Capítulo 7 - Iones Complejos
Capítulo 7 - Iones Complejos
y compuestos de coordinación
E S T U D I O S I S T E M Á T I C O D E L A S S U B S T A N C I A S C O M P L E J A S
207 •
208 QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 209
típico de los complejos de penetración v a m o s a e s t u d i a r los datos referentes a ,Midiera e x p l i c a r l a e x i s t e n c i a de estos compuestos, sino que además e x p l i c a r a
algunos compuestos derivados del cloruro de cobalto ( I I I ) . S i u n a disolución liis sorprendentes modificaciones de l a s propiedades que a p a r e c e n como conse-
acuosa de cloruro de cobalto ( I I ) se t r a t a con exceso de amoníaco y después se r i i c n c i a de v a r i a c i o n e s r e l a t i v a m e n t e pequeñas de l a composición ( p . ej., l a a l t e -
somete a oxidación, se f o r m a n disoluciones de l a s que pueden separarse u n a serie I lición en e l contenido en amoníaco en l a serie a n t e r i o r ) . N o discutiremos l a s ideas
de compuestos. E n t r e los que son de i m p o r t a n c i a se e n c u e n t r a n : |ii i i i i i l i v a s que no t u v i e r o n éxito de J O R G E N S E N y B L O M S T R A N D y otros^-^ y
1. El cloruro luteocobállico, CI3C0 • 6 N H 3 , compuesto c r i s t a l i n o de color a m a r i l l o i|ii(' no tienen más interés que el p u r a m e n t e histórico. L a teoría m o d e r n a a r r a n c a
n a r a n j a . E l t r a t a m i e n t o de este compuesto en estado sólido con ácido sulfúrico, libe- de la obra de A L F R E D W E R N E R , a l c u a l se le debe no sólo u n a explicación correcta,
r a todo el cloro en f o r m a de ácido clorhídrico y deja u n sulfato de fórmula ( 8 0 4 ) 3 0 0 2 - de l a s propiedades de estos compuestos sino también el h a b e r formulado u n a
• I 2 N H 3 . Cuando l a s a l sólida se t r a t a con C I H n i a u n a 100 «C h a y separación de leoifa que se adelantó e x t r a o r d i n a r i a m e n t e con respecto a los ulteriores a v a n c e s
amoníaco. L a s medidas de c o n d u c t i v i d a d en l a s disoluciones acuosas del compuesto 111 hi química e s t r u c t u r a l y que además es lo suficientemente flexible p a r a a d a p -
i n d i c a n l a presencia de cuatro iones (pág. 211) y el t r a t a m i e n t o de estas disolu- liuse a l a s teorías posteriores s i n alteraciones esenciales.
ciones con n i t r a t o de p l a t a precipita a todos los cloros i n m e d i a t a m e n t e . D e f o r m a interés o r i g i n a l de W E R N E R por los compuestos inorgánicos y l a v a l e n c i a
análoga, e l t r a t a m i e n t o de l a s a l sólida con óxido de p l a t a húmedo, d a u n com- (11 general, le llevó a estudiar los compuestos moleculares que hemos citado. E n
puesto fuertemente básico soluble en agua de composición C o O O H - e N H g , q u t I K U 3 las consideraciones que h i c i e r a c r i s t a l i z a r o n en el t r a n s c u r s o de u n sueño
a l añadirle ácidos regenera sales dé tipo X 3 C o - 6 N H 3 . T o d o lo reseñado i n d i c a l a en una a m p l i a teoría. Se dice que, a l mediodía del día siguiente a s u sueño, W E R N E R
e x i s t e n c i a de u n enlace m u y estable entre el cobalto y el amoníaco. linliia terminado s u comunicación r e v o l u c i o n a r i a * que resumía sus ideas sobre
2. Cloruro roseocobdltico, C l 3 C o - 5 N H 3 - H 2 0 , es u n compuesto c r i s t a l i n o de color liis e s t r u c t u r a s y propiedades de estos compuestos y que abrió u n campo c o m -
de rosa. E l agua presente en este compuesto está r e t e n i d a fuertemente a t e m - lilelamente nuevo a l a investigación. los v e i n t e años que siguieron, W E R N E R
p e r a t u r a a m b i e n t e y sólo se pierde a 100 «C o a t e m p e r a t u r a s más a l t a s , con lo Hc dedicó a probar los postulados de s u teoría original, y así produjo u n a serie de
que se produce el nuevo compuesto ClgCo-ñNHg. L a s medidas de c o n d u c t i v i d a d Investigaciones considerada como clásica. E s significativo que todos los p o s t u -
d e m u e s t r a n también l a presencia de cuatro iones, y que todos los cloros p r e c i p i t a n liidds fueron comprobados e x p e r i m e n t a l m e n t e no sólo por W E R N E R sino por otros
i n m e d i a t a m e n t e por l a acción del n i t r a t o de p l a t a y que por t a n t o son de n a t u r a - iiniclios investigadores t r a b a j a n d o independientemente. L a concesión del premio
leza iónica. A u n cuando este compuesto contiene menos amoníaco que el cloruro Nobel fué u n reconocimiento a s u labor.
luteocobállico, antes citado, sus propiedades se a p r o x i m a n m u c h o a l a s de aquél, Los postulados fundamentales de l a teoría de W E R N E R pueden r e s u m i r s e de
lo que sugiere que entre el agua y el amoníaco de l a molécula existe u n a c i e r t a la siguiente f o r m a :
equivalencia. 1. L o s metales poseen dos tipos de v a l e n c i a , l a l l a m a d a p r i m a r i a ( p r i n c i p a l )
3. Cloruro purpureocobdltico, C l g C o - S N H a , es u n compuesto de color v i o l e t a . I I Videncia ionizable y l a l l a m a d a s e c u n d a r i a o n o ionizable.
Cuando se somete a t r a t a m i e n t o con ácido sulfúrico, este compuesto sólo pierde 2. C a d a m e t a l posee u n número fijo de v a l e n c i a s s e c u n d a r i a s , o índice de
dos átomos de cloro, en f o r m a de cloruro de hidrógeno, quedando u n producto ((loi-diiiación ( v e r n o t a a l pie de l a pág. 1 2 5 ) . Así, por ejemplo, el c o b a l t o ( I I I ) y
de fórmula S 0 4 C l C o - 5 N H 3 , compuesto que en disolución acuosa no d a p r e c i p i - ( I |)latino(IV), poseen seis de estas v a l e n c i a s (o índice de coordinación = 6 )
tación i n m e d i a t a de i o n cloruro con n i t r a t o de p l a t a . L a s medidas de c o n d u c t i - iiileiiLras que el cobre I I , tiene c u a t r o (índice de coordinación = 4 ) .
v i d a d en l a s disoluciones del cloruro purpureocobáltico d e m u e s t r a n l a presencia :\ L a s v a l e n c i a s p r i n c i p a l e s se satisfacen m e d i a n t e iones negativos, m i e n t r a s
de tres iones, y en estas disoluciones sólo dos de los átomos de cloro p r e c i p i t a n (|ue las v a l e n c i a s secundarias pueden quedar satisfechas o por grupos negativos o
i n m e d i a t a m e n t e por acción del n i t r a t o de, p l a t a . E l tercer cloro sólo p r e c i p i t a |i(M- grupos neutros. E n algunos casos, u n determinado grupo negativo puede
lentamente, dejando p a s a r m u c h o t i e m p o ó a ebullición. E l l o i n d i c a dos tipos de .alisfacer a a m b a s , pero en todo caso parece esencial que se satisfaga el índice
c o m p o r t a m i e n t o y por t a n t o de enlace de los átomos de cloro. (le {'oordinación del m e t a l . L o s estudios modernos h a n demostrado que algunos
Además, pueden prepararse dos compuestos relacionados con éstos, uno de i;ni|)os positivos pueden también ocupar posiciones de coordmación.
