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NBR 104

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[uss [[Link] 104 Desempenos de ferro fundido ABNT-Asseciago Brasileira de Normas Técnicas Eniorogo eaten Nornatecnaea H Otigem: NM 104:1996 CB-04 - Comité Brasileiro de Maquinas e Equipamentos WMecanicos NBR NM 104 - Cast iton surfaces plates Descriptors: Cast iron, Surface plate Cappeis 6 v9.8 Esta Norma cancela e substitu a NBR 11891:1992 Ag amet mins Valida a partir de 02.03.1998 Setecina tit Palavras-chave: Desempeno, Ferro fundide 16 paginas indice 1 Objetivo 1 Objeto 2. Neteréncias normativas 2. Referencias normativas 3. Dofinigse 3. Dofinicidn 4 Nomonclatura 4 Nomenclatura 3. Material 5 Material 6 Alivio de tensdes 6 Alivio de tensiones 7 Dimensées proferenciais 7 Medidas preterenciales 8 Rividez 8 Rigidez 9 *cabamento superficial 8 Acabado superficial 10 Caracteristicas gerais 10 Caracteristicas ganerales 17 Exatidao - Tolorancia de planeza 11 Exactitud - Tolerancia da planicidad 412 Moning 12 Idoniiicactén fl avrxos ANEXOS, || & Usos ¢ euidados com desempenus de ferro funcio [Link] y cuidadas de las mesas de trazade y de control B Colibracao dos desempenos de fundicion de hierro © Resistincia & flexsio de desompenos de fer funcie, 8 Galibracién de las meses de trazado y de conto! sob carga G Resistencia a la tlexén de mesas de trazado y de D Tolerancias basicas control de fundicion de hiera, bajo carga D Tolerancias basicas Prefacio nacional A ANT - Associacdo Brasileira de Normas Técnicas - ¢ 0 Férum Nacional de Normalizagdo. As Normas Brasiciras, 0 y 1, de tamaiios hasta 409 mm x 250 mm inclusive, deben recibir un tratamiont apropiade para el alvio de tonsionas internas antes de iniciar ef acabado. Es altamente recomendado, para ‘mesas de trazado y control grandes de todas les clases, gliminar fas tensiones internas por medios apropiados, ‘Sin embargo, cuando no se dispone de equipamientos para este propdsito, los mesas da trazado y d> contre! deben ser estabilizadas por envejecimiento natural mediante acuerdo con el comprador. Elfabricante debe, cuando sea solcitado, suministrar al comprador un cerilicado can el proceso ce alivio de tensiones, eon el cual seré recibida la mesa de trazaco y de control. Esposcura do topo, Espesor de tap d 7 i jensdes preferenciais As dimensdes preferenciais para os desempenas esto indicadas na Tabela 1. Se outros tamanhos de desempo- nos forem requetidos, as exigéncias desta Norma devem ser aplicadas. Os comprimentos das supericies dos desempenas de- voido estar dentro de 5% das dimensées nominals, HOTA 1 - Porto hover agul um periodo de ronsieao,entetanto \.aue os estoques existentes de fundidos selam esgotados antes quo as clmansbes especiicadas nosto projata subsets be made atusimente em uso, Duranta eso priado aa Normas Moreosul io procisam sor afendidas dentro dos 5% da tole- NOTA 2 - Os conpslmontos nominais das eupartcies laterals dos desempenos S19 normalizados segundo a série RS de Numoros Pretereneinis, com excegao de um desempono amano 2 0:5 man x 1-000 mm, que est ineluide por ser um temanto locamnonto ullizado, embera 2 000 men no sala um mero da seria FS BRigide Os desempenos de ferro fundide devem ser eonsinuides com netvuras adequadas © om combinagae cam a jespessura da suport de roleréneia. A espessura dos desempenos deverd ser tal quo, quando uma carga con ‘centiada for aplicada préximo ao centro da supericia, a flexaio maxima nao exceda 1 m/200 N, (© vator inite de flexo se aplica a superticios de referén- cia de dimensdes 400 mmx 250 mm e maloras. NOTA. Un ndtodo do ensaio esti dad no Anexo 8, 9 Acabamento superficial As suporliies de rofordneia dos desempenes classes 0 © 1 deverdo ser acabadas por rasqueteamento ou outro recesso que obtenha uma superficie similar. Desempe- hos classes 2 © 3 poderio ser acabados pelo mesmo processo ou par usinagem. ‘A superticie de contato nao deve ser menor que 20% para classe 0, 18% para classe 1 e 10% para classes 2 ¢ 8, Os pontes altos devem estar uniformemente distribuidos jom da drea de contato no deve ser tao al tapara nfo causar aderéncia, NOTA.4- Limmstede de avaliagdo da dtea de contato ¢ dado no Avex 8. 10Caractetisticas gorais 10.4 Apoio dos desempenos Todos os desempenos doverdo ser apolados sobte Irés, pontes. As superficies maiores que 1 000 mim x 630 min dover ter npoios de seguranga, Os apolos deverdo ser posicionados dentro dos limites da superficie de refe- réncia, de modo a minimizar a flexéio, NOTAS-Q alicia dine annine rte tater eno NBR NM 104:1998, 7 Medidas preferenciales Las medidas preferenciales de las mesas do trazado y ddo control se indican en la Tabla 1. Si fueran requeridos otros tamaiios de mesas deben aplicarse las exigoncias [Link] norma, Las longitudes de las superficios do las mesas de trazado y de control deberén estar dentro de = 5% de las medidas hominales. NOTA 1 - Puede haber un period de transicién, sin embargo hasta que los stocks exstentes sean agotados antes que las medises especiicadas en este proyecto susttuyan los modelos ‘actuaimente en uso, Durante este petiods las Normas borcosut no precisan ser atendidas denito dol 5% de tolerancia mandatoia, NOTA 2 - Las longitudes nominates de tas suporticios lateralos do las mosas so ostablecen segun la serlo AS do Nimoros Proleridos, con excopaion do la mesa de tamane 2 000 mm x 1 000 