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Secretaría de Educación en El Estado Universidad Pedagógica Nacional Unidad Upn 162

Este documento describe una propuesta para fomentar habilidades de pensamiento en niños de preescolar a través de las ciencias naturales. La autora realizó un diagnóstico que identificó agresividad como la problemática principal en el grupo. Luego describe el contexto social y la escuela donde se llevó a cabo el proyecto. Finalmente, presenta un enfoque teórico-metodológico basado en la observación, formulación de hipótesis e experimentación sencilla para desarrollar habilidades a través de actividades que
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Secretaría de Educación en El Estado Universidad Pedagógica Nacional Unidad Upn 162

Este documento describe una propuesta para fomentar habilidades de pensamiento en niños de preescolar a través de las ciencias naturales. La autora realizó un diagnóstico que identificó agresividad como la problemática principal en el grupo. Luego describe el contexto social y la escuela donde se llevó a cabo el proyecto. Finalmente, presenta un enfoque teórico-metodológico basado en la observación, formulación de hipótesis e experimentación sencilla para desarrollar habilidades a través de actividades que
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SEE

SECRETARÍA DE EDUCACIÓN EN EL ESTADO


UNIVERSIDAD PEDAGÓGICA NACIONAL
UNIDAD UPN 162

“Cómo Propiciar Habilidades de Pensamiento en los Niños


de Preescolar a Través de las Ciencias Naturales”

ZAMORA, MICH., AGOSTO 2006


SEE
SECRETARÍA DE EDUCACIÓN EN EL ESTADO
UNIVERSIDAD PEDAGÓGICA NACIONAL
UNIDAD UPN 162

“Cómo Propiciar Habilidades de Pensamiento en los Niños


de Preescolar a Través de las Ciencias Naturales”

Propuesta de Innovación Versión Acción


Docente, que para Obtener el Título de:
Licenciada en Educación

PRESENTA

ZAMORA, MICH., AGOSTO 2006


D E D I C A T O R I A S

A mi esposo ADRIÁN, mi eterno amigo


y acompañante, por su amor, paciencia
y su entrega desinteresada al
ayudarme en todo momento en la
formación, continuación y culminación
de mi licenciatura y a mis hijos, JOHAN
MAURICIO Y GEOMARA, por toda su
paciencia, comprensión y por haber
dejado de convivir un largo tiempo en
familia, sin reclamos, sin comentarios.

A mis alumnos, porque gracias a ellos,


a sus cuestionamientos, al interés de
conocer y aprender Ciencia, logré mi
objetivo.

A LA UNIVERSIDAD PEDAGÓGICA
NACIONAL UNIDAD 162, A TODOS Y
A CADA UNO DE MIS ASESORES,
Que demostraron con su gran
capacidad de entrega, el conocimiento
y formación académica a mi labor
educativa. GRACIAS POR TODO
ÍNDICE
Pág.

INTRODUCCIÓN

CAPÍTULO 1. DIAGNÓSTICO
1.1 Diagnóstico Pedagógico………………...................................... 11
1.2 Problemática Pedagógica…………........................................... 15
1.3 Problemática Específica………………...................................... 17
1.4 Delimitación………………………………..................................... 19
1.5 Justificación………………………………………………………… 21
1.6 Propósitos……………………………………................................ 22

CAPÍTULO 2. CONTEXTO SOCIAL


2.1 Comunidad…………………………………................................... 24
2.2 Escuela………………………………………………………………. 27
2.3 El Grupo…………………………………….................................... 29
2.4 Influencia de la Problemática……………………………………. 30

CAPÍTULO 3. ENFOQUE TEÓRICO METODOLÓGICO


3.1 El Proyecto………………………………………………………….. 33
3.2 Marco Teórico y Conceptualización…...……………………….. 37
3.3 Teoría Sustentable………………………..................................... 46
3.4 Fundamentación de la Metodología…………………………….. 54
Pág.