color v i o l e t a (cloruro violeocobáltico) y otro v e r d e (cloruro praseocobáltico), que 1. L a s v a l e n c i a s secundarias están dirigidas en el espacio alrededor del i o n
tienen los dos l a composición C l 3 C o - 4 N H 3 . L a s c o n d u c t i v i d a d e s de estos c o m - metálico c e n t r a l . A s i , seis de estas v a l e n c i a s se consideran dirigidas h a c i a los vérti-
puestos disueltos i n d i c a n l a presencia de sólo dos iones, y l a s disoluciones de n i - (es de u n octaedro regular c i r c u n s c r i t o alrededor del i o n metálico, m i e n t r a s que
t r a t o de p l a t a p r e c i p i t a n un solo cloro i n m e d i a t a m e n t e . S i n embargo el c o m - 1 i i a i r o enlaces pueden orientarse de f o r m a tetraédrica o p l a n a . E s t e postulado
p o r t a m i e n t o químico de los dos compuestos es b a s t a n t e diferente. permite predecir l a e x i s t e n c i a de u n a serie de isomerías y fué el más difícil de probar.
E s t a información, c o n j u n t a m e n t e con u n a c a n t i d a d ingente de datos seme- - R . ScHWARTz: The Chemistry 0/ the Inorganic Complex Compounds. J o h n W i l e y a n d Sons,
j a n t e s sobre los compuestos correspondientes de p l a t i n o , cromo, etc., se fué a c u - M-w Y o r k ( 1 9 2 3 ) .
m u l a n d o antes de que e x i s t i e r a l a teoría electrónica de l a e s t r u c t u r a del átomo y •' A . W E K N E K : iVeufire Anschauungeií aaf den Gebiete der anorganischen Chemie, V i e r t e Auflage.
de l a formación de enlaces. E v i d e n t e m e n t e se necesitaba u n a teoría que no sólo T, Viewig u. Sohn Braunschweig ( 1 9 2 0 ) .
« A . W E R N E R : Z . anorg. Chem., 3, 2 6 7 ( 1 8 9 3 ) .
\ ( ( I I ; L L E R . —14 ^ ,
210 QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 211
R e a l m e n t e t u v i e r o n que t r a n s c u r r i r diecinueve años antes de que W E R N E R ob- i'Uiidnido, cuando se escriben l a s fórmulas. Así los compuestos que hemos escrito
t u v i e r a pruebas concluyentes p a r a el mismo, m e d i a n t e l a resolución de u n com^ l u d i ' i i o r n i e n t e se representan por
puesto inorgánico e n sus isómeros ópticos previstos (pág. 242.)
L a aplicación de estas ideas a los derivados amoniacales d e l cloruro de co- (:i4Co(NH3)e]; Cl3[Co(NH3),(H20)]; Cl2[Co(NH3)5Cl], Cl[Co(NH3)4Cl2].
balto ( I I I ) y a mencionadas, ilustrará sobre l a u t i l i d a d de l a s ideas de W E R N E R .
(M Inundo el grupo encerrado dentro de u n paréntesis c u a d r a d o como u n i o n e n
S i siguiendo a este a u t o r se representan l a s v a l e n c i a s principales m e d i a n t e líneas
iMilii caso y siendo también de carácter iónico todo lo que está situado fuera d e l
de t r a z o continuo y l a s v a l e n c i a s secundarias m e d i a n t e líneas de puntos, estos
piiit'iilesis. L a porción así encerrada se l l a m a esjera de coordinación. E n l a t a b l a 7.1
compuestos pueden f o r m u l a r s e de l a s siguientes formas:
'le iilili/.a esta notación y se i n d i c a cómo p a r a el p l a t i n o se satisface e l índice de
(11(11 (ÜMüción en sus diversos compuestos, y el efecto que tiene l a e n t r a d a de d i -
1. Cí)Cl3-6NH3 2. C o C l j - S N H j - H j O
T A B L A 7.1
Al.íilINOS D A T O S SOBRE LOS COMPUESTOS D E COORDINACIÓN D E L PLATINO (IV)
(;iJPt(NH3)e] 523 5
(;i3|Fl(NH3),Cl| 404 4
(;i.,|Pt(NH3)4Gl,] 229 3
(;i|Pt(NH3)3Cl,) 97 2
|l't(NH3),Cl4l 0 0
|l'l(NH3)Cl5]K 108,5 2
256 3
I N T E R P R E T A C I O N E S E L E C T R Ó N I C A S D E L O S C O M P L E J O S
TABLA 7.4
L a t a b l a no i n d i c a más que en líneas generales las variaciones de e s t a b i l i d a d . N o
ESTRUCTURAS QUELADAS TÍPICAS (GRUPOS BIDENTADOS)
.^•es absolutamente rigurosa, de modo que se presentan m u c h a s excepciones. P o r
ejemplo, los complejos de l a p i r i d i n a son m u y estables en contraste con los m u c h o s Grupo quelado
"btro'cfáe posea tendencia menor p a r a formar u n complejo dé m a y o r estabilidad. A c i d o s orgánicos dicarboxílicos C.fi,-\o [.M"i(C,0,)3]M3i
lí
I
it
a-hídroxioximas a-benzoinoxima Cl„ Cu"
O-
S-(|uinoleínas 8-quinoleina Ga"i
r>,7-dihalo-8-qiiinoleína
/ 'l
s- CHj
disulfnros orgánicos Ditioétcres (SCN)2 Ni" /
N=C-C„H,
^s- -CHj
a hidroxlloximas cc-benzoinoximas Niii \ /
1 J
Salicilaldoxima
O H
1
n n 1
N=C-
(ilioximas Dimetilglioxima CL Cu"
/ II N = C - C H ,
Cetoxinas ¿H / J
bencil-oxíma Fe" ^ N = C - C e H ,
o-nitrosofenol
\
11 OH
:i. D o s g r u p o s de coordinación
Diaminas Etilendiamina
bles, compuestos que pueden representarse por l a fórm.ula
l Cl3[Coen,]
Propilendiamlna O •
cc.a'dipiridilo fe"
o-fenantrolina t
O
c
/ H
A m i n o piridilos a-piridilhidracina a. Fe"
De f o r m a semejante, a u n cuando los complejos derivados de l a acetona
N H O
\
CH,—C—CH,
220 QUÍMICA INORGÁNICA
COMPLEJOS Y COMPUESTOS D E COORDINACIÓN 221
carecen de i m p o r t a n c i a , los complejos derivados de la acetdacetona
han propuesto otras modificaciones, todos los sistemas modernos contienen lo
O O
suficiente de las ideas de W E R N E R p a r a que s u estudio sea provechoso.
il il
CH3—C—CH^—C—CH3 De acuerdo con el s i s t e m a de W E R N E R , se n o m b r a n por orden el anión y el
son frecuentemente t a n estables que pueden ser v o l a t i l i z a d o s a elevada t e m p e r a - cal ion como s i se t r a t a s e de compuestos simples. A l d a r nombre a u n ion que c o n -
t u r a s i n descomposición. E n éstos y en otros complejos semejantes derivados de It'iiga grupos coordinados estos grupos se mencionan antes que el m e t a l que esté
.otras p dicetonas, l a quelación supone la participación probable de u n a e s t r u c t u r a presente y en el siguiente orden:
enol'* y puede formularse como
R 1. Grupos negativos, añadiendo el subfijo-o, a l a r a i z del nombre del grupo,
|)or ejemplo Cl-(cloro), N 0 2 - ( n i t r o ) , CaOi-^íoxalato), COj-^ícarbonato), C N - (ciano),
\
C=0 S C N - ( t i o c i a n a t o ) , 02-2(peroxo), 0-^(0x0), O H - ( h i d r o x o ) , etc.
