació n.

Asimismo segú n el diagnostico de orden primario, se puede observar que de los terrenos utilizados para
diferentes cultivos en antañ o, se han erosionado progresivamente má s de 3.000 has por efectos eó licos y sobre
todo por efectos hídricos de las lluvias en terrenos de pendiente y riveras de ríos.

CUADRO 53. ZONAS EROSIONADAS DEL MUNICIPIO

MICROREGIÓN TERRENOS EROSIONADOS EN HAS. %


ZONA ESTE 82 2,7
ZONA OESTE 269 8,7
ZONA CENTRAL 2.730,00 88,6
TOTAL 3.081,00 100,0
Fuente: Diagnó stico PDM 2006

Dentro del estudio se pretende realizar la asistencia técnica y capacitació n a los productores de la zona (Rio
Sococha) para poder realizar de una mejor manera la recuperació n de los terrenos a largo y corto plazo con la
incorporació n de semilla de haba y frutales como la vid, durazno y manzana por las características del lugar.

Hay que hacer notar que la siembra del haba se realizara en los terrenos a recuperar y los frutales en las parcelas
donde siembran ya que con el tiempo las parcelas a recuperar tendrá n buena estructura y textura del suelo para
poder implementar huertos frutícolas definitivos, a continuació n se detalla este componente.

16.3. Componente Capacitación y Fortalecimiento a la Producción Orgánica.

16.3.1. Objetivos, Metas, Resultados y Actividades

[Link]. Objetivos

 Objetivo general

Mejorar la producció n, mediante la consolidació n de un sistema de producció n orgá nica que garantice productos
de calidad, competitivos en el mercado regional, departamental y Nacional, mediante la protecció n y
recuperació n de sus tierras y que permita elevar el nivel de vida de los beneficiarios del proyecto.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 103


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

 Objetivos específicos

- Capacitar y Fortalecer los conocimientos, habilidades y destrezas de los beneficiarios del proyecto en la
aplicació n de una agricultura orgá nica, aprovechando racionalmente los elementos base de la producció n
(suelo – agua – planta).
- Implementar procesos de capacitació n integral en la producció n orientados a una complementació n con
enfoque de mercado.
- Realizar la innovació n de tecnología apropiada en sistemas de producció n, que respondan a la necesidad
de incremento econó mico familiar.
- Fortalecimiento a organizaciones econó micas y productivas mediante la formació n de grupos de interés
para optimizar la gestió n de negocio o comercializació n de productos.
-
[Link]. Metas

- 408 familias beneficiarias se han capacitado y adoptado las técnicas para la producció n orgá nica de
frutales.
- Se ha dotado de 6.800 plantines de durazneros a beneficiarios del proyecto.
- Se ha dotado de 6.800 plantines de manzanos a beneficiarios del proyecto.
- Se ha dotado de 6.800 plantines de vid a beneficiarios del proyecto.

CUADRO 54. SE PREVEE ENTREGAR LOS PLANTINES.

Entrega de plantines por comunidad


COMUNIDAD vid Durazno manzana
(4x4) (5x5) (12x3)
higueras; esquina grande; San Pedro y san marco 6800
Chosconty; Sococha 6800
Sococha Yanalpa 6800
Fuente: elaboració n propia 2009

- 44 talleres ejecutados en temas de: sistemas de plantació n, injertos, podas, conservació n de suelos;
fertilizació n orgá nica, MIP, cosecha. Pos cosecha, comercializació n, realizados en las comunidades para la
capacitació n de los productores frutícolas de las zonas.
- 408 familias campesinas organizadas reciben asistencia técnica en producció n inicial, sistemas de
plantació n, conservació n de suelos, fertilizació n orgá nica, MIP y cosecha, mejorando la calidad del
producto durante la intervenció n del proyecto.
-
[Link]. Resultados

Al cabo de nnnn meses de ejecució n del proyecto se tiene los siguientes resultados:

- 408 familias campesinas se encuentran produciendo diversos frutales de carozo y pepita.


- Se han establecido 12.99 has con plantaciones nuevas de durazneros, manzanos y vid en las parcelas
cultivadas que poseen como insentivo.
- Alrededor de 408 familias beneficiarias han adoptado los conocimientos impartidos en las capacitaciones
del manejo de viveros frutícola - forestales, plantaciones de Duraznero y otros cultivos; conservació n de
suelos, fertilizació n orgá nica, MIP y enfermedades, cosecha y comercializació n de la producció n de
frutales ecoló gicos. Ademá s producen abonos orgá nicos y aplican prá cticas como la rotació n de cultivos.
- Se desarrollaron 44 talleres en temas de: viveros, sistemas de plantació n, injertos, podas, conservació n
de suelos; fertilizació n orgá nica, MIP y cosecha.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 104


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

[Link]. Actividades

 Implementación de parcelas experimentales.- Las parcelas experimentales estará n distribuidas a


nivel familiar en las siete comunidades beneficiarias los cuales será n elegidas para poder desarrollar las
practicas adecuadas en el manejo.

 Prácticas de conservación y recuperación del suelo.- Se realizará n prá cticas en campo, en las parcelas
demostrativas con la aplicació n de abonos orgá nicos (Humus de lombriz, micorrizas), los mismos que de
alguna manera mejoraran la estructura del suelo.

 Prácticas de fertilización orgánica.- Se realizaran prá cticas de fertilizació n orgá nica en las parcelas de
los beneficiarios, los mismos que tendrá n resultados positivos en la actividad agrícola.

 Formulación de la estrategia de MIP y enfermedades en frutales para comunidades de la cuenca.


Se efectuara un MIP, tomando en cuenta las cadenas productivas y las características agroclimá ticas de la
regió n y de cada comunidad.

 Prácticas en distintas labores culturales.- Las prá cticas que se realizaran, será n de acuerdo a un
cronograma de actividades, el mismo que se elaborara en base al diagnostico identificado en las zonas de
mayor incidencia.
 Capacitación en estrategias de comercialización.- se ejecutaran los talleres de capacitació n
programados, y se elaborara la estrategia de comercializació n para los productores.

 Cursos – taller/ comunidad sobre distintos aspectos.- Se desarrollaran talleres prá cticos, visuales, en
los cuales participaran los beneficiarios en la elaboració n de estrategias de control de plagas y
enfermedades, manejo y conservació n de suelo-agua.

 Asistencia técnica personalizada a productores.- La asistencia técnica será personalizada en las


comunidades que comprende el proyecto. El mismo que dará mayor énfasis en la capacitació n técnica a
los beneficiarios.

16.3.2. Estudio de Ingeniería del Componente

[Link]. Prácticas en manejo de suelo

El manejo de suelos fundamentalmente contribuirá a las acciones del mantenimiento y/o aumento de la
capacidad productiva de los suelos. Estas medidas incluirá n prá cticas para la preparació n del terreno con el
propó sito de reducir la escorrentía y la erosió n. De esta manera, también contribuirá n directamente a mejorar la
textura, porosidad y fertilidad del suelo.

Estas medidas se consideran también como preventivas porque disminuyen la reducció n de la fertilidad del
suelo, la pérdida de los nutrientes y materia orgá nica ocasionados por la erosió n del suelo. De acuerdo al estudio
socioeconó mico hecho en la zona de estudio estas medidas son las má s sencillas y de interés para el agricultor, en
la restauració n y mantenimiento de la capacidad productiva del suelo.

Las medidas má s apropiadas segú n las condiciones agroecoló gicas y los sistemas de producció n de las tierras
será n seleccionadas de manera integrada a las obras físicas.

[Link]. Prácticas en métodos de labranza

- Labranza mínima
La labranza mínima consiste en la menor cantidad de labranza requerida para crear las condiciones de suelo
adecuadas para la germinació n de la semilla o el desarrollo de las plantas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 105


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Por una parte se aplicará una labranza mínima continua donde se removerá solamente una faja estrecha (20-50
cm de ancho) que será ocupada por el cultivo. La remoció n del suelo dentro de esta faja se realizará hasta una
profundidad de aproximadamente 20 a 30 cm con la finalidad de incorporar enmiendas y fertilizantes
principalmente.

- Surcos en contorno
Construidos transversalmente al sentido de la má xima pendiente del terreno con el objeto de reducir la velocidad
del escurrimiento superficial, favorecer una mayor infiltració n del agua, disminuir la erosió n del suelo y
aumentar la producció n y productividad de los cultivos.

El diseñ o de los surcos en contorno consiste en: determinar su profundidad del surco dependiendo del tipo de
suelo y cultivo a instalar. Cuando el cultivo se aporca, la profundidad puede alcanzar los 30 cm o má s. El
distanciamiento o espaciamiento entre surcos que es la distancia que debe existir entre las hileras de plantas,
dependiendo principalmente de la naturaleza del cultivo y de la tecnología empleada. Las pendientes pueden ser
cero (a nivel) cuando los surcos sean menores a 50 metros o pueden tener una ligera pendiente del orden de
hasta siete por mil; la longitud del surco no podrá ser mayor a 250 metros.

- Cultivos en Contorno
Consiste en la disposició n del cultivo siguiendo la orientació n de las curvas a nivel y la direcció n en forma
perpendicular o transversal a la pendiente má xima del terreno. Cada línea en contorno con una pendiente
longitudinal asumida del sistema antierosivo variando de 1 a 7‰ (uno a siete por mil).

El cultivo en contorno exige la prá ctica de sistematizació n del laboreo y preparació n del suelo con anterioridad a
su ejecució n. De esta manera el terraceo y labranzas será n realizadas de acuerdo a la pendiente longitudinal
asumida. En general, será n aplicados para todo tipo de cultivo de escarda, especialmente en el sistema cultivos
anuales – forrajeras.

- Siembra en camellones
Esta siembra se realizara en la zona baja ya que el nivel freá tico es menor por encontrar agua a 08 cm de
profundidad, esta actividad se la realizara solo para la plantació n de los frutales ya que se realizara la practica de
incorporació n de tierra elevado para proteger a las plantaciones.

[Link]. Practicas en manejo de cultivos

- Aplicación de materia orgánica


Una enmienda orgá nica consistirá en la incorporació n de cualquier tipo de materia orgá nica al suelo para mejorar
sus propiedades químicas y/o físicas, la materia orgá nica está constituida por los residuos de las plantas y los
animales.

La materia orgá nica se puede encontrar descompuesta, en proceso de descomposició n y sin descomponer. Para
que los nutrientes estén disponibles para la planta, es necesario que esta se encuentre descompuesta y en forma
asimilable y aú n así este muchas veces constituye un proceso lento (segú n las reacciones químicas particulares).
Durante la descomposició n, los nutrientes de los residuos y a veces algunos del suelo mismo, está n ligados por la
acció n de los microorganismos.

Esta prá ctica será implementada en todos los cultivos o sistemas de cultivos considerados y se lo realizará bajo
dos formas: La primera considerada como una aplicació n de fondo será conveniente después de la nivelació n y
formació n de las terrazas a fin de favorecer el desarrollo de la flora microbiana, estructura y corregir la textura.
Consistirá bá sicamente en la aplicació n de estiércol de animales (huano), en una cantidad de 15 a 25 TM por
hectá rea dependiendo del sistema de cultivo. En sistemas de cultivo frutales la aplicació n será localizada dentro
los hoyos de plantació n, mientras que en sistemas hortalizas– plantas anuales–forrajeras, esta aplicació n se la
realizará esparciendo por toda la superficie de la terraza por lo que se necesitara mayores cantidades de materia
orgá nica. La segunda forma de incorporació n de mano de obra se refiere a aplicaciones rutinarias para cada
cultivo consistente en estiércol de animales o restos de cosechas.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 106


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

[Link]. Practicas en rotación de cultivos

Esta prá ctica se realizara en las á reas a recuperar ya que todavía no se contara con un buen suelo arable ya que se
pretende recuperar en el tercer a cuarto añ o con lo que el rio valla lameando e incorporando tierra para darle un
buen uso como la plantació n de huertos frutícolas lo que se recomienda. Mientras se recupera se puede estar
realizando estas prá cticas.

Es una prá ctica que consiste en una sucesió n recurrente y má s o menos regular de diferentes cultivos en el mismo
terreno, con el objeto de controlar la erosió n, escorrentía y contribuir a mantener la fertilidad y productividad de
los suelos. Ya que en la zona se pudo evidenciar que en algunos lugares solo existe el monocultivo (maíz) lo cual
esta método no es muy bueno porque solamente está debilitando el terreno y a la vez no se realiza la
incorporació n de abonos y los suelos está n pobres.

Esta prá ctica controlará , por otra parte, la erodabilidad del suelo como efecto de mantener una cobertura casi
permanente limitando de esta manera la acció n erosiva de las lluvias sobre el terreno, asimismo, regulará la
extracció n de nutrientes, por la alterabilidad de los cultivos, má s aú n cuando exista una leguminosa entre ellos. A
continuació n se presentan 3 propuestas de rotació n las que se acomodará n a cada uno de los tipos de
sistematizació n de tierras propuesto, seleccionados de acuerdo a la definició n y aptitud de zonas homogéneas
mostradas en el siguiente:

- Sistema hortalizas - cultivos anuales

Orientado especialmente a cultivos de escarda en parcelas de cero hasta 2% de pendiente transversal. La rotació n
tipo en cada una de las parcelas de cultivo será la siguiente:

Primer ciclo Segundo ciclo


Maíz Haba
Cebolla Maíz
Haba Papa
Hortalizas menores Arveja

- Sistema cultivos anuales–forrajeras


Este sistema se propone para pendientes entre 4 y 8% y estará compuesto sobre todo por una planta plurianual
forrajera (alfalfa u otra gramínea), intercalado con plantas anuales perpendicular a la mayor pendiente del
terreno. En todo caso el cultivo forrajero a implantarse en este sistema de rotació n ocupará má s o menos el 50%
de la superficie total de la parcela. La rotació n tipo para los cultivos anuales en cada una de las parcelas de cultivo
será la siguiente:

Primer ciclo Segundo ciclo


Haba Cebolla
Forrajeras Papa

16.3.3. Sistema Frutales

Este sistema estará compuesto por cultivos de frutales (durazneros, vid, manzanos, damascos, perales, etc.),
distribuidos en forma intercalada de la siguiente manera: por cada hilera de cultivo de durazno se tendrá que
implantar una de otro frutal de manera que 50% de la superficie este ocupada por durazno y el otro 50% por
otros frutales.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 107


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

16.3.4. Capacitación, asistencia técnica y fortalecimiento

La metodología se desarrollara en de tres modalidades:

a) Una primera será la participació n de toda la comunidad esto se realizara con la participació n de tanto
como hombres y mujeres, en esta etapa se dará a conocer los cursos o talleres de capacitació n de temas
Administració n contable, en riego parcelario, conservació n de suelos, fertilizació n orgá nica, abonos
verdes, manejo integral de plagas y enfermedades en la producció n ecoló gica, poda y formació n de
frutales.
b) En la segunda parte se realizara las reuniones con los beneficiarios para definir temas específicos
donde el proyecto está interviniendo y para mejorar la producció n que tengan.
c) En esta tercera Fase o etapa se seguirá realizando la capacitació n directamente a los productores o se
identificaran a los lideres para poder realizar prá cticas directamente con ellos como las parcelas
demostrativas por el interés particular que ellos tengan
Cada una de estas etapas tendrá sus temá ticas.

