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Desvíos Ferroviarios: Tipos y Modelos

Este documento establece las normas técnicas para los desvíos en las vías férreas españolas. Describe los diferentes tipos de desvíos (A, B, C y V) para vías de ancha española (1,668 mm) e internacional (1,435 mm). Para cada tipo de desvío, especifica sus modelos, características relativas al cambio y cruzamiento de vías, geometría y velocidades admisibles. El objetivo es regular las características técnicas de los desvíos para garantizar la segur

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Desvíos Ferroviarios: Tipos y Modelos

Este documento establece las normas técnicas para los desvíos en las vías férreas españolas. Describe los diferentes tipos de desvíos (A, B, C y V) para vías de ancha española (1,668 mm) e internacional (1,435 mm). Para cada tipo de desvío, especifica sus modelos, características relativas al cambio y cruzamiento de vías, geometría y velocidades admisibles. El objetivo es regular las características técnicas de los desvíos para garantizar la segur

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VÍA

NORMAS TÉCNICAS

ADMINISTRADOR DE INFRAESTRUCTURAS FERROVIARIAS

NAV 3-6-0.1

DESVÍOS

CARACTERÍSTICAS DE LOS TIPOS Y MODELOS

1ª EDICIÓN: Julio de 1992

Organismo Redactor: Renfe. UN Mantenimiento de Infraestructura. Dirección Técnica


RENFE
Dirección de Mantenimiento de Infraestructura
Dirección Técnica

Desvíos
Características de los tipos
y modelos

N.R.V. 3 - 6 - 0.1.

1ª EDICIÓN: 15 DE JULIO DE 1.992


N.R.V. 3-6-0.1.

DESVÍOS.- CARACTERÍSTICAS DE LOS TIPOS Y MODELOS

INDICE Página
1. Introducción...................................................................................................................................................1
1.0. Exposición general.................................................................................................................................1
1.1. Objeto de la Norma................................................................................................................................1
1.2. Campo de aplicación .............................................................................................................................1
1.3. Vigencia de la Norma.............................................................................................................................1
1.4. Documentación derogada .....................................................................................................................1
2. Desvíos en recta ............................................................................................................................................1
2.0. Consideraciones generales ...................................................................................................................1
2.1. Cambio...................................................................................................................................................2
2.2. Cruzamiento...........................................................................................................................................2
2.3. Carriles de unión ....................................................................................................................................2
3. Desvíos para vía ancha, 1.668 mm................................................................................................................2
3.1. Desvíos tipo A ........................................................................................................................................2
3.1.0. Consideraciones generales .........................................................................................................2
3.1.1. Modelos de desvíos tipo A...........................................................................................................2
3.1.2. Características relativas al cambio ..............................................................................................3
3.1.3. Características relativas al cruzamiento ......................................................................................3
3.1.4. Geometría del conjunto del desvío ..............................................................................................4
3.1.5. Velocidades admisibles ...............................................................................................................4
3.1.6. Otros desvíos ...............................................................................................................................4
3.2. Desvíos tipo B ........................................................................................................................................5
3.2.0. Consideraciones generales .........................................................................................................5
3.2.1. Modelos de desvíos tipo B ..........................................................................................................5
3.2.2. Características relativas al cambio ..............................................................................................6
3.2.3. Características relativas al cruzamiento ......................................................................................6
3.2.4. Geometría del conjunto del desvío ..............................................................................................7
3.2.5. Velocidades admisibles ...............................................................................................................7
3.3. Desvíos tipo C ........................................................................................................................................7
3.3.0. Consideraciones generales .........................................................................................................7
3.3.1. Modelos de desvíos tipo C ..........................................................................................................8
3.3.2. Características relativas al cambio ..............................................................................................8
3.3.3. Características relativas al cruzamiento ......................................................................................8
3.3.4. Geometría del conjunto del desvío ..............................................................................................9
3.3.5. Velocidades admisibles ...............................................................................................................9
3.4. Desvíos Tipo V .......................................................................................................................................9
3.4.0. Consideraciones generales .........................................................................................................9
3.4.1. Modelos de desvíos Tipo V........................................................................................................10
3.4.2. Características relativas al cambio ............................................................................................10
3.4.3. Características relativas al cruzamiento ....................................................................................10
3.4.4. Geometría del conjunto del desvío ............................................................................................10
3.4.5. Velocidades admisibles .............................................................................................................11
4. Desvíos para vía de ancho internacional, 1.435 mm...................................................................................11
4.1. Desvíos tipo A ......................................................................................................................................11
4.1.0. Consideraciones generales .......................................................................................................11
4.1.1. Modelos de desvíos tipo A.........................................................................................................11
4.1.2. Características relativas al cambio ............................................................................................11
4.1.3. Características relativas al cruzamiento ....................................................................................12
4.1.4. Geometría del conjunto del desvío ............................................................................................12
4.1.5. Velocidades admisibles .............................................................................................................12
N.R.V. 3-6-0.1.

Página

4.2. Desvíos tipo B ..................................................................................................................................... 12


4.2.0. Consideraciones generales ...................................................................................................... 12
4.2.1. Modelos de desvíos tipo B........................................................................................................ 13
4.2.2. Características relativas al cambio............................................................................................ 13
4.2.3. Características relativas al cruzamiento.................................................................................... 13
4.2.4. Geometría del conjunto del desvío ........................................................................................... 14
4.2.5. Velocidades admisibles ............................................................................................................ 14
4.3. Desvíos tipo C ..................................................................................................................................... 14
4.3.0. Consideraciones generales ...................................................................................................... 14
4.3.1. Modelos de desvíos tipo C........................................................................................................ 15
4.3.2. Características relativas al cambio............................................................................................ 15
4.3.3. Características relativas al cruzamiento.................................................................................... 16
4.3.4. Geometría del conjunto del desvío ........................................................................................... 16
4.3.5. Velocidades admisibles ............................................................................................................ 17
4.4. Desvíos Tipo V..................................................................................................................................... 17
4.4.0. Consideraciones generales ...................................................................................................... 17
4.4.1. Modelos de desvíos tipo V ........................................................................................................ 17
4.4.2. Características relativas al cambio............................................................................................ 18
4.4.3. Características relativas al cruzamiento.................................................................................... 18
4.4.4. Geometría del conjunto del desvío ........................................................................................... 18
4.4.5. Velocidades admisibles ............................................................................................................ 19
4.5. Desvíos Tipo AV .................................................................................................................................. 19
4.5.0. Consideraciones generales ...................................................................................................... 19
4.5.1. Modelos de desvíos tipo AV...................................................................................................... 19
4.5.2. Características relativas al cambio............................................................................................ 19
4.5.3. Características relativas al cruzamiento.................................................................................... 20
4.5.4. Geometría del conjunto del desvío ........................................................................................... 20
4.5.5. El desvío DSIH-AV-60-10000/4000-0,026-CM .......................................................................... 20
4.5.6. Velocidades admisibles ............................................................................................................ 21
5. Desvíos mixtos ............................................................................................................................................ 21
5.0. Consideraciones generales................................................................................................................. 21
5.1. Modelos de desvíos mixtos................................................................................................................. 21
5.2. Desvíos mixtoa actuales...................................................................................................................... 22
5.3. Características geométricas de los desvíos mixtos actuales .............................................................. 22
5.4. Nuevos modelos de desvíos ............................................................................................................... 24
5.5. Desvíos mixtos en vía general............................................................................................................. 24

I. Definiciones................................................................................................................................................. 27
II. Documentos relacionados con la presente Norma ..................................................................................... 30
Norma.- DESVÍOS N.R.V.
CARACTERÍSTICAS DE LOS TIPOS Y MODELOS 3-6-0.1.

1. INTRODUCCIÓN

1.0. EXPOSICIÓN GENERAL

Hasta hace poco tiempo Renfe sólo tenía algunos modelos de desvíos instalados en sus vías.
Omitiendo los de las antiguas compañías, todos a extinguir, sólo usaba, en las vías generales, cinco
modelos: dos con carril 45 prima y tres con carril UIC 54. En el primer caso empleaba las tangentes
de cruce 0,09 y 0,11 y en el segundo, además de las anteriores, la de 0,085. Había otros modelos, de
tangente 0,13 y 0,167, pero estaban destinados a estaciones de clasificación.

Al aumentar las velocidades de los trenes y al construir una línea de Alta Velocidad de ancho europeo
ha tenido necesidad de estudiar otros modelos de desvíos más adecuados a las nuevas velocidades
y con moderna tecnología que suavice la marcha de los trenes.

También ha considerado conveniente incrementar, en ciertos casos, la velocidad de paso por las vías
desviadas, muy especialmente en vías banalizadas.

1.1. OBJETO DE LA NORMA

Tiene por objeto exponer las características principales de los diferentes modelos de desvíos que se
han programado e indicar sus ventajas en cuanto a su unión con la vía sin juntas, el incremento de
velocidad por sus vías directa y desviada y la mejora de calidad.

1.2. CAMPO DE APLICACIÓN

El contenido de esta Norma se refiere a las características técnicas y geométricas de los desvíos
estudiados, a instalar con carácter general en las vías generales y de circulación, así como a las
correspondientes a aquellos citados en el ap. 1.0. que aún permanecen instalados en la fecha de su
publicación.

1.3. VIGENCIA DE LA NORMA

La presente Norma comenzará a regir el día de su publicación impresa.

1.4. DOCUMENTACIÓN DEROGADA

A partir de la fecha de entrada en vigor de la presente Norma queda sin efecto cualquier Documento
que se oponga a sus prescripciones, al menos en lo que a ellas se refiere.

2. DESVÍOS EN RECTA

2.0. CONSIDERACIONES GENERALES


Los desvíos se estudian para ser montados en vía recta y es así como deberían ubicarse.
Desgraciadamente no siempre es posible: sea por razones técnicas o económicas, o bien por
motivos funcionales, a veces tienen que instalarse en curva pero, no pudiendo estudiar y fabricar un
modelo de desvío para cada curva es preciso recurrir a curvar los desvíos rectos.

La geometría y muchas propiedades de los desvíos varían al ser curvados por lo que todo lo que se
indica a continuación se refiere únicamente a desvíos situados en vía recta. En los siguientes
apartados se describen las características, propiedades y geometría de los diferentes modelos de
desvíos ubicados en este tipo de vía.
N.R.V. 3-6-0.1 -2-

2.1. CAMBIO

En un desvío situado en vía recta, el cambio tiene una aguja y contraaguja rectas que dan servicio a la
vía directa, y una aguja y contraaguja curvas, que lo hacen a la vía desviada.

En vía general tanto los desvíos actuales como los nuevos tiene las agujas elásticas. Los modelos, a
extinguir, de las antiguas Compañías las tenían rígidas.

Los nuevos desvíos tienen la aguja curva tangente a la contraaguja, mientras que en los antiguos era
secante generalmente.

2.2. CRUZAMIENTO

Dado que los desvíos se estudian para vías en recta, el hilo del corazón que corresponde a la vía
directa es también recto. El hilo de vía desviada puede ser recto, curvo, quebrado o mixto, según
modelos.

El cruzamiento de los desvíos de punta móvil no necesita contracarriles ya que su corazón no tiene
laguna.

2.3. CARRILES DE UNIÓN

Son los carriles que unen el cambio y el cruzamiento. La vía directa es recta y la desviada puede ser
curva en su totalidad o tener, además, tramos rectos.

Es conveniente que tanto la aguja curva como la vía desviada y el cruzamiento tengan la misma
curvatura para mejor calidad en la circulación de trenes, pero ello no siempre es posible. Con cierta
frecuencia se pasa, sucesivamente y sin transición, de la recta de la vía a la curvatura de la aguja, a
otra curvatura distinta en la vía intermedia, a una recta en el corazón y a otra curva a la salida del
mismo. Para evitarlo se ha estudiado en muchos modelos de desvíos la curva única de aguja, vía
intermedia y corazón que, además, puede prolongarse a la salida del desvío. En ciertos casos se ha
conseguido situar estos elementos del desvío, en curvas de transición (ver ap. 3.4.2. y 4.5.5.).

3. DESVÍOS PARA VÍA ANCHA, 1.668 MM.

3.1. DESVÍOS TIPO A.

3.1.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Estos desvíos son los instalados hasta ahora en las vías de Renfe, fabricados con carril
modelo UIC 54 y asentados sobre traviesas de madera. Permiten velocidad máxima de paso
por la vía directa de 140 km/h y de 30 km/h por la vía desviada. Sus corazones no admiten la
soldadura a la barra larga, por lo que es necesario intercalar aparatos de dilatación. Son
excepciones, los desvíos DS-A-54-500-0.085-CC derecha e izquierda.

3.1.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO A.

Las antiguas Compañías que originaron la Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles
adoptaron muy diversos modelos de desvíos e, incluso, cuando tenían idéntico modelo de
carril, el desvío era frecuentemente diferente, como los desvíos de 45 Kg de MZA, y de
Santander Mediterráneo. Aun cuando todavía existen muchos de estos desvíos en vías
secundarias se pueden considerar a extinguir ya que hace muchos años dejaron de
fabricarse.

Posteriormente, Renfe adoptó para las vías generales los desvíos con carriles RN 45 y UIC
54, con tangentes de 0.09 y 0.11 y más tarde el de corazón curvo de tangente 0.085, todos
ellos con agujas flexibles.
N.R.V. 3-6-0.1 -3-

Los modelos considerados en esta Norma, son:


DS-A-54-320/400-0.09-CR-D
DS-A-54-320/400-0.09-CR-I
DS-A-54-320/241-0.11-CR-D
DS-A-54-320/241-0.11-CR-I
DS-A-54-500-0.085-CC-D
DS-A-54-500-0.085-CC-I
En la Fig. 3.1.1., primera columna, se extractan sus características generales.

Para vías de clasificación Renfe diseñó desvíos de carril UIC 54 y tangente de 0.13 (derecha,
izquierda y simétrico, de longitud corta y alargada) y de tangente 0.167 simétrico.

Las características mas importantes de éstos y de los modelos con carril RN 45, a extinguir,
se indican el el ap. 3.1.6.

3.1.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO.

Los desvíos tipo A, con carril UIC 54, de tangente 0,09 y 0,11 tienen agujas de carril del
mismo perfil mecanizado y reforzado, flexibles y de 9,70 m de longitud.

Las contraagujas, fabricadas con carril del mismo tipo, se pueden soldar a los carriles pero el
embridado de la aguja en su talón mediante una almohadilla especial (cuña-brida) no permite
la soldadura. Al igual que en el resto del desvío se clavan a las traviesas, que son de madera,
con tirafondos (sujeción rígida).

La aguja de vía desviada es de trazado secante, con ángulo de ataque de 25’ sexagesimales,
y de 320 m de radio.

El desvío de tangente 0,085, fabricado más recientemente, presenta las diferencias que se
indican a continuación y que técnicamente representan un importante avance en la calidad
de la vía:

- La sujeción a las traviesas es elástica tipo Pandrol, excepto en las zonas del cambio y del
cruzamiento en las que es rígida, de tirafondos.

- El trazado de la aguja curva es tangente y, por tanto, su ángulo de ataque es nulo.

- El radio de la aguja de la vía desviada, 500 m, es el mismo que en el resto del desvío.

- La unión de aguja y contraaguja es más fuerte para permitir la unión directa a la vía sin
juntas.