CAPÍTULO 4. APLICACIÓN DE LA ALTERNATIVA DE INNOVACIÓN


4.1 Planeación de la Estrategia………………………………………. 63
4.2 Redacción de la Aplicación………………………………………. 65
4.3 Estrategias e Instrumentos Aplicados…………………………. 92
4.4 Evaluación de la Alternativa……………………………………… 96
4.5 Propuesta de Innovación…………………………………………. 98

CONCLUSIONES………………………………………………………………... 101

BIBLIOGRAFÍA………………………………………………………………….. 103

ANEXOS
INTRODUCCIÓN

En educación pr e e s c ol ar es mu y i mp o r t a n t e p r o pi ci a r el

d e s a r ro ll o d e h a bili d a de s d e p e n s ami e n t o ; p a r a la e n se ñ a n z a d e l a

c i e n ci a s e r e q ui er e c on o c e r al niñ o y p a r ti r d e s u i n na t a cu ri o si d a d,

o r ie n t ar lo e n l a b ú s qu e d a d e r e s pu e s t a s d e t o do a q u ell o q ue le

i n q uie t a en s u e n t or n o . Es mu y imp o r t a n t e c o n si d e ra r q u e to me

c o n c i en ci a d el mu n d o f í s i c o y bi ol ógi c o q ue le r o d ea , a p a rt ir d e l a

o b s e r v a ci ó n y d e l a e xpl o r a ci ón d e l me d i o a mb i e n te i n me d i a t o .

Cu a n t a s v e c e s n o h e mo s v i s t o a l o s p e q u e ño s i n d a ga r s o br e l o qu e

e xi st e d e b a jo de las pi ed r a s y los ri n c on e s , c ó mo observan

d e t e ni d a me n t e e l pa s o d e l a s ho r mi g a s p o r el ja r d í n , l o s c olo r e s d e

las fl o re s , etc. Si e mp r e q u ie r e n s a b e r qué s u c ed e y por qué,

c o n f o r me p a s a el ti e mp o v a n a dq ui ri en d o s u h a bili d ad de o b se r v a ci ó n

y p e r c e p ci ó n d el mu n d o ; e l ni ñ o que v i v e e s t a f a se e s u n in di vi d u o

a p t o p a ra a p re n d er me d i a n t e l a e xp e r i me n t a c ió n . Sin q u e s e b u s q u e

h a c e r d e él u n ci e nt í fi co p ro f e si o n al , l o ci er t o e s q u e p ue d e re ali za r

los pri n ci p al e s pasos del mé t o d o ci e n t í fi co si n ma y o r e s

c o mp l i ca ci o n e s y a t r a v é s d e ello s l o s al u mn o s d e s a r r oll a n un

p e n s a mi e n t o qu e l e s p e r mi t e r e s ol ve r pr o bl e ma s c o t i di an o s de u na
f o r ma r e f l e xi v a y cr í ti c a , y c o nc l ui r en un a p r en di z a je má s

si g ni fi cat i vo .

Al i ni ci o d e e s t e tr a b a jo s e pla n e ó ll e v ar a ca b o a c ti vi da d e s

r e f e r en t e s al f o me n t o d e l o s v al ore s d e a mo r y r e s p e t o p o r l a

c o n s t a n t e a gr e si vi d a d q u e s e p re s e n ta b a e n e l g ru p o q u e a ti e nd o , s in

e mb a r g o p o r mo t i v o s qu e me f u e r o n imp o r t a n t e s y d e l o s c u al e s h a r é

me n c i ó n , se o p tó por el a pr e n di za je de las cie n ci a s n at u r al e s

me d i a n t e l a f or mu l a c i ón d e hi p ó t e si s a t r a v é s d el a c e r ca mi e n t o a l a

c i e n ci a.

