MJ Roberts
MJ Roberts
Análisis de la transformada
de Fourier de señales y sistemas
6.1 INTRODUCCIÓN Y OBJETIVOS •íf) í s ft'i •Víii'j:/^'.ri • •- : \ X ¡
X(/)H,(/)
H,(/)
+i
X(/)- + ) ^ Y(/) = X(/)H,(/) + X ( / ) H 2 ( / ) = X(/)[Hi(/) + H 2 ( / ) ]
+y
F I G U R A 6.3
X(/)H,(/)
Conexión en paralelo
de sistemas en el do-
X(/)- Hi(/) + H,(/) Y(/)
minio de la frecuencia.
x(í)
Cadena de bits binarios de la banda base
Í((JLS)
„> •
F I G U R A 6.4
Una cadena de bits
binarios de la banda
base y la variación de iíff.
potencia de señal con /(MHz)
la frecuencia.
Señal en TD formada al muestrear la presión manométrica
en un proceso industrial a 1 muestra por segundo
6.2 Respuesta en
frecuencia
20, 60
m 40
F I G U R A 6.5
iiiW '3b A ^ U n a señal en T D y su
variación de potencia
—I- c o n la frecuencia en
-1.5 -1 -0.5 0.5 1.5 TD.
p o d r í a ser aleatoria. N o se c u e n t a con una descripción exacta de la señal. N o obstante, el receptor suele
diseñarse con a l g ú n c o n o c i m i e n t o de las características de las señales; p o r lo c o m ú n , el t i e m p o o c u p a d o
p o r u n bit y el m é t o d o utilizado para codificar los bits de transmisión. C o n este c o n o c i m i e n t o es p o s i b l e
efectuar m u y b u e n a s e s t i m a c i o n e s de c ó m o varía la p o t e n c i a de las señales, en p r o m e d i o , c o n la fre-
cuencia. C o n o c i e n d o eso es posible diseñar u n p r o c e s a d o r de señales a p r o p i a d o .
U n e j e m p l o m á s sería u n sistema de i n s t r u m e n t a c i ó n q u e m i d a presión, temperatura, flujo, etc., en
u n p r o c e s o industrial. N o se sabe e x a c t a m e n t e c ó m o varían los p a r á m e t r o s de estos p r o c e s o s . A pesar de
eso, sus variaciones se e n c u e n t r a n n o r m a l m e n t e dentro de algún inter\'alo c o n o c i d o y es posible que n o
varíen m á s q u e alguna velocidad m á x i m a d e b i d o a las limitaciones físicas del p r o c e s o . D e n u e v o , este
c o n o c i m i e n t o p e r m i t e diseñar u n sistema de p r o c e s a m i e n t o a p r o p i a d o .
C o m o u n p r o b l e m a de análisis e x a c t o , el e s t u d i o de estas señales, c u a n d o se modifican m e d i a n t e
sistemas LIT, es u n a tarea i m p o s i b l e . Sin e m b a r g o , así son los p r o b l e m a s de ingeniería reales. Se suele
diseñar sistemas p a r a p r o c e s a r u n cierto tipo de señal, n o u n a señal c o n o c i d a exacta. Sólo se necesita
saber suficiente acerca de la señal p a r a diseñar el sistema q u e la p r o c e s e y que logre el objetivo d e s e a d o .
f-^ / (ms)
V i
16
an ja m
4 6 8 10 12 14
F I G U R A 6.6
U n a cadena de bits
binarios codificada por
c o n m u t a c i ó n binaria
por desplazamiento de
fase binaria y su
variación de potencia
I ^ ^ 1 - — I — h - /(kHz) de la señal c o n la
-10 -8 -6 -4 -2 8 10 frecuencia.
E s t e tipo de señales suelen tratarse c o m o si fueran aleatorias. Se p r e s e n t a la siguiente pregunta:
analizar la r e s p u e s t a de u n s i s t e m a a u n a señal q u e es aleatoria? ¿ C ó m o diseñar sistemas para p r :
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
señales q u e son aleatorias?
mada de Fourier de A u n c u a n d o u n a señal p u e d e ser aleatoria, se suele c o n o c e r algo d e ella. A m e n u d o se C C E ;
señales y sistemas espectro de potencia a p r o x i m a d o . Se tiene u n a descripción a p r o x i m a d a d e la p o t e n c i a de la >r-
excitación en el d o m i n i o de la frecuencia. E s natural en este p u n t o p r e g u n t a r c ó m o se p u e d e ,
e s p e c t r o d e la señal en vista de q u e n o se d i s p o n e de u n a d e s c r i p c i ó n m a t e m á t i c a de ella. Se:
medirla. E x i s t e n m u c h a s m a n e r a s de m e d i r el e s p e c t r o de p o t e n c i a d e u n a señal. U n a f o r .
través del u s o d e filtros. <
DISTORSIÓN
E l t é r m i n o / í / í r o pasabajas define a u n dispositivo q u e pasa la p o t e n c i a d e las bajas frecuencias d e I t
señal y detiene la p o t e n c i a de las altas frecuencias d e la señal. U n filtro pasabajas ideal pasaría todas tm
potencias de señal a frecuencias p o r debajo d e cierto m á x i m o , sin distorsionar en a b s o l u t o la seaa¡ em
e s e intervalo, y e l i m i n a r í a o b l o q u e a r í a completamente todas las p o t e n c i a s d e la señal a frecuencias
e n c i m a de ese m á x i m o . E s i m p o r t a n t e a q u í definir con precisión lo q u e se e n t i e n d e p o r distorsiór.. hi
distorsión se c o n s t r u y e c o m ú n m e n t e en el análisis de señales y sistemas p a r a referirse a q u e la f o n t ^ j e
la señal se ha alterado. E s t o n o quiere decir q u e si se c a m b i a la señal n e c e s a r i a m e n t e se distorsiona. I m
multiplicación de la señal p o r u n a constante de ganancia o d e s p l a z a m i e n t o en el t i e m p o d e la señal am.
c a m b i o s q u e n o se c o n s i d e r a n c o m o u n a distorsión.
/ - S u p o n g a q u e u n a señal x(í) e n T C y u n a señal x[n] en T D tienen las f o r m a s ilustradas en la p a r e
superior de la figura 6.7. E n ese c a s o las señales en la p a r e
Señal en TC original Señal en TD original inferior de la figura 6.7 son versiones n o d i s t o r s i o n a d a a e
x[«] esas señales. L a figura 6.8 ilustra dos tipos d e distorsióa.
L a r e s p u e s t a de u n filtro (y de cualquier sistema L I T
1 + es la c o n v o l u c i ó n de su excitación con su respuesta ai m -
p u l s o . C u a l q u i e r señal c o n v o l u c i o n a d a c o n u n i m p u l s o » -
tario en el origen p e r m a n e c e inalterada, x(í) * 8(r) = xi i'. Se
32 el i m p u l s o tiene u n a i n t e n s i d a d diferente de u n o , la señai se
m u l t i p l i c a p o r la i n t e n s i d a d p e r o la f o r m a se m a n t k a e
-1 +
inalterada, x(f) * A5(r) = Ax(f). Si el i m p u l s o se desplaza i
Señal en TC desplazada en el tiempo Señal en TD atenuada partir del origen, la c o n v o l u c i ó n t a m b i é n lo h a c e , pero »
x(f) x[n] c a m b i a r la forma, x(r) * A 5 ( í - íg) = Ax(t - P o r lo tamm,
la r e s p u e s t a al i m p u l s o d e u n filtro q u e n o distorsiona s e r á
1- 1 + u n i m p u l s o , p o s i b l e m e n t e con u n a intensidad diferente a a a c
y q u i z á d e s p l a z a d a en el t i e m p o . L a f o r m a m á s general d e
..tTTtimt. .til u n a r e s p u e s t a al i m p u l s o d e u n sistema sin d i s t o r s i ó n ;
\-1 -
-1 +
32
I I h(í) = A8(í - ío)
F I G U R A 6.7 p a r a s i s t e m a s en T C o
D o s señales originales y sus versiones modificadas, pero n o '
distorsionadas. - , - , í- í.. h[n] = A8[« - no]
Señal en TC original Señal en TD original 331
6.3 Filtros ideales
- F I G U R A 6.8
D o s señales originales
—n y sus versiones
32 distorsionadas.
H(F) = (6.4)
y r . '-^^r ,'-
fm fm -1 -FjF,
/H(/) /H(f)
F I G U R A 6.10
Respuestas en frecuen- \...
cia de magnitud y fase
de filtros pasabajas y
pasaaltas ideales.
X
Filtro pasabanda ideal Filtro supresor de banda ideal 333
|H(/)| |H(F)| |H(/)| ^ |H(F)|
• —1 I
-ÍH-ft i ÍLÍH -ÍH-ÍL I ÍLÍH - 1 -F,
ANCHO DE BANDA
R e s u l t a a p r o p i a d o definir a q u í u n a p a l a b r a q u e se usa c o m ú n m e n t e e n el análisis de señales: ancho de
banda. Este t é r m i n o se aplica t a n t o a señales c o m o a filtros. E n general significa un intervalo de fre-
c u e n c i a s , q u e p o d r í a n ser las p r e s e n t e s en u n a señal o las q u e u n filtro deja pasar. P o r r a z o n a s históricas,
suele construirse p a r a dar a e n t e n d e r u n intervalo de frecuencias en el e s p a c i o de frecuencias p o s i t i \ o .
P o r e j e m p l o , u n filtro pasabajas ideal c o n frecuencias de corte de ± / , „ , c o m o se ilustra e n la figura 6.10,
se dice q u e tiene u n a n c h o de b a n d a de / „ , , a u n c u a n d o el a n c h o del filtro en la gráfica de la r e s p u e s t a de
la m a g n i t u d es e v i d e n t e m e n t e 2/„,. El filtro p a s a b a n d a ideal tiene u n a n c h o de b a n d a de f[f-f¿, q u e es
el a n c h o de la r e g i ó n en la frecuencia positiva en la q u e el filtro deja p a s a r u n a señal.
H a y m u c h o s tipos diferentes de a n c h o s de b a n d a , entre los q u e se i n c l u y e n el a b s o l u t o , el de la
p o t e n c i a m e d i a y el n u l o (figura 6.12). C a d a u n o de ellos se e n c u e n t r a en u n intervalo de frecuencias
p e r o se define de m a n e r a diferente. P o r e j e m p l o , si u n a señal n o tiene p o t e n c i a p o r debajo de a l g u n a
frecuencia p o s i t i v a m í n i m a y p o r arriba de a l g u n a frecuencia p o s i t i v a m á x i m a , su a n c h o de b a n d a
a b s o l u t o es la diferencia entre esas d o s frecuencias. Si u n a señal tiene u n a n c h o de b a n d a absoluto finito,
se d i c e q u e es e s t r i c t a m e n t e de b a n d a limitada o, m á s a m e n u d o , sólo de b a n d a limitada. L a m a y o r í a de
las señales reales n o son de b a n d a limitada. É s t a es la r a z ó n p o r la q u e se necesitan otras definiciones del
a n c h o de b a n d a . ; . - - s ^ i ; ; ;>a ¡ÍJÍU-J^ÍÍÍK I.Í-ÍI,;.I.- .a.nu),- ?^;!iíía.M».jí.j-níi:j Okil.
. . 0 1 ^'Jym -fí:?
|H{/)|
F I G U R A 6.12
i f - ~- i- Ejemplos de definicio-
Ancho de banda nulo nes de ancho de banda.
tiene u n a función de transferencia q u e se describe m a t e m á t i c a m e n t e m e d i a n t e u n a función r e c t á n g í
p a r a sistemas en T C o u n a función r e c t á n g u l o r e p e t i d a p e r i ó d i c a m e n t e p a r a sistemas e n T D ,
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas H ( / ) = A rect ítTI
2/.
H ( F ) = A rect * comb(F).
2F„
h ( 0 = 2 A / „ , s i n c ( 2 / „ , ( r - ro)) (6^
1 - rect .-J2-üft„
H(/) = A (6.11)
2/„
;v ti
L a s c o r r e s p o n d i e n t e s r e s p u e s t a s al i m p u l s o son c a d a u n a u n i m p u l s o en T C o T D m e n o s u n a función
sinc e n T C o T D ,
J _ _f_ -j2-ii/fo
H(/) = A rect - rect (6.15)
2fH 2/L/J
F / F
H(F) - A rect — rect e-J^"^"" *combiF), (6.16)
2F^
donde / L o F¿ y o Ffj son las frecuencias d e corte baja y alta, r e s p e c t i v a m e n t e . L a otra d e s c r i p c i ó n es
la s u m a d e d o s funciones r e c t á n g u l o d e s p l a z a d a s o la r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a d e d o s f u n c i o n e s r e c t á n g u l o
desplazadas, ' \ - •
/ - / o f + fo ,-p--^f<a
H(/) = A rect rect (6.17)
A/ A/
d o n d e Af = fu - fi
AF — Fh — Fl
Fo = - -
h[«] = 2 A F H S Í n c ( 2 F H ( « - n o ) ) - 2 A Í £ S Í n c ( 2 F t . ( « - « o ) ) ^ (6.20)
- _ 'I
h [ « ] = 2 A AF sinc( A F ( n - h q ) ) COS(2TTFO(« - «o))- (6.22)
F \ ( F
H(F) = Ae-^^""""" 1 - rect I - rect — . , * comb(F) (6.24)
2Fh) \ 2 F J \
,-j2T!fto 1^
H(/) = A 1 - rect I ^ V rect + (6.25)
A/ A/
CAPÍTULO 6
— á^-J-'^Fno ÍF-Fo ÍF + Fq
Análisis de la transfor- H(F) = Ae 1 - rect + rect * comb(F) (6.26)
mada de Fourier de V A F V A F
señales y sistemas
donde = ¡ H - Í L ^- ^-'^^ - \ I ! = ' ^
ÍH + h
AF = F^ - F¿
¡ . .^^j, , ¡ . , V
Fo =
2.
TIF
F I G U R A 6.13
Respuestas c o m u n e s al
1 •»V. I -I ••'11 il»- -- —>' n
impulso de filtros
pasabajas y pasaaltas. J • •
Pasabanda en TC ideal Pasabanda en TD ideal
h(r) h[/¡]
T I
i i- ,^4^ í i > J il
Supresor de banda en TC ideal Supresor de banda en TD ideal
h(f) h[;i]
<y F I G U R A 6.14
Respuestas al impulso
c o m u n e s de filtros
n ideales pasabanda y
supresor de banda.
oo
f SIN(277/,„T) _ ;
y(0 = / c o s ( 2 7 T / o ( r - T ) ) DT. (6.33)
j ITT
Se p u e d e u s a r u n a i d e n t i d a d t r i g o n o m é t r i c a p a r a el c o s e n o de u n á n g u l o d e diferencia y escribir
1 i
L a integral d e esta s u m a es u n a s u m a de integrales, y la s e g u n d a d e ellas es cero p o r q u e es la integral d e
u n a función i m p a r sobre límites simétricos. P o r c o n s i g u i e n t e .
/" sen(2TTÍ;,T) , ,
y ( í ) = cos(2Tr/of) / cos(2Tr/OT) Í/T.
(6.35)
CAPÍTULO 6 oo
Análisis de la transfor- sen(2TTT(i;, - /o))
mada de Fourier de y(0 = - COS(2TT/OÍ)
2TTT(/,„ - /o)
señales y sistemas
2(/,„-/o) j
OO
/
s i n ( 2 T r T ( / ^ -F- / o ) )
2TTT(/„ + /o)
+ 2(/,„ + /o)
oo
+ 2 ( ^+ sinc(2T(/;„ + /o))
y(f) = COS(2TT/O/).
1 f s e n ( 2 ' n - T ( j ^ -J- / o ) ) 1
y(f) = - C O S ( 2 T T / O Í ) X 2 ( / „ , + /o) / ' //'"^ ' dj - -cos(2TT/or).
2 y 2TTT(/„, + /o) 2
-3C
E n este c a s o la r e s p u e s t a es e x a c t a m e n t e la m i t a d d e la excitación.
• OO
2(/„, - /o)
/
/
^
sen(2'TTT(X, -
2TTT(/„ - /o)
/o))
c/T = - 2 ( / , „ - /o) y
—OO
sinc(2T(/„, - /o)) JT. 16.41*
y(í) = 0. (6.42»
|H(/)| |H(F)|
h[«]
0.3 -
liiii 1
1""
„„: „ 1 >
f '
-5 25
IT -
-0.3 -
] ¡ «
1 1 *
-4 4
1 — IT -
F I G U R A 6.15 V •
Respuestas al i m p u l s o y respuestas en frecuencia de filtros causales pasabajas y pasabanda. ,'"i ;,.;..:V.
h(í)
h[n]
0.6 -
+
-2TT 217
-0.5 Fase de H ( / ) Fase de H ( ; í l )
«I > n
-5 +• - 0 . 2
25
I
~A
-12 +
n
-4 -2-ir
ú T
F I G U R A 6.16
Respuestas al i m p u l s o y respuestas en frecuencia de filtros causales pasaaltas y supresor de banda. 'irm..i-w-Af' • 339
Excitación de un futro pasabajas causal Excitación de un filtro pasaaltas causal
x(í) x(í)
1-
1 r(ms)
1 *
1
-1 -
y(í) y(t)
1-
n n n n 1--
U u u
1 / (ms)
-1 +
F I G U R A 6.17
Excitaciones y respuestas de filtros en TC pasabajas y pasaaltas. ' "'
k
" Excitación de un filtro pasabajas causal
Excitación de un filtro pasabanda causal
x[n] x[nl
-16 255
-1 +
0.3 — 0.5 - -
>s tu.
256
-0.5 +
F I G U R A 6.18
340 Excitaciones y respuestas de filtros en TD pasabanda y pasabajas.
6.3 Filtros ideales
1--
99
F I G U R A 6.19 F I G U R A 6.20
Una i m a g e n c o n una cruz blanca. Brillantez del renglón superior de p i x e l e s en la i m a g e n c o n cruz blanca.
1 --
ITTTT»,
99
F I G U R A 6.22
F I G U R A 6.21 « Imagen de la cruz blanca después de que
Brillantez del renglón superior de p i x e l e s después de pasar por un filtro dv I f ^ K''' sus renglones han pasado por un filtro
pasabajas causal. ..-.ÍM-,.,.,^ Í.. .^ ^.,ifu,j-^^>. í , í m í ¡ , . , . ¿ í , . M •••^^ • II .I pasabajas causal.
Brillantez filtrada no causalmente
i
1—
lll
99
F I G U R A 6.23 F I G U R A 6.24
Imagen de la cruz blanca después de que Brillantez del renglón superior de pixeles después de filtrarlos por un pasabajas
sus columnas han pasado por un fdtro no causal.
pasabajas causal.
F I G U R A 6.25
Imagen de la cruz blanca después de que a) bi
sus renglones lian pasado por un filtro FIGURA6.26 -MÍ• > ! ^,: m^«-^
pasabajas no causal. ^^.,0.. Imagen de cruz blanca filtrada mediante un filtro pasabajas: a) causal, b) no«
H(/)
Promediador
.T Cuadrador .\- • Pv(0)
de tiempo
•2 A /
:H íií'l.i
H(f)
Promediador
A: Cuadrador x' • P.(/i)
A/ de tiempo
x(f)- H(/)
Promediador
.V Cuadrador .r" P.(/2)
-A/ de tiempo
ELIMINACIÓN DE RUIDO
T o d a señal útil s i e m p r e tiene otra señal i n d e s e a b l e l l a m a d a ruido a g r e g a d a a ella. U n u s o m u y i m p o r t a n -
te d e los filtros es la e l i m i n a c i ó n del ruido de u n a señal. L a s fuentes de ruido son m u c h a s y variadas.
M e d i a n t e u n d i s e ñ o c u i d a d o s o , es posible reducir el r u i d o hasta u n m í r ü m o p e r o n u n c a p u e d e e l i m i n a r s e
por c o m p l e t o . C o m o u n e j e m p l o de filtrado, s u p o n g a q u e la p o t e n c i a de la señal está confinada a u n
intervalo d e bajas frecuencias y que la p o t e n c i a del r u i d o se distribuye en u n intervalo m á s a n c h o de
frecuencias. Se p u e d e filtrar la señal m á s el ruido c o n u n filtro pasabajas y reducir la p o t e n c i a de r u i d o
sin tener m u c h o efecto sobre la p o t e n c i a de la señal (figura 6.28).
E l cociente entre la p o t e n c i a de señal de la señal d e s e a d a y la p o t e n c i a de señal del r u i d o recibe el
n o m b r e de razón señal a ruido ( R S R ) . Tal v e z la c o n s i d e r a c i ó n m á s f u n d a m e n t a l en el d i s e ñ o de u n
sistema de c o m u n i c a c i o n e s consista en maxirrüzar la R S R , y el filtrado es u n a técnica m u y i m p o r t a n t e
p a r a lograrlo. ^ \s v n ^ -- ( ' o ; : •
J I V
1N(/)|
/ F I G U R A 6.28
Eliminación parcial del
ruido mediante un
filtro pasabajas.
i(/) i«
CAPÍTULO 6 R
Análisis de la transfor- + o V W — -o +
v(r) v(f) V(í)
mada de Fourier de
señales y sistemas
c: !
F I G U R A 6.29 F I G U R A 6.30
Filtro pasabajas RC práctico. f Definición de ecuaciones para resistores,
inductores y capacitores.
EL FILTRO PASABAJAS RC i * i
E s p o s i b l e realizar a p r o x i m a c i o n e s a los filtros p a s a b a j a s y p a s a b a n d a s ideales c o n ciertos tipos d e
circuitos. L a a p r o x i m a c i ó n m á s s i m p l e al filtro pasabajas ideal es u n a q u e y a se h a a n a l i z a d o m á s d e una
v e z : el d e n o m i n a d o filtro pasabajas RC de u n p o l o (figura 6.29). Se h a e n c o n t r a d o su r e s p u e s t a a u n
e s c a l ó n y a u n a s e n o i d e . A c o n t i n u a c i ó n se le analizará de m a n e r a directa en el d o m i n i o d e la frecuencia.
L a e c u a c i ó n diferencial q u e d e s c r i b e a este circuito es
• '^'•fi^''-'-- - ( j « C ) / ? V , a l ( / ) + V , a , ( / ) = V e „ ( / ) .
E s p o s i b l e r e s o l v e r d i r e c t a m e n t e a h o r a p a r a la función d e transferencia,
Vsal(JM) _ 1 V s a l ( / ) ^ 1
H(;co) = o H(/) =
Ve„(jtó) ~ (jü)C)R + 1 V e n ( / ) ij2jlfC)R-\ '<
V(JM) V(ico) V ( » ^ 1
= R, = jiúL,
I(jw) I(jco) I(jco) ~ jwC
V ( / ) V(/) ^ 1
= R. = 7 2 T T / L .
! ( / ) I(/) j27TfC •
E n el caso de los resistores, este cociente se d e n o m i n a resistencia. E n la g e n e r a l i z a c i ó n recibe el
n o m b r e de i m p e d a n c i a , q u e c o n v e n c i o n a l m e n t e se s i m b o l i z a m e d i a n t e Z . U t i l i z a n d o ese s í m b o l o .
6.4 Filtros pasivos
prácticos
1
Z k ( 7 W ) = R, Ziijíú) = jíúL, (6.50)
4J ^5 <
1
Z ZR{f)^R, Ziif) ^ jlitfL, Zcif) = - (6.51)
1
H(/) = - (6.53)
jlTifRC + l
;rfO
y- \ \ I
\^
: \ i
RC 1 RC
/H(JW) -
V,al(»
jTi.ono
1-45°
o - -45°--
-90°
n C U R A 6.31
F I G U R A 6.33
• e i w e s e n t a c i ó n del divisor de F I G U R A 6.32 . - „ -v í •
Respuesta al i m p u l s o de un
ír«haje de impedancia del filtro Respuestas en frecuencia de magnitud y fase de un filtro
filtro pasabajas RC.
n ü a h a j a s RC. pasabajas RC.
m a y o r en m a g n i t u d q u e la i m p e d a n c i a del resistor y, p o r lo tanto, el
c o c i e n t e de la división d e voltaje se a p r o x i m a a u n o y la señal del
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
voltaje d e salida y la señal del voltaje d e e n t r a d a s o n c a s i i g u a l e s . A
mada de Fourier de ,t(0 ;al(f) frecuencias m u y altas la i m p e d a n c i a del c a p a c i t o r se v u e l v e m u c h o
señales y sistemas m á s p e q u e ñ a e n m a g n i t u d q u e la del resistor y el c o c i e n t e de la di^ i-
sión d e voltaje t i e n d e a c e r o . D e ese m o d o , es p o s i b l e a f u m a r q u e las
F I G U R A 6.34 bajas frecuencias p a s a n y las altas se b l o q u e a n . E s t e análisis cualita-
Forma alterna de un filtro tivo del circuito c o n c u e r d a c o n la f o r m a m a t e m á t i c a de la función de
pasabajas práctico. ttansferencia.
1 1
H(/co) = — H(/) = -
jiüRC + 1
A bajas frecuencias
y a frecuencias altas
Km H ( j w ) = 0 or Km H ( / ) = 0. {6S-I
1 1
H O ) =
yen(7w) ~ Zr(JCO) + Z,(;ío) (l/ycoC) + R juiRC + 1
1
Km H ( ; Ü ) ) = O límH(jw) = — ( 6 ^
(Ú-!-0 j^cx) R
Vsal(j«) R Vsal(/) ^ R
H ( » = H(/) = (6M
Ven(jCd) jwL + R Ven(/) j27TfL + R'
EL FILTRO PASABANDA/?LC
U n a d e las f o r m a s m á s s i m p l e s d e u n filtro p a s a b a n d a p r á c t i c o se ilustra e n la figura 6.35.
Vsal(ÍM) _ j^/RC
H ( » = léjil
Ven(jCO) ~ ( J W ) 2 + 7(CÜ/7?C) + (1/LC)
R
Vsai(/) ^ j27rf/RC
H(/) = (6.62) Vsal(í)
Ven(/) ( 7 2 ' I T / ) 2 + j{2Trf/RC) + {Í/LC)'
1
= o =4> ü) = ±
1 1
(6.63)
Te vTc 2TrvTc'
-1 jiü/RC
h(í) = ^ (6.64)
+ j{i^/RC) + {l/LC)J
h(r) = , (6.65)
RC V(jw + (1/27?C))2 + (1/LC) - (l/2/?C)2
-1 jw + {IjlRC)
h(í) =
RC (jo, + {\/2RC)Y + (1/LC) - (1/2^C)2
y(L/LC)-(L/2/?C)2 (6.66)
2 / ? C V ( l / L C ) - ( l / 2 i ? C ) 2 (7w + ( L / 2 / ? C ) ) 2 + ( 1 / L C ) - (l/2i?C)2
,1 i .
F I G U R A 6.36
Respuestas e n frecuen-
cia de magnitud y fase
de un filtro pasabandas
i?LC práctico.
348 D e a c u e r d o c o n las tablas d e t r a n s f o r m a d a s d e F o u r i e r en el a p é n d i c e E ,
CAPÍTULOS
Análisis de la transfor- e " " ' s e n ( c ^ í ) u(f)
nnada de Fourier de ( j w + a)- +
señales y sistemas
T jíú + a
e'"' cos(cúor) u(r)
>!;• O'LÍR,
„-(f/2«C) / 1 \ M _ sen{^{l/LC)-il/2RC)^t)
h(f) = - - - - eos u( r I
LC \2RC 2RC^{\/LC)-{\/2RCy- • 6.68*
donde
•
1
(«.TU
RC LC
1 30
Hi(/) = H2(/) =
J2TT/ + 1 30 - 4 T r V - + ; 6 2 ' n - /
1
j 1 *
-10 10 10 10
In | H , ( / ) |
/H2(/)
-10 -5 I 5 10
/Hi(/)
- 2.6802
- 1.5549
1 1 1 w
1 1 1 '
-10
1 ^ -10 10
-1.5549 -
r
-2.6802 -
F I G U R A 6.38 F I G U R A 6.39
Comparación de las respuestas en frecuencia de dos funciones de Gráficas de magnitud logarítmica de las dos respuestas en
transferencia aparentemente diferentes. frecuencia.
Puesto que la escala de frecuencia es ahora logarítmica, sólo es posible graficar frecuencias positivas. Ésta
no es una pérdida de información, pues, para funciones de transferencia de sistemas reales, el valor de la
respuesta en frecuencia para cualquier frecuencia negativa es el conjugado complejo del valor a la frecuen-
cia positiva correspondiente.
E n u n d i a g r a m a de B o d e la m a g n i t u d de la r e s p u e s t a e n frecuencia se c o n \ i e r t e a u n a e s c a l a
l o g a r í t m i c a u t i ü z a n d o u n a u n i d a d e s p e c i a l l l a m a d a decibel ( d B ) . Si la m a g n i m d de la función d e trans-
Y(/)
" IH(/)| = - (6.72)
X(/)
e n t o n c e s la m a g n i t u d , e x p r e s a d a en d e c i b e l e s . es 3Í:
Y(/)
| H d B ( / ) l = 2 0 1 o g i o | H ( / ) | = = 2 0 1 o g 10 YdB(/) - XdB(/) (6.73) n'm,
X(/)
350í
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
El nombre de la unidad decibel tiene su origen en la unidad original definida por los ingenieros de la Bel!
Telephone, el bel (B), nombrada de esa manera en honor de Alexander Graham Bell, el inventor del teléfono.
El bel se define como el logaritmo común (base 10) de un cociente de potencia. Por ejemplo, si la potencia
de la señal de respuesta de un sistema es 100 y la potencia de la señal de excitación (expresada en las mismas
1 I
señales y sistemas unidades) es 20, la ganancia de potencia del sistema expresada en bels sena
log, ^ 1 ^ ) ^ 0.699 B .
20 /
Puesto que deci es el prefijo internacional estándar para un décimo, un decibel es un décimo de un bel. y ese
mismo cociente de potencia sena 6.99 dB. De modo que la ganancia de potencia expresada en dB, sería
1 > ' •
10 log,
Como la potencia de la señal es proporcional al cuadrado de la señal misma, el cociente de potencias, expre-
sado directamente en términos de las señales, correspondería a
En un sistema en el que los subsistemas múltiples se conectan en cascada, la función de transferencia com-
pleta es el producto de las funciones de transferencia individuales, pero la función de transferencia completa
expresada en decibeles es la suma de las funciones de transferencia individuales expresada en decibeles
debido a la definición logarítmica del decibel.
1 . 30
Hi(/) = - H2(/) = (6.74)
;2-IT/ + 1 30-4-712/^ + ;62IT/'
F I G U R A 6.40
Diagramas de Bode de
las dos respuestas en
I
frecuencia de la
función de transferen- IQ-i 10°
cia de ejemplo. Frecuencia/(Hz) Frecuencia/(Hz)
10
10" 10° 10' 6.5 Gráficas de
O magnitud logarítmica
de la respuesta en
-10
frecuencia y diagramas
-20 de Bode
=^*s;:^H,DB(/)l
-30
-40
F I G U R A 6.41 '
Diagramas de B o d e del ejemplo de dos respuestas e n frecuencia de magnitud de la
función de transferencia sobre la misma escala para una mejor comparación.
D d^ • -
(6.75)
k=Q ír=0
D N
fl,(j2iT/)^Y(/) = J2 bk(j2T:f)'X(f) o
D N
(6.76)
J]flt(;co)*Y(jü)) = ^Z?,(7ü))*X(7co).
k=0 k=0
Y(7ü)) ^=0
H(/) = o H(;w) =
X(/) X(yü,) (6.77)
E akU27^f)'
k=0 k=0
(1-(72TT//Z,))(1-(72TT//Z2)) (1 - ( ; 2 T T / / Z ; V ) )
H(/) = A (6.80)
( 1 - U2^f/Pimi - ij27Tf/p2)) ••• ( ! - U2ltf/PD))
CAPÍTULO 6 J*^
Análisis de la transfor- (1 - ( j a ) / Z l ) ) ( l - (J00/Z2)) • • • (1 - O/zw))
H(ja)) = A
mada de Fourier de (1 -(y«//'2))---(l - O / p d ) ) ' (6.81)
señales y sistemas
j : < ^ k — j i r ) = Y . b k — m (6.82)
k=0 k=0
b^,{j27^fr + b^^iijii^f) ¿ i ( ; 2 7 r / ) + ¿o
H(/) = (6.83)
aD(j2TTf)D + aD-i(j27if)D-^ + • • • + a d j l i ; / ) + bo
¿>,v(7a))-^ + fc,v„i(;ü))^-' + • • • + ¿ 7 i ( » + bp
H(jcü) = (6.84)
«d(7W)^ + flD^iO)^-' + ••• + fli(jw) + bo
i - (1 - ( ; 2 T r / / M ) ) ( l - ( ; 2 T 7 / / ; 2 ) ) • • • d - (j2'nf/zN))
sím^ji^p: ^ ií-U2TTf/púKl-{j27:f/p2))---il-U27Tf/pD)) (6.85)
(1 - ( j a ) / z i ) ) ( l - ( ; a ) / z 2 ) ) • • • (1 - (J<^/zn))
n(jiü) = A (6.86)
(1 - (j(a/pi))(l - (jiü/pi)) • • • (1 - ijíú/po))
6.5 Gráficas de
magnitud logarítmica
de la respuesta en
frecuencia y diagramas
de Bode
Y(/)
X(iü))
F I G U R A 6.42
Función de transferen-
cia de un sistema
Y(ico) representada c o m o una
cascada de sistemas
más simples.
1 1
H(/) = o H(;w) = (6.87)
1 - {j2i^f/pú 1 - iJM/pk)
F I G U R A 6.43
La respuesta en fre-
cuencia de magnitud y
fase de un subsistema
de un solo p o l o real.
Pendiente de 6 dB/octava
CAPÍTULO 6 o 20 dB/década
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de j p
señales y sistemas ^.
^ — * - ü)
2 Asíntota ^
F I G U R A 6.44 IT \
La respuesta en fre- 4 ;
cuencia de magnitud y 1
I *
fase de un subsistema
i! 10|;t|
de u n s o l o cero real. 2Tt
H(/) = 1 - H(jco) = 1 - ( 6 ^
Zk Zk
(figura 6.44).
L o s d i a g r a m a s son m u y p a r e c i d o s a los d e u n factor del n u m e r a d o r s i m p l e e x c e p t o e n q u e la asíntoa
de l a m a g n i m d sobre la frecuencia d e corte tiene u n a p e n d i e n t e d e +6 d B p o r o c t a v a o + 2 0 d B por
d é c a d a y la fase tiende a +(n/2) e n v e z d e -(7t/2) r a d . S e trata b á s i c a m e n t e d e los d i a g r a m a s d e B o d e de
u n solo p o l o real invertidos v e r t i c a l m e n t e .
AL
F I G U R A 6.45 0.1 10
La respuesta e n fre-
cuencia d e magnitud y
fase de un s o l o en
cero.
6.5 Gráficas de
magnitud logarítmica
de la respuesta en
frecuencia y diagramas
de Bode
F I G U R A 6.46
La respuesta en fre-
cuencia de magnitud y
fase de un solo Z/, en
cero.
r-t.
G a n a n c i a i n d e p e n d i e n t e de la f r e c u e n c i a El ú n i c o tipo restante de c o m p o n e n t e d e s i s t e m a es u n o
c o n g a n a n c i a i n d e p e n d i e n t e de la frecuencia (figura 6.47). E n la figura, la constante d e g a n a n c i a A se
s u p o n e q u e es positiva. É s t a es la r a z ó n p o r la q u e la fase es c e r o . Si A es negativa, la fase es ±7i rad.
L a s asíntotas son útiles p a r a dibujar el d i a g r a m a de B o d e real, en especial al trazar el d i a g r a m a d e
B o d e c o m p l e t o p a r a u n s i s t e m a m á s c o m p H c a d o . L a s asíntotas p u e d e n dibujarse d e i n m e d i a t o a partir i ) f R ' l l K i A •', ...'I
del c o n o c i m i e n t o d e u n a s c u a n t a s reglas s i m p l e s y se s u m a n e n conjunto. E n ese c a s o el d i a g r a m a d e
B o d e d e la m a g n i t u d p u e d e a p r o x i m a r s e d i b u j a n d o u n a c u r v a u i ü f o r m e q u e se a p r o x i m a a las asíntotas
y se d e s v í a e n los cortes en u n a c a n t i d a d i g u a l a ± 3 d B .
EJEMPLO 6.1
Grafique el diagrama de Bode para la función de transferencia de voltaje del circuito de la figura 6.48, donde Cj =
1 F, Cj = 2 F, 7?, = 4 Í2, i?i = 2 Í2, 7?2 = 3 Í2.
• SOLUCIÓN ..>,n.^.í.-^ •
Mediante el concepto de impedancia se encuentra que la función de transferencia es
H(7-C0) = R 2 (6.89)
i j ( ^ y - R i R 2 R s C i C 2 + { j ( ^ ^ ) Í R i R 2 ( C i + C 2 ) + ( R i C i + R 2 C 2 ) R . ] + ( R i + R 2 + R . ) '
•- i»» t ~
•• -
|A|
201og,o(A) 20 log,o(A)
l A .
I/
-I- o — V W -o +
«1
V¡(0 . R i y o i i )
F I G U R A 6.47
La respuesta en frecuencia de magnitud y fase de una ganancia A independiente de F I G U R A 6.48
la frecuencia. _ i .aoirmnioini-urmn ^ c o o aisn;.;.----; Circuito. -Í '.-.ÍÍ-,<Í;I
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
Cero
•itñ nft :
Polo 1
Polo 2
F I G U R A 6.49
Diagramas asintótico
ideal y asintótico total,
así como diagramas de
magnitud y fase de
Bode exactos para la
función de transferen-
cia de voltaje del
circuito.
2jco + 1
H(jcü) = 3
4 8 ( ; ü ) ) - -t- 50(;cü) -1- 9
jüi + 0.5
= 0.125 (6.90)
(jco + 0.2316)(;co-1-0.8104) ) jO|0.5Vt9.i5^HwU
' 1- (icü/(-0.5))
H( JO)) = 0.333
[1 - (7Cü/(-0.2316))][l - O / ( - 0 . 8 1 0 4 ) ) ] i*i
*
i-(;íü/Z,) Í
= A- (6.91)
(1 - ( j c o / p , ) ) ( l -(7Ü)/P2))
b o d e í s y s ) o bode(sys,w)
H(7ü)) = (1 - ( ; t ó / p i ) ) ^( l - ( j c ü / p 2 ) ) 1 - j w ( ( l / p i ) + (l/p¡)}
^ + i(jcú)-/p^P*i)
1 (6.92)
1 - jü)(2Re(/7i)/i;7ip) + ( ( > ) 2 / Í P , P ) •
d e a c u e r d o c o n la t a b l a de pares de Fourier, se e n c u e n t r a el p a r
e"™'^' s e n ( c o o v ' l - V t) 1
ü)O , u(r) (6.94)
1 + ;co(2^(üo/ü)5) + ((jw)-/w5)
c u y o l a d o d e r e c h o es d e la m i s m a f o r m a funcional q u e
1
5; H ( j c o ) = (6.95)
1 - jco(2Re(;>,)/b,|2) + {{ji^y/lpil-}
É s t a es u n a f o r m a e s t á n d a r d e la r e s p u e s t a d e u n s i s t e m a s u b a m o r t i g u a d o de s e g u n d o o r d e n en el c u a l la
frecuencia r e s o n a n t e s u b a m o r t i g u a d a e n r a d i a n e s es COQ y el factor d e a m o r t i g u a m i e n t o es í,. P o r lo
tanto, para este tipo d e s u b s i s t e m a .
Re(pi) P1 + P2 a b o q r t - v - ^ f q
= Ipil = piP2 í = -
|HDBO
/ H ( »
F I G U R A 6.50
Diagrama de B o d e de
magnitud y fase para
un par de polos
complejos de segundo
orden.
358 |HdB(;»)l
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
\ (O
í= 1
i = 0.5
í = 0.2 i '
í = 0.1
Í = o.o5 - M , - - í M , i < ívM:H:-; - i
/HQ)
F I G U R A 6.51
Diagrama de Bode de
magnitud y fase para
un par de ceros com-
plejos de segundo \—>- to
7«
H(ycü) = 1 - 1 - = 1 - l - + -r ) +
Zl / \ Z2 / \Zl ZlZi
Re(zi) :i + Z2
í = - (6.981
En algunos circuitos pasivos existe ganancia de voltaje a ciertas frecuencias. Esto es, la señal de '
salida puede ser mayor que la de entrada. En consecuencia, la potencia de señal de la respuesta, c o a »
se definió antes, sería mayor que la potencia de señal de la excitación. Sin embargo, ésta no es una ganancia
de potencia real porque esa señal de voltaje de salida más alta está a través de una impedancia mayw.
AMPLIFICADORES OPERACIONALES 359
H a y d o s f o r m a s d e circuitos d e a m p l i f i c a d o r o p e r a c i o n a l q u e se u s a n c o m i í n m e n t e : la d e a m p l i f i c a d o r 6.6 Filtros prácticos
i n v e r s o r y la d e n o i n v e r s o r (figura 6.52). E l análisis a q u í se centrará en el m o d e l o m á s s i m p l e p o s i b l e activos
p a r a el a m p l i f i c a d o r o p e r a c i o n a l : el a m p l i f i c a d o r o p e r a c i o n a l ideal, el cual tiene u n a i m p e d a n c i a d e
e n t r a d a infinita, i m p e d a n c i a d e salida c e r o , g a n a n c i a infinita y a n c h o d e b a n d a infinito.
P a r a c a d a tipo d e a m p l i f i c a d o r h a y d o s i m p e d a n c i a s Z-(/) y Zf{f) q u e c o n t r o l a n la g a n a n c i a . L a
g a n a n c i a del i n v e r s o r p u e d e d e d u c i r s e o b s e r v a n d o q u e , p u e s t o q u e la i m p e d a n c i a d e e n t r a d a del a m p l i -
ficador o p e r a c i o n a l es infinita, el flujo d e c o r r i e n t e h a c i a c u a l q u i e r t e r m i n a l d e e n t r a d a es c e r o y, e n
consecuencia.
(6.99)
A d e m á s , p u e s t o q u e el voltaje d e salida es finito y la g a n a n c i a d e l a m p l i f i c a d o r o p e r a c i o n a l es infinita,
la diferencia d e voltaje e n t r e las d o s t e r m i n a l e s d e e n t r a d a d e b e ser c e r o . P o r lo t a n t o .
(6.100)
Z,(/)
y I- j
-«I
V/(/)
. !/(/) = - •' (6.101)
I g u a l a n d o ( 6 . 1 0 0 ) y ( 6 . 1 0 1 ) d e a c u e r d o c o n (6.99), y r e s o l v i e n d o p a r a la f u n c i ó n d e transferencia,
, . ^ V„(/) Zf(f)
V,(/) Z,(/)
. ''í~i.-
'
(6.102)
V,(/) Z,(/)
(6.103)
FILTROS
Z/(/) l/;2TR/C 1
H(/) =
Z,(/) R j27rfRC
(6.104)
1 V,(/)
V<,(/) = -
RC J2j¿
(6.105)
integral
de V , ( / )
Z/(/) + o-
V,(/)
I,(/)
+ 0- Z;(/)
F I G U R A 6.52
V,(/) D o s formas c o m u n e s
V<,(/)
O- de amplificadores que
utilizan amplificadores
operacionales.
360 5 3 J '
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor- C c
mada de Fourier de
señales y sistemas Íf(t) iAr)
i,(í) R v,(f) i,(f) v,(f)
)+ + <:^*—AWV -o -r
v,(r)
v<,(í) v<,(í)
F I G U R A 6.53 F I G U R A 6.54
Integrador activo. Filtro pasabajas RC acdvo.
VO(/) Rf 1
E J E M P L O 6.2
Grafique los diagramas de Bode de magnitud y fase para el filtro activo de dos etapas de la figura 6.55.
• SOLUCIÓN
1
Rn 1 + jlirfCfiRfi (6.107)
La función de transferencia de esta primera etapa es
Z/i(/) j27TfRf2C,2
La función de transferencia de laH2(/) = etapa
segunda - es
Z„(/) \+j27rfRpCn (6.108 >
Rn = 160 n
F I G U R A 6.55
Filtro activo de dos
etapas. ,.ÍÍIIÍ,..
|H(/)|, Asíntotas - 361
6.6 Fütros prácticos
activos
-5 •^.'^ íi
F I G U R A 6.56
Diagrama de Bode de
l a r e s p u e s t a e n fre-
c u e n c i a d e l filtro
activo de dos etapas.
P u e s t o q u e la i m p e d a n c i a d e s a l i d a d e u n a m p l i f i c a d o r o p e r a c i o n a l i d e a l es c e r o , la s e g u n d a e t a p a n o c a r g a la
p r i m e r a e t a p a y, e n c o n s e c u e n c i a , la función d e t r a n s f e r e n c i a c o m p l e t a es s i m p l e m e n t e el p r o d u c t o d e las d o s
funciones de transferencia,
Rfi jlirfRf^Cn
H(/) =
Rn { 1 + jliifCf,Rf,){\ + j2itfRf2Cf2) (6.109)
S u s t i t u y e n d o los v a l o r e s d e l o s p a r á m e t r o s . ' ^
• r:
71000/
H ( / ) = - - (6.110)
(1 000 - h / j { ) ( l 000 + y / )
• SOLUCIÓN i í \ f : . = ™ H f t f ^ w - í: ¿ . T ^
se v e q u e las d o s i m p e d a n c i a s c o n s t a n ú n i c a m e n t e d e r e s i s t o r e s y c a p a c i t o r e s , l a g a n a n c i a d e l a m p l i f i c a d o r n u n c a
es m e n o r q u e u n o y se n e c e s i t a a t e n u a c i ó n (o g a n a n c i a m e n o r q u e u n o ) a bajas f r e c u e n c i a s . [Si se u s a r a n i n d u c t o r e s
y c a p a c i t o r e s , s e p o d r í a h a c e r q u e la m a g n i t u d d e la s u m a Z¡{f) + Z ¡ ( / ) s e a m e n o r q u e la m a g n i t u d d e Z , ( / ) a c i e r t a s
frecuencias y a l c a n z a r u n a g a n a n c i a m e n o r q u e u n o . Sin e m b a r g o , n o se p o d r í a l o g r a r q u e e s o o c u r r i e r a p a r a t o d a s
las f r e c u e n c i a s p o r d e b a j o d e 6 0 H z , y el u s o d e i n d u c t o r e s p o r l o g e n e r a l s e evita e n el d i s e ñ o p r á c t i c o a m e n o s q u e
sea a b s o l u t a m e n t e n e c e s a r i o . H a y o t r a s d i f i c u l t a d e s p r á c t i c a s c o n e s t a i d e a c u a n d o se u s a n a m p l i f i c a d o r e s
o p e r a c i o n a l e s r e a l e s , e n v e z d e ideales.]
Si se u s a u n a m p l i f i c a d o r i n v e r s o r , se tiene g a n a n c i a n e g a t i v a . P e r o se le p o d r í a s e g u i r c o n otro a m p l i f i c a d o r
i n s e r s o r h a c i e n d o p o s i t i v a a la g a n a n c i a total. L a g a n a n c i a e s el o p u e s t o d e la a t e n u a c i ó n . Si la a t e n u a c i ó n es d e 6 0
dB. la g a n a n c i a es - 6 0 d B . S i la g a n a n c i a a 6 0 H z es - 4 0 d B y la r e s p u e s t a e s la d e u n filtro p a s a a l t a s d e u n s o l o p o l o ,
!a asíntota d e l d i a g r a m a d e B o d e s o b r e la m a g n i t u d d e la r e s p u e s t a e n f r e c u e n c i a p a s a r í a p o r - 2 0 d B d e g a n a n c i a a
6*30 H z , O d B d e g a n a n c i a a 6 k H z y 2 0 d B d e g a n a n c i a a 6 0 k H z . N o o b s t a n t e , se n e c e s i t a n 2 0 d B d e g a n a n c i a a 10
t H z . p o r l o q u e u n filtro d e u n solo p o l o es i n a d e c u a d o p a r a c u m p l i r c o n las e s p e c i f i c a c i o n e s . S e n e c e s i t a u n filtro
pasaaltas d e d o s p o l o s . E s p o s i b l e l o g r a r e s o c o n u n a c a s c a d a d e d o s filtros p a s a a l t a s d e u n solo p o l o , c o n l o c u a l se
s i ü s f a c e n s i m u l t á n e a m e n t e l o s r e q u e r i m i e n t o s p a r a l a a t e n u a c i ó n y la g a n a n c i a p o s i t i v a .
E n e s a s c o n d i c i o n e s s e d e b e e l e g i r Z y ( / ) y Z , ( / ) p a r a c o n v e r t i r e l a m p l i f i c a d o r i n v e r s o r e n u n filtro p a s a a l t a s .
La figura 6 . 5 4 ilustra u n filtro p a s a b a j a s a c t i v o . E s e filtro es p a s a b a j a s p o r q u e la g a n a n c i a - ( Z j ( / ) / Z ¡ ( / ) ) , Z¡{f) e s
c o n s t a n t e y Z^if) t i e n e u n a m a g n i t u d m a y o r a b a j a s f r e c u e n c i a s q u e a altas. H a y m á s d e u n a f o r m a d e h a c e r u n filtro
'W^ I,
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de F I G U R A 6.57
-o o — V A 1(-
señales y sistemas
Dos ideas para un
filtro pasaaltas que
utiliza sólo capacitores
b) y resistores.
pasaaltas utilizando la misma configuración de amplificador inversor. Se puede hacer pequeña la magnitud de Z^f)
a bajas frecuencias y más grande a altas. Eso requiere el uso de un inductor, pero, de nuevo por razones prácticas,
los inductores deben evitarse a menos que realmente se necesiten. Puede hacerse Zj(/) constante y elegir la magni-
tud de Z;(/) grande a bajas frecuencias y pequeña a altas frecuencias. Ese objetivo general puede lograrse mediante
una combinación en paralelo o en serie de un resistor y un capacitor (figura 6.57).
Nada más con pensar en el comportamiento límite de estas dos ideas de diseño a frecuencias muy bajas y muy
altas, de inmediato se ve que sólo una de ellas satisface las especificaciones de este diseño. El diseño de la figura
6.57a) tiene una ganancia finita a muy bajas frecuencias y una ganancia que aumenta con la frecuencia a frecuen-
cias más altas, sin aproximarse nunca a una constante. El diseño de la figura 6.57b) tiene una ganancia que dismi-
nuye con la frecuencia a valores bajos de esta misma, aproximándose a cero a la frecuencia cero y a ima ganancia
constante a frecuencias elevadas. Este líltimo diseño puede usarse para cumplir con nuestra especificación.
De modo que en estas circunstancias el diseño es una cascada de dos amplificadores inversores (figura 6.581.
En este punto se deben elegir los valores del resistor y el capacitor para satisfacer los requerimientos de a t e n u a c i Ó H
y ganancia. Hay muchas formas de hacerlo. El diseño no es único, se puede empezar eligiendo los resistores que
cumplan con el requerimiento de ganancia a alta frecuencia de 20 dB. Ésa es una ganancia total de alta frecuencia
de 10 que es posible repartir entre los dos amplificadores de cualquier modo que se desee. Suponga que las dos
etapas de ganancias sean aproximadamente iguales, entonces los cocientes de resistor en cada etapa se aproxima-
rían a 3.16. Se deben elegir resistores grandes para no cargar las salidas de los amplificadores operacionaJes^
aunque lo bastante pequeños de manera que las capacitancias parásitas no provoquen problemas. Los resistores es:
el intervalo de 500 Í2 a 50 kí2 suelen ser buenas elecciones. Sin embargo, a menos que esté dispuesto a pagar l a
costo, no puede elegir un valor de resistor arbitrario. Los resistores vienen en valores estándar, por lo comíín eo
siguiente secuencia:
1, 1.2, 1.5, 1.8, 2.2, 2.7, 3.3, 3.9, 4.7, 5.6, 6.8, 8.2 x 10"
donde n fija la década del valor de la resistencia. Algunos cocientes que son muy cercanos a 3.16 corresponde» «
Para fijar la ganancia total muy cerca de 10 se puede elegir que el primer cociente de la etapa sea 3.9/1.2 = ?-25 i
que el segundo cociente de la etapa corresponda a 6.8/2.2 = 3.09 y lograr una ganancia de alta frecuencia totk ,
10.043. De modo que se fija
Después de esto se deben elegir los valores del capacitor para lograr la atenuación a 60 Hz y valores i
así como la ganancia a 10 kHz y valores superiores. Para simplificar el diseño considere que se establecen la» i
frecuencias de corte de las dos etapas en el mismo valor (o en uno casi igual). Con un desequilibrio de baja £recaea-
cia de dos polos a 40 dB por década y una ganancia de alta frecuencia de casi 20 dB, se obtiene una diferencia áett
dB entre la magnitud de la función de transferencia a 60 Hz y 10 kHz. Si se hubiera fijado la ganancia a 60 Eiz « •
el valor exacto de ^ 0 dB, entonces a 600 Hz se tendría una ganancia aproximada de O dB y a 6 kHz la gMsmdm
sería de 40 dB y resultaría más alta a 10 kHz. Esto no cumple con la especificación.
