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ESCUELA POLITÉCNICA DEL EJÉRCITO

FACULTAD DE INGENIERÍA MECÁNICA

MEJORAMIENTO DE LA FUNCIONALIDAD Y OPERABILIDAD


DEL EQUIPO DE ANÁLISIS DE LEVAS DEL LABORATORIO DE
MECANISMOS

PROYECTO PREVIO A LA OBTENCIÓN DEL TÍTULO DE INGENIERO


MECÁNICO

DIEGO ARMANDO SALAS VERNIS

DIRECTOR: ING. FERNANDO OLMEDO

CODIRECTOR: ING. LUÍS ECHEVERRÍA

Sangolquí, 2007 - diciembre - 10


CERTIFICACIÓN DE LA ELABORACIÓN DEL PROYECTO

El proyecto “MEJORAMIENTO DE LA FUNCIONALIDAD Y OPERABILIDAD


DEL EQUIPO DE ANÁLISIS DE LEVAS DEL LABORATORIO DE
MECANISMOS” fue realizado en su totalidad por Diego Armando Salas
Vernis, como requerimiento parcial para la obtención del título de Ingeniero
Mecánico.

___________________ _________________
Ing. Fernando Olmedo Ing. Luís Echeverría

DIRECTOR CODIRECTOR

Sangolquí, 2007 - diciembre – 10

i
LEGALIZACIÓN DEL PROYECTO

“MEJORAMIENTO DE LA FUNCIONALIDAD Y OPERABILIDAD DEL EQUIPO


DE ANÁLISIS DE LEVAS DEL LABORATORIO DE MECANISMOS”

ELABORADO POR:

_______________________
Diego Armando Salas Vernis

CARRERA DE INGENIERÍA MECÁNICA

_______________________
EL DECANO

Sangolquí, 2007 - diciembre – 10

ii
DEDICATORIA

Dedico este escrito a mis padres y hermanos que han estados siempre
apoyándome en todo lo que he me he propuesto hacer, a mis familiares que me
ha dado su apoyo sobre todas las circunstancias de la vida.

iii
AGRADECIMIENTOS

Agradezco a mi hermano que me ha dado tanto aunque este muy lejos, siempre
lo recordare junto a mí, a mis padres que me han enseñado tanto y han sido
pacientes conmigo.

iv
ÍNDICE DE COMPLEMENTOS
CERTIFICACIÓN DE LA ELABORACIÓN DEL PROYECTO ................................ i
LEGALIZACIÓN DEL PROYECTO....................................................................... ii
DEDICATORIA .................................................................................................... iii
AGRADECIMIENTOS.......................................................................................... iv

v
ÍNDICE GENERAL
ÍNDICE GENERAL................................................................................................1
ÍNDICE de graficas ...............................................................................................5
Índice de tablas.....................................................................................................7
Capitulo 1..............................................................................................................9
1. Generalidades............................................................................................9
1.1. Antecedentes ......................................................................................9
1.2. Definición del problema.....................................................................11
1.2.1. PRONÓSTICO...........................................................................11
1.2.2. Control del PRONÓSTICO ........................................................11
1.2.3. Formulación del problema .........................................................11
1.3. Objetivos ...........................................................................................11
1.3.1. General ......................................................................................11
1.3.2. Específicos ................................................................................12
1.4. Alcance .............................................................................................12
1.5. Justificación ......................................................................................12
Capitulo 2............................................................................................................13
2. Marco TEÓRICO......................................................................................13
2.1. Conceptos generales sobre mecanismos .........................................13
2.1.1. fundamentos de la CINEMÁTICA ..............................................13
2.1.1.1. Grados de libertad.................................................................13
2.1.1.2. Grados de libertad de un mecanismo plano..........................15
2.2. Tipos de mecanismos .......................................................................16
2.2.1. Mecanismos planos ...................................................................16
2.2.1.1. Poleas ...................................................................................17
2.2.1.2. Biela manivela.......................................................................17
2.2.1.3. Levas ....................................................................................18
2.2.1.4. Engranes...............................................................................18
2.2.1.5. Piñón cremallera ...................................................................19
2.3. Levas ................................................................................................19
2.3.1. DEFINICIÓN ..............................................................................20
2.3.1.1. Aplicaciones ..........................................................................21
2.3.2. CLASIFICACIÓN .......................................................................21
2.3.2.1. Por el tipo de movimiento del seguidor .................................21
2.3.2.2. Por el tipo de junta o de cierre ..............................................22
2.3.2.3. Por el tipo de seguidor ..........................................................23
2.3.2.4. Por el tipo de leva .................................................................23
2.3.3. DIAGRAMAS S V A J ................................................................24
2.3.3.1. Levas rectas..........................................................................26
2.3.3.2. Levas armónicas ...................................................................27
2.3.3.3. Leva cicloidal ........................................................................27
2.3.3.4. Movimiento polinomial...........................................................28
2.3.4. Movimiento de trayectoria CRÍTICA...........................................30

1
2.3.5. DIMENSIONAMIENTO DE LEVAS............................................30
2.3.5.1. ÁNGULO DE PRESIÓN........................................................31
2.3.5.2. RADIO DE CURVATURA .....................................................35
2.4. CONCEPTOS GENERALES DE AUTOMATIZACIÓN......................36
2.4.1. Definiciones de control...............................................................36
2.5. SENSORES ......................................................................................39
2.5.1. DEFINICIÓN ..............................................................................39
2.5.2. TIPOS DE SENSORES .............................................................39
2.5.2.1. Medición de desplazamiento.................................................40
2.5.2.1.1. Potenciómetro ................................................................41
2.5.2.1.2. Capasitivos e inductivos .................................................41
2.5.2.1.3. Variación de reluctancia .................................................42
2.5.2.2. Medición de velocidad angular..............................................43
2.5.2.2.1. Tacómetros mecánicos ..................................................43
2.5.2.2.2. Tacómetros centrífugos ..................................................44
2.5.2.2.3. Tacómetro de corriente parasita.....................................45
2.5.2.2.4. Tacómetro de corriente alterna.......................................45
2.5.2.2.5. Tacómetro de corriente continúa ....................................45
2.5.2.2.6. Tacómetro de frecuencia ................................................46
2.6. ACTUADORES .................................................................................46
2.6.1. DEFINICIÓN ..............................................................................46
2.6.2. TIPOS DE ACTUADOrES..........................................................47
2.6.2.1. Eléctricos ..............................................................................47
2.6.2.1.1. Solenoides......................................................................47
2.6.2.1.2. Motores a.c.....................................................................48
2.6.2.1.3. Motores DC ....................................................................50
2.7. SEÑALES .........................................................................................50
2.7.1. DEFINICIÓN ..............................................................................50
2.7.2. TIPOS DE SEÑALES.................................................................50
2.7.2.1. Señales análogas..................................................................51
2.7.2.2. Señales digitales ...................................................................52
2.7.2.2.1. Análogo a digital (AD).....................................................52
2.7.2.2.2. Digital a análogo (DA) ....................................................55
2.8. TARJETAS DE ADQUISICIÓN DE DATOS......................................56
2.9. PROGRAMAS DE CONTROL ..........................................................57
2.9.1. Concept .....................................................................................57
2.9.2. Labview......................................................................................58
2.9.3. matlab ........................................................................................59
Capitulo 3............................................................................................................61
3. DIAGNOSTICO DEL EQUIPO .................................................................61
3.1. PRUEBAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................61
3.1.1. TOMA DE DATOS .....................................................................62
3.1.1.1. Levas para el seguidor de cara plana ...................................62
3.1.1.2. Levas para seguidor de rodillo ..............................................63
3.1.2. FABULACIÓN DE DATOS.........................................................66
3.2. ANÁLISIS PREVIO DE RESULTADOS ............................................67

2
3.3. DETERMINACIÓN DEL ESTADO DE LA MÁQUINA .......................68
3.3.1. LEVANTAMIENTO TÉCNICO DEL EQUIPO.............................70
Capitulo 4............................................................................................................71
4. SELECCIÓN DE DISPOSITIVOS ............................................................71
4.1. SENSORES ......................................................................................71
4.1.1. Sensor Honeywell PK 84290 .....................................................72
4.1.2. Sensor IFM ................................................................................72
4.1.3. Sensor autronics Br100-ddt-p ....................................................73
4.1.3.1. Montaje del sensor................................................................74
4.1.4. Sensor de desplazamiento inductivo .........................................74
4.1.4.1. Montaje del sensor................................................................75
4.2. ACTUADORES .................................................................................75
4.2.1. Montaje del actuador .................................................................76
4.3. TARJETAS DE ADQUISICIÓN DE DATOS......................................76
4.3.1. ni Usb 9009................................................................................76
4.4. CONEXIÓN DE ELEMENTOS..........................................................77
4.4.1. PROCESOS de REALIZACIÓN del TRANSDUCTOR...............78
4.4.1.1. Sensor Fotoeléctrico .............................................................78
4.4.1.2. Sensor Inductivo ...................................................................79
4.4.1.3. Actuador................................................................................80
Capitulo 5............................................................................................................83
5. PROGRAMA DE CONTROL....................................................................83
5.1. PROGRAMAS DE CONTROL ..........................................................83
5.1.1. mat-lab.......................................................................................83
5.1.2. LabView .....................................................................................84
5.2. INTERFASE ENTRE EL PROGRAMA Y LA TARJETA ....................85
5.2.1. DAQmx ......................................................................................85
5.3. CONEXIONES ENTRE LOS ELEMENTOS Y LA TARJETA ............88
5.4. PROGRAMACIÓN EN LABVIEW .....................................................89
5.4.1. Iniciando Labview ......................................................................90
5.4.2. COMPILACIÓN de un programa................................................91
5.4.3. PROGRAMACIÓN .....................................................................92
5.4.3.1. Programación inductivo.........................................................92
5.4.3.2. Control de Velocidad...........................................................103
5.4.3.3. Medición de Velocidad. .......................................................106
Capitulo 6..........................................................................................................113
6. PRUEBAS Y ANÁLISIS DE RESULTADOS DESPUÉS DE LA MEJORA
113
6.1. TOMA DE DATOS ..........................................................................113
6.1.1. leva con seguidor plano ...........................................................113
6.1.1.1. Levas para seguidor de rodillo ............................................115
6.2. TABULACION DE DATOS..............................................................118
6.2.1. GEOMETRÍAS de ACUERDO con TecQuipment ....................118
6.3. ANÁLISIS DE RESULTADOS ANTES Y DESPUÉS DE LA MEJORA
119

3
6.4. COMPARACIÓN DE LOS RESULTADOS......................................119
6.4.1. Cuadro comparativo de levas ..................................................121
Capitulo 7..........................................................................................................123
7. ANÁLISIS ECONÓMICO FINANCIERO ................................................123
7.1. PRESUPUESTO DE INVERSIONES..............................................123
7.2. PRESUPUESTO DE MANO DE OBRA ..........................................123
7.3. PRESUPUESTO DE LA ADQUISICIÓN DE MATERIALES ...........123
7.4. TOTAL DEL PROYECTO ...............................................................123
7.5. CALCULO DEL VAN Y EL TIR .......................................................124
Capitulo 8..........................................................................................................125
8. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES .........................................125
8.1. Conclusiones ..................................................................................125
8.2. Recomendaciones ..........................................................................126

4
ÍNDICE DE GRAFICAS
Fig2.1: Grados de libertad de un cuerpo en un plano .........................................14
Fig2.2: pares inferiores .......................................................................................15
Fig2.3: pares superiores. ....................................................................................15
Fig2.4: mecanismo plano - polea ........................................................................17
Fig2.5: mecanismo plano – biela manivela .........................................................18
Fig2.6: mecanismo plano - levas ........................................................................18
Fig2.7: mecanismo plano – engrane y piñón ......................................................19
Fig2.8: mecanismo plano – piñón cremallera .....................................................19
Fig2.9: comparación de las levas con mecanismos de cuatro barras.................20
Fig2.10: ejemplos de levas: levas de desplazamiento vertical............................21
Fig2.11: Tipos de movimiento del seguidor ........................................................22
Fig2.12: a la derecha el seguidor de fuerza; a la izquierda el seguidor de forma
............................................................................................................................23
Fig2.13: de izquierda a derecha, seguidor de cara plana, rodillo, hongo y punta
............................................................................................................................23
Fig2.14: de izquierda a derecha, leva cilíndrica, leva plana y leva lineal ............24
Fig2.15: colocación de la leva en una plano, x son grados e y es la altura de la
leva .....................................................................................................................25
Fig2.15: diagramas s, v, a y j de una leva con cuatro detenimientos..................25
Fig2.16: leva recta, las aristas vivas hacen que sea una leva defectuosa..........26
Fig2.17: leva mas, la segunda derivada no es continua. ....................................27
Fig2.17: leva cicloidal, parte de la aceleración para determinar el resto de
parámetros..........................................................................................................28
Fig2.18: leva polinomial, parte de condiciones de iniciales para diseñar la leva 29
Fig2.19: comparación de los cuatro tipos de levas. ............................................30
Fig2.20: la normal común es el eje de transmisión y la tangente común el eje de
deslizamiento. .....................................................................................................31
Fig2.21: geometría para el calculo del ángulo de presión...................................33
Fig2.22: geometría para el cálculo fuerza de volteo. ..........................................35
Cuadro 2.1: Clasificación de los sensores. .........................................................40
Fig2.23: esquema del funcionamiento de una LVDT. .........................................43
Fig2.24: esquema del funcionamiento de un tacómetro mecánico. ....................44
Fig2.25: esquema del funcionamiento de un tacómetro centrifugo.....................44
Fig2.26: esquema del funcionamiento de un tacómetro C.A. .............................45
Fig2.27: esquema del funcionamiento de un tacómetro de frecuencia óptica. ...46
Fig2.28: Solenoide, esquema básico. .................................................................47
Fig2.28: Motor sincrónico, a) núcleo permanente, b) polos salientes. ................48
Fig2.29: Motor de inducción................................................................................49
Fig2.30: sistemas de el cambio de análogo a digital...........................................53
Fig2.31: sistemas de el cambio de digital a análogo...........................................56
Fig4.1: funciona miento del sensor Honeywell PK 84290. ..................................72
Fig4.2 sensor IFM OGP500 fotoeléctrico reflexivo difuso. ..................................73
Fig4.3 sensores se la serie BR Autonics reflexivo difuso....................................73
Fig4.4 sensores se la serie BR Autonics reflexivo difuso....................................74

5
Fig4.5: Motor que se usara para el sistema de control de velocidad. .................75
Fig4.6: montaje de los electos del soporte del actuador y el actuador................76
Fig4.7: conexión del sensor fotoeléctrico a una fuente de 12V...........................79
Fig4.8: conexión del sensor inductivo a una fuente de 24V................................80
Fig4.9: conexión motor a una fuente de 12V. .....................................................81
Fig5.1: Presentación de MatLab . .......................................................................84
Fig5.2: Presentación de LabView. ......................................................................85
Fig5.3: Ingreso al panel para realizar “test” de la tarjeta.....................................86
Fig5.4: Se observa que se selecciona el primer elemento para el self-test. .......87
Fig5.5: Se nuestra el funcionamiento de sensor análogo en el test panel (se
ingresa mediante la segundo elemento de Fig5.4). ............................................88
Fig5.6: Conexión desde el transductor hacia el DAQ. ........................................89
Fig5.7: Panel Frontal...........................................................................................90
Fig5.8: Diagrama de bloques ..............................................................................91
Fig5.9: Inicio LabView y Blank VI (Panel Frontal y Diagrama de Bloques). ........92
Fig5.10: DAQ Assistant se ubica en Diagrama de Bloque para el inductivo.......93
Fig5.11: Selección que puerto va a ser entrada (imput). ....................................93
Fig5.12: De esta forma tiene que quedar la configuración de esta primera
entrada de señal. ................................................................................................94
Fig5.13: Primera unión de elementos .................................................................95
Fig5.14: Funcionamiento inicial solo con la función de l sensor, mediante Run
Continuously. ......................................................................................................96
Fig5.15: Garbamos Programa. ...........................................................................96
Fig5.16: Programa para posición, velocidad, aceleración y salto. ......................97
Fig5.16: Programa para posición, velocidad, aceleración y salto. ......................98
Fig5.17: Programación de Angulo de presión.....................................................99
Fig5.18: Programación de fuerza ejercida sobre la leva. ..................................100
Fig5.18: Programación de fuerza ejercida sobre la leva. ..................................102
Fig5.18: Programación para el inductivo...........................................................103
Fig5.19: Expansión del While Loop para colocar mas elementos del programa de
control. ..............................................................................................................104
Fig5.20: Primera parte del control de velocidad................................................105
Fig5.21: Panel Frontal hasta el momento. ........................................................105
Fig5.21: Control de velocidad. ..........................................................................106
Fig5.22: Primera parte del indicador de velocidad. ...........................................107
Fig5.23: Siguiente parte del indicador de velocidad, se transforma número de
vueltas en RPMs...............................................................................................108
Fig5.24: Se realiza una retroalimentación para mantener la cantidad de la
velocidad...........................................................................................................109
Fig5.25: Se construye un arreglo para poder desáselo según la necesidad de
presentación de datos.......................................................................................110
Fig5.26: Presentación del programa de análisis de levas.................................110
Fig5.27: Cuadro de dialogo que muestra como realizar la protección de un
archivo VI..........................................................................................................111
Fig5.28: Cuadro de dialogo que permite la creación de palabra de seguridad. 112

6
ÍNDICE DE TABLAS
Tabla 3.1.............................................................................................................62
Tabla 3.2.............................................................................................................63
Tabla 3.3.............................................................................................................63
Tabla 3.4.............................................................................................................64
Tabla 3.5.............................................................................................................64
Tabla 3.6.............................................................................................................65
Tabla 3.7.............................................................................................................65
Tabla 3.8.............................................................................................................66
Tabla 3.9.............................................................................................................66
Tabla 6.1...........................................................................................................114
Tabla 6.2...........................................................................................................114
Tabla 6.3...........................................................................................................115
Tabla 6.4...........................................................................................................115
Tabla 6.5...........................................................................................................116
Tabla 6.6...........................................................................................................116
Tabla 6.7...........................................................................................................117
Tabla 6.8...........................................................................................................117
Tabla 6.9...........................................................................................................118
Tabla 6.10.........................................................................................................121
Tabla 7.1...........................................................................................................123
Tabla 7.2...........................................................................................................123
Tabla 7.3...........................................................................................................123
Tabla 7.4...........................................................................................................123
Tabla 7.5...........................................................................................................124
Tabla 7.6...........................................................................................................124

7
8
CAPITULO 1
1. GENERALIDADES
1.1. Antecedentes

La Escuela Politécnica Del Ejército desde su creación, ha sido una de las


universidades de mayor renombre en el país, especialmente en lo que a carreras
técnicas respecta. Una de las carreras más importantes con las que cuenta la
Escuela Politécnica del Ejército es la carrera de Ingeniería Mecánica, la cual fue
creada hace 30 años y que trata de mantenerse a la vanguardia, mediante la
capacitación de sus docentes y también mediante la actualización y
mejoramiento de sus equipos de laboratorio, de tal manera que los estudiantes
que se inclinan por esta opción, puedan convertirse en profesionales con
experiencia en el manejo y uso de nuevas tecnologías, y así, poder competir en
el mercado, con bases y conocimientos sólidos.

Dentro de la carrera de Ingeniería Mecánica se encuentran las áreas de


Mecanismos, Control y Automatización, las cuales son de gran importancia
dentro de campo industrial, puesto que en la actualidad, casi todas las empresas
dedicadas a la producción especialmente, cuentan con procesos automatizados.
Este es el motivo por el cual el perfil del Ingeniero Mecánico de la Escuela
Politécnica del Ejército, exige conocimientos relacionados con este tipo de
implementaciones de sistemas de control y automatización de procesos
industriales, así como la capacidad de mejorar y actualizar sistemas ya
implementados. Para cumplir con esta misión, la carrera de Ingeniería Mecánica
cuenta con laboratorios, tanto de Mecanismos y Vibraciones, así como de
Control y Automatización Industrial; de tal forma que los estudiantes puedan
evidenciar de manera práctica los conocimientos adquiridos en las clases, así
como la aplicación real de de sistemas de control en varios tipos de
mecanismos.

9
El laboratorio de Mecanismos y Vibraciones cuenta con máquinas y
equipos orientados al análisis de distintos mecanismos, así como, de ciertos
fenómenos que ocurren en el funcionamiento de los mismos. Una de las
máquinas que se encuentran en este laboratorio, nos ayuda a visualizar
parámetros importantes dentro del movimiento de levas, lo cual nos permite
realizar un análisis del conjunto, mediante los datos que obtengamos.

La máquina en mención es de marca TECQUIPMENT (modelo: TM21


062); y actualmente tiene una falencia en su sistema de adquisición de datos
puesto que, cuenta por el momento con una tarjeta DAQ fabricada por
estudiantes de la carrera de Ingeniería Electrónica, la cual, no cuenta con las
características de una tarjeta de adquisición de datos comercial, ya que presenta
problemas al momento de obtener los datos y mostrarlos al usuario. Algunos de
estos problemas son: discrepancia entre datos de una misma práctica,
variaciones considerables en las lecturas inclusive cuando se mantiene la leva
en una posición específica, esto se debe a la presencia de factores externos,
como ruido, o pequeños movimientos del bastidor de la máquina; también se
evidencian alteraciones en el funcionamiento de la tarjeta cuando esta se
desconecta del equipo por cualquier motivo, y nuevamente se la conecta.

Estos son los motivos por los que la tarjeta DAQ de la máquina de
análisis de movimiento en levas, debe ser el punto principal de nuestro análisis
para la mejora de funcionamiento de dicha máquina, y según los resultados de
este análisis, reemplazarla por una tarjeta comercial, la cual nos da la certeza de
la obtención de datos lo más cercanos a la realidad, sin problemas de
alteraciones en los mismos, lo cual nos generará análisis reales.

Las máquinas son utilizadas por alumnos contadas veces a lo largo del
semestre, permaneciendo en largos periodos de inactividad; es por eso que el
buen mantenimiento de los sistemas mecánicos hace que se mantengan en

10
buen estado y con capacidad de operación, esto nos lleva a decir entonces que
la necesidad primordial para mejorar el funcionamiento de la máquina está en la
parte de automatización y control.

1.2. Definición del problema

1.2.1. PRONÓSTICO

De seguir así el quipo, el tiempo que se pierde al calibrar el quipo es malo


para los estudiantes y los profesores, ya que no se podría cumplir con el
programa con el que trabaja el laboratorio.

1.2.2. CONTROL DEL PRONÓSTICO

Para que esto no suceda se tiene dos opciones, la primera seria de


mejorar el control y automatización de datos, y el segundo es la compara de n
nuevo equipo con la tecnología de control incluida en el mismo. De estas dos
opciones la mas que se ha tomado en cuanta es la de primera, debido a su
costo y realización.

1.2.3. FORMULACIÓN DEL PROBLEMA

¿Cómo mejorar el equipo TECQUIPMENT TM21 062 para mejorar su


funcionamiento y su operabilidad en beneficio de los nuevos y futuros
ingenieros?

1.3. Objetivos
1.3.1. GENERAL

11
• Mejorar del funcionamiento y operabilidad del equipo
TECQUIPMENT TM21 062 para el análisis de levas del laboratorio
de Mecanismos.

1.3.2. ESPECÍFICOS

• Determinar el estado actual del equipo.


• Remplazar componentes del equipo.
• Seleccionar la mejora tarjeta de adquisición de datos para esta
aplicación.
• Realizar un manual de uso del equipo y del software para el mejor
uso del mismo.
• Comparar el funcionamiento del equipo antes y después de la
colocación de los nuevos dispositivos.

1.4. Alcance

Mediante la actualización del los sistemas de adquisición de datos y el


programa de control de la máquina TECQUIPMENT TM21 062 se pretende
llegar a un nivel superior de automatización y control de sistemas mecánicos,
dando como resultado la mejora del funcionamiento y operabilidad de la
máquina.

1.5. Justificación

TECQUIPMENT TM21 062 es un equipo semi-automático, y por su


configuración, esta se presta para realizar su automatización, esto permitirá que
los estudiantes de mecánica y de mecatrónica amplíen sus conocimientos sobre
los que es la automatización y control a sistemas mecánicos.

12
CAPITULO 2

2. MARCO TEÓRICO

2.1. Conceptos generales sobre mecanismos

Como primera cosa debemos determinara en como se encuentran los


mecanismos dentro de la ingeniería. A este lo encontramos dentro del diseño de
maquinaria, el cual dice lo siguiente, que la máquina y el mecanismo son dos
cosas que comparten elementos comunes, para entender eso daremos los
conceptos de los mismas a continuación.

Mecanismos: sistema de elementos dispuestos a transmitir movimiento


de un modo predeterminado1.

Máquina: sistema de elementos dispuestos a trasmitir movimiento y


energía de un modo predeterminado2.

Por este motivo, el análisis de la cinemática de los dos sistemas es


mismo, la diferencia radica en el análisis dinámico de los mismos, esto se debe
a que las velocidades y aceleraciones de los mecanismos es mucho mas
pequeño que en las máquinas

2.1.1. FUNDAMENTOS DE LA CINEMÁTICA

2.1.1.1. Grados de libertad

Los grados de libertad (GDL) se definirían como todos los movimiento que
puede realizar un cuerpo en el espacio en que este se encuentra, esto quiere
1
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.
2
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.

13
decir que si se tiene un cuerpo que se encuentra en un plano cartesiano, este
puede realizar tres movimiento: traslación vertical, traslación horizontal o
rotación, aunque puede realizar cualquiera de estos movimientos, en la realidad
el cuerpo los puede combinar.

Fig2.1: Grados de libertad de un cuerpo en un plano

Sin embargo, como los cuerpos se encuentran dentro de un espacio


tridimensional, los grados de libertad aumentan hasta seis: plano x, plano y,
plano z, rotación θ, rotación Φ y rotación Φ. A estos cuerpos se los conoce
también como cuerpo rígido o eslabón.

Como ya se ha indicado, los eslabones, tienen hasta seis grados de


libertad, al unir estos entre sí mediante el uso de nodos, se reduce los grados
de libertad entre ellos; estas uniones se conoce como juntas o pares
cinemáticos los cuales se pueden clasificar en: pares superiores y pares
inferiores.

Pares inferiores: se describe a los contactos entre las superficies de los


eslabones.

14
Fig2.2: pares inferiores3

Par superior: se describe como el contado de punto o de línea entre los


eslabones o cuerpos.

Fig2.3: pares superiores.

2.1.1.2. Grados de libertad de un mecanismo plano

Los mecanismos pueden tener varios GDL dependiendo de como estén


sus eslabonamiento; por lo general, los mismos se encuentra apoyados en un
solo planos, ya que de estar en el espacio, la movilidad (GDL) serian

3
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.

15
demasiados para poder controlar el movimiento del mecanismo con facilidad, par
lo cual se tendría que colocar mas elementos que controlen cada movimiento de
mismo.

Por lo tanto se tiene que la mayoría de los mecanismos serán en un solo


plano, es así que se puede calcular la movilidad de todo el sistema mediante la
ecuación de Kutzbach que es una modificación de la de Gruebler que dice:

M = 3 ⋅ ( L − 1) − 2 J 1 − J 2 (2.1)

En donde:
M es la movilidad (GDL).
L el número de eslabones.
J1 número de juntas de un solo grado de libertad.
J2 número de juntas de dos grados de libertad.

Esta ecuación no toma en cuenta el dimensionamiento de los eslabones


lo que tiende a dar resultados erróneos, algunos sistemas de eslabonamientos
no cumplen con esta ecuación y funciona, el ejemplo mas claro es de los trenes
de engranajes y el quinteto E, los cuales tienen según esta ecuación, una
movilidad de cero, la que en realidad es uno.

2.2. Tipos de mecanismos

Se tiene que los mecanismos se pueden clasificar de varias maneras.


Para el estudio concerniente a este proyecto, se optara por la siguiente
clasificación:

2.2.1. MECANISMOS PLANOS

16
Todos aquellos mecanismos que describen curvas en dos dimensiones, la
mayoría de estos mecanismos son muy fáciles de resolver. Estos mecanismos
se pueden clasificar en Polea, Biela-Manivela, Leva, Engranajes, Cadena y
piñones, Piñón-Cremallera.

2.2.1.1. Poleas

Las poleas son elementos de tipo rueda los cuales tiene un canal del
perfil de la rueda en la cual se coloca una curda o cabo que sirve para
transmisión de fuerza

Fig2.4: mecanismo plano - polea

2.2.1.2. Biela manivela

Es un que transforma un movimiento circular en un movimiento lineal


mediante un mecanismo de cuatro barras. Las máquinas más conocidas que
utilizan este tipo de mecanismos son los motores de combustión interna
alternativos y los compresores de pistón.

17
Fig2.5: mecanismo plano – biela manivela

2.2.1.3. Levas

De igual manera que los mecanismos de biela-manivela, estos cambian el


movimiento rotatorio en un movimiento lineal u oscilante, mediante el uso de
seguidores rodantes o de deslizamiento. Estos se diferencian del mecanismo
anterior por su tamaño y costo.

Fig2.6: mecanismo plano - levas

2.2.1.4. Engranes

18
Son elementos que trasmiten movimiento giratorio, multiplicándolo su
velocidad y/o potencia. Estos sistemas constan d un piñón conductor y un
engrane conducido, estos sistemas pueden generar movimiento en un mismos
plano como en un plano perpendicular.

Fig2.7: mecanismo plano – engrane y piñón

2.2.1.5. Piñón cremallera

Así como las levas y el mecanismos de biela manivela, estos transforman


en movimiento circular en un movimiento lineal; tiene cierta relación con los
engranajes, la diferencia esta en que el engrane tiene un radio infinito, esto
quiere decir que los dientes están dispuestos en línea recta, a esto se le llama
cremallera. Estos mecanismos se lo encuentras en los talados de pedestal y de
pie.

Fig2.8: mecanismo plano – piñón cremallera

2.3. Levas

19
Las levas son elementos mecánicos que han sido diseñados de manera
que remplacen a los mecanismos de cuatro barras cuando estos no, por su
tamaño es un impedimento para realizar las tareas, se consideran a los sistemas
de levas como mecanismos de cuatro barras modificados.

Fig2.9: comparación de las levas con mecanismos de cuatro barras

Las desventajas que tienen estos sistemas con respecto a los


mecanismos de cuatro barras, es el para superior que deslizante, ya que este
tiende a desgastarse con mayor rapidez que las juntas de los eslabones debido
a la fricción o a los saltos que se generan por la aceleraciones producidas por el
movimiento. Además el costo de fabricación de la leva es muy alto, sin embargo
el ahorro de espacio y facilidad de montajes compensan estas desventajas.

2.3.1. DEFINICIÓN

Son elementos de maquinas que pueden tener forma cilíndrica o plana y


que tallados en formas apropiadas pueden imprimir cualquier función salida de
un seguidor4.

Las levas pueden realizar movimientos en línea recta, oscilación y de


superficie, dependiendo de la forma de que estas estén hechas para la tarea
especifica, es así que la leva puede imprimir, además de movimiento, fuerza. Su
versatilidad de movimiento esta en tres dimensiones, es decir, que las levas

4
OLMEDO, FERNANDO, Mecanismos con Mathcad

20
pueden diseñarse para trabajar en movimiento circular, una dirección y en plano
(movimiento en x y y).

Fig2.10: ejemplos de levas: levas de desplazamiento vertical

2.3.1.1. Aplicaciones

Entre las aplicaciones más comunes de las levas se puede enumerar las
siguientes5:

• Sistemas de distribución de gases en motores de combustión


interna.
• En las prensas de impresión.
• Máquinas de coser que utilizan sistemas de levas.
• Dispositivos de temporización.

Estas son algunos ejemplos del uso de las levas, aunque existen muchos
más.

2.3.2. CLASIFICACIÓN

Las levas se pueden clasificar en cuatro partes:

2.3.2.1. Por el tipo de movimiento del seguidor

5
OLMEDO, FERNANDO, Mecanismos con Mathcad

21
En este tenemos los traslatorios y los oscilantes. Los primeros son
aquellos en el que el seguidor se mediante el uso de una junta deslizante. La
segunda tiene el seguidor unido a un eslabón que tiene un extremo con una
junta de rotación, lo que el elemento tenga un movimiento oscilante.

Fig2.11: Tipos de movimiento del seguidor

2.3.2.2. Por el tipo de junta o de cierre

Aquí se tiene los cierres de fuerza y los de forma. Los cierres de fuerza
son aquellos se aplica una carga externa para mantener al seguidor unido a la
leva, esta carga externa puede ser proporcionada (en casi todos los casos) por
un resorte. En el otro caso se tiene que el cierre es definido por la forma
geométrica de la leva misma, en este caso la leva está en una ranura en la que
el seguidor sigue su forma.

22
Fig2.12: a la derecha el seguidor de fuerza; a la izquierda el seguidor de forma

2.3.2.3. Por el tipo de seguidor

En estas se destacan cuatro tipos de seguidores: el de rodillo, el de


hongo, el plano y de punta; los seguidores de rodillos son los mas comunes
debido a que estos tiene la ventaja de reduce l rozamiento ya que sus cara
rueda sobre el contorno de la leva. Los le hongo, de cara plana y punta, son
diseñados para cada aplicación especifica, estos tienen la ventaja de ser menos
costosos que los de rodillo.

Fig2.13: de izquierda a derecha, seguidor de cara plana, rodillo, hongo y punta

2.3.2.4. Por el tipo de leva

Aquí podemos tener tres tipos: las radiales, las axiales y lineales. Las
primeras son las más comunes, son también conicidad como levas planas. Las
levas axiales son aquellas que tienen la leva tallada en un cilindro, por esta

23
razón son también llamadas levas cilíndricas. Por ultimo se tiene las líneas,
deben su nombre a que estas se mueven dentro de una recta o un plano en el
cual realizan su trabajo.

Fig2.14: de izquierda a derecha, leva cilíndrica, leva plana y leva lineal

2.3.3. DIAGRAMAS S V A J

Todas las levas tienen estos diagramas en común para la realización de


su diseño, estas graficas se basan en el movimiento del seguidor, la velocidad,
aceleración u salto. Para esto debemos indicar como se realizan cada uno de
esto diagramas, para lo cual tomaremos la leva plana como referencia, ya que el
equipo TECQUIPMENT TM21 062 solo analiza este tipo de elementos.

Diagramas de posición s(θ): estos son los que se obtienen de de


desenvolver la levas para tiene una función de la misma en un plano, esto se
explica mejor en el grafico que se muestra a continuación.

24
Fig2.15: colocación de la leva en una plano, x son grados e y es la altura de la leva

Como se puede apreciar en el grafico la leva esta descrita por el


movimiento del seguidor.

Diagramas de velocidad v(θ), aceleración a(θ) y salto j(θ): estos son


más sencillos de determinar ya que el de velocidad es la derivada de la posición
, la aceleración es la de la velocidad y el de salto el de la aceleración, a este
último también se le conoce como rapidez de aceleración6.

Fig2.15: diagramas s, v, a y j de una leva con cuatro detenimientos.

6
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.

25
2.3.3.1. Levas rectas

Estas son las mas simples de diseñar, sin embargo son las levas que se
denominan defectuosas, ya que las funciones de aceleración y salto, son
infinitas en ciertos punto, los cuales son aristas que hacen que las leva soporte
grandes cargas en ese punto, por lo que genera deformaciones de la mismas y
no trabaja como fue diseñada.