16.3.5. Talleres y Cursos

Mientras dure el proyecto se dará n a conocer algunas explicaciones teó ricas, concernientes principalmente en la
descripció n de las técnicas del proceso productivo del sistema de producció n ecoló gicos, a través de las lá minas
de flujogramas y cartillas con un alto contenido de grá ficos, que ayuden a recordar a los agricultores todas las
actividades inherentes al proceso de producció n frutícola.

La capacitació n buscará mejorar los conocimientos de los agricultores tanto varones como mujeres, sobre todo
tomando en cuenta que son las mujeres, en muchos casos, las que asumen la responsabilidad del manejo
productivo en la finca del hogar.

Las actividades de capacitació n será n mediante la técnica hacer para aprender en la finca de cada agricultor, con
la participació n activa de los agricultores (as) y del técnico en actividades claves y particulares a las necesidades
de cada finca.

El entrenamiento personalizado será realizado de manera permanente durante el tiempo que dure la ejecució n
del proyecto, esta prá ctica se realizara en especial en aquellas fincas donde tienen alguna producció n ya que por
el corto tiempo de duració n del proyecto se pretenderá dar los mayores conocimientos de tal forma que
productor pueda familiarizarse con la prá ctica y repita bajo su propia iniciativa, transformá ndose en un promotor
local. Otra técnica que se aplicará en la asistencia técnica será una secuencia de visitas a los agricultores, para
observar y evaluar la evolució n del desenvolvimiento o desarrollo de la prá ctica demostrada; la asistencia técnica
permitirá ayudar en forma activa al agricultor (a) de manera que pueda poner en prá ctica la capacitació n,
entrenamiento prá ctico y las demostraciones que establecerá n un sistema integral de manejo del sistema de
producció n ecoló gica, garantizando el incremento de la producció n, productividad y logrando la sostenibilidad
del proyecto.

16.3.6. Instalación de Parcelas Demostrativas

Una de la características concretas del proyecto es la implementació n de parcelas demostrativas las cuales
servirá n de escenario para la prá ctica donde se efectuará la transferencia de tecnologías y se realizará n
capacitaciones en diversas temá ticas y durante las diferentes etapas del cultivo de los frutales, el desarrollo de
capacidades y destrezas en los productores (hombres, mujeres y jó venes), permitirá practicar una agricultura
sostenible y contar con recomendaciones integrales al objetivo principal.

Estas parcelas demostrativas se realizara en el caso de la fruticultura y se realizara de dos formas una con la
implementació n de nuevos huertos para realizar el seguimiento respectivo como el trasplante y poda de
formació n, una segunda fase elegir las parcelas que ya están implementadas en la zona para poder realizar las
otras prá cticas como la podas de formació n, de fructificació n, injertos, selecció n etc.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 108


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

16.3.7. Planificación de Actividades

La planificació n es un elemento importante para el desarrollo de las actividades de capacitació n. Sin la


planificació n, las posibilidades de alcanzar los objetivos deseados de un curso o evento son escasas. Para cada
actividad de capacitació n será necesario planificar los objetivos apropiados, las técnicas participativas, el tiempo,
los materiales necesarios, el responsable o los responsables de la capacitació n.

- Reuniones comunales (información, planificación y evaluación): se realizará n reuniones en las


comunidades, de acuerdo con la disponibilidad de todos los productores, dichos eventos será n de
informació n de avance y evaluació n de todas las actividades las de realizació n de curso generales o
introductorios para poder tener mayor conocimiento durante el desarrollo de las practicas de campos,
también se planificará n las actividades y la reunió n futura.
- Eventos de capacitación formal: La metodología de la capacitació n estará basada en la propuesta de
aprender-haciendo y una matriz de capacitació n de fá cil entendimiento y acorde al nivel educativo de los
beneficiarios; estos eventos se desarrollará n en todas las comunidades beneficiarias del proyecto, los
encargados de impartir dichos eventos será n especialistas en producció n de frutales, en fortalecimiento
organizacional y en comercializació n respectivamente.
- Prácticas de campo: las prá cticas de campo se plasmará n en las sesiones preparadas por las parceles
demostrativas, donde la tendencia de la capacitació n en producció n frutícola ecoló gica, será mediante
una capacitació n in situ.
-
16.3.8. Diseño de Monitoreo y Evaluación

Para una evaluació n sistemá tica y minuciosa se considerará n los siguientes aspectos al momento de la
evaluació n:

- El cumplimiento de los objetivos, se evaluará si los objetivos planteados tienen relació n con la realidad,
con el tema y sus contenidos.
- El enfoque metodológico, se evaluará la metodología empleada y la respuesta que se generó en los
participantes. De esta manera se verá si la metodología es adecuada al tema y a sus objetivos, a la
composició n del grupo con el cual se trabaja, y qué ventajas y desventajas se observa en su uso.
- Impacto del aprendizaje, se evaluará n los resultados aspirados por el curso a mediano plazo donde se
observará cual es la opinió n de los participantes, si cambian o no cambian sus actitudes,
comportamientos, mentalidad o costumbres y hasta qué punto se logra modificarlas. Servirá para ver si
se logró satisfacer las necesidades de los participantes.
-
Las evaluaciones será n participativas, teniendo en cuenta que el nú mero de agricultores no sea mayor a siete,
pudiendo tenerse un grupo no mayor de 15 personas para que sea manejado por un solo técnico.

16.3.9. Equipo e instrumentos utilizados en el proceso de capacitación


Los equipos o instrumentos empleadas para efectivizar la comunicació n entre los técnicos y los productores
beneficiarios son:

Pizarra acrílica manual, se destaca la utilidad de la pizarra, en las siguientes aspectos:


 Fija y mantiene la atenció n sobre las cuestiones fundamentales que se está n tratando (ademá s de
escuchar se ve); ello ayudará a retener lo que se dice y facilitará el diá logo o discusió n posterior.
 Hace síntesis de la exposició n subdividida en las partes principales de modo que facilitará la
comprensió n del conjunto.
 Dibuja planos, figuras, hace esquemas, etc., que ilustrará n o resumirá n lo que se esté diciendo.
 Permite que sigan el razonamiento, o exposició n quienes tengan un ritmo má s lento de
comprensió n.
 Da énfasis visual a los conceptos principales o puntos má s salientes.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 109


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Papelógrafos, tienen la ventaja de permitir el uso de materiales previamente preparados, permitiendo


ahorrar tiempo durante el taller. Ademá s las lá minas podrá n ser conservadas y mejoradas segú n la
experiencia para una presentació n posterior, es decir, cada vez que sea necesario se podrá volver a
utilizarlas.

Cartillas, será n de utilidad como un medio de enseñ anza especifico, un recurso didá ctico de comunicació n,
un vehículo efectivo para dar instrucció n, para impartir ciertas enseñ anzas concretas y pormenorizadas a
grandes cantidades de personas.

Cuadros parlantes, será n utilizadas teniendo en cuenta tres pautas: ser claras en su mensaje; ser realistas
en su contenido y ser interesantes para mirar.

16.3.10. Métodos para el buen aprendizaje

En vez de poner mucho énfasis en la charla magistral y memorizació n de lo escuchado, se buscará la integració n
de los diferentes sentidos.

En tal sentido hay que elegir los medios de apoyo en funció n de los siguientes factores:

1 Las características socio-culturales de los participantes, es decir los medios de apoyo será n
culturalmente apropiados.
2 La dificultad de los contenidos responderá n al nivel de capacidad y conocimientos de los participantes.

- Métodos de Comunicación
Los métodos de comunicació n a emplearse son:
 Comunicación con grupos, se refiere a la reunió n o agrupació n de dos o má s personas con un
problema en comú n, que interactuará n con el técnico encargado, con el propó sito de transmitir un
conocimiento.
 Charla, es un método de comunicació n verbal mediante el cual el técnico transmitirá
conocimientos a un grupo de productores.
 Demostración de métodos en parcela, Toda vez que el presente proyecto se basa en la realizació n
de prá cticas en campo, “aprender haciendo”, aplicando lo aprendido en teoría, se llevará n a cabo
una serie de actividades y prá cticas en campo.
- Medios de Comunicación

16.3.11. Contenido Mínimo de los Eventos de Capacitación

Se provee la realizació n de los siguientes talleres de capacitació n, con su respectivo contenido mínimo, hay que
hacer notar que como se realizara la entrega de plantines de vid, durazno y manzana se realizara mas énfasis en
esta capacitació n:

TALLER I: Manejo y Preparación de Suelos, Siembra, Fertilización Orgánica


 Elecció n de terrenos destinados a la producció n de frutales.
 Ver en el á rea a recuperar con cual cultivo o qué tipo de rotació n se realizara.
 Preparació n del terreno tanto en los cultivos y para trasplante (Abonado, desterronado y mullido)
 Elecció n de plantines (cantidad y calidad de los plantines).
 Tipo de podas
 Tipo de injertos adecuados
 Tratamiento y cuidado de los plantines e injertos.
 Fertilizació n orgá nica (tipos de abonos orgá nicos, usos, épocas de aplicació n, ventajas, desventajas, etc.)
 Cá lculo de la cantidad de fertilizante a aplicar.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 110


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

TALLER II: Labores Culturales, Identificación y Control de Plagas, Enfermedades y Manejo de Productos
Orgánicos
 Riego (tipo de riego, cantidad y periodicidad)
 Deshierbe, Aporque
 Momentos oportunos de Fertilizació n.
 Identificació n de plagas importantes, Manejo Integrado de Plagas.
 Identificació n de enfermedades importantes, Manejo y control.
 Manejo y uso de productos o pesticidas orgá nicos.

TALLER III: Manejo de Precosecha, Cosecha y Poscosecha.


 Determinació n del momento optimo de la cosecha.
 Instrumentos para determinar el momento optimo de cosecha.
 Métodos de precosecha.
 Formas de cosecha.
 É pocas de cosecha.
 Herramientas utilizadas en la cosecha.
 Control sanitario en la cosecha.
 Secado adecuado del producto
 Clasificació n.
 Empacado, pesado y etiquetado.
 Control fitosanitario en poscosecha.

TALLER IV: Almacenamiento y Transformación


 Tipos o formas de almacenamiento.
 Tiempo de almacenamiento.
 Cuidados sanitarios e higiénicos en el lugar de almacenamiento.
 Ventajas del almacenamiento.
 Formas de transformació n.
 Procesos de transformació n.
 Materiales a utilizarse para la transformació n.
 Higiene y control sanitario.

TALLER V: Comercialización y Marketing


 Que es comercializació n
 Estudio de la demanda y oferta
 Costos de producció n
 Formas de fijar precio al producto
 Importancia de la negociació n
 Estrategias de comercializació n (de acuerdo a Estudio de Mercado).
 Elecció n de nombre comercial y etiqueta.

TALLER VI: Fortalecimiento a las organizaciones


 Importancia de la organizació n.
 Tipos de organizació n.
 Componentes de una organizació n.
 Liderazgo y gestió n asociativa
 Estructura orgá nica de las asociaciones.
 Elaboració n de Reglamentos y estatutos para la Asociació n

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 111


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

16.3.12. Presupuesto del Componente

El presupuesto general del componente se detalla a continuació n:

CUADRO 55. PRESUPUESTO GENERAL DEL COMPONENTE

COSTO
ITEM DESCRIPCIÓN UNIDAD CANTIDAD COSTO TOTAL
UNITARIO

1 Servicios personales 117.000,00


1,1 Empleados Permanentes       117.000,00
1,2 Ing. Agr. Esp. Sanidad vegetal Mes 9 6.500,00 58.500,00
1,3 Ing. Agr. Esp. Fruticultura Mes 9 6.500,00 58.500,00
2 Servicios no personales 53.450,00
2,1 Servicios Básicos     60000 4.000,00

2,1,1 Comunicació n en general Global 1 4.000,00 4.000,00

2,2 Servicio de Transporte y Seguro       40.500,00


2,2,1 Transporte meses 9 4.500,00 40.500,00
2,3 Alquileres       450,00

2,3,3 alquiler equipo capacitació n Mes 9 50 450,00


2,4 Servicios Profesionales y Comerciales       8.500,00
2,4,1 Fotocopias global 1 4.000,00 4.000,00
2,4,2 Revelado de fotografías global 1 4.500,00 4.500,00
3 Materiales y suministros 182.520,13
3,1 Alimentos y Productos Agropecuarios       4.500,00

3,1,1 Alimentació n (refrigerio/capacitació n) global 1 4.500,00 4.500,00

3,2 Productos de Papel, Cartón e Impresos       18.000,00


3,2,1 Papel boon, sabana y otros Global 1 3.000,00 3.000,00
3,2,2 Cartillas Global 1 12.000,00 12.000,00

3,2,3 Trípticos, otros impresos Global 1 3.000,00 3.000,00


3,3 Costos de produccion       160.020,13
3,3,1 Durazno Unidad 1,00 44945,53 44.945,53
3,3,2 Vid Unidad 1,00 56098,6 56.098,60
3,3,3 Manzano Unidad 1,00 52650 52.650,00
3,3,4 Haba Unidad 1 6326 6.326,00
TOTAL DEL COMPONENTE EN BOLIVIANOS 352.970,13
TOTAL DEL COMPONENTE EN DÓLARES t/c 7,07 49.925,05
Fuente: Elaboració n propia 2009

El presupuesto total del componente es de 352.970,13Bs, que equivale a $us 49.925,05 dó lares americanos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 112


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

17. DISEÑO DE OBRAS

17.1. Gestión del sistema de defensivo y/o gaviones

La capacitació n y asesoramiento para el mantenimiento y operació n del proyecto. Esto significa que para lograr la
sostenibilidad de la obras, se debe realizar una capacitació n continua y profunda sobre la recuperació n de tierras.