3.1.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO.

Los corazones tienen sus extremos en forma de cola de milano para permitir la unión
mediante bridas a los carriles del propio desvío y de las vías exteriores, excepto en el de
tangente 0,085 que es totalmente embridable en sus cuatro extremos.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en los de tangente 0,09 y 0,11. En el de 0,085,
el hilo de la vía desviada presenta dos alineaciones secantes a la curva de la vía desviada lo
que, con una pequeña tolerancia, permite la continuidad de la curvatura de vía desviada a lo
largo de todo el desvío.

Los contracarriles son de perfil UIC 33 de 3,90 m de longitud en los de tg. 0,09 y 0,11 y de
5,66 m en el de tg. 0,085.

Para mantener la cota de protección de la punta del corazón, los contracarriles están provistos
de un codal que se apuntala entre ambos.
N.R.V. 3-6-0.1 -4-

Los tornillos de embridado del corazón en el modelo de 0,085 son de alta resistencia para
permitir la unión directa a la vía sin juntas, es decir: sin necesidad de colocar aparatos de
dilatación.

3.1.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO


En la Fig. 3.1.4. se indican las características geométricas más importantes de este tipo de
desvíos cuando están instalados en una vía recta. En el cuadro superior se señala: el tipo de
corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío, L; las distancias del nudo al
principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su punta matemática,
n. Por no tener cupón de enlace a la vía sin junta, el parámetro r es cero.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como las longitudes del cambio y del corazón y
los radios en el eje de la vía desviada: el primero corresponde a la aguja curva y el segundo a
la parte central del desvío. Nótese que el desvío de tangente 0.085 tiene radio único de 500 m
ya que la vía desviada tiene una sola curvatura, incluso en el corazón.

3.1.5. VELOCIDADES ADMISIBLES


La velocidad máxima admitida en las líneas de Renfe por vía directa es de 140 km/h.
La velocidad máxima por vía desviada es de 30 km/h, excepto para los de tg. 0,085, que
puede alcanzar 60 km/h.

3.1.6. OTROS DESVÍOS


Según hemos visto en el apartado 3.1.1 existen muchos modelos de desvíos a extinguir que
aún se usan, especialmente en las vías secundarias. A continuación se describen brevemente
los principales, así como aquellos empleados en estaciones de clasificación:

- Desvíos con carril RN 45 y tangente 0,09 y 0,11.

El cambio es igual en ambos modelos Sus agujas son elásticas de 9,00 m de longitud. La
aguja curva es secante a la contraaguja. El radio de esta aguja es de 320 metros y
presenta un ángulo de ataque de 25 minutos sexagesimales.

El desvío de tangente 0,09 tiene una longitud total de 36 m y su corazón 3,5963 m; la vía
desviada, entre cambio y corazón, tiene 424,985 m de radio en el eje. La distancia de su
punta matemática al talón es de 2,1978 m.

El de tangente 0,11 tiene una longitud de 32 m; el radio en el eje de la vía desviada entre
el talón de la aguja y el corazón es de 243,347m; la longitud del corazón es de 3,5945 m y
la distancia de su punta matemática a su talón de 2,1966 m.

- Desvíos para estaciones de clasificación.

Son de carril UIC 54, con tangente de 0,13 (derecho, izquierdo y simétrico) de 0,167
(simétrico) y 0.13-0.13 doble (izquierdo y derecho).

En el desvío de 0,13, derecho o izquierdo, el cambio tiene agujas elásticas, la curva es


secante y el ángulo de ataque es de 1 grado sexagesimal. La longitud total del desvío es
de 24,925m(*) y la del corazón 3,765. La distancia del talón del corazón a su punta
matemática es de 2,300 m. Los contracarriles son de perfil U.I.C. 33, de 2,80 m de
longitud.

En el desvío de 0,13, simétrico, el cambio tiene agujas secantes, elásticas y con ángulo de
ataque de 29 minutos y 56 segundos sexagesimales. La longitud total del desvío es de
24,865 m(*) y la del corazón 3,765. La distancia del talón del corazón a su punta
matemática es de 2,300 m. Los contracarriles son de perfil U.IC. 33, de 2,80 m de longitud.

(*) Existen algunos modelos con longitud incrementada en 560 mm.


N.R.V. 3-6-0.1 -5-

En el desvío de 0,167, simétrico, el cambio tiene agujas secantes, elásticas y con ángulo de
ataque de 1 grado sexagesimal. La longitud total del desvío es de 20,169 m. y la del
corazón 3,520 m.La distancia del talón del corazón a su punta matemática es de 2,080 m.

En el desvío doble 0.13-0.13 (derecho o izquierdo) el primer cambio es de agujas elásticas


de 7,90 m y la aguja curva es secante con un ángulo de ataque de 1 grado sexagesimal. El
primer nudo está situado a 9,699 m de la junta de contraaguja y el segundo a 9,33 del
primero. Entre el segundo cambio y el primer corazón de 0,13 lleva un corazón de 0,189
para permitir el cruce de los hilos de las vías desviadas que se cortan. La longitud total del
desvío es de 34,255 m.

Observaciones. 1.- Se están estudiando desvíos tipo A con corazón y contracarriles del
tipo B. El Centro de Alta Tecnología de Vía está haciendo pruebas para reemplazar los
corazones fisurados de los desvíos de 54 kg, tipo A de tangente 0,09 y 0,11 por otros del
tipo B, así como en los contracarriles ya que, al ser más largos los de este tipo, guían mejor
las ruedas de los trenes.

3.2. DESVÍOS TIPO B

3.2.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Son los desvíos desarrollados con la colaboración de la industria nacional para la


modernización de las líneas importantes y de las grandes terminales. Tienen la ventaja, sobre
los tipos A, de admitir velocidades máximas por vía directa de 160 km/h y poder ser
acoplados directamente a la vía sin juntas sin necesidad de aparatos de dilatación. Se
fabrican con carril UIC 54.

La transición de los modelos antiguos a estos más perfeccionados ha obligado a proyectar


tres subtipos de desvíos:

- B1. El corazón está soldado eléctricamente a unos cupones de carril que, a su vez,
pueden soldarse aluminotérmicamente a la vía sin juntas.

- B2. El corazón está unido a tope a dichos cupones con bridas encoladas y fuertemente
apretadas con tornillos de alta resistencia para su unión a la vía sin juntas mediante
soldadura aluminotérmica.

- B3. La longitud del corazón no se incrementa con cupones. Se une directamente a la


barra larga mediante bridas encoladas y fuertemente atornilladas.
En el futuro sólo se emplearán los del primer subtipo.
El segundo subtipo se proyectó como solución provisional hasta tanto nuestra industria
desarrollaba una técnica suficientemente eficaz para la fabricación del primer subtipo.
Superada esta etapa ya no se fabricará en lo sucesivo.

El tercer subtipo, de longitud acortada y similar a los modelos tipo A, se ha proyectado para
sustituirlos en aquellos casos en los que no exista espacio suficiente, tal y como ocurre en
algunas grandes estaciones.

Se asientan sobre traviesas de madera dura, preferiblemente de akoga.

3.2.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO B

Según las tres clases de subtipos existen los siguientes modelos:

DS-B1-54-320/417-0.09-CR-D
DS-B1-54-320/417-0.09-CR-I
DS-B1-54-320/230-0.11-CR-D
DS-B1-54-320/230-0.11.CR-I
DS-B1-54-500/0,075-CR-D
N.R.V. 3-6-0.1 -6-

DS-B1-54-500-0,075-CR-I
DS-B1-54-500-0.09-CC-D
DS-B1-54-500-0.09-CC-I
DS-B2-54-320/417-0.09-CR-D
DS-B2-54-320/417-0.09-CR-I
DS-B2-54-320/230-0.11-CR-D
DS-B2-54-320/230-0.11-CR-I
DS-B2-54-500-0,075-CR-D
DS-B2-54-500-0,075-CR-I
DS-B2-54-500-0.09-CC-D
DS-B2-54-500-0.09-CC-I
DS-B3-54-320/417-0.09-CR-D
DS-B3-54-320/417-0.09-CR-I
DS-B3-54-320/230-0.11-CR-D
DS-B3-54-320/230-0.11-CR-I
DS-B -54-320-0.11-CC-D
DS-B -54-320-0.11-CC-I
En la Fig. 3.1.1., segunda columna, se indican las características más importantes de estos
desvíos.

3.2.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Si bien inicialmente las agujas de estos desvíos se construyeron como las del tipo A, en la
actualidad se mecanizan con perfil de aguja alto, simétrico, especial UIC 54 A. El trazado de
la aguja curva es secante al hilo núm. 1 de la vía directa en los desvíos de tangente 0,09 CR y
0,11 CR y tangente en los de 0,075 CR y 0,09 CC.

Se clavan a las traviesas con tirafondos y arandelas grower. Las contraagujas, fabricadas con
carril UIC 54, se pueden soldar a los carriles de la barra larga. En el cambio se colocan
placas antipandeo cada tres traviesas.

En los desvíos de tg. 0,09 CC y 0,075 CR el radio de la aguja de vía desviada es de 500 m, al
igual que en el centro del desvío. En los de tangentes 0,09 CR y 0,11 CR el radio es de 320
m, distinto al del resto del desvío.

3.2.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO.

Los corazones son de acero moldeado al manganeso y están montados con sujeción elástica
SKL-12. Son soldables a la barra larga mediante cupones de carril suplementarios en los
subtipos B1 y B2. En el B3 la unión se consigue mediante bridas encoladas y tornillos de alta
resistencia.

El corazón B1 no tiene colas de milano; para su enlace a los carriles presenta cuatro puntas de
perfil UIC 54. En el Centro de Alta Tecnología de Vía de Renfe en Valladolid se sueldan dos
cupones de carril en cada una de sus cuatro puntas: el primero muy corto, poco mas de un cm,
es de acero al cromo-níquel y el segundo, hasta completar 2,40 m, es del mismo acero que el
carril UIC 54, con lo que se consigue el corazón para el cruzamiento del desvío B1.

Los desvíos con corazón recto sirven para escapes con la entrevía usual mínima de 3.808 mm,
medida entre ejes. Los de corazón curvo necesitan entrevías mayores. (Ver NRV 3.8.1-0).

Los desvíos de tangentes 0,09 CC y 0,11 CC tienen la ventaja, además de permitir mayor
velocidad por vía desviada, de poder continuar con curvatura constante a su salida. Estos
desvíos son aconsejables cuando son ubicados en las vías en curva. En los escapes es mejor
proyectar desvíos de corazón recto.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en los de tangentes: 0,075 CR, 0,09 CR y 0,11 CR.
En los de 0,09 CC y 0,11 CC, el hilo de la vía directa es recto mientras el de la desviada es curvo.
N.R.V. 3-6-0.1 -7-

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de las siguientes longitudes:

- 9,70 m en vía directa y 6,00 en la desviada en los modelos B1 y B2 de tangentes 0,075, 0,09
CR y 0,09 CC.

- 6,00 m en vía directa y 6,00 en la desviada en los modelos B3 de tangente 0,09 CR.

- 7,80 m en vía directa y 4,80 en la desviada en los modelos B1 y B2 de tangente 0,11 CR.

- 7,50 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos B3 de tangente 0,11 CR.

La cota de protección de la punta del corazón se mantiene indirectamente mediante la pieza


soporte única carril-contracarril.

3.2.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En las Figuras 3.2.4.a. y 3.2.4.b. se señalan las características geométricas mas importantes
de este tipo de desvíos cuando estos están instalados en vía recta. En el cuadro de arriba se
señala: el tipo de corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío, L; las
distancias del nudo al principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y
su punta matemática, n. Los desvíos tipo B3 no tienen cupón de enlace, r, entre el corazón y
la vía sin junta por lo que este dato es cero.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como: longitud del cambio y del corazón
(incluidos los cupones soldados o encolados) y los radios en el eje de la vía desviada. El
primero corresponde a la aguja curva y el segundo a la parte central. Los desvíos de
tangentes 0,09 CC y 0,075 tienen radio único de 500 m pero mientras, en el primero, la vía
desviada tiene una sola curvatura en todo el desvío e incluso en el corazón, en el segundo la
continuidad se interrumpe al llegar a éste.

3.2.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Todos los desvíos tipo B, si están situados en vía recta, admiten una velocidad máxima de
160 km/h por vía directa, en las líneas de RENFE.

En las mismas condiciones anteriores, la velocidad máxima por la vía desviada es de 45 km/h
en los desvíos de tangente 0,11 CR; de 50 km/h en los de tangente 0,09 CR y 0,11 CC y de
60 km/h, en los de tangente 0,075 y 0,09 CC.

3.3. DESVÍOS TIPO C

3.3.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Actualmente estos desvíos son desarrollados con la colaboración de la industria austriaca


Voest-Alpine. Se emplean para la modernización de las líneas principales más importantes.
Tienen la ventaja sobre los tipos A y B de admitir velocidades máximas por vía directa de 200
km/h, con excepción del modelo de tangente 0,11 que sólo permite 160 km/h. Se fabrican
con carriles UIC 54 y UIC 60 y admiten su soldadura directa a la barra larga.

Están montados sobre traviesas de madera dura creosotoda, preferiblemente de akoga, de


260 x 160 mm de escuadría que se distribuyen en forma de abanico; es decir, las traviesas no
son paralelas y normales a la vía directa sino que forman un pequeño ángulo con la anterior
al objeto de que el error de perpendicularidad con la vía directa y con la desviada quede
repartido.

Los carriles van montados verticalmente en todos los desvíos UIC 60.

La sujeción es elástica indirecta SKL-12 y Schwihag.


N.R.V. 3-6-0.1 -8-

3.3.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO C.

Con carril UIC 54 existen los siguientes modelos:


DS-C-54-318-0.09-CR-D
DS-C-54-318-0.09-CR-I
DS-C-54-250-0.11-CR-D
DS-C-54-250-0.11-CR-I
DS-C-54-500-0,075-CR-D
DS-C-54-500-0,075-CR-I
DS-C-54-500-0.09-CC-D
DS-C-54-500-0.09-CC-I
Con carril UIC 60 existen los siguientes modelos:
DS-C-60-318-0.09-CR-D
DS-C-60-318-0.09-CR-I
DS-C-60-500-0,075-CR-D
DS-C-60-500-0,075-CR-I
DS-C-60-500-0.09-CC-D
DS-C-60-500-0.09-CC-I
DS-C-60-318-0.11-CC-D
DS-C-60-318-0.11-CC-I
En La tercera columna de la Fig. 3.1.1. y en la primera de la Fig. 3.3.1. se indican las carac-
terísticas más importantes de estos desvíos.

3.3.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Las agujas de los desvíos tipo C son elásticas, están hechas con perfil bajo, asimétrico, de
acero de clase 900, sin refuerzos y se forjan estampadas para ser soldadas en su talón a los
carriles de la barra larga. La aguja de vía desviada es tangente al hilo núm. 1.

La entrecalle mínima, entre cada aguja y su contraaguja, es de 58 mm al igual que los tipos A
y B.

El radio de la aguja de vía desviada coincide con el del resto del desvío.

La unión de aguja y contraaguja se hace a través de placas de asiento únicas y, para evitar el
descuadre entre ambos elementos, se instala un dispositivo del tipo horquilla-muñón.