Pa r a e ll o f u e n e c e s ari o t o ma r mu y e n c u e n t a l a s c o n ti n u a s

p r e g u n ta s q u e r e ali z ab a n l o s al u mn o s , la s c u al e s d e s e n ca d e n ar o n

e xp e r i me n t o s i n t er e s a n t e s para ello s , con lo s que se tr a t ó de

e s t i mu l a r el d e s ar r oll o de c a pa cid a d e s , a c ti t u de s y h a bi li da d e s

a p r o v e c ha n d o l a cu ri o si d ad c a r a ct e riz a d a p o r lo s ni ñ o s p r e e s co la r e s .

De ma n e r a q u e lo s p e q u e ño s o b s er v a n , c u e s ti o na n , f o r mu l a n

h i p ót e si s y e xp lo r a n s o b r e el mu n d o q u e l e s r o d ea , p ro pi ci a n d o l a

r e ali z a ci ó n de e xp e r i me n t o s se n cillo s, lo s cu al e s pe r mi t e n se r u n

i n s tr u me n t o n e c e s a ri o d e n u e va s bú s q u e d a s d e r e s p ue s t a s y g u í a
p a r a el d e s ar r oll o de h a bili d a d e s a t r a v é s d e a c ti vi d ad e s q u e l o s

a c e r q u e a l a e xp e ri me n t a c i ó n en l a s c i e n ci a s.

L a o b s e r v a ci ó n , el c u e s ti o na mi e n t o y l a f o r mu l a c ió n d e h ip ó t e si s

ju g a r o n u n p a p el mu y i mp o r t a n t e e n l a r el a ció n d e e s t e t r a ba jo ,

c u a n d o l o s p e q ue ñ o s me c o me n z a r o n a c u e s ti on a r d e ¿ Por q u é h a c er

e r u p ci ó n u n v ol c án ? ¿ Có mo l a b a s ur a s e ha c e c o mp o s t a ? ¿ Po r q u é

ll u e v e? ¿ Q u é e s u n e xp e r i me n t o ? . . . A t r a v é s d e l a s pr á c ti c a s q ue

e ll o s hi ci e r on se d e s e n c a d en a r o n otras p r e g u n ta s las c u al e s

c o n d u je r o n a la f or mu l a c i ón d e nu e v a s hi p ót e si s , si t ua c ió n qu e

p r o pi ci ó el f or t al e ci mi e n t o de hab ili d a de s que f a vo r e ci er o n las

c a p a c id a d e s co g ni ti va s en el p ro c e s o d e a p re n di z a je .

El p a pel q u e ju e g a l a ed u c a d or a a l r e ali z a r la s a c ti vi d ad e s , e s

d e s u ma i mp o r t a n c ia y a q u e c on d u ce a l o s alu mn o s a ma n t e n e r u n a

o b s e r v a ci ó n má s d e t a ll a d a s o br e lo s o b je t o s y f e n ó me n o s que

o c u r r en e n s u e nt o r n o, f u e n e ce s a ri a l a el ab o r a ci ón d e e s tr a t e gi a s y

a c t i vi da d e s c o n el p ro p ó si t o de s e gu i r p r o mo v i e n do s u c ur io si d a d e

i n q uie t u d po r c o no c e r co s a s n u e va s

Un a d e l a s mo d a li d a d e s má s u t ili z ad a s p ar a l a r e ali z a ci ón d e

e s t e t r a b a jo f u e r o n l o s p r o y ec t o s , á r e a s d e t r a ba jo y t a l l er e s q u e
desencadenaron los experi mentos d e acuerdo a los contenidos en

Ciencias Naturales, ya que a través de ellos se propicia que los

alumnos busquen respuestas a su s du das y curiosidad, ésto los llevará

al descubrimiento de fenó menos q ue ya existían pero que eran

descubiertos por ellos en esos mo men tos.

En el primer capítulo se habla del “Diagnóstico Pedagógico”, el

cual me llevó a conocer la problemática existente en los alumnos de 3 °

“A”, fue diagnosticada en base a los ca mpos for ma tivos que pide el

nuevo programa de Educación Preescolar 2004, dando como resultado

final la agresividad.