Los productores deberá n ser capacitados principalmente en los siguientes aspectos:


* Mantenimiento de los gaviones.
* Mantenimiento de los platines y por ende prá cticas ambientales.
* Elaboració n de nuevos defensivos naturales.
* Mantenimiento y reparació n oportuna de dañ os ocurridos en el proyecto.

17.2. Determinación del área de recuperación

De a cue rd o a l os c á lcul os re a li za d os en ba se a re n di mi en t os y supe rfi ci e s, se ti e ne un á re a


i n cre me n ta l de 44. 08 H a. Det a lle en la h oj a de c á lcul o que se e n cuen t ra e n la e va lua ci ó n
e c on ó mi ca.

17.3. Diseño de los defensivos con gaviones

17.3.1. Diseño participativo del proyecto

En el á rea del proyecto se practica principalmente la agricultura, sin embargo siempre se han visto amenazados
por las riadas y crecidas de los ríos aledañ os. Se realizo un analices exhaustivo de los diseñ os de gaviones.

Por esta razó n la Prefectura del Departamento de Potosí, como Entidad Promotora, ha visto por conveniente la
realizació n de este proyecto, para su evaluació n con el fin de aprobar el correspondiente financiamiento para su
construcció n.

Durante la elaboració n del estudio se coordinó permanentemente con los futuros usuarios a efectos de tomar las
decisiones má s adecuadas, producto de ello ha logrado varias visitas a las comunidades para conocimiento y
verificació n del levantamiento topográ fico y otras actividades previstas en el servicio de consultoría.

17.3.2. Planteamiento de la infraestructura

En visitas realizadas al sitio del proyecto conjuntamente con técnicos de la Prefectura del Departamento de
Potosí, equipo multidisciplinario de la consultora y comunarios, se llevaron a cabo reuniones con el fin de ver la
factibilidad conociendo sus problemas, ademá s de recorridos y verificació n de obras en el á rea del proyecto para
conocer aspectos como ser, fuente de agua, posibles obras y á reas afectadas, conociendo de sus ventajas y
desventajas referentes a topografía, pendientes, geología, suelos, hidrología, etc.
Se propone un proyecto de construcció n de gaviones y de acuerdo con una solicitud de la comunidad ademá s de
las condiciones del perfil de proyecto y de la convocatoria para la elaboració n del presente proyecto en sí, con la
construcció n de gaviones reforzados con dentellones en cada una de las comunidades afectadas con las riadas y
otros, ademá s de la provisió n y la plantació n de plantines en diferentes tramos donde se requiera en toda la
longitud de acuerdo con el requerimiento, con el fin de evitar má s desbordes de las riadas.

Así mismo con la finalidad de proteger los terrenos de cultivo y la població n civil, deberá n realizarse trabajos de
continuació n a los gaviones, con defensivos rú sticos en base a piedra y ramas de churqui ( defensivos tipo
Chosconty), que por su facilidad y experiencia son las que mejor se adecuan al tipo de terreno en la zona del
proyecto, así mismo para proteger la població n civil deberá n adecuarse y construirse bolsas rellenas de arena y
apiladas en forma de trinchera a continuació n de los gaviones.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 113


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

En reuniones realizadas se pudo llegar a una concertació n de criterios con los comunarios en base a su
conocimiento y experiencia, pudiendo ser ubicados los puntos má s afectados por las riadas en sus terrenos y
realizando el trazo del estudio topográ fico, siendo esta alternativa, la elegida y ademá s justificable, también
existen unos muros de Gaviones que se encuentran en un regular estado de conservació n, ya que fueron
afectados por las riadas de añ os pasados.

17.4. Evaluación de alternativas: justificación y concertación con usuarios.

En el proceso de diseñ o de las obras de protecció n como son los gaviones la consultora realizó trabajos
concernientes en coordinar, concertar y sacar conclusiones para obtener la necesidad de los usuarios,
primeramente se ha realizado un recorrido del río Sococha y en consulta con los beneficiarios se consideraron
diferentes criterios de los cuales ha resultado la mejor propuesta para realizar la protecció n de sus terrenos, la
utilizació n de gaviones y dentellones, las mismas se han analizado conociendo sus ventajas y desventajas
llegando a un acuerdo concertado entre la comunidad y la consultora; aplicando estos conceptos se adopta el tipo
de defensivos adecuados para un buen funcionamiento, que será considerada en el documento del proyecto a ser
presentado a la entidad Contratante y la comunidad.

Como una segunda alternativa se había considerado y consultado con la comunidad el empleo de Defensivos de
Hormigó n Cicló peo, pero esta alternativa fue desechada por el hecho de que las obras proyectadas necesitarían
de fundaciones profundas y muy macizas, debido a que las riadas deteriorarían sus fundaciones de las mismas y
colapsaría la estructura, por otro lado realizar unas fundaciones profundas repercutirían en el aspecto econó mico
del proyecto y se torna inviable su inversió n.

Finalmente como una tercera alternativa se había considerado y analizado con la comunidad el empleo de
Defensivos de Hormigó n Cicló peo y colchonetas, es decir una estructura mixta, que por cierto no sería de una
fundació n muy profunda, para lo cual se prevería de colchonetas que protejan la socavació n en su fundació n, sin
embargo de igual manera esta alternativa luego de analizar resulta también con un mayor costo respecto a los
gaviones y se considera inviable su inversió n.

17.4.1. Operación ofertada de las obras propuestas

Con la finalidad de lograr una mejor implementació n y uso del proyecto, es necesario el asesoramiento y
capacitació n de los usuarios para lograr un uso y mantenimiento de las obras de protecció n, introduciendo
técnicas de correcto manejo y en su caso de correcto arreglo de las estructuras propuestas como ser la forma y
manera de soldado, amarrado, tesado y armado de los gaviones.

Por las características de los gaviones que son las má s adecuadas para utilizar en la protecció n de terrenos en la
cuenca, a continuació n se realiza una descripció n de las características físicas de estos elementos y su
denominació n de acuerdo a normas.

17.4.2. Características físicas del gavión

Es un contenedor de malla de alambre a doble torsió n, en tamañ os variables, con celdas internas uniformemente
repartidas e interconectado con otras unidades similares y que se llena con piedras en el local de la obra, para
formar así una estructura flexible, permeable y monolítica, tal como muros de contenció n, muros costeros,
revestimientos de canales, revestimientos y vertederos en proyectos para control de la erosió n (ver Fig. 1 y Fig.
2).

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 114


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Fig. 1 Gavió n Caja

Fig. 2 Gavió n fabricado mecá nicamente

17.4.3. Malla de alambre a doble torsión

Es una malla que no se desenreda, hecha a base de girar continuamente pares de alambres a través de tres
medios giros (comú nmente llamado doble torsió n), para dar forma a las aberturas hexagonales, las cuales
después se interconectan a alambres adyacentes, dando forma así a las aberturas hexagonales, como se observa
en la siguiente figura.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 115


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

17.5. Información básica para los defensivos con gaviones

Para el diseñ o de las obras de protecció n, verificamos que la cuenca del río Sococha cuenta con un á rea
considerable, que producen avenidas o crecidas má ximas de 1.50 m de tirante en las secciones tipo consideradas
para la ubicació n de las obras de protecció n como son los gaviones de acuerdo a informació n proporcionada por
los comunarios y señ ales observadas en el terreno.
 El planteamiento hidrá ulico general del proyecto, estará en relació n, a los caudales máximos calculados y/o
aforados. Además, deberá n considerarse las máximas avenidas en los lugares de emplazamiento de las obras.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 116


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

18. DISEÑO DE OBRAS DE PROTECCION.

Definido el tipo de protecció n que es de Gaviones y Colchonetas, siendo esta estructura la que se adapta para el
sector, con una fundació n adecuada para soportar la socavació n ocasionada por las crecidas, se adjunta el detalle
de los cá lculos en anexos.

Las obras longitudinales está n proyectadas a lo largo de los ríos Calahoyo, Berque y el río Talina que
corresponden a las comunidades de Calahoyo, Rancho Reten, Chagua, Villa Rosario y Chipihuayco. Que tienen por
finalidad la protecció n, recuperació n de á reas inundables que ensanchan las orillas de los ríos realizando un re
direccionamiento del mismo.

Por motivos presupuestarios se diseñ a 2 tipos de gaviones y los dos corresponden al tipo con colchoneta que se
proyectará en las zonas que mas está n siendo afectadas por las riadas.

18.1. Criterios Técnicos

Los criterios técnicos con los que fueron diseñ ados estos tipos de estructuras son:

* Para la aceptació n de cualquier tipo de estructura de contenció n, son necesarias verificaciones contra los
varios tipos posibles de falla.
* Para las estructuras gavionadas, las verificaciones necesarias son:
° Al deslizamiento
° Al vuelco;
° De las tensiones transmitidas al terreno de fundación;
° De las secciones intermedias;
° De la estabilidad global del conjunto suelo/ estructura.
* Para la realizació n de las verificaciones anteriormente expuestas es necesario conocer la intensidad y
direcció n de todos los esfuerzos que actú an sobre la estructura:
* W = Peso propio de la estructura;
* s = Presiones má ximas sobre el suelo de fundació n;
* N = Resultante de las fuerzas normales en la base de la estructura;
* E = Empuje

18.2. Cálculo del Empuje (Segun Coulomb)

El empuje activo se calcula en función:


* de las características físicas del suelo gs , c, j;
* de la altura de aplicació n del Empuje H;
* de las sobrecargas actuantes q
* del coeficiente de empuje activo Ka

El empuje segú n Coulomb es calculado con la fó rmula:

1
Ea = γ s H 2 K a −2cH √ K a
2

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 117


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Donde:
El coeficiente de empuje activo (Ka) :

sen 2 ( β +ϕ )
K a= 2

Con:
2
[√
sen β sen ( β −δ ) 1 +
sen ( ϕ+δ ) sen ( ϕ−ε )
sen ( β−δ ) sen ( β +ε ) ]
* b = ángulo entre la horizontal y la superficie de empuje;
* e = ángulo de inclinació n del talud cuesta arriba;
* j = ángulo de fricció n interno del suelo;
* d = ángulo de fricció n entre el suelo y la estructura.

Para los gaviones d = j


La altura de desarrollo del empuje (H):

H=[ h+ ( B−a ) tg α ] cos α


Donde:
* h = la altura de la estructura;
* B = la base de la estructura;
* a = ancho de la corona de la estructura;
* a = ángulo de inclinació n de la estructura

La altura de aplicación del empuje (d):


H
d= −Bsen α
3
Donde:
* B = la base de la estructura;
* a = ángulo de inclinació n de la estructura
* Caso tengamos la acció n de sobrecargas estas deberá n ser convertidas en una altura de suelo equivalente
(hs), que vale:
q
hs=
γs
Donde:
* q = valor de la sobrecarga;
* gs = peso específico del suelo

Con la inclusión de la sobrecarga, el empuje activo (Ea) debe ser mayorado y pasa a valer:

1 2 hs
2 (
Ea = γ s H 2 K a 1+
H )
−2 cH √ K a
Donde:
* gs = peso especifico del suelo;
* H = altura de desarrollo del empuje;
* hs = altura de suelo equivalente a la sobrecarga;
* Ka = coeficiente de empuje activo;
* c = cohesió n del suelo

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 118


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

La altura de aplicación del Empuje (d) se calcula como:

H H +3 h s
Donde:
d=
(
3 H +2 h s )
−Bsen α

* H = altura de desarrollo del empuje;


* hs = altura de suelo equivalente a la sobrecarga;
* B = ancho de la base de la estructura;
* a = ángulo de inclinació n de la estructura.
18.3. Verificaciones

18.3.1. Verificaciones: al deslizamiento

* El deslizamiento de la estructura ocurre cuando la resistencia a lo largo de la base no es suficiente para


oponerse a la componente horizontal del empuje activo (Ea).
* La verificació n contra el deslizamiento es cumplida comparando la fuerza resistente disponible a lo largo
de la base de la estructura, con la fuerza actuante contra la estructura, tenemos así :
F Rn tg ϕ+ F Rh
'
η= ( Fa ) ≥1,5

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 119


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Donde:
h’ = Factor de seguridad contra el deslizamiento
FRn = Fuerza resistente normal =
FRh = Fuerza resistente horizontal =
Fa = Fuerza actuante
W = Peso propio de la estructura
Ev = Componente vertical del empuje activo
Eh = Componente horizontal del empuje activo
* El peso de una estructura en gaviones depende de la secció n de la estructura (A) y del peso específico del
material de relleno (gr), en general piedras.
El peso específico del material de relleno es funció n del tipo de piedra y del índice de vacíos (n), que puede variar
de 30 a 35%.