mm, que esta inciuicn por ser un tamano largamente utlizado, eungue 2.000 mm no corresponda aun rlmero dela seta RS BRigidéz Las mesas de tazado y de contro! de fundisién de hiona ‘deben sor construidas con newaduras adecuadas yen ‘cormbinacién con ol esposor de fa suporicie de referencia, El ‘espesor de las meses debera ser tal que, cuando una carga ‘concenirada se aplica proxima al centro de la superficie, a flexign mximano sera mayor que 1 ynvZ00 N, El valor limite de flexién se aplica a superiicies de relerencia de medidas de 400 mm x 250 mm y mayores, NOTAS- Unmdtodo de ensayo se ingiea en of Anexa 8 9 Acabado Superficial La superficie de roforencia, de las mesas de trezado y de control clase Oy 1, serdn terminadas por rasqueteado u otro proceso que ebtonga una superficie similar. Las mesas de trazado y de control clase 2 y 3, podrin ser {erminadas por el mismo proceso 0 por maquinado, La superticie de contacto no debe ser menor que 20% ppara clases 0, 15% para clase 1 y 10% para clase 2. ‘Los puntos altos deben estar uniformemente dlstribuidos y ol porcentaje del area de contacto no debe ser alto para no causar adhorencia, NOTA 4 Un metodo de evaluacién del dtea de contacto se indeaenel Anaxo 8, 10Caracteristicas generales 410.1 Apoyo de las mesas de trazado y de controt Todas las mesas deberén ser apoyadas sobre tres Puntos. Las supertiies mayores que 1 000 mm x 630 ‘mm, deberén tener apoyas de seguridad. Los epoyos deberan ubicarse dentro de Ios limites de la superficie de referencia de mode de minimizar la flexién NBR NM 104:1998 Os apoios devem ser usinados, com bom acabamento supertical, 10.2 Proje¢io da superticie de referéncia ‘A supotticie de releréncia de cada desempeno de ta- ‘maniie 400 mm x 250 min © maiores dave estender-se ‘no minimo 25 mm além da estrutura em todos 08 lads. A pare inerior da superficie estendida deve ser plana, para © uso cle qiaripos. Isto ndo 6 obrigatéria para desem- pperios com tamanhos inferfores a 400 mm x 250 mm, po- 161n, se forfeto, a superticie de referéncia deve estender- 59 no minimo 20 mm @ dove ser plana em sua parte in- fetior 10.8 Outras superticies Se © comprador solictar que as supetticies sojam aca: bbadas com planeza, se mantenham paralelas e perpen. ulaies ene si, as tlerdncias devem ser especificadas no porlde de compra, J As cuport iorais ou as extremidades deverdo ser |] acabadas licas. Todas as arestas @ eantos cevem ser atedondados com raio nae menor que 2 min, Alternativar hnicnte, as aiestas e cantos vivos poderso ser chantrados ‘cont im Angulo de aproximadamente 45°, 10.4 Tronsporte npenes deverdo estar provides de moios con les para 9 transporte, 10.5 tiétocos de fixagao (por exemplo, furos roscados ‘ou guns) (© us0 de furos roscados com 0 propésite de fixagio nos desemponos pode causar distorgées da supedicie de referéncia, so for apicado um torque excessive de ficagio. Fica a crzério do comprader se furos rescados ou guias ‘devem ser providos com os desompencs. 11 Exalidao- Tolerancia de planeza 11.4 Goneralidades 820 aplicudas duas tolerancias de planeza, uma para to- dda superticie de referéneia e outra para qualquer area doterminada de 260 mm x 250 mm desta superticie de reteréncia, ‘ zon da borda euja largura nao deve exceder 25% do lado menor com 0 maximo de 20 mm deve sor exeluica dos requisitos para exatiddo, com a condigao de que ‘nenhum ponto sobre a zona da borda seja mais alto que © resto da superficie de roferéncia do desempeno. 11.2 Planeza da superficie total de referéncia © erro de planeza da suporficie de raferéncia nao deve ‘exceder a folerdncia para o tamanho e classe de exatidao especificados na Tabela 1 NOTA 6 - Os metodos de calbrago eso leads 159 Anse x08, Los apoyos deben ser mocanizados con buen acabado superical 10.2 Extonsién de la superticie de referencia La supettcie de referencia de cada mesa de trazado y de control de tamafio 400 mm x 250 mm y mayores, debe extenderse como minimo 25 mm fuera de la estructura fen tados los lados. La parte inferior de la suparticie fextencida debe ser plana, para el uso de sujstadores. Esto noes obligatorio para mesas de trazade y de control con tamafios menores que 400 mm x 250 mm, pero sise hace, la superficie de referencia debe extendarse, como Iinimo, 20 mm y debe ser plana en su pare inferios. 10.8 Otras superticies Si el comprador solicita que las supetficies sean {otminadas con planicidad, y quo so mantengan paralelas y perpendiculares entre si, las tolorancias deben ser ‘especilicadas en el podiddo de compra. Las supetficies laterales ons extromidades se terminariin lisas. Todas las aristas debon ser redondoadas con un radio no menor de 2 mm. Alternativamente, las arsias y esquinas vivas podtén ser challanadas con un éngulo de aproximadamente 45° 10.4 Transporte Los mesas estardn provistas de medics convenienies para el transporte, 10.5 Métodos de fijacién (por ejemplo, agujeros roseados 0 guias) El uso de agujeros roscades con el propésite de fjaclén fen las mesas puede causar distorsiones de la cuperticie do relerencia si se aplica un momento torsor excesive de fijacién. Queda @ ctiterio dol comprador si los agujetos Toscatios 0 guias daben ser provistas con las mesas. ‘11 Bxactitud - Tolerancia de planicidad 11-4 Goneralidades Son aplicadas dos tolerancias de pienicidad , una para toda la supericie de referencia y otra para cualquier 4rea