En el segundo capítulo se describe el contexto social en el cual se

encuentra el Jardín de niños “Gabriela Mistral” que fue donde se

presentó el proyecto de “Ciencias Naturales”, así mis mo se habla de la

Institución y de la influencia de la problemática del grupo.

Para el tercer capítulo se menciona el tipo de proyecto a llevar,

siendo éste “Acción Docente”, y un marco teórico que me conduce a la

metodología aplicada en dicho proyecto.

En el cuarto y último capítulo, se d a a conocer la “Propuesta,

Aplicación y Evaluación” del proyecto en el área de Ciencias Naturales,

en donde los niños jugaron y experi me ntaron a ser científicos.


1.1 DIAGNÓSTICO PEDAGÓGICO

El n u e v o p ro g r a ma d e e d u c a c ió n pr e e s c ol a r en t r a e n vi g or a

p a r ti r del ci c lo e s c ol ar 2 0 0 4/ 2 0 0 5 .

Su p r in c ip al o b je t i vo e s c o n tri b ui r a la c a li da d d e l a e xp e r i en ci a

f o r ma t i v a de lo s n iñ o s . Se s u gie r e c o mo i n i ci o el ab o r ar un

d i a gn ó s ti c o p a ra c o n o c e r l o s r a s go s d e l d e s ar r oll o i n f a n til má s

s o b r e s ali e n te s y dar i n f o r ma c i ó n b á s i ca de los pr o c e s o s de

a p r e n di z a je e n r el a ci ó n c on l o s c a mp o s f o r ma t i v o s q u e c o n ti e ne .

Pa r a hacer una d es c ri p ci ó n má s d e t al la d a d el di a g nó s ti c o

r e ali z a d o e n c ad a u n o d e l o s c a mp o s f o r ma t i v o s q u e i n t e gr a n el

n u e v o pr o g ra ma d e Ed u c a ci ó n Pr ee s c o l ar 20 0 4 , c o n si d er o qu e el

p r o p ó si t o f u nd a me n t a l e s q u e a t r a vé s d e e s t e d i a g nó s ti c o s e t o me n

e n c u e n t a l o s c o no c i mi e n t o s p r e vi o s q u e c a ra c t e ri za n l a s h ab ili da d e s ,

d e s t r e z a s , f a c t o re s s o ci al e s y cul t u r al e s y sa b e r e s d e l o s n iñ o s .

LOS C AMPOS FORM ATIVOS S O N:

Û De s a r r oll o pe r s o nal y so ci al .

Û L e n g u a je y c o mu n i c a c ió n .

11
Û Pe n s a mi e n t o ma t e má t i c o .

Û Exp r e s i ó n y a pr e ci a ci ó n a r t í s ti c a .

Û D e s a r r ol l o fí s i co y s al u d .

Û Exp l o r a c ió n y c o no ci mi e n t o d el mu n d o .

El g r u p o e s 3 ° “ A” , e s t á f or ma d o p o r 3 0 a l u mn o s , 1 2 n i ñ a s y 1 8

n i ñ o s, c o n e d a d e s q u e f lu c t ú a n e n t re 5 a ñ o s 6 me s e s a 6 a ñ o s. El

s a l ó n e s t á di se ñ a d o p a r a a t e n de r u n c u p o d e 30 al u mn o s , s e c u e n t a

c o n mo b i li a ri o ad e c u a do , e xi st e u na g r a n v a ri ed a d d e ma t e r i ale s

e d u c a ti v o s y di d á c ti c o s que so n apoyo y c o mp l e me n t o , para

d e s a r ro ll ar l a s di f er e n t e s c o mp e t e n c i a s qu e i n t e gr a n e s to s c a mp o s

f o r ma t i v o s y a s í da r un me jo r d e s a r r oll o af e c ti v o , s o cia l, f í si c o e

i n t el e ct u al .