Para el diseño de este caso particular de levas, partiremos de que la


subida es una función lineal, para llegara a un detenimiento y finalmente
regresar, es resultado es la levas que e encuentra a continuación en la que se
ve que tiene aristas vivas, la cuales generan puntos e aceleración y salto
infinitos, en la vida real, estos se puede traducir como golpes que recibe la leva.

Fig2.16: leva recta, las aristas vivas hacen que sea una leva defectuosa

Para este tipo de levas se parte de la concepción de la recta, en donde se


tiene que la variable es el ángulo y la ordenada es la altura de la leva.

h = m ⋅ θ + b (2.2)

Sus respectivas derivadas dan que la velocidad es constante en la subida


y bajada del seguidor, pero la aceleración y el salto en los puntos desde donde

26
empieza la subida y termina, empieza la bajada y termina, se encuentra puntos
que dañan las levas.

2.3.3.2. Levas armónicas

Esta basa el movimiento del seguidor en función trigonometría de seno y


coseno, la razón es que la derivada permite que la función sea continua sin tener
aceleraciones y saltos matemáticos a cero en los que se ve comprometida la
leva.

Fig2.17: leva mas, la segunda derivada no es continua.

Sin embargo si nos encontramos con detenimientos como muestra en la


figura anterior, la aceleración no es continua, por lo tanto va en contra de la ley
fundamental del diseño de levas, por lo que es otra levas que se denomina
mal diseñada.

2.3.3.3. Leva cicloidal

Al determinar los errores de los diseños de las levas anteriores, podemos


partir de la aceleración de tal manera que se pueda integrar la misma hasta
llegar al desplazamiento. Para esto se parte de las que las condiciones frontera
en la que la aceleración empieza en cero y termina en cero, por lo que se tiene
que la ecuación de la aceleración va a ser:

⎛ θ⎞
a = C ⋅ sin ⎜⎜ 2 ⋅ π ⎟⎟
⎝ β⎠
27
(2.3)

Si continuamos con la integración llegaremos a la ecuación de la


velocidad, determinaremos que las condiciones de frontera son que al inicio del
movimiento la velocidad es cero y al final también es cero. Por ultimo
integraremos la velocidad para llegar a la ecuación de la posición, en donde a
inicio del movimiento el desplazamiento es cero y al final es el desplazamiento
del seguidor, esto es en la subida; en la bajada, las condiciones del
desplazamiento cambian.

Fig2.17: leva cicloidal, parte de la aceleración para determinar el resto de parámetros.

La ventaja es que ya no se tiene que preocupara por la aceleración tenga


saltos, la desventajas es que, sino se tiene una programa de calculo poderosos,
los cálculos se tiene que hacer a mano, especialmente las integraciones.

2.3.3.4. Movimiento polinomial

Esta leva se basa en la función polinomial, así como la leva cicloidal, se


acopla con facilidad a los requerimientos de diseño de levas, con la diferencia
que es mucho mas fácil el calculo de los parámetros de las funciones de
velocidad, aceleración y salto. Para esta se parte de la siguiente función:
2 3 4 5
⎛θ ⎞ ⎛θ ⎞ ⎛θ ⎞ ⎛θ ⎞ ⎛θ ⎞
s (θ ) = C 0 + C1 ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ + C 2 ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ + C 3 ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ + C 4 ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ + C 5 ⋅ ⎜⎜ ⎟⎟ (2,4)
⎝β ⎠ ⎝β ⎠ ⎝β ⎠ ⎝β ⎠ ⎝β ⎠

De aquí se definen las condiciones de frontera, es decir para valores de θ


definidos, determinara valores de posición, velocidad y aceleración tanto para la

28
subida, como para la bajada. Además el número de términos igual al número de
incógnitas.

Fig2.18: leva polinomial, parte de condiciones de iniciales para diseñar la leva

La dificultad de esta leva es la determinación de las constantes, el mal


cálculo de estas, tendría como resultado una leva no deseada o condiciones
incoherentes de posición.

Estas son las cuatro maneras de diseñar levas, se ha expuesto las


debilidad y ventajas de cada uno de estas, por lo que podemos concluir es que
la mejor leva es la que pueda combinar las ventajas de cada una de estas, de
manera que cumpla los requerimientos del diseño y las leyes de diseño de levas.

29
Fig2.19: comparación de los cuatro tipos de levas.

2.3.4. MOVIMIENTO DE TRAYECTORIA CRÍTICA

Esta es una de las maneras de diseñar levas, en la cual se tiene el


movimiento, con el cual se determina las dimensiones de la leva y sus
movimientos. Aquí tenemos dos formas de realizar el movimiento, el movimiento
intermitente y el movimiento continuo.

Movimiento intermitente: este tipo de movimiento, tiene detenimientos,


por lo que su velocidad esta limitada por las aceleraciones de los elementos,
incluyendo el de las levas.

Movimiento continuo: aquí la velocidad de trabajo es constante, es decir


que no existen cambios abruptos de la misma, el movimiento de las piezas esta
de acuerdo con este movimiento.

2.3.5. DIMENSIONAMIENTO DE LEVAS

30
Una ves que se ha definido los diagrama s, v, a y j, e siguiente pasos es
el dimensionado de la leva, este se basa en dos factores, el Angulo de presión y
el radio de curvatura. Ambos están determinados por el circulo base y el circulo
primitivo.

Circulo base: se define como es circulo mas pequeño que se puede


trazarse tangente a la superficie de la curva7.

Circulo primitivo o primo: se define como la menor circunferencia que


puede trazarse tangente al lugar geométrico de la línea central del seguidor8

2.3.5.1. ÁNGULO DE PRESIÓN

Se define al ángulo de presión como “el ángulo situado en te la dirección


del movimiento de l seguidor y la dirección del eje de transmisión”9. Para tener
una idea mas clara de cual es el eje transmisión, determinaremos cual es son
los planos que interviene en la unión entre el seguidor y la leva.

Fig2.20: la normal común es el eje de transmisión y la tangente común el eje de


deslizamiento.

7
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.
8
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.
9
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.

31
En primer lugar tenemos el plano común entre las leva y el seguidor, a
este se le denomina también como el eje de deslizamiento, y es trazado, en
levas de rodillo y hongo, en el centro de curvatura del acento del seguidor.

El siguiente es el plano perpendicular a este, como el que se muestra en


la figura anterior, este será la normal común y será la que forme el ángulo de
presión.

Otro de los términos importante para el calculo del ángulo de presión,


será el de la excentricidad, el cual se define como “la distancia perpendicular
entre el eje del seguidor y el centro de la leva”10. Esta distancia es muy
importante ya que es muy raro diseñar leva en las que el eje de movimiento de
la leva coincida con el centro de la leva.

Para el seguidor de rodillo y de hongo, el cálculo del ángulo de presión,


se lo realiza mediante la determinación geométrica ciertos parámetros
conocidos.

10
NORTON, ROBERT L.; Diseño de Maquinaria.

32
Fig2.21: geometría para el calculo del ángulo de presión.

Al final de todo el cálculo se tiene que el ángulo de presión para los


seguidores de rodillo es:

⎛ v −ε ⎞
φ = arctan ⎜ ⎟ (2,5)
⎜ s + Rp 2 + ε 2 ⎟
⎝ ⎠
En donde:

v es la velocidad del seguidor [long/rad]


ε es la excentricidad de la leva [long]

33
s es el desplazamiento del seguidor [long]
Rp es el radio primitivo de la leva [long]

Como se puede ver, el radio primitivo es esencial para calcular el ángulo


de presión, si este es muy pequeño, este ángulo se incrementa, lo que puede
conllevar a un atascamiento de la leva. La excentricidad tiene el mismo efecto.
Por lo tanto la determinación de estos parámetros es de gran importancia para el
cálculo del diseño de las levas.

Para los seguidores de cara plana, el ángulo de presión es el mismo en


todos los puntos de la leva y es cero. En este tipo de seguidores se toma en
cuenta el momento de volteo, es el momento que proviene del equilibrio de
momentos.

(2,6a)
∑M = 0
(2,6a)
Fleva ⋅ d = Fb ⋅ b

34
Fig2.22: geometría para el cálculo fuerza de volteo.

2.3.5.2. RADIO DE CURVATURA

Esta es una propiedad de las funciones, como las levas tienen su perfil
dado por algún tipo de función, es razonable pensar que el perfil de la leva tiene
radio de curvatura, pero como por lo general el perfil es una función de alto
grado, esta tiene varios radios de curvatura. Este esta dado por la siguiente
ecuación:

ρ paso =
[(Rp + s ) 2
+ v2 ] (2,7)
(Rp + s ) 2
+ 2 ⋅ v − a ⋅ (Rp + s )
2

35
En donde:
s es el desplazamiento [long]
v es la velocidad del seguidor [long/rad]
a es la aceleración [long/rad2]
Rp es el radio primitivo de la leva [long]

El radio de curvatura tiene que ser de 2 a 3 veces el radio de del


seguidor.

2.4. CONCEPTOS GENERALES DE AUTOMATIZACIÓN

El control de los procesos siempre ha sido le preocupación de los


ingenieros y dueños de empresas, ya que el seguimiento de un proceso
mediante un control manual, tiende a producir errores, ya sea de medición o de
ajuste de los elementos de las máquinas que están siendo manipuladas. Debido
a esta razón el control mediante elementos mecánicos, eléctricos, electrónicos y
computacionales, ha sido una de las más grandes ayudas para reducir estos
errores y mejorar tiempos de producción con mayor calidad y eficiencia.

2.4.1. DEFINICIONES DE CONTROL

Para que los ingenieros e instrumentistas estén de acuerdo con los


términos que se han de usar dentro de este campo de la industria, la SAMA11
(Asociación de Constructores de Aparatos Científicos, por sus siglas en ingles),
ha designado los siguientes términos para evita cualquier mal entendido dentro
de la nomenclatura y uso de los elementos.

Campo de medición (R): este es el rango del instrumento entre la menor


y la mayor medida en que la misma va a funcionar.

11
CREUS, ANTONIO; Instrumentation Industrial

36
Alcance (a): es la diferencia entre el mayor y menor valor.

Error: es la diferencia entre el valor tomado por el instrumento y el valor


real medido, cuando la maquinara trabaja en condiciones estables, es decir, sin
variación de la medición, este valor se lo conoce como error estático, en el
caso en que las medicas registrada cambie, este valor se lo conocerá como
error dinámico.

Precisión (p): es la tolerancia del instrumento, y puede ser medida de las


siguientes formas:

• En tanto por ciento del alcance.

a
pa = % a ⋅ (2,8a)
100

• En unidades de medición.

p m = ±T (2,8b)

• En tanto por ciento de la lectura.

%m
pl = m ⋅ (2,8c)
100

• En tanto por ciento del valor máximo del campo de medida.

% max (2,8d)
p max = MAX ⋅
100

• En tanto por ciento de la longitud de la escala, para este hay que


saber la medida que tiene el grafico determinado por el
instrumentista.

37
Donde;
% es la precisión.
T es la tolerancia en unidades de medición.
MAX es el mayor valor que puede registrar el instrumento.

Zona muerta: se llama así a los valores que no se puede medir por las
limitaciones de los instrumentos, se puede decir que este es la apreciación del
instrumento.

Sensibilidad (s): es la razón del incremento de lectura y el incremento de


la variable que la ocasiona12.

y2 − y2
y − ymin
% = max (2,9)
x2 − x1
xmax − xmih

Repetibilidad: es la capacidad de que un valor medido de un instrumento


pueda repetirse, en condiciones de uso. El cálculo es el siguiente.

%=
(∑ ( x 1 − x) (2,10)
N
Este valor tiene como xi a los valores que se miden, y los de x los que se
esperaba tener, N el número de pruebas que se hicieron.

Histéresis: es el máximo valor que muestra el instrumento en un valor


medido cunado el indicado del instrumento recorre la escala dos veces, en el
acenso y en el descenso. Este se expresa en porcentaje, dado por la razón de la
diferencia entre la medida en la subida menos la de bajada, y la diferencia entre
el máximo y el mínimo campo de medida.

msubida − mbajada
%h = (2,11)
mmax − mmin
12
CREUS, ANTONIO; Instrumentation Industrial

38
Resolución: es la menor medida en el campo de entrada que se pueda
registrar, antes de que se produzca el salto de valor en el campo de salida. A
diferencia de la precisión, este esta referido al grafico de calibración del
instrumento.

Linealidad: es la aproximación de la curva del instrumento a una línea


recta determinada.

2.5. SENSORES

2.5.1. DEFINICIÓN

Son dispositivos que permiten la medición de un fenómeno físico, de tal


manera que se pueda tabulara y controlar el mismos.

2.5.2. TIPOS DE SENSORES

Los sensores tienen varias formas de ser calcificados, de tal manera que
los clasificaremos en mecánicos, térmicos, caudal y ópticos.

39
Desplazamiento
Mecánicos Fuerza (esfuerzo)
Movimiento
Presión

Termómetros e vidrio
Bimetalito
Bulbo y capilar
Térmico Resistencia
s Termistores
Termopares
Pirómetros de radiación

Sensores
Foto detectores
Ópticos Pirómetros

Medidores volumétricos
• Presión diferencial
• Área variable
• Desplazamiento positivo
Caudal • Torbellino
• Oscilante
Medidores de caudal de masa
• Compensación de variación de
densidad
• Medición directa

Cuadro 2.1: Clasificación de los sensores.

El estudio de todos estos tipos de sensores es largo y muy complicado,


por lo que solo se tomara en cuenta aquellos que posiblemente se utilizara en la
elaboración del proyecto e grado.

2.5.2.1. Medición de desplazamiento

Ha tres maneras de medir el desplazamiento, estas son: por la variación


de resistencia, variación de capacidad e inductancia, y variación de reluctancia.

40
2.5.2.1.1. Potenciómetro

Este elemento aprovecha la resistencia de los materiales, en relación a la


longitud del mismo. Esta resistencia es dada por la relación de la longitud de y el
área transversal del elemento.

l
R= ⋅ρ (2,12)
A

Donde:
R es la resistencia [ohm]
L es la longitud del elemento [long]
A es el área del elemento [long2]
ρ es resistividad del material del elemento [ohm/long]

2.5.2.1.2. Capasitivos e inductivos

Estos se basan en la capacidad eléctrica que tiene los materiales, para


esto se tiene que la capacidad esta dada por dos paros paralelos, de los cuales
se puede deducir lo siguiente:

C = K ⋅ε0 ⋅
A (2,13)
d
Donde:
C es la capaciatacia
ε0 es permisividad en vació [F/m]
K constante dieléctrica del fluido entre las placas
A es el área de las placas [long2]
d la distancia entre las placas [long]

41
De esta manera hay tres maneras de cambiar la capacidad eléctrica, la
primera es por la variación de la distancia d, la segunda es por la variación de la
área A y la tercera el la variación de la constante dieléctrica K.

Mediante la variación de inductancia, el movimiento de una fuente


magnética puede producir intensidad dentro de una bobinado magnético, esta
intensidad es la que permite la medición, ya que cuando el material magnético
este completamente introducido en el bobinado se producirá la máxima
intensidad.

µ0 ⋅ N 2 ⋅ A (2,14)
L=
l
Donde:
L es el auto inductancia
µ0 es permeabilidad de vació [H/m]
N es el número de espiras de bobinado
A es el área transversal [long2]
l la longitud del bobinado [long]

2.5.2.1.3. Variación de reluctancia

Este tiene la misma definición de los dispositivos inductivos, la diferencia


es que este no utiliza el flujo magnético entre dos o mas bobinas, solo utiliza la
inductancia de una sola bobina, l mas conocido de estos es el transformador
diferencial de variable lineal (LVDT).

42
Fig2.23: esquema del funcionamiento de una LVDT.

2.5.2.2. Medición de velocidad angular

Estos elementos son también llamados tacómetros, entre los cuales


tenemos los siguientes:

2.5.2.2.1. Tacómetros mecánicos

Estos constan de un eje con una punta de caucho el cual se coloca en el


centro de eje en el cual se quiere medir la velocidad. El eje del instrumento de
control esta conectados a una serie de engranajes, los cuales se muestran el
número de vueltas en una dial, los sistemas de engranajes están conectados a
otro dial, que indica una fracción de vuelta. Si se toma el tiempo en que se da un
número de vueltas el dial, se puede calcular en rpms la velocidad angular.

43
Fig2.24: esquema del funcionamiento de un tacómetro mecánico.

2.5.2.2.2. Tacómetros centrífugos

Este instrumento se basa en la fuerza centrifuga que genera el


movimiento angular. Consta de dos pesos que se encuentra unidos a un eje
mediante cuatro brazos, dos de estos están unidos un anillo móvil que se
encuentra sobre el eje, entre el anillo móvil y el fijo, se encuadra un resorte que
obliga a los pesos a estar pegados al eje. Cuando se aplica velocidad angular a
este, los pesos se tienden a separar, si se coloca un seguidor al anillo móvil, se
puede registrar la velocidad en una escala.

Fig2.25: esquema del funcionamiento de un tacómetro centrifugo.

44
2.5.2.2.3. Tacómetro de corriente parasita

Este consta de un imán que se coloca dentro de una copa de aluminio,


cuando el imán gira, se crean corrientes parasitas que forma un par resistente
en la copa de aluminio. Si este se le coloca un resorte para controlar el par
resistente, se puede medir la velocidad en una escala.

2.5.2.2.4. Tacómetro de corriente alterna

Cosiste en un bobinado multipolar en que el rotor dotado de una imán


permanece induce corriente alterna13. Un voltímetro mide el voltaje creado.

Fig2.26: esquema del funcionamiento de un tacómetro C.A.

2.5.2.2.5. Tacómetro de corriente continúa

Esta formada un estator de un imán permanente y un entrehierro


uniforme, este produce corriente continúa en la cobillas que puede ser medida.
Mide velocidades de hasta 6000 rpms.

13
CREUS, ANTONIO; Instrumentación Industrial.

45
2.5.2.2.6. Tacómetro de frecuencia

Este mide la frecuencia de señal de corriente c.a. captada por


transductores electromagnéticos, capacitivos u ópticos. Los impulsos que se
generan cuando gira el eje, crea variaciones en el sensor. Esta se mide en
revoluciones por unidad de tiempo.

El tacómetro de frecuencia óptica trabaja mediante el uso de un disco


opaco perforado en la periferia, mediante el uso de una fuente de luz y una
célula foto eléctrica, se puede medir el número impulsos cuando el disco es
unido al eje y gira.

Fig2.27: esquema del funcionamiento de un tacómetro de frecuencia óptica.

2.6. ACTUADORES

2.6.1. DEFINICIÓN

Estos van a ser los elementos finales de control, esto son los elementos
que van a intervenir directa o indirectamente en la máquina.

46
Los actuadotes son elementos mecánicos, eléctricos o electrónicos que
solos o mediante el uso de un sistema de acondicionamiento (transductores),
permiten el control de un proceso o maquinaria.

2.6.2. TIPOS DE ACTUADORES

Los actuadores pueden ser tan variados que su calificación solo puede
darse en tres grupos, eléctricos, mecánicos y mixtos.

2.6.2.1. Eléctricos

En estos tenemos los solenoides, motores c.a., motores c.d. y motores de


paso.

2.6.2.1.1. Solenoides

Estos elementos son desplazamiento axial el cual una corriente eléctrica


para realizar este movimiento mecánico. Este elementos puede ser c.a. o c.d.,
además que este puede ser de doble efecto, es decir que entran o salen de
acuerdo a la dirección de la corriente por le bobinado.

Fig2.28: Solenoide, esquema básico.

47
2.6.2.1.2. Motores a.c.

Se diseñan dos tipos básicos de motores a.c. para funcionar con corriente
alterna polifásica: los motores síncronos y los motores de inducción. El motor
síncrono es en esencia un alternador trifásico que funciona a la inversa. Los
imanes permanentes del campo se montan sobre un rotor, y las bobinas de la
armadura están divididas en tres partes y alimentadas con corriente alterna
trifásica. La variación de las tres ondas de corriente en la armadura provoca una
reacción magnética variable con los polos de los imanes del campo, y hace que
el campo gire a una velocidad constante, que se determina por la frecuencia de
la corriente en la línea de potencia de corriente alterna.

La velocidad constante de un motor síncrono es ventajosa en ciertos


aparatos. Sin embargo, no pueden utilizarse este tipo de motores en
aplicaciones en las que la carga mecánica sobre el motor llega a ser muy
grande, ya que si el motor reduce su velocidad cuando está bajo carga puede
quedar fuera de fase con la frecuencia de la corriente y llegar a pararse.

Fig2.28: Motor sincrónico, a) núcleo permanente, b) polos salientes.

El más simple de todos los tipos de motores eléctricos es el motor de


inducción de caja de ardilla que se usa con alimentación trifásica. La armadura
de este tipo de motor consiste en tres bobinas fijas y es similar a la del motor

48
síncrono. El elemento rotatorio consiste en un núcleo, en el que se incluyen una
serie de conductores de gran capacidad colocados en círculo alrededor del árbol
y paralelos a él. Cuando no tienen núcleo, los conductores del rotor se parecen
en su forma a las jaulas cilíndricas que se usaban para las ardillas. El flujo de la
corriente trifásica dentro de las bobinas de la armadura fija genera un campo
magnético rotatorio, y éste induce una corriente en los conductores de la jaula.
La reacción magnética entre el campo rotatorio y los conductores del rotor que
transportan la corriente hace que éste gire. Si el rotor da vueltas exactamente a
la misma velocidad que el campo magnético, no habrá en él corrientes
inducidas, y, por tanto, el rotor no debería girar a una velocidad síncrona. En
funcionamiento, la velocidad de rotación del rotor y la del campo difieren entre sí
de un 2 a un 5%. Esta diferencia de velocidad se conoce como caída.

Los motores con rotores del tipo jaula de ardilla se pueden usar con
corriente alterna monofásica utilizando varios dispositivos de inductancia y
capacitancia, que alteren las características del voltaje monofásico y lo hagan
parecido al bifásico. Los motores de jaula de ardilla monofásicos no tienen un
par de arranque grande, y se utilizan motores de repulsión-inducción para las
aplicaciones en las que se requiere el par. Los motores de repulsión-inducción
se denominan así debido a que su par de arranque depende de la repulsión
entre el rotor y el estator, y su par, mientras está en funcionamiento, depende de
la inducción.

Fig2.29: Motor de inducción.

49
2.6.2.1.3. Motores DC

Esta máquina de corriente continua es una de las más versátiles en la


industria. Su fácil control de posición, par y velocidad la han convertido en una
de las mejores opciones en aplicaciones de control y automatización de
procesos. Pero con la llegada de la electrónica han caído en desuso pues los
motores de corriente alterna del tipo asíncrono, pueden ser controlados de igual
forma a precios más accesibles para el consumidor medio de la industria. A
pesar de esto el uso de motores de corriente continua sigue y se usan en
aplicaciones de trenes o tranvías.

La principal característica del motor de corriente continua es la posibilidad


de regular la velocidad desde vacío a plena carga.

Una máquina de corriente continua (generador o motor) se compone


principalmente de dos partes, un estator que da soporte mecánico al aparato y
tiene un hueco en el centro generalmente de forma cilíndrica. En el estator
además se encuentran los polos, los cuales pueden estar devanados sobre la
periferia del estator, o pueden estar de forma saliente. El rotor es generalmente
de forma cilíndrica, también devanado.

2.7. SEÑALES

2.7.1. DEFINICIÓN

Las señales son impulsos eléctricos que son interpretados por el sistema
de adquisición de datos, estos son interpretados por el mismo y presentado al
usuario, además estas señales también son utilizadas para el control de los de
los elementos finales de control y actuadores.

2.7.2. TIPOS DE SEÑALES

50
Exciten dos tipos de señales, la análoga y la digital

2.7.2.1. Señales análogas

Esta señal puede ser corriente, voltaje, resistencia, inductancia; cualquier


que venga de un sensor o vaya a un sistema final de control, estas señales
eléctricas, por lo general, deben ser tratadas de tal manera que sean señales de
voltaje o de corriente, la cuales pueden ser tratadas de mejor manera por los
elementos de adquisición o de control.

Una vez que se ha trasformado las señales en corriente o de voltaje, se


tiene que acondicionar estas en corriente y voltajes a los sistemas de DAQ (Data
Acquisitions) y PLC (Programmable Logic Controller); entre las maneras mas
comunes de acondicionamiento de señal se tiene:

La linealizacion, cuando la señal es una curva que es posible convertir


en una recta a través del tiempo.

El cambio de nivel, en el cual se aumenta o disminuye la señal obtenida.

La conversión, este tirar dos tipos, la primera la transición que es el


cambio de voltaje a corriente o viceversa. La segunda el cambio de análogo a
digital, que convierte la curva en pulsos.

Circuito divisor, el cual reduce el voltaje de acuerdo con el valor de


residencia que se coloquen.

Puentes, estos se basan el puente de resistencias de Wheatstone,


además que este sirve tanto como sistemas c.c. y de c.a.

51
Aparte de esta existe otras que permite el acondicionamiento de la señal
de manera que se pueda procesar y para alimentar un programa de registro o
retro alimentar para un programa de control.

2.7.2.2. Señales digitales

Estas son señales que tiene solo dos estados, el de encendido (ON/1) y
apagado (OFF/0), estos dos estados son los que indica si hay que transmitir una
señal hacia o desde el sistema en control.

Estas señales, en su forma más simple, utilizan niveles de voltaje


mediante un comparador básico. Este comparador es un elemento que mediante
el uso de un voltaje de referencia, que se compara con el voltaje de entrada,
envía la señal digital al sistema de control.

El cambio de una señal analógica a una señal digital es debido a que los
sistemas de control, especialmente los que utilizan computadoras para el
control, necesitan este cambio para poder controlar las variables que interviene
en le proceso. El lenguaje que estos maneja en el binario, el cual es la
combinación de 1y 0 para interpretar señales, las mismas que pueden venir del
procesos o llegar a este. Aquí se tiene, por lo tanto dos tipos de cambio, el
cambio de analógico a digital y el de digital a análogo.

2.7.2.2.1. Análogo a digital (AD)

Este convierte las señales de variación de corriente o de voltaje en


señales digitales, las utilizan puertas como los comparadores básicos para
cambiar a un lenguaje que es comprensible para los sistemas de control.

52
Fig2.30: sistemas de el cambio de análogo a digital.

Para el cambio hay que tener en cuenta, como se ha dicho antes, el


lenguaje utilizado por los elementos de control, por lo general el binario. Para
este ha que tener en cuenta los métodos para cambiara la entrada análoga, que
por lo general es una lenguaje en base 10.

N 10 = a n ⋅ 2 n + a n −1 ⋅ 2 n −1 + ...a1 ⋅ 21 + a 0 ⋅ 2 0
(2,15)
Donde
N10 es le número en base 10.
an es el número binario 0 o 1 empezando desde las derecha.

Estos números binarios se las conocen como digital words, las cuales
pueden calcularse de la siguiente manera. Para encontrar el equivalente en
binario de un número en base 10, primero se divide el número para dos,
dejándolo como quebrado, se separa el número fraccionario del entero, si el
valor de fraccionario es ½, el valor es de 1 en binario, de ser un entero cerrado,
el valor 0 en binario. Se toma el valor entero resultante para encontrar el
siguiente valor en binario.

⎧ 1⎫
= x 0 + ⎨0 / ⎬ ∴ a 0 = {0 / 1}
y (2,15a)
2 ⎩ 2⎭

53
⎧ 1⎫
= x1 + ⎨0 / ⎬ ∴ a1 = {0 / 1}
x0
(2,15b)
2 ⎩ 2⎭
x n −1 ⎧ 1⎫
= x n + ⎨0 / ⎬ ∴ a n = {0 / 1}
2 ⎩ 2⎭ (2,15c)

Donde
y es el número en base 10
xn es en número entero de la fracción creada.

Ahora, para los números que son menores que uno y mayores que cero,
los que se hace es multiplicar el número por dos, si el valor es menor que cero,
el valor será igual a 0 binario, si el valor es mayor a cero, el valor será 1 en
binario. Del número resultante de la multiplicación de toma los decimales, los
cuales reciben el mismo procedimiento anterior.

2 ⋅ y = {0, x1 / 1, x1` }∴ b1 = {0 / 1}
(2,16a)
2 ⋅ 0, x1 = {0, x 2 / 1, x 2 }∴ b2 = {0 / 1}
(2,16b)

2 ⋅ 0, x n −1 = {0, x n / 1, x n }∴ bn = {0 / 1}
(2,16c)

Donde
y es el número en base 10
xn es en número entero de la fracción creada.

Todo esto es para llevara determinara el voltaje o la corriente que


pertenece a cada bit dentro del sistema de control del procesos. Es así, que se
tiene que calculara y determinará el valor del voltaje para cada uno de estos bits,
para ellos se tiene que:

∆V = V R ⋅ 2 − n (2,17)

54
Donde
∆V es la variación de voltaje entre bits.
VR es el voltaje de reverencia al cual se compara el voltaje de entrada.
n es el tamaño del bit

Con este se puede determinar cuanto vale cada bit, para poder
determinara cual va a ser la salida.

Hay otro método para determinar el valor de voltaje para cada bit, este es
el método operación bipolar el cual asigna a cada valor de voltaje o de
corriente un valor binario según el tamaño del bit, es decir, un bit, para cada
voltaje o corriente. Este es un método mucho mas fácil para p[ero mucho mas
largo.

2.7.2.2.2. Digital a análogo (DA)

Este es el proceso inverso en el cual se parte de un bit para llega a una


voltaje o corriente que permita el control o la adquisición de datos. Los
elementos para este son los mismos para la transformación de análogo a digital.

55
Fig2.31: sistemas de el cambio de digital a análogo.

Para realizar el cambio de digital a análogo no debemos valer de la


ecuación 2.15, a la cual se la modifica para obtener valores menores a la unida,
se multiplica por el valor de voltaje de referencia, para llegar al valor de voltaje
de salida que se necesita.

(
Vout = V R b1 ⋅ 21 + b2 ⋅ 2 2 + ...bn −1 ⋅ 2 n −1 + bn ⋅ 2 n ) (2,17)

Donde
Vout es el voltaje de salida.
Vr es el voltaje de referencia, el Vmax.
bn es el número binario que empieza desde la izquierda.

2.8. TARJETAS DE ADQUISICIÓN DE DATOS

Para entender los que es una tarjeta de adquisición de datos, se tiene que
entender que son los Convertidores de Digital-Análogo (DAC) y los
Convertidores de Análogo-Digital (ADC).

DAC, estos sistemas son los encargados de convertir una señal Digital en
una análoga, utilizando los medios antes expuestos y muchos más para cumplir
con este objetivo. Esos sistemas cuando son sirven tanto para el control como
para la adquisición de datos.

ADC, de igual manera son sistemas que trasforman la señal analógica en


una señal digital, para controlar y adquirir datos del proceso que esta siendo
controlado.

Las tarjetas de adquisición de datos tiene la particularidad de tiene los


dos sistemas incorporados, de tal manera que mediante el uso de un

56
computador, se pueda controlar tanto la adquisición de datos aso como el
control del proceso.

Aparte de tener los ADC y los DAC, los sistemas de adquisición de datos
tienen sistemas como reloj, multiplexores, decodificadores, procesadores,
seguros, entro otros elementos de control.

2.9. PROGRAMAS DE CONTROL

Estas son plataformas de software que permiten el uso de las tarjetas de


adquisición de datos y los PLCs, en estos programas se cargan las funciones de
control, así como límites de uso de los sensores, además del control de los
actuadotes y sistemas finales de control.

En estas sección veremos características de los programas de control,


entre los programas que analizaremos están el MATLAB, LABVIEW y
CONCEPT.

2.9.1. CONCEPT

Este programa diseñado para con Modicon® Quantum™, Momentum™ y


Compact™ PLCs; es un programa fácil de utilizar, minimiza la configuración, la
programación y mantiene costos.

Los beneficios de este programa son:

• Contiene 5 lenguajes IEC que permite que el usuario usara el que


mas le convenga.

57
• Re-uso de objetos, lo que permite a los programadores crear
Bloques Derivados de Función (DFBs), que pueden ser
modificados según la necesidad.
• Programación Stremline, que permite importar y exportar macros
de otras aplicaciones de Concept.
• Capacidad de rápidos resultados, los que implicas que se puede
programar y probar antes de su instalación en campo.
• FDA 21 CFR 11, que combinado con Modicon Quantum
140CPU43412A, provee una excelente solución para crear una
aplicación de compilación FDA 21 CFR 11.

2.9.2. LABVIEW

Este es un programa que basa en el lenguaje G, fue creado por National


Instruments en 1976 para el uso en tarjetas de adquicision de datos de la misma
compañía. Los programas creados en Labview se llaman VI (Virtual Instrument),
debido a que si principal uso es el control de instrumentos.

Debido a que la programación es en Lenguaje G, el uso de graficas es


muy importante en este sistema, ya que permite que se realicen secuencias que
en otros programas serian mas complicados por el lenguaje que se maneja.

Las principales características que tiene este programa son:

• Interfaces de comunicaciones: PTT, USB, Bluetooth, etc.


• Capacidad de interactuar con otras aplicaciones: Matlab, Simulink,
etc.
• Herramientas para el procesado digital de señales.
• Visualización y manejo de gráficas con datos dinámicos.
• Adquisición y tratamiento de imágenes.
• Control de movimiento.

58
• Tiempo Real estrictamente hablando.
• Programación de FPGAs.
• Sincronización.

2.9.3. MATLAB

MATLAB es un programa de cálculo numérico, orientado a matrices y


vectores. Por tanto desde el principio hay que pensar que todo lo que se
pretenda hacer con el, será mucho más rápido y efectivo si se piensa en
términos de matrices y vectores. Este programa fue creados en 1984 por la
compañía MathWorks, el primer programa fue ideado para ser usado en cursos
de algebra lineal y análisis numérico.

Este programa es utilizado para comunicaciones, control de diseño,


pruebas y medidas, modelado y análisis financiero, y biología computacional.
Convirtiéndola en una de las herramientas mas versátil para la educación y la
vida profesional.

Ente sus características tenemos:

• Un alto nivel de lenguaje técnico de programación.


• Ambiente desarrollado para el manejo de códigos, archivos y
datos.
• Herramientas interactivas para la exploración interactiva, diseño y
solución de problemas.
• Funciones matemáticas para algebra lineal, estadística, análisis de
Furrier, filtrado, optimización e integración numérica.
• Funciones graficas en 2D y 3D para la visualización de datos.
• Herramientas para la construcción de la interfase grafica del
usuario.

59
• Funciones para el integrado de la base de algoritmos MATLAB con
aplicaciones externas y lenguajes como C, C++, Fortran, Java,
COM y Microsoft Exel.

60
CAPITULO 3
3. DIAGNOSTICO DEL EQUIPO

El equipo es un TecQuipment TM21 de análisis de levas, el cual cuenta


con una sistemas de potencia de un motor de 0-650 RPM, unido a un eje que se
una a un acople de quijada cuadrada mediante una chaveta. La segunda pieza
del acople, se une a un eje que se encuentra sostenido por dos rodamientos;
sobre este eje se coloca un volante de inercia y la levas.