Puede empezarse en el extremo de alta frecuencia y fijar la ganancia a 10 kHz en un valor aproximado a N L K
que significa que la esquina para el desequilibrio de baja fi-ecuencia debe estar bastante abajo de 10 kHz. Si «c p a m
Rn ^ii
F I G U R A 6.58
Cascada de dos filtros
activos pasaaltas
inversores.
en 1 kHz, la ganancia aproximada a 100 Hz con base en |H(/)| 363
aproximaciones asintóticas será - 2 0 dB y a 10 Hz corres-
ponderá a - 6 0 dB, y se necesitan - 4 0 dB a 60 Hz. Pero sólo 6.6 Filtros prácticos
activos
se obtienen alrededor de - 2 9 dB a 60 Hz. De modo que se
necesita poner la frecuencia de corte a un valor un poco
mayor, por ejemplo, 3 kHz. Si se ubica la frecuencia de
corte a 3 kHz, los valores calculados del capacitor serán C,-, 60 Hz 10 kHz
= 46 nF y C¡2 = 24 nF. De nuevo no se puede elegir un \ alor
Fase de H ( / )
de capacitor arbitrario. Los valores de capacitor estándar
están por lo común en los mismos intervalos que los valo-
F I G U R A 6.59
res de los resistores estándar
Diagrama de Bode
Existe cierto margen en la ubicación de la frecuencia
para ei diseño de un
de corte, de modo que quizá no se necesite un valor preciso
filtro pasaaltas activo
de la capacitancia. Es posible elegir C,] = 47 nF y C,2 = 22
de dos etapas.
nF haciendo uno de los valores un poco más alto y el otro
un poco más bajo. Esto separará ligeramente los polos pero
seguirá creando el deseado desequilibrio de baja frecuencia de 40 dB por década. Esto parece un buen diseño, pero
debe verificarse su desempeño dibujando un diagrama de Bode (figura 6.59). Es claro, de acuerdo con el diagrama,
que la atenuación a 60 Hz es adecuada. El cálculo de la ganancia a 10 kHz produce alrededor de 19.2 dB, lo cual
también satisface las especificaciones.
Estos resultados se basan en valores exactos de resistores y capacitores. En realidad todos los resistores y
capacitores se eligen por lo común con base en sus valores nominales, aunque quizá sus valores reales difieran del
nominal por un pequeño porcentaje. De tal modo, cualquier buen diseño debe tener cierta tolerancia en las especi-
ficaciones para permitir pequeñas desviaciones de los valores de los componentes con respecto a los valores de
diseño. •
Ejemplo 6.4
Un diseño popular que puede encontrarse en muchos libros sobre filtros o electrónica es el filtro pasabanda de
constante de una etapa y dos polos (figura 6.60). El símbolo del triángulo con la A" en el interior de la figura 6.60
representa un amplificador no inversor no ideal con una ganancia de voltaje finita una impedancia de entrada
infinita, impedancia de salida cero y ancho de banda infinito (no un amplificador operacional). La función de
transferencia completa del filtro pasabanda es
V . ( »
H O ) =
V,(»
ljo>(K/{l - Km\/R,C2)
(6.113)
U<^y + jo>í{l/RiCi) + {l/R2C2) + {l/RiC2{l-K))] + {l/RiR2C,C2)
que es de la forma.
j(i)A
H(;o)) = Ho-
(6.114)
donde
ir'ib íi'WIJJ-^íi-oP'i!
-4
K 1
A = (6.15)
(1 - K) « i C :
'}í 1
1
(6.116)
R1 RiCi C2
í
F I G U R A 6.60
1+ K)iiC2/Ci) + (Ri/R2)) (6.118) Piltro pasabanda de K constante.
El procedimiento de diseño recomendado es elegir la 2 y la frecuencia resonante/Q, para escoger = CT = C como
algún valor conveniente, y después calcular
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor- 1 3(2-1
mada de Fourier de - ^1 = ^ 2 = ^ ^ y K = ^ y \Ho\ = 3Q-l.
2Q - 1
señales y sistemas
Además, se recomienda que Q sea menor que 10 en este diseño. Diseñe un filtro de este tipo con una (2 de 5 y una
frecuencia central de 50 líHz. , - i, • . - . « ^ n
• SOLUCIÓN
Pueden elegirse valores convenientes de capacitancia, por lo que considere C , = C , = C = 10 nP. En ese caso R ¡ =
R2 = 3\?,n, K = 1.556 y \Hq\ = 14. Lo anterior determina la función de transferencia
fifi Mi jí" •
; 8 . 7 9 2 X lO'ü)
H{;co) = -- (6.119)
9.86 X IQi" - co- + j 6 . 4 x lO'^co
71.398 x 1 0 ' /
H(/) = -
2.5 x 10» - f- + i 1.02 x l O V
(figura 6.61).
Como en el ejemplo 6.3, no se puede elegir los valores de los componentes para que sean exactamente los
calculados, aunque es posible acercarse bastante a ellos. Probablemente tendría que usar resistores de 300 Q nomi-
nales, y eso alteraría un poco la respuesta en frecuencia dependiendo de sus valores reales y de los valores reales de
los capacitores. •
L o s a m p l i f i c a d o r e s o p e r a c i o n a l e s se e m p l e a n a m e n u d o p a r a f o r m a r b l o q u e s funcionales q u e se
i n t e r c o n e c t a n c o n el fin d e constituir s i s t e m a s m á s g r a n d e s c o n características de r e s p u e s t a e n frecuen-
cia d e s e a d a s . E l b l o q u e funcional q u e se u s a m á s c o m ú n m e n t e es el integrador. Ya se vio e n el capítulo
3 el i n t e g r a d o r utilizado en la configuración d e la figura 6.62.
Si la r e s p u e s t a del i n t e g r a d o r es y(r), la excitación del m i s m o es y'(í). L a e c u a c i ó n diferencial que
describe a este s i s t e m a es
o
y'(r) + y(í) = x(r). (6.1211
L a T F T C d e e s t a e c u a c i ó n es
7ü)Y(jco) + Y O ) = X(7Co).
(6.1221
Y(jtó) •¿-%-—~^¿Vi-¿%M:m
H(jw) = ' = . í»0 (6.123 >
É s t a es la función de transferencia d e u n s i s t e m a
c o n u n a r e s p u e s t a de frecuencia pasabajas.
U n s i s t e m a c o n u n a r e s p u e s t a en frecuencia
pasaaltas puede formarse mediante una pequeña
m o d i f i c a c i ó n del s i s t e m a de la figura 6.62 (figura
6.63). L a s c o n e x i o n e s e n p a r a l e l o y en c a s c a d a d e
F I G U R A 6.61
Diagrama de Bode
para la respuesta en F I G U R A 6.62
frecuencia del filtro Integrador utilizado para formar un
pasabanda de K sistema con una respuesta en frecuertcia
constante. 50 kHz pasabajas.
y ;
i- -
t(+)—^y(f)
x(í)H
XL
10 15 20
F I G U R A 6.63
Sistema con respuesta en frecuencia F I G U R A 6.65
pasaaltas que utiliza un integrador como F I G U R A 6.64 Respuesta de secuencia unitaria del filtro
bloque funcional. Filtro pasabajas en TD. pasabajas en TD.
/4
un - 5 - 4 u[« - 1] (6.124)
V5
q u e se r e d u c e a . .••¡••:-»
1
U(F) =
1 - í^e-J-F nü imnoM'Vfm: (6.126)
(figura 6.67).
• t '• ¡ t i .
• *
h[«]
ÍITTTTT.
-5 20
F I G U R A 6.66 F I G U R A 6.67
Respuesta al impulso del filtro pasabajas en TD. Respuesta en frecuencia del filtro pasabajas en TD.
CAPÍTULO 6
1-*
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
lili.
-5 20
F I G U R A 6.68
Comparación de las respuestas al impulso de filtros pasabajas en TD y TC.
y su respuesta al i m p u l s o es
^ ( n = = (6.129)
N + 1 N +
m=0
la cual p u e d e simplificarse en - n: ,^ . >
F I G U R A 6.69
Respuestas en frecuen-
cias del filtro pasaba-
jas en TD y TC.
1
y[«] 367
) N+ 1
6.7 Filtros en tiempo
discreto
F I G U R A 6.70 F I G U R A 6.71
Un filtro de promedio móvil en TD. Respuesta al impulso de un filtro de promedio móvil.
N=9
|H(F)|
1--
mmá
-1
Fase de H(F)
h[n]
,»TTt.
F I G U R A 6.72 F I G U R A 6.73
Respuesta en frecuencia de un filtro de promedio móvil para dos Respuesta ideal al impulso del filtro pasabajas
tiempos de promediación diferentes. i . enTD.
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
i
0.25 - -
VFR'
F I G U R A 6.74 F I G U R A 6.75
Respuesta al i m p u l s o casi ideal del filtro pasabajas en T D . Respuesta en frecuencia casi ideal de filtro pasabajas de T D .
f ^ . .
|H(F)| en dB
F I G U R A 6.76 •'i
Respuesta en frecuen-
cia casi ideal del filtro
pasabajas en T D
graficada sobre una
escala de decibeles. .gfjinnvjiii
| H ( / ) | o |H{F)|
i
Pasabanda 6.8 Especifícadones
de filtros y figuras de
Pasabanda mérito
F I G U R A 6.77
Especificación de la
magnitud de un filtro foF
Supresor Supresor Supresor
ideal general. de banda de banda de banda
foF
Filtro ideal
•foF
|-«- Pasabanda
EJEMPLO 6.5
• SOLUCIÓN
La función de transferencia de este filtto es
1 100
H(/) = (6.131)
1-Fj(//100) 100 - F J 7
| H ( / ) | , B o |H(F)í<iB
Atenuación mínima
en la banda de supresión ;;;>orno-
F I G U R A 6.81 ^YVwywVYÍ
Atenuación en la l-<- Banda de ^
banda supresora. supresión
|H(/)|c,B
Rizo Atenuación progresiva
100 / 1 000 10 000 6.8 Especificaciones
H" " I / de filtros y figuras de
Atenuación de - ^ T ñ ¡ ' \ • mérito
F I G U R A 6.82 supresión de
'j,T Diagrama de Bode de banda mínima ~ 2 0
la respuesta en
frecuencia de '" V^'"
magnitud de un filtro % Pasabanda Banda de Supresión de banda
pasabajas RC. transición
EJEMPLO 6.6
Diseñe un filtro en TD pasabanda casi ideal con una banda de paso de 0.2 < f < 0.3 mediante el truncamiento de la
respuesta al impulso de un filtro pasabanda ideal hasta 64 impulsos en TD distintos de cero y determine después su
rizo pasabanda y la atenuación mínima en la banda de supresión.
• SOLUCIÓN
Un filtro pasabanda en TD ideal con una banda de paso de 0.2 < F < 0.3 tendría una función de transferencia j
1\\
H(F) = rect I 10 I F - - • rect ( 10 I F + - * comb(F) (6.132)
4
4//
Dado que la longitud de la respuesta al impulso del filtro se especificó en 64, por simetría, sea Hq = 32 (figura 6.83).
La respuesta en frecuencia del filtro de respuesta al impulso ideal truncada se ilustra en la figura 6.84. La
figura 6.85 es una vista amplificada que muestra el rizo en la banda de paso de alrededor de 7 dB.
k
0.2 —
_T-T-_T-
•L..T...T»./.^.*»v\*-^A.FT > "
80 '
-0.2 +
h[n]
0.2 +
F I G U R A 6.83
_...T-_T. •4 > « Respuestas al impulso
-10
1 ^ i * ^
80 ideal y truncada de un
filtro en TD pasabanda
..y ; .fe -0.2 + -oülrr ideal.
•
•
• Respuesta en frecuencia de magnitud del filtro pasabanda con h[n] truncada
Respuesta en frecuencia de magnitud de filtro pasabanda
H(F)DB con h[n] truncada
H(í-)DB
0.15
0.35
' Pasabanda '
-10 -
F I G U R A 6.84 F I G U R A 6.85
Respuesta en frecuencia de magnitud del filtro pasabanda diseñado al Rizo en la banda de paso de la respuesta al impulso
truncar una respuesta al impulso del filtro ideal. truncada del filtro en TD pasabanda.
La atenuación mínima en las bandas de supresión depende de cómo se designa cada banda de supresión. El
filtro ideal efecttía una transición instantánea de la banda de paso a la banda de supresión. Cualquier filtro real debe
tener una banda de transición de ancho finito. Si se toma la banda de paso del filtro práctico para que sea igual a la
banda de paso del filtro ideal, se debe elegir cierto ancho de banda de transición. Una simple elección sería dejar
que la banda de supresión empiece en el primer mínimo local de la magnitud de la respuesta en frecuencia fuera de
la banda de paso (figura 6.86). Mediante ese criterio la atenuación de la banda de supresión mínima para este diseño
es alrededor de 22 dB.
Este diseño puede modificarse para mejorar lo plano de la banda de paso y la atenuación mínima en la banda
de supresión. Si se suavisa la respuesta al impulso truncada como se ilustra en la figura 6.87, se obtienen las
respuestas de la frecuencia de la magnitud de las figuras 6.88 y 6.89. La respuesta de la banda de paso es bastante
más uniforme y la atenuación de la banda de supresión es mayor que en el diseño previo, pero se ha perdido algo:
la banda de transición (como se definió previamente) es ahora más ancha que antes. H
H(F)DB hln]
0.2 +
0.15
.T_-t-
• •
-10 80
Banda de transición
-0.2 +
F I G U R A 6.86
Atenuación en banda de supresión de la respuesta al F I G U R A 6.87
impulso truncada del filtro. Respuesta al impulso truncada y suavizada.
F I G U R A 6.88 F I G U R A 6.89
Rizo en la banda de paso de la respuesta al impulso Atenuación de la banda de supresión de la respuesta al
suavizada y truncada del filtro. impulso truncada y suavizada del filtro.
6.9 Sistemas de
comunicación
Miami Seattle
F I G U R A 6.90
Sistema de comunica-
ción ingenuo y burdo.
til aoijt::
6.9 SISTEMAS DE COMUNICACIÓN
U n a d e las a p l i c a c i o n e s m á s i m p o r t a n t e s d e la t r a n s f o r m a d a d e F o u r i e r se e n c u e n t r a e n el análisis y el
d i s e ñ o d e sistemas d e c o m u n i c a c i ó n . Se a b o r d a r á este c o n c e p t o a n a l i z a n d o la o p e r a c i ó n d e u n t r a n s m i -
sor y r e c e p t o r d e r a d i o . ¿ P o r q u é existe el r a d i o ? P o r q u e r e s u e l v e el p r o b l e m a de la c o m u n i c a c i ó n entre
las p e r s o n a s q u e están d e m a s i a d o alejadas p a r a p o n e r s e en c o n t a c t o d i r e c t a m e n t e c o n s o n i d o . Hay,
d e s d e l u e g o , m u c h o s tipos de c o m u n i c a c i ó n a distancia. L a c o m u n i c a c i ó n p u e d e ser de u n a vía c o m o en
el r a d i o y la televisión, o de d o s vías c o m o en el teléfono, la r a d i o de aficionados e internet. L a informa-
c i ó n transferida p o d r í a ser v o z , d a t o s , i m á g e n e s , etc. L a c o m u n i c a c i ó n p o d r í a ser en t i e m p o real o
retrasada.
S u p o n g a q u e u n a p e r s o n a e n M i a m i y otra en Seattle d e s e a n conversar. L a v o z h u m a n a es d e m a s i a -
d o débil p a r a e s c u c h a r s e a esa distancia. E s p o s i b l e utilizar a m p l i f i c a d o r e s y a l t a v o c e s p a r a i n c r e m e n t a r
la p o t e n c i a acústica d e la voz, p e r o d e b i d o a q u e d i c h a p o t e n c i a se a t e n ú a bastante r á p i d o c o n la distan-
cia, se necesitaría u n s i s t e m a increiljlemente p o d e r o s o para e s c u c h a r s e a esa distancia (figura 6.90).
Si u n a v o z en M i a m i p u d i e r a e s c u c h a r s e en Seattle y viceversa, c o n a m p l i f i c a c i ó n acústica, habría
u n a s c u a n t a s m o l e s t i a s p a r a las p e r s o n a s en O r l a n d o y S p o k a n e c o n r e s p e c t o al r u i d o . ( N o h a b r í a n i n g u -
n a queja d e las p e r s o n a s e n M i a m i y Seattle p o r q u e todas h a b r í a n m u e r t o a c a u s a de la energía acústica.)
A d e m á s , si la c o m u n i c a c i ó n es d e d o s vías, d a d a la v e l o c i d a d del s o n i d o en el aire, la p e r s o n a e n Seattle
tendría q u e e s p e r a r m á s d e 8 h o r a s p a r a e s c u c h a r u n a r e s p u e s t a a u n a p r e g u n t a r e a l i z a d a p o r u n a p e r s o n a
e n M i a m i . Si se a ñ a d e n los p r o b l e m a s d e m i l l o n e s de p e r s o n a s q u e h a b l a n s i m u l t á n e a m e n t e en E s t a d o s
U n i d o s y se c o n s i d e r a la falta d e i n t i m i d a d de su c o m u n i c a c i ó n , es e v i d e n t e q u e sería u n sistema m u y
insatisfactorio y ridículo.
U n a b u e n a solución a m u c h o s de estos p r o b l e m a s es utilizar la p r o p a g a c i ó n de la e n e r g í a e l e c t r o -
m a g n é t i c a p a r a transmitir m e n s a j e s entre lugares r e m o t o s . Su v e l o c i d a d es m u c h o m a y o r q u e la del
s o n i d o , p o r lo q u e el p r o b l e m a del retraso se resolvería. Sin e m b a r g o , a h o r a existen otros p r o b l e m a s p o r
resolver. ¿ C ó m o se codifica u n m e n s a j e acúsfico e n u n a señal e l e c t r o m a g n é t i c a d e m a n e r a q u e éste se
p r o p a g u e a la v e l o c i d a d de la o n d a e l e c t r o m a g n é t i c a (la v e l o c i d a d de la luz)?
L a idea m á s sencilla es s i m p l e m e n t e utilizar u n m i c r ó f o n o p a r a convertir de m a n e r a directa la
e n e r g í a a c ú s t i c a e n e n e r g í a e l e c t r o m a g n é t i c a (figura 6.91). D e s p u é s la e n e r g í a e l e c t r o m a g n é t i c a p o d r í a
a c c i o n a r un a m p l i f i c a d o r q u e activaría u n a a n t e n a de t r a n s m i s i ó n . U n a a n t e n a d e r e c e p c i ó n e n el l u g a r
.(TCLÉ) Transmisor
( y j B B B H Amplificador
vií iUStíqgsi.-
F I G U R A 6.91
Transmisor
Sistema de comunica-
[[-[Amplificador Amplificador | - ^ ^ ^ ^ ^ ción utilizando la
^ Receptor conversión directa
acústica-electroms^BC-
Miami Seattle
tica y electromagnéli-
ca-acústica.
r e m o t o p o d r í a colectar parte d e la energía e l e c t r o m a g n é t i c a transmitida, y u n amplificador y u n altavoz
tendrían la posibilidad d e convertir la energía e l e c t r o m a g n é t i c a en energía acústica.
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor- H a y dos p r o b l e m a s principales con este s i m p l e p r o c e d i m i e n t o . P r i m e r o , el espectro de frecuencia
mada de Fourier de d e las c o m u n i c a c i o n e s p o r v o z se e n c u e n t r a p r i n c i p a l m e n t e entre 3 0 y 3 0 0 H z e incluso las fuentes de
señales y sistemas p r o g r a m a s m u s i c a l e s n o se e x t i e n d e n m á s allá de 10 k H z . U n a a n t e n a eficiente en este intervalo de
frecuencia tendría q u e tener m u c h a s millas de largo. A d e m á s la variación de la frecuencia p a r a el inter-
v a l o de 10:1 h a s t a q u i z á 1 0 0 0 : 1 en frecuencia significaría q u e la señal tendría q u e distorsionarse de
m a n e r a c o n s i d e r a b l e p o r la variación de la eficiencia de la a n t e n a c o n la frecuencia. Q u i z á se p u e d a
construir u n a antena m u y larga o vivir c o n u n a ineficiente. Sin e m b a r g o , el s e g u n d o p r o b l e m a es m á s
i m p o r t a n t e . C o n la suposición de q u e m u c h a s p e r s o n a s desearían hablar en f o r m a s i m u l t á n e a ( u n a supo-
sición a d e c u a d a ) , d e s p u é s de la c o n v e r s i ó n d e la energía de n u e v o a la f o r m a acústica, se e s c u c h a r í a a
t o d o s h a b l a n d o a la v e z p o r q u e las t r a n s m i s i o n e s serían s i m u l t á n e a s .
El sistema telefónico e s t á n d a r r e s u e l v e este p r o b l e m a c o n f i n a n d o la energía e l e c t r o m a g n é t i c a e n
u n cable, de c o b r e o d e fibra óptica. E s t o es, las señales se separan espacialmente al tener u n a c o n e x i ó n
directa d e d i c a d a entre las p a r t e s . P e r o c o n los m o d e r n o s teléfonos celulares i n a l á m b r i c o s esa solución
n o funciona p o r q u e la energía e l e c t r o m a g n é t i c a n o está confinada en su trayectoria entre el aparato
portátil y la antena de celular m á s cercana. O t r a solución consistiría en asignar a c a d a t r a n s m i s o r u n
conjunto ú n i c o de intervalos d e t i e m p o en los cuales cualquier otro t r a n s m i s o r no transmitiría. E n ese
caso, para recibir el mensaje correcto, el receptor tendría q u e sincroiúzarse c o n estos m i s m o s t i e m p o s
( t o m a n d o en c u e n t a los retrasos d e la p r o p a g a c i ó n ) . E s t a solución recibe el n o m b r e de multiplexaje en el
tiempo. El multiplexaje en el t i e m p o se u s a a m p l i a m e n t e en los sistemas telefónicos en los q u e la señal
está confinada en cables o en áreas celulares locales d o n d e la c o m p a ñ í a telefónica p u e d e controlar t o d a
la t e m p o r i z a c i ó n y los intervalos p u e d e n h a c e r s e tan cortos q u e no son n o t a d o s p o r las p e r s o n a s q u e
utilizan el sistema. Sin e m b a r g o , el multiplexaje en el tiempo tiene a l g u n o s p r o b l e m a s en otros sistemas
de c o m u n i c a c i ó n . Si la p r o p a g a c i ó n de la energía e l e c t r o m a g n é t i c a es en el e s p a c i o libre, con múltiples
t r a n s m i s o r e s y r e c e p t o r e s i n d e p e n d i e n t e s i m p l i c a d o s en u n s i s t e m a de c o m u n i c a c i o n e s nacional, el
multiplexaje en el t i e m p o se v u e l v e i m p o s i b l e . E x i s t e u n a m e j o r solución, y e n t e n d e r l a r e q u i e r e la
t r a n s f o r m a d a de Fourier. L a solución se c o n o c e c o m o multiplexaje en frecuencia y d e p e n d e del u s o de
u n a técnica l l a m a d a modulación.
MODULACIÓN
Modulación de doble banda lateral con portadora suprimida Represente una señal que se v a a
transmitir m e d i a n t e x ( 0 . Si se fuera a multiplicar esta señal p o r u n a senoide c o m o se ilustra en la figura
6.92, se o b t e n d r í a u n a n u e v a señal y(í), q u e es el p r o d u c t o de la señal original y la senoide. E n el
lenguaje de los sistemas de c o m u n i c a c i ó n la señal x(í) modula a la p o r t a d o r a eos {2nfj). E n este c a s o la
m o d u l a c i ó n se d e n o m i n a modulación de amplitud p o r q u e la a m p l i t u d de la p o r t a d o r a es m o d i f i c a d a
c o n s t a n t e m e n t e por el nivel de la señal de la m o d u l a c i ó n x(í) (figura 6.93).
L a señal de r e s p u e s t a del m o d u l a d o r es
A p l i c a n d o la t r a n s f o r m a d a de F o u r i e r en a m b o s l a d o s .
X(Í)COS(2IT/,0
|Y(/)!
B anda lateral B anda lateral
inferior superior
F I G U R A 6.93 F I G U R A 6.94
La m o d u l a c i ó n x(í) y la portadora modulada y(r) = xff) La m o d u l a c i ó n y la portadora modulada e n el d o m i n i o de la
cos(27t/^f). -i ' : ; . - : • ; -•; frecuencia.
d e x ( 0 se t r a s l a d a n u n a d i s t a n c i a / ^ h a c i a d o s b a n d a s laterales p o r e n c i m a y p o r debajo y n o h a y i m p u l s o
en la frecuencia d e la p o r t a d o r a en el e s p e c t r o d e la señal m o d u l a d a .
L a m o d u l a c i ó n M D B L P S n o se u s a m u c h o e n la práctica. Sin e m b a r g o , se r e q u i e r e su e n t e n d i m i e n -
to p a r a c o m p r e n d e r las formas d e m o d u l a c i ó n m á s u s a d a s , p o r lo q u e éste es u n b u e n l u g a r p a r a e m p e -
zar. A h o r a se h a l o g r a d o u n objetivo. El e s p e c t r o d e la señal original q u e se inició fuera del i n t e r v a l o d e
bajas frecuencias se h a d e s p l a z a d o a u n o n u e v o q u e p u e d e u b i c a r s e d o n d e se desee eligiendo a p r o p i a d a -
m e n t e la frecuencia d e la p o r t a d o r a . L a señal original r e s i d e e n u n a n c h o d e b a n d a c e n t r a d o e n c e r o , y la
n o m e n c l a t u r a c o n v e n c i o n a l d e la señal original está e n b a n d a b a s e . D e s p u é s d e la m o d u l a c i ó n , la infor-
m a c i ó n d e la señal e s t á e n u n a b a n d a de frecuencia diferente.
L a s o l u c i ó n al p r o b l e m a d e q u e t o d o s h a b l e n al m i s m o t i e m p o e n el m i s m o intervalo d e frecuencia
c o n s i s t e en q u e c a d a u n o use u n i n t e r v a l o d e frecuencia diferente m e d i a n t e el e m p l e o d e u n a frecuencia
p o r t a d o r a distinta. C o n s i d e r e el c a s o d e la t r a n s m i s i ó n d e r a d i o p o r m o d u l a c i ó n de a m p l i t u d ( A M ) . H a y
m u c h a s e s t a c i o n e s t r a n s m i s o r a s e n c u a l q u i e r r e g i ó n geográfica d a d a t r a n s m i t i e n d o e n f o r m a simultá-
nea. A c a d a estación se a s i g n a u n a b a n d a d e frecuencia p a r a transmitir. E s t a s b a n d a s de frecuencia
t i e n e n u n a n c h o d e 10 k H z . D e tal m o d o , u n a e s t a c i ó n d e r a d i o m o d u l a u n a p o r t a d o r a c o n su señal d e
fuente de p r o g r a m a (la señal d e la b a n d a b a s e ) . L a p o r t a d o r a está e n el c e n t r o d e su b a n d a de frecuencia
a s i g n a d a . L a p o r t a d o r a m o d u l a d a a c c i o n a d e s p u é s el transmisor. Si la señal d e la b a n d a b a s e tiene u n
a n c h o d e b a n d a de m e n o s d e 5 k H z , la señal d e t r a n s m i s i ó n de la estación se e n c o n t r a r á p o r c o m p l e t o
d e n t r o d e su b a n d a d e frecuencia a s i g n a d a . U n r e c e p t o r tiene q u e elegir u n a e s t a c i ó n p a r a e s c u c h a r l a y
r e c h a z a r las otras. S u a n t e n a r e c i b e e n e r g í a d e t o d a s las e s t a c i o n e s y las c o n v i e r t e e n u n voltaje e n sus
t e r m i n a l e s . P o r lo tanto, el r e c e p t o r h a e l e g i d o h a s t a cierto p u n t o u n a b a n d a d e frecuencia p a r a e s c u c h a r
y r e c h a z a r a las otras.
E x i s t e m á s d e u n a m a n e r a d e s e l e c c i o n a r u n a e s t a c i ó n p a r a realizar la r e c e p c i ó n . Sin e m b a r g o , la
f o r m a m á s c o m ú n consiste e n u s a r d e n u e v o la idea d e la m o d u l a c i ó n , p e r o esta vez la o p e r a c i ó n se d e n o -
m i n a demodulación. S u p o n g a q u e la señal r e c i b i d a p o r la a n t e n a x / í ) es la s u m a d e señales d e v a r i a s
estaciones d e r a d i o e n el área y q u e el e s p e c t r o d e la señal d e la a n t e n a es c o m o se ilustra e n la figura 6.95.
S u p o n g a q u e la e s t a c i ó n q u e d e s e a e s c u c h a r es la q u e se e n c u e n t r a c e n t r a d a e n / ^ , . S e m u l t i p l i c a la señal
r e c i b i d a e n la a n t e n a p o r la s e n o i d e a e s a frecuencia c r e a n d o u n a señal d e m o d u l a d a y,.(f).
!x.(/)|
F I G U R A 6.95 W
...
-MU iiu
t . .
Espectro de la señal
recibida por la antena
del receptor. fcA ÍA fcl fc\ fc\ fc2 fci fc4 375
376 |Y,(/)i
Desplazado hacia abajo Desplazado hacia arriba
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
il
mada de Fourier de M
señales y sistemas
í l
fc4 fci fcl fcl fcl fc2 fci fc4
F I G U R A 6.96
Señal del receptor después de la demodulación.
N
y,(í) = A ^ Xkir) cos(2-n-/rf?) cosilit/dt). (6.139)
k=i
fe a s t E n el d o m i n i o d e la frecuencia,
^r(f) = ^E k=l
+
^^(Z) *
§ ( / -
- - /a) +
/ c 3 + fck) + 8 ( / + / r f +
8 ( / + /,3
fck)l
- /a) (6.141)
Yr(/) = T
Este r e s u l t a d o se v e c o m p l i c ^a d ok=i
E -- + X,(/ - / , 3 + fck)
fck) ++ XX, ,((/ / ++ / fe,
a -+ fck)l
fck)
(figura 6.99).
Si o b s e r v a el espectro p o d r á ver de d ó n d e p r o v i e n e el n o m b r e p o r t a d o r a transmitida. H a y u n i m p u l -
so en la frecuencia d e la p o r t a d o r a que n o e s t a b a presente e n la M D B L P S . E s natural p r e g u n t a r p o r q u é
esta técnica d e m o d u l a c i ó n se u s a tanto, d a d o q u e requiere u n sistema u n p o c o m á s c o m p l i c a d o p a r a
p o n e r s e e n práctica. L a r a z ó n es q u e , a u n c u a n d o l a m o d u l a c i ó n M D B L P T es u n p o c o m á s c o m p l i c a d a
q u e la M D B L P S , la demodulación de M D B L P T es m u c h o m á s simple q u e la d e m o d u l a c i ó n M D B L P S .
P a r a c a d a estación d e radio de A M c o m e r c i a l existe u n t r a n s m i s o r que m o d u l a la p o r t a d o r a c o n la señal
de b a n d a b a s e y miles o incluso millones d e receptores q u e d e m o d u l a n la señal de la p o r t a d o r a m o d u l a -
da para recrear la señal d e la b a n d a base. L a d e m o d u l a c i ó n M D B L P T es m u y simple utilizando u n
circuito q u e recibe el n o m b r e de detector de envolvente. S u o p e r a c i ó n se c o m p r e n d e mejor e n el d o m i -
n i o d e l t i e m p o . E n l a m o d u l a c i ó n M D B L P T , la p o r t a d o r a m o d u l a d a sigue l a f o r m a de la señal d e la
b a n d a base c o n los picos positivos d e la oscilación de la p o r t a d o r a (figura 6.100).
|X(/)|
1 + x(í)
4-
f m f m
|Y(/)i
[1 + x(í)]A^cos(2iT/,,f)
/ -fe \
-fc-fn -fc+fm fc-f„. f c + U
ijiíi;!;;;';^'
Portadora modulada
X(/) = X ( - / ) . (6.146)
E n el d o m i n i o d e la frecuencia el e s p e c t r o d e a m p l i t u d d e la r e s p u e s t a del m u l t i p l i c a d o r es
Multiplicador | H ( f)\
x(f)-
yMDBLPsC) 1
-fe fe
Sobremodulación C0S(2LT/^f)
|YMDBLPS(/)I
|H(/)1
|Y(/)|
1
I
I
1 1
-fc-í Ti -fc+L fc-fm Jc fc+fm
-fe
|Y(/)|
|YDEMOD(/)l
-fc-fn,
1
-fc+fm
i 1 '
n - . t\ . r\
-2/. fe 2/c
1
Y ( / ) = - [ X ( / - / ; ) + x ( / + fc)mn V (6.149)
(figura 6 . 1 0 4 ) .
El p r o c e s o de d e m o d u l a c i ó n p a r a la M B L U P S es el m i s m o q u e la p r i m e r a técnica q u e se introdujo
p a r a la M D B L P S , la multiplicación d e la señal recibida p o r u n oscilador local e n fase c o n la p o r t a d o r a
(figura 6.105). Si esta señal se h a c e p a s a r a h o r a p o r u n filtro pasabajas, se r e c u p e r a el espectro original.
L a señal original se r e c u p e r a p o r c o m p l e t o d e b i d o a q u e t o d a la i n f o r m a c i ó n está e n u n a b a n d a lateral
tánica. E s t e tipo d e m o d u l a c i ó n es m u c h o m á s fácil d e e n t e n d e r si se utiUza el análisis en el d o m i n i o la
frecuencia q u e e n el d e l t i e m p o .
|YMDBLPS(/)1
fe
fc-fn. fc+fm
|H(/)|
|Y(/)|
-fc-f Ti
-/c
1
1
-fc+fm
|Y(/)|
fe
1
1
fm J : fc~^ fm nzzrn
AL íy- í , - ^ ítí |YDEMOD(/)l
-fc-fm -fc+fm
!
c
1
fc~^ fm
' . . z - ' m \ rv. r\
-2fc -fe fe 2/c
(figura 6 . 1 0 4 ) .
El p r o c e s o de d e m o d u l a c i ó n p a r a la M B L U P S es el m i s m o q u e la p r i m e r a t é c n i c a q u e se introdujo
p a r a la M D B L P S , la m u l t i p l i c a c i ó n de la señal r e c i b i d a p o r u n o s c i l a d o r local e n fase c o n la p o r t a d o r a
(figura 6.105). Si e s t a señal se h a c e p a s a r a h o r a p o r u n filtro pasabajas, se r e c u p e r a el e s p e c t r o original.
L a señal original se r e c u p e r a p o r c o m p l e t o d e b i d o a q u e t o d a la i n f o r m a c i ó n está e n u n a b a n d a lateral
tínica. E s t e tipo d e m o d u l a c i ó n es m u c h o m á s fácil de e n t e n d e r si se utiHza el análisis en el d o m i n i o la
frecuencia q u e e n el d e l tiempo.
Y(/) = Xi(/) * ^[8(/ + /,) - 8(/ - /,)] + X2(/) * i [ 8 ( / - fe) + 8(/ + /,) (6.150)
Y(/) = ^[Xi(/ + fe) - Xi(/ - fe)] + Í[X2(/ - fe) + XjÍ/ + fe)] • (6.151)
380 xirfCO
xi(í) - FPB • Xy(í)
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de sen(2Ti/^í) 5611(217/^0
y{í)
señales y sistemas
^X2<í(í)
FPB • X2f(í)
) '
j _ ^ [ X l ( / + fe) - X , ( / - fe)] + ^ [ X 2 ( / - / , ) + X 2 ( / + / , ) ]
(6.154)
*^[8(/ + / C ) - 8 ( / - / , ) ]
(6.155)
* - [ 8 ( / - / . ) + 8 ( /+ /,)]
(6.156)
- ^Xdf - 2fe) - ^X2(/ - 2fe)
Y ( » = X(7ü))H(7co). (6.159)
A s í q u e c a d a s e n o i d e c o m p l e j a está r e t r a s a d a en el t i e m p o e n u n a c a n t i d a d c o r t e s p o n d i e n t e al d e s p l a z a -
m i e n t o d e fase de li(j(ü). E s t o p a r e c e s i m p l e h a s t a q u e se c o n s i d e r a q u e si la fase se d e s p l a z a m e d i o
ciclo Tí r a d i a n e s , n o q u e d a claro c o n la siinple o b s e r v a c i ó n si el d e s p l a z a m i e n t o es TI o -71 r a d o 7r ± 2m
n r a d , d o n d e m es u n e n t e r o . J u n t o c o n la a m b i g ü e d a d d e la fase surge la c o r r e s p o n d i e n t e a m b i g ü e d a d
del t i e m p o e n el d o m i n i o de este m i s m o . D e m á s i m p o r t a n c i a en el d i s e ñ o d e la m a y o r í a de l o s s i s t e m a s
p r á c t i c o s es c ó m o se ve afectada la f o r m a d e u n a señal arbitraria q u e es u n a c o m b i n a c i ó n lineal d e
s e n o i d e s c o m p l e j a s p o r la v a r i a c i ó n de d e s p l a z a m i e n t o d e l a fase c o n la frecuencia.
P a r a ilustrar u n efecto p o c o e v i d e n t e del retraso d e fase n o lineal en u n a señal, s u p o n g a q u e la señal
d e e x c i t a c i ó n x(r) es u n a p o r t a d o r a senoidal a u n a frecuencia co^, q u e es de M D B L P S m e d i a n t e u n a
s e n o i d e d e m o d u l a c i ó n a u n a frecuencia C0„, y q u e co„, co^.. E n t o n c e s la e x c i t a c i ó n p u e d e e x p r e s a r s e
como
: •'?íW!oni>§rn b e f a í J i i a b ! í
L a T F T C d e la señal es
ATT
X O ) = ^ [ 8 ( 0 ) - ü), - «,„) + 8(00 - co, + co,,,) '-^^¿^vas^ 4.--
l
(6.161)
+ 8 ( ü ) + tí>c ~ W m ) + 8(C0 + + w,„)]. ' X ^
o, u t i l i z a n d o la p r o p i e d a d d e e q u i v a l e n c i a d e l i m p u l s o , J '-^ rteu;,, •
ATT
Y(jco) ^ 8(co - co, - c o , „ ) í ? ^ * ( " ' + " " ' + 8(co - c o , -f c o „ , ) e ^ * ( ' " ' - ' - - '
(6.163)
+ 8 ( c o + co, - cü,„)e^**^"^+""'' + 8 ( c o + c o , + c o „ , ) e ^ * < - " ' - " - ^
382 E s t a e x p r e s i ó n p u e d e escribirse t a m b i é n c o m o
CAPÍTULO 6 í ATT
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas + S(co - (ü, -F w,„)eJ"(<t>("<-"'")/(™--"-»
8((ü - - co„,)e^"**<™^+'"">/<'^^+"'"»
+ 8(cü + c ü , + co„,)e^™<*("'-
?n!)-> ^sif! 'YXia r y j í * ' n o i w T n e t i i ^ 8 ( ( j - Wc 4- o)„)e.''"("!'('"<--"'"V(wc-«)„))
(6.165)
J,ytó(é(ü)<-+cü„)/(íi)^-i-ü)„))
L a T F T C i n v e r s a d e ( 6 . 1 6 6 ) es
A <Í)(u>c + W m )
y(t) = - eos ^(Cüc + W „ f -t-
(}?(cOc - ü ) m )
-I- e o s (ü)c - a),„) í -I- (6.167)
— ü)„, J/ J
Si se utiliza la i d e n t i d a d t r i g o n o m é t r i c a
4
S u p o n g a p r i m e r o q u e (|)(a)) = - K(ü, d o n d e es u n a c o n s t a n t e positiva. E n t o n c e s el d e s p l a z a m i e n t o d e la
p o r t a d o r a e n el t i e m p o es
= -K, . (6.172)
el d e s p l a z a m i e n t o d e la m o d u l a c i ó n e n el t i e m p o es
/ A
= -K. u (6.173)
L o s d o s d e s p l a z a m i e n t o s e n el t i e m p o s o n e x a c t a m e n t e i g u a l e s , c o m o d e b e ser p a r a u n s i s t e m a c o n u n
d e s p l a z a m i e n t o d e fase lineal s i m p l e . [Tenga e n c u e n t a q u e d e b i d o al s i g n o m á s (6.171) e n los a r g u m e n -
tos d e los c o s e n o s , esos d e s p l a z a m i e n t o s están r e t r a s a d o s e n el t i e m p o . ] S u p o n g a a h o r a q u e el d e s p l a z a -
m i e n t o en la fase es .
Excitación
Portadora modulada
Modulación
Excitación
Retraso de fase
Respuesta
FIGURA 6.109
FIGURA 6.108 « ^ " Vista aumentada alrededor del primer cruce en cero de la señal
Excitación y respuesta de un sistema con un retraso de fase de de modulación de excitación y respuesta de un sistema con un
retraso de fase de <t>(w) = - t a n ^ ' ( T C ^ ) -
384 <t)((ü) íf-o'if.aupv)'
m oqmart i
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
La pendiente es el negativo
del retraso de fase
s! 3 B t . .
F I G U R A 6.110 La pendiente
es el negativo
Relación entre el
del retraso
desplazamiento de
de g r u p o .^^ j.-
fase, el retraso de fase
y el retraso de grupo.
d a m e n t e p a r a c u a l q u i e r m o d u l a c i ó n e n u n a b a n d a e s t r e c h a c e n t r a d a e n la frecuencia d e la p o r t a d o r a . E l
retraso d e g r u p o se define c o m o \ ~ i ¡ nhi: =i ity.iít'
E J E M P L O 6.7
donde COQ = | p ¡ P y l^cüg = - P i - p ' i = - 2pi,.. Determine y grafique su retraso de grupo en función de la frecuencia
y su respuesta de impulso en función del tiempo para CJ = 1 -i- j l O y pj = - 1 -t- jlO.
• SOLUCIÓN .i.tvj»
Examine primero la magnitud de la función de transferencia. El cuadrado de la magnitud es
|H(;w)|- = (6.178)
{(o, - PuV + PÍ.){(<^ + Pu)- + p Í )
donde los subíndices r e i indican las partes real e imaginaria, respectivamente. Puesto que, en este caso, Zi, = Pi, y
^ ^ír = P'ir^ 1^ magnitud de esta función de transferencia es una constante,
\^ Este tipo de fiínción de transferencia recibe el nombre de función pasatodas. Su magnitad es independiente de la
frecuencia, aunque su fase no lo es. La fase es
(6.180)
que se reduce a
T(CÜ)
-30 30
l/zu- l/Zlr
• T(CO) = 77 +
1 -f ( ( c ü - zii)/-zir)- 1 + ((w+ zii)/-zw)-
(6.182)
1 + ((W - P u ) / - P l r ) ^ 1 + ((O) + Pli)/-PU-)-
1 1
T(CO) = 4- (6.183)
Ll-F(w-10)2 1-Któ-M0)-J
\
h(0 = eos ü)o t + TAN u(0
dt
-tt>o£í
\
eos cüoV 1 - t " r -I- tan" u(í)
i >
,E-'»''Í'SEN(COOV'L
u(f) (6.184)
ÍIOO
í,d)
(figura 6.112).
Observe que la parte oscilatoria de la respuesta de i m p u l s o tiene una v e l o c i d a d resonante característica de
aproximadamente 1.6 H z (alrededor de 10 rad/s) que es la frecuencia del pico del retraso de grupo. E l i m p u l s o tiene
componentes de frecuencia distribuidas de manera uniforme en todas las frecuencias. L a parte del i m p u l s o de
excitación cerca de la f r e c u e n c i a , / = 1.6 H z , está retrasada más que el resto del i m p u l s o de excitación y esto es lo
que ocurre en u n tiempo posterior. H
FIGURA 6.113 FIGURA 6.114
Tren de pulsos. TFTC de magnittid de señales de excitación y respuesta.
f \ 1 - - 11)d
y ( í ) = x ( í ) p ( í ) = x(f) rect I — I * — c o m b (6.187)
L a T F T C de y(í) es
f
Y ( / ) = X ( / ) * w smc(wf) comb [ ~ ] , (6.188)
F I G U R A 6.115
Demodulación síncrona de una señal M A P
fs
(modulación de ampliuid de pulso) con
una senoide a una frecuencia/, igual a la Versión escalada del espectro
tasa de repetición del pulso. de la señal original
4 i.
L a señal d e e x c i t a c i ó n t a m b i é n p o d r í a r e c u p e r a r s e m e d i a n t e u n a t é c n i c a de d e m o d u l a c i ó n s í n c r o n a
e n la q u e u n a réplica c e n t r a d a e n u n miíltiplo distinto de cero de la t a s a de r e p e t i c i ó n d e p u l s o s se
d e s p l a z a c o n r e s p e c t o d e la b a n d a b a s e al multiplicar la señal d e m o d u l a c i ó n d e a m p l i m d d e p u l s o s p o r
u n a s e n o i d e a ese m i s m o m ú l t i p l o de la tasa de repetición d e p u l s o s (figura 6.115). Ti
ilOi'JÜtil
P o d r í a p r e g u n t a r s e por q u é m e t e r s e e n p r o b l e m a s c u a n d o la réplica d e la b a n d a b a s e del e s p e c t r o d e
I!S tiU.)
excitación p u e d e r e c u p e r a r s e m e d i a n t e u n s i m p l e filtro pasabajas. L a r e s p u e s t a es q u e en a l g u n o s siste-
m a s la réplica d e la b a n d a b a s e p u e d e ser c o r r o m p i d a por el r u i d o o u n a señal de interferencia y las otras .RIT
réplicas q u i z á sean m á s l i m p i a s .
E n t o n c e s la r e s p u e s t a del m o d u l a d o r e n T D es
1
Y{F) = X ( F ) ®C(F) = X ( F ) ® ] -[8(F - F Q ) + 8 ( F + FQ)] * c o m b ( F ) (6.193)
Modulación
..TTiíiiifnTTTT,,..^ Ílllíí!lTlTw..nTtlT^^
••"ILLLLLP'"
c[n]
Portadora modulada
F I G U R A 6.116
Modulación, portadora
,.n.,„.Tfí tí,. ,.~.,„.TÍI.
11» *^ ijl W y portadora modulada
en un sistema
MDBLPS en TD.
388 |X(F)|
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
F :
-2 -1
|C(F)|
-2 -1 -Fn Fn 1 2
|X(F)®C(F)|
F I G U R A 6.117
TFTD de modulación
en TD, portadora en
TD y portadora f l i U l A
modulada en TD. -2 . -1
|X(F)]
-2 -1
\C(f)\
, 1-
i 1 ^
_ _ 1 I '
-2 -1 — 1 2
•i* • |X(F)C
F I G U R A 6.118
TFTD de la modula-
1 f
ción TD, portadora en
TD c[n] = cos(7in)
y portadora modulada 1
1 1 1 1 '
enTD. • • Í.»^J.- i- -2 -1 1 2
E s t a c l a s e d e m o d u l a c i ó n invierte el e s p e c t r o d e frecuencia Multiplicador F I G U R A 6.119
d e u n a m o d u l a c i ó n e n T D . Si inicialmente es u n espectro pasabajas, xO) . ^ ^ ' ' " ' ' * ^ ^ | ppg | ^ y(,) Los componentes
FPB
) e s e n c i a l e s de un
se c o n v i e r t e e n u n o p a s a a l t a s , y viceversa. E s t e es u n tipo d e m o -
analizador de espectro
d u l a c i ó n m u y fácil d e i m p l e m e n t a r p o r q u e consiste e n c a m b i a r e l
por barrido de
signo d e c u a l q u i e r otro valor d e la señal d e m o d u l a c i ó n e n T D . L a COS(2-IT/^0 frecuencia.
d e m o d u l a c i ó n p a r a r e c u p e r a r la señal original consiste e n realizar
el m i s m o p r o c e s o otra vez, p o n i e n d o t o d o s l o s c o m p o n e n t e s d e
frecuencia e n s u s p o s i c i o n e s originales.
U n a a p l i c a c i ó n interesante d e este tipo d e m o d u l a c i ó n es convertir u n filtro e n T D pasabajas e n u n
filtro e n T D pasaaltas. Si se m o d u l a este tipo d e p o r t a d o r a c o n u n a señal y l u e g o se p a s a p o r u n filtro
pasabajas e n T D , las frecuencias q u e eran o r i g i n a l m e n t e bajas serán altas y n o p a s a r á n y las frecuencias
q u e o r i g i n a l m e n t e eran altas serán bajas y p a s a r á n . L u e g o se p u e d e d e m o d u l a r l a salida del filtro m e -
diante el m i s m o tipo d e m o d u l a c i ó n , c o n v i r t i e n d o las frecuencias altas (las frecuencias bajas originales)
d e n u e v o e n bajas frecuencias. U t i l i z a n d o esta técnica es p o s i b l e e m p l e a r u n tipo d e filtro e n T D p a r a el
filtrado t a n t o pasabajas c o m o p a s a a l t a s .
Xsh(í) = x ( r ) c o s ( 2 T r / , r ) . , (6.196)
!H(/)i /••
F I G U R A 6.120 • 2/,„
Respuesta en magnitud
idealizada de un filtro
I pasabajas. JÍ>Ú>'>J«p?'^!-sr«y Í!;Í>ÍJ -f„, f,„ 389
"• .1.
-1 A í-**- ni'
J
!x(/-/,)|
-* ^2f, 7T ^ 5 ü í'yítsif'
-/c /c
L a s r e g i o n e s espectrales definidas p o r - /„, < |/| < + /,„ se m u e v e n hacia arriba y abajo en
fi-ecuencia. L a r e g i ó n < + / „ , baja h a c i a la r e g i ó n - / „ , < / < /,„ y s u b e hacia la región 2 / ^
- / „ < / < 2 / , + / „ . La región - /„, < / < + /,„ sube h a c i a la r e g i ó n - / „ , <f< /,„ y baja hacia la
r e g i ó n - 2 / , -f^<f< - 2 / , + / „ , . L a s u m a de los dos espectros d e s p l a z a d o s es el e s p e c t r o q u e se ilustra
e n la figura 6 . 1 2 3 . ( N o d e b e esperarse q u e la m a g n i t u d de la s u m a de los dos espectros será la s u m a de
las m a g n i t u d e s de c a d a u n o d e s p l a z a d o s . L a s u m a d e p e n d e t a m b i é n de la fase.)
El filtro pasabajas e l i m i n a t o d a la p o t e n c i a de señal salvo la c o r r e s p o n d i e n t e a la r e g i ó n - / „ , < / <
/ „ , . R e c u e r d e q u e esta p o t e n c i a de señal p u e d e p r o v e n i r de las r e g i o n e s definidas p o r |/| < +
/,„ en la señal de excitación original. Por lo tanto, la respuesta del analizador de espectros es u n a señal
c u y a p o t e n c i a es p r o p o r c i o n a l a la p o t e n c i a de la señal original en e s o s intervalos de frecuencia. C u a n d o
se d e s p l a z a h a c i a arriba y h a c i a abajo p o r m e d i o de la m i s m a f r e c u e n c i a / , , el traslape cerca de la
frecuencia c e r o siempre es del e s p e c t r o original y su c o m p l e j o c o n j u g a d o en u n a región p a r a la cual | / |
es c e r c a n a a | / , | .
I m a g i n e a h o r a q u e / , se c a m b i a a un n u e v o valor. L a c a n t i d a d de d e s p l a z a m i e n t o en el d o m i n i o de
la frecuencia c a m b i a r í a , y la p o t e n c i a de la señal de r e s p u e s t a del sistema sería p r o p o r c i o n a l a la poten-
cia de la señal original en u n a r e g i ó n espectral diferente c e n t r a d a en la n u e v a ± / , c o n u n a n c h o de 2 / ^ .
E n u n a n a l i z a d o r de e s p e c t r o real h a y un g e n e r a d o r senoidal de frecuencia variable, l l a m a d o g e n e r a d o r
de barrido, el cual barre t o d o el intervalo de frecuencias. L a p o -
tencia de la señal de r e s p u e s t a del analizador de espectros indica
|X(/ + /,)| la p o t e n c i a de la señal de excitación en u n p e q u e ñ o intervalo de
frecuencias alrededor de la frecuencia de b a r r i d o . L a p o t e n c i a de
la señal de r e s p u e s t a se gráfica sobre u n a pantalla c o m o u n a fun-
c i ó n d e la frecuencia d e b a r r i d o y la exhibición q u e resulta recibe
el n o m b r e de espectro de potencia de la señal. (En el capítulo 8 se
definirá la densidad espectral de potencia q u e se relaciona estre-
-2/c 2/ c h a m e n t e c o n el e s p e c t r o de potencia.)
U n u s o i m p o r t a n t e del analizador de e s p e c t r o es el análisis
/ X ( / + /,) + X ( / - / , )
espectral del c o n t e n i d o de las señales. C o m o u n e j e m p l o consi-
/ X ( / + /e) \ dere las dos señales Xj(r) y X2(í) q u e se ilustran en la figura 6.124.
Éstas se ven m u y similares. ¿ S o n idénticas? A partir de la inspec-
ción visual directa son claras algunas p e q u e ñ a s diferencias. Sin
/ e m b a r g o , ¿ e x a c t a m e n t e cuál es la diferencia? E n la figura 6.125
/ \ \ /A
\\\,
se p r e s e n t a n gráficas de los espectros de p o t e n c i a de a m b a s seña-
les X i ( / ) y X 2 ( / ) sobre la m i s m a escala. A h o r a u n valor del aná-
/x(/-/,)
lisis espectral se vuelve claro. L a s gráficas de los espectros de
FIGURA 6.123 p o t e n c i a de las señales h a c e n e v i d e n t e el h e c h o de q u e son defi-
Espectro de la excitación después de la multiplicación por una n i t i v a m e n t e diferentes y en q u é m e d i d a lo son. L a s e g u n d a señal
senoide e n / , . tiene u n i n t e n s o c o m p o n e n t e senoidal q u e se p r e s e n t a c o m o d o s
• o?fijqííii k ' SU' i • *• • , - r - ! ; iíisii ¡mo;- |Xi(/)|
|X2(/)I
Respuestas:
SX\ : • ' l t
|H,(ja))| • ' ÍH,(;M
1
0.25-
1 y't 7 \ 1 • ' - . 1 A
A i-hK f i =
1 )
—i • ] 1—*- ti) 1
40
-40 40 -40
Fase d e H , ( ; o ) ) Fase de HP( jui)
TT -
40
1 , ,, 1 1 f
—1 ••v^^^^^^^^^^ — 1 >• (D 1 40
-40
—IT -
a) x(')
-2 +
b) x(t) yit)
2Í 2Í
.... TJr =
-2 + -2 +
C) x(/) Y(0
2Í
-2 +
Y(F)
1^ 4
4—f
y(i)
24.
f) y(í) 393
Respuestas: '''Hi. ^ i\ m (x : /
D o s sin distorsión y el resto d i s t o r s i o n a d a s
3. Clasifique c a d a u n a de las siguientes funciones de transferencia i n d i c a n d o si su r e s p u e s t a e n
frecuencia es pasabajas, p a s a a l t a s , p a s a b a n d a o de s u p r e s i ó n de b a n d a . r „ . i . - j ^ , ^ i'. 'fO
|H(F)|
C) |H(;Ü))|
1' it
-100 100
|Hlf)!
it
§ Hm i - í
Respuestas: "
D o s pasabajas, dos p a s a b a n d a , u n a pasaaltas y u n a s u p r e s o r a de b a n d a .
