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UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI

FACULTAD DE INGENIERIA DE SISTEMAS Y DE INGENIERIA CIVIL


ESCUELA PROFESIONAL DE INGENIERIA DE SISTEMAS

TESIS

"SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOGIA J2EE DE EVALUACION

DE DOCENTES EN LA ESCUELA PROFESIONAL DE INGENIERtA DE

SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI"

Para optar al titulo de:

INGENIERO DE SISTEMAS

TESISTAS:

BACH. RUDDY ENZO REATEGUI MACEDO

BACH. HENRRI ROGGER SEGUNDO TRUJILLO ROMERO

ASESOR:

ING. MG. JORGE LUIS HILARIO RIVAS.

Pucallpa, Mayo de 2017


iNe
UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI MUM

FACULTAD DE INGENIERIA DE SISTEMAS V DE INGENIERIA CIVIL

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas

INFORME DE ASESORIA DE TESIS

Tesistas Bach. Reategui Macedo Ruddy Enzo


Bach. Trujillo Romero Henrri Rogger Segundo

Tesis SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOG1A


J2EE DE EVALUACION DE DOCENTES EN LA
ESCUELA PROFESIONAL DE INGEMERIA DE
SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE
UCAYALI

Referenda : ResoluciOn Cornité de Planeamiento NO 083/2016-CP-


FIS y de IC-UNU

Que, los tesistas han cumplido con ejecutar Ia tesis titulada: "SISTEMA
INFORMATICO CON TECNOLOGIA J2EE DE EVALUACION DE
DOCENTES EN LA ESCUELA PROFESIONAL DE INGENIERIA DE
SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI", de
conformidad con el Regiarnento General de Grados y TItulos de Ia
Universidad Nacional de Ucayali, por lo que mi asesoria declara:
APROBADO y, encontrãndose apta para ser presentada y evaluada por Ia
Corn isiôn de Grados y Titulos de Ia Facultad de Ingenieria de Sistemas y de
Ingenierla Civil de Ia Universidad Nacional de Ucayali.
Se expide el presente documento, a solicitud de Ia interesada para los fines
consiguientes.
UNU, 02 de Mayo del 2017

Jore Luis Hilario Rivas.


Asdsorkle Tesis
"SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOGIA J2EE DE EVALUACION DE

DOCENTES EN LA ESCUELA PROFESIONAL DE INGENIERIA DE

SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE IJCAYALI"

Por:

Bach. Reátegui Macedo Ruddy Enzo

Bach. Trujillo Romero, Henrri Rogger Segundo

Aprobado:

Asesor:

iv
DEDICATORIA

A Dios, por su infinito amor.

A ml familia, por su amor

incondicional y por sus muchas

batallas dianas contra Ia adversidad

con elfin de poder convertirme en

lo que ahora soy; a ellos ml

inmenso amor y gratitud, y este

trabajo está dedicado a ustedes.

A mis amigos, P01 su

valiosa amistad y apoyo para

desarrollar el presente

trabajo.

Ruddy Enzo Reategui Macedo

V
AGRADECIMIENTO

Quiero agradecer de manera especial a todas las personas que

formaron parte de este trabajo ya que sin sus ayudas este trabajo no

serla posible.

Henrri Rogger Segundo Trujillo Romero


TABLA DE CONTENIDO

DEDICATORIA.................................................................................................... V

DEDICATORIA................................................................................................... Vi

AGRADECIMIENTO......................................................................................... VII

AGRADECIMIENTO........................................................................................ VIII

LISTADE TABLAS ............................................................................................ XV

LISTADE FIGURAS ........................................................................................ XIX

RESUMEN...................................................................................................... XXV

ABSTRACT.................................................................................................... XXVI

INTRODUCCION............................................................................................XXVII

CAPITULOI.......................................................................................................I

PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA ................................................................ I

1.1 D1AGNOSTICO DE LA SITUACION ACTUAL ...................................... I

1.2 FORMULACION DEL PROBLEMA ....................................................... 5

1.2.1. GENERAL ...................................................................................... 5

1.2.2. ESPECIFICOS ............................................................................... 5

1.3 JUSTIFICACION E IMPORTANC1A ...................................................... 6

1.3.1. JUSTIFICACIONTEORICA ...........................................................6

1.3.2. JUSTIFICACION PRACTICA .........................................................6

1.3.3. JUSTIFICACION METODOLOGICA ...............................................7

1.4 OBJETIVOS.......................................................................................... 7

I!1
1.4.1. OBJETIVO GENERAL 7

1.4.2. OBJETIVOS ESPECIFICOS .......................................................... 8

1.5 HIPOTESIS........................................................................................... 8

1.5.1. HIPOTESISGENERAL .................................................................. 8

1.5.2. HIPOTESIS ESPECFICAS ............................................................ 9

1.6 VARIABLES..........................................................................................

1.6.1. VARIABLE INDEPENDIENTE........................................................ 9

1.6.2. VARIABLE DEPENDIENTE ............................................................9

1.6.3. VARIABLE INTERVINIENTE.......................................................... 9

1.6.4. UNIDAD DE ANALISIS ................................................................. 10

1.7 OPERACIONALIZACION DE LAS VARIABLES .................................10

1.7.1. VARIABLE INDEPENDIENTE......................................................10

1.7.2. VARIABLE DEPENDIENTE .........................................................11

CAPITULO1.1 .................................................................................................... 12

MARCOTEORICO .......................................................................................... 12

2.1 ANTECEDENTES DE LA INVESTIGACION.......................................12

2.2 BASES TEORICAS ............................................................................. 26

2.2.1. SISTEMA INFORMATICO ............................................................ 26

2.2.2. TECNOLOGIA J2EE .................................................................... 42

2.2.3. PROGRAMACION ORIENTADA A OBJETOS.............................47

2.2.4. CARACTER1STICAS DE LA P00................................................47

2.2.5. RATIONAL UNIFIED PROCESS (RUP).......................................49


x
2.2.6. EVALUACION DOCENTE . 51

2.3 DEFINICION DE TERMINOS BASICOS ............................................. 57

CAPITULOIII ....................................................................................................65

METODOLOGIA DE LA INVESTIGACION ......................................................65

3.1 METODOLOGIA DE LA INVESTIGACION ......................................... 65

3.1.1. TIPO DE INVESTIGACION ..........................................................65

3.1.2. NIVELDEINVESTIGACION ........................................................69

3.1.3. METODO DE INVESTIGACION...................................................69

3.1.4. DISEFIO DE INVESTIGACION ..................................................... 70

3.2 POBLACION Y MUESTRA.................................................................72

3.2.1. POBLACION ................................................................................72

3.2.2. MUESTRA....................................................................................72

3.3 PROCESAMIENTO DE RECOLECCION DE DATOS ........................74

3.3.1. ENCUESTA..................................................................................74

3.3.2. ANALISIS DOCUMENTAL ............................................................75

3.4 TRATAMIENTO DE LOS DATOS ....................................................... 76

3.4.1. MECANISMOS PARA EL PROCESAMIENTO Y PRESENTACION

DEDATOS................................................................................................ 76

3.4.2. MECANISMOS PARA EL ANALISIS E INTERPRETACION DE

RESULTADOS..........................................................................................77

CAPITULOIV ................................................................................................... 79

xi
PROCESO DE EVALUACION DOCENTE EN LA ESCUELA PROFESIONAL

DE INGENIERIA DE SISTEMAS .....................................................................79

4.1. QUE ES EVALUACION DOCENTE ................................................79

4.2. OBJETIVOS DE LA EVALUACION DOCENTE..................................80

4.3. ACTIVIDADES DEL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE.........81

4.4. AGENTES EN EL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE .............82

4.5. AGENTES EN EL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE ............82

4.6. DIAGRAMA DE FLUJO DEL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE

4.7. RECURSOS UTILIZADOS EN EL PROCESO DE EVALUACION

DOCENTE....................................................................................................84

4.8. ESTANDARES DE ACREDITACION PRESENTES EN LA

EVALUACIONDOCENTE............................................................................84

CAPITULOV.................................................................................... . ............... 90

RESULTADOS................................................................................................. 90

5.1 RESULTADOS DE LOS INSTRUMENTOS........................................90

5.1.1. PRETEST .................................................................................... 90

5.1.2. POSTTEST ...............................................................................101

5.2 PRUEBADEHIPOTESIS .................................................................111

5.2.1. FORMULACION DE CUADROS DE VALORES DE INDICADORES

111

5.2.2. SUPUESTOS DE LA PRUEBA DE HIPOTESIS ........................112

XII
5.2.3. CALCULO DEL VALOR CRITICO Y LA FUNCION DE PRUEBA

113

CAPITULOVI................................................................................................. 131

DISCUSION DE RESULTADOS ..................................................................... 131

6.1 CONTRASTACION DE RESULTADOS DEL TRABAJO DE CAMPO

131

CAPITULOVII .................................................................................. .............. 152

PROCESO DE DESARROLLO DE SOFTWARE...........................................152

7.1 FASE INICIAL...................................................................................152

7.1.1. DOCUMENTO DE VISION DEL NEGOCIO ...............................152

7.1.2. PLAN DE DESARROLLO DESOFTWARE ...............................166

7.2 FASE DE ELABORACION ................................................................ 181

7.2.1. REQUERIMIENTO .....................................................................181

7.2.2. ANALISIS Y DISERJO .................................................................185

CAPITULOVIII ............................................................................................... 243

ANALISIS CRiTICO Y APORTE A LA EMPRESA.........................................243

8.1 ANALISIS CRETICO .......................................................................... 243

8.2 APORTE TECNICO .......................................................................... 244

CAPITULOIX................................................................................................. 246

CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES .................................................246

9.1 CONCLUSIONES .............................................................................246

9.2 SUGERENCIAS................................................................................247
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS . 249

ANEXOS........................................................................................................ 261

xiv
LISTA DE TABLAS

Tabla 1: Indicadores de variable independiente ............................................... 10

Tabla 2: Indicadores de variable dependiente ................................................. 11

Tabla 3: Instrumentos de recolecciOn de datos................................................ 76

Tabla 4: Plan de mejora del estándar (1) ......................................................... 85

Tabla 5: Plan de mejora del estándar (2) ......................................................... 87

Tabla 6: Plan de mejora del estándar (3) ......................................................... 89

Tabla 7: Resumen de resultados de valores.................................................. 114

Tabla 8: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 1 ............................... 131


Tabla 9: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 1............................. 132

Tabla 10: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 2............................. 134

Tabla 11: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 2........................... 134

Tabla 12: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 3............................. 136

Tabla 13: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 3........................... 136

Tabla 14: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 4............................. 138

Tabla 15: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 4........................... 138

Tabla 16: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 5............................. 140

Tabla 17: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 5........................... 140

Tabla 18: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 6............................. 142

Tabla 19: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 6........................... 142

Tabla 20: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 7............................. 144

Tabla 21: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 7........................... 144

Tabla 22: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 8............................. 146

Tabla 23: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 8........................... 146

Tabla 24: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 9............................. 148


xv
Tabla 25: Datos estadIsticos de POST TEST - Pregunta 9........................... 148
Tabla 26: Datos estadIsticos de PRE TEST - Pregunta 1Q........................... 150

Tabla 27: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 10......................... 150

Tabla 28: Exposiciôn del problema ................................................................ 154

Tabla 29: Exposiciôn del producto ................................................................. 155

Tabla 30: Perfil de Stakeholder: Jefe de departamento ................................. 157

Tabla 31: Perfil de stakeholder: Director de escuela...................................... 157

Tabla 32: Perfil de stakeholder: Docente ....................................................... 158

Tabla 33: Perfil de stakeholder: Alumno ........................................................ 158

Tabla 34: Sumario de usuanos ......................................................................159

Tabla 35: Necesidades principales de los usuanos ....................................... 160

Tabla 36: Entregables del proyecto................................................................ 168

Tabla 37: Papeles y responsabilidades.......................................................... 169


Tabla 38: Plan de proceso de desarrollo de acuerdo a fases ........................ 170

Tabla 39: Fases del proyecto e hitos principales ........................................... 171

Tabla 40: Horario del proyecto....................................................................... 173

Tabla 41: CaracterIsticas fisicas de pc servidor............................................. 174

Tabla 42: CaracterIsticas lOgicas de PC servidor............................................ 174

Tabla 43: Caracteristicas fIsicas de pc administrador.................................... 175

Tabla 44: DescripciOn del proceso de negocio .............................................. 180

-
Tabla 45: MCU Crear encuestas.................................................................. 183

Tabla 46: MCU - Rellenar encuestas ............................................................. 184

Tabla 47: MCU - Consultar resultados de encuestas..................................... 184

Tabla 48: MCU - Gestionar mantenimiento de sistema.................................. 184

Tabla 49: Diccionarlo de datos Tabla Facultad .............................................. 228

MTV
Tabla 50: Diccionario de datos Tabla Escuela . 228

Tabla 51: Diccionarlo de datos Tabla Curso ..................................................229

Tabla 52: Diccionario de datos Tabla Escuela_docente ................................229

Tabla 53: Diccionario de datos Tabla Docente...............................................229

Tabla 54: Diccionario de datos Tabla Aiumno ................................................ 230

Tabla 55: Diccionario de datos Tabla Jefe_departamento ............................. 231

Tabla 56: Diccionario de datos Tabla Usuario................................................232

Tabla 57: Diccionario de datos Tabla Aiumno_encuesta_terminado .............233

Tabla 58: Diccionario de datos Tabla Enunciado_respuesta .........................233

Tabla 59: Diccionario de datos Tabla Semestre_escuela ..............................234

Tabla 60: Diccionario de datos Tabla Escueia_curso ....................................234

Tabla 61: Diccionario de datos Tabla Semestre.............................................234

Tabla 62: Diccionario de datos Tabla Curso_aiumno ..................................... 235

Tabla 63: Diccionario de datos Tabla Encuesta.............................................236

Tabla 64: Diccionario de datos Tabla Encuesta_respuesta ............................236

Tabla 65: Diccionario de datos Tabla Encuesta_categoria ............................ 237

Tabla 66: Diccionario de datos Tabla Encuesta_enunciado .......................... 237

Tabla 67: Matriz de consistencia.................................................................... 262

Tabla 68: Diseño de encuesta........................................................................ 264

Tabla 69: AsignaciOn de tipo de actor............................................................ 266

Tabla 70: Asignaciôn de tipo de actores ........................................................ 266

Tabla 71: Asignación de tipo de actores ........................................................ 268

Tabla 72: AsignaciOn de pesos de casos de uso ........................................... 268

Tabla 73: Sumatona de Factor técnico de complejidad ................................. 269

Tabla 74: Rango de seiecciones factores 01 ai 04......................................... 270

xvii
Tabla 75: Rango de selecciOn factores 05 . 270

Tabla 76: Rango de selecciOn factores 06 ..................................................... 271

Tabla 77: Rango de selecciOn factores 07..................................................... 271

Tabla 78: Rango de selecciOn factores 08..................................................... 271

Tabla 79: Asignación de valor a Factor de Environment................................ 272

Tabla 80: Presupuestos de Materiales........................................................... 274

Tabla 81: Presupuesto de equipos de cOmputo y otros ................................. 275

Tabla82: Costo Total..................................................................................... 275

xviii
LISTA DE F1GURAS

Figura 1: lnteracciOn entre cliente Web y Aplicación Web ...............................42

Figura 2: TecnologIas de las aplicaciones Web ...................... ......................... 43

Figura 3: Arquitectura Cliente/Servidor ............................................................ 47

Figura 4: Diagrama de flujo del proceso de evaluaciOn docente ...................... 83

Figura 5: Datos estadisticos pregunta I Pie Test............................................ 91

Figura 6: Datos estadisticos pregunta 2 Pie Test............................................ 92

Figura 7: Datos estadisticos pregunta 3 Pie Test............................................ 93

Figura 8: Datos estadisticos pregunta 4 Pie Test............................................ 94

Figura 9: Datos estadisticos pregunta 5 Pie Test............................................ 95

Figura 10: Datos estadisticos pregunta 6 Pie Test.......................................... 96

Figura 11: Datos estadisticos pregunta 7 Pre Test.......................................... 97

Figura 12: Datos estadisticos pregunta 8 Pie Test.......................................... 98

Figura 13: Datos estadisticos pregunta 9 Pie Test .......................................... 99

Figura 14: Datos estadisticos pregunta 10 Pie Test ...................................... 100

Figura 15: Datos estadisticos pregunta I Post Test....................................... 101

Figura 16: Datos estadisticos pregunta 2 Post Test....................................... 102

Figura 17: Datos estadisticos pregunta 3 Post Test....................................... 103

Figura 18: Datos estadIsticos pregunta 4 Post Test ....................................... 104

Figura 19: Datos estadisticos pregunta 5 Post Test....................................... 105

Figura 20: Datos estadisticos pregunta 6 Post Test....................................... 106

Figura 21: Datos estadisticos pregunta 7 Post Test....................................... 107

Figura 22: Datos estadisticos pregunta 8 Post Test....................................... 108

Figura 23: Datos estadisticos pregunta 9 Post Test....................................... 109

Figura 24: Datos estadisticos pregunta 10 Post Test..................................... 110

xix
Figura 25: Escala de contrastaciôn . 112

Figura 26: Region de aceptaciOn y rechazo...................................................116


Figura 27: Fuerte relaciôn directa ..................................................................119

Figura 28: Cierta relaciOn inversa ..................................................................119

Figura 29: IncorrelaciOn ................................................................................. 120

Figura 30: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta I ..................................... 133


Figura 31: Datos estadisticos Post Test - Pregunta I ................................... 133

Figura 32: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 2..................................... 135

Figura 33: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 2 ................................... 135

Figura 34: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 3..................................... 137

Figura 35: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 3................................... 137

Figura 36: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 4..................................... 139

Figura 37: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 4 ................................... 139

Figura 38: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 5..................................... 141

Figura 39: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 5................................... 141

Figura 40: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 6..................................... 143

Figura 41: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 6................................... 143

Figura 42: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 7..................................... 145

Figura 43: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 7................................... 145

Figura 44: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 8..................................... 147

Figura 45: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 8 ................................... 147

Figura 46: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 9..................................... 149

Figura 47: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 9................................... 149

Figura 48: Datos estadisticos Pre Test - Pregunta 10................................... 151

Figura 49: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 10 .................................151

xx
Figura 50: Cronograma de actividades . 172

Figura 51: Diagrama MCUN - Sistema de evaluaciOn de docentes ............... 176

Figura 52: Diagrama MON - Crear encuestas................................................ 177

Figura 53: Diagrama MON - Rellenar encuestas ........................................... 178

Figura 54: Diagrama MON - Consultar resultados de encuestas................... 178

Figura 55: Diagrama MON - Gestionar mantenimiento de sistema................ 179

Figura 56: Diagrama Modelo de dominio ....................................................... 180

Figura 57: MCU - Crear encuestas ................................................................ 181

Figura 58: MCU - Rellenar encuestas ............................................. ............... 182

Figura 59: MCU - Consultar resultados de encuestas.................................... 182

Figura 60: MCU - Gestionar mantenimiento de sistema ................................ 183

Figura6l: DC - Crearencuestas ................................................................... 185

Figura 62: DC - Rellenar encuestas............................................................... 186

Figura 63: Consultar resultados de encuestas............................................... 186

Figura 64: DC - Gestionar mantenimiento de sistema ................................... 187

Figura 65: Diagrama de clases de sistema de evaluaciOn de docentes......... 188

Figura 66: Interfaz de ingreso al sistema - Perfil Administrador (1)............... 189

Figura 67: Interfaz de ingreso at sistema - Perfil Administrador (2)............... 189

Figura 68: Interfaz de ingreso al sistema - Perfil Administrador (3)............... 190

Figura 69: Diagrama de secuencia de ingreso at sistema - Perfil Administrador

190

Figura 70: Interfaz de registro de alumno (1) .................................................191

Figura 71: Interfaz de registro de alumno (2) .................................................191

Figura 72: Interfaz de registro de alumno (3) .................................................192

Figura 73: Interfaz de registro de alumno (4) .................................................192

xxi
Figura 74: Interfaz de registro de alumno (5) . 193

Figura 75: Interfaz de registro de alumno (6) ................................................. 193

Figura 76: Interfaz de registro de alumno (7) .................................................194

Figura 77: Diagrama de secuencia de registro de alumno.............................194

Figura 78: Interfaz de registro de docente (1)................................................195

Figura 79: Interfaz de registro de docente (2) ................................................ 195

Figura 80: Interfaz de registro de docente (3) ................................................ 196

Figura 81: Interfaz de registro de docente (4) ................................................196

Figura 82: Interfaz de registro de docente (5) ................................................ 197

Figura 83: Interfaz de registro de docente (6) ................................................ 197

Figura 84: Interfaz de registro de docente (7) ................................................ 198

Figura 85: Interfaz de registro de docente (8) ................................................ 198

Figura 86: Diagrama de secuencia de registro de docente............................ 199

Figura 87: Interfaz de registro de facultad (1) ................................................ 200

Figura 88: Interfaz de registro de facultad (2) ................................................ 200

Figura 89: Interfaz de registro de facultad (3) ................................................ 201

Figura 90: Interfaz de registro de facultad (4) ................................................ 201

Figura 91: Interfaz de registro de facultad (5) ................................................ 202

Figura 92: Interfaz de registro de facultad (6) ................................................ 202

Figura 93: Interfaz de registro de facultad (7) ................................................ 203

Figura 94: Secuencia de registro de facultad................................................. 203

Figura 95: Interfaz de registro de escuela (1) ................................................ 204

Figura 96: Interfaz de registro de escuela (2) ................................................ 204

Figura 97: Interfaz de registro de escuela (3) ................................................ 205

Figura 98: Interfaz de registro de escuela (4) ................................................ 205


Figura 99: Interfaz de registro de escuela (5) . 206

Figura 100: Interfaz de registro de escuela (6)............................................... 206

Figura 101: Diagrama de secuencia de registro de escuela .......................... 207

Figura 102: Interfaz de registro de curso (1) .................................................. 207

Figura 103: Interfaz de registro de curso (2) .................................................. 208

Figura 104: Interfaz de registro de curso (3).................................................. 208

Figura 105: Interfaz de registro de curso (4).................................................. 209

Figura 106: Interfaz de registro de curso (5).................................................. 209

Figura 107: Diagrama de secuencia de registro de curso.............................. 210

Figura 108: Interfaz de registro de semestre (1) ............................................ 211

Figura 109: Interfaz de registro de semestre (2) ............................................ 211

Figura 110: Interfaz de registro de semestre (3) ............................................ 212

Figura 111: Interfaz de registro de semestre (4) ............................................212

Figura 112: Interfaz de registro de semestre (5) ............................................213

Figura 113: Interfaz de registro de semestre (6) ............................................ 213

Figura 114: Diagrama de secuencia de registro de semestre........................ 214

Figura 115: Interfaz de registro de encuesta (1) ............................................ 215

Figura 116: Interfaz de registro de encuesta (2) ............................................ 215

Figura 117: Interfaz de registro de encuesta (3) ............................................ 216

Figura 118: Interfaz de registro de encuesta (4) ............................................ 216

Figura 119: interfaz de registro de encuesta (5) ............................................ 217

Figura 120: Interfaz de registro de encuesta (6) ............................................ 217

Figura 121: Interfaz de registro de encuesta (7) ............................................ 218

Figura 122: Interfaz de registro de encuesta (8) ............................................ 218

Figura 123: Interfaz de registro de encuesta (9) ............................................ 219


Figura 124: Interfaz de registro de encuesta (10) . 219

Figura 125: Diagrama de secuencia de creaciOn de encuesta ......................220

Figura 126: Interfaz de reporte de encuestas (1) ........................................... 221

Figura 127: Interfaz de reporte de encuestas (2) ........................................... 221

Figura 128: Interfaz de reporte de encuetas (3)............................................. 222

Figura 129: Interfaz de reporte de encuestas (4) ........................................... 222

Figura 130: Diagrama de secuencia de reporte de encuestas....................... 223

Figura 131: Interfaz de rellenado de encuesta (1).......................................... 224

Figura 132: Interfaz de rellenado de encuesta (2)........................................... 224

Figura 133: Interfaz de rellenado de encuesta (3).......................................... 225

Figura 134: Interfaz de rellenado de encuesta (4).......................................... 225

Figura 135: Interfaz de rellenado de encuesta (5).......................................... 226

Figura 136: Interfaz de rellenado de encuesta (6).......................................... 226

Figura 137: Diagrama de secuencia de rellenado de encuesta ..................... 227

Figura 138: Diagrama de base de datos........................................................ 239

Figura 139: Diagrama de estado de Semestre(1) .......................................... 240

Figura 140: Diagrama de estado de Semestre(2) ..........................................240

Figura 141: Diagrama de estado de Encuesta............................................... 241

Figura 142: Diagrama de estado de Usuano ................................................. 241

xxiv
RESUMEN

La presente investigaciOn, cuenta con el problema general en qué medida el

sistema informético con tecnologIa J2EE mejora Ia EvaluaciOn de docentes en

Ia Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de

Ucayali. El objetivo consiste en deterrrnnar cOmo el sistema informático con

tecnologIa J2EE mejora Ia EvafuaciOn de docentes en Ia Escuela Profesional

de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

El tipo de investigaciOn es aplicada, de campo y descriptiva, y el nivel de Ia

investigaciOn es descriptiva, asimismo el diseño es Pre Test - Post; Ia muestra

corresponde a 228 personas de Ia Escuela profesional de Ingenierla de

Sistemas que participan directamente en el proceso de Evaluaciôn de

docentes, y el instrumento que sirviO para recolectar informaciôn es Ia

encuesta.

La principal conclusiOn fue que se ejecutO un estudlo detallado para el

respectivo proceso de evaluaciOn docente en Ia Escuela profesional de

Ingenierla de Sistemas en Ia Universidad Nacional de Ucayali, donde se

detectan deficiencias en cada una de sus actividades que deben ser

mejoradas. En primera instancia se realizO un estudio general de cOmo se Ileva

a cabo este proceso identificando sus causas, sIntomas, problema, agentes;

asimismo se describen los esténdares de calidad presentes en este proceso de

evaluaciOn docente.

Palabras claves: Proceso, Metodologla y Mejora.

xxv
ABSTRACT

The present research has the general problem to what extent the computer

system with J2EE technology improves the Evaluation of teachers in the

Professional School of Systems Engineering of the Universidad Nacional de

Ucayali. The objective is to determine how the computer system with J2EE

technology improves the Evaluation of teachers in the Professional School of

Systems Engineering of the Ucayali Nacional de Ucayali.

The type of research is applied, field and descriptive, and the level of research

is descriptive, also the design is Pre Test - Post; The sample corresponds to 28

people of the Professional School of Engineering of Systems that directly

participate in the process of Evaluation of teachers, and the instrument that

served to collect information is the survey.

The main conclusion was that a detailed study was carried out for the

respective teacher evaluation process at the Professional School of Systems

Engineering at the Universidad Nacional de Ucayali, where deficiencies are

detected in each of its activities that must be improved. In the first instance, a

general study was carried out on how this process is carried out, identifying its

causes, symptoms, problem, agents; Also describes the quality standards

present in this process of teacher evaluation.

Keywords: Process, Methodology and Improvement

xxvi
INTRODUCCION

Los Sistemas informáticos han cambiado Ia forma en que operan las

organizaciones e instituciones actuales. A través de SU USC se logran

importantes mejoras, pues automatizan los procesos operativos y to más

importante suministran una plataforma de informaciOn necesaria para Ia toma

de decisiones.

En este contexto, se propone Ia Utilizaciôn de un sistema informãtico con

tecnologia J2EE que soporte el proceso de evaluaciOn de docentes en Ia

Escuela profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

La investigación viene estructurada de Ia siguiente manera:

Capitulo I, Se describe Ia fundamentaciôn del problema, Ia formulaciOn del

problema, se definen los objetivos, justificación e importancia de Ia

investigaciOn, hipOtesis.

Capftu!o II, Este capitulo da a conocer el marco teOrico, los antecedentes del

estudio, coma también los planteamientos teôricos, las definiciones de términos

básicos.

Capitulo III, Se describe el marco metodolOgico, tipo y nivel de investigaciOn,

diseño y esquema de Ia investigaciOn, población y muestra, métodos,

instrumentos de recolecciOn de datos y el procesamiento y presentaciôn de

datos.

Capitulo IV, Se describe el proceso de evatuaciOn de docentes en Ia Escuela

Profesional de Ingenierla de Sistema de Ia Universidad Nacional de Ucayali.


CapItulo V, Se muestran los resultados pre-test y post-test obtenidos de las

encuestas referente at proceso de evaluaciOn de docentes en Ia Escuela

profesional de lngenierIa de Sistema de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

Capitulo VI, Se contrastan y discuten los diferentes resultados obtenidos en el

capitulo anterior.

Capitulo VII, Se desarrolla Ia aplicaciOn en el marco de Ia metodologIa RUP,

describiendo cada proceso de desarrollo, para ello utilizaremos como apoyo los

diagramas de flujo y notaciOn UML, además de las caracterIsticas técnicas para

Ia construcciOn del software.

Capitulo VIII, Se describe el análisis crItico y aporte técnico hacia Ia Escuela

profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

Capitulo IX, Se describen las conclusiones y recomendaciones del trabajo de

investigación.

xxviii
CAPITULO I

PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA

1.1 DIAGNOSTICO DE LA SITUACION ACTUAL

DESCRIPCION DE LA ORGANIZACION

La Universidad Nacional de Ucayali fue creada mediante Decreto Ley No

22804 del 18 de diciembre de 1979; durante el Gobierno Militar del

General Francisco Morales BermUdez Cerruti; inicialmente con el

nombre de Universidad Nacional de Pucailpa.

Por Ley No 23261 del 16 de Julio de 1981, el Gobierno Democrático del

Arquitecto Fernando Belaunde Ferry ratificO Ia creaciOn de Ia

Universidad Nacional de Pucalipa.

El 9 de diciembre de 1983 entra en vigencia Ia actual Ley Universitaria

N° 23733. En su ArtIculo 97, se indica que en adelante Ia Universidad

Nacional de Pucalipa se denominará Universidad Nacional de Ucayali;

asimismo, se elabora su reglamento, mediante el cual se organiza su

regimen académico con (03) Facultades.

En 1988 por ResoluciOn No 071/88-CO-UNU del 17 de enero, se crea Ia

Facultad de Ciencias Administrativas y por ResoluciOn No 072/89-CO-

UNU se cambiO su denominaciôn por Facultad de Ciencias

Administrativas y Contables. Mediante Resoluciôn No 292-93-ANR, del

26 de febrero de 1993 Ia Asamblea Nacional de Rectores, autorizO el

funcionamiento definitivo de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

En 1988, se creô a través de Ia ResoluciOn Rectoral No 002/98 del 21 de

enero y al amparo del ArtIculo 29 inciso e) de Ia Ley No 23733, Ia

1
Facultad de Derecho y Ciencias Poilticas; y la Escuela Profesional de

Ingenieria de Sistemas, como parte de Ia Facultad de Ciencias

Administrativas y Contables y Ia de Medicina Humana que se integra a Ia

Facultad de Ciencias de Ia Salud.

El 20 de enero del 2007, Ia Asamblea Universitaria crea Ia Facultad de

Ingenieria de Sistemas, aprobada con ResoluciOn Rectoral NO 001-2007-

AU-R-UNU.

El 20 de diciembre de del 2008, Ia Asamblea Universitaria mediante

ResoluciOn NO 009-2008-AU-R-UNU, aprobO par unanimidad Ia Creaciôn

de Ia Escuela Profesional de Ingenierla Civil adscrita a Ia Facultad de

Ingenieria de Sistemas de Ia UNU, pasando a denominarse a partir de

esa fecha coma Facultad de Ingenieria de Sistemas y de Ingenieria Civil.

OBJETIVOS ESPECIFICOS DE LA ESCUELA PROFESIONAL DE

INGENIERIA DE SISTEMAS

Contar con Ia infraestructura moderna, adecuados para formar

profesionales empresanos, para las diferentes organizaciones

inmersas a Ia tecnologia de Ia producciOn y servicios,

comprometidos con el desarrollo socioeconOmico de nuestra region

y pals.

Cultivar y practicar Ia mejora continua de Ia calidad para lograr Ia

acreditaciOn académica de Ia facultad, a través de los Docentes de

pie y postgrado.

Desarrollar Ilneas de investigaciOn aplicadas a Ia innovaciOn

tecnolOgica de desarrollo de sistemas, gestiOn empresarial e

2
institucionales, tendientes a resolver los problemas tecnolOgicos de

las organizaciones, el suministro de bienes y servicios.

Fomentar Ia integraciôn recIproca con unidades productivas de

desarrol10.

Promover el compromiso académico y administrativo conducente al

logro del desarrollo integral de Ia Facultad.

PROBLEMA PRINCIPAL

Dificultad de Evaluaciôn de docentes en Ia Escuela Profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali (Ver

Anexo 01).

SINTOMAS DE LA DIFICULTAD EN EVALUACION DE DOCENTES

Resultado de evaluaciOn de docentes impreciso:

Los resultados calculados a partir de los datos de las encuestas no

transmiten una evaluación de docentes correctamente ejecutada

debido a varios factores: ManipulaciOn de datos de encuestas, Error

en procesamiento de encuestas, etc.

Toma de decisiones equivocadas:

Los resultados obtenidos a partir de los datos de las encuestas

ayudan en cierta forma a Ia toma de decisiones para el mejoramiento

de Ia plana docentes, sin embargo, estas decisiones pueden estar

basadas en datos de encuestas imprecisas 0 que no reflejan Ia

realidad debido a errores intencionales y no intencionales

41
presentados antes, durante y/o después del proceso de evaluaciOn

docente.

. Procesamiento manual de datos de encuestas:

Los datos de cada encuesta rellenada se procesan manualmente de

manera individual con elfin de obtener un resultado final y generar

cálculos estadIsticos para Ia toma de decisiones. Esta actividad se

vuelve compleja y trabajosa porque Ia cantidad de encuestas a

revisar es grande.

CAUSAS DE LA DIFICULTAD EN EVALUACION DE DOCENTES

Desconocimiento en alumnos acerca de los docentes responsables

de sus asignaturas.

Es el desinterés de los alumnos en el reconocimiento de sus

docentes que están siendo objeto de evaluación, el cual termina en

una evaluación que no refleja Ia realidad.

Manipulaciôn de datos en el Ilenado de encuestas (Favoritismo o

desfavoritismo hacia un docente determinado, sabotaje de

evaluaciOn docente, CoacciOn a alumnos en el Ilenado de

encuestas).

Es Ia obtenciOn de un resultado intencionado en la evaluaciOn de

docentes a partir de datos forzados en las encuestas.

ManipulaciOn de datos en el procesamiento de las encuestas.

Es Ia obtenciôn de un resultado intencionado en Ia evaluación de

docentes en el momento de procesar las encuestas rellenadas..

4
. Error de digitaciOn en procesamiento de datos en encuestas.

Son errores no intencionales de digitaciOn que se producen en el

procesamiento de los datos de las encuestas.

Perdida de encuestas antes del procesamiento de datos.

Es el extravIo de las encuestas que servirán de fuente de datos para

Ia toma de decisiones.

CONSECUENCIAS DE LA DIFICULTAD EN EVALUACION DE

DOCENTES

Aumento de carga laboral en evaluadores

Resultado de evaluaciOn inexacto.

Toma de decisiones equivocadas.

1.2 FORMULACION DEL PROBLEMA

1.2.1. GENERAL

En qué medida el sistema informático con tecnologIa J2EE

mejora Ia EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali?

1.2.2. ESPECIFICOS

1. ,Se puede identificar el proceso de EvaluaciOn de docentes en

Ia Escuela profesional de lngenierIa de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali?

5
,Se puede construir un sistema informãtico con tecnologia

J2EE a Ia EvaluaciOn de docentes en la Escuela profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali?

,Cuál es el grado de asociaciôn entre el sistema informâtico

con tecnologia J2EE y Ia EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela

profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad

Nacional de Ucayali?

,Existe un modelo adecuado de sistema informático con

tecnologia J2EE de Evaluaciôn de docentes en Ia Escuela

profesional de Ingenieria de Sistemas de Ia Universidad

Nacional de Ucayali?

1.3 JUSTIFICACION E IMPORTANCIA

1.3.1. JUSTIFICACION TEORICA

Los sistemas informãticos en corjunto con las tecnologIas de

informaciOn se han convertido en un ente imprescindible para

cualquier empresa püblica o privada que desea alcanzar un alto

grado de competitividad en el mercado. El sistema debe de

realizar como mInimo:

CreaciOn de encuestas.

Procesamiento de encuestas.

1.3.2. JUSTIFICACION PRACTICA

El sistema informático con tecnologia J2EE de evaluaciOn de

docentes mejorara, valga Ia redundancia, el proceso de


evaluaciOn hacia los docentes en Ia Escuela Profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali,

debido a que abarcará de principlo a fin las actividades

resultantes de este proceso, pretendiendo obtener resultados

positivos.

1.3.3. JUSTIFICACION METODOLOGICA

Tenemos como base para Ia justificaciOn correspondiente los

siguientes puntos:

El estudio de cOmo el sistema informático con tecnologIa J2EE

mejorará Ia evaluaciOn de docentes servirá como gula de

informaciOn de manera directa para los afectados.

La tecnologia utilizada cuenta con herramientas y esquemas

que permiten realizar sistemas robustos, seguros, prácticos y

eficientes, obteniendo un gran soporte y consistencia de Ia

informaciOn que a su vez es relevante al usuario final.

1.4 OBJETIVOS

1.4.1. OBJETIVO GENERAL

Determinar cômo el sistema informático con tecnologIa J2EE

mejora Ia Evaluación de docentes en Ia Escuela Profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

7
1.4.2. OBJETIVOS ESPECIFICOS

Identificar el proceso de EvaluaciOn de docentes en Ia

Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de la

Universidad Nacional de Ucayali.

Construir un sistema informát,co con tecnologIa J2EE en Ia

EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela profesional de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de

Ucayali.

Determinar el grado de asociaciOn entre el sistema

informâtico con tecnologIa J2EE y Ia EvaluaciOn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali.

Proponer un modelo adecuado de sistema informâtico con

tecnologIa J2EE de EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela

profesional de Ingenieria de Sistemas de Ia Universidad

Nacional de Ucayali.

1.5 HIPOTESIS

1.5.1. HIPOTESIS GENERAL

"El sistema informático con tecnologia J2EE mejora (a Eva(uación

de docentes en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas

de Ia Universidad Nacional de Ucayali.".


1.5.2. HIPOTESIS ESPECIFICAS

"Es posible identificar el proceso de evaluaciOn de docentes

en Ia Escuela profesional de Ingenieria de Sistemas de ta

Universidad Nacional de Ucayali."

"Es posible construir un sistema informático con tecnologIa

J2EE a Ia EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela Profesional

de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de

Ucayali."

"Es posible determinar el grado de asociación entre el

sistema informático con tecnologia J2EE y Ia EvaluaciOn de

docentes en Ia Escuela profesional de Ingenieria de

Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali."

"Es posible proponer un modelo adecuado de sistema

informático con tecnologIa J2EE de EvaluaciOn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali."

1.6 VARIABLES

1.6.1. VARIABLE INDEPENDIENTE

Sistema Informático con tecnologIa J2EE

1.6.2. VARIABLE DEPENDIENTE

Evaluaciôn de docentes

1.6.3. VARIABLE INTERVINIENTE

Facultad de Ingenierla de Sistemas y de Ingenierla Civil de Ia

Universidad Nacional de Ucayali


1.6.4. UNIDAD DE ANALISIS

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad

Nacional de Ucayaii

1.7 OPERACIONALIZACION DE LAS VARIABLES

1.7.1. VARIABLE INDEPENDIENTE

Sistema informãtico con tecnologIa J2EE.

Tab/a 1: lndicadores de variable independiente

DimensiOn Indicador Unidad de

medida

Hardware • Usa de computadoras interconectadas (%)

Software • Funcionalidad: Grado en que el software satisface (%)

las necesidades.

Confiabilidad: Tiempo promedio en que se produce


(%)
un error en Ia funcionalidad del sistema.

Usabilidad: Grado en que el software es fãcil de

usar. (%)

Confidencialidad de datos: Grado en que el sistema

garantiza el acceso a Ia informaciOn ünicamente a


(%)
personal autorizado.

10
1.7.2. VARIABLE DEPENDIENTE

EvaluaciOn de docentes.

Tab/a 2: Indicadores de variable dependiente

DimensiOn Indicador Unidad de

medida

PlanificaciOn de • Tiempo de diseño de encuesta (Horas)

encuestas

Procesamiento de • Tiempo de encuesta a alumnos. (Horas)

encuestas • Tiempo de evaluaciOn a docentes. (Horas)


Tiempo de procesamiento de datos de
(Horas)
encuestas

OrganizaciOn • Eficiencia de personal asignado en el (%)

proceso de evaluaciOn docente.

11
CAPITULO II

MARCO TEORICO

2.1 ANTECEDENTES DE LA INVESTIGACION

1. La tesis "SONARQUBE 4.0 EN LA CERTIFICACION DE CODIGO

JAVA EN UNA CONSULTORA DE PROYECTOS INFORMATICOS"

para optar el titulo de Ingeniero de Sistemas, presentado par

AGUILAR POLO YOSLAR y FLORES CHIRINOS GERARD de Ia

UNIVERSIDAD NAC1ONAL DE UCAYALI, cuyo objetivo general es

"PROPONER EL SONARQUBE 4.0 MEJORA LA CERTIFICACION

DE CODIGO JAVA EN UNA CONSULTORA DE PROYECTOS

INFORMATICOS." en el 2017, cuyas conclusiones fueron:

Se ejecutô un estudlo detallado para Ia respectiva certificaciOn de

cOdigo Java, donde se detectan vulnerabilidades en las

aplicaciones webs que deben ser corregidas. En primera instancia

se realiza una revisiOn general del cOdigo fuente, asimismo se

describe el usa de Ia técnica para ejecutar el respectivo análisis,

en cumplimiento de los estándares de calidad

Existe un grado de asociaciOn significativa entre las variables

dependiente e independiente, tomando coma referencia el

cuestionario dirigido al equipo que elaboran proyectos de software

de Ia consultora Evens, mediante el valor calculado a funciOn

prueba (Tc= 2.8466) y el valor de Ia tabla"T" student (T= 1.8125),

aceptando Ia hipOtesis altema.

12
C. Se evaluO las métricas del Sonarqube 4.0 p01: tamaño, pruebas,

duplicidad, diseño, complejidad, reglas y SCM, para Ia verificaciOn

si los cOdigos cumplen con los requisitos establecidos y asI el

análisis sea eficiente

2. La tesis "MODELO DE NEGOCIO DE TRAZABILIDAD EN LOS

PROCESO DE GESTION DE INFORMACION EN LA INDUSTRIA

DE PRIMERA TRANSFORMACION DE LA MADERA EN LOS

ASERRADEROS DE PUCALLPA" para optar el titulo de Ingeniero de

Sistemas, presentado por CAYO NEMIAS DAZA MORALES,

CRISTHIAN LAULATE PANDURO y JORGE ISRAEL PALOMINO

BULLON de Ia UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI, cuyo

objetivo general es: "DETERMINAR COMO EL MODELO DE

NEGOCIO A DESARROLLAR MEJORA LA GESTION DE LA

INFORMACION DE PRODUCCION DEL SECTOR DE LA

INDUSTRIA FORESTAL DE PRIMERA TRANSFORMACION EN

LOS ASERRADEROS DE PUCALLPA.." en el 2016, cuyas

conclusiones fueron:

A. Se concluye que el equipo se realizO de manera efectiva y

satisfactoria las pruebas en campo y con Ia revisiOn de los jefes

de area y administradores, el modelo propuesto aUn en proceso

de madurez permite que las empresas que cuentan con el

software puedan adquinr actualizaciones y mejoras sin costo, y Si

desean mejoras en reportes de manera personalizadas que antes

no podian obtenerlos, estos trabajos generan nuevos ingresos al

13
equipo. Por lo tanto Ia empresa Maxisoft Net, estarla dentro del

escenarlo forestal como un agente externo de tecnologIa para Ia

gestion de informaciOn y se retroalimentarla de Ia exigencias y

cambios del entomb de los actores pnncipales.

Se obtuvo informaciôn sobre el segmento del mercado a donde se

podria atender y que actualmente tienen necesidad de certificar

su planta para alcanzar una demanda mayor en el mercado

intemacional.

Se llegO a elaborar patrones de modelos utilizando BIZAGI, pues

a pesar que las plantas en estudio, realizaban productos

sementes para exportaciOn, no todos coincidlan en procesos

productivos y gestiOn de Ia informaciOn, por lo que el equipo

propuso algunas mejoras en el diseño de formatos que ellos

contaban y algunas restricciones para que su registro sea

consistente, esto al final Ilevo a usar un dispositivo (Tablet) para

poder hacer captura de datos y consultas en tiempo real,

reduciendo tiempos en trabajos operativos y de planta.

El método a utilizar para analizar Ia correlaciOn de las variables de

estudio dependiente e independiente es el coeficiente de

correlaciOn con elfin de saber si existe relaciOn entre las variables

de estudio ya mencionados.

3. La tesis "SISTEMA MOVIL BASADO EN GEOLOCALIZACION PARA

MEJORAR LA GESTION DE RECLAMOS Y AVERIAS EN

TELEFONICA DEL PERU" para optar el tItulo de lngeniero de

14
Sistemas, presentado por ESTEBAN SANTAMARIA, JELMI YALITH

y VALEGA MARQUINA, JORGE RAUL de Ia UNIVERSIDAD

NACIONAL DE UCAYALI, cuyo objetivo general es: "IMPLEMENTAR

EL SISTEMA MOVIL BASADO EN GEOLOCALIZACION MEJORA

LA GESTION DE RECLAMOS Y AVERIAS EN TELEFONICA DEL

PERU DEL DISTRITO DE SURQUILLO" en el 2016, cuyas

conclusiones fueron:

Existe integraciOn entre el software y hardware, con Ia gestiOn de

reclamos y averlas en TelefOnica del Peru, se basa en constituir

una base de datos denominada DATAWERE HOUSE, que

permite una fluida transmisión de datos, a nivel de todas las

unidades del area de trabajo y sus sedes.

Existe un grado de asociaciOn significativa y de correlaciôn entre

las variables de estudio, para niveles del 1% y 5% de manera

bilateral, con valores entre 0,50 y Ia unidad (1,00), concluyendo

que: "La implementaciOn del sistema mOvil basado en

geolocalizaciOn mejora Ia gestiOn de reclamos y averlas en

TelefOnica del PerU del Distrito de Surquillo"

Se desarrollO Ia propuesta del sistema mOvil basada en

geolocalizaciôn que mejore Ia gestiOn de reclamos y averIas en

TelefOnica del PerU del Distrito de Surquillo, asimismo se definiO

los procesos de las actividades propias en Ia sede Surquillo, ello

permitió desarrollar y formular una serie de información, a nivel

estratégico, funcional y operacional.

15
4. La tesis "TECNOLOGIA ANDROID EN EL PROCESO DE PAGOS

DE LA OFICINA DE CAJA DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE

UCAYALI" para optar el tItulo de Ingeniero de Sistemas, presentado

por MEZA GERI, ROLLER ELIAS y TAFUR VALERA, GUSTAVO

ADOLFO de Ia UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI, cuyo

objetivo general es "CONOCER COMO LA TECNOLOG1A ANDROID

MEJORA EL PROCESO DE PAGOS DE LA OFICINA DE CAJA DE

LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI" en el 2016, cuyas

conclusiones fueron:

A. APP CAJA UNU, en un modelo basado en TecnologIa Android

aplicado al proceso de pagos de Ia Unida de Caja de Ia

Universidad Nacional de Ucayali. Dicha aplicaciOn fue

desarrollada utilizando Ia metodologia RUP, Ia notación UML

(Unified Modeling Language), el software office Visio para

diagramaciOn como herramienta Case; Ia plataforma Android

Studio para desarrollo de software con lenguaje de programaciOn

el JAVA, y gestor de Base de Datos SQLite. La APP CAJA UNU,

es una aplicaciOn mOvil que complementa al SISTEMA CAJA

UNU, permitiOndole a este cubrir nuevos requerimientos como

pagos a través de tarjetas de crédito, débito, efectivo u otros

medios como PAYPAL, atenciôn sin limitación de horarios y pre

carga de pedidos para disminuir tiempo de atenciOn y tiempo en

cola. La comunicaciOn entre el SISTEMA CAJA UNU y Ia APP

CAJA UNU, se da mediante el uso de un módulo extension del

SISTEMA CAJA UNU, el modulo "Pago MOvil", este mOdulo fue

16
desarrollado en cOdigo java web, y permite Ia lectura de un código

QR generado por Ia APP CAJA UNU, el cual encripta el pedido

(PRE CARGADO) de pago por parte del cliente, permitiéndole asI

cargar dicha informaciôn y continual con el proceso de pago, todo

esto evitando Ia carga manual y errores de digitaciOn, lo cual se

traduce en disminuciOn de tiempos de atenciôn en ventanilla y

cola.

Se trabajaron 2 muestra con el Diseño en sucesiôn o en lInea

(Pie Test - Post Test). La primera consideraba a los usuarios

actuales del SISTEMA CAJA UNU, el jefe de Ia Oficina de

Tesorerla, el cual tiene bajo su jurisdicciOn Ia Unidad de Caja, el

Cajero II —Jefe de Ia Unidad de Caja (195) con cOdigo T5-05-195-

2, el Técnico Administrativo II (196) con cOdigo T4-05-707-2,

dueño del proceso a sistematizar, dando una cantidad de 4

colaboradores. La segunda es Ia muestra de Ia poblaciôn

estudiantil (Usuarios de Ia APP CAJA UNU y clientes de Ia Unidad

de Caja), Ia cual se estimO mediante el Método ProbabilIstico,

mediante Ia técnica del Muestreo Proporcional, dando una

cantidad de 353 alumnos. En ambos casos se aceptó Ia hipOtesis

alterna debido a que los indicadores se vieron incrementados en

Ia segunda evaluaciôn, demostrando de esta manera que existe

una relaciOn de mejora

La APP CAJA UNU es un modelo basado en tecnologIa Android

que permite mejorar el proceso de pagos en Ia unidad de Caja de

a Universidad Nacional de Ucayali, debido a que cubre nuevos

17
requerimientos como Ia utilizaciôn de distintos medios pago,

disminuye tiempos de atenciOn y cola mediante el uso de pedtdos

pie cargados, reutiliza y mejora el sistema actual SISTEMA CAJA

UNU generando menor resistencia al cambio por parte de los

usuarios y menor costo en desarrollo e implementaciOn de

software.

5. La tesis "SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOG1A .NET EN

LOS PROCESOS ADMINISTRATIVOS DE LICENCIAS DE

FUNCIONAMIENTO Y AUTORIZACIONES EN LA MUNICIPALIDAD

PROVINCIAL DE CORONEL PORTILLO" para optar el titulo de

Ingeniero de Sistemas, presentado por JOE ANTHONY GONZALES

GAMBINE y HENRY DIEGO MEZA TORRES de Ia UNIVERSIDAD

NACIONAL DE UCAYALI, cuyo objetivo general es: "CONOCER DE

QUÉ MANERA EL SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOG1A

NET MEJORA LOS PROCESOS ADMINISTRATIVOS DE

LICENCIAS DE FUNCIONAMIENTO Y AUTORIZACIONES EN LA

MUNICIPALIDAD PROVINCIAL DE CORONEL PORTILLO." en el

2013, cuyas conclusiones fueron:

A. Se desarrollO el sistema informãtico con tecnologIa .NET para los

procesos administrativos de licencias de funcionamiento y

autorizaciones en el area de comercialización de Ia Municipalidad

Provincial de Coronet Portillo que cumple con las necesidades

req uerid as.

ip
Se demostró el grado de asociación entre el sistema

informático con tecnologIa .Net y los procesos

administrativos de licencias de funcionamiento y

autorizaciones en Ia Municipalidad Provincial de Coronel

Portillo mediante el valor calculado o función prueba(Tc=

3,438) y el valor de Ia tabla "T" student (T= 1,943)

aceptando Ia hipótesis alterna Ha = 02 - 01 > 0 en Ia

cual 02 es el procedimiento 193 con estImulo y 01 es el

procedimiento antes de implementar Ia variable

independiente, demostrando de esta manera que existe

una relación de mejora

Se propuso el sistema informático con tecnologIa .Net para los

procesos administrativos de licencias de funcionamiento y

autorizaciones, Ia cual segün las encuestas de pre-test y pos-test

validan Ia mejora en los procesos.

6. La tesis "CONECTIVIDAD INALAMBRICA PARA EL ACCESO A LA

INFORMACION E INTERNET EN LA UNIVERSIDAD NACIONAL

DE UCAYALI" para optar el titulo de Ingeniero de Sistemas,

presentado por .JUANA DEL ROCIO DIONISIO GONZALES de Ia

UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI, cuyo objetivo general es:

"DETERMINAR LA EFICACIA DE LA CONECTIVIDAD

INALAMBRICA PARA EL ACCESO A LA INFORMACION EN LA

19
UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI." en el 2013, cuyas

conclusiones fueron:

Se ha demostrado en el proceso de investigaciOn que "La

conectividad inalámbrica es eflcaz para el acceso a Ia informaciOn

e internet en Ia Universidad Nacional de Ucayali"

La definición de estrategias de administraciôn de Ia conectividad

inalámbrica para mejorar el acceso a Ia informaciOn en Ia

Universidad Nacional de Ucayali, involucra significativamente al

Area de Sistemas e Informática de Ia UNU, en los procesos de

toma de decisiones, con Ia incorporaciôn sistemâticamente de

nuevas tecnologIas de comunicación. Esta sistematizaciOn

pretende ser exhaustiva, y que cada procedimiento o proceso

administrativo, administrada por un software y hardware

adecuado.

7. La tesis "PLANEAMIENTO ESTRATEGICO DE TECNOLOG1AS DE

LA INFORMA C/ON EN LA UN/DAD ESTRATEGICA DE NEGOCIOS

DE PRODUCCION DE GAL VANIZADORA PERUANA S.A." para

optar el grado de Ingeniero de Sistemas, presentado por

APARCANA REYNAGA CESAR MARTIN Y CARBAJAL PASTOR

MIGUEL ANGEL de Ia UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI,

cuyo objetivo general es "CONOCER COMO EL PLANEAMIENTO

ESTRATEGICO DE TECNOLOG1A DE LA INFORMACION MEJORA

LA UNIDAD ESTRATEGICA DE NEGOCIO DE PRODUCCION DE

20
GALVANIZADORA PERUANA S.A.", en el año 2012, cuyas

conclusiones fueron:

El diagnôstico de Galvanizadora Peruana S.A. se realizO teniendo

en cuenta el análisis intemo, análisis externo y análisis DOFA.

Se ha identificado las unidades estrategicas de negocio como el

de comercializaciOn y producciOn, Ia más representativas.