determinada de 250 mm x 250 mm, de la superficie de rolerencia, La zona del borde cuyo ancho no debe ser mayor que el 2% dal lado menor con un maximo de 20 mm, debe ser excluida de los requisitos de exactitud, con ia eondicién ue ningin punto sobre la zona del borde sea més allo ‘que el resto de la superficie de referencia de la mosa 11.2 Planicidad de la superficie total de referencia El error de planicidad de ta suport de referencia no debe ser mayor que la tolerancia para el tamatio y clase de exacttud especificade en la Tabla t NOTA S-Los mélodos do calibration se nent Anes NBR NM 104:1998 =, Tabela 1 -Tolerancias dos erros de planeza da superficie total de referéncial Tabla 1- Tolerancias de los errores do planicidad de la superficie total de referencia Dimonsdes em mm, tolerancia emyim/ Medidas en min, tolerancias enjim Tolerancia - evor de planicidad - Supericte de referencia’ Tolerdincia - erro de planeza - Superficie de reteréncia [Comprimento da Dimensdes do | diagonal desempeno/ | (aproximadoy | Zona da borda’ ° 1 2 3 Mecidas dota | Longitud de la | Zona de bordo ‘mesa alagonal | (aproximado) Restangular? Roctanguier 160 107 188 2 3 6 2 25 soy iey | 296 3 38 7 14 aoe se | ar 6 a @ 16 32 “ea0xa00— | 748 8 . 10 20 39 1/000 x 630 1180 13 6 12 24 49 1600x1000" 1880 20 8 16 33 06 2.000 x1 000% 2236 20 36 19 Ey 75 2500 1 S00" 2960 20 116 23 ro 92 Guadrader Cuadsado 250x250 354 5 35 7 15 30 400x400) 566 8 45 9 a7 34 630x630, 81 13 5 70 24 42 1000%7 000 tata 20 7 14 28 36 "Os eros para a tolerincias especiions estdo indicadas no Anox0D. ® As toleraneias dos ettos de planeza estio expressas pla arredondemento de 0.5 jm para desemponoe classe 0 1 pm para dosempenos easeas 1,2 9, 3! Estes deseimpenos sao fomactdos eom mais de trés apoios. Normaimente, loge que.o desempene tana sido cudadosament riveledo por meio dos és principals paratusos de nivelament, (0s polos restanles deverto ser ajustados de modo que o% ‘mesrbos quem em contato coma desempene sam pertrbar 6 ‘juste do nivelamento ou dando um minio ero de planeza, & teleréncia¢ apicada logo qua o8 apolos tenham sido ajustados eo desempenho insialao de moda acerdado erive o compraior © fabricante, Estos desempenos devem ser contiolados regularmenteparaassequrar quo oajusio no tena sido ateredo. Los enti paral tolerancias espacificaclas ostn indicados ent Anexo 0, Las tolerancias do los errres de planicidad estén expresadas por el rodondeo ae: 0.5 1m para mesas clase 0 ‘um para mesas clases 1,2y3. 3 Esias mesas son provides con mis de ties apoyos: Normalmente, luego que la mesa ha sido euidadosamente rivelada por medio de les tes torlioe principales de nivelacion, los apoyos restantes. so ajustardn de modo que tomen contacts ‘con fa mesa sin parturbar el ajusto de rivelacién o eando un ‘error minim de planicidad, La tlerancia es apicada luego Que fos apoyos han sido ajustads y la mesa inetalada dl modo ‘acotdadoenive el comprador el fatricant, Estas meses eben ser contoladas regularmente para asegurar que el ajuste ne ha sido altorado, NBR NM 104:1998 11.3 Planoza de qualquer sires localizada na superticic da superficie de releréncia nao deve exceder: a) 3,5 un para desempeno classe 0; | deteles 0 ero de planeza do qualquer area de 250 mm x 250 mm 'b) 7m para desompano classe 4; or no classe 2: ) 30 1m para desempene classe 3. NOTA 7 - As tlorinias eapecticatas sao as mesmas que as, ‘piendas para aplanaza de um desempena de 250 mm x 250 rm (ver Tabet 1). NOTA ® - Os dosempenos com um comprimonto de diago aimsner qu 254 mm no permite uma Sea de inspeqan do (mmm -neste caso, nia ge delerminam of eros 2 Kentiticagso in desempena deve ser gravado de forma legival e wnonte ou dove lovar uma placa de identificagio afixada em uma das superficies laterais, com caracteros io menores que & mun de altura, com as seguintes infor- pam a) nom do fabricante ou mares registrada; bb) numero de série; €) ntimero da Norma NM 104:1996; «) classe de exatido, 11.3 Planicidad de cualquior doa localizada en la superticie de referencia Eletor do planicidad de cualquier drea de 250 mim x250 mm, dela superficie de referenciano debe ser mayor quo: 8) 351m para mesas clase 0; ) Tym para mosas clase 1; uum para mesas clase: 1d) 301m para mesas clase 3 NOTA 7-- Las tolerancias especticadas son las mismas quo las ‘plicadas para la panied de una mesa de 250 mm x 250 mm ‘ver Tabla 1), NOTA. 8 - Las mesas con diagonal menor que 354 mm no permiten un area de inspeccion ce 250 mm x 250 mm. an dato ‘ato, no ee dolerminan los errres teclzados, 12 Identificacion Cada mesa debe ser grabada en forma legible y permanente, o debe llevar una placa de identiicacién fijada en una de sus superficies lateralos con caracteres| no menotes que 3 mm de altura, con las informaciones siguientes: fa) nombre del fabricante o marca registrada; bb) numero de serie; €) nlimero de Norma NM 104:1295; 0) clase de exactitud, JANEXO A, ‘Anexo A (informativo) Usos e cuidados com cesempenos de ferro fundido A.A O desempeno deverd ser instalado em um ambiento arojaro, com temperatura constante © controlada, Dove Ser protegido da luz solar direta e de correntes do at. E importante que esses nao causem um graciente verical do tomporatura entre as superticies do referénela ¢ infe- rlordo desempeno, Por exemplo: se existir uma dterenga petsistente de temperatura de 19C entre as superficie de releréncia