Por consecuencia, siendo γ g =γ r ( 1−n )


Resulta W=γ g × A
Donde:
A = Á rea de la secció n transversal de la estructura
18.3.2. Verificaciones: al vuelco
* La estabilidad contra el vuelco de la estructura es verificada a través de la relació n entre el momento de
las fuerzas resistentes y el momento de las fuerzas actuantes. Estos momentos son calculados con
referencia al límite inferior izquierdo (fulcro) de la base de la estructura, ése es el punto de rotació n de la
estructura en el vuelco.
M res
η' ' = ≥1,5
M act
Donde:
* h” = Coeficiente de seguridad contra el vuelco
* Mres = Momento resistente = W s' + E v s
* Mact = Momento actuante = Eh d

A su vez

* s = Distancia horizontal entre el fulcro y el punto de aplicació n del empuje

H H +3 h s 1
s=B cos α −
(
3 H +2 h s tg β)
* s’ = Distancia horizontal entre el fulcro y el centro de gravedad de la secció n transversal de
la estructura.

s '= X g cosα+Y g senα


* Xg y Yg son las coordenadas del centro de gravedad de la estructura, referidas a un sistema cartesiano
cuyo origen coincide con el fulcro.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 120


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

18.3.3. Verificaciones: de las tensiones transmitidas al suelo de fundación

* Especialmente cuando se verifica una estructura de grande altura, o en presencia de suelo de malas
características, es necesario verificar si la capacidad de soporte del suelo es suficiente para soportar las
tensiones generadas por la estructura.
* Suponiendo lineal la distribució n de tensiones en el suelo, y siempre que la resultante esté en el nú cleo
central de inercia:

N
Donde:
σ =
1
B (1+ 6 e )⋅t /m
B
2

s1= Presió n má xima en el suelo de fundació n;


σ 2=
N
B
6e
B(
1− ⋅t /m2)
s2= Presió n mínima en el suelo de fundació n;
( W + E v ) cos α+ E h sen α
N= Resultante de las fuerzas normales a la base de la estructura =

B M res−Mcon B
e= Excentricidad siendo
e= −
2 ( N
at
) e<
6
Debido a la flexibilidad de las estructuras en gaviones, es posible admitir que la resultante esté fuera del nú cleo
central de inercia, desde que la tensió n de tracció n no sea elevada. En esos casos, la base no actú a en su totalidad
para distribuir los esfuerzos. Debe, entonces, ser calculada la excentricidad real:

' B B
e = −e por e>
2 6
2N B−3 e '
Tendremos así: σ 1= '
3e
y σ 2 =σ 1 ( 3e
' )
3d

e < B/6 e > B/6


18.4. Características Complementarias de Diseño

[Link] de Deformación

* Siempre que la estructura de contenció n debe actuar como defensa hidrá ulica y la fundació n que a
manera de dentelló n mide de 1.40 m a 3.10 m. para evitar las erosiones al pié y el consecuente colapso
de la estructura.

18.4.2. Transiciones con Otros Tipos de Estructuras

* La unió n entre una estructura en gaviones y una de otro tipo, pre-existente, no requiere cuidados o
técnicas especiales. Es suficiente que los gaviones que forman la transició n estén totalmente alineados y
pegados a la otra estructura para evitar la fuga del material de relleno. Es recomendable colocar un geo-
textil para garantiza que no se verifique la fuga de finos al través de la discontinuidad.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 121


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

18.4.3. Tipos de Estructuras

Se hizo necesario diseñ ar cuatro tipos de obras físicas, que se muestra a continuació n (el diseñ o, tamañ o sale de
cá lculos realizados y que se especifican en el inciso DISEÑ O DE OBRAS.

Estructura Tipo: I
N.A.M.E.

1,00
1,60

Nivel de río 1,00

1,40
1,00

4,00

Estructura Tipo: II

N.A.M.E.

1,00

1,80

1,00
Nivel de río

1,00

2,20

1,00

5,01

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 122


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Estructura Tipo: IIa

N.A.M.E.

1,00
1,65

Nivel de río 1,00

1,85 1,00

0,50

5,01

Estructura Tipo: III

N.A.M.E.

1,00

2,00

1,00

Nivel de río

1,00

2,50
1,00

0,50

6,00

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 123


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Estructura Tipo: IV
N.A.M.E.

1,00

2,90 1,00

1,00
Nivel de río

1,00

3,10 1,00

1,00

8,00

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 124


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

19. CÓMPUTOS MÉTRICOS, ANÁLISIS DE COSTOS UNITARIOS Y PRESUPUESTO.

19.1. CÓMPUTOS MÉTRICOS.

Ver anexos.

Computos métricos 34 hojas 126


34
160

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 125


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 126


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 127


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 128


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 129


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 130


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 131


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 132


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 133


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 134


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 135


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 136


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 137


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 138


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 139


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 140


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 141


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 142


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 143


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 144


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 145


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 146


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 147


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 148


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 149


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 150


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 151


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 152


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 153


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 154


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 155


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 156


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

19.2. PRECIOS UNITARIOS.

Costos unitarios 158


28
186

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 157


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 158


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 159


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 160


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 161


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 162


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 163


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 164


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 165


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 166


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 167


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 168


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 169


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 170


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 171


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 172


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 173


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 174


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 175


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 176


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 177


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 178


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 179


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 180


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 181


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 182


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 183


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 184


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 185


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

19.3. PRESUPUESTO

19.3.1. Tercera alternativa (elegida)

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 186


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

19.3.2. Segunda alternativa

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 187


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

19.3.3. Primera alternativa

Ver anexos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 188


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

20. CRONOGRAMA DE EJECUCIÓN DE LAS OBRAS.

Ver anexos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 189


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 190


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 191


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 192


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 193


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 194


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21. PLIEGO DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS.

Especificaciones generales
El alcance de las obras civiles para la ejecució n y construcció n del proyecto “Construcció n de Obras de
Protecció n y Rehabilitació n de Tierras Agrícolas en el río Chosconty” de acuerdo con los planos de
construcció n incluye la construcció n de la infraestructura descrita anteriormente.

Para fines consiguientes del presente Pliego de Especificaciones técnicas, la Entidad Ejecutora es la
Prefectura del Departamento de Potosí, denominada adelante “CONTRATANTE”.

Se denominara “CONTRATISTA” a La Empresa Constructora que llevará adelante la direcció n y ejecució n del
proyecto de acuerdo a los planos y el presente pliego de especificaciones técnicas de la ejecució n del
proyecto de acuerdo a los planos y el presente pliego de especificaciones técnicas.

Se denominara “SUPERVISOR” al profesional Ingeniero Civil con experiencia en obras hidrá ulicas, que será
nombrado oficialmente por la Prefectura del Departamento de Potosí, para realizar todos los trabajos de
Supervisió n del Proyecto, en estricto cumplimiento del presente Pliego de Especificaciones Técnicas y de
toda la documentació n inherente al contrato entre las partes.

Estas especificaciones técnicas deberá n ser revisadas por el CONTRATISTA, quién podrá solicitar
aclaraciones o rectificaciones antes de realizar el contrato. Posteriormente el SUPERVISOR de obras exigirá
el cumplimiento estricto de estas especificaciones y excepcionalmente y en forma justificada podrá aprobar
algunas modificaciones.

Materiales y equipos suministrados, así como los trabajos deberá n cumplir con lo indicado en las Normas
Bolivianas y/o tal cual indique el presente pliego a definirse e interpretarse por el SUPERVISOR.

Descripción de los trabajos

La construcció n de las obras previstas se sujetará a lo establecido en estas especificaciones para todos los
trabajos, que les sean pertinentes.

La construcció n de las estructuras principales se sujetará en estricta sujeció n a los planos e instrucciones de
EL SUPERVISOR. Una mala interpretació n o conocimiento del pliego o planos del proyecto, condiciones
climá ticas adversas, deficiencia en vías de acceso y otros factores características de la zona se consideran de
absoluta responsabilidad del CONTRATISTA, ya que con la presentació n de su propuesta se declarara
conocedor de todos los factores que pueden influir en la ejecució n de la obra.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 195


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Las especificaciones técnicas que deben seguirse durante la construcció n de la obra son las siguientes:

21.1. LETRERO DE OBRAS (SEGÚN DISEÑO)


1 Definición

Este ítem se refiere a la provisió n y colocació n de uno o má s letreros referentes a la construcció n de obras
financiadas por el Financiador, de acuerdo al diseñ o establecido en los planos de detalles y formulario de
presentació n de propuestas, los que deberá n ser instalados en los lugares que sean definidos por el Supervisor de
Obras y/o representantes del Financiador.

Estos letreros deberá n permanecer durante todo el tiempo que duren las obras y será de exclusiva
responsabilidad del contratista el resguardar, mantener y reponer en caso de deterioro y sustracció n de los
mismos.

2 Materiales, herramientas y equipo

La ejecució n de letreros en muros de ladrillo, los mismos será n realizados en las dimensiones y utilizados el tipo
de cimentació n establecida en el formulario de presentació n de propuestas y/o planos de construcció n.

3 Procedimientos para la ejecución

En el caso de letreros en muros de ladrillos, en reemplazo de letreros de madera, los mismos deberá n llevar un
acabado de revoque de mortero de cemento en proporció n 1:3, incluyendo la malla de alambre para muros de
adobe. Encima de este revoque se efectuará el pintado tanto del muro como de las leyendas indicadas en los
planos de detalle.

4 Medición

Los letreros será n medidos por pieza instalada y/o en forma global, debidamente aprobada por el supervisor de
Obras, de acuerdo a lo señ alado en el formulario de presentació n de propuestas.

5 Forma de Pago

Este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos de detalle a las presentes especificaciones, medido
segú n lo señ alado y aprobado por el Supervisor de Obra, será cancelado al precio unitario de la propuesta
aceptada.

Dicho precio será compensació n total por las materias, mano de obra herramientas, equipo y otros gastos que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n de los y trabajos, ya sea que se emplee letreros en muros
de ladrillo.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 196


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.2. INSTALACION DE FAENAS


1. Alcance del trabajo

Este ítem comprende la construcció n o alquiler de instalaciones mínimas provisionales que sean necesarias para
el buen desarrollo de las actividades de la construcció n.

Estas instalaciones estará n constituidas por oficinas de obra para el contratista y la supervisió n, depó sitos
(incluyendo para material explosivo), campamento para el personal del contratista, supervisió n y fiscal, caseta
para el portero, comedor, cocina, bañ os, instalaciones sanitarias, de agua, electricidad y otros servicios. También
comprende la construcció n de un letrero de identificació n de acuerdo al plano adjunto.

Asimismo comprende el traslado oportuno de todas las herramientas, maquinarias y equipo para la adecuada y
correcta ejecució n de las obras y su retiro cuando ya no sean necesarios.

2. Materiales, herramientas y equipo

El CONTRATISTA deberá proporcionar todos los Materiales, herramientas y equipo necesarios para las
construcciones, los mismos que deberá n ser aprobados previamente por el supervisor. en ningú n momento estos
materiales será n utilizados en las obras principales.

3. método constructivo

antes de iniciar los trabajos de instalació n de faenas, el contratista solicitará al supervisor la autorizació n y
ubicació n respectiva, la probació n del diseñ o propuesto, y el material a utilizar.

el contratista usará los métodos de construcció n que rindan mayor calidad de trabajo y que le permitan avanzar
en obra de acuerdo a cronograma previamente aprobado.

el supervisor tendrá cuidado que la superficie de las construcciones esté de acuerdo con lo presupuestado, así
como el lugar de las edificaciones.

el contratista dispondrá de serenos en nú mero suficiente para el cuidado del material y equipo que
permanecerá n bajo su total responsabilidad. en las oficinas se mantendrá en forma permanente el libro de
ordenes respectivo y un juego de planos para uso del contratista y del supervisor.

al concluir la obra, las construcciones contempladas en este ítem, deberá n retirarse, limpiá ndose completamente
las á reas ocupadas.

4. medición y forma de pago

La instalació n de faenas será medida en forma global o en metros cuadrados, considerando ú nicamente la
superficie construida de los ambientes mencionados y en concordancia con lo establecido en el formulario de
presentació n de propuestas.

Este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con las presentes especificaciones, medido de acuerdo a lo señ alado y
aprobado por el SUPERVISOR, será pagado al precio unitario establecido en los documentos contractuales.

Dicho precio será compensació n total por todos los materiales, mano de obra, herramientas, equipo y otros que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n de los trabajos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 197


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.3. REPLANTEO Y CONTROL DE LINEA RECUPERACION

1. Alcance del trabajo

Este ítem comprende los trabajos de replanteo, trazado, alineamiento y nivelació n necesarios para la localizació n
en general y en detalle de la obra, en estricta sujeció n a los planos de construcció n, y/o indicaciones del
supervisor.

2. materiales, herramientas y equipo

el contratista deberá suministrar todo los materiales y equipos topográ ficos de precisió n para una correcta
ejecució n de los trabajos como ser: taquímetros, gps, nivel automá tico, huinchas metá licas, plomadas, líneas,
estacas, pintura, cemento, arena, estuco, cal, y toda material y equipo necesario para la realizació n de replanteo y
control topográ fico de la obra.

los equipos deben ser manejados por personal especializado en topografía que tenga experiencia en trabajos
similares. asimismo, el contratista debe proporcionar el material de escritorio necesario para la correcta
ejecució n de los trabajos.