En esta zona del cambio una de cada tres traviesas lleva un anclaje para evitar el pandeo, al
igual que en los desvíos tipo B.

A diferencia con los tipos A y B las contra-agujas llevan sujeción elástica interior.

3.3.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

En los modelos de 54 kg los corazones son de acero moldeado al manganeso y están


montados con sujeción elástica SKL-12. Son soldables a la barra larga mediante cupones de
carril suplementarios.

En los desvíos con carriles UIC 60 el corazón es de carriles ensamblados con punta de acero
al manganeso y patas de liebre de acero al manganeso laminado. Se montan con sujeción
elástica SKL-12. Se están ejecutando prototipos con corazón de 60 kg construidos, al igual
que los de 54 kg, con un solo bloque de acero al manganeso.

Al igual que en los tipo B, los desvíos de tangentes 0,09 CC y 0,11 CC son aconsejables para
vías en curva con desviación exterior. En las vías en curva, con desviación interior, es aconsejable
el de tg. 0,09 CC, ya que proporciona mejor curvatura en la vía desviada.
N.R.V. 3-6-0.1 -9-

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico, en los desvíos de tangentes: 0,075 CR, 0,09
CR y 0,11 CR. En los de 0,09 CC y 0,11 CC el hilo de la vía directa es recto mientras el de la
desviada es curvo.

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de las siguientes longitudes:

- 7,20 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos de UIC 54, de tangentes 0,09 CR
y 0,11 CR.

- 7,50 m en vía directa y 4,70 en la desviada en los modelos UIC 54, de tangentes 0,09 CC y 0,075
CR.

- 7,20 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos UIC 60 de tangente 0,09 CR.

- 7,50 m en vía directa y 4,70 en la desviada en los modelos UIC 60, de tangentes 0,09 CC y 0,075
CR.

La cota de protección de la punta del corazón se mantiene indirectamente mediante la pieza


soporte única carril-contracarril.

3.3.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En la Fig. 3.3.4.a. y 3.3.4.b. se consignan las características geométricas más importantes de


este tipo de desvíos cuando están instalados en vía recta. En el cuadro superior se señala: el
tipo de corazón, la tangente de su ángulo, α, la longitud total del desvío, L, las distancias del
nudo al principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su punta
matemática, n.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como longitud del cambio y del corazón (incluso
sus cupones soldados) y el radio en el eje de la vía desviada. Todos tienen radio único, si
bien sólo en los desvíos de corazón curvo se prolonga la curvatura de vía desviada a la
totalidad del desvío.

3.3.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Los desvíos del tipo C, admiten una velocidad máxima por vía directa de 200 km/h, con
excepción del desvío de tangente 0,11 CR que sólo admite 160.

Tanto en los desvíos construidos con carril UIC 54 como en los de UIC 60, si están en recta,
la velocidad máxima por la vía desviada es de: 40 km/h en el de tangente 0,11 CR; 50 km/h
en los de tangentes 0,09 CR y 0,11 CC y 60 km/h, en los de tangentes 0,075 y 0,09 CC.

3.4. DESVÍOS TIPO V

3.4.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Desarrollados con la colaboración de la empresa austríaca Voest-Alpine, son de carril UIC 60


y se emplean en las vías generales de las líneas de gran velocidad, especialmente en los
escapes, ya que además de admitir velocidades máximas por vía directa de 200 km/h,
permiten una velocidad de 100 km/h por la desviada (existen prototipos para 130 km/h) lo
que será muy útil en las líneas banalizadas. Se fabrican con carriles UIC 60 y admiten su
soldadura directa a la barra larga.

En el futuro se prevé su montaje sobre traviesas de hormigón si bien, actualmente, se montan


sobre traviesas se madera dura creosotada, de akoga, de 260 por 160 mm de escuadría que
se distribuyen en forma de abanico.

La sujeción es elástica indirecta SKL-12 y Schwihag.


N.R.V. 3-6-0.1 - 10 -

3.4.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO V

Se prevén los siguientes modelos:

DS-V-60-1500-0.042-CR-D
DS-V-60-1500-0.042-CR-I
DS-V-60-1500-0.052-CC-D
DS-V-60-1500-0.052-CC-I
y los prototipos de ensayo:

DS-V-60-3000/2010-0.0314-CR-D
DS-V-60-3000/2010-0.0314-CR-I
En la segunda columna de la Fig. 3.3.1. se indican las características más importantes de
estos desvíos.

3.4.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Las agujas de los desvíos tipo V son elásticas, hechas con perfil bajo asimétrico sin reforzar y
se pueden soldar a los carriles de la barra larga ya que el talón de la aguja viene matrizado.
La aguja de vía desviada es tangente al hilo núm. 1.

La entrecalle mínima entre cada aguja y su contraaguja es de 58 mm, al igual que los tipos A,
B y C.

En los desvíos de tangentes 0,042 y 0,052 el radio de la aguja curva, 1500 m, coincide con el
del resto de la vía desviada.

El desvío de tangente 0,0314 tiene distinto radio ya que la curva definida por la vía desviada
es la de dos ramas de clotoide.
La unión de aguja y contraaguja se hace a través de placas de asiento únicas y, para evitar el
descuadre entre ambos elementos, se instala un dispositivo del tipo horquilla-muñón.

La sujeción es elástica indirecta SKL-12 y Schwihag.

3.4.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

En estos desvíos el corazón es de carriles ensamblados con punta de acero al maganeso y


patas de liebre de acero al manganeso laminado. Se montan con sujección elástica indirecta
SKL-12.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en los de tangentes 0,0314 y 0,042. En el de


tangente 0,052 CC, el hilo de la vía directa es recto mientras el de la desviada es curvo.

Los carriles del cruzamiento se montan con sujeción SKL-12, al exterior, y con sujeción
Schwihag al interior para permitir un buen acoplamiento del contracarril.

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de las siguientes longitudes:

- 9,10 m en vía directa y 9,10 en la desviada en los modelos UIC 60, de tangentes 0,042 CR
y 0,052 CC.

- 9,90 m en vía directa y 9,90 en la desviada en los modelos UIC 60, de tangentes 0,0314 CR.

3.4.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO


En la Fig. 3.4.4. se señalan las características geométricas más importantes de este tipo de
desvíos cuando están instalados en una vía recta. En el cuadro superior se señala: el tipo de
N.R.V. 3-6-0.1 - 11 -

corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío, L; las distancias del nudo al
principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su punta matemática, n.
En el cuadro inferior se incluyen otros datos como: longitud del cambio y del corazón,
incluidos los cupones soldados. La alineación de la vía desviada es de radio único excepto la
del de tangente 0,0314 que consta de dos ramas de clotoide. El desvío de tangente 0,052
prolonga la curvatura de vía desviada sin discontinuidad ya que su corazón es curvo y tiene el
mismo radio.

3.4.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Los desvíos del tipo V admiten una velocidad máxima, por vía directa, de 200 km/h.

Por la vía desviada, la velocidad máxima es de 130 km/h, en el desvío prototipo de tangente
0,0314, y de 100 km/h en los otros dos.

4. DESVÍOS PARA VÍA DE ANCHO INTERNACIONAL, 1.435 mm

4.1. DESVÍOS TIPO A

4.1.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Se han estudiado a partir de los desvíos tipo A de vía ancha de forma tal que los cambios y
cruzamientos correspondientes a sus homólogos sean los mismos.

La velocidad máxima por vía directa, es de 140 km/h y de 30 km/h por la desviada.

Asientan sobre traviesas de madera y se fabrican con carril UIC 54 con las siguientes tangentes:

- 0,09 con cambio y corazón de su homólogo de vía ancha.

- 0,11 con cambio y corazón de su homólogo de vía ancha.

- 0,11 con cambio del desvío de carril UIC 54, tangente 0,13 y corazón de su homólogo de vía ancha.

No son soldables a la barra larga y, por tanto, necesitan, aparatos de dilatación.

En la primera columna de la Fig. 4.1.0. se resumen sus características más importantes.

4.1.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO A

Se prevé la fabricación de los siguientes modelos:

DSI-A-54-320-0.09-CR-D
DSI-A-54-320-0.09-CR-I
DSI-A-54-320/202-0.11-CR-D
DSI-A-54-320/202-0.11-CR-I
DSI-A-54-190-0.11-CR-D
DSI-A-54-190-0.11-CR-I

4.1.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Las agujas de estos desvíos se fabrican con carril UIC 54, mecanizado y reforzado; son
flexibles y tienen 9,70 m de longitud, excepto en el de tangente 0,11 acortado, que son de
7,900.

La aguja de vía desviada de 9,70 m es de trazado secante con ángulo de ataque de 25'
sexagesimales y de radio de 320 m.
N.R.V. 3-6-0.1 - 12 -

La aguja de vía desviada de 7,90 m, es de trazado secante, con ángulo de ataque de un


grado sexagesimal y su radio es de 190 m.

Al igual que en el resto del desvío, se clavan a las traviesas, de madera, con tirafondos
(sujeción rígida). Las contraagujas, fabricadas con carril del mismo tipo, pueden soldarse a
los carriles pero la disposición de la aguja, embridada en su talón mediante almohadilla
especial (cuña-brida), no permite la soldadura.

4.1.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO.

Los corazones tienen sus extremos en forma de cola de milano para permitir la unión
mediante bridas a los carriles del propio desvío y a los de las vías exteriores. Se clavan a la
madera con tirafondos.

Angulo del corazón. Es de tangente igual a 0,09 y 0,11.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico.

Para mantener la cota de protección de la punta del corazón están provistos de codales entre
el corazón y los contracarriles.

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de 3,90 m de longitud.

4.1.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

El radio de la vía intermedia resulta menor que en sus homólogos de vía ancha, ya que al ser
constantes los parámetros del cambio y del corazón y ser menor la distancia entre carriles el
desarrollo de la vía desviada es menor.

En la Fig. 4.1.4. se indican las características geométricas más importantes de este tipo de
desvíos cuando están instalados en una vía recta. En el cuadro superior se señala: el tipo de
corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío, L; las distancias del nudo al
principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su punta matemática,
n. Por no tener cupón de enlace del corazón a la vía sin junta, este dato es cero.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos, como longitud del cambio y del corazón, los
radios en el eje de la vía desviada (el primero corresponde a la aguja curva y el segundo a la
parte central del desvío), etc.

4.1.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

La velocidad máxima admitida por la vía directa es de 140 km/h.

La velocidad máxima por vía desviada es de 30 km/h.

4.2. DESVÍOS TIPO B

4.2.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Se montan, como los de tipo A, con los cambios de los desvíos de vía ancha tipo B. Los
aparatos de tangentes 0,09 CC y 0,075 CR aprovechan, también, el corazón de sus
homólogos de vía ancha.

En la segunda columna de la Fig. 4.1.0. se describen sus características más importantes.

Se fabrican con carril UIC 54.

Son de iguales tangentes y similares características a sus homólogos de vía ancha.

Son soldables a la barra larga y, por tanto, no necesitan aparatos de dilatación.


N.R.V. 3-6-0.1 - 13 -

Se asientan sobre traviesas de madera dura, preferiblemente de akoga, que se reparten en


forma de semiabanico.

Tienen la ventaja, sobre los tipos A, de admitir velocidades máximas por vía directa de 160 km/h
y poder ser acoplados directamente a la vía sin juntas sin necesidad de aparatos de dilatación.
Por la vía desviada admiten velocidades máximas entre 40 y 60 km/h, según modelos.

4.2.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO B

Se han diseñado los siguientes modelos:

DSI-B-54-320-0.09-CR-D
DSI-B-54-320-0.09-CR-I
DSI-B-54-320/197-0.11-CR-D
DSI-B-54-320/197-0.11-CR-I
DSI-B-54-500/440-0,075-CR-D
DSI-B-54-500/440-0,075-CR-I
DSI-B-54-500/405-0.09-CC-D
DSI-B-54-500/405-0.09-CC-I

Todos ellos están montados con carriles UIC 54.

4.2.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Si bien, inicialmente, las agujas de estos desvíos se construyeron como las del tipo A, en la
actualidad se mecanizan con perfil de aguja alto, especial simétrico UIC 54 A. El trazado de la
aguja curva es secante al hilo núm. 1 de la vía directa en los desvíos de tangentes 0,09 CR y
0,11 CR y tangente en los de 0,075 CR y 0,09 CC.

Se clavan a las traviesas con tirafondos y arandelas grower. Las contraagujas, fabricadas con
carril UIC 54, se pueden soldar a la barra larga.

En los desvíos de tangentes 0,09-CR y 0,11-CR, el radio de la aguja curva es de 320 m; en el


primero, este radio se mantiene constante a lo largo del resto del desvío, mientras que en el
segundo es variable.

En el desvío de tangente 0,09 de corazón curvo, el radio es de 500 m en el cambio y en el


corazón y de 405 m en el centro del desvío.

En el de tangente 0,075 CR, el radio de la aguja es de 500 m y en el centro del desvio es de


440.

4.2.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

Los corazones son de acero moldeado al manganeso, sin colas de milano, terminados en
cuatro puntas de carril y están montados con sujeción elástica SKL-12. Para su unión a la vía,
en el Centro de Alta Tecnología de Renfe en Valladolid, se sueldan dos cupones de carril en
cada una de sus cuatro puntas: el primero muy corto, poco más de un centímetro, es de
acero al cromo-níquel y el segundo, hasta completar 2,40 m, es del mismo acero que el carril
UIC 54, permitiendo la soldadura aluninotérmica a la vía sin junta, sin necesidad de montar
aparatos de dilatación.

El desvío de tangente 0,09 CC es siempre aconsejable para curvas con desviación exterior.
En las vías en curva con desviación interior son aconsejables éste y el de tangente 0,075, ya
que proporcionan mejor curvatura en la vía desviada.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en los de tangentes: 0,075 CR; 0,09 CR y 0,11 CR.
En el de tangente 0,09 CC, el hilo de la vía directa es recto mientras el de la desviada es curvo.
N.R.V. 3-6-0.1 - 14 -

Los contracarriles, de perfil UIC-33, tienen las mismas longitudes que sus homólogos de vía
ancha.
La cota de protección de la punta del corazón se mantiene indirectamente mediante la pieza
soporte única carril-contracarril.

4.2.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En la Fig. 4.2.4. se indican las características geométricas más importantes de estos desvíos
cuando están instalados en una vía recta. En el cuadro superior se indica: el tipo de corazón;
la tangente de su ángulo a; la longitud total del desvío, L; las distancias del nudo al principio y
fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su punta matemática, n.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como: longitud del cambio y del corazón
(incluidos los cupones soldados al mismo) y los radios en el eje de la vía desviada; el primero
corresponde a la aguja curva y el segundo a la parte central del desvío. El desvío de tangente
0,09 CC tiene tres radios ya que al ser menor el ancho de vía europeo que el español no se
ha podido mantener el radio de 500 m en la parte central de la vía desviada; por este motivo
la velocidad máxima de vía desviada es reducida a 55 km/h. En el de tangente 0,075 CR
también se reduce el radio, pero en menor cantidad, por lo que se mantiene la velocidad
máxima de 60 km/h.

4.2.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Todos los desvíos tipo B admiten una velocidad máxima por vía directa de 160 km/hora.

En los desvíos situados en recta la velocidad máxima por la vía desviada es de: 40 km/h para
los de tangente 0,11; 50 km/h para los de tangente 0,09 CR; 55 km/h para los de tangente
0,09 CC y 60 km/h para los de tangente 0,075.