4. Clasifique c a d a u n a de las siguientes funciones de transferencia i n d i c a n d o si la r e s p u e s t a e n fre-
c u e n c i a es pasabajas, pasaaltas, p a s a b a n d a o de s u p r e s i ó n de b a n d a .
l/l - 100
a) H(/) = 1 - rect
10
b) H ( f ) = rect(lOF) * c o m b ( F )
Respuestas: j
1-'^-
P a s a b a n d a , pasabajas, s u p r e s i ó n de b a n d a .
5. U n s i s t e m a tiene u n a r e s p u e s t a al i m p u l s o
t - 0.01
h ( r ) = 10 rect
0.02
¿ C u á l es el a n c h o de b a n d a n u l o ?
Respuesta:
> O
50
6. U n s i s t e m a tiene u n a r e s p u e s t a al i m p u l s o
h[n] = u[n].
¿ C u á l es el a n c h o de b a n d a de la frecuencia e n T D de m e d i a p o t e n c i a ?
394 Respuesta: ''f
CAPÍTULO 6 0.1337 r a d
Análisis de la transfor- 7. D e t e r m i n e si los sistemas e n T C c o n estas funciones d e transferencia son o n o c a u s a l e s .
mada de Fourier de
señales y sistemas a) H(/) = sinc(/) b) H(/) = sinc(f)e~J^f
c) H(7'w) - rect(w) H ( 7 ( ü ) = rect(co)e-^™
e) H(/) = A ¿ f) H(/) = AeJ^^'f
Respuesta: «MÍH; . ^ o m : ^
sen(7'!TF)
a) H(f) = f i: Í-
SENÍTRF) sen(TTf)
sen(3'7TF)
d) H ( F ) = rect(lOF) * comb(F)
sen(iTF)
Respuesta:
U n o causal, tres n o c a u s a l e s
9. D e t e r m i n e y dibuje la r e s p u e s t a en frecuencia d e c a d a u n o de los siguientes circuitos d a d a s la
excitación y respuesta indicadas.
a) E x c i t a c i ó n v,(í), r e s p u e s t a v¿(í) - ^
L = 1 mH' VL(0
: V''
b) E x c i t a c i ó n v,(í), r e s p u e s t a i^it)
+ o VV\—
ic(0
v,(í) C = 1 (xF : Í :
DSl - i
c) E x c i t a c i ó n v,(f), r e s p u e s t a v¡f(t)
« = 1 KN 0 ¡Ki m
— V W -
uq«3i ü.;
-• ^ >
v,(0 C = 1 |JLF =í= g L = 1 mH
d) E x c i t a c i ó n 1,(0, r e s p u e s t a v^(í)
-o +
i,(í)
• ÍÍ = 100 N
L = 1 mH •
C = 1 |XF : • -
:ilt'
iH(»| |H(»1
100 i 1 '
,4,
r
I^ü.
- 1 5 0 000 150 0 0 0
- 1 0 0 0 000 1 000 000 - 5 0 000 50 000 -1 500 1 500
F a s e de Hí^'w)
Fase de H(yü>) F a s e de Hí joi) Fase de H(_/w)
I
- 1 500
H
- 1 000 000 1 000 000 - 5 0 0001 50 000 1500 - 1 5 0 000
1 jf
a) H(/) = b) H(/) =
l + jf
jlOw sen(3TTF)
c) H(7co) = d) H(F) = .V ' C
1 0 0 - c ü 2 + jlOü) SENÍTIF)
Respuestas:
D o s pasabajas, d o s p a s a b a n d a , u n a pasaaltas
20 •
a) H(/) = • 100 < / < 100
2 0 - ÍTT'-P + y42ir/
2 X 10^
b) H(7CÜ) = - 5 0 0 < cü < 5 0 0
(100 + 7 w ) ( l 700 - «2 -h ; 2 0 w )
Respuestas:
|H(»|
|H(/)1
4 2¡
í - - i b r.ffriJí?/; I h
-500 5M "
-100 100
ln(|H(/)|)
[ 1 *"
-100 100 -500
CAPÍTULO 6 b) R = 10 n C = 1 IJ.F
Análisis de la transfor- -o A/yv 1( f—0 +
mada de Fourier de
señales y sistemas t r
L = 1 mH
Respuestas:
20 0
O ! 1 1 1 -20
-40
J -20
-60
.'s -40 —sn
X -60 i í s 6U
6. -100
-120
-100 -140
10- 10' 10^ 10-' 10- 10' 1 10-
3.5 0
l i l i ^ ! !
í \ : í "a - 0 . 5 1
5 2.5 —1 - 1
i \ \ 1 i X -1.5
• « 1.5 —2 V i
-2.5
i 1 \^ i -3
0.5
- - '•'
•'-
1^
O -3.5 1 i 1
10^ 10^ 10^ 10' 10*' 10' 10' 10- 10' lo-* 10-' 10*
. - * - V ^ ,.,n t •.
13. D e t e r m i n e las funciones de transferencia H ( / ) - yg{f)rV¡{f) de los siguientes filtros activos e
identifíquelos c o m o p a s a b a j a s . p a s a a l t a s . p a s a b a n d a o supresor de b a n d a .
a)
+
v„(í)
-_5L
é ."{O.í h í i í Í 0 ^ n . 3 b fiifi3«31...
b) C,
^ 0£
Ro
+ ^ — — i — V v V
v„(r)
Respuestas:
P a s a a l t a s y pasabajas
Respuesta:
H(joo) =
Y(7a)) AL 1
X(jw) ; w + l
FIGURA E14
11',^« 1 'iH,i F'-
-*Y(F)
x(í)-
a)
x[«] • YW
I
D
b)
YW
c) y[n]
d)
Respuestas:
|H(jn)i
|H(yn)| |H(jn)| ^ |H(7n)|
5 4 4
-2ti
F a s e de |H(;n)| F a s e de H(ja) F a s e de lH(;n)| Fase de H(;n)
17 - I
H ^ 1 1 1 1
> 1 " 1 1 ^ 1
2 ^ -2ir
2Tr
—IT - — TT - —TT -
Respuesta: • „
11.35 d B de a t e n u a c i ó n ' '
18. E n el s i s t e m a d e la figura E 1 8 , x,(í) = sinc(r), = 10, y la frecuencia d e c o r t e d e l filtro pasabajas
es 1 H z . G r a f i q u e las siguientes señales y m a g n i t u d e s y fases d e sus T F T C :
398
<A
y,(í) = x / í ) . y/0
x,(í)- ) * LPF y/(í)
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de cos(2Tr/,f) COS(2IT/;Í);
señales y sistemas
FIGURA E18
a) x,(f)
b) y,{t)
c) Jdit)
d) y/f)
Respuestas:
-10 10
FasedeY,(/)
TT -
! 10
^ 1 0
— IT -
Portadora demodulada
|Y//)I Portadora demodulada y filtrada |Xy(/)|
0.5-i -- . .í . o.5r
-20 20
F a s e de Y//)
TT -
\ —1 ^
- 1 0 20
\
—Tí • J - —-rr
y. .... ,
< a) x,(0 - _
-/^ V) y,(í) • t-^r-:
/- c) y ¿i) ,
^O YXO
^ y¿(í)
x,(f)^ FPB y/(í)
1 .7 \ - •
F I G U R A E19 1 COS(2T7/,/)
Modulación |x,(/)L Portadora m o d u l a d a |Y,(/)|
0.54
y,(')
x,(í)
-5 100
Fase de X , ( / ) F a s e de Y,(/) ^ . ^JR
-0.5 + - + * f
-5 1 oó' ^
o4 0.5Í
'i
1 iiiii mu 1 ,
1 >
-200 200 10 10
4 . IT -
x ( r ) = sen(2'TRÍ)cos(20-rrí).
D e t e r m i n e l o s retrasos d e fase y d e g r u p o e n la frecuencia d e la p o r t a d o r a .
Respuestas:
12.54 m s , 7.95 m s
21. U n tre n d e p u l s o s
p ( í ) = r e c t ( l O O r ) * 10 c o m b ( l O r )
se m o d u l a m e d i a n t e u n a señal '
a) L a r e s p u e s t a del m o d u l a d o r y(?)
b) L a s T F T C d e la e x c i t a c i ó n y la r e s p u e s t a
Respuestas: -jnmnn^ i b
E x c i t a c i ó n del m o d u l a d o r M A P R e s p u e s t a del m o d u l a d o r M A P
|X{/)| |Y(/)|
1+
x(») y y(l)
1-
-200 200
Fase de X { / )
F a s e de Y(/)
4
2
-I—/
-200 200
-1
400 Multiplicador
. .^M
a) 5Hz b) 50 H z c) 500 Hz
Respuesta:
P o t e n c i a d e señal i I
0.1 i
J •
2 000
P o t e n c i a de señal
0.4
n
2 000
P o t e n c i a de señal
o.,4_
2 000
x ( f ) = 5 0 0 r e c t a OOOf) * c o m b ( 5 0 0 í ) ¡iisibsm
a) H(7w)
10
b) H(7ü))
6 -j- j4u¡
4 v-4-
c) H(jw)
25 — co- -h JOCO
4
^ H(jw)
25 — co- + yóco
4
e) H(;w)
25 - co- 76C0'
/) H( 7 w ) =
45 — 0 ) 2 - 1 - j6(ü
49
g) H(7Co) =
25. D e t e r m i n e si los sistemas en T D con las siguientes funciones de transferencia son causales o n o .
a) H ( F ) = [rect(lOF) * corah{F)]e~^-^''''
b) H(F) = jsen(2TTF)
c) w(F) = 1 - g-^''"^ _ •• y :
d) H(7Í2) =
_5g-jfi -
a) E x c i t a c i ó n VJ(í), r e s p u e s t a v^^ír)
« , = 1 kn I?, = LOKH
+ 0 VvAr- —WV f—0 +
b) E x c i t a c i ó n v,(f). r e s p u e s t a i(-,(r)
I?, = 1 KO. «3 = 10 KN
+ 0 v w
ici(f)
v,(í) Ci = 1 JJLF 4= C , = 0.1 JJLF ^
Ci = 1 |xF = 1 fiF
+ o-
íf) E x c i t a c i ó n i / í ) , r e s p u e s t a v^i(f)
í:, C, = 1 (iF R, = 10 KN
— A A A —
+
R, = 1 0 k n ^ \ > i ( f ) : C, = 1 |xF
SI
e) E x c i t a c i ó n v¡{t), r e s p u e s t a v¿j¿(f)
I?, = 10 KN
C, = 1 |xF
v,(0 «, = i o k n
402 I/(Í) «/
CAPÍTULO 6 C,
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas v,(f) v<,(Í)
- f
FIGURA E30
a) 1 |xF
+^ \^ -o-l-
V;(/) I kíl •
-o-
Mi
b) I.(Í) 100 N 50 mH
lOnP:
v,(f)
R-, = 10 kO
+ o -AAA/— — I V A —
íi
b) 10
X( 7ü) ) - Y(;co)
ja + 10 > + 10
Y20M
c) U n s i s t e m a c u y a función d e transferencia es H(7CÜ) = 10 0 0 0 - t ú - + y 2 0 w '
a)
b) 403
Ejercicios sin
respuestas
+ o
C)
1
H(;co) ^
1 + ;(w/ü)c)
d o n d e oo^ es la frecuencia d e corte (frecuencia de p o t e n c i a m e d i a ) del filtro. - • -"
- 2 4 dB
!H(/)|
-30dB
y , « = "rW / y/0
",(0 »{x)— t fn FPB y><í)
2+
200 kHz
+
20 kHz -fe
^
fe
^ f
6 kHz
12 kHz cos{2Tr/^r)
FIGURA E33
Diagrama de Bode de una señal reproducida. FIGURA E36
Pantalla de Pantalla de
difracción observación
5^0
Dirección de
propagación -
Eje óptico
Rendija
Frentes de onda
COS(2-7TF,;!) cos(2-n-f,;i)
F I G U R A E39 ; F I G U R A E41
IIÍ} SIIRT. Difracción unidimensional de luz a través de una rendija.
38. U n tren de p u l s o s
1 ít ,
p ( r ) = — rect — * 4 comb(4í)
se m o d u l a m e d i a n t e u n a señal
x ( f ) = rect(lOOOí) * 2 0 c o m b ( 2 0 f ) .
Si".
j\z J
X = l o n g i m d de o n d a d e la luz
L a integral es u n a t r a n s f o r m a d a de F o u r i e r c o n n o t a c i ó n diferente. L a i n t e n s i d a d d e c a m p o en la
p a n t a l l a de o b s e r v a c i ó n p u e d e escribirse c o m o
Eo(xo) = K- •xal'Kz-
0.05
v,(í)
o — -175 +
a) b)
F I G U R A E42
a) Rectificador de m e d i a onda c o n un filtro capacitivo para suavizar y b) voltajes de excitación y de respuesta.
h[«] = 0.2(0.8)"u[n], -
y e x h i b a la i m a g e n sobre la pantalla u t i l i z a n d o el c o m a n d o i m a g e en M A T L A B .
b) Filtre la i m a g e n fila p o r fila y l u e g o c o l u m n a p o r c o l u m n a c o n u n filtro en T D c u y a r e s p u e s t a
al i m p u l s o es
h [ « ] = S [ « ] - 0 . 2 ( 0 . 8 ) " u [ « ] , -ÍV^
y e x h i b a la i m a g e n sobre u n a p a n t a l l a u t i l i z a n d o el c o m a n d o i m a g e en M A T L A B .
CAPÍTULO 6
Análisis de la transfor-
mada de Fourier de
señales y sistemas
Amplificador estabilizado por interrupción rotatoria
FIGURAE45 i . - ^ - ^ - -
U n amplificador estabilizado por interrupción periódica.
46. U n p r o b l e m a c o m ú n e n u n a t r a n s m i s i ó n d e s e ñ a l e s d e t e l e v i s i ó n p o r a i r e es la d i s t o r s i ó n
multitrayectoria d e la señal r e c i b i d a d e b i d a al r e b o t e d e la señal t r a n s m i t i d a e n las e s t r u c t u r a s . Por
lo c o m ú n , u n a intensa señal p r i n c i p a l llega en cierto t i e m p o y u n a señal f a n t a s m a m á s débil arriba
p o s t e r i o r m e n t e . A s í q u e si la señal t r a n s m i t i d a es x,(f), la señal r e c i b i d a es
.0 . .t ,
;5 ' Pi?;
r Ap T Tu r o 1
El muestreo y la transformada
de Fourier discreta
OBTF.TTVOS n F I , rAPTTUT.O
J
voltaje de salida se mantiene en u n valor fijo hasta que ocurre el siguiente pul-
so de reloj.
U n C A D acepta u n a excitación de voltaje o corriente analógicas en
su e n t r a d a y la convierte e n u n conjunto de bits binarios (un código) c o -
m o respuesta. L a respuesta del C A D p u e d e estar en serie o en paralelo. Si
GURA 7.1 la respuesta es en serie, p r o d u c e sobre una terminal de salida u n solo volta-
íeración de un dispositivo de muestreo y retención.
j e o corriente de respuesta que es u n a s e c u e n c i a en el t i e m p o de voltajes
altos y bajos q u e r e p r e s e n t a n los u n o s y los ceros del conjunto de bits b i n a -
rios. Si el C A D ü e n e u n a r e s p u e s t a en p a r a l e l o , hay u n voltaje o corriente de r e s p u e s t a p o r bit y c a d a
u n o de éstos aparece en forma s i m u l t á n e a en u n a terminal de salida del C A D c o m o u n voltaje o c o -
rriente alto o bajo q u e r e p r e s e n t a a un u n o o u n cero en el conjunto de bits binarios (figura 7.2). Casi
s i e m p r e un C A D es p r e c e d i d o p o r un M / R p a r a m a n t e n e r constante su excitación d u r a n t e el t i e m p o
de c o n v e r s i ó n .
L a excitación del C A D es u n a señal en T C , y la respuesta es u n a señal en T D . D i c h a r e s p u e s t a n o
sólo es de t i e m p o discreto sino q u e t a m b i é n está c u a n t i z a d a y codificada. El n ú m e r o de bits binarios
p r o d u c i d o s p o r un C A D es finito. E n c o n s e c u e n c i a , el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos q u e p u e d e
p r o d u c i r t a m b i é n lo es. Si el n ú m e r o de bits que p r o d u c e el C A D es n, el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits
ú n i c o s que p u e d e p r o d u c i r es 2". L a cuantización es el efecto de convertir u n c o n t i n u m de valores de
excitación (infinito) en u n n ú m e r o finito de valores de respuesta. P u e s t o q u e la r e s p u e s t a tiene u n error
d e b i d o a la cuantización, se dice q u e la señal tiene ruido y éste recibe el n o m b r e de r u i d o de cuanti-
zación. Si el n ú m e r o de bits q u e se u s a p a r a representar la r e s p u e s t a es suficientemente g r a n d e , el rui-
d o de c u a n t i z a c i ó n es a m e n u d o d e s p r e c i a b l e en c o m p a r a c i ó n con otras fuentes de ruido. D e s p u é s de
la c u a n t i z a c i ó n , el C A D codifica t a m b i é n la señal. L a codificación es la c o n v e r s i ó n de u n voltaje
a n a l ó g i c o en u n patrón de bits binarios. D e m o d o q u e la excitación de u n C A D es u n voltaje analógi-
co ( T C ) , y la r e s p u e s t a c o r r e s p o n d e a u n a s e c u e n c i a de n ú m e r o s binarios o c ó d i g o s . L a relación entre
la excitación y la r e s p u e s t a de u n C A D c u y o intervalo de voltaje de señal de entrada es - VQ < v^^^ (r)
< -t-Vp se ilustra en la figura 7.3 para un C A D de 3 bits. (Un C A D de 3 bits rara v e z se usa en reali-
dad, p e r o ilustra bastante bien el efecto de c u a n t i z a c i ó n p o r q u e el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos
es p e q u e ñ o y el r u i d o de c u a n t i z a c i ó n es grande.) L o s efectos de la c u a n t i z a c i ó n se o b s e r v a n con faci-
lidad en u n a senoide c u a n t i z a d a m e d i a n t e 3 bits (figura 7.4). C u a n d o la señal se c u a n t i z a a 8 bits, el
error de c u a n t i z a c i ó n es m u c h o m á s p e q u e ñ o (figura 7.5).
L o o p u e s t o de una c o n v e r s i ó n analógica-digital es e v i d e n t e m e n t e la c o n v e r s i ó n digital-analógi-
ca, y el dispositivo q u e efectúa lo anterior recibe el n o m b r e de c o n v e r t i d o r digital-analógico ( C D A ) .
U n C D A acepta p a t r o n e s de bits binarios c o m o excitación y p r o d u c e un voltaje a n a l ó g i c o c o m o
respuesta. Puesto q u e el n ú m e r o de p a t r o n e s de bits únicos que acepta es finito, la señal de r e s p u e s t a
del C D A es u n voltaje a n a l ó g i c o c u a n t í z a d o . L a relación entre la excitación y la r e s p u e s t a p a r a un
C D A se p r e s e n t a en la figura 7.6.
E n el material que sigue, no se considerarán los efectos de la cuantización. El m o d e l o p a r a analizar
los efectos del m u e s t r e o será el del m u e s t r e a d o r ideal en el sentido de q u e el ruido de cuantización de
la señal de respuesta es cero.
juunm
CAD 7.2 Métodos de
en serie muestreo
ji_n_nnnn_n
CAD _n r-u—in Código de respuesta
en paralelo
011 -
010 -
F I G U R A 7.2 001 •
Operación del CAD en serie y en paralelo. _ Voltaje de
000-
excitación
111 •
lio-
Senoide original 101 •
Aproximación cuantizada a 3 bits 100 •
-Vn
F I G U R A 7.3
Relación excitación-respuesta del CAD.
Voltaje de
F I G U R A 7.4 respuesta
Senoide cuantizada hasta tres bits.
- Código de
Cuantización a 8 bits
excitación
— ——— o o o o
F I G U R A 7.5 F I G U R A 7.6
Senoide cuantizada a 8 bits. Relación excitación-respuesta del CAD.
, t\ 1 í t (7.1)
p ( r ) = rect I — * — comb —
t \ 1
Xpit) = x ( í ) p ( í ) = x ( í ) rect — * — comb — (7.2)
Ts
fm fm
Kif)\
M
Función sinc
fs fm fm fs
F I G U R A 7.7
Magnitudes de las TFTC de las señales original y maestreada.
1 í t\ l í t
p ( í ) = — rect - * — comb — (7.4)
y, al d e t e r m i n a r la T F T C de x^(í),
oo
D e s d e l u e g o , en ese m i s m o límite,
1 / t
lím p ( í ) = — c o m b — = fs comb(/jf). (7.8)
F I G U R A 7.10
Una señal en TD formada al muestrear una señal que varía lentamente.
xW
\ I
I
W I 1 /
T i
Equivalencia de información
i i
/I
T7
F I G U R A 7.11
Equivalencia de información entre una señal en TD formada
muestreando una señal en TC y una señal de impulsos formada
mediante el muestreo por impulsos de una señal en TC.
X8(/) = XTFTD ( y ).
(7.11)
^ Js
E s t a e q u i v a l e n c i a d e i n f o r m a c i ó n es i m p o r t a n t e p o r q u e si p u e d e d e m o s t r a r s e q u e x[n] n o sólo c o n -
tiene t o d a la i n f o r m a c i ó n e n Xg(r) sino t a m b i é n en x(r), e n t o n c e s se c o n c l u y e q u e será p o s i b l e (al
m e n o s e n principio) r e c o n s t r u i r x ( 0 a partir de sus m u e s t r a s .
E n la siguiente e x p l o r a c i ó n del m u e s t r e o se u s a r á u n a señal en T C c o m o e j e m p l o de c o m p a r a c i ó n
de los m é t o d o s y c o n c e p t o s , u n a función sinc,
x ( r ) = A sinc — . (7.12)
P a r a e m p e z a r se d e t e r m i n a la T F T C de la señal.
IXTFTCÍ/)!
Aw
f F I G U R A 7.12
1 Ejemplo de señal en TC y la magnimd de su T I T C .
2w
y la señal d e i m p u l s o s en T C de i n f o r m a c i ó n e q u i v a l e n t e
X T F T C ( / ) = Aw rect(w/). (7.17)
y la T F T D es
CAPÍTULO 7
A* A7r
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
i'
IXTFTDÍ^)!
|4A
2A
- 2 - 1 J_ 1 2 - 2 - 1 i 1
4
F I G U R A 7.13
Ejemplo de una señal en TD y la magnitud de su TFTD, para dos tasas de
muestreo diferentes.
T ; [Awfs r e c t ( F w / , ) ] = Aw r e c t ( « ; / ) = X T F T C ( / ) - (7.21)
1. D e t e r m i n a r la T F T D de la señal en T D .
2 Aislar la función ^ = O del p a s o 1.
3. Efectuar el c a m b i o de variable F flf^ en el resultado del p a s o 2.
4. Multiplicar el resultado del p a s o 3 p o r T^.
5. D e t e r m i n a r la T F T C inversa del resultado del p a s o 4.
\|' TJT—*- n
|X8(/)I |X8(/)|
2A
4
-2 -1 11 2
4
~2/, - / /, 2/,
F I G U R A 7.14 F I G U R A 7.15
Una señal submuestreada y su TFTD, Ejemplo de señal muestreada por impulsos y la magnimd de su
TFTC, para dos tasas de muestreo diferentes.
E n t o n c e s , p u e s t o q u e Xg(í) es u n a función e n T C , es p o s i b l e d e t e r m i n a r su T F T C ,
oc
d o n d e / = 1/7^. P a r a la señal d e e j e m p l o ,
P o r l o tanto,
y esto e s l o m i s m o q u e
(7.27)
OC
= Awfs J2 rect((/-fc/,)i(;)
(figura 7.15).
Si O < < w, e n el i n t e r v a l o d e frecuencia - (/j /2) < / < fJ2, Xj^^^ (f) y X g ( / ) s o n idénticas
salvo p o r u n factor d e e s c a l a m i e n t o / . P o r lo tanto, si Xg(Ose filtrara m e d i a n t e u n filtro pasabajas c u y a
frecuencia d e corte está e n a l g u n a parte entre 1/2 w y / - ( 1 / 2 ^ ) y c u y a g a n a n c i a es T^, la salida d e l
filtro s e n a e x a c t a m e n t e la m i s m a q u e la señal original x(r), p e r o sólo si O < 7^ < w (figura 7.16).
Si T s w, l o s r e c t á n g u l o s e n
CAPÍTULO 7
Af
El muestreo y la
transformada de ...
Fourier discreta
1
fs fin m fs
F I G U R A 7.17 F I G U R A 7.18
Magnitud del espectro de amplitud de una señal de Magnitud del espectro de amplitud de una señal
banda limitada. estrictamente de banda limitada que se ha muestreado
por impulsos a cuatro veces su frecuencia más alta.
Si una señal se muestrea para todo tiempo a una tasa mayor que el doble de la frecuencia más
alta a ia cual su T F T C es distinta de cero, entonces puede reconstruirse exactamente a partir de
las muestras.
El f e n ó m e n o de f o r m a c i ó n de alias n o es un c o n c e p t o m a t e m á t i c o
Lento
exótico q u e esté fuera de la e x p e r i e n c i a de las p e r s o n a s ordinarias.
Casi cualquiera ha o b s e r v a d o la f o r m a c i ó n de alias, p e r o quizá sin
saber c ó m o llamarlas. U n e j e m p l o m u y c o m ú n de la f o r m a c i ó n de
alias o c u r r e m i e n t r a s u s t e d m i r a la televisión. S u p o n g a q u e ve u n a
película de v a q u e r o s en la televisión y que hay u n a i m a g e n de un car-
retón tirado p o r caballos con ruedas q u e tienen r a y o s . Si las ruedas
del carretón giran p o c o a p o c o c a d a vez m á s rápido, se a l c a n z a un
p u n t o en el cual p a r e c e que las ruedas dejan de girar h a c i a adelante
y e m p i e z a n a h a c e r l o hacia atrás aun c u a n d o el carretón evidente-
m e n t e se esté m o v i e n d o h a c i a adelante. Si se i n c r e m e n t a r a aún m á s
la v e l o c i d a d de rotación, las r u e d a s a la larga parecerían detenerse y
luego girarían de n u e v o h a c i a adelante. E l anterior es un e j e m p l o del
f e n ó m e n o de f o r m a c i ó n de alias.
A u n q u e no es claro para el ojo h u m a n o , la i m a g e n sobre la pantalla
de televisión destella 30 veces por segundo (en Estados Unidos). Esto
es, la i m a g e n se muestrea a una tasa de 30 Hz. L a figura 7.20 muestra
las posiciones de u n a rueda de rayos en cuatro instantes de muestreo Rápido
correspondientes a diferentes velocidades rotacionales, e m p e z a n d o con
la m á s baja en la parte superior y avanzando hacia la velocidad rota-
/ = 0 t = t = IT, t= 37,
cional m á s alta en la parte inferior. (Se ha agregado un p e q u e ñ o punto
de índice en la rueda para que usted observe la rotación verdadera de la F I G U R A 7.20
misma, en oposición a la rotación aparente.) Posiciones angulares de la rueda de un vagón a cuatro
Esta rueda tiene ocho rayos, por lo que mediante la rotación de un tiempos de muestreo.
octavo de revolución completa la rueda se ve exactamente igual a
c o m o estaba en la posición inicial. Por lo tanto, la imagen de la rueda
tiene un periodo angular de TT/4 rad, o 4 5 ° , el espaciamiento angular
entre rayos. Si la velocidad rotacional de la rueda es / g revoluciones
por segundo (Hz) la frecuencia fundamental de la imagen es 8/Q Hz.
L a i m a g e n se repite exactamente ocho veces en una rotación c o m p l e -
ta de la rueda. E n la fila de la parte superior la rueda rota de m a n e r a
lenta, y en la segunda, tercera y cuarta imágenes de la fila superior los
rayos han girado 5°, 10° y 15° en la dirección de las manecillas del
reloj. El ojo y el c e r e b r o del o b s e r v a d o r interpretan la sucesión de
i m á g e n e s c o m o u n a indicación de q u e la r u e d a gira en el sentido
de las m a n e c i l l a s del reloj en virtud de la p r o g r e s i ó n de ángulos en
los instantes de m u e s t r e o . E n este c a s o la r u e d a parece estar (y está)
g i r a n d o a u n a frecuencia rotacional d e la i m a g e n de — (5/r^) gra-
dos/s. E n la s e g u n d a fila, los ángulos de rotación son 0°, 2 0 ° , 4 0 ° y
60° en la dirección de las manecillas del reloj. L a r u e d a sigue apare-
c i e n d o (correctamente) c o m o si girara en dirección de las m a n e c i l l a s
del reloj, pero ahora a u n a frecuencia rotacional de —(20/7^) gra-
Harry Nyquist,
dos/s. E n la tercera fila, la r u e d a gira en dirección de las m a n e c i l l a s 7 / 2 / 1 8 8 9 ^ / 4 1976
22.5° entre m u e s t r a s . A h o r a e m p i e z a la a m b i g ü e d a d c a u s a d a p o r el
m u e s t r e o . Si el p u n t o de índice no estuviera ahí, sería i m p o s i b l e
Solución
La frecuencia más alta (y única) presente en esta señal es 250 Hz. La frecuencia de Nyquist es 250 Hz y la tasa
de Nyquist corresponde a 500 Hz.
X ( / ) = 30 s i n c ( 2 / ) (7.30)
Puesto que la función sinc nunca se hace cero y se mantiene ahí a una frecuencia finita, la frecuencia más alta en
la señal es infinita y la frecuencia y la tasa de Nyquist también son infinitas. La función rectángulo no es de ban-
da limitada.
c) X ( / ) = 2 rect ( | (7.31)
La frecuencia más alta presente en x(í) es el valor d e / a l cual la función rect tiene su nansición discontinua de uno
a c e r o , / = 2.5 Hz. Por consiguiente, la frecuencia de Nyquist es 2.5 Hz y la tasa de Nyquist corresponde a 5 Hz.
1
(7.32)
d) X(/) =
2 500
rect
5 000/
I * - [ 8 ( / + 250 kHz) - 8 ( / - 250 kHz)]
2
Por lo tanto, la frecuencia de Nyquist es 252.5 kHz y la tasa de Nyquist corresponde a 505 kHz.
EJEMPLO 7.2
Suponga que se sabe que una señal que se obtendrá mediante un sistema de adquisición de datos tiene un espec-
tro de amplitud que es plano más allá de 100 kHz y que decae repentinamente ahí hasta cero. Suponga además
que la tasa más alta a la cual el sistema de adquisición de datos puede muestrear la señal es igual a 60 kHz. Diseñe
un filtro pasabajas RC antialias que reducirá el espectro de la amplitud de la señal a 30 kHz hasta menos de 1 por
ciento de su valor a frecuencias muy bajas de manera que la formación de alias se minimizará.
• Solución
La función de transferencia del filtro pasabajas RC de ganancia unitaria está dada por
1
H(/) = - (735)
jl'ufRC + 1
1
|H(/)|^ = (736)
{l-nfRCY- + 1
Se fija la constante de tiempo RC de manera que a 30 kHz la magnitud al cuadra-
¡HdB(/)l
do de H(/) sea (0.01)2. g^f^ gg
30 000
1
H(30 000) |- = = (0.01)1 (7.37)
(2iT X 30 000 X RCY + 1
AI despejar RC,
RC = 0.0005305. (7.38)
La frecuencia de corte (la de —3 dB) de este filtro pasabajas RC es 300 Hz, que es
100 veces inferior que la frecuencia de Nyquist de 30 kHz (figura 7.21). Dicha fre-
cuencia debe fijarse en este valor bajo para cumplir con la especificación mediante
F I G U R A 7.21
un filtro de un polo porque su función de transferencia decae de manera muy lenta
Diagrama de Bode de la respuesta en frecuencia del
con la frecuencia. Por esta razón la mayoría de los filtros antialias se diseñan con
filtro pasabajas RC antialias.
atenuaciones progresivas mucho más rápidas.
R e c u e r d e q u e el e n u n c i a d o m a t e m á t i c o original d e la f o r m a e n q u e u n a señal se m u e s t r e a p o r i m p u l -
sos es
x ( í ) — x ( f ) rect (7.40)
Ai
X
X(/) = X ( / ) * A i sinc(A?/)e-^'2'"^'». (7.41) 419
Esta última ecuación indica q u e X(/) no se ve afectada al convolucionarse con u n a función sinc. Puesto
q u e (A//") tiene u n a extensión infinita, si se convoluciona con una X ( / ) q u e tiene u n a extensión finita,
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
c o m o se supuso, la convolución de las dos tendrá u n a extensión infinita. E n consecuencia, ninguna X ( /
transformada de ) que tenga una extensión finita satisface la última ecuación. L o anterior viola la hipótesis original, por
Fourier discreta tanto p r u e b a de ese m o d o que si u n a señal es limdtada en tiempo no p u e d e ser limitada en banda. L o in-
verso, que una señal limitada en b a n d a no p u e d a ser limitada en tiempo, se de-
muestra mediante un argumento similar. Es posible que u n a señal sea ilimitada
tanto en tiempo c o m o en frecuencia, p e r o no es factible que sea limitada tanto en
t i e m p o c o m o en frecuencia.
El t e o r e m a de m u e s t r e o de S h a n n o n , c o m o se e n u n c i ó antes, se b a s ó en u n a
idea simple: si se m u e s t r e a suficientemente rápido, los alias no se traslapan y
es posible r e c u p e r a r la señal original. Se e n c o n t r ó q u e si se m u e s t r e a m á s rápi-
F I G U R A 7.22
do q u e el doble de la frecuencia m á s alta en la señal es factible recuperarla a
Función de tiempo limitado y un rectángulo
limitado al mismo tiempo. partir de m u e s t r a s . E s t o es válido para todas las señales, a u n q u e en algunas
p u e d e reducirse la tasa de m u e s t r e o m í n i m a .
A l formular el a r g u m e n t o de q u e d e b e m u e s t r e a r s e a u n a tasa m a y o r q u e
el doble de la frecuencia m á s alta en la señal, se s u p o n e de m a n e r a implícita q u e si se m u e s t r e a con
cualquier valor m á s lento los alias se traslaparán. E n los espectros q u e se utilizaron antes para ilustrar
las ideas, los alias se traslaparon. Sin e m b a r g o , eso no es cierto p a r a todas las señales. P o r ejemplo,
s e a u n a señal en T C q u e tiene un espectro p a s a b a n d a q u e es distinto de cero sólo p a r a / , < j /1 < ¡2-
E n t o n c e s el a n c h o de b a n d a de la señal es / , - / j (figura 7.23). Si se m u e s t r e a la señal c o n / ^ < 2 / 2
se obtendrían los alias ilustrados en la figura 7.24. Estos a h a s n o se traslapan. P o r lo tanto, d e b e ser
posible, con el tipo correcto de p r o c e s a m i e n t o de señales, recuperar la señal a partir de las m u e s t r a s . E n
este caso el tipo correcto de p r o c e s a m i e n t o de señales sería filtrar la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s con
u n filtro p a s a b a n d a ideal que sólo abarque el i n t e r v a l o < ¡/j < / 2 . E n el e n u n c i a d o anterior del teo-
r e m a d e m u e s t r e o se tenía q u e c o n o c e r la frecuencia m á s alta en la señal para saber q u é tan r á p i d o
m u e s t r e a r y c ó m o filtrar la señal m u e s t r e a d a p o r i m p u l s o s para recuperar la original. E n este enuncia-
do m á s general del teorema de muestreo se necesita conocer la b a n d a de frecuencias q u e ocupa la señal y
utihzar un filtro ideal que abarque esa b a n d a para recuperarla.
L a elección d e la tasa de m u e s t r e o en la figura 7.24 fue fortuita. Se p u d o h a b e r elegido u n a tasa
diferente en la cual se traslaparan los alias. E s t o p o d r í a h a b e r ocurrido incluso con u n a tasa de m u e s -
treo un p o c o m á s alta. Si se m u e s t r e a a u n a tasa superior al d o b l e de la frecuencia m á s alta, e n t o n c e s
n o h a y f o r m a de que los alias se traslapen. L a fórmula general para la tasa de m u e s t r e o m í n i m a posi-
ble sobre la cual es factible recuperar la señal p a s a b a n d a a partir de m u e s t r a s es
2/2 (7.42)
E n t e r o m á s g r a n d e que n o e x c e d a / j / í / , — / , )
O b s e r v e q u e s i / j = O, esto se r e d u c e al t e o r e m a de m u e s t r e o de S h a n n o n c o m o se e n u n c i ó antes. E n
el c a s o especial en el q u e / 2 ~ "^^A ~ / i ^ ' d o n d e m es un entero, la fórmula se v u e l v e
1h
f,> — = lUi - fi) (7.43)
m
|X5(/)I
1X(/)1
-/2
•V •
-/l
A-
n -fl -fl
F I G U R A 7.24
F I G U R A 7.23 El espectro de una señal pasabanda muestreada por
Un espectro de señal pasabanda. impulsos.
la cual indica q u e la tasa de m u e s t r e o m í n i m a absoluta e n la situación m á s favorable es el doble del
a n c h o de b a n d a de la señal, n o la frecuencia m á s alta. Sin e m b a r g o , es necesario tener c u i d a d o . A l g u -
7.3 Representación
nas tasas de m u e s t r e o q u e s o n m á s altas p e r o atín m e n o r e s q u e el doble d e la frecuencia m á s alta p r o - de una señal en
vocarán q u e los alias se traslapen. tiempo continuo
E n situaciones de diseño de ingeniería m á s reales, la solución práctica es elegir u n a tasa de mediante muestras
m u e s t r e o q u e sea m a y o r al d o b l e de la frecuencia m á s alta e n la señal y, c o m o se verá dentro de p o c o ,
esa tasa suele estar m u y p o r arriba de la tasa de N y q u i s t p a r a simplificar la r e c o n s t r u c c i ó n de la señal.
INTERPOLACIÓN
X(f) = T, rect
J _
X8(/) fm < /. < (/ - /,„). (7.44)
2fc
es posible afirmar q u e
El p r o c e s o de r e c o n s t r u c c i ó n consiste en r e e m p l a z a r cada m u e s -
tra p o r u n a función sinc, centrada en el t i e m p o de la m u e s t r a y e s -
í f- \
calada 2 =~ veces el valor de la m u e s t r a y s u m a n d o d e s p u é s |Xs(/)l
Filtro pasabajas ideal
todas la funciones creadas de esa m a n e r a . El p r o c e s o de hallar los
valores d e la señal entre m u e s t r a s se d e n o m i n a interpolación.
S u p o n g a q u e la señal se m u e s t r e a e x a c t a m e n t e a la tasa de
N y q u i s t / = 2 4 . A h o r a el r e q u e r i m i e n t o / , , < /^ < / - / „ n o
p u e d e satisfacerse p u e s t o q u e / , , = / ~ / „ . E n estas c o n d i c i o n e s ,
A;
debe permitirse q u e la frecuencia de corte del filtro y la frecuen-
cia m á x i m a en la señal sean iguales. E s t o funcionará s i e m p r e y
c u a n d o el espectro de la señal n o t e n g a u n i m p u l s o en/,^. (Si h a y
un i m p u l s o en/^,, éste se verá e x p u e s t o a la f o r m a c i ó n de alias en F I G U R A 7.25
el p r o c e s o de m u e s t r e o . ) E n t o n c e s el p r o c e s o de interpolación se Rechazo de alias con un filtro pasabajas ideal.
describe m e d i a n t e la expresión m á s simple
t — nTs
t(í) = ^ x ( « r j ) sinc (7.48)
Ts
(figura 7.29).
Señal muestreada
Señal reconstruida
|X,(/)|
1X,(/)H(/)|
fs
Original Original
Reconstruida
f l G U R A 7.32
F I G U R A 7.33
Comparación entre la señal original y la
Reconstrucción de señal mediante una
•áal reconstruida en el ancho de banda de la señal
interpolación de línea recta.
« g i n a l en donde se muestra el efecto de la parte
«perior redondeada de la función de transferencia
i éd retenedor de orden cero.
x(í)
.7.34 F I G U R A 7.35
ucción de señal de línea recta retrasada por Respuesta al impulso de un retenedor de primer
r 'áempo de muestreo. orden.
.'í-(r,/2)_ t-{TJ2)\
h ( r ) = rect ( | * rect = tri (7.51)
fenra 7.35). Este tipo de filtro se denomina un retenedor de primer orden. Su función de transferencia es
H ( / ) = Ts sinc2(^,/)e-^•2"•^^^ (7.52)
E s t a función de transferencia es similar a la del r e t e n e d o r de o r d e n cero p e r o atenúa m á s los alias
p o r q u e su m a g n i t u d d i s m i n u y e m á s r á p i d o con el a u m e n t o de la frecuencia.
CAPÍTULO 7
El muestreo y la Si dos retenedores de orden cero son mejor que u n o , ¿tres son mejor que d o s ? L a respuesta es p o r
transformada de lo general afirmativa si sólo se considera la uniformidad de la reconstrucción y se p a s a p o r alto cual-
Fourier discreta quier otro criterio c o m o la complejidad del sistema, el costo o el retraso. Cualquier retenedor d e o r d e n
e n é s i m o c o n v o l u c i o n a d o con u n retenedor de orden cero crea u n o de orden {n + 1-ésimo que uniforma
m á s la señal p e r o q u e al m i s m o t i e m p o retrasa m á s la señal reconstruida. L a aceptación del retraso en
la reconstrucción de la señal para obtener una reconstrucción m á s uniforme es un c o m p r o m i s o de diseño
inherente y surge del m i s m o concepto que se aplica al diseño de los filtros casi ideales, en que cuanto m á s
se tiende al filtro ideal, m á s t i e m p o debe esperarse para obtener la respuesta.
U n e j e m p l o m u y familiar del u s o del m u e s t r e o y la reconstrucción de señales es la r e p r o d u c c i ó n
de un disco c o m p a c t o de audio ( C D ) . U n C D a l m a c e n a m u e s t r a s de una señal musical q u e se h a n
t o m a d o a u n a tasa de 44.1 k H z . L a m i t a d de dicha tasa de m u e s t r e o es 22.05 k H z . L a r e s p u e s t a en fre-
c u e n c i a del o í d o h u m a n o se t o m a de m a n e r a c o n v e n i e n t e para q u e se e x p a n d a d e s d e a p r o x i m a d a m e n t e
20 H z hasta 20 k H z c o n a l g u n a variabilidad en ese intervalo. Así, la v e l o c i d a d de m u e s t r e o es un p o c o
m a y o r q u e el d o b l e de la frecuencia m á s alta q u e p u e d e detectar el o í d o h u m a n o .
Caso 1 U n coseno muestreado a una tasa que es cuatro veces su frecuencia o al doble de su tasa de
Nyquist (figura 7.36). Es claro en este caso que los valores de la muestra y el conocimiento de que la
señal se muestrea lo suficientemente rápido resultan adecuados para describir de m a n e r a única esta
senoide. N i n g u n a otra senoide de esta o cualquier otra frecuencia por debajo de la mitad de la velocidad
de muestreo podría pasar exactamente a través de todas las muestras en el intervalo de tiempo c o m p l e -
to < « < -l-x. D e hecho, ninguna otra señal de ningún tipo que sea limitada en b a n d a y esté por
debajo de la mitad de la velocidad de m u e s t r e o pasaría exactamente a través de todas las muestras.
1 Caso 2 U n coseno m u e s t r e a d o al doble de su frecuencia o en su tasa de Nyquist (figura 7.37). ¿Este
muestreo es adecuado para determinar en forma única la señal? N o . Considere la señal senoidal en la fi-
gura 7.38, que es de la m i s m a frecuencia y pasa exactamente por las m i s m a s muestras. Éste es un caso
especial que ilustra la sutileza m e n c i o n a d a antes en el teorema del muestreo. Para tener la certeza de re-
construir en forma exacta cualquier señal general a partir de sus muestras, la tasa de muestreo debe ser
mayor, n u n c a igual, que la tasa de Nyquist. E n ejemplos anteriores eso no importaba p o r q u e la potencia
de señal en la frecuencia de Nyquist era cero (sin impulso en el espectro de a m p l i m d correspondiente).
Si hay u n a senoide en u n a señal, exactamente en su límite de banda, el muestreo debe exceder la tasa de
Nyquist para la reconstrucción exacta, en general. Observe que no hay a m b i g ü e d a d con respecto a la fre-
cuencia de la señal. Sin e m b a r g o , sí se presenta en cuanto a la amplitud y la fase, c o m o se ilusü-a en las
figuras. Si se hubiera aplicado el procedimiento de la interpolación de la función sinc a las muestras de
la figura 7.38 hubiera resultado el coseno de la figura 7.37 que se muestreo a sus valores m á x i m o s .
x[«] x[«l
x(í) x(í)
1 1V 1í / y \ \ '
1 ; \ ' \
^ '1 \
; \ ' \ \ 1
\
\
1
1
1
I ¿ \ 1 \ \ 1 \ '
> /
\ 1 \
T t ^ \ 1 \ \
\ 1 \ \ /
!\
/
Vi
( 1 \
\ / 1 \ 1 \ / \
1 \ 1 \ 1 \ 1
\ / \ /
1 \ 1 \
F I G U R A 7.36 F I G U R A 7.37
Coseno muestreado al doble de su tasa de Nyquist. Coseno muestreado a su tasa de Nyquist.
7.3 Representación
de una señal en
/1 1 /\
tiempo continuo
mediante muestras
I \i
F I G U R A 7.38
Senoide con las mismas muestras como un
coseno muestreado a su tasa de Nyquist.
A c o s ( 2 7 T / o r + Q) = A c o s ( e ) c o s ( 2 T r / o í ) + [-A s e n ( e ) ] sen(2'TTjíií)
A, A,
(7.54)
A C O S ( 2 I T / O ? + 6 ) = A c C o s ( 2 T r / o í ) + A^ s e n ( 2 i T / o í ) (7.55)
x[n] + A sen(-n-«)
x[«l
x(f)
I
l\
I \
I -T—^
\
\ /
/ h V ^ / V V H' \/
F I G U R A 7.40
nCURA 7.39 Efecto sobre las muestras de la adición de un seno a la mitad de la
> muestreado a su tasa de Nyquist. tasa de muestreo.
426 x[n]
CAPÍTULO 7 x(í)
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
• './;
¡./V
F I G U R A 7.41 F I G U R A 7.42
Seno muestreado a un poco más de su tasa Dos senoides de frecuencia diferentes que tienen los mis-
de Nyquist. mos valores de muestra.
y, p u e s t o q u e f^T^ = 1, la s e g u n d a e c u a c i ó n se simplifica e n
E n ese c a s o , p u e s t o q u e kn es el p r o d u c t o d e e n t e r o s y, e n c o n s e c u e n c i a , t a m b i é n es u n e n t e r o , y p u e s t o
q u e a g r e g a r u n m ú l t i p l o e n t e r o d e 2'IT al a r g u m e n t o d e u n a s e n o i d e n o c a m b i a su valor,
(figura 7.44).
E s evidente la similitud entre el muestreo en T D y en T C . E n a m b o s casos, si los alias n o se trasla-
pan, la señal original p u e d e recuperarse a partir de las muestras y hay u n a tasa de m u e s t r e o m í n i m a pa-
ra recuperar las señales. L a tasa de muestreo debe satisfacer la desigualdad F^ > 2F^, d o n d e F^^ es la
frecuencia en T D p o r arriba d e la cual la T F T D d e la señal en T D original es cero (en el periodo funda-
mental b a s e , ! FI < j ) . E s t o es, para f < ! F I < 1 - F,,^ la T F T D de la señal original es cero. U n a se-
ñal en T D que satisface este requerimiento está limitada en b a n d a en el sentido en t i e m p o discreto.
D e igual m o d o q u e c o n el m u e s t r e o en T C , si u n a señal se m u e s t r e a de m a n e r a a p r o p i a d a , es p o s i -
ble reconstruirla a partir de las m u e s t r a s utilizando interpolación. El p r o c e s o de r e c u p e r a r la señal
original se describe e n el d o m i n i o de la frecuencia en T D c o m o u n a o p e r a c i ó n d e n i t r a d o pasabajas,
1
X(F) =X,(F) — rect * comb(F) (7.64)
F, 2F,
2F
x[n] = Xs[n] * — - sinc(2Fcn). (7.65)
Fe
x[nl
comb4[nl
x,[n]
A A A A AJS-J\ AJK
-1 1
m=—oc (7.68)
m=múltiplo entero
de ;V,
Ahora, aprovechando el h e c h o de que todos los valores adicionales de x^[n\ entre los valores permitidos,
m - múltiplo entero de N^, son cero, pueden incluirse los ceros en la sumatoria, con lo q u e se obtiene
(7.69)
í F \
(7.70)
x[n]
1X,(F)|
AF,-
A A A A J ^ A A A A
-1 F.
Xj[nl
F I G U R A 7.45
ix/f)|
Comparación de los efectos en
el dominio en TD y en el
dominio de la frecuencia en 1 '
TD del muestreo y el diezmo. -1 F. 1
L o o p u e s t o del d i e z m o es la interpolación o muestreo incrementado. E l p r o c e s o es s i m p l e m e n t e 429
: inverso del d i e z m o . L o s p r i m e r o s ceros adicionales se u b i c a n entre m u e s t r a s , y luego la señal crea- , ,
^ ^ TA Muestreo de
de ese m o d o se filtra m e d i a n t e un filtro pasabajas en T D ideal. Sea x[«] la señal en T D original y señales en tiempo
. nsidere q u e la señal creada al a g r e g a r A^^ ^ 1 ceros entre m u e s t r a s es x^[n]. E n t o n c e s discreto
n
— es u n entero
x,[«] =
O en otro caso
Ifigura 7.46).
L a señal x^,[n] p u e d e hacerse pasar por un filtro pasabajas para interpolar entre los valores distintos
de cero. Si se recurre a un filtro pasabajas de ganancia unitaria ideal con una función de transferencia
H ( F ) = rect(AfjF) * c o m b ( F ) , (7.72)
|X(F)i
A,
-1
x.LnJ |X.(F)|
F I G U R A 7.46
-mí
Efectos en los dominios en
TD y de la frecuencia
-1 en TD, al insertar A^^ - 1
ceros entre muestras.
|X(F)|
A,
-1
x,[n] |X,(F)|
-1 1 1
ií1 '
-1 ± 1
F I G U R A 7.47
X;W
Comparación de los
efectos de la expansión
y la interpolación en
el dominio en TD y en el
CAPÍTULO 7
1 / n
El muestreo y la
transformada de
x,[m] = x j « ] * — smc y—
Fourier discreta
(figura 7.47). O b s e r v e q u e la interpolación m e d i a n t e el filtro pasabajas ideal de g a n a n c i a unitaria in-
troduce u n factor de g a n a n c i a de l/N^, lo q u e r e d u c e la a m p l i t u d de la señal interpolada x¡[n] c o n res-
p e c t o a la señal original x[n]. E s t o p u e d e c o m p e n s a r s e si se utiliza u n filtro pasabajas ideal con u n a
g a n a n c i a de A'^^,
H ( F ) = Ns r e c t ( A f , F ) * c o m b ( F ) , (7.75)
en vez de u n a g a n a n c i a unitaria.
E.IEMPLO 7 . 3
r a 80 kHz en u n periodo fundamental para formar una señal \[n] en TD, tomando cada cuarta muestra de x[n]
para formar x^[n], y diezme x^[n] para formar x¿n]. Despue's realice un muestreo incrementado en x^[n] por un
factor de ocho para formar x-[n].
• Solución
Vea las figuras 7.48 y 7.49.
h
|X(f)|
4 5
4 +
11 L i l i Ii
•lII
1 , ,
f •1 1
f 1
-1
lx,(f)|
4 f
J L
r
T r 96
Xrfl"] |X/F)|
11
TT 96
-5 +
-1
F I G U R A 7.48
Señales en TD original, muestreada y diezmada y sus TFTD.
7.5 Señales periódi-
cas de banda limitada
F I G U R A 7.49
Señales en TD original, con muestreo incrementado y filtradas por pasabajas en TD.
X[7J]
F I G U R A 7.50
Señal en TC periódica de F I G U R A 7.51
n
ílíL..iliL...í
n n
banda limitada y una señal
en TD formada al
Señal en TC periódica de banda limitada, y
una señal en TD y una señal de impulsos en TC
muestrearla ocho veces por creada al muestrearla por arriba de su tasa de
n = N,o Nyquist.
periodo fundamental.
|X(/)1
CAPÍTULO 7 0.16
El muestreo y la
transformada de TFTC
Fourier discreta
— 1 - ^ /
-390 390
|X(F)¡
TFTD
0.16
i_t Li
-3
\Mf)\
TFTC
20.8
F I G U R A 7.52
Magnitudes de las transformadas de
Fourier de las tres señales en el
dominio del tiempo de la figura t tlllltllllt tlllltllllt tllll lllll tlllltllllt tlllltllllt t
7.51. -390 390
EJEMPLO 7 . 4
Determine la función armónica de la SFTC para la señal x(í) = 4 + 2 eos (20TTÍ) - 3 sen(40Trí) muestreando a
una tasa mayor que la de Nyquist para exactamente un periodo fundamental y determine la función armónica de
la SFTD de las muestras.