2. A g u a , empleando el nombre aquo.
/ ^ 3. D e r i v a d o s del amoníaco, empleando directamente los nombres de las a m i n a s .
HC M-*lx R = C H 3 , C^H,, C,H„ etc.
4. Amoníaco, usando el nombre ammina. •
C=0
E n c a d a caso se i n d i c a el número de grupos que se coordinan mediante los pre-
R lijos di-, tri-, tetra-, etc. Después se n o m b r a el m e t a l mediante el nombre t e r m i -
nado en u n subfijo apropiado. S i el m e t a l aparece en el catión se emplean los s u b -
D e f o r m a semejante, los acetatos tales como el de cobre ( H ) son de carácter salino,
fijos — a, — o, — i , y — e, p a r a i n d i c a r que el m e t a l se e n c u e n t r a en los estados
m i e n t r a s que los correspondientes aminoacetatos tales como el
de oxidación -|- L +2, -f- 3 , y - f 4, respectivamente. P o r o t r a parte, s i el m e t a l
O aparece en el anión se u t i l i z a n estos subfijos terminados en ato a l nombre del m e -
tal. Cuando el compuesto de coordinación es u n no-electrólito, los grupos coordi-
CH„—C nados se n o m b r a n como se i n d i c a antes, pero el nombre del m e t a l se u s a sin sub-
/ \ fijo. E n los complejos polinucleares, es decir, en los que contienen más de u n simple
H,N O ion del m e t a l , se u s a el nombre del grupo coordinado que actúa como puente pre-
• \ cedido por [i.
\
A u n cuando el v a l o r de este s i s t e m a de n o m e n c l a t u r a p a r a l a sistematización
Cu de los compuestos de coordinación no puede negarse, con frecuencia r e s u l t a com-
2 plicado y algunas veces poco específico. P o r ello p a r a vencer algunas de estas
son de carácter covalente. dificultades, el Comité de N o m e n c l a t u r a de l a Unión I n t e r n a c i o n a l de Química
Más adelante consideraremos más extensamente los complejos que contienen ( U . I . Q.) sugirió" lo que podría l l a m a r s e u n «sistema de W e r n e r modificado».
grupos quelados como el e t i l e n d i a m i n a , o x a l a t o y carbonato. Debe indicarse que, Los principios fundamentales piieden resumirse así:^'' ^'
a u n q u e l a m a y o r parte de los aniones con dos cargas, suelen coordinarse con eí
catión c e n t r a l por quelación, algunos, y p a r t i c u l a r m e n t e el sulfato, tienen t e n -
1. Se n o m b r a primero el anión seguido por el catión.
dencia a ocupar u n a sola posición en l a esfera de coordinación. L o s grupos t r i d e n -
2. L o s nombres de todos los grupos negativos t e r m i n a n en — o, m i e n t r a s que
tados y tetradentados son m u c h o menos frecuentes que los b i d e n t a d o s . " L a m a y o r
los de I c " grupos neutros no reciben terminación especial. P o r excepción y respe-
parte de los que h a n sido estudiados son poliaminas, t a l como l a d i e t i l e n t r i a m i n a
t a n d o u n a costumbre establecida, el agua sé l l a m a aquo.
NH3-CH2-CH2-NH-CH2-CH2-NH2 o la trietilentetramina
3. L o s grupos coordinados se e n u m e r a n por el orden: p r i m e r o los grupos nega-
NH2-CH2-CH2-NH-CH2-CH2-NH-CH2-CH2-NH2 tivos y después los grupos neutros.
4. E l estado de oxidación del elemento metálico c e n t r a l se designa m e d i a n t e
L A N O M E N C L A T U R A D E L O SC O M P U E S T O S D E COORDINACIÓN un número romano entre paréntesis. C u a n d o se t r a t a de cationes complejos o de
moléculas n e u t r a s , este número se coloca i n m e d i a t a m e n t e después del nombre del
W E R N E R estableció u n a m p l i o sistema de n o m e n c l a t u r a , " y a u n cuando poste-
riormente se h a visto que era necesario modificar algo este sistema general, y se
" W . P . J O R I S S E N , H . B A S S E T T , A . DAMIENS, 1''. I-ICHTER y H . R E M Y : J . Am. Chem. Soc,
" L . E . M A R C H I : Inorganic Syntlieses, V o l . I I , pág. 10, McGraw-Hül Book Co., N e w Y o r , (1946) 6 3 , 889 (1941).
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2 6 , 520 (1948).
COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN
222 QUÍMICA INORGÁNICA
5
l'.jemplos de casos en los que h a y diferencias en los estados de oxidación son
[CoíNOj),]^ [ C o ( N H 3 ) , N O j 3
IV II II IV
[ P t C l J [Pt(NH3)4] y [ P t C U ] [Pt(NH3)4Cl2]
( P y = p i r i d i n a ) . L a isomería por polimerización n u c l e a r es más r a r a y quizás
IV II II IV
se aprecie mejor con los ejemplos siguientes
[PtCle][Pt(py)4] y [PtCl4][Pt(py)4Cl2]
OH / HO Los isómeros de coordinación p r e s e n t a n l a s m i s m a s diferencias esenciales que
/ ^ los isómeros de polimerización y por l a m i s m a razón.
(NH3)3Co—OH->Co(NH3)3 y X, Co Co(NH3).