3. Método constructivo

el contratista replanteará sobre el terreno en forma precisa, los ejes de construcció n, niveles y dimensiones de los
elementos má s representativos de la obra.

la localizació n general (verificació n de b.m.), alineamiento y niveles de trabajo, será n marcados en el terreno para
permitir en cualquier momento el control por parte del supervisor. estos bancos de nivel y ejes de construcció n,
deberá n fijarse sobre el terreno en forma segura y permanente, debiendo estas demarcaciones ser precisas,
claras y estables en lo posible, y conservadas cuidadosamente por el contratista hasta la conclusió n de la obra.

antes de iniciar los trabajos en el terreno, el contratista está obligado a realizar controles terrestres de todos los
datos topográ ficos indicados en los planos, y corregir los mismos en caso de encontrar divergencias entre las
condiciones reales del terreno y los datos de los planos, con la debida aprobació n del supervisor.

el contratista deberá definir con precisió n milimétrica las cotas, niveles y dimensiones del proyecto. en los trazos
de canales deberá replantear cada 20 metros las progresivas y cotas debidamente señ aladas. la zona de trabajo
definida como la franja de canal y lugar de la presa o toma, deberá ser despejada de troncos, malezas, cercos y
demá s obstá culos.

en esta etapa se deberá tomar en cuenta el alineamiento del eje del canal, procurando de acuerdo a las
condiciones del terreno, realizar el trazado del eje lo mas recto posible, evitando curvas pronunciadas menores a
30 metros de radio de curvatura. el estacado del canal se debe realizar a distancia má xima de 20 metros.

el contratista deberá realizar el levantamiento topográ fico de superficie del terreno natural en cada sector de las
obras, las veces que sea necesario a fin de establecer la ubicació n exacta de las estructuras.

el contratista facilitará al supervisor los instrumentos necesarios para el control de replanteo, incluyendo el
servicio de alarifes en toda oportunidad que se solicite. asimismo, el supervisor exigirá al contratista le
proporcione toda la informació n, lecturas o cá lculos para la comprobació n de los mismos.

el contratista será responsable y correrá con todos los gastos emergentes por lo replanteos de obra
incorrectamente ejecutados por éste o por descuido en la conservació n de la señ alizació n.
ninguna de las comprobaciones realizadas por el supervisor eximirá al contratista de su entera responsabilidad
por la exactitud de las estructuras y partes de las mismas, en lo que se refiere a su posició n y dimensiones.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 198


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

el contratista presentará al supervisor los planos de las obras tal como se construyó (planos as built). estos
planos deberá n en forma detallada todos los elementos necesarios para describir las obras en la forma como se
han construido e instalado, tales como planos de ubicació n, planta y perfil, cortes, secciones y detalles
constructivos, dimensiones, cotas y otros a escalas adecuadas.

4. medición y forma de pago

el trazado y replanteo de obras no será objeto de ninguna medició n en particular, pero el trabajo de control
topográ fico será medido en metros lineales, metros cuadrados, o global (segú n lo establezca los documentos
contractuales), a lo largo de las obras hidrá ulicas como ser: obras de toma, presas, canales, obras de arte, etc.,
previa verificació n y aprobació n por el supervisor.

en algunos casos y cuando así estuviera indicado en los documentos contractuales, el trazado y replanteo de
obras no contará con unidad de medida y pago por separado, por lo que los costos de este ítem deberá n estar
incluidos en los precios unitarios de otros ítems.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos y las presentes especificaciones, medido segú n lo
señ alado y aprobado por el supervisor, será pagado al precio unitario de lo establecido en los documentos
contractuales.

dicho precio será compensació n total por los materiales, mano de obra, herramientas, equipo y otros gastos que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n de los trabajos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 199


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.4. TRABAJOS PREPARATORIOS

Alcances de los trabajos

Dentro de los trabajos preparatorios está n incluidas aquellas labores previas y necesarias de ejecutar, antes de
iniciar la construcció n de las obras. Entre ellos se requieren trabajos de limpieza de terrenos, eliminació n de
elementos y materiales innecesarios, trazos, niveles y replanteo de elementos estructurales detallados en los
planos constructivos.

Desbroce y limpieza de terreno

Las superficies elegidas para la construcción, de las estructuras de protección, y por lo general de todos
los lugares donde se ejecutará una estructura o realizará un trabajo, deberán ser limpiadas dentro de los
límites prudenciales, de toda clase de árboles, arbustos, raíces, herbaje, escombros, desperdicios y otro
material que no pueda ser aprovechado.

De igual manera, se limpiará n las zonas de trabajo de los lugares de préstamos a explotar (canteras, yacimientos
con agregados, etc.) de todo material de desmonte no utilizable, así como de á rboles, arbustos y raíces.

El material que resultase de la limpieza deberá ser trasladado a distancias no mayores de 300 m, o incinerado
segú n las ordenes del supervisor.

El contratista asume plena responsabilidad por toda clase de dañ o a terceros, en caso de incendio.

De igual manera, el contratista será responsable por perjuicios que pudieran resultar a causa de interrupciones
no planificadas, del servicio de riego, drenaje, agua potable, desagü e, sistema de vías de transporte, suministro
eléctrico y líneas de telecomunicaciones, así como en el caso de dañ os en á reas de cultivo originados por
depó sitos no autorizados de materiales.

Materiales nuevamente aprovechables se almacenará n con la aprobació n del Supervisor, de tal manera que no
pierda sus características y no puedan ser arrastrados en caso de precipitaciones pluviales o crecidas.

Medición

El ítem correspondiente se medirá en metros cuadrados.

Forma de Pago

La limpieza y desbroce se pagará de acuerdo a la propuesta e incluye todos los trabajos realizados que
corresponden al ítem.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 200


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.5. EXCAVACIÓN MANUAL

1. Alcance del trabajo

Este ítem comprende todos los trabajos de excavació n manual para la ubicació n de las diferentes estructuras
diseñ adas, como ser obra de toma, canales, reservorios, y otros, hasta las profundidades establecidas en los
planos y/o instrucciones del supervisor. comprende ademá s el transporte fuera del á rea de la construcció n del
material excavado inservible, o al sitio que designe el supervisor dentro de un radio má ximo de 1000 m.

2. materiales, herramientas y equipo

el contratista deberá proporcionar todos las herramientas y equipo apropiados previa la aprobació n del
supervisor.

3. método constructivo

una vez de que el replanteo haya sido aprobado por el supervisor se podrá dar comienzo a las excavaciones
correspondientes. Procediéndose al aflojamiento y extracció n de los materiales en los lugares demarcados.

los materiales que vayan a ser utilizados posteriormente para rellenar zanjas o excavaciones, se apilará n
convenientemente a los lados de la misma, a una distancia prudencial que no cause presiones sobre sus paredes.
los materiales sobrantes de la excavació n será n trasladados y acumulados en los lugares indicados por el
supervisor, aú n cuando estuviera fuera de los límites de la obra, para su posterior transporte a los botaderos
establecidos, para tal efecto, por las autoridades locales.

a medida que progrese la excavació n, se tendrá especial cuidado del comportamiento de las paredes, a fin de
evitar deslizamientos. si esto sucediese no se podrá fundar sin antes limpiar completamente el material que
pudiera llegar al fondo de la excavació n.

el fondo de las excavaciones será horizontal y en los sectores donde el terreno destinado a fundar sea inclinado,
se dispondrá de escalones de base horizontal.

se tendrá especial cuidado de no remover el fondo de las excavaciones que servirá n de base a la cimentació n y
una vez terminadas se las limpiará de toda tierra suelta.

las zanjas o excavaciones terminadas, deberá n presentar superficies sin irregularidades y tanto las paredes como
el fondo tendrá n las dimensiones indicadas en los planos.

en caso de excavarse por debajo del límite inferior especificado en los planos de construcció n o indicados por el
supervisor, el contratista rellenará el exceso por su cuenta y riesgo, relleno que será propuesto al supervisor y
aprobado por este antes y después de su realizació n.

3.1 clasificación de suelos

para los fines de cá lculo de costos y de acuerdo a la naturaleza y características del suelo a excavarse, se establece
la siguiente clasificació n:

a) suelo clase i ( blando )

suelos compuestos por materiales sueltos como humus, tierra vegetal, arena suelta y de fá cil remoció n con pala y
poco uso de picota.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 201


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

b) suelo clase ii ( semiduro)

suelos compuestos por materiales como arcilla compacta, arena o grava, roca suelta, conglomerados y en realidad
cualquier terreno que requiera previamente un ablandamiento con ayuda de pala y picota.

c) suelo clase iii (duro)

suelos que requieren para su excavació n un ablandamiento má s riguroso con herramientas especiales como
barretas.

4. medición y forma de pago

las excavaciones será n medidas en metros cú bicos, tomando en cuenta ú nicamente el volumen neto del trabajo
ejecutado. para el có mputo de los volú menes se tomará n las dimensiones y profundidades indicadas en los planos
y/o instrucciones escritas del supervisor.

correrá por cuenta del contratista cualquier volumen adicional que hubiera excavado para facilitar su trabajo o
por cualquier otra causa no justificada y no aprobada debidamente por el supervisor.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos y las presentes especificaciones, medido de acuerdo a lo
señ alado y aprobado por el supervisor, seré pagado al precio unitario de la propuesta aceptada.

dicho precio será compensació n total por los materiales, mano de obra, herramientas, equipo y otros gastos que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n de los trabajos.

asimismo deberá incluirse en el precio unitario el traslado y acumulació n del material sobrante a los lugares
indicados por el supervisor, aunque estuvieran fuera de los límites de la obra.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 202


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.6. MOVILIZACIÓN Y DESMOVILIZACIÓN

1. Alcance del trabajo

Este ítem comprende la compensació n de todos los gastos que el contratista realice por la movilizació n y
desmovilizació n de equipo, maquinaria y personal necesario para cumplir con el alcance del trabajo objeto del
contrato.

2. materiales, herramientas y equipo

el contratista deberá proporcionar todos los materiales, herramientas y equipo necesarios para la movilizació n y
desmovilizació n del equipo, maquinaria y personal requerido para la construcció n de las obras.

3. método constructivo

antes de iniciar los trabajos de movilizació n y desmovilizació n, el contratista solicitará al supervisor la


autorizació n respectiva.

el contratista usará los métodos que rindan mayor calidad de trabajo y que le permitan la movilizació n y
desmovilizació n de acuerdo a cronograma previamente aprobado.

el contratista tendrá el cuidado necesario y dispondrá de todos los elementos necesarios de seguridad para
realizar todos los trabajos de movilizació n y desmovilizació n.

4. medición y forma de pago

la movilizació n y desmovilizació n será medida en forma global y constituirá la compensació n total por concepto
de mano de obra, equipos, materiales, herramientas e imprevistos necesarios para efectuar el trabajo, incluyendo
la limpieza y remoció n del material de desecho hacia á reas de botadero, en una distancia libre de 1000 m.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con las presentes especificaciones, medido de acuerdo a lo señ alado y
aprobado por el supervisor, será pagado al precio unitario establecido en el contrato.

dicho precio será compensació n total por todos los materiales, mano de obra, herramientas, equipo y otros que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n la instalació n de faenas será medida en forma global o en
metros cuadrados, considerando ú nicamente la superficie construida de los ambientes mencionados y en
concordancia con lo establecido en el formulario de presentació n de propuestas.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con las presentes especificaciones, medido de acuerdo a lo señ alado y
aprobado por el supervisor, será pagado al precio unitario establecido en el contrato.

dicho precio será compensació n total por todos los materiales, mano de obra, herramientas, equipo y otros que
sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n de los trabajos.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 203


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.7. LIMPIEZA DE TERRENO

1. Alcance del trabajo

Este ítem se refiere a la limpieza, extracció n y retiro de hierbas y arbustos del terreno, como trabajo previo a la
iniciació n de las obras, de acuerdo a lo establecido en documentos contractuales, planos y/o instrucciones del
supervisor.

asimismo comprende el retiro de los escombros a los lugares señ alados en los documentos contractuales o los
aprobados por el supervisor.

2. materiales, herramientas y equipo

el contratista deberá proporcionar todas las herramientas, equipo y elementos necesarios para la ejecució n de
este ítem, como ser: picotas, palas, carretillas, azadones, rastrillos y otras herramientas adecuadas para la labor
de limpieza y traslado de los restos resultantes de la ejecució n de este ítem hasta lo lugares determinados por el
supervisor.

cuando la obra así lo requiera y este especificado en los documentos contractuales o sea requerido por el
supervisor, el contratista podrá utilizar la maquinaria o equipo necesario para la ejecució n adecuada de este ítem.

3. método constructivo

la limpieza, deshierbe, extracció n de arbustos y remoció n de restos se efectuará manualmente o con equipo segú n
corresponda, de tal manera que se deje expedito el á rea para la construcció n de las obras.

seguidamente se procederá a la eliminació n de los restos, los mismos que deben ser depositados en el lugar
determinado por el supervisor, aú n cuando estuviera fuera de los límites de la obra, para su posterior transporte
a los botaderos establecidos para el efecto por las autoridades locales.

una vez concluidos los trabajos de limpieza, el contratista solicitará mediante el libro de ó rdenes la aprobació n
escrita por parte del supervisor.

4. medición y forma de pago

el trabajo de limpieza y deshierbe será medido en metros cuadrados o hectá reas, de cuerdo a lo establecido en los
documentos contractuales, considerando solamente la superficie neta del terreno limpiado. las mediciones en
exceso no autorizados por el supervisor no será n valorizados.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con las presentes especificaciones, medido segú n lo señ alado y
aprobado por el supervisor, será pagado al precio unitario establecido en los documentos contractuales.

dicho precio será compensació n por la mano de obra, herramientas, equipo y otros gastos que sean necesarios
para la adecuada y correcta ejecució n de los trabajos, incluyendo el retiro de escombros hasta los botaderos.

En el caso de que los documentos contractuales establezcan que el retiro de escombros no forma parte del
presente ítem, el mismo deberá ser medido, aprobado y pagado en ítem aparte.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 204


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.8. EXCAVACIÓN CON EQUIPO

1. Alcance del trabajo

Este ítem comprende todos los trabajos de excavació n en las obras que requieran el uso de retroexcavadora,
tractor u otro equipo similar, hasta la profundidad indicada en los planos y/o instrucciones del supervisor.
Comprende ademá s el transporte fuera del á rea de la construcció n del material excavado inservible, o al sitio que
designe el supervisor dentro de un radio má ximo de 1000 m.

2. Materiales, herramientas y equipo

el contratista deberá proporcionar toda la maquinaria y equipo apropiado previa la aprobació n del supervisor,
como ser retroexcavadoras, tractores, volquetas, etc.