4.3. DESVÍOS TIPO C

4.3.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Se fabrican con carriles UIC 54 y UIC 60.

Los desvíos DSI-C-54-250-0.09-CR, DSI-C-54-318-0.09-CR y DSI-C-60-318-0.09-CR, aprove-


chan los cambios y corazones de sus homólogos de vía ancha.

Los desvíos DSI-C-54-318-0.11-CC, DSI-C-54-500-0.085-CC y DSI-C-60-500-0.085-CC, apro-


vechan el cambio de sus homólogos de vía ancha, pero no el corazón.

El desvío DSI-C-54-250-0,13-CC utiliza el mismo cambio del desvío DSI-C-54-250-0,09-CR.


Todos son soldables directamente a la vía sin juntas y, por tanto, no necesitan aparatos de
dilatación. Tienen la ventaja sobre los tipos A y B de admitir velocidades máximas por vía
directa de 200 km/h, con excepción del modelo de tangente 0,11 CC, que sólo admite 160
km/h.

Los modelos DSIH-C-60-760-0.071-CC, DSIH-C-60-500-0.071-CR y DSIH-C-60-500-0,085-CC


se asienta sobre traviesas de hormigón distribuidas en forma de abanico. (La notación DSIH
significa desvío sencillo de ancho internacional asentado sobre traviesas de hormigón).

El resto se asientan sobre traviesas de madera dura creosotada, de akoga, de 260 x 160 mm
de escuadría, también distribuidas en forma de abanico.

Los carriles van montados verticalmente en todos los desvíos con carril UIC 60.

La sujeción es elástica indirect Vossloh, SKL-12 y Schwihag.


N.R.V. 3-6-0.1 - 15 -

4.3.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO C

Con carril UIC 54 existen los siguientes modelos:


DSI-C-54-250-0.09-CR-D
DSI-C-54-250-0.09-CR-I
DSI-C-54-250-0.125-CC-D
DSI-C-54-250-0.125-CC-I
DSI-C-54-318-0.11-CC-D
DSI-C-54-318-0.11-CC-I
DSI-C-54-318-0.09-CR-D
DSI-C-54-318-0.09-CR-I
DSI-C-54-500-0,071-CR-D
DSI-C-54-500-0,071-CR-I
DSI-C-54-500-0.085-CC-D
DSI-C-54-500-0.085-CC-I
DSI-C-54-250-0.13-CC-D
DSI-C-54-250-0.13-CC-I
Con carril UIC 54 y traviesas de hormigón se han proyectado los siguientes modelos:
DSIH-C-54-318-0.09-CR-D
DSIH-C-54-318-0.09-CR-I
DSIH-C-54-318-0.11-CC-D
DSIH-C-54-318-0.11-CC-I
Con carril UIC 60 existen los siguientes modelos:

DSI-C-60-500-0,071-CR-D
DSI-C-60-500-0,071-CR-I
DSI-C-60-500-0,085-CC-D
DSI-C-60-500-0,085-CC-I
DSI-C-60-318-0.09-CR-D
DSI-C-60-318-0.09-CR-I
Con carril 60 UIC y traviesas de hormigón:

DSIH-C-60-760-0,071-CC-D
DSIH-C-60-760-0,071-CC-I
DSIH-C-60-500-0,071-CR-D
DSIH-C-60-500-0,071-CR-I
DSIH-C-60-500-0,085-CC-D
DSIH-C-60-500-0,085-CC-I
DSIH-C-60-318-0,11-CC-D
DSIH-C-60-318-0,11-CC-I

En la tercera columna de la Fig. 4.1.0. y en la primera de la Fig. 4.3.1. se indican las carac-
terísticas más importantes de estos desvíos.

4.3.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Los desvíos tipo C tienen las agujas elásticas, de perfil bajo asimétrico, de acero clase 900 y
están forjadas y estampadas en el talón para permitir su soldadura a los carriles que las
siguen en el interior del desvío. La aguja de vía desviada es tangente a su contraaguja.

Las agujas son accionadas directamente por varios motores. Correspondiendo a cada motor
llevan un cerrojo de enclavamiento.
N.R.V. 3-6-0.1 - 16 -

La sujeción es elástica indirecta, SKL-12 y Schwihag.

El dispositivo contra el descuadre es del tipo de muñón y horquilla.

La entrecalle mínima entre cada aguja y su contraaguja es de 58 mm, al igual que los del tipo
A y B.

Son de radio único, pues la curvatura de la aguja coincide con la de la vía desviada en el
resto del desvío, tanto en los modelos UIC 54 como en los UIC 60.

La unión de aguja y contraaguja se hace a través de placas de asiento únicas y para evitar el
descuadre entre ambos elementos se instala un dispositivo del tipo horquilla-muñón.

En esta zona del cambio una de cada tres traviesas lleva un anclaje para evitar el pandeo, al
igual que los del tipo B.

A diferencia con los tipos A y B, las contraagujas llevan sujeción elástica interior.

4.3.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

En los modelos de carril UIC 54, los corazones son de acero moldeado al manganeso y están
montados con sujeción elástica SKL-12. Son soldables a la barra larga mediante cupones de
carril suplementarios.

En el desvíos con carril UIC 60, el corazón es de carriles ensamblados con punta de acero al
manganeso y patas de liebre de acero al manganeso laminado. Se montan con sujeción
elástica SKL-12.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en los de tangentes 0,09 CR y 0,071 CR. En los
de tangentes 0,071 CC, 0,085 CC, 0,11 CC y 0,125 CC, el hilo de la vía directa es recto
mientras el de la desviada es curvo.

La cota de protección de la punta del corazón se mantiene indirectamente mediante la pieza


soporte única carril-contracarril.

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de las siguientes longitudes:

- 7,20 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos de UIC 54 de tangentes 0,09
CR y 0,11 CC.

- 7,50 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos de UIC 54 de tangente 0,125 CR.

- 7,20 m en vía directa y 3,90 en la desviada en los modelos UIC 60 de tangente 0,09 CR.

- 7,50 m en vía directa y 4,70 en la desviada en los modelos UIC 60 de tangentes 0,071 CR y
0,085 CC.

- 9,00 m en vía directa y 9,00 en la desviada en los modelos UIC 60 de tangente 0,071 CC.

- Los modelos de UIC 54 de tangentes 0,085 CC y 0,071 CR, están en estudio.

La sujeción del carril, en el tramo correspondiente al contracarril, es elástica indirecta, SKL-12


en el exterior y Schwihag en el interior.

4.3.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En las Fig. 4.3.4.a., 4.3.4.b., 4.3.4.c., 4.3.4.d. y 4.3.4.e. se indican las características geométricas
mas importantes de este tipo de desvíos cuando están instalados en vía recta. En el cuadro de
arriba se señala: el tipo de corazón; la tangente de su ángulo a; la longitud total del desvío, L; las
N.R.V. 3-6-0.1 - 17 -

distancias del nudo al principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y
su punta matemática, n.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como: longitud del cambio y del corazón
(incluidos los cupones soldados al mismo) y el radio de la vía desviada. Todos tienen radio
único; sólo en los desvíos de corazón curvo se prolonga la curvatura de vía desviada, sin
discontinuidad.

4.3.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Los desvíos del tipo C situados en alineación recta admiten una velocidad máxima, por vía
directa, de 200 km/h, con excepción del de tangente 0,11 CC que sólo admite 160.

Las velocidades máximas por vía desviada son las siguientes:


DSI-C-54-250-0.09-CR- ................ 45 km/h
DSI-C-54-250-0.125-CC-.............. 45 "
DSI-C-54-250-0,13-CC-................ 45 "
DSI-C-54-318-0,11-CC-................ 50 "
DSI-C-54-318-0.09-CR- ................ 50 "
DSI-C-54-500-0,071-CR- .............. 60 "
DSI-C-54-500-0.085-CC-.............. 60 "
DSIH-C-54-318-0,09-CR- ............. 50 "
DSIH-C-54-318-0,11-CC- ............. 50 "
DSI-C-60-500-0,071-CR- .............. 60 "
DSI-C-60-500-0,085-CC-.............. 60 "
DSI-C-60-760-0.071-CC-.............. 80 "
DSI-C-60-318-0.09-CR- ................ 50 "
DSIH-C-60-760-0.071-CC- ........... 80 "
DSIH-C-60-500-0.071-CR- ........... 60 "
DSIH-C-60-500-0,085-CC- ........... 60 "
DSIH-C-60-318-0,11-CC- ............. 50 "
4.4. DESVÍOS TIPO V

4.4.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Unicamente se fabrican con carril UIC 60 que se monta verticalmente. Si bien, actualmente,
se asientan sobre traviesas de madera dura creosotada, de akoga, de 260 por 160 mm de
escuadría, en el futuro está previsto que se monten sobre traviesas de hormigón. Estas
traviesas se distribuyen en forma de abanico.

Se han proyectado dos prototipos diferentes con carril UIC 60 y tangentes 0.042 CR y 0.049 CC.

Admiten velocidades de 200 km/hora por vía directa y 100 por la desviada.

Son soldables directamente a la barra larga y, por tanto, no necesitan aparatos de dilatación.

En la tercera columna de la Fig. 4.3.1. se indican las características más importantes de estos
desvíos.

La sujeción es elástica, indirecta, Vossloh, SKL-12 y Schwihag.

4.4.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO V

Se prevén los siguientes modelos:

DSI-V-60-1500-0.042-CR-D
DSI-V-60-1500-0.042-CR-I
DSI-V-60-1500-0.049-CC-D
DSI-V-60-1500-0.049-CC-I
N.R.V. 3-6-0.1 - 18 -

4.4.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Los desvíos tipo V tienen las agujas elásticas de perfil bajo asimétrico, de acero clase 900 y
están forjadas y estampadas, en el talón, para permitir su soldadura a los carriles que las
siguen en el interior del desvío. La aguja de vía desviada es tangente a su contraaguja.

Las agujas son accionados directamente por varios motores. Corresponndiendo a cada
motor llevan un cerrojo de enclavamiento.

La sujeción es elástica indirecta SKL-12 y Schwihag.

El dispositivo contra el descuadre es del tipo de muñón y horquilla.

La entrecalle mínima entre cada aguja y su contraaguja es de 58 mm, al igual que los del tipo
A, B y C.

Son de radio único de 1.500 m, pues la curvatura de la aguja coincide con la de la vía
desviada en el resto del desvío.

La unión de aguja y contraaguja se hace a través de placas de asiento únicas y para evitar el
descuadre entre ambos elementos se instala un dispositivo del tipo horquilla-muñón.

En esta zona del cambio una de cada tres traviesas lleva un anclaje para evitar el pandeo, al
igual que en los tipos B y C.

4.4.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

En estos desvíos el corazón es de carriles ensamblados con punta de acero al manganeso.


Se montan con sujeción elástica indrecta SKL-12.

Geometría del corazón.- Es recto y simétrico en el de tangente 0,042. En el de tangente


0,049 el hilo de la vía directa es recto mientras el de la desviada es curvo.

Los carriles correspondientes al cruzamiento se montan con sujeción SKL-12 al exterior y con
sujeción Schwihag al interior para permitir el buen acoplamiento al contracarril.

Los contracarriles son de perfil UIC-33 de las siguientes longitudes:

- 9,10 m en vía directa y 9,10 en la desviada.

La cota de protección de la punta del corazón se mantiene mediante un palastro que une el
corazón y el conjunto carril-contracarril. Este palastro va aislado eléctricamente.

4.4.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En la Fig. 4.4.4., primera y segunda columnas, se indican las características geométricas más
importantes de este tipo de desvíos cuando están instalados en una vía recta. En el cuadro
superior se señala: el tipo de corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío,
L; las distancias al principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del corazón y su
punta matemática, n. En estos desvíos el valor de r es cero.

En el cuadro inferior se incluyen otros datos como: longitud del cambio y del corazón y los
radios del eje de la vía desviada. Tienen radio único de 1500 m. El desvío de tangente 0,049
prolonga la curvatura de vía desviada sin discontinuidad ya que su corazón es curvo y tiene el
mismo radio que el resto de la vía.
N.R.V. 3-6-0.1 - 19 -

4.4.5. VELOCIDADES ADMISIBLES

Los desvíos del tipo V admiten una velocidad máxima por vía directa de 200 km/h y en caso
de instalarse en recta la velocidad máxima por la desviada es de 100 km/h.

4.5. DESVÍOS TIPO AV.

4.5.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Existen dos modelos diferentes, ambos con carril UIC 60 dotados con corazones de punta
móvil.

Se han diseñado para velocidades iguales o superiores a 250 km/h por vía directa y máximas
de 80 y 160 por la desviada.

Son soldables a la barra larga y, por tanto, no necesitan aparatos de dilatación.

Se asientan sobre traviesas de hormigón.

Sus nomenclaturas y características geométricas principales vienen representadas en la


figura 4.3.1. en la columna 3a.

4.5.1. MODELOS DE DESVÍOS TIPO AV.


DSIH-AV-60-760-0,071-CM-D
DSIH-AV-60-760-0,071-CM-I
DSIH-AV-60-10000/4000-0,026-CM-D
DSIH-AV-60-10000/4000-0,026-CM-I
4.5.2. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CAMBIO

Los desvíos tipo AV tienen las agujas elásticas de perfil bajo asimétrico de acero clase 900 y
están forjadas en el talón para permitir su soldadura a los carriles que las siguen en el interior
del desvío. La aguja de vía desviada es tangente a su contraaguja.

Las agujas son accionadas directamente por varios motores. Correspondiendo a cada motor
llevan un cerrojo de enclavamiento.

La sujeción de la contraaguja es elástica indirecta, SKL-12 y Schwihag especial.

El dispositivo contra el descuadre es del tipo de muñón y horquilla.

La entrecalle mínima entre cada aguja y su contraaguja es de 58 mm, al igual que los del tipo
A, B, C y V.

La aguja curva del desvío de tangente 0,071 CM tiene un radio de 760 m al igual que el resto
del desvío; es una copia del DSIH-C-60-760-0,071-CC, excepto en el cruzamiento que es de
punta móvil y apto para mayores velocidades.

La curvatura de la aguja curva del desvío de tangente 0,026 CM es la correspondiente a una


clotoide seguida de una curva circular.

La unión de aguja y contraaguja se hace a través de placas de asiento únicas y para evitar el
descuadre entre ambos elementos se instala un dispositivo del tipo horquilla-muñón.

En esta zona del cambio una de cada tres traviesas lleva un anclaje para evitar el pandeo, al
igual que los del tipo B.
N.R.V. 3-6-0.1 - 20 -

4.5.3. CARACTERÍSTICAS RELATIVAS AL CRUZAMIENTO

Al incrementar el radio de la vía desviada, para aumentar la velocidad por ella, suele ser
necesario disminuir el ángulo del corazón y, por tanto, aumentar su laguna. Este
inconveniente se ha suprimido dotando al corazón de una punta móvil y elástica que se
acopla a una u otra vía sin discontinuidad, por lo que no son necesarios los contracarriles.
Esta continuidad en la superficie de contacto carril-pestaña y la eliminación del contracarril
permiten incrementar notablemente la velocidad de vía directa, por lo que es posible obtener
velocidades superiores a 200 km/h. De momento, se han previsto para velocidades por vía
directa de 250 km/h, si bien es posible incrementarlas en el futuro.