• Solución
Hay exactamente tres frecuencias presentes en la señal: O, 10 y 20 Hz. Por lo tanto, la frecuencia más alta pre-
sente en la señal es 20 Hz y la tasa de Nyquist es 40 Hz. La frecuencia fundamental es el máximo común divisor
de 10 y 20 Hz, que corresponde a 10 Hz. Así que se debe muestrear durante \^s. Si se fuera a muestrear la tasa
de Nyquist por exactamente un periodo fundamental, se obtendrían cuatro muestras, si se fuera a muestrear de
manera exacta un periodo fundamental por arriba de la velocidad de Nyquist, deben tomarse cinco o más mues-
tras en un periodo fundamental. Para mantener simple el cálculo se muestreara ocho veces en el periodo funda-
mental. Esto es una tasa de muestreo de 80 Hz. Entonces, si se empieza el muestreo en el tiempo í = O, las
muestras son
Al utilizar la fórmula para encontrar la función armónica de la SFTD de una función en TD,
XSFTD[^] = ~ E ^We-''^'"'
(7.78)
se obtiene 433
7.5 Señales periódi-
>[0],Xs [l],....Xs .[7]} = 4, 1, i | , O, O, O , 1 (7.79) cas de banda limitada
Éste es un periodo fundamental de la función armónica X^pj-j-, [le] de la SFTD de la función x[n] en TD. AI de-
terminar la función armónica SFTC de x(f) = 4 + 2 cos(20"7Tf) — 3 sen(407Tr) de manera directa recurriendo a
se obtiene
3 3
(Xs .[-4],Xsftd[-3], ...,Xsftd[4]) = 0 . 0 . - j - , 1,4, 1, j - , 0 , O (7.81)
•^2 2
En los dos resultados, los valores {X[0], {X[l], {X[2],{X[3], {X[4]) son iguales, y aprovechando el hecho de
que Xgp^p [K] es periódica con periodo fundamental 8, { X [ - 4 ] , X [ - 3 ] , X [ - 2 ] , X [ ~ 1]} son también iguales.
Ahora se violará el teorema del muestreo tomando muestras a la tasa de Nyquist. En este caso hay cuatro
muestras,
Faltan los valores j , s de la función armónica de la SFTD. Éstos son los coeficientes de la función seno a 40 Hz.
Lo anterior es una demostración de que cuando se muestrea una función seno exactamente a la tasa de Nyquist,
no es posible verla en las muestras porque éstas se toman de manera exacta en los cruces por cero.
(7.85)
n = {Nn)
ko+No-1
1
X[^] = — J2 -j-!r(kn/No) _
y X n e
-j-nikn/Na) (7.86)
^ 0 ,M«„)
434 sea = ~-{NqI2). Entonces
CAPÍTULO 7
No
El muestreo y la X[/:o] = X (7.87)
transformada de n=(/Vo)
Fourier discreta
1 Nf-I
t:fv
Nr-l
X n
[n] = —
=
E ^W'^'"' X[k] = E x[«]<
-jlTiink/NF) (7.89)
k=0 n=0
Nf = Tpfs, (7.91)
d o n d e Tp es el t i e m p o d e m u e s t r e o total y / es la frecuencia d e m u e s t r e o . E n t o n c e s el t i e m p o entre 435
m u e s t r a s es T d o n d e
7.6 La transformada
de Fourier discreta y
(7.92) su relación con otros
métodos de Fourier
Fase de X ( / )
F I G U R A 7.53
Señal en TC original y su TFTC.
4
Xmvl"]
A
tt63
tTTt, ..tttTTtt...^ 'MT.i tlU^ , „
tnT...tttttttt.,
-1 + 63
-1 +
|X,(F)|
-2
V A"°l A
mmm
Fase de X / f )
Fase de X „ , ( F )
I
-2
i
— TT \
1 O <n < Nf
w[n] = (7.95)
O otro c a s o
El proceso de hmitar una señal a u n intervalo fmito Np- en tiempo discreto recibe el n o m b r e de ven-
taneo, porque sólo se considera una parte de la señal muestreada que p u e d e ser vista a través de una
ventana en T D de longiUid finita. L a función de ventana no necesita ser un rectángulo. A m e n u d o se uti-
lizan en la práctica otras formas de ventana para minimizar un efecto llamado fuga (que se describirá des-
pués) en el dominio de la frecuencia. L a T F T D de x^^ [n] es la convolución periódica de la T F T D de la
señal x[n] en T D y la T F T D de la función de ventana w [ n ] ,
L a T F T D de la función de v e n t a n a es
(7.98)
«=o
W(F) =
I - e-P--^ sen(TTF)
(7.99)
o, e x p r e s a d a c o m o u n a función de Dirichlet,
Entonces
o, e m p l e a n d o el h e c h o de q u e u n a c o n v o l u c i ó n p e r i ó d i c a c o n u n a señal p e r i ó d i c a es e q u i v a l e n t e a u n a
c o n v o l u c i ó n n o p e r i ó d i c a c o n u n p e r i o d o f u n d amen t al de la señal periódica,
(figura 7.56).
L a c o n v o l u c i ó n t e n d e r á a dispersar X^{F) e n el d o m i n i o
de la frecuencia e n T D , lo cual p r o v o c a q u e la p o t e n c i a de TFTD de la ventana, w[«]
X^(F) a c u a l q u i e r frecuencia se fugue h a c i a frecuencias a d y a - !w(f)|
centes e n X^.^ (F). D e a h í es de d o n d e p r o v i e n e el t é r m i n o fu-
ga. El u s o de u n a función de v e n t a n a diferente c u y a T F T D esté 32--
m á s c o n f i n a d a en el d o m i n i o de la frecuencia en T D , m i n i m i -
za (pero n u n c a p u e d e e l i m i n a r p o r c o m p l e t o ) la fuga. C o m o
p u e d e v e r s e en la figura 7.56, c u a n d o a u m e n t a el n i i m e r o de
, . iVp =
k \
X„[^] = -Ax (7.104)
Nf \NfJ
oo
(7.105)
c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l A'^, su función a r m ó n i c a de la S F T D es
1 / k
k es un entero (7.106)
o, a partir de (7.102),
X,,„[^] = A ,-;TTF(/Vf-l)
Nf d r c l ( F , Nf) *X(/,F) (7.107)
64 64
|X(Í-)|
0.5--
-2 -32 32
Fase de X(F) Fase de XJk]
íí
-32
F I G U R A 7.57
La equivalencia de muestrear en el dominio de la
-2 32
frecuencia y la repetición periódica en el dominio
del tiempo.
El r e s u l t a d o .
A
Nf
Nf drcl(F, N f ) * X ( / , f )
F^klNe (7.108)
es la función a r m ó n i c a d e la S F T D de u n a e x t e n s i ó n p e r i ó d i c a de la señal e n T D f o r m a d a al m u e s t r e a r
la señal e n T C original d u r a n t e u n t i e m p o finito. P u e s t o q u e la T F D es igual q u e la función a r m ó n i c a
de la S F T D salvo p o r el factor de e s c a l a de A^^, la e x p r e s i ó n e q u i v a l e n t e en t é r m i n o s d e la T F D es
-j-ñF(NF-l)
Xíh..,,TDF[^] = A/FXs„,,,SFTD[^] = / « [e TVf d r c K F , NF)*Xif,F)
F^k/Np'
(7.109)
L a T F D d e m u e s t r a s de u n a señal e n T C p u e d e utilizarse p a r a a p r o x i m a r la T F T C de la señal. L a
T F T C de u n a señal x(í) es
oo
2.9154 •
F I G U R A 7.58
* * Señal original, muestreada en el tiempo con ventana y
Win repetida periódicamente, para formar una señal en TD
periódica y la función armónica de la SFTD de esa señal.
(7.112)
X(/) = ¿ í xit)e-^'--f'dt.
7". es suficientemente p e q u e ñ o , la variación d e x(r) e n el intervalo d e tiempo nl^ < t < (n + \)T^
- pequeña y la T F T C p u e d e a p r o x i m a r s e m e d i a n t e
(« + 1)7",
ce n (7.113)
dt
= ^x(«r,) / e-^^-f
(7.114)
\ / ) = ^x(«r,)
n=0 i'T, 11=0 J2^f
(figura 7.59).
/I =O n = NF
F I G U R A 7.59
Una señal en TC e intervalos mtíltiples
sobre los cuales la integral de TFTC
puede evaluarse.
Si x(f) es u n a señal de energía, entonces m á s allá d e cierto t i e m p o su t a m a ñ o d e b e volverse des-
preciable y es posible sustituir el intervalo infinito de n en la sumatoria c o n un intervalo finito O ^ n
CAPÍTULO 7
El muestreo y la < Np ,lo q u e p r o d u c e
transformada de
Fourier discreta
X(/) = T,e-^^-f^' sinc(r,/) ^ x(nT,)e-^^^-f"^'. (7.116)
n=0
(7.117)
NfJ \ N f J
k
XTFDÍ-fe]. (7.119)
Xikfp) = r,e-^<"'--/'^^' sinc
Nf
(7.121)
x(r) = Y Xs^icW^^'^f'^
q=-oc
y debido a q u e es de b a n d a limitada,
(7.122)
XsFTDÍ?] = 0 \q\> = —
Jo 2
'Vo/2
XTFDÍ^]
No/2
-j-ñFiNf-l)
Np d r c K F , Nf) * J2 XsFTc[?]8(/.f - qfo)
q=-(No/2) -I F^k/Nf (7.126)
A l r e a c o m o d a r y utilizar la p r o p i e d a d de e s c a l a m i e n t o del i m p u l s o ,
XTFDÍ^]
^0/2
,-JTTFiNf~1)
NpdidiF, Nf) *b[ F - q — (7.127)
E XsFTCÍ?]
U=-(/Vo/2)
Js /
XTFDÍ^]
^0/2 ,
-J7T{F-(q/NF))(NF~l)
J2 XsFTc[?] e-^"'^
Nf drcl [F - —.Nf (7.128)
Nf /
Lq=-(No/2) ^ F^k/Nf
!x(/)|
ix,(/)l
F I G U R A 7.61
Las TFTC de la señal original y la señal muestreada
^ por impulsos.
IXsFTcWl
SFTC
F I G U R A 7.62
k Relación entre la función armónica de la SFTC de una señal
periódica de banda limitada y la TFTD de muestras de un
TFD periodo fundamental de esa señal.
V í /k - a
(7.129)
T XsFTc[?] . - ^ • - « ^ - ^ V A ' . ) ( A ' . - i ) ^ , ^ drcl
Para otros valores de k la relación es igual, excepto en q u e el múltiplo entero de A'^ d e b e agregarse a q.
Esto es, Xj^lk] es u n a repetición periódica de NpX^pj.f^[k] c o n p e r i o d o fundamental A^^ y
X T F D [ ^ ] = A^fXsFTCÍ^] * c o m b / V J A : ] (7.131)
(figura 7 . 6 2 ) .
E n p a l a b r a s , si u n a señal x(í) es p e r i ó d i c a , d e b a n d a l i m i t a d a y se m u e s t r e a A^^ v e c e s a u n a tasa
m a y o r q u e su tasa de N y q u i s t , e x a c t a m e n t e p a r a u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l , la T F D d e e s e c o n j u n t o d e
m u e s t r a s es Np m u l t i p l i c a d a p o r u n a r e p e t i c i ó n p e r i ó d i c a d e la función a r m ó n i c a X^pp^lA:] d e la S F T C
d e la señal original x(f) c o n p e r i o d o f u n d a m e n t a l A^^. D e m o d o q u e e n el c a s o especial d e señales p e -
riódicas d e b a n d a limitada m u e s t r e a d a s p o r arriba d e la tasa d e N y q u i s t p a r a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o
f u n d a m e n t a l , la T F D d e las m u e s t r a s p u e d e c o n v e r t i r s e e x a c t a m e n t e e n la S F T C (y, p o r lo tanto, e n l a
T F T C ) de la señal original.
A continuación se presenta u n p r o g r a m a en M A T L A B para calcular la S F T C d e u n a señal c o n b a s e
e n m u e s t r a s d e ella d a d a la s u p o s i c i ó n d e q u e se m u e s t r e a e x a c t a m e n t e u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l u n n ú -
m e r o e n t e r o d e v e c e s a u n a tasa m a y o r q u e l a d e N y q u i s t .
X = Xper(mod{k,NF)+1) ;
X(find(abs(k)>=NF/2)) = O ;
Jíji:.MPi.o 7.5
se muestrea a la tasa de Nyquist (figura 7.63). Encuentre los valores de la muestra para un periodo fundamental
y determine la TFD de los valores de la muestra. Encuentre la función armónica de la SFTC de la señal.
2.1249
F I G U R A 7.63
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola a su tasa en Nyquist para un periodo
fundamental.
• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por consiguiente, las muestras deben tomarse a 8 Hz. El pe-
CAPÍTULO 7 riodo fundamental de la señal es 0.5 s. Por lo tanto, se requieren cuatro muestras. Suponiendo que la primera
El muestreo y la
muestra se toma en el tiempo t = O, las muestras son
transformada de
Fourier discreta
{ x [ 0 ] , x [ l ] , x [ 2 ] , x [ 3 ] } = {2, 1 , 2 , - 1 ) . (7.133)
De acuerdo con la definición,
(7.134)
;,=0
3
XTFD[0] = ^ x [ n ] = 4,
n=0
3
(7.136)
XTFD[2] = E = 2 - 1 + 2 - H = 4,
(7.137)
XTFD[3] = E = 2 + j - 2 + j = j2.
En consecuencia, la T F D es
La T F T C de la señal original es
X ( / ) = U(f + 4) + ^ 8 ( / + 2) + 8 ( / ) - ^ 8 ( / - 2) + ^ 8 ( / - 4) (7.140)
la cual es de la forma.
No/2
donde Xgpj.^, [=] es la función armónica de la S F T C / Q = \/Tq y es el periodo fundamental de la señal. De tal
modo, la función armónica de la S F T C de la señal periódica de banda limitada a partir de la cual se toman las
muestras (para un periodo fundamental) es
(7.142)
{ X [ - 2 ] , X [ - l ] , X [ 0 ] . X { l ] , X [ 2 ] } s F T C = \ \'+^2' ^'~2' \
(7.143)
^{X[0],X[1],XÍ2],X[3]}TFD =
• 2 2
Utilizando la periodicidad de la TFD, se ve que se obtienen los valores correctos para X[—1], X[0] y X [ l ] , pero
no para X[2] y X [ - 2 ] . Están equivocados por un factor de dos debido a la formación de alias. No se muestreo
por arriba de la tasa de Nyquist; se hizo a esa misma tasa. ^
E,IEMPLO 7.6
• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por lo tanto, las muestras de-
ben tomarse a 16 Hz. El periodo fundamental de la señal es 0.5 s. Por consiguien-
te se requieren ocho muestras. Suponiendo que la primera muestra se toma en el
tiempo f = O, las muestras son xln]
i
1 1 1 1 --
{x[0],...,x[7]} = 2, 1 -I- 1, 1 + , 2, 1 -
V2
I T T , .
(7.145)
V la TFD de esas muestras es
1 '
{X[0],...,X[7]}TDF = { 8 , - y 4 , 4 , 0 , 0 , 0 , 4 , 7 4 } . (7.146) F I G U R A 7.64
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola al doble de su tasa de Nyquist para un
periodo fundamental.
La función armónica de la SFTC de la señal original es la misma que antes,
1 i y 1
¡X[-2],X[-l],X[0],X[l],X[2]}sFTC - F - , I, - (7.147)
2 2 2 2
Í{X[0],...,X[7]}Dpr = L - 4 - . 0 . 0 . 0 . i + ^ (7.148)
' 2 2 2 2
Utilizando la periodicidad de la TFD se observa que estos resultados concuerdan. En este caso, se muestreo dos
\'eces más rápido que en el ejemplo 7.5. Lo que se obmvo en el problema fue información acerca de frecuencias
más altas que las que podrían haber estado presentes en la señal y ninguna formación de alias debido a que se mues-
treo por encima de la tasa de Nyquist. Desde luego, puesto que se usó la misma señal, no se presentó ninguna fre-
cuencia más alta y todas las X[k], {X[3], X[4], X[5]}^p^, adicionales fueron iguales a cero.
EjEAíPrx) 7.7
se muestrea a la tasa de Nyquist (figura 7.65). Determine los valores de la muestra para dos periodos fundamen-
tales, encuentre la TFD de los valores de las muestras y compare con la TFC de la señal. Obtenga también la fun-
ción armónica de la SFTC de la señal.
• Solución
La frecuencia más alta presente en la señal es 4 Hz. Por lo tanto, las muestras deben tomarse a 8 Hz. El periodo
fundamental de la señal es 0.5 s. Por lo tanto, se requieren ocho muestras. Si se supone que la primera muestra
se toma en el tiempo t = O, las muestras son
{X[0],...,X[7]}TFD = { 8 , 0 , - j 4 , 0 , 8 , 0 , j 4 , 0 ¡ . (7.151)
m
CAPÍTULO 7
2.1218
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
F I G U R A 7.65
Una señal en TC y una señal en TD formada
muestreándola a su tasa de Nyquist para dos periodos
fundamentales.
{X[-2],X[-l].X[0],X[l],X[2]}sFTc = (7.152)
2 2 2 2
1, O, 1, 0 , + ^ ,0
(7.153)
AX[0],...,X[7]}TFD =
La fundamental de la SFTC corresponde a la segunda armónica de la TFD debido a que se muestreo para
dos periodos fundamentales. En consecuencia, los resultados corresponden correctamente, de nuevo excepto pa-
ra la armónica más alta que está errada debido a la formación de alias. Como en el ejemplo 7.5 se muestreo a
la tasa de Nyquist y no por encima de ella. Como en el ejemplo 7.6 se obtuvo información adicional acerca de
la señal. Al muestrear al doble, fue posible reconocer frecuencias dos veces más bajas (periodos fundamentales
dos veces más grandes) que los que podrían haberse presentado en la señal. Eso hizo que la frecuencia distinta
de cero más baja en la TFD fuera la mitad de lo que era antes. Además, puesto que X^j-p^}/:] ocurre en múltiplos
enteros de la frecuencia distinta de cero más baja, la gráfica completa en el dominio de la frecuencia tiene el do-
ble de la resolución que tenía en los ejemplos 7.5 y 7.6. La tasa de muestreo es igual que en el ejemplo 7.5; por
lo tanto, la frecuencia más alta que puede encontrarse es la misma que en el ejemplo 7.5 y la mitad de la del
ejemplo 7.6.
EJEMPLO 7.8
Muestree la señal
r - 2
x(í) = 5 sen(Trí) rect (7.154)
empezando en el tiempo / = O,
fl) 16 veces a 4 Hz
b) 32 veces a 4 Hz
c) 64 veces a 4 Hz
d) 32 veces a 8 Hz
e) 64 veces a 8 Hz
En cada caso determine la TFD de las muestras y grafíque las comparaciones de la señal y sus muestras en el do-
minio del tiempo, y las comparaciones de la magnitud de la TFTC de la señal y la magnitud del producto de la
TFD de las muestras y el intervalo de muestreo 7"^.
• Solución
La TFTC de x(r) es
Iv /í
Fourier discreta
5 -
t o nT,.
1/ ^
1 '
|X(/)|y7-,|XM|
JO'
F I G U R A 7.66
fokf,
Señal muestreada 16 veces a 4 Hz.
a) La señal que se muestrea 16 veces a 4 Hz se muestra en la figura 7.66. La TFD se repite de manera perió-
dica con periodo fundamental iV^ = 16 o, en términos de la frecuencia, con periodo fundamental = Np-fp,
pero en el intervalo de frecuencia — (/^/2) < / < / ^ / 2 la TFD (multiplicada por el intervalo de muestreo T^)
parece aproximarse a muestras de la TFTC a mííltíplos enteros de la frecuencia fundamental fp = f^lNp de
la TFD. La resolución de la TFD no es muy buena. Puesto que todas las muestras excepto dos en el interva-
lo de frecuencia — (/./2) <f<fjl ocurren en ceros de la TFTC, si sólo se considera el resultado de la TFD
sin conocer la TFTC, se concluiría que la TFTC tuvo dos impulsos a frecuencias positivas y negativas igua-
les y que, en consecuencia, la señal original era una senoide. Recuerde que la TFD se aplica exactamente a
señales periódicas y el conjunto de muestras que se utiliza aquí proviene de manera exacta de dos periodos
fundamentales de una senoide. Ante la falta de otra información, la conclusión lógica para las muestras es
que el patrón de éstas se repite de manera periódica y que la señal es consecuentemente una senoide, en vez
de la señal real que es la versión de tiempo limitado de una senoide. Al tomar más muestras se resolvería es-
te problema.
h) La señal que se muestrea 32 veces a 4 Hz se ilustra en la figura 7.67. En este caso se tomaron dos veces más
muestras que en la parte a). Todas las muestras adicionales fueron cero. Este tipo de extensión del muestreo
de una señal con ceros adicionales se conoce como relleno de ceros. La inclusión de ceros adicionales du-
plica el tiempo total de muestreo y la resolución de la T I D . Ahora se cuenta con valores de la TFD que caen
entre cruces por cero de la TFTC, y es posible empezar a ver,
al considerar sólo la TFD, que la señal original no es simple-
mente una senoide. La concordancia entre la TFD y la TFTC
Np = 32, / , = 4
parece muy buena a bajas frecuencias, pero observe que en
las cercanas a la mitad de la tasa de muestreo, la concordan- x(r)> X[«]
1
cia entre la TFD y la TFTC no es tan apropiada. Esta dife-
5-
rencia se observa con mayor facilidad en una gráfica de
magnitud logarítmica (figura 7.68). La diferencia la provoca
h
la formación de alias. La señal original no es de banda limi-
1
1
tonT,
tada por lo que los alias se traslapan y, en este caso, eso pro- - 2
A
lx(/)ldByrJxwidB
i
CAPÍTULO 7
20 '
El muestreo y la
m
transformada de -4í
fokfp
Fourier discreta
FIGURA 7.68
Gráfica de magnitud logarítmica; señal muestreada 32
veces a 4 Hz.
Mi -50
= 64, = 4
|X(/)lyr,lXM¡
Ne = 32, / , =
tonT,
|X(/)|yr,lX[i:l|
lOlii
FIGURA7.70
Señal muestreada 32 veces a 8 Hz.
I
a esta tasa de muestreo, se obtendrá una mejor resolución en el dominio de la frecuencia y se tendrá un error
de formación de alias reducido.
e) La señal que se muestrea 64 veces a 8 Hz se presenta en la figura 7.71. Los errores de formación de alias
se reducen y la resolución en el dominio de la frecuencia es lo suficientemente buena para ver que la señal
no es una senoide (figura 7.72).
Nf = 64, / , = 8 449
x(í) y x[n] 7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
Fourier discreta
]—>- t o nT,
!x(/)|yr,jxM|
10
liSMMM F I G U R A 7.71
Señal muestreada 64 veces a 8 Hz.
íx(/)Ly7'.|xwldB
20 A - - A
• /o
F I G U R A 7.72
Gráfica de magnitud logarítmica; señal
-50 muestreada 64 veces a 8 Hz.
Este ejemplo refuerza el principio general establecido antes con respecto a que el muestreo más largo mejo-
ra la resolución en el dominio de la frecuencia y el muestreo a una velocidad más alta reduce errores debidos a
la formación de alias. De modo que una buena regla general al usar la TFD para aproximar la TFTC es muestrear
lo más rápido posible el mayor tiempo posible. En el límite teórico en el que se muestrea infinitamente rápido
durante un tiempo infinito, se preserva toda la información en la TFTC en la TFD. Esta última se aproxima a la
TFTC en ese límite. Desde luego, en cualquier situación práctica existen límites impuestos por los muestreadores
reales. Éstos sólo pueden muestrear a una tasa finita, y las memorias de las computadoras reales sólo almacenan un
número finito de valores de datos.
Suponga que se toman 16 muestras de una señal a intervalos de 1 ms y que las muestras son las que se granean
en la figura 7.73 (con la suposición usual de que la primera muestra ocurre en el tiempo t = 0). La razón para to-
mar las muestras es obtener información acerca de la señal. ¿Qué se conoce hasta ahora? Se saben los valores de
la señal en 16 puntos. Si se van a obtener más conclusiones es necesario tener más información o efectuar algu-
nas suposiciones.
• Solución
^.Qué pasó antes de la primera muestra y después de la última? ¿Qué sería razonable suponer? Podría suponerse
que la señal varía de manera similar fuera de este intervalo de muestras. Dicha variación podría tomar muchas for-
mas diferentes. De modo que la suposición no es matemáticamente precisa. Una forma posible sería la señal de la
figura 7.74a). Podría confirmarse que la señal es cero fuera de este intervalo de muestras (figura 1 .lAb). Sin embar-
go, si ése es el caso, se sabe que no es posible muestrear de manera adecuada porque una señal que está limitada
en el tiempo no está limitada en banda. La suposición usual es que el conjunto
de muestras que se toman es razonablemente representativa de la señal total. (Si
esto no es cierto, el análisis no será muy significativo.) Esto es, se supone que
1.3356 — la señal fuera de este intervalo de tiempo es similar a la señal dentro de él. Pa-
ra hacer precisa dicha suposición, se considerará que la señal antes y después
15 de las muestras es lo más similar posible a la señal durante el muestreo. Se su-
JJL
T pone que si se muestrea un poco más, se repetirá el conjunto de muestras obte-
nido, una y otra vez (figura 7.74c). Esto es muy probable que no sea del todo
cierto. Sin embargo, ¿habría una mejor suposición? Si el conjunto de muestras
-1.496 +
que se toma es característico, entonces la suposición de que la señal mantiene
el mismo comportamiento una y otra vez es lo mejor que puede considerarse.
Mediante esa suposición es posible afirmar que las muestras se toman de un
F I G U R A 7.73
periodo fundamental de una señal periódica. Se supone que si se mantiene el
Una señal en TD formada al muestrear una señal en TC
muestreo, se repetirían las muestras una y otra vez.
desconocida durante un tiempo finito.
La siguiente pregunta lógica es, ¿qué sucede entre las muestras? De nue-
vo, en realidad no se sabe. A continuación se presentan algunas ilustraciones
de cómo podría haberse observado la señal que se muestreo (figura 7.75). En cada una de las tres señales de la fi-
gura, los valores de la muestra son los mismos, pero las señales son diferentes. A menos que se sepa algo más, cual-
quiera podría ser la señal real muestreada. No obstante, si la señal se muestreo de manera apropiada de acuerdo
con el teorema del muestreo de Shannon (a una tasa a más del doble que su máxima frecuencia), sólo una de es-
tas señales candidatas sería la muestreada, la última en la figura 7.75. De tal modo, ahora se han reducido a una
sola las señales posibles a partir de las cuales podrían provenir las muestras: una señal periódica de banda limita-
da que pasa a través de los puntos. Después de esto sería posible tomar el conjunto original de muestras y a partir
de él realizar la mejor estimación (con base en las suposiciones) de la señal en TC de la cual proviene. Esta es la
manera exacta en la cual se creó la señal en TC de la figura 7.75c).
En lugar de tratar de reconstruir la señal original a partir de sus muestras, es más común utilizar la TFD pa-
ra analizar el contenido de frecuencia en las señales. Se sabe cómo determinar la función armónica de la SFTC
utilizando la TFD. ¿Cuál es la relación entre la función armónica de la SFTC y la TFTC de la señal original? Se
demostró antes que
iVo/2
x[n]
f
2 —
-32
1 tII-.TTTI?. 1t .Tt Tvííl. ,
1| f
-2 +
a)
x[ n]
2-
IT .Tt ,„ , i .
-32 48
~2 -
xln]
2 - -
F I G U R A 7.74
Tres posibles extensiones de las muestras originales.
7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
Fourier discreta
F I G U R A 7.75
Tres señales, todas tienen los valores de muestreo originales.
Esto es, la TFTC para la supuesta señal periódica de banda limitada es un conjunto finito de impulsos espaciados
mediante la frecuencia fundamental/q. Mediante la relación entre la función armónica de la SFTC y la TFD que
se obtuvieron antes para señales periódicas de banda limitada.
Nf/2
A < , < A (7.157)
X(/) = — J2 XTFD[^]8(/-¿/O)
k=-(NFl2)
2 " " 2
" Nf' Nf
X(/) = •^TFD H f -
2
Nf
M / - ( - í ^ + i)/o + •
Nf
+ ^TFD[0]8(/) + -.- + XT - 1 f - / o
J \ \ 2 /
+ z™ [ f ] 8 ( / - f / o ) (7.158)
(Observe que siempre son cero los componentes de la función armónica de la SFTC en los mímeros de armónica
—(Npl2) y Npll si la señal se muestrea de manera apropiada a más del doble de la frecuencia de Nyquist porque en
CAPÍTULO 7
ese caso no hay potencia de señal a la mitad de la tasa de muestreo. Cuando se incrementa la tasa de muestreo, más
El muestreo y la
y más de ios componentes cercanos a la mitad de la tasa de muestreo también serán cero.
transformada de
Fourier discreta
EJEMPLO 7 . 1 0
Muestree una función senoidal y determine la TFD de las muestras y la función armónica de la SFTC de la repe-
tición periódica.
• Solución
Esta descripción del problema, al igual que muchos problemas reales de ingeniena, se define en forma ambigua.
Se deben realizar selecciones razonables en cuanto a las tasas y tiempos de muestreo de manera que los resulta-
dos sean útiles. Considere que la señal en TC es un coseno de amplitud unitaria, que el periodo fundamental es
igual a 10 ms, que el tiempo total de muestreo es de 20 ms y que se toman 32 muestras en ese tiempo. El cose-
no se describe por medio de
X ( 0 = COS(200'7Tf) (7.159)
y su TFTC es
X ( / ) = - [ § ( / - 1 0 0 ) - F 8 ( / + 100)]. (7.160)
Puesto que la frecuencia del coseno es 100 Hz y la tasa de muestreo es 1.6 kHz, la señal en definitiva estará so-
bremuestreada y no se presentarán alias. Los resultados se ilustran en la figura 7.76.
En este caso la señal es de banda limitada y periódica y el muestreo se efectúa para un número entero de pe-
riodos fundamentales. Por consiguiente, debe esperarse una correspondencia exacta entre la TFTC de la señal en
TC y la TFD de las muestras. La TFTC de la senoide original tiene dos impulsos, uno en -K/q y el otro en - / g ,
donde/q es la frecuencia del coseno. Para una senoide de amplitud unitaria como ésta, cada una de las intensida-
des de los impulsos sena igual a , . La frecuencia del coseno es 100 Hz. La resolución en el dominio de la fre-
cuencia de la TFD es el recíproco del tiempo de muestreo total, o 50 Hz. En consecuencia, la TFD tendrá valores
distintos de cero sólo en la segunda armónica de 50 Hz, como es el caso. Cuando el resultado de la TFD se divi-
de entre el número de muestras A'^, los impulsos de
números de armónica discretos en la TFD tienen la
= 32, / j = 1 600 misma intensidad que los impulsos de frecuencia
x(í) y x[n] continua en la TFTC de la senoide en TC.
Para la señal no periódica de energía del ejem-
plo 7.8, la TFD se escaló multiplicando por el inter-
valo de muestreo y la TFD de las muestras se
aproximó a las muestras de la TFTC de la señal en TC
r o nT^ (s) que se muestreo. Para esta señal periódica, el esca-
-0.01 lamiento de la TFD se efectuó dividiéndola entre el
número de muestras N^. ¿Por qué estos factores son
diferentes? M m e r o , reconozca que como la TFTC
de una señal periódica consta sólo de impulsos, no
!X[A-1| es posible muestrearla en ningún sentido. De tal
modo, la TFD de una señal periódica debe escalar-
se para producir las intensidades de los impulsos,
0.5 no sus amplitudes, que son indefinidas. En el caso
de señales de energía no periódicas, la TFTC es
una función de frecuencia continua sin impulsos.
En este caso es necesaria una correspondencia en-
tre las intensidades de los impulsos de la TFD y las
muestras de la TFTC. Una manera de ver la corres-
•4-^- (Hz) pondencia es observar que la TFTC es una fun-
-1 600 1 600 ción de densidad espectral y, por lo tanto, tiene las
unidades de la transformada de la señal dividida
F I G U R A 7.76 entre la frecuencia. Por ejemplo, si la señal en TC
Un coseno muestreado para dos periodos fundamentales y la magnitud de su TFD, tiene unidades de volts, su TFTC tiene unidades de
dividida entre el número de muestras TV. volts por hertz. La TFD se calcula formando varias
combinaciones lineales de muestras de la función en TC; por lo tanto, sus unidades serían las mismas que las
de la señal, en este caso, volts. Para convertir eso en una aproximación de la TFTC es necesario dividir por cier-
ta frecuencia para obtener las unidades correctas. Sin embargo, ¿a qué frecuencia? Si se iguala la amplitud en 7.7 Ejemplos del uso
de la transformada de
cada intervalo de resolución de la TFD a la densidad espectral de la amplitud de la TFTC, el factor de división
Fourier discreta
apropiado es el ancho de banda de la resolución de la TFD, que esfJNp. Así es que si se toma el factor divisor
para funciones periódicas A'^ y se multiplica povfJNp para formar un nuevo factor de división correspondien-
te a señales de energía no periódicas f^, el efecto es el mismo que multiplicar por el intervalo de muestreo de-
bido a que/^. = l/T^.
E,TEMPLO 7 . 1 1
Muestree una senoide para un niimero no entero de periodos fundamentales y observe el efecto sobre la TFD.
• Solución
Considere que la senoide es un coseno cuyo periodo fundamental es 6 6 | m s y muestréelo 32 veces en 100 ms. Los
resultados se ilustran en la figura 7.77.
El coseno en TC original tiene una TFTC con exactamente dos impulsos en -I-15 y —15 Hz. Sin embargo,
la TFD tiene componentes distintos de cero en cada armónica de su frecuencia fundamental que es igual a 10 Hz
pues el tiempo de muestreo total c o i T e s p o n d e a 100 ms. Puesto que 15 Hz no es un múltiplo entero de 10 Hz, no
existe un componente de frecuencia resuelto en la TFD a exactamente la frecuencia del coseno. No obstante, los
dos componentes más intensos se ubican en 10 y 20 Hz, valores que se ubican en el mismo intervalo que la fre-
cuencia real de 15 Hz del coseno. En consecuencia, es posible afirmar que la TFD intenta reproducir la naturale-
za de la señal de la cual provienen las muestras lo mejor que puede dada la pobre elección de muestreo. Esta
dispersión de la potencia de la señal a partir de la ubicación exacta hacia localizaciones adyacentes es u n ejem-
plo de fuga. Esto es, la potencia a 15 Hz se ha fugado a las componentes a 10, 20, 30 Hz, etc., ya que la señal
original no se muestreo para un número entero de periodos fundamentales. Este problema se resolvena mues-
treando para un número entero de periodos fundamentales. Sin embargo, es posible reducirlo de manera conside-
rable al muestrear durante un tiempo mucho más largo, incluso aunque no sea un múltiplo entero del periodo
rundamental del coseno, debido a que con un tiempo de muestreo más largo, la resolución en el dominio de la
frecuencia se vuelve mejor y el grueso de la potencia de la señal puede situarse de manera más próxima a la fre-
cuencia real de 15 Hz. La figura 7.78 muestra los resultados de muestrear sobre seis y medio periodos fundamen-
tales con todos los demás parámetros iguales. En estas condiciones, aun cuando todavía no hay un componente
resuelto a la frecuencia de la señal en TC, 15 Hz, debido al mayor número de puntos y a la consecuente resolu-
ción más alta de la TFD, hay componentes mucho más cercanos a 15 Hz que en el caso anterior y la fuga se dis-
persa con menor amplitud.
Np = 32, = 320
]—*- t o nljís)
-0.066667'
Np
0.36307T +
F I G U R A 7.77
Un coseno muestreado para uno y medio
• kfp (Hz)
-320 320
periodos fundamentales y la magnitud de su
TFD dividida entre el número de muestras N,-
454 Np = 138,./; = 320
CAPÍTULO 7
El muestreo y la
transformada de
Fourier discreta
-0.066667 0.43333
1 t o nT^
FIGURA 7.78
U n c o s e n o m u e s t r e a d o s o b r e seis y m e d i o
p e r i o d o s f u n d a m e n t a l e s y la m a g n i t u d d e
su T F D , d i v i d i d a entre el n i í m e r o d e
muestras N^. -320
(7.161)
n=0
X[k] = E ^Me'-i
-jl-nikn/NF) (7.162)
n=0
Es c o n v e n i e n t e u s a r la n o t a c i ó n
(7.163)
^ 0 -
X[0]" •xo[0]
X[l] ^2 xo[l]
iy4
(7.164)
X[2] xo[2]
X[3] V(/3 14/9 xo[3]
Efectuar la multiphcación usual de matrices directa requeriría A^^ multiplicaciones complejas y A'(A'^ - 1)
adiciones complejas. P u e d e reescribirse (7.164) en la forma.
"X[0]" 1 1 1 1 xo[0]'
X[l] 1 Xo[l]
(7.165)
X[2] 1 W2 xo[2]
X[3] 1 1^2 ^yl xo[3]
El p r i m e r e l e m e n t o es
xi[0] = x o [ 0 ] - f - W ° x o [ 2 ] . (7.168)
/\ xi[2] 1
Xo[2] Xo[l]
Xo[3] Xo[3]
x,[3]
F I G U R A 7.79
Gráfica del flujo de señales para una TFR de cuatro
puntos.
u n a adición. Sin embargo, Xj[2] requiere sólo una adición debido a que W ° = - y el producto W°XQ[2]
y a se h a obtenido en el cálculo del primer elemento y puede, en consecuencia, sólo almacenarse hasta q u e
se necesite y luego restarse en vez de sumarse. D e m a n e r a similar, Xj[3] sólo requiere u n a adición m á s .
Hasta ahora se tienen dos multiplicaciones y cuatro sumas. A p e l a n d o a condiciones de simetrías similares
en la segunda multiplicación de matrices se encuentra q u e se requieren dos multiplicaciones y cuatro su-
m a s m á s . Así, en total, se necesitan cuatro multiplicaciones y ocho adiciones. C o m p a r e eso con las 16 m u l -
tipUcaciones y las 12 adiciones requeridas en el cálculo de la T F D directa en (7.164). Puesto que,
computacionalmente, las multiplicaciones requieren por lo general m u c h o m á s tiempo de c ó m p u t o q u e las
adiciones, el algoritmo de la T F R para cuatro puntos es alrededor de cuatro veces m á s rápido q u e la T F D
directa. El vector que resulta de este tipo de cálculo es codificado en relación con el vector original, pero
la operación de decodificación es bastante rápida e n cuanto al tiempo de c ó m p u t o , por lo q u e n o afecta e n
realidad el cociente de velocidades.
Es instructivo observar el proceso de cálculo de la T F R en u n a forma grá-
fica de flujo de señales. El algoritmo de la T F R de cuatro puntos se muestra
r figura 7.79. Esta gráfica de ñ u j o de señales ilustra c ó m o se efectúan los
r . ^ ^ B cálculos utilizando la factorización de matrices para u n a T F R de cuatro puntos.
L a figura 7.80 es la gráfica del flujo de señales para u n a T F R de 16 puntos.
Al contar el n ú m e r o de m u l t i p l i c a c i o n e s p a r a c a d a l o n g i t u d de vector
dato q u e es u n a p o t e n c i a e n t e r a de 2, es p o s i b l e d e t e r m i n a r de m a n e r a i n d u c -
tiva u n a fórmula para el n ú m e r o total de m u l t i p l i c a c i o n e s q u e se r e q u i e r e n y
c o m p a r a r l o c o n el n ú m e r o r e q u e r i d o p a r a la T F D directa. El n ú m e r o de m u l -
tiplicaciones p a r a u n a T F R de l o n g i t u d A'^ = 2^, d o n d e p es u n entero, es
James W. Cooley A'p/2. P o r c o n s i g u i e n t e , el c o c i e n t e de v e l o c i d a d e s p a r a la T F R e n o p o s i c i ó n
a la T F D directa es a p r o x i m a d a m e n t e
2N
(7.169)
Np/2
c o m o se tabula en la tabla 7 . 1 .
Estos factores de m e j o r a m i e n t o de la v e l o c i d a d n o se aplican si p no es
u n entero. T^or esta r a z ó n , e n \ a p í á t \ i c a \?i toUMíid tos íaíifev'i d a l a T E Q
reales se efectúan c o n la T F R u t i l i z a n d o l o n g i t u d e s de vectores d e datos que
son u n a p o t e n c i a entera de 2. ( E n M A T L A B si el vector de e n t r a d a es u n a p o -
tencia entera de l o n g i t u d igual a 2, el a l g o r i t m o q u e se u s a e n la función f f t
es el q u e a c a b a de e x p l i c a r s e . Si su l o n g i t u d n o es u n a p o t e n c i a entera de 2.
la T F D se sigue c a l c u l a n d o , p e r o se afecta la v e l o c i d a d d e b i d o a q u e se recu-
John Wilder Tukey rre a u n a l g o r i t m o m e n o s eficiente.)
XoíO] X[0]
r\ X w ° \ ')
7.9 Resumen de
x°x^
X[8] puntos importantes
xo[2]
X A \ / í
X[4]
X
\ \ \ \ / ./
^\^ X'X/^
XX'"
Xo[3]
^X[12]
Xo[4]
XO[5]
/ / X x / X XX \. /X»X> ,X[2]
X[10]
Xo[6] \ \ X X X )/ / XVy /
o
^X[6]
XO[7]
X XX Xw° ,1/» X[14]
Xo[8]
4
Xo[9]
/ X X X X X/ ^""^xX sT* \
^ j ^ x / ^
1
X[l]
\ \ \^ \ \ X x ^ x c
Xo[10] / / x x x ^ X[9]
/
^
x x x < r Xv"
1X
Xo[14] X[ll]
X[15]
F I G U R A 7.80
Gráfica del flujo de señales para una TFR de 16 puntos.
TABLA 7.1
Cociente de velocidades entre la TFR y la TFD directa
en función del número de puntos.
Cociente de
N velocidades T F R / T F D
2 4 4.00
3 8 5.33
4 16 8.00
5 32 12.80
6 64 21.33
7 128 36.57
8 256 64.00
9 512 113.78
10 1 024 204.80
11 2 048 372.36
12 4 096 682.67
13 8 192 1 260.31
14 16 384 2 340.57
15 32 768 4 369.07
16 65 536 8 192.00
x ( í ) =3 10 s i n c ( 5 0 0 í )
m u l t i p l i c á n d o l a p o r el tren de pulsos
p ( f ) = rect(10'*r) * 1 0 0 0 c o m b ( l OOOí)
Respuesta:
!X(/)|
innillllllllllm n JLJl
- 2 0 000 20 000
2. Sea
x ( f ) = 10 s i n c ( 5 0 0 r )
x ( í ) = tri(lOOf),
-2 —t-
-2
4. a) D a d a u n a señal en T C de b a n d a l i m i t a d a
x ( r ) = sinc y - ) c o s ( 2 T T f ) ,
Respuestas:
fs = *
|Xs(/)! |X5(/)I
|X(F)| iX(F)|
si
-2
Eespuestas:
a) x ( 0 = 5 rect ^^^^j
b) x(0=10tri(50
c) x(í) = rect(f)[l + eos (l-nt)]
CAPÍTULO 7 d) x ( 0 = r e c t ( í ) [ l + e o s (l-nt)] eos ( l ó i r í )
El muestreo y la
transformada de Respuestas:
Fourier discreta
x| (t)l
-1
-2H-'
-0.4
|X(/)|
1-
-12 12
Respuestas:
|X(/)| 1X(/)|
l4
|X(/)|
f
-0.02
0.02 -4
4 -1
|x«)i
\- „
400 400
-0.25 -0.005-
8. M u e s t r e e la señal en T C
x(?) = s e n ( 2 T T r )
f ^
e) / , = 16,/, = 8,7V=S f) / , = 1 6 , / , = 8 , A f = 16
Respuestas:
x(í) X(I)
4 4
4 4 4
-1
Respuestas:
10. Para cada señal en el ejercicio 9, haga pasar a la señal interpolada con el retenedor de orden cero por
un filtro pasabajas de u n solo polo cuya frecuencia de - 3 dB sea u n cuarto de la tasa de muestreo.
Respuestas:
A,
1- 4
/ 1 -1
1
-1- 5
Kespuestas:
X{r)
L5 -1
462 12. M u e s t r e e las d o s señales
CAPÍTULO 7
El muestreo y la xi(í) = e' X 2 ( í ) = e ' + senCS-TTí)
transformada de
Fourier discreta e n el intervalo - 3 < í < 3 a 8 H z y d e m u e s t r e q u e los v a l o r e s de la m u e s t r a son los m i s m o s .
13. P a r a c a d a p a r d e las siguientes señales, m u e s t r e e a la tasa especificada y d e t e r m i n e la T F T D de
las señales m u e s t r e a d a s . E n c a d a c a s o , e x p l i q u e , e x a m i n a n d o las T F T D de a m b a s , p o r q u é son
iguales las m u e s t r a s .
a) x(0 = 4COS(16TTÍ) y x(f) = 4 eos (76IT r), = 30
h) x(í) = 6 sinc (80 y x(r) = 6 sinc (8í), eos (4007: f) f^ = 100
c) x(0 = 9 eos (14iT i) y x(í) = 9 eos (9877/), / , = 5 6
Respuestas:
/25 / 8 \
75 rect —F ) *comb(F), 2 comb F .comb|F + - ^ j
V 30/
( 1
c o m b \F + comb F + -
Respuestas:
-2sen(-80TTr) y 2 sen(-120'rr0,
/
5 e o s I 130TTÍ + - y 5 eos -7077. +
4
4sen(487Tf) y - 4 sen(3277r), 2cos(80TTf) y 2cos(-1207Tf),
4COS(48TTÍ) y 4cos(32TTr)
/27rn
a) x [ « ] — seni A^j = 4
V 24
V) x[«] = rectgín], A^j = 2
/ 2 ' n n \ / iTin
A^. = 2
c) X[K] = C O S ( ^ — j c o s ( ^ —
/ 9 \"
d) x[n] = — u[«], = 6
\ 10/
xln]
4
1-- x[n]
-24 24
-n —f
-24
lUTUTTtmti—- I ,
-20 20 40
^1 'Hi*
-1 +
Xjíl]
x,[n]
4 1 4 .
-24 24
-24
— T r .
-20 20 40
Respuestas:
-1 -2-77 2lT -1 1
|X/F)[ Ix/jíi)! |X/F)| iX/F)i
1I1
tt # tt *
-1
VAAAAAÁAAAAAy
-2TT -1
ÍM -1
f*F
/2'IT«\
a) x W = t n ( ^ ^ , yv, = 2 b) x [ « ] = ( 0 . 9 5 ) " s e n ! — j u [ « ] , iV, = 2
/ 2'nn
c) x[n] — eos )' = 7
Respuestas:
4 4. lOOl
1•••
-5
ll ii
ll [l. .tITt. M . ..
f W '^0
Al
•F -1 +
-20 20 -1
464 .(F)| iX/F)l
4 100 i
40
-20 -1 -1
xln] |X(F)|
0.5^
-20 20
|X¿(f)l
0.5^
-20
-'1 -1
Respuestas:
0.4,. 0.-4
|x,(í-)l
200-
3- 3^
x(f) x(f)
s i
1.25 -0.25, 0.25
t t t t, 4—'
1 ! '
-0.25' -15 15
-8 + -8 +
|XNy,(F)| IXNyqíí')!
.1.51 3 ^
XNyql"!
•
-8
I, ,1 I, ,1
8
1 1
-H-f
1' '1 -1
|X„(f)| |x,,(f)l
3 4
X||l"] X|,[/ll
5Í
-1 T
-5 +
a) x[n] = r e c t 2 [ « ] * C O M B N Í H ]
b) x[n] = r e c t 2 [ « + 1] * c o m b i 2 [ « ]
/14TÍ7¡\
c) x[n] = c o s ^ eos—j
, 12Tr«\
a) x[n] = e o s I I eos
14 / V 14
Respuestas:
1
- ( c o m b i6[k + c o m b ^^Ik -6] + c o m b i6[^ + 6] + c o m b lelk +
1 sen(5(fc7T/12))^^,.(^,^,)
12 sen(yt'TT/12)
1 sen(5(;t'iT/12))
I2 sen(ytTT/12)
y m u e s t r e e , v e n t a n e e y repítala d e m a n e r a p e r i ó d i c a u t i l i z a n d o u n a tasa de m u e s t r e o d e = 60 y un
i n c h o d e v e n t a n a d e A^^ = 3 2 . P a r a c a d a señal en el p r o c e s o , dibtíjela j u n t o c o n su t r a n s f o r m a d a , y a
>¿a la T F T C o la T F T D .
!x(/)|
4 4
x(í)
-15 15
Fase de X ( / )
-16
-0.3
17-
i-^
—\ 15
-15 —TT -
lx/f)l
4^ ,
1
FasedeX,(F)
-16
11
1
1 - eos O < n <
W[M] = - N -\J1
b) Bartlett
2n
O< n <
N - 1
w[n] =
2n N - l
2 - < n < N
N - l
c) Hamming
217?!
O <n < N
w [n] = 0 . 5 4 - 0.46 eos
Af - 1
d) Blackman
2TTn O <n < N
Win] = 0 . 4 2 - 0.5 eos ( j ^ — - ^ ) + 0.08 eos
Respuestas:
|xmi •
IXfflI x[«]
16 4
I 16 ,
A 32
31 -32
31 -32 i
IXffll
¡XMl
164 i4 4
31 -32 32
31 -32 32
23. M u e s t r e e las siguientes señales a las tasas especificadas p a r a los t i e m p o s especificados y dibu- 467
j e las m a g n i t u d e s d e las T F D e n función del n ú m e r o d e a r m ó n i c a e n el intervalo
Ejercicios con
-Npll<k<{Npl2) - 1. respuestas
f) x ( í ) — cos(3Trr), f = 16, NF == 2 5 6
Respuestas:
1X1*11 xln]
|XWi
i 4
4
' 7'
|XW| |X[<rl|
256Í 256-t
|xw| x[„]
|xw|
4 i 4 4
24. M u e s t r e e las siguientes señales a las tasas y en los tiempos especificados y dibuje las m a g n i t u d e s
y fases d e las T F D e n función del n ú m e r o d e a r m ó n i c a e n el intervalo —{N12) < k < {N — 1) / 2.
Respuestas:
/, = 8,ÍVf-=16 / , = 1 6 , ^ ^ = 256
IXMI IXMI |XM|
1
4
- ^ k -+^k
-128 "T27 *
Fase de Xffl Fase de X M Fase de X[/t]
I," Ii, *k
'1 —X -
-128' 127
1
f, = &.Nf = 32 / , = 64,A'f- = 256
IX[t]l iXWi Fase de X[*]
2 -,
2Í
'—U
4 r 15 128
1l 127
Fase de Xlk] Fase de Xlt] Fased
.4 X -
25. Muestree cada una de las señales e n T C , x(í), A^^ veces a la t a s a c r e a n d o la señal x[n] e n T D .
Dibuje x(f) e n función d e t y x[n] e n función d e nT^ para el intervalo d e t i e m p o O < í < N^T^.
Determine la X[k] de la T F D de las A^^- muestras. D e s p u é s dibuje la magnitud y fase d e X(f) e n
función d e / y d e Tpí[k] en función de k A / p a r a el intervalo de frecuencias -{fJ2) <f<fJ2,
d o n d e Af = f^/Np~ Grafique T^X[k] c o m o u n a función e n T C continua utilizando el c o m a n d o
p l o t de MATLAB.
a) x ( í ) = 5 rect(2(í - 2)), / , = 1 6 , Np = 6 4
'f - 2 0 \
b) x(t) = 3 sinc , f, = 1,NF = 40
5 ;
c) x ( f ) = 2 r e c t ( í - 2) sen(8TT?), / , = 3 2 , NF = 128
t - 2 \ . í t - 6 \
d) x ( f ) ^ 10 tn I — I - tri , = 8,NF = 64
2 j V 2 y j
Respuestas:
|x(ni 1X(/)1
1.25 j X(0 2.5J
X(0
54
5+
w Fase de X(J)
4
Fase de X{/)
IrAWl
2.5 . X,(/IR,)
54
1 • '
41 54
rfrn
|X(/)I
l
X(R)
•
-0.5 0.5
i1
II
Fase de X(/)
4
1
|R,X,ral
l-5KIS^
+
3|
-0.5
Fase de T,X¿k]
0.5
11 .
|'iii'"'t|l iir 'ii'i'
1 0.5
II
469
Ejercicios con
respuestas
a) x ( 0 = 4COS(200TTÍ), / = 8 0 0 , A^f = 32
b) x(í) = 6 rect(2f) * c o m b ( í ) , / = 16, Nf = 128
c) x(í) = 6 sinc(4r) * comb(r), / = 16, Nf = 128
d) x(f) = 5cos(2TT?)cos(16'r7r), / = 6 4 , TV/r = 128
Respuestas:
IXCOI |X(/)|
1.5 '
2Í
1 1 » 1 1 '
8 400 400
Fase c e X ( / ) Fase c e X ( / )
i • • • • • • • i k -4 +
í' —. h*-
-8
8 -400 400
— IT -
]/WfI
Al
1-5. IWfl
x,(«r,)
4
-8
, ll ll ,8
4 |
400
1 *
400
I
Fase de Fase de X,lA-]/iVf.