3. Método constructivo

La excavació n con maquinaria será ejecutada de acuerdo a los planos de construcció n, para lo cual el contratista
deberá presentar oportunamente al supervisor el método constructivo a emplear de acuerdo a los alineamientos,
pendientes y cotas indicadas en los planos del proyecto segú n replanteo aprobado por el supervisor.

todos los materiales perjudiciales que se encuentren en el á rea de excavació n deberá n ser retirados.

durante la construcció n, el lugar de excavació n con maquinaria deberá mantenerse bien drenada en todo
momento. las cunetas laterales y otros drenes deberá n construirse de modo que se evite cualquier proceso de
erosió n.

el material depositado en cualquier canal de agua que obstruya el libre curso de la corriente, deberá retirarse
segú n ordene el supervisor y por cuenta exclusiva del contratista. el contratista estará obligado a realizar el
transporte de los materiales de excavació n dentro de los límites establecidos por el supervisor hasta una
distancia de 1000 m.

el supervisor podrá autorizar el transporte de dichos materiales a otros lugares, solamente en aquellos casos en
que se verifique la imposibilidad de utilizar la menor distancia de transporte.

la variació n má xima permitida para la excavació n con maquinaria será de má s o menos 3 cm con relació n a las
cotas de diseñ o a nivel vertical y de má s o menos 10 cm a nivel horizontal.

el contratista adoptará todas las precauciones necesarias y aplicará el método má s adecuado para que el material
se suelte y desmenuce o que la roca se rompa má s allá de las líneas de excavació n y niveles mostrados en los
planos de construcció n.

4. medición y forma de pago

las excavaciones con maquinaria será n medidas en metros cú bicos, tomando en cuenta ú nicamente el volumen
neto del trabajo ejecutado. para el có mputo de los volú menes se tomará n las dimensiones y profundidades
indicadas en los planos y/o instrucciones escritas del supervisor.

correrá por cuenta del contratista cualquier volumen adicional que hubiera excavado para facilitar su trabajo o
por cualquier otra causa no justificada y no aprobada debidamente por el supervisor.

este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos y las presentes especificaciones, medido de acuerdo a lo
señ alado y aprobado por el supervisor, será pagado al precio unitario establecido en los documentos
contractuales.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 205


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.9. ARMADO DE GAVIONES CAJA 100X100X100

Definición

Este Item comprende todos los trabajos de armado costurado y rellenado con piedra de los gaviones caja, segú n
se especifique en los planos, formulario de presentació n de propuesta y/o instrucciones del Supervisor de Obra.

Materiales, herramientas y equipo

El contratista proporcionará todos los materiales, herramientas y equipos necesarios para la ejecució n de los
trabajos, los mismos que deberá n ser aprobados por el Supervisor de Obra.

Alambre

Todo el alambre usado en la fabricació n de gaviones y para las operaciones de amarre y atirantamiento durante
la colocació n en obra, debe ser de acero dulce recocido y de acuerdo con las especificaciones BS (British
Standard) 1052/1980 “Mild Steel Wire”, o sea, el alambre deberá tener una carga de ruptura media de 38 a50
kg/mm2.

Estiramiento del alambre

Deben ser hechos ensayos sobre el alambre antes de la fabricació n de la red sobre una muestra de 30cm. de largo.
El estiramiento no deberá ser inferior al 12%.

Galvanización

El alambre del gavió n, de amarre y atirantamiento debe ser galvanizado de acuerdo con las especificaciones BS
(British Standard) 443/1982 “Zinc Coating On Steel Wire”, o sea, el peso mínimo del revestimiento de zinc debe
obedecer la tabla que sigue:

Diámetro nominal del Mínimo peso del


alambre en (mm) revestimiento en (gr/m2)
2.20 240
2.40 260
2.70 260
3.00 275
3.40 275

La adherencia del revestimiento de zinc al alambre deberá ser tal que, después de haber envuelto el alambre 6
veces alrededor de un mandril, que tenga diá metro igual a 4 veces el del alambre, el revestimiento de zinc no
tendrá que escamarse o rajarse de manera que pueda ser quitado rascando con las uñ as.

Red

La red debe ser de malla hexagonal a doble torsió n, las torsiones será n obtenidas entrecruzando dos hilos por
tres medios giros. Las dimensiones de la malla deberá n estar de acuerdo con las especificaciones de fabricació n
y será n del tipo 8*10. El diá metro del alambre usado en la fabricació n de la malla debe ser de 2.70 mm y de 3.40
mm. para los bordes laterales.

Refuerzo de los bordes

Todos los bordes libres del gavió n, inclusive el lado superior de los diafragmas, deben ser reforzados
mecá nicamente de manera tal que no se deshile la red y para que adquiera mayor resistencia.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 206


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El alambre utilizado en los bordes reforzados mecá nicamente debe tener un diá metro mayor que el usado en la
fabricació n de la malla, o sea de 3.40 mm.

Alambre de amarre y atirantamiento

Se tendrá que proveer, junto con los gaviones una cantidad suficiente de alambre de amarre y atirantamiento
para la construcció n de la obra.
La cantidad estimada de alambre es de 8% para los gaviones de 1.00 m de altura, y de 6% para los de 0.5 m en
relació n al peso de los gaviones suministrados.
El diá metro del alambre de amarre y atirantamiento debe ser de 2.20 mm.

Dimensiones standard de gaviones

Largo 1.50 m. 2.00 m. 3.00 m. 4.00 m.


Ancho 1.00 m. --------- --------- --------
Espesor 0.50 m. 1.00 m. --------- --------

Material de relleno

El material de relleno a emplearse para el armado de colchones para gaviones deberá ser usado piedra limpia,
sana, compacta, de buen peso específico.

Procedimiento para la ejecución

Una vez concluidos los trabajos y solo después de transcurridas 48 horas del armado de colchones se comunicará
al Supervisor de obra, a objeto de que autorice en forma escrita el armado de los gaviones correspondientes.

Armado

Abra el fardo y desdoble cada unidad quitá ndole el plegado de embalaje.


Para los gaviones caja levante los lados, las extremidades y los diafragmas a la posició n vertical, doblá ndolos por
sus aristas. Amarre las cuatro aristas en contacto y los diafragmas con las paredes laterales.

Colocación

Nivele la base donde los gaviones será n colocados hasta obtener un terreno regular con la pendiente prevista.
Amarre cuidadosamente cada gavió n a los adyacentes, a lo largo de las aristas en contacto, tanto horizontal como
vertical, antes del relleno.

El amarre es efectuado utilizando el alambre provisto junto a los gaviones y es realizado de forma continua
atravesando todas las mallas alternativamente con una y dos vueltas.

Para obtener una mejor terminació n, los gaviones pueden ser traccionados antes de ser rellenados; como
alternativa puede ser usado encofrado de madera. En el caso de gaviones caja donde el ancho de la secció n
transversal permite, los gaviones pueden ser colocados enfrentados para facilitar su relleno y el cierre de las
tapas.

Relleno

El relleno puede ser efectuado manualmente o con medios mecá nicos. Deberá ser usada piedra limpia, sana,
compacta, de buen peso específico. El tamañ o debe en lo posible regular y tal que las medidas sean comprendidas
entre la medida mayor de la malla y el doble, salvo en los colchones donde no conviene usar piedras mayores a la
mitad de su espesor. Puede ser aceptado, como má ximo, el 5% del volumen de la celda del colchó n de piedras de
tamañ o mayor al indicado.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 207


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

El relleno debe permitir la má xima deformabilidad de la estructura, dejar el mínimo porcentaje de vacíos
asegurando así el má ximo de peso. (para esto puede ser necesaria la acomodació n manual de piedras).

Atirantamiento

Para los gaviones caja, durante el relleno deben ser colocados tirantes de almbre de la siguiente manera:
a) Rellene cada celda del gavió n de 1.00 m de alto hasta un tercio de su capacidad. Después, coloque
normalmente dos tirantes uniendo paredes opuestas, con las extremidades atadas alre4dedor de dos nudos de
la malla. Repita esta operació n cuando el gavió n esté lleno hasta dos tercios. En casos particulares los tirantes
pueden unir paredes adyacentes.
b) Para gaviones de alto de 0.50 m. hasta colocar los tirantes en el nivel medio de las cajas.
c) Eventualmente, en obras de revestimiento o plataformas los tirantes pueden asumir posició n vertical.
d) En obras donde los gaviones son llenados previamente, y se izan para su colocació n deben colocarse tirantes
horizontales entre las paredes de cada celda, y tirantes verticales entre el fondo de la tapa.

Cierre

Después de completar el relleno, en el caso de gaviones caja doble la tapa; a los bordes superiores de la base y de
los diafragmas.

Los gaviones caja vacíos colocados arriba de una camada ya terminada deben ser cosidos a lo largo de las aristas
en contacto con la camada inferior de gaviones ya llenos para lograr un contacto continuo entre los mismos que
asegure monoliticidad de la estructura.

Medición

El armado de gaviones caja será medido en metros cú bicos en su posició n final de secciones autorizadas y
reconocidas por el supervisor de obras.

La medició n se efectuará sobre la geometría del gavió n armado.

Forma de pago

Este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos y las presentes especificaciones, medidos segú n lo
señ alado y aprobado por el Supervisor de Obra, será pagado al precio unitario de la propuesta aceptada.

Dicho precio unitario será compensació n total para los materiales, mano de obra, herramientas, equipo, pruebas
o ensayos y otros gastos que sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n del trabajo.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 208


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

21.10. ARMADO DE DENTELLON EN GAVIONES

Definición

Este Item comprende todos los trabajos de armado costurado y rellenado con piedra del dentellon en gaviones,
segú n se especifique en los planos, formulario de presentació n de propuesta y/o instrucciones del Supervisor de
Obra.

Materiales, herramientas y equipo

El contratista proporcionará todos los materiales, herramientas y equipos necesarios para la ejecució n de los
trabajos, los mismos que deberá n ser aprobados por el Supervisor de Obra.

Alambre

Todo el alambre usado en la fabricació n del colchó n y para las operaciones de amarre y atirantamiento durante la
colocació n en obra, debe ser de acero dulce recocido y de acuerdo con las especificaciones BS (British Standard)
1052/1980 “Mild Steel Wire”, o sea, el alambre deberá tener una carga de ruptura media de 38 a50 kg/mm2.

Estiramiento del alambre

Deben ser hechos ensayos sobre el alambre antes de la fabricació n de la red sobre una muestra de 30cm. de largo.
El estiramiento no deberá ser inferior al 12%.

Galvanización

El alambre del colchó n, de amarre y atirantamiento debe ser galvanizado de acuerdo con las especificaciones BS
(British Standard) 443/1982 “Zinc Coating On Steel Wire”, y ABNT NBR 8964, o sea, el peso mínimo del
revestimiento de zinc debe obedecer la tabla que sigue:

Diámetro nominal del Mínimo peso del


alambre en (mm) revestimiento en (gr/m2)
2.00 240
2.20 240
2.40 260
2.70 260

La adherencia del revestimiento de zinc al alambre deberá ser tal que, después de haber envuelto el alambre 6
veces alrededor de un mandril, que tenga diá metro igual a 4 veces el del alambre, el revestimiento de zinc no
tendrá que escamarse o rajarse de manera que pueda ser quitado rascando con las uñ as.

Red

La red debe ser de malla hexagonal a doble torsió n, las torsiones será n obtenidas entrecruzando dos hilos por
tres medios giros.
Las dimensiones de la malla deberá n estar de acuerdo con las especificaciones de fabricació n y será n del tipo 6*8.
El diá metro del alambre usado en la fabricació n de la malla debe ser de 2.20 mm para los bordes laterales.

Refuerzo de los bordes

Todos los bordes libres del colchó n, inclusive el lado superior de los diafragmas, deben ser reforzados
mecá nicamente de manera tal que no se deshile la red y para que adquiera mayor resistencia.
El alambre utilizado en los bordes reforzados mecá nicamente debe tener un diá metro mayor que el usado en la
fabricació n de la malla, o sea de 2.70 mm.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 209


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Alambre de amarre y atirantamiento

Se tendrá que proveer, junto con los colchones una cantidad suficiente de alambre de amarre y atirantamiento
para la construcció n de la obra.

La cantidad estimada de alambre es de 5% en relació n al peso de los colchones suministrados.


El diá metro del alambre de amarre y atirantamiento debe ser de 2.20 mm.

Dimensiones standard del dentellon

Largo 2.00 m. 4.00 m. 6.00 m.


Ancho 3.00 m. 4.00 m. 5.00 m.
Espesor 0.50 m. 1.00 m. 1.50 m.

Material de relleno

El material de relleno a emplearse para el armado del dentellon en gaviones deberá ser usado piedra limpia, sana,
compacta, de buen peso específico.

Procedimiento para la ejecución

Una vez concluidos los trabajos y solo después de transcurridas 48 horas del excavació n se comunicará al
Supervisor de obra, a objeto de que autorice en forma escrita el armado de los colchones correspondientes.

Armado

Abra el fardo y desdoble cada unidad quitá ndole el plegado de embalaje.

Para los dentellones, doble las prolongaciones de las paredes de ambas extremidades superponiéndolas y
cosiéndolas a las paredes laterales; estas a su vez deberá n ser amarradas a los diafragmas.

Colocación

Amarre cuidadosamente cada dentellon a los adyacentes, a lo largo de las aristas en contacto, tanto horizontal
como vertical, antes del relleno.

Relleno

El relleno puede ser efectuado manualmente o con medios mecá nicos. Deberá ser usada piedra limpia, sana,
compacta, de buen peso específico. El tamañ o debe en lo posible regular y tal que las medidas sean comprendidas
entre la medida mayor de la malla y el doble, salvo en los colchones donde no conviene usar piedras mayores a la
mitad de su espesor. Puede ser aceptado, como má ximo, el 5% del volumen de la celda del dentellon de piedras
de tamañ o mayor al indicado.

El relleno debe permitir la má xima deformabilidad de la estructura, dejar el mínimo porcentaje de vacíos
asegurando así el má ximo de peso. (Para esto puede ser necesaria la acomodació n manual de piedras).

Atirantamiento

En caso de colchones coloque los eventuales tirantes verticales uniendo la base a la tapa. Estos pueden
eventualmente unirlas aristas superiores de los diafragmas con el pañ o base en el saco de revestimiento de
superficie inclinada. Son usados normalmente un tirante cada metro cuadrado.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 210


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Cierre
Después de completar el relleno, para los colchones coloque la tapa (suministrada aparte) sobre la base. En
ambos casos cosa la tapa a los bordes superiores de la base y de los diafragmas.