El corazón va soldado a los carriles contiguos y permite la formación de vía sin juntas, sin
necesidad de disponer aparatos de dilatación. No necesita contracarriles. La punta de
corazón es accionada directamente por varios motores.

La sujeción es elástica indirecta, SKL-12.

4.5.4. GEOMETRÍA DEL CONJUNTO DEL DESVÍO

En la Fig. 4.4.4., tercera y cuarta columnas, se indican las características geométricas más
importantes de este tipo de desvíos cuando están instalados en vía recta. En el cuadro
superior se señala: el tipo de corazón; la tangente de su ángulo α; la longitud total del desvío,
L; las distancias del nudo al principio y fin del desvío, b y c, y la longitud entre el talón del
corazón y su punta matemática, n. En la línea inferior de este cuadro se indican las
características para el desvío de tangente 0,026, ampliado para un medio escape con
entrevía de 4,300 m, para el que ha sido especialmente diseñado, a cuyo fin se le suplementa
con un cupón de 13,725 m.

La vía desviada en el desvío de tangente 0,071 es de radio único: 760 m en todo su desarrollo.

4.5.5. EL DESVÍO DSIH-AV-60-10000/4000-0,026-CM

La curvatura de la vía desviada está formada por una clotoide de meseta: la primera rama se
inicia con radio de 10.000 m para llegar a 4.000 m en la curva circular y continuar con otra
rama de clotoide de curvatura descendente hasta el final del corazón en cuyo punto el radio
es de 16.068 m. Si se hace continuar esta clotoide hasta su punto de inflexión obtendremos
el semiescape mencionado en el ap. anterior.

La unión de este desvío, prolongado con otro exactamente igual en posición inversa, forma un
escape de 4,30 m de entrevía, medida a ejes, cuya vía desviada presenta la siguiente geometría:

- Una rama de clotoide de parámetro 500, con curvaturas de radios comprendidos entre
10.000 y 4.000 m.

- Una curva circular de 4.000 m de radio.

- Una rama de clotoide de parámetro 470, con curvaturas de radios comprendidos entre +4.000
y - 4.000 m.
- Una curva circular de - 4.000 m de radio.

- Y una rama de clotoide de parámetro 500, de radios de - 4.000 a - 10.000 m.

Esta geometría permite que los trenes circulen a velocidades de 160 km/h por la vía desviada.
Aun cuando se puede emplear como desvío sencillo o en otros tipos de escapes, las ventajas
que ofrecería quedan mermadas por no ser las previstas en su diseño.
N.R.V. 3-6-0.1 - 21 -

4.5.6. VELOCIDADES ADMISIBLES

Los desvíos tipo AV están proyectados para su instalación en recta y para velocidades de
prestación por vía directa muy altas, si bien inicialmente se han previsto para 250 km/h.

Por vía desviada pueden alcanzar 80 km/h en el de tangente 0,071 y 160 km/h en el de
tangente 0,026.

5. DESVÍOS MIXTOS

5.0. CONSIDERACIONES GENERALES

Al coincidir vías con distinto ancho, 1668 mm y 1435 mm, bien en estaciones froterizas o en el
entorno de las líneas de Alta velocidad, resulta, a veces, necesario montar vías de tres carriles y en
ellas intercalar desvíos.

También son necesarias en estaciones de intercambio con ferrocarriles de vía estrecha, pero al ser
grande la diferencia entre ambos anchos no presentan problemas importantes y su solución es
relativamente fácil, incluso empleando semicambios (conjunto de aguja y contraaguja) y corazones
de vía normal.

En las estaciones de la frontera francesa se usan estos desvíos mixtos llamados franco-españoles,
por lo que existen diversos modelos ya estudiados y en funcionamiento a lo largo de muchos años.

Al igual que en los desvíos sencillos, este apartado se refiere a los situados en vía recta. Cuando,
excepcionalmente, sea necesario ubicar en curva alguno de estos desvíos habrá que hacer su estudio
y ejecución del posterior curvado correspondiente a la geometría de la vía directa.

Al objeto de precisar y simplificar, en lo sucesivo llamaremos hilos 1 y 2 de una vía de tres carriles a
los dos carriles extremos e hilo número 3 al intermedio. Para especificar mejor, establecemos que el
hilo número 1 es el que está más cerca del hilo 3. (Ver fig. 5.0.)

El resto de los hilos de un desvío mixto serían:

Hilo núm. 4, el que une la aguja de vía ancha con el corazón.

Hilo núm. 5, el otro hilo de la vía desviada de mayor ancho.

Hilo núm. 6, el hilo intermedio de las vías desviadas.

5.1. MODELOS DE DESVÍOS MIXTOS

En el replanteo de vías con tres carriles se pueden presentar 28 casos diferentes de desvíos mixtos.

De acuerdo a la nomenclatura especificada en la N.R.V. 3-6-0.0 son los siguientes.


DMM-D- ............... -D DMM-D- .................-I
DMM-I-................. -D DMM-I- ...................-I
DMI-D- ................. -D DMI-D-....................-I
DMI-I-................... -D DMI-I- .....................-I
DMR-D................. -D DMR-D- ..................-I
DMR-I- ................. -D DMR-I-....................-I
DIM-D- ................. -D DIM-D-....................-I
DIM-I-................... -D DIM-I- .....................-I
DRM-D-................ -D DRM-D- ..................-I
DRM-I- ................. -D DRM-I-....................-I
DRI-D-.................. -D DRI-D- ....................-I
DRI-I- ................... -D DRI-I-......................-I
DIR-D-.................. -D DIR-D- ....................-I
DIR-I- ................... -D DIR-I-......................-I
N.R.V. 3-6-0.1 - 22 -

En estas designaciones, debe sustituirse los puntos por: el tipo de carril, el radio de la vía desviada, la
tangente del cruzamiento y el tipo del corazón.
En las figuras 5.1.a, 5.1.b., 5.1.c., 5.1.d. y 5.1.e. quedan reseñados los esquemas de todos ellos. Por
fortuna no es necesario proyectar cambios y cruzamientos para cada uno de ellos:

Los semicambios son especiales cuando la aguja está situada entre los hilos 1 y 3, y de serie en los
demás casos.

El corazón obtuso es válido para todos los modelos que lo requieren.

Los corazones dobles son de dos tipos: para vías con el tercer carril a la derecha y para las que lo tienen
a la izquierda.

5.2. DESVÍOS MIXTOS ACTUALES

La diferencia de anchos entre ambas vías es escasa, lo que determina problemas de difícil solución
en el cruce de los hilos, bien por ser muy pequeño el ángulo de cruzamiento en el principio del
desvío, bien por estar muy próximos los dos corazones en el cruzamiento.

El Centro de Alta Tecnología de Vía ha solucionado estos problemas para los desvíos situados en vías
con velocidades de circulación de 30 km/h tanto por la vía directa como por la desviada. Por fortuna,
la gran mayoría de estos desvíos son ubicados en vías secundarias de estación en las que no se
sobrepasan los 30 km/h.

La características principales de los desvíos con tres carriles diseñados y construidos hasta el
momento actual son:

Anchos de via: 1.674 y 1.445 mm; es decir, con 6 y 10 mm de sobreancho con respecto a la vía
ancha e internacional.

Modelo de carril: RN 45.

Corazones dobles de tangente 0,093 en los cruces de dos hilos con un tercero, (cruces dobles).

Corazones obtusos de puntas móviles en el cruce de los hilos 1 y 3.

Corazones de tangente 0,09 en los cruzamientos sencillos.

En la Fig. 5.2.a. se ha dibujado el corazón obtuso.

En los esquemas de las Fig. 5.2.b. y 5.2.c. se han representado los dos tipos de corazones dobles.

En la Fig. 5.2.d. se representa el conjunto de un cruzamiento con un corazón doble de tangente 0,093.

5.3. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DE LOS DESVÍOS MIXTOS ACTUALES

Los desvíos mixtos que se pueden fabricar actualmente son de dos tipos:

- Desvíos con corazón sencillo.

Se ha escogido el corazón de los desvíos normales de carril RN 45 y tangente 0,09.

En la figura 5.3.a se especifican las características geométricas de los modelos:


DMR-I-45'-220-0,09-CR-D
DIR-I-45'-220-0,09-CR-D
N.R.V. 3-6-0.1 - 23 -

En la figura 5.3.b. se especifican las características geométricas de los modelos:

DMR-D-45'-220-0,09-CR-I
DIR-D-45'-220-0,09-CR-I
En la figura 5.3.c. se especifican las características geométricas de los modelos:

DRI-D-45'-220-0,09-CR-D
DRM-D-45'-220-0,09-CR-D
DIM-D-45'-220-0,09-CR-D
En la figura 5.3.d. se especifican las características geométricas de los modelos:

DRM-I-45'-220-0,09-CR-I
DRI-I-45'-220-0,09-CR-I
DIM-I-45'-220-0,09-CR-I
DIR-I-45'-220-0,09-CR-I

Desvíos con corazón doble.

Estos corazones están fabricados con carriles ensamblados y son de dos tipos según que el tercer
carril esté a la izquierda o a la derecha del eje de la vía.. Los del primer caso se representan en la Fig.
5.3.e. y 5.3.f; los del segundo caso en las Fig. 5.3.g. y 5.3.h.

En la figura 5.3.e. se especifican las características geométricas de los siguientes modelos:

DMM-I-45'-220-0,093-CR-I
DMI-I-45'-220-0,093-CR-I
DMR-I-45'-220-0,093-CR-I

En la figura 5.3.f. se especifican las características geométricas de los siguientes modelos:

DMM-I-45'-220-0,093-CR-D
DIM-I-45'-220-0,093-CR-D
DRM-I-45'-220-0,093-CR-D

En la figura 5.3.g. se especifican las características geométricas de los siguientes modelos:

DMM-D-45'-220-0,093-CR-I
DIM-D-45'-220-0,093-CR-I
DRM-D-45'-220-0,093-CR-I

En la figura 5.3.h. se especifican las características geométricas de los siguientes modelos:

DMM-D-45'-220-0,093-CR-D
DMI-D-45'-220-0,093-CR-D
DRM-D-45'-220-0,093-CR-D

Los modelos DMI-I- ........................................ -D son desvíos sencillos de vía internacional con un
tercer carril a la izquierda.

Los modelos DRI-I-......................................... -D equivalen a la bifurcación de las vías ancha e interna-


cional. Constan de un semicambio y de un cruzamiento, ambos corresponden a los de un desvío
sencillo.

Los modelos DIR-D- ....................................... -D equivalen a la bifurcación de las vías internacional y


ancha. Constan de un semicambio y de un cruzamiento, ambos corresponden a los de un desvío
sencillo.
N.R.V. 3-6-0.1 - 24 -

Los modelos DMI-D- ................................................... -I son desvíos sencillos de vía internacional con
un tecer carril a la derecha.
Los modelos DRI-D-.................................................... -I equivalen a la bifurcación de las vías ancha e
internacional. Constan de un semicambio y de un cruzamiento, ambos corresponden a los de un
desvío sencillo.

5.4. NUEVOS MODELOS DE DESVÍOS


Dado que el carril RN 45 es a extinguir y que las tangentes y anchos de vía de los desvíos mixtos que
se construyen actualmente están obsoletos, es necesario prever nuevos modelos, preferentemente
con carril UIC 54.
Aun cuando estos modelos están pendientes de estudio, se debe considerar que, excepto en unos
pocos casos que veremos en el ap. 5.5., sólo sirven para trenes con velocidad máxima de 30 km/h
por vías directa y desviada.

5.5. DESVÍOS MIXTOS EN VÍA GENERAL

Los desvíos mixtos con ancho normal e internacional presentan grandes problemas de construcción
debido a la proximidad de los hilos 1 y 3, ya que la separación teórica entre sus bordes activos es de
233 mm y, por tanto, la entrecalle entre ambos es de 163 mm, si se construyen con carril UIC 54.

Los puntos mas conflictivos son:

a) Aguja curva entre hilos 1 y 3. Si a la entrecalle de 163 mm le restamos 70 mm de anchura de carril


y 58 de garganta de paso queda solamente 35 mm que son insuficientes para la entrecalle aguja-
contraaguja que debe tener como mínimo 58 mm.

b) El ángulo del corazón obtuso entre los hilos 1 y 3 es muy pequeño. No puede admitirse un
corazón de puntas fijas, ya que su laguna sería excesivamente larga. La proximidad de la aguja
del cambio y el poco espacio disponible dificultan aún más su diseño.

c) Corazón doble con dos puntas matemáticas muy próximas. Una de las patas de liebre es
extraordinariamente corta y, consecuentemente su pendiente muy pronunciada, por lo que es
necesario limitar la velocidad de paso.

d) Contracarril de vía ancha entre dos carriles muy proximos que impiden su correcto clavado.

e) Aun cuando no sea necesario intercalar una aguja entre los hilos 1 y 3, la proximidad de estos dos
carriles dificulta la instalación del semicambio y de su enclavamiento.

De acuerdo a lo indicado en los puntos a) y b) no es posible admitir velocidades normales por vía
directa en los siguientes tipos de desvío:

DMM-D-................-D DMM-D- .................-I


DMM-I- .................-D DMM-I-...................-I
DMI-D-..................-D DMI-I-.....................-I
DMR-D- ................-I DMR-I- ...................-D
DIM-D-..................-I DIM-I-.....................-D
DIR-I- ....................-D DIR-D-....................-I

De acuerdo a lo indicado en el punto c) no es posible admitir velocidades normales por vía directa en
los siguientes tipos de desvío:

DMM-D-................-D DMM-I-...................-I
DIM-D-..................-I DIM-I-.....................-D
DRM-D- ................-I DRM-I- ...................-D

El problema presentado en el punto e) se puede resolver poniendo corazones de punta móvil.


N.R.V. 3-6-0.1 - 25 -

Por tanto sólamente se podrían admitir velocidades normales en los desvíos siguientes:
DMI-D- ..................................................... -l
DMI-l- ....................................................... -D
DIM-D- ..................................................... -D
DIM-l- ....................................................... -l
DRI-D-...................................................... -I
DRI-l-........................................................ -D
DIR-D-...................................................... -D
DIR-l-........................................................ -l
Los cuatro primeros tendrían que ser montados con contracarriles especialmente estudiados, ya que
uno de ellos ha de ser colocado en el espacio de los dos carriles próximos.
Los cuatro últimos son suceptibles de ser instalados en vías de Alta Velocidad si son montados con
semicambios y corazones aptos para dicha velocidad.
N.R.V. 3-6-0.1 - 27 -

I. Definiciones

Se establecen las siguientes definiciones para los términos empleados en esta Norma.

Aguja del cambio.- Pieza del cambio que al adaptarse a su contraaguja permite la desviación de las
circulaciones.

Cambio.- Elemento de un desvío que ocasiona la separación de circulaciones hacia una vía determinada.
Comprende: las agujas y las contraagujas.

Carriles de unión.- Son los carriles y cupones que relacionan el cambio con el corazón y con las vías que
siguen al desvío.

Dos conjuntos de carriles relacionan las agujas con el corazón y los otros dos las contraagujas con un
carril de cada una de las dos vías que salen del desvío.

Cerrojo.- Elemento de seguridad que sujeta las agujas a las contraagujas, una vez que están acompladas.