El soporte de la leva contiene el seguidor de la misma, que se acopla a un


brazo, el cual se une a un elemento ferromagnético que se encarga de producir
la señal necesaria hacia el sensor inductivo, ubicado en donde se encontraba
antes el medidor mecánico de la máquina. El seguidor esta unido a un eje
regulable que se une a un resorte y controla el salto de mismo, este resorte te
puede ser cambiado con mucha facilidad. Tanto el seguidor como el eje del
mismo sen encuentran deslizándose en bujes de bronce.

Para el control del sistema se utiliza un reóstato de 110V conectado a un


interruptor de tres posiciones, el cual permite, con las debidas conexiones,
permitir la inversión del movimiento del giro del motor.

3.1. PRUEBAS DE FUNCIONAMIENTO

Se ha de realizar dos tipos de pruebas en concreto, la de dirección


horaria y anti-horaria, las cuales se han de determinar de acuerdo al tipo de leva
que se este utilizando. Esta prueba se ha de diseñar para las cinco levas con las
que cuenta el equipo.

61
Además, con esta prueba, se debe determinar como esta operando los
sistemas de adquisición de datos y el funcionamiento de cada uno de los
componentes y sistemas que intervienen.

3.1.1. TOMA DE DATOS

Como la máquina esta operando mediante un sistema de adquisición de


datos en el cual se obtiene solamente datos del desplazamiento lineal, es decir
del recorrido del seguidor, todos los datos de la misma serán relacionados con
estos valores. Este desplazamiento lineal se los puede grabar en un tipo de
archivo compatible con programas de Office y Windows. Los datos que se
encuentra como ángulo son los de tiempo debido a que el programa de
adquisición ha sido programado de esa manera. De las levas se obtuvieron los
siguientes cuadros.

3.1.1.1. Levas para el seguidor de cara plana

Leva Tangencial

Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto


43762650000 44510 -0.2647 -0.1324 0.3456 NaN -34035
43763230000 35098 -0.7353 -0.3676 -0.1054 NaN -118325
43763400000 16863 -13824 -0.5588 -0.2132 NaN -393449
43764530000 16863 -0.9118 -0.0882 0.1397 NaN -284008
43765420000 16863 0 0.6912 0.625 NaN 0
43766120000 16275 -0.0294 0.4412 0.2647 NaN -10354
43766250000 16275 -0.0294 -0.0147 -0.3529 NaN -10354
43766830000 16275 0 0.0147 -0.2132 NaN 0
43767000000 16275 0 0.0147 0.0147 NaN 0
43767150000 16275 0 0 -0.0074 NaN 0
43767750000 42745 13235 0.6618 0.3235 NaN 172048
43769100000 43529 13627 0.6814 0.3407 NaN 173839
43769250000 49804 0.3529 -0.4853 -0.5735 NaN 40537
43769850000 49804 0.3137 -0.5245 -0.6029 NaN 36045
43770600000 49804 0 -0.1765 0.1544 NaN 0
43771360000 49804 0 -0.1569 0.1838 NaN 0
43772030000 46667 -0.1569 -0.0784 0.049 NaN -19252
43772640000 43529 -0.3137 -0.1569 0 NaN -41224
Tabla 3.1

62
Leva cóncava 1
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
5921100000 24706 0 0.0196 -0.049 NaN 0
5921250000 24902 0.0098 0.0098 -0.0221 NaN 0.2256
5921400000 50000 0.12647 0.6324 0.3064 NaN 141.952
5921550000 50000 0.12549 0.6225 0.3064 NaN 140.895
5921700000 50000 0 -0.6324 -0.6324 NaN 0
5921850000 50000 0 -0.6275 -0.625 NaN 0
5922000000 50000 0 0 0.3162 NaN 0
5922150000 50000 0 0 0.3137 NaN 0
5922300000 50000 0 0 0 NaN 0
5922450000 50000 0 0 0 NaN 0
5922600000 50000 0 0 0 NaN 0
5922750000 50000 0 0 0 NaN 0
5922900000 50000 0 0 0 NaN 0
5923050000 50000 0 0 0 NaN 0
5923200000 50000 0 0 0 NaN 0
5923350000 50000 0 0 0 NaN 0
5923500000 50000 0 0 0 NaN 0
5923650000 50000 0 0 0 NaN 0
Tabla 3.2

Leva cóncava 2
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
47877450000 50000 50000 50000 50000 NaN 450013
47881200000 33529 16765 0.8382 0.4191 NaN 265658
47881660000 17059 -16471 -33235 -41618 NaN -439962
47881800000 16961 -0.8284 -12525 -10453 NaN -260335
47882100000 16863 -0.0098 0.8186 20711 NaN -0.3331
47882250000 16863 -0.0049 0.4118 0.8321 NaN -0.1666
47882850000 16863 0 0.0049 -0.4069 NaN 0
47883000000 16863 0 0.0025 -0.2047 NaN 0
47883450000 16863 0 0 -0.0025 NaN 0
47883600000 16863 0 0 -0.0012 NaN 0
47884200000 16863 0 0 0 NaN 0
47884350000 16275 -0.0294 -0.0147 -0.0074 NaN -10354
47884950000 16275 -0.0294 -0.0147 -0.0074 NaN -10354
47885100000 16275 0 0.0147 0.0147 NaN 0
47885550000 16275 0 0.0147 0.0147 NaN 0
47885700000 16275 0 0 -0.0074 NaN 0
47885850000 16275 0 0 -0.0074 NaN 0
47886300000 16275 0 0 0 NaN 0
Tabla 3.3

3.1.1.2. Levas para seguidor de rodillo

63
Leva tangencial
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
84615 1.9216 1.9216 1.9216 1.9216 NaN 45.0013
85185 1.7745 0.8873 0.4436 0.2218 NaN 26.5658
85232 1.6275 -0.1471 -1.0343 -1.4779 NaN -5.1635
85290 1.5882 -0.0931 -0.4902 -0.4669 NaN -3.3562
85353 1.549 -0.0392 0.0539 0.5441 NaN -1.4503
85443 1.549 -0.0196 0.0368 0.2635 NaN -0.7252
85513 1.549 0 0.0196 -0.0172 NaN 0
85575 1.549 0 0.0098 -0.0135 NaN 0
85755 1.6078 0.0294 0.0147 -0.0025 NaN 1.048
85845 1.6078 0.0294 0.0147 0.0025 NaN 1.048
85903 1.7059 0.049 0.0098 -0.0025 NaN 1.646
85964 1.7059 0.049 0.0098 -0.0025 NaN 1.646
86094 1.6863 -0.0098 -0.0294 -0.0196 NaN -0.3331
86184 1.6863 -0.0098 -0.0294 -0.0196 NaN -0.3331
86254 1.7059 0.0098 0.0098 0.0196 NaN 0.3293
86310 1.7647 0.0392 0.0245 0.027 NaN 1.2731
86400 1.9216 0.1078 0.049 0.0196 NaN 3.2123
86464 1.9216 0.0784 0.0196 -0.0025 NaN 2.3374
Tabla 3.4

Leva cóncava 1
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
669390 2.7059 -0.1961 0.3775 0.4265 NaN -4.1447
669465 2.7059 -0.0098 0.2255 0.0588 NaN -0.2076
669480 2.7059 0 0.098 -0.1397 NaN 0
669555 2.7255 0.0098 0.0098 -0.1078 NaN 0.2061
669570 2.7255 0.0098 0.0049 -0.0466 NaN 0.2061
669645 2.8627 0.0686 0.0294 0.0098 NaN 1.3733
669660 2.8627 0.0686 0.0294 0.0123 NaN 1.3733
669735 3.5686 0.3529 0.1422 0.0564 NaN 5.6484
669750 3.6667 0.402 0.1667 0.0686 NaN 6.2563
669825 5 0.7157 0.1814 0.0196 NaN 8.1461
669840 5 0.6667 0.1324 -0.0172 NaN 7.5949
669915 5 0 -0.3578 -0.2696 NaN 0
669930 5 0 -0.3333 -0.2328 NaN 0
670005 2.9412 -1.0294 -0.5147 -0.0784 NaN -19.2906
670020 2.8824 -1.0588 -0.5294 -0.098 NaN -20.1712
670095 2.7843 -0.0784 0.4755 0.4951 NaN -1.6136
670110 2.7843 -0.049 0.5049 0.5172 NaN -1.0087
Tabla 3.5

Cóncava 2
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
345345 1.7059 -0.1078 0.4951 0.4118 NaN -3.6174

64
345360 1.7059 -0.0784 0.3088 0.1103 NaN -2.6325
345405 1.7059 0 0.0539 -0.2206 NaN 0
345420 1.7059 0 0.0392 -0.1348 NaN 0
345450 1.6863 -0.0098 -0.0049 -0.0294 NaN -0.3331
345465 1.6863 -0.0098 -0.0049 -0.0221 NaN -0.3331
345495 1.6863 0 0.0049 0.0049 NaN 0
345510 1.6863 0 0.0049 0.0049 NaN 0
345540 1.6863 0 0 -0.0025 NaN 0
345555 1.6275 -0.0294 -0.0147 -0.0098 NaN -1.0354
345600 1.6863 0 0 0 NaN 0
345615 1.6863 0.0294 0.0294 0.0221 NaN 0.9993
345645 1.6863 0 0 0 NaN 0
345660 1.6863 0 -0.0147 -0.0221 NaN 0
345690 1.6863 0 0 0 NaN 0
345705 1.6863 0 0 0.0074 NaN 0
345735 1.6863 0 0 0 NaN 0
345750 1.6863 0 0 0 NaN 0
Tabla 3.6

Convexa
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
294780 2.7843 2.7843 2.7843 2.7843 NaN 45.0013
295230 2.7941 1.3971 0.6985 0.3493 NaN 26.5658
295254 2.7843 0 -1.3922 -2.0882 NaN 0
295260 2.7549 -0.0196 -0.7083 -0.7034 NaN -0.4078
295335 2.7255 -0.0294 -0.0147 0.6887 NaN -0.6183
295350 2.7255 -0.0147 0.0025 0.3554 NaN -0.3092
295425 2.7255 0 0.0147 0.0147 NaN 0
295440 2.7059 -0.0098 0.0025 0 NaN -0.2076
295500 2.7059 -0.0098 -0.0049 -0.0098 NaN -0.2076
295515 2.7059 0 0.0049 0.0012 NaN 0
295530 2.7059 0 0.0049 0.0049 NaN 0
295575 2.7059 0 0 -0.0025 NaN 0
295590 2.7059 0 0 -0.0025 NaN 0
295665 2.7059 0 0 0 NaN 0
295680 2.7059 0 0 0 NaN 0
295740 5 1.1471 0.5735 0.2868 NaN 12.9211
295755 5 1.1471 0.5735 0.2868 NaN 12.9211
295770 5 0 -0.5735 -0.5735 NaN 0
Tabla 3.7

Polinomial Anti-horario
Angulo Desplazamiento Velocidad Aclaración Salto
2136495 4.9804 4.9804 4.9804 4.9804 NaN 45.0013
2136960 3.9216 1.9608 0.9804 0.4902 NaN 26.5658
2136983 2.8627 -1.0588 -3.0196 -4 NaN -20.2982

65
2136990 2.5882 -0.6667 -1.3137 -1.1471 NaN -14.4445
2137065 2.3137 -0.2745 0.3922 1.7059 NaN -6.7664
2137080 1.8431 -0.3725 0.1471 0.7304 NaN -11.4274
2137155 1.8431 -0.2353 0.0196 -0.1863 NaN -7.2752
2137170 1.6863 -0.0784 0.1471 0 NaN -2.6631
2137245 1.6863 -0.0784 0.0784 0.0294 NaN -2.6631
2137260 1.6863 0 0.0392 -0.0539 NaN 0
2137335 1.6863 0 0.0392 -0.0196 NaN 0
2137350 1.7059 0.0098 0.0049 -0.0172 NaN 0.3293
2137410 4.6667 1.4902 0.7451 0.3529 NaN 17.7102
2137425 4.9804 1.6373 0.8137 0.4044 NaN 18.1983
2137500 4.9804 0.1569 -0.6667 -0.7059 NaN 1.804
2137515 4.9804 0 -0.8186 -0.8162 NaN 0
2137575 4.9804 0 -0.0784 0.2941 NaN 0
2137590 4.9804 0 0 0.4093 NaN 0
Tabla 3.8

Polinonomial Horario
Angulo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto
513960 2.0196 2.0196 2.0196 2.0196 NaN 45.0013
514410 3.5098 1.7549 0.8775 0.4387 NaN 26.5658
514425 5 1.4902 -0.2647 -1.1422 NaN 16.5966
514440 5 0.7451 -0.5049 -0.6912 NaN 8.4761
514455 5 0 -0.7451 -0.2402 NaN 0
514530 5 0 -0.3725 0.0662 NaN 0
514545 5 0 0 0.3725 NaN 0
514605 5 0 0 0.1863 NaN 0
514620 4.7451 -0.1275 -0.0637 -0.0319 NaN -1.5386
514695 1.7647 -1.6176 -0.8088 -0.4044 NaN -42.5117
514710 1.7059 -1.5196 -0.6961 -0.3162 NaN -41.696
514770 1.6863 -0.0392 0.7892 0.799 NaN -1.3323
514785 1.6863 -0.0098 0.7549 0.7255 NaN -0.3331
514860 1.6863 0 0.0196 -0.3848 NaN 0
514875 1.6863 0 0.0049 -0.375 NaN 0
514935 1.6863 0 0 -0.0098 NaN 0
514950 1.7059 0.0098 0.0049 0 NaN 0.3293
515025 4.9216 1.6176 0.8088 0.4044 NaN 18.1955
Tabla 3.9

3.1.2. FABULACIÓN DE DATOS

Para realizar la tabulación de los datos se tiene que seguir los siguientes
pasos:

66
• Se debe elegir un intervalo dentro de los datos obtenidos de tal
manera que represente el movimientos que se esta realizando,
estos van desde donde termina el descenso de la curva.
• A continuación se transforman los datos de ángulo (sin unidades)
en datos de ángulo que puedan ser tratados (radianes o grados).
• Dentro del intervalo escogido, se determina en que punto empieza
la curva de acenso, el punto donde termina el acenso, el punto
donde empieza el descenso.
• A continuación se determina el número de intervalos que se
encuentra en el descenso de la curva.
• Luego se determina cuantas unidades de distancia representa el
moverse de un punto a otro dentro del descenso.
• Mediante una fusión que esta especificada en las hojas de cálculo,
se determina como es que evoluciona la curva a través del
movimiento del seguidor.
• Se grafica esta relación (la forma de graficar esta especificada en
las hojas de cálculo).
• Los datos obtenidos de el desplazamiento lineal y los datos
obtenidos del sistema de adquisición de datos, serán ingresados al
EXEL, para obtener una curva de regresión.
• Esta curva de regresión, será modificada mediante interacciones
hasta obtener una curva que mas se acople con el movimiento del
seguidor.
• Finalmente se graficara una curva que será el resultado del
tratamiento de los datos.

3.2. ANÁLISIS PREVIO DE RESULTADOS

De acuerdo con el procedimiento y observando el Anexo A, se tiene que


las levas no se acoplan con los resultados obtenidos, por lo que se debe llegar a
las siguientes conclusiones preliminares:

67
• Las levas adquiridas por el sistema no se acoplan a las formas sus
físicas correspondientes.
• Los elementos no están en relación al ángulo de desplazamiento,
mas bien están en función del tiempo.
• Existe demasiada variabilidad en los datos tomados, es decir que
los datos no son muy estables.
• Es necesario colocar un sistema de adquisición de posición para
realizar una toma mas precisa de los datos.

Por estos motivos se puede afirmar que la implementación de un sistema


mejorado de adquisición de datos es necesaria para poder llegar a una mejor
toma de datos y presentación de resultados.

3.3. DETERMINACIÓN DEL ESTADO DE LA MÁQUINA

La máquina cuenta con más de 30 elementos, sin contar a las levas y el


elemento de control de velocidad. Estos elementos están un buen estado, por lo
que el reemplazo de los mismos no es necesario, sin embargo se puede realizar
un cambio preventivos de espárragos y pernos, especialmente de la bancada.

Motor sinfín. Es un motor de corriente continua de 110V y 3.6Amp, que


genera 0.33Hp de potencia, posee invención de giro. Se encuentra en buen
estado.

Acoples de quijada recta. Estos son los que hacen la unión entre el
motor, el cual proporciona el movimiento, y el eje que lo transmite a la leva. Se
encuentra en buen estado, estos se unen entre su mediante un elemento de
plástico, este es un acople flexible.

68
Eje. La única observación que no se tomo en el levantamiento de este
elemento es un canal para una banda plana, debido que este elemento no tiene
un uso en la máquina.

Soporte. Este elemento es el primer apoyo del eje, en este elemento no


se ha tomado en cuenta el tamaño del rodamiento que este en sus interior, ya
que el desarme de al misma es innecesario por fines de funcionamiento.

Soporte Leva. Este es el segundo punto en donde se asienta el eje, en


este se encuentra uno de los elementos más importantes de control, el sensor,
el cual se encuentra colocado donde se encontraba antes el medidor mecánico
del mismo. Al igual que el soporte anterior no se puede determinar el tamaño del
rodamiento del mismo por cuestiones de funcionamiento inmediato de la misma

Seguidor. Este elemento es el que inicia el movimiento por la acción de


la leva, la máquina posee dos de ellos, uno de cara plana, y otro de rodillo, las
especificaciones para los dos elementos son las mismas.

Bujes. Son elementos que tiene que ser considerados con mucho
cuidado, ya que en ellos se deslizan dos elementos importantes de mecanismo,
en el uno el seguidor, y en el otro el eje del seguidor, estos dos nos indica que
los elementos deben estar alineados. El desgaste por fricción de los mismos
debe ser considerado en el momento de los planes de mantenimiento.

Estos unos ejemplo de los componentes que se encuentran dentro del


dentro de la máquina, todos su elementos se encuentran en las mejores
condiciones posibles, debido al mantenimiento que se les ha proporcionado
durante su vida dentro del laboratorio, por lo que podemos decir que la máquina
de análisis de levas TECQUIPMENT (modelo: TM21 062) se encuentra en buen
estado.

69
3.3.1. LEVANTAMIENTO TÉCNICO DEL EQUIPO

Se ha realizado un levantamiento de planos de la máquina de tal manera


que se puede dirigir a esta para tener una idea de que electos consta la máquina
así como el ensamble de los mismos. Véase Anexo Planos.

70
CAPITULO 4
4. SELECCIÓN DE DISPOSITIVOS

De acuerdo con los que se vio en el capitulo 3, se deberá seleccionar


algunos dispositivos que permitan que el funcionamiento de la máquina mejore,
la siguiente selección de dispositivos no guiara mas en esta tarea.

4.1. SENSORES

En esta sección veremos que tipo de sensor el mas apto para la


implementarse dentro de la máquina. Por el momento, lo que sabemos es que
es necesario que la máquina tenga un sensor que permita determinara la
posición y/o la velocidad con la que gira la leva.

Los tacómetros son los mas aptos para la medición de uno de estos
paramentos, sin embargo, sin colocamos un tacómetro mecánico, se tiene que el
transductor para el mismo será muy grande, por lo que no seria el mas
recomendado para esta aplicación.

En el caso de los tacómetros electrónicos, son demasiado difíciles de


conseguir, por lo que se tiene que optar por un método alternativo para la
medición de este parámetro.

Par la medición de la posición, se ha determinado que se puede será un


sensor fotoeléctrico, el cual, como ya se ha explicado en breves rasgos, utiliza
un as de luz que es interrumpido por un elemento físico para dar la señal digital.
Este sensor es ideal para la medición de posición y velocidad de procesos de
baja velocidad, es el sensor mas apto para la aplicación actual.

Entre las marcas encontradas tenemos Honeywell, IFM y Autonics.

71
4.1.1. SENSOR HONEYWELL PK 84290

Este sensor es un fotoeléctrico reflexivo, con la desventaja de que es de


corte de señal se da si no existe un elemento que se encuentre cortando el haz
de luz que se genera. Esto quiere decir que si existe un elemento en el camino
del haz de luz, este estará encendido siempre.

Fig4.1: funciona miento del sensor Honeywell PK 84290.

Este sensor es ideal para bandas transportadora en las que se necesita


que la señal sea regresada en le momento que el elemento cruza por delante de
este, sin la necesidad de contar con un elementos reflexivo (material que reflejan
la luz genera por el sensor). Es sensor no es el ideal para aplicación en la que
nos encontramos ya que, siempre va a existir un elemento dentro del camino del
haz de luz.

4.1.2. SENSOR IFM

Este sensor es de fabricación alemana, este funciona aprovechando la


reflexividad de los materiales, es decir, en materiales opacos, la luz no se refleja
con tanta intensidad que en materiales brillantes. Por lo que la parte del sensor
que se encarga recibir la intensidad de luz necesaria del emisor reflejada en una

72
superficie, solo se encenderá si la intensidad de la misma es la suficiente para
cerrar el circuito de paso del sensor.

Fig4.2 sensor IFM OGP500 fotoeléctrico reflexivo difuso.

Este sensor es apropiado para la aplicación, sin embargo con un precio


de aproximadamente de $240, tenemos que reconsiderar la compra de este
elemento.

4.1.3. SENSOR AUTRONICS BR100-DDT-P

Tiene el mismo funcionamiento que el anterior, con características


similares, la diferencia se basa en la capacidad que tiene este de controlar para
sensibilidad del sensor. Esto le permite que pueda diferencia con mayor facilidad
entre superficies opacas y brillantes de acuerdo a al necesidad es de sistema,
además que el costo del mismo es funcionamiento que el sensor anterior.

Fig4.3 sensores se la serie BR Autonics reflexivo difuso.

73
4.1.3.1. Montaje del sensor

Para el montaje de este sensor BR100-DDT-P se construirá un soporte en


le cual este se sostenga a una altura ideal para el funcionamiento del mismo, se
lo realizara en lamina de acero con las medidas que se especifican en Anexo B.

En Anexos también se especificara el proceso de manufactura y el


montaje del mismo.

4.1.4. SENSOR DE DESPLAZAMIENTO INDUCTIVO

Este es un sensor de la marca Telemecanique modelo XSD-H603629, el


cual funciona a 24 V con un consumo de corriente de 4mA.

Fig4.4 sensores se la serie BR Autonics reflexivo difuso.

Este sensor tiene dos tipos de conexión, la primera es en costo circuito


entre el cable 2 y 3 (Ver datasheet en Anexo C) y el otro es en conexión directa
al común. Estas conexiones nos permitente elegir con que corriente va a
fusionar el sensor, en corto circuito, este va a ir entre 4 y 20 mA en el otro tipo
de conexión, se tiene un rengo entre 0 y 16 mA.

74
Se ha decidido utilizar al conexión de tras cables, para aprovechar los 4
mA entrada inicial del sensor.

4.1.4.1. Montaje del sensor

Para el montaje de este sensor XSD-H603629 se tiene un soporte


construido en una tesis anterior, este se encuentra colocado en una posición
ideal para sus funcionamiento, este ya se encuentra en los planos iniciales en el
Anexo Planos.

4.2. ACTUADORES

Para esta parte, se ha determinado el uso de un motor eléctrico de 12V


DC.

Fig4.5: Motor que se usara para el sistema de control de velocidad.

Este motor se lo obtuvo de un sistema de elevación de cristales de


automóvil, ya que es de corriente continua y tiene una intensidad no muy alta. A

75
demás que permite que tenga una capacidad de regulación del mismo mediante
el uso de un sistema electrónico.

4.2.1. MONTAJE DEL ACTUADOR

Para el mismo se va a diseñar un sistema de barras que permitan el


movimiento del mimo de forma longitudinal, transversal, altura y giro del mismo.
Esto se lo hace con la finalidad de tener control de la posición del mismo de
crearse una nueva variación del sistema de control. En el grafico se presenta un
esquema de cómo puede ser montado los elementos del mismo.

Fig4.6: montaje de los electos del soporte del actuador y el actuador.

4.3. TARJETAS DE ADQUISICIÓN DE DATOS

4.3.1. NI USB 9009

Esta tarjeta la provee National Instruments, de 8 entradas analógicas, 2


salidas analógicas, 12 I/O digitales y contador 32-bit con máxima velocidad en
la interfase USB.

Tiene la capacidad de tomara 48 KM/s (miles muestras por segundo) lo


que le da gran capacidad de manejo de las mismas, además puede controlarse
el número de muestras que se desea según la necesidad del usuario.

76
Esta será la única opción para la selección de tarjeta, ya que se conoce la
trayectoria de la empresa y por su adaptabilidad al programa Labview, lo
permitirá que se puedan realizar mas programas que puedan controlar otras
máquinas.

4.4. CONEXIÓN DE ELEMENTOS

Todos los elementos que interviene el este sistema de adquisición de


datos y control del la máquina, tiene que estar conectados a un elemento de
potencia, este elemento de potencia tiene que tener la capacidad de alimentar a
todos los dispositivos seleccionados.

Para esto se utilizara un adaptador de potencia LIANLONG modelo


LLAS3000, que opera a 24 V con una intensidad máxima de 3150 mA. Estas
características son las ideales para el control de los elementos.

Los elementos se conectaran d la siguiente manera:

• El sensor XSD-H603629, se conecta directamente a la fuente.


• El sensor XSD-H603629, tendrá salida que se conectara al DAQ a
entrada análoga.
• El sensor BR100-DDT-P, se conecta directamente a la fuente.
• El sensor BR100-DDT-P, la salida (cable negro), se conectara al
DAQ a entrada digital, para esto se colocara un banco de
resistencias que permitan que la señal sea aceptada por el mismo.
• El motor de CD, se constara en paralelo con el sensor BR100-
DDT-P de tal manera de el voltaje sea 12 V.
• El motor de CD, tendrá salidas que se conectaran al DAQ a salida
digital.

77
Como esta indicado, en el datasheet del la tarjeta de adquisición de
datos, se tiene que los elementos se van a conectar de la siguiente manera para
cada uno de los elementos.

4.4.1. PROCESOS DE REALIZACIÓN DEL TRANSDUCTOR

Para la realización de este elemento, el cual convierte las señales que


llega y salen del DAQ y de la máquina, se tiene que analizar lo que quiere que
este aparato haga, es así que tenemos lo siguiente:

• Se requiere que el dispositivo controle la velocidad mediante el


control del reostato.
• Se requiere que se controle el sensor inductivo.
• Se requiere que se controle el sensor fotoeléctrico.

Una vez que se llego a determinar que elementos se quieren controlar, se


empieza por uno de ellos. En este caso se toman los sensores, ya que como los
dos funcionan a un mismo voltaje, se puede realizar un divisor de corrigen sin
que se altere su funcionamiento.

4.4.1.1. Sensor Fotoeléctrico

Este es un sensor muy sencillo de conectar, el modelo BR100-DDT-P,


consta de cuatro cables: café, azul, blanco y negro; correspondientes a
alimentación, tierra, control y salida respectivamente.

Como es de suponer alimentación y tierra son los la fuente de con sus


voltajes +V y 0 voltios, el blanco tiene la función de cerrar el circuito de tal
manera de tenerlos normalmente abierto o normalmente cerrado según la
necesidad. Por ultimo el cable negro es el que no da la señal y estará, sujeto a

78
una carga (circuito de acondicionamiento), de tal manera que se acople a las
necesidades de sistema de control, en este caso el DAQ.

Fig4.7: conexión del sensor fotoeléctrico a una fuente de 12V.

4.4.1.2. Sensor Inductivo

Este es el otro sensor que puede fusionar a 24V, es el sensor XSD-


H603629 Telemecanique. A diferencia del anterior, este no manda voltaje como
señal sino que manda intensidad mediante el uso de tres cables identificados
como 1, 2 y 3; siendo alimentación, control y tierra respectivamente.

Existen dos maneras de conectar este sensor, la primera es mediante la


utilización de 3 cables, lo que permite que el cable de control nos de una
intensidad entre 0 y 16 mA, la segunda se da cuando se conecta los cables 2 y 3
en corto circuito de tal manera que el cable de tierra pasa por un circuito de
carga (circuito de acondicionamiento); este método da como resultado un rango
de intensidad entre 4 y 20 mA. Este último es el método a ser utilizado.

79
Como el DAQ no admite valores de intensidad para la realización de
mediciones, esta señal debe ser cambiada mediante el uso de un amplificador
operacional cual permite la equivalencia de intensidad en Voltaje. Una vez
logrado esto se coloca la carga para poder ingresar este voltaje dentro del
sistema DAQ. Se debe tener cuidado con a curva característica del sensor,
debido a los sistemas que se colocaron dentro del para acondicionar la señal, la
curva cambia, observe el Anexo D

Fig4.8: conexión del sensor inductivo a una fuente de 24V.

4.4.1.3. Actuador

Este elemento es un motor de elevador de cristales de 12 voltios, lo cual


nos indica que tiene una buena cantidad de troqué, ideal para producir
movimiento a bajas revoluciones.

Para el acondicionamiento de este motor se ha pensado en reducir el


voltaje mediante el uso de un potenciómetro, los que permite que se regule la
velocidad del motor y un banco de resistencias que permite bajar hasta un limite
determinado, se la pensado en el uso de relees, lo que permite que mediante un
sistemas de adquisición datos (DAQ), se controle la dirección del movimiento del
mismos y el encendido y apagado del mismo.

80
Fig4.9: conexión motor a una fuente de 12V.

Hasta este momento se ha realizado la conexión de los elementos por


separados, en el Anexo D se encontrará el transductor completo incluyendo
elementos que se considerado dentro del diseño. Además se encantará el
diseño de la placa de circuitos (baquelita) y dimensiones del mismo para la
manufactura y mejoramiento del mismo.

81
82
CAPITULO 5
5. PROGRAMA DE CONTROL

Una vez que se ha realizado le selección de los dispositivos, la conexión


de los mismos a un sistema de control (hardware) y a la tarjeta de control DAQ,
el siguiente pasos el la realización de un programa de control que permita el
control de los sistemas que interviene dentro de la automatización.

5.1. PROGRAMAS DE CONTROL

5.1.1. MAT-LAB

Las siglas de MAT-LAB son la abreviatura de Laboratorio de Matrices


(Matrix Laboratory), creado por la empresa MathWorks en 1984, para remplazar
el uso de programas como el Foltran y maximizar el aprendizaje en cursos de
algebra lineal y análisis numérico.

Este programa ha ido evolucionando a tal punto de que se puede realizar


procesado digital de señal, adquisición de datos, economía, inteligencia artificial,
lógica difusa, etc. Por este motivo se lo puede considerar como programa para
realizar el control del DAQ.

83
Fig5.1: Presentación de MatLab .

Sin embargo, para realizar un programa de control con este programa, se


necesita un gran conocimiento del mismo, librerías que enlacen los puertos con
el programas y compatibilidad de la tarjeta con el mismo. Debido a esto, este
programa presenta grande dificultades para realizar el control de sistemas de
adquisición, por lo tanto débenos considerar un programa alternativo.

5.1.2. LABVIEW

Este es el segundo programa de que se a considerado, creado por


National Instrument en 1976 para la plataforma de MAC, y a partir de 1986 para
otras plataformas, en la actualidad funciona en MAC, Windows, UNIX y Linux.

LabVIEW es un lenguaje de programación gráfico con todas las funciones


que incluye todas las características estándares de un ambiente de
programación de uso general, como estructuras de datos, estructuras de ciclos,
manejo de eventos y programación orientada a objetos. LabVIEW tiene un
compilador integrado que compila el código durante el momento de la edición.
Sin embargo, a diferencia de otros lenguajes de programación, LabVIEW está
diseñado especialmente para ingenieros y científicos, y tiene herramientas

84
integradas para cumplir con sus necesidades. Estas funciones de alto nivel,
asistentes y herramientas hacen de LabVIEW más que un lenguaje de
programación.

Fig5.2: Presentación de LabView.

5.2. INTERFASE ENTRE EL PROGRAMA Y LA TARJETA

Esta es un parte importante de la adquisición de datos, porque si no se


tiene la comunicación entre el computador y el hardware, no habrá adquisición
alguna, y por lo tanto no se relazaría el control o adquisición. Por lo general cada
tarjeta de adquisición de datos, muestras con que programas puede este
funcionar, por ejemplo a ENON serie el cual posee controladores para LabView,
MatLab y .NET, lo que la hace muy versátil,

Ahora, para la tarjeta de adquisición NI USB 6009, el controlador mas


apropiado es el LabView, ya que tanto como la tarjeta y el controlador son d la
misma compañía, lo que permite la mejor conexión entre los sistemas.

5.2.1. DAQMX

El DAQmx de NI permite la conexión entre hardware-software mas


eficiente, y con menores problemas de conexión entre productos de NI. Este
programa utiliza archivos tipo .VI para la conexión con la tarjeta, por lo que se

85
tiene que instalar con anterioridad el programa de LabView para este programa
pueda funcionar.

Fig5.3: Ingreso al panel para realizar “test” de la tarjeta.

Una vez que este programa esta instalado, se corre el programa


Messurement & Automatition Explorer para realizar el reconocimiento e diverso
tipo de tarjetas, tanto internas como externas, visualizar las características de las
mismas, y realizar un “test” de estas para determinar daños y defectos que
tengan, DAQmx ayuda y aumenta la capacidad de dicho programa, incluso
aumenta mas dispositivos dentro de las librerías de reconocimiento de hardware,
para que pueda reconocer mas tarjetas de las que estas dentro del LabView, y
sus discos de dispositivos.

La tarjeta NI USB 6009 consta como un dispositivo que trabaja mediante


el uso de DAQmx, el cual debe estar ya instalado. En este punto, se conecta la
tarjeta al computador, y se realiza el primer “test” el cual nos indica si la tarjeta
no tiene ningún defecto (se recomienda que si se ha detectado un defecto físico
antes de conectar, se comunique con el fabricante).

86
Fig5.4: Se observa que se selecciona el primer elemento para el self-test.

Como siguiente paso es el “test” de los elementos que se van a conectar


a la tarjeta, para estos existe un segundo “test”. Este permite que se observe
como esta la tarjeta recibiendo las señales de los elementos que se ha
conectado. Por ejemplo, un sensor análogo, tiene un a variación de voltaje entre
-10 y 10 V, este sistema de adquisición es capaz de detectarlo. En este caso se
tiene el sensor análogo que tiene una variación entre 0 y 9 V (una vez que ha
pasado por el transductor), un sensor digital de 5 V (de igual manera que el
análogo después del transductor).

87
Fig5.5: Se nuestra el funcionamiento de sensor análogo en el test panel (se ingresa
mediante la segundo elemento de Fig5.4).

Una ves que sea probado que la tarjeta de adquisición y los elementos se
encuentran en conectados a esta, funciona correctamente, se procede a la
programación.

5.3. CONEXIONES ENTRE LOS ELEMENTOS Y LA TARJETA

La conexión de los elementos va a ser de la siguiente:

• El sensor inductivo de se conectara de la salida del trasnductor a la


entrada AI0 del DAQ NI USB 6009.
• De la salida de 5V digital a la entrada de 5V del transductor, al
igual que la tierra del mismos a la tierra del transductor.
• De la salida del inductivo del transductor a la entrada digital P1.3
del DAQ NI USB 6009.
• De la salida digital P0.0 del DAQ NI USB 6009 a la entrada de Giro
del transductor.

88
• De la salida digital P0.1 del DAQ NI USB 6009 a la entrada de ↔
del transductor.

Fig5.6: Conexión desde el transductor hacia el DAQ.