Se seleccionô Ia unidad de estratégica del negoclo a nivel

corporativo de Ia empresa Galvanizadora Peruana S.A., siendo el

area de producciOn segUn Ia matnz de priorización.

Se ha aplicado Ia cadena de valor en las actividades

empresariales teniendo en cuenta Ia UEN de producciOn.

Se planteO un enfoque estratégico para Ia unidad estratégico de

producciOn PETI.

Se identificO las tecnologIas actuales proponiendo nuevas TI que

ayuden a los procesos de negocic dentro de Ia organizaciOn,

segUn cuadro de Arquitectura de las TecnologIas de lnformación.

A través del DOFA nos permite identificar las principales

estrategias para el uso de informaciOn y que ayuda a Ia toma de

decisiones de Galvanizadora Peruana S.A.

Se propone PETI a los directivos de Ia organizaciOn para ser

mplementado a corto plazo.

8. La tesis "SISTEMA INFORMATICO DE CONTROL DE ASISTENCIA

DE PERSONAL DE LOS CENTROS EDUCATIVOS ESTA TALES

SECUNDARIOS DE LA PRO VINCIA DE CORONEL PORTILLO"

para optar el grado de Ingeniero de Sistemas, presentado por

21
PANDURO ESTRADA MANUEL de Ia UNIVERSIDAD NACIONAL

DE UCAYALI, cuyo objetivo general es "IMPLEMENTAR UN

SISTEMA INFORMATICO QUE SIRVA PARA MEJORAR EL

CONTROL DE ASISTENCIA DEL PERSONAL EN LOS CENTROS

EDUCATIVOS ESTATALES SECUNDARIOS DE LA PROVINCIA

DE CORONEL PORTILLO", en el año 2010, cuyas conclusiones

fueron:

Con Ia implementaciOn del sistema informãtico se logro mejorar el

control de Ia asistencia de los trabajadores en el Colegio Estatal

San Fernando.

La recopilación y procesamiento de datos sirviO para entender el

algido problema referente al control de Ia asistencia en que se

encontraba el Colegio Estatal San Fernando y por consiguiente

los C.E. de Coronel Portillo.

El anãlisis e identificación de los procesos de control de

asistencia, permitieron desarrollar fácilmente el sistema

informático.

La Metodologla Orientado a Objetos ha permitido diseñar

eficientemente el sistema permitiendo realizarlo organizadamente.

El uso del motor de base de datos MySQL 5.5.52debido a las

caracterIsticas, ha permitido implementar una base de datos

rapida y eficiente.

El uso del lenguaje de alto nivel Visual Basic 2005 ha permitido

desarrollar eficientemente.

22
G. El sistema ha respondido satisfactoriamente a las exigencias del

servicio en el Colegio Estatal San Fernando.1

9. La tesis "SISTEMA INFORMATICO WEB Y EL PROCESAMIENTO

DE VARIABLES CL/MA TOLOGICAS EN LA ESTA C/ON

METEOROLOG!CA EN LA UN! VERSIDAD NACIONAL DE

UCAYALI" para optar el grado de Ingeniero de Sistemas, presentado

por LOZANO CAVERO LUIS ARTURO de Ia UNIVERSIDAD

NACIONAL DE UCAYALI, cuyo objetivo general es "CONOCER

COMO EL SISTEMA INFORMATICO WEB MEJORA EL

PROCESAMIENTO CLIMATOLOGICO EN LA ESTACION

METEOROLOGICA AGRICOLA PRINCIPAL DE LA UNIVERSIDAD

NACIONAL DE UCAYALI", en el año 2010, cuyas conclusiones

fueron:

Se logró Ia identificaciôn del problema el Análisis del Sistema

lnformático Web y el Procesamiento de las Variables

Climatolôgicas que implementa un conjunto soluciones a las

necesidades que tiene Ia Oficina de meteorologla y Ia población

en General que requiere dicha informaciOn.

El proceso de desarrollo RUP ha sido apropiado por Ia naturaleza

de este proyecto de investigaciOn permitléndonos realizar un

desarrollo organizado del mismo. Además, el uso de Ia

herramienta Rational Rose nos ha permitido aprovechar

potencialmente sus virtudes.

1http://www.unu.edu.pe/sistemaS civiI/pdf/tesis.pdf

23
La utilizaciOn del pensamiento sistémico permitiO realizar Ia

identificaciOn del problema desde una perspectiva que nos

involucra como panes del problema.

Obtuvimos el desarrollo completo con análisis e implementaciOn

del sistema informático web y el procesamiento de las variables

climatolOgicas en Ia estaciOn meteorolOgica de agricola principal

de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

Recopilamos y estandarizamos Ia informaciOn para una mayor

precision, necesaria para el procesamiento de las variables

climatol6gicas.2

10. La tesis "APLICACION DE LA MET000LOGIA .NET PARA LA

GESTION LOGISTICA DE LAS EMPRESAS DEL GRUPO SEA'!"

para optar el grado de Ingeniero de Sistemas, presentado por

Orozco Flores Henry Otoniel de Ia UNIVERSIDAD NACIONAL DE

UCAYALI, cuyo objetivo general es "APLICAR LA TECNOLOGIA

.NET PARA MEJORAR LA GESTION LOGISTICA DE LAS

EMPRESAS DEL GRUPO SEM", en el año 2010, cuyas

conclusiones fueron:

Con Ia aplicaciOn de Ia TecnologIa .NET se logrO mejorar Ia

gestiOn logIstica del Grupo SEM, en sus diferentes empresas, las

cuales participaron en esta investigaciOn.

La aplicaciOn de Ia tecnologIa .NET, a travOs de Ia elaboraciOn de

un sistema, nos permitiO determinar mecanismos de control,

2
http://www.unu.edu.pe/sistemas civiI/dfJtesis.pd

24
validaciôn e integraciOn de Ia informaciOn de los procesos

LogIsticos Ilevadas a cabo por las Empresas del Grupo SEM.

La aplicaciOn de Ia tecnologIa .NET, a través de Ia elaboraciOn de

un sistema de informaciOn, nos ha permitido asegurar y garantizar

Ia integridad de Ia informaciOn en todos los procesos real izados

en Ia logIstica de las empresas del Grupo SEM.

El sistema nos ha permitido establecer procedimientos que

permitieran Ilevar los procesos logisticos de una manera

ordenada, completa y simplificada, de tat manera que sea fácil

maniobrabi lid ad

El desarrollo de una soiuciOn con un sistema informãtico que

permitiera mejorar Ia gestiOn logIstica, libera a los usuarios de las

complicaciones y errores generados por los procesos manuales

y/o aislados, debido a Ia automatizaciOn de los procesos

involucrados.

El control de las compras y del inventarlo han sido afectados de

una manera considerable positiva, to cual se ye reflejado en los

resultados obtenidos en Ia investigaciOn.

El desarrollo de una base de datos para Ia gestiOn logIstica, nos

permitiO Ia organizaciOn y el cuidado de toda Ia informaciôn

correspondiente a Ia misma.

El Proceso Unificado (RUP), nos ha permitido realizar un

desarrollo organizado del sistema y asI poder aplicar Ia tecnologIa

25
.NET. Además, no ha permitido aprovechar potencialmente sus

virtudes hasta Ilegar a un modelo deseado.3

2.2 BASES TEORICAS

2.2.1. SISTEMA INFORMATICO

Puede ser definido como un sistema de informacOn que basa Ia

parte fundamental de su procesamiento, en el empleo de Ia

computación, como cualquier sistema, es un conjunto de

funciones interrelacionadas, hardware, software y de Recurso

Humano. Un sistema informático normal emplea un sistema que

usa dispositivos que se usan para programar y almacenar

programas y datos. (EcuRed, 2014)

Si ademãs de Ia informaciOn, es capaz de almacenar y difundir los

conocimientos que se generan sobre cierta temática, tanto dentro,

como en el entorno de Ia entidad, entonces está en presencia de

un sistema de gestiOn de informaciOn y conocimientos. Como

utilizador final emplea esa informaciôn en dos actividades

fundamentales: Ia toma de decisiones y el control. (EcuRed, 2014)

A. Inicios de un sistema informático

La actividad de un sistema comienza cuando en Ia entidad

donde se utiliza, se efectüa un determinado hecho econOmico

(compra, yenta, pago, cobro), administrativo (orden o directiva,

actividad de control), productivo o de otra naturaleza, que

genera datos primarios que deben ser captados, en un

33
http://www.unu.edu.re/sistemas civil/pdf/tesis.pdf

26
formulario o directamente en una computadora, pueden ser

datos adquindos, Si vienen del entomb ya sea Internet u otra

entidad, en ambos casos Ia participaciOn humana es

imprescindible por lo que debe organizar mediante

procedimientos racionales y estructurales a fin de evitar

errores. (EcuRed, 2014)

Estos datos primarios que ya pueden Ilamarse informaciOn

primaria por cuanto han sido objeto de operaciones que los han

modificado fIsicamente, son transmitidos por diferentes canales

para su inclusiOn en el sistema de informaciOn de Ia entidad,

donde son modificados, almacenados en bases de datos,

asociados con otros datos y utilizados en cãlculos de variado

tipo. Estas actividades son realizadas por Ia parte informática

del sistema. (EcuRed, 2014)

Después de estas actividades las informaciones ya están en

condiciones de ser consultadas, pueden definirse como

informaciones de resultado o salida y de esta consulta, el ser

humano tomará decisiones o controlará determinada actividad

de Ia entidad. (EcuRed, 2014)

B. Componentes de un sistema informático

Estos componentes se detallan a continuaciOn:

a) Personas en los dos extremos de Ia cadena de

procesamiento fIsico de Ia informaciOn: en Ia realizaciOn de

27
los hechos que generan los datos primarios y su captación y

adquisiciôn y en Ia consulta y utilizaciOn de ellos. Por

supuesto también intervienen en ciertas acciones de

operaciOn del sistema. (EcuRed, 2014)

b) Equipos de procesamiento de informaciOn,

fundamentalmente computadoras. (EcuRed, 2014)

C) Equipos de apoyo a las transmisiones (HUB, gateways),

equipos de apoyo y de seguridad (back-ups,

acondicionadores de aire, deshumificadores, entre otros).

(EcuRed, 2014)

Programas de computadoras, sistemas operativos,

programas de serviclo de comunicaciones, y sobre todo,

programas de aplicaciOn). (EcuRed, 2014)

lnformaciOn técnica de apoyo al sistema: manuales técnicos

sobre el trabajo de las computadoras y los equipos de

apoyo, manuales técnicos sobre los sistemas operativos y

programas generales. (CesarI, 2006)

Manuales de usuario para orientar a los usuarios-operadores

sobre su trabajo con el sistema de informaciOn. lncluyen Ia

definiciOn de los procedimientos manuales que deben

realizar los usuarios-operadores, Ia descripción de los

formularios para captar Ia informaciOn primaria, Ia

descripciOn de los reportes de salida y Ia descripciOn de las

acciones interactivas con el sistema informático: captaciOn


28
de Ia informaciOn, operaciOn del mismo, acciones ante

errores y situaciones anormales, seguridad y protección de

los recursos informativos y consulta de informaciOn de

resultados. (CesarI, 2006)

g) Informaciones variado tipo, soportados sabre formularios de

papel, CDs, DVDs, reportes de papel de impresora, bases

de datos en Imnea almacenadas en discos duros. (Cesari,

2006)

C. Tipos de sistemas informáticos

Esta clasificaciOn de sistemas informáticos se limita a las

aplicaciones de gestiOn econOmica, financiera y contable, con

un grupo de sistemas, no necesariamente excluyentes, par Ic

que puede ser posible que más de un sistema concreto pueda

ser clasificado en más de un grupo. (Cumbreras, 2012)

Sistemas de procesamiento básico de Ia información.

Son aquellos en que las computadoras se limitan a realizar las

operaciones de procesamiento fIsico de Ia informaciOn. Las

personas que integran el sistema, asumen todas las labores de

generaciOn de Ia informaciôn primaria y de análisis de

informaciOn de resultados. (Cumbreras, 2012), entre ellos:

Sistemas de procesamiento de transacciones (TPS). Estos

se dedican al proceso fisico de los datos relacionados con

ciertas transacciones rutinarias y aisladas en el trabajo

habitual de las entidades socioeconômicas, tales como el

29
control de inventarios, control de activos fijos o Ia nômina

de sueldos o salarios, explotan poco las posibilidades de

las máquinas y el software actual. (Cumbreras, 2012)

Sistemas de automatizaciOn de oficinas (OAS). lncluye el

empleo de procesadores de texto, hojas electrOnicas de

datos, preparadores de exposiciones, calendarizaciOn,

comunicaciOn mediante correos electrOnicos,

videoconferencias, implican Ia büsqueda y captaciOn de

operaciones y en muchos casos, Ia preparaciOn de

decisiones para ejecutivos y directivos. Pueden solucionar

tareas tIpicas de las oficinas, como Ia programaciOn y

control de actividades mediante agendas electrOnicas

individuales y colectivas, registro y control de acuerdos y

directrices, escritura y conformaciOn de textos en informes,

folletos, creación, actualizaciOn y consulta de bases de

datos relacionadas con clientes y vendedores. (Cumbreras,

2012)

Sistemas de informaciOn para Ia direcciOn (MIS). Estos

sistemas han abarcado los TPS, integrando las mismas

mediante sistemas de bases de datos, y almacenes de

datos, de forma tal que el sistema puede reflejar Ia realidad

compleja de una entidad socioeconOmica, con todos sus

subsistemas y relaciones informativas. Se orientan, sobre

30
todo, a proporcionar informaciOn para Ia toma de

decisiones y el control, por lo que puede asegurarse que el

rol de Ia computadora en estos sistemas es relativamente

pasivo. (Cumbreras, 2012).

Los MIS actuales abarcan una gran cantidad de funciones y

tareas, tiene enormes y complejos sistemas de bases de datos.

Logran con una simple entrada de informaciôn primaria que se

desencadenen todas las operaciones que esa entrada genera,

sin que los usuarios-operadores tengan que intervenir en nada

más que Ia entrada inicial. Ejemplo de este son los softwares

"Monica", el 'Visual conta" y Versat Sarasola y Atenas para Ia

contabilidad. (Cumbreras, 2012)

Sistemas de apoyo a Ia toma de decisiones.

Se apoyan en los MIS, los que crean y actualizan las bases de

datos, que los primeros utilizan. Los DSS se destinan a Ia toma

de decisiones, están hechos para apoyar el trabajo individual o

para las decisiones en grupo, apoyan mucho en Ia Ilamada

investigaciOn de operaciones o los métodos cuantitativo de Ia

toma de decisiones, técnicas matemáticas para apoyar el

trabajo del ser humano en las Ilamadas decisiones bien

estructuradas, débilmente estructuradas y no estructuradas, las

cuales por su complejidad pueden tener errores al ser

analizadas por el ser humano con métodos tradicionales

(intuición, experiencia). Ejemplo de estas decisiones son el

31
empleo de técnicas de ruta crItica para dirigir proyectos de

construcciones. La utilizaciOn de Ia programaciOn lineal para

dirigir Ia alimentaciOn Optima en nutrientes, pero al costo más

bajo posible de ganando. Un tipo muy importante de DSS son

los sistemas empresariales de planeaciOn de recursos (ERP).

(Cumbreras, 2012), entre ellos:

Sistema de apoyo a las decisiones individuales

Sistema de apoyo a las decisiones en grupo

Los DSS como ya se explicO pueden ser para el trabajo

individual o grupal. Hay ocasiones en que varias personas más

o menos distantes requieren usar e interactuar con Ia misma

informaciOn a través del sistema informático (grupal), este tipo

de sistema esté dirigido virtualmente a un grupo de personas,

las cuales deben resolver un problema complejo, el cual

incluirá votaciones, Ilenado de cuestionarios, creaciOn de

escenarios y simulaciones, que después serán conocidos por

todos. (Cumbreras, 2012)

Y otra como el sistema Scheduling en que es tIpico el trabajo

individual (en sentido relativo: puede ser informaciOn que se

utilice por un grupo de personas pero que Ia reciben y pueden

utilizarla en una terminal de una red de computaciOn).

(Cumbreras, 2012)
Sistemas basados en Ia inteligencia artificial.

La inteligencia artificial, es una rama de Ia ciencia de Ia

computaciôn que busca emular las capacidades intelectuales

del ser humano, mediante el empleo de software especializado

y las computadoras. Abarca muchos campos, entre los que se

encuentra Ia robôtica, Ia soluciOn general de problemas,

identificaciOn y reconocimiento de patrones visuales, auditivos

y digitales, Ia simulaciOn del movimiento, el análisis y Ia smntesis

del lenguaje natural y Ia potenciación del conocimiento

humano. Representan un paso adelante en relaciOn con los

anteriores MIS y DDS, pueden asumir actividades más

"humanas", mãs activas en los procesos de direcciOn, pues

tiene incorporados muchos elementos que los hacen actuar

similarmente como lo haria un humano. (Cumbreras, 2012),

entre ellos:

Sistemas de expertos o basados en las reglas de

conocimientos. Se basan en disponer del conocimiento de

uno o más expertos humanos, por to general en forma de

reglas de producciOn, expresadas en forma de IF

(condición), THEN(acciOn), ELSE (acciOn alternativa), SI

(condiciOn), entonces ejecutar a (acciOn) y en caso

contrario ejecutar Ia (acción alternativa), para Ia soluciOn de

un problema concreto determinado. (Cumbreras, 2012)

33
Los sistemas de expertos, como comünmente se les conoce,

tiene una base de datos especial donde se almacenan los

conocimientos de los expertos humanos. Esta se llama base de

conocimientos, su confecciOn y Ilenado se apoya en una

tecnologIa Ilamada ingenierla del conocimiento, a medio

camino entre Ia informática y Ia tecnologia. Además, estos

sistemas cuentan con programas especializados en inteligencia

artificial conocidos como motores de inferencia, mediante los

cuales revisan las bases de conocimientos y ejecutan las

operaciones "inteligentes" para solucionar los problemas que

se les plantea. (Cumbreras, 2012)

Estos sistemas son criticados por: las bases de conocimientos

son difjcil de cumplimentar. En Ia medida en que Ia base de

datos se Ilena de conocimientos lejos de ser más rãpido se

ralentiza. (Cumbreras, 2012), entre ellos:

Sistemas de razonamiento basado en casos (RBC). Se

basan en Ia analogla como forma de representaciOn del

conocimiento, se fundamentan en Ia aparente forma

humana de razonar, usan las experiencias pasadas para

afrontar problemas nuevos, consecuentemente aplican

técnicas de intuiciOn y permiten el aprendizaje. Su base

teOrica se apoya en el campo del razonamiento

aproximado. Su filosofla implica aprender de los errores y

34
los éxitos anteriores. Pueden utilizarse con éxito en

problemas de interpretaciOn, justtficación, clasificaciOn,

proyección y prevision. (Cumbreras, 2012)

Funcionamiento: parten del concepto de caso: este es una

porciOn de conocimiento que representa una experiencia

concreta y el contexto en que sucediO, se guarda en una

librerIa de casos (archivos) en los cuales se guardan las

experiencias relevantes o memorables, a los efectos de

emplearla en Ia soluciOn de casos futuros. (Cumbreras, 2012)

Inconveniente: en Ia informática como en otros dominios de Ia

actividad humana no hay soluciones perfectas y puede generar

soluciones no buenas. No obstante, son soluciones prácticas

que incluyen una metodologla de razonamiento con muchas

expectativas para el futuro. (Cumbreras, 2012), entre ellos:

Sistemas de redes neuronales artificiales (RNA). Busca

simular Ia forma en que supuestamente trabajan las

neuronas naturales en el cerebro humano. Cada sistema

estâ compuesto de muchas neuronas artificiales, las

cuales, al asociarse entre sI, mediante determinadas

arquitecturas pueden realizar trabajos complejos con

asombrosa calidad. Su mayor virtud es que logran trabajar

adecuadamente, aunque Ia informaciOn de entrada que

35
reciban tenga cierto grado de errores o sea hasta cierto

punto incompleto. Pero Ia asociaciOn de esas neuronas

artificiales hace que trabajos simples se conviertan en

actividades muy complejas que se realizan con éxito.

Ejemplo: diseño de un RNA para realizar evaluaciones del

sistema de control interno en determinadas entidades.

(Cumbreras, 2012)

Sistemas basados en algoritmos geneticos (GA). Conjunto

de métodos que se apoyan, como su nombre lo indica, en

Ia emulaciOn de Ia forma de desarrollo genetico de los

animales y las plantas, estos son entre Si mismos una

técnica de aprendizaje automático, aspiran a permitir que

las computadoras "aprendan" por Si mismas, para algunos

especialistas son solo una familia de métodos de büsqueda

adaptativa de soluciones. (Cumbreras, 2012)

Comienzan con una colecciOn de datos o patrones generados

aleatoriamente y evolucionan posteriormente hacia una

soluciOn Optima o al menos satisfactoria, mediante Ia

adaptaciOn de los datos iniciales o los patrones, con el empleo

de operaciones equivalentes. (Cumbreras, 2012)

La soluciOn que proporcionan no es necesariamente Optima,

pero puede estar muy cerca de ese criterio. Estos algoritmos se


utilizan cada dia mãs en aplicaciones de gestión econômica,

financiera, contable y de auditorla. (Cumbreras, 2012)

Sistemas basados en técnicas WEB.

El auge en el mundo de uno de los servicios de Ia Internet, el

World Wide Web (WVVW) ha hecho que surgiera una nueva

modalidad de sistemas a partir de Ia tecnologIa WEB, y en el

concepto de hipertexto e hipermedia. (Cumbreras, 2012)

Intranets

Sitios WEBs de onentaciôn externa

La Intranet surge de Ia utilizaciOn de Ia WEB en Ia gestiOn

interna de Ia entidad. Una intranet es una red particular, basada

en redes de comunicaciOn de area local o en redes de area

amplia, que utiliza tecnologIa estándar y servicios o productos

que se pueden encontrar o han sido desarrollados para

Internet. Una Intranet puede tener o no conexión con Internet y

en caso de tenerla puede filtrar los accesos no deseados con

los Ilamados cortafuegos. La Intranets deberá estar entrelazada

con los sistemas empresariales, como los MIS, los DDS y los

ERP, en estos casos los usuarios-operadores de sus recursos

serãn los mismos funcionarios y especialistas que utilizan los

sistemas de gestiOn empresarial mencionados. De esta forma

el flujo de información se simplificarâ notablemente

realizándose a través de Ia red y reduciendo al minima Ia

37
cantidad de documentos soportados sabre el papel que se

muevan dentro de Ia entidad. (Cumbreras, 2012)

Los sistemas basados en Ia WEB, pueden ser también de uso

externo, o sea, para comunicar información al entomb de Ia

entidad (clientes, suministradores, niveles superiores, agendas

gubernamentales, pUblico en general y otras entidades politicas

o administrativas de control). En estos casos Ia informaciOn que

aparecerá en el sitio WEB estará acorde con Ia misiOn y los

objetivos de Ia entidad. (Cumbreras, 2012)

Ejemplo: un sitio de una universidad dará informaciôn sabre Ia

instrucciOn, los cursos que imparten, las facultades, las

escuelas y centros de investigaciOn que Ia componen, sobre el

claustro de profesores que Ia integran. En estos casos el

receptor-objeto del sitio WEB es alguien situado fuera de las

fronteras del sistema socioeconOmico, a sea, Ia entidad.

(Cumbreras, 2012)

Sistemas de gestion del conocimiento.

Es conocido que el conocimiento está asociado a Ia

informaciôn, pero es mucho más, el conocimiento es, desde Ia

perspectiva de Ia ciencia de Ia direcciOn, Ia capacidad de

solucionar problemas, el saber qué hacer, coma hacerlo, dOnde

hacerlo, y para qué hacerlo. (Cumbreras, 2012)


Este conocimiento da una ventaja competitiva a las entidades

que lo poseen, por lo tanto, debe ser protegido, pero también

debe ser conservado y difundido entre los miembros de una

entidad, para que Ia pericia de unos pasen a ser patrimonio de

otros. En esto consiste Ia gestiOn del conocimiento.

(Cumbreras, 2012)

Los sistemas que se encargan de esa gestión, o sea,

detecciOn, adquisiciOn, conservaciOn y difusiOn del

conocimiento son los sistemas de gestiôn del conocimiento.

Dos tipos de sistemas que utilizan las entidades

socioeconOmicas son:

Sistemas de informaciôn de marketing (SIM)

Sistemas de gestiOn de relaciones (e-CRM).

Los sistemas de información de marketing se destinan a

gestionar toda Ia informaciOn con el mercado, Ia gestión de

clientes potenciales y reales, los estudios de mercado, el

análisis del impacto de las polIticas de promociOn, el monitoreo

y análisis de los competidores, el análisis de los precios, el

estudio de las tendencias de consumo, los estudios

macroeconOmicos de tendencias demograficas, etc. Estãn muy

vinculados a Internet. (Cumbreras, 2012)

WO
Los sistemas de gestiOn de relaciones son sistemas muy

asociados a los SIM y a Ia gestiOn comercial, pues se utilizan

para propiciar una adecuada relaciOn con los clientes de Ia

entidad. Se utilizan prácticamente en todo el ciclo de relaciones

con el cliente. Pueden emplearse para definir: provisiones de

ventas, registros de visitas de gestion al cliente, contactos

realizados en ferias y congresos, volümenes de compras

anteriores, intenciones de compra anterior o satisfechas,

comportamiento de pago, bancos con los que trabaja,

oportunidades de negoclo, acciones directas de marketing que

ha recibido. (Cumbreras, 2012)

No debe dejar de mencionarse a los sistemas de fabricación

integrados CIM, los cuales representan un nivel superior de

integración de los sistemas informáticos, requieren de alta

tecnologIa informática, pero también de una cuitura proclive a

esas soluciones evolucionadas y una organizacion madura y

preparada para asimilar esos sistemas. (Cumbreras, 2012)

Prãcticamente todas las funciones de una empresa industrial,

comercial, de servicios, agrIcola, etc., pueden ser cubiertas por

aplicaciones informáticas especializadas, pero entre Si puede

haber un intercambio de informaciôn que justifique y convierta

en realidad el concepto de sistema y el de Ia organizaciOn

como sistema. (Cumbreras, 2012)

rri
D. Etapas en desarrollo informático de las entidades

La utilizaciôn de las nuevas tecnologIas de Ia lnformaciOn y las

comunicaciones demuestran que ta misma no es solo un

problema técnico y económico, sino que introducir Ia

informática y las comunicaciones y avanzar en su desarrollo,

es, ante todo, un problema que estã en funciOn de tres

variables altamente relacionadas entre si:

La necesidad de informatizar para hacer que Ia entidad

cumpla con su misiOn y pueda alcanzar Ia visiOn de si

misma que se plantea. Sin Ia necesidad del desarrollo no

habrá resultado. (Cumbreras, 2012)

El grado de maduréz que alcance en su gestiOn y el nivel

técnico de su equipo directivo y de su capital humano en

general. Si ese capital humano no logra asimilar el

conocimiento necesario, nunca se pasará del empleo

elemental de los recursos informáticos. (Cumbreras, 2012)

El desarrollo de una cultura proclive al cambio y a Ia

introducciOn de esa tecnologIa. Sin Ia disposiciOn a

evolucionar, a modificar los hãbitos y las rutinas de trabajo,

para lograr mejores formas y métodos de hacer, no habrá

asimilaciOn de tecnologIa compleja. (Cumbreras, 2012)

41
2.2.2. TECNOLOGIA J2EE

A. GENERALIDADES DE LA PLATAFORMA J2EE

J2EE es Ia arquitectura creada por Sun para el desarrollo de

todo tipo de aplicaciones para empresas y usuarios en general.

Sun lo define como un estándar para el desarrollo de

aplicaciones empresanales multicapa, nos ofrece entre otra las

siguientes ventajas:

Soporte de multiples sistemas operativos: aI ser una

plataforma basada en el lenguaje Java.

Figura 1: Interaccidn entre cliente Web y Aplicoción Web

Web
CIont
.HTTP
Rofl'

4-

Fu ente: http://www.lawebdelprogramador.coml

De acuerdo con Vega Azócar "los serviets son las clases del

lenguaje de programaciôn Java, que dinámicamente procesan

las peticiones, y construyen las respuestas. Las páginas JSP

son documentos basados en texto, que se ejecutan como

42
servlets, pero permiten un acercamiento mâs natural a crear el

contenido estãtico".

Desde Ia introducción de Ia tecnologIa Java Serviet y JSP, se

han desarrollado tecnologias adicionales, Java y frameworks,

para construir aplicaciones web interactivas. Estas tecnologIas,

y sus relaciones se ilustran en el grafico. (La web del

programador, 2012)

Figuro 2: Tecnolog(os de las aplicaciones Web

Fuente htti)://www.lawebdelprogramador.com/

APLICACIONES WEB

Monseley Menciona que "10 que el mercado demanda

actualmente son mayormente aplicaciones web, que permitan a

las empresas tradicionales Ilegar aI cliente de a pie sin

necesidad de que éste se desplace hasta Ia ubicaciOn fIsica de

Ia misma". (Monseley, 2007)

SERVICIOS WEB

Lo servicios web son aplicaciones modulares autodescriptivas

que se pueden publicar, ubicar e invocar desde cualquier punto

de Ia red o desde el interior de una red local, basados en


estándares abiertos de Internet. Ya no es necesario que el

proveedor y el usuarlo de un servicio web tengan el mismo

sisterna operativo y utilicen el mismo lenguaje de

programaciôn, dado que se basan en estãndares aceptados

plenamente por Ia industria, como XML, HTTP y SMTP.

La creaciOn de aplicaciones con servicios web permite migrar

de aplicaciones estrechamente ligadas hacia otras menos

ligadas, que son mãs escalables, manejables y extensibles, y

menos susceptibles de errores causados por modificaciones,

evolucionando hàcia un modelo de creación de aplicaciones

que pueden descubrirse e integrarse de forma dinámica. Lo

servicios web representan Ia evoluciOn natural del desarrollo de

sistemas que comenzó hace 40 años y transformarán Ia

informática como Ia hace 15 años el modelo cliente/servidor.

En un entorno distribuido, las aplicaciones pueden encontrar

automãticamente otras aplicaciones con las que colaborar y

construir nuevas aplicaciones con solo acoplar mOdulos

funcionales que se compran como servicio (pago par usa).

Las empresas, en vez de desarrollar sus aplicaciones

internamente bajo el control directo del Departamento de

tecnoiogIa de Ia informaciOn, las obtendrán como un servicio

desde distintos proveedores. Las empresas comprar el

software como un servicio, lo que extenderA Ia funcionalidad de

sus aplicaciones corporativas eliminando los dilatados tiempos


de desarrollo propios del modelo monoiltico y centralizado

tradicional.

Esto permitirã que Ia empresa ahorre en tiempos de desarrollo,

mejore el time to mark de nuevos servicios y productos

ofrecidos a los clientes y responda de un modo más agil a Ia

presion de Ia competencia.

Con Ia ayuda de software para Ia gestion de procesos (BPM,

Business Management Practices), Ia empresa optimizará el

flujo interno de sus procesos y con sus socios de negocio,

mejorando Ia eficiencia y reduciendo el costo de las

transacciones.

D. MODELO DE DESARROLLO DE J2EE

VV.AA. determina to siguiente: La plataforma de J2EE define

un modelo de programación encaminado a Ia creacián de

aplicaciones basadas en n-capas. TIpicamente una aplicaciOn

puede tener cinco capas diferentes y como mInimo dos:

Capa de cliente: representa el interfaz de usuario que

maneja el cliente.

Capa de presentaciôn: representa el conjunto de

componentes que generan en Ia información que se

representará en el interfaz de usuario del cliente. (W.AA.,

2003)

45
E. Arquitectura cliente/Servidor

Esta arquitectura consiste básicamente en un cliente que

realiza peticiones a otro programa (el servidor) que le da

respuesta. Aunque esta idea se puede aplicar a programas que

se ejecutan sobre una sola computadora es más ventajosa en

un sistema operativo multiusuario distribuido a través de una

red de computadoras. La interacciOn cliente-servidor es el

soporte de Ia mayor parte de Ia comunicaciOn por redes. Ayuda

a comprender las bases sobre las que están construidos los

algoritmos distribuidos. (Monseley, 2007)

El servidor debe negociar con su Sistema Operativo un puerto

(casi siempre bien conocido) donde esperar las solicitudes. El

servidor espera pasivamente las peticiones en un puerto bien

conocido que ha sido reservado para el serviclo que ofrece. El

cliente también solicita, a su sistema operativo, un puerto no

usado desde el cual enviar su solicitud y esperar respuesta. Un

cliente ubica un puerto arbitrario, no utilizado y no reservado,

para su comunicaciOn. (Monseley, 2007)

En una interacciOn se necesita reservar solo uno de los dos

puertos, asignados un identificador Unico de puerto para cada

servicio, se facilita la construcciôn de clientes y servidores.

(Monseley, 2007)

Los servidores por lo general son más dificiles de construir que

los clientes pues, aunque se implantan como programas de

aplicaciOn deben manejar peticiones concurrentes, asI como

ER
reforzar todos los procedimientos de acceso y protecciOn del

sistema computacional en el que corren, y protegerse contra

todos los errores posibles. El cliente y el servidor pueden

interactuar en Ia misma máquina. (Monseley, 2007)

Figura 3: Arquitectura Cliente/Servidor

Fuente: http://www.lawebdelprogramador.com/

2.2.3. PROGRAMACION ORIENTADA A OBJETOS

El proceso 00 se mueve a través de una espiral evolutiva que

comienza con Ia comunicaciôn con e! usuario. Es aqui donde se

define el dominio del problema y se identifican las clases básicas

del problema. La planificaciOn y el análisis de riesgos establecen

una base para el plan del proyecto 00. El trabajo técnico

asociado con Ia ingenierla del software 00 sigue el camino

iterativo mostrado en Ia caja sombreada. La ingenierla del

software 00 hace hincapié en Ia reutilizaciOn. (Guillermo Perez,

2008)

2.2.4. CARACTERISTICAS DE LA P00

Hay un cierto acuerdo sobre exactamente qué caracteristicas de

un método de programaciOn o lenguaje le definen como

47
"orientado a objetos", pero hay un consenso general en que las

caracterIsticas siguientes son las más importantes:

AbstracciOn: Denota las caracterIsticas esenciales de un

objeto, donde se capturan sus comportamientos.

Cada objeto en el sistema sirve como modelo de un "agente"

abstracto que puede realizar trabajo, informar y cambiar su

estado, y "comunicarse" con otros objetos en el sistema sin

revelar cômo se implementan estas caracterIsticas. (Guillermo

Perez, 2008)

Encapsulamiento: Significa reunir a todos los elementos que

pueden considerarse pertenecientes a una misma entidad, al

mismo nivel de abstracción. Esto permite aumentar Ia cohesiOn

de los componentes del sistema. (Guillermo Perez, 2008)

Principlo de ocultación: Cada objeto está aislado del exterior,

es un mOdulo natural, y cada tipo de objeto expone una interlaz

a otros objetos que especifica cOmo pueden interactuar con los

objetos de Ia clase. El aislamiento protege a las propiedades de

un objeto contra su modificaciOn por quien no tenga derecho a

acceder a ellas, solamente los propios métodos internos del

objeto pueden acceder a su estado. (Guillermo Perez, 2008)

Polimorfismo: comportamientos diferentes, asociados a

objetos distintos, pueden compartir el mismo nombre, al

Ilamarlos par ese nombre se utilizará el comportamiento

correspondiente al objeto que se esté usando. (Guillermo

Perez, 2008)

M.
Herencia: las clases no están aisladas, sino que se relacionan

entre Si, formando una jerarquia de clasificaciOn. Los objetos

heredan las propiedades y el comportamiento de todas las

clases a las que pertenecen. (Guillermo Perez, 2008)

Recolección de basura: Ia recolecciOn de basura o Garbage

Collector es Ia técnica por Ia cual el ambiente de Objetos se

encarga de destruir automáticamente, y por tanto desasignar

de Ia memoria, los objetos que hayan quedado sin ninguna

referenda a ellos. Esto significa que el programador no debe

preocuparse por Ia asignaciOn o liberaciOn de memoria, ya que

el entorno Ia asignara al crear un nuevo Objeto y Ia liberarã

cuando nadie lo esté usando. (Guillermo Perez, 2008)

En Ia mayorIa de los lenguajes hibridos que se extendieron

para soportar el Paradigma de Programacion Orientada a

Objetos como C++ u Object Pascal, esta caracterIstica no

existe y Ia memoria debe desasignarse manualmente.

(Guillermo Perez, 2008)

2.2.5. RATIONAL UNIFIED PROCESS (RUP)

A. CARACTERISTICAS ESENCIALES

Los autores de RUP destacan que el proceso de software

propuesto por RUP tiene tres caracterIsticas esenciales: está

dirigido por los casos de uso, está centrado en Ia arquitectura,

y es iterativo e incremental. (KroII, 2003)

rii
B. Principios básicos del RUP

SegUn Jacobson, Booch, & Rumbaugh El RUP está basado en

5 pnncipios dave que son:

Adaptar el proceso

El proceso deberá adaptarse a las caracteristicas propias del

proyecto u organizaciOn. El tamaño del mismo, asI como su

tipo 0 las regulaciones que 10 condicionen, influirán en su

diseño especIfico. Tamblén se deberá tener en cuenta el

alcance del proyecto. (Kroll, 2003)

Equilibrar prioridades

Los requerimientos de los diversos participantes pueden ser

diferentes, contradictorios o disputarse recursos limitados.

(Kroll, 2003)

Demostrar valor iterativamente

Los proyectos se entregan, aunque sea de un modo interno,

en etapas iteradas. En cada iteración se analiza Ia opiniOn

de los inversores, Ia estabilidad y calidad del producto, y se

refina Ia direcciOn del proyecto asI como tamblén los riesgos

involucrados. (Kroll, 2003)

Elevar el nivel de abstracciOn

Este principlo dominante motiva el uso de conceptos

reutilizables tales como patrOn del software, lenguajes 4GL o

marcos de referencia (frameworks) por nombrar algunos.

(Kroll, 2003)

50
Esto evita que los ingenieros de software vayan

directamente de los requisitos a Ia codificaciOn de software a

Ia medida del cliente y sin comenzar desde un principlo

pensando en Ia reutilizaciOn del cOdigo. (Kroll, 2003)

Enfocarse en Ia calidad

El control de calidad no debe realizarse al final de cada

iteraciôn, sino en todos los aspectos de Ia producciOn. El

aseguramiento de Ia calidad forma parte del proceso de

desarrollo y no de un grupo independiente. (Kroll, 2003)

2.2.6. EVALUACION DOCENTE.

A. lntroducción

Actualmente son pocas las universidades que han

institucionalizado Ia práctica de evaluaciôn de su profesorado.

McKeachie reporta que en los ültimos cincuenta años, las

evaluaciones de los catedráticos por los estudiantes se han

incrementado; y que cerca del 40 por ciento de las

universidades norteamericanas han hecho uso de esas

evaluaciones en alguna ocasiôn.

De America Latina se tiene poca informaciOn. Tres o cuatro

universidades realizan evaluaciOn de su cuerpo docente.

Algunos profesores, individual o aisladamente, evalUan su

curso sin intervenciOn de las autoridades superiores del

organismo donde laboran.

Otras universidades no han realizado esta evaluaciOn debido a

una serie de factores, entre los que pueden mencionarse los


51
siguientes: desconocimiento de Ia forma de hacerla y de los

fines que se persiguen, temor a crearse más problemas, o

consideran que sus sistemas de contrataciOn de profesores son

lo bastante eficientes. Es más, Ia mayorIa de los profesores

están mal informados y yen Ia evaluaciôn como una amenaza y

manifiestan su desacuerdo; otros temen perder su prestigio

como profesores universitarios si fuesen sometidos a una

evaluaciOn de cualquier tipo, en especial si Ia realizan los

estudiantes.

No obstante, Ia práctica se está generalizando y aquellas

instituciones de educaciOn superior que Ia han establecido han

obtenido valiosas experiencias con resultados positivos.

La evaluaciôn docente o evaluaciOn de Ia enseñanza

universitaria es parte de un proceso como toda evaluaciOn; es

punto de partida que trae como consecuencia logica cambios

evolutivos, cambios en el 'quehacer docente.

La evaluaciOn muestra o detecta las areas fuertes y las "zonas

de debilidad" que es preciso reforzar 0 que deben mejorarse.

El maestro también debe ser evaluado porque "Ia mera

experiencia de enseñar no garantiza el mejoramiento". El

profesor debe ajustarse a las necesidades cambiantes de los

estudiantes".

52
B. Objetivos de Ia evatuación

El objetivo general de Ia evaluaciOn del profesorado es mejorar

su eficiencia, con ello se mejora Ia instituciOn misma. Dicho de

otro modo, se incrementa Ia eficiencia académica de Ia

instituciOn.

Otros objetivos especIficos pueden lograrse a través de una

evaluaciOn docente. Para ello deben tenerse ideas concretas

sobre 10 que se desea detectar, para que el diseño del

instrumento de evaluaciôn se adecüe a los objetivos que se

persiguen.

Estos otros objetivos podrian ser:

Tener bases para elaborar un plan de mejoramiento del

profesorado a través de seminarios locales, nacionales e

intemacionales. Cursos cortos de recaudaciOn, educaciOn

continua o cursos de actualizaciOn, segUn como se les

quiere Ilamar.

Mejorar Ia eficiencia de los métodos de enseñanza.

Mejorar las relaciones entre profesores y estudiantes.

Proporcionar Ia satisfacciOn de que Ia labor académica se

cumpla eficientemente. AsI como proporcionar los elementos

de juicio para rescindir contratos de aquellos profesores que

carecen de espiritu de renovaciOn.

En general, toda evaluaciOn tiende a cambiar positivamente el

comportamiento académico del profesorado.

53
C. Fuentes de información, instrumentos y métodos de

evaluación

a) Fuentes

Para evaluar Ia enseñanza, al profesor, al curso, puede

recopilarse informaciôn procedente de varias fuentes, entre

las que pueden mencionarse las siguientes:

Del profesor mismo (autoevaluaciôn)

De los estudiantes

De los graduados

Del Director o Decano

De otros profesores

b) Instrumentos

Estos son tamblén variados, siendo los mãs utilizados los

que se indican a continuaciOn:

Cuestionarios escritos a impresos

lnformes de los profesores y jefes de departamento

Cintas magnéticas con grabaciones de clases

Tarjetas de registro

Actas y memorias de Ia escuela o facultad

Publicaciones de los profesores (libros, folletos, artIculos

cientIficos, etc.)

Entrevistas (sin cuestionarios)

54
C) Métodos

Los más comunes son:

Encuesta censal entre estud,antes y profesores

Encuesta de muestreo entre profesores y estudiantes

Entrevista con cuestionario con profesores

Reuniones de profesores con agenda especial

Análisis de los resultados de los exámenes parciales y de

promociOn

DiscusiOn en grupos pequenos, entre profesores (Sierra

Pineda, 2008)

D. EVALUACION DE DOCENTES EN LA ESCUELA

PROFESIONAL DE INGENIERIA DE SISTEMAS.

La Facultad procederá a establecer los criterios que permitan Ia

evaluación permanente del personal docente. El sistema de

evaluaciOn deberá ser aprobado por el Consejo Universitario y

revisado al inicio de cada año Académico. Los Departamentos

Académicos informarán a los docentes sobre el sistema de

evaluación vigente.

Los Departamentos Académicos evaluarán anualmente los

méritos del personal docente, de acuerdo con el sistema

establecido; tomando en consideraciOn los aspectos de su

preparaciôn intelectual, cientIfica, técnica y pedagogica, de sus

méritos y aptitudes.

Los profesores tendrãn derecho a conocer los resultados de su

evaluaciOn asi como a impugnarlos. En este ültimo caso el


55
asunto se llevará ante el Consejo de Facuttad y en tltima

instancia al Consejo Universitarlo.

Los resultados de Ia evaluaciôn anual serãn tomados en cuenta

01 el Consejo Universitario at proceder a las contrataciones,

los nombramientos, ascensos y las remociones del personal

docente. (COMISION DE ELABORACION DEL REGLAMENTO

GENERAL, 2016)

E. INDICADORES PARA LA EVALUACION DOCENTE EN LA

ESCUELA PROFESIONA DE INGENIERIA DE SISTEMAS.

La evaluaciOn docente es un proceso permanente e integral y

se basa en sus méritos, segün Ia dedicaciOn y eficiencia

demostradas durante el perlodo sujeto a Ia evaluaciOn; debe

comprender to establecido en el artIculo 1850 del Estatuto. El

reglamento de ratificaciOn y promociOn docente señalará los

porcentajes de cada indicador y el puntaje mmnimo de

promociOn y/o ratificaciOn por categorla.

Los docentes tienen derecho a impugnar los resultados de su

proceso de ratificaciOn o promociOn en Ia etapa

correspondiente ante Ia comisiOn de evaluaciOn, en los plazos

establecidos en el reglamento; vencidos los plazos de

impugnaciOn to resuelto es inapelable. (COMISION DE

ELABORACION DEL REGLAMENTO GENERAL, 2016)

56
23 DEFJNICION DE TERMINOS BASICOS

AdministraciOn: Es Ia ciencia social aplicada o tecnologIa social

que tiene por objeto de estudlo las organizaciones, y Ia técnica

encargada de Ia planificaciOn, organizaciOn, direcciOn y control de

los recursos (humanos, financieros, materiales, tecnológicos, del

conocimiento, etc.) de una organizaciOn, con el fin de obtener el

máximo beneficio posible; este beneficio puede ser econOmico a

social, dependiendo de los fines perseguidos por dicha organizaciOn.

(Real Academia Espanola, 2014)

Administración de InformaciOn: La administraciOn de lnformación

en esta era TecnolOgica está caracterizada por una dualidad. Por un

lado, Ia tecnologIa puede ser aplicada para automatizar operaciones

de acuerdo a una lOgica que poco ha cambiado de un sistema del

siglo XIX -- suplantar el cuerpo humano con TecnologIa que habilita

el mismo proceso con mayor continuidad y control. Por otro lado, Ia

misma Tecnologia genera simultáneamente lnformaciOn sobre el

proceso productivo y administrativo a través de Ia cual Ia

organizacion logra su trabajo. Ofrece un mayor nivel de

transparencia y profundidad sabre las actividades que habIan sido

parcialmente a completamente opacas. De esta forma Ia

administraciOn de lnformaciOn con TecnologIa sobrepasa Ia lOgica

tradicional de automatizaciOn. (Zuboff, 1988)

57
AplicaciOn. Tipo de programa informático diseñado para facilitar a]

usuario Ia realizaciôn de un determinado tipo de trabajo (Real

Academia Española, 2014)

Atributo. Es una caracterIstica de un archivo, dato, estructura de

datos o sistema (Pace, 2003).

Base de datos. Conjunto de datos pertenecientes a un mismo

contexto y almacenados sistemáticamente para su posterior uso.

(Real Academia Espanola, 2014)

Codigo. Combinaciôn de signos que tiene un determinado valor

dentro de un sistema establecido (Real Academia Española, 2014)

Componentes. Que compone o entra en Ia composiciOn de un todo

(Real Academia Espanola, 2014).

Confiabilidad. Cualidad de fiable (Real Academia Española, 2014).

Conocimiento. Entendimiento, inteligencia, razOn natural (Real

Academia Espanola, 2014).

Control. RegulaciOn, manual o automática, sobre un sistema (Real

Academia Espanola, 2014).

58
Dato. Unidad mInima de informaciOn, sin sentido en sí misma, pero

que adquiere significado en conjunción con otras precedentes de Ia

aplicaciOn que las creO (La web del programador, 2012).

Evento. Conjunto de acciones que proceden de Ia ejecuciOn o

activaciOn de otra acciOn. La combinaciOn de estas acciones también

puede dar como resultado un evento en particular o una serie de

eventos (La web del programador, 2012).

Gestión: actividades coordinadas para dingir y controlar una

organización. (Real Academia Espanola, 2014)

GestiOn de información: Comprende las actividades relacionadas

con Ia obtenciOn de Ia informaciOn adecuada, a un preclo adecuado,

en el tiempo y lugar adecuado, para tomar Ia decisiOn adecuada.

(Real Academia Española, 2014)

Implementación. AcciOn y efecto de implementa (Real Academia

Española, 2014).

Incremental. Que acrecienta o incrementa (Real Academia

Española, 2014).

lnspeccion. Cargo y cuidado de velar por algo (Real Academia

Española, 2014).

59
Integrar. Aunar, fusionar dos o mãs conceptos, corrientes, etc.,

divergentes entre sI, en una sofa que las sintetice (Real Academia

Espanol a, 2014).

Iterativo. Dicho de una palabra: Que indica repeticiOn o reiteraciOn

(Real Academia Española, 2014).

Modelo. Arquetipo o punto de referencia para imitarlo o reproducirlo

(Real Academia Española, 2014).

Metodologla. Conjunto de métodos que se siguen en una

investigaciOn cientIfica o en una exposiciOn doctrinal (Real Academia

Espanola, 2014).

Operaciones. Conjunto de reglas que permiten, partiendo de una o

varias cantidades o expresiones, Ilamadas datos, obtener otras

cantidades o expresiones liamadas resultados. (Real Academia

Espanola, 2014)

Proceso. En informática se manejan varias definiciones que aluden

a diversos elementos: puede ser simpiemente una operaciOn o

conjunto combinado de operaciones con datos, o bien una secuencia

de acontecimientos definida Unica y delimitada, que obedece a una

intenciOn operacional en condiciones predeterminadas. También se


denomina proceso a una funciôn que se está ejecutando. (La web

del programador, 2012)

Protocolo. Se denomina protocolo a un conjunto de normas yb

procedimientos para Ia transmisiOn de datos que ha de ser

observado por los dos extremos de un proceso comunicacional

(emisor y receptor). Estos protocolos <<gobiernan formatos, modos

de acceso, secuencias temporales, etc.)

Un protocolo es el lenguaje (conjunto de reglas formales) que

permite comunicar nodos (computadoras) entre Si. Al encontrar un

lenguaje comün no existen problemas de compatibilidad entre ellas.

Existen infinidad de protocolos (a nivel de aplicación) en internet u

otras redes, por ejemplo: HTTP, FTP, TCP, POP3, SMTP, SSH,

1MAP, etc. (La web del programador, 2012).

Relaciones. ConexiOn, correspondencia de algo con otra cosa (Real

Academia Española, 2014).

Servidor. Genéricamente, dispositivo de un sistema que resuelve

las peticiones de otros elementos del sistema, denominados clientes.

Computadora conectada a una red que pone sus recursos a

disposiciOn del resto de los integrantes de Ia red. Suele utilizarse

para mantener datos centralizados o para gestionar recursos

compartidos. Internet es en ültimo término un conjunto de servidores

que proporcionan servicios de transferencia de ficheros, correo

61
electrOnico o paginas WEB, entre otros (La web del programador,

2012).

Sistema. En informática, este término utilizado sin otra palabra que

lo adjetive designa un conjunto de hardware y software especifico.

Conjunto de elementos interrelacionados y regidos por normas

propias, de modo tat que pueden ser vistos y analizados como una

totalidad. El sistema se organiza para producir determinados efectos,

o para cumplir una o varias funciones (La web del programador,

2012).

Software. El término inglés original define el concepto por oposiciOn

a hardware: blando-duro, en referenda a Ia intangibilidad de los

programas y corporeidad de Ia máquina. Software es un término

generico que designa at conjunto de programas de distinto tipo

(sistema operativo y aplicaciones diversas) que hacen posible operar

con el ordenador (La web del programador, 2012).

Sistema informático. Un sistema informático (SI) es un sistema que

permite almacenar y procesar información; es el conjunto de partes

interrelacionadas: hardware, software y personal informático. El

hardware incluye computadoras o cualquier tipo de dispositivo

electrOnico, que consisten en procesadores, memoria, sistemas de

almacenamiento extemo, etc. El software incluye al sistema

operativo, firmware y aplicaciones, siendo especialmente importante


los sistemas de gestiOn de bases de datos. Por ültimo, el soporte

humano incluye al personal técnico que crean y mantienen el

sistema (analistas, programadores, operanos, etc.) y a los usuarios

que Ia utilizan. (Real Academia Espanola, 2014).

TecnologIa. Lenguaje proplo de una ciencia a de un arte (Real

Academia Española, 2014).

Usuario. Un usuario puede ser definido como aquella persona que

interactüa con Ia computadora a nivel de aplicaciOn. En cambia, los

programadores y todo profesional técnico no pueden ser

considerados como usuarios cuando trabajan con Ia computadora a

nivel profesional.

En informâtica, un usuario es un individuo que utiliza una

computadora, sistema operativo, servicio a cualquier sistema

informático. Por Ia general es una Unica persona.

Un usuario generalmente se identifica frente at sistema a servicio

utilizando un nombre de usuario (nick) y a veces una contraseña,

este tipo es Ilamado usuario registrado. Por Ia general un usuario se

asocia a una Unica cuenta de usuario, en cambio, una persona

puede Ilegar a tener multiples cuentas en un mismo sistema a

servicio (Si eso estâ permitido).

Un usuario registrado accede a un servicio a través de un login luego

de su autentificaciôn.
Un usuario también puede ser anOnimo Si no posee una cuenta de

usuario, por ejemplo, al navegar por un sitio web sin registrase el

usuario puede considerarse parcialmente anOnimo (parcialmente

porque puede ser identificado por su direcciôn IP). La navegación

anOnima sOlo puede lograrse utilizando un proxy anônimo (sOlo es

más seguro, no es 100% anOnimo). También se puede acceder a un

servicio de forma anOnima, por Co general se poseen menos

opciones y posibilidades que un usuario registrado. Los usuarios

anOnimos a veces son referidos simplemente como "invitados".

Un sistema puede soportar mUltiples usuarios (multiusuario) o un

Unico usuario (monousuano) (La web del programador, 2012).

Version. Cada una de las formas que adopta Ia relaciOn de un

suceso, el texto de una obra o Ia interpretaciOn de un tema (Real

Academia Española, 2014).

VisiOn. Es una imagen a futuro sabre como deseamos que sea Ia

empresa o como queremos ser el futuro como individuos.

El propOsito de Ia VisiOn es guiar, controlar y alentar a Ia

organizaciOn o al individuo para alcanzar el estado deseable. (Real

Academia Espanola, 2014)


CAPITULO III

METODOLOGIA DE LA INVESTIGACION

3.1 METODOLOGIA DE LA INVESTIGACION

3.1.1. TIPO DE INVESTIGACION

A. Por el propOsito o finalidades perseguidas: bástca o aplicada.

lnvestiqación básica: También recibe el nombre de investigaciOn

pura, teOrica, dogmatica y fundamental. Se caracteriza porque parte

de un marco teOrico y permanece en él; Ia finalidad radica en

formular nuevas teorIas o modificar las existentes, en incrementar

los conocimientos cientIficos o filosOficos, pero sin contrastarlos con

ningLn aspecto práctico. Esta forma de investigaciOn emplea

cuidadosamente el procedimiento de muestreo, a fin de extender sus

hallazgos más allá del grupo o situaciones estudiadas. Poco se

preocupa de Ia aplicaciOn de los hallazgos, por considerar que ello

corresponde a otra persona y no al investigador. No obstante, Ia

carencia de aplicaciôn inmediata, esta forma de investigaciôn busca

el progreso cientifico y su importancia reside en que presenta

amplias generalizaciones y nivetes de abstracciones con miras a

formulaciones hipotéticas de posible aplicaciOn posterior. Persigue

igualmente el desarrollo de una teorIa o teorlas basadas en

principios y leyes. La investigaciOn fundamental es un proceso

formal y sistemático de coordinar el método cientifico de análisis y

generalizaciOn con las fases deductivas e inductivas del

razonamiento.