\ ¡Hoiiiería de hidratación
HO
OH Como se verá en u n capítulo posterior (págs. 4 4 8 - 4 5 1 ) , el a g u a puede aparecer
n i proporciones estequiométricas en los compuestos, de u n a serie de formas d i s -
OH I l i l l a s . Así el a g u a c o m b i n a d a puede coordinarse a los iones metálicos de l a m i s m a
Br,
(NH3)3Co Co(NH3), 2H2O y Br2[Co(NH3)4(OH)(H,,0] l o n i i a que e l amoníaco, o puede aparecer ocupando posiciones en el retículo cris-
\ Ialiño s i n estar asociada íntimamente a ningún i o n metálico determinado. E s t a s
OH
d i l c i c n c i a s d a n origen a l a formación de isómeros de hidratación, u n fenómeno
como es de esperar dada l a diferencia de ordenación d e n t r o de estos isómeros de del (|ue u n o de los ejemplos mejores es el de los cloruros de c r o m o ( I I I ) h i d r a t a d o s ,
polimerización, e x i s t e n considerables diferencias de propiedades físicas y químicas d r fórmulas C l 3 C r - 6 H 2 0 . Se h a n preparado tres de estos cloruros. U n o de color
entre ellos. violeta que contiene los tres cloros en estado iónico, C l 3 [ C r ( H 2 0 ) 4 ] ; u n compuesto
lie color v e r d e que sólo cede dos cloros en estado iónico Cl2[Cn(H.¿0)5Cl]H20 y
n h o verde, que sólo d a u n i o n cloruro C l [ C r ( H 2 0 ) 4 C l 2 ] 2 H 2 0 . Otros ejemplos de
Isomería de coordinación
rsic tipo de isomería de hidratación son:
E s t e tipo de isomería se p r e s e n t a en los compuestos que contienen coordi-
(.l„|Co(NH3)4(H20)Cl] y Cl[Co(NH3)4Cl2]H20
nados cationes y aniones, cuando se presentan diferencias en l a distribución de
li;,I|Co(NH3)3(H20)2Cl] y • Br[Co(NH3)3(H20) (Cl)Br]H20
los grupos coordinados. C u a n d o i n t e r v i e n e n dos iones metálicos diferentes, los
Hr.,|Co(NH3)4(H20)Cl] y Cl[Co(NH3)4Br2]H20
grupos que ceden pares electrónicos pueden u n i r s e de f o r m a t a l que s u r j a n los
(.l|(:r(py)2(H20)2Cl2] y [Cr(py)2(H20)Cl3]2H2O
COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 229
228 QUÍMICA INORGÁNICA
uno coordinado además u n grupo NO^-; uno de ellos e r a de color rojo y se descom-
También aparecen diferencias bien definidas entre l a s propiedades físicas y IMiiila fácilmente por los ácidos y el otro, de color a m a r i l l o pardo, que e r a resis-
químicas de estos compuestos así como diferencias de color. ten le a la acción de los ácidos. E l compuesto rojo, bien en disolución o en estado i
Nólido, sufría u n a transformación l e n t a , transformándose en e L a m a r i l l o pardo, j
Isomería de ionización I lis dos s u b s t a n c i a s fueron f o r m u l a d a s como
CU[Co(NH3)5(ONO)] Cl2[Co(NH3)5(N02)]
L o s compuestos que t i e n e n l a m i s m a composición estequiométrica pero que Cloruro de nitropentammin cobal-
Cloruro de nitrito pentammin
dan iones diferentes en disolución, se l l a m a n isómeros de ionización. E s t e tipo cobalto(III) - rojo t o ( I I I ) - amariUo-pardo
de isomería tiene como ejemplos típftos el compuesto rojo-violeta S 0 4 [ C o ( N H 3 ) 5 B r ] ((Mnaiido como base el hecho de l a m a y o r e s t a b i l i d a d de los enlaces Co — N
y el B r [ C o ( N H 3 ) 4 S 0 4 ] rojo que d a n r e s p e c t i v a m e n t e el anión sulfato y el bro- V 11 causa de que los complejos que t i e n e n seis enlaces de este tipo con el nitrógeno
m u r o . Otros ejemplos de isomería de ionización s o n :
Hoii de color a m a r i l l o , m i e n t r a s que los que tienen cinco enlaces Co — N y u n
enluce Co - O son de color rojo. W E R N E R " preparó los isómeros análogos
S04[Co(NH3XN03] y N03[Co(NH3)5S04]
C204[Co(NH3),Br] y [Co(NH3)5C304] \[Co(en)2(ONO)J y X Co(en)2(N02)J
Cl[Co(NH3)4(Cl)(NO0] y N02[Co(NH3)4Cl2] X[Co(NH3)2(py)2(ONO)2] y X ;Co(NH3)2(py)2(N02)2]
N02[Co(en)2(Cl) ( N O 2 ) ] y Cl[Co(en)2(N02]
l'-sludios cinéticos recientes sobre l a conversión del n i t r i t o p e n t a m m i n a en el
Br2[Pt(NH3)4Cl,] y Cl2[Pt(NH3)4Br2]
u i l r i i i ) e n t a m m i n a y que se pueden r e a l i z a r midiendo las v a r i a c i o n e s que se p r o -
y l a s series ( S C N ) [ C o ( e n ) 2 ( C l ) (NO^)], C l [ C o ( e n ) 2 ( S C N ) ( N O 3 ) ] y N 0 2 [ C o ( e n ) , ducen en el espectro de absorción,^» a p o y a n l a idea de que e x i s t e n ambos isómeros.
( S C N ) ( C l ) ] . E s notable l a presencia de s u b s t a n c i a s en las que aniones con dos Sin embargo se h a publicado también^" el hecho de que l a s dos s u b s t a n c i a s poseen
cargas n e g a t i v a s ocupan u n a sola posición de coordinación, entre los isómeros de Idén Lieos d i a g r a m a s de difracción de r a y o s X según D E B Y E y S C H E R R E R así como
este tipo.
el mismo espectro de absorción en el u l t r a v i o l e t a y espectros en el i n f r a r r o j o casi
i den lieos, por lo que se h a propuesto que no e x i s t e isomería y sólo e x i s t e l a f o r m a
Isomería estructural o salina uilro. E l color rojo se a t r i b u y e a s u b s t a n c i a de p a r t i d a que no h a reaccionado.
I'',s evidente que habrá que esperar más t r a b a j o s sobre esta cuestión antes de consi-
Se p r e s e n t a l a isomería de este tipo c u a n d o e n u n ligando e x i s t e más de u n
derarla definitivamente resuelta.
átomo que pueda ceder pares electrónicos. H a y u n cierto número de grupos que
pueden presentar este tipo de-¿somería. Así el r a d i c a l t i o c i a n a t o , con l a e s t r u c t u r a
¡Hornería de posición de coordinación
: S : C : N - puede coordinarse o a través del azufre o a través del nitrógeno, a u n iMi los complejos polinucleares, puede suceder que los ligandos se encuentren
l u c s c u l e s en i g u a l número pero que se d i s t r i b u y a n de f o r m a diferente en el c o m -
c u a n d o solamente h a n sido aislados compuestos en los que el enlace tiene l u g a r
plejo con respecto a los dos núcleos presentes. E s t o d a origen a l a isomería por
posición de coordinación. Son ejemplos típicos el
: O :
NH,
a través del nitrógeno. D e f o r m a análoga el i o n tiosulfato : S : S : O :-2 puede ni. \IV
CU (NH3)4Co Co(NH3)2 y el
: O :
O,
u n i r s e a través del oxígeno o d e l azufre, a u n c u a n d o también e n este caso no h a y a asimétrico
sido aislado más que u n tipo de compuesto en que eí azufre actúa cediendo el N H ^ w
par electrónico. También son casos típicos el monóxido de carbono : C : : : O : y I V / \ I I I
el r a d i c a l c i a n u r o : C : : : N :-. A u n cuando estos grupos pueden a c t u a r como CL (NH3)3(Cl)Co Co(Cl)(NH3)3
«puentes», parece que c u a n d o se u n e n a u n solo m e t a l lo h a c e n a través del c a r - \
bono. j O.
simétrico
La situación es algo más c o m p l i c a d a en el caso del ion N O j " , : O : N : : 0 - " A . W E R N E R : Ber., 4 0 , 765 (1907).
B . A D E L L : Svensk Kem. Tid., 5 6 , 318 (1944); 5 7 , 260 (1945); Z . anorg. Chem., 252, 272-
J Ó R G E N S E N " » preparó dos cloruros de p e n t a m m i n c o b a l t o ( n i ) , que tenían c a d a . (11(44).
" T . L E C O M T E y C . D U V A L : Ball. Soc. Chim. [ 5 ] , 1 2 , 678 (1945).
2« S. M . J O R G E N S E N : Z. Anorg. Chem., 5 , 1 4 7 ( 1 8 9 3 ) ; 1 9 , 1 0 9 ( 1 8 9 9 ) . .
230 QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 231
WERNER llamó así a aquellas substancias e n l a s q u e el m i s m o g r u p o está e n - lii existencia d e l a estereisomería fué u n postulado f u n d a m e n t a l e n l a teoría d e
lazado p o r valencias d e diferente tipo (unas veces principales y otras secundarias). \Vi:nNER. L a preparación d e los isómeros c u y a existencia preveía dicha teoría,
Son ejemplos típicos V la evaluación d e s u s propiedades c o n s t i t u y e n los a r g u m e n t o s d e m á s peso eri
WERNER también consideró los isómeros rosa y negro d e fórmula empírica dice d e coordinación, n o h a y posibilidad d e existencia d e estereoisómeros, puesto
X 2 [ C o ( N H 3 ) 5 ( N O ) ] c o m o ejemplos d e este tipo d e isomería, pero los trabajos m á s es imposible q u e los grupos q u e f o r m a n el conjunto adopten m á s d e u n a
recientes,»» arrojan ciertas dudas sobre esta hipótesis (págs. 5 4 1 , 5 4 5 ) . |piisi(ión e n el espacio. E l q u e los grupos se encuentren e n línea recta o e n ángulo
del
^^'fr JX^l^^.^''^''
X 2 [ C o ( N H 3 ) 5 N O ] .