NOTA: Las entradas y salidas tanto análogas como digitales son


controladas mediante el software, es decir que una entrada física puede ser o
entrada o salida según la necesidad del programador.

5.4. PROGRAMACIÓN EN LABVIEW

Lo primero que se debe entender es que este programa es muy


equiparable a programas como C++, Visual, .NET, etc.; con las ventajas de la
programación mediante bloques de función. Además que es un programa ideado
para el control de instrumentos mediante hardware especializado para este fin.

Este programa grava los archivos en con extensión vi, que es la


abreviatura de virtual instruments.

89
5.4.1. INICIANDO LABVIEW

Labview tiene dos pantallas para el uso, el panel frontal y el diagrama de


bloque. El panel frontal es la ventana en la cual se colocan todos aquellos
elementos que va a controlar al sistema de adquisición, en este se muestran:
graficas, botones, indicadores, luces, arreglos de datos que se desean mostrar,
etc.

Fig5.7: Panel Frontal.

La segunda pantalla es el diagrama de bloque, en este se realiza la


programación en sí, aquí se conectan todos los elementos que va a realizar la
interfase entre el computador y los elementos de adquisición, es decir, el la
unión entre los elementos físicos y panel frontal.

90
Fig5.8: Diagrama de bloques

5.4.2. COMPILACIÓN DE UN PROGRAMA

Este programa de control tiene tres formas de de compilar (correr el

programa), la primera es mediante botones , los que permiten:


compilar, compilación cíclica, detener y pausa respectivamente; estas mismas
funciones teclado con Ctrl+R, Ctrl+., para compilar y detener respectivamente, la
ultima manera de correr el programa es mediante el la pestaña de Operate,
donde sen encuentran todas estas para correr el programa.

La complicación mediante el botón de correr, realiza la compilación de un


solo ciclo, toma el inicio de ciclo, el cual puede ser un generador de señal, un
programa VI, o un elemento de entrada de señal física. De allí va hacia los
elementos dentro del la programación, los cuales modifican, amplifican y/o
cambian para mostrar den el panel frontal datos que permiten la mejor
comprensión de los datos. La compilación cíclica, por otro lado, realiza el ciclo
de forma indefinida, la única forma de para este elementos, es mediante el botón
de detener.

91
5.4.3. PROGRAMACIÓN

Empezaremos abriendo el programa de LabView. En la ventana principal,


se escoge la opción “Blanck VI”, de tal manera de tener un Panel Frontal vació al
igual que el diagrama de bloque.

Fig5.9: Inicio LabView y Blank VI (Panel Frontal y Diagrama de Bloques).

5.4.3.1. Programación inductivo

Nos ubicamos en el Diagrama de Bloque, buscamos la pestaña View, y


elegimos Functions Palette. En este buscamos Express»Imput»DAQ Assitant y
colocamos en cualquier parte del Diagrama de Bloques.

92
Fig5.10: DAQ Assistant se ubica en Diagrama de Bloque para el inductivo.

A continuación aparecerá una pantalla en la cual se hará la siguiente


secuencia de elección: Analog Imput»Voltage. En la Fig5.11, se muestras la
pantalla en la cual se va a seleccionar que puerto se desea que sea de entrada
de señal, en este caso, como ya se ha indicado en la conexión de los elementos
va a ser el puerto A1.0, por lo cual seleccionamos A1.0 en dicha pantalla.

Fig5.11: Selección que puerto va a ser entrada (imput).

93
Para terminar son la configuración del DAQ Assistent, configuramos para
que la que los datos vayan de 0 a 10 V, en Terminal Confuguration colocamos
en RSE para que sea de entrada simple y colocamos en el modo de adquisición
a una sola muestra a ala vez.

Fig5.12: De esta forma tiene que quedar la configuración de esta primera entrada de
señal.

La señal que nos envía es de datos dinámicos, a esta debemos tratarla


de tal manera que nos envié un dato flotante, para hacer estos nos ubicamos en
Functions Palette y seleccionamos Express»Signal Manipulation»From DDT;
esta función nos permite cambiar el tipo de señal que nos envía. En el cuadro de
dialogo que aparece seleccionamos single scalar. Mediante el carrete de unión

94
que nos presenta el programa, unimos la salida de DAQ Assistent con la entrada
de Form DDT.

Fig5.13: Primera unión de elementos

La señal que tenemos ya es un número que se puede usara para dentro


del programa que se va a realizar, en este punto se tiene que tomar en cuenta la
curva característica que e obtuvo en el capitulo anterior para el sensor inductivo,
para lo cual se tiene que colocar la inversa del mismo, ya que nuestra entrada es
de voltaje y necesitamos una salida de distancia. Para esto utilizaremos los
operadores matemáticos de bloque que tiene el programa (es posible realizar
con un Funtion Case, pero ya se lo ha hecho por lo que no utilizaremos este
modo), para lo cual entraremos al Functions Palette y seleccionamos
Mathematics»Numeric; aquí seleccionaremos estos tres bloques: ;
correspondientes a suma, resta y división. A continuación colocaremos el bloque
exp que se encuentra en Mathematics»Elementary & Special Functions. Luego
se conectara para obtener la expresión de la curva característica. Se colocara
una indicado grafico en el panel frontal, el cual se encuentra en Controls Palette
en Modern»Graph»Waveform Chart, a este se lo unirá a la salida de la función
de suma en el Diagrama de Bloques. Este es el resultado.

95
Fig5.14: Funcionamiento inicial solo con la función de l sensor, mediante Run
Continuously.

En este punto se va a guardar el archivo con el nombre de MOFMAL.vi en


el escritorio, para lo cual iremos a File»Save.

Fig5.15: Garbamos Programa.

A continuación realizaremos las derivadas para encontrar la velocidad del


seguidor, para estos utilizamos la derivación punto a punto que se encuentra en
Signal Processing»Poiny By Point»Integral & Differential PtByPt»Detivative x(t)
PtByPt.vi, presionamos la tecla ctrl y el botón izquierdo del ratón y desplazamos
hasta donde deseamos. A continuación señalamos el bloque derivación, y lo

96
copiamos dos veces más. A continuación del cable que une Waveform Chart con
el primer Detivative x(t) PtByPt.vi sacamos una de la salida del este lo
conectamos con la entrada del siguiente derivada; se realizara esta misma
operación hasta terminar de unir todos los bloques. Se copiara el Waveform
Chart tres veces y se los unirá un con cada una de las salidas de los filtros
copiados.

Fig5.16: Programa para posición, velocidad, aceleración y salto.

En esta parte de la programación vamos a arreglar el Panel Frontal, para


ellos nos colocamos en el mismo y buscamos en el Control Palette
Modern»Containers»Tab Control, en el nuevo elemento creado, nos
colocaremos en la ultima pestaña y presionaremos el botón derecho de ratón,
buscamos la opción Add Page After, y añadimos dos páginas mas. En cada una
de las páginas colocamos uno de los gráficos creados. En este punto
guardamos el programa.

97
Fig5.16: Programa para posición, velocidad, aceleración y salto.
En este punto crearemos dos graficas mas, primero la de ángulo de
presión, para ello no ubicaremos en el Panel Frontal y buscamos
Modern»Numeric»Numeric Control, y lo colocamos debajo de Knob por el
momento. A continuación nos ubicamos en el Diagrama de Bloques, y copiamos
los bloques de suma y división, este ultimo dos veces; además agregamos el
bloque de multiplicación. Luego buscamos en el Functions Palette la función de
arco tangente que se encuentra en Mathematics»Elementary & Special
Functions»Trigonometric Fuctions»Inverse Tangent, y lo colocamos. Se conecta
mendiante cable el Numeric Control a una de las entradas del bloque de suma,
la otra entrada se tiende un cable hacia el primer Waveform Chart. Luego se
conecta la salida del bloque de suma con la entrada inferior de uno de los
bloques de división, la entrada superior de ese conecta hacia es segundo
Waveform Chart. Conectamos la salida de este bloque de división con la entada
del bloque de arco tangente y la salida de este con la entrada superior del
bloque de multiplicación.

En el otro bloque de división creamos constantes a la entrada del mismo,


para esto nos colocamos en la entrada superior del bloque, oprimimos el botón

98
derecho del ratón y buscamos la opción Create, en este señalamos la opción
Constant, y ponemos 180; en la parte inferior del bloque oprimimos el botón
derecho del ratón, buscamos Numeric Palette»Math Constants»pi, y lo clocamos
cerca de las entradas del bloque hasta que se cree un cable de unión con la
entrada inferior. Finalmente conectamos la salida del bloque de división con la
entrada libre del bloque de multiplicación.

Copiamos uno de los Waveform Chart, y conectamos la entrada de este


con la salida del bloque de multiplicación. No ubicamos en el Panel Frontal, en el
Tab Control nos ubicamos en la ultima pestaña y agregamos una mas, la
grandazos mediante el uso del los indicadores de color azul que aparecen al
seleccionarlo, en esta ultima pestaña colocamos el Numeric Control y el
Waveform Chart creado cuando se lo copio en el Diagrama de Bloques.

Fig5.17: Programación de Angulo de presión.

Para le siguiente grafico de repetirán los pasos que se han venido


realizando, la ecuación es la de fuerza ejercida por el seguidor hacia la leva, la
ecuación va a ser:

k
Fpl = k ⋅ x + 0.06 ⋅ 2 ⋅ m ⋅ + m ⋅ a + Pl (5,1)
m

Donde:
k es la constante del resorte [N/m]

99
x es la distancia recorrida por el seguidor [m]
m es la masa de los elementos móviles [Kg]
Pl es la precarga que se da al resorte [N]

Para esto se va a colocar 7 bloque de multiplicación, 3 bloques de suma


uno de división, un bloque de raíz cuadrada, 3 Numeric Control y un Waveform
Chart. La unión final de estos elementos se la ve representada en la figura
Fig5.18.

Fig5.18: Programación de fuerza ejercida sobre la leva.

De la salida de los Numeric, vamos a lanzar un cable jacia los límites de


While Loop, se creara un cuadro del color del bloque. Este pasos sirve para que
se puede controlar el ciclo sin tener que parar el programa.

Por ultimo, en el Panel Frontal, aumentaremos una pestaña más a Tab


Control en la cual colocarlos los Numeric Control y el Waveform Chart.

Para mejorar la presentación de los cambiaremos los nombres de los


elementos, para ellos so es necesario colocar el puntero del ratón sobre el

100
nombre del elemento y presionar dos veces el botón izquierdo. Se los cambiara
por los siguientes:

Waveform Chart por Posición


Waveform Chart 2 por Velocidad
Waveform Chart 3 por Aceleración
Waveform Chart 4 por Rapidez de aceleración
Waveform Chart 5 por Angulo de presión
Waveform Chart 5 Fuerza de cierre
Numeric Control por Rp (Radio primitivo)
Numeric Control 1 por k (constante del resorte)
Numeric Control 2 por M (masa de elementos móviles)
Numeric Control 3 por Pl (Fuerza de precarga)
Knob por Filtro

Para grabar estos datos utilizaremos Write To Measurement File, que es


un bloque de grabación, este lo encontramos en el Functions Palette en
Programing»File I/O»Write To Measurement File. Este bloque lo colocamos en la
parte inferior derecha de la programación. En este seleccionamos comos e
indica en la Fig5.19, y precionamos OK.

101
Fig5.18: Programación de fuerza ejercida sobre la leva.

A continuación nos ubicamos en Functions Palette y buscamos


Express»Signal Manipulation»Merge Signals, ESPE bloque nos permite
converger varias señales en una sola, la colocamos cerca del bloque de
grabación y la expandamos hasta tener seis entradas. En la primera la uniremos
con la grafica de Posición, la segunda con la de Velocidad, la tercera con la de
Aceleración, la cuarta con la de Rapidez de aceleración, la quinta con la de
Angulo de presión y la sexta con Fuerza de cierre. Finalmente se tiende un
cables entre la salida del Merge Signals y la entrada de Write To Measurement
File.

Para que todo esto corra de forma continua lo encerraremos en una


estructura While Loop, la cual se encuentras en Programing»Structures»While

102
Loop, lo escogemos y oprimimos es botón izquierdo del ratón en un lugar desde
el cual se pueda arrastrar y abarcar toda la programación. En la parte inferior
izquierda se encuentra un símbolo de color rojo, sobre este presionamos el
botón derecho del ratón y elegimos crear constante.

Fig5.18: Programación para el inductivo.

Como paso final de esta parte, conectamos la entrada de Reset del


bloque Write To Measurement File con el Stop, y creamos un control en la
entrada de Enable del mismo bloque. En este último nos ponemos en
propiedades y cambiamos su nombre pro Registro de Datos, en “show bolean
text” nos fijamos que este seleccionado “Multiple strings” y colocamos en TEXT
ON Guardando y en TEXT OFF Guardar, y ponemos OK.

5.4.3.2. Control de Velocidad

Aquí de va a ampliar el While Loop para tener espacio para la siguiente


parte de la programación, de esta manera, nos colocamos en la parte superior
de la caja en al Diagrama de Bloques y arrastramos hasta tener un buen
espacio.

103
Fig5.19: Expansión del While Loop para colocar mas elementos del programa de control.

A continuación buscamos en el Functions Palette la siguiente ruta


Express»Imput» DAQ Assistent, y lo colocamos. En el cuadro de dialogo
buscamos Digital I/O, Line Output y elegimos port0/line0; y senalamos Finish
para terminar con esta parte de la configuración de DAQ Assistent.

En el cuadro de dialogo que aparece, señalamos el cuadro de Invert line


en Settting, y en Task Timing señalamos 1 Sample (On Demand), finalmente
aceptamos esta configuración con el botón de Ok.

En Functions Palette, no vamos a Programing»Boolean» Exclusive Or, lo


clocamos cerca del DAQ Assistent recién creado. En la misma paleta buscamos
Programing»Array» Initialize Array, lo posicionamos entre el Exlusice Or y el
DAQ Assistent, a la salida del primero creamos un indicador. En el bloque para
realizar arreglos, en la entrada inferior colocamos una constante mediante el uso
del botón derecho, Create, Cosntant; esta constante tendrá el valor de 1.

Unimos la salida de o Exclusive Or con la entrada superior del Initialize


Array, y la Casilda de este con la entrada del DAQ Assistent.

104
Fig5.20: Primera parte del control de velocidad.

Colocamos un nuevo DAQ Assistent, de la misma manera que se ha


indicado, con la diferencia que se seleccionará el port0/line1 y no se señalara el
cuadro de Invert line.

Copiaremos el Initialize Array y la constante del mismo de tal manera de


ponerlos en la parte izquierda del DAQ Assistent 3.

Pasemos al Front Panel, en este colocamos de dos Push Boton que se en


cuentran en Modern»Boolen»Push Boton, cambiamos los nombres de los
mismos por el de Aum. Velocidad y Dis. Velocidad, además cambiamos el
mnombre del indicador por el de Regulación en Proceso. Guardamos el archivo.

Fig5.21: Panel Frontal hasta el momento.

105
Pasamos al Diagrama de Bloques y movemos le bloque que tiene el
nombre de Aum. Velocidad y Dis. Velocidad de tal manera que estén al la
izquierda de Exclusive Or y el primero en la parte superior del segundo.
Conectamos el que Aum. Velocidad con la entrada superior del Initialize Array
que no se encuentra conectada, y con la entrada superior del Exclusive Or.
Dis.Velocidad lo conectamos con la entrada inferior del Exclusive Or. Finalmente
conectamos la entrada del DAQ Assitent 3 con la salida del Exclusive Or más
cercano.

Fig5.21: Control de velocidad.


5.4.3.3. Medición de Velocidad.

Primero colocaremos un bloque DAQ Assitent 4 en cual va seleccionar de


la siguiente manera, Digital I/O, Input line, pot1/line3. Aquí se señalara Invert line
y 1 Sample (On Demand).

A continuación colocaremos un Index Array el cual se encuentra en


Programing»Array»Index Array, al que colocamos en la parte derecha del DAQ
Assitent 4, conectamos al salida del DAQ Assitent con La entrada superior del
Index Array y la segunda entrada de este creamos una constante de valor 0.

106
A continuación colocamos dos bloque de Elapsed Time, que están en
Programing»Timing»Elapsed Time, además un bloque Not, el que
encontraremos en Programing»Boolean»Not. Conetamos la salida del Index
Array con el Reset de primer Elapsed Time, luego conectamos la misma salida
del Index Array con el Not y la salida de este con el reset del Elapsed Time 2.

Fig5.22: Primera parte del indicador de velocidad.

A continuación colocamos dos bloques de división y uno de multiplicación,


a estos los ordenamos al lado derecho del primer Elapsed Time, a uno del los
bloque de división le colocamos dos constantes, en la parte superior con el
número 1 y en la parte inferior, el número 4. Luego conectamos la salida de este
con la entrada superior del segundo bloque de división y la entrada inferior con
la salida Elapsed Time (s), del bloque Elapsed Time. La salida del bloque de
división se conecta con la entrada superior del bloque de multiplicación, y la
inferior de coloca una constante igual a 60. Copiamos los bloques de división y
multiplicación con sus respectivas constantes y la colocamos a la parte derecha
del segundo Elapsed Time. Conectamos la salida del Elapsed Time 2 con la
entrada inferior del bloque de división copiado que no se encuentra conectado.

107
Fig5.23: Siguiente parte del indicador de velocidad, se transforma número de vueltas en
RPMs.

Pondremos un bloque de Select que esta en


Programing»Comparison»Select. En este tenemos 3 entradas, la entrada de la
mitad la conectaremos con la salida del Index Array. La entrada inferior la
conectaremos con la salida de la multiplicación de la parte superior, por ultimo
conectamos la salida del Select con la entrada superior del mismo Select (se
debe formar un bloque llamado Feedback Node, si no aparece este bloque se
los puede encontrar en Programing»Structure» Feedback Node). Copiamos los
bloque se formaron y los desplazamos mas abajo y conectamos con la salida del
segundo bloque de multiplicación con la entrada inferior del bloque Select
copiado, la entrada del medio de este bloque se tiene que conectar con la salida
del Not que se encuentra antes de Epalsed Time 2.

108
Fig5.24: Se realiza una retroalimentación para mantener la cantidad de la velocidad.

Buscamos el bloque de Build Array en Programing»Array» Build Array


que lo colocamos entre los dos bloque de Select, expandimos el bloque para
que acepte dos señales, esta va a venir del la salida de los Feedback Node, el
de la parte de arriba con la entrada superior del bloque Build Array y el de abajo
con la parte inferior de bloque.

La salida del Build Array se conectara con un bloque Index Array, la


entrada inferior del este se conecta con la salida del bloque Bolean to (0,1) este
se encuentra en Programing»Boolean» Bolean to (0,1), la entrada de este se
conectara con la salida del bloque Not del Elapsed Time 2.

Para terminar con esto se coloca un indicador en la salida del Index


Array, a este lo nombraremos como RPMs

109
Fig5.25: Se construye un arreglo para poder desáselo según la necesidad de
presentación de datos.

El panel frontal que es el que va a controlar la máquina queda de la


siguiente manera:

Fig5.26: Presentación del programa de análisis de levas.

110
Como paso final se colocara una calve dentro del programa, esta de la
hará de la siguiente manera, nos colocamos en File y buscamos VI Propeties, en
el cuadro de dialogo, se oprime la flecha que despliega una lista, en esta lista
seleccionamos Protection.

Fig5.27: Cuadro de dialogo que muestra como realizar la protección de un archivo VI.

En este cuadro de dialogo seleccionamos Password-protected, aparecerá


otro cuadro de dialogo en el cual colocaremos la clave en el cuadro de Enter
New Password y lo escribimos de nuevo en Enter New Password Again to
Verify. Esta calve no tendrá efecto hasta que se cierre el programa de Labview.

111
Fig5.28: Cuadro de dialogo que permite la creación de palabra de seguridad.

112
CAPITULO 6
6. PRUEBAS Y ANÁLISIS DE RESULTADOS DESPUÉS
DE LA MEJORA

En este punto, ya se ha realizado todas las mejoras dentro del sistema de


adquisición, en lo que respecta a la operabilidad del mismo. A continuación se
expondrá en lo que respecta al funcionamiento del sistema, en especia en la
adquisición de datos.

6.1. TOMA DE DATOS

De igual manera que en el anterior sistema, no podemos cambiar el


análisis con relación al tiempo, por lo que la graficas serán similares a las del
anterior sistema con la diferencia de lamedoras realizadas.

6.1.1. LEVA CON SEGUIDOR PLANO

Leva Tangencial
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 28.743593 0 -1.085115 0.469743 0 24.631315
36.390625 7.342713 -11.116354 -6.367538 -2.664536 -5.912444 7.423951
36.4375 7.341479 -10.701057 -5.350529 -2.132707 -5.693105 7.423162
36.484375 7.355113 0.0062 5.561277 5.964407 0.003309 7.436306
36.515625 16.847883 4.753202 7.72713 6.538829 2.329425 15.068926
36.5625 23.607107 8.125997 4.059898 -0.750689 3.761243 20.502609
36.59375 27.601644 5.376881 0.311839 -3.707645 2.412903 23.713468
36.625 30.883682 3.638288 -2.243855 -3.151877 1.592291 26.351715
36.671875 29.417047 0.907702 -2.23459 -1.273215 0.401853 25.172543
36.703125 27.505248 -1.689217 -2.663752 -0.209949 -0.759022 23.63537
36.75 25.757725 -1.829661 -1.368681 0.432954 -0.833543 22.23062
36.796875 17.833219 -4.836014 -1.573399 0.545177 -2.350167 15.859277
36.828125 8.432085 -8.66282 -3.416579 -1.023949 -4.567753 8.300397
36.859375 7.343542 -5.244839 -0.204412 0.684493 -2.797265 7.42585
36.90625 7.341479 -0.545303 4.058758 3.737669 -0.291065 7.425044
36.9375 7.345629 0.001044 2.622941 1.413677 0.000557 7.428094
36.984375 7.343127 0.000824 0.273064 -1.892847 0.00044 7.425612

113
37.015625 7.343127 -0.001251 -0.001147 -1.312044 -0.000668 7.425557
37.03125 7.344374 0.000623 -0.0001 -0.136582 0.000333 7.42656
37.0625 7.341479 -0.000824 0.000213 0.00068 -0.00044 7.424232
Tabla 6.1

Leva cóncava 1
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 7.341069 -0.001861 -0.001139 -0.000313 -0.000993 7.423902
13.625 7.342713 0.000412 9.72E-07 -0.000102 0.00022 7.425225
13.65625 7.343957 0.001444 0.001653 0.001396 0.000771 7.426225
13.6875 7.343127 0.000207 -0.000103 -5.18E-05 0.00011 7.425557
13.71875 7.341479 -0.001239 -0.001342 -0.001497 -0.000661 7.424232
13.75 7.341479 -0.000824 -0.000516 -0.000206 -0.00044 7.424232
13.78125 7.345629 0.002075 0.001657 0.001499 0.001108 7.427569
13.8125 7.342301 0.000411 0.000618 0.000567 0.000219 7.424893
13.84375 7.341479 -0.002075 -0.002075 -0.001866 -0.001108 7.424232
13.875 7.341069 -0.000616 -0.000514 -0.000566 -0.000329 7.423903
13.90625 7.338631 -0.001424 0.000326 0.001201 -0.00076 7.421943
13.921875 7.34066 -0.000204 0.000206 0.00036 -0.000109 7.423574
13.953125 7.341889 0.001629 0.001526 0.0006 0.00087 7.424563
13.984375 7.343127 0.001233 0.000719 0.000257 0.000658 7.425558
14.015625 7.946535 0.302323 0.150347 0.07441 0.160466 7.910727
14.046875 14.303264 3.480069 1.739418 0.869349 1.743884 13.021856
14.078125 19.604931 5.829198 2.763438 1.306545 2.790223 17.2846
14.109375 23.452369 4.574552 0.547242 -0.596088 2.122136 20.377497
14.140625 25.713824 3.054446 -1.387376 -2.075407 1.391832 22.19532
14.171875 26.520137 1.533884 -1.520334 -1.033788 0.694599 22.843569
Tabla 6.2

Leva cóncava 2
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 22.884962 0.037073 0.027793 -0.014183 0.017285 19.921198
25.484375 7.863009 -7.237158 -3.671998 -1.916508 -3.838555 7.842808
25.53125 7.893226 -7.495868 -3.76647 -1.897132 -3.974231 7.867084
25.5625 7.915863 0.026427 3.631793 3.651895 0.014031 7.886763
25.609375 7.972736 0.039755 3.767812 3.767141 0.021096 7.932517
25.65625 8.013701 0.048919 0.011246 -1.810273 0.025949 7.964701
25.6875 8.033934 0.030599 -0.004578 -1.886195 0.016228 7.980965
25.734375 8.021737 0.004018 -0.02245 -0.016848 0.002131 7.971155
25.765625 8.017709 -0.008113 -0.019356 -0.007389 -0.004303 7.967918
25.8125 8.019721 -0.001008 -0.002513 0.009969 -0.000535 7.969538
25.890625 13.172157 2.577224 1.292668 0.656012 1.304548 12.112356
25.921875 17.126455 4.553367 2.277188 1.13985 2.22629 15.291808
25.96875 20.80627 3.817056 0.619916 -0.336376 1.809744 18.250048
26 23.299087 3.086316 -0.733526 -1.505357 1.433879 20.254003
26.015625 22.409226 0.801478 -1.507789 -1.063853 0.375141 19.5384
26.046875 22.773875 -0.262606 -1.674461 -0.470468 -0.122552 19.831544

114
26.078125 22.590473 0.090623 -0.355427 0.576181 0.042355 19.684353
26.109375 20.362222 -1.205827 -0.47161 0.601425 -0.573988 17.892815
26.140625 19.058596 -1.765939 -0.928281 -0.286427 -0.849778 16.844608
26.171875 16.206415 -2.077903 -0.436038 0.017786 -1.024405 14.551553
Tabla 6.3

6.1.1.1. Levas para seguidor de rodillo

Leva tangencial
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 7.341889 7.341889 7.341889 7.341889 12.638677 5.975382
34.21875 16.037062 8.018531 4.009265 2.004633 10.952003 12.966299
34.25 13.214896 2.936504 -2.202693 -4.772291 4.348738 10.697276
34.296875 9.567082 -3.23499 -5.62676 -4.818013 -5.28569 7.764431
34.328125 7.64749 -2.783703 -2.860103 -0.328705 -4.814854 6.22108
34.359375 7.355113 -1.105985 1.064503 3.345631 -1.933872 5.986011
34.375 7.341889 -0.1528 1.315452 2.087777 -0.267387 5.975379
34.40625 7.347741 -0.003686 0.551149 -0.256677 -0.006449 5.980084
34.4375 7.339846 -0.001022 0.075889 -0.619781 -0.001788 5.973736
34.46875 7.344791 -0.001475 0.001105 -0.275022 -0.002581 5.977712
34.5 7.340252 0.000203 0.000613 -0.037638 0.000356 5.974063
34.53125 7.341479 -0.001656 -9.06E-05 -0.000598 -0.002898 5.975049
34.5625 7.33944 -0.000406 -0.000305 -0.000459 -0.000711 5.97341
34.59375 7.339035 -0.001222 0.000217 0.000154 -0.002138 5.973084
34.625 7.339846 0.000203 0.000305 0.000305 0.000355 5.973736
34.640625 7.346894 0.003929 0.002576 0.001179 0.006875 5.979402
34.671875 7.340252 0.000203 2.40E-07 -0.000152 0.000356 5.974063
34.703125 7.34066 -0.003117 -0.003523 -0.003049 -0.005454 5.974391
34.734375 7.34066 0.000204 2.41E-07 2.84E-10 0.000357 5.974391
34.765625 7.339846 -0.000407 0.001355 0.002439 -0.000713 5.973736
Tabla 6.4

Leva cóncava 1
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 7.363248 -0.518192 0.609597 0.218813 -0.90613 5.992552
12.25 10.384408 1.435612 1.2327 0.317623 2.29738 8.421564
12.28125 14.5434 3.590076 2.054134 0.722269 5.135892 11.765394
12.3125 15.390793 2.503193 0.533791 -0.349455 3.511644 12.446698
12.34375 16.5106 0.9836 -1.303238 -1.678686 1.344428 13.347022
12.375 15.179694 -0.10555 -1.304371 -0.919081 -0.149029 12.276973
12.40625 13.22921 -1.640695 -1.312148 -0.004455 -2.432057 10.708784
12.421875 10.540155 -2.319769 -1.10711 0.098631 -3.693053 8.546784
12.453125 9.02205 -2.10358 -0.231442 0.540353 -3.497077 7.326228
12.484375 7.671898 -1.434128 0.442821 0.774965 -2.483016 6.240706
12.515625 7.375627 -0.823212 0.640184 0.435813 -1.438771 6.002504
12.546875 7.356445 -0.157726 0.638201 0.09769 -0.275884 5.987082

115
12.578125 7.345629 -0.014999 0.404106 -0.118039 -0.026244 5.978386
12.609375 7.341479 -0.007483 0.075122 -0.28154 -0.013095 5.975049
12.640625 7.340252 -0.002688 0.006155 -0.198975 -0.004705 5.974063
12.65625 7.338631 -0.001424 0.00303 -0.036046 -0.002492 5.972759
12.6875 7.341479 0.000613 0.001651 -0.002252 0.001073 5.975049
12.71875 7.33944 0.000404 0.000914 -0.001058 0.000708 5.97341
12.75 7.341069 -0.000205 -0.000409 -0.00103 -0.000358 5.974719
12.78125 7.341479 0.001019 0.000307 -0.000303 0.001784 5.975049
Tabla 6.5

Cóncava 2
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 11.271304 -1.592709 -0.77904 -0.123241 -2.48691 9.134628
8.671875 12.415147 -0.523874 0.191081 0.504584 -0.793699 10.054278
8.703125 10.265005 -0.50315 0.54478 0.66191 -0.808256 8.325564
8.734375 9.163047 -1.62605 -0.551088 -0.371085 -2.693546 7.439589
8.765625 8.656083 -0.804461 -0.150656 -0.347718 -1.35317 7.03199
8.796875 8.194635 -0.484206 0.570922 0.561005 -0.825758 6.660987
8.828125 8.23927 -0.208407 0.298027 0.224342 -0.354962 6.696873
8.859375 8.288491 0.046928 0.265567 -0.152678 0.079813 6.736447
8.875 8.301816 0.031273 0.11984 -0.089094 0.053167 6.74716
8.90625 8.351111 0.03131 -0.007809 -0.136688 0.053151 6.786793
8.9375 8.477721 0.087952 0.02834 -0.04575 0.148749 6.888587
8.96875 8.41428 0.031584 0.000137 0.003973 0.053517 6.837581
9 8.459272 -0.009224 -0.048588 -0.038464 -0.015609 6.873755
9.03125 8.50273 0.044225 0.00632 0.003091 0.074741 6.908695
9.0625 8.441083 -0.009094 6.50E-05 0.024327 -0.015398 6.859131
9.09375 8.541141 0.019206 -0.01251 -0.009415 0.032421 6.939577
9.109375 8.450146 0.004531 0.006813 0.003374 0.007669 6.866417
9.140625 8.396725 -0.072208 -0.045707 -0.016599 -0.122415 6.823466
9.171875 8.345529 -0.052308 -0.02842 -0.017616 -0.088813 6.782305
9.203125 8.698908 0.151092 0.11165 0.078678 0.253875 7.066422
Tabla 6.6

Convexa
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 13.537753 -1.398897 -0.62791 0.19273 -2.057552 10.956853
12.4375 8.376556 -3.788512 -1.90978 -0.957508 -6.399772 6.80725
12.46875 8.426122 -2.555816 -0.578459 0.024726 -4.320913 6.847102
12.5 8.435078 0.029261 1.908886 1.909333 0.04955 6.854303
12.546875 8.490166 0.032022 1.293919 0.936189 0.054137 6.898594
12.578125 8.474628 0.019775 -0.004743 -0.956815 0.033448 6.886101
12.625 8.468464 -0.010851 -0.021437 -0.657678 -0.018357 6.881145
12.65625 8.441083 -0.016772 -0.018274 -0.006765 -0.028397 6.859131
12.6875 8.432085 -0.018189 -0.003669 0.008884 -0.030804 6.851896
12.75 9.09809 0.328503 0.172638 0.095456 0.545575 7.387364

116
12.796875 13.893731 2.730823 1.374506 0.689088 3.975531 11.243061
12.828125 16.206415 3.554162 1.61283 0.720096 4.882548 13.102458
12.875 16.142532 1.1244 -0.803211 -1.088859 1.550403 13.051095
12.90625 15.932832 -0.136792 -1.845477 -1.729153 -0.18962 12.882496
12.953125 14.169571 -0.98648 -1.05544 -0.126114 -1.428104 11.464834
12.984375 9.249785 -3.341523 -1.602366 0.121556 -5.508402 7.509326
13.03125 8.277944 -2.945813 -0.979666 0.037887 -4.998945 6.727967
13.140625 8.285845 -0.48197 1.429777 1.516071 -0.81972 6.73432
13.1875 8.348317 0.035186 1.4905 1.235083 0.059737 6.784547
13.21875 8.480821 0.097488 0.289729 -0.570024 0.164861 6.89108
Tabla 6.7

Polinomial Anti-horario
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 16.711533 0.198817 -0.869062 -0.504472 0.270503 13.508572
13.546875 12.244305 -1.917398 -1.23497 -0.190567 -2.915818 9.916921
13.609375 16.599376 -0.056078 -0.127448 0.370807 -0.076502 13.418398
13.65625 16.42266 2.089178 2.003288 1.619129 2.859733 13.27632
13.6875 14.974014 -0.812681 -0.378301 -0.125427 -1.153141 12.111607
13.71875 11.562521 -2.43007 -2.259624 -2.131456 -3.761449 9.368766
13.75 11.251947 -1.861033 -0.524176 -0.072937 -2.906745 9.119065
13.78125 12.656237 0.546858 1.488464 1.874044 0.823268 10.248115
13.796875 12.774273 0.761163 1.311098 0.917637 1.142278 10.343016
13.828125 12.102303 -0.276967 -0.411912 -0.950188 -0.42314 9.802752
13.859375 10.540155 -1.117059 -0.939111 -1.125105 -1.780242 8.546784
13.890625 9.039668 -1.531318 -0.627175 -0.107632 -2.54591 7.340393
13.921875 7.682735 -1.42871 -0.155825 0.391643 -2.472837 6.249419
13.953125 7.370297 -0.834686 0.348316 0.487746 -1.459054 5.998219
13.984375 7.351607 -0.165564 0.631573 0.393699 -0.289636 5.983192
14.015625 7.341069 -0.014614 0.410036 0.03086 -0.025574 5.974719
14.046875 7.34605 -0.002779 0.081393 -0.27509 -0.004862 5.978724
14.0625 7.337826 -0.001621 0.006496 -0.20177 -0.002838 5.972112
14.09375 7.339846 -0.003102 -0.000162 -0.040777 -0.005429 5.973736
14.21875 7.339846 0.00101 0.001316 -0.00259 0.001767 5.973736
Tabla 6.8

Polinonomial Horario
Tiempo Desplazamiento Velocidad Aceleración Salto Angulo Fuerza
0 7.347741 0.003541 0.00218 0.001754 0.006195 5.980084
12.171875 7.339846 -0.005232 -0.003786 -0.001806 -0.009156 5.973736
12.21875 7.341889 -0.002926 -0.003233 -0.002707 -0.00512 5.975379
12.25 7.344791 0.002473 0.003852 0.003819 0.004327 5.977712
12.28125 7.343127 0.000619 0.001772 0.002503 0.001083 5.976374
12.296875 7.351607 0.003408 0.000468 -0.001692 0.005962 5.983192
12.328125 7.926548 0.29171 0.145546 0.071887 0.501502 6.445444
12.359375 9.440104 1.044249 0.52042 0.259976 1.71679 7.662344

117
12.390625 10.936497 1.504975 0.606632 0.230543 2.371705 8.865444
12.421875 12.137427 1.348661 0.152206 -0.184107 2.057663 9.830991
12.453125 12.465006 0.764255 -0.37036 -0.488496 1.156282 10.094365
12.484375 12.268366 0.06547 -0.641596 -0.396901 0.099583 9.936266
12.5 11.223082 -0.620962 -0.692609 -0.161124 -0.971385 9.095857
12.53125 12.452497 0.092066 0.013298 0.327447 0.139356 10.084308
12.5625 14.773614 1.775266 1.198114 0.945361 2.530246 11.950486
12.59375 16.5106 2.029051 0.968493 0.477597 2.771742 13.347023
12.625 16.916787 1.071586 -0.35184 -0.774977 1.450589 13.673596
12.65625 16.379001 -0.0658 -1.047426 -1.007959 -0.090238 13.241216
12.6875 14.864059 -1.026364 -1.048975 -0.348568 -1.4602 12.023203
12.71875 12.090651 -2.144175 -1.039188 0.004119 -3.27331 9.793383
Tabla 6.9

6.2. TABULACION DE DATOS

La tabulación de datos, en este punto se basa en la comparación de los


datos obtenidos entre el la geometría de las leva, el nuevo y el viejo sistema, ya
que los datos obtenidos por el nuevos sistema se encuentran ya tratados dentro
del programa realizado, solo debemos realizar la comparación y se la hará las
geometrías indicada en el manual de la TecQuipment.