65
Investigación aplicada: Este tipo de investigaciôn tamblén recibe el

nombre de práctica, activa, dinámica. Se caracteriza porque busca Ia

aplicaciOn o utilizaciOn de los conocimientos que se adquieren. La

investigaciOn aplicada se encuentra estrechamente vinculada con Ia

investigacion básica, pues depende de los resultados y avances de

esta Ultima; esto queda aclarado Si flOS percatamos de que toda

investigaciOn aplicada requiere de un marco teOrico. Busca

confrontar Ia teorla con Ia realidad. Es el estudlo y aplicaciOn de Ia

investigaciOn a problemas concretos, en circunstancias y

caracterIsticas concretas. Esta forma de investigaciôn se dirige a su

aplicaciOn inmediata y no at desarrollo de teorlas. La investigaciOn

aplicada, movida por el espIritu de Ia investigación fundamental, ha

enfocado Ia atenciOn sobre Ia solución de teorias. Concierne a un

grupo particular mãs bien que a todos en general. Se refiere a

resultados inmediatos y se halta interesada en el perfeccionamiento

de los individuos implicados en el proceso de Ia investigaciOn.

Sin embargo, en una investigaciôn empIrica, to que le interesa at

investigador, primordialmente, son las consecuencias prãcticas. Si

una investigaciôn involucra problemas tanto teôricos como prãcticos,

recibe el nombre de mixta. En realidad, un gran nümero de

investigaciones participa de Ia naturaleza de las investigaciones

bãsicas y de las aplicadas. (Rivero, 2008)

La presente investigaciôn utilizO el tipo investigaciOn aplicada.


B. Por Ia clase de medios utilizados para obtener los datos:

documental, de campo o experimental.

lnvestipación documental: Este tipo de investigaciOn es Ia que se

realiza, como su nombre 10 indica, apoyándose en fuentes de

carácter documental, esto es, en documentos de cualquier especie.

Como subtipos de esta investigaciôn encontramos Ia investigaciOn

bibliogrâfica, Ia hemerografica y Ia archivIstica; Ia primera se basa en

Ia consulta de libros, Ia segunda en artIculos o ensayos de revistas y

periOdicos y Ia tercera en documentos que se encuentran en los

archivos, como cartas, oficios, circulares, expedientes, etcetera.

Investiqación de campo: Este tipo de investigación se apoya en

informaciones que provienen entre otras, de entrevistas,

cuestionarios, encuestas y observaciones. Como es compatible

desarrollar este tipo de investigaciOn junto a Ia investigaciOn de

carâcter documental, se recomienda que pnmero se consulten las

fuentes de Ia de carácter documental, a fin de evitar una duplicidad

de trabajos.

lnvestigaciOn experimental: Recibe este nombre Ia investigaciOn que

obtiene su informaciOn de Ia actividad intencional realizada por el

investigador y que se encuentra dingida a modificar Ia realidad con el

propOsito de crear el fenOmeno mismo que se indaga, y asI poder

observarlo. (Rivero, 2008)

La presente investigación utilizO el tipo investigaciOn de campo.

67
C. Por el nivel de conocimientos que se adquieren: exploratoria,

descriptiva o explicativa

InvestiqaciOn exploratoria: Recibe este nombre Ia investigacion

que se realiza con el propôsito de destacar los aspectos

fundamentales de una problemática determinada y encontrar los

procedimientos adecuados para elaborar una investigaciOn posterior.

Es ütiI desarrollar este tipo de investigación porque, al contar con

sus resultados, se simplifica abrir Imneas de investigaciOn y proceder

a su consecuente comprobaciôn.

InvestiqaciOn descriptiva: Mediante este tipo de investigaciOn, que

utiliza el método de análisis, se logra caracterizar un objeto de

estudlo o una situaciOn concreta, señalar sus caracterIsticas y

propiedades. Combinada con ciertos criterios de clasificaciOn sirve

para ordenar, agrupar o sistematizar los objetos invotucrados en el

trabajo indagatorio. Al igual que Ia investigaciOn que hemos descrito

anteriormente, puede servir de base para investigaciones que

requieran un mayor nivel de profundidad. Su objetivo es describir Ia

estructura de los fenOmenos y su dinámica, identificar aspectos

relevantes de Ia realidad. Pueden usar técnicas cuantitativas (test,

encuesta o cualitativas (estudios etnografico).

Investigación explicativa: Mediante este tipo de investigaciôn, que

requiere Ia combinaciOn de los métodos analItico y sintético, en

conjugaciOn con el deductivo y el inductivo, se trata de responder o

dar cuenta de los porqués del objeto que se investiga. Además de


describir el fenOmeno tratan de buscar Ia explicaciOn del

comportamiento de las variables. Su metodologla es básicamente

cuantitativa, y su fin Ultimo es el descubnmiento de las causas.

(Rivera, 2008)

La presente investigaciOn utilizO el tipo investigacion descriptiva.

3.1.2. NIVEL DE INVESTIGACION

Descriptiva: El objetivo de Ia investigacion descriptiva consiste

en Ilegar a conocer las situaciones, costumbres y actitudes

predominantes a través de Ia descripciOn exacta de las

actividades, objetos, procesos y personas. Su meta no se limita

a Ia recolecciOn de datos, sino a Ia predicciOn e identificación de

las relaciones que existen entre dos o más variables. Los

investigadores no son meros tabuladores, sino que recogen los

datos sobre Ia base de una hipOtesis o teorla, exponen y

resumen Ia informaciOn de manera cuidadosa y luego anal izan

minuciosamente los resultados, a fin de extraer generalizaciones

significativas que contribuyan al conocimiento. (Roberto

Hernández Sampieri, 2010)

3.1.3. METODO DE INVESTIGACION

La presente investigaciOn estará desarrollada bajo el método

inductivo.
Método deductivo: Es aquelia orientaciOn que va de lo general

a lo especifico; es decir que, de un enunciado general del que se

va desentrañando partes 0 elementos especIficos. (Caballero

Romero, 2014)

Método inductivo: Es el razonamiento que, partiendo de casos

particulares, se eleva a conocimientos generales. Este método

permite Ia formaciOn de hipOtesis, investigaciOn de leyes

cientIficas, y las demostraciones. La inducciOn puede ser

completa 0 incompleta. Componente especIficamente

instrumental de Ia investigaciOn, referido especialmente a Ia

parte operatorio del proceso, es decir a las técnicas,

procedimientos y herramientas de todo tipo que intervienen en el

desarrollo de Ia investigaciOn. (Caballero Romero, 2014)

Metodo descnptivo: Es aquella orientaciOn que se centra en

responder a Ia pregunta 4C6mo es? Una determinada parte de

Ia realidad, que es objeto del estudio. (Caballero Romero, 2014)

3.1.4. DISEfIO DE INVESTIGACION

Se aplica el método de diseño en sucesiôn a en Imnea, conocido

tamblén coma método Pre Test - Post Test el cual consiste en:

Mediciôn de Ia variable dependiente antes de aplicar Ia

variable independiente (Pre - Test).

AplicaciOn de Ia variable independiente.

70
MediciOn de Ia variable dependiente después de aplicar Ia

variable independiente (Post- Test).

Se puede representar mediante Ia siguiente simbologla:

GE: 01 -4 x- 02

Dônde:

GE: Grupo experimental (Muestra).

Oi: ObservaciOn 1, antes de la implementaciOn del sistema

informãtico con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de docentes en

Ia Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali.

X: Sistema informático con tecnologIa J2EE de evaluaciôn de

docentes en Ia Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de

Ia Universidad Nacional de Ucayali.

02: ObservaciOn 2, después de Ia implementaciOn del sistema

informãtico con tecnologIa J2EE de evaluaciôn de docentes en

Ia Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali.

71
3.2 POBLACION V MUESTRA

3.2.1. POBLACION

La poblaciOn está conformada por Docentes nombrados y

contratados, Alumnos y Personal administrativo de Ia Escuela

profesional de Ingenierla de Sistema del semestre 2017-1. La

informaciOn anteriormente mencionada se refleja en el siguiente

cuadro

Tab/a 1: Población de Ia Escuela profesional de Ingenierki de Sistemas

DescripciOn Cantidad Porcentaje

[ocentes nombrados 3 0.5%

Docentes contratados

[Docentes invitados I

Personal administrativo 71 1.2%

umnos 536

Total 100.00%
Fuente: Coordinacibn académica U.N.U.

3.2.2. MUESTRA

La muestra para el presente estudio de investigaciOn, se estimO

siguiendo los criterios que ofrece Ia estadistica, por ello se hizo

uso del Método Probabilistico, mediante Ia técnica del

Muestreo Proporcional, teniendo en cuenta las siguientes

consideraciones:

72
N: PoblaciOn de Ia Escuela Profesional de Ingenierla de

Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali (559 persdnas)

n: Tamaño de Ia muestra.

Q: Probabilidad de que el evento no ocurra (50%).

P: Probabilidad de que el evento ocurra (50%).

Z: Coeficiente de confianza (1.96)

E: Error de estimaciôn o precisiOn (5%).

FOrmula para Ia muestra:

Z 2 NP Q
E 2(N_1)+Z 2 PQ

Cálculo de Ia muestra:

(1.96)2(559)(0.5)(0.5)
n = (O.05)2 (559_1)+1.962(O.5)(O.5) 227.93 228

La muestra para esta investigaciOn será de 228 personas, Ia cual

serâ distribuida de acuerdo al porcentaje de cada item que

conforma Ia poblaciOn como se muestra en Ia siguiente tabla:

73
Tabla 2: Distribución de muestra

Descripciôn Porcentaje Muestra

LDocentes nombrados 0.5%

Docentes contratados

[Docentes invitados
1 2.1%

0.2%
L 1

Personal administrativo 1 1.2% 3

Os 96.0% 218

Total 1 100% 228


Fuente: Elaboracibn propia

3.3 PROCESAMIENTO DE RECOLECCION DE DATOS

3.3.1. ENCUESTA

La encuesta se define como un conjunto de técncas destinadas

a reunir, de manera sistemática, datos sobre determinado tema

o temas relativos a un a población, a través de contactos

directos o indirectos con los individuos o grupos de individuos

que integran Ia poblaciOn estudiada. (A. Zapata, 2007)

La encuesta es un método y/o técnica que consiste en obtener

informaciOn acerca de una parte de Ia poblaciOn o muestra,

proporcionada por ellos mismos, sobre opiniones, actitudes 0

sugerencias. Hay dos maneras de obtener informaciOn con este

método y/o técnica, mediante el uso del cuestionarlo o de Ia

entrevista. (A. Zapata, 2007)

Instrumento consistente en una serie de preguntas a las que

contesta el mismo respondedor. El cuestionarlo es un método

74
y/o técnica que utiliza un instrumento o formulario impreso,

destinado a obtener respuestas sobre el problema en estudio en

donde se obtiene informaciOn acerca de las variables que se va

a investigar. Puede ser aplicado personalmente 0 por correo y

en forma individual o colectiva. El diseño del cuestionario habrã

de fundamentarse en el marco teOrico, las hipOtesis sus

variables y los objetivos de Ia investigaciOn. Cada pregunta que

se incluya deberá estar relacionada con las variables

indicadoras, es conveniente que cuando se diseñe el

cuestionario, se tenga a Ia mano Ia operatividad de las variables,

para asegurarse de que todos los indicadores están siendo

investigados. (Caro & Alvarez Gallego, 2006)

El diseño de Ia encuesta se encuentra en el Anexo 02.

3.3.2. ANALISIS DOCUMENTAL

El análisis de documentos a análisis documental consiste en

analizar Ia informaciOn registrada en materiales duraderos que

se denominan documentos. Se consideran dos tipos básicos de

documentos: escritos y visuales. Entre los escritos, se pueden

considerar actas, circulares, cartas, diarios, discursos,

periódicos, revistas, programas de cursos, materiales politicos,

leyes y decretos. (Navarrete, Silva, Perez, & Sanmamed, 2006)

Le permite al investigador poder ampliar el campo de

observación y enmarcar Ia realidad objeto de investigaciOn

dentro del acontecer histOrico; Ia cual amplia Ia captaciOn de los

significados que nos permiten mirar esa realidad desde Ia

75
perspectiva más global y holistica. (Caro & Alvarez Gallego,

2006).

Tab/a 3: Instrumentos de reco!ección de datos

FUENTES TECNICA INSTRUMENTOS AGENTE

PRIMARIA Encuesta Cuestionarios Dirigido a Ia muestra.

Utilizada con Ia finalidad

de recolectar informaciOn
Análisis Fichas (Textuales y
SECUNDARIA necesaria para Ia
documental de resumen)
documentaciôn de Ia

tesiS.

Fuente: Libro lntroducción a Ia calidad: Aproximación a los sistemas de gestion y herramientas de calidad"

3.4 TRATAMIENTO DE LOS DATOS

3.4.1. MECANISMOS PARA EL PROCESAMIENTO Y

PRESENTACION DE DATOS.

Se organizo y se procesô los datos de forma computarizada, a

fin de obtener resultados eficientes, teniendo en cuenta las

variables de investigaciOn. Los programas informáticos que se

utilizaron fueron:

Microsoft Office Excel

Programa de hojas de cálculo de Microsoft Office System.

Permite crear y aplicar forrriato a libros (Un conjunto de hojas

de cálculo) para analizar datos y tomar décisiones fundadas

sobre aspectos de su negocio. Concretamente, se puede

usar para hacer un seguimiento de datos, crear modelos

76
para analizar datos, escribir fOrmulas para realizar cálculos

con dichos datos, dinamizar los datos de diversas maneras y

presentarlos en una variedad de gráficos con aspecto

profesional. (Carrillo, 2014)

Statistical Package for the Social Sciencies (SPSS)

El SPSS es un conjunto de programas orientados a Ia

realizaciOn de análisis estadIsticos aplicados a las ciencias

sociales. Nos permite realizar análisis y graficos estadIsticos

sin tener que conocer Ia mecánica de los cálculos ni Ia

sintaxis de los comandos del sistema. Comparado con otros

programas, es más intuitivo y fácil de aprender.

SPSS es bueno a Ia hora de organizar y analizar datos. Se

puede ordenar datos, calcular nuevos datos y realizar una

gran variedad de análisis estadIsticos. En teoria el tamaño

de los ficheros de datos que SPSS puede manejar no está

limitado por lo que puede trabajar con ficheros grandes. Esta

versiOn también permite el manejo cOmodo de ficheros, Ia

personalizaciOn de los informes, y el cortar y pegar en otros

programas. (Kessler, 2007)

3.4.2. MECANISMOS PARA EL ANALISIS E INTERPRETACION DE

RES U LTADOS.

TabJa, Cuadro.

Gráfico. (Diagrama de barras, Diagramas de sectores o

superficies representativas, Diagramas polares).

77
Figuras. (Histogramas, PoIgonos de frecuencias, Curvas de

frecuencias).
CAPITULO IV

PROCESO DE EVALUACION DOCENTE EN LA ESCUELA PROFESIONAL

DE INGENIERIA DE SISTEMAS

4.1. tQUt ES EVALUACION DOCENTE?

La evaluaciOn docente o evaluaciOn de Ia enseñanza universitaria es

parte de un proceso como toda evaluaciOn; es punto de partida que

trae como consecuencia lOgica cambios evolutivos, cambios en el

'quehacer docente.

La evaluaciOn muestra o detecta las areas fuertes y las "zonas de

debilidad" que es preciso reforzar o que deben mejorarse.

El maestro también debe ser evaluado porque Ia mera experiencia de

enseñar no garantiza el mejoramiento". El profesor debe ajustarse a las

necesidades cambiantes de los estudiantes" (Beltran, 2004).

La Facultad procedera a establecer los criterios que permitan Ia

evaluaciOn permanente del personal docente. El sistema de evaluaciOn

deberá ser aprobado por el Consejo Universitario y revisado al inicio de

cada año Académico. Los Departamentos Académicos informarán a los

docentes sobre el sistema de evaluaciOn vi.gente.

Los Departamentos Académicos evaluarán anualmente los méritos del

personal docente, de acuerdo con el sistema establecido; tomando en

consideraciOn los aspectos de su preparaciOn intelectual, cientifica,

técnica y pedagOgica, de sus méritos y aptitudes.

79
Los profesores tendrán derecho a conocer los resultados de su

evaluación asI como a impugnarlos. En este Ultimo caso el asunto se

llevará ante el Consejo de Facultad y en ültima instancia al Consejo

Universitarlo.

Los resultados de Ia evaluaciOn anual serán tomados en cuenta por el

Consejo Universitarto al proceder a las contrataciones, los

nombramientos, ascensos y las remociones del personal docente.

(COMISION DE ELABORACION DEL REGLAMENTO GENERAL,

2016)

42. OBJETIVOS DE LA EVALUACION DOCENTE

El objetivo general de Ia evaluaciOn del profesorado es mejorar su

eficiencia, con ello se mejora Ia instituciOn misma. Dicho de otro modo,

se incrementa Ia eficiencia académica de Ia instituciôn.

Otros objetivos especIficos pueden lograrse a través de una evaluaciOn

docente. Para ello deben tenerse ideas concretas sobre lo que se

desea detectar, para que el diseño del instrumento de evaluaciôn se

adecüe a los objetivos que se persiguen.

Estos otros objetivos podrIan ser:

Tener bases para elaborar un plan de mejoramiento del profesorado

a través de seminarios locales, nacionales e internacionales. Cursos

cortos de recaudaciOn, educaciOn continua o cursos de

actualización, segCin como se les quiere Ilamar.

Mejorar Ia eficiencia de los métodos de enseñanza.

Mejorar las relaciones entre profesores y estudiantes.

ME
Proporcionar Ia satisfacciOn de que Ia labor académica se cumpia

eficientemente. Asi como proporcionar los elementos de juicio para

rescindir contratos de aquellos profesores que carecen de espIritu de

renovaciOn.

En general, toda evaluaciOn tiende a cambiar positivamente el

comportamiento académico del profesorado.

4.3. ACTIVIDADES DEL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE

Desarrollo de modelo de encuesta

Actividad que tiene Ia finalidad de diseñar el modelo de encuesta

para evaluación de docentes.

Llenado de encuestas

Actividad que recoge informaciOn seleccionado en materia de

evaluaciOn docente a través de encuestas.

Procesamiento de encuestas

Actividad que se encarga de procesar los datos obtenidos de las

encuestas y sobre ello emitir resultados para Ia toma de decisiones.

Toma de decisiones sobre resultados de encuestas

Actividad mediante el cual se hace uso del razonamiento y

pensamiento con el fin de tomar acciones frente a los datos

obtenidos en el procesamiento de encuestas de evaluaciOn

docente.

Li
4.4. AGENTES EN EL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE

Jefe de departamento acadOmico

Director(a) de escuela

Decano

Alumnos

Docentes

4.5. AGENTES EN EL PROCESO DE EVALUACION DOCENTE

La evaluaciOn docente es un proceso permanente e integral y se basa

en sus méritos, segUn Ia dedicaciOn y eficiencia demostradas durante

el perlodo sujeto a Ia evaluaciOn; debe comprender lo establecido en el

artIculo 1850 del Estatuto. El reglamento de ratificaciOn y promociôn

docente señalará los porcentajes de cada indicador y el puntaje mmnimo

de promociOn y/o ratificaciOn por categorla.

Los docentes tienen derecho a impugnar los resultados de su proceso

de ratificaciOn o promociOn en Ia etapa correspondiente ante Ia

comisiOn de evaluaciOn, en los plazos establecidos en el reglamento;

vencidos los plazos de impugnaciOn lo resuelto es inapelable.

(COMISION DE ELABORACION DEL REGLAMENTO GENERAL,

2016).
4.6. DIAGRAMA DE FLUJO DEL PROCESO DE EVALUACION

DOCENTE

Figura 4: Diagrama de flujo del proceso de evoluación docente

.,Desarrollo de Procesamiento

A~E

0
0
V
C
0

LIendo de
enceses .

Tomade
deci5iones

Fuente: Elaboración propia

83
4.7. RECURSOS UTILIZADOS EN EL PROCESO DE EVALUACION

DOCENTE

Papel

Tinta

Tiempo

lnfraestructura

Personal

4.8. ESTANDARES DE ACREDITACION PRESENTES EN LA

EVALUACION DOCENTE

1) Estándar 32: Se cumple el contenido de los sliabos.

Justificación: Se tiene un archivo por docente cada dOnde se

encuentra las asistencias y el avance de los temas del sliabo,

también se realizan encuestas a los docentes todos los

semestres, faltando los informes de grado de cumplimiento de

los silabos.

Fuentes de venficación:

Informe sobre el grado de cumplimiento de los sliabos.

Encuestas y entrevistas a estudiantes.

Gil - 26 Grado de cumplimiento del contenido del silabo

de cada asignatura.

84
Gil —27 Puntualidad del docente.

Plan de mejora del estándar

Tab/a 4: Plan de mejora del estándar (1)

ESTANDAR ACTIVIDADES RESPONSABLES META RECURSOS INDICADOR DE

CUMPLIMIENTO

- Soiicitar a los jefes


Estándar - Direcciones de - Informe del - LJtiles de - Informe sabre el
de departamento un
32 escuelas. oficina. grado de
informe sobre a gabinete

cumpilmiento de los
evaivaciOn realizada a pedagogico.
- Jefe de
sliabos.
los docentes en el
departamento
cumplimierito del
- Encuestas y
silabo.
entrevistas a
- EvaivaciOn del
estudiantes.
avance de los

docentes. -Gil —26 Grado de

cumplimiento del

contenido del silabo

de cada asignatura.

- Gil —27
Puntualidad del

docente.

Fuente: Escuela profesional de lngenierIa de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali

2) Estándar 69: La Unidad Académica evalüa los programas de

perfeccionam iento pedagOgico que implementa.

JustificaciOn: Falta una poiltica de capacitaciôn al docente en

programas pedagOgicos.

EIR
Fuentes de verificación:

Programa de evaivaciOn del gabinete pedagOgico.

informes de evaluaciOn del gabinete y plan de mejora.

Informe de verificaciOn sobre las acciones correctivas

to mad as

Legajo personal de los docentes.

Plan de capacitaciOn docente.

Informe sobre el cumplimiento de objetivos referidos al

plan de capacitación docente.

Gill - 76 Capacitaciôn del docente.

[I
Plan de mejora del estándar

Tab/a 5: Plan de mejora del estándar (2)

ESTANDAR ACTIVIDADES RESPONSABLES META RECURSOS INDICADOR DE

CUMPLIMIENTO

- Propuestas y ejecuciones de
Estándar - Decanatura. - Programa de evaluación del gabinete pedagogico. Humanos: docentes y - Gill - 76
eventos que promuevan una
69
politica de capacitacion al administrativos. CapacitaciOn del
- Dirección de Escuela - Informes de evaluaciOn del gabinete y plan de
docente en programas docente.
de IngenierIa de mejora. - Utiles de oficina.
pedagOgicos.
Sistemas. - Gill - 77
- Informe de verificaciôn sobre las acciones - Apoyo loglstico:
SatisfacciOn con los
- Direcciôn de escuela correctivas tornadas. auditorio, multimedia,
programas de
de Ingenieria Civil. filmaciôn, Refrigerios
- Legajo personal de los docentes capacitación

- Departamento docente.
- Plan de capacitación docente.
académico

- Informe sobre el cumplimiento de objetivos


referidos al plan de capacitación docente.

Fuente: Escuela profesional de Ingenierla de Sistemas de la Universidad Nacional de Ucayali


3) Estándar 75: Los procesos de selecciOn, ratificaciOn y promociOn

de docentes se realizan con objetividad y transparencia.

Justificación: Al ser Ia FIS y de IC, dirigida por un Comité de

Planeamiento, no tiene autonomla de realizarlo esto.

Sin embargo, Ia vicerrectorla, emite las directivas y reglamento,

que posibiliten una contrataciOn del personal docente de manera

objetiva.

Fuentes de venficación:

Reglamento de selecciôn y promociOn docente.

Actas de concursos püblicos y de evaluaciOn periôdica del

docente.

Encuestas y entrevistas a los estudiantes y docentes que

han participado en el concurso.

GIll - 78 Edad promedio docente.

Gill - 79 Porcentaje de docentes que permanecen

después de Ia edad de jubilaciOn.

Gill - 80 ParticipaciOn de pares externos en procesos de

selección, ratificación y promociOn docente.


Plan de mejora del estándar,

Tab/a 6: Plan de mejora del estOndar (3)

ESTANDAR ACTIVIDADES RESPONSABLES META RECURSOS INDICADOR DE CUMI

- Realizar procesos con jurados calificación y con -


Estándar - Decano. - Reglamento de selecciOn y promociOn - Humanos: docentes y
Un proceso transparente. - Informe sobre el grado
75 docente.
-Proponer procesos de seleccion orientados a las administrativos. cumplimiento de los silab
- Departamento
necesidades de acuerdo a los perfiles del plan de
academico - Actas de concursos publicos y de - Utiles de oficina. - Encuestas y entrevistas
estudios. ..
evaluacion periodica del docente.
-GIl —26 Grado de cumpt

- Encuestas y entrevistas a los contenido del sIlabo de c

estudiantes y docentes que han asignatura.

participado en el concurso.
- GIl —27 Puntualidad del

Fuente: Escuela profesional de lngenierIa de Sistemas de Ia Urilversidad Nacional de Ucayali


CAPITULO V

RESULTADOS

5.1 RESULTADOS DE LOS INSTRUMENTOS

5.1.1. PRETEST

COmo califica Ia importancia del uso de las computadoras

interconectadas en el proceso de evaluación docente?

Tab/a 3: Frecuencia pregunta I Pre Test

Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el proceso de


evaluación docentp?

Porcentaje
Frecuencia Porcentaje Porcentaje vblido acumulado

Válido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4


Malo 60 26,3 26,3 30,7
Regular 158 69,3 69,3 100,0
Total 228 100,0 100,0
I-uente: IbM SPSS
Figurn 5: Datos estadIsticos pregunto 1 Pre Test

Cómo catifica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el


proceso de evaluaciôn docente?

200
Med = 2,65
Desvioclón estôndar = 563
N=228

so-

50 1,00 1,50 200 2,50 3,00 3,50


Cômo califica Ia importancia del uso de las
computadoras interconectadas en el proceso de
evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuestados el 4.4% consideran la

importancia del uso de las computadoras interconectadas en el

proceso de evaluaciôn docente como muy malo, 26.3% malo y

69.3% regular.

91
Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático

para Ia evaluaciOn docente?

Tab/a 4: Frecuencia pregunta 2 Pre Test

,Cómo califica la funcionalidad de un sistema Informâtico para Ia evaluación


dnrntp7

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentje vblido acumulado
Válido Malo 131 57,5 57,5 57,5

Regular 97 42,5 42,5 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 6: Dotos estadIsticos pregunta 2 Pre Test

.Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

200-
- Media2,43
Desvtación es1ndar = 495
N=228

150-

U 100- -
U-
I-

50- -

/
0-
150 2,00 2,50 3,00 3,50

Cômo califica Ia funcionalidad de un sistema


informãtieo para Ia evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretacion: De los encuestados el 57.5% consideran Ia

funcionalidad de un sistema informático para evaluaciOn docente

como malo y 42.5% regular.

92
Cômo califica Ia confiabilidad de un sistema informático

para Ia evaluaciOn docente?

Tab Ia 5: Frecuencia pregunta 3 Pre Test

,Cómo califica Ia confiabilidad de un sistema informâtico para Ia evaluación

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
IV61ido Malo 130 57,0 57,0 57,0
Regular 98 43,0 43,0 100,0
Total 228 100,0 100,0
ruerlLt; IDUVI

Figuro 7: Oct05 estadIsticos pregunta 3 Pre Test

Cömo califica Ia confiabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?
200
Media = 2,43
Desvlaclón estndar = 495
N = 228

150'

IS
U
C
a,
o 100
4
I-
U-

50

N
0'
1,50 2,00 2,50 3,00 350

Cômo califica Ia confiabilidad de un sistema


informático para Ia evaluación docente

-uente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuestados el 57.0% consideran Ia

confiabilidad de un sistema informático para la evaluaciOn docente

como malo y 43.0% regular.

93
Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático para

Ia evaluación docente?

Tabla 6: Frecuencia pregunta 4 Pre Test

,Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Malo 150 65,8 65,8 65,8

Regular 78 34,2 34,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 8: Cotos estadIsticos pregunto 4 Pre Test

Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informãtico para Ia evaluaciôn


docente?

200
Media = 2,34
Desviación esténdar = 475
N = 228

150

f\
U
C
w -
C, 1QD
w
I-

50 -

0• — I -
150 2,00 2,50 300 350

Cómo califica Ia usabilidad de un sistema lnformático


para Ia evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuéstados el 65.8% consideran Ia

usabilidad de un sistema informãtico de evaluaciOn docente como

malo y 34.2% regular.

94
(,Cómo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema

informático de evaluación docente?

Tabla 7: Frecuencia pregunta S Pre Test

Cómo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de


evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vail do acumulado

Válido Malo 130 57,0 57,0 57,0

Regular 98 43,0 43,0 100,0

Total 1 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 9: Datos estadisticos pregunta 5 Pre Test

,Cômo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de


evaluacion docente?

200
Media = 2,43
Desvlación estndar 496
N = 228

150

(8
U

o 100
I-
Il

150 2,00 2,50 3,00 350

Cômo califica Ia confidencialidad de datos de un


sistema informático de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretacion: De los encuestados, el 57.0% consideran Ia

confidencialidad de datos de un sistema informático en el proceso

de evaluaciôn docente como malo y 43.0% regular.

95
,COmo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para

el proceso de evaluacion docente?

Tab Ia 8: Frecuencia pregunto 6 Pre Test

,Cómo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
evil,utiFn dri,nt&)

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Válido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4
Malo 59 25,9 25,9 30,3
Regular 159 69,7 69,7 100,0
Total 226 100,0 100,0
- -
ruenw: i Divi

Figura 10: Datos estadIsticos pregunta 6 Pre Test

(,Cômo califica el tiempo que toma disenar una encuesta para el proceso de
evaluaciôn docente?
200
Media = 2,65
Desviacn estár,dar 552
N = 228

1100

so-

50 100 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50


Cómo califica el tiempo que toma diseñar una
encuesta para el proceso de evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

Jnterpretación: De los encuestados, el 4.4% consideran el tiempo

que toma diseñar una encuesta para el proceso de evaluaciOn

docente como Muy malo, 25.9% malo y 69.7% regular.


Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los

alumnos en el proceso de evaluación docente?

Tab/a 9: Frecuencia pregunta 7 Pre Test

,COmo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vAlido acumulado

VáIido Malo 109 47,8 47,8 47,8

Regular 119 52,2 52,2 100,0

Total 228 1000 100,0


I-uente: IbM 5PS

Figura 11: Datas estadIsticos pregunta 7 Pre Test

Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


evaluaciôn docente?

200
Media = 22
Desviación esténdar = .501
N = 228

150

0
C
0 -
o 100-
0
I-

so-

0-
150 20 2.50 300 350

Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los


alumnos en el proceso de evaluaciân docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados, el 47.8% consideran el

tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de

evaluaciOn docente como malo y 52.2% regular.

97
Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes

en el proceso de evaluación docente?

Tabla 10: Frecuencia pregunta 8 Pre Test

COmo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Válido Malo 150 65,8 65,8 65,8
Regular 78 34,2 34,2 100,0
Total 228 100,0 100,0
i-uente: itIvi bpbb

Figura 12: Datos estodIsticos pregunta 8 Pre Test

,Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de


evaluación docente?

200
Media = 2,34
Desvladôn estóndar = 475
N = 228

150

U
S

U 100-
0)
U-

50 --

0-
1,50 2,00 2,50 300 350

Cãmo califica el tiempo que requiere evaluar a los


docentes en el proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretaciôn: De los encuestados, el 65.8% consideran el

tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de

evaluación docente como malo y el 34.2% como regular.


Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las

encuestas en el proceso de evaluación docente?

Tabla 11: Frecuencia pregunta 9 Pre Test

,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
nrni-ce dp Avaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vblido acumulado

Válido Malo 150 65,8 65,8 65,8

Regular 78 34,2 34,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 13: Datos estadIsticos pregunta 9 Pre Test

,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
proceso de evaluación docente?

200 : Media = 2,34


Desvlación estfldal' = 475
N=228

150

U
C
a)
100-
a)
I-
IL

50-

0-— - 1 -
1,50 2,00
1 2,50 3,00 3,50

Cômo califica el tiempo que toma procesar los datos


de las encuestas en el proceso de evaluación
docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados, el 65.8% consideran el

tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en proceso

de evaluaciOn docente como malo y 34.2% regular.

99
Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el

proceso de evaluación docente?

Tab/a 12: Frecuencia pregunta 10 Pre Test

(,COmo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluación


rfntn+)

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
VáIido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4
Malo 158 69,3 69,3 73,7
Regular 60 26,3 26,3 100,0
- Total 228 100,0 100,0
UCIILC. imviaraa

Figura 14: Datos estadIsticos pregunta 10 Pre Test

c.Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluaclón


docente?
200
Media = 2,22
Desvieción estândr = 51
N=228

:/ I
50 1,00 1,50 2,00 2,50 30 2,50
Cômo califica Ia eficiencia del personal asignado en el
proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados, el 4.4% considera Ia

eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluaciOn

docente como Muy malo, 69.3% malo y 26.3% regular.

100
5.1.2. POST TEST

Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras

interconectadas en el proceso de evaluaciOn docente?

Tab/a 13: Frecuencia pregunta I Post Test

c.Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras Interconectadas en el


nrcr d

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado
Válido Bueno 73 32,0 32,0 32,0
Muybueno 155 68,0 68,0 100,0
Total 228 100,0 100,0
,uc1,Le. IDWI

Figura 15: Datos estadIsticos pregunta 1 Post Test

,Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el


proceso de evaluaciôn docente?
200
- Mea = 468
Desvlaclón estndar = .468
N = 228

150

Au
C

U 100
-
CD
IL

50

0- _!Y[
3.50 4.00 4.50 5.00

Cômo califica Ia importancia del uso de las


5.50

computadoras interconectadas en el proceso de


evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados el 32.0% consideran Ia

importancia del uso de las computadoras interconectadas en el

proceso de evaluaciOn docente coma Bueno y 68.0% muy bueno.

101
Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático

para Ia evaluaciOn docente?

Tablo 14: Frecuencia pregunta 2 Post Test

Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informâtico para Ia evaluación


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

VáIido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 69 30,3 30,3 34,2

Muy bueno 150 65,8 65,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 16: Datos estadIsticos pregunta 2 Post Test

,Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema Informâtico para Ia evaluaciôn


docente?

Media = 4,62
Desviac46n estándar = 562
N = 226

2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50

,Cômo califica Ia funcionalidad de un sistema


informático para Ia evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

JnterpretaciOn: De los encuestados el 3.9% consideran Ia

funcionalidad de un sistema informático para evaluaciOn docente

como regular, 30.3% como bueno y 65.8% muy bueno.

MIN
( COmo califica Ia confiabilidad de un sistema informático

para Ia evaluación docente?

Table 15: Frecuencia pregunta 3 Post Test

,Cómo califica Ia conflabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docpntp?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 92 40,4 40,4 44,3

Muy bueno 127 55,7 55,7 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figure 17: Dates estodIsticos pregunta 3 Post Test

,Cómo califica Ia conflabilidad de un sistema lnformático para Ia evaluación


docente?

200- Media=4,52
Desviación estindar = 575
N=228

so-

2,50 3,00 350 4,00 4,50 5,00 5,50

Cómo califica Ia confiabilidad de un sistema


informático para Ia evaluacián docente?

Fuente: IBM SPSS

InterpretaciOn: De los encuestados el 3.9% consideran Ia

confiabilidad de un sistema informático para Ia evaluaciôn docente

como regular, 40.4% bueno y 55.7 muy bueno.

103
,Cómo califuca Ia usabilidad de un sistema informático para

Ia evaluación docente?

Tab/a 16: Frecuencia pregunta 4 Post Test

; Cómo califica Ia usabilidad dLa un sistma infnrmMicn nara Ia ovahjarl6n dncnt

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 31 13,6 13,6 13,6

Bueno 110 48,2 48,2 61,8

Muy bueno 87 38,2 38,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

F/gura 18: Datos estad(sticos pregunta 4 Post Test

Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

Media = 4,25
Oesviación estndar = 678
N = 228
125-

100-

U -
C
CD
75-

7
2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 550

,Cômo calitica Ia usabilidad de un sistema informàtico


para Ia evaluación docente'

Fuente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuestados el 13.6% consideran Ia

usabilidad de un sistema informático de evaluaciOn docente como

regular, 48.2% bueno y 38.2% muy bueno.

104
,Cómo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema

informático de evaluación docente?

Tab/a 17: Frecuencia pregunta S Post Test

,Cómo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de evaluación


docnte?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 110 48,2 48,2 52,2

Muy bueno 109 47,8 47,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 19: Datos estadlsticos pregunta S Post Test

,Cómo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de


evaluación docente?
200
Media = 4,44
DesviaciSn estnder = 571
N=228

LL

250 300 350 4,00 4,50 500 50

Cômo califica Ia confidencialidad de datos de un


sistema informãtico de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretacion: De los encuestados, el 3.9% consideran Ia

confidencialidad de datos de un sistema informãtico en el proceso

de evaluaciôn docente como regular, 48.2% bueno y 47.8% como

muy bueno.

105
Cómo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para

el proceso de evaluación docente?

Tab/a 18: Frecuencia pregunta 6 Post Test

,Cômo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Buena 91 39,9 39,9 39,9

Muy bueno 137 60,1 60,1 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 20: Datos estadIsticos pregunta 6 Post Test

,Cômo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
evaluaciôn docente?

200
Media = 460
Desviaclôn estndar = 491
14=228

150

U 100
ci
Li-

50

0
350 4,00 4,50 5,00 5,50

Cômo califica el tiempo que toma diseñar una


encuesta para ci proceso de evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuestados, el 39.9% consideran el

tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de

evaluaciOn docente como bueno y 60.1% muy bueno.

106
.COmo califica el tiempo que requiere encuestar a los

alumnos en el proceso de evaluaciOn docente?

Tab/a 19: Frecuencia pregunta 7 Post Test

Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


vaIiirión dncpnt?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muy bueno 91 39,9 39,9 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figuro 21: Datos estadIsticos pregunta 7 Post Test

,Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


evaluación docente?

200- - Mea=44O
DesvacIón eslándar = 491
N=228

I 50

U
C
U
U 100

U.

50

/
0 — -
3,50 400 4,50 5,00 550

Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los


alumnos en el proceso de evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados, el 60.1% consideran el

tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de

evaluaciOn docente como bueno y 39.9% muy bueno.

107
Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes

en el proceso de evaluaciOn docente?

Tobk, 20: Frecuencia pregunta 8 Post Test

COmo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de


evaluación docnte?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vail do acumulado

Vãlido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muy bueno 91 39,9 39,9 100,0


Total 228 100,0 100,0
-uente: IbM SPSS

Rgura 22: Datos estadIsticos pregunta 8 Post Test

,Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de


evaluaclon docente?
200
Melia = 4,40
Desviación estándar = 491
N = 228

150'

0
C
w
U 10
0 - -
U-

so

I I -
3,50 4,00 4.50 5,00 5,50

cComo califica el tiempo que requiere evaluar a los


docentes en el proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

tnterpretacion: De los encuestados, el 60.1% consideran el

tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de

evaluación docente como bueno y el 39.9% como muy bueno.

Im
COmo califica el tiempo que toma procesar los datos de las

encuestas en el proceso de evatuación docente?

Tabla 21: Frecuencia pregunta 9 Post Test

Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
nroceso de a)valuación docpntp?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muy bueno 91 39,9 39,9 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 23: Datos estadIsticos pregunta 9 Post Test

,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
proceso de evaluación docente?

200
Mecff = 440
Desvlaclón estándar = .491
N 228

150

U
a)
U 100'
a)

50

/
S.,.

0-
3,50 4,00 4,50 5,00 5.50

Cômo califica el tiempo que toma procesar los datos


de las encuestas en el proceso de evaluación
docente?

Fuente: IBM SPSS

lnterpretación: De los encuestados, el 60.1% consideran el

tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el

proceso de evaluaciOn docente como bueno y 39.9% como muy

bueno.

109
Como califica Ia eficiencia del personal asignado en el

proceso de evaluación docente?

Tobla 22: Frecuencia pregunta 10 Post Test

,Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en ci proceso de evaluaciOn


dôcpnt?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vélido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 110 48,2 48,2 52,2

Muy bueno 109 47,8 47,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Figura 24: Datos estadIsticos pregunta 10 Post Test

.Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en ci proceso de evaluaciôn


docente?

200
Media=4,44
Desviación estSndar = 571
N=228

2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 650

Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el


proceso de evaivaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Interpretación: De los encuestados, el 3.9% considera Ia

eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluaciOn

como regular, 48.2% bueno y 47.8% muy bueno.

lID]
5.2 PRUEBA DE HIPOTESIS

5.2.1. FORMULACION DE CUADROS DE VALORES DE

INDCADORES

La contrastaciOn de Ia hipOtesis se realiza de acuerdo al diseño de

investigación mostrado en el capItulo Ill, el cual es conocido

también como pie—test y post—test, que se representa mediante Ia

siguiente simbologla:

GE 01 X 02

DOnde:

GE: Población de Ia Escuela Profesional de Ingenieria de

Sistemas.

Observación 1, antes de Ia propuesta del sistema con

tecnologIa J2EE de evaluaciôn de docentes en Ia Escuela

Profesional de Ingenieria de Sistema en Ia Universidad

Nacional de Ucayali.

X: Sistema con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenieria de Sistema en Ia

Universidad Nacional de Ucayali.

ObservaciOn 2, después de Ia propuesta del sistema con

tecnologIa J2EE de evaluaciOn de docente en Ia Escuela

Profesional de Ingenieria de Sistema en Ia Universidad

Nacional de Ucayali.

111
El procedimiento consiste en determinar en primer lugar una tabla

de rango de valores, Ia cual nos permite ubicar valores

cuantitativos de los indicadores, por medio de valores cualitativos

usando Ia conocida escala de Liked.

Posteriormente realizamos Ia comparación de valores entre

indicadores de acuerdo al diseño de contrastaciOn; esta

comparaciOn nos permite finalmente aceptar o rechazar Ia

hipOtesis de acuerdo a los estãndares cientIficos de Ia estadIstica.

Para los valores cuantitativos:

Figura 25: Escala de contrastación

MLJY MALO MALO REGULAR BUENO MUY BUENO

I I I
LJ
Fuente: Libro "AnáIisis de datos de encuesta" (Autor: Vidal DIaz de Rada)

5.2.2. SUPUESTOS DE LA PRUEBA DE HIPOTESIS

1. Los datos muéstrales se seleccionaron con Ia técnica de

muestreo estratificado dando como resultado una muestra

de 228 personas correspondiente a Ia población de Ia

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas, asI mismo

evaluamos 10 preguntas que contienen los principales

indicadores o variables para Ia prueba de hipOtesis.


112
La hipOtesis nula Ho es Ia negaciOn de Ia relaciôn existente

entre Ia variable independiente y Ia variable dependiente y

Ia hipOtesis Ha es Ia afirmaciOn correspondiente.

Se utilizô el 95% del nivel de confiabilidad y 5% del nivel de

significancia

Se acepta Ia hipOtesis nula si el Valor Calculado Z es

menor al valor de Zc (Zc = 1,96), caso contrario se rechaza

Ia Ho y se acepta Ia hipotesis alterna Ha.

5.2.3. CALCULO DEL VALOR CRITICO V LA FUNCION DE PRUEBA

Después de analizar las diferencias entre los indicadores en Pre-

test (Oi) y post-test (02), se puede concluir que para todos los

indicadores hay diferencias significativas y una mejora después

de implementar el sistema con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de

docentes.

En el siguiente cuadro se muestra Ia comparaciOn de indicadores

que se obtuvieron mediante Ia recolección de datos al realizar una

encuesta pre test y post test.

Se ernplearãn las siguientes abreviaturas:

VI: Valor Inicial

VF: Valor Final

D: Diferencia

113
Tab/a 7: Resumen de resultados de va/ores

Nro Indicador Vi Vf D1 D1 - (D1 -


1 ,Cômo califica Ia interconexiOn de 2,65 4,68 2,03 1,9493 3,7998

computadoras en el proceso de evaluacion

docente?

2 LCOmo califica Ia funcionalidad de un 2,43 4,62 2.19 2,1093 4,4491

sistema informático para Ia evaluaciôn

docente?

3 ,COmo califica Ia conflabilidad de un 2,43 4,52 2.09 2,0093 4,0373

sistema informático para Ia evaluaciOn

docente?

4 ,COmo califica Ia usabilidad de un sistema 2,34 4,25 1,91 1,8293 3,3463

informático de evaluaciOn docente?

5 é,Como califica Ia confidencialidad de datos 2,43 4,44 2,01 1,9293 3,7222

de un sistema informatico en el proceso de

evaluaciOn docente?

i ,Cômo califica el tiempo que requiere 2,65 4,60 1,95 1,8693 3,4943

diseñar encuestas en el proceso de

evaluaciOn docente?

7 ,Cómo califica el tiempo que requiere 2,52 4,40 1,88 1,7993 3,2375

encuestar a los alumnos?

8 ,COmo califica el tiempo que requiere 2,34 3,40 1,06 0,9793 0,9590

evaluar a los docentes?

9 ,Como califica el nUmero de escuelas que 2,34 4,40 1,06 0,9793 0,9590

realizan evaluaciOn docente?

10 t COmo califica el tiempo de procesamiento 2,22 4,44 2,22 2,1393 4,5766

de encuestas?

Total 18,40 32,5811

Fuente: EtaboraciOn propia

114
Cálculo de Ia diferencia promedio (D)

- D1 18,40
D=—= =0,0807
n 228

Cálculo de Ia desviación estándar (S)

S = 0,3789

Cálculo del valor critico o valor en tabla de Ia "Z" Normal.

rol 0.0807
z= = 0.3789 = 3,2151

V-
n - I V-
228- 1

Hipótesis Estática

-*.- Ho=O1-02>=0

+ Ha=02-01>0

115
Region de AceptaciOn y Rechazo

Figura 26: Regián de aceptación y rechazo

Regón Aceptación
Region de rechazo

1,96 3,2151
Zc Z

Fuente: Libro "Estadistica para administración" (Autor: David M. Levine, Mark L.)

Por 10 tanto:

Como Z = 3,2151 es mayor que Zc = 1.96; entonces se rechaza

Ho y se acepta Ha = 02 - Oi > 0.

Finalmente se concluye que Ia hipótesis planteada es aceptada.

En el desarrollo de Ia presente investigaciOn a través de sus

diferentes etapas, queda demostrado que eI sistema informático

con tecnologIa J2EE mejora Ia evaluaciôn de docentes en Ia

Escuela Pro fesional de Ingenierla de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali, con 10 cual constituye una

alternativa de soluciOn al problema planteado, con un nivel de

confianza del 95%

116
Evaluación de Ia asociación entre dos variables

Para evaluaciOn del grado de asociaciOn entre dos variables se

recurre a las técnicas de Correlación y Regresion Lineal

Simple. Este presente estudlo utilizO Ia Técnica de correlaciôn

parametnca y no paramétrica para determinar el grado de

relaciôn entre las variables.

1) Correlación: EvalUa Ia fuerza de asociaciOn entre las

variables, de forma similar al Riesgo Relativo y Ia OR en las

variables categôricas, indicando además Ia direcciOn de esta

asociación, de forma que sabremos si cuando aumenta el valor

de una de ellas aumenta también el valor de Ia otra variable

(relación directa) o por el contrano disminuye (relaciOn

indirecta).

El Indice resumen para evaluar Ia correlaciOn entre dos

variables es el COEFICIENTE DE CORRELACION. Hay varios

coeficientes, siendo el más conocido el Ilamado r de Pearson,

cuyo cálculo es "paramétrico", esto es, se basa en Ia media y Ia

varianza, y asume varios supuestos:

Que las variables analizadas son simétricas (no hay una

dependiente y otra independiente) y, por tanto, son

intercambiables mutuamente.

Que lo que mide es el grado de ajuste de los puntos o pares

de valores a una hipotética linea recta (explora Ia relaciOn

lineal). Esto quiere decir que podria existir otro tipo de

11P4
asociaciOn (curvilInea, exponencial, etc.) y no ser detectada

por este coeficiente.

C) Que las variables se distribuyen normalmente (criterio de

normalidad) en Ia poblaciOn de Ia que proviene Ia muestra.

Que las variables exploradas provienen de observaciones

independientes (esto es, solo debe haber un valor para

cada variable en cada individuo de Ia muestra), para evitar

to que se conoce corno autocorrelaciOn.

En este mismo sentido, Ia correlaciOn lineal no es aplicable

cuando una variable forma parte de Ia otra o su cálculo

incluye Ia otra variable (por ejemplo, no es correcto evaluar

Ia correlaciOn entre Ia variable "IMC" —indice de masa

corporal- y Ia variable "talla").

Cuando las condiciones b) y c) anteriores no se cumplen, o

cuando una de las variables es ordinal (presenta modalidades

no numéricas, por ejemplo suspenso, aprobado, notable,

sobresaliente), debe emplearse una aproximaciOn no

parametrica, siendo Ia más empleada el Coeficiente de

CorrelaciOn Rho de Spearman.

El Coeficiente de Correlación (sea o no parametrico) es un

valor adimensional que oscila entre -1 y +1. El valor cero se

da cuando no existe ninguna correlaciOn entre las variables

analizadas; el valor -1 implica una correlaciOn perfecta de

carâcter inverso (0 indirecto) y el valor +1 una correlaciôn

118
perfecta de tipo directo (cuando una crece también 10 hace Ia

otra).

Una excelente aproximaciOn visual para explorar el grado de

correlación es a través de un gráfico de dispersion o nube de

Pu ntos.

Se habla de correláciOn positiva (o directa) cuando a

valores crecientes de una de las variables se observan

valores crecientes de Ia otra variable; por el contrarlo, se

habla de correlaciOn egativa (0 inversa) cuando a valores

crecientes de una variable corresponden valores

decrecientes de Ia otra.

Figura 27: Fuerte relación directa

1LJj

90
80
70
60
;!• .. ;
50
40

140
[LrL
150 160 170 180 190
Fuente: Estadistica para administración, David M. Levine

Figura 28: Cierta relación inversa

30
70 itarea i8n

- .. .
60
50
40
30
S

20
10 . _;.
0
140 150 160 170 180 190 200
Fuente: Estadistica para administración, David M. Levine

119
Cuando no hay correlaciOn y en el gráfico de dispersiOn se

aprecian puntos en los cuatro cuadrantes del eje cartesiano

se habla de incorrelaciOn. Ello no significa que ambas

variables no estén relacionadas sino que no están

relacionadas "linealmente".

Figura 29: !ncorrelación

330

280 0 e1aci6fl
230
ISO

130

::
140 150 160 170 160 190 200

Fuente: Estadistica para administración, David M. Levine

En términos generales diremos que:

Si I r I <0,3 -f Ia asociaciOn es débil

Si 0,30 :5 r :5 0,70 -k Ia asociaciOn es moderada

> Si I r I > 0,70 -+ Ia asociaciOn es fuerte

For Ultimo, debe recordarse que Ia estimaciOn del Coeficiente

de CorrelaciOn de Pearson en muestras de suficiente tamaño

debe completarse con Ia estimaciOn por intervalos (cãlculo de

los intervalos de confianza de r) y el correspondiente test de

hipOtesis, que parte de Ia hipOtesis nula de que el r vale cero en

Ia poblaciôn (es una prueba a través del estadIstico t de

Student). Por tanto, a Ia hora de interpretar adecuadamente un

Coeficiente de CorrelaciOn se deben tener en cuenta los

siguientes aspectos:

120
Su signo

Su magnitud

Su significaciOn estadIstica

Sus intervalos de confianza (David M. Levine)

En las tablas siguientes apreciaremos las correlaciones bivariadas

parametncas (Coeficiente de correlaciOn r de Pearson) y no

parametricas (Coeficiente de CorrelaciOn Rho de Spearman) de

las variables del estudic:

121
Tabla 23: Correlación paramétrica de datos del Pre - Test

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
P1 Correlacióri de Pearson 1 538" ,542** ,450** 227" ,728' 340" .121 .121 269"
P2 Correlación de Pearson 1538** 1 651" 838" 651" 231" 131* ,464** 464" -022
P3 Correlación de Pearson 1542** 651" 1 831" 642" 537" 476" 457" 457 322"
1

P4 Correlación de Pearson 450**


1
1838** 831" - 1 831" 446**
1
,320** 610**
1
1610** 053
P5 Correlacian de Pearson ,227** ,651** 1 642" 831" 1 .221" 122 457" 457" -026
,231** ,446** ,446** ,574**
P6 CorrelaciOn de Pearson 728" ,537 .221" 1 .646" 446"
P7 CorrelaciOn de Pearson 340" 131* ,476** 1320** 122 646" 1 1690** 690" ,585**
457**
P8 CorrelaciOn de Pearson 121 1 ,464** 457" 610" 446" 1 .690" 1 11 1,000" 1 ,416**
457** 1416**
Pg CorrelaciOn de Pearson .121 464" 610" 457" 446" 690" 1000" 1
PlO Correlación de Pearson 269" -.022 ,322** 053 -026 574" ,585** 416** 1 416" 1
**• La correlaciOn es significativa en el nivel 0,01 (bilateral).
* La correlación es significativa en el nivel 0,05 (bilateral).

Análisis de Coeficiente de correlaciOn r de Pearson: Existe un grado de correlación positiva y negativa entre las variables,
asimismo de asociaciones débiles, moderadas y fuertes
Tab/a 24: CorrelaciOn no parométrica de datos del Pre - Test

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10
,568** 573** ,476** 637** ,329**
P1 Coeficiente de correlación 1,000 209 096 096 129
P2 Coeficiente de correlacián 1 568 1,000 1651** 838 1651' 214* 131* ,464 464 -041
1 1 1

P3 ,831** ,642** ,567** 457**


Coeficiente decorrelacián ,573 ,651 1,000 ,476 457
1 ,319
P4 Coeficiente de correlaciOri 476** 838** ,831** 1,000 1831 1471** 320' 61 0 61 0 040
1 1 1

P5 ,209* 1651** ,202** 1457**


Coeficiente decorrelación ,642' 1 831 11000 122 457
1 -045
,637** ,214** ,567** ,471** ,683** ,471* ,471* 497**
P6 Coeficiente de correlación ,202' 1,000

P7 Coeficiente decorrelaciôn ,329* 131* ,476** ,320 ,122 1683** 1000 ,690** 690 1590**

P8 Coeficiente decorrelaciOn 096 ,464** ,457— ,610** ,457* ,471** ,690 1,000 1,000 420
1

P9 Coeficiente de correlaciOn 096 1 464' ,457 ,610 57 471** 1690** 1,000 1,000 1420**
1

,319** 497** 590** 420* ,420**


PlO Coeficiente de correlaciOn 129 -041 040 045 1 1
1,000

. La correlación es significativa en el nivel 0,01 (bilateral).