Codal.- Pieza de arriostramiento entre el contracarril y el corazón.

Cojinetes de resbalamiento.- Son placas nervadas con resbaladeras que facilitan el deslizamiento de las
agujas.

Contraaguja.- Pieza fija del cambio a la que se acopla la aguja.

Contracarril.- Trozo de carril, o de perfil especial, que se coloca frente a la laguna del cruzamiento, a lo
largo de los carriles exteriores, para guiar las ruedas de los vehículos.

Corazón agudo.- Elemento de los desvíos y de las travesías donde se materializa el corte del hilo
izquierdo (derecho) de una vía con el hilo derecho (izquierdo) de otra vía. Se compone de una punta de
corazón y de dos patas de liebre.

Corazón curvado.- Es un corazón que se curva mediante potentes prensas. Se emplea en vías en curva
de las líneas importantes.

Corazón curvo.- Es el corazón en el que el hilo de la vía desviada adopta una línea quebrada o curva de
acuerdo con el radio de dicha vía desviada.

Corazón de bloque central.- Es el constituido por una sóla pieza. Generalmente son de acero al
manganeso fundido.

Corazón ensamblado.- Están fabricados con carriles mecanizados y acoplados convenientemente. La


punta del corazón suele ser de acero al manganeso.

Corazón móvil.- Se dice del corazón concertado con el movimiento de las agujas del cambio. Su punta se
acopla a uno u otro hilo. No necesita contracarriles.

Cota de protección.- Distancia que debe existir entre la cara activa del contracarril y la del corazón.

Cruzamiento agudo.- Constituye la parte final del desvío. Se compone de un corazón, dos contracarriles,
los dos tramos de vía correspondientes y, en algunos modelos, codales y cupones soldados o encolados
al corazón.

Desarrollo de los carriles.- Longitud del eje del carril desde la J.C.A., o desde la punta de la aguja, hasta
el final del desvío.

Desvío.- Aparato de vía que sirve para encauzar el tráfico en un sentido determinado.

Desvío convergente.- Desvío en curva con las curvaturas de las vías directa y desviada en el mismo sentido.
N.R.V. 3-6-0.1 - 28 -

Desvío divergente.- Desvío en curva con las curvaturas de las vías directa y desviada en sentido contrario.

Desvío en curva.- Cuando la vía directa está en alineación curva.

Desvío en recta.- Cuando la vía directa está en alineación recta.

Desvío exterior (interior).- Se dice del desvío en alineación curva cuyo corazón se encuentra situado
sobre el hilo exterior (interior) de la vía directa.

Desvío doble.- Es el aparato de vía que permite tres direcciones a las circulaciones.

Desvío mixto.- Desvío en el que pueden circular móviles con ejes de dos anchos diferentes. Está ubicado
en una vía de tres carriles.

Desvío sencillo.- Aparato de vía que permiten una sóla bifurcación a las circulaciones.

Desvío simétrico.- Se dice del desvío con bifurcación a derecha e izquierda. No tiene vía directa
propiamente dicha aunque sí dos vías desviadas.

Enclavamiento de un desvío.- Sistema que relaciona la posición de sus agujas con las señales de
circulación en los distintos itinerarios y que impide el movimiento de dichas agujas tanto en averías como
en ciertos fallos humanos.

Entrecalle del contracarril.- Distancia entre los bordes activos del contracarril y del carril.

Entrecalle, o huella, corazón-pata de liebre.- Distancia entre caras activas del corazón y de la pata de
liebre correspondiente.

Fin de un desvío.- Se hace coincidir con el fin del corazón o de su cupón anejo.

Hilos de un desvío.- Son líneas continuas definidas por el borde activo de los carriles, agujas,
contraagujas y corazón.

Hilo director.- Es el hilo de la vía directa que no pasa por el corazón. En los desvíos en recta y en
interiores es el hilo número 1. En los exteriores, el hilo 2.

Laguna del corazón.- Discontinuidad existente en los carriles que se cortan para formar el corazón.

Marmita.- Aparato compuesto de una palanca y contrapeso que permite cambiar manualmente la posición
de las agujas.

Nudo del desvío.- Punto de intersección de las tangentes a los ejes de las vías directa y desviada, al final
del cruzamiento.

Ordenadas del hilo núm. 3.- Distancias entre el hilo director y el borde exterior del carril, correspondiente
al hilo núm. 3, medidas perpendicularmente al primer hilo.

Patas de liebre.- Prolongación acodada de los carriles que unen las agujas con el corazón y que soportan
la llanta de la rueda durante su paso por la laguna.

Placas nervadas.- Placas especiales de apoyo y sujeción de elementos específicos del desvío:
contraagujas, agujas, contracarriles, etc.

Principio u origen del desvío.- El principio del desvío se hace coincidir con la junta de la contraaguja (JCA).

Punta elástica de corazón.- Elemento elástico que se acopla a uno u otro hilo del corazón. Su
comportamiento es excelente por lo que se usa frecuentemente en las líneas de alta velocidad.

Punta matemática de la aguja.- Se denomina de este modo la intersección de las caras activas de la
aguja y contraaguja. La punta real queda ligeramente retrasada por razones constructivas y funcionales.
N.R.V. 3-6-0.1 - 29 -

Punta matemática del corazón.- Intersección de los hilos de vía directa y desviada que se cortan.

Punta real.- Por dificultades de fabricación y por sus características funcionales no es posible materializar
en el corazón la punta matemática, pon lo que su punta real se desplaza unos centímetros para que tenga
espesor suficiente para soportar, incidentalmente, los impactos de las ruedas.

Radio de la vía desviada.- Para la fabricación del desvío se emplea el radio de la cara activa del carril de
vía desviada que une el talón de la aguja y el corazón. (Hilo núm. 3). Para el cálculo de velocidades se
emplea el radio de su eje.

Sobreancho.- Mayor anchura que se dá a las vías en curva de radio reducido para facilitar la inscripción
de los vehículos. El sobreancho, si es necesario, se gana en el hilo bajo de las curvas y no afecta a la
geometría del hilo exterior ni a la del eje de la vía. Por tanto:
R. eje = R. exterior + a / 2
siendo a el ancho nominal de la vía.
Solape en el corazón.- En los desvíos con corazón recto es frecuente que la curva de la vía desviada
penetre en la parte recta del mismo. Es pues la longitud de solape de la curva de vía desviada y la recta del
corazón.

Soportes de contracarril.- Son piezas en las que se apoya el contracarril y que lo fijan a las traviesas. En
ciertos modelos de desvíos el contracarril va fijado al carril mediante tacos o almohadillas y tornillos.

Talón de la aguja.- Es el extremo fijo de la aguja del cambio.

Talón del corazón.- Es el extremo del corazón situado hacia el final del desvío. Coincide con el final del
cruzamiento, excepto en los desvíos con corazones encolados o soldados a un cupón.

Tangente de un desvío.- Es la tangente del ángulo que forma los dos hilos que se cortan, en el final del
corazón. En Renfe se designa por un número decimal: 0.09, 0.11, etc. Hay Administraciones que lo
designan en forma de quebrado: 1/8, 1/10, 1/12, etc.

Telemando bifilar.- Permite el accionamiento de las agujas desde la estación, puesto de mando u otro
lugar situado a cierta distancia del desvío. La transmisión se realiza mediante dos hilos de acero, poleas de
giro y una palanca que permite el mando del cambio a cierta distancia.

Telemando eléctrico.- Consta de un motor y circuitos eléctricos. Permite el accionamiento de las agujas
desde la estación, puesto de mando u otro lugar situado a cierta distancia del desvío.

Telemando hidraúlico.- Permite el accionamiento de las agujas desde una estación, puesto de mando u
otro lugar situado a cierta distancia del desvío. La transmisión se realiza mediante dos tuberías por donde
circula un líquido, generalmente agua, en uno u otro sentido.

Timonería.- Son tirantes, escuadras de giro, etc. que transmiten el movimiento a las agujas desde la
marmita o elemento final del telemando.

Topes.- Son almohadillas fijadas a la contraaguja y a los cojinetes que limitan y sujetan a la aguja en su
posición de trabajo.

Vértice de la vía desviada.- Intersección de las tangentes al hilo 3 en el origen y en el final de la curva.

Vías con bloqueo banalizado. Son vías dobles provistas de señalización y enclavamiento que permiten la
circulación de trenes en uno u otro sentido indistintamente.

Vía desviada.- Es la que dirige las circulaciones de una vía hacia otra.

Vía directa.- Es la que se adapta a las condiciones geométricas de la vía en la que se inicia la bifurcación.

Vía intermedia de un desvío.- Es la que une el cambio con el cruzamiento.


N.R.V. 3-6-0.1 - 30 -

II. Documentos relacionados con la presente Norma.


NRV 0-2-7.0. Geometría de la vía.- Secciones en estaciones.
NRV 3-0-0.0. Carriles.- Barras elementales. Ed. Feb. 1.981.
NRV 3-0-4.0. Carriles.- Carriles resistentes al desgaste. Ed. Oct. 1.982.
NRV 3-1-0.0. Traviesas.- Traviesas y cachas de madera. Ed. Oct. 1.982.
NRV 3-1-1.0. Traviesas.- Traviesas de hormigón armado. Ed. Oct. 1982.
NRV 3-1-2.0. Traviesas.- Traviesas de hormigón armado para aparatos de vía.
NRV 3-2-0.0. Sujeciones rígidas de carriles. Tirafondos y placas de asiento. Ed. Jun. 1.980.
NRV 3-2-2.0. Sujeciones de carriles. Sujeción elástica HM. Ed. Jul. 1.982.
NRV 3-2-3.0. Sujeciones de carriles. Sujeción elástica Pandrol. Ed. Sept. 1.985.
NRV 3-2-8.0. Sujeciones de aparatos de vía. Sujeción Schwihag.
NRV 3-3-0.0. Juntas de carriles. Bridas y tornillos de brida. Ed. Agost. 1.982.
NRV 3-3-2.1. Juntas de carriles.- Soldadura aluminotérmica. Ed. Marz. 1.992.
NRV 3-6-0.0. Desvíos. Descripción general. Ed. 10 Jul. 1.991.
NRV 3-6-3.0. Desvíos. Programa de control de proyecto de desvíos.
NRV 3-6-3.5. Desvíos. Control de planos.
NRV 3-6-4.0. Desvíos. Programa de control de fabricación.
NRV 3-6-5.3. Desvíos. Replanteo.
NRV 3-6-6.1. Desvíos. Mantenimiento.
NRV 3-8-1.0. Aparatos de vía combinados.- Escapes.
UIC 861-2 Perfiles de agujas.
UIC 866-0 Especificación Técnica para el suministro de piezas moldeadas de acero al
manganeso para aparatos de vía.
ET 03.300.185 Placas de asiento de acero laminado UIC 864.7.
ET 03.316.002.9 Tornillos de alta resistencia.
ET 03.316.003.0 Tirafondos y tornillos de vía UIC 864.8.
ET 03.360.101 Carriles de acero (UIC 860).
ET 03.360.109.7 Juntas aislantes encoladas.
ET 03.360.540.3 Traviesas de madera (UIC 863).
ET 03.361.101.3 Cambios elásticos de aguja.
ET 03.361.105.4 Contracarriles tipo C.
ET 03.361.110.4 Cruzamientos.
ET 03.363.001.3 Cerrojos de uña.
DESVIOS VIA ANCHA ( 1.668) - CARRIL UIC - 54

CARACTERISTICAS TIPO A TIPO B TIPO C

TANGENTE DEL ANGULO C. RECTO: 0,11 Y 0,09 C. RECTO: 0,11, 0,09, Y 0,075 C. RECTO: 0,11, 0,09 Y 0,075
DE CRUZAMIENTO C. CURVO: 0,085 C. CURVO: 0,09 Y 0,11 C. CURVO: 0,09

ANCHO DE VIA EN EL 1.668 mm: tg. 0,11 Y 0,09


1.668 mm 1.668 mm
G CRUZAMIENTO 1.665 mm: tg. 0,085

VELOCIDAD MAXIMA DE 200 km /h EXCEPTO EN


140 km / h 160 km / h
E PASO POR VIA DIRECTA tg. 0,11 QUE ES DE 160 km/h

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA


N
PERPENDICULAR A LA VIA
DISPOSICION DE TRAVIESAS GENERAL Y A LA BISECTRIZ EN SEMI ABANICO EN ABANICO
E DEL CRUZAMIENTO
RIGIDA EN tg. 0,11 Y 0,09
RIGIDA COMBINADA CON ELASTICA INDIRECTA
TIPO DE SUJECION RIGIDA - ELASTICA PANDROL
R EN tg. 0,085
ELASTICA INDIRECTA SKL-12 SKL - 12 Y SCHWIHAG

JUNTAS EMBRIDADAS EN
RELACION CON VIAS tg. 0,11 Y 0,09 INCORPORABLE A LA VIA
SOLDABLE
A ADYACENTES INCORPORABLE A LA VIA SIN JUNTAS (BARRA LARGA)
SIN JUNTAS EN tg. 0,085
CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 2 RADIOS PARA
GEOMETRIA DE LA VIA PARA tg. 0,11 Y 0,09 tg. 0,11 CR, 0,09 CR Y 0,11 CC.
L DESVIADA EN DESVIO RECTO CIRCULAR DE 1 RADIO CIRCULAR DE 1 RADIO PARA
CIRCULAR DE 1 RADIO
PARA tg. 0,085 tg. 0,09 CC Y 0,075 CR

E INCLINACION DE CARRILES 1 : 20 1 : 20 1 : 20

PROTECCION CON APARATO SÍ, tg. 0,11 Y 0,09


S DE DILATACION NO, tg. 0,085
NO NO

VELOCIDA MAXIMA POR


30, 30 Y 60 km /h 45, 50, 60 Y 60 km /h 45, 50, 60 Y 60 km /h
VIA DESVIADA V

TIPO DE AGUJAS ELASTICAS ELASTICAS ELASTICAS


C
SECANTE, EN tg. 0,11 Y 0,09 SECANTE, EN tg. 0,11 Y 0,09
TRAZADO DE AGUJA TANGENTE
TANGENTE, EN tg. 0,085 TANGENTE, EN 0,075 Y 0,09 CC
A
CARRIL NORMAL CON
CARRIL NORMAL
PERFIL DE AGUJA REFUERZO O ESPECIAL BAJO ASIMETRICO
M CON REFUERZO
ALTO SIMETRICO

TIRAFONDOS tg. 0,11 Y 0,09


TIRAFONDOS CON SUJECION ELASTICA INDIRECTA
B SUJECION TIRAFONDOS CON ARANDELAS
GROWER tg. 0,085
ARANDELAS GROWER SCHWIHAG Y SKL - 12

DISPOSITIVO DE PROTECCION
I CONTRA EL DESCUADRE
ALMOHADILLAS ALMOHADILLAS MUÑON Y HORQUILLA

JUNTAS EMBRIDADAS
RELACION DE LA AGUJA EN SU SOLDADA A LA AGUJA
O TALON CON VIAS ADYACENTES
tg. 0,11 Y 0,09
O SOLDADAS tg. 0,085
SOLDADA
FORJADA