Medición

El armado del dentelló n en gaviones será medido en metros cú bicos en su posició n final de secciones autorizadas
y reconocidas por el supervisor de obras.

La medició n se efectuará sobre la geometría del dentelló n armado.

Forma de pago

Este ítem ejecutado en un todo de acuerdo con los planos y las presente especificaciones, medidos segú n lo
señ alado y aprobado por el Supervisor de Obra, será pagado al precio unitario de la propuesta aceptada.

Dicho precio unitario será compensació n total para los materiales, mano de obra, herramientas, equipo, pruebas
o ensayos y otros gastos que sean necesarios para la adecuada y correcta ejecució n del trabajo.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 211


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

22. EVALUACION SOCIO ECONOMICA.

Para realizar el análisis de evaluació n del proyecto Estudio Integral Técnico, Econó mico, Social y Ambiental (TESA)
“RECUPERACIÓ N DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RÍO SOCOCHA” es importante tomar en cuenta algunas variables
como ser:

 La inversió n total del proyecto es de 1’374.902,85 US$ cuyo costo considera las obras generales,
recuperació n de tierras y capacitació n agropecuaria.
 La longitud del área recuperada alcanza a 44.07 hectáreas.
 Los volú menes de producció n agrícolas en el futuro podrá incrementarse en un promedio de 15 y 20%
durante el horizonte del proyecto por que serán transportados en forma directa y permanente en cualquier
época del añ o, mediante el puente hacia los mercados locales e internacionales como la Quiaca, para su
comercializació n.

22.1. Evaluación Socioeconómica

La evaluació n social nos refleja el efecto de la inversió n a precios sociales, descontados por sus razones precio cuenta,
esta inversió n no siempre puede ser conveniente para un particular pero si puede ser rentable para la població n
beneficiaria.

En el caso del proyecto construcció n de protecció n a las áreas en riesgo, el periodo de vida ú til del proyecto es de
veinte añ os y bajo este horizonte de tiempo trabajaremos en un Flujo de Caja para la estimació n de beneficios y costos
para determinar los indicadores correspondientes.

22.2. Identificación y Estimación de Beneficios

La identificació n de los beneficios que se obtienen principalmente por la recuperació n de tierras y un proceso de
incentivo a la producció n de haba, manzana vid y durazno como efecto de una capacitació n y asistencia técnica que
se les realizara a los productores de la zona y así podrán implementar con el tiempo huertos fruiticolas con el tiempo
y poder tener mejores productos para el mercado y por ende mejores ingresos.

En cuanto a la estimació n de los beneficios de la zona del proyecto que se basa en la producció n agropecuaria
provienen del análisis de cambios en las cantidades consumidas y producidas transadas en el mercado agropecuario,
debido a la nueva dinámica de las actividades productivas que se originarían en el área de influencia.

Para la estimació n de beneficios econó micos se utilizara un flujo de caja a precios de mercado y para la estimació n
de beneficios socioeconó micos se utilizara la diferencia de las situaciones con y sin proyecto de los productos
corregidos a razó n precio cuenta.

Que se puede analizar en anexos en el Flujo de Caja Matriz es decir, se realiza una aproximació n de los beneficios
directos del proyecto a causa de la reducció n de los costos de transporte (que pueden manifestarse como una
reducció n en el precio final del producto y/o como un incremento en el excedente del productor) como el incremento
de los beneficios que generará la comercializació n de la producció n adicional ocasionada por la implementació n del
proyecto.

El incremento de rendimientos no sería un beneficio directo de proyecto, sino más bien uno indirecto debido a que la
existencia de un puente vehicular que vincule las comunidades beneficiadas y la construcció n actual del el nuevo
camino facilita el intercambio comercial y tecnoló gico.

Para efectos de evaluació n socioeconó mica se utilizara los siguientes precios cuenta o precios sombra establecidos
por normas vigentes.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 212


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CUADRO 56. RAZON DE PRECIOS

Razó n Precio Cuenta Valor

Mano de Obra no Calificada Urbana 0,23

Mano de Obra no Calificada Rural 0,64

Mano de Obra Semicalificada 0,43

Mano de Obra Calificada 1


Tasa Social de Descuento 12,07%
Fuente: VIPFE

22.2.1. Identificación de Externalidades

Los proyectos, casi sin excepció n tienden a generar externalidades tanto en su fase de implementació n (construcció n)
como en su fase de operació n.

La externalidad más comú n y delicada a la vez es la relacionada al impacto ambiental. Esta externalidad deberá
siempre ser tomada en cuenta en toda evaluació n socioeconó mica y dependiendo del caso, será cuantificada como un
beneficio o costo al proyecto. El estudio de impacto ambiental dará las pautas de los beneficios o costos
socioeconó micos ambientales, así como cualquier costo de mitigació n en el que se deba incurrir. Será posible
entonces que un proyecto, independientemente de su magnitud, tenga un impacto ambiental tan significativo que la
cuantificació n de los dañ os en si o los costos de mitigació n hagan que el mismo sea econó micamente no rentable.
Dado que la evaluació n socioeconó mica de bienes ambientales puede conllevar costos elevados y ser razones precio
cuenta.

Se debe considerar la posibilidad de que exista un incremento en la utilizació n de pesticidas que podrían contaminar
los recursos hídricos de la zona o inclusive la salud de sus habitantes, Si el proyecto altera las características del agua
impidiendo su uso o restringiéndolo, deberá valorarse el recurso impactado mediante la cantidad de habitantes que
tendrían necesidad de una fuente alternativa de abastecimiento o las necesidades de tratamiento de agua para su uso
normal.

22.2.2. Identificación y Estimación de Costos

El presente Proyecto Establece que las inversiones principales están representadas por los gastos a incurrir, con el
propó sito de ejecutar las obras puente de inversió n que se pueden observar continuació n en el siguiente cuadro.

CUADRO 57. COSTOS DE INVERSIÓN DEL PROYECTO SEGÚN MÓDULOS

Parcial Parcial
No. Modulo (US$) (Bs.)
1 OBRAS GENERALES 2.078,19 16.417,68
2 RECUPERACION DE TIERRAS 1.372.824,66 10.845.314,85
CAPACITACION ASISTENCIA TECNICA Y
3
FORTALECIMIENTO 49.925,05 394.407,90
COSTO TOTAL DEL PROYECTO 1.424.827,90 11.256.140,43
Fuente: Elaboració n Propia en base estudio de ingeniería.

Así mismo una vez establecido el proyecto, los gastos de mayor relevancia corresponden al mantenimiento necesario
para preservar en el mejor estado de funcionamiento los medios de protecció n construidos, estos gastos de inversió n

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 213


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

son características notables en la situació n con proyecto en la etapa de pre inversió n a partir del añ o uno tal como se
puede ver en del flujo de caja que se adjunta en anexos.

De la misma forma el flujo de caja, detallado en anexos prevé el uso de precios de mercado tanto para los costos de
inversió n como de mantenimiento, capacitació n, asistencia tecnica y así mismo para la determinació n de costos de
producció n, para efectos de una evaluació n privada.

Por otro lado para la estimació n de costos socioeconó micos que provienen de los costos de inversió n, operació n y
mantenimiento previsto durante la vida ú til del proyecto se calculan mediante sus respectivas razones precio cuenta.

Considerando la vida ú til del proyecto de 20 añ os y para resultados de evaluació n el uso de un flujo de caja que
contempla la actividad agropecuaria que se genera y forma parte característica de la actividad econó mica de la zona
de influencia del proyecto, se determina los costos de producció n para los diferentes productos como la papa, el
maíz la haba, hortalizas, durazno manzana, vid y alvarillo, tales como la compra de insumos, semillas mano de obra,
entre otros.

Mediante el siguiente cuadro se pude determinar los costos de producció n en la situació n con proyecto para los
niveles de producció n determinados a precios de mercado y expresado en dó lares americanos en relació n a los
diferentes cultivos que se producen en la zona.

CUADRO 58. COSTOS DE PRODUCCION DEL PROYECTO

COSTOS DE PRODUCCION SIN PROYECTO


Costos Unit. de producción
Rendimient Producció Transport Costo
Superficie
Cultivos o n valorable Insumos Mano de Obra e Total
(Has.) ($us/ha) ($us/ha)
(TN/Ha) (TN) ($us/tn) ($us)
MAÍZ 105,00 8,40 864,09 63,47 150,21 0 22.436,53
PAPA 78,00 6,33 478,88 115,56 96,26 0 16.521,92
HABA 27,00 7,76 205,20 23,93 102,76 0 3.420,57
HORTALIZAS 13,00 3,06 38,92 167,11 312,57 0 6.235,83
DURAZNO 26,00 6,92 177,14 64,50 221,65 0 7.439,95
MANZANA 12,00 4,41 51,29 34,50 244,32 0 3.345,85
VID 9,00 4,41 38,86 267,38 433,82 0 6.310,83
ALVARILLO 15,00 4,41 63,45 309,16 195,07 0 7.563,48
Superficie total
285,00 1.045,61 1.756,67 0,00 73.274,95
(ha)
Fuente: Elaboració n propia en base a flujo de caja matriz.

22.3. Determinación de los Criterios para la Toma de Decisiones

La toma de decisió n sobre la inversió n del proyecto considera varios parámetros previos como el punto de vista de
los criterios a emplear, vale decir que desde un punto de vista Social se contempla el impacto del proyecto sobre el
ingreso, el consumo, el ahorro y los beneficios meritorios de los beneficiarios del proyecto.
En la relació n al uso de un flujo de caja que nos muestra la actividad agropecuaria de la zona del proyecto podemos
establecer que el proyecto se considera viable a partir de los indicadores positivos como es el VANS, el cual indica el
efecto multiplicador positivo que tendrá a partir de su ejecució n del proyecto, mediante el cual justifica la inversió n
socialmente.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 214


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

CUADRO 59. INDICADORES SOCIOECONÓMICOS

INDICADOR VALOR (US$)


Relació n Beneficio Costo B/C 6,16
Costo Anual Equivalente Social CAES 19.395,12

Valor Actual Neto Social VANS 144.870,74


Tasa Interna de Retorno Social TIRs 13,63%
Fuente: Elaboració n Propia en base al flujo de caja matriz

CUADRO 60. INDICADORES COSTO EFICIENCIA

INDICADORES COSTO EFICIENCIA SIGLA UNIDAD VALORES

Costo Eficiencia por Flia. Beneficiada C/E [Link] US$ 48


Costo Eficiencia por Pob. Beneficiada C/E [Link] US$ 11
Fuente: Elaboració n Propia en base a flujo de caja evaluació n 2009

Los indicadores socioeconó micos nos muestran que con los niveles de inversió n que arroja el presupuesto de las
obras de construcció n se determina un VANS mayor a cero por lo que el proyecto es socialmente rentable, así mismo
el indicador de la relació n Beneficio Costo es mayor a uno por lo que también nos muestra la viabilidad econó mica
del proyecto, por otra parte se determina indicadores Costo Eficiencia calculados en funció n al VAN actualizado a
tiempo cero ,donde podemos ver que el costo por familia asciende a 43US$ por familia y en su caso se llega a 10 US$
costo por habitante de la zona de influencia.

23. EVALUACION PRIVADA.

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 215


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

23.1. Evaluación Privada – Financiera

A diferencia de la evaluació n socioeconó mica que es calculada a precios sombra la evaluació n privada desde el punto
de vista de un particular que quiere realizar una inversió n con el objetivo de tener un rédito por su inversió n, se
calcula a precios de mercado vigentes en tiempo de cálculo en el flujo de caja.

La construcció n del proyecto va directamente a beneficiaria subcidiando la mayor parte de la inversió n. Por este
motivo, la evaluació n privada - financiera se la realiza desde el punto de vista de la inversió n, dejando de lado el
financiamiento de la misma y obviando el destino de los beneficios del proyecto.

La evaluació n busca determinar si el proyecto genera una rentabilidad a los beneficiarios mayores al costo de
oportunidad del capital de inversió n en la zona del proyecto. Por lo tanto, la evaluació n privada – financiera no
servirá como un instrumento de verificació n del posible interés del sector privado en proyectos de construcció n de
puentes vehiculares (VANP).

La evaluació n privada – financiera si permitirá verificar la sostenibilidad del proyecto durante el periodo de análisis
al determinar la existencia de fondos suficientes por parte de los municipios y comunidades involucradas para la
operació n y mantenimiento o al alertar la necesidad de recursos adicionales para este propó sito.

23.2. Identificación y Estimación de Beneficios

Dado que la evaluació n privada – financiera se la realiza desde el punto de vista de la inversió n, los ingresos para
proyectos viales rurales como se menciono anteriormente provienen de la comercializació n de los productos agrícola
y pecuaria, a precios de mercado, de la zona de influencia del proyecto el análisis se detalla en el flujo de caja matriz
adjunto en anexos a precios de mercado vigentes tanto para insumos como para precios de venta, considerados para
el horizonte del proyecto vale decir para añ os de vida ú til de 20 añ os.

CUADRO 61. IDENTIFICACIÓN DE BENEFICIOS DE LA PRODUCCIÓN AGRÍCOLA

Valor
Perdidas Producció Precio Bruto de la
post n de venta producció Costo
Superficie Rendimiento cosecha Valorable ($us/TN n Total en Beneficio
Cultivos (Has.) (TN/Ha) (%) (TN) ) ($us) ($us) ($us)
MAÍZ 123,90 8,57 1.040,01 65,19 214,48 0 34.651,66 123,90
PAPA 92,04 6,46 576,38 125,90 230,77 0 32.827,35 92,04
HABA 71,00 7,91 550,38 26,33 116,90 0 10.168,82 71,00
HORTALIZAS 15,34 3,12 46,84 191,34 357,89 0 8.425,23 15,34
DURAZNO 35,90 7,06 249,48 64,50 227,76 0 10.492,24 35,90
MANZANA 26,90 4,49 117,27 125,90 104,87 0 6.207,68 26,90
VID 10,62 4,49 46,78 191,34 166,55 0 3.800,78 10,62
ALVARILLO 15,00 4,49 64,72 220,83 206,22 0 6.405,72 15,00
Superficie total 112.979,4
(ha) 390,70     1.011,32 1.625,44 0,00 9 390,70
Fuente: Elaboració n Propia en base a evaluación 2009

23.3. Identificación y Estimación de Costos

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 216


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Los principales costos a ser considerados son aquellos de inversió n en la recuperació n de tierras, los costos
incurridos en insumos para producció n tanto agrícola como pecuaria, costos de mantenimiento y conservació n de la
infraestructura en cuestió n, valorados a precios de mercado.