e a inferior, em um desempeno de 1 000 mm do comprinisnto por 260 mm de espessura, Isto poders provocar uma deformagao aproximada de 5 um; isto Topresenta 80% da tolet’ncia total de fabricagdo de um desempena de 1 000 mm x 630 mm classe 0, NOTA 8 A forma celular da estutura © suas nervura, a 8 ppessure eatemonto fina da cuperticie superior do desampana sun condutvidada tunica ajudem a uma pronta ackmatagho Indesempara quedo a temperatura ambionto se faz uniore A.2.0 dasompeno dover ser apolado adequadamente ® nivelaito. Os apoios deverdo estar localizados om uma estivel A Dove-se presiar ateng4io ao procedimento descrte para nivelamento dos desemponos [ver nota (8) da Tabe- lat}, ‘Af Os itons 8 © B.S roterem-se a rigidez de um desern- ppeno; deve-se tomar cuidado para nao sobrecarregar © desempano. Sugesties com respeito a eargas razoaveis sii dadas no Anexo C. A Um contalo pontual sobre um desempeno rasque teado ov usinado nao ¢ permilido, dovide &s iregula- tidades localizadas na superlicie de releréncia. © contato devera ser folto através de um blaco-padrio preferivelmente no maior que 10 mm ou através de uma, aga de tamanho e precisio similares, A.6 0 desempeno devera sor usado om toda a drea ttle hhunca centralizado em uma dea, A.7 O desempeno 6 um plano de referéncia que deverd ser protegido contra danos, A suparlicie de referéncia dave estar sempre impa de ps e oulras particulas. Quando 18 medigdes estae send efetuadas, um pano de lmpoza everd ser estendido sobre o dasempeno para epoiar equenas ferramentas e blocos-padrae. A.8 Um sinal comum de dano é a presenga de rebartaa sobre a superticie. O excesso de material devera ser re- movido com pedta abrasive; esta operagao deverd sar acompanhada de una fimpeza com pé abrasivo A oxidacao @ um sinal de negligéncia e maltrato. Isto pode ser reduzido impando-se freqlentemente a supert- cle de referencia quando esti em uso e em ocasives, frigcionande suavemento com uma superticie similar, usando um pouce de pasta de poli e paratina come lub: ficante NBR NM 104:1998 Anexo A (informative) Uscs y cuidados de las mesas de trazado y de control de fundicién de hierro ‘Ad La mesa de trazado y de contra! so instalard en un ambiente aireado con temperatura constante y conticlada, Debe ser protegida de la luz solar directa y de cortientes de aire, Es importante que éatos no causen ln graciente vertical de temperatura entre las superticies de referencia e inferior dela mesa, Por ejemplo: s9 existr tuna diferencia persistente de temperatura de 1°C entre la superficie de referencia y la inferior, en una mesa de 1000 mm de longitud por 250 mm de espesor, esto podré provecar una deformasién aproximads de Sm; lo que representa el 80% de Ia tolorancia total de fabricacién de una mesa de t 000mm x 630 mm clase 0 NOTA ®- La toma celular de la estructura y sus newvaduras, lespesor relativamente fina dela supericie spevicr de a mess y su conductvidad termica, ayudan a una pro aelmalacion do le:mesa cuando la temperatura ambiente sh unorms, ‘A.2 La mesa sera adecuadamente apoyada y nivelada, Los apoyos estardn localizados en una base estabio. A.3 Se debe prestar atencion al procedimionte dosciipto para la nivelacién de mesas de trazado y de control {ver nota (8) dela Tabla 1}, A.4 Los paragratos 8 y B.3 se relleron a ia righde2 de una ‘mesa; se debe tener precaucidn para no sabrecargar la ‘mesa, En el Anexo C se indican sugorencias respecto a las cargas razonables. A.5 Un contacto puntual sobre una mesa rasqueteada o ‘mecanizada no est permitido, debido a las irragularida- des localizadas en la superticie de rolerencia, El contacto debe electuarso a través de un bloque patrdn preteriblemente no mayor que 10 mm o a través de una Pieza de tamaiio y precision similar. AG La mesa debe sor usada en toda el toa tly nunca centralizado en un érea. A.7 La mesa es un plano de referencia que debe protegerse contra dahos La superficie de referencia debe estar siempre limpia de polvo y otras particulas. Cuando las mediciones se estén efectuand, debe oxtendarse sobre la mesa un paho de limpicza, para apoyar Pequefas herramientas y bloques patranes. A.8 Una sefial comin de dafo es la presencia de rebaba sobre la superficie.£I exceso de material debe ser emovido con piedra abrasiva, oporacién que debera ser acompatiada de una limpieza con pole abrasivo. La oxidacion es una serial de negligencia y maltrato, Esta puede ser reducida limpianda frecuentomente la superficie de referencia cuando est en uso y en ‘ocasiones friccionando suavemente con una superficie similar con un poco de pasia de pulir y parafina como lubricante, nto for usado durante alguns dias, a superticie devera ‘or revestida com anticorrosive, A.10 Os desempenos se desgasiam como resultado do Seu uso. © usudrio pode detectar a. sinal de desgaste ‘mediante a triegio do desempeno com outro da classe ‘Superior, exeminanda o aspecto da supertciefriccionada o/ou verificande a retitude ao longo das linhas tragadas Sobre a superticie do desempeno ou usando um calibra: dor de referéncia (vor Anexo B), A-11 Sugere-se aos usuérios ullizar a assisténcia técnica dos fabricantes para recondicionar seus desempenos, ccubieria. Sila mesa no fuere usada durante algunos dias, la superticie devera ser revestida con algiin anticorresivo. ‘A.10 Las mesas se desgastan como resultado de su uso, El usuario puede detectar la sefial