*• La correlaciOn es significativa en el nivel 0,05 (bilateral).

Análisis de Coeficiente de correlación Rho de Spearman: Existe un grado de correlaciOn positiva y negativa entre las
variables, asimismo de asociaciones débiles, moderadas y fuertes.

123
Tab/a 25: Correlación poramétrica de datos del Post - Test

P1 P2 P3 - P4 P5 P6 P7 P8 P9 PlO
P1 Correlacion de Pearson 1 220" 095 -196" 559** 559**
000 401" 559* 000
P2 CorrelaciOn de Pearson ,559**
220" 1 455" 770" 467" 187" 187" 187" 454"
P3 Correlación de Pearson 095 859" 1 509" 889" 314" - 327" 327" 327" 580"
P4 Correlación de Pearson -196" ,455 509" 1 1562** 177" 022 022 022 301"
P5 Correlación de Pearson 000 770" 889" - _562" 1 486" 441" 1
441** 441** ,690**
P6CorrelacióndePearson 401" 467" 314" 177" 486" 1 664" 664" 664" 486"
P7CorrelaciôndePearson 559" 187" 327" 022 441" ,664* 1 1,000" 1,000" ,441
,559**
P8CorrelacióndePearson 187" ,327' 022 441" 664" 1,000" 1 1000" 441"
PgCorrelacióndePearson . 559" 187" 327" - 022 441" 664" 1,000" 1,000" 1 441"
PlO Correlación de Pearson 000 454 - 1 580" 301" 690" 486" 441" 441" 1 441" 1
. La correlaciôn es significativa en el nivel 0,01 (bilateral).

Análisis de Coeficiente de correlaciOn r de Pearson: Existe un grado de correlaciOn positiva y negativa entre las variables,

asimismo de asociaciones débiles, moderadas y fuertes

124
Tab/a 26: Correlaciôn no paramétrica de datos del Post - Test

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10

1174** ,213** 559 ** 559** 559*


P1 Coeficiente de correlación 1,000 045 -049 1 401 1
-049

1174** 829** 460** 1725** 169* 169* 169* 344**


P2 Coeficiente de correlación 1,000 1 1464

P3 Coeficiente de correlaciOn 045 ,829** 1,000 ,540 ,870 293 ,324 , 324** ,324** ,507
1

P4 Coeficiente decorrelación 213** ,460** 1540** 1,000 ,614 ,211** ,065 065 065 1 301

,870** 447** 447** 447** ,641*


P5 Coeficiente decorrelacián -049 ,725 ,614 1,000 ,480

P6 Coeficiente de correlación ,401** 1464 293** 211** 1480** 1,000 664' ,664 664 480
1 1 1 1 1

1559** 169* 447**


P7 Coeficiente de correlaciOn 1 324 1 065 ,447 1 664 1,000 1,000' ,oQo
447**
P8 Coeficiente de correlaciôn 1 559 1 169 1 324 1 065 1 447 1 664 1,000 1,000

P9 Coeficiente decorrelaciOn ,559 169* ,324 ,065 ,447 ,664 1,000 1,000 1,000 1 447

,344** 507** 447** 447**


PlO Coeficiente de correlación -049 ,301 ,641 ,480 ,447 1,000

**• La correlación es significativa en el nivel 0,01 (bilateral).

. La correlaciôn es significativa en el nivel 0,05 (bilateral).

Análisis de Coeficiente de correlaciOn Rho de Spearman: Existe un grado de correlación positiva y negativa entre las
variables, asimismo de asociaciones débiles, moderadas y fuertes.

125
2) Regresion Lineal: Es un modelo matemático que sirve para

evaluar si Ia relaciOn entre dos variables cuantitativas es lineal,

y proporciona unos coeficientes para ajustar una Ilnea recta a

los diversos pares de valores que proporcionan cada individuo

de Ia muestra. En este modelo se asume que una de las

variables adopta el papel de predictora o independiente, y que

Ia otra variable es el efecto, resultado o variable dependiente.

La variable independiente o predictora suele ser un factor

previamente determinado, a veces incluso controlado por el

investigador, otras simplemente más fácil de medir que Ia que

se pretende explicar o predecir a partir de ella.

Por consenso, Ia variable dependiente o efecto ocupa el Iugar

de Ia Y en el eje cartesiano (ordenada) y Ia variable

independiente el lugar de Ia X (abscisa). El modelo de

regresión lineal simple intenta ajustar, con los datos de Ia

muestra, Ia siguiente ecuaciOn:

Y = a + bX + e

Donde a es el valor de Ia ordenada en el origen, esto es, el

valor que adoptará Y (Ia variable dependiente) cuando X valga

cero; b es conocido vulgarmente como "pendiente de Ia recta" y

se interpreta como el camblo de Y por cada unidad de cambio

de X; y e es el error o residual, y representa una cuantificaciOn

del desajuste de los datos de Ia muestra al modelo lineal,

IOgicamente variable de un individuo a otro, puesto que

corresponde a Ia cantidad que habria que sumar o restar a Ia

126
predicción para que coincida exactamente con lo observado.

(David M. Levine)

Adicionalmente se generaron los siguientes graficos de dispersiOn

simple para algunas variables de Ia encuesta Pre - Test con elfin

de mostrar Ia correlaciOn lineal entre pares de variables ya que

esto ayuda a determinar Ia técnica de correlaciOn adecuada a

elegir para encontrar el grado de asociaciOn (Paramétrica y No

paramétrica).

4,00 0 0

wW 5Q

II 0 0 0
.nc
CD
nIe
t z.0
OaC 2,50
. C0
Eo

20 0 0 0

eQ

1,50'
()0.
2E
0
U
1,00 0

2,00 2,50 3,00 3,50 4,00

4C6mo califica Is confiabilidad de un sistema informático para Is


evaluaclôn docente?

127
g 4,00 0

3,50

0C
D :2
0 0 0

0. 2,50
U

0
E
2,50 0 0 0
- I I - -
2,00 2,50 3,00 3,50 400

Cônio califica Ia usabilidad de un sistema informãtico pars Is evaluaciôn


docente?

E 4,00 0
0


3,5C

0
cc
.0

3,00 0 0 0
C
cc
0
Io

U 'c
p2,50

C) 2,00 0
-- I - I - - - I
2.00 2,50 3,00 3,50 4,00

Côrno califica ci tiempo que toma diseñar una encuesta pars ci proceso
de evaivaciôn docente?

128
4,00 0 0
0
(4w'.

(4W
We.)
3,80
c c
0 .0
Wz;

a0• >w 3,60

rz 3,40

OW
inc
(40
0

.0
C)
0 0
3,00

203 20 2,40 2,60 20 360

Como califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en ci


proceso de evluacl6n docente?

(no
0 -0

350

0.>
(no

0
0 0
0
00
02
0.0.

.01 2,50

0O

0 0

I - I --
3x 36 4,00
2fl 2,50

cC6m0 califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de


evaluaclôn docente?

Conclusion: SegUn los resultados de Ia gráfica podemos apreciar

puntos muy dispersos y que no existe dependencia de variables

se puede determinar que Ia mejor técnica para hallar el grado de

asociaciOn entre las variables es usando el Coeficiente Rho de

Spearman o TOcnica No paramétrica. Cabe aclarar que para este

129
estudio se utilizaron las dos técnicas de correlaciOn para mostrar

adicionalmente Ia diferencia encontrada en ambas técnicas.

130
CAPITULO VI

DISCUSION DE RESULTADOS

6.1 CONTRASTACION DE RESULTADOS DEL TRABAJO DE

CAMPO

Segün las encuestas realizadas a todos los docentes, los resultados

obtenidos indicaron una mejora en cuanto al desarrollo del producto

planteado.

jC6mo califica la importancia del uso de las computadoras

interconectadas en el proceso de evaluación docente?

Thb!a 8: Datos estodisticos de PRE TEST - Pregunta I

Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el


i.An nto7

Porcentaje Porcentaje

Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4

Malo 60 26,3 26,3 30,7

Regular 158 69,3 69,3 100,0

Total 228 100,0 100,0


F-uente: IWVI SF',S

131
Tab/a 9: Datos estadIsticos de POST TEST - Pregunta 1

c,Cómo caliIca Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el


oroceso de evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Bueno 73 32,0 32,0 32,0

Muy bueno 155 68,0 68,0 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pie-test

con respecto a Ia interrogante "COmo califica Ia importancia del usc

de las computadoras interconectadas en el proceso de evaluaciôn

docente?": Muy malo (10), Malo (60) y Regular (158), de un total de

228 personas de Ia Escuela Profesional de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali, asI mismo el segundo cuadro

muestra los resultados del post-test: Bueno (73) y Muy bueno (155).

Los mismos se observan en los siguientes gráficos:

132
Figura 30: Datos estadIsticos Pre Test - Pregunta 1

€,Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en ci


proceso de evaluación docente?

200
Media2,65
0esvici6n estndar .563
N-228

IJ\
50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50

Cómo califica Ia importancia del uso de las


computadoras interconectadas en el proceso de
evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Figuro 31: Dotos estodIsticos Post Test— Pregunto I

,Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras interconectadas en el


proceso de evaluaciôn docente?

200
t4edia=4,66
Desviación estndar = 468
N=228

150 -

o 100
L
1*

50

0-- --
350 4,00 4.50 5,00 5,50

,Cómo califica Ia importancia del uso de las


computadoras interconectadas en el proceso de
evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

133
&C6mo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia

evaluaciOn docente?

Tabia 10: Datos estadIsticos de PRE TEST— Pregunta 2

,Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia evaluaciôn

Porcentaje Porcentaje

Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Malo 131 57,5 57,5 57,5

Regular 97 42,5 42,5 100,0

Total 2281 100,01 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tabla 11: Datos estadIsticos de POST TEST - Preguntcz 2

iCómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia evaluación

Porcentaje Porcentaje

Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 69 30,3 30,3 34,2

Muybueno 150 65,8 65,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IbM SPSS

DiscusiOn: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante "COmo califica la funcionalidad de un

sistema informático para Ia evaluación docente?": Malo (131) y

Regular (97), de un total de 228 personas de Ia Escuela Profesional

de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI mismo el

segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Regular (9),

Bueno (69) y muy bueno (150). Los mismos se observan en los

siguientes gráficos:

134
Figura 32: Dotos estadIsticos Pre Test - Preguntcx 2

Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

200- Media2,43
DesvacIón estndar = 495
N = 228

1 50

U
C
w
100'

-
I-
U

50 -

/
0' —
150 2,00 2,50 3,00 3,50

.Cômo califica Ia funcionalidad de un sistema


informâtico para Ia evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Figuro 33: Datos estodisticos Post Test - Pregunto 2

Cómo califica Ia funcionalidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

200' MedIa = 4,62


Desvlaclón eslndar 562
N 228

41

7LT
2,50 30 3,50 4,00 4,50 5,00 550

Cômo califica Ia funcionalidad de un sistema


informático para Ia evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

135
( Cómo califica Ia confiabilidad de un sistema informático para Ia

evaluación docente?

Tab/a 12: Datos estadisticos de PRE TEST— Pregunta 3

c.COmo califica Ia conflabilidad de un sistema informático para Ia evaluaciOn


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Malo 130 57,0 57,0 57,0

Regular 98 43,0 43,0 100,0

Total 1 2281 100,01 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 13: Datos estadIsticos de POST TEST- Pregunta 3

Cómo califica Ia conflabilidad de un sistema informático para Ia evaluaciôn


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 92 40,4 40,4 44,3

Muybueno 127 55,7 55,7 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pie-test

con respecto a Ia interrogante 'COmo califica Ia funcionalidad de un

sistema informâtico para Ia evaluaciOn docente?": Malo (130) y

Regular (98), de un total de 228 personas de Ia Escuela Profesional

de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI mismo el

segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Regular (9),

Bueno (92) y Muy bueno (127). Los mismos se observan en los

siguientes gráficos:

136
Figura 34: Datos estodisticos Pre Test— Pregunta 3

(,Cómo califica la confiabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

200'
Media = 243
Desviaciãn estãndar = 496
N=228

150

18
U
C
a,
U 100'
L
U.

50'

0' - I -
1,50 200 2,50 3,00 3,50

4 C6mo califica Ia confiabilidad de un sistema


informático para Ia evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Figura 35: Datos estadisticos Post Test - Pregunta 3

Cómo califica Ia confiabilidad de un sistema informAtico para Ia evaluaciôn


docente?

200
Media = 4,52
Desviación eetnciar = 575
N = 228

150-

100-

so-

I '
2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 50
Cómo califica Ia corifiabilidad de un sistema
informático para Ia evaluaciôn docente?
5,50

Fuente: IBM SPSS

137
r,Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia

evaluación docente?

Tab/a 14: Datos estadIsticos de PRE TEST— Pregunta 4

Cómo catifica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia evaluación


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vail do acumulado

Vblido Malo 150 65,8 65,8 65,8

Regular 78 34,2 34,2 100,0

Total 228 100,01 100,0 ___


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 15: Datos estadisticos de POST TEST - Pregunta 4

Céme t-Iifi- Ii iihiIidid dA un sistma infnrmaticn nara Ia vaIuación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Vblido Regular 31 13,6 13,6 13,6

Bueno 110 48,2 48,2 61,8

Muybueno 87 38,2 38,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante ",COmo califica Ia usabilidad de un

sistema informático de evaluaciOn docente?": Malo (150) y Regular

(78) de un total de 228 personas de Ia Escuela Profesional de Ia

Universidad Nacional de Ucayali, asi mismo el segundo cuadro

muestra los resultados del post-test: Regular (31), Bueno (110) y Muy

bueno (87). Los mismos se observan en los siguientes gráficos:

138
Figuro 36: Dotos estadIsticos Pre Test - Pregunto 4

,Cómo califica Ia usabilidad de un sistema inforrnático para Ia evaluaciôn


docente?

208-
Nedia = 2,34
Desviación eslándar = 475
N = 228

150

(a
0
0
o 100
0
I-
U-

50

0
7L\
/


1,50 2,00 2,50
I
3,00

Cômo califica Ia usabilidad de un sistema informático


para Ia evatuación docente?
3,50
-

Fuente: IBM SPSS

Figura 37: Datos estadIsticos Post Test - Pregunta 4

Como califica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia evaluaciôn


docente?

Media = 4,25
Desviación estndar = 678
N=228
125

100'

0
C
75
U
4)
I-
1*

25- — V
2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50

.Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático


para Ia evaluaclôn docente?

Fuente: IBM SPSS

139
&Cfto califica Ia confidenciajidad de datos de un sistema

informático de evaluación docente?

Tab/a 16: Datas estadIsticos de PRE TEST- Pregunta 5

(,COmo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informãtico de


evaluacion docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Malo 130 57,0 57,0 57,0

Regular 98 43,0 43,0 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 17: Datos estadIsticos de POST TEST- Pregunta 5

,COmo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de evaluaciOn


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 110 48,2 48,2 52,2

Muybueno 109 47,8 47,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pie-test

con respecto a Ia interrogante ",COmo califica Ia confidencialidad de

datos de un sistema informático en el proceso de evaluaciOn

docente?": Malo (130) y Regular (98) de un total de 228 personas de

Ia Escuela Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI

mismo el segundo cuadro muestra los resultados del post-test:

Regular (9), Bueno (110) y Muy Bueno (109). Los mismos se

observan en los siguientes graficos:


Rgura 38: Datos estadIsticos Pie Test - Pregunta 5

6 C6mo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de


evaluación docente?
200
Media = 2,43
Desviaón estóndar = 496
N=228

ISO'

a
C

0 100'
I-
U-

50

0-- - --- - - - _
1 ,0 2,00 250 3,00 3,50

Cômo califica Ia confidencialidad de datos de un


sistema informático de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Figura 39: Datos estod(sticos Post Test - Pie gun to 5

Cômo califica Ia confidencialidad de datos de un sistema informático de


evaluaciôn docente?
200
Media = 4,44
Oesvlación estndar = ,571
N 228

so-

2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50


jCômo califica Ia confidencialidad de datos de un
sistema informático de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

141
&C6mo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el

proceso de evaluaciOn docente?

Tablo 18: Datos estadIsticos de PRE TEST - Pregunta 6

4 C6mo califica el tiempo que toma diseflar una encuesta para el proceso de
cvaIiiición dnnt?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4

Malo 59 25,9 25,9 30,3

Reguar 159 69,7 69,7 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tobla 19: Datos estadfsticos de POST TEST - Pregunta 6

(,Cómo catifica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
pvaIiiri6n dncenth?

Porcentaje Porcentaje

Frecuencia Porcentaje váli do acumulado

VáIido Bueno 91 39,9 39,9 39,9

Muy bueno 137 60,1 60,1 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante ",COmo califica el tiempo que toma

diseñar una encuesta para el proceso de evaluaciOn docente?": Muy

malo (10), Malo (59) y Regular (159), de un total de 228 personas de

Ia Escuela Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI

mismo el segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Buena

(91) y Muy Bueno (137). Los mismos se observan en los siguientes

gráficos:

142
Figura 40: Datos estadIsticos Pre Test - Pregunta 6

,Como califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
evaluación docente?

200
Media = 265
Desviaciin esténdar = 562
N = 225

15o

U 100
w
I.-
U-

50

0-
50 100 150 2,00 2,50 3,00 350

Cômo califica el tiempo que toma diseñar una


encuesta para el proceso de evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

Rgura 41: Qatos estadIsticos Post Test - Pregunta 6

,Cómo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el proceso de
evaluación docente?

200' Media = 4,60


Desvlación est4ndar = 491
N = 228

150

(a
U
C
II)
o 100
C,
II-

50

0 — -
350 4,00 4,50 5,00 550

Cómo califica el tiempo que toma diseliar una


encuesta para el proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

143
&C6mo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos

en el proceso de evaluación docente?

Tab/a 20: Datos estadIsticos de PRE TEST - Pregunta 7

,Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vblido acumulado

Válido Malo 109 47,8 47,8 47,8

Regular 119 52,2 52,2 100,0

Totai 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 21: Datos estadIsticos de POST TEST - Pregunta 7

,Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en el proceso de


iiIiiieión dncnt?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muybueno 91 39,9 39,9 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante "tCômo califica el tiempo que requiere

encuestar a los alumnos en el proceso de evaluaciOn docente?": Malo

(109) y Regular (119), de un total de 228 personas de Ia Escuela

Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI mismo el

segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Bueno (137) y

Muy bueno (91). Los mismos se observan en los siguientes gráficos:

144
Figura 42: Datos estadIsticos Pre Test— Pregunta 7

Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos an el proceso de


evaluación docente?

200
Media = 2,52
Desviación esténdar = 501
N = 228

150

U
C
a)
nF
U 100'
a)
U-

so-

0-
150 2,00 2,50 3,00 3,50

Cômo califica el tiempo que requiere encuestar a los


alumnos an el proceso de evaluación docente?

Fuerite: IBM SPSS

Figura 43: Dotos estadisticos Post Test - Pregunta 7

Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos an el proceso de


evaluación docente?

200
Media = 4,40
Desvlación estndar = 491
N 228

150'

U
C
a,
U 100'

50

0
3,50 4,00 4,50 5,00 5,50

Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los


alumnos an el proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

145
€,Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en

el proceso de evaluación docente?

Tabla 22: Datos estadisticos de PRE TEST - Pregunta 8

Cômo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de


evaluación docente?

1 1 Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Malo 150 65,8 65,8 65,8

Regular 78 34,2 34,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Ta bin 23: Datos estodIsticos de POST TEST - Pregunta 8

Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el proceso de


uiIiiwinn dncpnt?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vbli do acumulado

Válido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muybueno 91 39,9 39,9 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante ",COmo califica el tiempo que requiere

evaluar a los docentes en el proceso de evaluaciOn docente?": Malo

(150) y Regular (78), de un total de 228 personas de Ia Escuela

Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asi mismo el

segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Bueno (137) y

Muy bueno (91). Los mismos se observan en los siguientes gráficos:

146
Figura 44: Datos estodIsticos Pre Test - Pregunta 8

Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en ci proceso de


evaluación docente?

200
Media=2,34
Desviaón estndar = 475
N=228

150 -

U
C
w
U 100
U-

so

0•—
1,50
7/ 2,00 2,50 3,00
I

Cómo califica el tiempo que requiere evaluar a los


-
3,50

docentes en el proceso de evaluaciôn docente?

Fuente: IBM SPSS

Figura 45: Datos estadisticos Post Test— Pregunta 8

,Cômo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en ci proceso de


evaluaciôn docente?

200'
Meda= 4,40
Oesvlaclón esténdar = 491
N=228

150'

U
C
w
U 100'
I-
U-

50'

/
0'
3,50 4,00 4,50 5,00 5,50

Cômo califica ci tiempo que requiere evaluar a los


docentes en el proceso de evaivacián docente?

Fuente: IBM SPSS

147
4 ,C6mo califica el tiempo que toma procesar los datos de las

encuestas en el proceso de evaluación docente?

Tab Ia 24: Datos estadIsticos de PRE TEST— Pregunta 9

e,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
oroceso de evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Vblido Malo 150 65,8 65,8 65,8

Regular 78 34,2 34,2 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 25: Datos estadisticas de POST TEST- Pregunta 9

,Como califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
orncse de evaluación docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje vbli do acumulado

VbIido Bueno 137 60,1 60,1 60,1

Muy bueno 91 39,9 39,9 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante ",COmo califica el tiempo que toma

procesar los datos de las encuestas en el proceso de evaluaciOn

docente?": Malo (150) y Regular (78) de un total de 228 personas de

Ia Escuela Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asI

mismo el Segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Bueno

(137) y Muy bueno (91). Los mismos se observan en los siguientes

graficos:
Figura 46: Dotos estadlsticos Pre Test - Pregunta 9

,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
proceso de evatuaciôn docente?

200
Media = 234
Desviación estándar = 475
N = 228

f
150-

(5
U
C
U)
100-
U)
I-
U-

50-

0-
1,50 2,00 2,50 3,00 350

,Cômo califica el tiempo que toma procesar los datos


de las encuestas en el proceso de evaivaciôn
docente?

Fuente: IBM SPSS

Figura 47: Datos estadIsticos Post Test - Pregunta 9

Cómo califica ci tiempo que toma procesar los datos de las encuestas en el
proceso de evaluación docente?

200
Media = 4,40
Desvlaclón eStándar = 491
N=228

150

U
C
U)

U 100'
U) - --
I-
U-

50

0' - I -
3,50 4,00 4.50 5,00 5,50

Cómo califica ci tiempo que toma procesar los datos


de las encuestas en ci proceso de evaluaciôn
docente?

Fuente: IBM SPSS


jC6rno califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso

de evaluaciOn docente?

Tab/a 26: Datos estadIsticos de PRE TEST— Pregunta 10

t Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluaciOn


docente?

F Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Muy malo 10 4,4 4,4 4,4

Malo 158 69,3 69,3 73,7

Regular 60 26,3 26,3 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Tab/a 27: Datos estadIsticos de POST TEST— Pregunta 10

Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluación


docente?

Porcentaje Porcentaje
Frecuencia Porcentaje válido acumulado

Válido Regular 9 3,9 3,9 3,9

Bueno 110 48,2 48,2 52,2

Muy bueno 109 47,8 47,8 100,0

Total 228 100,0 100,0


Fuente: IBM SPSS

Discusión: En el primer cuadro se muestra los resultados del pre-test

con respecto a Ia interrogante "COmo califica Ia eficiencia del

personal asignado en el proceso de evaluaciOn docente?": Muy malo

(10), Malo (158) y Regular 60), de un total de 228 personas de Ia

Escuela Profesional de Ia Universidad Nacional de Ucayali, asi mismo

el segundo cuadro muestra los resultados del post-test: Regular (9),

Bueno (110) y Muy bueno (109). Los mismos se observan en los

siguientes graficos:

150
Figura 48: Datos estadIsticos Pre Test - Preguntc, 10

Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluaciôn


docente?
200-
Media = 222
Desviación esténdar = 51
N = 228

150

TS

0
o lOfl
-
I-
U

50

0- I I
50 1,00 150 200 2,50 3,00 3,50
Como califica Ia eficiencia del personal asignado en el
proceso de evaluación docente?

Fuente: IBM SPSS

Rguro 49: Datos estadIsticos Post Test— Pregunta 10

eCómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso de evaluacion


docente?
200
Medla=4,44
Desviación estándar = 571
N = 228

150

so-

2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50


Cómo califica Ia eficiencia del personal asignado en el
proceso de evaluaciór, docente?

Fuente: IBM SPSS

114]
CAPITULO VII

PROCESO DE DESARROLLO DE SOFTWARE

7.1 FASE INICIAL

7.1.1. DOCUMENTO DE VISION DEL NEGOCIO

A. INTRODUCCION

PROPOSITO

El propôsito de este documento es ofrecer un esquema de Ia

funcionalidad del sistema informático, a nivel de procesos,

actores, y diagramas del SISTEMA INFORMATICO CON

TECNOLOGIA J2EE DE EVALUACION DE DOCENTES EN LA

ESCUELA PROFESIONAL DE INGENIERIA DE SISTEMAS DE

LA UNIVERSIDAD NACIONAL DE UCAYALI.

ALCANCE

En este trabajo se realizó el modelamiento del SISTEMA

INFORMATICO CON TECNOLOG1A J2EE DE EVALUACION

DE DOCENTES EN LA ESCUELA PROFESIONAL DE

INGENIERIA DE SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL

DE UCAYALI, desarrollado por 02 egresados bachilleres de Ia

Universidad Nacional de Ucayali con una arquitectura cliente

servidor, es decir, de tres capas.

El sistema permitirá a los usuarios lo siguiente:

v Gestionar Usuarios (Crear, Leer, Actuatizar, Eliminar)

1' Gestionar Semestres (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

152
v' Gestionar Facultad (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)
V' Gestionar Escuela (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

v' Gestionar Curso (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

' Gestionar Docente (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

v' Gestionar Alumno (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

V' Gestionar Encuesta (Crear, Leer, Actualizar, Eliminar)

" Gestionar Reportes estadIsticos (Crear, Leer)

153
B. POSICIONAMIENTO

OPORTUNIDADES DE NEGOCIO

Actualmente las organizaciones reconocen que los sistemas de

informaciOn son de vital importancia en Ia mejora de los

procesos y Ia toma de decisiones; bajo este enfoque es

imprescindible que Ia escuela profesional de Ingenierla de

Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali cuente con un

sistema informâtico que ayude a gestionar el proceso de

evaluaciOn docente de forma efectiva en tiempo real.

EXPOSICION DEL PROBLEMA

Tabkz 28: Exposición del problema

Irn1tiTr.T - .fliti --

El problema de I Dificultad en Evaluación de docentes


A los alumnos

A Ia escuela profesional de Ingenieria de Sistemas

Director(a) de escuela

Afecta Docentes

A Ia Universidad Nacional de Ucayali


-
Oficina de imagen institucional

Oficina de acreditación

Plana docente de baja calidad en estándares educativos

El impacto asociado Alumnos inconformes y deficiente rendimiento académico por parte de

es alumnos.

La implementación de un sistema informático que sistematice el proceso de


una solución
evaluaciOn de docentes en Ia escuela profesional de ingenieria de sistemas de
adecuada serla
Ia Universidad Nacional de Ucayali

Fuente: Elaboración propia

154
C. EXPOSICION DEL PRODUCTO

Tab/a 29: Exposicidn del producto

!1T 1T r.r I'I*ilIRts]i

1 Jefes de departamentos académicos


Para
Escuelas profesionales

Quiénes Necesiten realizar evaluaciôn a docentes

El nombre del producto SEDOC (Sistema de evaluaciOn docente)

Mejore el proceso de evaluación docente

Ayude en Ia toma de decisiones en Ia contratación docente


Que
Tenga disponibilidad las 24 horas y se accesible desde

cualquier dispositivo

El proceso actual de evaluaciOn docente que no garantiza

el anonimato de los encuestados y que no permite

No como interactuar con otros sistemas.

Permite hacer un uso eficiente de los recursos de tiempo y

materiales. Nuestro producto brinda actividades


Nuestro producto
ordenadas, controladas y Optimas para el proceso de

evaluaciOn docente.

Fuente: ElaboraciOn propia

C. DESCRIPCION DE STAKEHOLDER Y USUARIOS

a. MERCADO DEMOGRAFICO

La Universidad Nacional de Ucayali, tiene como "clientes

potenciales" al alumnado, personal docente (jefes de

departamentos académicos, Directores de escuelas y Docentes

mismos) y egresados que constantemente son participes del

155
proceso de evaluaciOn docente, los cuales demandan que este

proceso sea eficiente.

En Ia actualidad, Ia Universidad Nacional de Ucayali viene

funcionando con el método tradicional de encuestas impresas en

papel para Ilevar a cabo Ia evaluaciôn docente.

El sistema informático con tecnologIa J2EE de evaivaciOn de

docentes en Ia escuela profesional de Ingenierla de sistemas,

serã ejecutado mediante PC's via web, haciendo que el proceso

sea de manera eficiente y de acorde a las politicas de Ia

instituciOn, siendo los más beneficiados los alumnos.

b. SUMARIO DE STAKEHOLDERS

Para poder brindar una mejora en el proceso de evaluaciôn

docente en Ia Universidad Nacional de Ucayali, es de mucha

importancia Ia identificaciOn e implicaciOn de quiénes son

partIcipes en el proyecto como actores en el modelado de

requenmientos. Además, identificar a los usuarios y verificar que

los participantes los represente apropiadamente. Esta secciOn

muestra un perfil de los participantes y de los usuarios

involucrados en el proceso, asI como los problemas más

importantes que éstos perciben para enfocar Ia solución

propuesta hacia ellos.

156
•• Perfil de stakeholder

Tab/a 30: Perfil de Stakeholder: Jefe de departomento

Descripción Jefe de departamento académico

Docente encargado de evaluar a los docentes de

Représentante Ia Escuela de ingenierla de sistemas

Crear las encuestas

Encuestar alum nos


Participación
Procesar encuestas

Tomar decisiones

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 31: Perfil de etakeholder: Director de escuela

DOM
DescripciOn Director de escuela profesional

Representante Docente encargado de evaluar a los docentes

Crear las encuestas

Encuestar alumnos
ParticipaciOn
Procesar encuestas

Tomar decisiones

Fuente: Elaboración propia

157
Tab/a 32: Perfil de stakeholder Docente

u
Descripción Docente

Representante. Docente sujeto a evaluaciones

Participación Ser objeto de evaluaciOn

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 33: Perfil de stakeholder: Alumno

Descripción Alumno

Representante Alumno de Ia escuela profesional

Participación Rellenar encuestas

Fuente: Elaboración propia

158
SUMARIO DEL USUARIO

Tab/a 34: Sumario de usuarios

- --

- Docente encargado de Encargado de evaluar

Jefe de departamento evaluar a los docentes de Ia a los docentes que

académico Escuela de ingenieria de tiene bajo su

sistemas responsabilidad

Docente encargado de Encargado de evaluar

evaluar a los docentes de Ia a los docentes que

Director de escuela Escuela de ingenieria de tiene bajo su

profesional sistemas responsabilidad

Docente sujeto a Ser objeto de

Docentè .- evaluaciones evaluaciôn

Alumno de Ia escuela

Alumno profesional Rellenar encuestas

Fuente: ElaboraciOn propia

AMBIENTE DE USUARIOS

Existirán los sigüientes usuanos:

Usuario administrador: Es el usuario encargado de

administrar el sistema de evaluaciOn docente los cuales

pueden ser el Jefe de departamento académico y/o el

Director de escuela profesional

Usuario docente: Es el docente que será objeto de estudio,

el cual estará sometido a evaluaciones en el sistema de

159
evaluaciOn de docentes y solo podrã ver los resultados de

su evaluaciOn.

Usuarlo alumno: Es el alumno encargado de evaluar o

calificar a sus docentes en base a una encuesta

establecida por el Jefe de departamento académico yb

Director de escuela.

e. NECESIDADES PRINCIPALES DE LOS USUARIOS

Tabla 35: Necesidades pnncipales de los usuarios

NECESIDAD PRIORIDAD CONCERNIENTES SOLUCION ACTUAL SOLUCION PROPUESTA

Crear encuesta Representa carga de Uso de Office Word El sistema informãtico

trabajo pam el diseño de permitirá disenar encuestas y

encuesta pam su lo pondrá disponible, para


ALTA
posterior impresiOn en todos los alumnos

grandes cantidades involucrados en evaluaciOn

docente

Rellenar Tiempo consumido de Se realiza en las El sistema inforrnáticà tendr

encuesta las horas de clases pam aulas en horas de Ia opcion de generar

ALTA realizar esta actividad clases programaciones de las

solicitudes de servicio

pendientes.

Generar datos Tiempo de respuesta Los datos estadisticos El sistema informático hará

estadisticos de lento e ineficiente. lo realizan un automático el procesamiento

encuesta. encargado tomando de las encuestas


ALTA
como fuente de datos

las encuestas

rellenadas

Fuente: Elaboración propia

160
1. ALTERNATIVAS

V Alternativa 1: El sistema puede realizarse en plataforma

WEB con tecnologIa J2EE y con base de datos en MySQL

V Alternativa 2: El sistema puede realizarse en tecnologIa

android con base de datos en MySQL.

V Alternativa 3: El sistema puede ser desarrollado en Visual

Basic .NET, con Base de datos SQL Server 2012.

Conclusiones:

La alternativa que se adecua segUn Ia experiencia obtenida

en el desarrollo de Ia carrera profesional, es Ia Alternativa 1.

Dicha elecciOn se debe netamente a Ia experiencia con las

herramientas planteadas.

D.OBJETIVOS DE MODELAMIENTO DEL NEGOCIO

Proceso de evaluación de docentes en Ia escuela profesional de

ingenierla de sistemas:

V Crear encuesta

V Rellenar encuesta

V Procesar encuesta

V Consultar encuesta

V Generar datos estadIsticos de encuesta

Proceso auxiliar de administración general

V Registrar usuarios del sistema

Proceso auxiliar de mantenimiento:

161
V Registrar facultad

V Registrar escuela

V Registra semestre

V Registrar curso

V Registra docente

V Registrar alumno

V Registrar encuesta

E. RANGOS DE CALIDAD

DISPONIBILIDAD. El sistema informãtico operara en Ia nube, las 24

horas del dia y podrá ser accedido desde cualquier dispositivo que

cuenta con conexiOn a internet.

USABILIDAD. El sistema contará con iconos que facilitarán su uso,

además mostrará mensajes de ayuda en cada icono, para que los

usuarios se adecuen rápidamente al sistema informático.

SEGURIDAD. El sistema contarã con mecanismos de seguridad el

cual controlarãn el acceso y uso del sistema como: autentificaciOn de

usuario, permisos de acceso, sesiones e inactividad del sistema.

Todo ello con fin de proteger Ia informaciOn.

CONFIABILIDAD. El sistema se realizará a Ia medida de los

requisitos y proporcionara, sin errores, los servicios que se

establecieron en las especificaciones originales. El sistema contará

con pruebas periôdicas con Ia finalidad de tratar errores.

EXTENSIBILIDAD. Los productos del sistema podrán ser adaptados

a los cambios de especificaciOn o requerimientos de Ia empresa.

162
FACILIDAD DE USO. El sistema será de fácil uso debido que

mostrará una interfaz web amigable.

F. RANGOS DE CALIDAD

El programa estará realizado en un entomb visual orientado a

objetos, para Ilevarnos a un anãlisis rápido de los requerimientos, las

funciones se limitaràn a los perfiles de los usuarios.

Perspectiva: El sistema informático con tecnologia J2EE de

evaluaciOn de docentes en la escuela profesional de ingenierla de

sistemas se implementará en PC's de Ia instituciOn educativa. Cada

usuario tendrã acceso al sistema mediante una interfaz que les

permitirá acceder a Ia información que requiera en el momenta

deseado, conectándose con su nombre de usuario y contraseña.

Restricciones: El sistema informático con tecnoiogIa J2EE de

evaluaciOn de docentes en Ia escuela profesional de ingenierla de

sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali tiene restricciones Ia

cuales son:

No tendrá integraciOn con los demâs sistemas informáticos

existentes debido a que no existe intercambio de datos.

Se limita a manejar el proceso de evaluaciOn de docentes.

La informaciOn debe ser registrada por los usuarios permitidos.

La parametrizaciOn del sistema solo será realizada por el usuario

administrador.

163
G.REQUERIMIENTOS DE NEGOCIO

a. FUNCIONALES.

Son necesidades fundamentales en el negocio:

Mantener encuestas (Crear, Modificar y Eliminar encuestas)

Rellenar encuesta

Validar encuestas

Procesar encuestas y generar datos estadisticos

Disponibilidad de informaciOn de encuestas

Alta y baja de encuesta

b. NO FUNCIONALES

Son aquellos que no afectan Ia funcionalidad del negocio, como:

Hacer uso de un sistema informático que soporte el proceso

de evaluaciôn de docente.

Comunicar informaciOn de encuestas con otras areas de Ia

organizaciOn.

Disponibilidad de informaciOn de encuestas en Ia extranet.

H. REQUERIMIENTOS DE SOFWARE

a. FUNCIONALES.

Son necesidades fundamentales en el software:

Registrar alumnos, docentes, facultades, escuelas, curos,

semestres, usuarios y encuestas para iniciar el proceso de

evaluaciôn correctamente.
Modificar y eliminar alumnos, docentes, facultades,

escuelas, cubs, semestres, usuarios y encuestas como

parte del mantenimiento del sistema informático.

Agregar cursos al semestre de evaluaciOn de docentes.

Asignar encuesta a semestre activo.

Generar reportes estadIsticos después del procesamiento de

encuestas.

Consultar resultados de encuestas en cualquier momento,

como resumen o consolidado.

Consultar estado de encuestas.

Consultar avance de Ilenado de encuestas.

Comunicar sistema de evaluaciôn de docentes con otros

sistemas a través de servicios web.

Consultar notas de evaluaciOn de docentes.

b. NO FUNCIONALES.

No son necesidades fundamentales en el software:

Niveles de prioridad de uso de software.

Desarrollar con IDE Eclipse for java y base de datos MySQL.

Sistema operativo de Ultima version.

Hardware de tecnologia de punta.

Facilidad de uso.

Licencias de uso de software.

Tener una versiOn app para mOviles

165
7.1.2. PLAN DE DESARROLLO DE SOFTWARE

A. INTRODUCCION

PROPOSITO

El propOsito de este documento es ofrecer un esquema del

funcionamiento del sistema, a nivel de procesos, actores, y

diagramas del "Sistema informático con tecnologIa J2EE de

EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela Profesional de Ingenierla

de Sistemas de Ia Universidad Nacional De Ucayali".

ALCANCE

Este plan de desarrollo de software describe el plan global a ser

usado por los encargados del proyecto para trabajar en Ia

implementaciOn de un sistema informático con tecnologIa J2EE

de evaluaciOn de docentes en Ia escuela profesional de

ingenierla de sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali, se

describirán los detalles de los procesamientos individuales del

plan. Los planes que se dan en éste documento se basan en los

requisitos del producto como está especificado en el documento

visiOn.

REFERENCIAS

Las referencias aplicables son: La visiOn para Ia implementaciOn

de un Sistema informático con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de

docentes en Ia escuela profesional de ingenierla de sistemas de

Ia Universidad Nacional de Ucayali.

166
d. APRECIACION GLOBAL

Este Plan de Desarrollo de Software contiene Ia informaciOn

siguiente:

Proyecto de Apreciación Global: Proporciona Ia descripciOn

del propOsito del proyecto, alcance y objetivos. También

determina el entregable que se espera en el proyecto en

determinados periodos. (Rumbaugh James, 1998)

El Proceso de Dirección: Explica el costo estimado y 10 fija,

define las fases mayores e hitos para el proyecto, y describe el

modo de supervisiOn para el proyecto. (Rumbaugh James, 1998)

Los Planes del Proceso Técnicos: Proporciona un panorama

global del proceso de desarrollo de Software, incluso los

métodos, herramientas y técnicas para ser seguido. (Rumbaugh

James, 1998)

B. LA APRECIACION GLOBAL DEL PROYECTO

a. PROPOSITO DEL PROYECTO, ALCANCE Y OBJETIVOS

El propOsito, alcance y objetivo de este lnforrne de Tesis, es

definir las actividades realizadas durante el desarrollo de las

fases e iteraciones requeridas para implementar el sistema a

realizar.

167
b. ENTREGABLES DEL PROYECTO

Los entregables siguientes se desarrollarãn durante el proyecto.

Tabla 36: Entregables del proyecto

Fases WorkFlows Artefactos

Inicial Modelo del Documento de vision

negocio Plan de desarrollo de

software

Modelo USE CASE de

negocio

Modelo de dominia

ElaboraciOn Requerimientos Modelo de Use Case

EspecificaciOn de los Use

Case

Análisis y diseño Diagrama de colaboraciOn

Diagrama de clases

Diagrama de secuencias

ConstrucciOn Análisis de diseño Diseño de base de datos

lmplementaciOn Modelo de software

TransiciOn Prueba Prueba par Use Case

Fuente: Elaboración propia

C. EVOLUCION DEL PLAN DE DESARROLLO DE SOFTWARE

El Plan de desarrollo de software se revisarã anterior a Ia salida

de cada proceso de iteraciOn.

168
C. LA ORGANIZACION DEL PROYECTO

ESTRUCTURA ORGANICA

Conformados por 02 ex alumnos con el grado de bachiller de Ia

escuela de ingenierIa de sistemas de Ia Universidad Nacional de

Ucayali y el asesor de tesis.

INTERFACES EXTERNAS

El equipo encargado del proyecto también interactuará con otro

stakeholder para solicitar las entradas y revisiOn del software.

PAPELES Y RESPONSABILIDADES

Tablo 37: Papeles y responsabilidodes

PAPEL RESPONSABILIDAD

Responsabilidad del manejo del

proyecto global.

Responsable principal de manejar el

Ex alumnos bachilleres flujo de trabajo de los requisitos.

(02) Responsable principal para el

análisis y diseño

Organizar turnos para el

mantenimiento del software.

Brinda asesorla, seguirniento y las

correcciones correspondientes para


Asesor de tesis
el proceso de desarrbllo del

proyecto.

Fuente: Elaboración propia

169
D. PROCESO DE DIRECCION

ESTIMACION DEL PROYECTO

Está basado en el estudio de factibilidad aplicado at proyecto. Et

tiempo de esfuerzo estimado a este informe es Ia base del

presupuesto.

PLAN DEL PROYECTO

I. PLAN DE FASE

Tab/a 38: Plan de proceso de desorro/lo de acuerdo a loses

FASE EMPIEZA TERMINA

Fase de Inicio (20%) 24/02/16 10/03/16

Ease de Ia Elaboraci6n(40%) 11/03/16


15/04/1611
Fase de construcciOn (30%) 16/04/16 15/05/16

Fase de transición (10%)

Fuente: Elaboración propia


16/05/16. 24/05/16
1

170
Tabla 39: Fases del proyecto e hitos principales

FASE IDESCRIPCIÔN HITO

Determina la Factibilidad del proyecto

En esta etapa se define el modelo del negoclo, los desde un punto de vista del negoclo.

INICIO requerimientos del producto, Se elabora el plan de Se definen los requerimientos,

desarrollo de Software. caracteristicas, claves y pñncipales

restricciones.

'La fase de EiboraciOn analizaré los requiitos y se

desarroltará el prototipo arquitectonico. En Ia

realizaciôn de Ia fase de Ia Elaboración todos los

casos de uso seleccionados para una primera


El hito del Prototipo
version 1.0 habrãn comptetado el análisis y el plan.
ELABORACION ArquitectOnica marca el término de Ia
Además se habrán analizado los casos de uso de
Fase de Ia ElaboraciOri.
alto riesgo que para una VersiOn 2.0 ya se habrán

diseñado. El prototipo arquitectOnico probarO Ia

viabilidad y actuaciOn de Ia arquitectura que se

requiere para Ia Version 1.0.

burante Ta. Fasede Ia construcciOn se anatizO los --


ActualizaciOn con todos los elementos
casos de uso restantes y se disenarãn estos. La
CONSTRUCCION necesarios para dar soporte a Ia
versiOn beta para Ia VersiOn 1.0 se desarrollará y se
implantaciOn de Ia persistencia
distnbuirã para Ia evaluaciOn.

Completa en Ia concordancia con los

En esta fase se probarO, empaquetara, distribuirã e requerimientos del producto definidas en

TRANSICION instalará el producto con todos los manuales el documento de VisiOn del Negocio. El

respectivos. producto final debe estar disponible para

los usuarios.

Fuente: Elaboración propia

Cada fase es dividida en las interacciones del desarrollo. Se

espera que Ia duraciOn del proyecto sea de 3 meses, el

cálculo de esta estimaciOn de tiempo se muestra en el

Anexo 03

171
ii. CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

Fig ura 50: Croriogramo de actividades

$Acercw I Akjw Hay • I Atrk I Adnte, Mo rracrf&a 1frdebse._

QArrTT
pj~C)jeq ~: T~_V
2016
- W.

Smns S Semn 10 Semn ii Sn 2 Semna 13 Smr 14 $,ra IS Sernra IS Snn 17 IS Semin IS Seara 30 Seman 21 3D,nan 22 Se,n 23 Snn 2'
l4óSthre, J Fech de Fectia de. - aja IIID iC 25sis 31r1 sis lDO,t 2=116 mmts sis
El • Fase de iikfr, 24/02115 9103/16
tntrrvista a Jefe de depUtniento de 11511C 24107116 25102/36
Le'aentodeksformzi5n 26/02/16 3/03/16
Deroft, ctd docnnectto kfocmddo l,kl 4/03/16 9/03/16
El a Fase de etaborSd6c6 10/03/16 14/04/16
Caso deuso de requevnientos 10/03/16 18/03/16
a Moddedbmiiio 23103/16 29/03/16
Levzntmiassto de docurnento de requisitos 30103116 14/04/36
a Fase sic constnrcdon 15/04116 36/05/16
1 Fntre 1JefededepaanentodflSylC 15/04/16 18/04/16
Anisisy dises'io dsoftwji-e 19104116 25104/36
a Pidededdc,ftw 26/94/16 2/05/16
a DeuolIo de0moddo de czso sic tisode negocka 3/05116 6/05/16
DesaclodetmodeSodedomfro 9/05/16 16/95/16 I
El • Fasedetic0ôn 17/05/16 24/05/16
lnle6ses1tf6ndEtsistrma 17/05/16 18105/16
CIL
VCCi6III de 19(05/16 20/05/36
I CGard6mdeenmwesddsi&tvwml 23/05/16 24/05/36

Fuente: Elaboración propia

172
iii. HORARIO DEL PROYECTO

El horario del proyecto que contiene el nombre de las

labores, las fechas de inicio y fin se muestran a

continuaciOn.

Toblo 40: Horario del proyecto

Tareas Empieza Termina

l-asedelnicio 24/02/16 10/03/16

Fase de Ia 11/03/16 15/04116

ElaboraciOn

base de 16/04/16 24/05/16

construcciOn

Fuerite: Elaboración propia

E. RECURSOS PARA EL PROYECTO

PLAN DE ADQUISICION DE RECURSOS ECONOMICOS

En Ia escuela profesional de Ingenierla de sistemas se ha

proyectado asignar personal especializado para el cumplimiento

del objetivo.

ENTRENAMIENTO PLANEADO

Se entrenará al equipo del proyecto en las siguientes

habilidades, al comienzo de las actividades del plan:

v' Análisis Orientado al Objeto

Proceso Unificado Rational (V 7.0)

v' Eclipse for developer

v' MySQL

v' Servidor Web Apache Tomcat

173
PRESUPUESTO

VerAnexo 03

ENTORNO DE TRABAJO

a. ELECCION DE EQUIPOS Y ACCESORIOS DE RED

EQUIPO PC SERVIDOR

Tab/a 41: CaracterIsticasfIsicas de pc servidor

CARACTERISTICAS OPCIONES

Procesador Intel Xeon Six Core E5-2603

v3/1.6GHz

Memoria Cache 15 MB

Memoria RAM 8 GB (1X8 GB) DDR4 RDIMM /

256 GB (máximo)

Disco Duro HDD 2 TB 6G SATA 7.2k3.5in

NHP

Tarjeta de RED D-IinkEthernetl 0/1 00/1 000 Mb/s


Fuente: Elaboracibn propia

Tab/a 42: CaracterIsticas ldgicas de pc servidor

CARACTERISTICAS OPCIONES

Sistema Operativo Microsoft Windows Server 2008

R2

Fuente: Elaboración propia

174
ii. EQUIPO PC ADMINISTRADOR

Thb!a 43: CaracterlsticasfIsicas de pc administrodor

CARACTERISTICAS OPCIONES

Procesador Intel CORE i7 1.73 Ghz

Memoria Cache interna 8Mb

Memoria RAM 4GB

Disco Duro 500 GB

Tarjeta de RED Dunk Ethernet 10/1 00/1 000

Mb/s

Teclado y Mouse Micronics

Monitor 17" Samsung

I-uente: ElaboraciOn propia

IMPRESORA

EPSON Impresora multifuncional XP-231 - Negro

ACCESORIOS DE RED

V Cable par trenzado (UTP cat. 6 - RJ-45 DE 100 W)

para conectar a caja de toma datos.

V Cajas toma de datos (Rosetas) RJ-45 CategorIa 6.

Caja toma datos debe estar conectado a switch con

Internet.

V Plugs para conectar cable par trenzado a los equipos

con Ia cajas de toma datos

175
H. VISTAS CASOS DE USO

MODELO DE CASOS DE USO DE NEGOCIO

Figura 51: Diagrama MCUN - Sistema de evaluacidn de docentes

arencuesfas

ReIenar encustas
Jete de departamenlo omumno

_ H

Docente

Gestionarinanteninienb de sistema -

Fuente: Elaboración propia

MODELO DE OBJETO DE NEGOCIO

Para el desarrollo de los modelos de objeto, se tendrá en cuenta

algunas abreviaciones:

Crear (Create en ingles). (Naiburg Eric J., 2001)

R: Leer (Read en ingles). (Naiburg Eric J., 2001)

U: Actualizar (Update en ingles). (Naiburg Eric J., 2001)

Eliminar (Delete en ingles). (Naiburg Eric J., 2001)

1pL
Figura 52: Diagrama MON - Crear encuestas

Q)
Senstt.

nto

CRUD

EnaEsta.

Fuente: Elaboracián propia

177
Figura 53: Diagrama MON - Rellenar encuestas

RU

Enesta
Alumna.
(iom MON' - Crear ncits)

I-uente: Liaboracion propia

Figura 54: Diagrama MON - Consultar resultados de encuestas

jete de departamento
(horn MON - i tro 1COS)

Encuesta.
(from MON - I Ciear errooetas)

*Docnte

I-uente: ElaboraciOn propia

178
Figura 55: Diagrama MON - Gestionar mantenimiento de sistema

Fuente: Elaboración propia

179
c. MODELO DE DOMINIO

Figura 56: Cia grama Mode/a de dominio

Semestre Escuela Facultad


1_n I
i

1 _
Curso Docente I

l.jt liii
11_n t.n' I
Encuesta I
Ln
Alumno

Fuente: Elaboración propia

I. DESCRIPCION DEL PROCESO DEL NEGOCIO

Tab/a 44: Descripcióri del proceso de negocio

Esta actividad comprende Ia creaciOn del

modelo de Ia encuesta para posteriormente


)
ser Denado por alumnos con el fin de
Crear encuestas
evaluar a sus docentes.

tsta activiaaci comprenae Ia resoiuciOn cie

encuestas por parte de los alumnos

involucrados. Es fuente de datos pare

Rellenar encuestas generar reportes estadlsticos del proceso

de evaluaciOn de docentes.

im
Esta actividad se genera a partir del

procesamiento de los datos de las

) encuestas finalizadas. Comprende las

Consuitar resultados de encuestas consultas realizadas a las encuestas

concluidas.

Esta actividad se ericarga dar

mantenimiento al sistema de evaluaciOn de

docente.
Gestionar mantenimiento de sistema

Fuente: Elaboración propia

7.2 FASE DE ELABORACION

7.2.1. REQUERIMIENTO

A. MODELO USE CASE

Figura 57: MCU - Crear encuestas

B4Jscarsemestre Buscarfacuttad BlJsCar escUela

<'IndtgIe' -
- BUscar curso
ncde'.
I /
-
-, - nJJI1e)• - - - - -
- BUscardocente

>iiiL3E
Jefe de Grearencuestas-. -exten> Buscaralumno
departamento

- •<extend-r
- IRegistrarenajesta

<<extend-> -.