6.2.1. GEOMETRÍAS DE ACUERDO CON TECQUIPMENT

Para realizar la grafica que va a servir para el análisis comparativo entre


las levas, ser necesita compararlas con alguna base, aquí es donde interviene el
manual de la TecQuipment, en el cual se tiene la geometría del las levas que
provee la máquina.

Para realizar la curva característica de las levas se va a seguir este


procedimiento:

• Se ubican los diámetros y medidas características dentro del


manual.

118
• Mediante programa como SolidWork y Autocad, determinamos los
ángulos más relevantes de acuerdo con las características
geométricas.
• Mediante el uso de MathCad realizaremos la hoja e calculo, que va
a tener el siguiente formato:
o Ingresamos medidas.
o Ingresamos ángulos.
o Calculamos coordenadas de puntos de cambio de
geometría.
o Determinamos ecuaciones de las curvas que conforman la
leva.
o Adecuamos dicha ecuaciones para la realización de la curva
característica.

Estas curvas serán la base para la comparar con los datos obtenidos
tanto con el nuevo sistema como con el viejo, todos estos cálculos se
encuentran en el Anexo E.

6.3. ANÁLISIS DE RESULTADOS ANTES Y DESPUÉS DE LA


MEJORA

En el Anexo E, señalamos como se ha realizado el análisis de la levas


mediante el sistema anterior, el análisis del nuevo sistema va a ser solamente
comparativo, debido a que se ha evitado dichos cálculos, mediante la
programación del sistema de control, es decir que los datos obtenidos en la
tablas anteriores en este capitulo ya son datos tratados.

Dada esta situación que los datos son ya tratado, se procede al análisis
comparativo del sistema.

6.4. COMPARACIÓN DE LOS RESULTADOS

119
La comparación se dará entre las levas de acuerdo con la forma
geométrica y los datos obtenidos tanto en el sistema anterior como en el sistema
nuevo.

Para el análisis introducimos la nariz de la levas con el mismo seguidor y


forma en el MathCad, de tal manera de tener matrices que permitan el análisis.
A estas matrices las comparamos con la forma geométrica que se obtuvo del
manual de la TecQuipment.

A continuación buscamos factores de ajuste, esto es debido a que las los


sistemas esta adecuados al movimiento del seguidor, no de la leva; por este
motivo se debe ajustar los datos mediante un factor de corrección. Este va a
estar dado por:

max_ valor _ geometria


f = (6,1)
max_ valor _ sistema

F es el factor ajuste

Después de determinar este factor, movemos las graficas de tal manera


que estas se encuentren sobrepuestas unas con otra, esto es para poder
comprarlas. Es en este punto que se puede realizar la comparación mediante la
correlación entre las grafica generada por la geometría de la leva y la grafica
obtenida en los sistemas de adquisición. Obsérvese el Anexo E.

120
6.4.1. CUADRO COMPARATIVO DE LEVAS

leva tangencial leva cóncava

leva vieja leva nueva leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo seg. rodillo seg. rodillo

c_tr_tvr = 0.75 c_tr_tnr = 0.947 c_tr_tvr = 0.761 c_tr_tnr = 0.974

leva vieja leva nueva leva vieja leva nueva


seg. plano seg. plano seg. plano seg. plano

c_tr_tvp = 0.466 c_tr_tnp = 0.733 c_tr_tvp = 0.628 c_tr_tnp = 0.84

leva cóncava 2 leva convexa


leva vieja leva nueva
seg. rodillo seg. rodillo

c_tr_tvr = 0.948 c_tr_tnr = 0.985 leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo
leva vieja leva nueva c_tr_tvr = 0.56 c_tr_tnr = 0.737
seg. plano seg. plano

c_tr_tvp = 0.84 c_tr_tnp = 0.945

Tabla 6.10

El cuadros anterior lo que nos indican es la correlación entre la leva


según la geometría y los datos obtenidos, mientras mas alto el valor la
semejanza entre los datos será mayor.

121
122
CAPITULO 7
7. ANÁLISIS ECONÓMICO FINANCIERO

7.1. PRESUPUESTO DE INVERSIONES

Se detalla los elementos adquiridos para el funcionamiento del sistema:

NI USB 6009 $396.48 1 1 $396.48


Sensor fotoeléctrico $91.01 1 1 $91.01
Costo total inversiones $487.49
Tabla 7.1

7.2. PRESUPUESTO DE MANO DE OBRA

Comprende los honorarios referentes a responsable del Proyecto.

Costo Total no profesional $1,142.86


Tabla 7.2

Costo de honorarios de directores del Proyecto

Honorarios (derechos de grado) $750


Tabla 7.3

7.3. PRESUPUESTO DE LA ADQUISICIÓN DE MATERIALES

Costo total Materiales $91.50


Tabla 7.4

7.4. TOTAL DEL PROYECTO

totales $652.64
Costo Total no profesional $1,142.86
Honorarios (derechos de grado) $750.00
Costo total inversiones $487.49

123
TOTAL COSTOS $3,032.99

IMPREVISTOS $303.30

TOTAL INVERSIÓN $3,336.29

Tabla 7.5

7.5. CALCULO DEL VAN Y EL TIR

Como de flujo de ingreso se ha considerado el ahorro que representa el


valor total de la máquina nueva, amortizada en 5 años ya que esta no va ser
adquirida sino mejorada por el proyecto realizado.

MAQUINA NUEVA 7900.72 MEJORA DE MAQUINA 3336.29

AÑO 0 AÑOS 1 AÑOS 2 AÑOS 3 AÑOS 4 AÑOS 5 SUMA


FLUJOS DE EFECTIVO -3336.29 1580.14 1580.14 1580.14 1580.14 1580.14 4564.43
TIR 37.85%
Flujos de efectivo a precios reales 5696.06
Costo beneficio del proyecto 1.71
Tabla 7.6

Todas las tablas están explicadas en el Anexo F.

124
CAPITULO 8
8. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

8.1. Conclusiones

• Se ha mejorado el funcionamiento mediante el uso de la


incorporación del sensor Fotoeléctrico BR100-DDT-P y el
Servomotor.
• La opresión del sistema del control se ha mejorado de tal manera
que el tratamiento de los datos es mínimo.
• El equipo TECQUIPMENT TM21 062 en si, esta en excelentes
condiciones, tanto en su sistema eléctrico como mecánico.
• La elección de la tarjeta USB NI 6009 fue necesaria debido a que
el ruido captado por el sistema anterior no permitía una buena
adquisición.
• El manual de usuario es necesarios ya que se necesita entender el
buen uso de la máquina.
• Se ha determinado que la mejoras han sido efectivas como se
muestra en la Tabla 6.10.
• La tarjera NI 6009, por su capacidad de ser potable, tiene una gran
flexibilidad par la implantación en otros equipos.
• El sistema de potencia es compatible con varios equipos dentro el
laboratorio, lo que permite el desarrollo de nuevos sistemas de
control.
• El tratamiento de los datos debe realizarse de acuerdo con una
base, en este caso la geometría indicada en el manual del equipo.
• Se debe aumentar la velocidad del PC para mejorar la adquisición.

125
8.2. Recomendaciones

• Realice controles del estado de la máquina y de los sistemas de


adquisición.
• Se determine cuales equipos dentro del laboratorio son
susceptibles a mejoras mediante el uso de alguno de los sistemas
de la máquina.
• Busque nuevas maneras de mejorar y/o implementar dentro del
sistema de adquisición, para mejorar le rendimiento de la máquina.
• Determinación de nuevas formas del tratamiento de los datos para
tener la capacidad comparación.
• Se manufacturé nuevas levas, con su geometría, para tener una
mayor gama de elementos a analizar.
• La geometría de las levas que se manufacture debe ser un
requisito indispensable, ya que sin este no se puede comparar los
resultados obtenidos en la máquina.
• De ser posible, realícese nuevos transductores que mejore la
adquisición de datos.
• Cambiar le PC ya que la velocidad del mismo no es la adecuada
para la tarjeta USB NI 6009

126
BIBLIOGRAFÍA

Autor. Título. Traductor. Edición. Ciudad. Casa Editora. Año. Paginación.


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http://content.honeywell.com/sensing/prodinfo/sds/installation/p80088_2.p
df

http://content.honeywell.com/sensing/prodinfo/sds/installation/p84290_2.p
df

http://autonics.com/bbs.php?table=product_info&query=view&uid=77&p=

http://www.ifm-electronic.com/ifmmx/web/dsfs!OGP500.html

http://www.superlogics.com/usb-data-acquisition/analog-output-high-
performance-high-speed/USB-9812-10V/253-2580.htm#access

http://www.tayuda.com/ayudainf/aprendainf/varios.htm

128
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ab.uclm.es/labelec/solar/Componentes/CIRCUITOS_IMPRESOS.HTM

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df.html

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2.pdf

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129
130
131
ANEXO A. Análisis previo de resultados

Leva Tangencial

Seguidor de Rodillo

Seguidor de Cara Plana

Leva Cóncava 1

Seguidor de Rodillo

Seguidor de Cara Plana

Leva Cóncava 2

Seguidor de Rodillo

Seguidor de Cara Plana

Leva Convexa

Seguidor de Rodillo

Leva polinomial

Sentido horario

Seguidor de Rodillo

Sentido Anti-horario

Seguidor de Rodillo
Leva tangencial con seguidor de rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 8.461·104 1.922 1.922 1.922 1.922 NaN
1 8.518·104 1.774 0.887 0.444 0.222 NaN
2 8.523·104 1.627 -0.147 -1.034 -1.478 NaN
3 8.529·104 1.588 -0.093 -0.49 -0.467 NaN
4 8.535·104 1.549 -0.039 0.054 0.544 NaN
5 8.544·104 1.549 -0.02 0.037 0.264 NaN
6 8.551·104 1.549 0 0.02 -0.017 NaN
7 8.557·104 1.549 0 9.8·10-3 -0.014 NaN
8 8.575·104 1.608 0.029 0.015 -2.5·10-3 NaN
9 8.585·104 1.608 0.029 0.015 2.5·10-3 NaN
10 8.59·104 1.706 0.049 9.8·10-3 -2.5·10-3 NaN
11 8.596·104 1.706 0.049 9.8·10-3 -2.5·10-3 NaN
12 8.609·104 1.686 -9.8·10-3 -0.029 -0.02 NaN
13 8.618·104 1.686 -9.8·10-3 -0.029 -0.02 NaN
14 8.625·104 1.706 9.8·10-3 9.8·10-3 0.02 NaN
15 8.631·104 1.765 0.039 0.025 0.027 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 328 fin := 382

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1 3

1
5 5 5 5 5 5
1.032× 10 1.034× 10 1.036× 10 1.038× 10 1.04× 10 1.042× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360
pen := pen = 0.44
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
4
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −4.538 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 363 comienzo de la curva

fun1 := 369 terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 376 Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 4.583
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel


1.5154x3 - 15.116x2 + 53.412x - 54.15

( ) ( )
3 2
w := 1.5154⋅ x − 15.⋅ x + 53.45 ⋅ x − 54.74522882644426
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
1 2 3 4 5
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 25.4
Graficas de la leva

30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
40
150 30
20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva tangencial con seguidor de cara plana
x :=
0 1 2 3 4 5 6
0 4.376·1010 4.451·104 -0.265 -0.132 0.346 NaN -3.404·104
1 4.376·1010 3.51·104 -0.735 -0.368 -0.105 NaN -1.183·105
2 4.376·1010 1.686·104 -1.382·104 -0.559 -0.213 NaN -3.934·105
3 4.376·1010 1.686·104 -0.912 -0.088 0.14 NaN -2.84·105
4 4.377·1010 1.686·104 0 0.691 0.625 NaN 0
5 4.377·1010 1.627·104 -0.029 0.441 0.265 NaN -1.035·104
6 4.377·1010 1.627·104 -0.029 -0.015 -0.353 NaN -1.035·104
7 4.377·1010 1.627·104 0 0.015 -0.213 NaN 0
8 4.377·1010 1.627·104 0 0.015 0.015 NaN 0
9 4.377·1010 1.627·104 0 0 -7.4·10-3 NaN 0
10 4.377·1010 4.274·104 1.323·104 0.662 0.324 NaN 1.72·105
11 4.377·1010 4.353·104 1.363·104 0.681 0.341 NaN 1.738·105
12 4.377·1010 4.98·104 0.353 -0.485 -0.574 NaN 4.054·104
13 4.377·1010 4.98·104 0.314 -0.524 -0.603 NaN 3.604·104
14 4.377·1010 4.98·104 0 -0.176 0.154 NaN 0
15 4.377·1010 4.98·104 0 -0.157 0.184 NaN 0
16 4.377·1010 4.667·104 -0.157 -0.078 0.049 NaN ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 18 fin := 36 curva := 25

n := inicio .. fin Pocicion de la muestra que se va a tratar.

4
5× 10

4
4× 10

4
xn , 1 3× 10

4
2× 10

4
1× 10
10 10 10 10
4.377× 10 4.3775× 10 4.378× 10 4.3785× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360 −5
pen := pen = 3.543 × 10
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
6
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.551 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0

n2 := curva .. fin
mues := fin − curva

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al⋅ 2
div := div = 5
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < 31 , div⋅ ( n2 − 25) , div ⋅ [ ( n2 − 26) − 2 ⋅ [ ( n2 − 26) − 5 ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel 8E-09x2 + 4E-05x - 1.0433

( )
−9 2 −4
w := 8 ⋅ 10 ⋅ x + 3 ⋅ 10 ⋅x − 7.333786152
n2 n2 , 1 n2 , 1

30

24

yn2 18

wn2
12

0
4 4 4 4 4
1× 10 2× 10 3× 10 4× 10 5× 10
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n ≤ fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.
rb := 25.4
Graficas de la leva

30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60

40

150 30
20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva concava con seguidor de rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 6.66·105 1.686 1.686 1.686 1.686 NaN
1 6.666·105 2.206 1.103 0.551 0.276 NaN
2 6.666·105 2.647 0.48 -0.603 -1.145 NaN
3 6.67·105 2.686 0.24 -0.431 -0.491 NaN
4 6.67·105 2.725 0.039 -0.221 0.191 NaN
5 6.67·105 4.588 0.951 0.355 0.393 NaN
6 6.67·105 4.588 0.931 0.446 0.333 NaN
7 6.674·105 4.588 0 -0.475 -0.415 NaN
8 6.675·105 4.353 -0.118 -0.524 -0.485 NaN
9 6.678·105 2.863 -0.863 -0.431 0.022 NaN
10 6.678·105 2.863 -0.745 -0.314 0.105 NaN
11 6.679·105 2.627 -0.118 0.373 0.402 NaN
12 6.679·105 2.627 -0.118 0.314 0.314 NaN
13 6.68·105 2.627 0 0.059 -0.157 NaN
14 6.681·105 2.627 0 0.059 -0.128 NaN
15 6.681·105 2.647 9.8·10-3 4.9·10-3 -0.027 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 803 fin := 851

n := inicio .. fin
Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1

2
5 5 5 5 5
6.868× 10 6.87× 10 6.872× 10 6.874× 10 6.876× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360
pen := pen = 0.498
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
5
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −3.42 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 829 comienzo de la curva

fun1 := 834 terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 844 Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 3.929
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel


-2.1535x2 + 25.896x - 52.112

( )
2
w := −1.2069⋅ x + 20.876⋅ x − 46.803944252971 -1.2069x2 + 18.076x - 37.989
n2 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
2 3 4 5
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 60
Graficas de la leva

30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80

60
150 30
40

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva concava con seguidor de cara plana
x :=
0 1 2 3 4 5
0 5.921·109 2.471·104 0 0.02 -0.049 NaN
1 5.921·109 2.49·104 9.8·10-3 9.8·10-3 -0.022 NaN
2 5.921·109 5·104 0.126 0.632 0.306 NaN
3 5.922·109 5·104 0.125 0.623 0.306 NaN
4 5.922·109 5·104 0 -0.632 -0.632 NaN
5 5.922·109 5·104 0 -0.627 -0.625 NaN
6 5.922·109 5·104 0 0 0.316 NaN
7 5.922·109 5·104 0 0 0.314 NaN
8 5.922·109 5·104 0 0 0 NaN
9 5.922·109 5·104 0 0 0 NaN
10 5.923·109 5·104 0 0 0 NaN
11 5.923·109 5·104 0 0 0 NaN
12 5.923·109 5·104 0 0 0 NaN
13 5.923·109 5·104 0 0 0 NaN
14 5.923·109 5·104 0 0 0 NaN
15 5.923·109 5·104 0 0 0 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 26 fin := 108

n := inicio .. fin Pocicion de la muestra que se va a tratar.


4
5× 10

4
4× 10
xn , 1
4
3× 10

4
2× 10
9 9 9 9
5.925× 10 5.93× 10 5.935× 10 5.94× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360 −5
pen := pen = 2.927 × 10
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
5
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.734 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 64 comienzo de la curva
n2 := curva .. fin
mues := fin − curva fun1 := 75 terminacion de la subida

Db := 60 Dm := 87.5
fun2 := 97 Terminacion de la bajada
Al := Dm − Db Al = 27.5

Al⋅ 2
div := div = 1.25
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel


8E-13x3 - 9E-08x2 + 0.0037x - 47.088

( ) ( )
− 13 3 −8 2
w := 8 ⋅ 10 ⋅ x − 9 ⋅ 10 ⋅ x + 0.0037⋅ x − 47.088
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

15

12

9
yn2

wn2
6

0
4 4 4 4
2× 10 3× 10 4× 10 5× 10
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.
rb := 60
Graficas de la leva
14

12.6

11.2

9.8

8.4

wn 7

5.6

4.2

2.8

1.4

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
60

150 40 30

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva concava 2 con seguidor de rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 3.449·105 1.706 1.706 1.706 1.706 NaN
1 3.451·105 3.353 1.677 0.838 0.419 NaN
2 3.451·105 5 1.647 -0.029 -0.868 NaN
3 3.452·105 5 0.823 -0.426 -0.632 NaN
4 3.452·105 5 0 -0.823 -0.397 NaN
5 3.452·105 5 0 -0.412 7.4·10-3 NaN
6 3.452·105 5 0 0 0.412 NaN
7 3.453·105 4.118 -0.441 -0.221 0.096 NaN
8 3.453·105 3.255 -0.873 -0.436 -0.218 NaN
9 3.453·105 1.922 -1.098 -0.328 -0.054 NaN
10 3.453·105 1.863 -0.696 0.088 0.262 NaN
11 3.453·105 1.706 -0.108 0.495 0.412 NaN
12 3.454·105 1.706 -0.078 0.309 0.11 NaN
13 3.454·105 1.706 0 0.054 -0.221 NaN
14 3.454·105 1.706 0 0.039 -0.135 NaN
15 3.454·105 1.686 -9.8·10-3 -4.9·10-3 -0.029 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 41 fin := 85

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1 3

1
5 5 5 5 5 5
3.46× 10 3.462× 10 3.464× 10 3.466× 10 3.468× 10 3.47× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360
pen := pen = 0.479
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
5
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.657 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 64
comienzo de la curva

fun1 := 70
terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 78
Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 3.929
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel 1.0866x3 - 11.137x2 + 42.057x - 43.609

( ) ( )
3 2
w := 1.0866⋅ x − 10.931⋅ x + 42.057⋅ x − 45.3290317100394334
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
1 2 3 4 5
xn2 , 1

( (
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.
rb := 60
Graficas de la leva
30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80

60
150 30
40

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva concava 2 con seguidor de cara plana
x :=
0 1 2 3 4 5
0 4.788·1010 5·104 5·104 5·104 5·104 NaN
1 4.788·1010 3.353·104 1.677·104 0.838 0.419 NaN
2 4.788·1010 1.706·104 -1.647·104 -3.324·104 -4.162·104 NaN
3 4.788·1010 1.696·104 -0.828 -1.252·104 -1.045·104 NaN
4 4.788·1010 1.686·104 -9.8·10-3 0.819 2.071·104 NaN
5 4.788·1010 1.686·104 -4.9·10-3 0.412 0.832 NaN
6 4.788·1010 1.686·104 0 4.9·10-3 -0.407 NaN
7 4.788·1010 1.686·104 0 2.5·10-3 -0.205 NaN
8 4.788·1010 1.686·104 0 0 -2.5·10-3 NaN
9 4.788·1010 1.686·104 0 0 -1.2·10-3 NaN
10 4.788·1010 1.686·104 0 0 0 NaN
11 4.788·1010 1.627·104 -0.029 -0.015 -7.4·10 -3 NaN
12 4.788·1010 1.627·104 -0.029 -0.015 -7.4·10-3 NaN
13 4.789·1010 1.627·104 0 0.015 0.015 NaN
14 4.789·1010 1.627·104 0 0.015 0.015 NaN
15 4.789·1010 1.627·104 0 0 -7.4·10-3 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 3 fin := 36

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

4
5× 10

4
4× 10

4
xn , 1 3× 10

4
2× 10

4
1× 10
10 10 10 10
4.788× 10 4.7885× 10 4.789× 10 4.7895× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360 −5
pen := pen = 3.582 × 10
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
6
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.715 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 21 comienzo de la curva
n2 := curva .. fin
fun1 := 29 terminacion de la subida
mues := fin − curva

Db := 60 Dm := 87.5
fun2 := 32 Terminacion de la bajada
Al := Dm − Db Al = 27.5

Al⋅ 2
div := div = 3.667
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel

( )
−8 2
w := 1.668 × 10 ⋅ x − 0.00029 ⋅ x + 0.312
n2 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

0
4 4 4 4 4
1× 10 2× 10 3× 10 4× 10 5× 10
xn2 , 1

( (
w := if n < 21 , 0 , if n ≤ 35 , w , 0
n n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 60
Graficas de la leva
30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80
60
150 30
40
20
wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva convexa con seguidor de rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 2.948·105 2.784 2.784 2.784 2.784 NaN
1 2.952·105 2.794 1.397 0.699 0.349 NaN
2 2.953·105 2.784 0 -1.392 -2.088 NaN
3 2.953·105 2.755 -0.02 -0.708 -0.703 NaN
4 2.953·105 2.725 -0.029 -0.015 0.689 NaN
5 2.954·105 2.725 -0.015 2.5·10-3 0.355 NaN
6 2.954·105 2.725 0 0.015 0.015 NaN
7 2.954·105 2.706 -9.8·10-3 2.5·10-3 0 NaN
8 2.955·105 2.706 -9.8·10-3 -4.9·10-3 -9.8·10 -3 NaN
9 2.955·105 2.706 0 4.9·10-3 1.2·10-3 NaN
10 2.955·105 2.706 0 4.9·10-3 4.9·10-3 NaN
11 2.956·105 2.706 0 0 -2.5·10-3 NaN
12 2.956·105 2.706 0 0 -2.5·10-3 NaN
13 2.957·105 2.706 0 0 0 NaN
14 2.957·105 2.706 0 0 0 NaN
15 2.957·105 5 1.147 0.574 0.287 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 57 fin := 75

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1

2
5 5 5 5 5 5
2.972× 10 2.974× 10 2.976× 10 2.978× 10 2.98× 10 2.982× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360
pen := pen = 0.5
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
5
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.487 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 65 comienzo de la curva

fun1 := 69 terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 72 Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 9.167
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel


4.0041x3 - 51.924x2 + 226.77x - 308.18

( ) ( )
3 2
w := 4.0041⋅ x − 51.89 ⋅ x + 227.15⋅ x − 311.9587864894929
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
2 3 4 5
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 60
Graficas de la leva

30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80

60
150 30
40

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva polinomial en sentido horario con seguidor de
rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 5.14·105 2.02 2.02 2.02 2.02 NaN
1 5.144·105 3.51 1.755 0.877 0.439 NaN
2 5.144·105 5 1.49 -0.265 -1.142 NaN
3 5.144·105 5 0.745 -0.505 -0.691 NaN
4 5.145·105 5 0 -0.745 -0.24 NaN
5 5.145·105 5 0 -0.373 0.066 NaN
6 5.145·105 5 0 0 0.373 NaN
7 5.146·105 5 0 0 0.186 NaN
8 5.146·105 4.745 -0.128 -0.064 -0.032 NaN
9 5.147·105 1.765 -1.618 -0.809 -0.404 NaN
10 5.147·105 1.706 -1.52 -0.696 -0.316 NaN
11 5.148·105 1.686 -0.039 0.789 0.799 NaN
12 5.148·105 1.686 -9.8·10-3 0.755 0.726 NaN
13 5.149·105 1.686 0 0.02 -0.385 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 87 fin := 102

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1 3

1
5 5 5 5 5
5.178× 10 5.18× 10 5.182× 10 5.184× 10 5.186× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.
0 − 360
pen := pen = 0.615
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
5
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −3.187 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 92 comienzo de la curva

fun1 := 95 terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 100 Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 13.75
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel 0.2542x3 - 5.1184x2 + 33.158x - 41.644

( ) ( )
3 2
w := 0.2542⋅ x − 5.099 ⋅ x + 33.158⋅ x − 42.63371343832186
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
1 2 3 4 5
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 60
Graficas de la leva

30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80

60
150 30
40

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
Leva polinomial en sentido anti horatio con seguidor
de rodillo
x :=
0 1 2 3 4 5
0 2.136·106 4.98 4.98 4.98 4.98 NaN
1 2.137·106 3.922 1.961 0.98 0.49 NaN
2 2.137·106 2.863 -1.059 -3.02 -4 NaN
3 2.137·106 2.588 -0.667 -1.314 -1.147 NaN
4 2.137·106 2.314 -0.275 0.392 1.706 NaN
5 2.137·106 1.843 -0.373 0.147 0.73 NaN
6 2.137·106 1.843 -0.235 0.02 -0.186 NaN
7 2.137·106 1.686 -0.078 0.147 0 NaN
8 2.137·106 1.686 -0.078 0.078 0.029 NaN
9 2.137·106 1.686 0 0.039 -0.054 NaN
10 2.137·106 1.686 0 0.039 -0.02 NaN
11 2.137·106 1.706 9.8·10 -3 4.9·10 -3 -0.017 NaN
12 2.137·106 4.667 1.49 0.745 0.353 NaN
13 2.137·106 4.98 1.637 0.814 0.404 NaN
14 2.138·106 4.98 0.157 -0.667 -0.706 ...

Cálculo para el acondicionamiento del ángulo de recorrido de la leva

inicio := 87 fin := 102

n := inicio .. fin Rango de la muestra que se va a tratar.

xn , 1 3

1
6 6 6 6 6 6
2.1404× 10 2.1406× 10 2.1408× 10 2.141× 10 2.1412× 10 2.1414× 10
xn , 0

Para determinar el ángulo que se requiere nos valdremos de una función lineal, la cual es nos
es muy util debido este dato es independiente de la adquicision de datos.

0 − 360
pen := pen = 0.533
x −x
inicio , 0 fin , 0

( )
6
x0 := 360 − pen⋅ x x0 = −1.142 × 10
fin , 0
θ := pen⋅ x + x0
n, 0 n, 0
curva := 90 comienzo de la curva

fun1 := 96 terminacion de la subida

n2 := curva .. fin
fun2 := 97 Terminacion de la bajada
mues := fin − fun2

Db := 60 Dm := 87.5

Al := Dm − Db Al = 27.5

Al
div := div = 5.5
mues

mediante la función siguiente se determina los valores de histeresis del sensor inductivo,

y := if [ n2 < fun1 , div ⋅ ( n2 − curva) , if [ n2 < fun2 , 0 , div⋅ [ ( n2 − fin) − 2 ⋅ ( ( n2 − fin) ) ] ] ]


n2

Ecuacion de ajuste dada por el exel


6.2286x3 - 59.919x2 + 181.53x - 164.03

( ) ( )
3 2
w := 6.2286⋅ x − 59.819⋅ x + 181.78⋅ x − 163.519807932749767
n2 n2 , 1 n2 , 1 n2 , 1

30

27

24

21

yn2 18
15
wn2
12

3
0
1 2 3 4 5
xn2 , 1

(
w := if n < curva , 0 , if n < fin , w , 0
n ( n )) Ecuancion dela altura d la leva ya tratado.

rb := 60
Graficas de la leva
30

27

24

21

18

wn 15

12

0
0 18 36 54 72 90 108 126 144 162 180 198 216 234 252 270 288 306 324 342 360
θn , 0

90
120 60
80

60
150 30
40

20

wn+ rb 180 0 0

210 330

240 300
270

π
θn⋅
180
ANEXO B. Planos de sensores y actuadotes

Soporte Sensor

Plano

Diagrama de proceso

Actuador

Base

Plano

Diagrama de proceso

Bincha

Plano

Diagrama de proceso

Eje de unión

Plano

Diagrama de proceso

Soporte alterno

Plano

Diagrama de proceso
ANEXO C. Datasheets

Sensor inductivo

Sensor Fotoeléctrico

DAQ

Elementos Electrónicos
32 2YMKOFRKECM 7PUSKOI AYQG

2YMKOFRKECMy]+/NNz TYQG
y0z
2PUOTGR

\5GCTURGS
]w4FL GB <AFG4?? 6L?<A7E<64? aYip@@b GLC8
y1z
],8I8EF8 CBJ8E CB?4E<GL CEBG86G<BA 5H<?G <A AKNGR
]*I8E 6HEE8AG CEBG86G<BA 6<E6H<G
]wKG8EA4? F8AF<G<I<GL 47=HFG@8AGav<99HF8
E89?86G<I8 GLC8b y2z
AGNQ}
]s5?8 GB F8?86G G;8 BC8E4G<BA @B78 5L EPOTRPMMGR

6BAGEB? J<E8av<99HF8 E89?86G<I8 GLC8b


]+EBG86G<BA FGEH6GHE8 5L {+nna{wu FC86<9<64G<BAb
y3z
>PWGR
EPOTRPMMGR
>MGCSG RGCF w2CUTKPO HPR YPUR SCHGTYw KO PQGRCTKPO
v NCOUCM DGHPRG USKOI}

y4z
>COGM
NGTGR
\@QGEKHKECTKPOS
1?>+**|33A 1?+**|33A 1?>-**|33A 1?-**|33A 1?,*<|A3A3 1?,*<|A3A; y5z
F_TU\ ACEJP~
1?>+**|33A|> 1?+**|33A|> 1?>-**|33A|> 1?-**|33A|> 1?,*<|A3A3|> 1?,*<|A3A;|> @QGGF~
>UMSG
Lh`U @YVVdbU aUV\UScYeU LXa_dWX/RUQ] NGTGR

@UcUScY^W TYbcQ^SU aRibihh@@ aRiblhh@@ jh@


@UcUScY^W cQaWUc .E4AFC4E8AGd .E4AF?H68AGd *C4DH8 @4G8E<4?F *C4DH8 @4G8E<4?F B9 }<Af Yim@@ y6z
3KSQMCY
JUb`_^bU cY]U }4Kf i@F }4Kf k@F UOKT
I_fUa bd``\h ijejl/vu Oih`a,<CC?8+e+q}4Kf ih`b
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EYWXc b_daSU {A9E4E87 |wva@B7H?4G87b y7z
@GOSPR
KU^bYcYeYch QTZdbc]U^c s7=HFG45?8 /, x<K87 EPOTRPMMGR
H`UaQcY_^ ]_TU -8?86G45?8 |<:;G *~ BE v4E> *~ 5L 6BAGEB? J<E8 v4E> *~ |<:;G *~
~+~ BC8A 6B??86GBE BHGCHG S |B47 IB?G4:8 q }4Kf kh/vud |B47 6HEE8AG q }4Kf jhh@sd
,8F<7H4? IB?G4:8 q }4Kf i/vu y8z
?_^ca_\ _dc`dc >RPXKNKTY
+~+ BC8A 6B??86GBE BHGCHG S *HGCHG IB?G4:8q}<Af CBJ8E IB?G4:8ejfm/d |B47 6HEE8AGq}4Kf jhh@s SGOSPR

Ia_cUScY_^ SYaSdYc -;BEGe6<E6H<G CEBG86G<BAd ,8I8EF8 CB?4E<GL CEBG86G<BA


+BJ8E <A7<64GBEaw@<GG8Ebq,87 |wvd y9z
\^TYSQcY_^ *C8E4G<BA <A7<64GBE q ,87 |wv *C8E4G<BA <A7<64GBEa,868<I8Ebq,87 |wv >JPTP
GMGETRKE
?_^^UScY_^ *HG:B<A: 645?8 SGOSPR
\^bd\QcY_^ aUbYbcQ^SU }<Af jh}Va4G mhh/vub
G_YbU bcaU^WcX Ojlh/ G;8 FDH4E8 J4I8 AB<F8 aCH?F8 J<7G;qiUb 5L G;8 AB<F8 F<@H?4GBE^
y:z
@YU\UScaYS bcaU^WcX mhh/su mhgnhzM 9BE i @<AHG8 >RGSSURG
SGOSPR
NYRaQcY_^ ifm@@ 4@C?<GH78 4G 9E8DH8A6L B9 ih N mmzM <A 846; B9 1d 2d 3 7<E86G<BAF 9BE j ;BHEF
KX_S[ mhh@gFZamhyb <A 1d 2d 3 7<E86G<BAF 9BE k G<@8F
=]RYU^c Y\\d]Y^QcY_^ -HA?<:;G q }4Kf iidhhh d {A64A78F68AG ?4@C q }4Kf kdhhh y;z
Kc_aQWU cU]`UaQcdaU eih N cnhQa4G ABAe9E88M<A: FG4GHFb -GBE4:8 q ejm N cohQ ?PTCRY
GOEPFGR
=]RYU^c Xd]YTYch km N pm`,zd -GBE4:8 q km N pm`,z
Ia_cUScY_^ {+nna{wu FC86<9<64G<BAb y<z
.|>JCSG
u4F8q+?4FG<6 u4F8quknhltv u4F8q+?4FG<6 u4F8quknhltv STGQQKOI
u4F8quknhltvauEeC?4G8bd
FQcUaYQ\ at?46>bd auEeC?4G8bd at?46>bd auEeC?4G8bd NPTPR x
|8AFq+u 3RKVGR x
|8AFq+u |8AFq+u |8AFq+u |8AFq+u 2POTRPMMGR

w@<GG8Eqj+dYm@@d |8A:G;qj@
?QR\U l+d Ym@@d |8A:G; q j@
,868<I8Eqk+dYm@@d |8A:G;qj@
=SSUbb_ah }BHAG<A: ~HGF }BHAG<A: ~HGFd 04F;8E
=``a_eQ\
OUYWXc* sCCEBKf ihh: sCCEBKf ijh: sCCEBKf ihh: sCCEBKf ijh: sCCEBKf khh:
aRib {G 9BE ~BAe:?BFFL J;<E8 C4C8EaihhPihh@@bf