de desgaste mediante la friceion de la mesa contra oa de clase superior examinando el aspecto de la supericie friccionada, yo Veriicando ta recttud a lo largo de lineas trazadas sobre la suporticie de la mesa o usando un calibredor de referencia (yer Anexo B). ‘A.11 Se sugiere alos usuarios utilizar asistencia técnica los fabricantes para reaconcicionar sus meses, JANEXOB, ‘Anexo B (informativo) Calibragao dos desempenos NOTA10- Vatios métodos de calibragio estée disponiveie # 05 etanes podem ser enconitados em fis ténicos; métodos tipiecs estac ‘esertos abaixo. .1 Evo de planeza da superticie total dereferéncia B.1.1 Os desempenos com acebamento usinado podem sr calyrados por comparagao com um desempeno de classe superior e de maior superici. Uma base comparadora robusta é movida sobre uma re- ‘20 da superficie de referéncia de um desempeno grande selecioniacia pelo seu minimo ero de planoza. O disposi- tivo de medica ¢ deslizado suavemente através de um braze extensivel da base em contato com um bloco-pa- \drao ou peca de tamanho similar (ver A), 0 qual é movido sobre o desompono a calibrar, Este método 6 apropriado para desermpenos pequenos. 1.1.2 Os desompenos grandes, com acabamento usina- ‘lo, podem tambéin ser ealibrados através da medigao do en de rotitude, ne fongo de varias Hnhas paralelas 2s suparficios laterals e diagonals, por comparago com uma régua de reteréncia, Os resultados séo integra dos para a determinagao do erro de planeza, relacionan- do 08 mesmos ao ponto contral do desempeno onde as das diagonais so cruzam e em outros pontos onde as [Link] se interseceionam, 8.1.3 Os desemponos também podlom ser calibrados por mediao da retituce ao longo de varias linhas sobre © descmpcno, usando um bloco, que é movie ae longo {de uma finha, passo a passo, que se inclina de acordo ‘comos etros de retitude. As inclinagSes podem sor medidas com um nival de bolha ‘ou eletidnico, com um bloce de tammanho aprepriado, com largura suficiente para transportar 0 nivel. O desempeno dove ser sulicientemente rigido para nao flexionar pela carga do nivel e do bloco. A tundagiio devera ser estavel co suliciente para ndo desnivelar-se devide aos movimen- tos do eperador © dos aparelhos. Altemativamente, um instrumanto éptico deneminado "Autocolimacior® ¢ aprepriado pata observar as incl 028 do bloco sobre a superficie do desempeno, satis- fazondo com isto parte desta Norma. Os dasempenos classe 0 requerem uma sensiblidade de leitura de arco de 1 segundo (5 mm); instrumentes menos sensiveis podem ser utlizados para desempenos menos precisos. B.2Erro de planeza om uma superficie localizada 8.2.1 Recomenda-se uma avaliagaa do erro de planeza fom uma supertcie localizada para desempenos novos: ‘aigm disso 6 necessario quando se suspeita da existencia do desgaste ou se a superficie de referéncia néo apresenta um plano consistente. B.2.2 Apesar dos métod desctitos om B.1, pode-se NBR NM 104:1998 Anexo B (informativo) Calibracién de las mesas de trazado y de control NOTA 10 - Vatios maétodos de calibracion estin disponibles y los detalles pueden ser encontrados en libros técricos. Los rmatodostsieos se describen 8 contnuacen, B.1 Error de planicidad de la superficie total de referencia B.1.1 Las mesas de trazado y de control mecanizadas pueden ser callbradas por comparacién con una mesa de clase superior y de mayor supericie. Una base comparadora robusta se mueve sobre una zona de la superticie de referencia de la mesa grande soleccionada por su minimo error de planitud, El ispositivo de mecicion es destizado suavemente atraves, do un brazo extensible de la base en contacto con un bloque patron o pieza de tamaro similar (ver A.5), el cual es movido sobre In mesa de calibrar. Este método os apropiado para mesas pequeiias B.1.2 Las mosas grandes con terminackin mecanizada, pueden ser tambien calibradas a través de la medicion del error de rectitud, a lo lag de varias lineas paralolas a as supotticias laterales y de las diagonales, por ‘comparacién con una regia de referencia. Los resultados ‘son integrades para la doterminacién del error de planicidad, relacionando los mismos al punto central de la mosa donde 9 cortan las diagonales y en otros puntos ‘donde las lineas trazadas se intersectan. B.1.3 Las mesas también pueden ser calibrades por rmedicién de la rectitud allo largo de vatias lineas sobre la ‘mesa usando un bleque, que es movico a lo largo de una, linea, paso a paso, y que se inclina de acuerdo con los cerores de rectitud. Las inctinaciones pueden ser medidas con_un nivel de bbutbuja o electrénico, con un blaque de tamafo apropiado ‘con un largo suticiento como para ttansportar el nivel. La ‘mesa debe ser lo sullciontomente rigid para no flexionar por la carga del nivel y dol bloque. La fundacién deberd ser lo sulcientemente estable para no desnivelarse debido alos movimientos del operador y de los aparatos Allemativamente, un instrumente dptico denominade ‘Autocolimador", es apropiado para observar las inclinaciones del Bloque sobre Ia supericie de la mesa, satistaciendo con esto parte de esta Norma. Las mesas Clase 0 requieren una sensibilidad de lectura de arco de 4 segundo (5 um/m); los instrumentos menos sensibles pueden ser ulizados para mesas menos procisas. B.2Errorde planicidad en una supertici calizada 8.2.1 Se recomienda una evaluacién del error de Planicidad en una suporiicie