"Modrncar encuesta

Rminarenctiesta

Fuente: ElaboraciOn propia

181
Figuro 58: MCU Rellenar encuestas
-

Buscar encuesta

iumno Rellenar encuestas - -

'
C:D
Modificar encuesta
(fn,m MCU -1 Crs enaiest)

I-uente: Liaboraclon propia

Figura 59: MCU - onsu1tar resultados de encuestos

Jefede
(roçHGU-1
to

~
Qomuft.,
e~,gmd2
L sdla 0-ticUestas ren9sta
frrnn MCU -2 RII.i
Docente

Fuente: Elaboración propia


Figura 60: MCU - Gestionar mantenimiento de sistema

Maiitenrsemetre

T:::
/ -
/ Mantnerfaaj1tad

/Z -'

Ari1nert,xso -
Mn1n1stror

Icar

........ ..........
.
.-- -,
- - --- ------eEenI
..........................
Eflmhr

Fuente: Elaboración propia

B. ESPECIFICACIONES DE LOS USE CASE

Tab/a 45: MCU - Crear encuestas

Caso de Uso Crear encuestas

DescripciOn Realiza el registro de Ia encuesta

Actor Jefe de departamento

Precondición Ninguna

Secuencia Buscar semestre

Normal Buscar facultad

Buscar escuela

Buscar curso

Buscar docente

Buscar alumno

Registrar encuesta

Fuente: Elaboración propia

183
Tab/a 46: MCU - Rellenar encuestas

Caso de Uso J Rellenar encuestas

DescripciOn Realiza el Ilenado de encuestas por alumnos

Actor Alumnos

PrecondiciOn Existir encuesta

Secuencia Buscar encuesta

Normal Modificar encuesta

ruene: tiaDoracion propia

Tabia 47: MCU - Consultar resultados de encuestas

Caso de Uso Consultar resultados de encuestas

DescripciOn Realiza consulta del procesamiento de

encuestas finalizadas

Actor Jefe de departamento, Docente

Precondicion Existir encuesta

Secuencia 1. Buscar encuesta

Normal

I-uente: LiaboraclOn propia

Tab/a 48: MCU - Gestionar mantenimientc, de sistema

Caso de Uso Gestionar mantenimiento de sistema

Descripción Realiza el mantenimiento del sistema de

evaluaciOn de docente

Actor Jefe de departamento, Docente

PrecondiciOn Existir semestre, facultad, escuela, curso,


docente, alum no, encuesta

Secuencia 1. Crear, Modificar, Eliminar (semestre/

Normal facultadl escuela/ curso/ docentel

alumno/ encuesta)

Fuente: ElaboraciOn propia

7.2.2. ANALISIS Y DISEfO

A. DAGRAMA DE COLABORACION

Figurci 61: DC - Crear encuestas

3; Leer

O-EE---O
'carsernestre ;Semestre
2:Vali

1: Generando encuestaF i
>
Validarencuesta
>
6: Leer

JeTe tie :
ED 0
Bus car encuesta Bocuesta
doartameTJto

Fuente: Elaboración propia

185
Figura 62: DC - Rellenar encuestas

2: Bu car en cuesta
0" Leer
.Buscar encuesta

1Ret enandoenciiesta 4: ObjEncuesta


- (______\__________________

sta :Encuesta

Fuente: Elaboración propia

Fig ura 63: Consultar resultodos de encuestas

2: ueCar encuea
0
BuScar encu esta
Leer

1: fletenandoencuesta 4:ObjEncu esta

AJ uo :ReUenarencuo 5: Moditcar
_ Encuesta

Fuente: Elaboración propia

W .
Figura 64: DC - Gestionar mantenimiento de sistema

-
1antn smtf t,reB Le. M titm. IImaaw

4: Obr -p _
Mantener semegtr. Serneshre

5: Mantnc fItd : Qi, tear. Modificar.9timin


- 7Th

/ 7:bFjIta
MEfl1nf i,1tad

8: Ma1tnef eita 9: Cea Lecr Modjfi. Eliminar

/
/ EE
/10: ObjtD 5cUI
: Mantrr escusla

1: 1L/ 11: Manterercws 12: Great Lear rd9r. Eimlna

Admidor :Mnt
T N. 13: ObjCuo
: : Cwsu

\ Mantener dot 15: Cr. L. Modifir, Eliminar

\ 1: OjUoc#
Dot
17: MautnraRmin 18: Crest Lea. !difi. Plimirrar

19: ObjAlumno
:Alurmo

Fuente: Elaboración propia

187
B. DIAGRAMA DE CLASES

Figura 65: 010 grama de closes de sistema de evoluación de docentes

Fsát.d cdMdew,,a :Ueet tnIçer (Jd_nIu,nn_eaetp_nIo :Ir!,g,rl fw4d..t,umdtmWaeta Iflttrr


4dd Stthg
#od St1
Itpd 1PP 5M9 5t d_dot, stth;
I I s*fl

qbit td S"a
I
ddonIg :St1g
SfAq I-
5Nn 5fIfl a.1d} tA dd
I lde,PI.

*EIlI
C,rO
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'EIb'Ifl.O

4d_ 5Q

nda_wrptsdo Suing
*ni Sling
ffndnpO ddo
0nn#Tndn)
uo9Ignin0 4tnnnn0

OoCnglz
StldjIgmnn :Inngnr
49_ein.nno_7 Suing ng 51909 I I tCUwIS_CWtn
id_d0fl1n2i Slung I1inI0_0inOII4Oi Sling (001 9 05jun10: 5591 55r0n1 n,nin n,
flm5bn105tn09 onosnuluosistIno
Sting (oPnindQ Slung d_unnlli,. 0501 S
Suing Suing i&S.00I5
(.p.flhJu,t,uo Shins (np SSlPng
(o:Sjlng p,dnl :51909 (Id nng Suing
4g (Inl0000_fjo:Slung
(dni.SIrlilg c.dlu 5hi59
(4.5j.,_nedinIenln-Dnin (hiSui1
(I0hin1tn:Ilptn (nnunlI:Slunp 't0,IOrTCI ' 4011nundO
Sl909 _dIn1iniOniSti09 55:5
(unIldinStIng oinini:suing
0in0115ti,n9 .on1nn Sd lQ
(.lI:Sling (000JSuliId:51ln,g 'tl,ilii.iO
(I15n_dl,090n 9bing (nOinnIlsu Suing
SOing (01011909 Slung
qdOlOn.
min
(l090d:Sinng
(n1onlon Sting (0nlinur0 Slung I
11954055
n1n19p Slung Stnng
(inn, Sting oIoingin
Sl9ng
id_onuins Innogn, mingun 05,n,ddO sug Sund_nnnnd._nnondndo 151590

(Sing
AM roog5 00S01095 dilnnso

I 't0109J 50 n

(nngl*nng

99014990
I 4 nsngnng 'tlun,nrO
5090:0
051.90 05106,10.4) Il_p
(Id_0oJlil,_2 Sling
dnglSuing
06151,0 Sling
Sting
- EESI
¶(Id_nnaeSp :hdn;en I
01900

Oliodli II)
0g
4d_Si 1*0 0559
(5551*0 55 0
_jf
1
linoonnur dos) °in n oti)

4010615605
Otlhllii01lQ

Fuente: Elaboración propia

im
C. INTERFAZ Y SECUENCIA

Figura 66: !nterfaz de ingreso a! sistema - Perfil Administrador (1)

C a hOpe/ on-pdio * o
T I

10 Unvetsidral Naclanal do licoyefl as enfre las principoles un vetoldeties del Pord, sIncere on at dOpallrrr000tO do Ucoyali. lee anode pn
at deaelo Ley N0 22804 el 18 do ddetnbre do 1978. Irejo 81 nanibro do Urilversidad NanoI do Pucelfpa dumnte el gobleras n411!ar del
General Franclaco Morales Pecmddez. Eli 198101 Conet000 del Pen! n oncediola raliflcoaon do suaeaclanpoeley No. 23281. yen 1983
corner one dosignoden a3uoI can to Lay No 23132 sos priroeras c000rns luerun: Agronomni, &foimecla e log Foresial.

Caflereg
Arnnom1a
CiondosAdrnkslalralioos
Clendes Contebles y Flner,deres
Cienciesde Ia Comwdcscidn
Oorecbe y Clenclos PoOhices
Ecenomla y Negoclos lnlornnclonoles
Educaclari lniclal
EducecldriPninarle
Educocidrs Sacundarie
Enfenienlu
tngenlerleAgroladtlstrlal
Inpenleda F01ostal
lngenlerh a Anibionl0l
Ingerderla Cad
hogenlerla do Sis!oanas
Medicine Hurnona
Psicob3ie

Fuente: Elaboración propia

Figura 67: lnterfaz de ingreso ci sistema - Perfi! Administrador (2)

0 9 hftp,/Ibd n-pd non/On -

La thirversislud Ne13000I de Uceyl es 0011018$ pOncrpoles urev910dOdes del Pool, UbrCeriO on oh depar1eninlod Uceyo9 Fun anode por
0! decrelo Lay 101 2284)4 0118 no dlclambre do 1979 boje or netntrvo do Uoetorsrduri Naaoe0! do Psecallpa durer8o olgOliramnu nel del
General Frendocoldorole, Berrnrldez. En 1081 el Congrose del POnt to cenced4 III ro8bcacele do su c,oecidnpor toy No 23261, yen 1883
carnbnl a su dosugnucrdn actual aoi ho Lay No, 23132 sun preno.us cerroras boron Agres0000 Enletmerf a clog Fntoslol

C.n'ern
A7mornfia
CscnciasAdtronlhlrolrvas
Oencias 01910$ Plcesar1do peticlôn, espore por favor )
Dorecbo yCetnasPobfticus
EconomIc I Ne90005 IrIt0100ciroinbes
Educenoll IniClul
Educecudn Purnorlo
EducactOn Socetulnila
Eobeoiorereo
Inpourerle Agrranduslnel
IrIgonrorbe Forostal
InOerhOliSMlbIellhOt
Iugoniulle Clod
Ingenrorlo de S.slntoos
Medicine Humane
PslcsIogba

Fuente: Elaboración propia


Figuro 68: interfoz de ingreso a! sistema - Perfil Administrador (3)

La tinlnersidad Nocional do licayah en nofre Ian poocipelos unwer5Kjadas dot Pent, ubicado on 01 dopartanientn do ljtnyah Pee aeada poc
of dacroN Lop W 22804 at lOde diciombro do 1979, bajo 01 nombrn do UnivornaJoci National do Pucallpo durento at yobienio ,mktor del
Genarol Proncisco MorONs BerarUdez En tOOt 01 Congrano dot Pont le concedrd to ratiticacidrr do no croaciln prx Iey No. 23261, yen 1983
carnbld a su designocldn actual con to Ley No 23133 sun primeras correras juniors: Agrmromle, Enferrrnorta 0 Ir Forestal

Cameras
Aprosomia
CiandasAdmarntratinan
Ciencros Cofltablas p Financrolos
Ciencles do hr Cocntrnicretdbn
Deretho p Clenclas PolIticos
Ecrorornla p Nogocies Irdnmocionoies
Educackin Iniclol
Educacj6n Priniona
EdocOcirin Socusdarlo
Enfermerta
fnjenierio Agroindostrial
Ingonleria Porestot
lagnorlerla Antlenlot
ingenierla Civil
Inganienia do Srslomas
Madiclno Humane
Psicologla

Fuente: Elaboración propia

Figura 69: Diagramo de secuencia de ingreso a! sistemo - PerfilAdministrador

Mrorfrrintrador :Aonno'alnlofeina r:Le :rdjruario tUnuavie

_ 0 Fffl
:Admmstrgdoy
:tccesoaslstema :sLotgti :Uisuano :ttisuaiio

1:Acederajsjstenna

U 2:LInarartnuiariodeadceso

3: Ingresarusegypasword

11: Inqresardatos

tj< I
rrrtodo buscar usuario
>.
5: Buscarusuarlo

6: Leer
y
7: ObjUsuatlo
11<
8:Msj. confirrnadónLj

9.Aduatlzarpàg4na[J U

Fuente: Elaboración propia

190
Figura 70: Interfaz de registro de alumno (1)

C 0 1:/Icanpdr,nIdool -
in 0

La Urdyorsidad Nacinnal do Uceynlc as onire las prironpeles oninorsklados del PooL ubicodo on at dopartamenlo do Ucrryah Fue cIcada puc
el dod -ala Lay If 228040118 do dlciornbro do 1979 bajo cc roonbra do Unrversidad Nacrorral de Pucallpa duranto 01 gobiorno nolrtar del
Ganeral FrandiSco Moralus 8ermddoz. Err 1981 01 Congre5o del Peal Is caocodcd In ra caciOn do su creacldn per Lay No. 23761 parr 1983
cambud a so deMjnadbrr adual can to Lay No 23733 sos pdmeres cororros fuoron: A9rmromla Enfannorla e lng Foreslel.

Cerrerna
Agronarnia
Cicadas Mmrnelroliaas
Crencias Corrlables y Friarrctaro
CIcadas cia la Comurecadon
Dereclro p Clenclos Pollllcas
Economlo y Na9oclos Inlemacionalos
Educacirdn Inictal
Edacacuco Priranria
Edacacrdn Secundarla
Eolermnda
Ingenlerla A13iOirId4lslrlaI
Ioaniev Ia Forestal
IogordarlaM,biordal
Ingorderla CMI
Inoenierla do Slstamua
Modnirra Hurnana
Pslcolcrglo

Fuente: ElaboraciOn propia

Figura 71: Interfaz de registro de olumno (2)

-
C 0 htrpuras ice oe pdm addoadornrflndeand1p
3

La Urrrvarsrrlad National do UcaflPIPPRONIM del Pont, ulcicado on at dapartamenta do Ucayoli. Fun croudo pot
at decrato Lay N' 22804 0118 do dicierrrbre do 1079,1 ivorsidod Nacionol do Pucollpa duranla 01 golsoma milder del
General Francisco Morales Bemcddez. Err 1981 at Co ocedid la ratlicecicin de su creatiOn parley No. 232131, parr 1983
dominO lisa dosignocida actual con to Lop No. 2373._ y Ilteron: flpmiromia, Enfermarlo elrr9. Foraslal.

Cerrerea
rllGrnironhla
Ciericios Admlrilslratlaus
Cioncias Couclables y Fioarraores
Cicadas dale CornurulcacrOn
Daracho p CIcadas POlItICOs
Econurnla y Negodos laterooclonolus
EducactOn Initial
EducatiOn Pnrruaria
Educacidri Seruodone
Eiiferineif
Ingervatin Agroinduslriol
Ingenicria Forestal
Ingonlenla MrldeotdI
logarderla CMI
lngeoterla 08 Slsternas
Mediccoo Homoa
Psicolagla
ot,rriri_ir5cpm,runrre

Fuente: Elaboración propia

191
Figura 72: !nterfaz de registro de olumno (3)

I
M
U (4YM.II1 UXLLrA

Ink 0

En.e1. [SCUE1AACADEMICADEINGENIERIA DE &ISTEMA 1


Alnmnn

I I ''

Fuente: Elaboración propia

Figura 73: Interfaz de registro de alumno (4)

QU

JNivEas1 , AcI(wAIy1w2JcAxALi

ink -

Enonelo :[çEIA ACADEMICA DE INGENIERIA RE SISTEMAS I


AIonmno ] I!J
C6dio Nembrnn Mon OpnOOnOn
I
0002050644 DAZAMORALES CAYONEMIAS

[PM do p4m.
1
Fuente: Elaboración propia

192
Figura 74: lnterfaz de registro de alumno (5)

- C a

ESCUELA /..DEM

DAZAM)r,ES1 L1 _

L._.. ...... .

Fuente: Elaboración propia

Figura 75: lnterfaz de registro de alumna (6)


I-
_______________

UrWO
r ---------- ...
0S0644 DAZA MOFALE.S o,i 46230
2IO!f2O
T.kfeIo
990765234
[-Ma tYCTl.O'
rAn,c.Wr, . ZI
ESOJEIA

I I

Fuente: Elaboración propia

193
Figura 76: Interfaz de registro de alumno (7)

E- a1 c c p V . V VJV_V•
c

Ecot ESCUELAACAQEM CAOEiNNER1E


GE SIEtEM5
Joo fl
------------ j

C4o ApHMo, Nonb,


I
00020g0644 DAZA MORALES CAYONEMIAS 13fl

d
V
I

Fuente: Elaboración propia

Figuro 77: Diagrama de secuencia de registro de olumno

mdø Ec
] I I .tAIU,r
-

0
:Adrmustrador :Meiu :mar : sunino cNunw)o
: tMumrio
:
aufu10

1:c1icicen opciônAimo

frmuiarioaiuo

3:aiclentiear

LI
4: Oick rivanar

Li 5: UUnar metoeo

LI LI
ii >11
7:crEar

10 Actualiiar pagn

Fuente: Elaboración propia

194
Figura 78: Interfaz de registro de docente (1)

/—
Ci

La Uolvorsrdrid Nactorral do Ucayriui as anIta Itis prirrdpatas untoorsidados dat Paid, abnIodo an at dopartamento do UcayaII. Furi 000da por
al docroto Lay Nr 228040118 do diririrnbro do 1919, baja at nceribro do tiurlyersidad Nacionol do Pucailpa duronto at gcrblomo millar dot
General Francioco Morales Oamrirdoz. En 1981 at Congreso dot Pont to coircadid to rat]fasrcidn do su creacidn pci Lay No. 232131. yen 1983
cesthil a so desnacIdn ocluat con to Lay No. 23733 sos ptoreras cerreras baron: Agronondo, Enfennerta a tog. Forestal

CerTeras
Agronornia
Cionclos Admbridrativris
C,oncias Cantabbos y Firmundorris
CtendosdatoComurricoctdn
Deretho y Clenclas PcllUces
Eonromla y Negocios Intamadonolen
Educacldrimnictul
Educocids Plirsarta
Educocidri Secundarlo
Errleorrprta
IoastorloAgroirmdusbmol
Ingosleita Forestal
Irigorilorta /vnbtontol
bngorrierla CMI
bngonboria do Sittomos
Modk4rra Hurnano
Psicologle

Fuente: Elaboración propia

Figuro 79: lnterfaz de registro de docente (2)

L: JT TT TTLTT

La Uhlversidad Nocional do , utricido an at daprrrtamonto do Ucapoll. Fire Claude per


01 docuoto Lay If 22804 ci 18 do didnurrbrn do 1979,
Genoral Francioco Mornlos flarrnOdpz, En 1981 at
carnbbo ass desturroddn octunt cram In Ley No. 23733
E idud Nociormol do Pucoilpo duranto at gobierno mOlar dot
lo to ratifrcocidn do rat aoocton par Lay No. 23261, p an 1983
5 bunion: Agrouonda, Enfermarlo a log. Forestal.

Correros
Agrononrie
Ciencias Admbrisirnbinas
Cionctos Corminbbns y Fenosdorris
Ciendos do to Colrrunicictdn
Dorecho yClendos Potfdcan
Ecomomto p Negoclos Interneclormolrns
Educocidir Inlclol
EdorrocidnPdmaria
Edurrocktn Socundada
Errformerte
Ingenlorta Agto'ordustrsal
ingerdorla Forestal
bogoniorta Antrlorrtal
Ingoniorla CMI
Irrgonioslo do Sistomas
ModtorruHumasg
Psicologla -

Fuente: Elaboración propia

195
Figura 80: Interfaz de registro de docente (3)

i:

)r.
jaIRIA
IIT~ S*1!11~141,XIJA
-

I I Ap.flidM opion,

i-uente: ElaboraciOn propia

Figura 81: Interfoz de registro de docente (4)

--

.0

,tn
Dod -

DNI AptBd
- P& - -
°'"' I
M1
OOOOOOI MroRh
OO2 AAp

i-uente: tiaDoraclon propia

196
Figura 82: !nterfaz de registro de docente (5)

EEAErEUGEHiEAOESt3

.
u' .L --- yj
Pak P.,o .$eva red ft dnft Sdoe. e=eto e Ingrew DIII

I
WMW 2 DIII L .. ... ............_. ....
IDI, IDIrIIZ

Fuente: ElaboraciOn propia

Figura 83: !nterfaz de registro de docente (6)

7
4 01 Pfl eJp..$e - ...-

.EInwI.

L'f SD DId d,Id


OOOOQOO PdR.o, IDI1ID Sd1DIDIWO4 DDDI DIII.

i R. (IDIDI ESOJ AcDDOIIcD 0€ III0€f4IEIIADE 515

Fuente: Elaboración propia

197
Figura 84: Interfaz de registro de docente (7)

I Al' j

Id ddAtoq,ndo - I
F - .

- QOI1LUE -

Et ESCUQA '''"° -..-

A. 34toftoo -- -

Q)) ThI.JooIJj 61572056


Q000000..
-
=....._i:: 'ii:.i
- . .

.
I
ES AC600...0600 DE

I-uente: UaboraciOn propia

Figura 85: Interfaz de registro de docente (8)

L_ .00n.pd j60106g'do.00 * 0

.0
I~T
IJ1I7,EA(,

EocsoI IESCUELAACAOEAIICAOEING€N,ERIAOESISTEMAS
Dd l0&s I6,AI
-
j J
[ I)Y1 A4di6des
OOOOOOO PedoRio, RomI
00000001 }tiIio Rov.s JosgLoo
002 AAp
[59320R.IOsnrnALGO ... E
OTILD

II -- -

-uente: LiaboraciOn propia

iEI
Figura 86: Cia grama de secuencia de registro de docente

.Adnrr
j - - -- :ttit j:

:Admacor :Mertu : Cieai docente : sOocente d)oceflie : tDocente


l: C1icenopcisL4Jumno

31: IogTesardas

4:3ice6uardar

5: Llamar método rear docente

6: Great docente

7:Crear

8: Obj)ocenle

:Msideconfirmadó

iO:AcJflargia

Fuente: ElaboraciOn propia

199
Figura 87: !nterfaz de registro defacultad (1)

- C c-pd,rn Io1o' ',di - 00

La Untoerordad Nacionol do Ucoyaui as attire tan pnriupales untoorsidadas del Peril, Ubicado an ni dopartarnenlo do Ocayali. Fun Croatia par
at decreto toy N° 22804 at lB do diciombre do 1979, baja at nombro do Universidod Nocrorial do Pucoilpo duranto el gobmorno mrlrtar del
Unmoral Fvincjsco Morales Bonnddnz. En 1881 ml Congroso del Patti le corermdrd Ia ralificacion do so croir3n par Lay No. 23261.900 1983
carnbid a so dosignoctdn actual con to Lny No. 23733 sos pñnoras cameras fueron. AQronnnde, Enfermerta e log. Forestal

Carrroo
Agrosomia
CianciosAdmer,sllatrvas
Cioncias Corilobles p Finununiris
Cienctas do to ComunEritylOn
Dm10590 p demUrs PolIticos
Economia y Nogorors totorr.aciornoles
Edocacktn lotulol
Edacacidri Prbnodo
Edecacrdrt Sacundrilla
Enterrmeria
lrigenimnla Aroindustrial
lngenlerla Forestal
ingenlerla Anibierttal
lngenreria Civil
ln9enianta tie Sislonras
Mentuna Hurnano
Psicologla

Fuente: Elaboración propia

Figura 88: Interfaz de registro defacultad (2)

10 aa.vsd.r .
C 8 hop raN a pdrn a ,helnvti.erar al 50

La Unlversrdad Noctonal do Ucat ,, .-.- pales umivernidadas del PerU, ubicado anal departammnto do Ucayati Foe amada pot
at detrain Lay N' 2280401 lB do dicimnnbrm do 1978, baja at eninibro do Unloarsidad Nacronol do Pucallpa duranin at gobrormo nrildar del
General Francisco Morales Bernrttdaz. En 1961 at Congreso del Pen) to concadiO Ia sotucucidn do so croacitin par Lay No.23261, yen 1983
cambid aria dosignacldn actual can Ia Lay No. 23733 sos prlmeras crerreras loeron: Agronomia, Entermerta e lag Forestal.

Co lTOfOO
Agronotnia
CiondasAdmimeltralivas
Cioncras Conlables p Ferancinros
Ciaorins do to Comunmecidn
Eteroctno p dlonclas Polilicas
Ecoomorla y Nogroctas tnlernaclonales
Educacldm Initial
Education Pritnatini
Educocdr, Sacandaria
Entermerla
ingamierta Agraindusbaol
lngenierla Forestal
lngonierla Avnirletltol
tngonimrta Crall
tagomiarta do Sistolnafi
Madcirta -lumona
Psicalcigln
ncr-rOn t ,Oat

Fuente: Elaboración propia

200
Figura 89: Interfaz de registro defocultod (3)

1)nipnid,
ACULTADDE1NOENJERIA lYE
SSTEMASYDElY&EYEERMCIVILFISyIC E1nr Bnn
==YCIAS
FCA

Fuente: Elaboración propia

Figura 90: lnterfoz de registro defczcultad (4)

Abnnbtnrn nItd Mn opnlone,


FACULTAD lYE INGEMERIA lYE
SISTEMAS YDE INDSYIJESJA CIVIL FISyIC L!T jLn
=SCL6S
____

Fuente: Elaboración propia

201
Figura 91: Interfaz de registro defacultad (5)

-
a a htt *O1n pg 10

Facuftadn U,t..,t,-,u1.ct

!ST.(AS YDE IOENtEP.IA C1


TACWAD DE CC'LES
:AGOPE(tAEIAS

dr C

Fuente: Eaboración propia

Figura 92: lnterfat de registro defacultad (6)

---.
Jaa...,.d AWtoomera&
td. II.. 1
4DTDbE CURMLAS DLA SWID v Wpi

.w I

........- ............................

I_I

Fuente: Elaboración propia

202
Figura 93: lnterfaz de registro de facultad (7)

.iII iUU .jj

Fcd,r- ........

L. Nob,. Fd Abt.r
jsjsms y flSYIC L!.I 1
JCNCFAS FCA
AGROPECUAR
c1ECIAS.LA SALUD-FSCS .....

Fuente: E!aboraciOn propia

Figura 94: Secuencia de registro de facultad

L_..._ MiU Iathllad Faa4Itad aS$tat tFaa1ttd


L

:Mrrrnistradoc
© Lc
..LflLi :crearraailtad :sFacultad :daamad :tFaafld
1:OIicenopcncrearva4uttac

3.CIicnciear

U 3J1gresar datos
1k
4:Ciceliguardar U
5: 1 maramêbdocrearraajltacj

5:Crear
>LI 7:Crear
LI
8: ObjFacullad
11<
El
: IsJ. de conrrnacón

10Auaiizarp5na

Fuente: Elaboración propia

203
Figura 95: Interfaz de registro de escuela (1)

- - C htt)rk,rcon.pdreorsOelomfOsle.rdj -

La Unleersidad Noonal do Ucayali as antis las pnrrclpales universldadas del Peel, Ubcade on 81 departamerrtn do kayak. Fue cinada pot
el deciels Lay W 228048118 do dr81ernbre do 1979, baje at ncrebre do Univensidad Nacronal do Puc.allpa deranle el gobrenno milolar del
General l0lancisco Morales BermUdez En 1981 81 Congresa del Peril Is coocadid Ia ral81cacrdn dose creackie per Loy No. 23261 yen 1953
cernblda sir des nocldn ectual con to Lay No 23733 sus pdmeros cerreros fUerorr Agrrero.ela, Enfermerlo e tog Forestal

COITOrOO
Agronomta
Crendns Admuslralroar
Ciencroris CoIllablas p Felaircleree
Ciendes dale Cooalrilcacide
Derecho p CiericI6o FollIlcas
Economle y Negodos Inlernaclorrates
Edocackin lnnlal
Edacacurin Priniaria
Educaciidn Secundarla
Eniennerta
lngeoierta Agrolridustriol
Ingenlerta Forestal
lngeniurle Antieritel
Irigerrieria CM
lageererta do Sistomas
Medicirra Humane
Psicolugla

Fuente: Elaboración propia

Figura 96: interfaz de registro de escuela (2)

Oadarnirrder e\
- C I hripeu/ruakuden-pdrurn eIesdaoerrlerleurrlctr -

La linlversldod Naclonal do Ucat,.. -- -.... .,. ,..,.poles universidedes del Peril, ublcado 0061 deparlamentode (icoyali. Fue creada por
al decrelo Lop IT 22811481 18 do diciembre do 1979, baja al nombre do Unleersidad National do PucafIpo duranlo 01 goblerno nritrlar del
General Francisco Morales BerrnUdez Err 1681 at Congresodel Perd Is centerEd to netitcaciOn do so Cfeacidir pen Lay No. 23264. yen 1983
cambld a sir desigrlacldn adeot oni Is Lay No, 23733 sus prinieras cameras fualon: Agrrainmnla. Enfermnerla a leg. Forestal,

Concerns
Agrcairerlln
CrenciesMemjnislrolrons
Clenches Contalden y Finoncinras
Clancras do Is ComuriceciEn
Deractro p Cienchas Pnlflicas
Ecerromnte y Idegocios leterneclorrules
Educecide lniclel
EducactilIn Primarla
EducaciOn Sacurideria
Eolernrorle
Ingenrenin AgmolrfOluslrial
lngenherla Forestal
Ingeniorle Ambfantal
Ingenoerle Cr811
Ingenlerta do Sustenren
Medicine Hunmena
Psicologia

Fuente: Elaboración propia

204
Figura 97: Interfaz de registro de escuela (3)

Ltro

yot,gb -
ESCLELAACADMrCA FACULTAD DE INCEMERfA -
DEQGEN1ER1ADE IS DESISTEMASYDE
SISTEMAS INGEN1ERIACIVIL
FACLLTAD DE I?SGENItRfA
DE IC nEsisTsyns sLn

IIENIERIA IA [E(B fMol

ruI4.e; CIdOUIdCIOfl propia

Figura 98: Interfaz de registro de escuela (4)

OE,S -
-- -i---:----- - -i_ -------.-- - - _______

;j::':;;:.:r::.........

ESCUELAACADEMICA FACULTADDE DGENIEUA


DEINOEMEEJADE IS DE SISTEMAS Y DE
SISTEMAS INGENIERJA CIViL
C =& MCULTAD DE INGENIERA
DE
ESCUELAI3E - -
FACU CIAS
AGRONDUSTRIAL A iAGRO=FAS U_- J

rueF1e: ciaooracion propia

205
Figura 99: Interfaz de registro de escuela (5)

-- ..iiIJiiiT__.-- -.-----------------. .- -
C A . 0 n
I

ESCLELAACADEMLCA
DEr\cERiADE
.
L
FACIJLTAD DE DGE?
DSTEMAS1DE
_________
--
-
-
- ]
-

ESCLELA ACADEMCA FACLTTAD DIE INGFNIH on


DE :'EEJA CIVIL [
IVCFs1DEJA a IL t NCIII
Li sc LASAUJDJ

AGROWDUSMAL AGROPECUARIAS

Fuente: ElaboraciOn propia

Figura 100: !nterfaz de registro de escuek, (6)

(- —

EI
-.

-
. 1W'1(*WJ7Tl1

N...br Ahn.r4.nn Iid M


ESCUELAACADEMICA MCULTAD DE, DDEN1ER1A -
05 INGE'SIERIA 05 IS 05 SISIEMAS YDE tj
SISTBCAS D'GC1ERXACWIL
ADE5C(A FACULTAD 05 IEScIERIA
DESSYDE

ESCIJEIAPROFESIONAL FACULTAD DE CIERCIAS ij--.. —.


DEENFELMERfA EN?
:DELASALUD

Fuente: ElaboraciOn propia

MIN
Figura 101: Diagrama de secuencia de registro de escuela

- -Adrnlrrist Merru - I :tEsrruola j

Adroin iodor j4nu : ccearescue : sEswe!a : cEswelp : tEscueb

1;Cttcenopci6nEscueja

Li
4:Cliceri9uardar

Li 5:L11narrntocrgaresque1s
6: CFearescuela

7: Ct-ear

8:ObjEscueta

fl: Msj. de corthrrnadó

10:AduallzacpâgErsa

Fuente: Elaboración propia

Figura 102: lnterfaz de registro de curso (1)

----
4-

La Urrlversidad Nacrsnal do licayatr as orrlre las pnnales uroversidados del Pont, ubicade enel departamento do tJcayah Foe creada pot
ci decreta Lay If 22854 at lode dicrornbre do 1079, baja 01 nombre do Unlveroidad Nacional do Pacalipa duranlo at gobiarno miller del
Gonornl Francrsce Morales BennUdoz. Err 1081 at Congreso del Poor to corrcedid IC rall8cac,6n do su creaddn par Lop No. 23261, yen 1083
cornbid a so desbjneddn &tual con to LeO No. 23733 sos primeras cal-roles baron: Agrorionrie, Enlernrerie e leg. Forestal.

Coroorae
Agrosorrriu
Cierrcias Admrroslralivas
Ciencies CoIrtoblell p Finencrolos
- Creocies do In Cnmuneactdn
Derecho y Ciendas Poillicas
Econarsloy Nogocles lrrbensacroaoles
Edocacldrr Inicial
Ectucacidn Primulia
EduceciOri Secundaria
Erilennerla
lr'geirierle AgrbulostiIal
Ingenierlo Forestal
Ingenerlo Il,neigntai
lngerrieria CM
Ingeniorla do SiOlenras
Modrcina HurTalne
Psrcokrala

Fuente: Elaboraciórt propia

207
Figura 103: Interfaz de registro de curso (2)

0
LuU
C - - -

Lo Univoreided Naconal do 1Jc, Eel Pent, ubicado on all depatamanto do tkayali. Fuo creada per
vi decrolo by W 22804 vi lOde dcienibrq dv 1979 rvers,dod Nocronol do PucOlJpa durarile el gohierno rm!rter del
Genvrl Froncico Moreles Bernnldez. En 1981 el Co ncedid In rolitcucids do so croociOn per Lop No.23261. yen 1983
combio a so doogrsocian ectuai coo In Ley No 23733 pj- Agronomla Enlnrrnerlae lop. Forestal.
Crreq
Agronconia
Cienciss Admmnitratioes
Concias Coalobles y Fivoncioras
Ciencos do Is Covnicacidn
Derecho y CiOnCias Politicas
Economlo p Nv000s nlornscionajes
Edacacide Inicial
Edaccion Priviada
Educacidn Pecaindarre
Evtennvrte
inperverle Agrorndustriai
Ifl0enir1a Forestal
l0905IvnI8 ArnbInotol
Isgenirla CMI
Inganierie do Sislemas
Moducina Humans
Psicolsgl0
-.
L4CIIC. LIOUWI OLIUII p1 UJJIO

Figura 104: Interfaz de registro de curso (3)

- -. • ••- - ,--- ••• - • •


- C I hIps/Irs leone prfro Idson,! dp7s uu - - -

Ernonta EScULh5dbAecA tE M6FJ4IERMÔp sisMivog J


Cnrra __

APCBOOSI EcOLOGIA RASICA COCLOJI


ODNAE?6ERIADE
cicwi .
MAT020I MATEMATICAS CICLO It undafined

rucliw. CIdLJUIdCIUfl propia


Figura 105: Interfaz de registro de curso (4)

- - - -
--..--.-

C i

EI --

ddm,o

Th1S0lOI DWT.JODC.EIE$UA ---....


-'-'.
COMpTADop.A ig MTD3D1

MCBOQ ECOLOG1ABACA N* I4MtMM1C2

Insl: xroDcc!OALAI. - - ................................


JSTEMAS OCLCIH
M/JO21 rEMAT1CAI j ..
ELcDDC;N Si.I

Fuente: Elaboración propia

Figuro 106: !nterfaz de registro de curso (5)

.------

a 0

, J* I RYMOD ~MtOwm
GO
~9
1 ~,, qqm~, l

ESCUELAACEk4CAOEINGEiIERIOEsl5TEMAs
C LJ
C. "a'
DtB1OD5JER1AASIS1WOPOR
misoioi CCLO
AFCB0003 ECOLOGiABki!CA CICLOU [E[da4..
r-rIsoio une

MATOZOI ATEMATICA I CICLO II IIdd.Id IE* dae. •


CA
............................................................... d
...................................

Fuente: Elaboración propia

209
Figurci 107: Diagrama de secuencia de registro de curso

MtniniftadoI :Mnu Grear amo :C*o ccum

X~ On 0 0 _

:AdrnnIrador :Menu :crearwiso :scurso :urso :tcurso

1:CIicenopd6nCurso

U 3.1 gresar
esardatos

4:CIicnguan1ar

II >I1
U 5J.hamarmê1odo aearcuro

[I 7:ar

8: Objcurso LI
9: Msj.de conrmacórIj

Fuente: Elaboración propia

210
Figura 108: !nterfaz de registro de semestre (1)

ISMARIO:

La Unloersidod NacnI do Ucayolles anita tan 9rinclyates Untaersldades del Peril, utacada anal deperlomenfo do Ucoyal. Faa GOode per
81 deGela Ldy N 228040118 do dtaerTlbro do 1919, balO 01 flambre do UfllverIad Naona1 do PUCOIIpo duronle ol goblorno mOlar dcl
General Francisco Momles Berindilea, En 1981 el CongroSo del Peril In concodal Ia intOceciilri do sti aeocton xir Loy No. 23261. yen 1983
COMM e so desigriaddo actual con la Lay Na 23733 sun pttmoras carroras lesion: Agrinomla Enloirnorfa a :1g. Forestal.

Correru
Agrcoironta
Cioncins Adnrjnlslralivos
Cionctos Conlaldes y Finoncioras
Cioncias do is Cornunicocidin
Detector Y Cienrclas Polfikcrs
Ecmromla y Nogadan lntoirrndonole
Educoclilo InIdol
Educecliln Prlrnarla
EdUcecIdn SecUndaria
Erriemierlo
tng9rriOrfaAgr01r1uslrial
Ingenierlo Forestal
InganlertoAnibtonlat
loganiorla CM
Ingonlerla do Sintemas
MedtanaFlurnano
PulcUtoglo

Fuente: Elaboración propia

Figura 109: Interfaz de registro de semestre (2)

Odn'ahtr,flot

La linlversiad t4adoonl do Ucoyall en enhro Las princtpalen Untversldodes del Peril, ubicodrien el depertomento do Ucoyoi. Foe Goode per
ol dnrsoto Lay N 22804 0118 do dlciambro do 1979, trap ci noarbie do Universidad Nacioriol do Pucollpa dreanto 01 goblorlro milder dot
General Frnnclsco bombs aermridoz. En 1801 01 Congraso del Peril In concorOil Ia rnbfrcociilri do so croaclOn par Lay No. 23281, yen 1983
camblilo su donlgrbacldn odual tomb Lop Na, 23133 sos pimoms cerrems lesion: AgronnnrI, Enfemietlo 0 trig. Forestal.

Cormroe
Agronmnte
Ciencins Mmlnlslmtieos
Ciondas Cantables p FrnnrMoron
CiorrcIosdaaComunIceciiln
Derectro y Cienclan Pallticon
Ecocromia y Negodos Intemadonalos
EdircociOn lntaal
EdocOdilo Ptlrnnrla
Educoclon Secunderlo
Enlennerlo
Ingenlorta Agralnilusinal
Ingenrerfa Forestal
tngonierfaArnblental
Ingeniorfo Clef
Ingeniorfa do Sistnrnas
ModctneKumona
PSIcOIogIO

Fuente: ElaboraciOn propia

211
Figurci 110: Interfaz de registro de semestre (3)

- li0AYM,1 IICAIXP/
U)AD t1A1YDLJUTh\AU

0.m.tr r M
2020-I 01/0112020 30612020 Prcklodémko F1fi1t

12/09/2016 31/12/2016
10/04/2016 3I/00'2016 - ___I
51/05/2005 09106'2016

Fuente: EIboracián propia

Figura 111: Interfoz de registro de semestre (4)

/fsbi.

F.d.a 1,1/6 I
Pooho IOn Ik,n,Ip/jön I Moop/.onn.
2020.1 01/01/2020 3006/2070 PnnjolodonLoo -
I 01/06/2016 31/07/2016
2010..........
2016-2 lZ/09/2016 01/12/2016 - - _________
20L6.1 ISø042016 31/03/2056
2015-2 01/05/2001 09/06/2016

Fuente: Elaboración propia

212
Figura 112: Interfaz de registro de semestre (5)

2020-I 01012010 S0C162020 P


-_ E,*' Br

. -
20124 0 -2016 13'-20i0 Afl. E)0J ;0w 0
016. I 09'016 512 016 d 1 EIL B,.,* dWe
2016.1 1064 2510 31062016
2010.1 01052000 59062016
-.

Fuente: ElaboraciOn propia

Figura 113: !nterfaz de registro de semestre (6)

2021-1 0l0)202l:I507I262IPth,.,
'020-I i0I)0I2020 5006)2020 Pth00odctonc6mk0
2010.1 01062016 102)2016
2016.2 12)092016 31'12'2016
2016.1 10942016 31(0612016
2015-2 01)0512000 0606/2616

Fuente: Eaboración propia

213
Fig ura 114: Diagrama de secuencia de registro de semestre

Vefta

0 _
:Adminirador Menu :Cereernestre :sSemestie :cSemesb-e :tSernes -e

1: Cticen opcón Semeslre

U 31:]Inresardatas

4: O1Icefluart1ar

Ii >Lj
H >11
U L Crearsemestre

Li Li 7:Crear

8: Objsemeste

9:Msjdeanfirmad6n

10.AcuaIi7rp6gin

Fuente: Elaboración propia

214
Figura 115: Interfaz de registro de encuesta (1)

- -
4- C cn-pdmonhrIoed.co,riOci.e -

La tintyorsrdad Nacional do Ucoyah Os noIre as prrndpales unorsidades


ro del Pe,rotubicado noel depnrtarnento do Iicayah Fun croada per
el decrota toy N 228040! lOde dcembre do 1979, baja of nrantrro do Urrivorsidad Nacional do Pucutipa doranto el pnbieorio rm!dar del
Genera! Francisco Morales Oeonddez. En 1981 01 Congroso del Penile concodot a rati0cncr6n do su creacidn per Lop No. 23201, p on 1983
cembld a su deslgnaciOri actual costa Lop No 23133 sos prinrezas cameron Iaeron Agrononote, Enfennerla 0 ir Forestal

Cameron
Aproncdnta
Condos Mrninistratiyas
Concurs Cnntables p 000llueras
Crenctas dole ComuoleadOn
Doretho p Ciendas Polilicas -,
Economin p Nopeclos lnioroacluooiss
EdacaclOn Inicial
Edrucecidlo Prilonria
Edocacjdn Secuoda,ia
Errienoeria
logontorin Agroindostrinl
ln9enler(a Forestal
logonlerla Antierrtol
loeoioria Civil
ln000ienla do Sistnmes
Modldoa l'lurnaoe
Psicofngla

Fuente: Elaboración propia

Figurci 116: Interfoz de registro de encuesta (2)

[ ederorinir, r '- -
4- (0 I i herr /1 Ia pdrr fl,rIOIoaIL Mr arjp

La Uninorsidad Nec000el do Ucaynli Os noIre los prtndpntes Unloorsidodos do! Perot, dblcadn noel dopertemerdo do Uceynir. Fun creeds poe
of dncreto toy Id' 22804 nuB do drueerbrn do 1979, baja 01 nernbra do Uoreersidod Nociorral do PucalIrn duranto 01 9obroroo milder do!
General Francisco Morales Boonidoz. En 1981 01 Corrgrnso del Peel le concediO Is ralilcecido do su creation per Ley No. 23261,100 1983
caerbir3 a su designacido actual con In Lop No. 23733suu pmaseros caneros tueon- Agronnmia, Eoformoria o lag. Forestal.

Conornu
Agroorania
ClenclesMrninistrativas
Cinocias Centetrinsy Fl000coelea
Cinocles dole CorneniceclsOn
Dnmetho p Cinocros Politicos
Ec000mle y Nogocios lntornaciorieios
Educncoln Iniciul
Edecacrdn Prlmarla
Edocacidn Socvjodarie
Enlermerla
legeoloria Agromodustriel
loenierla Forestal
IngenierlaMrblonlal
Ingenterin CM
Ingeroerle do Slutomas
Mndiciun 1-lunoene
Pslcolegf9

Fuente: Elaboración propia

215
Figura 117: interfaz de registro de encuesta '3)

S,t.. Iok.. F.d M.


No boy ouc000*oo rerhuadm.

Fuente: Elaboración propia

Fig uro 118: lnterfaz de registro de encuesta (4)


- -- - --- -- --

<- -

Fuente: Etaboración propia

216
Pigura 119: Interfaz de registro de encuesto (5)

- --.

I!!!1 L

Cncr

Fuente: ElaboraciOn propia

Figura 120: lnterfaz de registro de encuesta (6)

C U

l M.A.

Fuente: Elaboración propia

217
FiguAra 121: Interfaz de registro de encuesto (7)

- -_
C - * 0

V.0000 000k N.

1.40,. .0.0000

I-uente: LiaboraclOn propia

Figura 122: !nterfaz de registro de encuesta (8)

La _______-.------.---------
f C httpo1/on,kooddonm on,on.. - - * 0 7-

---------------- - .-.----
...

DATOS DE ENCUESTA

c6490 Eoth. do bid. Fonh.. do lb SOm0010N


EWC..2010_1 01/04/2016 31107/2016 2017-1

Dominio de Ia disdpina

000000 Algunas votes 05001Iontemenl. Casi slempre sw.pre


0rdkd do 06,016000 dro boo ootnnb0.o de I .,.onao

0010.1.0. I.. Coododdo. do I. .C000n 000 boo Contfldo. do 0

00.110100 00 Odd., ,tb.,IOrJd., .00bo, 0000dd6. do 1. 001g0000la. 10

0057000 ojoospbo, 0 tj.r&bo, qo. otosdo0 10 05190000. COn IN


dodo. U 0

.00O00,0 Coflodo

Fuente: ElaboraciOn propia

218
Figura 123: Interfoz de registro de encuesto (9)

0 ttpr/Ihoo.pdjn4dd,.g,nd7

:9'nnr .ntInn1,11o10
_
out t,eatJa)
::.II:zII:.z::1rIIzIII:.:IIrI:.crLI1Ie1rII1
DATOSDEENaJESTA
COdign F.O. do hddn 0010. do fi
UIC20161 01/0012016 31/07/2016 2017.1

Dominjo de Ia disdplina
03,000 £19100.3 veto, rr00000tn.,30tn 00,0 olenipre Slovip,,,

C.O. 00 ln010l0 0bo 110 0310.10. do I. 0619o010r3.

Rolodono 1.5 000331000, do I 00193000, o Io cootoddon do 00006. o u (2

000ll1000 16. dod., OoIontonod,, non 03, nontodd.o, 10-I0 000901010,.

000po..o o.mpIo n .10,00100,qoo ,b00000o lo 00900010-000000


p01000 pnfonlon.l. o

0e,v00 C00010.r
J

Fuente: Elaboración propia

Figuro 124: Interfaz de registro de encuesta (10)

jI03vvot3l n\.rll.-ndd...o,.e 0 - - -

- C a 000,03-pd,, 3od000.pddoJ,ptpv0l.,1 - I U

Pooh, 101dO Pooh. Po.


EPC_2016-i 2006-1 02)04,2016 32)0712016 .of00ed

Fuente: Elaboración propia

219
Figura 125: Dkigrama de secuencia de creation de encuesto

I X~
:Mmnfrai1or
m
jJffl
Im so
: Catiarclantfb de
0 a oMT])Iatlt#fa S FncuLsta :zWesta :IEncUeta
CtCnopdónEncusta

2lam2rfrkfrnuejta

U 3:Clicencrear

8: Cc an re9istrr ermiesta

U 9:Ua

0: eat enwest

11:Crear

iZObrrcst

1: Msjdecofl0rrrciin

14:ALtIal - pãglna

Er
Fuente: Elaboración propia

220
Figura 126: Interfaz de reporte de encuestcis (1)

Ct hU in dp - n1 1

La Universidad Notional do licayali 00 Ontre las princepoles universidades del Peril, abicudo noel departamenlodo licayali. Foe croatIa pot
of docreln Lop W 22004 altO do diidornbro do 1979, baje 01 nenstlre do Univorsidud Nacrorlal do Pucailpa duranle or gobrerrin Irrililar del
Gonorori Francisco Morales Bornirldez. En 1901 at Congmso del Peril In cencedid la rati0cci6n do so creacidn per by No. 23201. yen 1983
curnbld a so denlgeodOs actual cot, to Ley No. 23733 otis prbrreras coeneas fueree: Agronomle, Enferrnerin e log. Forestal.

Cnrioras
Agf000rnia
CInndosAdmifliOlrativao
C.oncias Contablos p Firianderas
Clendos de In COflrofl00lci6fl
Deretho p Ciencjan PolilIcas
Econemlo p Nogoclos Inferruncionelas
Edocacktn lnrclnl
EducociUn Primaria
Educacein Socundatlo
Enlennerla
lonrnrin Agroindustriol
Ingerderlo Forestal
legenlerla Miblonlnl
Ingonierla CM
lnenioria de Sislgmas
Modiclna HurnarrO
Psicotaglo

Fuente: Elaboración propia

Figura 127: !nterfaz de reporte de encuestos (2)

•TT ___
1p pAim -- - . - - -
----

W710Td.

La Unleersidad Nacional do Ucoyal as entro las puncipales univorsidades del Perd, ubicado on of doparlamento do licapah. Furi croatIa par
Cl docuela Lop NP 22004 of lOde drciembre do 1979, bao 01 aembre do Unleersidad Nacronal do Pucallpa duranle at gubleotto nrilitar del
General Francrsco Morales DermUdez. En 1001 of COngro5o del Peel to concedid Ia ralitcacidn de su croacitor per Ley No. 23201 yen 1983
cumbiO a so designuclon ectual cone Lop No. 23733 sos p,nnrorus cotoerus fueron: Arorromlo, Enferluedu e log. Forestal.

Correrun
Agronornin
Cioncias Adreintolralivas
Crencias Coolables p F,eanliorns
CInodas data Comun,cuddn
Elerecho p Cleerlas Pollllcas
Ecn,nornlo p Negocivs lntomucionoies
EdocaclUn Iniciol
EdacacitIn Prirnada
Educecien Sotoudarla
Enferenerlo
logenierla AgroOrdostriol
logonlerfo Forestal
IrlgorlletfaAlnbienIel
lagerneria Cliii
ingeniorlo do Srsteolas
Mediator Hurnano
Pulcologlu

Fuerite: Elaboración propia

221
Figura 128: Interfaz de reporte de encuetos (3)

hftpfv.o,,pd, jp7=,port

Fuente: Elaboración propia

Fig ura 129: Interfoz de reporte de encuestos (4)

SeuieirTJ FocuIthf Escue1o_ TTIiiIT1

21

20

15

10

0
Doc 1 Doc 2 Dac3 Dcc n

Fuente: Elaboración propia

222
Figura 130: Diagrama de secuencia de reporte de encuestas

i:

tttlt,oW1,

Fuente: Elaboración propia

223
Fig ura 131: lnterfaz de rellenado de encuesta (1)

1- C I ottp Sr I pdrcae Odoed 5 rd )p 9 * 0

La Univorsidad Naclonal do Ucoyahes entre las principales urovorsidedes dci PcrU, ulacado en ci dopartomonto de Ucapak. Foe creeda per
ci docreto Lay N5 22604 vitO do dicierobre do 1979. baja ci sombre do Universidad Nactonal do Pucailpe duranto ci pobterno miiltar dot
General Frelrcjsco MoroNs Bvfmudoz. En 1981 el 005greso dot Pond le, concedE to ratlncacidn do su creacido pot Lop No.23261.0 en 1963
cembid 0 511 dastgnactOn actual con Ia Lop No 23733 sos prirnoras cameras boron: Agronornta, Entarmerta o log. Forestal

Cerraras
.Agroncania
Crencpas Admnlnisimtrvas
• Ciencias Contabtos y Finomtdomas
Ciencias do to C0000mdcOci6n
Dorodro y Ciencias Politicos
Eccoomia y Nepciiisi lntennacionoies
Educacotin ln,ciaI
Educacitin Pninrorta
Edncadtin Soflmndorw
Enferurerlo
Ingenrarto Agrotndasfriol
bsgenlorlo Forestal
Ingenierto Arrrblnnrat
Ingenieria Clad
Ingeniorta do &stomns
Modmomna HUrnurm
Pstcrdogla

Fuente: Elaboración propia

Figura 132: Interfaz de rellenado de encuesta (2)

"'i_ -.---------- - •----- --- -.--•--- _____,i______-.•__ - -- - - - -


4- C I tayvf/oaos-pdrmhrlodoorn4srsj,p - - 7-ta G nr

La Univemnidad Noc,on,ai do Ucayoli as arufro las principalos univorsidades dot Pond, ubncado on ol departomento do Ucayoh Foe anode per
ci docreso Loy W 22904 at In do diciembre do 1979, baja of nomnbre do tinivomsidad Nacronol do Pacalipa doranto 01 pottinono miNor del
General Francisco Morales BermUdec. En 1981 ci Congreso dot Ford to concedE to rttlicatin do so croacitin par Lop No.23201,000 1903
cornbtO a so ttesgnaddri actuol con to Lay No 23733 sos primeras carrores tunron: Agronomon. Enlommano a ing. Forestal.

ConTains
Agr000mie
Ciencias Administrativen
Clendas Conlobios p Financieros
Cienctos de le Cornunicacitin
t)eroctlo p Cionctas PalbicaS
Economic y NeocIo5 tntomngcronales
Erdicedde lmntdat
Educacida Pnimona
Edncecidn Secundarto
Eefernrorla
Ingenioria Agroindustniol
ingentenia Forestal
tngonierta Arnbiontat
Ingenierto Civil
Ingenierta do Sistomos
Medrcbma Ftanrona
Psicologla

Fuente: Elaboración propia

224
Figura 133: Interfaz de rellenado de encuesta (3)

- IPA
.'-
USUAR

Semntre 1r16-I SeteccIonmos emesfl

I c6dic .I Cn Abihrn I Od. !thopd


MAT020I MA /flC1U CiCLOi kki

Fuente: Elaboración propia

Figura 134: !nterfaz de rellenodo de encuesta (4)

RW OJAYAt,

I2l6.1 1
Cóthgo Co Abirn, I CMn j F.bdo
MATOOl MATEMATICAI CIcLOU Ithdo

Fuente: Elaboracián propia

225
Figura 135: Interfaz de rellenado de encuesta (5)

dccc,,,

C 7*

ENCUESTA: MATEMATICA I
cOdIg & kko F.ch. d H. flnrnostco
EiC_21&-1 Ouf4-210 31107I2i1G 2010-1

Domirijg de Ia disciplina

Nnrn Afq*,.n vnnn o*nn,nflt. cnnl .ln,npn S'.nmfn


Encc dc rcra clro 1c, oatc,:,c Ic Ia aiçctza.

Rprtlnn, In, cn,ten'1n, de In airrflu,a ctn) In, c,ntnnfn,, *

Rcrt'3# ct thin, tel rc1,, nec fcc nnccel-'r 11 Ia teiOmatera.


Pecpnno e, pin a c$ -cIttc, qcc vIreelen In n,0nctnra acm I.e
thIInn 0tn,IcI.

r.ecc ocdce4 1, Ic, cacceee1n, ncec, y cecwcc, penn In


acecati c,eccaI. -

net-en, a-n,-. Cn4a Cc,3,

Fuente: Elaboración propia

Figuro 136: Interfaz de rellenado de encuesta (6)

11 t\ -
ccc-cc - tin3
(- ----

ENCUESTA MATEMA1TCA I

COdigo Fadaadekciaio FethdaIbn aemeatia


2010-1 011041201G 01/07/2216 20I6-1

Oomlnio de la disciplina

Canto Algonas woe-n rtIecnleflteIm,nte final ,2etoprn empee


£,0ca 0e macna Cr:; Inc ten2nc dn In aciratnra

RelatIon, Inn cnc$ecld,, ds Ia ocerenhifa cc, on ncmtmfthc, tIn otian

Rece,;c In, ththn cclaConn3a, ant Inc ,ontccidnc In In n,toc,aknc.

PtO;,:W cjn,c7fr1 0 ejoraicl,o -Je tccnn!nn II acipancra on, Ia


p1/cnn pT1/&onclI.
I., rlIUeIe1/ tIe to-, ro-etnenill,, 1,1/:,, 7 ç1/1tIccit r'-n In
01/IetI31 Iccce'cenceI.

ea-tIr a,,,,.- tn-rat

Fuente: Eaboración propia

226
Figura 137: 010 grama de secuencia de rellenado de encuesta

; I• J.

flOro : t
I I iii L1fl

iCIicenopcenCUso

2L,o

aUana,métudobuscmw,sos

4:93Jscarsos

II 5er


• 9ucartncoota

- IGloer

II: Ut Ecurts
U
124 drcpnladdn
ru

13 9IoCDfl OJrS

U14Uoofom,otacgi1aIdenuoSto

U14.1:Uoronndts

5:Finzo,oncuogts

- 16ASiI1Øgino
a

Fuente: Elaboración propia

227
D. DISEO DE BASE DE DATOS

> Diccionario de datos de tablas principales

Tabla 49: Diccionario de datos Tabla Facultad

TABLA I Facultad

Esta tabla almacena los datos de las facultades.