'^'^ f ^ ' ^ P ^ Í [Pt(NH3),] y quizás l a forma rosa y la negra
^
coordinación, l a distribución tetraédrica. S i n e m b a r g o n o p u e d e despreciarse la
P o r o t r a parte, para las substancias de tipo [Maabj] a u n cuando no se prevé meirfa y por lo t a n t o debe esperarse l a e x i s t e n c i a de isómeros ópticos. P o r o t r a
l a e x i s t e n c i a de estereoisómeros p a r a u n a distribución tetraédrica, deben e x i s t i r i m r i c s i l a distribución es tetraédrica e x i s t e u n plano de simetría. E s t o c o n s t i t u y e
los isómeros cis-, trans-, cuando l a distribución de enlaces es p l a n a . Así se deduce lina |(rueba convincente en f a v o r de l a distribución p l a n a .
M M
b a a b '
CIS trans
M- M
d c b b >c d
a b a c a
\ \ \
M M M 'retraédricíi
tiene unido a l amoníaco en posición trans con respecto a l grupo coordinado d, sean tetraédricos, debe esperarse que presenten el m i s m o p a r a m a g n e t i s m o q u e
provoca l a eliminación de este amoníaco a l seguir calentando, p a r a d a r el c o m - cl ion N i ( I I ) sencillo. S i l a distribución es p l a n a , debe esperarse que el i o n c o m -
puesto [Pt(NH3)2Cl2]-//-a/7,s (es decir, alfa). Cuando el i o n [ P t C l J - ^ se t r a t a con plejo sea diamagnético. E l hecho de q u e el ion [ N i ( C N ) 4 ] ^ 2 sea realmente d i a -
amoníaco, penetra u n a molécula de amoníaco en l a esfera de coordinación. L o s iimgnctico i n d i c a c l a r a m e n t e que posee u n a e s t r u c t u r a p l a n a .
cloros que quedan, en posición trans, se d e b i l i t a n m u t u a m e n t e sus enlaces con el Como los enlaces dsp" son más fuertes que los enlaces sp»-' l a distribución p l a n a
platino, de modo que el segundo amoníaco debe penetrar en posición cis con ilchc ser preferida p a r a el N i ( I I ) . Se p r e s e n t a n situaciones semejantes en los c o m -
respecto a l primero, dando el isómero beta. E n general los isómeros cis de este plejos del p l a t i n o ( I I ) y del paladio ( I I ) . S i n embargo, es cierto que también se
tipo poseen momentos dipolares (pág.'169) a c a u s a de l a f a l t a de simetría, m i e n - conocen algunos complejos de N i ( I I ) que son paramagnéticos, tales como el SÓ4
t r a s que los isómeros trans no poseen momentos dipolares por compensación |Ni(NH3)4], S 0 3 [ N i ( N 2 H 4 ) 2 ] o ( N 0 2 ) 2 [ N i ( N 2 H 4 ) 2 ] cuyos momentos magnéticos
interna. «tugieren l a e x i s t e n c i a de enlaces sp».
L a estereoisomería de los compuestos con índice de coordinación c u a t r o . p u e d e I'ls interesante la situación que se presenta con el cobre dipositivo, porque este
estudiarse también a través del concepto de hibridación de orbitales. Como y a ion contiene u n electrón más que el N i ( I I ) . A u n cuando l a configuración electró-
se h a discutido en el capítulo precedente (págs. 184-185) se producen c u a t r o iiicii del C u ( I I ) , t a l como se representa o r d i n a r i a m e n t e
enlaces tetraédricos por hibridación de tipo sp^, m i e n t r a s que de u n a hibridación 4p
3d 4s
dsp^ nacen cuatro enlaces coplanarios (configuración c u a d r a d a ) . E s t o puede a p r e -
o 0 0 0
+2
ciarse en u n d i a g r a m a Cu*' O O O O O
(n-l)rf np HUgiere que debieran producirse enlaces s p ^ P A U L I N O i n d i c a , ' que el paso del
i'iccirón desapareado a u n a o r b i t a l 4 p no requiere consumo de energía apreciable;
M O O O O O o por ello puede producirse el enlace dsp^ que es más intenso. E s evidente que en
csle caso los datos magnéticos no s i r v e n p a r a d i l u c i d a r l a cuestión. S i n embargo,
los estudios m e d i a n t e r a y o s X i n d i c a n " ' que en los complejos del cobre ( I I ) l a
iinicnación de l a s v a l e n c i a s es plana.»*
M o o o o¡o o o oio I Plana ( c u a d r a d o }
\'.n aquellos casos en que no e x i s t a n libres orbitales d, se producirán c o m -
I plejos tetraédricos. E s t o es lo que sucede cOn el berilio ( I I ) , c i n c ( I I ) , cadmio ( I I ) ,
I I
c i c c i e r a . I n f o r m e s más detallados sobre los complejos cuadrados se encontrarán
i'ii (d artículo de M E L L O R . " ' '
índice de coordinación 5.—No se h a establecido con seguridad plena l a e x i s t e n c i a
en el que l a s orbitales se i n d i c a n mediante círculos y los que i n t e r v i e n e n en l a
ilr complejos en que se presente este índice de coordinación. E n los pocos casos
formación de enlaces quedan encerrados por l a s líneas de puntos. E s t e concepto
en (|iie los complejos que parecían presentar esta estequiometría se h a n estudiado
se h a aplicado con singular éxito a los complejos de níquel ( I I ) . R e c o r d a n d o que
c s i r u c t u r a l m e n t e , no se h a n obtenido pruebas de s u e x i s t e n c i a . Así los estudios
el ion níquel dipositivo posee 26 electrones, se puede f o r m u l a r u n complejo t e t r a -
mediante r a y o s X h a n demostrado"" que en el compuesto Cl5Zn(NH4)3, se encuen-
coordinaclo, t a l como el [ N i ( C N ) 4 ] - 2 de u n a de l a s dos formas siguientes
l i a n los iones C L y [ Z n C ^ ] - ^ . D e f o r m a análoga los cristales de C U C o R b j y CI5C0CS3
contienen los iones [CoClj]-^ y C L . " D e f o r m a semejante se h a demostrado que
3d las redes del C l 5 l n ( N H 4 ) 2 - H 2 0 y del C l 5 F e ( N H 4 ) 2 H 2 0 , contienen l a s especies oc-
laédricas [ I n C l 5 ( H 2 0 ) ] ^ y [ C l 5 F e ( H 2 0 ) ] - % " r e s p e c t i v a m e n t e . L a s moléculas
[NiX^]" O O O O O Tetraédrica sencillas del tipo del F e ( C 0 ) 5 , X j T a , X ^ N b , CI5M0, etc., que contienen cinco
grupos unidos a l elemento c e n t r a l , poseen más distribución en f o r m a de bipirámide
I r i g o n a l en estado sólido.
índice de coordinación 6.—Éste es el índice de coordinación más frecuente y
[Nixj" O O O OI© Plana por t a n t o el que h a sido más estudiado. Como p a r a seis ligandos son posibles d i -
•" E . G . C o x y K . C . W E B S T E R : J . Chem. Soc, 1935, 7 3 1 .
E . G . C o x , W . W A R D L A W y K . C. W E B S T E R : .7. Chem. Soc, 1936, 775.