Co me n z a r é p or de s c ri bi r l o ob s e r v ado e n el c a mp o d e de s a r rol lo

d e l l e n g ua je , d e t e c t é e n l o s ni ñ o s q ue al dir igi r s e a p edi r me u n a h o ja ,

u n l ápi z , o al p r eg u n t ar q u e dí a e r a ho y , o me d i je r a n s u n o mb r e , n o t é

q u e al g un o s pr e s e n ta n di fi c ul ta d par a e xp r e s a r s u s i de a s en f or ma

c l a ra y c o h er e n t e , ot r o s po c o s n e c esi t a n a y u d a al e s tr u c t ur a r s u s

p a l ab r a s y h u b o a q ui en e s le s r e s ul ta d i f í cil p r on u n ci a r l a “r , t , d , s ,

x” , a p e r o e s o si p a r a d e ci r pal a b ra s a l ti s o na n t e s se pi n t a n s ol o s .

12
En el c a mp o de p e n s a mi e n t o ma t e má t i c o me d i a n t e la s

a c t i vi da d e s pr o p u e st a s me p u d e da r c u e n ta q u e l a ma y o r í a s e

e n c u e n t ra e n el i ni ci o d el c o n te o y la r e p r e se n t a ci ó n i cón i ca , p o r l o

t a n t o h a y q u e tr a b a ja r c o n ju e g o s n umé r i c o s .

Pa r a e l c a mp o f o r ma t i v o , d e s a r r ollo f í s i c o y s al u d , al gu n o s

l o gr a n i d e n ti fi c ar la s p a r t e s q ue i nt eg r a n s u c u e r po , p e r o re f e re n t e a

u b i c a ció n e sp a ci al y t e mp o r a l ne c e s i ta n a yu d a , s in de ja r de

me n c i o n a r s u l a t er ali d a d . As í mi s mo s e d e t e c t ó qu e al g un o s t o ma n

l a s t i je r a s co n l a ma n o d e r e c h a co n s u s de d o s a n ul a r e ín di c e ,

d i fi c ul tá n d o s el e s u n p o c o , 3 al u mn o s s o n z u r do s ; e n c u an t o a s u

agudeza vi s u al y a ud it i va lo s encontré p e r f e c ta me n t e bien,

r e p r o du je r o n s o ni do s e i de n ti fi c a ro n o b je t o s y p ai s a je s d e di f er e n te s

á n g ul o s .

Du r a n t e el t ra n s c u r s o d e lo s p ri me r o s d í a s i ni ci al e s al i ni ci o d el

p e ri o d o e s c ol ar me p u d e d a r c u e n t a q u e e n e l c a mp o d e d e s a r r o llo

p e r s o n al y s o ci al h a b í a mu c h o p o r t r a b a ja r , s e r e al i za r o n v a ri o s

ju e g o s de i n t e gr a ci ó n g r u pal y mi p r i me r d ia g n ó s ti c o fue la

d e s i nt e g ra c ió n s o ci al , d u r a nt e u n a s e ma n a r e g i s t r é q u e h a b ía mu c h a

a gre sivid ad de p art e de algu no s niño s c o n su s co mp a ñer os , mo s tr and o

13
mu c h a carencia de v al or e s c omo : el respeto, c o o pe r a ci ón

p a r ti ci p a ci ó n y c o r t e sí a .

L os alu mn o s n o mo stra ba n el mí ni mo in ter és p or re sp eta r su s

p ert en en cias e in clus o lle gar on a ven ta r la s de su s co mp a ñer os , l o que

d esen cad en aba di sgu st os y f re cue nte s pele as, al gr ad o d e golpe ar y

d ecir pala bra s altisona nt es, in cluso yo mi sma f ui ví cti ma d e r ecibir un a

g ro ser ía a c a mbio de un hala go, c uand o s e r ealiza ba algun a a cti vida d,

lo s mi s mo s niño s l es ra ya ban lo s tr aba jo s o ro mp í an el pro pio

a rgu me n ta ndo : “ no quier o h acerlo” o “ no me g u stó ”. No l es gu st aba

r espet ar la s re glas del salón ; al t o ma r el ma teri al co n el c ual

t rab a jab an n o lo r egr esa ba n a su lug ar , e in clu so , lleg ab an a a ven tarl o

y c on é st e g olpe ar a algún c o mp añ ero , mu y f re cue nt e me nt e lo tira ban

p or el s alón , varia s ve ce s le s co me n té q ue no se l es pr estar ía má s , si

no estaba en su lugar al terminar de usarlo, pero no respetan las reglas.