:o.04
rrpryrrnonTTr - ir
11
11
1 1 '
-8
i' 400
— IT -
400
|X(/)| |X(/)|
x(/) 3- 1.25
x(f)
54
1 i í H
-32
Fase de X ( / ) Fase de X ( / )
-5+' 1 .
1
-32 32
— IT -
|X,W/Wf]
34 1.25,1 +
M
-32 ' 32
Fase de XJ,kyNf - «r^ Fase de X^ikVNp
4 f 1! ^1
FÍFI
-+*kf/NF
-32 32
= lio ^
b) 7; = i s
d) t; = i s
x(í) = 8rect(3f)
x ( ? ) = 25 sinc^ (-
V6.
S e requeriría u n a c a n t i d a d infinita d e m u e s t r a s p a r a reconstruir de m a n e r a e x a c t a x(t). Si se e s -
tableciera un c o m p r o m i s o en el cual el m u e s t r e o se efectuara sobre el m í n i m o t i e m p o p o s i b l e
q u e p u d i e r a c o n t e n e r 99 por ciento d e la e n e r g í a de esta f o r m a d e o n d a , ¿ c u á n t a s m u e s t r a s se re-
querirían"
37. D i b u j e la m a g n i t u d d e la T F T C d e
x(r) = 8rect(3r)
E s t a señal n o es d e b a n d a limitada, d e m o d o q u e n o p u e d e m u e s t r e a r s e d e m a n e r a a d e c u a d a p a -
ra construir e n f o r m a e x a c t a la señal a partir de las m u e s t r a s . C o m o u n c o m p r o m i s o p r á c t i c o ,
s u p o n g a q u e u n a n c h o de b a n d a q u e c o n t i e n e 9 9 p o r c i e n t o de la e n e r g í a d e x(f) es lo suficien-
t e m e n t e g r a n d e p a r a reconstruir en f o r m a práctica x(r) a partir de sus m u e s t r a s . ¿ C u á l es la tasa
d e m u e s t r e o m í n i m a r e q u e r i d a en este c a s o ?
38. U n a señal x(f) es p e r i ó d i c a y u n p e r i o d o f u n d a m e n t a l d e la m i s m a se d e s c r i b e m e d i a n t e
4t. M u e s t r e e la señal e n T C
x(f) = 1 + s e n ( 8 i T 0 -|- C O S ( 4 I T ?
1. Entender cómo se define matemáticamente la similitud entre dos señales en el dominio del tiempo.
Desarrollar una comprensión de cómo definir matemáticamente la similitud entre dos señales en el dominio
de la frecuencia.
3. Relacionar entre sí los métodos en el dominio del tiempo y en el dominio de la frecuencia a través de la
transformada de Fourier.
1.3908 -f
31
^2
1.5138 4
-1.5197 +
X2ÍÍ7]
-1.5197 • 1.3908
•-0.99383 +
III .ÍTT Ti
1
-0.99383 +
FIGURA 8.4
Un par de señales en TD y su correlograma.
Xl(f)
0.76689 +
-0.906
0.76689
4--0.90616
-0.90616 +
FIGURA 8.5
Un par de señales en TC y su correlograma.
CAPÍTULO 8
Correlación,
densidad espectral
de energía y densidad
espectral de potencia X2
Xl(f) 31
1-
0.62338 + •
• •
• •
• •
Xjin] 1 .
1 • •• 11 >'
1-- • •
1 i
31
-0.29936 -1 +
F I G U R A 8.6 F I G U R A 8.7
Una vista amplificada de las dos señales de la Un correlograma para las dos senoides en TD con una diferencia
figura 8.5. de fase de 45°.
8.2 Correlación
2.735 t
y correlograma
4• f
1 . I T . I I
T
31 \
7.4804 —
-1.7869 -|-
7.4804 - -
H h-^x,
-1.7869 2.735
1
31
F I G U R A 8.9
Un par de señales en TD y su correlograma.
plot (xl,x2,'k.') ;
rlot (xl,x2,'k.') ;
4 7 8 8.3 LA FUNCIÓN DE CORRELACIÓN
BASES CONCEPTUALES
1 1 +
.1. .1. 48
, , , ,1. .1, .1, ,1
1 ¡i 11 J l i1 ,
1 1 I I * " í f \I f48' f f f 48
J
X2Í"]
1
' i t t i I 48 ' f I I I j , . '-lAAAi
- 1 4- f -1+ * I I f'
-1+
1 --
lili
1 1 11 11 11 I 11 I'
48
-1 + -1 +
Promedio del producto
FIGURA 8.10
Correlación de senoides en TD con valor promedio cero.
Señales correlacionadas positivamente Señales no correlacionadas Señales correlacionadas negativamente 4 7 9
x,(í) xi(f)
i
9.6079 — 4.5191 - - 4.4878 -t
10
10
10
-4.3836 -4.9496 -|- -11.0783 •
FIGURA 8.11
Correlación de señales aleatorias en TC con valor promedio cero.
4 10
10 -3--
10
X2(í) X2(0
X2(f)
Promedio
4-- 6.8301 - - Promedio 3.1213
Promedio
10
•r -2.1049 + 10 -3 +
10
X|(/)X2(f) Xi(f)x2(r) Producto de promedios x,(/)x2(r)
p Producto de promedios - Producto de promedios
Promedio del producto
Promedio del producto-. Promedio del producto -i
4 + 6.8301 + 3.1213
Ulo
•t -2.1049 -3
10
F I G U R A 8.12
Correlación de senoides en TC con valor promedio distinto de cero.
SEÑALES D E ENERGÍA
Promedio
6.6412 16.9783 + Promedio 6.0915 - -
Promedio
48
-0.9845 -j- -8.4322 - - 48 -6.6285 - -
Xi["]X2[n] X1MX2M
Producto de promedios Producto de promedios Producto de promedios
Promedio del producto Promedio del producto Promedio del producto
6.6412 \ - 16.9783 • 6.0915 •
i
-0.9845 + -8.4322 + 48 -6.6285
48
F I G U R A 8.13
Correlación de señales aleatorias en TD con valor promedio distinto de cero.
oc 00
R (8.4)
.vy(T)- j x(r)y*(r + T)Jr = j x{t - T)y*{t) dt
00 00
(8.5)
Rvv(T)= j x(t)y(t + j) dt = j xit-7)y(t)dt.
P a r a señales d e energía e n T D ,
00 00
/
ce
ce
Desde luego, sería adecuado que se coincidiera en una definición común. Sin embargo, lo que en realidad
es importante es que una definición se establezca y se use de manera consistente en cualquier texto.
Las características fundamentales de la correlación y las implicaciones para el análisis de señales y siste-
mas son las mismas independientemente de la definición que se use.
la función d e c o r r e l a c i ó n p a r a señales d e e n e r g í a se e x p r e s a c o m o
SEÑALES DE POTENCIA
p u e d e sustituirse p o r
P , , x(-T)®y(T) x[-m]®y[m]
R.íj(T) = - - y R.,y[OT] = - - , (8.21)
p a r a e s e p e r i o d o c o m ú n o, u t i l i z a n d o la S F T C o S F T D y su p r o p i e d a d d e d u a l i d a d m u l t i p l i c a c i ó n -
convolución,
o
VT
x[«]®y[n] c ) NoY[k]X[k], (8.23)
VT VT
R..y(T) < > X*[^]Y[^] y R,,[m] < > X*{k]Y[k], (8.24)
d o n d e , e n c a d a caso, la r e p r e s e n t a c i ó n de la serie d e F o u r i e r se t o m a p a r a u n t i e m p o T o N, q u e es
c u a l q u i e r p e r i o d o c o m ú n a a m b a s funciones.
L a r a z ó n p o r la q u e e x i s t e n dos definiciones de la función d e correlación es q u e si se aplica la
c o n c e r n i e n t e a las señales d e energía
OC
OO
8.3 La función
de correlación
FIGURA 8.14
Ilustración gráfica de la correlación entre un coseno y un seno a diferentes
desplazamientos.
Solución
Método I:
(t+\ í t - \
X 2 ( í ) = rect — rect (8.29)
51 se usa
a + b í 2t 2t \
tri • tri \ab\ s i n c ( a / ) sinc(¿i/) a > b >Q (8.31)
a —b '
4 8 4 Xi(í) X2(f) Ri2(t)
CAPÍTULO 8 4t -1
Correlación,
densidad espectral
de energía y densidad -4 "2 2/4
espectral de potencia
1
32 s i n c ( 4 / ) s i n c ( 2 / ) ( e ^ - ^ ^ - e''-'^'). (8.33)
Por consiauiente,
2(T + 1 ) \
R\2Í-^) = 4 3 tri - tri(2(T + 1)) - 3 tri ( ^ ^ ^ - J - ^ ) + tri(2(T - 1)) (8.34)
La función 3 tri(2(f + l)/3) - tri(2(r + 1)) es un trapezoide de altura 2 cuya base inferior se extiende desde - 4
hasta 2 y cuya base superior se extiende desde - 2 hasta 0. Por lo tanto, está centrado en - 1 . La función 3 tri(2
(f - l)/3) - tri(2(í - D) es idéntica salvo en que está desplazada hacia la derecha en dos y está centrada en + L
Cuando se resta la segunda función de la primera y se multiplica por 4, se obtiene la función de la figura 8.16.
Método 2: La definición de la función de correlación para señales de energía es
(8.36)
Ri2(t) = j X,(r)X2(/ +T)fiíí.
-2;
r= - T ;
í=-T+2 f = - T í = - T + 2
T>4 2 < T < 4 0 < T < 2
FIGURA 8.17
Seis casos de la cantidad de desplazamiento t .
Caso 1. T > 4. En este caso las señales no se traslapan y la función de correlación es cero.
Caso 4. — 2 < T < 0. Debido a la simetna par de la primera señal y a la simetría impar de la segunda,
el resultado es el mismo que el del caso 3 , RJJCT) = —4T.
Ri2(T) = 4 ( T + 4 ) . (8.39)
Caso 6. T < - 4 . En este caso las señales no se traslapan y la función de correlación es otra vez cero. Cuan-
do se gráfica este resultado, se observa exactamente como el resultado previo en la figura 8.16.
Ejemplo 8.2
• Solución
Método 1: Emplee la relación
VT
R.vv[m] < > X*[kmkl (8.42)
.Antes de que pueda utilizar este resultado es necesario encontrar un periodo comiín para las dos señales. Los dos
periodos individuales son 5 y 7. El mínimo comiín miíltiplo de esos dos periodos es 35. Las dos funciones armó-
nicas de la SFTD son
Por lo tanto.
VT 5
Rx.v[m] < > - ( c o m b a s - 5] -|- combasí^ -f 5 ] ) ( c o m b 3 5 [ ^ - 7] + c o m b j s í * -t- 7]). (8.45)
El anterior es el producto de dos secuencias periódicas de impulsos en TD. Por lo tanto, el producto es cero
salvo donde X[fe] y Y[k\ tienen un impulso distinto de cero que ocurre al mismo valor de k. Los impulsos distin-
::s de cero en X[k] y Y[k] nunca ocurren al mismo valor de k. Por lo tanto, la correlación es cero.
R.vví'"] = 0. (8.46)
486 Método 2: La expresión general para la función de correlación correspondiente a las señales de potencia en TD es
CAPÍTULO 8
1 V-^
Correlación, (8.47)
R,,[m] = \ím_ — 2_ x[n]y[n + m ] .
densidad espectral n = {N)
de energía y densidad
espectral de potencia Al aplicar esto a x[n] y y[n] se obtiene
/2TTn \ / 2 7 T (n + m)
R,,[m] = lím — Y" 5 eos 2 eos (8.48)
it={N) V 5 ;
Mediante
se obtiene
5 / 24TT« 27rm \
eos I I + eos (8.51)
LVV[m] = lím — >
35 7
Luego, si se utiliza
'4'7Tn 4TTn
R.,,[«¡] = lím — eos I I — sen sen
/.=(iV)
Puesto que el punto de inicio de la sumatoria es arbitrario, considere que sea íj = O en cada caso. Entonces
24TT«
+ eos ^ —j E ^=0^ [-^) - ^-i — j E 35
(8.54)
/ 2'TTm \ í—
eos
2N V 7 J
-J sen ( ^ ) En=0( ^ - -
N-i
2TTm
E('
7 ( 2 4 1 7 7 1 / 3 5 ) _|_ ^ - y ( 2 4 T T « / 3 5 ) \
+ eos
n=0
/ 2-TTm \ ;
^^y(24TT;!/35) _ G-j(24TTn/35)^
7 sen ;V-1 (8.551
V 7 Y
n=0
Al utilizar después
iV r = 1
E^" = 1 -r^
EN OTRO CASO
(8.561
se obtiene 4 8 7
R,,[m] = -
2TTm \ 1/1 - ei(4-A'/35) 1 _ g-;(4irA'/35)
] _ gjm-nN/35) 1 _ g-;(24,I^'/35)^^
+ eos lím —
1 _ g,/(4TT/35)
- í 1 _ e-j(4iT/35) J
^ 1 _ g,;(24-7T]V/35) l _ g-./(24-ÑA'/35)
2-17»!
+ j sen lím — (8.57)
1 _ eJ{4Tr/35) 1 _ g-j(4T7/35)
.\hora examine uno de los términos fraccionarios en esta expresión: (1 - e./(4wiV/35)y(-| _ gj{4ir/35)y g j numera-
dor nunca puede tener un valor mayor que dos, no importa qué valor tenga A' y el denominador es una constante
finita. En consecuencia, cuando N tiende a infinito esta fracción está acotada. Lo mismo puede decirse de otras
ífaceiones de la misma forma. El factor l/N que multiplica a cada fracción hace que la correlación tienda a cero
cuando A' tiende a infinito. Por lo tanto,
R..v[m] = 0.
(8.58)
stas dos señales de potencia en TD no tienen ninguna correlación. La falta de correlación es una consecuencia
el hecho de que ambas tienen diferentes frecuencias y la correlación de una señal de potencia se calcula para to-
' tiempo discreto n.
r/2
Í?i2(T) = lím - / A l cos(2'IT/oir + 0 i ) A 2 cos(2TT/o2(r + 7) + 02) dt. (8.59)
-(7/2)
^e p u e d e utilizar l a identidad t r i g o n o m é t r i c a ,
1
c o s ( x ) cos(>') = - [ c o s ( x - >') + c o s ( x + y)]. (8.60)
Tira escribir
T/2
A1A2
/?12(T) = lím [cos(2tt(/oi - /o2)f - 2 t t / o 2 T + 01 - 62)
r^oc 2T I
-(T/2)
5-."11 ^ / n ? ' e n t o n c e s
T^oc 2T 2 t t ( / o i - /02)
Acotado
-,r/2
s e n ( 2 7 T ( / o i + fo2)t + 2 t t / o 2 T + 9, + 62)
2 t t ( / o i + /02)
Acotado (8.62)
-(r/2)
E n el límite c u a n d o T t i e n d e a infinito, la división entre Tde u n a c a n t i d a d a c o t a d a es cero. E n c o n s e -
cuencia, si/oj l^fQ2, RJ2(T) = 0.
CAPÍTULO 8
Correlación,
densidad espectral
de energía y densidad 8.4 AUTOCORRELACIÓN
espectral de potencia
OO
(8.63)
/ x ( f ) x ( í - h T ) í/f o R^^[m] = E x[n]x[« + m].
A u n desplazamiento de cero se t r a n s f o r m a en
OO
OO
1 C 1
R,,(0) = lim - / x}(t)dt R,,[0] = lím - V x\n], (8.65)
PROPIEDADES DE LA AUTOCORRELACIÓN
d e b i d o a q u e en un d e s p l a z a m i e n t o c e r o la correlación c o n s i g o m i s m a es e v i d e n t e m e n t e la m á s gran-
d e q u e p u e d e lograrse, p u e s c o i n c i d e n las versiones d e s p l a z a d a y n o d e s p l a z a d a . A p a r t e ,
OO r/2
E n t o n c e s si se efectiía el c a m b i o de variable
se d e m u e s t r a q u e
R.v.v(T) = R . v . v ( - T ) . (8.69)
M e d i a n t e u n a técnica similar se d e m u e s t r a t a m b i é n q u e
(8.71)
«=-C!C
ex: OO
(8.72)
Ryy[m]^ J2 yín]y[n + m]= ^ x[n - no]x[n - no + m].
n= -oo n=-oo
00 (8.73)
Ryy[m] = Yl x [ 9 ] x [ 9 +m] = Rxxím],
xi(í) = A i c o s ( 2 i T / o i í + ei) y
T/2
/
1
Í.. t ) = l í m — x ( f ) x ( f + T ) dj (8.75)
r^oo T
-(r/2)
r/2
< - 7) = lím —
r^oc T j [xi(r)xi(í + T ) + xi(í)x2(r + T )
-(r/2)
+ X 2 ( í ) X i ( / + T ) -h X2(f)X2(í + T ) ] ¿ T
r/2 r/2
1
l í m - / x i ( í ) x i ( r + T)Ú;T + lím - / Xi(r)X2(í +T)I¿T
r^oo 1 J T^oo T J
-(T/2) -(T/2)
= ff,(T) =Ru(-}
r/2 T/2
+ 1í m - / X2(t)Xi(t +T)dj + lím Í X2(OX2(í + T ) < Í T
r -^oc T J r^oc T J
-{T/2) -(T/2)
=«21 (T) = «2(T)
^ ; . ( T ) = ^ I ( T ) + /?2(T). (8.76)
490 EJEMPLOS DE AUTOCORRELACIÓN
CAPÍTULO 8 L a s figuras 8.18 y 8.19 m u e s t r a n algunos e j e m p l o s gráficos d e algunas señales de energía y sus fun-
Correlación, ciones d e autocorrelación. L a figura 8.18 es u n a ilustración d e las funciones d e a u t o c o r r e l a c i ó n para
densidad espectral
tres señales de energía en T D aleatorias. P u e s t o q u e son aleatorias, todas son diferentes, p e r o tienen
de energía y densidad
espectral de potencia p r o p i e d a d e s similares. U n a de ellas se o b s e r v a en sus funciones de autocorrelación. Las tres funcio-
nes de autocorrelación tienen u n p i c o a g u d o en m = O y l u e g o d e m a n e r a m u y r á p i d a p r e s e n t a n una
p e q u e ñ a fluctuación aleatoria alrededor de cero incluso p a r a valores m u y p e q u e ñ o s distintos d e cero
del desplazamiento m. L a función de autocorrelación describe u n a característica i m p o r t a n t e de estas
señales. C a d a u n a de ellas c a m b i a m u y rápido c o n el t i e m p o a n u e v o s valores q u e p r á c t i c a m e n t e nc
tienen correlación c o n los valores p a s a d o s o futuros, incluso a u n t i e m p o m u y corto en el p a s a d o o en
el futuro.
L a figura 8.19 es u n a ilustración de las funciones de autocorrelación p a r a d o s ráfagas senoidales
en T C . Estas formas de o n d a son características de las señales de c o m u n i c a c i ó n q u e codifican dato?
binarios para transmisión. O b s e r v e q u e aun c u a n d o u n a es u n a ráfaga de c o s e n o y la otra lo es de se-
n o , sus funciones de autocorrelación son casi idénticas. O b s e r v e t a m b i é n q u e aun c u a n d o la función
seno es impar, su función de autocorrelación es p a r p o r q u e indica c ó m o se relaciona u n a función con-
x¡[n] X3ÍÍ!]
illiliíi 16 -16
-16 16 -16 16
-2+ -2f + -2
R,,['«] R,2[m] R,3[m]
21.1233 \ - 26.5962 - -
-32 32 V I 32
-8.6349 + ^6.5112
-5.999
FIGURA 8.18
Tres señales de energía en TD aleatorias y sus funciones de autocorrelación.
x(r) x(í)
lÉl
R,(T) R,(T)
FIGURA 8.19
Ráfagas de coseno y seno y sus funciones de autocorrelación.
x(t) x(í) x(í) x(í) x(í)
X ( í + T) x(r + T) x(í + T) X ( í + T) x ( í + T)
FIGURA 8.20
Relación de la cantidad de desplazamiento T con la autocorrelación.
CAPÍTULO 8 t
Correlación, «0-7- %
densidad espectral
de energía y densidad
espectral de potencia f -A A
A
h-T 'o
-A
-A+-- -B +
k-T 'o
hiW ho(í)
FIGURA 8.21
Algunas señales que representan 1 y O y las respuestas al impulso de filtros
acoplados diseñados para detectarla de manera óptima en la presencia de raido.
00
R e a l i z a n d o el c a m b i o de variable T — t^ = X,
oc
yi(í) = A 5
/ / xi(X)xi(\-(í-fo-ío))í¿X. (8.78)
OÜ
p a r a señales d e e n e r g í a e n T C , se o b t i e n e
FIGURA 8.22
Un 1 seguido por un O, una respuesta al impulso de filtro acoplado
para el 1, y la respuesta del filtro con y sin ruido.
La figura 8.22 es una ilustración de u n a señal, sin ruido y c o n ruido, y la respuesta de u n filtro
:plado p a r a c a d a c a s o . L a respuesta del filtro a c o p l a d o p a r a un 1 es u n a versión e s c a l a d a de la fun-
. : n de autocorrelación de la señal q u e r e p r e s e n t a a 1, retrasada en el t i e m p o p o r el retraso de p r o p a -
. - ; : ó n íq. P o r esta r a z ó n otro n o m b r e c o m ú n p a r a el filtro a c o p l a d o es filtro de correlación. Una
„:.?correlación es m á x i m a c u a n d o su a r g u m e n t o es cero, p o r lo que la r e s p u e s t a del filtro a c o p l a d o es
- ^ x i m a c u a n d o r = í^, + íq, y si u n 1 está presente en la señal, el filtro a c o p l a d o será u n m á x i m o en
tiempo. Si la señal q u e r e p r e s e n t a a O es el n e g a t i v o de la señal q u e r e p r e s e n t a a 1, es p o s i b l e uti-
el m i s m o filtro p a r a detectar a m b o s . Si al final de u n t i e m p o de bit la señal del filtro a c o p l a d o es
- -riiiva, e n t o n c e s el bit es p r o b a b l e m e n t e u n 1, y si es negativa, es p r o b a b l e q u e sea u n 0.
La figura 8.23 es u n a ilustración de las funciones de autocorrelación p a r a dos formas de señal fa-
- - - i r e s , u n r e c t á n g u l o en T D y un triángulo en T D . L a figura 8.24 ilustra las funciones de autocorre-
x[/¡] y[n]
1--
-15 15 -15 15
R,[/H] R,[m]
ni .1
ll
-15 15 -15
FIGURA 8.23
Un rectángulo, un triángulo y sus funciones de autocorrelación.
4 9 4
CAPÍTULO 8
x(í)
1
Correlación,
densidad espectral
de energía y densidad
espectral de potencia
R,(T) R,(T)
FIGURA 8.24
Tres diferentes señales de potencia aleatorias y sus funciones de autocorrelación.
EJEMPLO 8.3
• Solución
Ésta es una señal de potencia, por lo que la autocorrelación es
A .
R.(x) — smc - (8.84)
2 \2j
x(í)
R,(T)
mediante
, t\ 1 /t VT w , ^f w
tri I — * — comb — > — smc" — k (8.85)
-.wj To \T(,
(8.86)
ñgura 8.27).
l'JK.VllM.O 8 . 4
(8.87)
x[n] = cos(Trí!) sinc j —^
\-ura8.28).
Soluciór
rosible utilizar
X ( F ) = rect ( 2 ( F - 0^ * c o m b ( F ) + rect ^ 2 ^ F + ^ j ) * c o m b ( F ) .
es la suma de dos funciones rectangulares periódicas, las cuales, debido a los dos desplazamientos de frecuen-
t a en T D F — j y F + j , coinciden exactamente. Por lo tanto, la suma es exactamente el doble de cualquiera
JE a s dos funciones periódicas rectangulares (figura 8.29).
Puesto que X(F) es real por completo, X(F) = X*(F). Aunque es posible determinar de manera analítica la
- - U inversa de (8.89), es mucho más simple observar sólo la figura 8.29 y escribir una expresión más simple
Tara X(F) antes de realizar la TFTD inversa de X*(F)X(F). X(F) es un rectángulo repetido de manera periódica
- H jna altura de 2, ancho de ; y periodo fundamental de 1.
Por lo tanto.
/ 1\\ N
R.v[m] 2 rect 2 F - ~\ \ * c o m b ( F ) (8.91)
la transformada de Fourier inversa de la función rectángulo al cuadrado convolucionada con comb (/ ) es igual
que la transformada de Fourier inversa de la función rectángulo convolucionada con comb (F),
n
smc| — lü rect"(u,'F) * c o m b ( F ) , (8.93)
^ X ( F - Fo), (8.94)
se obtiene
/ \
R.v['«] = 2 sinc 5 ) ^ - = 2 s i n c ( - cos(TRN) + i sen (trn) (8.95»
De modo que se llega al resultado por completo contrario a la intuición de que la función de autocorrelación pi-
ra eos (ira) sinc (n/2) es 2 eos (ir;;) sinc (nll). Salvo por un factor de dos, ¡ésta es su propia autocorrelación!
x,(f) X2(f)
X4(í)
k
HGURA 8.30
I'js ilustraciones de grupos de cuatro señales aleatorias con funciones de autocorrelación idénticas.
f l G U R A 8.31
ZX» ilustraciones más de grupos de cuatro señales aleatorias con funciones de autocorrelación idénticas.
8.5 CORRELACIÓN CRUZADA
CAPÍTULO 8
Correlación, PROPIEDADES DE LA CORRELACIÓN CRUZADA
densidad espectral
de energía y densidad U n t é r m i n o comtin p a r a la función de correlación e n t r e d o s señales diferentes es correlación cruzada
espectral de potencia p a r a distinguirla de la a u t o c o r r e l a c i ó n . L a a u t o c o r r e l a c i ó n es s e n c i l l a m e n t e u n c a s o especial d e la fun-
ción d e c o r r e l a c i ó n c r u z a d a . E s t a ú l t i m a es m á s g e n e r a l q u e la p r i m e r a , p o r lo q u e las p r o p i e d a d e s n o
son tan n u m e r o s a s , a u n q u e h a y u n a q u e a l g u n a s v e c e s resulta útil.
A
. ^. . .
x(í)
FIGURA 8.33
Correlación cruzada de dos señales.
-1+
y[n
x[/!] + y[n]
1-
iiUIíi
-1 +
F TTTTT 32 32
1 -- 2 +
iilllii .TÍllIÍT, .TTÍTLTT,
32
-1 +
x(í) 4- y(f)
v(í)
x(0 + z(t)
F I G U R A 8.39 F I G U R A 8.40
Cuadrado de sumas de señales aleatorias. Correlaciones cruzadas entre señales.
R«(T)
F I G U R A 8.42
Correlaciones cruzadas entre señales en TC no senoidales periódicas.
•
-0.34375 '
F I G U R A 8.43
Correlaciones cruzadas entre señales en TD no senoidales periódicas.
8.6 CORRELACIÓN Y LAS SERIES DE FOURIER 5 0 1
Cada valor d e X^[k] o X^[k] es simplemente el doble d e la correlación cruzada, a desplazamiento cero,
entre la función x(í) y senos y c o s e n o s d e periodos fundamentales diferentes. E s t o e s .
donde
D e m a n e r a similar
donde
Correa
lcói n, El t e o r e m a d e P a r s e v a l r e l a c i o n a la energía de señal total en u n a señal x(f) o x[n] c o n su t r a n s f o r m a -
dense
de d
in
adergaíesp
yecd
traelnsd
iad , ^•a d e F•o u r i^r,e r^ X(/) o X(f) m e d i a n t e
espectral de potenca i E,= j \x{t)\-dt^ j \X{f)\-df o = ¿ \x[n]\^ = l^\X{FVdF (8.106)
1/2
£, = 2 ^Af)df (8.108)
ex; OC OC
(8.109
E , = 2 j ^Andf = 2 j \Y(f)\"df^2 I |Hi/)X(/)pJ/
00 /H
E, = 2J |H(/)|-*,(/)¿/ = 2j ^Af)df.
(8.110
o fL
E s t a integral t a m b i é n p u e d e p e n s a r s e c o m o la p a r t e de la e n e r g í a d e señal d e x ( 0 q u e se e n c u e n t r a c r : -
tro d e la b a n d a d e p a s o d e l filtro. E n g e n e r a l , la D E E d e la r e s p u e s t a de u n s i s t e m a e n T C lineal se - I - J
l a c i o n a c o n l a D E E d e la excitación m e d i a n t e
.V Elevador Dividir
Integrador entre \ f
cuadrático .v-
.X Elevador Dividir
Integrador ^.v(/,)
cuadrático .v- entre A /
.V Elevador Dividir
Integrador
cuadrático .í" entre A /
X Elevador Dividir
Integrador entre A / %(fN-l)
cuadrático x-
RGURA 8.44
Diagrama de bloques conceptual que ilustra el concepto de la densidad espectral de energía de una señal en TC.
5 0 4 L o anterior p u e d e d e m o s t r a r s e m e d i a n t e la siguiente lógica. A partir d e la definición d e la D E E ,
CAPITULO 8
*v(/) = iX(/)|' o ^ A F ) = ^ \ X ( F ) \ \ (8.114)
Correlación,
densidad espectral
de energía y densidad se p u e d e escribir
espectral de potencia
R,(í) ^ X*(/)X(/) o RAn] « X*(F)X(F). (8.115)
OO
R,(í) = x ( - í ) *x(í) T ) x ( f — T ) CÍT (8.116)
T
x(r)
xr(í) = = rect ( - ) x(r),
O e n otro caso
(84
donde
r/2
-(r/2)
h
E l r e s u l t a d o e q u i v a l e n t e p a r a la D E P d e u n a señal en T D es
H(/)
H(/)
-/i /i
x(í)- H(/)
-f2 f2
FIGURA 8.45
Diagrama de bloques que ilustra el concepto de densidad espectral de potencia.
CAPÍTULO 8
Correlación, Gy{F) = |H(F)pG,(F) = H(F)H*(F)G,(F). (8.128)
densidad espectral
de energía y densidad
espectral de potencia É s t e es u n r e s u l t a d o m u y i m p o r t a n t e y es el p u n t o d e p a r t i d a d e la m a y o r í a d e los análisis a c e r c a d e
c ó m o se p r o p a g a el r u i d o a través d e u n s i s t e m a L I T .
L a s u n i d a d e s d e D E P d e p e n d e n otra vez d e las u n i d a d e s d e la señal s u b y a c e n t e a la cual se apli-
c a y d e si es e n T C o T D . Si la u n i d a d d e u n a señal e n T C es el a m p e r e ( A ) , las u n i d a d e s d e la D E P
son A^/Hz. Si la unidad d e la señal es el volt, las unidades de la D E P son V^/Hz. C o m o la potencia de la
señal es la integral de la D E P p a r a u n intervalo d e frecuencia los H z se i n t e g r a n fuera. P o r lo tanto,
la p o t e n c i a d e la señal d e u n a señal d e corriente tiene u n i d a d e s d e A^ y la p o t e n c i a d e la señal d e
u n a señal d e voltaje tiene u n i d a d e s de V^. P a r a señales e n T D , la u n i d a d es s i m p l e m e n t e el c u a d r a d o
d e la u n i d a d d e la señal. P o r c o n v e n i e n c i a , e n m u c h o s análisis en los cuales las u n i d a d e s d e la señal
s o n c o n s i s t e n t e s a través d e u n sistema, el análisis se realiza sin utilizar u n i d a d e s . Sin e m b a r g o , e n
c u a l q u i e r análisis e n el q u e el r e s u l t a d o final d e b e r e l a c i o n a r s e d e n u e v o c o n la c a n t i d a d física, las u n i -
d a d e s d e b e n c o n s i d e r a r s e al final y m o s t r a r
que son consistentes.
EL CONCEPTO DE LA DEP
U n a m a n e r a de visualizar el c o n c e p t o d e la
D E P es i m a g i n a r u n a señal e n T C q u e se p r o -
0.05 0.1 c e s a m e d i a n t e el s i s t e m a q u e se ilustra e n la fi-
g u r a 8.45. L a señal d e p o t e n c i a d e la señal x(í)
e n T C se d i v i d e p r i m e r o en intervalos d e fre-
c u e n c i a p e q u e ñ o s m e d i a n t e filtros p a s a b a n d a
20 - ideales, c a d a u n o c o n a n c h o d e b a n d a A/. C a d a
0.05 0.1 -0.1 -0.05 0.05 0.1 formar la p o t e n c i a d e señal promedio), después
-5 + se d i v i d e e n t r e A / p a r a formar la p o t e n c i a de
xf w señal p r o m e d i a d a en el t i e m p o p o r la frecuen-
cia unitaria. E n t o n c e s las salidas G^(/'^) son es-
20 -
t i m a c i o n e s d e la D E P a frecuencias discretas.
5 - 10 - Si t i e n d e a infinito, las salidas G^(4) abarcan
t o d o el e s p a c i o d e frecuencia. L a D E P d e ban-
X3(í)
20-- RELACIÓN DE LA DEP CON
4 10 -- LA AUTOCORRELACIÓN
KjKMPLO 8.5
• Solución
Ya se encontró la función de autocorrelación (figura 8.48) para esta señal en el ejemplo 8.3. Esta función se des-
cribe de manera compacta por medio de
A2 Í2t\ 1 í t \
R.,(0 = — tri , — * — comb (8.130)
\ToJ
A -, n \ n
G,(/) = — > sinc- - 8 / , Y, sinc-(^)8(/-,!/o) (8.132)
T
(figura 8.49). La DEP indica que la señal tiene una potencia importante a frecuencias de cero y a la frecuencia
fundamental de la s e ñ a l / q = I / F q .
Suponga que se decide usar el otro método para determinar la DEP, el directo, utilizando la definición
(8.133)
G.(/) = lím HXr(/)|-.
r-^3c T
La señal de tiempo x(0 es
,'2í\ 1 / t
x(f) = A rect ( — * — comb I — (8.134)
,7o/ To \To
MM x(í) R,(f)
A- _
As. 2 7
TO
FIGURA 8.47 FIGURA 8.48
Una señal de onda cuadrada. Autocorrelación de la señal de onda cuadrada.
G.v(/)
-/o /o
FIGURA 8.49
DEP de la señal de onda cuadrada.
5 0 8 La señal de tiempo truncada es
CAPÍTULO 8 /2A 1 / t
Correlación, x r ( 0 = A \ rect ( — * — comb — -
densidad espectral 1 rect 1
de energía y densidad
Su transformada de Fourier Xj(f) es
espectral de potencia
Entonces
A medida que T se vuelve más grande, las funciones sinc en la sumatoria se vuelven más delgadas y se traslapan
menos, y en el límite no lo hacen en absoluto. En ese límite, el cuadrado de la sumatoria es igual a la sumatoria
de los cuadrados de las funciones individuales puesto que éstas no se traslapan. En consecuencia,
Para interpretar de manera apropiada el proceso de límite en la función sinc- considere lo siguiente:
Entonces, utilizando el hecho de que el área bajo una función en el dominio de la frecuencia es su transformada
inversa evaluada en r = O, el área bajo la función sinc^ es uno. Si se permite que a tienda a infinito, el área bajo
la función sinc- permanece constante en uno debido a que la función triángulo sólo se vuelve más ancha y su valor
en ? = O se mantiene igual. Al mismo tiempo el ancho de la función sinc- decrece hacia cero. Una función cuya
área es constante mientras su ancho tiende a cero es un impulso (en el límite). Por lo tanto,
que concuerda con el resultado previo después de un esfuerzo considerableinente más matemático y conceptual.
EJEMPLO 8 . 6
• Solución
Determine primero la función de autocorrelación de esta señal periódica utilizando
'DJ 1
comb,v„[/7] (8.145)
Rxím] < > X*[k]X[k] = (8.146)
8.9 Resumen de
puntos importantes
Después utilice de nuevo (8.145).
G , ( F ) = — comb(A^of)- (8.148)
No
Es posible verificar qué tan razonable es este resultado al determinar la potencia de señal promedio a partir de la
DEP. Ésta es
=- í £ HNoF - n)dF - h i t
8 f - - , dF. (8.150)
^0 •'^„=-^ V
Es posible elegir cualquier intervalo en TD de longitud uno para la integración. Sin importar cuál se escoja, hay
exactamente N^ impulsos en él, por lo que la integral vale A'q. Entonces la potencia promedio es
P.v = (8.151)
Este resultado implica que el periodo fundamental aumenta, y que la potencia promedio disminuye. Puesto que
cada impulso en la función contiene la misma energía, lo anterior es razonable. Cuando los impulsos ocurren con
menos frecuencia, la potencia promedio disminuye. Esto también concuerda con la función de autocorrelación
evaluada en m = 0. Por lo tanto, la respuesta parece razonable.
2lT«\ '2'IT« \
d) xi[«] = í'-"'/'0>cos u [ n ] , Xi[«] _= e^ - ( n / l O ) sen u[«]
10V
Respuestas:
^2
J=2
4 2Í
4
-+-
-1+
-1+
Respuestas:
-4
loooJ- 20-
-1^ -H
1
.V,
-10 .• 10
x l = r a n d n í 1 0 0 , 1 ) ; x 2 = r a n d n ( 1 0 0 , 1 ) ; x 3 = r a n d n ( 1 0 0 , 1 ) ;
a) x l y x 2
b) x l y xl-i-x2
c) xl-i-x2 y xl-i-x3
d) x l + x 2 / 1 0 y - x l + x 3 / 1 0
Respuestas:
, ^3
3^ 3-- • 4 34'.
-3f -3 4 -
4 . Dibuje la función d e correlación d e c a d a u n o d e los siguientes pares de señales d e energía. 5 1 1
d) xi[n] = 2.~(«/'«'senf^')u[«],
\ 8
Respuestas:
Rp[m] R|,[m]
.70+
-80
-4 4 , -15 1,5 ; 7
Respuestas:
R,,(T)
A 1-^
-0.5
i/ .1)
^15
a) x(t) = e~^'uit)
b) x[n] — rectjí;? - 5]
í í "^W í í 3 \ \
c) x(0 = rect 2 t rect 2 r
V V 4 / / V V 47
Respuestas:
1 -íiH / ni \
-g-^l", 11 tri — , tri(20-^ t r t , 2 | . - i ) ) + t r t ( 2 ( . + iy^
6 Vil/
7. D e t e r m i n e las funciones d e autocorrelación de las siguientes señales d e potencia.
/2'rTn\ fl'nn
b) x[«] — - 4 s e n | \ - 2 eos
36 V 40
CAPÍTULO 8
25 / 2 t t « \ /2'tt«\
Correlación, — cos(24'n-í) + 2 0 0 8 ( 1 8 1 7 0 , 8 eos ( —rr I + 2cos
densidad espectral 36 40 /
de energía y densidad
espectral de potencia
8. Se envía u n a señal d e s d e u n transmisor a u n receptor y se altera p o r efecto del m i d o a lo largo d
c a m i n o . L a señal tiene la f o r m a funcional
x ( í ) = A s e n ( 2 i T / o f ) rect(^ j ~ ^
Respuesta:
2K 4 ( / + /o) , / 4 ( / - / o ) \
H(/) = i .-72t7/(ío-(1/2/„)) Sinc I I - sinc
/o /o /o
a) x ( f ) = sen(2TTf) -f cos(2'TTf)
b) x(í) = sen(2TrO + c o s | ^ 2 t t í -
c) x [ n ] = rect2[n] * c o m b i o [ « ] - t r i ( - ) * c o m b i o [ n ]
n - 5 \
d) x [ n ] = rect2[«] * c o m b io[;!] + tri * combio[n]
2 J
Respuestas:
a) x i ( r ) = rect * comb ,
r c)
Respuestas:
x i ( í ) = e"^'"'^', X 2 ( r ) = cos(10-7Tr)
1 1 /T - 3
-/IOttt -, 6 tri * comb ( —
4 V 6 V24
1 1 . D e t e r m i n e las D E E de las siguientes señales d e energía.
a) x[/i] = A 8 [ n — «ol
b) x(r) = e-iO«'u(f)
( l y /2tt«
c) x[n] u[«]
d) x(í)
Ejercicios
A^ (Awf smc\wf), con respuestas
10^ + w 2 '
(0.458)-
100-
[1 - 1.515 e o s (Í2) + 0 . 7 6 5 6 eos i2í2)f + [ 1 . 5 1 5 sen (Q) - 0 . 7 6 5 6 sen ( 2 Í 2 ) ] -
a) x[n] = 8 [ « ] , h[n] ^ [ - J ^ ]
h ( í ) = rect
V " 2
Respuestas:
s e n - (7'TTF)sen^ ( 5 7 t F )
sinc V2.T
[(2Tr)2 1 - tó^]- -h4ü)2 sen" ( t t F ) sen" ( i i F ) '
1 \- 100
, 1 0 4 - f wV ' 181 - f 180 eos (f2)
a) x ( í ) = A c o s ( 2 T T / o r + 9)
b) x(0 = 3 rect(lOOí) * c o m b ( 2 5 r )
/2t7«\
c) x[«] = 8 s e n ( ^ — j
í¿) x[n] — 3 r e c t t [ « ] * comb2o[n]
Respuestas:
9 sen-(97TF)
9 sinc^ comb
100; V25 20 s e n - ( 7 T F ) c o m b (20 F ) ,
A-
16 c o m b ( F — — ^ -H c o m b ^ F -|- ^ — [ S ( / - / o ) + 8 ( / + /o)]
4
Respuestas:
8(/- 1 6 ) - + • § ( / + 16)
O, 400-
1 + (320Tr)-
8 comb
A 9 1
V2;' sincl/), - comb(8F)
EJERCICIOS SIN RESPUESTAS
CAPITULO 8 1 5 . Dibuje c o i r e l o g r a m a s d e los siguientes pares d e señales e n T C y en T D .
Correlación,
densidad espectral
í 3
de energía y densidad a) xi(r) = tri ( 4 I í - - I I - tri ( 4 t * comb(0.
espectral de potencia 4 V 4
X 2 ( í ) = sen(2'iTf)
/n - 8 « - 24
b) xdn] = tri - tn * comb32[«],
V
Itrn
X2[n] = eos
1\\
c) Xi(í) tri I 4 I í - - tri I 4 I ? - - * comb(r),
4 / / 4
- 8\ n - 24\
d) Xi[«] rect — rect * comb32[«],
16 ) 16 Jj
X2[«] = sen
32 J
a) X = {6, 5, 8, - 2 , 3 , - 1 0 , 9, - 2 , - 4 , 3 , - 2 , 6, O, - 5 , - 7 , 1, 9, 9, 4 , - 6 } ;
y = { - 1 , - 1 0 , - 4 , 4 , 5, - 2 , - 3 , - 5 , - 9 , 2, 6, - 5 , - 1 , - 1 0 , - 9 , O, 4 ,
- 1 0 , 9, - 1 }
X = {4, 6, O, O, 5, - 6 , 8, - 9 , O, 8, 7 , 2, - 5 , - 3 , - 4 , - 4 , 8, O, 4, 7 } ;
y = { - I L - 1 3 , 3 . - 1 . - 8 , 10, - 1 6 , 16, 1, - 1 7 , - 1 4 , - 3 , 9, 7, 12, 9,
- 1 7 , 1, - 8 , - 1 7 }
c) X = {O, 6, 1 1 , 16, 19, 2 0 , 19, 16, 1 1 , 6, - O , - 7 , - 1 2 , - 1 7 , - 2 0 , - 2 0 ,
-20, -17, -12, - 7 } ;
y = {19, 15, 10, 8, 3 , - 9 , - 1 2 , - 1 9 , - 1 9 , - 2 5 , - 1 9 , - 1 7 , - 1 2 , - 5 , - 1 ,
5 , 8 , 12, 1 7 , 2 0 }
( '20'
2'7T«
X2[«] = 8senl —
b) xi(f) — rect(4í) * c o m b ( í ) ,
X2(í) = rect(4í) * comb(í)
1 /f\ 5 1 5
c) xi(/) = 4 rect(f) * - comb - - 2,
2 V2 / Ejercicios
j / f\ sin respuestas
X2(í) = 4 rect(í - 1) * - comb ( 2 ) ~ ^
x ( í ) = 10 r e c t ( 2 ? ) * ^ c o m b
a) x ( í ) = A rect ( —
b) x ( í ) = A rect ( ^ - ^ " ^
/ t \
c) x ( í ) — A sinc I —
Vio/
d) x(í) = - L e - " ^ / 2 )
x/27T
2 4 . D e t e r m i n e las D E P d e
a) x(0 = A
b) x ( f ) = ACOS(2T7/OÍ)
c) x ( í ) = A sen(2'n-/of)
2 5 . ¿ C u á l d e las siguientes funciones n o s e n a la función de a u t o c o r r e l a c i ó n d e u n a señal real y
por qué?
a) R(T) = tri(T)
b) R(T)= Asen(2'iT/oí)
c) R ( T ) = rect(T)
d) R(T)= Asinc(ST)
C A P T T TI T. o
La transformada de Laplace
9.1 INTRODUCCIÓN Y OBJETIVOS
La TFTC es una herramienta poderosa para el análisis de señales y sistemas en TC, pero tiene sus li-
-itaciones. Existen algunas señales útiles que no tienen una TFTC, incluso en el sentido generaliza-
jue permite impulsos en la TFTC de una señal. La TFTC expresa señales como combinaciones
'rales de senoides complejas. La transformada de Laplace expresa señales como combinaciones li-
- _es de exponenciales complejas, las cuales son las funciones propias de las ecuaciones diferenciales
. describen a los sistemas LIT en tiempo continuo. Las senoides complejas son un caso especial de
7'?nenciales complejas. Por lo tanto, la transformada de Laplace es más general que la TFTC. La
-->formada de Laplace puede describir funciones que la TFTC no puede. Caracteriza por completo
- respuestas al impulso de sistemas LIT; dado que las describe como combinaciones lineales de ex-
;«: vencíales complejas, las funciones propias de los sistemas LIT encapsulan de manera directa las ca-
ncterísticaS de un sistema en una forma poderosa. Muchas técnicas de análisis y diseño de sistemas
« b a s a n en la transformada de Laplace.
^ [ F T T V O S nFT, C A P Í T I I T O
Formular un nuevo método de transformada, la de Laplace. que es aplicable a más señales y sistemas que la de
Fourier.
Definir la gama de señales a las cuales se aplica la transformada de Laplace.
Mostrar la relación entre las transformadas de Laplace y las de Fourier.
^ Mostrar la relación entre la transformada de Laplace de la respuesta al impulso de un sistema LIT y las fun-
ciones propias de ese sistema.
Deducir e ilustrar las propiedades de la transformada de Laplace, en especial aquellas que no tienen una con-
traparte directa en la transformada de Fourier
Mostrar cómo es posible utilizar la transformada de Laplace para resolver ecuaciones diferenciales con con-
diciones iniciales.
: EDUCCIÓN Y DEFINICIÓN
Otando se extiende la serie de Fourier a la transformada de Fourier, se deja que el periodo fundamen-
«i de la señal periódica aumente hasta infinito para hacer que las frecuencias discretas en la SFTC
le combinen en el continuo de frecuencias / en la TFTC. Esto lleva a dos definiciones alternativas de
b transformada de Fourier,
OO
OO
que define a una transformada de Laplace directa, donde la notación, L{), significa "transformada de
Laplace de".
Puesto que se deja que 5 adopte cualquier valor en el plano complejo, tiene una parte real y una
parte imaginaria. Considere que s se expresa como
5 = a + y'co. (9.4)
Entonces, para el caso especial en el que la parte real de s, a, es cero y la transformada de Fourier de
la función x{t) existe en el sentido estricto, la transformada de Laplace directa es equivalente a la
transformada de Fourier directa. Si se utiliza 5 = CT + j'w en la transformada de Laplace directa se ob-
tiene
1 i
De tal modo, una manera de conceptualizar la transformada de Laplace es reconocer que equivale a
una transformada de Fourier del producto de la función x(r) y un factor de convergencia exponencial
real de la forma e~'^' como se ilustra en la figura 9.1.
x(í)e
FIGURA 9.1
El efecto del factor de convergencia
Pierre-Simon Laplace, exponencial decreciente sobre la
23/3/1749-2/3/1827 función original.
Es natural preguntar qué se ha ganando al introducir el factor adicional e~°' en el proceso de
transformación. Este factor permite, en algunos casos, encontrar transformadas de funciones para las 9.2 Formulación
cuales no es posible encontrar la transformada de Fourier. Como se mencionó en el capítulo 5, no exis- de ¡a transformada de
ten las transformadas de Fourier de algunas funciones (si se habla en sentido estricto). Por ejemplo, la Laplace
función
OO OO
G(;co) = j AuiOe^J"^'dt ^ A j dt
-00 o
00
(9.7)
G(/) = j A\x{t)e-J^''f'dt = A J e'^-^'^'dl.
Estas integrales no convergen. La técnica utilizada para hacer que la transformada de Fourier conver-
ja consistió en multiplicar la señal por un factor de convergencia e~"^'\ donde a es una constante real
positiva. Entonces la transformada de Fourier de la señal modificada puede determinarse y tomarse el
límite cuando a tiende a cero. La transformada de Fourier que se determina mediante esta técnica se
denomina transformada de Fourier generalizada, en la que el impulso se dejó como una parte de la
transformada. Observe que, para el tiempo t > O, este factor de convergencia es el mismo en la trans-
formada de Laplace y en la transformada de Fourier generalizada, aunque en la de Laplace no se to-
ma el límite cuando a tiende a cero. Como se verá dentro de poco hay otras fundones útiles que no
tienen ni siquiera una transformada de Fourier generalizada.
Ahora, para deducir formalmente las transformadas de Laplace directa e inversa a partir de la de
Fourier, se toma la transformada de Fourier de
(9.8)
OO OO
(9.9)
T(gAt)) = GAjo^)= j gAt)e~''''dt = j g(í)í'-<"+^">'Jí.
(9.10)
T{gAt))^C(g(t)) = Gc{s)= j g{t)e^"dt.
-DO
Mediante
se obtiene
(J+JOC cr+JOO
a+]0O
1 (9.15)
Gis)e+" ds.
j2t:
(J — JOO
El resultado (9.15) muestra que una función puede expresarse como una combinación lineal de expo-
nenciales complejas. Esto es una generalización del hecho de que es factible expresar una función co-
mo una combinación lineal de senoides complejas.
El otro enfoque para entender la transformada de Laplace consiste en considerar la respuesta de
un sistema LIT excitado por una exponencial compleja de la forma x(í) = Ae^', donde s puede ser cual-
quier número complejo. La respuesta es la convolución de la excitación con la respuesta al impulso.
-•> -'íi
(9.161
Ae^ j h(T)e-" di
x(0 -ce
Transformada de
Laplace h{t)
Este resultado muestra que la respuesta de un sistema LIT a una excitación de exponencial compleja
de la forma Ae*' es una exponencial compleja de la misma forma, pero multiplicada por H(5), la trans-
formada de Laplace de la respuesta al impulso del sistema. Es posible expresar señales más útiles
como una combinación lineal de exponenciales complejas. Por consiguiente, se puede determinar la
respuesta a una excitación multiplicando la transformada de Laplace de la excitación (que expresa
la excitación como una combinación lineal de exponenciales complejas) por la transformada de La-
place de la respuesta al impulso. Esto es directamente análogo al resultado correspondiente de la trans-
formada de Fourier que dice que una excitación a un sistema LIT de la forma Ae'"' produce una
respuesta Ae-'"Tf(/'cú), donde H(/w) es la transformada de Fourier de la respuesta al impulso de dicho
sistema LIT. La función Ae^' es más general que la función Ae-i""; por lo tanto, la transformada de La-
place es más general que la transformada de Fourier. Esta última es en realidad sólo un caso especial
de aquélla, como se definió en la ecuación (9.3), con algunos cambios de notación.
REGIÓN D E CONVERGENCIA
Como se mencionó antes, hay funciones útiles que no tienen ni siquiera una transformada de Fourier
generalizada, por ejemplo, la función causal
(figura 9.2). Ésta es una función que aumenta sin límite cuando t crece. Aun cuando no
tiene una transformada de Fourier, tiene una transformada de Laplace. Ésta es
OO
/
OO OO
-(j-a)r
= A dt. (9.18)
G i ( í ) = J Ae"'u(í)e"''ííí = A j
o
¿Converge esta integral? Lo hace si a — a es negativa, esto es, siCT> a. SiCT> a, la
FIGURA 9.2 función e^" " tiende a cero cuando í tiende a infinito positivo. La especificación a
Una función causal que no es transforma- > a define lo que se denomina la región de convergencia (RDC). La transformada de
ble de acuerdo con el método de Fourier. Laplace existe para aquellos valores de í en el plano complejo para los cuales a > a.
En otras palabras, si la parte real de 5 es suficientemente grande, incluso aquellas funciones que ere- 521
cen exponencialmente con el tiempo y son, por lo tanto, no acotadas, tienen una transformada de La- g ^ Formulación
place. Al completar la integral en (9.18), ,a transformada de
Laplace
A
Gi(í) = CT = R e ( 5 ) > a. (9.19)
s — a
Este resultado de transformada G^(s) va a infinito en un valor finito de s, s = a. Este punto en el pla-
no complejo recibe el nombre de polo de G^(s). Los puntos en el plano s complejo en los cuales la
transformada se hace cero se denominan ceros de Gj(j). En este caso no hay ceros finitos de G,(s).
Muchas veces resulta informativo granear las posiciones de los polos y ceros finitos de una función
en el dominio de Laplace en el plano s complejo. La constelación de polos y ceros expresa mucho
(aunque no todo) acerca de la naturaleza de la función a simple vista. La gráfica de polos-ceros para
G,(ó-) se ilustra en la figura 9.3 junto con la región de convergencia en el plano s. La región de con-
vergencia es esa parte del plano s para la cual la parte real de 5 es mayor que a.