CUADRO 62. COSTOS DE PRODUCCION DEL PROYECTO

COSTOS DE PRODUCCION SIN PROYECTO


Costos Unit. de producción
Rendimient Producció Transport Costo
Superficie
Cultivos o n valorable Insumos Mano de Obra e Total
(Has.) ($us/ha) ($us/ha)
(TN/Ha) (TN) ($us/tn) ($us)
MAÍZ 105,00 8,40 864,09 63,47 150,21 0 22.436,53
PAPA 78,00 6,33 478,88 115,56 96,26 0 16.521,92
HABA 27,00 7,76 205,20 23,93 102,76 0 3.420,57
HORTALIZAS 13,00 3,06 38,92 167,11 312,57 0 6.235,83
DURAZNO 26,00 6,92 177,14 64,50 221,65 0 7.439,95
MANZANA 12,00 4,41 51,29 34,50 244,32 0 3.345,85
VID 9,00 4,41 38,86 267,38 433,82 0 6.310,83
ALVARILLO 15,00 4,41 63,45 309,16 195,07 0 7.563,48
Superficie total
285,00 1.045,61 1.756,67 0,00 73.274,95
(ha)
Fuente: Elaboració n propia en base a flujo de caja matriz.

23.4. Determinación de los Criterios para la Toma de Decisiones

Para descontar el flujo de beneficios netos (Beneficios Totales – Costos Totales), se recurrirá a la tasa social de
descuento establecido por el Ó rgano Rector del SNIP.
El indicador socioeconó mico de relevancia para a la toma de decisiones es el VAN Socioeconó mico VANS o VANe el
cual nos indica si se debe asignar recurso a o no a un proyecto.
Por tanto si los indicadores financieros resultan positivos, se puede recomendar la viabilidad del proyecto ya que los
recursos con los cuales se financiaran el proyecto son reembolsables.

CUADRO 63. INDICADORES FINANCIEROS

INDICADOR VALOR ($US)


Relació n Beneficio Costo B/C 6,16
Costo Anual Equivalente CAE 19.395,12
Valor Actual Neto VAN -275.972,21
Tasa Interna de Retorno TIR 12,53%
Fuente: Elaboración Propia en base a flujo de caja evaluació n 2009

24. Análisis de Sensibilidad

Considerando las tres alternativas para el proyecto Estudio Integral Técnico, Econó mico, Social y Ambiental (TESA)
“RECUPERACIÓ N DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RÍO SOCOCHA” se tiene los siguientes resultadios :

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 217


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ALTERNATIVA 1

Considerando un presupuesto de 35’687.073,16 Bs.- se tiene los siguientes indicadores de evaluació n


socioeconó mica:
Indicadores Sociales

INDICADOR VALOR (US$)

Relació n Beneficio Costo B/C 2,41


Costo Anual Equivalente Social CAES -489.582,17
Valor Actual Neto Social VANS -3.656.906,40
Tasa Interna de Retorno Social TIRs #¡DIV/0!

Indicadores Privados

INDICADOR VALOR ($US)


Relació n Beneficio Costo B/C 2,41

Costo Anual Equivalente CAE -489.582,17

Valor Actual Neto VAN -4.011.016,28

Tasa Interna de Retorno TIR -4,30%

Como se puede observar tanto los indicadores privados como sociales arrojan datos negativos que nos llevan a
interpretar que frente a una inversió n tan fuerte, los criterios de sostenibilidad no existen y que con una tasa de
retorno privada negativa de 4.30% la inversió n no es factible. Así mismo un VAN negativo nos muestra que la
inversió n a realizarse no es factible.

ALTERNATIVA 2

Considerando un presupuesto de 15’862.895,42 Bs.- se tiene los siguientes indicadores de evaluació n


socioeconó mica:

Indicadores Sociales

INDICADOR VALOR (US$)


Relació n Beneficio Costo B/C 4,69
Costo Anual Equivalente Social CAES -83.140,28
Valor Actual Neto Social VANS -621.011,66
Tasa Interna de Retorno Social TIRs 7,14%

Indicadores Privados

INDICADOR VALOR ($US)


Relació n Beneficio Costo B/C 4,69

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 218


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

Costo Anual Equivalente CAE -83.140,28


Valor Actual Neto VAN -1.028.410,98
Tasa Interna de Retorno TIR 6,43%

De los anteriores cuadros se puede inferir que frente a un inversió n de 15’862.895,42 Bs. Los indicadores del VAN
privado arrojan datos negativos por tanto la inversió n no es factible, por otro lado la Tasa de Retorno es demasiado
baja y poco alentadora para realizar la inversió n, para que el proyecto sea rentable la tasa de Retorno deberá pasar el
12 % para realizar comparació n con la tasa activa de la Banca Privada

ALTERNATIVA 3

Bajo un nivel de inversió n factible para las entidades promotoras y ejecutaras inmersas en el proyecto que alcanza a
15’862.895,42 Bs.- los indicadores de evaluació n nos muestran un VAN social positivo lo que significa que la
inversió n a precios sombra es factible y la tasa de retorno TIR social de 13.63% por encima del 12 % muestra la
sostenibilidad del proyecto durante los 20 añ os de vida ú til del proyecto,

Así mismo la Tasa de Retorno privada del 12.53% también nos muestra la sostenibilidad del proyecto respecto al
nivel de inversió n el VAN negativo a precios de mercado nos muestra que la iniciativa privada no es alentadora pero
si para una inversió n social , por tanto se recomienda la ejecució n del proyecto con un nivel de inversió n de
15’862.895,42 Bs.-

Indicadores Sociales

INDICADOR VALOR (US$)


Relació n Beneficio Costo B/C 6,16
Costo Anual Equivalente Social CAES 19.395,12
Valor Actual Neto Social VANS 144.870,74
Tasa Interna de Retorno Social TIRs 13,63%

Indicadores Privados

INDICADOR VALOR ($US)


Relació n Beneficio Costo B/C 6,16

Costo Anual Equivalente CAE 19.395,12


Valor Actual Neto VAN -275.972,21
Tasa Interna de Retorno TIR 12,53%

25. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

25.1. Conclusiones

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 219


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

 Para el aprovechamiento de tierras para uso agrícola, es necesario la defensa ribereñ a mediante
gaviones con dentellones en el rio Sococha, limpieza y descolmatació n del cauce del rio en las
comunidades beneficiadas.

 El monto total del proyecto es de 1’424.827,90 US$ (Un milló n cuatrocientos veinte cuatro mil,
ochocientos veinte y siete con 90 / 100 Dó lares).

 La Operació n y Mantenimiento de la Infraestructura estará bajo la responsabilidad de los


beneficiarios y el costo de 68.745,14 US$ (sesenta y ocho mil setecientos cuarenta y cinco con 14 /
100 Dó lares) anuales; por un periodo de 20 (Diez) añ os que durara el proyecto

 El indicador VANf al ser negativo se recomiéndala ejecució n del proyecto siempre y cuando exista
un plan de de sostenibilidad comunal, así mismo nos muestra que el proyecto no es rentable para
una inversió n del sector privado, debido a que los beneficios, producto de la producció n
agropecuaria no son absueltos por el inversor, la rentabilidad como la inversió n está por debajo de
la tasa de descuento de actualizació n (16%).

 Sin embargo el indicador VANe es mayor que cero, por lo que socialmente el proyecto es viable y
se recomienda su ejecució n ya que se dispone de recursos para su sostenibilidad es decir que va a
favor de la població n de las comunidades beneficiarias.

25.2. Recomendaciones

 Se sugiere después de aprobar el estudio definitivo se realice la ejecució n del presente proyecto al
más breve plazo dado las necesidades e importancia que ofrece.

 Que la comunidad beneficiaria responda al proceso de capacitació n principalmente en el á rea de la


fruticultura por las características climáticas y poder aprovechar sus recursos ya que las
condiciones de mejoramiento por parte de los pobladores es la de mejorar y poder tener mejores
productos competitivos y poder aumentar sus ingresos de subsistencia.

 En consideració n del análisis de los indicadores socioeconó micos y de los efectos colaterales
positivos que muestra e proyecto SE RECOMIENDA la ejecució n del proyecto.

25.3. Marco Lógico


RESUMEN NARRATIVO INDICADORES OBJETIVAMENTE VERIFICABLES MEDIOS DE SUPUESTOS
OBJETIVOS SIN PROYECTO CON PROYECTO VERIFICACIÓN IMPORTANTES
 Construcció n de  Los precios de los
OBJETIVO GENERAL VARIABLES DE IMPACTO VARIABLES DE gaviones con productos
 408 familias de la zona del IMPACTO dentellones para agropecuarios no

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 220


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

 Lograr recuperar la superficie proyecto viven en constante  700 familias de la garantizar la varían
agrícola en el á rea del proyecto a amenaza debido a fenó menos zona del proyecto viven protecció n de las significativamente
travé s de la recuperació n de 44.08 climá ticos que causan con vinculació n bajo un aé reas de  Los cambios
Ha. mediante obras civiles para desastres. crecimiento del 2% recuperació n. institucionales y
evitar inundaciones y  La seguridad alimentaria durante los añ os de vida  Informe de la organizacionales no
desbordamientos el río Sococha que presenta panoramas de riesgo ú til del proyecto. entidad operadora influyen en la
contribuirá a mejorar la calidad de por las constantes perdidas  Disminuye el riesgo de sobre el estado del sostenibilidad del
vida de los pobladores de Yanalpa, agrícolas ocasionadas por las perdidas agrícolas de las proyecto. proyecto.
Sococha, Chosconty, San Pedro, San riadas en la zona. familias asegurando su
Marcos, Esquina Grande e Higueras.  Superficie Agrícola de alimentació n diaria.
producció n alcanza a un total  Superficie Agrícola de
de 285 Ha. producció n alcanza a un
total de 390.70 Ha.

OBJETIVOS ESPECIFICOS VARIABLES DE EFICIENCIA VARIABLES DE  Encuestas a los  El proyecto se


 Diseñ ar la infraestructura de  Pé rdida de terreno agrícola, EFICIENCIA productores para ejecuta una vez
defensivos con dentellones infraestructura familiar y  Recuperació n de avaluar el nivel de inmerso en el POA
 Garantizar la recuperació n y cosechas durante los 5 ú ltimos 44.08 Ha. en todas las comercializació n correspondiente.
protecció n de las á reas cultivables. añ os.. comunidades gracias a la
 Incentivar la rotació n de cultivos  Constante amenaza de los beneficiarias recuperació n de  El ente Operador
en las á reas de recuperació n y fenó menos naturales  Las medidas de tierras. que es el Municipio y
protecció n para evitar la erosió n de climá ticos por falta de prevenció n para evitar  Informe de la los beneficiarios se
la tierra cultivable. medidas preventivas. desastres físicos se basa entidad operadora. encarga de la
 Incentivar la plantació n de en la construcció n para Operació n y
plantines frutícolas para tener la protecció n de las mantenimiento tanto
mayor y mejores ingresos. aé reas recuperadas con correctivo como
gaviones y contribuir al preventivo.
encauzamiento del río.
 Fichas
METAS VARIABLES DE EFICACIA VARIABLES DE EFICACIA de seguimiento de  Los medios de
• Construcció n de dentellones de de  Recuperació n de 44.08 ejecució n de obras recuperació n del Rio
altura variable segú n la socavació n  Actualmente se Ha de tierra mediante  Inform Sococha consistentes
que se presente en las 17 aé reas cuenta con medios preventivos gaviones con es de supervisió n. en gaviones con
identificadas y en funció n a las má s de protecció n en el río Sococha dentellones..  Informes de dentellones, se
afectadas. pero no sufrientes en funció n a  Incentivo a la seguimiento y entregan en
• identificació n de 17 zonas de la generació n de las riadas producció n del cultivo Fiscalizació n. condiciones
recuperació n de tierras a ser catastró ficas que se presentan. de haba y la fruticultura  Informes de adecuadas
protegidas mediante defensivos con  Potencial mediante la producció n fiscalizació n  Son realizadas todas
dentellones. agrícola no explotado en de manzano, duraznero ambiental. las actividades
• Se realizara la capacitació n en cultivos de de haba y la y la vid  Actas de entrega programadas en el
cultivos y la entrega de 176.32 qq fruticultura mediante la  Generació n de mayor provisional y diseñ o del proyecto
semilla de haba para poder mejorar producció n de manzano, diná mica econó mica. definitiva. en forma eficiente.
la estructura y textura del suelo. duraznero y la vid  Visitas
• Se realizara la capacitació n de al lugar de la obra y
manejo de frutales y la entrega de encuestas
6800 plantines vid, 6800 plantines familiares.
de duraznero y 6800 plantines de
manzano.

ACTIVIDADES Se mantiene la política


COSTOS
Licitar obras de financiamiento del
Obras Generales 2.078,19 US$
Contratar Servicios de Construcció n de Obras físicas de protecciones gobierno.
Recuperació n de Tierras 1’372.824,66 US$
Supervisar
Capacitació n agrícola 49.925,05 US$
Ejecució n
Costo Total 1’424.827,90 US$
Entrega del proyecto

ANEXOS

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 221


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”
ECICOM S.R.L. PREFECTURA DEL DEPARTAMENTO DE POTOSI
SECRETARIA DPTL. DESARROLLO PRODUCTIVO

ESTUDIO INTEGRAL TÉCNICO, ECONOMICO, SOCIAL Y AMBIENTAL (TESA) Página 222


“RECUPERACIÓN DE TIERRAS AGRICOLAS EN EL RIO SOCOCHA”

También podría gustarte