D/64
1? @GRKGS
\2JCRCETGRKSTKE
[AJRPUIJ|DGCN
]1?,*<|A3A{ 1?,*<|A3A|>
IQaQ\\U\ bXYVcY^W SXQaQScUaYbcYS =^W\U ?XQaQScUaYbcYS
FUQbdaY^W ]UcX_T @QcQ FUQbdaY^W ]UcX_T @QcQ
H`UaQcY_^ \UeU\
@UcUScY^W TYbcQ^SU E ,]- KcQR\U _`UaQcY_^ \UeU\

@UcUScY^W TYbcQ^SU E ,]-


JUSUYeUa 42 JUSUYeUa 6

37 5

32 4
| T
|
7 3

2 2
:22 822 622 422 2 422 622 822 :22
i
42 i
ih 2 i
32 i
42
A]YccUa EUVc o ?U^cUa n JYWXc
A]YccUa
EUVc o ?U^cUa n JYWXc H`UaQcY_^ Q^W\UT
H`UaQcY_^ `_bYcY_^ ,]]-

[3KHHUSG RGHMGETKVG
]1?+**|33Ay|>z{ 1?>+**|33Ay|>z ]1?-**|33Ay|>z{ 1?>-**|33Ay|>z
@UcUScY^W QaUQ @UcUScY^W QaUQ
FUQbdaY^W ]UcX_T @QcQ FUQbdaY^W ]UcX_T @QcQ

KcQ^TQaT TUcUScY^W cQaWUc KcQ^TQaT TUcUScY^W cQaWUc


< G_^/W\_bbh fXYcU `Q`Ua < G_^/W\_bbh fXYcU `Q`Ua
@UcUScY^W TYbcQ^SU E ,]-

@UcUScY^W TYbcQ^SU E ,]-


322k322]] 322 322k322]] 622

92 522

62 | 422
|
32 322

2 2
42 32 2 32 42 42 32 2 32 42

@YVVdbU aUV\UScYeU EUVc o ?U^cUa n JYWXc EUVc o ?U^cUa n JYWXc


A]YccUa1JUSUYeUa
H`UaQcY_^ `_bYcY_^ ,]]- H`UaQcY_^ `_bYcY_^ ,]]-

\2POTRPM PUTQUT EKREUKT FKCIRCN


]1?+**|33A{ 1?>+**|33A{ ]1?+**|33A|>{ 1?>+**|33A|>{
1?-**|33A{ 1?>-**|33A 1?-**|33A|>{ 1?>-**|33A|>
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IX_c_U\UScaYS bU^b_a SYaSdYc ?_^^UScY_^ IX_c_U\UScaYS bU^b_a SYaSdYc ?_^^UScY_^

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,@/HG- ,@/HG-
307q
E_QT HeUa SdaaU^c
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FQY^ SYaSdYc

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FQY^ SYaSdYc

34/46N@?
34/46N@? /
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HeUa SdaaU^c 5;N
`a_cUScY_^ E_QT
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@Qa[ HG < ?_^^USc S_^ca_\ fYaU c_ .N

D/65
32 2YMKOFRKECM 7PUSKOI AYQG
\2POTRPM PUTQUT FKCIRCN
y0z
]1?,*<|A3A3,~1?,*<|A3A;,y?GEGKVGRz ]1?,*<|A3A3,|>~1?,*<|A3A;,|>y?GEGKVGRz 2PUOTGR

GIG _`U^ S_\\USc_a _dc`dc IGI _`U^ S_\\USc_a _dc`dc


IX_c_U\UScaYS bU^b_a SYaSdYc ?_^^UScY_^ IX_c_U\UScaYS bU^b_a SYaSdYc ?_^^UScY_^
y1z
,>a_f^-.N ,>a_f^-.N
AKNGR

E_QT 307q
HeUa SdaaU^c
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FQY^ SYaSdYc
FQg0 422]= c
FQY^ SYaSdYc

5;N
34/46N@? y2z
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34/46N@? ,>\QS[-Hdc`dc EPOTRPMMGR
HeUa SdaaU^c 5;N e
`a_cUScY_^ E_QT
307q ,>\dU-2N
,>\dU-2N
y3z
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l@Qa[ HG ]_TU Yb bcQ^TQaT ]_TU V_a >J6F0,EYWXc HG ]_TU < H`cY_^-

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>COGM
NGTGR

JUSUYeUT \YWXc JUSUYeUT \YWXc


JUSUYeUa JUSUYeUa
\^cUaad`cUT \YWXc \^cUaad`cUT \YWXc y5z
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EYWXc HG H`UaQcY_^ HG H`UaQcY_^ HG @QGGF~
@Qa[ HG
Y^TYSQc_a Y^TYSQc_a >UMSG
]_TU ,EA@- HBB ]_TU ,EA@- HBB NGTGR

HG HG
LJ _dc`dc LJ _dc`dc
HBB HBB y6z
3KSQMCY
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JUSUYeUa A]YccUa A^QR\U S_]`QcYR\U

D/66
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6 6
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3: 63 46
84
84 t4;
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if -HCC?L G;8 CBJ8E GB G;8 C;BGB8?86GE<6 F8AFBEd 49G8E
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9468f
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GHEAF BAd 4F 47=HFG<A: G;8 E868<I8E 4A7 G;8 8@<GG8E
IX_c_U\UScaYS bU^b_a E<:;G 4A7 ?89Gd HC 4A7 7BJAf
kf x<K 5BG; HA<GF G<:;G?L 49G8E 6;86><A: G;4G G;8 HA<GF
@UcUScY^W cQaWUc 78G86G G;8 G4E:8Gf

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G;8 584@d G;8A GHEA G;8 47=HFG8E 7BJA GB CB<AG
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W J;8E8 G;8 <A7<64GBE =HFG GHEAF BA 9EB@ }<Af JUSUYeUa
CBF<G<BA B9 G;8 47=HFG8Ef
kf .4>8 G;8 G4E:8G BHG B9 G;8 F8AF<A: 4E84d G;8A
GHEA G;8 47=HFG8E HAG<? CB<AG X J;8E8 G;8 <A7<64GBE =TZdbc
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GHEAF BAf {9 G;8 <A7<64GBE 7B8F ABG GHEA BAd @4Kf A]YccUa
CBF<G<BA <F CB<AG Xf
lf -8G G;8 47=HFG8E 4G G;8 68AG8E B9 GJB FJ<G6;<A:
CB<AG Wd Xf
R.;8 78G86G<A: 7<FG4A68 <A7<64G87 <A G;8 FC86<e
9<64G<BA 6;4EG <F G;4G B9 ABAe:?BFFL J;<G8 C4C8E
<A G;8 G4E:8G F<M8 mhPmh@@f

D/67
Functions, operating Inductive proximity sensors
principle, output curves, Application series
Sensors with analogue output signal
schemes

Functions

Example : These analogue output proximity sensors are solid state sensors, designed for monitoring displacements.
sorting parts They have a wide range of applications, but are particularly suited for :
- deformation or displacement monitoring,
- vibration amplitude and frequency monitoring,
- control of dimensional tolerances,
- position control,
- monitoring of concentricity and eccentricity.

Operating principle

The operating principle of the sensor is that of a damped oscillator. The degree of damping will depend on the distance of an object from the sensing face. The
sensor will sense the distance and produce an output current with a value directly proportional to this distance.

Output curves 4...20 mA, 2-wire connection (cylindrical models)


XS1-M12AB120 XS1-M18AB120 XS1-M30AB120
Sn = 0.2…2 mm Ø 12 mm Sn = 0.5…5 mm Ø 18 mm Sn = 1…10 mm Ø 30 mm

Output current Is (mA)


22
Output current Is (mA)

22
Output current Is (mA)

22
20 20 20
18 18 18
16 16 16
14 14 14
12 2 2
10 10 10
8 8 8
6 6 6
4 4 4
2 2 2
0 0 0
0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 1,8 2 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm)
XS4-P12AB120 XS4-P18AB120 XS4-P30AB120
Sn = 0.4…4 mm Ø 12 mm Sn = 0.8…8 mm Ø 18 mm Sn = 1.5…15 mm Ø 30 mm
Output current Is (mA)
Output current Is (mA)

22
Output current Is (mA)

22 22
20 20 20
18 18 18
16 16 16
14 14 14
12 12 2
10 10 10
8 8 8
6 6 6
4 4 4
2 2 2
0 0 0
0 0,4 0,8 1,2 1,6 2 2,4 2,8 3,2 3,6 4 0 1,5 3 4,5 6 7,5 9 10,5 12 13,5 15
Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm)

Output curves 0...10 mA, 3-wire connection (cylindrical models)


XS4-P12AB110 XS4-P18AB110 XS4-P30AB110
Sn = 0.4…4 mm Ø12 mm Sn = 0.8…8 mm Ø18 mm Sn = 1.5…15 mm Ø 30 mm
11 11
Output current Is (mA)

Output current Is (mA)

11
Output current Is (mA)

10 10 10
9 9 9
8 8 8
7 7 7
6 6 6
5 5 5
4 4 4
3 3 3
2 2 2
1 1 1
0 0 0
0 0,4 0,8 1,2 1,6 2 2,4 2,8 3,2 3,6 4 0 0,8 1,6 2,4 3,2 4 4,8 5,6 6,4 7,2 8 0 1,5 3 4,5 6 7,5 9 10,5 12 13,5 15
Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm)

Wiring schemes
2-wire connection 3-wire connection
BN/1 BN/1
+ +
mA mA BK/4
BK/4 Output current Is Output voltage
R R U=R.Is
BU/3 BU/3
– –
Is
Output current Value of R (R = load impedance) Output current Value of R (R = load impedance)
24 V 4…14 mA ≤ 640 Ω 24 V 0…10 mA ≤ 1800 Ω
4…20 mA ≤ 450 Ω 0…16 mA ≤ 1125 Ω
48 V 4…14 mA ≤ 2350 Ω 48 V 0…10 mA ≤ 4200 Ω
Ensure a minimum of 15 V between the + (1) and - (3) terminals of the sensor Ensure a minimum of 5 V between the + and sensor output (terminal 4)

References : Characteristics :
pages 31141/3 to 31141/6 pages 31141/3 to 31141/6

1141_Ver5.00-EN.fm/2 Schneider Electric


References, Inductive proximity sensors
characteristics, setting-up Application series
Sensors with analogue output signal
Cylindrical type. Metal or plastic case, M12 x 1 threaded

Flush mountable in metal Non flush mountable in metal

b
a
Lengths (mm) :
a = Overall a = 50 a = 50 a = 50
b = Threaded section b = 42 b = 42 b = 42

Metal case Plastic case Plastic case

Nominal sensing distance (Sn) 0.2…2 mm 0.4…4 mm 0.4…4 mm

References

3-wire $ Output 0…10 mA (1) – – XS4-P12AB110


4…14 mA (2)

Output 4…20 mA (2) XS1-M12AB120 XS4-P12AB120 –


0…16 mA (1)

Weight (kg) 0.075 0.065 0.065

Characteristics

Connection Pre-cabled, 3 x 0.34 mm2, length 2 m

Degree of protection IP 67

Operating zone 0.2…2 mm 0.4…4 mm 0.4…4 mm

Repeat accuracy ±1%

Linearity error ±4%

Ambient air temperature Operation : - 25…+ 70 °C

Rated supply voltage $ 24 V $ 24 V $ 24…48 V


Voltage limits (including ripple) $ 15…38 V $ 15…38 V $ 15…58 V
Output current drift ≤ 10 %
Ambient temperature : - 25…+ 70 °C

Current consumption, no-load 4 mA

Maximum frequency 1500 Hz


(1) Output current range for “3-wire” connection, see page 31141/2.
(2) Output current range for “2-wire” connection, see page 31141/2.

Setting-up
Minimum mounting
distances (mm)
Side by side Face to face Facing a metal object Mounted in a metal support

e e
h

XS1-M12AB120 flush mountable e≥4 e ≥ 24 e≥6 d ≥ 12, h ≥ 0


XS4-P12AB110 non flush mountable e ≥ 16 e ≥ 48 e ≥ 12 d ≥ 36, h ≥ 8
XS4-P12AB120 non flush mountable e ≥ 16 e ≥ 48 e ≥ 12 d ≥ 36, h ≥ 8

Fixing nut tightening torque < 6 N.m (metal case), < 2 N.m (plastic case)

Other versions / ///62).


“Original equipment” range Ø 12 mm sensors with analogue output (XS -H
Please consult your Regional Sales Office.
Accessories : Output curves : Schemes :
page 31160/2 page 31141/2 page 31141/2
Schneider Electric 31141_Ver5.00-EN.fm/3
References, Inductive proximity sensors
characteristics, setting-up Application series
Sensors with analogue output signal
Cylindrical type. Metal or plastic case, M18 x 1 threaded

Flush mountable in metal Non flush mountable in metal

b c
a

Lengths (mm) :
a = Overall a = 50 a = 40.6 a = 40.6
b = Threaded section b = 42 b = 26 b = 26
c = For non flush mounting sensors c=0 c=8 c=8
Metal case Plastic case Plastic case

Nominal sensing distance (Sn) 0.5…5 mm 0.8…8 mm 0.8…8 mm

References

3-wire $ Output 0…10 mA (1) – – XS4-P18AB110


4…14 mA (2)

Output 4…20 mA (2) XS1-M18AB120 XS4-P18AB120 –


0…16 mA (1)

Weight (kg) 0.120 0.080 0.080

Characteristics

Connection Pre-cabled, 3 x 0.34 mm2, length 2 m

Degree of protection IP 67

Operating zone 0.5…5 mm 0.8…8 mm 0.8…8 mm

Repeat accuracy ±1%

Linearity error ±4%

Ambient air temperature Operation : - 25…+ 70 °C

Rated supply voltage $ 24 V $ 24 V $ 24…48 V


Voltage limits (including ripple) $ 15…38 V $ 15…38 V $ 15…58 V
Output current drift ≤ 10 %
Ambient temperature : - 25…+ 70 °C

Current consumption, no-load 4 mA

Maximum frequency 500 Hz


(1) Output current range for “3-wire” connection, see page 31141/2.
(2) Output current range for “2-wire” connection, see page 31141/2.

Setting-up
Minimum mounting
distances (mm)
Side by side Face to face Facing a metal object Mounted in a metal support

d
e e
h

XS1-M18AB120 flush mountable e ≥ 10 e ≥ 60 e ≥ 15 d ≥ 18, h ≥ 0


XS4-P18AB110 non flush mountable e ≥ 32 e ≥ 96 e ≥ 24 d ≥ 54, h ≥ 16
XS4-P18AB120 non flush mountable e ≥ 32 e ≥ 96 e ≥ 24 d ≥ 54, h ≥ 16

Fixing nut tightening torque < 15 N.m (metal case), < 5 N.m (plastic case)

Other versions “Original equipment” range Ø 18 mm sensors with analogue output (XSP-H ///62).
Please consult your Regional Sales Office.
Accessories : Output curves : Schemes :
page 31160/2 page 31141/2 page 31141/2

1141_Ver5.00-EN.fm/4 Schneider Electric


References, Inductive proximity sensors
characteristics, setting-up Application series
Sensors with analogue output signal
Cylindrical type. Metal or plastic case, M30 x 1.5 threaded

Flush mountable in metal Non flush mountable in metal

b c
a

Lengths (mm) :
a = Overall a = 50 a = 52.6 a = 52.6
b = Threaded section b = 42 b = 32 b = 32
c = For non flush mounting sensors c=0 c = 13 c = 13
Metal case Plastic case Plastic case

Nominal sensing distance (Sn) 1…10 mm 1.5…15 mm 1.5…15 mm

References

3-wire $ Output 0…10 mA (1) – – XS4-P30AB110


4…14 mA (2)

Output 4…20 mA (2) XS1-M30AB120 XS4-P30AB120 –


0…16 mA (1)

Weight (kg) 0.200 0.100 0.100

Characteristics

Connection Pre-cabled, 3 x 0.34 mm2, length 2 m

Degree of protection IP 67

Operating zone 1…10 mm 1.5…15 mm 1.5…15 mm

Repeat accuracy ±1%

Linearity error ±4%

Ambient air temperature Operation : - 25…+ 70 °C

Rated supply voltage $ 24 V $ 24 V $ 24…48 V


Voltage limits (including ripple) $ 15…38 V $ 15…38 V $ 15…58 V
Output current drift ≤ 10 %
Ambient temperature : - 25…+ 70 °C

Current consumption, no-load 4 mA

Maximum frequency 300 Hz


(1) Output current range for “3-wire” connection, see page 31141/2.
(2) Output current range for “2-wire” connection, see page 31141/2.

Setting-up
Minimum mounting
distances (mm)
Side by side Face to face Facing a metal object Mounted in a metal support

d
e e
h

XS1-M30AB120 flush mountable e ≥ 20 e ≥ 120 e ≥ 30 d ≥ 30, h ≥ 0


XS4-P30AB110 non flush mountable e ≥ 60 e ≥ 180 e ≥ 45 d ≥ 90, h ≥ 30
XS4-P30AB120 non flush mountable e ≥ 60 e ≥ 180 e ≥ 45 d ≥ 90, h ≥ 30

Fixing nut tightening torque < 40 N.m (metal case), < 20 N.m (plastic case)

Accessories : Output curves : Schemes :


page 31160/2 page 31141/2 page 31141/2
Schneider Electric 31141_Ver5.00-EN.fm/5
References, characteristics Inductive proximity sensors
Application series
Sensors with analogue output signal
Block type. Plastic case

Non flush mountable in metal

Nominal sensing distance (Sn) 2…20 mm 2…20 mm 6…60 mm 6…60 mm

References

3-wire $ Output 0…10 mA (1) XSC-H207629 – XSD-H607629 –


4…14 mA (2)

Output 4…20 mA (2) – XSC-H203629 – XSD-H603629


0…16 mA (1)

Weight (kg) 0.240 0.240 0.480 0.480

Characteristics

Connection Screw terminals, capacity : 2 x 1.5 mm2

Degree of protection IP 67

Operating zone 2…20 mm 6…60 mm

Approvals UL, CSA : please consult your Regional Sales Office

Case type Form C, 5 position turret head Form D, plug-in

Ambient air temperature Operation : - 25…+ 70 °C

Rated supply voltage $ 24…48 V $ 24 V $ 24…48 V $ 24 V


Voltage limits (including ripple) $ 19…58 V $ 19…30 V $ 19…58 V $ 19…30 V
Current consumption, no-load 4 mA

Output current drift ≤ 10 %


Ambient temperature : - 25…+ 70 °C

(1) Output current range for “3-wire” connection, see page 31141/2.
(2) Output current range for “2-wire” connection, see page 31141/2.

Accessories : Schemes :
page 31160/2 page 31141/2

1141_Ver5.00-EN.fm/6 Schneider Electric


Dimensions, setting-up, Inductive proximity sensors
curves Application series
Sensors with analogue output signal
Block type. Plastic case

Dimensions
XSC-H20 629 / XSD-H60 629 /
= = (2)

7,5
20

(2)

=
25

65
92
100
114,5

=
122,5

60

(1) 16 65
40 = =
12 17 (1) = 30 = 80
40 40

(1) n° 13 plastic cable gland (1) n° 13 plastic cable gland


(2) 2 elongated holes 5.3 x 7 (2) 4 holes Ø 5.5 for M5 screw (8 mm max. diameter head).

Setting-up

/ /
Minimum mounting distances (mm)
XSC-H20 629 XSD-H60 629
Side by side Face to face Side by side Face to face

e e
e e

e ≥ 80 e ≥ 160 e ≥ 300 not recommended

Facing a metal object and mounting in a metal support :


Refer to “Mechanical installation” for block type proximity sensors mounted in the vicinity of metal masses, page 31100/10.

Output curves
XSC-H20 629 / XSD-H60 629 /
Sn = 20 mm Sn = 60 mm
Output current Is (mA)

Output current Is (mA)

1 1
20 20

16 16
2 2
12 12

8 8

4 4
0 0
0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 0 10 20 30 40 50 60 70
Sensing distance/object (mm) Sensing distance/object (mm)

1 XSC-H203629 1 XSD-H603629
2 XSC-H207629 2 XSD-H607629

Accessories : Schemes :
page 31160/2 page 31141/2
Schneider Electric 31141_Ver5.00-EN.fm/7
KSP2222A
KSP2222A

General Purpose Transistor


• Collector-Emitter Voltage: VCEO= 40V
• Collector Power Dissipation: PC (max)=625mW
• Refer KSP2222 for graphs

1 TO-92
1. Emitter 2. Base 3. Collector
NPN Epitaxial Silicon Transistor
Absolute Maximum Ratings Ta=25°C unless otherwise noted
Symbol Parameter Value Units
VCBO Collector-Base Voltage 75 V
VCEO Collector-Emitter Voltage 40 V
VEBO Emitter-Base Voltage 6 V
IC Collector Current 600 mA
PC Collector Power Dissipation 625 mW
TJ Junction Temperature 150 °C
TSTG Storage Temperature -55 ~ 150 °C

Electrical Characteristics Ta=25°C unless otherwise noted


Symbol Parameter Test Condition Min. Typ. Max. Units
BVCBO Collector-Base Breakdown Voltage IC=10µA, IE=0 75 V
BVCEO Collector Emitter Breakdown Voltage IC=10mA, IB=0 40 V
BVEBO Emitter-Base Breakdown Voltage IE=10µA, IC=0 6 V
ICBO Collector Cut-off Current VCB=60V, IE=0 0.01 µA
IEBO Emitter Cut-off Current VEB=3V, IC=0 10 nA
hFE DC Current Gain IC=0.1mA, VCE=10V 35
VCE=10V, IC=1mA 50
VCE=10V, IC=10mA 75
VCE=10V, *IC=150mA 100 300
VCE=10V, *IC=500mA 40
VCE (sat) * Collector-Emitter Saturation Voltage IC=150mA, IB=15mA 0.3 V
IC=500mA, IB=50mA 1 V
VBE (sat) * Base-Emitter Saturation Voltage IC=150mA, IB=15mA 0.6 1.2 V
IC=500mA, IB=50mA 2 V
fT Current Gain Bandwidth Product VCE=20V, IC=20mA 300 MHz
f=100MHz
Cob Output Capacitance VCB=10V, IE=0, f=1MHz 8 pF
tON Turn On Time VCC=30V, IC=150mA 35 ns
IB1=15mA, VBE(off)=0.5V
tOFF Turn Off Time VCC=30V, IC=150mA 285 ns
IB1=IB2=15mA
NF Noise Figure IC=100µA, VCE=10V 4 dB
RS=IKΩ, f=1KHz
* Pulse Test: Pulse Width≤300µs, Duty Cycle≤2%
* Also available as and PN2222A

©2001 Fairchild Semiconductor Corporation Rev. A1, June 2001


KSP2222A
Package Demensions

TO-92
+0.25
4.58 –0.15

4.58 ±0.20

0.46 ±0.10
14.47 ±0.40

+0.10
1.27TYP 1.27TYP 0.38 –0.05
[1.27 ±0.20] [1.27 ±0.20]

3.60 ±0.20
3.86MAX

(0.25)
+0.10
0.38 –0.05
1.02 ±0.10

(R2.29)

Dimensions in Millimeters

©2001 Fairchild Semiconductor Corporation Rev. A1, June 2001


TRADEMARKS
The following are registered and unregistered trademarks Fairchild Semiconductor owns or is authorized to use and is not
intended to be an exhaustive list of all such trademarks.
ACEx™ FAST® OPTOPLANAR™ STAR*POWER™
Bottomless™ FASTr™ PACMAN™ Stealth™
CoolFET™ FRFET™ POP™ SuperSOT™-3
CROSSVOLT™ GlobalOptoisolator™ Power247™ SuperSOT™-6
DenseTrench™ GTO™ PowerTrench® SuperSOT™-8
DOME™ HiSeC™ QFET™ SyncFET™
EcoSPARK™ ISOPLANAR™ QS™ TruTranslation™
E2CMOS™ LittleFET™ QT Optoelectronics™ TinyLogic™
EnSigna™ MicroFET™ Quiet Series™ UHC™
FACT™ MICROWIRE™ SLIENT SWITCHER® UltraFET®
FACT Quiet Series™ OPTOLOGIC™ SMART START™ VCX™
STAR*POWER is used under license

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1. Life support devices or systems are devices or systems 2. A critical component is any component of a life support
which, (a) are intended for surgical implant into the body, device or system whose failure to perform can be
or (b) support or sustain life, or (c) whose failure to perform reasonably expected to cause the failure of the life support
when properly used in accordance with instructions for use device or system, or to affect its safety or effectiveness.
provided in the labeling, can be reasonably expected to
result in significant injury to the user.

PRODUCT STATUS DEFINITIONS


Definition of Terms

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Advance Information Formative or In This datasheet contains the design specifications for
Design product development. Specifications may change in
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Preliminary First Production This datasheet contains preliminary data, and


supplementary data will be published at a later date.
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No Identification Needed Full Production This datasheet contains final specifications. Fairchild
Semiconductor reserves the right to make changes at
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Obsolete Not In Production This datasheet contains specifications on a product


that has been discontinued by Fairchild semiconductor.
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©2001 Fairchild Semiconductor Corporation Rev. H3


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SEMICONDUCTOR TECHNICAL DATA by 4N25/D

 


GlobalOptoisolator

  
   
[CTR = 20% Min]

The 4N25/A, 4N26, 4N27 and 4N28 devices consist of a gallium arsenide 
infrared emitting diode optically coupled to a monolithic silicon phototransistor
detector.
• Most Economical Optoisolator Choice for Medium Speed, Switching Applications

[CTR = 10% Min]
• Meets or Exceeds All JEDEC Registered Specifications
*Motorola Preferred Devices
• To order devices that are tested and marked per VDE 0884 requirements, the
suffix ”V” must be included at end of part number. VDE 0884 is a test option.
Applications
STYLE 1 PLASTIC
• General Purpose Switching Circuits
• Interfacing and coupling systems of different potentials and impedances
• I/O Interfacing
• Solid State Relays
6
1
MAXIMUM RATINGS (TA = 25°C unless otherwise noted) STANDARD THRU HOLE
CASE 730A–04
Rating Symbol Value Unit
INPUT LED
Reverse Voltage VR 3 Volts
Forward Current — Continuous IF 60 mA SCHEMATIC
LED Power Dissipation @ TA = 25°C PD 120 mW
with Negligible Power in Output Detector
1 6
Derate above 25°C 1.41 mW/°C

OUTPUT TRANSISTOR 2 5
Collector–Emitter Voltage VCEO 30 Volts 3 4

Emitter–Collector Voltage VECO 7 Volts


PIN 1. LED ANODE
Collector–Base Voltage VCBO 70 Volts
2. LED CATHODE
Collector Current — Continuous IC 150 mA 3. N.C.
4. EMITTER
Detector Power Dissipation @ TA = 25°C PD 150 mW
5. COLLECTOR
with Negligible Power in Input LED
6. BASE
Derate above 25°C 1.76 mW/°C

TOTAL DEVICE
Isolation Surge Voltage(1) VISO 7500 Vac(pk)
(Peak ac Voltage, 60 Hz, 1 sec Duration)
Total Device Power Dissipation @ TA = 25°C PD 250 mW
Derate above 25°C 2.94 mW/°C
Ambient Operating Temperature Range(2) TA – 55 to +100 °C
Storage Temperature Range(2) Tstg – 55 to +150 °C
Soldering Temperature (10 sec, 1/16″ from case) TL 260 °C
1. Isolation surge voltage is an internal device dielectric breakdown rating.
1. For this test, Pins 1 and 2 are common, and Pins 4, 5 and 6 are common.
2. Refer to Quality and Reliability Section in Opto Data Book for information on test conditions.
Preferred devices are Motorola recommended choices for future use and best overall value.
GlobalOptoisolator is a trademark of Motorola, Inc.

REV 5

 Motorola,
Motorola Inc.Optoelectronics
1995 Device Data 1
         
ELECTRICAL CHARACTERISTICS (TA = 25°C unless otherwise noted)(1)
Characteristic Symbol Min Typ(1) Max Unit
INPUT LED
Forward Voltage (IF = 10 mA) TA = 25°C VF — 1.15 1.5 Volts
TA = –55°C — 1.3 —
TA = 100°C — 1.05 —
Reverse Leakage Current (VR = 3 V) IR — — 100 µA
Capacitance (V = 0 V, f = 1 MHz) CJ — 18 — pF
OUTPUT TRANSISTOR
Collector–Emitter Dark Current 4N25,25A,26,27 ICEO — 1 50 nA
(VCE = 10 V, TA = 25°C 4N28 — 1 100
(VCE = 10 V, TA = 100°C) All Devices ICEO — 1 — µA
Collector–Base Dark Current (VCB = 10 V) ICBO — 0.2 — nA
Collector–Emitter Breakdown Voltage (IC = 1 mA) V(BR)CEO 30 45 — Volts
Collector–Base Breakdown Voltage (IC = 100 µA) V(BR)CBO 70 100 — Volts
Emitter–Collector Breakdown Voltage (IE = 100 µA) V(BR)ECO 7 7.8 — Volts
DC Current Gain (IC = 2 mA, VCE = 5 V) hFE — 500 — —
Collector–Emitter Capacitance (f = 1 MHz, VCE = 0) CCE — 7 — pF
Collector–Base Capacitance (f = 1 MHz, VCB = 0) CCB — 19 — pF
Emitter–Base Capacitance (f = 1 MHz, VEB = 0) CEB — 9 — pF
COUPLED
Output Collector Current (IF = 10 mA, VCE = 10 V) IC (CTR)(2) mA (%)
4N25,25A,26 2 (20) 7 (70) —
4N27,28 1 (10) 5 (50) —
Collector–Emitter Saturation Voltage (IC = 2 mA, IF = 50 mA) VCE(sat) — 0.15 0.5 Volts
Turn–On Time (IF = 10 mA, VCC = 10 V, RL = 100 Ω)(3) ton — 2.8 — µs
Turn–Off Time (IF = 10 mA, VCC = 10 V, RL = 100 Ω)(3) toff — 4.5 — µs
Rise Time (IF = 10 mA, VCC = 10 V, RL = 100 Ω)(3) tr — 1.2 — µs
Fall Time (IF = 10 mA, VCC = 10 V, RL = 100 Ω)(3) tf — 1.3 — µs
Isolation Voltage (f = 60 Hz, t = 1 sec)(4) VISO 7500 — — Vac(pk)
Isolation Resistance (V = 500 V)(4) RISO 1011 — — Ω
Isolation Capacitance (V = 0 V, f = 1 MHz)(4) CISO — 0.2 — pF
1. Always design to the specified minimum/maximum electrical limits (where applicable).
2. Current Transfer Ratio (CTR) = IC/IF x 100%.
3. For test circuit setup and waveforms, refer to Figure 11.
4. For this test, Pins 1 and 2 are common, and Pins 4, 5 and 6 are common.

2 Motorola Optoelectronics Device Data


         
TYPICAL CHARACTERISTICS

I C , OUTPUT COLLECTOR CURRENT (NORMALIZED)


2 10
PULSE ONLY
PULSE OR DC NORMALIZED TO:
VF, FORWARD VOLTAGE (VOLTS)

1.8 IF = 10 mA

1
1.6

1.4
0.1
TA = –55°C
1.2 25°C

100°C
1
1 10 100 1000 0.01 0.5 1 2 5 10 20 50
IF, LED FORWARD CURRENT (mA) IF, LED INPUT CURRENT (mA)

Figure 1. LED Forward Voltage versus Forward Current Figure 2. Output Current versus Input Current

I C , OUTPUT COLLECTOR CURRENT (NORMALIZED)


28 10
7
IC , COLLECTOR CURRENT (mA)

24 IF = 10 mA 5 NORMALIZED TO TA = 25°C
20
2
16
5 mA 1
12 0.7
0.5
8

4 2 mA 0.2
1 mA
0 0.1
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 –60 –40 –20 0 20 40 60 80 100
VCE, COLLECTOR–EMITTER VOLTAGE (VOLTS) TA, AMBIENT TEMPERATURE (°C)

Figure 3. Collector Current versus Figure 4. Output Current versus Ambient Temperature
Collector–Emitter Voltage
ICEO, COLLECTOR–EMITTER DARK CURRENT

100

NORMALIZED TO: 50 VCC = 10 V


VCE = 10 V
100 TA = 25°C
20
(NORMALIZED)

{
t, TIME (µs)

RL = 1000 tf
10 10
VCE = 30 V

1
5 RL = 100 { tf
tr

2 tr
10 V
0.1 1
0 20 40 60 80 100 0.1 0.2 0.5 1 2 5 10 20 50 100
TA, AMBIENT TEMPERATURE (°C) IF, LED INPUT CURRENT (mA)

Figure 5. Dark Current versus Ambient Temperature Figure 6. Rise and Fall Times
(Typical Values)

Motorola Optoelectronics Device Data 3


         
100 100
70 70
50 VCC = 10 V 50 VCC = 10 V

t off , TURN–OFF TIME ( µ s)


t on, TURN–ON TIME ( µs)

20 RL = 1000 20
RL = 1000
10 100 10
7 7
100
5 10 5
10

2 2

1 1
0.1 0.2 0.5 0.7 1 2 5 7 10 20 50 70 100 0.1 0.2 0.5 0.7 1 2 5 7 10 20 50 70 100
IF, LED INPUT CURRENT (mA) IF, LED INPUT CURRENT (mA)

Figure 7. Turn–On Switching Times Figure 8. Turn–Off Switching Times


(Typical Values) (Typical Values)

4 20
I , TYPICAL COLLECTOR CURRENT (mA)

IF = 0 IB = 7 µA 18 CLED
f = 1 MHz
6 µA 16
3 CCB

C, CAPACITANCE (pF)
14
5 µA 12
2 4 µA 10
CEB
8
3 µA 6 CCE
1
2 µA 4
2
1 µA
C

0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 0.05 0.1 0.2 0.5 1 2 5 10 20 50
VCE, COLLECTOR–EMITTER VOLTAGE (VOLTS) V, VOLTAGE (VOLTS)

Figure 9. DC Current Gain (Detector Only) Figure 10. Capacitances versus Voltage

TEST CIRCUIT WAVEFORMS


INPUT PULSE
VCC = 10 V

IF = 10 mA RL = 100 Ω
10%
INPUT OUTPUT OUTPUT PULSE
90%

tr tf
ton toff

Figure 11. Switching Time Test Circuit and Waveforms

4 Motorola Optoelectronics Device Data


         
PACKAGE DIMENSIONS

–A–
NOTES:
6 4 1. DIMENSIONING AND TOLERANCING PER ANSI
Y14.5M, 1982.
–B– 2. CONTROLLING DIMENSION: INCH.
3. DIMENSION L TO CENTER OF LEAD WHEN
1 3 FORMED PARALLEL.
INCHES MILLIMETERS
DIM MIN MAX MIN MAX
F 4 PL C L A 0.320 0.350 8.13 8.89
N B 0.240 0.260 6.10 6.60
C 0.115 0.200 2.93 5.08
D 0.016 0.020 0.41 0.50
E 0.040 0.070 1.02 1.77
F 0.010 0.014 0.25 0.36
–T– K G 0.100 BSC 2.54 BSC
SEATING J 0.008 0.012 0.21 0.30
PLANE
G J 6 PL K 0.100 0.150 2.54 3.81
L 0.300 BSC 7.62 BSC
M 0.13 (0.005) M T B M A M
M 0_ 15 _ 0_ 15 _
E 6 PL
N 0.015 0.100 0.38 2.54
D 6 PL
0.13 (0.005) M T A M B M STYLE 1:
PIN 1. ANODE
2. CATHODE
3. NC
4. EMITTER
5. COLLECTOR
6. BASE

CASE 730A–04
ISSUE G

–A–

6 4
–B– S NOTES:
1. DIMENSIONING AND TOLERANCING PER ANSI
1 3
Y14.5M, 1982.
2. CONTROLLING DIMENSION: INCH.