Con ba se en lo que se re gist ró e n el dia rio d el pro fe sor re fer ent e

a la s co nd uc ta s diagn os tic ada s, lo primo r dial er a tra ba ja r éste ca mp o,

p ara i mpl e me nta r los valor es d e amo r y r es pe to, la s c on sta nt es

a gre sion es pr esen tad as en el aula me d ier on la p au ta pa ra

14
i mple me n tar ju eg os y estra te gias que me a yud ara n a qu e los pe que ño s

a pre ndier an y re sp et ara n la s nor ma s.

Pa r a d i a gn o s ti c a r el ti p o d e v iv ie n d a y e l i ng r e s o f a mi li ar d e l o s

e d u c a n d o s me a p o y é e n l a fi ch a d e id e n ti fi c a ci ó n d el ni ño p r e e s c ola r ;

e n t r e vi s t a a p a dr e s d e f a mi li a ( a n e xo 1 ) .

En co ntr an do qu e l a situ ació n ec onó mi ca d e l as fa milias e s

varia da al igu al q ue el ni vel de p repa ra ción d e l os p adr es, so n mu y

p oc os l os q ue cu en tan c on algu na c arr era , la ma y o rí a a pe nas tie ne el

ni vel b ási co de pr epa raci ón, p ero ent re ellos sí p ode mo s e ncon trar a

p rof esi onis ta s sie nd o é st e el 3 .3 %, el 3 3. 3 % e ntr e t éc nico s y o brer os y

u n 63 .4 % d e e mi gra do s. En c ua nt o a la s ma d re s, la ma y or ía lab ora

d en tro y fu era d e su hog ar sie ndo ést e el 60 .0 %, y el 40 .0 % re s tan te

se dedi can a at en der su c asa; el 8 0.0 % d e é st as fa milia s r en ta o vive

con o tro s fa miliar es ( a n e xo 2 y 3 ) .

1.2 PROBLEMÁTICA PEDAGÓGICA

A p a r ti r d e qu e s e el a b or a y p o n e e n p r á c ti c a el Pr og r a ma p a r a

Ed u c a c i ón Pr e e s c ol a r 2 0 0 4 , s e i mp l eme n t a n u n a s e r i e d e c a mb i o s e n

15
la f o r ma de t r a b a jo del n i v el p r e e s c ol ar , basados éstos en

c o mp e t e n c i a s y c a mp o s f o r ma t i v o s , donde se r e q ui er e q ue la

e d u c a d or a a su ma u n p a p el d e c o o rd in a d o r a , o rie n t a d or a y g uí a de l a s

a c t i vi da d e s , s it u a ci ó n que ya se ma n e ja b a con los a n t e ri or e s

p r o g r a ma s e d u c a ti v o s , p er o q u e s e imp u l s a y t o ma ma y o r r e l e v a n ci a

a p a r ti r d e q ue s e i mp l e me n t a e l p r ogr a ma a c t u a l y e l ni ñ o pa s a a s e r

e l a c t or p ri n ci pal d e t o d a s l a s a ct i vid a d e s , a t ra v é s d e l a s c u al e s l a

e d u c a d or a v a a d e c u an d o l a s e s t ra te g i a s qu e c o n si d er a a p t a s p ar a

e n ri q u e c er y f o me n t a r el d e s a rr oll o d e l o s a lu mn o s y p a r a ell o t o ma

c o mo r e f e r e n ci a l a s a c ti vi d a de s p ro p u e s t a s e n el p ro g r a ma , s i n

e mb a r g o , s o n t a n a mp l i a s y s e d a n d e ma n e r a t a n li b r e q u e e n

mu c h a s o c a s i o n e s s e pr e s t a a u n a d e s o r g an i za ci ó n , di s c on ti n ui d a d,

c o n f u si ó n y r e pe ti ti vi d a d d e co n o ci mi e n to s , o b st a c uli z a n do e n ci e r t a

f o r ma las etapas del p ro c e s o de a p r e n di z a je y o r i gi n a nd o un

d e s e q uili b ri o e n l o s c on o ci mi e n t o s a dq u iri d o s p or l o s al u mn o s .