Considere ahora otra función, la función anticausal g-,(t) = Ae~"'u(~f) = g^i-t), a > O
(figura 9.4). La integral de la transformada de Laplace es
A
Gois) = -- = Gi(—5) CT < —a. (9.21)
s + a
00
00 00
Esta integral no converge. No importa qué valor se elija para a, no es posible evaluar la integral en
alguno de sus límites, ya sea inferior o superior
Is]
RDC
FIGURA 9.4
FIGURA 9.3 Una función anticausal que no es FIGURA 9.5
Diagrama de polos-ceros y la región transformable de acuerdo con el método Diagrama de polos-ceros y región
de convergencia para G^{s). de Fourier de convergencia para GJCÍ).
EJEMPLO 9 . 1
M Solución
Mediante la definición
GC OC
x(í)
j [e-'m + e--'u(í)]e-^' dt = j + dt u>-\ (9J4)
La RDC esa > - 1 . Si se hubieran encontrado las transformadas de Laplace de e~'n{t) y e^^'u(t) por separado,
se habrían determinado las dos RDC a > — l y a > — 2 , respectivamente. De modo que la RDC completa es la
región que es común a ambas RDC, RDC = RDCj O RDC,.
1
CT > —a (9.26)
s +a
La expresión algebraica para la transformada de Laplace es la misma en cada caso, pero las RDC son
totalmente diferentes; de hecho, son mutuamente exclusivas. Esto significa, por ejemplo, que la trans-
formada de Laplace de la suma de estas dos funciones no puede encontrarse porque no es posible de-
terminar una región en el plano s que sea común a las RDC de ambas e""'u(í) y -e^"'u(-t).
EJEMPLO 9 . 2
nos mdividuales e '\i(t) y e^'u(— t), y la RDC de la suma es la regióiv eu el plauo s que es comúa
a las dos RDC I
RDC 1
e-'u(t) a >-1 (9.29)
s+ 1
= -1 í = -- 2
1
e'-'u(-t) ^ CT < 2. (9.30)
s- 2
En este caso, hay una región en el plano s que es común a ambas RDC, — 1 <CT< 2, por lo que
£ 1 1
FIGURA 9.6 e''u(t) + e^'u(-t) - 1 <CT< 2 (9.31) I
s+l s-2
RDC para la transformada de Laplace
(figura 9.6).
de x(í) = e-'u(í) + e^'\i{-t).
i
Observe que en el ejemplo 9.2 la RDC contiene al eje w (CT = 0). Eso significa que la inte-
gral [ e " ' u ( 0 + e^'u{-t)]e~-''^' dt converge. Puesto que ésta es exactamente la transformada de 9.2 Formulación
Fourier de e"'u(r) + e ^ ' u ( - r ) , eso implica que su transformada de Fourier existe. Es posible afirmar de la transformada de
Laplace
de manera general que si la región de convergencia de la transformada de Laplace contiene al eje w,
existe la transformada de Fourier.
Si la función x{t) está limitada en tiempo en íj < í < y acotada, su transformada de Laplace es
OO h
x{t)e-"dt. (9.32)
= J x{t)e-"dt = j
Esta integral converge para cualquier valor finito de s. Por lo tanto, para funciones de este tipo la re-
gión de convergencia es el plano í completo.
Sólo ha cambiado el límite de integración inferior Con esta nueva definición cualquier función que
no crezca más rápido que una exponencial en un tiempo positivo tiene una transformada de Laplace.
La transformada de Laplace definida por
C5C
G(í)= / g{t)e-''dt (9.34)
Incluso para tiempos í > O, la transformada no es en realidad única para una sola función en el dominio
del tiempo. Como se mencionó en el capítulo 2 en la explicación de la definición de la función de esca-
lón unitario, todas las definiciones tienen exactamente la misma transformada e incluso sus valores son
diferentes en el tiempo de discontinuidad t = 0. Éste es un punto matemático sin ningún impacto real en
la ingeniería. Si dos funciones difieren de valor en puntos aislados, su efecto como excitaciones sobre
cualquier sistema real será idéntico porque no hay energía de señal en una señal en un punto aislado (a
menos que haya un impulso en el punto aislado) y los sistemas reales responden a la energía de señales
de excitación.
00 cr+yoo
La transformada de Laplace unilateral tiene una RDC simple. Corresponde siempre a la región del pla-
no s para el cual cr se encuentra a la derecha de todos los polos de la transformada (figura 9.7).
Es parte de la terminología convencional referirse al dominio s como el dominio de la frecuencia
compleja pues s es una variable compleja y puede variar a lo largo de todo el plano complejo comple-
to y sus unidades son radianes por segundo. La variable co o / e s real y el dominio al cual una función
en el dominio de tiempo es transformada por Fourier, algunas veces se denomina el dominio de fre-
cuencia real. Desde este punto en adelante, la transformada de Laplace unilateral se de-
4 ^^ nominará simplemente como la transformada de Laplace y la transformada de Laplace
bilateral se designará de manera específica.
RDC
—e—
EJEMPLO 9 . 3
• Solución
FIGURA 9.7 OO OO
unilateral.
Esta integral converge para cualquier valor de s cuya parte realCTes mayor que —a. Por lo tanto, 525
9.2 Formulación
1 de la transformada de
e-°'u(f) (9.39)
L-(j-l-a)J„- s + a Laplace
(figura 9.8).
Para el caso especial de a = O, e~°"u(f) se vuelve simplemente u(í) y
(figura 9.9).
FIGURA 9.8
Una exponencial decreciente y el diagrama de polos-ceros de su
transformada de Laplace.
u(r)
FIGURA 9.9
Escalón unitario y diagrama de polos-ceros de su transformada de Laplace.
EJEMPLO 9 . 4
Encuentre las transformadas de Laplace de las senoides amortiguadas e cos(coQr) u(r) ye"' sen(cúQr) u(r).
• Solución
OC oc
e~°' cos(ü)oO u(f) < ~ > j e " " cos(wof) u(í)e"" dr -e'" dt (9.41)
o- 0-
ce
c 1
e cos(a)o?) u(f) (9.43)
2 Ljwo - (í-1-a) + -j'ctío - (.? + a)
(Ímo-í-a)r „ - ( ; m o + - ! + a)í
(9.47)
j2L7Wo-(j + a) - jwo - (J + a ) Jo-
e sen(cüoí)u(í)- (9.48)
(í + a ) 2 + oi¡
Empleando los resultados del ejemplo 9.4 se concluye que las senoides no amortiguadas ( a = 0)
tienen las transformadas de Laplace
cos(cüoí) u(í) 7 , 2
CT > O (9.49)
c 1
e-^'uit) CT > —a (9.51)
s +a
como se vio en el ejemplo 9.3. La consideración de la señal en el dominio del tiempo e"' COS(WQÍ) U(Í)
y su transformada de Laplace, {s - a)/[(í - a ) ^ + co^], conduce al diagrama de la figura 9.10 que re-
laciona la tasa de crecimiento exponencial a y la frecuencia en radianes no amortiguada COQ con las
ubicaciones de los polos y los ceros.
FIGURA 9.10
Ilustración, tanto en el dominio del tiempo como en el de la
frecuencia, de los efectos del parámetro a de la tasa de
decaimiento y la frecuencia en radianes íOq. Incremento de a
EJEMPLO 9 .
• Solución
La integral de la transformada de Laplace puede evaluarse mediante la propiedad de muestreo del impulso.
8(0 (9.52)
y g{t) = O para r < O y h(r) = O para t < O, entonces es posible demostrar que se cumplen las siguien-
tes propiedades.
LINEALIDAD
DESPLAZAMIENTO EN EL TIEMPO
0-
Efectuando el cambio de variable,
\ = t - to d\ = dt (9.56)
y (9.55) se vuelve
g(t - to)
/ (9.57)
0-
Esta propiedad sólo es válida para desplazamientos en el tiempo hacia la derecha (retrasos de tiem-
po) porque sólo para señales retrasadas la parte distinta de cero completa de la señal se incluye en la
528 g(f)
g(t - ío)
FIGURA 9.11
Desplazamientos de una función causal.
integral desde 0~ hasta infinito. Si una señal se desplazara hacia la izquierda (avanzada en el tiempo),
parte de ella podría ocurrir antes del tiempo f = O y no se incluiría dentro de los límites de la integral
de la transformada de Laplace. Eso destruiría la relación tínica entre las transformadas de la señal y de
su versión desplazada, lo que haría imposible relacionarlas de cualquier manera general (figura 9.11).
(9.60)
e^'"g(í) ^ j e""g{t)e-"dt
0-
0-
(9.62)
e*'g(f) < > G(s - SQ).
ESCALAMIENTO E N EL TIEMPO
g(aO
/
0-
'Xat)e-"dt. (9.63)
OO OC
s
g(flí) a >O
a J a \a
O-
c 1
g{at) < >- G 0.
a \a
La constante a no puede ser negativa porque convertiría una señal causal en una no causal y la trans-
formada de Laplace unilateral sólo es válida para señales causales. Del mismo modo que se encontró
para la transformada de Fourier, una compresión de la señal de tiempo corresponde a una expansión
de su transformada de Laplace, y viceversa.
EJEMPLO 9 . 6
• Solución
Ya se había encontrado la transformada de Laplace de u(í), l/s. Utilizando las propiedades de linealidad y desplaza-
miento en el tíempo,
c l - e (9.66)
u(í) - u(/ - a)
£ 1 1 - e-"'''-' 1 - e-*''^/^'
u(20 - u(2/ - a) (9.67)
2 s/2 s
ESCALAMIENTO EN FRECUENCIA
Sea a cualquier constante real positiva. En ese caso, mediante la propiedad de escalamiento en el tiem-
po de la transformada de Laplace,
c 1 í s
giat) < > - G - a > Q. (9.68)
a \a
Sea b = \l a. Entonces
(9.72)
Gis) = j g{t)e-''dt.
o-
Se evalúa la integral por partes mediante
Entonces
du = —{g{t))dt y V = —e (9.75)
dt s
OO
/
o-
g{t)e-"dt^ g{t) (-\]e^"
o-
+ - /
s J
o-
dt
-{g{t))e-"dt (9.76)
1 \ C d
Gis) = - g ( O - ) + - / —igit))e'"dt (9.77)
s s J dt
0-
[donde se entiende que Re(í) =CTse eligió para hacer que Gis) exista]. Entonces
oc
0-
y la propiedad de la primera diferenciación en el tiempo de la transformada de Lapllace es
d^ d f d \
^(g(0) = - (-(g(0)) . (9.80)
se obtiene
d^
dt^
(g(0) = sC I —
d (g(í)) 1- -(g(0) (9.82)
dt í = 0 -
d'
d^ ] d
0-
Al diferenciar con respecto a Í,
d
(G(5)) ig(t)e-")dt
ds
0- 0-
0-
DUALIDAD MULTIPLICACION-CONVOLUCION
0-
A partir de la definición de la transformada de Laplace,
OC r OC
O- Lo-
O- Lo-
0-
532 Sea \ = t — j y dX = dt. Entonces
ce co
J
/
p
g(T)
/
_o-
di (9,92)
0-
~ OO
/
f
g(í)h(í)e-" (9.95)
0-
cc
donde a se elige para hacer que existan G{s) y li{s). Al hacer primero la integración con respecto a t,
a+joc
1
£[g(í)h(r)] = - G{w) h(í)e-'^-"'"df dw. (9.96)
(J—JOO Lo-
Si His) existe, entonces
h(^)g-(^-".')í ¿¡ ^ H ( í - w) (9.97)
0-
a+jcc
Por lo tanto.
(J+JX
La integral en (9.99) es casi una convolución no periódica en el sentido definido antes en el capítulo
3, aunque no exactamente. Ésta es una integral de contorno en el plano complejo y rebasa los objeti-
vos de este libro.
La propiedad de dualidad multiplicación-convolución es importante porque es la base de la idea
de la función de transferencia justo como lo fue con la transformada de Fourier. La operación básica de
sistemas de convolucionar la excitación con la respuesta al impulso en el dominio del tiempo para ob-
tener la respuesta en el dominio del tiempo
y(í) = x ( í ) * h ( f ) (9.100)
se convierte en una multiplicación de la excitación por la función de transferencia en el dominio de la 533
frecuencia para obtener la respuesta en este mismo dominio „„ „ . , ,
9.3 Propiedades
de la transformada de
Y{s) = X(sms). (9.101) Laplace
INTEGRACIÓN
OC t
(9.102)
g(0*u(í)= j g(T)u(í - T)íÍT = j g(T)jT
-OC 0-
(9.104)
d
£]¿(g(0) igit))e-''dt = sGis)-giQ-)- (9.105)
dt
0-
Sea s oo; entonces
OC
=0
y, mediante la propiedad de muestreo del impulso en la primera integral de (9.111),
OO
O"
Por lo tanto.
/ ^ , g ( 0 ) * = lím[íG(5) — g ( o - ) ] (9.117)
0-
Entonces, si límr^oo g(í) existe, el teorema del valor final de la transformada de Laplace es
lím g ( 0 = l í m í G ( í ) . (9.119)
Debe subrayarse que esta propiedad sólo se aplica si l í m , ^ o c g ( í ) existe. Es posible que
límj^o sG{s) exista, pero no límr^oo g(í) • Por ejemplo, suponga
X(s) = (9.120)
Entonces
l í m í X ( í ) = lím — r- = 0. (9.121)
y lím,^co x(0 no existe. Por lo tanto, la conclusión de (9.121) de que el valor final de x(0 es cero, es
incorrecta.
EJEMPLO 9 . 7
cuando el sistema se excita mediante un escalón unitario y cuando se excita mediante un impulso unitario.
• Solución
Si el sistema se excita por medio de un escalón unitario, la transformada de Laplace de la respuesta es
s +3
H-,(í) = - (9.124)
s s- + 4s + 5
y el valor final de h_¡(r) es entonces
Escalamiento en frecuencia
^ G{as) a>0
d^ d
~ egunda diferenciación en el tiempo — (g(í)) ^ s^Gis) - 5g(0-) - —(g(0),=o-
dt^ dt
-íg(í) ^ ^(G(^))
1 iferenciación en frecuencia compleja ds
u+joo
G{w)¥L(s — w)dw
g«)h(I) — í
t
j2ii J <J — JCO
jitegracion
/ ;(T)áT < > 535
536 Teorema del valor inicial g(0+) = lím í G ( í )
S^CG
Teorema del valor final Hm g(í) = lím sG{s) si lím g(í) existe
Estas propiedades, junto con la tabla de transformadas de Laplace comunes del apéndice F, pue-
den emplearse para resolver una amplia variedad de problemas prácticos de ingeniería.
donde los coeficientes by aú&\ numerador y el denominador, respectivamente, son constantes. Pues-
to que los órdenes del numerador y el denominador son arbitrarios, esta función no aparece en tablas
estándar de las transformadas de Laplace. Sin embargo, dadas ciertas condiciones muy comunes, me-
diante una técnica llamada expansión en fracciones parciales, puede expresarse como una suma de
funciones que sí aparecen en tablas estándar de transformadas de Laplace.
Siempre es posible (al menos al principio) factorizar el polinomio del denominador y poner la
función en la forma
-1- ¿),v_ií
G{s) =
b^s^
+ -I- bxs -I- b{)
(9.129)
( í - p{){s ~ pi) • • • {s - pd)
donde las p son los polos de G(s). Se supondrá, por ahora, el caso más simple, de que no hay polos
repetidos y de que D > N, haciendo la fracción propia en s. Una vez que se han identificado los po-
los es necesario escribir la función en la forma de fracciones parciales.
Gis) = — + -- + (9.130)
S - pi S - P2
+s - Pd
si es posible determinar los valores correctos de las K. Para que esta forma de la función sea correcta,
la ecuación
debe satisfacerse para cualquier valor arbitrario de s. Dicha ecuación puede resolverse poniendo el la-
do derecho en la forma de una sola fracción con un denominador común que es igual que el del lado
izquierdo, y luego igualando los coeficientes de cada potencia de s en los numeradores y resolviendo
esas D ecuaciones para los D valores de las K. Sin embai'go, hay una manera más sencilla. Al multi-
plicar ambos lados de (9.131) por s - p^.
Kd
(s - pi)- + is- p{)- (9.132)
S - Pl S - P2 + + (í - Pl)-
s - PdI
T| 1
9.4 La transformada
de Laplace inversa
(s - Pi) • • • (s - Pd)
que utiliza expansión
en fracciones
parciales
= Ki + {s-pi) '— + ... + (s - pi)- " (9.133)
S - p2 s - Pd
Como (9.133) debe satisfacerse para cualquier valor arbitrario de s, considere s = p^. Todos los fac-
tores (s — p^) en el lado derecho se vuelven cero y (9.133) se vuelve
^1 = (9.134)
iPi - Pi) ••• iPi - Pd)
y de inmediato se tiene el valor de K^. Es factible recurrir a la misma técnica para encontrar todas las
demás K. En ese caso, utilizando el par de transformadas de Laplace
1
e-"'u{t) <- (9.135)
s + a
La situación más común en la práctica es que no hay polos repetidos, aunque se verá lo que ocu-
rre si se tienen dos polos que son idénticos,
K,
Gis) = \ + ... + (9.138)
s - pi s - pi s - Pi s - Pd
Se ve en este caso que la suma de las dos constantes arbitrarias AT^j -I- iTj, es en realidad sólo una cons-
:ante arbitraria única; realmente sólo hay un número Z) - 1 de \'alores de K, no un número D de va-
_ 3res de K\ y cuando se forma el denominador común, no es igual que el denominador de la función
riginal. Es posible cambiar la forma de la expansión en fracciones parciales a
K,
Gis) = (9.140)
is - pi)2 s - p3 s - Pd
- ese caso, si se intenta resolver la ecuación determinando un denominador común e igualando las
-.encías iguales de s, se encontraría que hay D ecuaciones con D — l incógnitas y que no existe una
_ ución única. La solución a este problema es encontrar una expansión en fracciones parciales de la
rma
K 12 Kj
Gis) = + (9.141)
(s-pi)' S - pi S - P3 s - Pd
538 Es factible determinar multiplicando ambos lados de
¿A/í^ + + • • • + b^s + bo
( í - /?3) • • • ( í - Pd)
K,
K 12 {s - pi)Ku + {s- Pl)' + {s-pif (9.143)
s - P3 s - PdA
Pero cuando se intenta determinar K^^ mediante la técnica usual, se presenta otro problema,
Kd
(s - Pl)- ^ - y + - Pl) h ( í - Pl) = \ + (s - Pl) (9.144)
{s - Pi)^ s - Pl s - P3 S - PDJ
Ahora, si se deja s = p^,&e produce una división entre cero en ambos lados de la ecuación y no es po-
sible resolverla para K^^. Sin embargo, se evita este problema multiplicando por {s — p^)"^, con lo que
se llega a
(s - p3) • • • {s - Pd)
con D — l polos distintos y un polo D-ésimo repetido de orden m, ésta puede escribirse como
Kl K2 ^ , KD-I , KD,m
H(í) = +
S - pi S - P2 s - PD-1 {s - PD)"
Ko.m-l KD,I
+ + (9.150)
- PD) m-l s - PD
donde las K para los polos no repetidos se encuentran como antes y donde
1 d"-*
KD,k — lis - PD)'"IÍ{S)]s- k^l,2,.. ,m (9.151)
•PD
(m - k)l ds'"-''
y se entiende que O! = 1.
Se examinará ahora el efecto de la violación de una de las suposiciones en la explicación origi-
nal del método de expansión en fracciones parciales, la suposición de que Gis) es una función propia
en í. Si > D, no es posible expandir en fracciones parciales porque la expresión de fracciones par-
ciales es de la forma
K2 K,
+ (9.152)
G(í) = + s - PD
S - pi S - P2
le una transformada inversa para la cual se aplica el teorema del valor ñnal. Primero, si la fracción
..Tipropia en s, entonces el numerador debe dividirse sintéticamente por el denominador hasta que
:; rme la fracción propia. Luego se factoriza el denominador y, si los polos son distintos, es posible
: : í s a r la función en la forma de fracciones parciales
K,
G(s) =
S - pi S - P2 + ••• +s - PD
(9.154)
los polos están en el semiplano izquierdo abierto, todos los términos en (9.155) tienden a
..ndo el tiempo tiende a infinito, lím;->oo g ( 0 es cero, y se aplica el teorema del valor final. Si
ente uno de los polos está en cero, entonces uno de los términos en g(0 es una constante y
línit^co g ( 0 aún existe, pero no es cero, y sigue aplicándose el teorema del valor final. Considere que
un solo polo en cero es p^. En ese caso
(9.156)
Kr
lím sG(s) = lím s + ••• + (9.158)
S - P2 s - PDA
Si hay un polo en el eje co en un punto que no sea cero, hay al menos un par de conjugados comple-
jos de polos en el eje w, g(í) contiene una senoide no amortiguada y lím^^^ g(í) no existe.
Si hay algunos polos repetidos sobre el eje w, incluso en cero, lím,_^^ g(í) no existe porque el
polo repetido introduce una función en el dominio del tiempo de la forma Kt o K t cos(wQf -I- 0), las
cuales se incrementan con el tiempo. De modo que es posible resumir afirmando que si hay algunos
polos en el semiplano derecho o si hay más de un polo sobre el eje cü no se aplica el teorema del valor
final.
MATLAB tiene una función r e s i d u e para determinar residuos, que se utiliza en la determina-
ción de expansiones en fracciones parciales. La sintaxis es
Los vectores a y b siempre deben incluir todas las potencias de Í descendiendo hasta cero. Los resi-
duos son los numeradores en la expansión en fracciones parciales.
Por ejemplo, suponga que se desea expandir la expresión
3s + 1
H(5) ^ - ^ ; (9.159)
s^ + 5s^ + 2s^ + ls + 3
» b = [ 1 3 1] ; a = [1 5 2 7 3 ] ;
»[r,p,k] = residue(b,a) ;
»r
r =
-O . 0 8 5 6
0.0496 - 0.2369Í
0.0496 + 0.2369Í
-0.0135
»p
P =
-4 . 8587
0.1441 + 1.19021
0.1441 - 1.19021
-0.4295
»k 541
k = 9.4 La transformada
de Laplace Inversa
que utiliza expansión
en fracciones
parciales
De modo que hay cuatro polos, en - 4 . 8 5 8 7 , 0.1441 +J1.1902, 0.1441 - j l . l 9 G 2 y - 0 . 4 2 9 5 , y los re-
siduos en dichos polos son - 0 . 0 8 5 6 , 0.0496 - ; 0 . 2 3 6 9 , 0.0496 + jO.2369 y - 0 . 0 1 3 5 , respectivamen-
te. No hay términos directos porque li(s) es una fracción propia en s. Ahora es posible escribir H{s)
como
0.0856 0.0135
(9.160)
5 + 0.48587 í + 0.4295
lOs
Determine la transformada de Laplace inversa de G(s) =
is + l)is + 3)
• Solución
Es posible expandir esta expresión en fracciones parciales y obtener
5 15
G(í) = -f (9.162)
s+l s+3
Después, utilizando
e-'-'uit) (9.163)
E.JE\!I'L() 9 . 9
105-
Encuentre la transformada de Laplace inversa de G(s) =
(5 + 1)(5 + 3)
• Solución
El coeficiente de e'" es una fracción impropia en 5. Al dividir sintéticamente el numerador entre el denominador,
se obtiene
10
105^ 405 + 30
s^ + (45 + 3)105- = 10 - (9.165)
(5-h l)(5 + 3) 52 + 45 + 3 '
105- + 405 + 30
-405 - 30
542 g(f)
CAPÍTULO 9 •
10 -
La transformada 1 r 1 1 ^
1 1
de Laplace
1 / 3 4 5
40 -
FIGURA 9.12
Transformada de Laplace inversa de G(s) = (,,_|_'i°^.t+3)g~'' •
Por lo tanto,
4Qs + 30
Gis) = e-' 10 - (9.166)
(s+ l ) ( í + 3)J
9 1
G{s) = 10-5 (9.167)
i! s+3 s +
Después, mediante
y 8(0 (9.168)
s+a
(figura 9.12).
EJEMPLO 9 . 1 0
• Solución
Si se toma la ruta usual de determinar una expansión en fracciones parciales, primero debe factorizarse el deno-
minador.
Gis) = (9.170)
is + 3)(í + 2 + j)is + 2- j)
(9.171)
í-l-3 s+ 2+ j s + 2- j
Con rafees complejas como éstas existe una opción. Es posible 1) continuar como cuando se trataba de raíces rea-
les, encontrar una expresión en el dominio del tiempo y después simplificarla o 2) combinar las dos fracciones en
una con todos los coeficientes reales y determinar su transformada de Laplace inversa buscando esa forma en una
tabla.
Método 1:
-3i
git) = { - - e (9.172)
4 4 /
Ésta es una expresión correcta para g(í), pero no está en la forma más conveniente. Es posible manipularla en una
expresión que contenga sólo funciones de valor real.
9.4 La transformada
de Laplace inversa
(9 1 7 3 ) '^'^^ utiliza expansión
.(O = ( --e-'' + ^ ) u(0
en fracciones
parciales
_,,?,{e-" + 6^')- jie-i' -ei')
g ( 0 = \ -~e-" + u(í)
Método 2:
1 6í + 10 -7 6 5 + f
5 + 3 4 5 + 4í + 5 s+ 3 4 ( j + 2)- + l
s + 2
Gis) =
í + 3 2 (s + 2)2 + 1 (í + 2)2 + 1
Usando luego
i + a
a > —a (9.175)
( j + a)- + p2
Reconociendo que hay dos raíces complejas, otro método consiste en encontrar la expansión en fracciones
parciales en la forma
A Bs + C
Gis) = — + — (9.178)
s+3 í2 _|_ _|_ 5
A se encuentra exactamente como antes y su valor es - ; . Puesto que (9.178) debe satisfacerse para cualquier
% alor arbitrario de Í y
Gis) = (9.179)
is + 3)is'- + 4s + 5)'
es posible escribir
Bs + C
L(í + 3 ) ( i 2 + 4 í + 5)J^,^(, s+3 + s-- + 4s + 5 (9.180)
1 C 5
0 = — + - ^ C = -. (9.181)
2 5 2
En ese caso
-f Bs + I
(9.182)
is + 3)is- + 4 í + 5) ~ i + 3 í2 _,_ 4^ _,_ 5
544 y es posible determinar B dejando que s sea cualquier número conveniente, por ejemplo, uno. Entonces
5
1 3 5 + f 3
(9.183)
3 í + f
Gis) = (9.184)
5 + 3 2 í2 + 4 í + 5 •
E.u:\n>LO 9 . 1 1
í + 5
Gis) = - (9.185)
s-is + l)
• Solución
Esta función tiene un polo repetido en cero. Por lo tanto, la forma de la expansión en fracciones parciales
debe ser
Gis) = — (9.186)
S 5 + 2
Se encuentra K^^ multiplicando G(5) por s-, y haciendo 5 igual a cero en el resto de la expresión, lo que produce
Kn = [5-G(5)L^o = - . (9.187)
Se encuentra ^ j , multiplicando G(j) por s^, diferenciando con respecto a 5, e igualando 5 a cero en el resto de la
expresión, con lo que se obtiene
5 3 3
(9.189)
2s- As 4(5 + 2 )
y la transformada inversa es
G ( » = Gis) (9.192)
Esta es la razón principal por la que la forma w de la TFTC de una función x(f) se escribió con la no-
tación funcional X(/'w) en lugar de X ( ( d ) .
EJEMPLO 9 . 1 2
d
— (x(r)) + 7— (x(f)) + 1 2 x ( í ) = O (9.193)
dt- dt
• Solución
Se transforman primero ambos lados utilizando la transformada de Laplace,
Is + 10
X(í) = -
S- + 1S + 12
4 2
X(í) = (9.197)
í -I- 3 í +4
c 1
e'^'Mit) (9.198)
0 = 0, (9.202)
lo que demuestra que la x(f) que se encuentra en realidad resuelve la ecuación diferencial. Además
EJEMPLO 9 . 1 3
Considere que el filtro pasabajas de la figura 9.13 se excita mediante un impulso de voltaje unitario en el tiempo
í = T , T > 0. Determine la respuesta ^^ai^^)-
• Solución
La ecuación diferencial que describe este circuito para el caso en el que el voltaje inicial del capacitor Vj^¡(0~)
quizá no sea cero es
Ven(0 - Vsal(í)
(9.204)
R
V e n ( ^ ) - Vsal(.?)
C[5V,„(í)-V3al(0-)] = (9.205)
R
g - " + j;CVsal(0')
Vsal(í) = (9.207)
sRC + 1
El primer término es la respuesta a la excitación del impulso y el segundo es el decaimiento del voltaje inicial del
capacitor Mediante la aplicación del teorema del valor inicial
Más tarde, después de examinar la RDC de varios tipos de señales, se encontró conveniente restringir
esta definición a la transformada de Laplace unilateral. Aunque la mayoría del análisis más práctico
de sistemas se efectiía utilizándola, la forma bilateral es más general y tiene cierta utilidad al analizar
sistemas no causales y/o sistemas con excitaciones no causales. Además es posible considerar la trans-
formada de Laplace bilateral como la madre de todas las transformadas debido a que la de Laplace
unilateral, la de Fourier y la transformada z (que se presentará en el capítulo 11) son todas, en un sen-
tido muy real, sólo casos especiales de la transformada de Laplace bilateral, con algunos cambios de
notación. Ahora que existe familiaridad con la forma unilateral, puede hacerse la extensión hacia la
forma bilateral demostrando que es factible utilizar los pares de transformadas unilaterales para deter-
minar los pares de la transformada bilateral.
Cualquier señal puede expresarse como la suma de tres partes, la anticausal que ocurre antes del tiem-
po r = O, la que ocurre en el tiempo r = O y la causal que ocurre después del tiempo t = O,
donde
x(í) r < 0
Xac(í) = (9. 214)
0 en otro caso
x(r) f = 0
xo(í) = (9.215)
0 en otro caso
x(r) t > 0
X,(í) = (9.216)
0 en otro caso
(figura 9.14). Si la señal no tiene un impulso en el tiempo r = O (como la primera señal en la figura
9.14), la parte de la señal que ocurre en el tiempo f = O no tiene efecto en la transformada de Lapla-
ce y puede ignorarse debido a que no tiene energía de señal. Si la señal tiene un impulso en el tiem-
po í = O, su efecto puede considerarse por separado y sumarse a las transformadas de las otras dos
partes. La transformada de Laplace bilateral de x(r) es
OO O" o* oc
(9.218)
donde
u 0+
Xac(^)=
/ x(t)e~"dt Xo(í) = j
0-
\{t)e-"dt X,(s) = j
0+
x{t)e- 'dt. (9.219)
x,(í)
t'it
F I G U R A 9.14
Dos señales y sus tres partes.
0+ 0+
que es la transformada de Laplace unilateral del inverso del tiempo de la parte anticausal de la señal
(que es causal).
El procedimiento para determinar la transformada de Laplace bilateral mediante la transformada
de Laplace unilateral es
1. Determinar la transformada de Laplace unilateral X^{s) de la señal causal x^(t) junto con su RDC,
la región a la derecha de su polo más a la derecha.
2. Encontrar la transformada de Laplace unilateral X^^{—s) de la señal causal X^^(—t) junto con su
RDC, la región a la derecha de su polo más a la derecha.
3. Efectuar el cambio de variable s —s en X ^ ^ ( — Í ) y en su RDC, lo que produce X ^ ^ ( Í ) , junto
con su RDC, la región a la izquierda de su polo más a la izquierda.
4. Si hay un impulso en el tiempo t = O, encontrar su transformada de Laplace como XQ(S) junto su
RDC, el plano 5 completo. En otro caso, X^(s) = 0.
5. Sumar X^{s), XQ(S) y X^^{s) para formar X ( í ) . La RDC de X{s) es la región del plano s que es co-
mían a las RDC de X^(s) y 'X^^{s). Si una región de esas características no existe, la transformada
de Laplace bilateral de x(í) tampoco existe.
PROPIEDADES
Algunas de las propiedades de la transformada de Laplace bilateral no son iguales que las correspon-
dientes de la unilateral. Las propiedades se resumen a continuación sin prueba. Las pruebas son simi-
lares a las de la unilateral. Una diferencia importante es que la región de convergencia debe tomarse 549
en cuenta con más cuidado cuando se apliquen las propiedades de la transformada bilateral. Conside- g7 transformada
re que Gis) = £(g(f)) y H(^) = £ ( h ( 0 ) y que la RDC de GesR^y sea la RDC de H igual a i?^. Lap¡ac7¿lSera¡
RDC = RgC^Rh
Integración
í ;(T) < >
EJEMPLO 9 . 1 4
• Solución
Esta señal ya se escribió como la suma de una señal causal y de una anticausal y no hay impulso en el tiempo
t = 0. Primero se determina la transformada unilateral de la parte causal
^4
de Laplace
— ci.. b
RDC RDC
a) b)
x(í) x(0
i).
t X
X X
t
-"x b ¿7 x-«
X X
F I G U R A 9.15
Cuatro señales no causales con sus diagramas de polos-cero y sus RDC.
s+b
X a c ( - 0 = e *' COS(-a)02O u ( í ) Xac(-í) = (9.228)
{s -I- b)- + ü)52
Por consiguiente,
s+a -s + b
<j > —a y —CT > —b (9.229)
~ {s + ay- + cü^, ( - S + by- + w„'.
j -1- a s- b
X(í) = — a < (j < b. (9.230)
(s + af- + cú5, (s - by- + C052
Si b > —a, entonces existe la transformada de Laplace bilateral de x(r). En otro caso no es así. La condición
¿ > ~i2 se satisface de muchísimas maneras, algunas se ilustran en la figura 9.15. Si ¿ y a son positivas (como
en la figura 9.15a), entonces la RDC contiene al eje w y x(f) también es transformable de acuerdo con el método
de Fourier
EJEMPLO 9 . 1 5
La señal no causal
• Solución
La transformada de Laplace bilateral de la excitación no causal x(í) es
1 1 2
X{s) = - 3 <CT< - 1 . (9.233)
s+3 s+ l {s + 3)(s + l)
9.8 Resumen de
puntos importantes
h(í)
1 1 v
1 ^
-2 2
-V'
La respuesta al impulso también es no causal, por lo que su transformada de Laplace bilateral se determina me-
diante el mismo método general que el de la señal no causal,
1
H(í) = 1 - - 2 < a < 2. (9.234)
s-2 is + 2){s - 2)
9 2 1 '
y(í) = - 2e--'u{t) - -e'''u(t) - —e-'u{-t) + -e~'u(-t) (9.237)
(figura 9.17).
Respuestas:
¥1 [s]
j = 3 + y20ir
RDC RDC
r
RDC
~- - 5 =2
j = 3-720,7
s + 3 S^ + TT^' S+3
4 . Utilizando la propiedad de desplazamiento en la frecuencia compleja, encuentre y dibuje la trans-
formada de Laplace inversa de
Ejercicios
1 1 con respuestas
X(s) = -I- -
{s + j4) + 3 (5 - j4) + 3
Respuestas:
x(í)
-0.1
-2--
Respuestas:
Respuestas:
40-115
, Re(í) > 0; -j, R e ( í ) > 0 ; 1, todo ^
s'- + (i57ty-
s
-,Re(í) > - 1 0
s + 10
7. Mediante la dualidad multiplicación-convolución, determine las transformadas de Laplace de las
siguientes señales y dibújelas en función del tiempo.
a) x(í) = e~'u{t) * u(r)
b) x(í) ^ e~' sen(20'7rf) u(í) * u(f)
77?
c) x(í) = 8 eos ( ^ y j u(í) * [u(r) - u(f - 1)1
d) x ( 0 = 8 cos(2'rTí) u(r) * [ u ( 0 - u(í - 1)]
Respuestas:
x(í) x(f)
x(0
0.025 lll
2Í
5 -1
8. Utilice los teoremas del valor inicial y del valor final, para determinar los valores inicial y final (si
es posible) de las señales con las siguientes transformadas de Laplace.
10
a) X{s) = b) X{s) =
(5 + 3)2 + 4
5 105
c) X(s) = ~ d) X{s) =
.2 + 4 105 + 300
e) X(s)^ f) X(5) =
s{s + 20) s\s + 20)
Respuestas:
10, No se aplica. O, 1, O, O, no se aplica, f, 1, 10, O, O
Respuestas:
sen
eos (/Í5,)- VT2
u(í), 1 0 ( e - ' - e-^O u(f),
10
_20u(í). 1 - J — e ^ ^ ' c o s ( 8 í - 0.3588) u ( 0 ,
73 64
1 55
8 ( 0 + 4 e 2 ' ( í + 1) u ( 0 , 292f - 24 + 24e"^' I c o s ( 8 0 - ~ s e n ( 8 0 u(f),
5
(73)2 L SA/^
/J
- e " ^ ' sen(8í) u ( 0 , 8(r) - 3 e " ^ ' u ( í ) , 3(1 - e"^') u ( í ) , 1 sen{^t) u(f)
8 2 : ,
1 0 . Utilice la tabla de transformadas de Laplace para determinar las TFTC de las siguientes señales.
Respuestas:
2 + 50 10
Respuestas:
- l — e eos ( V 33íí) +
H ——e
e'sen(V3í) )u(í), u(í),
10
4 V V3 /
•2'7Te"2í - 2'rrcos(2'rTí) + 2 s e n ( 2 T T f ) ^ _2,
10
12. Mediante la transformada de Laplace encuentre y dibuje la respuesta y(r) en el dominio del tiem-
po de los sistemas con estas funciones de transferencia ante la excitación senoidal x(í) = A
cos(107Tí) u(r).
1 5 - 2
a) H(5) = b) H ( 5 ) -
5+1 (5 - 2)2 + 16
Ejercicios
con respuestas
yW
0.033333 4/
-t +
-0.033333 +
1 3 . Escriba las ecuaciones diferenciales que describen a los siguientes sistemas y encuentre y dibuje
las respuestas indicadas.
x ( r ) ^ ^ ( + ) - J y(í)
Respuestas:
x(í)
0.25-t-
0.004
1 4 . Determine las tres partes x (í), XQ(Í) y x (r) de las siguientes señales.
Respuestas:
5 í + 24 1000
3 , - 7 < Re(í) < 4 ; , - 1 0 < Re{s) < 10
52 + 3 5 - 2 8 5 2 - 100
16. Determine las respuestas y(f) de estos sistemas h(í) ante las excitaciones x(f) correspondientes.
1 8 . Utilice la definición integral para encontrar la transformada de Laplace unilateral de estas funcio-
nes del tiempo.
a) g(r) = e - ^ V O
b) g(í) = e-''('-">u(í - T ) , T > O
c) g(f) = e-"<'+"'u(? + T ) , T > o
d) g(r) = sen(caoí) u(í)
e) g(r) = rect(f)
/) g(f) = rect(^f - i
1 9 . Use MATLAB (o cualquier otra herramienta matemática de computadora apropiada) para efec-
tuar numéricamente la integral de inversión de
1
G{s) =
5+10
Esto es. aproxime la integral de inversión con una sumatoria de la forma
g(f) = z ; ^ ( G ( 5 ) ) = — Y.
p-^ +1»
(íj+jnAio)r
1
7 Aw, cr > 0.
jlti a + 7«Aüj + 1 0
EUja la combinación de N grande y Aw pequeña de modo que la sumatoria variará sobre un con-
tomo desde una parte muy baja hasta una bastante superior del eje real. Grafique g(í) en función
de t calculando el valor de g(r) en cada valor de t desde la aproximación de la sumatoria dada has-
ta la integral de inversión. Compare con el resultado analítico. Intente al menos tres valores dife-
rentes de a para ver el efecto en el resultado. (Idealmente no hay efecto por cambiar a siempre y
cuando ésta no sea mayor que - 1 0 , pero en realidad, en esta aproximación numérica existirán al-
gunos efectos pequeños.)
2 0 . Utilice una tabla de transformadas de Laplace unilaterales y las propiedades para determinar las
transformadas de Laplace unilaterales de las siguientes funciones.
a) g(í) = 5sen(2TT(r-l))u(r-1)
b) g(r) = 5sen(2TTr)u(í - 1 )
c) g(/') = 2 c o s ( 1 0 i T í ) c o s ( 1 0 0 ' n - r ) u ( r )
/) g(r)=-(5e-('-^'/Vr-T)),T >0
dt
g) g(í) = 2e~^' cos( lOiTí) u(í)
h) x(í) = 5 s e n ( T T ? - • f ) u ( í ) Ejercicios
sin respuestas
2 1 . Dada
, , £ 5 + 1
^^^^ ^ ¡(7T^
encuentre las transformadas de Laplace de
a) g(2í) b) —(g(í))
dt
c) g(í - 4) d) git) * gCO
2 2 . Determine las funciones en el dominio del tiempo que son las transformadas de Laplace inversas
de estas funciones. Después, utilice los teoremas del valor inicial y final para verificar que con-
cuerdan con las funciones en el dominio del tiempo.
45 4
a) G(5) = b) G(5) =
(5 + 3)(í + 8) ( 5 + 3 ) ( 5 + 8)
5
C) G(5)= — d) G ( 5 ) = -
5^ + 2 5 + 2 5^ + 2 5 + 2
2 3 . Dada
e""u{t) ^ G(s)
2 4 . La TFTC de
x(r) = e""l
2 5 . Compare la TFTC y la transformada de Laplace de un escalón unitario. Explique por qué la TFTC
no puede determinarse a partir de la transformada de Laplace.
2 6 . Demuestre que es posible obtener los siguientes pares de transformada de Laplace comunes con
base sólo en la transformación del impulso 8(í) < ^ > 1 y las propiedades de la trasformada de
Laplace.
c 1
a) u(í) b) e-^'uit) ^
5 + a
c) cos(cüoOu(r)
5 + Ü)n
'O
2 7 . Dada una función de transferencia H(5) de un sistema LIT, determine la respuesta en el dominio
del tiempo a la excitación correspondiente x(r).
1 3
a) H(5) , x(r) = sen(2TTf) u(í) b) H ( 5 ) = — ^ , x(f) = u(í)
5 + 1 5+2
35
c) H(5) , x(í) = u(f)
7+2
5s
d) H(5) , x(f) = u(f)
5^ + 2 5 + 2
55
e) H(5) , x(í) = s e n ( 2 T r í ) u(í)
5^ + 2 5 + 2
28. Escriba las ecuaciones diferenciales que describen a los siguientes sistemas y encuentre y dibuje
las respuestas indicadas.
x(í)- y(í)
+
10
->—VvV
c) i^(t) = cos(2 OOOirr), u(r), v(f) es la respuesta, no hay almacenamiento de energía inicial
\(t) «, = 2 kfi
" VvV
29. Determine las tres partes x (r), XQ(Í) y x (r) de las siguientes señales.
c) x(t) = ^ ( s g n ( r ) )
at
OB.TF.TIVOS DEI. C A P Í T U L O
1. Ilustrar la aplicación de la transformada de Laplace y las técnicas de análisis basadas en ella para el diseño y
análisis de sistemas por medio de ejemplos.
2. Evaluar la estabilidad de un sistema directamente a partir de su función de transferencia.
3. Ver cómo las respuestas de los sistemas a señales estándar revelan características de los mismos.
4. Formular métodos de análisis para sistemas de entradas y salidas múltiples utilizando la transformada de
Laplace.
d d
RMt) + L —(ii(0) - —(Í2(0) = v,(í) (10.1)
dt dt
F I G U R A 10.1
Diagrama de circuito en el dominio del d d ' 1
— (Í2(?)) - —(ii(0) + - j (10.2)
tiempo de un circuito RLC. dt dt Í2(X) d\ + v , ( 0 - ) + Rjhit) = 0.
o-
Si se aplica la transformada d e L a p l a c e a a m b a s e c u a c i o n e s , se obtiene
donde
U n d i a g r a m a de b l o q u e s p o d r í a dibujarse p a r a este s i s t e m a u t i l i z a n d o i n t e g r a d o r e s , b l o q u e s de g a n a n -
cia y s u m a d o r e s . (Se e x p l o r a r á n a l g u n a s técnicas para h a c e r l o en la sección sobre m é t o d o s de e s p a c i o
de estados.)
Otros tipos de sistemas en t i e m p o c o n t i n u o t a m b i é n se m o d e l a n m e d i a n t e las i n t e r c o n e x i o n e s de
integradores, b l o q u e s de g a n a n c i a y s u m a d o r e s . E s t o s e l e m e n t o s p u e d e n representar diversos s i s t e m a s
físicos q u e tienen la m i s m a relación m a t e m á t i c a entre u n a excitación y u n a respuesta. C o m o un ejem-
plo m u y s i m p l e , s u p o n g a u n a m a s a m sobre la q u e a c t ú a u n a fuerza (una excitación) f(f), la cual r e s -
p o n d e m e d i a n t e m o v i m i e n t o . L a r e s p u e s t a p o d r í a ser la p o s i c i ó n p(r) de la m a s a e n algún s i s t e m a de
c o o r d e n a d a s a p r o p i a d o . D e a c u e r d o con la m e c á n i c a n e w t o n i a n a clásica, la aceleración de u n c u e r p o
en c u a l q u i e r d i r e c c i ó n de c o o r d e n a d a s es p r o p o r c i o n a l a la fuerza q u e se le aplica e n dicha dirección
dividida p o r la m a s a del m i s m o .
£ f(f)
—(p(r)) = ^ . (10.17)
dt- m
L o anterior se e x p r e s a de m a n e r a directa e n el d o m i n i o de L a p l a c e c o m o ( a s u m i e n d o q u e la p o s i c i ó n
y la v e l o c i d a d iniciales son cero)
F(^)
(10.18)
Al aplicar la t r a n s f o r m a d a de L a p l a c e a a m b a s e c u a c i o n e s .
P u e d e m o d e l a r s e el s i s t e m a m e c á n i c o c o n u n d i a g r a m a de b l o q u e s (figura 10.5).
f(í)- -P(í)
1 1 1
F(i)- • P(s)
m 5 s
f(f)-
F I G U R A 10.3
Diagrama de bloques de -¿;(p(;)) = Sil y F I G U R A 10.4
Un sistema mecánico. Sistema en movimiento
f(/) - -X|(i)
CWñULOlO
«si
1
(t) 1
m2
• X2(/)
1 1
5 5'
1 I
m2
F I G U R A 10.5
Diagrama de bloques en los dominios del tiempo y de la frecuencia del sistema mecánico de la figura 10.4.
H(í) =
Y(s) _ S
< : =^
0 ' ^ _ bNs"+ bN-is'f-' + + bis + b
o (10.23)
X(5) D + aiS + ao
z a^í*
J2
k=0
Si h a y c u a l e s q u i e r a p a r e s de p o l o - c e r o , q u e se e n c u e n t r a n e x a c t a m e n t e en la m i s m a u b i c a c i ó n e n el
p l a n o s , se c a n c e l a n en la función d e transferencia p e r o d e b e n e l i m i n a r s e antes d e e x a m i n a r l a p o r
cuestiones de estabilidad. Si A' < D y n i n g u n o de los p o l o s se repite, e n t o n c e s la función d e transfe-
r e n c i a p u e d e e x p r e s a r s e e n forma d e fracciones parciales c o m o
Kd
H(í) =
+ + ••• + (10.25)
s - pi S - P2 s - Pd
y la r e s p u e s t a al i m p u l s o es e n t o n c e s de la forma
Todos los polos en el SPI Uno 0 más polos simples sobre Uno 0 más polos en el SPD
el eje oo pero ningiín polo abierto o uno o más polos
miíltiple sobre el eje co y ningtrn mtiltiples sobre el eje w
polo en el SPD abierto
X(5)H,(5)
F I G U R A 10.8 F I G U R A 10.9
Conexión de sistemas en paralelo. Conexión de sistemas retroalimentada.
L a función de transferencia H^{s) es la trayectoria directa, y T/jí^), es la trayectoria retroalimentada.
E n la literatura técnica de s i s t e m a s de control es c o m ú n l l a m a r a la función de transferencia H^{s) de
C A P Í T U L O 10
Análisis de la la trayectoria directa la planta, p o r q u e suele ser u n s i s t e m a d i s e ñ a d o p a r a p r o d u c i r algo, y a la función
transformada de Laplace de transferencia / / j í ^ ) d e la trayectoria r e t r o a l i m e n t a d a el sensor, p o r q u e suele ser u n s i s t e m a a g r e g a -
de señales y sistemas d o a la p l a n t a p a r a a y u d a r a controlarla o a estabilizarla m e d i a n t e el registro de la r e s p u e s t a de la m i s -
m a y a l i m e n t á n d o l a de r e g r e s o al p u n t o de s u m a a la e n t r a d a de la planta. L a señal de e n t r a d a de la
trayectoria directa (planta) recibe el n o m b r e de señal de error y está dada por
Y(5) = H i ( í ) E ( í ) , (10.28)
Y(í) Hi(í)
(10.29)
X(5) l + Hi(í)H2(í)
Hi(^)
H(5) = (10.31)
1+T(í)'
sys = tf(num,den).
^- + 4
Hi(.r) = (10.32)
j^As^ + ls^ + \5s- + ?,ls + 15'
E n M A T L A B se p u e d e formar H , ( Í ) c o n 565
Transfer function:
s''2 + 4
D e m o d o alternativo es posible formar u n a descripción del sistema especificando los ceros, los p o l o s
y la g a n a n c i a i n d e p e n d i e n t e d e la frecuencia d e u n s i s t e m a utilizando el c o m a n d o z p k . La sintaxis es
sys = zpk{z,p,k),
s + 4
}Í2Ís) = 20- (10.33)
(s + 3Ks+\0)
»z = [-4] ;
»p = [-3 -10] ;
»k = 2 0 ;
»H2 = zpk(z,p,k) ;
»H2
Zero/pole/gain:
20 {s+4)
(s+3) (s+10)
»tf(H2)
Transfer function:
20 s + 80
s'"2 + 13 s + 30
»zpk(Hl)
Zero/pole/gain:
(3-^2 + 4)
»[num,den] = tfdata(H2,'v') ;
»nura
num =
O 20 80
»den
566 den =
C A P Í T U L O 10 1 13 30
A-a.;s¡s de la
transformada de Laplace o
de señales y sistemas
»[z,p,k] = zpkdata(Hl,'V'
»z
z =
O + 2 . OOOOi
0-2.00001
P =
-3.0807
-1.4505 + 1.82911
-1.4505 - 1.82911
0.9909 + 1.86691
0.9909 - 1.86691
»k
k =
»Hc = H1*H2 ;
»Hc
Zero/pole/gain:
20 (s+4) {s^2 + 4)
»tf(He)
Transfer function:
20 s"3 + 80 s'-2 + 80 s + 320
s"7 + 17 s'^5 + 226 s"4 + 436 s"3 + 928 s'^2 + 1905 s + 225(
»Hp = Hl + H2 ;
»Hp
Zero/pole/gain:
20 (s + 4.023) (s + 3.077) (s'^2 + 2 íls + 5.486) (3-^2- 1.982S + 4.505)
»tf(Hp)
Transfer function:
20 s''6 + 160 s-"5 + 461 s"4 + 873 s'-S + 1854 s'"2 + 4032 s + 6120
s'"7 + 17 3-^6 + 89 s-^S + 226 s-"4 + 436 s-"3 + 928 3-^2 + 1905 s + 2250
U n a vez q u e se h a descrito el sistema, es posible graficar su r e s p u e s t a al escalón c o n s t e p , su res-
puesta al i m p u l s o i m p u l s e y un d i a g r a m a de B o d e de su respuesta en frecuencia c o n b o d e . T a m b i é n
10.5 Análisis de
se p u e d e graficar su d i a g r a m a de polos ceros utilizando el c o m a n d o de M A T L A B p z m a p . M A T L A B sistemas
c u e n t a c o n u n a función l l a m a d a f r e q r e s p q u e realiza gráficas de la respuesta en frecuencia. L a sin- retroalimentados
taxis es
H = freqresp{sys,w),
His) = - - . (10.34)
1 + KU2ÍS)
Vo(^)
H,(5) = (10.35)
1 - {s/p)
F I G U R A 10.12
Un amplificador de voltaje inversor que
d o n d e AQ es la m a g n i t u d de la ganancia de voltaje del amplificador operacional a ba- utiliza un amplificador operacional con
jas frecuencias y /? es un solo polo sobre el eje real negativo del plano Í . L a función de retroalimentación.
transferencia total se e n c u e n t r a utilizando técnicas estándar d e análisis d e circuito. S i n e m b a r g o , t a m -
C A P Í T U L O 10 ^^^"^ i a c í M e ñeterm'maña utñ'izanáo c o n c e p t o s d e retroalimentación. E l voltaje de e r r o r e s u n a
Análisis de la función d e Y¡(s) y V^(5). P u e s t o q u e la i m p e d a n c i a d e entrada del amplificador operacional e s p o r lo
transformada de Laplace c o m ú n m u y grande c o m p a r a d a c o n las d o s i m p e d a n c i a s e x t e m a s Z¡(s) y Vy.(í), el voltaje d e error es
2S señales y sistemas
Zfis)
Veis) = y OÍS) + [ V i ( s ) - V„(S)] (10.36)
Ziis) Zfis)
V,(5) = V„(.) + V,.(í)
Ziis) + Zf(s) Z¡is)+Zfis)
Y{s) Hi(í)
H(í) = (10.37)
Xis) l+Hi(5)H2(í)
Veis) -iAo/il-is/p))
(10.38)
V i ( 5 ) ( Z ; ( s ) / ( Z , ( s ) + Zj{s])) 1+ [-(Ao/(l - (s/p)))][-(Z,(x)/(Zi(5) + Zf{s)))]
-AoZf(s)
(10.39)
V,-(í) (l-is/p) + Ao)Zi{s) + i\ -{s/p))Zf{s)'
V.(5)
(10.40)
V,(5) 'Z.is)'
s 5 Zfis)
|Aol » 1 y |Aol» 1 (10.41)
P P Z,is)
V.(í) -10'
= - 9 . 9 9 9 8 9 + jO.OOOll, (10.45)
Yiis) 11 + j l l + lO^
1
p > 0. (10.46)
s - p
H(í) =
l/(s - p) 1
(10.47)
1 + iK/is-p)) s - p + K
F I G U R A 10.14
Ganancia de amplificador operacional lineal
Para c u a l q u i e r valor de K q u e satisfaga, K > p,e\ sistema es estable. y no lineal.