INCHES MILLIMETERS
L DIM MIN MAX MIN MAX
F 4 PL
H A 0.320 0.350 8.13 8.89
B 0.240 0.260 6.10 6.60
C 0.115 0.200 2.93 5.08
C D 0.016 0.020 0.41 0.50
E 0.040 0.070 1.02 1.77
–T– F 0.010 0.014 0.25 0.36
G G 0.100 BSC 2.54 BSC
J SEATING
H 0.020 0.025 0.51 0.63
PLANE
E 6 PL K 6 PL J 0.008 0.012 0.20 0.30
K 0.006 0.035 0.16 0.88
D 6 PL 0.13 (0.005) M T B M A M
L 0.320 BSC 8.13 BSC
S 0.332 0.390 8.43 9.90
0.13 (0.005) M T A M B M

*Consult factory for leadform


option availability
CASE 730C–04
ISSUE D

Motorola Optoelectronics Device Data 5


         

–A– NOTES:
1. DIMENSIONING AND TOLERANCING PER ANSI
Y14.5M, 1982.
2. CONTROLLING DIMENSION: INCH.
6 4 3. DIMENSION L TO CENTER OF LEAD WHEN
FORMED PARALLEL.
–B–
1 3 INCHES MILLIMETERS
DIM MIN MAX MIN MAX
A 0.320 0.350 8.13 8.89
B 0.240 0.260 6.10 6.60
L C 0.115 0.200 2.93 5.08
F 4 PL N D 0.016 0.020 0.41 0.50
E 0.040 0.070 1.02 1.77
F 0.010 0.014 0.25 0.36
C G 0.100 BSC 2.54 BSC
J 0.008 0.012 0.21 0.30
–T– K 0.100 0.150 2.54 3.81
SEATING L 0.400 0.425 10.16 10.80
PLANE G N 0.015 0.040 0.38 1.02
K J
D 6 PL
E 6 PL 0.13 (0.005) M T A M B M
*Consult factory for leadform
option availability

CASE 730D–05
ISSUE D

Motorola reserves the right to make changes without further notice to any products herein. Motorola makes no warranty, representation or guarantee regarding
the suitability of its products for any particular purpose, nor does Motorola assume any liability arising out of the application or use of any product or circuit,
and specifically disclaims any and all liability, including without limitation consequential or incidental damages. “Typical” parameters can and do vary in different
applications. All operating parameters, including “Typicals” must be validated for each customer application by customer’s technical experts. Motorola does
not convey any license under its patent rights nor the rights of others. Motorola products are not designed, intended, or authorized for use as components in
systems intended for surgical implant into the body, or other applications intended to support or sustain life, or for any other application in which the failure of
the Motorola product could create a situation where personal injury or death may occur. Should Buyer purchase or use Motorola products for any such
unintended or unauthorized application, Buyer shall indemnify and hold Motorola and its officers, employees, subsidiaries, affiliates, and distributors harmless
against all claims, costs, damages, and expenses, and reasonable attorney fees arising out of, directly or indirectly, any claim of personal injury or death
associated with such unintended or unauthorized use, even if such claim alleges that Motorola was negligent regarding the design or manufacture of the part.
Motorola and are registered trademarks of Motorola, Inc. Motorola, Inc. is an Equal Opportunity/Affirmative Action Employer.

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USA / EUROPE: Motorola Literature Distribution; JAPAN: Nippon Motorola Ltd.; Tatsumi–SPD–JLDC, Toshikatsu Otsuki,
P.O. Box 20912; Phoenix, Arizona 85036. 1–800–441–2447 6F Seibu–Butsuryu–Center, 3–14–2 Tatsumi Koto–Ku, Tokyo 135, Japan. 03–3521–8315

MFAX: [email protected] – TOUCHTONE (602) 244–6609 HONG KONG: Motorola Semiconductors H.K. Ltd.; 8B Tai Ping Industrial Park,
INTERNET: http://Design–NET.com 51 Ting Kok Road, Tai Po, N.T., Hong Kong. 852–26629298

*4N25/D*
6 ◊ Motorola Optoelectronics Device Data
4N25/D
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Datasheets for electronics components.


2N3906
New Product Vishay Semiconductors
formerly General Semiconductor

Small Signal Transistor (PNP)

TO-226AA (TO-92)

0.181 (4.6) 0.142 (3.6)


Features
min. 0.492 (12.5) 0.181 (4.6)

• PNP Silicon Epitaxial Planar Transistor for


switching and amplifier applications.
• As complementary type, the NPN transistor
2N3904 is recommended.
• On special request, this transistor is also
manufactured in the pin configuration TO-18.
• This transistor is also available in the SOT-23 case
with the type designation MMBT3906.

max. ∅ Mechanical Data


0.022 (0.55)
Case: TO-92 Plastic Package
0.098 (2.5) Dimensions in inches Weight: approx. 0.18g
and (millimeters)
Packaging Codes/Options:
E6/Bulk – 5K per container, 20K/box
E7/4K per Ammo mag., 20K/box
Bottom
View

Maximum Ratings & Thermal Characteristics Ratings at 25°C ambient temperature unless otherwise specified.

Parameter Symbol Value Unit


Collector-Emitter Voltage –VCEO 40 V
Collector-Base Voltage –VCBO 40 V
Emitter-Base Voltage –VEBO 5.0 V
Collector Current –IC 200 mA
TA = 25°C 625 mW
Power Dissipation Ptot
TC = 25°C 1.5 W
Thermal Resistance Junction to Ambient Air RΘJA 250(1) °C/W
Junction Temperature Tj 150 °C
Storage Temperature Range TS –65 to +150 °C

Note: (1) Valid provided that leads are kept at ambient temperature.

Document Number 88114 www.vishay.com


07-May-02 1
2N3906
Vishay Semiconductors
formerly General Semiconductor

Electrical Characteristics (T J = 25°C unless otherwise noted)

Parameter Symbol Test Condition Min Typ Max Unit


-VCE = 1 V, -IC = 0.1 mA 60 — —
-VCE = 1 V, -IC = 1 mA 80 — —
DC Current Gain hFE -VCE = 1 V, -IC = 10 mA 100 — 300 —
-VCE = 1 V, -IC = 50 mA 60 — —
-VCE = 1 V, -IC = 100 mA 30 — —
Collector-Emitter Cutoff Current -ICEV -VEB = 3 V, -VCE = 30 V — — 50 nA
Emitter-Base Cutoff Current -IEBV -VEB = 3 V, -VCE = 30 V — — 50 nA
-IC = 10 mA, -IB = 1 mA — — 0.25
Collector Saturation Voltage -VCEsat V
-IC = 50 mA, -IB = 5 mA — — 0.4
-IC = 10 mA, -IB = 1 mA — — 0.85
Base Saturation Voltage -VBEsat V
-IC = 50 mA, -IB = 5 mA — — 0.95
Collector-Emitter Breakdown Voltage -V(BR)CEO -IC = 1 mA, IB = 0 40 — — V
Collector-Base Breakdown Voltage -V(BR)CBO -IC = 10 µA, IE = 0 40 — — V
Emitter-Base Breakdown Voltage -V(BR)EBO -IE = 10 µA, IC = 0 5 — — V
-VCE = 10 V, -IC = 1 mA,
Input Impedance hie 1 — 10 kΩ
f = 1 kHz
-VCE = 10 V, -IC = 1 mA,
Voltage Feedback Ratio hre 0.5 • 10-4 — 8 • 10-4 —
f = 1 kHz
-VCE = 20 V, -IC = 10 mA
Current Gain-Bandwidth Product fT 250 — — MHz
f = 100 MHz
Collector-Base Capacitance CCBO -VCB = 5 V, f = 100 kHz — — 4.5 pF
Emitter-Base Capacitance CEBO -VEB = 0.5 V, f = 100 kHz — — 10 pF
-VCE = 10 V, -IC = 1 mA
Small Signal Current Gain hfe 100 — 400 —
f = 1 kHz
-VCE = 1 V, -IC = 1 mA
Output Admittance hoe 1 — 40 µS
f = 1 kHz

www.vishay.com Document Number 88114


2 07-May-02
2N3906
Vishay Semiconductors
formerly General Semiconductor

Electrical Characteristics (T J = 25°C unless otherwise noted)

Parameter Symbol Test Condition Min Typ Max Unit


-VCE = 5 V, -IC = 100 µA,
Noise Figure F — — 4 dB
RG = 1 kΩ, f = 10...15000 Hz
Delay Time (see fig. 1) td -IB1 = 1 mA, -IC = 10 mA — — 35 ns
Rise Time (see fig. 1) tr -IB1 = 1 mA, -IC = 10 mA, — — 35 ns
IB1 = -IB2 = 1 mA,
Storage Time (see fig. 2) ts — — 225 ns
-IC = 10 mA
IB1 = -IB2 = 1 mA,
Fall Time (see fig. 2) tf — — 75 ns
-IC = 10 mA

Fig. 1: Test circuit for delay and rise time Fig. 2: Test circuit for storage and fall time
* total shunt capacitance of test jig and connectors * total shunt capacitance of test jig and connectors

Document Number 88114 www.vishay.com


07-May-02 3
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L7800
 SERIES

POSITIVE VOLTAGE REGULATORS

■ OUTPUT CURRENT UP TO 1.5 A


■ OUTPUT VOLTAGES OF 5; 5.2; 6; 8; 8.5; 9;
12; 15; 18; 24V
■ THERMAL OVERLOAD PROTECTION
■ SHORT CIRCUIT PROTECTION
■ OUTPUT TRANSITION SOA PROTECTION

DESCRIPTION
The L7800 series of three-terminal positive 1
regulators is available in TO-220 ISOWATT220 2
TO-3 and D2PAK packages and several fixed
output voltages, making it useful in a wide range TO-3 D2PAK
of applications.These regulators can provide local
on-card regulation, eliminating the distribution
problems associated with single point regulation.
Each type employs internal current limiting,
thermal shut-down and safe area protection,
making it essentially indestructible. If adequate
heat sinking is provided, they can deliver over 1A
output current. Although designed primarily as
fixed voltage regulators, these devices can be
used with external components to obtain
adjustable voltages and currents.
TO-220 ISOWATT220

BLOCK DIAGRAM

November 1999 1/25


L7800

ABSOLUTE MAXIMUM RATINGS


Symbol Parameter Value Unit
Vi DC Input Voltage (for VO = 5 to 18V) 35 V
(for V O = 20, 24V) 40 V
Io Output Current Internally limited
P tot Power Dissipation Internally limited
o
T op Operating Junction Temperature Range (for L7800) -55 to 150 C
o
(for L7800C) 0 to 150 C
o
T st g Storage Temperature Range -65 to 150 C

THERMAL DATA
2
Symbol Parameter D PAK TO-220 ISOWATT220 TO-3 Unit
o
R thj- ca se Thermal Resistance Junction-case Max 3 3 4 4 C/W
o
R thj- amb Thermal Resistance Junction-ambient Max 62.5 50 60 35 C/W

CONNECTION DIAGRAM AND ORDERING NUMBERS (top view)

2
TO-220 & ISOWATT 220 D PAK TO-3

2
Type TO-220 D PAK (*) ISOWATT220 TO-3 Output Voltage
L7805 L7805T 5V
L7805C L7805CV L7805CD2T L7805CP L7805CT 5V
L7852C L7852CV L7852CD2T L7852CP L7852CT 5.2V
L7806 L7806T 6V
L7806C L7806CV L7806CD2T L7806CP L7806CT 6V
L7808 L7808T 8V
L7808C L7808CV L7808CD2T L7808CP L7808CT 8V
L7885C L7885CV L7885CD2T L7885CP L7885CT 8.5V
L7809C L7809CV L7809CD2T L7809CP L7809CT 9V
L7812 L7812T 12V
L7812C L7812CV L7812CD2T L7812CP L7812CT 12V
L7815 L7815T 15V
L7815C L7815CV L7815CD2T L7815CP L7815CT 15V
L7818 L7818T 18V
L7818C L7818CV L7818CD2T L7818CP L7818CT 18V
L7820 L7820T 20V
L7820C L7820CV L7820CD2T L7820CP L7820CT 20V
L7824 L7824T 24V
L7824C L7824CV L7824CD2T L7824CP L7824CT 24V
(*) AVAILABLE IN TAPE AND REEL WITH ”-TR” SUFFIX

2/25
L7800

APPLICATION CIRCUIT

SCHEMATIC DIAGRAM

3/25
L7800

TEST CIRCUITS
Figure 1 : DC Parameter Figure 2 : Load Regulation.

Figure 3 : Ripple Rejection.

4/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7805 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 10V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 4.8 5 5.2 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 4.65 5 5.35 V
Vi = 8 to 20 V
∆V o * Line Regulation Vi = 7 to 25 V Tj = 25 oC 3 50 mV
Vi = 8 to 12 V Tj = 25 oC 1 25 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 100 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 25 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 8 to 25 V 0.8 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 0.6 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 8 to 18 V f = 120 Hz 68 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 17 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7806 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 15V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 5.75 6 6.25 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 5.65 6 6.35 V
Vi = 9 to 21 V
∆V o * Line Regulation Vi = 8 to 25 V Tj = 25 oC 60 mV
Vi = 9 to 13 V Tj = 25 oC 30 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 100 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 30 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 9 to 25 V 0.8 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 0.7 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 9 to 19 V f = 120 Hz 65 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 19 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

5/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7808 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 14V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 7.7 8 8.3 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 7.6 8 8.4 V
Vi = 11.5 to 23 V
∆V o * Line Regulation Vi = 10.5 to 25 V Tj = 25 oC 80 mV
Vi = 11 to 17 V Tj = 25 oC 40 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 100 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 40 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 11.5 to 25 V 0.8 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 1 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 11.5 to 21.5 V f = 120 Hz 62 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 16 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7812 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 19V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 11.5 12 12.5 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 11.4 12 12.6 V
Vi = 15.5 to 27 V
∆V o * Line Regulation Vi = 14.5 to 30 V Tj = 25 oC 120 mV
Vi = 16 to 22 V Tj = 25 oC 60 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 100 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 60 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 15 to 30 V 0.8 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 1.5 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 15 to 25 V f = 120 Hz 61 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 18 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

6/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7815 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 23V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 14.4 15 15.6 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 14.25 15 15.75 V
Vi = 18.5 to 30 V
∆V o * Line Regulation Vi = 17.5 to 30 V Tj = 25 oC 150 mV
Vi = 20 to 26 V Tj = 25 oC 75 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 150 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 75 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 18.5 to 30 V 0.8 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 1.8 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 18.5 to 28.5 V f = 120 Hz 60 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 19 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7818 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 26V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 17.3 18 18.7 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 17.1 18 18.9 V
Vi = 22 to 33 V
∆V o * Line Regulation Vi = 21 to 33 V Tj = 25 oC 180 mV
Vi = 24 to 30 V Tj = 25 oC 90 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 180 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 90 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 22 to 33 V 0.8 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 2.3 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 22 to 32 V f = 120 Hz 59 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 22 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

7/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7820 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 28V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 19.2 20 20.8 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 19 20 21 V
Vi = 24 to 35 V
∆V o * Line Regulation Vi = 22.5 to 35 V Tj = 25 oC 200 mV
Vi = 26 to 32 V Tj = 25 oC 100 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 200 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 100 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 24 to 35 V 0.8 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 2.5 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 24 to 35 V f = 120 Hz 58 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 24 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7824 (refer to the test circuits, T j = -55 to 150 oC,
Vi = 33V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 23 24 25 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 22.8 24 25.2 V
Vi = 28 to 38 V
∆V o * Line Regulation Vi = 27 to 38 V Tj = 25 oC 240 mV
Vi = 30 to 36 V Tj = 25 oC 120 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 240 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 120 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 6 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 28 to 38 V 0.8 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA 3 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV/V O
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 28 to 38 V f = 120 Hz 56 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 2.5 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 28 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 0.75 1.2 A
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 1.3 2.2 3.3 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

8/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7805C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC,
Vi = 10V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 4.8 5 5.2 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 4.75 5 5.25 V
Vi = 7 to 20 V
∆V o * Line Regulation Vi = 7 to 25 V Tj = 25 oC 3 100 mV
Vi = 8 to 12 V Tj = 25 oC 1 50 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 100 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 50 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 7 to 25 V 0.8 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1.1 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 40 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 8 to 18 V f = 120 Hz 62 dB
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 oC 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 17 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 750 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7852C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 10V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 5.0 5.2 5.4 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 4.95 5.2 5.45 V
Vi = 8 to 20 V
∆V o * Line Regulation Vi = 7 to 25 V Tj = 25 oC 3 105 mV
Vi = 8 to 12 V Tj = 25 oC 1 52 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 105 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 52 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 7 to 25 V 1.3 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1.0 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 42 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 8 to 18 V f = 120 Hz 61 dB
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 oC 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 17 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 750 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

9/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7806C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC,
Vi = 11V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 5.75 6 6.25 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 5.7 6 6.3 V
Vi = 8 to 21 V
∆V o * Line Regulation Vi = 8 to 25 V Tj = 25 oC 120 mV
Vi = 9 to 13 V Tj = 25 oC 60 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 120 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 60 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 8 to 25 V 1.3 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -0.8 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 45 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 9 to 19 V f = 120 Hz 59 dB
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 oC 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 19 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 550 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7808C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 14V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 7.7 8 8.3 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 7.6 8 8.4 V
Vi = 10.5 to 25 V
∆V o * Line Regulation Vi = 10.5 to 25 V Tj = 25 oC 160 mV
Vi = 11 to 17 V Tj = 25 oC 80 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 160 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 80 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 10.5 to 25 V 1 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -0.8 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 52 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 11.5 to 21.5 V f = 120 Hz 56 dB
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 oC 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 16 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 450 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

10/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7885C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi =
14.5V, Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 8.2 8.5 8.8 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 8.1 8.5 8.9 V
Vi = 11 to 26 V
∆V o * Line Regulation Vi = 11 to 27 V Tj = 25 oC 160 mV
Vi = 11.5 to 17.5 V Tj = 25 oC 80 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 160 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 80 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 11 to 27 V 1 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -0.8 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 55 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 12 to 22 V f = 120 Hz 56 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 16 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 450 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7809C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 15V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 8.65 9 9.35 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 8.55 9 9.45 V
Vi = 11.5 to 26 V
∆V o * Line Regulation Vi = 11.5 to 26 V Tj = 25 oC 180 mV
Vi = 12 to 18 V Tj = 25 oC 90 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 180 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 90 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 11.5 to 26 V 1 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1.0 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 70 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 12 to 23 V f = 120 Hz 55 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 17 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 400 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

11/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7812C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 19V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 11.5 12 12.5 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 11.4 12 12.6 V
Vi = 14.5 to 27 V
∆V o * Line Regulation Vi = 14.5 to 30 V Tj = 25 oC 240 mV
Vi = 16 to 22 V Tj = 25 oC 120 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 240 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 120 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 14.5 to 30 V 1 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 75 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 15 to 25 V f = 120 Hz 55 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 18 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 350 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.2 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7815C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 23V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 14.4 15 15.6 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 14.25 15 15.75 V
Vi = 17.5 to 30 V
∆V o * Line Regulation Vi = 17.5 to 30 V Tj = 25 oC 300 mV
Vi = 20 to 26 V Tj = 25 oC 150 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 300 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 150 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 17.5 to 30 V 1 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 90 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 18.5 to 28.5 V f = 120 Hz 54 dB
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 oC 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 19 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 230 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.1 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

12/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7818C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 26V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 17.3 18 18.7 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 17.1 18 18.9 V
Vi = 21 to 33 V
∆V o * Line Regulation Vi = 21 to 33 V Tj = 25 oC 360 mV
Vi = 24 to 30 V Tj = 25 oC 180 mV
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 oC 360 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 180 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 21 to 33 V 1 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 110 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 22 to 32 V f = 120 Hz 53 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 22 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 200 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.1 A

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7820C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 28V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
o
Vo Output Voltage Tj = 25 C 19.2 20 20.8 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 19 20 21 V
Vi = 23 to 35 V
∆V o * Line Regulation Vi = 22.5 to 35 V Tj = 25 oC 400 mV
Vi = 26 to 32 V Tj = 25 oC 200 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 400 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 200 mV
Id Quiescent Current Tj = 25 oC 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 23 to 35 V 1 mA
o
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1 mV/ C
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 150 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 24 to 35 V f = 120 Hz 52 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 24 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 180 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.1 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

13/25
L7800

ELECTRICAL CHARACTERISTICS FOR L7824C (refer to the test circuits, T j = 0 to 125 oC, Vi = 33V,
Io = 500 mA, Ci = 0.33 µF, Co = 0.1 µF unless otherwise specified)
Symbol Parameter Test Conditions Min. Typ. Max. Unit
Vo Output Voltage Tj = 25 oC 23 24 25 V
Vo Output Voltage Io = 5 mA to 1 A Po ≤ 15 W 22.8 24 25.2 V
Vi = 27 to 38 V
∆V o * Line Regulation Vi = 27 to 38 V Tj = 25 oC 480 mV
Vi = 30 to 36 V Tj = 25 oC 240 mV
o
∆V o * Load Regulation Io = 5 to 1500 mA Tj = 25 C 480 mV
Io = 250 to 750 mA Tj = 25 oC 240 mV
o
Id Quiescent Current Tj = 25 C 8 mA
∆I d Quiescent Current Change Io = 5 to 1000 mA 0.5 mA
∆I d Quiescent Current Change Vi = 27 to 38 V 1 mA
∆ Vo Output Voltage Drift Io = 5 mA -1.5 mV/ oC
∆T
eN Output Noise Voltage B = 10Hz to 100KHz Tj = 25 oC 170 µV
SVR Supply Voltage Rejection Vi = 28 to 38 V f = 120 Hz 50 dB
o
Vd Dropout Voltage Io = 1 A Tj = 25 C 2 V
Ro Output Resistance f = 1 KHz 28 mΩ
Is c Short Circuit Current Vi = 35 V Tj = 25 oC 150 mA
o
I scp Short Circuit Peak Current Tj = 25 C 2.1 A
* Load and line regulation are specified at constant junction temperature. Changes in Vo due to heating effects must be taken into account
separately. Pulce testing with low duty cycle is used.

14/25
L7800

Figure 4 : Dropout Voltage vs. Junction Figure 5 : Peak Output Current vs. Input/output
Temperature. Differential Voltage.

Figure 6 : Supply Voltage Rejection vs. Figure 7 : Output Voltage vs. Junction
Frequency. Temperature.

Figure 8 : Output Impedance vs. Frequency. Figure 9 : Quiescent Current vs. Junction
Temperature.

15/25
L7800

Figure 10 : Load Transient Response. Figure 11 : Line Transient Response.

Figure 12 : Quiescent Current vs. Input


Voltage.

Figure 13 : Fixed Output Regulator. Figure 14 : Current Regulator.

V XX
IO = +Id
R1

NOTE:
1. To specify an output voltage, substitute voltage value for ”XX”.
2. Although no output capacitor is need for stability, it does
improve transient response.
3. Required if cregulator is locate an appreciable distance from
power supply filter.
16/25
L7800

Figure 15 : Circuit for Increasing Output Figure 16 : Adjustable Output Regulator


Voltage. (7 to 30V).

IR1 ≥ 5 Id
R2
VO = V XX ( 1 + )+IdR2
R1

Figure 17 : 0.5 to 10V Regulator. Figure 18 : High Current Voltage Regulator.

V BEQ1
R1 =
I Q1
I REQ −
β Q1
V BEQ1
R4 IO = I REG + Q 1 ( I REG − )
VO = V XX R1
R1

17/25
L7800

Figure 19 : High Output Current with Short Figure 20 : Tracking Voltage Regulator.
Circuit Protection.

V BEQ2
RSC =
I SC

Figure 21 : Split Power Supply (± 15V – 1A). Figure 22 : Negative Output Voltage Circuit.

* Against potential latch-up problems.

Figure 23 : Switching Regulator. Figure 24 : High Input Voltage Circuit.

VIN = Vi - (VZ + VBE)

18/25
L7800

Figure 25 : High Input Voltage Circuit. Figure 26 : High Output Voltage Regulator.

Figure 27 : High Input and Output Voltage. Figure 28 : Reducing Power Dissipation with
Dr opping Resistor.

VO = VXX + VZ1 V i(min) − V XX − V DROP(max)


R=
I O(max) + I d(max)

Figure 29 : Remote Shutdown.

19/25
L7800

Figure 30 : Power AM Modulator (unity voltage Figure 31 : Adjustable Output Voltage with
gain, I o < 1A). Temperature Compensation.

R2
VO = V XX (1 + ) + V BE
R1

NOTE: The circuit performs well up to 100KHz NOTE: Q2 is connected as a diode in order to compensate the
variation of the Q 1 VBE with the temperature. C allows a slow rise-
time of the Vo
Figure 32 : Light Controllers (Vo min = Vxx + VBE).

VO falls when the light goes up VO rises when the light goes up

Figure 33 : Protection against Input Short-circuit


with High Capacitance Loads.
Application with high capacitance loads and an output voltage
greater than 6 volts need an external diode (see fig. 33) to protect
the deviceagainst input short circuit. In this case the input voltage
falls rapidly while the output voltage decrease slowly. The
capacitance dischrges by means of the Base-Emitter junction of
the series pass transistor in the regulator. If the energy is
sufficently high, the transistor may be destroyed. The external
diode by-passes the current from the IC to ground.

20/25
L7800

TO-3 (R) MECHANICAL DATA

mm inch
DIM.
MIN. TYP. MAX. MIN. TYP. MAX.

A 11.7 0.460

B 0.96 1.10 0.037 0.043

C 1.70 0.066

D 8.7 0.342

E 20.0 0.787

G 10.9 0.429

N 16.9 0.665

P 26.2 1.031

R 3.88 4.09 0.152 0.161

U 39.50 1.555

V 30.10 1.185

A D
P

G C E
U

B
O
N

P003N

21/25
L7800

TO-220 MECHANICAL DATA

mm inch
DIM.
MIN. TYP. MAX. MIN. TYP. MAX.
A 4.40 4.60 0.173 0.181
C 1.23 1.32 0.048 0.051
D 2.40 2.72 0.094 0.107
D1 1.27 0.050
E 0.49 0.70 0.019 0.027
F 0.61 0.88 0.024 0.034
F1 1.14 1.70 0.044 0.067
F2 1.14 1.70 0.044 0.067
G 4.95 5.15 0.194 0.203
G1 2.4 2.7 0.094 0.106
H2 10.0 10.40 0.393 0.409
L2 16.4 0.645
L4 13.0 14.0 0.511 0.551
L5 2.65 2.95 0.104 0.116
L6 15.25 15.75 0.600 0.620
L7 6.2 6.6 0.244 0.260
L9 3.5 3.93 0.137 0.154
DIA. 3.75 3.85 0.147 0.151
E
A

D
C

D1

L2
F1

G1

H2
G

Dia.
F
F2

L5
L9
L7

L6 L4
P011C

22/25
L7800

ISOWATT220 MECHANICAL DATA

mm inch
DIM.
MIN. TYP. MAX. MIN. TYP. MAX.
A 4.4 4.6 0.173 0.181
B 2.5 2.7 0.098 0.106
D 2.5 2.75 0.098 0.108
E 0.4 0.7 0.015 0.027
F 0.75 1 0.030 0.039
F1 1.15 1.7 0.045 0.067
F2 1.15 1.7 0.045 0.067
G 4.95 5.2 0.195 0.204
G1 2.4 2.7 0.094 0.106
H 10 10.4 0.393 0.409
L2 16 0.630
L3 28.6 30.6 1.126 1.204
L4 9.8 10.6 0.385 0.417
L6 15.9 16.4 0.626 0.645
L7 9 9.3 0.354 0.366
Ø 3 3.2 0.118 0.126

E
A

D
B

L3

L6
L7
F1

¯
G1

G
H

F2

1 2 3

L2 L4
P011G

23/25
L7800

TO-263 (D2PAK) MECHANICAL DATA

mm inch
DIM.
MIN. TYP. MAX. MIN. TYP. MAX.

A 4.4 4.6 0.173 0.181

A1 2.49 2.69 0.098 0.106

B 0.7 0.93 0.027 0.036

B2 1.14 1.7 0.044 0.067

C 0.45 0.6 0.017 0.023

C2 1.23 1.36 0.048 0.053

D 8.95 9.35 0.352 0.368

E 10 10.4 0.393 0.409

G 4.88 5.28 0.192 0.208

L 15 15.85 0.590 0.624

L2 1.27 1.4 0.050 0.055

L3 1.4 1.75 0.055 0.068

A
A2

C
C2 DETAIL”A”
DETAIL”A”

A1
B2 B

E G

L2 L L3
P011P6/F

24/25
L7800

Information furnished is believed to be accurate and reliable. However, STMicroelectronic s assumes no responsibility for the consequences
of use of such information nor for any infringement of patents or other rights of third parties which may result from its use. No license is
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25/25
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Datasheets for electronic components.


LM741 Operational Amplifier
May 1998

LM741
Operational Amplifier
General Description The LM741C/LM741E are identical to the LM741/LM741A
except that the LM741C/LM741E have their performance
The LM741 series are general purpose operational amplifi- guaranteed over a 0˚C to +70˚C temperature range, instead
ers which feature improved performance over industry stan- of −55˚C to +125˚C.
dards like the LM709. They are direct, plug-in replacements
for the 709C, LM201, MC1439 and 748 in most applications.
The amplifiers offer many features which make their applica-
tion nearly foolproof: overload protection on the input and
output, no latch-up when the common mode range is ex-
ceeded, as well as freedom from oscillations.

Schematic Diagram

DS009341-1

Offset Nulling Circuit

DS009341-7

© 1999 National Semiconductor Corporation DS009341 www.national.com


Absolute Maximum Ratings (Note 1)
If Military/Aerospace specified devices are required, please contact the National Semiconductor Sales Office/
Distributors for availability and specifications.
(Note 6)
LM741A LM741E LM741 LM741C
Supply Voltage ± 22V ± 22V ± 22V ± 18V
Power Dissipation (Note 2) 500 mW 500 mW 500 mW 500 mW
Differential Input Voltage ± 30V ± 30V ± 30V ± 30V
Input Voltage (Note 3) ± 15V ± 15V ± 15V ± 15V
Output Short Circuit Duration Continuous Continuous Continuous Continuous
Operating Temperature Range −55˚C to +125˚C 0˚C to +70˚C −55˚C to +125˚C 0˚C to +70˚C
Storage Temperature Range −65˚C to +150˚C −65˚C to +150˚C −65˚C to +150˚C −65˚C to +150˚C
Junction Temperature 150˚C 100˚C 150˚C 100˚C
Soldering Information
N-Package (10 seconds) 260˚C 260˚C 260˚C 260˚C
J- or H-Package (10 seconds) 300˚C 300˚C 300˚C 300˚C
M-Package
Vapor Phase (60 seconds) 215˚C 215˚C 215˚C 215˚C
Infrared (15 seconds) 215˚C 215˚C 215˚C 215˚C
See AN-450 “Surface Mounting Methods and Their Effect on Product Reliability” for other methods of soldering
surface mount devices.
ESD Tolerance (Note 7) 400V 400V 400V 400V

Electrical Characteristics (Note 4)


Parameter Conditions LM741A/LM741E LM741 LM741C Units
Min Typ Max Min Typ Max Min Typ Max
Input Offset Voltage TA = 25˚C
RS ≤ 10 kΩ 1.0 5.0 2.0 6.0 mV
RS ≤ 50Ω 0.8 3.0 mV
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX
RS ≤ 50Ω 4.0 mV
RS ≤ 10 kΩ 6.0 7.5 mV
Average Input Offset 15 µV/˚C
Voltage Drift
Input Offset Voltage TA = 25˚C, VS = ± 20V ± 10 ± 15 ± 15 mV
Adjustment Range
Input Offset Current TA = 25˚C 3.0 30 20 200 20 200 nA
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX 70 85 500 300 nA
Average Input Offset 0.5 nA/˚C
Current Drift
Input Bias Current TA = 25˚C 30 80 80 500 80 500 nA
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX 0.210 1.5 0.8 µA
Input Resistance TA = 25˚C, VS = ± 20V 1.0 6.0 0.3 2.0 0.3 2.0 MΩ
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX, 0.5 MΩ
VS = ± 20V
Input Voltage Range TA = 25˚C ± 12 ± 13 V
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX ± 12 ± 13 V

www.national.com 2
Electrical Characteristics (Note 4) (Continued)

Parameter Conditions LM741A/LM741E LM741 LM741C Units


Min Typ Max Min Typ Max Min Typ Max
Large Signal Voltage Gain TA = 25˚C, RL ≥ 2 kΩ
VS = ± 20V, VO = ± 15V 50 V/mV
VS = ± 15V, VO = ± 10V 50 200 20 200 V/mV
TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX,
RL ≥ 2 kΩ,
VS = ± 20V, VO = ± 15V 32 V/mV
VS = ± 15V, VO = ± 10V 25 15 V/mV
VS = ± 5V, VO = ± 2V 10 V/mV
Output Voltage Swing VS = ± 20V
RL ≥ 10 kΩ ± 16 V
RL ≥ 2 kΩ ± 15 V
VS = ± 15V
RL ≥ 10 kΩ ± 12 ± 14 ± 12 ± 14 V
RL ≥ 2 kΩ ± 10 ± 13 ± 10 ± 13 V
Output Short Circuit TA = 25˚C 10 25 35 25 25 mA
Current TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX 10 40 mA
Common-Mode TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX
Rejection Ratio RS ≤ 10 kΩ, VCM = ± 12V 70 90 70 90 dB
RS ≤ 50Ω, VCM = ± 12V 80 95 dB
Supply Voltage Rejection TAMIN ≤ TA ≤ TAMAX,
Ratio VS = ± 20V to VS = ± 5V
RS ≤ 50Ω 86 96 dB
RS ≤ 10 kΩ 77 96 77 96 dB
Transient Response TA = 25˚C, Unity Gain
Rise Time 0.25 0.8 0.3 0.3 µs
Overshoot 6.0 20 5 5 %
Bandwidth (Note 5) TA = 25˚C 0.437 1.5 MHz
Slew Rate TA = 25˚C, Unity Gain 0.3 0.7 0.5 0.5 V/µs
Supply Current TA = 25˚C 1.7 2.8 1.7 2.8 mA
Power Consumption TA = 25˚C
VS = ± 20V 80 150 mW
VS = ± 15V 50 85 50 85 mW
LM741A VS = ± 20V
TA = TAMIN 165 mW
TA = TAMAX 135 mW
LM741E VS = ± 20V
TA = TAMIN 150 mW
TA = TAMAX 150 mW
LM741 VS = ± 15V
TA = TAMIN 60 100 mW
TA = TAMAX 45 75 mW
Note 1: “Absolute Maximum Ratings” indicate limits beyond which damage to the device may occur. Operating Ratings indicate conditions for which the device is
functional, but do not guarantee specific performance limits.