localizada para mesas ‘nuevas, ademés es necesario cuando se sospecha la existencia de desgaste o si ta supottice de referencia no presenta un plano consistonto 8.2.2 Apesar de los métodos deseriptoe an 8.7 se pi NBR NM 104:1998 {as no lovantemento total. Por consaguinte, uma avaliagSo da planoza dessas reas é necesséria, Para este pro- pésito os métodos descritos em B.1 podem ser aplicados ‘om varias posigées de mecigao, Entrotanto, este camino @ trabalhoso, Alternativamonte, visto que os erros de pla. hhoza lovalizados afetam o dasempeno como plano de Feferéncia, estes podem ser avaliadas por um calibrador e referéneia. Um exemplo tipico de calibrador de refee ‘Gncia ¢ mostrado na Figura B.1, © mesmo deve ser mo. vvido sobre a superticie de referéncia @ consiste em uma bbase com trés contatos fixos que representam um plano, luma oxtensio que trensporta um indicador sensivel ¢ lum epalpador conectade par uma mola em contato com © desempeno, Rlocomenda-se que o isolamento dos manipulos seja ‘sdequulo para isolar o calor das maes com o dispositive e facilitar sua utlizagao, [Link] sequinte procedimento é recomendado: 9) Avaliar visuaimente a supericie de referencia para obseivar qualquer izegularidade aparente, Os resuk tados da. medieao de planeza total deverto ser estu- adas para identiicar onde ecorrem grandes mu ‘dangas na superficie, Uina varredura répica total do desempeno deve ser feita com um calibrador de re- for2ncia, para identilicar as éroas de maior vaiacao, ») Verilicar as superiicios em que o calibrador de re- feréncia mostra variagées de leitura excedendo a folerancia ce planoza lecalizada, usando os mélodos pscites em B.t 100 1 Cen el relevamionto total. Por lo que es necesario una ‘ovaluacion de Ia planicidad de asas areas. Para ésio Propésilo los métodos descriptos en B.1 pueden ser ‘aplicados en varias posiciones de medicién. Sin embargo ‘este camino es trabajoso. Alternativamente, visto que los ertores de planicidad localizados afectan a la mesa como plano de referencia, éstos pueden ser evaluacos por un Calibrador de reterencia. Un ejomplo tipico de calbrador de referencia se indica en la Figura B.1, Este debe ser ‘movido sobre la supericie de referencia y consiste en luna base con tres contactos fijos que representan un plano, una extensién que transporta un indicador sensible ¥ un palpador conectado por un resorte en contacto con lamesa, Se recomienda que el aistamiento de los manipuladores sea adecuado para eislar el calor de fas manos con el ispesitivo y taciltar su ulizacién, 8.2.3 Se recomienda ol procedimiento siguiente a) Se evaltia visualmente Ia supeticie de referencia, para detectar cualquier rreguiaridad aparente. Deben ‘evaluarse los resultados de la medicién de planicidad {otal para identiicar donde ocurren grandes canibios fn la supericie. El bartido rapide total de la mesa debe roalizarse con un calibrador de referencia, para ‘dentiicar las superticies de mayor vatiacién, +b) So veriican las superficies en que el caliorador de referencia muestra vatlaciones de lectura mayoros que la tolerancia de planicidad localizada, usando {os métodos descriptos en 8.1 100 7 4 apoias copianares com corea ‘do 280 mos de area! 4 apoyos coplanares cerca ae 260 mado arse Maniputoss “wanppuradores l ra B.8 Calibrepao de rigidez 8.3.1 Um desempeno sendo submetido a uma ealibragio e rigidez esta ilustrado na Figura B.2a). © dispositive ‘usado compreende essencialmente: wiga (A) ineorporando um indieadbor sensive (>) ») um suporte para sustontar a massa central (®) in- dependente da viga; ©) um nuimero de massas necessatias (C) [ver Figu- 11 8.2a)0 Tabola C1) in cy nontagon do dispositive, com o suporte de contrat (B) som enrga, esta ilustrada na Fig fo diepesilive esta om equilibria sobre seus ts A vigit ume estrutura rigid, a qual esta suportada sobre icis apoios (D), podondo cada um ser posicionado 20 longo do comprimento da viga, Um terceito apoio (E) (ver Figura 8.2b) esta posicianado centralmente ao longo da Vion, porem siescentrado lateralmente, mantendo estvel a viga, Uni indicader sensivel (F), com a ponta de seu Contato proscionada contra a auperticie do desom- pen, esi rigidamente fixado ao centro da viga, (© suporte cential para eustentar a massa é independento da viga, podlendo ser movido, dentro de limites, sobre 0 ddesempeno com movimento relative & viga. O apoio des- ccentratio (E}, em digo 4 sua pringjpal lunge de equi- ibrar, serve também para dar um ajuste fine para a regu: agom do zc10 do instrument indicador (F) que esta ligeiramente descentrado em relagdo a linha de centro os apaios (D). UE wo deve sor poqueno ‘om relagiio a0 descontrado do apoio (E), caso se deseje nizar as imporleigéies nas cimenses} ‘A caiga aplicada dove ser proporcional ao tamanho do esempeno ©, normalmente, ndo deve ser tio grande ‘capaz de causar uma floxio no desempeno maior que a metade da tolordncia permitida para 0 ero de planeza total (wer Tabela 1, Anexo C)) A toa central sobre a qual a carga 6 aplicada deve ‘abranger um circulo de 120 mm de diametro para deson enos pequenos até um circulo de 300 mm de dimatto para desempenos grandes. 8.3.2 Ajustar os apoios da viga longitudinaimente, pposicionando-os na extensdo da diagonal do desempens ‘ ensaiar, ajustaro indicador de lotura sobre o dasompe- hho quando a viga esiiver em posigsio e anotar sua leita, ‘Apés, cartegar 0 suporte central com uma massa e anotar novamente a letura do indieador, e depois repetira leitura inigial removendo a carga. 