570 INESTABILIDAD CAUSADA POR LA RETROALIMENTACIÓN
C A P I T U L O 10 A u n q u e la retroalimentación p u e d e tener m u c h o s efectos benéficos, h a y u n o q u e es m u y importante
Análisis de la
y p u e d e ser un p r o b l e m a m á s que u n a ventaja. L a adición de retroalimentación a un sistema estable
transformada de Laplace
de señales y sistemas
quizá cause q u e se v u e l v a inestable. L a g a n a n c i a del sistema r e t r o a l i m e n t a d o total es
Y(5) Hi(í)
H(s) = (10.48)
X(s) l+Hi(í)H2(í)
s,(f - (d/v))
s„,(f) = K (10.49)
E n t o n c e s es p o s i b l e m o d e l a r el s i s t e m a de altavoces c o m o u n o r e t r o a l i m e n t a d o c o n u n a función de
transferencia de trayectoria directa
(10.51)
(10.52)
(figura 10.17).
L a función de transferencia total es e n t o n c e s
H(5) = (10.53)
\-{K„,KAK,K/d^)e-^''l-^^'
(10.54)
d'-
F I G U R A 10.17
-(d/v)p _ d^ n n íí'» Diagrama de bloques de un sistema de
Km KA Kg K altavoces.
C A P I T U L O 10
__ _ .
Análisis de la = In n es u n e n t e r o (10.56)
transformada de Laplace
de señales y sistemas
d'-
P = -• In (10.57)
d L \K,„KAKSK
(figura 10.18).
E s t e s i s t e m a es u n p o c o diferente de los q u e se h a n e s t a d o a n a l i z a n d o p o r q u e tiene u n a c a n t i d a d
infinita de p o l o s , u n o p a r a c a d a e n t e r o n. Sin e m b a r g o , esto n o es u n p r o b l e m a e n el análisis d e b i d o a
q u e sólo se intenta establecer las condiciones para las cuales el sistema es estable. C o m o ya se h a visto,
la estabilidad requiere q u e todos los polos se u b i q u e n en el semiplano izquierdo abierto. E s o significa,
e n este c a s o , q u e
< O (10.58)
d \k,„KAKSK
In > o (10.59)
V K,„KAKSK
K,„ KA K¡ K
< 1. (10.60)
J2
= 2«'!T. (10.61)
d
A
H{s) = (10.62)
-(2L/C)i
T{s) = -KfK,oKKK,.e (10.63)
Su valor es — 1 c u a n d o
\KFK,-OKRKA = 1 (10.64)
-(2L/c)s
=_ 1 (10.65)
o, en forma equivalente,
Ya se ha visto que el requerimiento para la estabiUdad del sistema es que todos los polos se ubiquen en
el semiplano izquierdo abierto. Es posible determinar las ubicaciones de los polos factorizando el deno-
minador de la función de transferencia, lo cual p u e d e hacerse siempre, al m e n o s de m a n e r a numérica,
utilizando u n a herramienta matemática c o m o M A T L A B . Sin e m b a r g o , la factorización no es necesaria
para determinar la estabilidad. H a y una técnica de análisis d e n o m i n a d a prueba de Routh-Hunvitz que
tiene la posibilidad de determinar si un sistema es estable sin tener que factorizar el d e n o m i n a d o r A d e -
m á s , proporciona cierta información con respecto a las características del sistema y es útil j u n t o con otras
técnicas c o m o el m é t o d o del lugar geométrico de las raíces que se estudiará en la siguiente sección. L a
deducción de las reglas utilizadas en la prueba de R o u t h - H u r w i t z rebasa los objetivos de este libro, aun-
q u e existe la posibilidad de investigar su uso y ganar cierta comprensión intuitiva de su validez.
576 D "d «0 D "D «£>-2 " 0 - 4 «1
C A P Í T U L O 10 D - 1 0 D - 1 «0
2 ^0 0 0 0 2 di 'ío 0 0 0
1 0 0 0 0 1 e\ 0 0 0 0
0 /o 0 0 0 0 0 fo 0 0 0 0
D par D impar
F I G U R A 10.26
El arreglo de Routh.
H(^) - (10.67)
D(í)
ao-i aD-4
ID-}
bo-i = - t>D~4 = — (10.69)
ao-i
E j e m p l o 10.1
Utilizando la prueba de estabilidad de Routh-Hurwitz determine si los sistemas cuyas funciones de transferencia son
2s- + A s - 3
-h .? + 10
H2(í) = (10.71)
6s^ + -I- 2í- -I- 4J -I- 1
son estables.
• Solución
El arreglo de Routh para H¡(i) es
10.5 Análisis de
sistemas
1 8 4
retroalimentados
2 3 0
f 4 O
íf O O
4 0 0
y el sistema es estable. Lo anterior se confirma al factorizar el denominador para determinar los polos. Éstos son
6 2 1
1 4 O
-22 1 O
I O O
1 O O
y el sistema es inestable con dos polos en el semiplano derecho como se indica por medio de los dos cambios de
signo en la primera columna. Los polos en este caso son
E j e m p l o 10.2
Recurra a la prueba de estabilidad de Routh-Hurwitz para determinar el criterio para la estabilidad de un sistema
de segundo orden general cuya función de transferencia es de la forma
Nis)
ais) = (10.72)
• Solución
El arreglo de Routh es
1 FLO
a¡ 0. (10.73)
ao O
Este resultado indica simplemente que sia^y son ambas positivas, no hay polos en el semiplano derecho y el
sistema es estable.
U n a situación m u y c o m ú n e n el análisis d e s i s t e m a s r e t r o a l i m e n t a d o s es u n s i s t e m a d e la f o r m a q u e
se ilustra e n la figura 10.27. H a y un p a r á m e t r o d e g a n a n c i a ajustable K (que se t o m a d e m a n e r a c o n -
v e n c i o n a l c o m o n o n e g a t i v o sin p é r d i d a d e g e n e r a l i d a d ) y la e l e c c i ó n de su v a l o r tiene u n fuerte efec-
to sobre la d i n á m i c a del sistema. L a función de transferencia c o m p l e t a del s i s t e m a es
KHiis)
H(í) = (10.74) X(5) - K Yis)
1 + KUi{s)H2Ís)
P(í)
1 + K—- = O, (10.77)
Q(í)
Q(s)
P(s) = 0. (10.79)
K
D e (10.76) se ve q u e si T(s) es p r o p i a [Q(s) es de o r d e n m á s alto que F{s)], los ceros finitos de Q{s)
c o n s t i t u y e n t o d o s los p o l o s de T{s) y los ceros de P(s) son todos los ceros finitos de T(s), a u n q u e , d e -
b i d o a que el orden de P{s) es m e n o r q u e el de Q ( 5 ) , t a m b i é n hay u n o o m á s ceros de T{s) en infinito.
El intervalo c o m p l e t o de ajuste posible de K es de c e r o a infinito. C o n s i d e r e p r i m e r o q u e K tien-
d e a cero. E n ese límite, de a c u e r d o con (10.78), los ceros de 1 + T(s), los cuales son los polos de ¥í(s),
son los ceros de
Qis) = O, (10.80)
P{s) = O (10.81)
y los polos de H ( Í ) son los ceros de T{s) (incluidos todos los ceros en infinito). Por lo tanto, los polos y
ceros de la función transferencia de lazo son m u y importantes en el análisis del sistema de lazo cerrado.
C u a n d o el factor de g a n a n c i a K se m u e v e d e s d e cero hasta infinito, los p o l o s del sistema de lazo
c e r r a d o se m u e v e n d e s d e los p o l o s de la función de transferencia de l a z o hasta los ceros d e esta m i s -
m a función (algunos de los cuales q u i z á se e n c u e n t r e n en infinito). U n a gráfica del lugar geométrico
de las raíces c o r r e s p o n d e a las u b i c a c i o n e s de los p o l o s de lazo c e r r a d o c u a n d o el factor de g a n a n c i a
K varía d e s d e c e r o hasta infinito. E l n o m b r e lugar g e o m é t r i c o de las raíces p r o v i e n e de la u b i c a c i ó n
(lugar g e o m é t r i c o ) de u n a raíz de 1 -I- T(s) c u a n d o varía el factor de g a n a n c i a K.
Se e x a m i n a r á n p r i m e r o dos e j e m p l o s simples del m é t o d o del lugar g e o m é t r i c o de las raíces y d e s -
p u é s se establecerán sus reglas generales válidas para cualquier sistema. C o n s i d e r e p r i m e r o u n siste-
m a c u y a g a n a n c i a de trayectoria directa es
K
ÜÁs) = (10.82)
{s+ l)(.s + 2)
y c u y a g a n a n c i a de trayectoria de r e t r o a l i m e n t a c i ó n es
ms) = 1. (10.83)
-2 -1 Entonces
K
lis) = (10.84)
(s + l){s + 2)
(s + l)(s + 2){s + 3)
K K
His) = (10.89)
s^ + 6s^ + lis + 66 (s + 6)is + j-/Tl)is - jVTl)
p\ i /
F I G U R A 10.31
\ Ejemplo de gráficas de lugares
geométricos de las raíces.
Si el n ú m e r o d e polos de 1{s) e x c e d e al n ú m e r o d e ceros de T ( 5 ) p o r u n entero m, e n t o n c e s m ra-
m a s del lugar g e o m é t r i c o de las raíces t e r m i n a n en ceros de T ( Í ) q u e se ubican en infinito. C a d a
C A P I T U L O 10
Análisis de la u n a de estas r a m a s se a p r o x i m a a u n a asíntota de línea recta, y los ángulos de dichas asíntotas son
transformada de Laplace hit/m, k = 1, 3, 5 , . . . , c o n respecto al eje real positivo e interceptan al eje real en la u b i c a c i ó n
de señales y sistemas
T(;(tí) = - 1 . (10.91)
K
Tis) = (10.92)
s^+6s^+ lis+ 6
-1
3 -2
-3
-4
Margen de f ise
-5
F I G U R A 10.33
-6
Márgenes de ganancia y fase
10» 10'
para T{s} =
Al despejar E ( í ) ,
X{s)
Bis) = (10.94)
1 +Hi(í)
X(í)- Hi(.v)
Es posible determinar el valor de estado estable de la señal de error mediante el teore-
m a del valor final.
F I G U R A 10.34
X{s)
lím e ( í ) — límsE(s) — líms . (10 95) "^^ sistema retroalimentado de ganancia
unitaria.
S i s i e m a tipo O Sistema tipo 1 Si l a señal d e e n t r a d a es u n e s c a l ó n d e l a forma x(t) =
h-l(f) Au(í), e n t o n c e s X{s) = 7 y
* x(í) A
y(í) / y(í) lím e ( í ) = l í m (10.96)
entonces
«O
lím e(f) = lím - (10.98)
b^,s^ + b^^is^-^ + ••• + b2S- + bis + bo üq + bo
1 + D-l
+ + a2S^ + ais + üQ
1. U n sistema estable d e tipo O tiene u n error de estado estable finito p a r a la excitación d e escalón.
2. U n sistema estable d e tipo n, ?í > 1, tiene u n error d e estado estable cero p a r a la excitación d e e s -
calón.
A
lím e ( r ) — l í m . (10.100)
t^oc s^Os[l +Hi(í)]
D e n u e v o , si li^{s) es u n cociente de p o l i n o m i o s en s ,
1 1
lím e(f) = lím 77 r^—, ^ (10.101)
í^c» s^o s ¿AÍI'^-h ¿ Y V - I S + \-bjs^ + biS + bo
1
a ¿ 3 í ^ -I- üD-is^ ' -I- • • • -f a2S^ + ais + üq
+ a2S + ais + ao
lím e ( r ) = l í m
-o siaos'^ + ao-is"^-^ • • + a2S + üiS + ao
F I G U R A 10.36
Respuestas de sistemas de tipo O, 1 y 2 a una rampa.
1 1 lis + 30
5 ^ 1 0 ( 5 + 3) I0s(s + 3)
X(í) H(í) I - Y(s) = Xis) H Bis) Yis)
C A P Í T U L O 10
Análisis de la Xis) Xis)
Hh->(.)
transformada de Laplace
de señales y sistemas
Xis)- His) Yis) = Xis)- His) Yis)
F I G U R A 10.37
Movimiento del punto de desprendimiento.
H(4)
)
Yis) H(s)
" T "
Yis)
Y(s) B-\s)
Yis)
F I G U R A 10.38
Movimiento de un sumador.
Z(í) Zis)
s +
Yis) Yis)
F I G U R A 10.39 s + 3
Combinación de dos sumadores.
F I G U R A 10.40
Un sistema que se va a reducir mediante técnicas
de reducción del diagrama de bloques.
s + sis + :
H
1
Xis) • 10 1 Yis) Xis)- 10 Yis)
) ^
1 1
lOí.v + 3) 10(.s + 3)
F I G U R A 10.41 F I G U R A 10.42
Primer paso de la reducción del diagrama de bloques. Segundo paso de la reducción del diagrama de bloques.
3
sis + 8)
-
XW- 10 1
Yis) sis +
s
1 1lí + 30 tí
Xis) 10 Yis)
10(j + 3) lOsis + 3)
F I G U R A 10.43 F I G U R A 10.44
Tercer paso de la reducción del diagrama de bloques. Cuarto paso de la reducción del diagrama de bloques.
3 Us + 30 s(s + 8)
X(s) - Y(5)
s(s + 3) + 8s + 3 10.6 Reducción de
diagramas de bloques
F I G U R A 10.46 y el teorema de Masón
l U + 30 +(
s(s + 3)
Y(i) Sexto paso de la reducción del diagrama
de bloques.
F I G U R A 10.45
Quinto paso de la reducción del diagrama de bloques.
(11.S + 30)(í + 8)
X(5)- Y(í)
(s + 3)(í- + 8í + 3)
F I G U R A 10.47
Séptimo paso de la reducción del diagrama
de bloques.
Hi(í)
(10.102)
1 +Hi(5)H2(í)
sjs + 8)
H(.) = (10.103)
'2 + 8 í -F 3
'Vi
A{s) = 1 + J2 T,(í)T,(í)+ J2 T,(5)Ty(í)T,(í) + (10.104)
el lazq ¡'-ésimo y los lazos ¡-ésimo,
el lazo j-ésimo no 7-ésimo y Á:-ésimo no
comparten una señal comparten una señal
E P,(í) A,(í)
;= 1
H(.) = (10.105)
Ais)
10 1
Pi(í) = — P2(S) = (10.106)
s s + 3
586 y h a y un lazo de r e t r o a l i m e n t a c i ó n . P o r c o n s i g u i e n t e , N^^ 2y Nj^= 1. E n t o n c e s
C A P Í T U L O 10 1 3 3
A.-.£ 5 s 06 ,a Ais) = 1+ = 1+ . (10.107)
hansíomiada de Lapiace Í Í + 8 Í ( 5 + 8)
de señales y sistemas
Puesto que el lazo de retroalimentación comparte u n a señal con a m b a s trayectorias, A^(s) = ¿^2'^s) = 1 y
H(.) = h = + + (10.108)
Ais) l+{3/isis + m
o, d e s p u é s de la simplificación,
^ ins + 30)/sis + 3) ^ (^ + 8 ) ( l l . + 3 0 )
(í2 + 8í + 3 ) / í ( í + 8) is + 3)is'+ Ss + 3)
q u e es el m i s m o r e s u l t a d o o b t e n i d o c o n el p r o c e s o d e r e d u c c i ó n del d i a g r a m a de b l o q u e s .
L a r e d u c c i ó n del d i a g r a m a de b l o q u e s t a m b i é n p u e d e realizarse u t i l i z a n d o l a caja de h e r r a m i e n -
tas de control de M A T L A B . C u a n d o d o s sistemas se c o n e c t a n en cascada, sus funciones de transfe-
r e n c i a se m u l t i p l i c a n y eso se realiza c o n el o p e r a d o r d e s o b r e c a r g a * o el c o m a n d o s e r i e s . C u a n d o
d o s s i s t e m a s se c o n e c t a n en p a r a l e l o , se s u m a n sus funciones de transferencia y eso se lleva a c a b o
c o n el o p e r a d o r de s o b r e c a r g a -1- o el c o m a n d o p a r a l l e l . C u a n d o dos sistemas se c o n e c t a n en u n
arreglo de r e t r o a l i m e n t a c i ó n (con la s u p o s i c i ó n de r e t r o a l i m e n t a c i ó n n e g a t i v a q u e se usa e n este li-
bro), sus funciones de transferencia p u e d e n c o m b i n a r s e c o n el c o m a n d o f e e d b a c k . L a sintaxis del
c o m a n d o f e e d b a c k es
sys = feedback(sysl,sys2)
Transfer function:
s
3-^2 + 3 s + 2
»H2
Transfer function:
1
»H
Transfer function:
s'^2
s^3 + 3 s'^2 + 3 s
Observe que la descripción del último sistema, aunque correcta, no es la mejor forma porque el numerador
y el d e n o m i n a d o r p o d r í a n dividirse a m b o s entre 5 para simplificar la expresión. El c o m a n d o m i n r e a l
(realización m í n i m a ) en la caja de h e r r a m i e n t a s de control de M A T L A B lleva a c a b o dicha operación.
»minreal(H)
Transfer function:
3
s'^2 + 3 3 + 3
ElEMPl O 1 0 . 3 587
10.6 Reducción de
diagramas de bloques
Encuentre la función de transferencia del sistema de la figura 10.48 mediante la reducción del diagrama de blo-
y el teorema de Masón
ques y el teorema de Masón.
• Solución
Reducción del diagrama de bloques: es posible mover el punto de desprendimiento correspondiente al bloque
s/{s + 1) hacia la derecha, más allá del segundo bloque 1/5 (figura 10.49). Después puede reducirse el lazo de
retroalimentación interior que incluye a 6 / ( i -I- 2) en un solo bloque (figura 10.50). Es viable combinar algunos
bloques en cascada (figura 10.51) y luego reducir el lazo de retroalimentación restante en un solo bloque (figura
10.52). Por tíltimo, se combinan los dos bloques en paralelo en un solo bloque (figura 10.53).
Teorema de Masan: hay dos trayectorias desde la entrada hasta la salida.
1 6
Ti(í) = T2(í) = (10.111)
s + 1 sis + 2)
Estos dos lazos de retroalimentación comparten una señal comirn. Entonces, de acuerdo con el teoreina de Masón,
1 6
(10.112)
A(s) = 1 + s + \r + sis + 2)
10 10
6
2
1 i + 2 .V +
s + 1 s + 1
F I G U R A 10.48 F I G U R A 10.49
Un sistema. Primer paso de la reducción del diagrama de bloques.
10 10
.; + 2 l ^ s + 2
Xis)- Yis) Xis)- Yis)
s^ + 2í + 6
->
1
.s + 1 i +1
F I G U R A 10.50 F I G U R A 10.51
Segundo paso de la reducción del diagrama de bloques. Tercer paso de la reducción del diagrama de bloques.
10
F I G U R A 10.52 F I G U R A 10.53
Cuarto paso de la reducción del diagrama de bloques. IJltimo paso de la reducción del diagrama de bloques.
C A P I T U L O 10 A,(í) = A(i) y A2(í)=l. (10.113)
Análisis de la
transformada de Laplace Entonces la función de transferencia es
de señales y sistemas
^ 10[1 + ( l / ( ^ + D) + {6/s{s + 2 ) ) ] + a/s^)
= 10 + (10.114)
l + ( l / ( í + l ) ) + (6A(í + 2 ) ) l + ( l / ( í + l)) + ( 6 A ( í + 2 ) )
o, después de la simplificación,
(^ + l ) ( ^ + 2)
H(s) = 10- (10.115)
+ 4^2 + lOí + 6 ) '
N(J)
U(s) = (10.116)
D(5)'
(10.117)
N(í)
Y(.) = H _ i ( í ) = (10.118)
Y(s) = + —, (10.119)
D{s) s
Y ( . ) = ^ + ^ (10.120)
Dis) s
tiene dos términos. E l p r i m e r t é r m i n o tiene p o l o s que son idénticos a los del sistema, y el s e g u n d o tie-
n e u n p o l o en la m i s m a p o s i c i ó n q u e la transformada de L a p l a c e de la excitación de e s c a l ó n unitario.
E s posible generalizar este resultado p a r a u n a excitación arbitraria. Si la t r a n s f o r m a d a d e Lapla-
ce de la excitación es
N,-(5)
X(s) = (10.121)
entonces la t r a n s f o r m a d a de L a p l a c e d e la respuesta del sistema es 589
E(s) = (10.123)
l-is/p)
A/p A A
Y(5) = H _ i ( í ) = (10.124)
{l-(s/p))s l-is/p) s s s - p
Si se aplica la t r a n s f o r m a d a de L a p l a c e inversa,
1
(10.126)
P'
Aíúl
H(í) = CÜQ > 0. (10.127)
S^ + lliüQS
[^1
-4 ++
-2 12 3 4
i I
-3
i
-1
i I I I I > o
12 3 4
F I G U R A 10.54
Respuestas de un sistema de primer orden a una excitación de escalón unitario
y los correspondientes diagramas de ceros y polos.
590 E s t a f o r m a d e u n a función de transferencia de s i s t e m a de s e g u n d o o r d e n tiene tres p a r á m e t r o s , la ga-
C A P Í T U L O 10 n a n c i a de baja frecuencia A, el factor de a m o r t i g u a m i e n t o C y la frecuencia r e s o n a n t e en radianes sub-
A-áiisis de la a m o r t i g u a d a COQ. L a f o r m a de la respuesta al e s c a l ó n unitario d e p e n d e de los valores de estos
:ransformada de Laplace p a r á m e t r o s . L a r e s p u e s t a de e s c a l ó n unitario del sistema es
de señales y sistemas
Acü5
Y(5) = H_,(í) =
+ 2l,tí>os +
(10.128)
'l_ ^ 1 / 2 ( ^ 2 - 1 + ^ 7 ^ ^ ) ^ \ / 2 { e - \ - l ^ í ^ y
Yis) = A (10.129)
L a r e s p u e s t a en el d o m i n i o del t i e m p o es e n t o n c e s
-»„(í+v^)'
y(0 = A u(í). (10.130)
+ + 1
2 { V - - í + 'íVV^) 2 { V - - \ - í V í ^ ^
±Wo 1
Yis) = A
(j-± cúo)' Í Í M O J '
(10.132)
y la r e s p u e s t a en el d o m i n i o del t i e m p o c o r r e s p o n d e a
1 - (1 + ü ) o r ) e - ™ ' " í = 1
y ( 0 = A [ l - ( 1 ± (ooí)e^""']u(í) - Au(r) (10.133)
l-(l-tóof)e+"°'
^-wo(t+V£--')'
y(í) = h_i(r) = A
+ + 1 u(í), (10.134)
(I F I G U R A 10.55
Respuestas de un sistema de se-
gundo orden a un escalón unitario
y los diagramas de polos y ceros
correspondientes.
y(f) = h_i(r)
CÜQ = 1
«o = 0-5 (Oo = 0.2
F I G U R A 10.56
Respuesta de un sistema de se-
gundo orden para tres valores
diferentes de coq y los diagra-
mas de polos y ceros corres-
pondientes.
592 RESPUESTA A U N A SENOIDE APLICADA D E MANERA REPENTINA
A continuación se e x a m i n a la respuesta de u n sistema a otro tipo estándar d e excitación: una senoide ajal-
eada de m a n e r a repentina. D e nuevo considere q u e la función d e transferencia del sistema es de la f o n n a
N(^)
H(s) = (10.135.
Nis)
Yis) = (10.136.
Dis)s^ + oi¡'
Ni(s) 1
, ' J H ( j c ü o ) + H'(jcüo)] + J H ( j c o o ) - H*(jü)o)] [ (10.138i
Ni(í) 5 tón
Y(í) = D(5) + R e ( H ( j ( o o ) ) ^^ - Im(H(7«o))^^
5^ + Wñ
Ni(^)
y ( 0 = JO - 1 + [ R e ( H ( j w o ) ) cos(woO - I m ( H ( j W Q ) ) sen(woO] u ( í ) (10.139)
D(5)
o, m e d i a n t e R e ( A ) c o s ( w o r ) - I m ( A ) sen((üoí) = |A|COS(CL)O? + ¿ A ) ,
Ni(£)
yit) = c-I D(s)
|H(jwo)|cos(wof + ZH(jcüo))u(0. (10.140)
Si el sistema es estable, las raíces de Dis) están todas e n el s e m i p l a n o izquierdo abierto y la transfor-
m a d a d e L a p l a c e inversa de N^{s)/(Dis), la r e s p u e s t a transitoria, d i s m i n u y e hasta cero c u a n d o el tiem-
p o t tiende a infinito. P o r lo tanto, la r e s p u e s t a d e estado estable q u e persiste d e s p u é s d e q u e la
r e s p u e s t a transistoria se h a e x t i n g u i d o es u n a senoide d e la m i s m a frecuencia q u e la excitación y c o n
u n a amplitud y fase d e t e r m i n a d a s por la función d e transferencia e v a l u a d a en Í = J ' C O Q . L a respuesta
de e s t a d o estable es e x a c t a m e n t e la m i s m a q u e se o b t o v o m e d i a n t e los m é t o d o s d e Fourier p u e s esto
s u p o n e q u e la excitación es u n a v e r d a d e r a senoide, n o u n a s e n o i d e aplicada de manera repentina, y,
p o r c o n s i g u i e n t e , n o h a y r e s p u e s t a transitoria en la solución.
E,JE.\IPLO 10.4
10 í
Y(j) =
5 -h 10 í2 + (4TT)2
-0.388 i cüo
Y(s) = + Re(H(j4^)) - Im(H(y4^)) —
s + 10 í2 + (4TT)2
FIGURA 10.57
(10 142) Excitación y respuesta de un sistema de primer orden ex-
citado mediante un coseno aplicado de manera repentina.
/-0.388
y(í) = + | / / ( J 4 T T ) | COS(4TTÍ + ¿H{J4TI)) U(Í) (10.143)
W + 10
10
y(0 = -0.388í'""" + cos(4Trí - ¿(j4-n + 10)) U ( Í )
J4TT + 10
Esta respuesta se ilustra en la figura 10.57. Al observar la gráfica se ve que la respuesta parece alcanzar el esta-
do estable en menos de Is. Esto resulta razonable dado que la respuesta transitoria tiene una constante de tiem-
po de una décima de segundo. Después de que la respuesta alcanza el estado estable, su amplitud es casi 62 por
ciento de la amplitud de excitación y su fase se recorre de manera que está retrasada con respecto a la excitación
en casi un desplazamiento de fase de 52° que es equivalente a un retraso en el tiempo de 72 ms.
Si se resuelve con respecto a la respuesta del sistema utilizando métodos de Fourier, se escribe la función de
transferencia como
10
H(» = - (10.144)
jcü -I- 10
Si se hace que la excitación del sistema sea un coseno (no un coseno aplicado repentinamente), ésta es
x(f) = COS(4TTÍ)
(10.145)
> su TFTC es
10 [8(w - 4 - 7 7 ) -I- 8(cü -I- 4-17)1 + 74-77 [8(OJ + 4-77) - 8(CÜ - 4-77)]
Y(7üj) = 10-77
16-77- -I- 100
. utilizando
Ésta es exactamente igual que la parte de la respuesta de estado estable de la solución anterior, la cual se deter-
minó utilizando transformadas de Laplace, después de que se había extinguido la respuesta transitoria. _
w 594 10.8 DIAGRAMAS DE POLOS-CEROS Y CÁLCULO
GRÁFICO DE LA RESPUESTA EN FRECUENCIA
Sea g(í) una función en el d o m i n i o del t i e m p o c u y a transformada de Laplace tiene todos sus polos en el
semiplano izquierdo abierto. C o n s i d e r e q u e la transformada d e L a p l a c e d e g(r) es G(í). E n t o n c e s la trans-
formada de Fourier d e g(f) es G(joii). L a transformada de Laplace de la respuesta al i m p u l s o h(f) d e u n
sistema L I T es la función de transferencia de frecuencia compleja His) y la transformada de Fourier es
la función de transferencia de frecuencia real H ( j ü ) ) . L a variación de H ( j w) con la frecuencia en radia-
nes cü t a m b i é n recibe el n o m b r e de respuesta en frecuencia del sistema. Por lo tanto, la respuesta e n fre-
cuencia de un sistema estable p u e d e obtenerse directamente de la función de transferencia en el d o m i n i o
de Laplace dejando que s sea j(x>. Si se prefiere la forma de la frecuencia cíclica, s i m p l e m e n t e es
N(5)
His) - (10.152)
D{s)'
iS-Zl)iS-Z2)---iS-ZN)
His) = A (10.153)
is - pi)is - pi) •• - is - Pd)
His) = (10.1551
s + 3
F I G U R A 10.58
Diagrama de polos y ceros para E s t a función d e transferencia tiene u n cero en j = O y un p o l o e n Í = —3 (figura 10.58».
H(í) = jfj. A l c o n v e r t i r la función de transferencia e n u n a r e s p u e s t a e n frecuencia.
H(jco) = 3 - (10.1561
JCÜ
IjcoI
| H ( » | = 3 (II
ljw + 3|
TT IT
(10.160)
lím Z H ( / a ) ) = l í m Z/oa - l í m Z ( / C Ü + 3) = O = —.
TT TT
l í m Z H ( ; c ü ) = lím ¿JM - lím Z ( j w - | - 3 ) = 0 = . (10.162)
m->o- M^o- ü)-»0" 2 2
TT TT
lím ZH(jcú) = lím Zj'co - lím ¿(jcú + 3) 0. (10.164)
9 2
s- + 2s + n
(10.167)
s'- + 4s + 104
|H(7(o)|
CMPfnJLOlO
Anáfesisdeia
transformada de Laplace
de señales y sistemas
Fase de H(;io)
TT
F I G U R A 10.60 2 -
• Solución
La fase de la respuesta en frecuencia a cualquier frecuencia particular es la suma de los ángulos del vector del
numerador menos la suma de los ángulos del vector del denominador,
ZH(;(ü) = ¿ijiü + 1 - j4) + ¿ijw + 1 -f- j4) - [¿(jco + 2- j\0) + ¿(jco + 2 + j\0)]. (10.173)
Esta función de transferencia no tiene polos o ceros sobre el eje w. Por consi-
guiente, su respuesta en frecuencia no es ni cero ni infinita a ninguna frecuen-
cia real. Sin embargo, los polos y ceros están cerca del eje w y, debido a esa
|H(»|
proximidad, influyen fuertemente en la respuesta en frecuencia de las frecuen-
cias reales cercanas a esos polos y ceros. Para una frecuencia real oj cerca del
2.2536 -
polo P j . el factor denominador jm + 2 — jlO se vuelve muy pequeño y eso ha-
ce que la magnitud total de la respuesta en frecuencia se vuelva muy grande.
De manera inversa, para una frecuencia real tü, cerca del cero Zj, el factor del
numerador J C Ü + 1 — j 4 se vuelve muy pequeño y también la magnitud total de
1 •'I !• - 1 -| 1—^ la respuesta en frecuencia. De tal modo, no sólo la magnitud de la respuesta en
-10 - 4 4 10 40 frecuencia va a cero en los ceros y a infinito en los polos, sino que se vuelve
HO) pequeña cerca de los ceros así como grande cerca de los polos.
Fase de La magnitud y la fase de la respuesta en frecuencia se ilustra en la fi-
gura 10.62. La respuesta en frecuencia puede granearse utilizando el co-
-40
mando b o d e , de la caja de herramientas de control de MATLAB, y los
diagramas de polos-ceros pueden graficarse utilizando el comando pzinap. ^
1" ———
- 110 - 41^ 1 1 1 *
-40 4 10 40
- I T - Al usar este concepto gráfico para interpretar las gráficas de polos-
1 ceros es posible, con la práctica, percibir de m a n e r a aproximada c ó m o se
F I G U R A 10.62 ve la respuesta en frecuencia. H a y un aspecto de la función de transferen-
Respuesta en frecuencia de la magnitud y la fase de un cia que n o es evidente en la gráfica de polos-ceros. L a ganancia A inde-
sistema cuya función de transferencia es H(5) = J+^+m- pendiente de la frecuencia no tiene efecto sobre la gráfica de polos-ceros
y, en consecuencia, n o p u e d e determinarse con sólo observarla. Sin embargo, todo el comportamiento di-
n á m i c o del sistema es determinable a partir de la gráfica de polos-ceros, hasta u n a constante de ganancia.
10.9 Filtros
O t r a f o r m a de ver la relación entre las localizaciones de p o l o s y ceros y la r e s p u e s t a en frecuen- Butterwortt)
cia consiste en graficar la m a g n i t u d de la función de transferencia c o m o u n a superficie sobre el p l a n o
s c o m p l e j o . P o r ejemplo, la función de transferencia
s^ + 2s + 17
(10.174)
s^ + 4s + 104
1
IHO)!^ = (10.175)
1 + (cü/w,)2«'
[z,p,k] = buttap(N) ;
devuelve los ceros finitos en el vector z, los polos finitos en el vector p y la ganancia en el escalar k pa-
ra el filtro pasabajas Butterworth de ganancia unitaria y orden n con u n a frecuencia de corte = 1.
ÍH(»|
-5 -4 -3 -2 -1
1
H(5) = (10.176)
1 10
H,o(s) = U(s) (10.177)
l + (s/W) s + \0
1
HHP(5) = H(5)|,_ (10.178)
\+il/s) s + 1
(10.179)
donde es la frecuencia d e corte positiva inferior del filtro p a s a b a n d a y es la frecuencia d e corte 599
positiva superior. P o r e j e m p l o , c o n s i d e r e q u e se v a a diseñar un filtro p a s a b a n d a d e g a n a n c i a u n i t a r i a .|o_.|q Transformaáones
d e p r i m e r o r d e n c o n u n a b a n d a d e p a s o d e s d e w = 100 a 2 0 0 (figura 10.66). en frecuencia
1
HBP(5) = H(í)l.- (10.180)
»(S2+A);.Ü)H)/S(MH-M¿) , 9 I \ I 1
S((£>H - Wi)
(10.182)
L a sintaxis p a r a l p 2 b p es
[numt,dent] = lp2bp(num,den,wO,bw)
»[z,p,k] = buttap(3) ;
»z
z =
»p
p =
-0.5000 O . 8660Í
-1.0000
-0.5000 0.8660Í
»k
k =
E s t e r e s u l t a d o i n d i c a q u e u n filtro B u t t e r w o r t h p a s a b a j a s n o r -
m a l i z a d o d e tercer o r d e n tiene la función d e t r a n s f e r e n c i a
1
HLP(5) = - 1 000
(s + l ) ( í + 0.5 + ; 0 . 8 6 6 ) ( 5 + 0.5 - ;0.866)
(10.183) F I G U R A 10.66
Respuesta en frecuencia de la magnitud de un filtro Butterworth
E s p o s i b l e c o n v e r t i r e s t o en u n c o c i e n t e d e p o l i n o m i o s u t i l i -
pasabanda de primer orden y ganancia unitaria.
z a n d o los c o m a n d o s d e o b j e t o del s i s t e m a d e M A T L A B .
»[num,den] = tfdata(zpk{z,p,k),'v') ;
»num
C A P Í T U L O 10
Análisis de la num =
transformada de Laplace
de señales y sistemas 0 0 0 1
»den
den =
1
HLP(5) = - (10.184)
í3 + + 2í + 1
»[numt,dent] = lp2bp(num,den,8,2) ;
»numt
numt =
Columns 1 through 4
Columns 5 through 7
»dent
dent =
l.Oe+05 *
Columns 1 through 4
»bpf = tf(numt,dent) ;
»bpf
Transfer function:
9 . 952e-10
s-"6 + 4 s"5 + 200 s^4 + 520 s'^B + 1.28e04 s^2 + 1.638e04 s + 2.621e05
[z,p,k] = cheblap(N,Rp) ;
[z,p,k] = cheb2ap(N,Rs) ;
[z,p,k] = ellipap(N,Rp,Rs) ;
[z,p,k] = besselap{N) ;
d o n d e N = o r d e n del filtro
Rp = rizo p e r m i s i b l e en la b a n d a de p a s o , d B
R s = rizo p e r m i s i b l e en la b a n d a de supresión, d B
H = freqs(num,den,w) ;
E,iE.\íPL<) 10.6
Utilice MATLAB para diseñar un filtro Butterworth pasabajas normalizado de cuarto orden, transfórmelo en un
filtro supresor de banda desnormalizado con frecuencias de corte de 55 y 65 Hz y luego compare su respuesta en
frecuencia con un filtro supresor de banda Chebychev de tipo 1 del mismo orden y frecuencias de corte y con rizo
permisible en la banda de paso de 0.3 dB.
• Solución
% Diseño Butterworth
% Se d i s e ñ a u n f i l t r o p a s a b a j a s B u t t e r w o r t h de c u a r t o o r d e n n o r m a l i z a d o y
% se a s i g n a n l o s c e r o s , p o l o s y l a g a n a n c i a en zb, pb y k b .
[zb,pb,kb] = buttap(4) ;
% Se u s a n las h e r r a m i e n t a s d e MATLAB p a r a o b t e n e r l o s v e c t o r e s de coefi-
% cientes del n u m e r a d o r y d e l d e n o m i n a d o r , numb y d e n b .
|H(j2T7/)| Chebyshev [ n u t n b , d e n b ] = t f d a t a ( z p k ( z b . p b , kb) , ' v ' ) ;
% Se f i j a l a f r e c u e n c i a c e n t r a l c í c l i c a y e l a r . c h :
% de banda y luego l a f r e c u e n c i a c e n t r a l en radiar.es
% y e l ancho de banda c o r r e s p o n d i e n t e s .
fO = 60 ; fbw = 10 ; wO = 2 * p i * f 0 ; wbw = 2*pi*fbv.- ;
% S e d e s n o r m a l i z a e l f i l t r o B u t t e r w o r t h p a s a b a j a s a:z
% un B u t t e r w o r t h
% s u p r e s o r de banda con una s u p r e s i ó n de banda e n r r e
% 55 y 65 H z .
[numbsb,denbsb] = lp2bs(numb,denb,wO,wbw) ;
% Se c r e a u n v e c t o r de f r e c u e n c i a s c í c l i c a s p a r a
% u t i l i z a r s e en l a
% g r a f i c a c i ó n de l a r e s p u e s t a en f r e c u e n c i a d e l
% f i l t r o . Luego se c r e a un
% v e c t o r de f r e c u e n c i a en r a d i a n e s c o r r e s p o n d i e n t e y
F I G U R A 10.67 % se c a l c u l a l a r e s p u e s t a
Comparación de las respuestas en frecuencia de % en f r e c u e n c i a .
la magnitud Butterworth y Chebyshev. w b s b = 2 * p i * [ 4 0 : O . 2 : 8 0 ] ' ; Hbsb =
freqs(numbsb,denbsb,wbsb) ;
% Diseño Chebyshev
% Se d i s e ñ a u n f i l t r o p a s a b a j a s C h e b y s h e v d e t i p o u n o d e c u a r t o o r d e n y
% n o r m a l i z a d o y se a s i g n a n l o s c e r o s , p o l o s y g a n a n c i a s en zc, pe y k c .
[ z c , p c , k c ] = c h e b l a p ( 4 , O . 3) ; wc = wb ,-
% S e u s a n l a s h e r r a m i e n t a s d e l s i s t e m a d e MATLAB p a r a o b t e n e r l o s v e c t o r e í
% d e c o e f i c i e n t e s d e l n u m e r a d o r y e l d e n o m i n a d o r , numc y d e n c .
[ n u m c , d e n c ] = t f d a t a ( z p k ( z c , p c , k c , ' v ' ,-
% Se d e s n o r m a l i z a e l f i l t r o C h e b y s h e v p a s a b a j a s e n
% uno C h e b y s h e v s u p r e s o r de b a n d a con u n a s u p r e s i ó n
% d e b a n d a e n t r e 5 5 y 65 H z .
[numbsc,denbsc] = lp2bs(numc,denc,wO,wbw) ;
% Se u s a e l mismo v e c t o r de f r e c u e n c i a en r a d i a n e s
% que se empleó en e l d i s e ñ o B u t t e r w o r t h y se
% c a l c u l a r e s p u e s t a en f r e c u e n c i a d e l f i l t r o s u p r e s o r
% de banda Chebyshev.
wbs = wbsb ; H b s c = f r e q s ( n u m b s c , d e n b s c , w b s c ) ;
La magnitud de las respuestas en frecuencia se comparan en la figura 10.67. Observe que el filtro Butter-
worth es monotónico en las bandas de paso mientras que el de Chebyshev no lo es, aunque este último tiene ur.¿
pendiente más pronunciada en la transición entre la banda de paso y las bandas de supresión, así como una ate-
nuación supresora de banda un poco mejor _
k=0
Yi(^) 1
H,(5) = (10.187)
X{s) • a]S + ao
Y(s)
H2(s) = - Y z = bNs'' + bN-is"-' + --- + biS+bo (10.188)
S — Z\ S — Z2 S — Zj\ 1 1 1
Uis) = A- (10.193)
s - pi s - p2 s - pn s - pn+1 S - pn+2 S - pd
"V~l
«2
F I G U R A 10.69
Reaüzación de Hj(i).
eo4
CAPmJLO 10
Análisis de la
transfonnada de Laplace
de señales y sistemas
h tí
4- Y(í)
X(s)- Y,(s)
• O .
F I G U R A 10.70
Realización completa del sistema canónico.
Hi.(í) = (10.194)
í - Pk
Hi2(s) s - Pk
s + bo
Ukis) = (10.195)
s- + ais + ao
Pk
1
- Ykis) Xi.(s) -
r
-pk
F I G U R A 10.71
Realización canónica de un solo subsistema en la realización en cascada.
-P2 -PD-1 -PD
F I G U R A 10.72
Realización del sistema en cascada completo.
X(5) + ) ^ Y(í)
F I G U R A 10.73
Subsistema de segundo orden en forma estándar.
K2
H(5) =
+ + ••• + (10.196)
S — p\ S — P2 s - PD
X{s)-
(figura 10.74).
C u a n d o los sistemas se s i m u l a n m e d i a n t e m é t o d o s c o m p u - -P2
tacionales, la forma de la realización del sistema tiene u n efecto
en la precisión, y a veces en la estabilidad, d e la realización. H a -
b l a n d o en t é r m i n o s generales, las realizaciones en c a s c a d a y en
paralelo son m e n o s sensibles a errores de r e d o n d e o en los cálcu-
los efectuados e n la s i m u l a c i ó n q u e en la realización c a n ó n i c a . E s - • Y(í)
to se d e b e b á s i c a m e n t e a q u e los cálculos en las realizaciones en
c a s c a d a y en paralelo se e n c u e n t r a n m á s localizados, p o r lo q u e -PD
P a r a introducir las técnicas del análisis del espacio de estados se e m p e z a r á aplicándolas a un sis-
t e m a m u y simple: un circuito RLC en paralelo (figura 10.75). C o n s i d e r e q u e la excitación se d e s i g n a
c o m o la corriente en el puerto de entrada i^^it) y q u e las respuestas se designan c o m o el voltaje en el
p u e r t o de salida y^J.t) y la corriente a través del resistor i^(í). Al s u m a r las corrientes q u e salen y en-
tran del n o d o superior, se obtiene
1
Vsal(0 (10.199)
c c c
Vsal(0 O 1
i«(0 o G vc(í) + [Íen(0] . (10.203)
q'(í) = A q ( 0 + B x ( r ) (10.204)
d o n d e , en este c a s o .
íl(0
q(r) =
vc(0 i¿(r)
O 1/L
A =
-d/C) -(G/C)
O 1
B = c
1/C
Ve (O
X(í) = [ien(0] ient(í) • • Vsal(0
C A P Í T U L O 10
VsalCO = vector de respuestas
Análisis de la y(0 =
transformada de Laplace
de señales y sistemas
1
c =
G
D =
Algunos autores usan el símbolo x para representar el vector de las variables de estado en lugar del sím-
bolo q. Esto podna resultar confuso pues, en todo el material previo, se ha usado de manera consistente
(como lo hacen otros autores) x(f) para representar una excitación. Algunos autores prefieren u para repre-
sentar el vector de excitaciones en vez de x. Además, en el material anterior se utilizó (igual que muchos
autores) u(/) para representar la función escalón unitario. De tal modo, aun cuando u está en negritas y u(r)
no, debe ser menos confuso utilizar x como la excitación en vez de u, especialmente porque x(r) se ha uti-
lizado hasta ahora para representar una excitación en un sistema de una entrada.
Es posible resolver Q{s) de esta ecuación multiplicando a m b o s lados por [ Í I - A ] " ^ lo q u e produce
L a matriz [si — A ] " ' se designa c o n v e n c i o n a l m e n t e por m e d i o del s í m b o l o ^(s). M e d i a n t e esa nota-
ción (10.209) se v u e l v e
respuesta de respuesta de
estado cero entrada cero
d o n d e <^{t) ^ • ( i ) y c|>(í) recibe el n o m b r e de matriz de transición de estado, q u e tiene su ori- 609
gen en el h e c h o de q u e u n a vez que se c o n o c e n el estado y las excitaciones iniciales, ^{t) es lo q u e per- .|o_.|3 análisis de
m i t e calcular el estado en cualquier t i e m p o futuro. E n otras palabras, ¡^(t) p e r m i t e calcular la f o r m a señales y sistemas en
en q u e el sistema realiza u n a transición d e un e s t a d o a otro. e/ espacio de estados
Se aplicará ahora este m é t o d o al ejemplo. L a s matrices en la e c u a c i ó n de estado son
i(f) = A u ( í ) , (10.213)
sea la c o n d i c i ó n inicial
-1-1
s -(1/L)
$ ( í ) = (si - A)"' =
1/C s + iG/C)
-iT
s + iG/C) -(1/C) s + (G/C) 1/L
1/L í -d/C) 5
(10.215)
s^ + iG/C)s + (1/LC) s'- + iG/C)s + (1/LC)
S + iG/C) 1/L
-(1/C) i
(10.216)
+ i2 + iG/C)s + (1/LC)
l/sLC 1/L
1/C + 5
Qis) = -i
s^ + iG/C)s + il/LC)
1 1
sLC{s^ + {G/C)s + il/LC)) ^ L{s^ + iG/C)s + (1/LC))
(10.217)
1 5
Cis^ + {G/C)s + (1/LC)) + s^ + iG/C)s + (1/LC)
0.277 0.723
5 + 2.62 ' 5 + 0 . 3 8 2
Q{s) = (10.220)
0.723 0.277
5 + 2.62 • '+5 + 0.382
A p l i c a n d o la t r a n s f o r m a d a de L a p l a c e inversa,
1 - 0.277e-2.62r _ o.723e-0-^**2,
q(0 = 0.723e-«-3«2, + o . 2 7 7 e - 2 « ' u(r). (10.221)
y(t) =
'o 1 ' "o" "o r 1 - 0.277e-2-62r_ 0.723
u(í) (10.222)
_0_ X =
q + 0 . 7 2 3 e - 0 - 3 8 2 ' + 0 . 2 7 7 e-2.62r
0 G 0 3_
0.723e-0-3'^2, ^ o.277e-2.62r
y(í) = 2.169^-0-^^2/ ^ 0 ^ 8 3 1 g-2.62, u(f). (10.223)
E n t o n c e s la r e s p u e s t a Y{s) es
y la e c u a c i ó n de salida c o r r e s p o n d e r í a a
Vsal(0 ^ 1/G
i«(í) 1
+ [len(r)] . (10.231)
A l r e s o l v e r p a r a las variables d e e s t a d o se e n c u e n t r a q u e
s -(G/C)
.?-|-(G/C) G/C
-i-i Ll/LG s + {G/C)j
4>{s) = [ s í - A ] - ' = (10.232)
-(1/LG) s s- + (G/C)s + {l/LC)'
E s i m p o r t a n t e notar a q u í q u e el d e t e r m i n a n t e s i — A es e x a c t a m e n t e igual q u e el c o r r e s p o n d i e n t e al
p r i m e r conjunto d e variables d e e s t a d o . Es p o s i b l e d e m o s t r a r q u e lo anterior es p o r lo g e n e r a l cierto.
E s t o es, el d e t e r m i n a n t e s í - A es i n d e p e n d i e n t e de la e l e c c i ó n d e las variables d e e s t a d o . L a m a t r i z
A c a m b i a p e r o el d e t e r m i n a n t e s i — A | n o . P o r lo tanto, el d e t e r m i n a n t e s i — A está i n d i c a n d o algo
f u n d a m e n t a l acerca del s i s t e m a m i s m o y n o c u a l q u i e r e l e c c i ó n particular d e la f o r m a en q u e se anali-
za el sistema. R e c u e r d e q u e al resolver sistemas de e c u a c i o n e s diferenciales, el d e t e r m i n a n t e Al — A
fue l l a m a d o la ecuación característica, p o r q u e caracteriza al s i s t e m a d e e c u a c i o n e s diferenciales y es
i n d e p e n d i e n t e del m é t o d o e l e g i d o p a r a resolverlas. L a s e c u a c i o n e s de e s t a d o son sistemas de e c u a c i o -
nes diferenciales q u e d e s c r i b e n s i s t e m a s . P o r lo tanto, la i n v a r i a n c i a de s i — A en la s o l u c i ó n de las
e c u a c i o n e s de e s t a d o d e b e e s p e r a r s e a partir d e la i n v a r i a n c i a de Al — A en la solución d e sistemas
d e e c u a c i o n e s diferenciales.
E s p o s i b l e t r a n s f o r m a r c u a l q u i e r c o n j u n t o d e variables de estado en otro m e d i a n t e u n a transfor-
m a c i ó n lineal. S u p ó n g a s e q u e se está u t i l i z a n d o u n v e c t o r de variable d e e s t a d o q,(í) y se d e c i d e usar
otro qnit), el cual se r e l a c i o n a c o n qj(f) por m e d i o de
q;(r) = T q ; ( 0 = T ( A i q i ( 0 + B i x ( r ) ) = T A i q i ( r ) + T B , x ( r ) . (10.234)
(10.237)
Al t o m a r el d e t e r m i n a n t e e n a m b o s lados d e ( 1 0 . 2 3 7 ) ,
L o s d e t e r m i n a n t e s s o n e s c a l a r e s ; p o r lo tanto, la m u l t i p l i c a c i ó n d e d e t e r m i n a n t e s es c o n m u t a t i v a y
asociativa y
y, p o r ú l t i m o .
• « 1 1 O O
O a-)-} O
A = (10.242)
Lo o • • • fl,v,v J
d o n d e N es el o r d e n del sistema. E n t o n c e s el d e t e r m i n a n t e I Í I — A es
O o
0 o
A = A = (10.244)
Lo o XVJ
P o s m u l t i p l i c a n d o a m b o s lados p o r T,
A T = TA. (10.246)
y d e s p u é s , si se e m p l e a ( 1 0 . 2 4 7 ) , se o b t i e n e
o simplemente
O O qÁt)
O X2 o qiit)
= + Bx(í) (10.250)
o o L<?w(í)J
_q'N(t)_
sys = ss(A,B,C,D) ;
d o n d e A , B , C y D son las m a t r i c e s d e la r e p r e s e n t a c i ó n del e s p a c i o de e s t a d o s del m i s m o n o m b r e .
L a función s s d a t a e x t r a e m a t r i c e s del e s p a c i o d e estado a partir de u n a d e s c r i p c i ó n del s i s t e m a d e
u n a m a n e r a a n á l o g a a z p k d a t a y t f d a t a . L a función s s 2 s s t r a n s f o r m a u n m o d e l o del e s p a c i o d e
e s t a d o s e n otro. L a sintaxis es
sys = ss2ss(sys,T) ;
d o n d e T es la matriz d e t r a n s f o r m a c i ó n .
C A P Í T U L O 10 R^
Análisis de la
transformada de Laplace
de señales y sistemas • «2 V„(í)
-AAAr-
-AAA-- -0 +
c) E x c i t a c i ó n : v^(0 R e s p u e s t a : i¡(r)
-AAV
' iiíí)
Respuestas:
.2 + , -
1
1 I 1 \ 1
s^ + s l -—- + —— + —— +
,R2C2 R2C1 RiCiJ R1R2C1C2
R2 1
RiLC 2 , 1 R2\ R-. + R1
RiC L J RiLC
R1C1C2 , , 1 1 \ 1
s- + s
\R2C2 R\CJ + R1R2C1C2
' -
x(r) r - 1
I tay í • y(í)
b)
x(í)- - 1 -y(f)
I - 1 0
Respuestas:
100 80
a) H(5) b) H(5)
5 + 200 5 - 4
6 155
c) H(5) d) H(5)
5(5 + 1) 52 + 45 + 4
5 - 10 52 + 4
e) H(5) = 3 /) H(5) = y
52 + 45 + 29 52 - 4 5 + 29
1 10
g) H(5) h) H(5)
52 + 64 53 + 452 + 295
Respuestas:
b) s +1
s- + 2s + n
x(í)- • yit)
1
s + 10
s
x(f) 1( yit)
/ +s + 5
r
d)
x(í)- 20í -^y(r)
+ 200.S + 290 000
1
s + 400
Respuestas:
52 + 4005 52+^5 + f
20
s-"* + 6 0 0 s 2 + 3 7 0 OOO5 + 1.16 X 1 0 ^ ' 5 ^ + 12s2 + 3 3 5 + 1 3 0 '
.2
10-
'4 + 653 + 1352 + 125 + 4 ' 52 + 25 + 5
O.I
F I G U R A E5
Respuestas:
5, -1.111, -00, 0.909, 10, 10
CAPITULO 10
A.nal»sis de la 6. E n el sistema r e t r o a l i m e n t a d o q u e se p r e s e n t a en la figura E 6 , grafique la respuesta del sistema
transformada de Laplace
a u n escalón unitario, en el intervalo de t i e m p o O < ? < 10, y escriba d e s p u é s la e x p r e s i ó n pa-
de señales y sistemas
ra la función de transferencia total del sistema y dibuje un d i a g r a m a p o l o s y ceros, p a r a los si-
guientes valores de K.
a) K = 20 b) K = 10
c) K = l d) K = -1
e) K = -10 f) K = -2i
Respuestas:
h_|(í) h_,(f)
1 '
-3 3 -3
X 4-
—l-^r -8-77- - 3 2 000 -Sirf
-1 10
h_,(r) h_|(f)
r 8 000-t Stt-Í-
- \ >
-3 1 * -1 -3
: 3
- 8 000 + -100 +
t0 h.,(í)
8tt-
\ y. 10
1 1 1
í X 1 * -3 i
-3 l ^
-8tt- -H-T -2 + -8iT +
-1 10
Respuesta:
K<A,
K=0
h_,(/)
3 000-í-
-1
h-,(')
-+-
---0.5
0.25 4-
X(í)- K Yis)
X{.v) - 1
- 4s -I- 4
Retraso de tiempo Ks
de un segundo
FIGURA E 6 FIGURA E 7
100
X(5)- Yis)
+ 2s + 26
10
J + 20
F I G U R A E8
Respuestas:
Trayectoria directa
h,(0 + 5
20Í.