MONOBLOGUE DE ACERO
C C TIPO
MONOBLOQUE DE ACERO AL MANGANESO O DE DE BLOQUE CENTRAL DE
AL MANGANESO BLOQUE CENTRAL DE ACERO ACERO AL MANGANESO
O
R AL MANGANESO
R EMBRIDADO, CON COLAS DE
SUBTIPO B1 : SOLDADO
U A RELACIONES CON CARRILES MILANO tg. 0,11 Y 0,09
SUBTIPO B2 : ENCOLADO SOLDADO
Z ADYACENTES JUNTA A TOPE Y TORNILLOS
SUBTIPO B3 : ENCOLADO CORTO
ALTA RESISTENCIA tg. 0,085
Z O
N RIGIDA DIRECTA
SUJECION ELASTICA INDIRECTA SKL - 12 ELASTICA INDIRECTA SKL - 12
A TIRAFONDO

M C
O PERFIL UIC - 33 UIC - 33 UIC - 33
I N
T PALASTRO AISLADO
E R RELACION CON EL CARRIL ACODALADO
ELECTRICAMENTE
A
N C CON SOPORTES A LA CON SOPORTE UNICO CON SOPORTE UNICO
SUJECION DEL CONTRACARRIL
A TRAVIESA CARRIL-CONTRACARRIL CARRIL-CONTRACARRIL
T R
R TIRAFONDOS: tg. 0,11 Y 0,09 EXTERIOR SKL - 12
O I SUJECION DEL CARRIL
PANDROL: tg. 0,085
SKL - 12
INTERIOR SCHWIHAG
L
CORAZON α L b c n r

Tg. nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 36,006 14,67941 21,32659 2,7528 0

0,11 CR 0,1095595 32,006 14,597 17,409 2,1966 0

0,085 CC 0,0882766 45,099 22,183 22,916 3,3226 0

VIA ANCHA (1.668 mm.) DESVIOS TIPO A CARRIL UIC - 54


DS-A - 54 - 320 / 400 - DS-A - 54 - 320/241 - DS-A - 54 - 500 -
DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I. - 0,11 - CR - D ó I - 0,085 - CC - D ó I.
Tg. nom. 0,09 0,11 0,085
CORAZON
TIPO RECTO RECTO CURVO

LONGITUD TOTAL 36,006 32,006 45,093

LONGITUD CAMBIO 12,000 12,000 19,705

LONGITUD CORAZON 4,1513 3,5945 5,110


VELOCIDAD POR
! 140 ! 140 ! 140
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
30 30 60
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR
VIA DESVIADA ROS = 319.166 y 399.444 ROS = 319.166 y 241.029 RO = 499.166

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA


Dcho. 61.150.090 61.150.110 61.150.085
MATRICULA
Izqdo. 61.150.091 61.150.111 61.150.086
CORAZON α L b c n r
SUBTIPO
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR B1 y B2 0,0897582 38,883 14,679 24,204 3,233 2,400

0,09 CR B3 0,0897582 36,483 14,679 21,804 3,233 0

0,11 CR B1 y B2 0,1095595 34,965 14,597 20,368 2,759 2,400

0,11 CR B3 0,1095595 32,565 14,597 17,968 2,759 0

0,075 CR B1 y B2 0,0748598 48,122 19,695 28,427 3,753 2,400

0,09 CC B1 y B2 0,0886579 47,686 23,144 24,542 3,473 2,400

VIA ANCHA (1.668 mm) DESVIOS TIPO B CARRIL UIC - 54


DS.B1.54-320/417-0,09-CR DS.B1.54-320/230-0,11-CR
DS- B1-54-500-0,075-CR DS-B1-54-500-0,09-CC
DENOMINACION DS.B2.54-320/417-0,09-CR DS.B2.54-320/230-0,11-CR
DS-B2-54-500-0,075-CR DS-B2-54-500-0,09-CC
DS.B3.54-320/417-0,09-CR DS.B3.54-320/230-0,11-CR

Tg. nom. 0,09 0,11 0,075 0,09


CORAZON
TIPO RECTO RECTO RECTO CURVO

B1 y B2 : 38,883 B1 y B2 : 34,965
LONGITUD TOTAL 48,122 47,686
B3 : 36,483 B3 : 32,565

LONGITUD CAMBIO 12,000 12,000 18,000 18,000

B1 y B2 : 9,657 B1 y B2 : 8,997
LONGITUD CORAZON 10,615 10,200
B3 : 4,857 B3 : 4,197

VELOCIDAD POR
! 160 ! 160 ! 160 ! 160
VIA DIRECTA, k/h.

VELOCIDAD POR
50 45 60 60
VIA DESVIADA, k/h.

GEOMETRIA DE LA CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR CIRCULAR


VIA DESVIADA 319,166 y 416, 649 319,166 y 229, 619 RO = 499,166 RO = 499,166

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA MADERA

B1 61.151.090 y 091 61.151.110 y 111 61.151.075 y 076 61.151.095 y 096


MATRICULA
B3 61.153.090 y 091 61.153.110 y 111
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,11 CC 0,11710874 36,771 17,735 19,036 2,700 2,400

ANCHO 1.668 mm. DESVIOS TIPO B CARRIL UIC -54

DS.B-54-320-0,11-CC-
DENOMINACION
DóI

Tg. nom. 0,11


CORAZON
TIPO CURVO

LONGITUD TOTAL 36,771

LONGITUD CAMBIO 12,000

LONGITUD CORAZON 9,000

VELOCIDAD POR
! 160
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 319,166 Y 312,949

TRAVIESAS MADERA

Dcho.
MATRICULA
Izqdo.
DESVIOS VIA ANCHA ( 1.668 ) - CARRIL UIC - 60
CARACTERISTICAS TIPOC TIPOV

TANGENTE DEL ANGULO C. RECTO: 0,09 Y 0,075 C. RECTO: 0,0314 Y 0,042


DE CRUZAMIENTO C. CURVO: 0,09 Y 0,11 C. CURVO: 0,052

ANCHO DE VIA EN EL
1.668 mm 1.668 mm
G CRUZAMIENTO

VELOCIDAD MAXIMA DE
E PASO POR VIA DIRECTA
200 km / h 200 km / h

MADERA
N TRAVIESAS MADERA
(HORMIGON EN EL FUTURO)

E DISPOSICION DE TRAVIESAS EN ABANICO EN ABANICO

R TIPO DE SUJECION
ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA
SKL 12 Y SCHWIHAG SKL 12 Y SCHWIHAG

A RELACION CON VIAS


SOLDABLE SOLDABLE
ADYACENTES

L GEOMETRIA DE LA VIA
CIRCULAR
CIRCULAR
(CLOTOIDE DE VERTICE
DESVIADA EN DESVIO RECTO
EN PROTOTIPOS)
E
INCLINACION DE CARRILES 1: ! 1: !

S PROTECCION CON APARATO


NO NO
DE DILATACION

VELOCIDAD POR VIA 100


V ! 60 km / h
DESVIADA V. (130 km / h EN PROTOTIPOS)

TIPO DE AGUJAS ELASTICAS ELASTICAS


C

A TRAZADO DE AGUJA TANGENTE TANGENTE

M PERFIL DE AGUJA BAJO ASIMETRICO BAJO ASIMETRICO

B SUJECION
ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA
(SCHWIHAG Y SKL-12) (SCHWIHAG Y SKL-12)

I DISPOSITIVO DE PROTECCION
MUÑON Y HORQUILLA MUÑON Y HORQUILLA
CONTRA EL DESGUADRE

O RELACION DE LA AGUJA EN SU
SOLDADA SOLDADA
TALON CON VIAS ADYACENTES

DE CARRILES CON PUNTA DE DE CARRILES CON PUNTA DE


C TIPO ACERO AL MANGANESO Y PATAS ACERO AL MANGANESO Y PATAS
C O DE LIEBRE DE IGUAL ACERO DE LIEBRE DE IGUAL ACERO
R
R RELACION CON CARRILES
A SOLDADO SOLDADO
U Z
ADYACENTES

Z O
SUJECION ELASTICA INDIRECTA SKL-12 ELASTICA INDIRECTA SKL-12
A N
M C
PERFIL UIC - 33 UIC - 33
I O
N
E T
RELACION CON EL CARRIL PALASTRO PALASTRO
R
N A
T C SUJECION DEL CONTRACARRIL
CON SOPORTE UNICO CON SOPORTE UNICO
A CARRIL - CONTRACARRIL CARRIL - CONTRACARRIL
O R
R EXTERIOR SKL - 12 EXTERIOR SKL - 12
I SUJECION DEL CARRIL
INTERIOR SCHWINAG INTERIOR SCHWINAG
L
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 38,3205 14,6795 23,641 2,667 2,400

0,11 CR 0,1095595 34,409 14,597 19,812 2,200 2,400

0,075 CR 0,0748598 46,5505 18,6925 27,858 3,184 2,400

0,09 CC 0,0897582 44,8343 22,41715 22,41715 2,810 1,214

VIA ANCHA (1,668 mm) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 54


DS - C - 54 - 318 - DS - C - 54 - 250 - DS - C - 54 - 500 DS - C - 54 - 500
DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I - 0,11 - CR - D ó I - 0,075 - CR - D ó I - 0,09 - CC - D ó I
Tg. nom. 0,09 0,11 0,075 0,09
CORAZON
TIPO RECTO RECTO RECTO CURVO

LONGITUD TOTAL 38,3205 34,409 46,5505 44,8343

LONGITUD CAMBIO 16,126 15,526 19,176 19,176

LONGITUD CORAZON 9,630 7,239 9,626 7,910

VELOCIDAD POR
! 200 ! 160 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
50 40 60 60
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 317,536 m. RO = 249,166 m. RO = 499,166 m. RO = 499,166 m.

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA MADERA

Dcho. 61.154.090 61.154.110 61.154.075 61.154.095


MATRICULA
Izqdo. 61.154.091 61.154.111 61.154.076 61.154.096
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 38,3205 14,6795 23,641 2,667 2,400

0,075 CR 0,0748598 46,5505 18,6925 27,858 3,184 2,400

0,09 CC 0,0897582 44,8343 22,41715 22,41715 2,810 1,214

0,11 CC 0,1095595 37,6432 17,8312 19,812 2,274 2,400

VIA ANCHA (1.668) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 60

DS - C - 60 - 318 - DS - C - 60 - 500 - DS - C - 60 - 500 - DS - C - 60 - 318


DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I. - 0,075 - CR - D ó I. - 0,09 - CC - D ó I. - 0,11 - CC - D ó I.

Tg. nom. 0,09 0,075 0,09 0,11


CORAZON
TIPO RECTO RECTO CURVO CURVO

LONGITUD TOTAL 38,3205 46,5505 44,834 37,6432

LONGITUD CAMBIO 16,120 19,170 19,170 16,120

LONGITUD CORAZON 9,630 9,626 7,910 9,014

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
50 60 60 50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 317,536 RO = 499,166 RO = 499,166 RO = 317,536
TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA MADERA
Dcho. 61.254.090 61.254.075 61.254.095
MATRICULA
Izqdo. 61.254.091 61.254.076 61.254.096
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,0314 CR 0,0313897 101,509 37,7833 63,7257 10,589 0

0,042 CR 0,0419753 79,130 31,4686 47,6614 7,927 0

0,052 CC 0,0519532 77,904 38,952 38,952 7,182 0

VIA ANCHA (1.668 mm) DESVIOS TIPO V CARRIL UIC - 60

DS - V - 60 - 3000/2010 - DS - V - 60 -1500 - DS - V - 60 - 1500 -


DENOMINACION - 0,0314 - CR - D ó I - 0,042 - CR - D ó I - 0,052 - CC - D ó I

Tg. nom. 0,0314 0,042 0,052


CORAZON
TIPO RECTO RECTO CURVO

LONGITUD TOTAL 101,509 79,130 77,904

LONGITUD CAMBIO 34,521 26,668 26,668

LONGITUD CORAZON 20,283 17,211 15,986

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
130 100 100
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CLOTOIDE DE VERTICE CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA 3000/2010/3000 RO = 1.499, 166 m. RO = 1.499, 166 m.

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA

Dcho. 61.254.031 61.254.042 61.254.051


MATRICULA
Izqdo. 61.254.032 61.254.043 61.254.052
DESVIOS ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) - CARRIL UIC - 54

CARACTERISTICAS TIPOA TIPOB TIPOC

0,09-CR; 0,125-CC; 0,09-CR


TANGENTE DEL ANGULO 0,09 - CR; 0,11 CR Y 0,09 - CR; 0,11 - CR;
0,11 - CC; 0,071-CR; 0,085 - CC
DEL CRUZAMIENTO 0,11 - CR ACORTADO 0,09 - CC Y 0,075 - CR
Y 0,13 - CC

ANCHO DE VIA EN EL
1.435 mm 1.435 mm 1.435 mm
G CRUZAMIENTO

VELOCIDAD MAXIMA POR 200 km/h EXCEPTO EL DE


E VIA DIRECTA
140 km/h 160 km/h
TANGENTE 0,11, A 160 km/h

0,09 - CR y 0,11 - CC
N TRAVIESAS MADERA MADERA EN MADERA Y EN HORMIGON
RESTO MADERA
PERPENDICULAR A LA VIA
E DISPOSICION DE TRAVIESAS DIRECTA Y A LA BISECTRIZ EN SEMI ABANICO EN ABANICO
DEL CRUZAMIENTO

R TIPO DE SUJECION RIGIDA


RIGIDA COMBINADA CON ELASTICA INDIRECTA
ELASTICA INDIRECTA SKL-12 SKL - 12 Y SCHWIHAG

A RELACION CON VIAS


JUNTAS EMBRIDADAS
INCORPORABLE A LA VIA
SOLDABLE
ADYACENTES SIN JUNTAS (BARRA LARGA)

L GEOMETRIA DE LA VIA CIRCULAR DE 2 RADIOS


0,09 - CR: CIRCULAR DE 1 RADIO
0,11 Y 0,075: CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 1 RADIO
DESVIADA EN DESVIO RECTO 1 SOLO RADIO EN EL ACORTADO 0,09 -CC: CIRCULAR DE 3 RADIOS

E
INCLINACION DE CARRILES 1:20 1:20 1:20

S PROTECCION CON APARATO


SI NO NO
DE DILATACION

VELOCIDAD MAXIMA POR 50, 40, 55 Y 60 45, 45, 50, 50, 60 Y 60


30 km / h
VIA DESVIADA km / h RESPECTIVAMENTE RESPECTIVAMENTE

C TIPO DE AGUJAS ELASTICAS ELASTICAS ELASTICAS

A TRAZADO DE AGUJA SECANTE


SECANTE : 0,09 - CR Y 0,11 - CR
TANGENTE : 0,075-CR Y 0,09 - CC
TANGENTE

CARRIL NORMAL CON


CARRIL NORMAL
M PERFIL DE AGUJA
CON REFUERZO
REFUERZO O ESPECIAL BAJO ASIMETRICO
ALTO SIMETRICO

B SUJECION TIRAFONDOS
TIRAFONDOS CON ARANDELAS
GROWER
SUJECION ELASTICA INDIRECTA
SCHWIHAG Y SKL - 12

DISPOSITIVO DE PROTECCION
I CONTRA EL DESCUADRE
ALMOHADILLAS ALMOHADILLAS MUÑON Y HORQUILLA

O RELACION DE LA AGUJA EN SU
TALON CON VIAS ADYACENTES
JUNTAS EMBRIDADAS SOLDADA FORJADA Y SOLDADA

MONOBLOQUE DE ACERO
MONOBLOQUE DE ACERO AL MANGANESO O DE DE BLOQUE CENTRAL DE
C TIPO
AL MANGANESO BLOQUE CENTRAL DE ACERO ACERO AL MANGANESO
C O AL MANGANESO
R R
A RELACION CON VIAS EMBRIDADO MEDIANTE
SOLDADO SOLDADO
U Z ADYACENTES COLAS DE MILANO
O
Z N
SUJECION TIRAFONDOS ELASTICA INDIRECTA SKL - 12 ELASTICA INDIRECTA SKL - 12
A
M C
I O PERFIL UIC - 33 UIC - 33 UIC - 33
N
E T PALASTRO AL CORAZON
RELACION CON EL CORAZON ACODALADO AL CORAZON
N R AISLADO ELECTRICAMENTE
A
T C CON SOPORTE UNICO CON SOPORTE UNICO
SUJECION DEL CONTRACARRIL DIRECTA A LA TRAVIESA
O A
R
CARRIL-CONTRACARRIL CARRIL-CONTRACARRIL

R EXTERIOR: SKL - 12
I SUJECION DEL CARRIL TIRAFONDOS SKL - 12
INTERIOR: SCHWIHAG
L
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 32,115 13,3825 18,7325 2,7528 0

0,11 CR 0,1095595 28,913 13,6285 15,2845 2,1967 0

0,11 CR 0,1095595 23,385 8,101 15,284 2,1967 0

ANCHO INTERNACIONAL (1.435mm.) DESVIOS TIPO A CARRIL UIC - 54

DSI - A - 54 - 320 - DSI - A - 54 - 319/202 - DSI - A - 54 - 190 -


DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I. - 0,11 - CR - D ó I. - 0,11 - CR - D ó I.