8.3.3 diferenca entre as leituras do indieador para uma concizao do carga © sem carga dard a flexio do de- ‘sempeno sah rarna anenrte NBR NM 104:1998 B.S. Calibracion de rigidez B.3.1 Una mesa de trazado y control somotida a un calibragdo de rigidoz esta ilustrada en ta Figura B.2a), dispositive utilzado comprende escencialmente : 2) una viga (A) con un indicader b).un soporte para sustentar la masa central (B) indepenciente de la viga; ©) un niimero de masas necesatias (C) (ver Figura B.2a} y Tabla C1) Una vista del montaje del cispositivo, masa central (B) sin carga, esti B.2b); el dispositive esta en equilbrio sobre sus apoyos, La viga es una estructura rigida, soportada sobre dos ‘apoyos (D) puciendo cada uno ser ubieado a lo largo de la longitud de le viga. Un tercer apoyo (E) (Ver Figura 8.2b), esté ubicado en el centro a fo largo do la vviga pero descentrade lateralmente, mantione stable Ia viga. Un indicador sensible (F), con una punta de su ‘contacto presionada contra la suporticie de la mesa, esta rigidamento fjado al centro de la vign Elsoponte central para sustentar la masa e independiente de la viga puede movorse dentra de ciertos limites, sobre la mesa con movimiento relative a fa vige. El apoyo descentrado (E), ademas de su funcion principal de ‘equilibrar, sirve también para dar un ajuste fino para la regulacién del cero dol instrumenio indicador (F) que esta ligeramente descentrado en relacidn a la lines ae Centro de los dos apoyos (0). (Este descentrade debe ‘ser poqueno respecto al doscontrada del apoyo (E), si se desea minimizar las imprecisiones en las mediciones) La carga aplicada debe ser proporcienal al amaiio de la ‘mesa y, normaimente, no debe ser tan grande como para causar una flexién en la mesa mayor quo fa mitad de la totorancia permitida para el error de planicisad total (ver Tabla 1, Anexo C) El drea central sobre Ia cual se aplica la carga, debe ‘barcar un citeulo de 120 mm de didmatro para mesas Pequeitas, hasta un cireulo de 00 mm de diémetro para mesas grandes, \ 7 \ B.3.2 Se ajustan los apoyos de la viga longitudinalmente, Ubjodndolos en la extension de la diagonal de la mosa a censayar,y se ajusta el indicador de lectura sobre la mesa cuando la viga este en posicién y se anota su leciura, Luego se carga el soporte central con una masa y so anota nuevamente fa lectura del indicador, después se rept la lectura inical quitanco a carga 8.3.3 La diferencia entre las lecturas del indicador, para luna condicién de carga y sin carga, dacé la flexion Ge la NBR NM 104:1998 “= Desempeno a ansalar? ‘Mesaa ensayar 2) Vist ateral © = t ® € Dosempena a ensaiar Masa a ensayar Mista trontal AViga &) Suporte contal de massa/Sopore central de masa ©) Massa(s) para apicapéo de cargaitasa(s) para apicacén de carea D) Apoios (doisy/Apoyas (aos) ) Terceto epoio/Tercer apoyo F) Indicador sonsivelindicador sensible B.A Avaliacdo da érea de contato (Um método para determinar a proporgao da area de con- lato de um desempeno rasqueteado implica 0 azula- mento da suparticie de referéncia e a triegao com outa supelicie apropriada; dessa manoira pequenas érees de cantato formam *pontos brihhantes". Apés o azulamento e riccao, colocar sobre a supetticie de referéncia uma pequena placa de vidro sobre a qual uma supericie de 50 mm x 0 mm tenha sido riscada em 400 pequenos ‘quadrados de 2,5 mm x 2,5 mm. A seguir inspecionar vi= ialmente cada pequeno quadrado e fazer uma anota ‘30 estimada (em décimos) das areas quo estéo ocupa- das por ‘pontos brihhantes. ‘A soma de todas estas tragbes, dividida por quatro, da ‘uma potcentagom da area de contato da euperticie da na onsaiada, ‘Apds analisar varias placas utlizando este método e con- frontando os resultados com a aparéncia geral das areas de contato inspocionadas visualmente, pode-se coneluit ue a porcentagem de area de contalo de um dasempeno pode ser ensininda pela avalingao de sua aparéneia gral, NBR NM 104:1998 B.4 Evaluacién del area de contacto Un método para determinar la progotcion del area de Contacto, de una mesa de trazadoy de contal rasqusteada, consiste en el azulamiento de la superficie de referencia y la fricién con otra supericie apropiada, de este modo toda pequefia drea de contacto forma ‘puntos brllantes". Luego del azulamiento y la ticcidn,se coloca sobre la supericie de referencia una pequefia placa de vidio sobie Jacudl una supericie de 50 mm x 50 mm ha sido rayada en 400 pequefios cuadrados do 2,5 mm x 2,6 mm. A ccontinuacién s0 inspecciona visualmente cada pequeno cuadrado y se anota en forma estimada (on décimes) las areas que estén coupadas por ‘puntos beiantes La suma de todas estas fracciones, dividida por cuatro da un porcentaje del area de contacto de superficie do zona ensayada, Luego de analizar varias mesas utllzando este metodo y Conirontando fos resultados con la apatiencia general de las reas de contacto inspeccionadas visualmente, se puede conclu que el porcentaje de area de contacto do luna mesa puede sor estimado por Ia evaluacién de su apationcia gonoral JANEXOC. NBR NM 104:1998 ‘Anexo C (informative) Resistncia a flexdo de desempenos de ferro fundido, sob carga © valor limite para tlexdo (exemple: 1 jim/200 N) como etd dado no itom 8 se aplica @ todas as classes