Id_facultad int(11) COdigo de facultad

ld_facultad_2 varchar(45) COdigo de facultad 2

nombre_facultad varchar(200) Nombre de facultad

abreviatura varchar(50) Abreviatura

descripciOn varchar( 100) Descri pciOn

registro text Registro

Fuente: Elaboración propia

Tabla 50: Diccionario de datos Tabla Escuelo

TABLA Escuela
]
Esta tabla almacena los datos de las escuelas

id_escuela mt Côdigo de escuela

id_escuela_2 varchar(45) COdigo de escuela 2

nombre_escuela varchar(200) Nombre de escuela

abreviatura varchar(50) DescnpciOn

descripcion varchar(1 00) Abreviatura

registro text Registro

facultad_id_facultad mt COdigo de facultad

Fuente: Elaboración propia


Tab/a 51: Diccionario de datos Tab/a Curso

TABLA Curso

Esta tabla almacena los datos de los cursos

id_curso mt COdigo de curso

id_curso_2 varchar(45) COdigo de curso

codigo varchar(1O) COdigo de curso

nombre varchar(200) Nombre

abreviatura varchar(50) Abreviatura

ciclo varchar(45) Ciclo

registro text Registro

escuela_id_escuela mt COdigo de escuela

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 52: Diccionario de datos Tab/a Escuela_docente

TABLA Escuela_docente

Esta tabla almacena los datos de Ia relaciOn escuela - docente

escuela_id_escuela mt COdigo de escuela

docente_id_docente mt COdigo de docente

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 53: Diccionarlo de datos Tab/a Docente

TABLA Docente

Esta tabla almacena los datos de los docentes

iddocente mt COdigo de docente

id_docente_2 varchar(45) COdigo de docente 2

229
nombres varchar(100) Nombres

apellido_patemo varchar(100) Apellido paterno

apellido_materno varchar(100) Apellido materno

sexo varchar(5) Sexo

dni varchar(12) Documento nacional de identidad

fecha_nacimiento date Fecha de nacimiento

telefono_fijo varchar(12) Teléfono fijo

celular varchar(12) Celular

email varchar(45) Email

tipo_direccion varchar(45) Tipo de direcciOn

direccion varchar(200) DirecciOn

tipo_localidad varchar(45) Tipo de localidad

localidad varchar(200) Localidad

referenda varchar(200) Referenda

registro text Registro

usuario_id_usuario mt COdigo de usuario


Fuente: ElaboraciOn propia

Tab/a 54: Diccionaria de datos Tab/a Alumna

TABLA Alumno

Esta tabla almacena los datos de los alumnos

id_alumno mt COdigo de alumno

id_alumno_2 varchar(45) COdigo de alumno 2

codigo_universitario varchar(15) COdigo universitario

nombres varchar(100) Nombres

230
apellido_paterno varchar(100) Apellido paterno

apellido_materno varchar(100) Apellido materno

sexo varchar(5) Sexo

dni varchar(12) Documento nacional de identidad

fecha_nacimiento date Fecha de nacimiento

telefono_fijo varchar(12) Teléfono fijo

celular varchar(12) Celular

email varchar(45) Email

tipo_direccion varchar(45) Tipo de direcciôn

direccion varchar(200) DirecciOn

tipo_localidad varchar(45) Tipo de localidad

localidad varchar(200) Localidad

referenda varchar(200) Referenda

registro text Registro

usuario_id_usuario mt COdigo de usuarlo

escuela_id_escuela mt COdigo de escuela

Fuente: EIboracián propia

Tab/a 55: Diccionario de datos Tab/a Jefe_departamenta

TABLA Jefe_departamento

Esta tabla almacena los datos de los jefes de departamentos

id_jefe_departamento mt COdigo de jefe de departamento

nombres varchar(100) Nombres

apellido_paterno varchar( 100) Apellido paterno

apellido_materno varchar(100) Apellido materno

231
sexo varchar(5) Sexo

dni varchar(12) Documento nacional de identidad

telefono_fijo varchar(12) Fecha de nacimiento

celular varchar(12) Teléfono fijo

email varchar(45) Celular

tipo_direccion varchar(45) Email

direccion varchar(200) Tipo de direcciOn

tipo_local idad varchar(45) Dirección

localidad varchar(200) Tipo de localidad

referencia varchar(200) Localidad

registro text Referencia

usuario_id_usuario mt Registro

sexo varchar(5) COdigo de usuario

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 56: Diccionario de datos Tab/a Usuaria

TABLA Usuarlo

Esta tabla almacena los datos de los usuarios

id_usuario mt COdigo de usuario

id_usuario_2 varchar(45) COdigo de usuario 2

rol varchar(45) Rol

usuario varchar(45) Usuario

contrasenia varchar(45) Contraseña

Have varchar(45) Llave

verificar bit Verificar

232
registro text Registro

Fuente: Elaboración propia

Tablci 57: Diccionario de datos Tabla Alumno_encuesta_terminado

TABLA Alumno_encuesta_terminado
—7
Esta tabla almacena las relaciones de alumno - encuesta terminada

id_alumno_encuesta_terminado mt COdigo de alumno encuesta terminado

id_semestre mt COdigo de semestre

id_escuela mt Codigo de escuela

id_docente mt COdigo de docente

id_encuesta mt COdigo de encuesta

Fuente: Elaboración propia

Tobla 58: Diccionario de datos Tabla Enunciado_respuesta

TABLA Enunciado_respuesta

Esta tabla almacena los datos de los enunciados respuestas

id_enunciado_respuesta mt COdigo de enunciado respuesta

id_alumno_encuesta_termina COdigo de alumno encuesta

do mt terminado

varchar(5

enunciado ) Enunciado

varchar(5

respuesta ) Respuesta

Fuente: Elaboración propia

233
Tab/a 59: Diccionario de datos Tab/a Semestre escuela

TABLA Semestre—escuela

Esta tabla almacena las relaciones de semestres - escuelas

id_semestre_escuela mt COdigo de semestre escuela

id_semestre mt COdigo de semestre

id_escuela mt COdigo de escuela

registro text Registro

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 60: Diccionario de datos Tab/a Escue/a_curso

TABLA Escuela_curso

Esta tabla almacena las relaciones de escuelas - cursos

id_escuela_curso mt Codigo de escuela curso

semestre_escuel a_id

—semestre—escuela mt COdigo de semestre escuela

id_docente mt Código de docente

id_curso mt COdigo de curso

registro text Registro

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 61: Diccionario de datos Tab/a Semestre

TABLA Semestre

Esta tabla almacena los datos de los semestres

id_semestre mt Codigo de semestre

234
id_semestre_2 mt COdigo de semestre 2

nombre_semestre varchar(45) Nombre de semestre

anio varchar(45) Año

periodo varchar(5) Periodo

estado varchar(5) Estado de encuesta

fecha_inicio date Fecha de inicio

fecha_fin date Fechadefin

descripción varchar(50) DescripciOn

registro text Registro

Tabla 62: Diccionario de datos ThbIa Curso_alumno

TABLA Curso_alumno

Esta tabla almacena las relaciones de cursos - alumnos

id_curso_alumno mt COdigo de curso alumno

id_escuela_curso mt COdigo de escuela curso

id_alumno mt COdigo de alumno

id_encuesta mt COdigo de encuesta

estado de encuesta:

no programado: no tiene una encuesta en curso no

iniciado: tiene una encuesta sin responder al

menos una pregunta iniciado: ha respondido al

menos una pregunta pero no ha concluido

estado—encuesta varchar(45) finalizado: ha concluido Ia encuesta dentro del

235
plazo vencido: no ha concluido Ia encuesta, y el

tiempo de Ilenado ha terminado.

respuesta_encriptado text respuesta de encri ptado

registro text registro

Tab/a 63: Diccionaria de datos Tab/a Encuesto

TABLA Encuesta

Esta tabla almacena los datos de las encuestas

idencuesta mt COdigo de encuesta

codigo varchar(45) COdigo

fecha_inicio date Fecha de inicio

fecha fin date Fecha de fin

estado varchar(45) Estado

cantidadcategoria I nt Cantidad de categorIas

cantidad_respuesta mt Cantidad de respuestas

cantidad_enunciado mt Cantidad de enunciados

semestre_id_semestre mt COdigo de semestre

registro text Registro

nombrearchivo varchar(1 00)

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 64: Diccionario de datos Tab/a Encuesta_respuesta

TABLA Encuestarespuesta

Esta tabla almacena los datos de encuestas respuestas

236
id_encuesta_respuesta mt COdigo de encuesta respuesta

orden mt Orden

peso mt Peso

respuesta text Respuesta

registro text Registro

encuesta_id_encuesta mt COdigo de encuesta

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 65: Diccionario de datos Tab/a Encuesta_categoria

TABLA Encuesta_categoria

Esta tabla almacena las relaciones de encuestas - categorias

id_encuesta_categoria I nt COdigo de encuesta categorla

orden mt Orden

categoria text Categorla

registro text Registro

encuesta_id_encuesta mt COdigo de encuesta

Fuente: Elaboración propia

Tab/a 66: Diccionario de datos Tab/a Encuesta_enunciodo

TABLA Encuesta_enunciado

Esta tabla almacena los datos de encuestas enunciados

id_encuesta_enunciado mt COdigo de encuesta enunciado

orden mt Orden

enunciado text Enunciado

registro text Registro

237
encuesta_categona_id_

encuesta_categoria mt COdigo encuesta categorla


ruente: tiaooracion propia

238
Diagrama de base de datos

Figura 138: Diagrama de base de datos

239
E. DIAGRAMA DE ESTADOS

a) Diagrama de estado de Semestre

Figura 139: Diagrama de estado de Semestre(1)

Registrar() >[ Vigente ]

Fuente: Elaboración propia

Figura 140: Diagrama de estado de Semestre(2)

Registrar() No vigente ]

Fuente: Elaboración propia

240
b) Diagrama de estado de Encuesta

Figura 141: Diagrama de estado de Encuesta

Fuente: Elaboración propia

C) Diagrama de estados de Usüario

Figura 142: Diagrama de estado de Usuario

Registrar()

[_ReistradojVeificar() >[ Verilicado

Eli inar()

Eliminar
[ ]

Fuente: Elaboración propia

241
F. MANUAL DE USUARIO

Ver Anexo 04

242
CAPITULO VIII

ANALISIS CRITICO Y APORTE A LA EMPRESA

8.1 ANALISIS CRITICO

COMPLEJIDAD DEL ANALISIS Y DISENO

Requisitos funcionales implIcitos parte del proceso

Constantes huelgas

Dificultad en el levantamiento de información del proceso

Limitada participaciOn de los docentes en el levantamiento de

informaciôn.

Obstáculos para Ia implementaciOn del sistema informático.

LIMITACIONES DEL DESARROLLO DE SOFTWARE

Se limita a soportar procesos de evaluaciOn de docentes

No está integrado con los sistemas de coordinaciOn académica

para alimentarse de datos como: alumnos, docentes, cursos,

semestres, facultades, escuelas.

243
8.2 APORTE TECNICO

> SISTEMA INFORMATICO CON TECNOLOGIA J2EE DE

EVALIJACION DE DOCENTES EN LA ESCUELA PROFESIONAL

DE INGENIERIA DE SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD NACIONAL

DE UCAYALI

Mejora el proceso de evaluación de docentes. - El proceso

de evaluaciOn docente ahora estã plasmado claramente en un

sistema informático, manteniendo informaciOnorganizada y de

cal Id ad.

Centraliza el control de procesos. - Esto permite focalizar el

control del proceso de evaluaciOn de docentes en un solo lugar

con elfin de gestionarlo adecuadamente.

Reduce tiempo, costos y esfuerzos. - El proceso de

evaluaciOn de docentes ahora está automatizado, el tiempo de

procesamiento de las encuestas para Ia toma de decisiones es

menor, el costo de evitar usar papeles es cero y por lo tanto el

esfuerzo implicado es minimo.

Permite cargas masivas de datos maestros. - El sistema de

evaluaciOn de docentes permite cargar informaciOn

masivamente de datos maestros, tOmese como un ejemplo Ia

carga de los alumnos del semestre 2017-1.

Expone servicios web. - El sistema de evaluaciOn de

docentes permite interconectarse con otros sistemas

informáticos haciendo uso de Ia tecnologIa de servicios web

(Clear datos maestros, consultar datos maestros) debido a que

244
es una necesidad contar con sistemas integrados dOnde Ia

informaciOn se mueve bilateralmente.

Autentificación de usuarlo. - El sistema de evaluaciOn de

docentes con el fin de garantizar Ia autenticidad del usuario

tiene implementada una lOgica de validaciOn de usuarios a

partir de los datos básicos como:

Nombres

Apellidos

DNI

Fecha de nacimiento

245
CAPITULO IX

CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

9.1 CONCLUSIONES

Sobre el objetivo general: "Determinar cOmo el sistema intormático con

tecnologIa J2EE mejora Ia EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela

profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de

Ucayali", se concluye que fue logrado de manera efectiva desde el

trabajo realizado en campo como fue el levantamiento de informaciOn

hasta Ia implementaciOn de Ia soluciOn tecnolOgica en Ia Escuela de

Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

Sobre el primer objetivo especIfico se IlegO a identificar el proceso de

Evaluaciôn de docentes en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de

Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali.

Sobre el segundo objetivo especIfico se llegO a aplicar un sistema

informático con tecnologIa J2EE a Ia evaluaciOn de docentes en Ia

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas de Ia Universidad

Nacional de Ucayali.

Sobre el tercer objetivo especifico se IIegO a determinar el grado de

asociaciôn entre el sistema informático con tecnologIa J2EE y Ia

evaluaciOn de docentes en Ia Escuela Profesional de IngenierIa de

Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali, tomando como

246
referencia el cuestionarlo dirigido a los docentes de Ia Escuela

Profesional de Sistemas de Ia Universidad Nacional de Ucayali el cual se

usô para obtener el valor crItico (Z= 3,2151) y compararlo con el valor Zc

student (Zc= 1.96), rechazando Ia hipôtesis nula y aceptando Ia hipótesis

alterna. Además, para medir el grado de asociaciOn de las variables

manejadas en este estudio se utilizó correlaciOn con el coeficiente r de

Pearson (CorrelaciOn parametrica) y el coeficiente Rho de Spearman

(CorrelaciOn no paramOtrica) dando como resultado Ia existencia de

correlación.

5. Sobre el cuarto objetivo especifico se Ilego a proponer un modelo

adecuado de sistema informãtico con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de

docentes en Ia Escuela profesional de lngenierIa de Sistemas de Ia

Universidad Nacional de Ucayali.

9.2 SUGERENCAS

El sistema informãtico con tecnologIa J2EE de evaluaciôn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de Sistema de Ia Universidad

Nacional de Ucayali debe fomentarse su uso en las diferentes escuelas

profesionales de toda Ia universidad.

El sistema informático con tecnologIa J2EE de evaluaciOn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de Sistema de Ia Universidad

Nacional de Ucayali se ajusta a cualquier universidad que cuenta con

evaluaciones de docentes similar, en caso Ia evaluaciOn de docentes de

otra universidad difiera abismalmente de Ia realidad de Ia Escuela

Profesional de Ingenierla de Sistemas entonces serla conveniente

247
realizar un proyecto de mejora at sistema de evaluaciOn de docentes con

las nuevas consideraciones.

3. El sistema informâtico con tecnologia J2EE de evaluaciOn de docentes

en Ia Escuela Profesional de Ingenierla de Sistema de Ia Universidad

Nacional de Ucayali puede correr en servidor local en caso de no

trabajarlo en Ia nube.

NM
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ANEXOS
ANEXO 01: MATRIZ DE CONSSTENCIA

Tobla 67: MatrIz de consistencia

REALIGAD PROBLEMATICA FORMULACIÔN OBJETIVOS HIPOTESIS VARIABLES DIMENSIONES!INDICADORES MET000LOGIA DE LA INVESTIGACION

TITULO: GENERAL: GENERAL: GENERAL: VARIABLE Sistema Web con Teerrologla TIPO DE INVESTIGACION

Sistema Informético con tecnologla tEn qué medida 01 sistema Deterreinar cdmo el sistema El sistema informético DEPENDIENTE: J2EE: -Aplicada

J2EE de Evaluacion de docentes informtitico con tecnologia iriformético con tecnologla con tecnologla J2EE Evaluacion de -Hardware: -Ge campo

en Ia Escuela profesional de J2EE mejora la EvaluaciOn J2EE mejora la EvaluaciOn de mejora la EvaluaclOn de docentes Computadoras -Descripliva

Ingenierla de Sistemas de Ia de docentes en Ia Escuela docentes en Ia Escuela docentes en Ia Escuela interconectadaa

Universidad Nacional de Ucayali. profesional de ingenierla do profesional de Ingenierla de profesional de Ingenieria VARIABLE NIVEL DE INVESTIGACIÔN:

SINTOMAS: Sistemas de Ia Universidad Sistemas de Ia Universidad de Sistemas de Ia INDEPENDIENTE: -Software Doscriptiva

Resultado de evaluacidn de Nacional de Ucayali? Nacional de Ucayali. Universidad Nacional de Sistema Irrformtitico Funcionalidad

docentee impreciso ESPECIFICOS: ESPECIFICOS: Ucayali. con tecnologla J2EE. Confiabilidad METODOS:

Toma de decisiones equivocadas. tSe puede identillcar el Identificar ci proceso de ESPECIFICOS: Usabilidad Inductivo

Procesamiorrto manual de datos proceso do Evaluaciau, de EvaluaciOn de docentes en is Es posible identificar el VARIABLE Confidencialidad

de encuostas docentes en Ia Escuela Escuela profesional do proceso do EvaluaciEn INTERVINIENTE: DISENO DE INVESTlGACl4:

CAUSAS: profesional de Ingoniorla do Ingenierla do Sistemas de Ia de docentes en Is Facultad de Ingeniorla Evaluaclón de docentes: Pro Teat- PostTost

Deacoruocimionto an alumnos Sistemas de Ia Universidad Universidad Nacional do Escuola profesional de do Sistemas y de -Planiflcacidn de encuostas

acerca do los docentes Nacional do Ucayali? Ucayali. Ingoniorla do Sistemas Ingenierla Civil de Ia Tiempo do disoflo do POBLACION:

rosponsablos de sus asignaturas. ,Se puode construir un Construir un sistema do Ia Universidad Universidad Nacional oncuosta 559

ManipulaciOn de datos en ci sistema informtitico con informtitco con tecnologla Nacional de Ucayali." de Ucayali

Ilonado do encuotas. tecnologla J2EE a Is J2EE a Ia Evaluacidn do Es posible construir un -Procesamionto do oncuostaa MIJESTRA:

ManipulaciOn de datos en ci Evaluacion de docentes en docentes en Ia Escuela sistema informtitco con UNIDADES DE Tiempo do encuesta a 228

procesamlonto de las oncuestes Ia Escuela profesional do profesional de Ingenierla de tocnologia J2EE a Is ANALISIS: alumnos

Error de digitacion en Ingonieria de Sistemas do Sistemas de Is Universidad Evaluacion do docentes Escuela profesional Tiempo de ovaluaciOn a SW DE PROC. GATOS:

procesamiento do datos en Ia Universidad Nacional de Nacional de Ucayali. en Is Escuela profesional do Ingoniorla do docentes SPSS

oncuostaa Ucayali? Gotormlnar 01 grado do de Ingeniorla do Sistemas do Tiempo do procosamiento

Ptirdida do encuestas antoa del tCutiI osel grado do asociaciOn ontre ci sistema Sistemas de Ia Universidad Nacional de, datos INSTRUMENTO DE RECOLECCIÔN DE GATOS

procesamiento de datos. corrolaciOn entre ci sistema informtitico con tocnoiogIa Universidad Nacional do de Ucayali. Fuontes I Técnlcas Herramtentas

informdtico con tecnologla J2EE y Is Evaluacitin de Ucayali.' -Organizacion


PROBLEMA: J2EE y Ia EvaluaciOn de docentes en Ia Escuela Es posible determlnar el Eficiencia del personal de Prirnaria Encuesta Cuesltonario

Dificultad en Evaluacion de docentes en Ia Escuela profesional de Ingenierla de grade de asociaciOn evaluacion de docentes

docentes en Ia Escuela Profesional profesional de Irrgenierta de Sistemas. entre el sistema - Secundaria Ref. Fichas
de Ingenlerla de Sistemas de Ia Sistemas de Ia Universidad Proponer un modelo adecuado informatco con Bibliogrfica Bibliográficas
Universidad Nacional de Ucayali. Nacional de Ucayali? de sistema inforrndtico con tecnologla J2EE y Is

tExiste un modelo tecnologia J2EE de EvaluacOn Evaluaclon de docentes

adecuado de sistema de docentes en Is Escuela en Is Escuela profesional

informático con tennologla profesional de Ingenieria de de Irrgenierla de

J2EE de Evaluaciôn de Sistemas de Ia Universidad Sistemas de Ia

docentes en Ia Escuela Nacional de Ucayali. Universidad Nacional de

profesional de Ingerrierla de Ucayali."

Sistemas de Ia Universidad Es posible proponer un

Nacional de Ucayali? modelo adecuado de

sistema informálico con

tecnologla J2EE de

EvaluaciOn de docentes

en Ia Escuela profesional

de Ingenierla de

Sistemas de Is

Universidad Nacional de

Ucayali"

l-uente: hiaboraciOn propia


ANEXO 02: ENCUESTA DIRIGIDA A LA PROBLACION DE LA ESCUELA

PROFESIONAL DE INGENIERIA DE SISTEMAS DE LA UNIVERSIDAD

NACIONAL DE UCAYALI

Cu ESTIONARIO

N° de cuestionario:

Fecha:

Encuestador:

Objetivo: Tratar de medir satisfactoriamente el grado de operatividad de las actuales

actividades que realizan en el proceso de evaluacion docente en Ia Universidad Nacional de

Ucayali.

PREGU NTAS:

Tab/a 68: Diseflo de encuesta

PREGUNTAS ALTERNATIVAS

No Item
w
E 0
• CI
5 5 5
HARDWARE

,Cómo califica Ia importancia del uso de las computadoras


01
interconectadas en el proceso de evaluaciOn docente?

SOFTWARE

02 Cômo califica Ia funcionalidad de un sistema informãtico para Ia


evaluaciOn docente?

,COmo califica Ia conliabilidad de un sistema informático para Ia


03
evaluaciôn docente?

L Cómo califica Ia usabilidad de un sistema informático para Ia


04
evaluaciôn docente?

,COmo califica Ia conlidencialidad de datos de un sistema


05
informãtico de evaluaciOn docente?

PLANIFICACIóN DE ENCUESTAS

COmo califica el tiempo que toma diseñar una encuesta para el


06
proceso de evaluaciOn docente?

PROCESAMIENTO DE ENCUESTAS

Cómo califica el tiempo que requiere encuestar a los alumnos en


T t
07
el proceso de evaluaciôn docente?

,COmo califica el tiempo que requiere evaluar a los docentes en el


08
proceso de evaluación docente?

,Cómo califica el tiempo que toma procesar los datos de las


09
encuestas en el proceso de evaluaciOn docente?

ORGANIZACION

tCOmo califica Ia eficiencia del personal asignado en el proceso


10
de evaluaciOn docente?

Fuente: Eaboración propia

1Gracias porsu colaboración!


ANEXO 03: PRESUPUESTO

1. Calculo de esfuerzos

a) Peso de los actores

Consideramos los actores para el sistema y determinamos para cada

actor pesos de acuerdo a sus roles simples, promedios a complejos

en el uso del sistema. (Carlos, 2003)

Tobla 69: Asignación de tipo de actor

TIPO DE ACTOR DESCRIPCION FACTOR


Simple lnterfaz del programa I
Promedio Manejador de interfaz con 2
protocolo
Complejo lnterfazGrafica j3
Fuente: Libro "AdministraciOn de proyectos de informática' (Francisco Toro Lópe)

Tabla 70: Asignacidn de tipo de actores

ACTOR TIPODEACTOR FACTOR


Jefe de Promedio 2
departamento
Docente Simple I
Alumno Promedio 2
Administrador Complejo 3
TOTAL 8
Fuente: Elaboración propia

b) Pesos de los casos de uso

Consideramos los actores basándonos en el nUmero de

transacciones que realiza cada caso de uso y el tiempo en dIas de


Tab/a 71: Asignacidn de tipo de actores

TIPO DE CASO DE DESCRIPCION FACTOR


USO
Simple 3 o menos transacciones 2

Promedio 4 a 7 transacciones 3

Complejo 7 transacciones o mas 5

Fuente: Libro "Administración de proyectos de informática" (Francisco Toro LOpez)

Tab/a 72: Asignación de pesos de casos de uso

DESCRIPCION TIPO FACTOR

Crear encuestas Complejo 5

Rellenar encuestas Prom edio 3

Consultar resultados de encuestas Simple 2

Gestionar mantenimiento de sistema Complejo 5

TOTAL 15

Fuente: ElaboraciOn propia

C) Pesos de los casos de uso

Para encontrar el ajuste de puntos para los casos de uso quien

refleja Ia complejidad del proyecto y Ia experiencia de los

desarrolladores del proyecto, utilizamos el total de peso de los

actores y de los casos de uso.

Acumulado de Pesos de Casos de Uso (APCU) => 8 + 15 = 23


d) Calculo de factor técnico de complejidad (FTC)

Para encontrar Ia complejidad técnica del proyecto asignaremos

factores (simples, promedios, complejos) y valores entre 0 y 5, donde

o significa que el factor es irrelevante en el proyecto, y un puntaje 5

significa que el factor es notable para el proyecto.

Tab/a 73: Sumatoria de Factor tëcnico de complejidad

Nro. DescripciOn Peso Valor Valor


(P) Asignad Total
o(VA) (P*VA)
01 Sistema Distribuido 2 1 2
02 Rendimiento de los objetivos 1 4 4
cumplidos
03 Efectivo para los usuarios finales 2 3 6
04 Codigo reutilizable 1 4 4
05 Fácil de instalar 1 3 3
06 Fãcil de usar 1 4 4
07 Facilidad de mantener 1 3 3
08 lncluye caracterIsticas especiales 3 3 3
de seguridad
TOTAL(TFACTOR) 29
,-uente: Lioro Mamlnlsrraclon ae proyectos de Intormatica" (1-rancisco Toro Lopez)

FTC=>0.6 + (0.01 *TFACTOR)

FTC=>0.6 + (0.01*29)

FTC=>0. 89
e) Calculo de factor de Environment (FE)

Este cálculo se basa en conocer el nivel de experiencia del

desarrollador del proyecto: a esto se le llama factor de Environment,

para este cálculo se debe considerar:

1. Del factor 01 at 04

Tabla 74: Ran go de seleccionesfactores 01 a! 04

0 No tiene experiencia
Fuente: Libro

3 Tiene más o menos experiencia "AdministraciOn de

proyectos de
5 Es experto
informática"

(Francisco Toro Lopez)

2. Del factor 05

Tabla 75: Ran go de selección factores OS

0 No está motivado

3 Mãs o menos motivador

5 Muy motivador

Fuente: Libro "Administración de proyectos de informática" (Francisco bra Lopez)


Del factor 06

Tobla 76: Ran go de seleccidn factores 06

O Requerimientos estables

3 Más o menos requerimientos inestables

5 Requerimientos estables

Fuente: Libro "AdministraciOn de proyectos de informática" (Francisco Toro Lopez)

Del factor 07

Tabla 77: Ron go de selección factores 07

0 No hay staff de rnedio tiempo

3 Más a menos staff de medio tiempo

5 Todos trabajan medlo tiempo

Fuente: Libro "AdministraciOn de proyectos de informática" (Francisco Toro Lopez)

Del factor 08

Tabla 78: Ron go de se!ección factores 08

0 Fãcil usa de Ia programaciOn

3 Mãs o menos programador

5 Mucha dificultad para Ia programaciOn

Fuente: Libro "AdministraciOn de proyectos de informática" (Francisco Toro Lopez)


Tab/a 79: Asignación de valor a Factor de Environment

Nro. DescripciOn Peso Valor Valor

(P) asignad Total

o (VA) (P*VA)

01 Manejo de procesos unificados 1.5 3 4.5

02 Experiencia en aplicaciones 1 3 3
03 Experiencia en Ia orientaciOn a 1.5 3 4.5

objetos

04 Capacidad de análisis y liderazgo 1 3 3


05 MotivaciOn 2 4 8

06 Requerimientos estables 2 3 6
07 Trabajadores a medio tiempo 0 0 0
08 Dificultad del lenguaje de 1 1 1

programaciOn

Total(TFACTOR) 30
ullLe; claboracion propia

FE=>0.35+ (0.03*TFactor)

FE=>0.35+ (0.03*30)

FE=>1 .25

f) Calculo de los puntos de Casos de Uso (PUP)

UCP=APCU*FTC*FE

UCP23*0.89*1 .25

UCP= 25.5875
g) Elección del factor hombres/horas

Para Ia elecciOn de este factor se toma en cuenta el factor

Environment y contamos del factor 01 at 06 los valores asignados

que son menores a tres y contamos del factor 07 at 08 los que tengan

valores a partir de 3. Si el total es 2 o menos utilizaremos 20 hombres

I horas por puntos de Caso de Uso (PUC), si son mayores a tres

usamos 28 hombres I horas por puntos de Caso de Uso (PUC). Al

contar los valores como se describiO nos da como resultado 0, por tat

utilizamos 20 hombres I horas, a este valor 10 multiplicamos por los

puntos de Caso de Uso (PUC) y consideramos que el resultado es el

esfuerzo que vamos a necesitar para el desarrollo del proyecto:

Esfuerzo = 25.5875*20 = 511.75

También es posible calcular el tiempo estimado que se necesitará

para el desarrollo del proyecto (TEP); considerando trabajar 8 horas

diarias, 6 dIas a Ia semana, obteniendo un total de 48 horas

semanales.

TEP = 511.75/48 = 10.66 semanas


Desarrollador del Proyecto

Este costo se da en base a un sueldo mensual para el desarrollador del

proyecto de 2000 nuevos soles que multiplicado por el tiempo estimado

para el desarrollo del proyecto (10. 66 semanas = 2.67 meses) hacen un

total de 2.66 * 2000 = 5340.00 nuevos soles peruanos.

Materiales

Tab/a 80: Presupuestos de Materiales

MATERIALES COSTO

Cant. Unidad Descripción Unitario Total SI.

SI.

Global Fotocopiado de 50.00 50.00

documentos

10 Unidades Lapiceros 0.50 5.00

10 Unidades Folder 1.00 10.00

2 Unidades Cuadernos 100 hojas 3.00 6.00

4 Unidades Borradores 0.50 10.00

2 Unidades Lápices, Portaminas 5.00 10.00

3 Unidades Tintas B/N y color 65.00 195.00

TOTAL 278.00
I-uente: ElaboraciOn propia
Equipos de cómputo y otros

Tab/a 81: Presupuesto de equipos de cdmputo y otros

EQUIPOS DE COMPUTO COSTO

Cant. Unid. Descripcion Unidad SI. Total SI.

2 Unidades PC 13 1500.00 3000.00

TOTAL 3000.00

Presupuesto General

Tab/a 82: Costa Total

DESCRIPCION COSTO SI.

Staff 5340.00

Mariales 278.00

Equipos de cOmputo y otros 3000.00

TOTAL 8618.00
ruene: tiaooracion propia
ANEXO 04: MANUAL DE USUARIO
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
4-1 Universidad Nacional de Ucayah

tl•r•

Manual de Usuario del Sistema Informático de Evaluación de Docentes

Manual de Usuario del Sistema


lnformático de Evaluación de
Docente.
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
N
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema InformOtico de Evaluación de Docentes

Contenido
1. Propósito ............................................................................................................................... 5
2. Requerimientos del Sistema ................................................................................................. 5
3. lnicio y cierre de sesión, corn probación de usuario ............................................................. 5

3.1. lniciarsesión.................................................................................................................. 5

3.2. Roles.............................................................................................................................. 7

3.3. Cierre de sesión............................................................................................................. 8


3.4. Verificar usuario y cambiar contrasefia por defecto..................................................... 9

4. Funcionalidad general ......................................................................................................... 11

4.1. Zona superior o cabecera ............................................................................................ 12


4.2. Zona del Indice o meni ............................................................................................... 12

4.2.1. Perfil Administrador ............................................................................................ 12


4.2.2. Perfil Docente...................................................................................................... 13

4.2.3. Perfil Alumno....................................................................................................... 14


4.3. Zona centro o area de trabajo..................................................................................... 14
4.4. Zona de notificaciones ................................................................................................ 15

4.4.1. Notificación de éxito ........................................................................................... 16


4.4.2. Notificación de alerta .......................................................................................... 16

4.4.3. Notificación de error ........................................................................................... 17


4.5. Zona baja o pie de página. .......................................................................................... 17
5. Módulo de administración. ................................................................................................. 17
5.1. Facultad. ...................................................................................................................... 18
5.1.1. Crearfacultad...................................................................................................... 18
5.1.2. Listar facultades yver detalles. ........................................................................... 20
5.1.3. Actualizar facultad............................................................................................... 21
5.1.4. Borrarfacultad. ................................................................................................... 22
5.2. Escuela......................................................................................................................... 25

5.2.1. Crearescuela. ...................................................................................................... 25


5.2.2. Listar escuelas y ver detalles. .............................................................................. 27

5.2.3. Actualizar escuela................................................................................................ 28


5.2.4. Borrar escuela. .................................................................................................... 30
5.3. Curso. .......................................................................................................................... 33

5.3.1. Crearcurso. ......................................................................................................... 33


5.3.2. Listar cursos y ver detalles. ................................................................................. 35
5.3.3. Actualizar cursos. ................................................................................................ 36
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema inform ático de Evaluación de Docentes

5.3.4. Borrar curso......................................................................................................... 38


5.4. Docente. ...................................................................................................................... 40

5.4.1. Creardocente...................................................................................................... 40

5.4.2. Listar docentes y ver detalles. ............................................................................. 44


5.4.3. Actualizar docentes. ............................................................................................ 46
5.4.4. Borrar docente. ................................................................................................... 47
5.5. Alumno. ....................................................................................................................... 50

5.5.1. Crearalumno....................................................................................................... 50
5.5.2. Listar alumnos y ver detalles............................................................................... 52
5.5.3. Actualizar alumno................................................................................................ 54

5.5.4. Borrar alumno. .................................................................................................... 56


5.6. Semestre. .................................................................................................................... 58
5.6.1. Crear semestre. ................................................................................................... 58

5.6.2. Listar semestres y ver detalles. ........................................................................... 60


5.6.3. Actualizar semestre. ............................................................................................ 61

5.6.4. Borrar semestre................................................................................................... 62


5.7. Encuesta. ..................................................................................................................... 65
5.7.1. Crearencuesta. ................................................................................................... 65
5.7.2. Listar encuestas y ver detalles............................................................................. 69
5.7.3. Borrar encuesta................................................................................................... 70
5.8. Administración de datos en el semestre..................................................................... 73
5.8.1. Agregar curso a escuela en un semestre............................................................. 73
5.8.2. Agregar alumnos a curso..................................................................................... 78
5.8.3. Borrar curso......................................................................................................... 84
5.9. Administración de datos de usuarios.......................................................................... 87
5.9.1. Restablecer contraseña ....................................................................................... 87

6. Módulo docente.................................................................................................................. 89
6.1. Cursos.......................................................................................................................... 89
6.1.1. Visualizar cursos asignados. ................................................................................ 89
6.1.2. Visualizar alumnos en cursos asignados. ............................................................ 90
6.1.3. Visualizar perfil. ................................................................................................... 92
6.1.4. Mod ificar contraseña. ......................................................................................... 93
7. Módulo alumno................................................................................................................... 96

7.1. Cursos.......................................................................................................................... 96
7.1.1. Visualizar cursos asignados. ................................................................................ 96
It
Escuela Profesional de tngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayaii

Manual de Usuarlo del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

7.1.2. Rellenar encuestas. ............................................................................................. 97


7.1.3. Visualizar perfil..................................................................................................101
7.1.4. Cambiar contraseña. ......................................................................................... 102
C 4(

tiNli c'
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informático de Evaluación de Docentes

Propósito
El propósito de este Manual es facilitar at usuario Ia operación de las diferentes pantallas de
captura y consulta de Ia información que se administra en el Sistema tnformático de
Eva I uación.

Requerimientos del Sistema


Requerimientos de Hardware

Contar con:

Computadora de escritorio, laptop, tablet o celular.


Conexión a internet

Requerimientos de Software

Contar con:

Cualquier sistema operativo


Navegador (Opera, Google Chrome, Mozilla u otro), se encuentra optimizado para
Opera.
•Editorde hoja de cálculo Excel.

3. lnicio y cierre de sesión, corn probación de usuarlo:


3.1.1niciar sesión
Abra el navegador de su preferencia y escriba Ia siguiente dirección:

http://evaluacion-pdream.rhcloud.com

Inmediatamente después, el sistema solicita Usuario y Contraseña.


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

- Manual de Usuario del Sistema Inform atico de Evaluación de Docentes

- -
-
< > C

QDEA11

La Unlvorsn)ad Nacional do Ucoyali as entre las principales unleresidades del Pen). Ilbicado One! departamento do Ucoyall. Fue creada pot
at decrelo Lay IT 22804 at 18 do didembra do 1979, baja 01 notnbro do Utilvarsidod Nedonnl do Pucolpa duranle at gobierno mlldor del
Genorul Francisco Morales BermUdez. En 1981 at Congreso del Pen) a concedlO to ratlIlcacidn do so creaclOn par Lay No. 23261, yen 1983
curnbki a su designacidu actual con to Ley No. 23733 sun peimeros cerreres fueron: Agronomle. Enlemrerte a log. Forestal.

Cameras
Agronorele
c3enciasMmnrlstretivas
Ciendas Cotrlables y Floanderan
Cienctes do Ia Cornunicacidn
Oerecho y Ciendos Polifices
Eccaiomlo y Negoclos Inlemacionales
Educacldn IelaI
Educncidn Prirnarie
Educocidn Secundailu
Enlermerle
Ingenlerla Agloir!dusIIlaI
lngenloria Foroslol
Ingenlerla Ainbleetnl
Ingenierla CMI
lnganioria do Sisteios
Medicina 1-turnana
Pslcologla

El Usuario y Contraseña es de Ia forma:

Administrador:
Usuario: admin
Contraseña:

Docente:
Usuario: [Nimero de DNI]
Contraseña: [NLmero de DNI]

Alum no
Usuario: [Ntmero de código universitario]
Contraseña: [Nümero de código universitario]

Usu8no / Código
i1 ] inciarsesion

ides del PerU, ubicado en el depart¼


e Liniversidad Nacional de Pucflpa o
fr r rhrt, li Mtific&JOn jO mi rr:r
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali
.8 f Y

Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

3.2. Roles.

Vista de ment (Administrador)

La Untvrs,dod Nacioflot do Uc.yaEi as antre las pnncptes unversatodes del Pen), ubicodo en at deporwrnento do Ucayeti Fue creada por
aidecrelo Lay N22804 at 18 do diciembre do 1979, bajo at nombrede Urevarsidad Nacnat do Pucaflpa durante etoblerno naMm del
General Francisco Morales 8errn6dea. En 1981 et Cori eso del Peril Ia concadió Ia ro1i9coc6n do su creación pot Lay No 23201, yen 1083
cnrritho 0 su destgaocrón actual con Ia layNo 23733 505 piirnaros carrojes (ucron, Aqionoinia. EnleioiTh a Ina Foiastat.

Vista ment'.i (Docente)

ti4&kL 10

c CM (sc L nc;; ijxa

La Unryrsjdd Naaonnl do Utayttj as Ontre Ins principalos universidedeS del Panl thcdb an at dopnrtanwnto cIa UcmyaU Fue creada pot
of decrato Lay N 22804 0118 do diatembra do 1970. bajo at noinbro do UnivOtsidod Nanonat do PUcattpn durante at gbierno mitat del
General Fr0ntico Morales qerrnodez. En 1981 of Con9raso dot PerU ta conceda3 Ia ratificacionde Sc creaciUn par Lay No 23281, yen 1983
cainbi8 a cc designecón Octuat con in Lay No 23133 sus pkiieras carreras (uaron. Aoconornio, Enfernieria e Ina. Forestal.

Vista menci (Alumno)

La Unersidod N000n0l do Ucaynhi es anIta lri ptinc,o1asunivor5idaiias dot PetU. ubicndo an oh departamenlo do 'Ucoyal, Fue crendo pot
et decreto LOy N° 22804 at 18 do dicembte de 1979, baja at Pombre do Univer5rdad Necnat do Pucalipa durartte at gobiarno rmiithr del
General Francisco Moretes Bern,ttdaz En 1081 at Congraso del PtU Ia coricedO Ia reirticorzala do cii creacida pot iay No 23281. yen 1983
carablo a cc desi9neci6n aclual con Is Lay No. 23733 cue otrnaioo caireras (uerori Agronornie, Enfermerfo 0 1n9 Foisslal.
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

- Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluaci6n de Docentes

3.3Cierre de sesón
Para el cierre de sesión basta con hacer clic en menci "Cerrar Sesión" y confirmar Ia operación,
tras Ia confirmación se espera el mensaje de alerta de cierre exitoso, por ultimo ser
redireccionado a Ia página de inicio de sesión.

La Universidad Nacional de Ucayali es enire las principales universidactes del Pen, ' to de UcayaL
el decreto Ley NO 22804 el 18 de diciembre de 1979, baja el nombre de Universidad nte el gobieri
General Francisco Morales BerniUdez. En 1981 el Congreso del PerU le concedió Ia rá ______ n por Ley No.:
cambiO a su designacion actual con Ia Ley No. 23733 sus primeras carreras fueron: Agroñomia, Enfermeria e Ing. Forestal.

Carreras

fli ' . 43
I

onal do Ucayali es entre las priricipales Iifllversldades del Peru, arnento de


'804 el 18 de diciembre do 1979, bajo el nomhre de Universid mar-f. urante
lorales BerrnUdez. En 1981 ci Congreso del PerU le concediO - - - On par
ciôn actual con Ia Ley No. 23733 sus pnmeras carreras FueronA, a e Ing.

I tEstlmdo usuario desea cerrar


------------------------------ on.
istrativas
)Ies y Financieras
,ornuntcacion
I ILcom ]Cancelar
]
icPUtirac

La Universidad Nacional do Ucayali es eniro las principalos unioersidados del PerU, ubicado onot dopartamonto do Ucayali. Cue canada por
ci doaeto Ley Nh 22804 el 18 do diciembre do 1979, bojo at sombre do Universidad Nacional do Pucelipa durante el gobierno militar del
General Frmrcisco MaceMs Bomiddez, En 1991 el Congreso del Per6 Is concedld Is ratificedOn do su ci0ndOn por Ley No 23261,y on 1983
carnbiO a su desigr.acidn actual con Is Ley No. 23733 sus prbneras cerreras fuoron Agronomia. Enfennnria e Ing. Coreslal.

Cameras
Agr000nhla
Cienclas Mminisirativas
Cienues Coninbies y rinaoclaroa
Cencias do Is Comunicocl&n
DOrecIho p Clencias Poll licas
Eccornia y tleocIos Intemacion01es
Educecidn Inicial
Educecidn Prlmarla
Educocidlr Secundoila
Enfoimera
Ingenierfa Agrolndusirlal
Ingeniorla ForslnI
Ingeniorla Ambiontal
Ingenierla CMI
Ingenlorla do Siotomos
M9002hIa Hinnosa
Pskoiogla
ve

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacional de Ucayali

Manual de (Jsuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

Owmaz lisi*no I C4kge Coiigrue8m


I I Irdct&esI&

La Universidad Nadonal do Ucayali as entre las principalos universidades del ierU, ubicado en el deparlamento de Ucayali. Fue creada por
el docrato Ley N° 22804 el 18 do diciembre do 1979, bajo el nonibro do Universidad Nadoflal do Pucalpa duranle at goblerno muller del
General Francisco Morales 6erm1dez, En 1981 at Congreso del PerU le coricedió Ia ratificacion do su creaclOn por Ley No. 23261, yen 1983
camblO 8 SU designaciOn actual con to Ley No. 23733 sus prlmeras caneras fUeron: Agronomlo. Enfermerla 0 Ing. Forestal.

Cajierae
Agronornla
Ciencias Administrat teas
Ciencias Contables y Finanderas
Ciericias do In ComunicociOn
Derecho y Ciencias Polflicas
Ecanomla y Negoclos lntemaclonoles
EducaciOn Inicial
EducaciOn Primarla
EducadiOn Secundaria
Enferrneria
Inrioniorto Ar,rniniiuctrial

3.4.Verificar usuaro y cambiar contraseña por defecto


Al iniciar por primera vez sesión (docente y alumna) el sistema pedirá comprobar Ia identidad
y cambiar Ia contraseña por defecto.

Pantalla de inicio de sesión por primera vez

I48 ille!.

FL

- 1
La Uftoerserad NaUenrf d
enro, I
)YAN NO dreads per
blnrrro mOlar deF
Gennot Frandsco Moral F.rrI,. ojaes I No 2381,yen 1983
camroO ass desl0rradidfr I
Caneras I
Afornierrila
C.enctss Adrnlflftrsti
Crenoas CentabiGs p
Cjancins dOtS Comtrrj
drereciro V ClOrlces Pj
Oconemla p Naoded
EducGcIOrr InKml
Educecidrrplersrta
OducaclOn S-Cundert
Enjernorfa
lngeeleptaAOro!nfuf
F
Injienletia Aritrlestal
lniGllSCMl
lrrgVtdeVla do Sistotnas
MethdrtaHumanrr
Ptcologlo

Al realizar ía verificacion de usuario sin colocar datos mostrará el detalle de los errores.
!IOA (

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacionat de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Inform atico de Evaluación de Docentes

I erifkar usuario v cambiar contraseuia - - )iI


---------------------------------------------------------------------
Nombres

Apellidos
-----------------
Dni

Fecha nacimiento ...--.-...--.-....-..--..--.--..--.--.--,-.-.--.--.--,--.--..--.--.--


Contraseiia nueva

Repetir contrasefia ---..--.--..-..-.-..... .. -------------.--...-


Ingrese noni bre(s)
Ingrese apeiidos
Ingrese ONI
Selecdone fecha de nadmiento
Ingrese nueva con traseuIa
Pepita contraseña

Verificar_] Canceiar

Ingresar datos para verificar usuario, en caso de no realizar este paso, el usuario no podrá
rellenar Ia encuesta.

Verificar usuario y cambiar contrasefia x

Nombres IHENRRI ROGGER SEGUNDO

ApeUidos

Oni 46433296 or
Fecha nacimiento 03/07/1990 g.

Contrasefia nueva
-------------------------------------------------------------------
Repetir contraseña

Venficarl ncelar

En caso de que Ia verificación es correcta nos devolverá el mensaje indicado.


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Universidad Nacional de Ucayali

-
Manual de Usuario del Sistema Informático de Evaluación de Docentes

- UCAYA1I-PUCLrJFA
_____ I3TRS1DAD NchOILTDEi!JCAYALI
USUIOU0O2O807O

tnwo

La Universidad F'Jacional de Ucayali as entre las pnncipales universidades del Peni, ubicado on at departamento de Ucayali. Fue creada por
el deceto Ley N° 22804 el 18 de diciembre de 1979, bajo at nombre de Universidad Necional de Pucafipa durante at goberno mutter del
General Francisco Morales Berrnüdez. En 1981 at Congreso del Pew le concediO to ralilicacion de su creaciOn per Ley No.23261 yen 1983
camblo a su designaciOn actual con to Ley No. 23733 sus prirneras carreras fueron: Agronomia, Enfermerla a (rig. Forestal.

Carreras
Agrononila
Ciencias Administrativas
Ciencias Contables y Financieres
Ciencias de to ComunicacrOn
E s8j0rrectod8
cacion
]

Derecilo y Ciencias Pollticas


Economia y Negocios Intemacionales
EducaciOn Inicial
Educeción Primaria
EducaciOn Secundana

4. Funcionalidad general

Las pantallas del sistema se dividen en cinco (5) zonas:

.t WA
I 1USUAR10dnnn

Inirin

La Universidad Naclonal de Ucayali es enlre las principales Unlversldades del PerU. ubicado en el departamento de Ucayall. FUe cicada por
el decreto Ley N° 22804 el 18 de dlclembre de 1979, bajo el nombre de Untversldad Naclonal de Pucalipa durante ci gobierno mlttar del
General Francisco Morales Berm8dez. En 1981 el Congreso del PerU Ic concerlló Ia ratiticaclón de su creaclôn por Ley No. 23261. yen 1983
camblo a su destgnaclon actual con Ia Ley No. 23733 sue primeras carreras tueron: Agronomla. Enfermeria e Ing. Forestal.

Carraras
Agronomia
CleflclasA8mlnlstrativas
Clenclas Contables y
• Clenclas de In Comunicaclón
j
• Derecho y Clenclas Politicas
Economia y Negoclos Inlernaclonales
EducaclOn Inldal
Educaclón Prlmarla
EdUcaclOnSecundarla
Enlermeria
Ingerileria Agrolncltlstr(al
Ingenleria Forestal
Ingenleria Ambiental
Ingenleria CMI
lngenleria de Slstemas
Medlclna Humana
Pslcologia
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
utcu .
Unwersidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Inform dtico de Evaluación de Docentes

4.1.Zona superior o cabecera


Esta zona contiene el logo de Ia universidad, el nombre de Ia universidad y el nombre de
usuario activo.

QMrr Donaoc o + - x-
e ---- ------------- ---- - 0 ®

I /ff5

I
L --- -
La UnNersldad NaOIonal dv Urayel esentre las prlacvle, oldades deiPera, olalcado en vi depaitainento de 000yvil FUe creSda pot
ci decreta 1ev IF 2280d vitO de diclerebee de 1989, bao vi nombre de Unnsldad NacNoaI de Puraiot durente vi gobierrro mt*a,dei
Geyer,l Franunva Morales Beoniddor En 1981 vi Congreso del Peed le caneedid b ratrflcaclon do su c,e,tidn per Lay No 23261. yen 1983
cumD4O a su de8griucldo actual coni Ia Ivy No. 23723 sus primenas carrenasfueron: A.3Tunumiu Enfeelneri; C 599 Forestal

Curreras

4.2.Zona del Indice a menti


4.2.1. Perfil Administrador

ift
Botón "nicio", se utiliza para regresar a Ia página de inicio (index)

BotOn "Semestre": permite el ingreso a Ia página de


administración de semestres (registrar, leer, modificar y borrar).

r Botón "Administración de semestre": permite el ingreso a Ia


Uc pgina de administración de cursos y alumnos asignados a una
118
escuela, es decir agregar un curso a una escuela y alumnos al
curso.

Botón "Encuesta": permite el ingreso a Ia página de administración de

L e ncuestas (registrar, leer, modificar y borrar, adicionalmente descargar Ia


encuesta asignada a un semestre).

I Botón "Facultad": permite el ingreso a Ia página


-riiThtfl - t de administración de facultades (registrar, leer,
---------- '--- modificar, borrar y buscar).

-=- Botón "Escuela": permite el ingreso a Ia página


Doth - - de administración de escuelas (registrar, leer,
-- modificar, borrar y buscar).
I ItrT
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
. Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuarlo del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Botón "Curso": permite el ingreso a Ia página de administración de cursos (registrar, leer,


modificar, borrar y buscar).

Botón "Docente": permite el ingreso a Ia página de administración de docentes (registrar, leer,


mod ificar, borrar y buscar).

Botón "Atumno": permite el ingreso a Ia página de administración de alumnos (registrar, leer,


mod ificar, borrar y buscar).

Botón "Reporte": permite el ingreso a Ia página para ver el reporte de


encuestas, sea en curso (preliminar) o finalizado.

Botón "Usuarios": permite el ingreso a Ia página para ver los usuarios, en esta
página se puede restablecer Ia contraseña de un usuario a defecto.

Botón "Cerrar sesión": permite finalizar Ia sesión del usuario actual.

Botón "Acerca de": contiene información del sistema informático.

4.2.2. Perfil Docente

m Botón "Inicio": se utiliza para regresar a Ia página de inicio (index)

Botón "Perfil": se utiliza para ingresar a Ia página y ver datos del docente,
además de cam biar Ia contraseña.

Botón "Cursos": se utiliza para ingresar a Ia página que contiene Ia información de


Dqiti-
cursos del docente, además de información histórica filtrada por semestres.

Botón "Resultados de encuesta": se utiliza para ingresar a Ia


página y visualizar el estado de Ia encuesta actual, no contiene
información histórica.

Botón "Cerrar sesión": permite finalizar Ia sesión del usuario actual.


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de lJcayali

Manual de Usuario del Sistema lnformdtico de Evaluación de Docentes

Botón "Acerca de": contiene información del sistema informático.

4.2.3. Perfil Alumno

Botón "Inicio": se utiliza para regresar a Ia página de inicio (index)

Botón "Perfil": se utiliza para ingresar a Ia página y ver datos del docente, además
de cambiar Ia contraseña.

Botón "Cursos": se utiliza para ingresar a Ia página que contiene Ia información de


thJ
cursos en el semestre en curso, es en esta página donde el alumno rellenará Ia
encuesta.

Botón "Cerrar sesión": permite finalizar Ia sesión del usuario actual.

Baton "Acerca de": contiene información del sistema informático.

4.3.Zona centro o 6rea de trabajo


Es el espacio de trabajo, contiene areas de administración, consultas, reportes etc.

Ejemp los:
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Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuarlo del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

rnn

FzcU1td etba

I NonibiwFncnad I Abmdaturs I Ms OVC1On


FACULTP.D DE INGENIERIA DE SISTEMAS Y DE INGENIERIA CIVIL FISyIC [J_%r dabs
FACULTAD DE CIENCLAS AGROPECUAFJAS FCA [r
[]Ver dato&
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD :FSCS -~
!E~EEEEQFVO—
rdatps
FAC(JLTADDECENCIASDELACOMPIJTACION F2c arrIVrda
FACULTAD DE MEDICINA VETERINARIA FMV I
FACULTAD OF CIENCIAS FORESTALES FACPRU Ver

LJ
Ppgin

tj1IOi7I

lnkfn

SetreI2O1S-2 ....................... .....................


. .