3 www.national.com
Electrical Characteristics (Note 4) (Continued)
Note 2: For operation at elevated temperatures, these devices must be derated based on thermal resistance, and Tj max. (listed under “Absolute Maximum Rat-
ings”). Tj = TA + (θjA PD).

Thermal Resistance Cerdip (J) DIP (N) HO8 (H) SO-8 (M)
θjA (Junction to Ambient) 100˚C/W 100˚C/W 170˚C/W 195˚C/W
θjC (Junction to Case) N/A N/A 25˚C/W N/A

Note 3: For supply voltages less than ± 15V, the absolute maximum input voltage is equal to the supply voltage.
Note 4: Unless otherwise specified, these specifications apply for VS = ± 15V, −55˚C ≤ TA ≤ +125˚C (LM741/LM741A). For the LM741C/LM741E, these specifica-
tions are limited to 0˚C ≤ TA ≤ +70˚C.
Note 5: Calculated value from: BW (MHz) = 0.35/Rise Time(µs).
Note 6: For military specifications see RETS741X for LM741 and RETS741AX for LM741A.
Note 7: Human body model, 1.5 kΩ in series with 100 pF.

Connection Diagram

Metal Can Package Ceramic Dual-In-Line Package

DS009341-2

Note 8: LM741H is available per JM38510/10101 DS009341-5

Order Number LM741H, LM741H/883 (Note 8), Note 9: also available per JM38510/10101
LM741AH/883 or LM741CH Note 10: also available per JM38510/10102
See NS Package Number H08C Order Number LM741J-14/883 (Note 9),
LM741AJ-14/883 (Note 10)
See NS Package Number J14A
Dual-In-Line or S.O. Package

Ceramic Flatpak

DS009341-6
DS009341-3
Order Number LM741W/883
Order Number LM741J, LM741J/883,
See NS Package Number W10A
LM741CM, LM741CN or LM741EN
See NS Package Number J08A, M08A or N08E

www.national.com 4
Physical Dimensions inches (millimeters) unless otherwise noted

Metal Can Package (H)


Order Number LM741H, LM741H/883, LM741AH/883, LM741CH or LM741EH
NS Package Number H08C

Ceramic Dual-In-Line Package (J)


Order Number LM741CJ or LM741J/883
NS Package Number J08A

5 www.national.com
Physical Dimensions inches (millimeters) unless otherwise noted (Continued)

Ceramic Dual-In-Line Package (J)


Order Number LM741J-14/883 or LM741AJ-14/883
NS Package Number J14A

Small Outline Package (M)


Order Number LM741CM
NS Package Number M08A

www.national.com 6
Physical Dimensions inches (millimeters) unless otherwise noted (Continued)

Dual-In-Line Package (N)


Order Number LM741CN or LM741EN
NS Package Number N08E

7 www.national.com
LM741 Operational Amplifier
Physical Dimensions inches (millimeters) unless otherwise noted (Continued)

10-Lead Ceramic Flatpak (W)


Order Number LM741W/883
NS Package Number W10A

LIFE SUPPORT POLICY


NATIONAL’S PRODUCTS ARE NOT AUTHORIZED FOR USE AS CRITICAL COMPONENTS IN LIFE SUPPORT
DEVICES OR SYSTEMS WITHOUT THE EXPRESS WRITTEN APPROVAL OF THE PRESIDENT OF NATIONAL
SEMICONDUCTOR CORPORATION. As used herein:
1. Life support devices or systems are devices or 2. A critical component is any component of a life
systems which, (a) are intended for surgical implant support device or system whose failure to perform
into the body, or (b) support or sustain life, and can be reasonably expected to cause the failure of
whose failure to perform when properly used in the life support device or system, or to affect its
accordance with instructions for use provided in the safety or effectiveness.
labeling, can be reasonably expected to result in a
significant injury to the user.
National Semiconductor National Semiconductor National Semiconductor National Semiconductor
Corporation Europe Asia Pacific Customer Japan Ltd.
Americas Fax: +49 (0) 1 80-530 85 86 Response Group Tel: 81-3-5639-7560
Tel: 1-800-272-9959 Email: [email protected] Tel: 65-2544466 Fax: 81-3-5639-7507
Fax: 1-800-737-7018 Deutsch Tel: +49 (0) 1 80-530 85 85 Fax: 65-2504466
Email: [email protected] English Tel: +49 (0) 1 80-532 78 32 Email: [email protected]
Français Tel: +49 (0) 1 80-532 93 58
www.national.com Italiano Tel: +49 (0) 1 80-534 16 80

National does not assume any responsibility for use of any circuitry described, no circuit patent licenses are implied and National reserves the right at any time without notice to change said circuitry and specifications.
Features


All Sealed and Resistant to Wave Soldering & Cleaning
Low Profile R46 Series
• Less than 0.53 Cubic Inches

General Purpose, 5 and 12 Amp,


DC SPDT Relays ideal for Security
Equipment, Household Electrical
Appliances, Garage Door Openers
and Audio Equipment.

D23

.845 (21.5) Max .645 (16.4) Max

SPDT, 1 Form “C” .645


(16.4)
Max
2 3

1 .150
(3.81)
5 4

Mounting Holes
(Bottom View)
.052 (1.32) Dia
5 Holes

Electrical Specifications
.472 (11.98)
.236 (5.99) Contact
Rating: 5A at 120VAC, 5A at 30VDC
12A at 120VAC
Material: AgCdO
.480 (12.2) Coil
Coil Voltages: See Chart
.080 (2.03)
Pick−up Voltages: 75% of nominal DC
Drop−out Voltages: 10% min of rated voltage
Resistance: See Chart
DC OPERATED Operational Characteristics
Timing Value: . . . . . Operate Time: 10 mS max
Max.
Coil Contact Release Time: 10 mS max
Res. Cur. @
Nom. Contact Ohms Nom. 30VDC Diag Insulation Characteristics
NTE Type No. Volt. Arr. (Typ) Power or 120VAC No. Dielectric Strength
R46−5D3−6 6VDC SPDT 70 360mW 5A D23 Between Coil & Contacts: 1500 VAC
Between Contacts of Same Polarity: 750 VAC
R46−5D3−12 12VDC SPDT 400 360mW 5A D23
Resistance: 100 megohms min. @ 500 VDC
R46−5D3−24 24VDC SPDT 1600 360mW 5A D23
Environmental Characteristics
R46−5D3−48 48VDC SPDT 6400 360mW 5A D23
Operating: −40°C to +85°C
R46−5D12−6 6VDC SPDT 100 360mW 12A D23
Life
R46−5D12−12 12VDC SPDT 400 360mW 12A D23
Mechanical: 10,000,000 operations min
R46−5D12−24 24VDC SPDT 1600 360mW 12A D23
Weight
R46−5D12−48 48VDC SPDT 6400 360mW 12A D23
Std: 0.42 oz (12 grams) approx.

NTE Electronics, Inc. D Voice (973) 748−5089 D FAX (973) 748−6224 D http://www.nteinc.com 49
ANEXO D. Planos Eléctricos

Esquema eléctrico

Plano eléctrico

Diagramas de conexión

Fotografías
Foto interior del transductor

Foto frontal del transductor


Foto frontal de transductor

Parte posterior del transductor


Foto del inductivo

Foto del mecanismo del seguidor


Sistema de adquisición completo
ANEXO E. Geometrías de las levas

Manual de la Tecquitment

Cálculos de la función de la leva

Análisis de levas

Tangencial

Cóncava

Cóncava 2

Convexa
Leva Tangencial
Detalle de la leva de acuerdo con el manual del l TecQuitment

Rb := 25.4 radio base ro := 14.3 radio seguidor

r := 12.7 radio de la nariz

β := 219 viene del la grafica de desplazamiento (pag15 manual original)

β − 180
γ := 90 − es el ángulo entre la vertical y el radio base en el inicio de subida.
2

Rb r
H0 := h :=
cos⎛⎜ γ⋅ ⎞ cos⎛⎜ γ⋅ ⎞
π π
⎝ 180 ⎠ ⎝ 180 ⎠
d := H0 − h

d = 38.046 Distancia entre los ejes

β − 180
θ :=
2 Angulo que se requiere para encontrar la posición carteciana del primer
punto.
θ = 19.5

x := Rb⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
x = 23.943
⎝ 180 ⎠ Coordenadas carteciana s del punto 0

y := Rb⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
y = 8.479
⎝ 180 ⎠

x1 := r⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
x1 = 11.972
⎝ 180 ⎠
Coordenadas carteciana s del punto 1
y1 := d + r⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
⎝ 180 ⎠ y1 = 42.285

y1 − y
pen := b := y − x ⋅ pen
x1 − x
xn := 0 , 0.1 .. 20

Y( xn) := pen⋅ xn + b Ecuación de la recta para el lado derecho

θn := 0 , 0.1 .. 2π

b
R( θn) := Ecuación de la recta para el lado derecho en forma polar
( sin( θn) − pen⋅ cos( θn) )

x2 := −x x2 = −23.943

y2 := y y2 = 8.479
Puntos para determinar la ecuación de la recta izquierda

x3 := −x1 x3 = −11.972

y3 := y1 y3 = 42.285

y2 − y3
pen1 := b1 := y2 − x2⋅ pen1
x2 − x3

Y1( θn) := pen1⋅ xn + b1 Ecuación de la recta para el lado izquierdo

b1
R1( θn) := Ecuación de la recta para el lado izquierda en forma polar
( sin( θn) − pen1⋅ cos( θn) )

2 2 2 2
R2( θn) := d ⋅ sin( θn) + d ⋅ ( sin( θn) ) − d + r Ecuación del círculo superior de la leva

2 2
R3( θn) := Rb⋅ ( sin( θn) ) + Rb⋅ ( cos( θn) ) Ecuación del círculo base

90
120 60
60
150 40 30
R( θn)
20
R1( θn)
180 0 0
R2( θn)

R3( θn)
210 330

240 300
270

θn
π π
β1 := 19.5⋅ β3 := 32⋅
180 180

π π
β2 := 54.5⋅ β4 := 180 ⋅
180 180

s1 ( θn) := R3( θn)

s2 ( θn) := R( θn)

sx1( θn) := if ( θn < β1 , s1 ( θn) , s2 ( θn) )

s3 ( θn) := R2( θn)

sx2( θn) := if ( θn < β1 + β2 , sx1( θn) , s3 ( θn) )

s4 ( θn) := R( θn)

sx3( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 , sx2( θn) , s4 ( θn) )

s5 ( θn) := R1( θn)

sx4( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 , sx3( θn) , s5 ( θn) )

s6 ( θn) := s1 ( θn)

sx5( θn) := if ( θn < β1 + 2β2 + β3 , sx4( θn) , s6 ( θn) )

Gráfica del Desplasamiento vs Angulo

50

40

sx5( θn)

30

20
0 2 4 6
θn
90
120 60
40
150 30
20

sx5( θn) 180 0 0

210 330

240 300
270

θn
Leva Concava 1
Detalle de la leva de acuerdo con el manual del l TecQuitment

Rb := 25.4 radio base ρ := 79.4 radio de subida

r := 12.7 radio de la nariz

d := 38.1 Distancia entre los ejes

θ := 1.13
Angulo que se requiere para encontrar la posición carteciana del primer
punto.
θ1 := 35.96

x := Rb⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
x = 25.395
⎝ 180 ⎠ Coordenadas cartecianas del punto 0

y := Rb⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
y = 0.501
⎝ 180 ⎠

x1 := r⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
x1 = 10.28
⎝ 180 ⎠
Coordenadas cartecianas del punto 1
y1 := d + r⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
⎝ 180 ⎠ y1 = 45.558

Ecuaciones para encontrar el centro del flanco


X := 0 Y := 0

Given
2 2 2 2 2
x1 − 2 ⋅ x1⋅ X + X + y1 − 2 ⋅ y1⋅ Y + Y = ρ

2 2 2 2 2
x − 2⋅ x⋅ X + X + y − 2⋅ y⋅ Y + Y = ρ

⎛ Xcen ⎞ := Find( X , Y) Condenadas del centro del flanco, con Xcen negativo es del otrο lado.

⎝ Ycen ⎠

θn := 0 , 0.1 .. 2π
2 2
R1( θn) := Rb⋅ ( sin( θn) ) + Rb⋅ ( cos( θn) )

2 2 2 2
R2( θn) := d ⋅ sin( θn) + d ⋅ ( sin( θn) ) − d + r

Para encontrar las ecuacion que aplica el flanco se tiene


2 2
c := Xcen + Ycen
π π
α := ( 180 + θ) ⋅ α2 := ( 360 − θ) ⋅
180 180

2 2 2
R3( θn) := c⋅ cos( θn − α) + ( c⋅ cos( θn − α) ) − c + ρ

2 2 2
R4( θn) := c⋅ cos( θn − α2) + ( c⋅ cos( θn − α2) ) − c + ρ

90
120 100 60
80
150 60 30
R1( θn)
40
R2( θn) 20
180 0 0
R3( θn)

R4( θn)
210 330

240 300
270

θn

π π
β1 := θ⋅ β3 := 25.44 ⋅
180 180

π π
β2 := 76.15 ⋅ β4 := 180 ⋅
180 180

s1 ( θn) := R1( θn)

s2 ( θn) := R3( θn)

sx1( θn) := if ( θn < β1 , s1 ( θn) , s2 ( θn) )


s3 ( θn) := R2( θn)

sx2( θn) := if ( θn < β1 + β2 , sx1( θn) , s3 ( θn) )

s4 ( θn) := R4( θn)

sx3( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 , sx2( θn) , s4 ( θn) )

s5 ( θn) := R1( θn)

sx4( θn) := if ( θn < β1 + 2β2 + β3 , sx3( θn) , s5 ( θn) )

s6 ( θn) := s1 ( θn)

sx5( θn) := if ( θn < β1 + 2β2 + β3 , sx4( θn) , s6 ( θn) )

Gráfica del Desplasamiento vs Angulo

60

50

sx5( θn) 40

30

20
0 2 4 6 8
θn

90
120 60
40
150 30
20

sx5( θn) 180 0 0

210 330

240 300
270

θn
Leva Concava 2

Detalle de la leva deacuerdo con el manual del l TecQuitment

Rb := 25.8 radio base ρ := 87.3 radio de subida

r := 25.4 radio de la nariz

d := 21.4 Distancia entre los ejes

θ := −8.93
Angulo que se requiere para encontrar la posición carteciana del primer
punto.
θ1 := 11.04

x := Rb⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
x = 25.487
⎝ 180 ⎠ Coordenadas cartecianas del punto 0

y := Rb⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
y = −4.005
⎝ 180 ⎠

x1 := r⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
x1 = 24.93
⎝ 180 ⎠
Coordenadas cartecianas del punto 1
y1 := d + r⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
⎝ 180 ⎠ y1 = 26.264

Ecuaciones para encontrar el centro del flanco


X := 0 Y := 0

Given
2 2 2 2 2
x1 − 2 ⋅ x1⋅ X + X + y1 − 2 ⋅ y1⋅ Y + Y = ρ

2 2 2 2 2
x − 2⋅ x⋅ X + X + y − 2⋅ y⋅ Y + Y = ρ

⎛ Xcen ⎞ := Find( X , Y) Condenadas del centro del flanco, con Xcen negativo es del otrο lado.

⎝ Ycen ⎠

θn := 0 , 0.1 .. 2π
2 2
R1( θn) := Rb⋅ ( sin( θn) ) + Rb⋅ ( cos( θn) )

2 2 2 2
R2( θn) := d ⋅ sin( θn) + d ⋅ ( sin( θn) ) − d + r

Para encontrar las ecuación que aplica el flanco se tiene

2 2
c := Xcen + Ycen
π π
α := ( 180 + θ) ⋅ α2 := ( 360 − θ) ⋅
180 180

2 2 2
R3( θn) := c⋅ cos( θn − α) + ( c⋅ cos( θn − α) ) − c + ρ

2 2 2
R4( θn) := c⋅ cos( θn − α2) + ( c⋅ cos( θn − α2) ) − c + ρ

90
120 100 60
80
150 60 30
R1( θn)
40
R2( θn) 20
180 0 0
R3( θn)

R4( θn)
210 330

240 300
270

θn

π π π
β1 := 46.49 ⋅ β3 := 55.42 ⋅ β5 := −θ⋅
180 180 180

π π
β2 := 87.01 ⋅ β4 := 162.14⋅
180 180

s1 ( θn) := R3( θn)

s2 ( θn) := R2( θn)

sx1( θn) := if ( θn < β1 , s1 ( θn) , s2 ( θn) )


s3 ( θn) := R4( θn)

sx2( θn) := if ( θn < β1 + β2 , sx1( θn) , s3 ( θn) )

s4 ( θn) := R1( θn)

sx3( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 , sx2( θn) , s4 ( θn) )

s5 ( θn) := R3( θn)

sx4( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 + β4 , sx3( θn) , s5 ( θn) )

s6 ( θn) := s1 ( θn)

sx5( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 + β4 , sx4( θn) , s6 ( θn) )

Gráfica del Desplasamiento vs Angulo

60

50

sx5( θn) 40

30

20
0 2 4 6 8
θn

90
120 60
40
150 30 30
20
10
sx5( θn) 180 0 0

210 330

240 300
270

θn
Leva Convexa
Detalle de la leva de acuerdo con el manual del l TecQuitment

Rb := 30.16 radio base ρ := 101.6 radio de subida

r := 12.7 radio de la nariz

d := 38.1 Distancia entre los ejes d2 := 4.45

θ := 28.14
Angulo que se requiere para encontrar la posición carteciana del primer
punto.
θ1 := 12.14

θ2 := 90

x := Rb⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
x = 26.595
⎝ 180 ⎠ Coordenadas cartecianas del punto 0

y := Rb⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ⎞
π
y = 14.224
⎝ 180 ⎠

x1 := d2 + r⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
x1 = 16.866
⎝ 180 ⎠
Coordenadas cartecianas del punto 1
y1 := d + r⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ1⎞
π
⎝ 180 ⎠ y1 = 40.771

x2 := d2 + r⋅ cos⎛⎜ ⋅ θ2⎞
π
x2 = 4.45
⎝ 180 ⎠
Coordenadas cartecianas del punto 2
y2 := d + r⋅ sin⎛⎜ ⋅ θ2⎞
π
⎝ 180 ⎠ y2 = 50.8

Ecuaciones para encontrar el centro del flanco

θn := 0 , 0.1 .. 2π

X := 100 Y := 100
Given
2 2 2
( x − X) + ( y − Y) = ρ
2 2 2
( x1 − X) + ( y1 − Y) = ρ

⎛ Xcen ⎞ := Find( X , Y)

⎝ Ycen ⎠
Xcen = 116.198
Coordenadas del centro del flanco, con Xcen negativo es del otrο
Ycen = 62.119 lado.

Ecuación para encontar el centro de la salida del flanco

θn := 0 , 0.1 .. 2π

X2 := 5 Y2 := 30
Given
2 2 2
( x2 − X2) + ( y2 − Y2) = r
2 2 2
( x1 − X2) + ( y1 − Y2) = r

⎛ Xcen1 ⎞ := Find( X2 , Y2)



⎝ Ycen1 ⎠
Xcen1 = 4.45
Coordenadas del centro del flanco, con Xcen negativo es del otrο
Ycen1 = 38.1 lado.

2 2
R1( θn) := Rb⋅ ( sin( θn) ) + Rb⋅ ( cos( θn) )

d+r
R2( θn) :=
sin( θn)

Para encontrar las ecuación que aplica el flanco se tiene


2 2
c := Xcen + Ycen
π π
α := ( θ) ⋅ α2 := ( 180 − θ) ⋅
180 180

2 2 2
R3( θn) := c⋅ cos( θn − α) − ( c⋅ cos( θn − α) ) − c + ρ

2 2 2
R4( θn) := c⋅ cos( θn − α2) − ( c⋅ cos( θn − α2) ) − c + ρ

Para encontrar las ecuación que al final lel flanco


2 2
c := Xcen1 + Ycen1
θcen := atan⎛⎜
Ycen1 ⎞ 180

⎝ Xcen1 ⎠ π

π π
α3 := ( θcen) ⋅ α4 := ( 180 − θcen) ⋅
180 180

2 2 2
R5( θn) := c⋅ cos( θn − α3) + ( c⋅ cos( θn − α3) ) − c + r

2 2 2
R6( θn) := c⋅ cos( θn − α4) + ( c⋅ cos( θn − α4) ) − c + r

90
120 60 60
R1( θn)
40
R2( θn) 150 30
20
R3( θn)

R4( θn) 180 0 0

R5( θn)

R6( θn) 210 330

240 300
270

θn

π π π
β1 := θ⋅ β3 := 17.46 ⋅ β5 := 180 ⋅
180 180 180

π π
β2 := 39.4⋅ β4 := 10⋅
180 180

s1 ( θn) := R1( θn)

s2 ( θn) := R3( θn)

sx1( θn) := if ( θn < β1 , s1 ( θn) , s2 ( θn) )

s3 ( θn) := R5( θn)

sx2( θn) := if ( θn < β1 + β2 , sx1( θn) , s3 ( θn) )

s4 ( θn) := R2( θn)

sx3( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 , sx2( θn) , s4 ( θn) )


s5 ( θn) := R6( θn)

sx4( θn) := if ( θn < β1 + β2 + β3 + β4 , sx3( θn) , s5 ( θn) )

s6 ( θn) := R4( θn)

sx5( θn) := if ( θn < β1 + β2 + 2β3 + β4 , sx4( θn) , s6 ( θn) )

s7 ( θn) := R1( θn)

sx6( θn) := if ( θn < β1 + 2β2 + 2β3 + β4 , sx5( θn) , s7 ( θn) )

Gráfica del Desplasamiento vs Angulo

60

50

sx6( θn) 40

30

20
0 2 4 6
θn

90
120 60

150 30

sx6( θn) 180 0


0 20 40

210 330

240 300
270

θn
Comparación entre geometria de leva y resultados obtenidos
Leva Tangencial
Matrices de calculo

Número de muestras que se utilizan

leva vieja leva vieja leva nueva leva nueva


seg. plano seg. rodillo seg. plano seg. rodillo
nvp := 0 .. 11 nvr := 0 .. 19 nnp := 0 .. 12 nnr := 0 .. 8

Fator de ajuste de levas debido a la geometria indicada en el manual de uso original

fvp := 0.913787781 fvr := 0.938776939 fnp := 1.105074962 fnr := 2.86034281

tanvp := tanvp ⋅ fvp tanvr := tanvr ⋅ fvr


nvp , 1 nvp , 1 nvr , 1 nvr , 1

tannp := tannp ⋅ fnp tannr := tannr ⋅ fnr


nnp , 1 nnp , 1 nnr , 1 nnr , 1

Posicionamiento de la desplazamiento dentro de las otras graficas

tanr( θn) := sx5( θn) − 25.4

Posicionamiento de la los datos obtenidos en el rango de análisis

tanvp := tanvp − 0.9π tannp := tannp − 1.05π


nvp , 0 nvp , 0 nnp , 0 nnp , 0

tanvr := tanvr − 1.2π tannr := tannr − 1.22π


nvr , 0 nvr , 0 nnr , 0 nnr , 0
30

tanr( θn)

tanvpnvp , 1 20

tanvrnvr , 1

tannpnnp , 1

tannrnnr , 1 10

0 1 2 3 4
θn , tanvpnvp , 0 , tanvrnvr , 0 , tannpnnp , 0 , tannrnnr , 0

Calculo de correlaciones

leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo
c_tr_tvr = 0.75 c_tr_tnr = 0.947

leva vieja leva nueva


seg. plano seg. plano
c_tr_tvp = 0.466 c_tr_tnp = 0.733

Como podemos obsevar la coorelacion que existe entre el sistema nuevo y el sistema viejos es
muy clara, no que nos lleva concluir que se ha mejorado.
Comparación entre geometria de leva y resultados obtenidos
Leva Concava1
Matrices de calculo

Número de muestras que se utilizan

leva vieja leva vieja leva nueva leva nueva


seg. plano seg. rodillo seg. plano seg. rodillo
nvp := 0 .. 45 nvr := 0 .. 23 nnp := 0 .. 10 nnr := 0 .. 11

Fator de ajuste de levas debido a la geometria indicada en el manual de uso original

fvp := 1.962128253 fvr := 0.924500073 fnp := 1.563535277 fnr := 2.937116588

convp := convp ⋅ fvp convr := convr ⋅ fvr


nvp , 1 nvp , 1 nvr , 1 nvr , 1

connp := connp ⋅ fnp connr := connr ⋅ fnr


nnp , 1 nnp , 1 nnr , 1 nnr , 1

Posicionamiento de la desplazamiento dentro de las otras graficas

conr( θn) := sx5( θn) − 25.4

Posicionamiento de la los datos obtenidos en el rango de análisis

convp := convp − 0.95π connp := connp − 1.1π


nvp , 0 nvp , 0 nnp , 0 nnp , 0

convr := convr − 1π connr := connr − 1.16π


nvr , 0 nvr , 0 nnr , 0 nnr , 0
30

conr( θn)

convpnvp , 1 20

convrnvr , 1

connpnnp , 1

connrnnr , 1 10

0 1 2 3 4
θn , convpnvp , 0 , convrnvr , 0 , connpnnp , 0 , connrnnr , 0

Calculo de correlaciones

leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo
c_tr_tvr = 0.761 c_tr_tnr = 0.974

leva vieja leva nueva


seg. plano seg. plano
c_tr_tvp = 0.628 c_tr_tnp = 0.84

Como podemos obsevar la coorelacion que existe entre el sistema nuevo y el sistema viejos es
muy clara, no que nos lleva concluir que se ha mejorado.
Comparación entre geometria de leva y resultados obtenidos
Leva Concava2
Matrices de calculo

Número de muestras que se utilizan

leva vieja leva vieja leva nueva leva nueva


seg. plano seg. rodillo seg. plano seg. rodillo
nvp := 0 .. 16 nvr := 0 .. 21 nnp := 0 .. 15 nnr := 0 .. 13

Fator de ajuste de levas debido a la geometria indicada en el manual de uso original

fvp := 0.762685374 fvr := 0.762851741 fnp := 1.399435883 fnr := 3.387303634

convp := convp ⋅ fvp convr := convr ⋅ fvr


nvp , 1 nvp , 1 nvr , 1 nvr , 1

connp := connp ⋅ fnp connr := connr ⋅ fnr


nnp , 1 nnp , 1 nnr , 1 nnr , 1

Posicionamiento de la desplazamiento dentro de las otras graficas

conr( θn) := sx5( θn) − 25.8

Posicionamiento de la los datos obtenidos en el rango de análisis

convp := convp − 1.04π connp := connp − 0.95π


nvp , 0 nvp , 0 nnp , 0 nnp , 0

convr := convr − 1.07π connr := connr − 1.01π


nvr , 0 nvr , 0 nnr , 0 nnr , 0
30

conr( θn)

convpnvp , 1 20

convrnvr , 1

connpnnp , 1

connrnnr , 1 10

0 1 2 3 4
θn , convpnvp , 0 , convrnvr , 0 , connpnnp , 0 , connrnnr , 0

Calculo de correlaciones

leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo
c_tr_tvr = 0.948 c_tr_tnr = 0.985

leva vieja leva nueva


seg. plano seg. plano
c_tr_tvp = 0.84 c_tr_tnp = 0.945

Como podemos obsevar la coorelacion que existe entre el sistema nuevo y el sistema viejos es
muy clara, no que nos lleva concluir que se ha mejorado.
Comparación entre geometria de leva y resultados obtenidos
Leva Convexa
Matrices de calculo

Número de muestras que se utilizan

leva vieja leva nueva


seg. rodillo seg. rodillo
nvr := 0 .. 10 nnr := 0 .. 10

Fator de ajuste de levas debido a la geometria indicada en el manual de uso original

fvr := 0.772011532 fnr := 2.628527853

connr := connr ⋅ fnr convr := convr ⋅ fvr


nnr , 1 nnr , 1 nvr , 1 nvr , 1

Posicionamiento de la desplazamiento dentro de las otras graficas

conr( θn) := sx6( θn) − 30.16

Posicionamiento de la los datos obtenidos en el rango de análisis

convr := convr − 0.89π connr := connr − 1.1π


nvr , 0 nvr , 0 nnr , 0 nnr , 0
30

20
conr( θn)

convrnvr , 1

connrnnr , 1
10

0 1 2 3 4
θn , convrnvr , 0 , connrnnr , 0

Calculo de correlaciones
leva vieja leva nueva
seg. rodillo seg. rodillo
c_tr_tvr = 0.56 c_tr_tnr = 0.737

Como podemos obsevar la coorelacion que existe entre el sistema nuevo y el sistema viejos es
muy clara, no que nos lleva concluir que se ha mejorado.
ANEXO F. Financiero

a. Facturas

i. Comercial eléctrico

ii. Ferrisariato

iii. TecomPartes

iv. RadioCom.

v. Electro Comercial

vi. Indulec

vii. National Instrument

viii. Elementos mecánicos

b. Cuadros Financieros

i. Daq – Sensor

ii. Inversiones

iii. Honorarios Directores

iv. Imprevistos

v. Salario Proyectista

vi. TIR VAN

1
Facturas Comercial Eléctrico
valor Cant total Costo
Absorvedor de suledas 13 1 $13.00
baquelita 1 4 $4.00
acido 0.6 5 $3.00
operador 7808 0.6 4 $2.40
2n2222a 0.2 4 $0.80
socalos 4 in 0.1 5 $0.50
4n25 1.1 6 $6.60
resistencias 0.05 27 $1.35
lm741cn 0.5 4 $2.00
fusibles 0.1 13 $1.30
zener 0.15 4 $0.60
resistencia 1 0.3 2 $0.60
lagartos 0.15 4 $0.60
diodos 0.1 4 $0.40
resistencia 2 0.45 1 $0.45
ventilador 1.9 1 $1.90
banana hembra 0.2 23 $4.60
banana macho 0.2 17 $3.40
rollo de suelda 1 2.5 $2.50
LED 0.4 4 $1.60
caja protectora 1 5.9 $5.90
cable 0.45 6 $2.70
jack 0.45 2 $0.90
proto wish 14.5 1 $14.50
marcador 1.5 1 $1.50
Costo total Materiales $77.10
Ferrisariato
valor Cant total Costo
pintura 85g 2.51 2 5.02
brocas 1/16 1.49 1 1.49
pintura 340g 4.5 1 4.5
11.01
TecomPartes
valor Cant total Costo
capasitores 1 0.13 2 0.26
capasitores 2 0.11 4 0.44
switch 0.34 1 0.34
1.04
RadioCom
valor Cant total Costo
potecciometro 100 17.1 1 17.1
banana macho 0.25 3 0.75
relay 6.55 3 19.65
lagartos 0.3 2 0.6
resistencia 0.05 23 1.15
potonciometro 500 0.67 1 0.67
Fusible 0.09 1 0.09
LED 0.11 1 0.11
40.12
Electro Comercial
valor Cant total Costo
fuente llas3000 30.52 1 30.52
30.52
Indulec
valor Cant total Costo
Sensor fotoeléctrico 91.01 1 91.01
91.01
National Instruments
valor Cant total Costo
NI USB 6009 $396.48 1 $396.48
$396.48
Elementos Mecánicos
valor Cant total Costo
tornillo 6x 5/8 0.2 1 0.2
tornillo estufa 1/8x1 0 0
tronillos 5/32 x1 0.0175 8 0.14
tuercas 5/32 0.01 8 0.08
sierra 1.48 1 1.48
arandela 18mm 0.09 2 0.18
prisionero m5x6 0.09 2 0.18
machuelo 3.1 1 3.1
5.36
Costo del Sensor Fotoeléctrico
valor Cant total Costo
NI USB 6009 $396.48 1 1 $396.48
TOTAL $396.48

Costo tarjeta DAQ


valor Cant total Costo
Sensor fotoeléctrico $91.01 1 1 $91.01
$91.01

Costo total inverciones


NI USB 6009 $396.48 1 1 $396.48
Sensor fotoeléctrico $91.01 1 1 $91.01
Costo total inverciones $487.49
Costo del Sensor Fotoeléctrico
valor Cant total Costo
NI USB 6009 $396.48 1 1 $396.48
TOTAL $396.48

Costo tarjeta DAQ


valor Cant total Costo
Sensor fotoeléctrico $91.01 1 1 $91.01
$91.01

Costo total inverciones


NI USB 6009 $396.48 1 1 $396.48
Sensor fotoeléctrico $91.01 1 1 $91.01
Costo total inverciones $487.49
Honorarios de los Directores de la PROYECTO
Cant. Posición Meses - H Valor M - H Valor total
2 Ingeniero encargado de laboratorio 5 150 750

750

Honorarios (derechos de grado) 750


Cálculo de costos de imprevistos
totales $652.64
Costo Total no profesional $1,142.86
Honorarios (derechos de grado) $750.00
Costo total inversiones $487.49
TOTAL COSTOS $3,032.99

IMPREVISTOS $303.30

TOTAL INVERSIÓN $3,336.29


Salario por ejecución del proyecto al realizador
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
15/02 15/03 15/04 15/05 15/06 15/07 15/08 15/09 15/10 15/11 15/12
tiempo hora/día 0 0 4 4 4 4 4 4 4 4 0
días trabajados 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20
horas 0 0 80 80 80 80 80 80 80 80 0
costo $0.00 $0.00 $142.86 $142.86 $142.86 $142.86 $142.86 $142.86 $142.86 $142.86 $0.00 $1,142.86

Sueldo mensual $300.00


horas/mes 168
Costo/hora $1.79
Costo Total no profesional $1,142.86
Cálculo de TIR y el VAN (al 12%)
MAQUINA NUEVA 7900.72 MEJORA DE MAQUINA 3336.29

AÑO 0 AÑOS 1 AÑOS 2 AÑOS 3 AÑOS 4 AÑOS 5 SUMA


FLUJOS DE EFECTIVO -3336.29 1580.14 1580.14 1580.14 1580.14 1580.14 4564.43
TIR 37.85%
Flujos de efectivo a precios reales 5696.06
Costo beneficio del proyecto 1.71

ahorro en el mejoramiento en vez de comprar la máquina nueva

Flujo _ de _ efectivo _ a _ precios _ reales


CB =
Mejoras _ de _ máquina
ANEXO G. Levantamiento del equipo

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