de dosempenos de tamanhos 400 mm x260 mm e maiores. A estrutura, nervuras e espessura da superticie dos de- ‘sompenos de ferro fundido devem ser projetadas para satisfazer aos requisites de rigidez. Contudo 0 usutio dove buscar inlormagdes sobrea carga que 2 desempeno pode suportar. Os valores da Tabela C.1 dao a massa ‘aproximada, em quilogramas, de carga concentrada quo dove causar a maxima flexao correspondente & metade da tolerancia do erro de planeza total HOTA 11+ A Tatiola 6.1 permite contlar a carga © comple ‘mentar 9 estabolocklo om A.4, As talorancias grands idicadas para os cis de planeza total, do desempenos de classe 23, poem induzir a uitiizar cargs maiores e, consequentement, sobiecorreqar as bases; os valores maximos oa Tabla C1 tem sido hnitados a 800 kg. Recomenda-re distibur as carg88 sobte a superficie ut sempre qua as condigées pormiirem, Anexo C (informative) Resistencia alla lexion de mesas de trazado y de control de fundicién de hierro, bajo carga El valor limite para la tlexién (@j.: 1 jum / 200 N) como se Indica en iten 8, se aplica a todas las clases de mesas de lamafio 400mm x 250mm y mayores. La estructura, nervadutas y espesor de la superficie de las ‘mesas de fundicion de hero, doben sor proyectadss para Salisfacer les requisitos de rigidez. No ebstante el usuario debe buscer informacisn sobre la carga que la mesa pueda soportar. Los valores de la Tabla C.1 ingican la masa aproximada, en Kilogramos, de carga coneentiada que debe causar la méxima flexién, correspondionta ala mitad dela tolerancia dal error de planicidad total, NOTA 11: La Tabla C1 pomia contra carga y complemen ssablecido on A, Lastolerancias grandes infeadasporaloseores| so panic total, de mesas de tazado y de conf clases 2 & pueden induc a utlizar cargas mayores y oonsecuentemente, ‘sobrecargar las basos; ls valores msios ela Tabla 1 ee liitados a 600 hg, Se rocorionda cisinbuir as cargas scbve te supatie dl eiompre quotes cendicionos lopomian, ‘Tabola C.1 - Maxima carga concentrada para desempenos de ferro fundido (ver também D.2)/ Tabla €.1- Carga maxima concentrada para meses de trazado y control de lundicién de hietro (ver también D.2) Dimensées em mm e massa em kg/ Medias en mm ymasaen kg ‘Massa em carga concentrada que devera causar uma flexdio maxima ‘com a meade do erro de planoza total, especiticado na Tabola 1, para desempenes de classes! ‘Masa en carga concentrada que deberd causar una flexidn maxima ‘com la mitad det error de planicidad total, especiicado en la Tabla 1, Para mesas do clases Dimensdes do desempenoy Medias de la mesa a ' e a Retangular! Rectangular 400x250 40 80. 160 320 630x400 50 100 200 390 1000x630 60 120 240 490 11900 1 000 80. 160 320 500 2.000%1 000) 25 190 380 800 2500x1600 115 230 460 800 Quadrado/ Cuadrado 400x400 45 80 170 340 630 x 630 50 100 210 420 anny + nnn NBR NM 104:1998 Anexo D (informative) Tolerancias basicas Da Critérios para as tolerancias conforme a Tabelat 1.1.1 Osvalotes especitieados na Tabela | estéiobasea- dos na soguinte féemula: = OIL +2 onde: 1 = folerdinola do erro de planeza total, em microme- os = comprimento da diagonal do desempeno, arte donsdade para préxime de 100 mn; Ct C2 = constantes conforme a classe do desom- ppeno (ver Tabela D1). D.1.2 No caso de desempenos cujas dimensées dire das cimensdes proferenciais (por exemplo, aquelas no dadas na Tabola 1), atolerdncia do erro de planeza total deve sor ealculnda usando a férmula dada em D.1.1, D.2Critérios da TabelaC.1 A Tabela C.1 exprosca uma maxima carga para floxdo, ‘quo nfio dove exceder a metade da toleraneia do erro de pplaneza total apropriado para o tamanho @ classe do de- sampeno, Exempla Na Tabola 1, a tolerancia da erro de planeza total de um desempeno de 400 mm x 250 mm, classe 0, ¢ de 4 yim, ‘onde a metade da tolerancia (oxomplo: 2 ym) dove ser 0 ‘maximo permitido para flexio. Isto corresponde a uma forga nao maior quo 400 N_(exemplo: 2 x 200N; ver 8), ou aproximadamente 40 kg de massa aluando como carga (ver Tabela C.1). Anexo D {informative} Tolerancias basicas D.{ Criterios para las tolerancias de acuerdo con laTablat D.1.1. Los valores especiticados en la Tabla 1 estén bbasados en la f6rmula siguiente: ciL+c2 siendo: 1 = la tolerancia de error de planicidad total, en mmicrémetros; la longitud de la diagonal de ia mesa, redondeada para los proximos 100 mm; Cl y C2 = constantes do acuordo con fa clase do mesa (ver Tabla D.1) D.1.2 En el caso de mesas cuyas medidas difieran de las preferenciales (por e}: aquellas no indicadas en la ‘Tabla 1) la tolerancia del error de planicidad total debe calcularse usando la formula dada en 0.1.1. D.2 Criterios dele Tabla C1 La Tabla C.1 exprosa una carga maxima para flexién, que no debe ser mayor que la mitad de la tolerancia del feror de planicidad total apropiado para tama y clase de mesa, Ejemplo En a Tabla 1, la tolerancia dol ortor de planicidad de una mesa de 400 mm x 250 mm clase 0 es de 4 umm, donde la mitad de la tolorancia (ej 2 1m) debe ser el maximo ppermitico para flexién. Esto corresponde a una fuerza no mayor que 400 N (@j.:.2 x 200 N; ver 8), 0 ‘aproximadamente 40 kg de masa aciuando como carga (ver Tabla C.1). Tabola DA -Valores de C1 ec2 Tabla D.1 - Valores de C1 y.C2 Classe do desempeno/ or c2 Giase ae mesa ° 0,003 25 1 0,008 5 2 o12 10 3 0,024 20

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