Eciie1a ESCIJELA ACADEMICA DE INGENIERIA GE SISTEMAS ' I Aqre$r cuGo I

I Cadign I Nnmhr Cfrtn I Dorpmte I ANmnm I


DIBUJODEINGENIERIA ASIS11DO POR
TBISOIOI CICLO I PINEDO RIOS ROMEL .[flFB
AFCB0003 ECOLOGJASASICA CICLOII Hilario Rivs Jorge Lois
1AT020I MATEMATICA I CICLO II EJOS HIOALGO CLOTILDE
MATO3OI MATEMATICA2 CICLOIH PINEDOEJOSROMEL

[
- mum G@ LIM ____
&

4.4.Zona de notificaciones
El sistema informático cuenta con tres tipos de notificaciones, estas notificaciones se visualizan
en Ia esquina inferior izquierda de Ia pantalla.
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
JJ• Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema !nformatico de Evaluación de Docentes

4.4.1. Notificación de éxito


Estas notificaciones son enviadas tras realizar una consulta o transacción de manera exitosa.
Se distinguen por el color verde.

Ejm:

Inicio de sesión correcta

Sesion iniciada corrnente.


1

Cierre de sesión correcta

Actualización correcta

4.4.2. Notificación de alerta


Estas notificaciones son enviadas tras realizar una consulta o transacción con un error
funcional, es decir intentar iniciar sesión con una contraseña incorrecta, intentar una encuesta
en un semestre no existente, entre otros. Se distinguen por el color rosado.

Contraseña incorrecta

Contrasenia incorrecta.

Encuesta duplicada
--

j • No se ha c.reacto encuesta:
El código de encuesta ya existe.
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
UNJ r
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuarlo del Sistema lnformático de EvaluaciOn de Docentes

4.4.3. Notificación de error


Estas notificaciones son enviadas tras realizar una consulta o transacción con un error técnico,
por ejemplo; abrir un archivo de encuesta Excel con formato incorrecto, etc. Se distinguen por
el color rojo. Al presentar este error notificar inmediatamente al administrado de Ia aplicación

Error no controlado.

Error no cono1ado, indicar al


admiiiistrador
E-

4.5.Zona baja o pie de pgina.


Zona informativa de Ia aplicación.

5. Módulo de administración.
Objetivo: Realizar actividades de administración de sistema informático como creación,
actualización y eliminación de Facultades, Escuelas, Cursos, Semestres, Alumnos, Docentes,
Usuarios y Encuestas para el correcto funcionamiento del sistema informático de evaluación
de docentes.
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Universidad Nacional cle Ucayali

- Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

5.1. Facultad.

5.1.1. Crearfacultad.

Requisitos: Ninguno

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "FacuItad'

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear' esta acción abrirá un dialogo para el ingreso de los
nuevos datos.

Crear
:1
Nombre Fculiid Abithir
FACULTAD DE INGENIERIA DE SISTEMAS Y DE INGENIEPJA CIVIL FISyIC
FACULTAD DE CIENCLAS AGROPECUAR[AS FCA
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA COMPUTACION Fnc
FACULTAD DE MEDICINA VETER1NARIA FMV
FACULTAD DE CIENCIAS FORESTALES FACPRU

T Cral- facultad
Fckads
- 1 Id Ip InrtjIId aJtoUenerIdo
Id i,uxffiar II
Mat 9v
dnn
TACVLTAD DE INGEMERIA tIE. rlombre de facuftad
FACULTAD DE CIENCiAS AGEC Abrevint—a de facufW I I
PACLLTAD DECIENCIAS DRU
flcufvnI
;FAC1JLIAD DE CIENCIAS DE IJ [EJ[][v datosi
FACULTAD DR MEDICINA VETI rv1

Couardar Cancelar
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Manual de Usuario del Sistema lnformótico de Evaluación de Docentes

Paso 3: En el diálogo abierto, ingresar los datos y hacer clic en "Guardar" y nos mostrará Ia
notificacion de éxito.

CIelTr facultad - -
ii& fu?t d cotoQenerado
d WIXIIlaI
FACULTDDEJNGENIERJA DE SISTEMASYJ
FACULLAB DE INGEN1ERIA D run,bredeThcaIIad
FACULTAD DE CiENCIAS AGR AbrevIMIira de taduItad IFISYIC
PACULTAD DE CIECCIAS DEL FISYIC
-------------------------------------
DrIpcin GE INCENIERIA cv -
FACULTAD DE CIENCIAS DE L
FACULTAD DE NEDIMAVE

Guwdar Cancalar

Paso 4: Al realizar Ia creación correcta, se muestra el nuevo registro y Ia notificacion de éxito.

Bucat

Nombr Facnitad I Abmiatum I


TAD DE INGENIERfA DE SISTEMAS Y DE 1NGENIERIA CIVIL FISyIC [fl [r]_Ver dto3
TAD DE CIENCIAS AGROPECUAJUAS FCA [r [rVev dabs
TAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS [1IVardaths I
TAD DECIENCLASDELACOMPUTACION Fac ]I]IVeTdaIo
TAD DE MEDICINA VETERINARIA [] [j] '/as dabs
TAD DL CIENCIAS FORESTALES FACPRU .

AD LiE IM,ENIERIA DE SISTEMAS Y DE E'C7ENIEPJA CIVIL


J FISvIC [][j]_Vas datas
J

Paso 5: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datosfaltantes.
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Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Creir facultad
es
Id de fnItrd Autogenerado
Idauxiliar { I
\f
ADDEThGE1ER1A DE NomIefaQittad
[ - IErIIBo1TarIE -
AD DE UE\CTAS AGRO Abreviatura de facultad [ [ 1_BOtI
rAD DE. C1ENCiA DE LA
Dci
esrooôn i-I _
Sonar
FAD DE CIENCIAS IDE LA _______________ L- - - ----- --[
jIj
FAD DE MEDIACIN VETEI Ingrese abreviatura de facultad EEI I
FAD DE CIENCLkS FORES
[J Sonar _[j

Guarder Cancalar

5.1.2. Listar facultades y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de facultad(es)

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar al mená "Facultad'

Paso 2: La página siguiente listará todas lasfacultades existentes, donde:

Permite filtrar las facultades de acuerdo al texto ingresado

Permite mostrar los datos de Ia facultad seleccionada.


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
.-. Universidad Nacional de Ucayali

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.FadesIA&.

Nonibrt F.uItad Abituii Afas opciore __J


PACULTAD DE rNGENIEPJA DE SISTEMAS Y DE NGE?1ER1A CIVIL FISyIC ]FIVe datoj
FACULTAD DE CIENCIAS AGROPECUARIAS ECA ve io
: FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS [jVrdios
FACULTAD DECIENCIASDELA COMPUTACION Ftc Vdios
FACULTAD DE MEDICINA VTTEMIARIA FMV Frz I]I
FACULTAD DE CIENCIAS FORESTALES FACPRU I[IIV da1ó

1r e,i11 zb c' LTh;D

- lfatosd fi,c,,Itid 1
I
Tdk1atuIIid I
PACULTAD DE ThGENIERIA DE Id u
FACULTAD DE C1EClAS AGRCI NIERIA DR SISTEI4AS V OR
NnmIwI d Il,ftIIId

FACUIJAD DE CIENCIAS DE LA
AVbtUe ........
...........................................................
...- I
FACULTAD DIELIC!NAVETEI .

Cer
V dtu
FACU1TADDE CJEI\CIASFORFI

5.1.3. Actualizarfacultad.

Requisitos: Existir registro de facultad

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Facu!tad'

Paso 2: Hacer cik en el botón "Editar"


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

FacuItnde
_ I
I
mhi FicuIIuI Abrvtur M.%
: FACULTAD DE INGENIERIA DESISTEMAS VOL INGETcIERIA CIVIL FIS..-IC Lvaf_I
FACULTAD DE CIENCIAS AGROPECUAIUAS FCA
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS [rI Ver d
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA COMPUTACION Fec Vec tiato
FACULTADDEMEDICINA VETERINAPJA FMV Verdetus
DE C1ENCIAS FORESTALLS FACPRU

Paso 3: En el diálogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actualizar'
luego de ella visualizar Ia not,ficación de éxito.

LIMCD !czItr Ui !flIJ) OLuImi (&LactIto


Athu,tlzer Feculted

Id de facufted 6
Itteuxtlter 1 r----.......
•--- -'
MesOpfinars
FACULTAD DEINGETcIERIA DL Nontbre de fecuttad [FACULTAD DE CIENCIAS FORESTAISS
j v ddes
PACULTAD DE CIENCIAS AGRO Abrevintura de facet tad JFACPRU
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA Facultad tie pniet,a [IJ dates
---------------
FACULTAD DE CIENCIAS DL LA] I iflhllvaciatad
FACULTAD DE MEDTCINA \'ETEi
FACULTAD DE CIENCIAS FORE

r T.Tmlr - ruf"m

No-bmYn"Had
FACULTAD DL INGENIERIA DE SISTEMAS VOL INGENTERIA CIVIL
I
FISyIC
Ahrp5e1i,ra I M.opdcme
Ver detccs
FACULTAD OR CIENCIAS AGROPECUARIAS FCA
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS [IiflIverdoe1
FACULTAD DE CIENCIAS DE LA COMPUTACION Fec :[][IfVer detes
PACULTAD DE MEDICINA VETERINARIA FMV Vec dates
FACULTAD DE CIENCIAS FORESTALLS FACPRU [ [J_vet taios

Pédepie*

5.1.4. Borrarfacultad.
Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario delSistema lnformático de Evaluación de Docentes

Requisitos: Existir registro de facultad

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! ment "Facuitad'

91DD 1

Paso 2: Hacer clic en e! botón "Borrar"

Pncu1tnIes MrlAni,

NoriibrpFcuttad Abvintur Maopiorn


FACULTAD DE TNGENIERIA DE SISTEMAS Y DE 1?GENIERIA CIVIL FISyIC [r Vet da1n
FACULTAD DE CIENCIAS AGROPECUARIAS :FCA Vet dato
FACVLTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD FSCS fljVet dton
rFACU DE CIENCIAS DE LA COMPUTACION Fec [J eiII
--
FACULTAD DE MEDICINA VETERINARIA FMV Vet dtios
FACULTAD DE CIENCIAS EORESTALES FACPRU Edtet

Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo clic en "Continuar" y esperar Ia


notificación de éxito.

1I iirnD iII
I
FacuItadet .

PACLLTAD BE Rc,ENIEPiA DE SISTEM[_Borrar tbcultad X - ____ V dai

iIKE] datet
FACULTAD DE CIENCIASAGROPECWJ EsEi eeuro do continuer con in opereclón?
FACULTAD DLCYCIASDE LA SALUD {r Vet dj
FACULTDD!CIENCIASDELACOMPU - --- ------------------------- ---
FACULTAD DL "WDICDA VETERD\ARJI_ Contthua C,ncele
—_
FACIJLTAD DL CIEcCIAS FORESTALLS FACPRU
IN
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
1
Universidad Nacional de Ucayali

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Fcutde5
-------------

NorFu14 M vpciawmj
FACULTAD DL INGENIERIA DL .SISTEMAS Y DL INGENTERiA C\1L flSvIC
FACULTAD DL CIENCIAS AGROPECUARIAS FCA
--------------------------
FACULTAD DL CIENCIAS DL LA SALUD FSCS [r [] I
FACULTAD DL CIENCIAS DL LA COMPIJTACION Fc FV ____
FACULTADDEMEDICINAVETERJNARIA FMV _____

Observación: El borrado de facultad es Ia acción de eliminar Ia facultad y su dependencia con


las escuelas, y éstas con los alumnos y cursos siempre que no exista al menos una encuesta
finalizada por un alumno.
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
UNU
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema /nformático de Evaluación de Docentes

5.2. Escuela.
5.2.1. Crearescuela.

Requisitos: Existir registro de una facultad

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Escuela'

UcaiNNINEMPOPPM del Peru. ubicado en el departamento de Ucayali, Fue creada per


at decroto ley N° 22804 at 18 de diciembro do 1979,1 iversidad Nacional do PucaIlpa dutante el gobierno milIlar del
General Francisco Morales Bermidez. En 1961 el Co ncediô Is ralificaciOn do su creaciOn per Lay No. 23261, yen 198
cambiO a su dasignaclón actual con Is Lay No. 23733 a lueron: Agr000mia, EnIermeria a lag. Forestal.

Carreras
Agronornia
Ciencias Administrativas
Ciencias Contebles y Financieras
Ciencias de Ia ComUnicaciOn
Derocho y Ciencias Politicas
Econoniia y Negocios Intemacionales
Fdiprinn Inirml

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear' esta acción abrirá un dialogo para el ingreso de los
nuevos datos.

N4nnbre esab I Abm'vidui' I Nambit f.uft.,d I LIU= arciQe


CSCUELAACADEMICA DC INGENIERIA DC FACLJLTAI) DC INGENIERIA DC
SISrEMAS :Is SISrEMAS Y DC INGENIERIA CIVIL
v€ ato

ESCUE1AACADEMICA DC INGENIERIA CIVIL IC ddw


__

ESC1'ELA DC INGCMERIA AGROINDLTSTRIAL IA

ESCUELA PROFESIONAL DE ENFERI'4ERIA ENF IFACULTAD DL CIENCIAS DL LA SALUD [IE] lI Wto


ESCUELA PRUEBA 01 MODIFICADA EPO1 FACULTAD DE CIENCIAS DC LA SALIJD
ESCUELA DC MEDICINA CU MED1CINA
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informatico de Evaluack5n de Docentes

IZ Cromr es~ela
ddearwjata autoqenerado
.EcaIa .................. -.---
- .--- -- -- Id,xthar I I

Noinlr, .5cue1 I Nmbre


L
ESCUELA ACADEMICA DE rxc
SISTEMAS Abrevgatum de eswaia __
Ivarda1os..

ESCUELA ACADEMICA BE INC

rac.uftzd
ESCUELA DE INGENIERIA AGR

ESCUELA PROFESIONAL DEE. 'B


ESCUELA PRUEBA 01 MODIFI 'B
ESCLELA PROFESIONAL DE
HCMANA
OuarrLu Cancar

Paso 3: En el diálogo abierto, ingresar los datos y hacer dc en "Guardar" y nos mostrará Ia
notificación de éxito.

:i1- (rear ecueIa


It
Id de ars(uela Eogenerado
Ece1raIi__.
Id au,uflir

L .

:E5C1,ELA AcADEMIcA ts INC


NwrbrC ti, eaeln ESWELAACAOEMICa DE I4GENIEPJA D€j
SISTEMAS
SISTEMAS A&evlathra de ecuela is I
ESCvELA ACADEMICA DE INC Decripciói

Fzukad FAOJITAD DE INGENIERIA DE SISTEW 'I -


ESCUELA DE INGENIERIA ?GF Wr daI
------------
ESCUELA PROFESIONAL DE E '° rLVard
ESCUELA PRUEBA 01 MOD1IC LD
ESCUELA PROFESIONAL DE M
LrMANA . [verda1aH
'
Guarriar aneIr

No,iibr, aciiela
ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE
I .'obr, l2cnIad
FACULTAD DE INGENIERIA DE
M21 pOIIe1

SISTEMAS Is Edi Boner Von


SISTEMAS Y DE INGENEERiA CIVil, -

ESCUELAACADEMICADE INGENIERIA CIVIL IC Var daIa


scivu.

ESCUELA DL INGENIERIA AGROINDUSTPJAL JA :Ifl Van dltra

ESCUELA PROFESIONAL DE ENFERMERIA ENF FACULTAD DL CIENCIAS BE LA SALUD [fl [J_Van datra
ESCUELA PRIJEBA 01 MODIF1CADA EPOI FACULTAD DL CIENCJAS BELA SALIJD [J_van iatoa
0NAL AEp
HUMANA NWMRWARIA
rEuEAACADEM1CAnElNGEEEgiADE FATADDEINGE'PJADE
EIOr Banon V as
SISTEMAS SISTEMAS Y DE INGENIERiA CIVIL

Pnèdepa
k4(
lu Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali
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wrz"
Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

Paso 4: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datosfaltantes.

Id d PStAIPb Autogenua do
E!cela
Id anifflia r

l'1ombe de escuela
ESCLILA ACADEMICA DE iNGE -

SISTEMAs Abrevtture de escueta

ESCUELA ACAD11CADE INGE Descripchln

*ucuItd I Seleccione lacUIt.ad


-------- - -

Jeefuee corn bre de escueta


ESCLELA PROFESIO\AL DE ENI IngrEme abrevInfura de esaiaM UD [ester [ao][ve7ioc I
ESCUELAPRLt8AOl MODIFICJ D
DE

ESC1AACDF2flCADE1',GE
SISTENIAS

5.2.2. Listar escuelas y ver deta lies.

Requisitos: Existir registro(s) de escuela(s)

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "EscueIa"

La Universidad Nacional de UcapNOINININIPM del PerU, ubicado an at departamento de IJcayali. Fue creada pcir
81 decrelo Lay N6 22804 el 18 de diciembre de 1979.1 iversidad Nacional de Pucailpa durante 81 gobierno militar del I
General Francisco Morales DerrnUdez. En 1981 el Co ncedió Ia ratiticacion de su creacion per Lay No. 23281, yen 198:
cambió a su designadon actual con la Lay No. 23733 S fueron: Agronomia. Enfermerfa a Ing. Forestal.

Carreras
Agronomfa
Ciencias Administrativas
Ciencias Conlables y Financieras
Ciencias de Ia CornunicaciOn
Oeretho y Ciencias Politicas
Economla y Negocios Intemacionalos
Prh ir nr iAn Ini,iI

Paso 2: La página siguiente listará todas las escuelas existentes, donde:

Permite flItrar las escuelas de acuerdo al texto ingresado

Permite most rar los datos de Ia escuela seleccionada.


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
- Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

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Iornbreecu1a I Abm,Iwa TupjbreuicuUd Alai
ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE : EACULTAD DR INGENTERA DE
SISTEMAS E l BOff& VeT dot
SISTEMAS Y DE INGENIERIA CIVIL

SC AcI\qL FACULTAD DE INGENJERIA DE


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ESCUELA DE INGEMERIA AGROINDUSTRIAL FACULTAD DE CIENCIAS


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AGROPECUARIAS ][JIVerdie
ESCUELA PROFESIONAL DE ENFERMERIA ENF FACULTAD DR CIENCIAS DE LA SALVO [Vec do
ESCUELA PRUEBA 01 MODIFICADA EPOI FACULTAD DR CIENCIAS DR LA S.ALUD jr []LVe dtj
ESCUELA PROFESIONAL DE MEDICINA FACULTADDE MEDICINA
EI'ME Veedeto

ESCUELA ACAD MICA DE INGENIERIA DE FACULTAD DE INGENIEBJA DE


SISTEMAS IS Et B - V del
SISTEMASYDERCGENTERIACIVIL

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ESCUELA ACADEMICA DE LNG
SISTEMAS Nonilwe de riele ESCUELA
SISTEMAS
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EScUEIAACADEMICADE AbreVItU,de IS
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ESCUELA DE LNGENIERIA AGES Fleedelo.]
FACULTAD DE INGENIERIA DE SI5IEFIAS Y DE
I'ututhni INGENIERIA CML
ESCtELA PROFESIONAL DE EN
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E-SCUELA PROFESIONAL CU MR
HUMANA fLIEA'JPAKLA
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ESCVELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE FACULTADUE INGENIERIADE ar Bocrw .rdelM 1


SISTEMAS SISTE.MASYDEIXGENIERIA,CIVIL-

5.2.3. Actualizarescuela.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! mend "EscueIa"


;

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema inform atico de Evaluación de Docentes

La Universiclad Nacional de UcafNINNOMPONOW del Perti, ubicado en el departarnento de Ucayali. Fue creada por,
at decreto lay N° 22804 el 18 de diciembre de 1979,1 iversidad Necionul de Pucailpa durante el gobierno mititer del
General Francisco Morales BernlUdez. En 1981 el Co ncediO Ia ratificaciOn de su creac$ón por Lay No. 23261, yen 198:
cambió a su designaciOn actual con la Ley No. 23733 s fueron: Agronomia, Enfermerla e lng. Foreslal.

Carreras
Agronomia
Cienctas Administralivas
Ciendas Contables y Financieras
Cienclas de [a Comunicación
Derecho y Ciendas Poilticas
Economfa y Negocios Intemacionates
d,,i/n IniI

Paso 2: Hacer clic en el botón "Editar"

EscueIes1Nw*iv*ea

ESCUELA ACJWM1CA DE INGENIERIA DE FACULTAD DE JINNUENILKLA DE EcSt r Basr V daIe


SISTEMAS SISTEMASYDEINGENIERIACIVIf.,
FACULTAD DE
ESCJELAACADEMICADE ThGENIE' CIVIL IC
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ESCUELA OS INGENIERIA AGROINDUSTRIAL


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AGROPEGUARIAS [] EeB ]I Vet dates
:ESCUELA PI1.OFESIONAL 05 ENFERMERIA ENF FACLJLTAD DE CIENCIAS OS LA SALUD [lI]!VeJ
PROFESIONAL OS MEDICINA , FACUUrADDEMEDICiNA
HUMANA VOUUNARIA Iv

Paso 3: En el diálogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actualizar",
luego de ello visualizar Ia not,ficación de éxito.

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Nornbto de escerl!, I
PROreSIOAL 05 MEDICINA .
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ESCUELA ACADEMICA DE INGI
SISTEMAS I Abrevletura de ascijeta I I JIVerosJ

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recuttud 05 MEDICINe VETERINARIA ' I
ESCUELADE INGENIEFJA AGE :r VecdaIos

ESCUELA PROFESION.AL DEE EftflLJ


ESCUELA PROFES1OAL OEM]
HUMANA

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Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
12 Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

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Ecueta

Nombra .scub Abreyittir Nombra 6ru1iid Ma epdeaec


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ESCL1ELA ACADEMICA DE I1NGEMER1A DE EACULTAD DE INGENIERIA DR


EtSIer Eoom
StSTEMAS SISTEMAS YDE INGEMERfA civn.
ESCUELA ACADEMICA DL Th.GEMERIA CP IL IC FACULTAD DE INGENNIERIA DE
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ESCUELA DE INGEMERIA AGROINDUSTRIAL PACUErADDECIENCIAS


Vsi dotes
AGROPECUARIAS
ESCUELA PROFESIONAL DE ENFER1SEE1A ENF FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD [ j[] I Vor dalesj
PROFESIONAL DE MEDICINA
EPMH MEDICINA
FACULTAD DE [r][ ]_Vor daos
VETFRINARIA

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5.2.4. Borrarescuela.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! ment "Escue!a'

La Universiclact Nacional de Ucaç- del Pon.i, ubicado an el dopartamento de Ucayali rue creada por
el decreto Ley N° 22804 el 18 de diciembre de 1919, I iversidad Nacional de Pucallpa dUrante el gobierno militor del
General Francisco Morales BermUdez. En 1981 el Co .ncadio Ia ratificacion de su creaciôn par Ley No. 23261 • y on 198.
cambtO a su designactUn actual con Ia Ley No. 23733 S fueron: Agronomla, Entornieria e Ing. Forestal.

Carreras
Agronornla
Ciencias Mministrativas
Ciencias Contables y Financioras
Ciencias de Ia ComunicaciOn
Derecho y Ciencias Polilicas
Economfa y Negocios Intornocioneles
Fir,rorirn Inirist

Paso 2: Hacer clic en el botón "Borrar"


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayaii

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EueIas !NcnAavt

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ESCUELA ACADEMICADEINGENIE DE FACULTADDEINGENIERIADE
SiSTEMAS
- is SISTEMSYDERcGENIERIAC!VIL
EcItar Bor Ve dL cis

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ESCUELA DE INGENIERIA AGROINDUSTRIAL IA NCJAS
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ESCUELA PROFESIONAL DE ENFERMERiA ENF FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUI) [flVer deto
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ESCUELA PROYESIONAL DE MEDICINA FACULTAD DE MEDICINA
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Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo cik en "ontinuar" y esperar Ia


notificación de éxito.

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ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERD L! !L LE1[ oo1
CIVIL

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ESCUELA
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ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE FACULTAD DE INGENTERIA DE
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SISTEMAS SISTEMAS Y DEINGEXIERIA

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ESCUELA PROFESIONAL DE ENFERMERIA EicF FACULTAD DE CIENCIAS DE LA SALUD [][j] Vet dabs

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Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informdtico de Evaluación de Docentes

Observación: El borrado de escuela es Ia acción de eliminar Ia escuela y su


dependencia con los alumnos y cursos siempre que no exista al menos una
encuesta finalizada por un alumno.
r 1
Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

5.3. Curso.
5.11. Crearcurso.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Curso" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer c/k en "Curso" (3).

La Unlversided Nacional de Uca,.. del Peri ubicado on ci departamentode Ucoyali. Fue creda pot
at decreto Ley N° 22804 ci lOde diciembre de 1979, 1 iversidad Nacional de Pucailpa dtirante ci gobierho mihtar del
General Francisco Morales BermUdez. En 1981 at Co acediO to ralificacidn de su creaciOn por Ley No. 23261 yen 1983
cambfti a su designadón actual cor Ia Ley No. 23733 s fuaron: Aronomla, Enfermeria e Ing. Forestal.
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Carreras
Agronomla
Ciencias Administrativas
Ciencias Contabies y Financieras
Ciencias de to Comunicaciôn

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear', esta acción abrirá un dialogo para el ingreso de los
nuevos datos.

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EccuetuESCIJELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS
------------------------------------------------------
CAWSO

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ThIS0101 DIBUJO DE INGEMERIA ASISTIDO POR COMPIJTADORA CICLO I Vc dtocj

AFCB0003 ECOLOGiA BASICA CICLO II [IIVedaloa


INTISOIO2 INTRODUCCION A LA INGENIERIA DE SISTEMAS CICLO I ][/ -
MATO2O1 MATEMATICAI CICLOII ______
:MATO3O1 MATEMATICA2 - CICLO III LIvedcc
Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
. Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informatico de Evaluación de Docentes

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MAT001 MATEMA :rIerdotoe.
MAT.0301MATE -I arVcsdel,s

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Paso 3: En el diálogo abierto, ingresar los datos y hacer clic en "Guardar" y nos mostrará Ia
notiflcación de éxito.

ta:4. Crear curse


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APCtI000j MATEMAIl 11 liiIIVocdIac
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TSOI01 DIBUJO DE INGENTERIA ASISTJDO PORCOMPUTADORA CICLOI [rfl[ Veedaos
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AFCB0007 MATEMATICA I CICLO I yes tsa
AFC33000I MATEMAT1CABASICA CICLOJ Vet dai]
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APCB0032 QUIMICA CICLOI J[IVerdessI
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Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
w 1)
Universidad Nacional de Ucayali
4
Manual de Usuario del Sistema informatico de Evaluación de Docentes

Paso 4: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datos faltantes.

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or
AFGH0004 METODOL
- dltor JIVrdto
Ourdar . Canre1r

5.3.2. Listar cursos y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de curso(s)

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar al menti "Curso" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer clic en "Curso" (3).

ccD .3 I
La Unlversidad Neclonal de Uce. . -4 . —s.- ie1 PerU, ubicado an el departamento de Ucayehl. Fue creada pot
el decreto Ley N° 22804 at 18 de diclerabre de 19791 iversldad Nedonol de Pucailpa dUrente at goblemo mihitar del
General Francisco Morales Bermtidez. En 1981 el Co ncedlO to ratification de su creaciOn por Lay No.23281 • yen 1983
cemblo a su designaclOn actual con In Ley No. 23733 5 fueron: Agronomla Enfermeria e Ing. Forestal.

Carreras
Agronomfa
Ciencias Adminlstrativas
Ciencias Gontables y Financleras
Ciencias de Ia CornunlcaciOn

Paso 2: La página siguiente iistará todas los cursos existentes, donde:

Permite flit rar los cursos de acuerdo al texto ingresado

Permite mostrar los datos del curso seleccionado.


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

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Escuela 1 ESCUEIA ACPDEMICA DE INGENIERIA CE SISTEMP.S "I


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TBISOIOI DIBUJO DO nGEN1ERfA ASISTIDO POR COMPUTADORA CICLO Vat datos
AFGH0002 COMUNICACION CICLO i [ IIB ] vet
TBIS0I03 INTRODUCC!ÔNALArNGENIERIASISTEMAS CICLO! IiT]Idetss I
AFCB0007 MATEMATICA I CICLO I Vet dai
APCB000I MATEMATICA BASICA CICLO I [][JVet data
APGH0004 MET000LOGIA DEL ESTUDJO CICLO v ot
AFCB002 QUIMICA CICLO! flIverdtoaj

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TB1SO1O DIBUJO 01 QUIF1ICA
AFC4H0002 :coMu!i
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EScUELA ACADt1ICA GE INGENIERIA CE SISTENAS
APC00007 MATEMA1 17
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AFCB0001 MAmMAl
!AG140004 :METODOL jF1
AFCB03 QL1MICA

5.3.3. Actualizarcursos.

Requisitos: Existir registro de curso

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! ment$ "Curso" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer clic en "Curso" (3).

La Universidad Nacional do Ucu,.. Ji Jet Peru, ubicado on at dopartamento de Ucayali. Fue creada por
el decreto Ley N° 22804 at 18 de diciombro de 1979 I Doc1e iveesidad Nactonat de Pucallpa duranto at gobiamo militar dot
General Francisco reies 8eimüdez. En 1981 e! Co Ia rei8caci6n de so cresciOn par Ley No. 23261, yen 1983
canibiO a Eu designaciOn aduot con Is Ley No. 23733 s tuoron: Agronomia Enfarmarta o Ing. Forestal.

Carreras
Agronomia
Ciencias Admjnistmtivas
Ciencias Contabtes y Finoncieras
Ciencios de Is Comunicacion
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
AWOL . Universidad Nacional de Ucayali

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Paso 2: Hacer clic en el botón "Editar"

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ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS

Curo I
I AbrLihmI I Cirla I Mis Opcieum
TBJSOIOI DIBUJODEINGENIEPJAASISTIDOPORCOMPIJTADORA CICLOI
AFGH0002 COMIJNICACION - CICLOI
18180103 INThOD1JCC1ONALA1NGEN11ASISTEMAS CICLO! I
AFCB0007 MATEMATICA I - - CICLO I Vec
AFCB000I MATEMATICA BASICA CICLO I [][]Vcc dtcoJ
AFGI-10004 MET000LOGIA DEL. ESTUDIO CICLO I Vcc df

Paso 3: En el diálogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actualizar',
luego de ello visualizar Ia notiflcación de éxito.

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EscueI~ESCUELA AL° -

Cuzo Idiliar -

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TBISOIOI DIBIJJO DE .....thcrj[8r I Wc --- - -

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18180103 INTRODUd
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Arcn000I MATEMkI iac
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ACIUAIIZ2r Cnclr
AFCB0032 :QL1MICA ______ _ __ - - dr [iVAcdj

Escue1 IESCUELAACADEMICADEINGENIER1AOESISTEMAS j
Cono ICo4dNem I I' EiI
CôcIiga I Cm-co I .&broththrc I Cido I Moc opcioiwo
TBIS0101 DIBTJJO DE INGENIERIA ASISTIDOPOR COMPUTADORA CICLO I IIII VAc doto,
AFGH0002 COMUIIICACION CICLO I [lVecdooc]
TBISOIO3 INTRODIJCcIONA LAINGENIERIA SISTEMAS CICLO I []IVccdotos
AFCB000I MATEMATICA I CICLO I [][ Voc dolos
AFCB000L - MATEMA11CA BASICA CICLO I Vec I
DEL £818810 CICLOI •rEdli1iBr1rvdat
AF080032 QUIMICA - CICLO I '][]I'1
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayaii

Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

5.3.4. Borrarcurso.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Curso" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escue!a" (2),
finalmente hacer clic en "Curso" (3).

La Unwersidad Nacional cia Uco,--. Ilet Pew, ubicado on at departamento de Ucayeli Fue creedo par
at decreto Ley N° 22804 at 18 de diciembre de 1979, I versidad Nacional de Puceflpa durante at gobiemo milifar del
General Francisco Morales BermCidez, En 1981 eJ Co iicedid to ralificacidn de su creadOn por Ley No 23261, yen 1983
cambi6 a su designacidn actual con a Ley No. 23733 -s fueron: Agrononiia, Enhermerla a Ing. Forestal.

Carreras
,A9ronomja
C;encias AdrninistraUvas
Ciencias Cantables y Financieras
Ciencis de a Cornunlcacidn

Paso 2: Hacer clic en e! botón "Borrar"

Escuela !ESCUE!AACADEMICADE INGENIERIA DE SISTEMAS

Curso Imb

C4diu j Curse I Crlu j I


:TBJSO1O1 DIBUJO OH iNGENIERiA ASrSTIDOPOR COMPU7ADORA CICLO I ] Ve dales
AFGH0002 COMIJNICACION CICLOI fVurdatesi
76150103 INTRODUCCIONALAINGENIERIA SISTEMAS CICLOI __ ____
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AFCB0007 :5ATEMATICA I CICLO I [] V,f d0103

AFCB000I MATEMATICABASICA CICLOI


LAFGH0004 METODOLOQIA DEL ESTUDIO - - CICLOL Vesths
fiSC130032 - QUIMICA -- CICLO- --Vecdaos --

Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo clic en "Continuar" y esperar Ia


notiflcacion de éxito.
41

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Manual de Usuarlo del Sistema Informatico de Evaluación de Docentes

Encuetn
Crn'o

I -JI
TBISOIOt DmT5JODETNGENIERiA bLol
tEstñ seguro de continual con In operaclôn? I....................
MGH0002 COMUN!CACION L01 Lto]
TBISO103 IN7RODUCCION A LA ry LO 1ar]Vetosj
AFcB0007 MATEMAflCAI [ctinuaJ cancar LO i rir
AFCB000I MATE AIICABASICA TiCLOI ------------
AFGMOUO4 MEFODOLOGIA DEL ESTUDIO - - :CICLO I . i
AFCEOD32 QUfM1CA CICLO1

Escueln IESCUELAACADEMICADEINGENIERADESISTEMAS s
Cwso Icfotioeno _I
C6iigo I Curso I Abreviahini I Ciclo I M I
TBISOIO1 :DIBUJO DE INGENIERIA ASISUDO POR COLFrADORA CICLO I LJLBmmrJ Var datos

AFGH0002 COMUNICAC.ION CICLOI [r)[flI Vet do


TBISOIO3 _INTRODUCcION ALA INGENIERfASISTEMAS _ _ CICLO I _Vet datos

PAFC00001
JCnOoo7 MATEMATICA I CICLO I taJ]IVet _
MATEMATICA BASICA CICLO I Vet datosj

AFGH0004 METODOLOGIA DEL ESTUDIO CICLO I Vet datoJ

Pie itepiuia

Observación: El borrado de curso es Ia acción de eliminar el curso y su


dependencia con sus alumnos.
/ Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
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Manual de Usuario del Sistema Informatico de Evaluación de Docentes

5.4. Docente.
5.4.1. Crear docente.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Docente" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela"
(2), finalmente hacer c!ic en "Docente" (3).

La Universidad Nacional de Uca lel PerU, ubicado on at departamento de Ucayali. Fue cfeada por
of decreto Ley N 22804 el 18 de diciembre de 167 iversidad Nacional de Pucatlpa duranle el gobiemo militar del
General Francisco Morales Berm0dez. En 1981 at ncedid to ratrticaciOn do su creatiOn por Ley No. 23261, yen 1983
cambk5 a su designaciOn actual con Ia Ley No. 23733 S fueron: Agronomia. Enfermerfa e Ing. Forestal,

Carreras
Agronomfa

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear", esta acción abrirá un dialogo para Ia va!idación del
nuevo docente a registrar.

Escuela ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS I


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Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
: Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluacián de Docentes

Paso 3: En el diálogo abierto, seleccionar In, escuela a registrar y el DNI para validar el
registro del docente, luego clic en "Validar" y nos mostrará Ia notificación de éxito, alerta o
confirmar Ia asignación del docente a Ia escuela (para casos donde el docente esté registrado
en otra escuela).

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Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Inform c$tico de Evaluación de Docentes

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Docm -

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j[ caiacniar

El docenteya estâ cegisfrndo. cólo es


neceenajo acignar a asia eacuela.
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
. Universidad Nacional de Ucayaii

Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

Ewuela 1 ESCUELA ACADEMICA LIE ING€HIERIA CIVIL


Doceute I1NItN I

D1 Apfl.dy.i,mbt,
15195256 PJOSHIDALGODE CERNA. CLOTILDE MadcIafles

Pie de pism

Paso 4: Ingresar los nuevos datos, luego hacer clic en "Guardar" y esperar Ia notiflcación de
éxito de creación de docente.

L CrellrdocITnhl!
,.
I ft lE hddedocente Autogenerado
. -I.
Zd€uxRler I

L- ____________ ApeIIIdfl petern Pbs ______________________


En.da ESCUEh ACADD4 AIr.4fl Metenie IHIOALGO LIE CERNA
Diit Ipemenlno
Seen
DElI 18198256
I Fpthe neclmlentT, 104/02/1977 '•''"
......... I ne
lrktlnnnfl10 _____________ .--.
2-15JI63 :HJLAJIJORIVAS.J
. LeIpr BIW
•1 Ch.bnr .
2514W .AYRAAPAC.NILI E-MaE ---

ESCUELA ACADICA
6E4 0€ INGENIERIA 06
SISIEI4AS

Gurdar Cancelar
0
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
Utiv
Universidad Nacional de Ucayati

Manual de Usuarlo del Sistema inform ático de Evaluación de Docentes

1SUi!d

IDWW

:Esuela IESCUELAACADEMICADEINGENIERIAOESPSTEMAS
Docenle j8wMw7I I I!
DNI Aprfliñ.s y nmnthrN Al2, aprin".5
00104741 PINEDOPJOS.ROMEL
22481163 HILARIORIVAS. JO11.GELUIS [J[IM de1afle
........................................
22514207 AYRAAPAC. 1flTON CESAR Mac 1iec
---------------------
18198286 RIoS}ALGODEcERNA.GLOTflDE :flIMacj

Pae de pEgi

Paso 5: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datos faltantes.

Creur detente
--
j j.- . . lddndoceifle Autenerado
V.'..
Jdacjidlar
Ncrnbs _________________________
Aflldoternn [__-----
bicwla FSCULA AGADEP -
Apeffirdo MacerIu
-
Sexa Seleccione H
DM1 18198286
Feda nidonhoo,tu ___________________
:'-
PINELIORIOS.R TePIOnafljO 1LyJL4.j
22481163 .HILARIORIVAS. ceJ1ar
22514207 .AVEAAPAC.211

ESCUELAACADEMICADEINGEWPJA
EDE
SISTEMeS
InqTEs,nom fre(s)
Iqgreseopellido paterno
!ngse opel/Mo pOte,O ,,
Sek'atx,e sexo
I Thgone (echo de nec/rn ientn

G1artr Concelar I

5.4.2. Listar docentes y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de docente(s)


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informótico de Evaluación de Docentes

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Docente" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela"
(2), finalmente hacer clic en "Docente" (3).

___

La liniversidad Nacional de at PerO, ubicado an 01 departemento de Ucayali. Fue creada pot


el decrelo Lay N° 22804 at 18 de diciembre de 1979, iVersidod Nacional de Pucailpa durante at gobiemo militar del
General Francisco Morales Berrn0doz. En 1981 at C ncediO [a ratilicación de su creación pot Ley No. 23261, yen 1983
cambiO a su designacion actual con Ia Lay No. 23733 s fueron: Agronomia, Enlermorla e Ing. Forestal
Ahmo
Carreras
Agronomfa

Paso 2: La página siguiente listará toclas los cursos existentes, donde:

Permitefiltrar los docentes de acuerdo al texto ingresado

Permite most rar los datos del docente seleccionado.

IlEm _ r —•..

Escuela IEScUELA AA0EMICA DE INGENIEPIA DE SISTEMAS


................
--------------------------------------------

DNI Avemda5yuquibm IM21 apaunn -


00104741 PINEDORIOS.ROMEL
-----------------
22481163 1ARIORWAS. JORGE WIS daflJ
Z2514207 AYRA APAC. NILTON CESAR LJ[j]L Ma ausro
18198286 RIOS HIDALGO DE CER2'A. CLOTILDE

.,
- --- __
- .---
1i Dias de dncntp
1ddedonnth 14
Id 09511191
cacla - ESCUEIfi. ACAD4II tfon,t,rs I1OTILOS
'Docente 1 -
ApekIo petot,0 9.105
ApflMo 140*eVnn HIDALGO DE CERNA
Sexo Femenlno
:00104741 PINEDO RIOS. DM1 18198286

H1LAI1JO r.r Oott,a notimtntu 04/0211977


Telafoiul fije
22513207 :AYRAAPAC.N1 Mos defalles
CRhiIOr
18195286 BiOS HIDALGO tAps drfuflut

Dirocclon
Escu i ESCUEL.AAC9DEMICA DO INGENIORIO DE
SISTEMAS

EED
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

5.4.3. Actualizar docentes.

Requisitos: Existir registro de docente

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Docente" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela"
(2), finalmente hacer clic en "Docente" (3).

La Universidad Nacional do Uca,.. . riot Peru, ubicado an el doparlamento de Ucayali. Fue creada por
@1 decrelo Ley N 22804 of 18 de diciembre de 1979, _,.., iversidad Nacional de Pucallpa durante at gobterno militar del
General Francisco Morales Berm0dez. En 1981 at Co ncodiO to roliticaciOn de su croaciOn par Ley No. 23281 yen 1983
cambiO a su designaciOn actual con Ia Ley No. 23733 . a baron: Agronomia, Enlermerfa e Ing. Forestal,
AW~
Carreras
Agr000mfa

Paso 2: Hacer clic en el botón "Editar"

Ecuela IESCUELAAcADEMtCADEfl'lGEIERiADESrSTEMAS
Docent :l2Nlisserre

I Apllids'nemJni I _____

00104741 PrNED0RI0S.R0MEL jr IMasdelall -

22481163 1-ULARIORIVAS JORGE LUIS Mar delaller


22514207 !AYRAAPAC. Nff,TONCESAR FE 6 1 Mer-daij
CERNkCLOTILD- iIEdea*aorrarl[Merdrta1i1

Paso 3: En el diá!ogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actua!izar',
luego de ello visualizar Ia notificacion de éxito.
44

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


jF1I .,
Universidad Nacional de Ucayaii

Manual de Usuario del Sistema Informático de Evaluación de Docentes

1 d de docente 14
( _
tIix> I1J Nvrntwe5 cloniDo

Aoeffldo iwtOrno IPJOS


:Escmlm ESCUEI.AACADEM AIeIIldO Mnterno 11410.6100 DO CERNA
;DC01I1 •:..::: ...., sme FemenInO
W 118198206
L - .1. F#fl,WImtpnt0 04/02/1977
Mepioe.
00104741 PINEOOR1O&RO ..... jrrt ,[det84e]
Teteh,nufljo E
22401163 :OULARlOR1AS.J1 UdeIaft
:22514207 AYRAAPAC.NILT -.
E-0
18196206 RIOSHIDALGODI
I7ucd6n
ESOJEI.A ACADMICA 06 IN43EHIERtA 06
SISTEMAS

P .e Ac1uizr Caico4o

.
Ecue1a ESCUEI.A AC J)6MCA 00 INGENIERIA DO SISTEMAS I
;Dmmte I)N0Nr I :I

LINI ApPOWn y rniutbr.o 712; opriomm


00104741 PINEDORIOS.ROMEL I
22481163 HILARIO HP/AS. JORGE LUIS r][I Ma
22514207 IAYRAAPAC.NTONcESAR --------------------------------------------
rIMasJ
101962S6 RIOS HIDALGO DE CERNA. CLOTILDE :[[I Mis de4fles .1

Pie de pi.

5.4.4. Borrar docente.

Requisitos: Existir registro de docente

Perfiles: Administrador
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayaii

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Paso 1: Ingresar a! ment "Docente" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela"
(2), fina!mente hacer c/ic en "Docente" (3).

La Universidad Nacional de U el PerU, ubicado an el departamento de Ucayah. Fue creada pot


el decreto Ley NO 22804 el 18 de diciembre de 1979, iversidad Nacional de Pucallpa durante el gobtemo milit3r del
General Francisco Morales Barmudez. En 1981 el C ncediô Ia ratiticaciOn de su creaciOn por Ley No. 23261, yen 1983
cambió a su designaciOn actual con Ia Ley No. 23733 Akmzo S fueron: Pigronomia, EnIermeria e lng. Forestal.

Carreras
Agronomla

Paso 2: Hacer c/ic en el botón "Borrar"

Ecuela ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA CML


:Docente I0NitNars I :LII
D1 J App.1lidot y noininvs Miopcons

Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo clic en "Continuar" y esperar Ia


notificación de éxito.

Ecut ESCUELAACADEMICADEJNGENIERIACJVL .
Doceite r:.rt: I

00104741 P1\EDO EJOS ROMEL


IAEsM seguni ito cnolf—ar can In op aaon? I NEI

Certirivar_Cancalari
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
4NLI
. j• Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema !nformático de Evaluación de Docentes

Eccuela jESCUELAACADEMICAOEINGENIERACIVIL
Docnte ______

DN1
j -
No hay clocentes mgislmdos en escuela actual.
A*flic1u3 y .uobm I 11

Observaciôn: El borrado del docente es Ia acción de eliminar el curso y su


dependencia con sus alumnos.
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Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

5.5. Alumno.
5.5.1. Crearalumno.

Requisitos: Existir registro de escuela

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! mend "Alumno" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer clic en "Alumno" (3).

La Universidad Nacional de Uca, - Jel PerU, ubicado on at dopartamento de Ucayat. Fun creeds pot
al decreto Lay NO 22804 el 18 de diciembre de 19791 I iversidad Nacional de Pucalipa durante el gobierno militar del
General Francrsco Morales BermUdeL En 1981 el Co ncedió to ralificaciOn de su creaclOn par Lay No. 23261, yen 1983
canthiO a su designacOn adual con Ia Lay No. 23733_ - lueron: Agronomia. Enfernieria a Ing. Forestal.

Carreras

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear", esta acción abrirá un dialogo para el ingreso de los
nuevos datos del nuevo alumno a registrar.

----------------
EcueIa ESCUELA ACAOEMICA OE IWGEWIERIA DC SISTEMAS
Munina jCc.k* I
Cd ApIIkk y esml,rss
j I áess
0002060702 TRUJILLO ROMERO. HENRRI ROGGER SEGUNDO - -. [nJ vsr,ate -.
..........
0002005563 REATEGUI MACEDO. RUDDY £NZO
-------------- [jIir IVeij
0002080604 REATEGUL MACEDO. CRISTINA CIUSTEL - - Var dt
toA, e
40
EscuelaProfesional de Ingenierla de Sistemas
, Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

CrerAtumno
L
1(1 de &lImnn uto9enerado ----------------------------- 2XIi '371D

C6tIo UflWPSftlt0

Hombres
Ecudi :ESCUELACAOEP
Ap.Lidopiitarno _______________ j
Apøflkto Matpmo

S!XI1 ISdecdme NIAS opi,avi


0002080702 TRUJ7LLO ROa8 of"

00030S0683 REAThGLI MAC Rdia nc1culntn

0002000684 REATEGUI MAC Trklono fijo I


Cb,Iiir

c-Ma"

sueta f5etdone scuea --------------------

IPp'snt 'I
Guardar Canretar

Paso 3: Ingresar los nuevos datos, luego hacer clic en "Guardar" y esperar Ia notificación de
éxito de creación de alumno.

Crearmno

14 d, iihjnano Autoanarado
14 ainrlll.r ---------------

CódIo unIvers)tar! 0002060644

N..b-s ICAYONEMIAS
ElcueIa ESCIJELAACAOEt
ApfIIldo rmtorno JDAZA
:Aitno _____________
Agwt0do Matrno IM0ES

Cudv Sexo Masculino


0002080702 TRL7ILLO ROME DM1 171340397
0002080683 REATEGUT MACJ Fti pact9nienu 01/03/1992

0002080684 RL&TEGUI MACEl Telf0a013j0 ------------

_______
Ceftla, I
Otrcci6n

85018t0 ESCIJELA ACADEMICA 06 INGE

Cancolar -
tiNi n Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali
4'
Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Ece!c IESCUELAACADEMICA DE INGENIERIA GE SISTEMAS 'I


Atwnno f,
ca. I Apcfliayucmbni
0002080102 TRUJILLO ROMERO. LIENERIR000ER SEGUNDO Vacdalos I
0002800683 REATEGUIMACEDO.RUDDYE2cZO
0002080684 REATEOUI MACEDO. CRISTINA CPJSTEL

I?° .CAYONaIIAS

P. & p.

Paso 4: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datosfaltantes.

CrpnrAluninc
JuOr
Ccd,Do an versmrio 1UL! .ftiiXI
NornWes
E ApnflIdc pt!rno - =
-.----.---
ApalFIdo Matrrnu 1
:Ecuc1a ,ELAACAO
5OSalecdane
Alumno 14 -
OFFI
Fetha ,iadntlento ......
-OO2OO701 TRUMLLQRO Teh4nncflJo .. I - jI EjVEd01
00010S0603 RAEGJIMA Cpkthir I
000 08060-, REATECUIMA I ___________________I Var daIo I
0002080644 DAZA MORAL [E[EIverdatoi
Esci,Ia Iseleccione escIJela -I
Inqresa cddigo untversitarlo
Inprese nombee(s)
Inresa apellidepaterno
ThpIOne peIIJdo paterno
SekWone sac
IngarER ON!
InqresWseleWane fed,a ela nacin,Ienlo
Setecc*orre escu&a

5.5.2. Listar alumnos y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de alumno(s)

Perfiles: Administrador
CIO
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

de Evaluación de Docentes
Manual de Usuario del Sistema lnformdtico

Paso 1: Ingresar at menó "Alumno" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),

finalmente hacer clk en "Alumno" (3).

J~M
jet PerU ubicado en at departamefltO cia Ucayali. Fue creada poT
La Untversidad Nadonal de Uc iversidad Nacioflal de Pucatpo durante el gobleiflo militar del
at ciec.reto Lay NO 22804 at 18 de diciembre do 1979, I ncediU Ia ralilicadôn de su creadOn por Lay No. 23261, y an 1983
General FIanCISCO Morales Oannudez. En 1981 at Co fueron: Agronomia, Enferrnerla a log. Forestal.
carnblô a sU designación actual con Ia Lay No. 23733_,.

Carreras

Paso 2: La página siguiente listará todas los cursos existentes, donde:

Permite filtrar los alumnos de acuerdo at texto ingresado

Permite most rar los datos del alumno seleccionado.

ETnieta {CUELA ACADEMCA OS INGENI RIA OS SISTEMAS


:.,Cesr
AMnno
Mr opcinec
Ape ffidos v nambm
rC6dI90 I
000090702 ThWILLO ROMERO. HENRPJ ROGGER SEGUNDO
100020806S3 REATEGUI MACEDO. RUDDY ENZO

0SO644 -DAZA MORALES, CAYO NEMIAS


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
- Universidad Nacional de Ucayali
- -a,

Manual de Usuario del Sistema Informático de Evaluación de Docentes

DtOS de afamn

Iddetumno 10
Id eaxlIlr
----------------------------------- CósOen tJn1v'r01!rIn 0002080644
ElcIzels ESCUELA ACADEM]
Herntwp.c CAVO NEMIAS
Aluuiao Apeltido paterna 0526
Allellido Melanie MORALES

LFiiIIiiIIi
02050102 TRJILLO ROr,
Sew, Mncuflno
ONI 71340397

0002000683 REATEGIJI MACTI reho n meNlo 01/03/1892 (vedwaj


Tino uijo
0092000684 1 REATEGUI MACEl
Ceu8r 11Ived81o(
000208(643 DAZA IcIORALES)
Dfrecd6n
ESCUELA ACAD6MICA DO INGONIERIA DE
SISTEMAS

5.5.3. Actualizaralumno.

Requisitos: Existir registro de docente

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Alumno" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer clic en "Alumno" (3).

La Universidad National do Ucammmmmommm Jet PerU, ubicado on at departamento de Ucayaii Fue creada poe
at dacreto Ley N° 22804 at 18 do dic.embre do 1979,1 iversidad National do Pucailpa durante at gobiemo militar del
General Francisco Morales BermUdoz. En 1981 at Co • ncedió Is ratificación do su creation por Lay No. 23261. yen 1983
camblO a su designaciOn eclual can Is by No. 23733_ - - hieron: Agronomia, Enfenaerla 8 Ing. Forestal.

Carreras

Paso 2: Hacer clic en el botón "Editar"


rO

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacional de Ucayali
Aftfe
Manual de Usuario del Sistema Inform ático de Evaluación de Docentes

Escuda ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERLA OE SISTEMAS


Ahnnixo
-----------------------------------------------------------------------------------------
IC21a I
COdgo I ApQIIMa y mnbes I M23 opriow"
0002080702 ThUflLLO ROMERO. HENRR1 ROGGER SEGU?'DO Vc dIo
0002080683 REAThGUIMACEDO.RUDDYENZO [irIBVefdto
0002080684 REATEGUI MACEDO. CRISTINACRISTEL da1s

14 *J

Paso 3: En el diálogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actuallzar',
luego de ello visualizar ía not iflcación de éxito.

Actiia,H,rn Alumno

Id auxitlar

Códijo .Nrftjrto

NomEws

Ap,Ido patarnn
EsaeIo
ApetIdo Materno

Sexo

DN0

Fntha ntnienfn
0002060702 TRUHLLO ROME
Tdeonn iijn 1013002222
00020S0683 REPTEGUI MACEi
CttjIar
0002080684 REATEGL'T MACEJ
0002080644 E4tait
I)AZA MORALES.
Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformotico de Evaluación de Docentes

VrAY
--
- usu
nicio

Esc,iela :ESCUELAACADEMICA0E INGENIERIADE SISTEMAS


Ah,mnoCnto4amta I jII LI
CóthEo Apellidcay nombres Mis opcian
0002080702 TRUJILLO RORO. 1NRR1 ROGGER SEOUNDO [fLVec atos
0002080683 IEATEGUIMACEDO. RUDDYENZO ][JI v, &osj
0002080684 REATEGUI MACEDO. CRISTINA CRISTEL [[)I Vet alosI
0O02080644 DAZAMORALES. CAYONEMTAS :ELIVevdoI

Ptedepguii

5.54. Borrar alumna.

Requisitos: Existir registro de alumno.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Alumno" colocando el cursor en "Facultad" (1), luego "Escuela" (2),
finalmente hacer clic en "Alumno" (3).

mb
I
La linivarsidad Waaonal de UcaJ.... .... •. tel Perj, Ubido an at departamenlo de ucayan. Fue Creada pot
at decreto Lay N° 22804 of 18 de diciembre de 1979, I iversidad Nacioflal de Pucaflpa durOnto of gobierno muller del
General Francisco Morales 8errntidez. En 1981 of Co ___ _ ncediO to raluficaciôn de so cieadOn pot Lay No. 23261, yen 1983
camblô a su designacion actual con to Ley No. 237331 lueron: Agronomia, Enfemierla a ing. Forestal.

Carreras

Paso 2: Hacer clic en el botón "Borrar"


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

______ ' 1
:EscudaIESCUELAACAOEMICAOEINGENIERIADESISTEMAS
Ahno ICc'U0 I FC
C6digo ApIidn
0002080702 TIWJILLO ROMERO. HENRRI ROGGER SEGUNDO [[II Vmdaias
0002080683 REATEGUIMACEDO.RIJDDYENZO

0002080684 REAIEGUIMACEDO.CRISnNACRISTa EcRai Oocrar Vendalasi


0002080644 !DAZA MORALES. CAYO NEMIAS Bonrar [Von dabs

Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo clic en "Continuar" y esperar Ia


not,ficación de éxito.