En mu c h a s d e l a s o c a si o ne s , e s t o se d e b e a l a g r an e xi g e n ci a

q u e s e ti en e de l a s ma d r e s d e fa mi l i a al q ue r er q u e su s hi jo s

a d q ui e r an c o n o ci mi e n t o s c o n c re t os y al c o mp a r a r el ti p o de

e d u c a ci ó n q ue s e b ri n da e n l a s e s cu e l a s p a r ti c ul ar e s ; p or o t r o l ad o ,

l a g r a n ma y o r í a d e c ur s o s q ue s e d a n s ob r e a c t u ali z a ci ó n están

encaminados a las mate máticas o a la lecto – escritura, OL VIDÁNDO S E

16
de las Ci en c ia s Na t u ra le s , l a s c ua l e s s on b á si ca s e n el ni v el

p r e e s c ol ar y a q u e e l ni ñ o d e b e re c i bir u n a e d u c a ci ó n i n t e gr al y

a c o r d e c on l a re ali d a d del me d i o e n el c u al se d e s ar r oll a .

1.3 PROBLEMÁTICA ESPECÍFICA

Co mo s e me n c i o n ó c o n a n t e ri or id a d , l a a g re si ó n e n l o s a lu mn o s

f u e la p ri n ci p al p r e o cu p a ci ó n qu e t uv e e n mi p r á c ti c a d o c en t e , o p té

p o r r e ali zar u n e s t u dio s o b r e l a i n flu e n c ia d el me d i o f a mi li a r d e l o s

n i ñ o s y ni ña s d el g r u po d e 3 ° “ A” , el e s t u di o s e r e ali z ó a pli c a nd o a

l o s p a d re s d e f a mi li a , u n a se ri e d e en t r e vi s t a s co n el o b je t o p ri n ci pa l

d e c o n o c e r l a s c ar a c t e rí s ti c a s d el me d i o f a mi li ar y s u i n fl ue n ci a e n

l a s c on d u c t a s a g r e si va s d e l o s p e q u eñ o s (anexo 4 y 5) .

Si n e mb a r g o , con el p a so d el tie mp o , cuando se fueron

a p li can d o e s tr a t e gi a s pa r a di s mi n ui r l a a gr e si vi d a d en el a ul a , me d i

c u e n t a d e q ue l o s niñ o s me l l e g aba n h a c e r pr e g u n ta s d e ma n e r a

e s p o n t á ne a a c e r c a d e l o q ue o b se r v a b a n e n s u c o nt e xt o f í s i c o

n a t u r al , a co n t e ci mi e n t o s , ob je t o s , e t c . , l o s cu al e s mu y p o c o t o ma b a

e n c u e n t a , s a bi en d o q u e pu e d e n s e r u n a g r an h e rr a mi e n t a p a r a

d e s a r ro ll ar e n lo s al u mn o s u n s i nf í n de h a bili d a d e s d e p en s a mi e n t o .