Tg. nom. 0,09 0,11 0,11


CORAZON
TIPO RECTO RECTO RECTO

LONGITUD TOTAL 32,115 28,913 23,385

LONGITUD CAMBIO 12,000 12,000 8,470

LONGITUD CORAZON 4,1513 3,5946 3,5946

VELOCIDAD POR
! 140 ! 140 ! 140
VIA DIRECTA

VELOCIDAD POR
30 30 30
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR
VIA DESVIADA 319,166 y 326,118 m. 319,166 y 201,898 m. RO = 189,166 m.

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA


Dcho. 61.150.590 61.150.610 61.150.600
MATRICULA
Izqdo. 61.150.591 61.150.611 61.150.601
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 34,99356 13,38422 21,60934 3,230 2,400

0,11 CR 0,1095595 32,132 13,888 18,244 2,759 2,400

0,09 CC 0,0897582 43,522 21,669 21,853 3,473 2,400

0,075 CR 0,07485985 44,3449 19,0287 25,3162 3,753 2,400

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) DESVIOS TIPO B CARRIL UIC - 54

DSI - B - 54 - 320 - DSI - B - 54 - 320/197 DSI - B - 54 - 500/405 DSI - B - 54 - 500/440


DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I - 0,11 - CR - D ó I - 0,09 - CC - D ó I - 0,075 - CR - D ó I

Tg. nom. 0,09 0,11 0,09 0,075


CORAZON
TIPO RECTO RECTO CURVO RECTO

LONGITUD TOTAL 34,994 32,132 43,522 44,345

LONGITUD CAMBIO 12,000 12,000 18,000 18,000

LONGITUD CORAZON 9,930 8,997 10,200 10,615

VELOCIDAD POR
! 160 ! 160 ! 160 ! 160
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
50 40 55 60
VIA DESVIADA
CIRCULAR DE 3 RADIOS
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR DE 2 RADIOS CIRCULAR DE 2 RADIOS
ROS =499,1665 ; 404,2215 Y
VIA DESVIADA Rº = 319,166 m. Rº = 319,282 Y 196,778
499,1665
ROS = 499,166 Y 439,392

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA MADERA

Dcho. 61.151.590 61.151.610 61.151.595 61.151.575


MATRICULA
Izqdo. 61.151.591 61.151.611 61.151.596 61.151.576
DESVIOS ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) - CARRIL UIC - 60

CARACTERISTICAS TIPOC TIPOV T I P O AV

0,071 - CR : 0,085 - CC
TANGENTE DEL ANGULO
0,071 - CC : 0,09 - CR 0,042 - CR Y 0,049 - CC 0,071 - CM Y 0,026 - CM
DEL CRUZAMIENTO
Y 0,11 - CC

ANCHO DE VIA EN EL
1.435 mm 1.435 mm 1.435 mm
G CRUZAMIENTO

VELOCIDAD MAXIMA POR


200 km/h 200 km/h 250 km/h
E VIA DIRECTA

MADERA U HORMIGON
N TRAVIESAS
SEGUN MODELOS
MADERA HORMIGON

E DISPOSICION DE TRAVIESAS EN ABANICO EN ABANICO EN ABANICO

R TIPO DE SUJECION
ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA
SKL - 12 Y SCHWIHAG SKL - 12 Y SCHWIHAG SKL - 12 Y SCHWIHAG

A RELACION CON VIAS


SOLDABLE SOLDABLE SOLDABLE
ADYACENTES

L GEOMETRIA DE LA VIA
CIRCULAR DE 1 RADIO CIRCULAR DE 1 RADIO CLOTOIDE
DESVIADA EN DESVIO RECTO

E
INCLINACION DE CARRILES 1: OO 1: OO 1: OO

S
PROTECCION CON APARATO
NO NO NO
DE DILATACION

VELOCIDAD MAXIMA POR 60 ,60, 80, 50 Y 50 80 Y 160


100 km/h
VIA DESVIADA km/h RESPECTIVAMENTE km/h RESPECTIVAMENTE

C TIPO DE AGUJAS ELASTICAS ELASTICAS ELASTICAS

A TRAZADO DE AGUJA TANGENTE TANGENTE TANGENTE

M PERFIL DE AGUJA BAJO ASIMETRICO BAJO ASIMETRICO BAJO ASIMETRICO

B SUJECION
ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA
SKL - 12 Y SCHWIHAG SKL - 12 Y SCHWIHAG SKL - 12 Y SCHWIHAG

I DISPOSITIVO DE PROTECCION
MUÑON Y HORQUILLA MUÑON Y HORQUILLA MUÑON Y HORQUILLA
CONTRA EL DESCUADRE

O RELACION DE LA AGUJA EN SU
TALON CON VIAS ADYACENTES
FORJADA Y SOLDADA FORJADA Y SOLDADA FORJADA Y SOLDADA

C DE BLOQUE CENTRAL DE DE BLOQUE CENTRAL DE


O TIPO DE PUNTA MOVIL
ACERO AL MANGANESO ACERO AL MANGANESO
C R
R A RELACION CON VIAS
SOLDADO SOLDADO SOLDADO
Z ADYACENTES
U O
Z N
SUJECION
ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA ELASTICA INDIRECTA
SKL - 12 SKL - 12 SKL - 12 Y SCHWIHAG
A
M C
O PERFIL UIC - 33 UIC - 33 SIN CONTRACARRIL
I N
E T
R RELACION CON EL CORAZON
PALASTRO AL CORAZON PALASTRO AL CORAZON
SIN CONTRACARRIL
AISLADO ELECTRICAMENTE AISLADO ELECTRICAMENTE
N A
C CON SOPORTE UNICO CON SOPORTE UNICO
T A SUJECION DEL CONTRACARRIL
CARRIL - CONTRACARRIL CARRIL - CONTRACARRIL
SIN CONTRACARRIL
R
O R EXTERIOR: SKL - 12 EXTERIOR: SKL - 12
I SUJECION DEL CARRIL SIN CONTRACARRIL
INTERIOR: SCHWIHAG INTERIOR: SCHWIHAG
L
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,09 CR 0,0897582 33,1709 12,124 21,0469 2,667 2,400

0,125 CC 0,1243550 32,479 16,447 16,032 2,400 2,400

0,09 CR 0,0897582 35,7263 14,6795 21,0468 2,667 2,400

0,11 CC 0,1095595 35,800 17,8312 17,969 2,790 2,400

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 54

DSI - C - 54 - 250 - DSI - C - 54 - 250 - DSI - C - 54 - 318 - DSI - C - 54 - 318 -


DENOMINACION
- 0,09 - CR - D ó I - 0,125 - CC - D ó I - 0,09 - CR - D ó I - 0,11 - CC - D ó I

Tg. nom. 0,09 0,125 0,09 0,11


CORAZON
TIPO RECTO CURVO RECTO CURVO

LONGITUD TOTAL 33,1709 32,479 35,726 35,800

LONGITUD CAMBIO 15,520 15,520 16,120 16,120

LONGITUD CORAZON 9,630 7,830 9,630 9,014

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200 ! 160
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
45 45 50 50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 249,166 m. RO = 249,166 m. RO = 317,536 m. RO = 317,536 m.

TRAVIESAS MADERA MADERA MADERA MADERA


Dcho. 61.154.590 61.154.615 61.154.610
MATRICULA PENDIENTE
Izqdo. 61.154.591 61.154.616 61.154.611
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,071 CR 0,071307464 44,9427 17,8344 27,1083 3,380 3,610

0,085 CC 0,08479617 42,4236 21,2118 21,2118 3,230 1,310

0,09 CR 0,0897582 35,726 14,679 21,047 2,667 2,400

0,11 CC 0,1095595 35,800 17,831 17,969 2,790 2,400

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 54

DSI - C - 54 - 500 - DSI - C - 54 - 500 DSIH - C - 54 - 318 DSIH - C - 54 - 318


DENOMINACION
- 0,071 - CR - D ó I - 0,085 - CC - D ó I - 0,09 - CR - D ó I - 0,11 - CC - D ó I

Tg. nom. 0,071 0,085 0,09 0,11


CORAZON
TIPO RECTO CURVO RECTO CURVO

LONGITUD TOTAL 44,9427 42,4236 35,726 35,800

LONGITUD CAMBIO 19,170 19,170 16,120 16,120

LONGITUD CORAZON 9,620 7,101 9,630 9,014

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
60 60 50 50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 500 m RO = 500 m RO = 317,536 m. RO = 317,536 m.

TRAVIESAS MADERA MADERA HORMIGON HORMIGON

Dcho.
MATRICULA
Izqdo.
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,13 CC 0,1292750 33,1899 17,062 16,1279 5,5113 0

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm.) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 54

DSI - C - 54 - 250 -
DENOMINACION
0,13 - CC - D ó I

Tg. nom. 0,13


CORAZON
TIPO CURVO

LONGITUD TOTAL 33,190

LONGITUD CAMBIO 15,520

LONGITUD CORAZON SIN DEFINIR

VELOCIDAD POR
SIN DEFINIR
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
45
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 249,166 m.

TRAVIESAS MADERA

Dcho.
MATRICULA
Izqdo.
CORAZON α L b c n r
Tg.nom TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,071 CR 0,07130746 44,9427 17,8344 27,1083 3,380 3,610

0,085 CC 0,08479617 42,4236 21,2118 21,2118 3,230 1,310

0,071 CC 0,07130746 54,218 27,109 27,109 3,920 3,590

0,09 CR 0,0897582 35,7263 14,6795 21,0469 2,667 2,400

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 60

DSI - C - 60 - 500 - DSI - C - 60 - 500 - DSIH - C - 60 - 760 - DSI - C - 60 - 318


DENOMINACION
- 0,071 - CR - D ó I - 0,085 - CC - D ó I - 0,071 - CC - D ó I - 0,09 - CR - D ó I

Tg. nom. 0,071 0,085 0,071 0,09


CORAZON
TIPO RECTO CURVO CURVO RECTO

LONGITUD TOTAL 44,943 42,4236 54,218 35,726

LONGITUD CAMBIO 19,170 19,170 21,000 16,120

LONGITUD CORAZON 9,620 7,101 12,583 9,630

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
60 60 80 50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 500 m RO = 500 m RO = 760,000 m. RO = 317,536

TRAVIESAS MADERA MADERA HORMIGON MADERA

Dcho. 61.254.575 61.254.585 61.254.555


MATRICULA
Izqdo. 61.254.576 61.254.586 61.254.556
CORAZON α L b c n r
Tg.nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,071 CR 0,07130746 44,942,7 17,834,4 27,108,3 3,380 3,610

0,085 CC 0,0847962 42,423,5 21,211,75 21,211,75 3,230 1,310

0,11 CC 0,1095595 35,2432 17,8312 17,412 2,790 2,400

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm ) DESVIOS TIPO C CARRIL UIC - 60

DSIH - C - 60 - 500 - DSIH - C - 60 - 500 - DSIH - C - 60 - 318 -


DENOMINACION
- 0,071 - CR - D ó I - 0,085 - CC - D ó I - 0,11 - CC - D ó I

Tg. nom. 0,071 0,085 0,11


CORAZON
TIPO RECTO CURVO CURVO

LONGITUD TOTAL 44,943 42,424 35,2432

LONGITUD CAMBIO 19,170 19,170 16,120

LONGITUD CORAZON 9,620 7,103 9,014

VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 ! 200
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
60 60 50
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR
VIA DESVIADA RO = 500 m RO = 500 m RO = 317,536 m.

TRAVIESAS HORMIGON HORMIGON HORMIGON

Dcho.
MATRICULA
Izqdo.
CORAZON α L b c n r
Tg. nom. TIPO radianes en m. en m. en m. en m. en m.

0,042 CR 0,0419753 73,5974 31,4861 42,1113 7,927 0

0,049 CC 0,04896084 73,456 36,728 36,728 7,8435 0

0,071 CM 0,07130746 54,218 27,109 27,109 7,513 0

0,026 CM 0,0262699 131,928 65,113 66,815 13,645 0


SEMIESCAPE
0,0266966 145,628 65,113 80,515 13,645 13,725
0,026 - CM

ANCHO INTERNACIONAL (1.435 mm ) DESVIOS TIPO V Y AV CARRIL UIC - 60

DSI - V - 60 - 1500 - DSI - V - 60 - 1500 - DSIH - AV - 60 - 760 - DSIH - AV - 60 - 10000


DENOMINACION - 0,042 - CR - D ó I - 0,049 - CC - D ó I - 0,071 - CM - D ó I 4000 - 0,026 - CM - D ó I

Tg. nom. 0,042 0,049 0,071 0,026


CORAZON
TIPO RECTO CURVO DE PUNTA MOVIL DE PUNTA MOVIL

LONGITUD TOTAL 73,597 73,456 54,218 131,928

LONGITUD CAMBIO 26,668 26,668 21,000 55,240

LONGITUD CORAZON 17,211 SIN DEFINIR 12,586 21,685


VELOCIDAD POR
! 200 ! 200 250 250
VIA DIRECTA
VELOCIDAD POR
100 100 80 160
VIA DESVIADA
GEOMETRIA DE LA CIRCULAR CIRCULAR CIRCULAR CLOTOIDE DE MESETA
ROS =10000/4000/16088 m.
VIA DESVIADA RO = 1500 m RO = 1500 m RO = 760,000m. A1 = 500 A2 =470

TRAVIESAS MADERA MADERA HOMIGON HORMIGON

Dcho. 61.256.542 61.256.552 61.256.710 61.256.720


MATRICULA
Izqdo. 61.256.543 61.256.553 61.256.711 61.256.721

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