D . P . M E L L O R : Chem. Revs., 3 3 , 137 (1943).
" H . P . K L U G y L . A L E X A N D E R : J . Am. Chem. Soc, 66, 1056 (1944).
E l número de electrones situados en c a d a o r b i t a l se señala por medio de puntos " H . M . P O V E L L y A . F . W E L L S : J . Chem. Soc, 1935, 359.
o de cruces. E n l a distribución tetraédrica, las orbitales 3d no i n t e r v i e n e n y c o n - " H . P . K L U G , E . K U M M E R y L . A L E X A N D E R : J . Am. Chem. Soc, 7 0 , 3064 (1948).
t i e n e n dos electrones no apareados. P o r lo t a n t o , los complejos de níquel que " I . LINDGVIST: Arkiv. Kemi. Mineral. Geol., 2 4 A , 1 (1947).
236 QUÍMICA INORGÁNICA
COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN
férentes distribuciones geométricas en torno a l átomo c e n t r a l , es necesario decidir
cuál debe ser l a configuración preferida. Alrededor de u n átomo o ion c e n t r a l ( M ) Citaremos algunos ejemplos p a r a a c l a r a r l a aplicación de este ci
p'üeden distribuirse seis grupos coordinados o en u n plano (exágono r e g u l a r ) , o iones l ' ' c ( I I ) y F e ( I I I ) tienen las distribuciones electrónicas extern;
eh los vértices de u n p r i s m a t r i g o n a l c i r c u n s c r i t o , o en los vértices de u n octaedro
r e g u l a r c i r c u n s c r i t o . E s t a s ordenaciones, en las que se h a n escrito números corre-
l a t i v o s " p a r a señalar las posiciones de sustitución, serán: 3d 4p
Fe*^ O Q O O O O O O o
Fe*' O O O O O O o o o
or
M M
solamente debe e x i s t i r u n compuesto de cada uno de los complejos que tengan por n
fórmula [Ma^], [Majb] y [ M a b j ] . S i n embargo deben presentarse diferencias i m - [Fe(CN),r O O 0|© CD © © © ©
portantes p a r a los complejos de tipos [ M a i b j ] y [ M a a b J . T a n t o l a distribución ra , I
E n los compuestos exacoordinados de c o b a l t o ( I l ) es necesario que u n electrón iiii'iiDS frecuentes que los que suponen intervención de los iones de los metales
sea promovido h a s t a el n i v e l 4d p a r a que queden libres las orbitales necesarias de Ir.iiisición, se e n c u e n t r a n algunas veces entre los elementos de l a s f a m i l i a s
d^sp". E s t e electrón debe quedar retenido por fuerzas débiles.' E l hecho de que I I I . , I l l b , I V b , V b , V I b y V l l b , del s i s t e m a periódico.
los complejos de c o b a l t o ( I I ) puedan ser oxidados con g r a n f a c i l i d a d p a r a d a r I )ebe indicarse que el enlace en los complejos exacoordinados puede ser más
complejos l i i u y estables del C o ( I I I ) demuestra que esto es a s i . Iónico que covalente. L a s medidas magnéticas se u t i l i z a n algunas veces para es-
liililecer diferencias e n t r e los dos tipos de enlace. Así a u n c u a n d o el momento
T A B L A 7.7 iMiignético del i o n [Fe(CN)g]-» i n d i c a l a presencia de u n solo electrón desapareado
ICN'LACES OCTAÉDHICÜS E N LOS COMPLEJOS EXACOOKDINADOS r l del ion [ F e F j ] - ' i n d i c a l a de cinco electrones y es el m i s m o que el del ion hierro
( I I I ) , antes de f o r m a r el complejo.' P o r t a n t o , los enlaces del segundo complejo
Ion ( ns np nd Mon iónicos. E n este caso no se establece u n a distribución geométrica de los e n -
luces de v a l e n c i a en torno a l átomo c e n t r a l .
I s D M i í H Í A c i s - T R A N S . — S í sc a d m i t e l a distribución octaédrica de los grupos
O o o o o o o o o
1 diñados, no presenta ningún p r o b l e m a l a e x i s t e n c i a de l a s dos formas del
[Cr(NH3)6]*''' I niii|iiicsto Cl[Co(NH3)4Cl2] (pág. 2 0 9 ) . E s t o s dos compuestos pueden formularse
[Cr(CN)6]"' o o o |0 © © © © ©1 r > isómeros cis-, trans*
etc. J 1 orbit.de coordinación octaédrica I
L 1
o o o O o o o o o
[RhCle]"'
tRh(NH3)er' o o o 1© © © © o ©1 Cl Cl
Pt** o o o O o o o o o
[PtCle]'' 1 NH.,
Irans o
[Ptenj]*' • o o o 1© © © © © ©"l Cloruro de | |*'*9 diclorotetram-
min cobalto ( I I I ) - violeta
Cloruro de 1-6 dicloroletrani-
min cobalto ( I I I ) - verde
etc. J j orbit, de coordinación octaédrica'
1.11 isomería cis-trans se e n c u e n t r a también en ciertos compuestos que contienen
o o o O o o o o o O O «nipos bidentados (quelados). Como consecuencia de consideraciones esféricas
liis gniijos quelados solamente se tienden entre posiciones cis. Así el ion [ C o ( N H 3 ) 4
o o o O o ¡ o o © © © ©1 i^<):,|' solamente e x i s t e en u n a f o r m a única, es decir
^orbit de coordinación octaédrica ¡
Ge*' o 0 o O o o O O O © o
[GelCzOjj]"^ o o o o o 1© © © © © ©1 o más simplemente
lorbit de coordinación octaédrica |
u 1
P o r o t r a p a r t e , cuando se presenten dos grupos bidentados, los otros dos grupos /(d/iv, ya ((ue ésta suele ser más estable. U n ejemplo de esto nos lo proporciona
pueden estar entre sí en posición cis o trans 11 fii|.;iiicn(e esquema de reacciones
+
S04lCo(NH3)4(H20)(OH) Cl[Co(NH3)4Cl2]
/
OH
1 C I H collc. a -12»
i / HjO i'.s evidente que l a f a l t a de elementos de simetría de l a f o r m a cis, está i n d u c i d a
Cl3lCo(NH3)4(H20)2| + C l [ C o ( N H 3 ) 4 C l 3 ] >Cl2[Co(NH3)4(H20)Cl]
Serie violeta c i s - (violeo)
|Mii cl grupo e t i l e n d i a m i n a bidentado. D e b e esperarse que se presente isomería
t
ii|ilica en todas l a s s u b s t a n c i a s de t i p o [M(AA)2a2] en que A A representa u n
CIH conc. ( ¡ I I I | ) o bidentado, pero es evidente que no puede presentarse e n s u b s t a n c i a s del
li|io [Ma4b2]±". También es posible que t r e s grupos bidentados den origen a a s i -
i i H Í i í a y a l a aparición de isomería óptica. E s t o es evidente, por ejemplo, e n
C u a n d o u n grupo quelado es reemplazado por dos grupos monodentados, se
( I i o n t r i s ( e t i l e n d i a m i n a ) p l a t i n o ( I V ) , c u y a s formas d- y l- pueden representarse
debe suponer que estos grupos ocuparán posiciones cis el uno con respecto a l
••'•|.'.im
otro. Después es posible que tenga l u g a r u n a transposición p a r a a d o p t a r l a f o r m a
MOIiLLER. " 1 6
QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 243
242
E l otro e r a l a f o r m a ópticamente i n a c t i v a , o mesoforma, por compensación i n t e r n a , . I ( i i d r o de u n a de l a s caras.^^ Como en el caso del índice de coordinación cinco,
que puede f o r m u l a r s e |iiiicce ([ue algunos compuestos de estequiometría d e t e r m i n a d a contienen mezclas
de Iones. Así, por ejemplo, l a r e d c r i s t a l i n a del F , S i ( N H 4 ) 3 contiene [ S i F e ] - ^ y F - . ^ '
+4 Nn HC dispone de datos sobre isomerías
•V-
CO3K2
Cl-Z([Co en)2Cl2]) CO,-{d-[Co(en),CO,])^
CIH
CO^Ag^
CIH
Cl(d-[Co(en)2ClJ).