¶i
I
Zcuela IESCUELAACADEMEAOE4GENIEPJAOESISTEMAS
Alwnno fr

$e Ira flnaflzado alguna(s) enwnsta(s) bonar - __"f .- -


0002080702 TRUJ]LLO ROMERO. HE aleatorlamrrnle los registros cIa enruesta termlnada. ronr[ Vdj
Borcar el registro cIa los cursos dorrde est matnlculado.
00020806$3 REATEGUI MAC-EDO. RI. BorThr el usuarto y el ragistro de alumna.

0002080684 REATEGUI MACEDO. Cr


0002080644 DAZA MORALES. CAb

Etcuela I ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS vi


Alumno ICodoeNwebzo

C6dio Apeflidos y icombren Man apnicnin;


0002080702 TRUJTLLO ROMERO. HENRRI ROGGER SEGUNDO []['I VOs dtos

0002080683 REATEGUI MACEDO. RUDDY ENZO Vu, ds


0002080684 REATEGUT MACEDO. CRISTINA CPJSTEL

Pthdepigma

Observaciôn: El borrado del docente es Ia acción de eliminar el curso y su


dependencia con sus alum nos.
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5.6. Semestre.
5.6.1. Crearsemestre.

Requisitos: Ninguno

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Semestre", haciendo clic en "Semestre" (1).

La Universldad Naclonal de Ucayali as entre las principales universidades del PerU. ubicado en el deparlamenlo de Ucayali. Fue ceada por
of decreto Ley NO 22804 8118 de diciembre de 1979, bajo 81 nombre do Unlversidad Nocional de Pucatlpa durante of gobierno miller del
General Francisco Morales BermUdoz. En 1981 of Congreso del PerU Is coricedlO a ratilicación de su ceaciOn por Ley No. 23261, yen 1983
cambiO a su designaciOn actual con Is Ley No. 23733 sus primeras carreras fueron: Agronomia, Enfemiena e lng. Forestal.

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear", esta acción abrirá un dialogo para el ingreso de los
nuevos datos del nuevo semestre a registrar.

SnecfreI3 tb. ___

fin I ESrtda D&pEán


I
2017-1 0110412017 3110710017 Vigcnt Primercicto ecadéinico Ma de1aHe
2016-0 01101/2017 31103(2017 No .igen1e Ciclocero Mastfles

J1I L) Crenr semestre - - -- -


---------------------------------
Idnu,i$Ilnr
nestre ______________
Mel I
[s.sco, I Jb iki F.da ha Periodol I
2017-1 01:042017 .3l1072O17 Fchninhlo
2016-0 - 01;01,2017 31,0312017 Fe.rhafin I
DescrIpcIn ...
Estabtecer come
vljente o - .-

Grdar cancelar
j
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
.., ., Universidad Nacionat de Ucayati
iJ V

Manual de Usuario del Sistema Informdtico de Evaluación de Docentes

Paso 3: Ingresar los nuevos datos, luego hacer clic en "Guardar" y esperar Ia notificación de
éxito de creación de semestre.

a rersemestr!

04 6U,uIr8r
Afio 12016 I
LJJs
71'072017
Perhcti, 12
2017-1 0104'2017 dia Initle 101108/2016 1
017-0 0101/2017 3110320!7 Feda flu 31/12(2016
V

ocm,don JSoundoddo20111
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1= cT1ffi wdzxoo Qz= ______ 1c6
V

Fch fin Enta0n flrwripri6n I


2017-1 01/04/2017 31/070-017 Viente Pimercic1oacadiniico Moo,del&Ieo I
2017-0 01'Oi/2017 31/03/2017 Novi0ente Ciclo cero r[M dotntl
2016 01,041'016 31/1)/2016 Nosireute -----------Segundo ctcio '014 Mao delalloo

pie & pipw

Paso 4: En caso de intentar registrar sin datos o con datos incompletos se visualizará el
detalles de los datos faltantes.
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. •• Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema InformOtico de Evaluación de Docentes

Idauxlliar I I

_TTTTE].
2013-1 01042017 31.072017 %Acfi. inklo i

2017-0 :0101/2017 31,;032017 Fe,h, fin LT_TT] Man alh,s


iLI
2016/2 011282016 3112.2016 Decripdào EjEJIulIa4etc4
-------------------------------
EatehIact conic
uk.pPnt.!
ingtcse
inorese periodo
Iop-ne fcch,inkk, depejiodo
ingrese fcclia fin de øeriodo

cncpIir

5.6.2. Listar semestres y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de semestre(s)

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Semestre", haciendo clic en "Semestre" (1).

La Universidad Nacional de Ucayali as entre las principalos unlversldades del Pen), ubicado on ol departamenlo do Ucayali. Fue creada pot
at docreto Ley N° 22804 el 18 do dicienibre do 1979, balo at nombro do Universidad Nacional de Pucalipa durante at gobiomo mllitar del
General Francisco Morales Borm0dez. En 1981 at CongresO del Pen) to concedio to ratiticación de su creacidn pot Ley No. 23261. yen 1983
camblO a su designaciOn actual con to Ley No. 23733 sus primates carreras fueron: Agronomia, Enfermeria a log. Forestal.

Paso 2: La paginG siguiente listará todas los cursos existentes, donde:

Permite Jilt rar los semestres de acuerdo al texto ingresado

Permite mostrar los datos del semestre seleccionado.

2017-0 01101/2017 31103/2017 ?o'.,gente Ciclocero


2016-201/082016 31/12/2016 :Nà%igenle :gniido cido 2014 Man detalles
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Manual de Usuarlo del Sistema lnformdtico de Evaluación de Docentes

Semsh-e 2057-1 Mr

Escuelas
Senle5fre
ESCUELA ACAOEMICA DC INGENIERIA CE 515TEMAS
EncucsTh
Seiujfr f
2017-1 01104 Cóthgo I. Inicin F. fn F3tdo
EFIC_2057-1 0110412017 31/07/2017 Vlgente
2017-0 0110L Aasdel&le

2016-2 01f08 Aas

d$na Li

5.6.3. Actualizarsemestre.

Requisitos: Existir registro de semestre.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Semestre", haciendo clic en "Semestre" (1).

La Unversidud Nacional de Ucayali as enlre las principales universidades del Peru, ubicado an at departamenlo de Ucayali. Fue creada por
el decreto Ley N° 22804 el 18 de diciembre de 1979, bajo of nombre de (iniversidad Nacional de Pucalpa durante el gobierno mililat del
General Francisco Morales BennUdez. En 1981 at Gongreso del PerU to concediO (a ralilicadOn de su craaciOn per Ley No. 23261, yen 1983
camblO a su designacion actual con to Ley No. 23733 sus pnmeras carreras tueron: Agronomia, Enfermerfa e Ing. Forestal.

Paso 2: Hacer clic en el botón "Editar"


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- Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

F_ I
S!ms1re,,

Semefre I Feba ioido I Fcba n I Ev.d. I Mo opco


2017-1 01104/2017 31107/2011 hi0ente Piuedc1oocodémico Mdelos
2017-0 01101/2017 311030017 Noviente Ciclocero I
2016-2 01(00/2016 31/12/2016 Novigente Sgundocick2014 MadoIiIes

Paso 3: En el diálogo abierto actualizar los datos respectivos y hacer clic en "Actualizar',
luego de ello visualizar Ia notificación de éxito.

_ AthiIizor semestr

Id itigI1Iar
Mo 12017 I
r:1 L31,07-2017 PoriodoIl I II
2017-1 01041017 Fpto inIclo 101/04/2017 I
2017-0
2016-2
01101/2017
:0l032016:3F12/2016
31032017
3 r.!th,! fin 131/07/2017

merddoocadèmko
Os4pCIAn
j

- tbIocw r.t'mo NO v10nth I Actuolizor Cancelat

Sutr Eho loki., I Fho rim I -°° I Dncripri6n


I I
2017-1 01104/2017 3110712017 Vigente Pthnercicloncndlmico Mu, debuts
2017-0 01/010017 31103/2017 luovigente Cklocero [JIMsdtluiIus
2016-2 01/01(2016 3111212016 Novigente Segundociclol0l4

Pie de pgm

5.6.4. Borrar sernestre.


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ill Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuarlo del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Requisitos: Existir registro de alumno.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Semestre", haciendo clic en "Semestre" (1).

La Universidad Nacional de Ucayali as entre los principales universidades del Peru, ubicedo en at departamenlo de Ucayali. Fue creada por
el decreto Ley N° 22804 at 18 de diciembre de 1919 bajo all nocnbre de Universidad Nacional de Pucallpa durante at gobiamo militar del
General Francisco Morales Benm3dez. En 1981 el Gongreso del PerU Is concediO Is ratiticacidn de su creacion pot Ley No. 23261, yen 1983
cambiO a su destgnadOn actual con Ia Ley No. 23733 sus primeras carreras tueron: Agronomia, Entermerta e Ing. Forestal.

Paso 2: Hacer clic en el botón "Borrar"

I Senufre I F.cbs inicio I Fechn fin I Etdo I Dowiipción I Alas opdorie


2011-1 01/04f2017 31/87/2017 Vioente Primercicloncodémico
2017-0 0110112017 31/03/2017 Novignite Cicloceio
2016-2 01108/2016 31/12/2016 No vigente Segundo cicbo 2014

Paso 3: Confirm at Ia operación de borrado haciendo clic en "Continuar" y esperar Ia


notificación de éxito.

a.'- 'XL{ki i Itt 'i)3 iCii141- igeni-im

J11
- L1
2017.1 01 04 01 il 0 01 d all
B00-r Ia encapata anodada al semestre y los awncesde
0i1 0? 012017 II 0320I7ericuestas resuplas por las 2fumnas

:2016-3 01,082016 31112016 Torelre ....aio o,elspmestTe

II Contlema, Icaocelar
.cIo,
0'
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SCrnestreIoo,

2017 1
JCJ

01/04/201,
j FM.fm I Fstido I I opioo
31 07i'017 V PCunor ciclo ac,diu Co Ma deja/es
2017-0 01101/2017 31103/2017 No-igente Cicloceso I

Observación: El borrado del semestre es Ia acción de eliminar el curso y su


dependencia con sus alumnos.
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4 Universidad Nacional de Ucayali

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5.7. Encuesta.
5.7.1. Crearencuesta.

Requisitos: Ninguno

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Encuesta', haciendo clic en "Encuesta" (1).

La Universidad Nacional de Ucayali as entre las principales universidades del Peru, ubicado an el departamento do Ucayali. Foe creada por
al decrelo Lay N° 22804 at 18 do diciembre do 1979, bajo at nombre do Llniversidad Nacional do Pucallpa duronte el gobierno mildar del
General Francisco Morales Bornoidez. En 1981 at Congroso del PerU le concediô to ratilicaciôn do su creaciUn por Lay No. 23281 y an 1983
cambiô a su designaciOn actual con la Lay No, 23733 sus primeras carreras fueron: Agronomia, Enfermeria e Ing. Forestal.

Carreras
Agronomla

Paso 2: Hacer clic en el botón "Crear", esta acción abrirá un dialogo, con las opciones
siguientes: (1) descargar Ia plantilla, (2) seleccionar archivo a cargar y (3) visualizar Ia
encuesta

- - -- •"

- -

Paso 3: Descargar el archivo (.xslx) plantila de encuesta alojada en Ia aplicación.


Escuela Profesional de IngenierIa de Sistemas
UNLJ
Universidad Nacional de Ucayali
4 (7

Manual de Usuario del Sistema Inform atico de Evaluación de Docentes

C 001

d.oOO (l).O •
con OkOfllo
j
000rcocooL $11 coon aconoju coofl36 rthlon

Paso 4: Abrir 10 plaritilla descargada (.xsIxj y modificar los datos de Ia encuesta a registrar
usando Ia pestaña A YUDA del archivo.
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Manual de Usuario del Sistema lnformótico de Evaluación de Docentes

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001(03 105(gr*li OOthOD)PAGOOA 16000U105 07105000500 M9A000IOL000IPD(0 - HWnTn10e.
Odd
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05 - In ' 1' Wqmlantv No nwWflque 10 000 egrudwa 01,0,.? fl1fl de las hops yfomooto de bs 00Id - -
30 - C 00 (0 0 00 10
1 - -- - -- - --- -
Piaritilla de encuesta Excel
E00o .cdwo-çdastls 000150. 0900.1 1 1. 6.0.1

l)n,p,..00o,to 110 010duiqo. 0000001. .0m010,. do 00050,000 do I., hoa.(0Ionn0o do I.00,Ido,.

Koja de datos

Hoja: Encuesta
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CddIgo (No .,odlIlc,r ,o,noMonnolo o0o d,lo Cddgo do,. 000,05.. 110 050000cdon. 5003 aVIdon do co11la NoonS,, do
10,00. d blob, Fad,, do oono do ooaood. O0.E00l. LPo.r 1.000000 000UWVW10.
FooS. do On, Fool,, 00,56. 30(Oo90 do .ns00a Oor 1.0000,. OD13IM$rirf.
Obomb,. do 5001011( S .o .oi0n.d 1.

5.1,.,. d, 2,00,2000

(00*000 I caeOoo*, coo,,d.oNo - -- - P (II

Paso 5: Abrir, previsualizar el archivo de encuesta y registrar haciendo, (1) hacer clic en
"Seleccionar archivo", (2) hacer clic en "Abrir" para previsualizar Ia encuesta, (3) hacer clic en
"Registrar encuesta" y esperar Ia notificación de confirmación.

, . - -

00,10,005 (bd0t003 Ibs OaoO'a .00

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ZP 010tX4JC55, a Os.(0oi, do Cr,b 00307001,1 050000031,200 5,5.503
000(2,05110(0 .o2Jj,_I0,k.. 000500172000 ooLol.0 4.20005
V (botoo , M *150W.lp.pn,,(0o. *0505720015 5000o.J0G 01301
a F.000o.d'a 000 - 0505
0,1.0*0 0A.*1,.dk.d. Bd,k. 5,10705110330 .154.,. O00QZOI
]ouoGos.,uMMo. 0450057 .El c..os,, 0010 2.02503
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No3305'a (1055007000(0 91.o,is. 50500,0
D0000.oloo j,ond'ao1.ç.I 030050571577 O0,4In,d,.200_ 0101
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, 0(1.00 045501(. 052122/blOOM 00.6. 00l0O 32.572(03
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Ol,nso01a4., 000172501 300podo,dkcbsd.. 5600
= 0,51000001(1,) O'1073•057Q3(01043, 0015.50(70(0% Hqodo(ebnodod,. 50*3
5.. 0has(ocS(C 0110009 00001037703.1 (011,4(1, 0000
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Hc.roionJ

0000033
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
- Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema Informatico de EvaluaciOn de Docentes

- -- .------------------- - -
:0 arc ntfia 12W... L roJEte0 (L).r12

DATOSDEENcUESTA
CIdigo FOCIW, de inklo Fools, dv rn Son,nsteo

E1IC2017-2 01/04/2010 21107/2016 21

Dominio de Ia disdplina
Wm.ca Mrjunns votes Feocoentensente Cast stempre Stompro

Sr&adrrvnts0larolcontdi4d4odrlaadgratoa. 0 0 0 0 0

Pa.dnn. Ins no orddoa de la asf9inatura coo In, tn,ddo, de onat. 0 0 0 0 0


flotoelee las thIs, reladois,dao coo In, conterddn, Ic In goatora. 0 0 0 () 0
Propose ,tepto, 0 nl.rddn,
-

- ----------------------------------------- ------------ -
argon ........9 j(ts. ..

DATOSDE4CUESTA

CIdigo Petite do Ini Fodto do G. Sentestre

StIC...20171 01/00/2016 31/07/2016 2017-1

Dominio de Ia disciplina
buncO Algtmonvocot Frvcnentrntente Cavtnletttpev Sletttpee

Sodladnanracbralnncnrddunde la ,lgnatcaa. 0 0 0 0 0

tadona Ins toate,ddo do 1. aolgoltora con to, onniorrldo, dr olson. 0 0 0 0 0

Rntuetve 11, dada, rotaclonntloi con Ini cogrtenldo, do Ia aSgnaIunl, 0 0 0 0 0


Propose ojemplos 0 ejerthlns quo olncdaolaantgnatoaconla
o o o o o

LEIEE±J canada,
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Universidad Nacional de Ucayali

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EnmethIM

I en'' 7
ENC_2011-1 2017-1 01I042016 3110711016 Noioicido Oscg, I

5.7.2. Listar encuestas y ver detalles.

Requisitos: Existir registro(s) de encuesta(s)

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menu "Encuesta', haciendo clic en "Encuesta" (1).

La Unlvorsdad Nacional de Ucayali as efllre las principales universidades del PerU, Ubicado on el departamento de Ucayali. Fue cleada per
of decreto Lay N° 22804 el 18 de diciembre de 1979, bajo at nombro de Universidad Nacional do Pucalipa clurante el goblerno miMer del
General Francisco Morales BerrnOdez. En 1981 el Congreso del PerU le concedlO Ia ratilicaciOn do su creacido por Lay No, 23261 yen 1983
cambiO a su designariOn actual con la Lay No. 23733 sos primeras carreres fueron: Agronomla, Enfermerfa a Ing. Forestal.

Carreraa
Agronomia

Paso 2: La página siguiente Iistará todas los encuestas existentes, donde:

Permite flit rar las encuestas de acuerdo al texto ingresado

Permite mostrar los datos de Ia encuesta seleccionada.

Permite descargar el archivo de encuesta


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
•1 Universidad Nacional de Ucayali

- Manual de Usuario del Sistema !nformático de Evaluación de Docentes

------------

c6tU10 SmoiIro FerIo Ioith Fr1a Fm Moo opsiouoo


ENC_2017-1 2017.1 01I042016 31f07/2016 No iniciado Oascara,

..................................................(•••...............0

EncucToENe..2017-1

ESTADO DE ENCUESTA: No inidado


Cddkjo r-dolrndeinioio ho do Ito 04mootoo
86C_2017-1 01/04/2016 31/07/2016 2017-1

Dominlo de Ia disdplina
- NUI1OI A19uoas VoteS F00000ntornoute Casi siempon Sletoipre
-
FrpSca do etonno oloro too nootorddo, do o ostgootara. Q 0 0 0

FWad—a too toetonldo, de to ostgootrna coonS orottenldos do otto,. 0 0 0 0 0

P.000nleotandodooretod000oo000tSlddosdetasotgootoro. 0 0 0 0 0

PrOp001 ojempto, 0 .jorotctoo qo. otnordon I. 0st910tar. coo to


pracdoo prof.tl000l. • 0 0
Expflca a utfildad de los contertidos tadtIcos p pedcttco, para to -
ocotof dad profentonal. - 0 0

- :tkiur/Rehrtttar Itnafoar t-nnoc

ED Iocathostrt4,9vo.00des.ndItp

:E00000cta4000
----------------
CMto j Sametfro I F.ttrobrndt, F. I F.stads Ttlasopdonoo
Ec..1017 -117.1 . 0F04 2016 •i3102016

5.7.3. Borrar encuesta.

Requisitos: Existir registro de encuesta.

Perfiles: Administrador
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
N.~ X, Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

Paso 1: Ingresar a! menti "Encuesta', haciendo clic en "Encuesta" (1).

La Unlversidad Naconal de Ucayali as entre las pincipa?es universidades del PerU, Ubicado an at departamento de Ucayali. Fue cicada por
el decreto Ley N° 22804 el 18 de diciembre de 1979, bajo at nombre de Universidad Necional de PucaiIpa durante at gobiemo militar del
General Francisco Morales BermUdez. En 1981 ci Congroso del PerU 10 concedid Ia ratificaciOn de su creacidn por Ley No. 23261, yen 1983
cambió a su designaclôn actual con la Ley No. 23733 sus primeras carreras tueron: Agronornia, Enfermerfa e ing. Forestal.

Carreras
Agronomia

Paso 2: Hacer clic en el botón "Borrar"

IrL

Paso 3: Confirmar Ia operación de borrado haciendo clic en "Borrar encuesta" y esperar Ia


notificación de éxito.

t,.&. .J.LE!•I 1•1 ( 'C.ZJ.j rj.l.

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CION

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universidad Nacional de Ucayali

: Manual de Usuario del Sistema Informótico de Evaluación de Docentes

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Pit doo

Observación: El borrado de Ia encuesta es Ia acción de eliminar Ia encuesta y


todas las dependericias que tenga.

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


..-. Universidad Nacional de Ucayali

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5.8. Administración de datos en e! semestre.


5.8.1. Agregar curso a escuela en un semestre.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Curso, Alumno y Semestre.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a Ia opción "Administración de semestre" del menu "Semestre".

1a Un_,,. Ucayali as Ontre as pnndpaios univorsidades del Peni, ubicado an oP depatlanlanto de Ucayali. Fue creada por
el der 18 do diciernhre de 1979, baja 01 nombro de Universidad Nacional de Pucallpa duranlo el gobierno militar del
General Francisco Moralbg BermQdei. En 1981 01 Congreso del PerU le concethO to ratillcacion de su creaciOn par Lay No. 23261 yen 1983
cambiO a su designación aclual con to Ley No. 23733 sus primeras carreras fueron: Agronomia, Enfermerfa a Ing. Forestal.

Se mostrará Ia pantalla de administración de semestre

Semstre:I 2O2 l.1


Escuela

Codllgo Nombre Cido Dcnt1' AInmnn


D1BtUODE1rGENLERiA ASISTIDO POR
TB1S0 101 CIcLO I PINEDO R1OS. ROMEL
COMPUTADORA

Paso 2: Revisar el semestre y escuela en el cual va a ser agregado el curso, luego hacer clic en
el botón "Agregar curso".

EscudaIESCUELAACAOEMiCADE(NGENIERL4DESISTEMASj
I egarcuso

Cotligo C'iclo ,Docnjp


DIBUJODEINGENIERIA ASISTIDO POE
misoioi CICLO I PIWEDO RIOS. ROMEL
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacionat de Ucayali

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Se mostrará una ventana de diálogo para asignar el curso al semestre y escuela seleccionado.

Reolstrar corso en sen1ebe

Senier.tr 2021 1 Senlestre 2021 1

Ewuela ESCULAACADE ESCUe1I EScUELA#CADEMICADE1I4GENIFRIADESISThrIAS


Ctirso.p

Ceeo DOesete .0
I I
DIBILIJOD
ThiOO1 ver oearj
CONTMI

AelOflar Cancelar

Paso 3: Seleccionar curso en el Icono de buscar y luego hacer clic en el botón "Asignar".

I Registrar curso en semestre X I


---------------------------------------------------------------------------
Semestre O21-i
Escuea EScUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS
--------------------------------------------------------------------------
Curse
Docente f n I
IL
--------------------------------------------------------------------------

[nar
II carceiar1
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

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SeIecdonarcurso - - .- -

Cójo Curso Ahrcvtura Ckin tto oxi


[ j J
T8I50101 OIBWOUE iNGENIERiA ASISlIDO POR COMPtJTADORA CILO1

AFDH0002 COMUNICACION CICIO i


1B150103 !NTRODJCCJON A LA INGENIERIA SISTEMAS CICLO I
:AccOOa7 !MATEMAT!CAI - cxcto
AFE0001 MATEMATICA BASICA CICLO I [j
AFGH0004 MET0DOLOGIADELESTUDI0 CICLOX 4qTarJ

Se mostrará el curso seleccionado en Ia ventana de dialogo principal.

Registrar curso en seniestre -


----------------------------------------------------------------------------
Sernestre 2021-1
Ecuea ESCIJELA ACADEMICA DE INGENIERLiA DE SISTEMAS
Cters —II [thMUNICACION
--------------------------------------------------------
Decerite

Asignar Canc&ar
AQ

I. Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


: tiNit
Universidad Nacional de Ucayali

460
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Paso 4: Seleccionar Docente en el Icono de buscar y luego hacer clic en el botón "Asignar".

Rgifrarcu:rsoen5em.estré
---------------------------------------------------------------------------
Seniestre 20214
Escuefa ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS
Curso() COMUNICACION

IDocentePiI
---------------------------------------------------------------------------

[ Asignar] Lancerar1

Seleccionardocente c.j

ON! Apeilidos y nombres Opdon


.00104741 PINEDO RIOS ROMEL PATgnar

OOOOlHILARIc yAS JORGE Lu jI Asignâr


46759320 REOS HIDALGO CLOIILDE signar

cancear7
[
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
F' Universidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Se mostrará el docente seleccionado en Ia ventana de dialogo principal.

---------------------------------------------------------------------------
Sernestre 2021-1
Escuela ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERfA DE SISTEMAS
---------------------------------------------------------------------------
Curso COMUNIcACION
---------------------------------------------
Docente ri ---------------------------------------------------------------------------
FHLAPJO RD/AS JORGE LUISI

[AsinaT] [cancelarl 11

Paso 5: Hacer clic en el botón "Asignar".

{ Registrar curso en seniestre


---------------------------------------------------------------------------
SemeStre 2021-1
---------------------------------------------------------------------------
ESCUELA ACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAS
Escuela
---------------------------------------------------------------------------
Cmrso ciiJ CO1'ItJNIcACION --- --
Docente i1HILARIO RD/AS JORGE UJIS
---------------------------------------------------------------------------

Asiqnar 11 Cancelar
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
. .J) Universidad Nacional de Ucayali

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Se mostrará el curso agregado con el docente asociado para Ia escuela y semestre


seleccionado en Ia página principal de administración de semestre.

:Seniestre:j2021-1 '1
:Eccuela IESCUELA ACAOMICA OE INGEWIEPiA DE SISTEMAS

Co.iiEn Daremp Abimnoi


I
DIBWO DE INGENIERIA ASISTIDO POR
TDJSOIOI .CICLOI RIOS. ROvffiL [EJ
copumooi
I0002 COMUNICACJON CICLO t RIWS. JORGE LUIS J [fl

5.8.2. Agregar alumnos a curso.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Curso, Alum noy Semestre.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a Ia opción "Administración de semestre" del menu "Semestre".

La Un_.-, Ucayali as entre las pnndpates universidades del Peru, ubicado an all departarnento de Ucayali. Fue creoda poT
el dec _1 I!18 de diciembre de 1979, bajo el nombre do :Uniyresidad Nacional de Pucallpa duranto el gobierno mutter del
General Francrsco Moraig Bermudez. En 1981 el Congreso del Peo. to concediO to ratiticaciOn de su creaciOn por Ley No. 23261, yen 1983
c8nibi6 a su designaciOn actual con to Ley No. 23733 sus primems carreras lueron: Agronomia, Enfermerfo a Ing. Forestal.

Se mostrar Ia pantalla de administración de semestre

_____
Eccuela :1 ESCUELA ACADEMICA Do INGEI4IERIA DE SISTEMAS 'j

Codigo Nontbre I Cwlo Docmxte Mnmo


TBISOIOI LERIA ASIS11DO POR
CJCLO I PINEDO RIOS. ROMEL
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

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Paso 2: Revisar el semestre y escuela del curso al cual se le agregarán alumnos, luego hacer
clic en el botón "Agregar curso".

iO214 1
Escuea ESCUELAACADMICA DE INGENIEIA 1W SISTEMAS ' • [Aregario

Codio Noaihre Cdo Ooeatte


I
roioi ASISTIDO POR
COMPUTADORA CICLO I PH'EDO RIOS ROMEL : ir

AF&J-10002 1 COMUMCACIO-,\- :C'ICLOI HILABJO FJ\AS JORGE LUTS

Se mostrará Ia pantalla para visualizar alumnos matriculados en el curso.

No hay a!umnos registrados en escuela actual


----------------------------------------------

reariumno Ctrar

Paso 3: Hacer clic en el botón "Agregar alumno".


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Manual de Usuarlo del Sistema lnformdtico de Evaluación de Docentes

Mumnos asinadus a curso

Código Apeflkos y nambres Fstado mmimta Opionen


No hay alumnus reolstraos en escuela actual.

Notfficyr encueas pententesAgreqar alurnno C0


I

Se mostrará Ia pantalla para buscar alumno.

Aluninos ustgnados a cursu

I'° 1 ApeWdosyamubre -- f rosucue,ta


No hay alumnus reglstraclns en escuela actual. - -

Agrepar ahinmo 0 curso

Alumno

Q,nlrtnar Cancz4ar

N'Alltcar eneaer.tas Vententrs Agreat furnn Ceusar


Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
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Manual de Usuario del Sistema lnformático de Evaluación de Docentes

Paso 4: Hacer clic en el Icono de buscar alumno.

Altim"ns aManAdns a nrnn

- A4fld.,ap num6res estsdo qec,ate


No hay alurnnos restrados en ecueta actual

A1regrtornnocurso

Ala mnuj]

Confirnar Canceiar

eticr entuestas 'enene Azear alunno rerrar

Se mostrará Ia pantalla para buscar y/o filtrar alumnos.

Alcnnooa siquado - Seleccione alumno


Cóco/Aeflidosynornlu-es
1
no has' alumnus re
Código ApetlidOs y noinbres Opc.ón

Cancelar r u'umt Crr


C. Escuela Profesional cle Ingenierla de Sistemas
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Paso 5: Buscar alumnos por código o apellidos y nombres en Ia caja de entrada de datos y
presionar Ia tecla Enter.

AJum,io a5iQnodos S8ccioiie 8lumno

LLNohayaumnosiei0
Co&qo
0002080102 TRJJJIU.O ROMEROHENRR1 ROGGERSEGW400 r5e+edonarj

Cancgar ar CcrJr

Paso 6: Hacer clic en el botón "Seleccionar" para agregar el alumno.

Alumnosasionai

- TO
..nt.-.-:;-.t..;.;-.:..------
------:.t r;-tflflfl -.tvt;.rt............h-•-
On hy ,Iun,nos re
Código Apulikios y nobrrs
I__________
Opción I-
0002080702

CancOr '-'-
I
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
lJniversidad Nacional de Ucayali

Manual de Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

Paso 7: Hacer clic en el botón "Confirmar" para agregar el alumno.

[Alumnos osignedos o curso

ApeWdoi v
I roado t I Opcoies J
No ho atumnos reqistrados en escueta actual.

Agregar aluosun a nirso

Afurnno 0002080 02 /TRUflLLO ROMERO I4ENRRI ROGGER SEGUNDO

J Confirinar Cancdar

Ho1Gcar enwentas ostes Arer fianno fefrr

El alumno se agregará automticamente al curso en tratamiento.

I4lumnos asignadu; a c-urso X

T Apestidos y noonbres
10002080702 iTRUJILLO ROMERO, HENREU R066ER SEGUNDO
EStOdO ei,Caesta
No lulciado
I Opc.ros
Fifl

Nolificat encueStgs pendentos Agreqar otumno Cerrar


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Manual de Usuarlo del Sistema Informatico de Eva!uación de Docentes

5.8.3. Borrarcurso.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Curso, Alumno y Semestre.

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a Ia opción "Administración de semestre" del menu "Semestre".

La Ucayali as afire las prindpales universidades del Pen), ubicado an of departamento de Ucayali. Fue crnada p0,
el de 18 de diciembre de 1979, bajo at nonibre de Universidad Nacional de Pucallpa duranie of gobierno nillitar del
General Francisco Moral BermOdez. En 1981 of Congreso del Pen) Ia concediO is ratillcadOn de su creaciOn por Lay No. 23261 y an 1983
cambiO a su des,gnadOn actual con Ia Lay No. 23733 sus primaras carreras tuoron: Agronomia, Enferrnerla a Ing. Forestal.

Se mostrará Ia pantalla de administración de semestre

Ewuel i.cwsoj

Cintigu I Nembav I Cith I 1)4ceffte I Alumnus I


ThiSO lOt :DIBUJODE Th.GENIERIA ASISTIDO POR
COW
IUTADORA CICLOI RIOS. ROMEL

Paso 2: Revisar el semestre y escuela del curso que será borrado, luego hacer clic en el botón
"Borrar".

Sénstre[2O21.1 1
Ecciiela 1 ESCUELA ACADEMICA DE lNGENIEIA OE SISTEMAS Lgrcuso

I DIBUJO DE INGENJERIANcrabrr I Ciclo Doc,nte Alummos


ASISTIDO POR
cico I PINEDO 9105. 7OMEL
AFGH0002 COMIJMCACION CICLO I }ULARTO RI\AS JORGE LUIS I39iiJ 2
Avl
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali

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Se mostrará una pantalla de diálogo para confirmar Ia acción de borrado,

----------------------------------------------
Estimado usuario, idsea borrar elemento?

Corifirrnar ] [_
car,cetar_1

Paso 3: Hacer clic en el botón "Confirmar".

:mes-trezo2-1

EocteIa ESCUELAA6ADEMJCADE!4GENIEOIADESISTEMAS ' A9rgwcuro

c;F
DIBtJO DE fNGENIEPJA AS1STE' - Vetj Bonnt
TEIsoiOi ORIOS.ROMEL
COMPUTADORA EstImdo usuado, desea bonw eemento'
AFGH0002 ;COMUNICAUON kIORJVAS. JORGE LUIS Veq
-
Conflrmar Cancefar
--1

Se mostrará Ia pantalla inicial con el curso eliminado.

Scatr!2b21-1
EceeL, :ESCUELAACAOEMICAOE ING€NIEJIADE SIS1EMA LAcJ

Codi, I Yombr. Cid. Doo.d.


I I
misolol DIBUJOOEIXOENIERAAASJSTIDOPOR CICLOI PJNEDORIOS.ROMEL
COWUMADORA
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
T Universidad Nacional de Ucayali
1 4~"MO
%-

Manual de Usuario del Sistema Inform atico de Evaluacion de Docentes

Observación: En caso el curso tenga alumnos matriculados, será necesario eliminar primero
estos registros antes de eliminar el curso
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Manual de Usuario del Sistema Inform atico de Evaluación de Docentes

5.9. Administración de datos de usuarios.


5.9.1. Restablecer contraseña.

Requisitos: Ninguno

Perfiles: Administrador

Paso 1: Ingresar a! menó "Usuario' haciendo clic en "Usuario" (1).

La Universidad Noclonal de (Jcayali es entre las principates unlversldades del PerU, ubicado an 81 departomenlo de Ucoyali. Fue creada par
at decreto Ley N° 22804 at 18 de diciembre de 1979, bajo of nombro de Universidad Nacionat de Pucalipa durento at gobierno militar del
General Frandsco Morales BermUdez. En 1981 at Congreso del Pew le concedió to ratificacidn de su cxeacrUn par Ley No. 23261. y an 1983
cambiO a so designaclon actual con Ia Ley No. 23733 sos primeras carreras fueron: Agronomia Enfermerla a trig. Forestal.

Carreras
Agronomia
Ciendas Administrativas

Paso 2: Hacer c!ic en el botón "Restablecer contraseña", confirmar Ia operación y esperar Ia


notificacion de éxito.

Iiusuo..
Ret Ape1tnyiinntbni I
a4iuu Administrodor :. Restablecer contreseite 1
Docente PINEDO RIOS. ROMEL }: _Restablecer conirasea
22481163 Docente HILARIORIVAS. JORGE LUIS 1[Rtaaseni]
22514207 Docente AYRA APAC. NILTON CESAR k Resta ontraeOa
18195296 Docente RIOS HIDALGODE CERNA, CLOTILDE j nesIab4ecer cdrose8o
0002090702 Alumna TRUJILLO ROMERO. HENRR! ROGGER SEGU?sl)O [ Reslablece, cant roseita
0002080683 Alunmo REATEGUI MACEDO, RUDDY ENZO 1
0002080694 Alumna EEATEGUI MACEDO. CRISTINA CRISTEL :1 Restablecer cantraseCo

lsId: '.air4ss . &inWJ•. .gt- :trns. . . .


. I

LJI1iIII1J
L Ret.
Eetlmado usuaris deses restablocer Ia contraselia del
:UsU2Ii000104741
con sti Oucunto 7
00104741 Docentt ubecnnlraenfli
:Consldernclones . •----
1141163 Docente Enodetenereçuardade éstaodnta;cP I
restabtetei-an............................................
...... ................
., ................
-..
32514397 Docesue I ......LtI!rconhrrnej
18198266 Dorente 1RenIeblecerco4d1e
0002080i0 Alumna tFh1rmar1 CatsceIOr I ResIubtocrcontrasj
0002080683 Alumno j REATEGU1MACED0RUDDYENZO 4Reo(awecnrcontisse8u
0002080694 Alrimno REATEGUI MACEDO. CR1STLN. CRISTEL Ithlecerce,rtrasefia
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Universidad Nacional de Ucayali
s

fy Manualde Usuario del Sistema lnformatico de Evaluación de Docentes

Qmnlh

I jukoaft

Rol I Apeffidos y no,nbm Opriono


Adn,h*ntdo i.
00104741 Doc PINEDORIOSROMEI. 1 ReIeeecM
22481163 Dmmte FIILARIORIVAS. JORGE LUTS IRice t6ro0&l
22314'O Doc t AVRA CESAR I
18198286 Dcent EJOSH1DALOODECER2A.CLOTU.flE -
0(J20S0704 Al- TRUJILLO ROMERO, fl'pj ROOERSEC22NDO t
2U1 MACEDO. RUDDY ESZO
3U1 MACEDO. CRISTINA CRISTEL

P de pqw
0 cioç

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Manual de Usuario del Sistema /nformático de Evaluación de Docentes

6. Módulo docente.
Objetivo: Realizar actividades de perfil de docente como: Visualizar cursos asignados,
visualizar alumnos en cursos asignados, cantidad de alumnos y estados de encuestas, visualizar
perfil y cambiar contraseña.

6.1. Cu rsos.
6.1.1. Visualizarcursos asignados.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Docente

Paso 1: Ingresar al menu "Cursos" desde el menu principal

La siguiente pantalla es el listado de cursos filtrado por semestre y escuela.

Seinese 42I-1 _ ____________


:Eou,J, [ESCUELAACADEMICA DE INGENIERIA DE SISTEMAP3
-----------------------------------------------------------------------------

Ithgn I Nornhrp I Cult, I CnIA1t,mt,nt


TBISO 101 DIBIJJO DE INGENmRIA ASISTIDO POR COMPUTADORA CICLO 1 2

Observación: El listado de cursos asignados se puede filtrar por semestre y escuela utilizando
los valores de lista en Ia parte superior.

Sernestre i 2O21-1
fl ---
:Escueln ESCUELAACADEMICADEP4GENIERIADESiSJEMAS-

Cadigo Nombre Cklo I Cant. Atumnon I Vno


TBIS010I DIBUJO DE INGENIERIA ASISTIDO POR COMPUTADORA :CICLO 1 2
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
UN"
Universidad Nacional de Ucayali

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6.1.2. Visualizar alumnos en cursos asignados.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Docente

Paso 1: Ingresar al menu "Cursos" desde el menu principal

La siguiente pantalla es el listado de cursos filtrado por semestre y escuela.

Snesiret! 1 _?J
cieia [t.SCUELAACADEMICADEINGENIERIADESISTEMAS j
CoIign I Cirlo I Cant. Alumnmg I V.rolomooc
ThISOIOIDIBUJO DE INGENIERIA ASISTIDO POR COMPUTADORA CICLO I 2

La cantidad de alumnos se visualiza en Ia columna "Cant. Atumnos".

Senifsti-12021-1 - -- - - - ' I
:Escuela

Nombve Ciclo Cant. Ahmuios I Veraomno


TBISO 101 !DIBW0 DE 1GENIERiA ASISTIEJO POR COMPUTADORA CICLO I
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
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Manual de Usuarjo del Sisterna Informatico de Evaluación de Docentes

Paso 2: Hacer clic en botón "Ver" para mostrar los alum nos registrados en un curso
determinado.

Semectre2p2M _____
Ecudo I ESCUELA ACADMCA DE INENIERA DE SISTEMS '

rdir.I Nnnihre Cirlo I CmnlAlmunas Vro1gmnos


TBISOIOI DIBtJ7O DE INGENIER1A ASISTIDO POR COMPUTADORA CICLO I 2 Ver

En Ia ventana de diálogo se visualiza el listado de alumnos y el estado de sus encuestas de


acuerdo al curso seleccionado.

Codigo
T81SO1OI

Iceimr1
Escuela Profesional de Ingenieria de Sistemas
.. .J4 Universidad Nacional de Ucayali

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6.1.3. Visualizar perfil.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Docente

Paso 1: Ingresar al menu "Perfil" desde el menu principal

IMAYAUTBRI.TrALTIP
i
us1uo010i1

Llno
Ii UL

La siguiente pantalla muestra el perfil del docente logueado.

UCAYALJ-FUCALL PA

Lmntcw ::'::: ::::::::


flmsria 00104741
DF
SUAR1O 00104741

Co.iIrsrña Crnbrn contmceThi


11 dedorntp 1
Id auxilbir 12
Nomhns ROMEL
--------------------------------------------------
Apeilido ptrno PINEDO
Ap1Iidn Matrrno RIOS
Srxo Peinenmo -----------------------------------------------------------
DM 00104741
ref.ha nadrnipnto 06121I990
TeWona fijo 556676
Celnbr 965020134
E-Mi1 [email protected]
Dirrd6.i Jr. Hlkmte si peds

p4gica
x
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
Universidad Nacional de Ucayali
,

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6.1.4. Modificar contraseña.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Docente

Paso 1: Ingresar al menu "Perfir desde el menu principal

J7Jj
JCC7
AYAIjT P1ItATJ PA
117 Rsu)AD:A:o:AL EU:AYALX
L3S(AJUO: 00104741

La siguiente pantalla muestra el perfil del docente logueado.

- UCAYALJPJLA
. STDDACmNAL!DF1!JCAYAL1
/

lnicw

U.waz4a 00104741
Coutrzu'iia C.nbi e6a
14 de docente 1
1d2nrihr 12
i'nmbies ROMEL
Apellido pterno PINEDO
Apellido Miti-no RIOS
So hnienino
DNI 00104741
-------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------
Fech oathnienlo 06f1211990
T4el000fijn 556676
CIniar 965020134
E$thil R1OSginaiI.com
D&rcci6n Jr.------------------------------------------------------------------
HMlanie si puedes

Pie de pagms
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
w NJ -
t Universidad Nacional de Ucayali

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Paso 2: Hacer clic en botón "Cambiar contraseña".

Usunio j 00104741 --
Conhi iubii 90ntici11
1
do"me -
IdujJir 12
oathrea ROMEL
tpI1itln pa1rn PTh'EDO
ApeSlido Merw RIOS
SeTo Fclnemno
DNJ 00104741
Fecb nrminn 06'1211990 -
Telefona lijo 556676
Q1nIir 965020134
E-MiI R1OSgmiLcotn --.- --
Dhrthn Jr_ OIMlanie ri puedes

Paso 3: Ingresar los datos de contraseña actual y Ia nueva contrasefla

-
mlo_t1ri
Tm*rj, 00104741

.
ld.xib2i 12 ----CahfraetlectUe! fiO4l4l

onbre ROMEL rn-a-cpit ,v


uj [ - -
— ApiIido ptiw PJNEDO

S Fernearno .
---------------
Rei
-
I

1)N1 00104741
cnIo 06121990 - momcar ) celar
Telefore fiju 556676
-----------------------------------------------------
CehiLn 965020134
E.-M i1 R1OS5Fgmcorn ii.
Dirctin Jr. HiI1An1e ipuede
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Paso 4: Hacer clic en botón "Modificar" y luego se mostrará un aviso indicando que Ia
contraseña se cambió correctamente.

tc11,00104741

Combmr conU keiTh . x


Id d, dOIt, - - --

Contrasefla actual 00104741


Nomtw,.c ROMEL Contrnoc nuev r-.
Ap.11cio pitariin PI2TEDO Ftepro, conwsefla
Ap.flvJo \fcruoRIOS
L
Sr." F2cn1ino
DNT 100104741
i'cch i*n 06 111990 14o!cr C.3ncr
! Ttl 101556676
Colujal :965020134
................
RIOSiniLcom
I1uiie 'i p5ec1e.s

Notificación de cambio de contraseña se muestra al costado derecho inferior de Ia pantalla.

Ccino 00104741

1ddd.1. 1
7cibr 12
2o.nbr# ROMEL
.kdopTtD PINEDO
Ap.IUdo Mtin.o RIOS
Sco Fm,thm
IONS 00104741 14
Frb n,rirninft, 06-------------------------------------------------------------------
12/1900
1kfo,c0jo 556676 -------------------------------------
04.1— 965070134
E-R0,II_RiOSgrncitcom
Diveccmn Jr. }Ióflmne Si pirdes
cIó

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UN!f
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7. Módulo alumno.
Objetivo: Realizar actividades de perfil de alumno coma: Visualizar cursos asignados, rellenar
encuestas, visualizar perfil y cambiar contraseña.

7.1.Cursos.
7.1.1. Visualizar cursos asignados.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Dacente, Alumna, Semestre, Encuesta

Perfiles: Alumna

Paso 1: Ingresar all menu "Cursos" desde el menu principal

La siguiente pantalla es el listado de cursos asignados en el semestre vigente.

Seinetre 2021-1 Encust, No iniciado

- Código
J Curco I Abminfum Cido Eclinlo encub M2S oprion
DIBUJODEINGENIERIAASISTIDOPOR I
TB1S0101 CICLOI Ii'ouciado
CONTbTADORA
Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas
I'. Universidad Nacional de Ucayali

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7.1.2. Rellenarencuestas.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Docente

Paso 1: Ingresar al menu "Cursos" desde el menu principal

Se mostrará Ia siguiente pantalla con el listado de cursos del semestre vigente. Estos cursos
tienen asociada una encuesta que debe rellenarse.

Sernestre 2021-1 Encuesta No iuicütdo

Codiga Curso Abm'i,turo Cicto ETtado encnEstO Mss opejonea


DIBUJO DE INGENIERIA ASISTIDO POR
TB1SO1OI CICLOI ?O1fliCla4o Ves
:COMPUTADORA

Paso 2: Hacer clic en botón "Encuestar" para iniciar Ia evaluación del curso seleccionado.

Srinestre 2021-1 Encuesta No juidado

CMe CTIisD A1)flTYihJrE CSrISJ FAradovnmefn Mas


DIBUJO DE INGENIERIA ASISTIDO POR
TBISOIOI C1C omscuTdo Vet
COMPUTADORA
Q PiO

Escuela Profesional de Ingenierla de Sistemas


Universiclad Nacional de Ucayali

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Se mostrará Ia encuesta pendiente del curso.

-
K

ENCIJESTA: DIBUJO DE INGENIERIA ASISTIDO POR COMPUTADORA


Codlgo FOcha do Inklo FOclon do fin Senonston
ENC_2021-1 01(04/2021 31/07/2021 2021-1

Dominlo de Ia disciplina

Nonca Atgunas wecen FecoOntononoto Cadi nieonpoe Siernpee

Ezpca do manna clara 100 canrtot1du0 dola aslnatora. -

Relaciono lot corA,.rgdm do In asignatma con lot cootoiddon do ott-n,. j ci

Rotualve Ian dudas roladonadas con los contealdo, do In anlgoaturn - --

Prnpona .j.mplon 0 nvrdcin gao ninculan la atignatura cona


prJctica rofonlortnI.

Evpllcn 1.1 utlltdnd do In, cootnoldas t.04con y pnicticoc pora Ia


arduldnot profesfnroal. --
.-.tt

000*1avant-, IrvIne CoRn.

Paso 3: Llenar los datos de Ia encuesta.

ENcUESTA: DIBUJO DE INGENIER.fA ASISTIDO POR COMPUTADORA


CddIgn Fcho, do mId, Focho do fin Semeotre
INC2021-1 01/04/2021 31/07/2021 2021-1

I Dominlo de Ia disdplina

Notice Algonas vecos FtvcUentemeiite tail slempre Siotnpte

Enphlca do manna clara Ins convenldos do In aslgnatura.

Raladona too cont,rddo do In anlgnat.ura con Ion contonidon do oRe,.


ul
U
i.

Rfluelvo Ian dudmn relacionada, con Ion contvoidos do In a&gnatura.

Propono ejomptns o eeo-cIcIos que vinculon In aflgnatwa con I.


prdctica profenlonal. I) U Li 0
Rupttca IC ulllidad do loS codenidon tod.Ic,o y prdrflcen pat-a Pa
t-tIvIdod profeoloriul.
.,!o.
tvaaadat-mvarte bunt- COt-Or
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Paso 4: Hacer clic en botón "Enviar" para finalizar Ia encuesta.

ENCIJESTA: DIBWO DE INGENIERIA PSISTIDO POR COMPUTADORA


CodIqo Fncha de mean Fetha de fin Sen,estm-e

ENL2021-1 01104/2021 31/07/2021 2021-1

Dorninlo de la disdplina

Nunca Algnunas veces Precuentemente Casi sienspen Slempre

Cepika 04 mancea OLara I ns cneteedes 04 Ia Ognatura.

Relaciona los contenldos de Ja aslgnatora con Ion contenldos On otras,

Resoelve las doths relaclonadas con Ion contenidoc de Ia aelgeatura. -

Propont ejemplon 0 ejerelclns quo vinculan 1. asignatura con 1.


prctltra proteslonal.

Enpllca Ia utllldad de los contetddes teortcos y prdcticoe pora la


netialdad pent eslonal.
-
- Guordar Cenar -

El estado de Ia encuesta cambia a finalizado luego de presionar el botón 'tEnviar".

Semeutre 2021-1 Encursta No inicindo

Cedi:o Cnn-n AbrevinOnjo Csclo Estgdo ,xacuEutn i'rbu epcionn


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DIBUJODEJNGENIERiAASISTIDOPOR
.TBISOIOI c0MPLVrADORA •C1C.LO1 rtnuInznsdt .tEnc000IarJ
fç¼ Escuela Profesionat de Ingenierla de Sistemas
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Universidad Nacional de Ucayali

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Observación: El botón "Guardar avance" sirve para almacenar los datos de Ia encuesta sin
haber Ilegado a finalizartodos los Items.

ENCUESTA: DIBUJO DE INGENLERIA ASISTIDO POR COMPtJTADORA


C6d!ga Focho do Iniclo r—'Ina do fIn Snmcotrp
ENC_2021-1 01/04/2021 31/07/2021 2021-1

Dorninio de Ia disdplina

Itmco Algirnas votes Frecuentemerlte CaO sienipn, Siompflr

Enpllca de ,nan!ca clara loo cotorlIdon do ía odquatara

Relaclona los conleeldos do la asignatura con Ion contonido, de 0021 I) 0 C

Resuelse Ian dadas relactonadas con los cootentdos do ía anl0uatora.

Propone ejempIos a ejerdclon gun vinculan Ia aslgnatura con to Ew


prOctica profeslonal 0 0 C 0
Eltpftca Ia ulUldad 00 105 conturtidos tndriron p prrIlros para ía
ardinidad lIrol000nal.

T- .1 Erniar
Escuela Profesional de lngenierIa de Sistemas
(. •) Universidad Nacionalde Ucayali

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7.1.3. Visualizar perfil.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Alumno

Paso 1: Ingresar al menu "Datos" desde el menu principal

Se muestra una pantalla con los datos de perfil del alumno.

l3uario 0002080702
Contrasfia Cambiai con1mea
---------------------------------------------------------------------
Lddalwnno 4
Jdat,iilar
Cod. Unsiitario 0002080702
lVombre; }IENRPJ ROGGER SEGUNDO
Apeilido paterno TRIJJILLO
Apflido M,tino ROMERO
Seo Macuhno
D7fl 46433296
F.tha nathaioto 03107/1990
Tekfoiiofijo
Celniar --------------------------------------------------------------------
E-Mail
Dücidn
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; Universidad Nacional de Ucayali

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7.1.4. Cambiarcontraseña.

Requisitos: Existir registro de Facultad, Escuela, Docente, Alumno, Semestre, Encuesta

Perfiles: Alumno

Paso 1: Ingresar al menu "Cursos" desde el menu principal

Se muestra una pantalla con los datos de perfil del alumno.

Uurio 0002080702
Contifl Cimbiir contmseii
8d de aturnuo 4
Id uxiIi,r
Cid. UnivmitariD 0002080702
Iombr HENRRI ROGGER SEGUNDO
Apellido ptNuo TRUJILLO
ApUido MnttraD ROMERO
So Mnsculino
DNI 46433206
Fecbi ijdmierito 03107/1990
Tt'fefouo fijo
CeIutc
E-MiI
DJreccion
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Paso 2: Hacer clic en botón "Cambiar contraseña"

Umjnio 0002060702
Contra,ft, rMbir cootrsdia
Id de ihimn 4
Id uxiliar
Cod. /rnvr5itariD 0002060102
Nuu,hn' HENRPJ ROGGER SEGUNDO
ApUido pdno TRUJ1LLO
ApeI1do Mtvo ROMERO
Sexo Mascutino
I)N1 46433296
Fcha ucinsieoto 03107/1990
Teh1o,.o fljo
Cehulor
E-M1I
Dfrecdôn

Paso 3: Ingresar datos de contraseña actual y contraselia nueva y luego hacer clic en botón
"Modificar".

fU LL

lEu 1rIL - tçi.. .

Vuano 0002060702
Cuuutroei Cenbuo-coTh-use _______
- -- - --.--. .................
Camhorconfrasef10
Lddiluuii*o 4 ____________________________________________
Id aunthau Cont,ose6uu uuctuol .
m,-s toutu, 000 060 0 con seño nuevo [
4RIROiP Retircontrr5er,a I
TRUJILLO
Apu4Iid Msrn ROMERO
Soi'

iecho nafliOlento 4.1317I99U


Modflcar J Cflce1ar

Cuhuhi

fl.reccutn
lkl
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Observación: Se mostrará una notificación indicando que Ia contrasefia ha sido modificada.

1--• Coti
4
I
I Id

N oobr HENRIU ROGGER SFGUNDO - -.

r ApOfidopitemo TRUJILUD
%j.4bd, ROMERO

tNX 464332E6
03!0711990
TOW0.0 --------------
Cehd-

nj i
ANEXO 05: ANALISIS DE FIABILIDAD

Encuesta Pre Test

Rsumn do nrnipsmipntn tie ricns

Casos Válido 228 1000


Excluidoa 0 0
1

Total 228 100,0

a. La eliminación por lista se basa en todas las


variables del procedimiento.

EstadIstks de fiahilidad

Alfa de
Cronbach N de elementos

891 10

Conclusion: El Alfa de Cronbach tiene un valor superior a 0.7, por lo

tanto, se concluye que Ia encuesta es altarnente fiable para continuar con

el estudio de Ia tesis.
Encuesta Post - Test

Resumen de procesamiento de casos

N %

Casos Válido 228 100,0


Excluidoa 0 1 0

Total 228 100,0

a. La eliminación por lista se basa en todas las


variables del procedimiento.

Estadisticas de fiabilidad

Alfa de
Cronbach N de elemeritos

,878 10

Conclusion: El Alfa de Cronbach tiene un valor superior a 0.7, por lo

tanto, se concluye que Ia encuesta es altamente fiable para continual con

el estudio de Ia tesis.

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