-1
-0.5
-20 + :+-5
Sistema completo
H(s)
h(/) 8.29
30Í -22.12
<-o—
-I-
-0.5 WWWWWl -t -20
-8.29 +
-0.0612
-30 +
s^ + 3s + 10
s^ + 2^4 + 10^3 + 4s2 + 8s 20 •
Respuesta:
Inestable
10. M e d i a n t e la p r u e b a de estabilidad de R o u t h - H u r w i t z , evalúe la estabilidad del s i s t e m a c u y a fun-
ción de transferencia es de la f o r m a general
Nis)
Uis) =
s^ + ajs- + a\s + ao
Respuesta:
K
a) Tis) =
(s + 3)(5-f8)
Ks
b) T(5) =
is + 3)is + 8)
Ks-
c) T(s) =
(5 + 3)(s + 8)
K
d) Tis) =
(s + l)(s2 + 4s + 8)
-3 -8-3 -1
Respuestas:
9 0 ° , infinito
13. Grafique las respuestas al escalón unitario y a la rampa de sistemas retroalimentados de ganancia
unitaria con las siguientes funciones de transferencia de trayectoria directa.
100 100
a) Hi(s) =
- 10 s(s + 10)
100 20
c) Hi(5) = - d) Hi(í) =
s'-{s + 10) {s + 2){s + 6)
Zf{s)
ti yM) I
V„(s)
Z,(s) + Zfis)
1 ' 1
Z¡(s)
F I G U R A E12 Z¡(s) + Z/s)
Respuestas:
Respuesta a la rampa unitaria Respuesta al escalón unitario Respuesta al escalón unitario Respuesta a la rampa unitaria
h_,(r) h_,(f) h_|(t)
4 0.4
-+^t -40 +
Respuesta a la rampa unitaria Respuesta a la rampa unitaria Respuesta al escalón unitario Respuesta al e.scalón unitario
h_,(r) li-,(f)
Y{s)
-2 H 10
a) X(s)- Y(s) b) X(s)-
s + 3 s + 20 s + 1 s + 20
-20J s"(5- + 20s - 5)
Y(í) X(i)- • Y(í)
(.? + 3) + 20s + 10) (s + 1) ( r + 20J + 5)
15. D e t e r m i n e las respuestas de los sistemas c o n las siguientes funciones de transferencia a u n es-
calón unitario y a u n c o s e n o de 1 H z de a m p l i t u d unitaria aplicado de m a n e r a repentina. Deter-
m i n e t a m b i é n las respuestas a u n c o s e n o real de 1 H z de a m p l i t u d unitaria (no a p l i c a d o de
m a n e r a repentina) m e d i a n t e la T F T C y c o m p a r e con la parte de e s t a d o estable de la solución t o -
tal q u e se e n c o n t r ó con la t r a n s f o r m a d a de L a p l a c e .
a) H(s) = - b) H(5) =
s+l
.r + 2s •40
c) H(s) = d) H(s) =
s^ + 2s + 4 0
Respuestas:
seni 39r)
(Respuestas al escalón) [ 1 -j- 2 í 4- 20t^]u{t), ramp(í), u(t), e-'uit)
^39
16. Para cada diagrama de polos y ceros dibuje la m a g n i m d de la respuesta en frecuencia aproximada.
a) b)
- 2
C) d)
-3 -4
e)
10 + M
-10 +
Respuestas:
|H(/)|
0.5r
-20 20
620 |H(/)|
C A P Í T U L O 10 0.05-
Análisis de la
transformada de Laplace
de señales y sistemas
1 ]
1 2
—1
Respuesta:
1
s3 + 2^2 + 2s -t- 1
Respuesta:
1
+ 5.1265^ + 13.1371S6 + 21.8462^5 + 25.6884s4 + 21.8462s3 + 13.1371^2 + 5.126s + 1
Respuestas:
3.1 X 1 010,3
'"í
s6 + 6283^5 + 2.97 x l O V + 1 . 2 4 x W's^' + 2 . 9 3 x m^^s'- + 6.09 x lO^^s + 9 . 5 4 2 x 1026'
5s2
1 s + 3
a) H(5) = b) H(5) = 4
s + 10
Respuestas:
s+4
a) H{s) = b) H(s) =
s + 1 ( í + 2 ) ( í + 12)
20
c) H(í) =
s{s^ + 5s + 10)
Respuestas:
X(.sO • Yi(s)
12
X(.s) Y(5)
22. Dibuje d i a g r a m a s de sistemas en paralelo de los sistemas con las siguientes funciones de trans-
ferencia.
-12
a) H(s)
s^ + ?,s + 10
2s^
b) ms)
Respuestas:
R=IQÜ C=lKiF
+ 0 W r — ° +
Vc(f)
v,-(f) L = 1 mH Vi(0
F I G U R A E23
Circuito RLC.
C A P Í T U L O 10
Análisis de la "v'cW" o 1/C 'YCÍO' _l_ 0
transformada de Laplace -(1/L) -{R/L) .kit). . i / ¿ . v,(í).
de señales y sistemas
vc(0
vl(í)-[-1 -R + v/(r)
Íl(í)
Respuesta:
1
•vc(0" "0 - y 'vc(r)" _i_
c
1 R i/(0,
JDT) _
- L -
vc(0
v„(r) = [0 -R]
Íl(0
s{s -r 3)
Respuesta:
Respuesta:
q'i(0 o 1 o qi(í)
q2(0 -2 -8 1
q2(0 + 0 x(0, y(0 = [ i 0 0] q2(0
q3(0 q3(f) 1 _q3(0
0 0 0
Z. = 1 mH
í
vc(t)
J-
/? = 100 O
4
1
F I G U R A E24 F I G U R A E26
Circuito RLC. Un sistema.
Respuesta:
5Q,(S)
o 1 Qid)
Q2(í)
Xis), Y{s) = [l 0]
Qi(s)
Qiis),
-12 -3
28. U n sistema se describe m e d i a n t e la e c u a c i ó n diferencial
Respuesta:
q'i(0 o 1 qiW
Lq2(0j -7 -4 Lq2(0J + 10COS(200TTÍ)U(Í),
qi(0
y(0 = [i 0]
Lq2Wj
Respuesta:
5e-^' + 27e' - 10
u(í)
15e--^' + I5e' - 8
q'(0 = Aq(r)+Bx(r)
-1 -3 1 O 2 -3 1 O
donde A = , B = , c = y D =
2 -7 O 1 O 4 O O
Defina dos nuevos estados, en términos de los anteriores, para los cuales la matriz A es diagonal y
reescriba las e c u a c i o n e s de estado.
Respuestas:
0.8446 -0.5354
-0.3893 0.9211
q'i(í),
Respuesta:
y\{t) = - 4 y i ( r ) + - y 2 ( í ) + 6 x i ( í ) - 3x2(?) + x\{t),
y'iit) = 4 y i ( 0 - 4y2(í) - 4 x , ( 0 - 4 x 2 ( í )
EJERCICIOS SIN RESPUESTAS
C A P Í T U L O 10 32. Determine las funciones de trasferencia en el dominio s para los circuitos indicados y dibuje después
Análisis de la
los d i a g r a m a s d e b l o q u e p a r a los m i s m o s c o m o sistemas c o n excitación V - C Í ) y r e s p u e s t a y gis).
transformada de Laplace
de señales y sistemas
L = 5 mH
C = 1 |xF
R = l O k . Q R = 10 kO
W V + 0 W V
-o +
v,-(í)
v„(í)
v,(í) L = 5raHsi C = 1 ^F::^v„(f)
a) b)
R = 10 k P . í. = 5mH R = 10 k n R = lOkn
-^VvV— + 0 - — —WV—
c) d)
s(s + 2) s{s - 2)
a) ms) b) ms) = \ _
s- + ?> s-
c) ms) d) ms) = -
s- + 4.V s- - As +
e) ms)
a) (3=1 b) (3 = -l
c) |3 = 10
X(í)-
K . Y(í) X(.v) - K
s ^ 10 {s + 1) (s -I- 2)
F I G U R A E34 F I G U R A E35
X(í) -
K - Y(í)
is + 1 + 2)(s + 3)
F I G U R A E36
35. E n c u e n t r e la e x p r e s i ó n p a r a la función de transferencia total del sistema d a d o en la figura E 3 5 .
¿ P a r a q u é valores positivos de K el sistema es estable?
Ejercicios sin
36. E n c u e n t r e la expresión p a r a la función de transferencia total del sistema q u e se presenta en la fi- respuestas
gura E 3 6 . Utilice M A T L A B p a r a graficar las trayectorias de los p o l o s de la función de transfe-
rencia total del sistema en función de K. ¿ P a r a qué valores positivos de K el sistema es estable?
37. L o s t e r m o p a r e s se utilizan p a r a m e d i r la t e m p e r a t u r a en m u c h o s p r o c e s o s industriales. U n ter-
m o p a r suele m o n t a r s e m e c á n i c a m e n t e d e n t r o de un t e r m o p o z o , u n r e v e s t i m i e n t o m e t á l i c o que
lo protege de daños por vibración, esfuerzos, flexión u otras fuerzas. U n efecto del t e r m o p o z o es
que su m a s a térmica reduce la respuesta de tiempo efectivo de la combinación termopar-termopo-
zo c o m p a r a d a con la respuesta de t i e m p o inherente del t e r m o p a r solo. C o n s i d e r e que la t e m p e -
ratura real en la superficie exterior del t e r m o p o z o en Kelvin es Tp) y que el voltaje q u e se
g e n e r a m e d i a n t e el t e r m o p a r en r e s p u e s t a a la t e m p e r a t u r a c o r r e s p o n d e a v^it). L a r e s p u e s t a del
t e r m o p a r a u n c a m b i o de escalón de 1 K en la t e m p e r a t u r a de la superficie exterior del t e r m o -
p o z o de r¡ a -f 1 es
-(r/0.2)
v , ( í ) = K\T, + { \ - e ) u(r)
Espejo Espejo
Bombeo L .ser Medio Bombeo L ser Medio i
' — ¡ ^ — i i L r
Luz incidente ' Luz que sale
— — — ^ 1
a)
-
p,
Erefl(^) ^
C)
F I G U R A E38
a) Un amplificador de ondas luminosas viajeras de un paso, b) un amplificador de onda viajera regeneratíva y
c) diagrama de bloques de un AOVR.
Oscilador
yvcoW controlado
por voltaje
FIGURA E 3 9
U n lazo d e fase cerrada.
f.(0 = - ^ ^ ( c t ) . v ( 0 ) .
2 1 7 dt
1
Hlf(í) =
í -F 1.2 X 105'
Sea la función de transferencia del detector de fase igual a 1 V/rad. Si la frecuencia de la señal
de excitación c a m b i a d e m a n e r a r e p e n t i n a a 100.001 M H z , grafique el c a m b i o en la señal de sa-
lida Ay(r).
Grafique el lugar g e o m é t r i c o de las raíces de los sistemas q u e tienen las siguientes funciones de
transferencia d e lazo e identifique, entre éstas, las q u e son estables p a r a todos los valores reales
positivos de K.
R„ Salida
+ o- -AA/\r -^AA/ o
+
R, S v,.(í) Vv(í)
F I G U R A E41
Modelo simple de un amplificador operacional.
Ro Salida
-AAAr- -^Wv
V.vW
- A A V
F I G U R A E42
Amplificador operacional conectado como un amplificador no inversor.
K Kis - 4)
c) T(s) d) T(s) ^
+ 31 + 332s + 8 0 0 s + 4
Kis-4)
e) T ( 5 ) -
(s + 4)2
Kis+ 6)
/) T(s) =
(s + 5 ) ( s + 9)(s2 + 4s + 12)
100 100
c) Hi(5) = - d) H i ( 5 ) =
s'- +\0s + 34 s(s- + ms + 34)
100
e) Hi(í) = -
s-{s- + lOí + 34)
(s + 3 ) ( í - 1)
a) m )
sis + T)is + 6)
s
b) m )
s- + s + \
sis + 10)
c) H(5)
5^ + l l í + 10
1
d) His)
is + \)is- + 1.618 + l)(.y2 + 0 . 6 1 8 + 1)
Respuesta al escal n
10 20 30 40 50 60
Tiempo (s)
FIGURA E 4 5
Respuesta al escalón de un sistema de segundo orden.
a) b)
c) d) 629
{A [A
A
H(s) =
a) Sea cüq = 1. E n t o n c e s considere que ^ varía de m a n e r a continua desde 0.1 hasta 10 y grafi-
que en el plano s las trayectorias que siguen los dos polos mientras L, varía entre esos límites.
b) E n c u e n t r e la f o r m a f u n c i o n a l d e v a l o r e s r e a l e s de la r e s p u e s t a al i m p u l s o p a r a el c a s o
tóp = 1 y C = 0.5.
c) Dibuje la respuesta en frecuencia de la fase para el caso W Q = 1 y ^ = 0 . 1 .
d) D e t e r m i n e el a n c h o de b a n d a d e — 3 d B p a r a el c a s o W q = 1 y ^ = 0 . 1 .
e) L a Q de un sistema es u n a m e d i d a de qué tan cerca está su respuesta en frecuencia de u n a
resonancia. É s t a se define c o m o
1
Q =
2Í
a) H(s) = 10- — — —
+ 3s'- + Is + 22
s + 20
b) ms) = 10
a) n(s) - -50 , , „ ,
s3 + 8 í 2 + 13í-|-40
3
b) H(s) =
s3 + I8s- + 92s + 120
C,
vri(í)
+ o w v -
Cl = 1 (xF /?, = 10 kü v,(r)
V;(0 \+
+ ° T^b - tr
- 9 Q -
vc,(f) !
v¡(í) /?, = 10 k n > v_RI(f) VC2(0 i=¡^ C , = 1 jílF
F I G U R A E51 F I G U R A E52
Circuito RC de segundo orden. Un filtro pasabajas de constante K.
630 50. Dibuje d i a g r a m a s de sistemas en paralelo c o n las siguientes funciones de transferencia.
C A P Í T U L O 10
Análisis de la a) His) = 10-
transformada de Laplace + 4 ^ 2 + 95 + 3
de señales y sistemas
5
b) H(í) =
6^-^ + 7 7 ^ 2 + 2 2 8 í + 189
51. E s c r i b a las e c u a c i o n e s de estado y las de salida para el circuito de la figura E 5 1 c o n los d o s vol-
tajes de capacitor Y^^{t) y ^^4^) c o m o las variables de estado, el voltaje a la entrada v^{t) c o m o
la excitación, y el voltaje v^j(?) c o m o la respuesta. D e s p u é s , s u p o n i e n d o q u e al principio los ca-
pacitores están d e s c a r g a d o s , d e t e r m i n e la respuesta al escalón unitario del circuito.
52. Escriba las ecuaciones de estado y de salida para el circuito de la figura E 5 2 c o n los dos voltajes
de capacitor V(-.j(f) y v^-jCO c o m o las variables de estado, el voltaje a la entrada v.(f) c o m o la ex-
citación y el voltaje a la salida v^(r) c o m o la respuesta. D e s p u é s , encuentre y grafique el voltaje
de respuesta para u n a excitación de escalón unitario suponiendo q u e las condiciones iniciales son
"vci(O)" 2
.VC2(0). -1 _
r A P T T TT T , n
11
La transformada z
11.1 I N T R O D U C C I Ó N Y O B J E T I V O S
Este capítulo sigue un camino similar al del capítulo 9 sobre la transformada de Laplace, salvo que se
aplica a señales y sistemas en TD en lugar de en TC. La transformada c es a la TFTD lo que la transfor-
mada de Laplace es a la TFTC. Incrementa el intervalo de aplicación de técnicas para el dominio de la
frecuencia en TD al incluir señales que no tienen una TFTD. Además, como la transformada de Laplace
para señales y sistemas en TC, la transformada z da más conocimiento sobre la dinámica y la estabilidad
del sistema.
OB.TETIVOS D E L C A P Í T U L O
L Formular la transformada z como una técnica de análisis más general para sistemas en TD que la TFTD
2. Ver cómo la transformada z puede formularse como una generalización de la TFTD
3. Observar a la transformada z como un resultado del proceso de convolución cuando un sistema en TD se
excita mediante su función propia
4. Deducir propiedades de la transformada z que son útiles para determinar las transformadas c directa e inversa
de señales de TD prácticas
5. Resolver ecuaciones en diferencias con condiciones iniciales mediante la transformada z
6. Apreciar la relación entre las transformadas z y de Laplace
11.2 F O R M U L A C I Ó N D E L A T R A N S F O R M A D A z
DEDUCCIÓN Y DEFINICIÓN
Existen dos enfoques para obtener la transformada z que son análogos a los dos que se siguieron al
deducir la de Laplace, generalizar la TFTD y explotar las propiedades Vínicas de las exponenciales
complejas como las funciones propias de los sistemas LIT.
La TFTD se define mediante
X « =
27T L X(j^)e^^"dQ ^ X(jQ) = Yl x[n]e->""
(11.1)
'II
X(F)e^'^^^'VF X(F) = x[n]e"^'^''^". (11.2)
Il..lt, íí -.TÍT »T.»Í , n=-oc
1' , 1 *1 ii '
La transformada de Laplace generaliza a la transformada de Fourier al
cambiar las senoides complejas de la forma e^'™ por exponenciales com-
Factor de convergencia plejas de la forma e^', donde s = a + ja, y el grado adicional de libertad
I 1 I I T99
I [ I 1! ' ? 9 p'o o se introduce mediante la nueva variable o, la parte real de s. Si se sigue
í I I
í { I un camino análogo para señales en TD, se generalizarían senoides com-
plejas en TD de la forma eJ^" a exponenciales complejas en TD de la
t forma e^", donde 5 = X + j Q . En esta formulación se utiliza la idea ya
F I G U R A 11.1
establecida de emplear letras minúsculas CO, / , a y s para indicar fre-
Una señal original y ella misma multiplicada por un factor cuencias reales y complejas en TC y mayúsculas ü., F, E y 5para desig-
de convergencia. nar frecuencias reales y complejas en TD. Al seguir de manera estricta
la analogía para la de Laplace, la nueva transformada en TD sería
(11.3)
y podría concebirse este nuevo tipo de transformada como la TFTD de una versión modificada de la
señal, dicha modificación, corresponde a la multiplicación por un factor de convergencia en TD e-^"
(figura 11.1).
Si bien esta notación es una extensión lógica de la que se ha usado para otras transformadas, no es
la que se usa convencionalmente para esta nueva transformada en TD. En vez de eso la nueva transfor-
mada recurre de manera convencional a z" en lugar de e^". Lo anterior es consistente con el uso previo
de la notación a" para una exponencial compleja en TD en lugar de la notación equivalente eP«, donde
a = eP y tanto a como [3 pueden, en general, ser complejas. El uso de z en lugar de simplifica la
notación y se utiliza umversalmente en la disciplina de señales y sistemas.
El otro enfoque para obtener la transformada z consiste en reconocer que cuando se excita un
sistema LIT en tiempo discreto con una exponencial compleja de la forma x[w] = Az", es posible encon-
trar la respuesta por convolución y que es igual a
Puesto que cualquier señal en TD con utilidad en ingeniería se expresa como una combinación lineal de
exponenciales complejas en TD, la respuesta a cualquier excitación se encuentra multiplicando la trans-
formada ; de la excitación (la cual expresa la excitación como una combinación lineal de exponenciales
complejas) por la transformada z de la respuesta al impulso. La TFTD es un caso especial de la transfor-
mada z con algunos cambios de notación.
A continuación se define la transformada z por medio de
donde z puede variar en cualquier parte en el plano complejo. Esto contrasta con eJ^ que sólo puede
estar sobre un círculo unitario debido a que la frecuencia en radianes Q. se restringe a valores reales y se
identifica con el concepto físico real de frecuencia (en radianes). La ecuación (11.5) define la transfor-
mada z bilateral directa. La transformación z también puede indicarse por medio de la notación
(11.8)
ÍI——CC n~0
y la sumatoria no converge. Sin embargo, aunque la TFTD no existe, la transfoimada ;
existe para valores de z cuyas magnitudes son mayores que uno. El requisito de que la magnitud de z sea
mayor que uno para la convergencia define una región de convergencia (RDC) de la transformada z en
el plano z, el exterior abierto del círculo unitario. La sumatoria de la transfomada z
(11.10)
«=o
= j ^ = ^- (11.11)
^ ( 2 ) = 73T^ (11.13)
son iguales, aunque una o la otra quizá se prefieran en ciertas situaciones. Por ejemplo, es obvio de
inmediato de acuerdo con (1L12) que esta transformada z tiene un cero en z = O y un polo en z = 1.
Aunque las ubicaciones de los polos y ceros se determinan examinando la segunda forma, (11.13), no
son evidentes de inmediato. Por razones que se verán dentro de poco, la segunda forma, (11.13), se
prefiere a menudo en situaciones en las cuales un sistema en TD se sintetiza a partir de una función de
transferencia en el dominio z.
Antes se encontró que la respuesta y[n] de un sistema LIT en tiempo discreto a una excitación x[n]
en TD es la convolución de la excitación con la respuesta al impulso h[n] del sistema,
OC' O O
Esto muestra que la respuesta a una exponencial compleja en TD es otra exponencial compleja en TD de
_! misma forma pero con un multiplicador diferente, el cual es la transformada z de la respuesta al
mpulso. Puesto que cualquier señal en TD con utilidad en ingeniería se expresa como una combinación
lineal de exponenciales complejas en TD, la transformada z de la respuesta a cualquier excitación se
encuentra multiplicando la transformada z de la excitación por la transformada z de la respuesta al
impulso.
REGIÓN DE CONVERGENCIA
De manera análoga a la determinación de la transformada de Laplace de Ae«'u(í), a > O, es posible
encontrar la transformada z de la función causal en TD Aa"u[n], | a | > O (que no tiene una TFTD), como
oo oo ^ / c¿
X(z) = A ^ a"u[n]z~" = A ^ a " z - " = A ^ - (11.20)
«=0
(figura 11.2). La sumatoria en (11.20) converge si |z| > \a\. Esto define la región de convergencia como el
exterior abierto de un círculo de radio [a | en el plano z (figura 11.3). La sumatoria de la transformada z
RDC
Re(z)
RDC RDC
F I G U R A 11.2
Un crecimiento causal de la señal exponencial en TD. Im(z)
F I G U R A 11.3
Región de convergencia de la transformada
zdeAa"u[n]Aa\>0.
RDC
x[«] Re(z)
F I G U R A 11.5
F I G U R A 11.4 Región de convergencia de la transformada
Un crecimiento anticausal de la señal exponencial en TD. zdeAa-"u[-n],|a|>0.
La función Aa-"u[-n], | a | > O es anticausal en TD y no tiene una TFTD (figura 11.4). Su transfor-
-ia z es
11.2 Formulación
OO o O O
de la transformada z
X{z) = A E a-"u[-«k-" = A E cL-"z-" = AY^iazY, (U.23)
n=0
1 transformada existe si | a z | < 1 o |z| < 1 / | a |. Por consiguiente, la región de convergencia es el interior
rrto de un círculo de radio l /\a\ en el plano z (figura 11.5). La sumatoria de la transformada z
1
X(z) = A ¿ a""z-" = AE a"^" (11.24)
«=o
:. mismo modo que se concluyó en el capítulo 9 que la transformada de Laplace bilateral de una constan-
j existe debido a que no es posible encontrar ningún factor que haga converger la integral de la trans-
mada, la transformada z bilateral de una constante no puede hallarse de ningún modo.
- ;;miine la transformada z de
x[n] = u[n].
(11.26)
5) V3
Im(z)
Solución
ínplear la definición.
u[„]z-« = ¿ RDC
2
Re(z)
(11.27)
ROC | j | > | R0C:Ui>i
F I G U R A 11.6
RDC de la transformada z de
15z _ 9z ^ 4
X(z) = - x[n]=r3(f)"-(|f"lu[n].
5z - 4 9z - 4 5'
RDC [z]
E.IEMPI.O 11.2
/l
; zr.iine la transformada z de Re(z)
I Solución • RDC
;ar la definición.
F I G U R A 11 .7
X(z)= J2 (2"u[n] + 3 " u [ - n ] ) z - " = ^ 2 " z - " + ¿ 3"z^" RDC para la transformada z de x[n]
(11.29)
= 2"u[n] + 3"u[-íí].
2/ (1=0 (11.30)
RDC:i,-i>2 RDC:|i|<3
LA TRANSFORMADA z UNILATERAL
La transformada de Laplace unilateral demostró ser conveniente para funciones en TC, y la transforma-
da z unilateral es conveniente para funciones en TD por las mismas razones. Es posible definir una
transformada z unilateral que sólo es válida para funciones en TD que son cero antes del tiempo discreto
« = O y que evita, en la mayoría de los problemas prácticos, cualquier consideración que implique a la
región de convergencia. Entonces, como se hizo con la transformada de Laplace, se mostrará después
que cualquier transformada z bilateral se puede encontrar mediante tablas de transformada z unilateral.
La transformada z unilateral se define mediante
Determine la transformada - de
• Solución
Es posible escribir la función seno en términos de exponenciales complejas
Z(a"uln]) = (11.34)
o, si se simplifica.
zsen(Qo) sen(Qo)J
Z{x[n]) = - (11.36)
z= - 2 z c o s ( Q o ) + 1 1 - 2 c o s ( í ^ o ) z - ' + z"
LINEALIDAD
La propiedad de linealidad es exactamente la misma para la transformada z que para todas las demás
transformadas y la demostración es similar.
Esto simplemente muestra que, igual que los demás métodos de transformada, la transformada z es
lineal y admite la superposición.
DESPLAZAMIENTO EN EL TIEMPO
Hay dos diferentes casos por considerar: desplazamientos negativos y positivos en tiempo discreto (figura
11.8).
Caso 1 Desplazamientos positivos en tiempo discreto. La suposición en (11.37) es que la señal es
causal. Por lo tanto, los desplazamientos positivos en tiempo discreto simplemente recorren los ceros
hacia adelante.
Zigln - no]) = ¿ g[n - no]z"' = §[" " "«^^ " "« -> 0°
«0 (11.40)
n=0
S e a m = n-UQ. Entonces
Esta propiedad sólo se aplica a señales causales. En otro caso un des- x[n]
plazamiento positivo podría cambiar hacia nuevos valores de la señal Función original
distintos de cero y las relaciones entre las transformadas de las señales
original y desplazada no serían únicas. íl ..TIT tT.tl ,
Mediante este proceso aliora se incluye el efecto de g[0], y la transformada de la señal original y la señal
recorrida se relacionan de manera tínica. Es posible extender este método a desplazamientos más gran-
des, por ejemplo, uno negativo de dos en tiempo discreto.
00
>¡(i-i
lía > O
(11.47)
m=0
EJEMPIX)
Y(z)
H(z) = (11.481
X(z)
• Solución
Es posible reescribir la ecuación en la forma,
2
Y(z)fl-z-'- = (z-'-^z-MX(z) (11.50)
4)
y[n] = x[n - 1] - ^-x[n - 2] + y[n - 1] - ^y[n - 2 ] .
D
1 /
2
(11.54)
Y(z) 1
H(z) =
X( Z - T
X(z) Y(z)
(11.55)
Si se deja
F I G U R A 11.10
Diagrama de bloques alternativo del sistema para la función de transferen-
Y|(z) = f X ( z ) y Y{z) = 1 -Ydz), (11.56)
cia H(z) =
z - 3 Z - 3
entonces
y se puede dibujar el diagrama de bloques del sistema como la conexión en cascada de dos sistemas más simples
(figura 11.10). Existen otras dos formas de dibujar diagramas de bloques que se explorarán en el capítulo 12.
CAMBIO DE ESCALA
Si se comprime o se expande la transformada z de una señal en el dominio z, el efecto equivalente en el
dominio en TD es una multiplicación por una exponencial compleja.
= G| -
(11.58)
«=o n=0 a/ -.a
a"g[«]
Va/
(11.59)
Un caso especial de esta propiedad resulta de particular interés. Considere Diagrama de polos Diagrama de polo.s
que la constante a sea eJ^", donde Qq real. Entonces y ceros de G(z) y ceros de GCze"^'"»)
Todo valor de z se cambia por ze~J^°. Lo anterior lleva a cabo una rotación
en sentido contrario al de las manecillas del reloj de la transformada G(z)
en el plano z en un ángulo Qg debido a que Í?-./'"» tiene una magnitud de uno
y una fase de -Q.Q. A S Í que cualquier valor funcional particular G(zo) de la
transformada de g[n] se convierte en el valor de G(zQe-.'''*') de la transfor-
F I G U R A 11.11
mada de e-J^" (figura 11.11).
Ilustración de la propiedad de escalamiento de
Una multiplicación por una senoide compleja de la forma eJ^' en el
frecuencia de la transformada z para el caso especial de
dominio en TD corresponde a una rotación de su transformada z. Volvien- escalamiento por eJ^o.
do por un momento a la idea de que z - e^'^J^ es una generalización de eJ^,
si se restringe la transformada z a frecuencias en TD reales tales que E = O, se tiene que z = e¡^ y una
multiplicación por e-^'^" produce ze^-'"" = ei^^ ^ " o ) , la cual puede interpretarse como un desplazamientc
CAPÍTULO 11
La transformada z
en el dominio Q. por una cantidad Ü.Q. De manera que esta propiedad es análoga a la de corrimiento ez
frecuencia de la TFTD y explicará efectos similares si se realiza la modulación en TD de una señal er.
TD. Esto es, una rotación en el dominio z es análoga a un desplazamiento en el dominio de la frecuencii
en TD debido a la relación z = ei^.
E.ÍKiVH^I.O 11.5
2 7 T n \
x[n] = e-'"/'*"'u[n] y x,„[n] = sen — u[«] (11.611
• Solución
Si se emplea
a"u[/¡] (11.62)
Z - a 1- az
se obtiene
T — g-(l/40) (11.63)
. _ e-(i/40) (11.66)
se obtiene
-j(2tt/8)
7 „ - j ( 2 - / 8 ) _ ^-(1/40) (11.68)
Z 7eÍ(2-^/8)
-j(2TTn/8) -(/1/40) (11.69)
2 e J ( 2 - / 8 ) _ g-(l/40)
^ J
(11.70)
2 [-g-j(2T7/8) _ g - ( l / 4 0 ) 2 g ; ( 2 T T / 8 ) _ g-(l/40) J
Diagrama de polos Diagramas de polos
^g;(2-7r/8) y ceros de X ( 7 y ceros de X^(z)
X,„(z) = - ^ 2 g - ; ( 2 T r / 8 ) _ g-(l/40) 2g,;(2Tt/8) _ g-(l/40)
(11.71)
ze-<'/^o' sen(2TT/8)
- 2ze-<i/*»0) c o s ( 2 t t / 8 ) + g - ' ' / ^ "
figura 11.12).
DIFERENCIACIÓN EN EL DOMINIO z
G(z) = Y. (11.75)
(11.76)
Z{no[n-\)
Por lo tanto,
EjKMPLO 11.6
• Solución
5 i empieza por
z d
— nu[n'\ (11.79)
dz\z-\ (z -
«u[n] (11.80)
{z^\y-'
Se ha visto en las transformadas de Fourier y de Laplace que hay una relación importante entre la convolución
en un dominio y la muhiplicación en el otro. Existe una relación similar para la transformada z.
Z(g[n]*h[n])= Y g í ^ l E ^ í w = E SMz-"'m)
M=~X «=0 (11.82)
DIFERENCIA
Por lo tanto,
La acumulación es la operación en TD que es análoga a la integración en TC, y la prueba de la propiedad 11-3 Propiedades
puede realizarse de manera análoga. Primero es necesario tener en cuenta que la acumulación es equiva- '^^ transformada z
lente a la convolución con una secuencia unitaria,
La última sumatoria en (11.87) tiene un límite superior de n porque g[n] se supuso causal en (11.37).
Por consiguiente,
(11.89)
E,rElVlFLO 11.7
• Solución
Exprese primero nu[n] como una acumulación.
Después, utilice la propiedad de desplazamiento en el tiempo para determinar la transformada c de u[/! - 1].
, c 1
u[n - 1] ^ (11.91)
C- 1 z-l
OO
z
nu[n] = ^ u[n — 1 < > (11.92)
z - \ / z - i ( z - i y -
(11.96)
= l í m ( g [ « + 1] - g [ 0 ] )
sólo si lím,| ^ ^ g[n] existe. De acuerdo con lo que se vio en el teorema del valor final de la transformada
de Laplace, lím„ ^ i (z - l)G(z) quizá existe aun cuando lím,, ^ „ g [ « ] no. Por ejemplo, si
z sen(í2o)
X(z) = - (11.98)
z- - 2zcos(S2o) + 1
entonces
z sen(í2o)
lím(z - l)X(z) = lím(z - D ^ — ^ " , , , = 0. (11.99)
z^i z - - 2z cos(í^o) + 1
Sin embargo, x[7i] = sen(Qo/i) y lím,, ^ „ x[;7] no existe. Por lo tanto, es errónea la conclusión a partir de
(11.99) de que el valor final es cero.
De manera similar a la prueba análoga para las transformadas de Laplace, es posible demostrar que
si existen polos en el círculo unitario o fuera de él, salvo en el caso de un solo polo en z = 1, no se aplica
el teorema del valor final.
/ «0-1
DONDE C es un contomo circular cerrado recorrido en dirección contraria a la de las manecillas del reloj
ca LA región de convergencia. Puesto que este texto supone que la integración de contorno en el plano
: ?mplejo no forma parte de la experiencia del lector, no se seguirá este método para determinar las
ransformadas z inversas.
Hay otros dos métodos para encontrarlas que son más comunes en la práctica, y cada uno tiene ven-
tajas y desventajas. El primero es la división sintética de la expresión en el dominio z- Por ejemplo, sea
LA expresión en el dominio z igual a
se ve que
3 , 67 ,
H(z) = 1 + + —-zr^ + (11.104)
4 144
V, en consecuencia.
se ve que H](z) es una fracción propia en z y puede expandirse en fracciones parciales como
Hi(z) =
(11.108)
• 2 z
H(z) = + (11.1091
y, mediante
7 1
a"u[/¡] (11.1101
—a 1 — ctz~'
se obtiene
h[n] =
/ly 9/iyi u[n]. (11.111)
" 5 UJ .
Puesto que ésta es la misma función para la cual se encontró la transformada z inversa mediante la
técnica de la división sintética, este resultado debe ser equivalente al anterior. Al evaluar h[«] para n = 0.
1, 2, 3, se llega a
EJEMPLO 11.8
X(z) =
( z 2 - 2 c + l ) ( z ^ - - + i ) (11.113)
• Solución
X(z) = + (11.115)
(z-D- z-1 z-i-(;/2) z - i + (j/2)
o, para ayudar en la determinación de transformadas inversa por medio de tablas, 647
11.5 Solución de
2z Az 2z 2z \ ecuaciones en
X(z) = z- (11.116) diferencias con
\ (z-\Y z - l z-\-U/2) z - i + (;/2)
condiciones iniciales
Ahora es posible determinar la transformada z de manera directa en términos de exponenciales complejas o combi-
nar los últimos dos términos en uno solo para producir una función real. Al tomar el primer camino hacia la
solución, la transformada z inversa es
xín] = 2 ( n - l ) - 4 + 2( - + 1^ + 2 u [ n - 1] (11.117)
\2 2
- ( / ! ^ 1)
x[n] = 2 n-3 + • eos u[n - 1].
(11.119)
Tomando la ruta alternativa es posible combinar los dos términos complejos en (11.116),
2z 4z 2z(2z-l)
X(z) = z~ (11.120)
:--z+j
Puede reescribirse el último término en una forma que permita determinar de manera directa la transformada inver-
sa en una tabla.
.2 1 .
2z 4z
X(z) = z- (11.121)
(z-D- z - l Z- - Z + i;
•njn - 1)
x[n] = 2 n~3 + u [ ; í - 1]
4 (11.122)
como antes.
La transformada z guarda una relación con las ecuaciones en diferencias análoga a la relación de la
transformada de Laplace con las ecuaciones diferenciales. Una ecuación diferencial lineal con condi-
ciones iniciales puede convertirse mediante la transformada de Laplace en una ecuación algebraica. La
solución se encuentra después en el dominio de Laplace y se le aplica la transformada de Laplace
inversa para determinar su solución en el dominio en TC. Una ecuación en diferencias lineal con condi-
ciones iniciales se convierte mediante la transformada z en una ecuación algebraica. Esta se resuelve
después y la solución en el dominio en TD se determina mediante la transformada z inversa.
648 EJEMPLO 11.9
3 1
para « > O (11.123)
y[n + 2 ] - -y[n + 1] + - y [ n ] =
y[0] = 10 y y [ l ] = 4. (11.124)
Las condiciones iniciales para una ecuación diferencial de segundo orden suelen consistir en una especificación del
valor inicial de la función y su primera derivada. Las condiciones iniciales para una ecuación en diferencias de
segundo orden consisten por lo general en la especificación de dos valores iniciales de la función (en este caso, y[0]
y y [ 1 ]). Para observar la analogía, imagine que cuando el tiempo entre muestras se vuelva arbitrariamente peque-
ño el valor inicial de la derivada podría calcularse de la diferencia entre los dos valores iniciales de la función (y el
tiempo entre muestras). En ambos casos las condiciones iniciales explican todo lo que ha sucedido hasta el tiempo
f = O o « = O, el tiempo en el cual inicia la solución.
• Solución
Tomando la transformada z de ambos lados de la ecuación de diferencias (mediante la propiedad de desplazamiento
en el tiempo de la transformada z),
lOz^ - f z + f
Y(z) =
(11.127)
El coeficiente de la primera z.
lOz- - ^z+^
. Y,(z) =
(11.128)
ü
Y(z) = z Y , ( z ) = 3
H r + (11.129)
Usando después
a"u[«] (11.130)
Z — Oi
16 / I V / 1 \ 2 16 ^ 2 ^
- = h 2 + - = 4 (11.133)
3 12 3
lo cual concuerda con las condiciones iniciales. Al sustituir la solución en la ecuación de diferencias,
n+2
16 / l y ^ ' 2 3
3 ~ 2
(11.134)
1 1i
_ para n > O
+ 2 f u ) ^ n l . 1-
-(-
3 V4
/l V
2)
2
+ 3
- 2 f i y
- ^ ' 2 J
/1 v
V4y
(11.135)
Se estudiaron en los capítulos 5 y 7 las relaciones importantes entre los métodos de la transformada de
Fourier. En particular se demostró que hay una equivalencia de información entre una señal en TD
formada al muestrear una señal en TC,
x[«] = x ( « r , ) , (11.137)
y una señal de impulsos en TC formada mediante el muestreo por impulsos de la misma señal en TC,
X8(í) = x ( í ) / s c o m b ( / , í ) , (11.138)
d o n d e = 1 / T^. Se dedujeron también las relaciones entre la TFTD
de x[«] y la TFTC de Xg(f). Puesto que la transformada z se aplica a
x[n] yW
una señal en TD y es una generalización de la TFTD, y una transfor- I
mada de Laplace se aplica a una señal en TC y es una generalización
de la TFTC, debe esperarse también una estrecha relación entre ellas.
Considere dos sistemas, uno en TD con respuesta al impulso Sil h[n] I
h[n] y otro en TC con respuesta al impulso h§(í) y que están relacio-
nados mediante
Esta equivalencia indica que todo lo que sucede para x[n] en el sis-
tema en TD ocurre en forma directamente correspondiente para Xg(í) F I G U R A 11.13
en el sistema en TC (figura 11.13). Por lo tanto, es posible analizar Equivalencia de los sistemas en TD y en TC.
sistemas en TD utilizando la transformada de Laplace con las intensidades de los impulsos en TC que
representan los valores de señales en TD en puntos igualmente espaciados en el tiempo. Sin embargo,
CAPÍTULO 11
La transformada z
en términos de notación, es más conveniente utilizar la transformada z.
La función de transferencia del sistema en TD es
Si las respuestas al impulso son equivalentes en el sentido de (11.139), entonces la función de transfe-
rencia también debe ser equivalente. La equivalencia se observa en la relación.
(11.142)
En este punto es importante considerar algunas de las implicaciones de la transformación z e*'"'.
Una buena manera de ver la relación entre los planos complejos sy z consiste en mapear un contorno o
región en el plano s dentro de un contorno o región correspondiente en el plano z. Considere primero un
contorno muy simple en el plano s, s = jcú=j2nf, donde cú y/representa, respectivamente, una frecuen-
cia real en radianes y cíclica. Este contomo es el eje imaginario del plano s. El contomo correspondiente
en el plano z es e^'^^i o e^-^/r, para cualquier valor real de cu y / debe estar situado sobre el círculo
unitario. Sin embargo, el mapeo no es tan simple como el líltimo enunciado parece indicar. Para ilustrar
la complicación, mapee el segmento del eje imaginario en el plano s
- L < / < - L
< ü) < — O (11.143)
2T, 2T,
en el contorno correspondiente en el plano z. Cuando o) recorre el contorno -(% IT^) —> to ^ % i T^, z
recorre el círculo unitario desde e-J^ a e+>'' en dirección contraria a la de las manecillas del reloj, efec-
tuando un recorrido completo del círculo unitario. Si se deja ahora que Cú recorra el contomo 7t /r^ —> CO
371 / Tj, z recorre el círculo unitario desde eJ^ a e-^fl^, que es exactamente el mismo contorno otra vez
debido a que
Im(z) Im(z)
(T Re(z) Re(z)
TT
TT
3lT 3-ir
7;
c
K Im iz) Im(z)
[z] [.V] [Z]
Re(z) Re(z)
3-IT 3lT
F I G U R A 11.15
rlano s, y un sistema en TD estable tiene una función de transferencia con todos sus polos en el interior
Mapeo de las regiones
¿bierto del círculo unitario en el plano c (figura 11.15).
del plano s en las
regiones del plano z.
11.7 LA TRANSFORMADA z BILATERAL
La transformada z unilateral se aplica únicamente a señales causales. Se inició este capítulo definiendo
j transformada z bilateral. Ahora se verá cómo determinar las respuestas de sistemas con excitaciones
zo causales y/o respuestas al impulso no causales mediante la transformada z bilateral y una tabla de
ransformadas z unilaterales.
La transformada z bilateral de x[n] es
-1
X(z)= E x[n]z-" = J2^Mz-"+ E ^Mz-". (11.145)
n=0
SI se define
entonces
1. Se determina la transformada z unilateral X^(z) de la señal causal x[«]u[n], junto con su RDC. el
exterior abierto de un círculo cuyo radio es la distancia del polo más alejado a partir del origen d d
plano z.
2. Se encuentra la transformada z unilateral X^^{l/z) de la señal causal x [ - « ] u [ 7 í ] , junto con su RDC. d
exterior abierto de un círculo cuyo radio es la distancia del polo más alejado a partir del origen d d
plano z.
3. Se efectlia el cambio de variable z 1/z en X^Jil/z) y en su RDC, lo que produce X^.Jiz), junto c o a
su RDC, el interior abierto de un círculo cuyo radio es la distancia desde el polo más próximo a l
origen del plano z.
4. Se suma Xj.(z) a X^^{z) y se resta x[0] para formar X(z). La RDC de X(z) está en la región del piar.-:
z que es común a las RDC de X^(z) y X^¿z)- Si no existe tal región, la transformada z bilateral i ;
x[n] tampoco existe.
PROPIEDADES
Así como ocurrió con la transformada de Laplace bilateral comparada con la unilateral, algunas de las
piopveáades, de la tTan,s,fotmada z bilateral son. diferentes a las propiedades correspondientes de la unila-
teral.
z d
Diferenciación en la -ng[n] < > z — G(z) RDC = RG
frecuencia compleja dz
Convolución g[«] * h[n]-> H(z)G(z)
RDC = RcH R„ a\ menos
1
-G(z) = -G(z)
Acumulación z-l l - z-
III——-J^
RDC = n {|z| > 1} al menos
E J E M P L O LL.LÍKJ
• Solución
Se empieza con la transformada z unilateral de x[«]u[m].
líTTTTTi , „
20 F I G U R A 11.17
F I G U R A 11.16 RDC de
RDC
x[n] = (con a = 0.9). X(Z) = - z-(l/a)
1/z
Xca(z) = (11.153)
(1/z) - a
figura 11.17).
Una transformada z bilateral que ilustra con claridad por qué la RDC es tan importante al aplicar la
2 ^ s f o r m a d a z bilateral es la transformada z bilateral de
Puesto que esta señal es anticausal y x[0] = O, sólo se necesita encontrar la transformada z unilateral de
1\"
x [ - n ] u [ « ] = -a-"u[n - l]u[«] = - I - u[« - 1], (11.158)
;iue es
-1
X | I )
zj
= - I .
OL z - ( l / a ) z - i l / a )
(11.159)
rr.tonces
.-1
X(Z) = - IZL < | A | . (11.160)
(L/Z)-(L/A) Z - A
La transformada z bilateral (y la transformada z unilateral) de la señal causal a"u[w] es zJ{z - a ) , | z | > | a
|. Ésta es igual que la transformada z bilateral de la señal anticausal - a " u [ - « - 1], aunque la RDC es
CAPÍTULO 11
La transformada z diferente. De hecho, en este caso, las dos RDC son mutuamente excluyentes. Eso significa que la trans-
formada z bilateral de la suma de estas dos señales no existe porque no es posible encontrar una RDC
común para ellas. De tal modo, al aplicar la transformada z bilateral, siempre se debe tener en mente la
RDC para llegar a la solución correcta.
Aunque el método dado antes para determinar la transformada z bilateral en términos de las unila-
terales funciona, muchas veces es más fácil, y menos propenso a error, consultar una tabla de transfor-
madas z bilaterales. Esto es cierto en especial cuando se trata de encontrar las transformadas z bilatera-
les inversas. El apéndice G es una tabla de transformadas z-
E.IKMPLO 11.11
• Solución
Con base en el ejemplo 11.10.
3 4
H(c) = - < el < (11.163)
4 3
3 4
H(;) = (11.164
í<'^'^3'
m
La transformada z de la respuesta del sistema es el producto de las transfor-
madas z de la respuesta al impulso y la excitación.
3 4
T TTTÍÍ ííTTTttt.. j Y(z) = - < Ui < 2
-15 15 1/ ll
Y(z) = -I-
1--
3 4
4<l^l<3- (n.i65t
(11.1661
y[n] Luego de la transformación z inversa, los términos con polos más próximos ¿
origen que a la RDC producen señales causales, los términos con polos más
3-- alejados del origen que de la RDC producen señales anticausales, y la res-
puesta en TD es
1. Algunas señales que no tienen una TFTD cuentan con una transformada z- Ejercicios
2. Toda transformada z tiene una región de convergencia asociada en el plano z. con respuestas
3. Es posible encontrar una transformada z inversa mediante la integral de inversión directa, la itera-
ción o la expansión en fracciones parciales. El uso de la integral de inversión directa es raro, y la
iteración no proporciona un resultado en forma cerrada. En consecuencia, suele preferirse la ex-
pansión en fracciones parciales.
4. La transformada z unilateral puede utilizarse para resolver ecuaciones en diferencias con condi-
ciones iniciales.
5. Es posible efectuar un análisis de sistemas en TD con la transformada de Laplace a través del uso
de impulsos para simular tiempo discreto. Sin embargo, la transformada z es más conveniente en
lo que se refiere a la notación.
6. Es factible utilizar la transformada z bilateral para analizar señales y sistemas no causales, y las
transformadas z bilaterales se determinan por medio de tablas de la transformada z unilateral.
1
ot"u[M] > a
1- a
: sen(í2o) sen(í2o)
sen(í2on) u[n] <- \z\ > 1,
z^ - 2z cos(í2o) + 1 1 - 2 cos(í2o)z-i + z'^
RESPUESTAS:
zesen(l)
2 ' > e
z^ - 2 e z c o s ( l ) -I-
RESPUESTAS:
RESPUESTAS:
,-4
\z\ > 1: , k l > 1; > —
- 1 z - 1 3
r
656 4. Dibuje los diagramas de sistemas para las siguientes funciones de transferencia.
a) H(z) = B) M) = -
Z- + Z+1
Respuestas:
'2nn\ (2T\n\
x[«] = sen eos u[n].
32
Respuesta:
0 . 1 3 7 9 z - - 0.3827z + 0 . 1 3 7 9
^z^ - 2.7741 z3 + 3.8478^2 - 2.7741 z + 1
Í5\"
i x[n] = 11 - u « .
Respuesta:
i)
7. Mediante la propiedad de convolución, determine las transformadas z de las siguientes señales.
a) x[«] = (0.9)"u[«] >Ku[;¡]
B) x[«] = (0.9)''u[n] * (0.6)"u[n]
Respuesta:
-2 ,2
Compare este resultado con la transformada z que se encontró directamente al aplicar la propie-
dad de desplazamiento en el tiempo a un impulso en TD.
10. Utilice la propiedad de acumulación para determinar las transformadas z de las siguientes señales.
a) x[n] = ramp[n]
11. Use el teorema del valor final para encontrar el valor final de las funciones que son las transfor-
madas z inversas de las funciones siguientes (si se aplica el teorema).
a) X(z) =
z - 1
2z-l
- 4Z + 4
Respuestas:
1, 1
12. Determine las transformadas z inversas de las siguientes funciones en forma de serie mediante
división sintética.
- 1
a) X(z) = b) X(z) = -
Z--2Z+1
Respuestas:
1 1
z Z Z Z Z 1
1 1 1
2z 4z^ {2zr
13. Encuentre las transformadas z inversas de las siguientes funciones en forma cerrada mediante
expansiones en fracciones parciales, una tabla de la transformada z y las propiedades de esta
misma.
1
a) X(z)
. 2
b) X(z)
c) X(z)
z^-h 1.8z-h0.82
Respuestas:
3\"
4/
14. Utilice la transformada z para encontrar las soluciones totales de las siguientes ecuaciones en
diferencias con condiciones iniciales, para tiempo discreto n>0.
2'rTn \
a) 2y[n -|- 1] — y[n] = sen n[n], y[0] = 1
IT
- 2.812 sen - ( « - 1) u[n - 1],
15. Para cada diagrama de bloques, escriba la ecuación en diferencias y determine y dibuje la res-
puesta y[n] del sistema para tiempo discreto n > O, suponga que no existe almacenamiento de
energía inicial en el sistema y que la excitación al impulso x[«] = 5[«].
a) b) c)
+
xW yW -0.5 yW
0.8 D
0.9 D
Respuestas:
y[n]
y["] yfn)
1- -
i ..- - 4.I t Í T Tt Tr^J.^t. „ .4,
T ' -1' -
-5
1^ i* Vo \ _4i 111111111
16. Dibuje las regiones en el plano z correspondientes a las siguientes regiones en el plano s.
1 I T
a) O < (j < — , 0 < a ) < —
1 T T
b) < a < 0 , <ü)<0
2tt
C) —OC < C T < O C , 0 < C ü <
Respuestas:
El plano z completo.
Im(z)
'2.718 Im(z)
[Z]
Re(z), ?t Re(z)
0.368
17. Encuentre las transformadas z bilaterales y las RDC de las siguientes señales.
18. Utilice la definición de la transformada z para verificar las transformadas z de las siguientes
funciones:
19. Dibuje la región de convergencia (si existe) en el plano z de la transformada z bilateral de las
siguientes señales.
20. Utilice la propiedad de desplazamiento en el tiempo para determinar las transformadas z de las
siguientes señales.
n-\
2) x[n] = (- U [ « - 1]
b)
V3
x[n] = ^Í2V- 1 u[n - 11
/ 2 i t ( « - 1)\
c) x[n] = seni I u[« — 1]
4- +^ «
a) H(z) =
z' + iz + i
. 2
b) H(z) =
(z-0.75)(z + 0.1)(z-0.3)
¿cuál es y[«]?
23. Utilice la propiedad de convolución para determinar las transformadas z de las siguientes señales.
/2Tr«\
a) x[n] = seni — ^ I u[n] * u[n]
2'n-n\
b) x[m] — sen u[«] * (u[n] - u[n - 8])
24. Encuentre las transformadas z inversas de las siguientes funciones en forma cerrada recurriendo a
expansiones en fracciones parciales, una tabla de transformadas z y las propiedades de esta misma.
z - 1
d) X(z) =
z 2 + 1.8Z + 0.82
z - 1
h) X(z) =
2 ( ^ 2 + 1.8Z + 0.82)
Z
c) X(z) =
z--z + \
a la excitación
x[«] = a'"'sen