(¡omplejos internos
" L. E . MARCHI, W. C. FERNELIUS y .L P. MCREYNOLDS: ./. Am. Chem. Snc, 65, 329
(1943).
58 L . E . M A R C H I y J . P . M C R E Y N O L D S : J . Am. Chem. Soc., 65, 333 (1943).
L . E . M A R C H I : .7. A. Chem. Soc, 6 5 , 2 2 5 7 ( 1 9 4 3 ) .
248 QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 249^
-Cl Cl Ch
V o o
I .a distribución de átomos en torno a l a l u m i n i o es tetraédrica. Se h a n dado fórmu-
Fe/3 las semejantes p a r a h a l u r o s tales como el B r ^ A l a , B r ^ A u a y ClgFea. P u e d e incluso
suceder que no se formen moléculas discretas, como sucede por ejemplo en e l clo-
Además, s i el índice de coordinación no es el doble del número de oxidación, los ruro de p a l a d i o ( I I ) , que está formado por cadenas del tipo
r e a c t i v o s que n o r m a l m e n t e darían origen a no-electrólitos, pueden f o r m a r p r o d u c - r Cl Cl Cl Cl-|
tos iónicos. Así el t i t a n i o ( I V ) tiene índice de coordinación seis. C u a n d o esta / \ \ \
substancia se c o m b i n a con u n a p-dicetona, se produce u n a e s t r u c t u r a t a l como Pd Pd Pd Pd
R ^ Lci Cl Cl Cl J
\
\ L a substitución de p a r t e de los halógenos de u n h a l u r o metálico por grupos a l -
C=0 quilos o aritos puede d a r origen a l a formación de complejos p o l i n u c l e a r e s . U n
ejemplo es el dimero del b r o m u r o de d i e t i l o r o ( I I I ) , c u y a e s t r u c t u r a es
CH Ti
rC,H, Br C^H,-!
\^
/
/ Au Au
R 3 _ / \ \
lc,H, Br CaH,-!
en l a que quedando satisfecho el índice de coordinación del i o n metálico deja u n a
D e f o r m a semejante, l a adición de grupos coordinados d a l u g a r a veces a l a
de s u s v a l e n c i a s p r i m a r i a s s i n satisfacer, dando así origen a u n catión. L a s subs-,
formación de h a l u r o s polinucleares. Así, h a n sido c a r a c t e r i z a d o s u n a serie de
t a n c i a s de estos tipos son denominados a veces complejos de segundo orden.
compuestos de fórmula general C l a P t - A , siendo A = P R 3 , A s R j , C O , C j H , , CI3P,
8» H . A. LIEBHAFSKY: J . Chem. Education, 23, 3 4 1 (1946). " F. G. MANN: Ann. Reports, 3 5 , 148 (1938).
250 QUÍMICA INORGÁNICA COMPLEJOS Y COMPUESTOS DE COORDINACIÓN 251
l^(OCH3)3, etc. E s t a s s u b s t a n c i a s poseen e s t r u c t u r a s polinucleares correspon- ///.r = 6 Ó 12 que se l l a m a n ácidos-6 y ácidos -12. L a f r e c u e n c i a c o n que se p r e s e n t a n
dientes a l a fórmula general i'slas relaciones y el éxito constante de l a teoría de W E R N E R a l e x p l i c a r otros c o m -
-A Cl Cln |uu'stos complejos, h i c i e r o n que M I O L A T I y R O S E N H E I M , * ' ' s u g i r i e r a n que l a s molécu-
\ \ / las de anhídrido condensadas se m a n t i e n e n u n i d a s a l átomo c e n t r a l por enlaces
Pt Pt (•(Ku-dinados. Se considera que de c a d a elemento no metálico ( X ) d e r i v a u n ácido,
llunuido ácido padre, como producto de u n proceso de hidratación del anhídrido
Cl Cl • A J que tiene seis átomos de oxigeno coordinados a l átomo c e n t r a l , es decir, u n a subs-
l u u c i a de fórmula [ X 0 e ] H i 2 . n en q u e ' n es e l estado de oxidación de X . L o s hetero-
Los átomos situados alrededor de c a d a átomo de platino se e n c u e n t r a n en uií poliácidos r e s u l t a n por u n proceso de substitución p a r c i a l o t o t a l de estos oxíge-
plano. Se conocen compuestos análogos a éstos en el caso del paladio, cinc, cadmio, ru)s por grupos e q u i v a l e n t e s simples, tales como el MoO^^^, WO4"'' o V O 3 " , o por
mercurio, cobre, etc. L o s «dihaluros» de molibdeno, de fórmulas Cl4[MOeCl8] y grupos dobles hipotéticos como el Mo^O,-^, W^O^-^ ó VaO^ ^ o por coordinación
Br4[Mo6Br8] son también ejemplos característicos. También pueden presentarse de las moléculas de anhídrido M0O3, WO3 ó V 2 O 5 / 2 a dichos oxígenos. D e esta
como «puentes» en lugar de halógenos grupos pseudohalógenos (págs. 4 1 9 - 4 3 3 ) forma se d e r i v a n series de ácidos-6 y -12, límites, t a l como se i n d i c a en l a t a b l a 7.9,
tales como el c i a n u r o . uumteniendo fijo el índice de coordinación de seis p a r a todos los átomos centrales.
T.VHI.A 7 . 9
L o s poliácidos y sus sales
Los IIETF.UOI'OLIÁCIDÜS SEGÚN -MlOLATI Y l\OSE.\lIEIM
P o r Último y esto es de l a máxima i m p o r t a n c i a , se e n c u e n t r a c o n t r a l a teoría •.c c o m o válidas, a l menos para las s u b s t a n c i a s en estado c r i s t a l i n o . D e s g r a -
esbozada el hecho de que cuando se h a n determinado l a s e s t r u c t u r a s de estos 1 nulamente, s i n embargo, sus resultados no concuerdan con l a composición de
compuestos, h a n resultado estar en desacuerdo c o n l a s fórmulas p r e v i s t a s . L a s liih substancias en disolución. T a m p o c o d a n u n a explicación s a t i s f a c t o r i a de l a
ideas de M I O L A T I - R O S E N H E I M pueden considerarse pues como p r i m e r a s a p r o x i - existencia de los ácidos-6.
maciones pero a v a n z a n poco más. L o s heteropoliácidos y sus sales se obtienen en general por combinación d i -
O t r a a l t e r n a t i v a es l a propuesta por P F K I F F E R , " " quien sugirió que a l añadirse i i ' c L ' i de sus componentes, seguida de cristalización, jirecipitación o extracción
al ácido padre hipotético [ X O s J H i a . , , , las moléculas M 0 O 3 o W O 3 , quedan coordi- l i a r a separarlos.
nadas alrededor del anión c e n t r a l X O g en u n a segunda c a p a , dando por ejemplo 2. Los isopoliácidos.—La situación en los isopoliácidos es m u c h o más confusa
el [ X 0 6 ( W 0 3 ) i 2 ] H i 2 _ n . E s t a idea puede considerarse p r e c u r s o r a de los conceptos des- (|iie e n los heteropoliácidos. C O P A U X y M I O L A T I , * ^ propusieron l a idea de que de-
arrollados por P A U L I N O y K E G G I N S sobre l a distribución c r i s t a l i n a en los 12-hete- l i l a i i ser considerados como derivados de u n hipotético «acuato» [ H j O g J H i o , por
ropoliácidos. A p a r t i r de datos obtenidos mediante el estudio con r a y o s X , P A U - Mihstitución de los átomos de oxígeno por grupos Mo04-^, o W O i " ^ o por coordi-
LINO»^ llegó a l a conclusión de que habiendo suficiente espacio en torno a u n mo- n a c i ó n de grupos M 0 O 3 o W O 3 . E s t o conduce también a las series límites 6- o 12-,
l i b d e n o ( V I ) o a l v o l f r a m i o ( V I ) p a r a que e x i s t a u n octaedro de iones óxidos, | i c i d también en este caso, r e s u l t a que r a r a vez los polimolibdatos o p o l i w o l f r a -
los 12-ácidos deben estar constituidos por doce de tales octaedros MoOg ó W O , inatos responden a estas fórmulas sencillas. Se puede p r e p a r a r g r a n v a r i e d a d de
ligados m u t u a m e n t e entre sí por l a posesión en común de tres vértices. L o s t r e s c s l o s compuestos según el p H de l a disolución de que se a i s l a n . P o r ejemplo, cuando.,
vértices no compartidos son ocupados por iones hidrógeno p a r a d a r grupos neutros Iii disolución de u n m o l i b d a t o n o r m a l , se v a t r a t a n d o con cantidades crecientes
estables tales como el M o i 2 0 i 8 ( O H ) 3 e o el •W,20i8(OH)36. E n el centro de esta orde- de ácido, se producen fenómenos de condensación, con formación de u n cierto
nación se coloca el grupo X O 4 , p a r a d a r u n conjunto que puede esquematizarse así: i i i i m e r o de polianiones de complejidad creciente. E s t o s fenómenos h a n sido e s t u -
d i a d o s por J A N D E K y sus c o l a b o r a d o r e s , " en función de los pesos iónicos, coefi-
rientes de difusión y c o n d u c t i v i d a d e s de l a s disoluciones a l v a r i a r los p H . L o s
resultados que obtienen se pueden e x p r e s a r mediante el esquema (en el que los
números sobre l a s flechas i n d i c a n el p H )
Sin embargo esta idea es pur'amente e s p e c u l a t i v a y seria deseable u n a confirmación liles son las f t a l o c i a n i n a s metálicas (pigmentos); las lacas metálicas (tintorería)
de éste y de otros puntos que h a n sido señalados antes. V los ciano-complejos ( m e t a l u r g i a , g a l v a n o t e c n i a ) .
.'i. L a Química analítica, puesto que m u c h a s operaciones c u a l i t a t i v a s y c u a n -
DETECCIÓN D E L O S I O N E S C O M P L E J O S E N DISOLUCIÓN l l l i i l i v a s se b a s a n en l a formación o en las propiedades de los derivados de coordi-
uiiiión de los iones metálicos.
Como y a se h a indicado (pág. 2 0 7 ) las especies complejas que e x i s t e n en estado
sólido, no son necesariamente idénticas a las que e x i s t e n en disolución. E n algunos REFERENCIAS COMPLEiMENTARIAS
casos se tienen pruebas evidentes de l a presencia de iones complejos en disolución,
S, W i a t N K n : Neuere Auschauungen auf dem Gebiete der anorganischen (Chemie, Vierte Auflage.
aun cuando sea imposible p r e p a r a r compuestos sólidos que los contengan. E l e s t u -
'I', V i e w i g u . S o h n , B r a u n s c h w e i g ( 1 9 2 0 ) .
dio de estas s u b s t a n c i a s se l i m i t a a l a aplicación de métodos físicos que p e r m i t e n H Si:ii\vAHT7, ( t r a n s l a t e d b y L . W . B a s s ) : The Chemistry of the Inorganic Complex Compounds.
establecer l a composición y e s t a b i l i d a d de las m i s m a s . N o cae dentro de los lími- luliM W i l e y a n d S o n s , N e w Y o r k ( 1 9 2 3 ) .
tes de este libro l a consideración d e t a l l a d a de estos métodos, pero entre los c a m i - M V V H I N I . A N D : Einführung in die Chemie der Komplex-Verbindungen, 2 . * E d . , V e r l a g v o n F.
nos que se siguen más frecuentemente, deben citarse los siguientes: \:iikv, S l u t t g a r t ( 1 9 2 4 ) .
l l , ' I ' . M D M Í Í A N y F . H . . B U R S T A L L : Inorganic Chemistry. A Survey of Modern Developmenls, Gap. '
Mil. W. Heffer and Sons, L t d . , Cambridge (1936). ( L a m a y o r parte del libro).
1. Medidas de espectros de absorción. M I M , , 1 . S U T H E R L A N D : E n F R I E N D , A Textbook of Inorganic Chemistry, V o l . X . Charles Griffin
2. Medidas de espectros R a m a n . Mili! C o . , L t d . , L o n d o n ( 1 9 2 8 ) .
.'5. E s t u d i o s de índices de refracción. I I , , 1 . lÍMEi.Eus y . 1 . S . A N D E R S O N : Modern Aspeéis of Inorganic Chemistry, Cap. I V . D. V a n
Niisirand Co., N e w Y o r k (1938).
4. Medidas de c o n d u c t i v i d a d .
\, M A H I - E L L y M . C A L V I N : Chemistry of the Metal Chelale Compounds. Prentice-Hall, New
E s t u d i o s de transporte. York (1952).
6. Medidas de fuerzas electromotrices y polarográficas. \, I ' ' I , ; M N E L I U S : Chemical Architccture ( R . E . B u r k y O . G r u m m l t t , E d . ) ,Cap. I I I . Interscience
7. Valoraciones amperométricas. l'iilillshers, N e w Y o r k (1948).
M N . K I : I . L E R : « T h e G o o r d i n a t i o n T h e o r y a n d C o o r d i n a t i o n C o m p o u n d s of t h e P l a t i n u m G r o u p
8. pH y s u m e d i d a .
M r l a l s » , J . Chem. Education, 1 8 , 134 (1941).
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10. E s t u d i o s de diálisis. M ,S. N Y I I O L M : « R e c e n t S t e r e o c h e m i s t r y o f t h e G r o u p V I I I E l e m e n t s » , Quart. Revs., 4 , 3 2 1 ( 1 9 4 9 ) .
11. E s t u d i o s de s o l u b i l i d a d . I I I I I Í I I M U M : « O n t h e T e n d e n c y of M e t a l l o n s t o w a r d C o m p l e x F ' o r m a t l o n » , Chem. Revs., 4 6 ,
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12. Evaluación de momentos magnéticos..
. S v i i i p o s i a o n C o m p l e x I n o r g a n i c C o m p o u n d s » , Cliem. Revs., 1 9 , 5 5 - 1 0 0 ( 1 9 3 6 ) ; 2 1 , 1-128 ( 1 9 3 7 ) .
13. Coeficientes de reparto entre disolventes no miscibles. • r i i p e r s p u b l i s h e d i n h o n o r o f t h e s e v e n t y - f i f t h b i r t h d a y o f P . P f e i f f e r » : Angew. Chem., 6 2 ,2 0 1 -
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1 I I N I ) ( , > V I S T : « S o m e N e w A s p e c t s o f t h e P o l y m o l y b d a t e s » , Nova Acta Regiae Soc. Sci. Upsalien-
CONCLUSIÓN I IV|. 1 5 , N.» 1 (1950).