17
Al p er ci bi r co n s t a n te me n t e s u s in q uie t u d e s , d u d a s , c u ri o si da d y

s u s c o n s t a nt e s pr e g u n ta s d e p o r q u é p a s a n l a s co s a s , qu e o cu r r e c o n

e ll a s , e je mp l o : ¿ Có mo h a c e e r u p c i ón u n v o l c án ? ¿ Q ué s e h a c e c o n l a

b a s u r a ? ¿ Po r q u é sa le el ar c oi ri s? ¿ Po r q ué ll u e v e ? Me p a r e ci er o n

p r e g u n ta s s i mp l e s p e ro a l a v e z di f íc il e s d e c o n t e st a r , me mo t i v a r o n

p a r a p r o mo v e r p o r me d i o d e l a s Ci en c i a s Na t ur al e s l a c u ri o si d ad d e

l o s ni ñ o s y d ar s e g ui mi e n t o a l o q u e l e s i n t er e s a s a b er y a s í p o n er a

prueba sus c o no c i mi e n t o s y e xp li ca ci o ne s , al mi s mo t i e mp o

f a v o r e ci e nd o la b ú sq u e d a de res p u e s t a s a su s i n t e rr o g an t e s ,

f o r t al e ci e nd o s u c uri o si d a d al u tili z a r e s t r a t e gi a s d e e xp e ri me n t a c i ó n .

Se l e c ci o n é a l a s Ci en c ia s Na t u r al e s p a r a i n du c ir a l o s ni ñ o s a

l a s cie n ci a s po r me d i o d e l a e xp e r i me n t a c ió n , i nd a g a nd o e n el

s i g ui en t e c u e st io n a mi e n t o :

1 ) ¿ Q u é h a bili d a d es s e r e qu ie r e n p ara f a v or e c e r el pe n s a mi e n t o
c i e n tí fi c o e n l a e d a d p r e e s co la r ?

2 ) ¿ Q u é p a pel ju e g a l a f or mu l a c i ón d e h i p ót e si s e n el d e sa r r oll o d e
l a s a ct i vid a d e s de a c e r ca mi e n t o a l a s c i e n cia s ?

3 ) ¿ Cu al e s s o n l a s a c ti v id a d e s qu e f a vo r e c e n el a ce r c a mi e n t o a l a
c i e n ci a?

4 ) ¿ Có mo p r o p i ci a r un a mb i e n t e a d e cu ad o p a r a ha c e r ci e n ci a e n el
a u l a?

18
T o ma n d o e n c u e n t a l o i n d a ga d o , h e ll e g a do a l a d e fi ni ci ó n d el

s i g ui en t e pr o bl e ma :

“¿CÓMO PROP ICI AR H AB I LID ADES DE

PENSAMIENTO EN LOS NIÑOS DE

PREESCOLAR A TR AVÉS DE LAS CIENCI AS

NATUR ALES?”

1.4 DELIMITACIÓN

El ja r d í n de n i ño s “ G a b rie la Mi st r al " está si t u a do en la

c o mu n i d a d d e J a c o n a de l Pl a n c ar t e, Mi c h o a c á n , en la c a lle Da lia s

#26, f r a c ci on a mi e n t o Rib e r a s del Celi o , cl a v e : 16 DJ N0 0 6 2 U,

p e r t e n e cie n t e a la z o n a e s c ol a r 0 3 4 , s e c t o r 0 11 .

Es t e c e n t r o e d u c a ti v o s e en c u e n tr a ub i c a do d e n t ro d e u n a z o n a

r e s id e n ci al , el ti po d e c o n s tr u c ci ó n d e l a s c a s a s q u e d eli mi t a n s u

c o n t o r n o, s o n l u jo s a s y gr a n d e s, a pa r ti r d e l a u bi c a ció n , s e d e d u c e

q u e l a ma y o r í a d e l o s ni ñ o s q u e a sist e n al ja r d í n no vi v e n e n di c h o

f r a c ci o n a mi e n t o sin o q ue s e t ie n e n q u e tr a n s p or t a r d e s de c ol o ni a s

19
a l e da ñ a s c o mo lo s o n la Es t a n cia , Sa n Pa b lo , Ra n c h o Nu e v o ,

O r a n di n o , T a má n d a r o , l a Enr a ma d a , Z a mo r a y J a c o n a .

El p r o y e c t o pr o p u e st o s e ll e v ó a l a p rá c t i c a e n el ja r d í n d e ni ñ o s

“ G a b ri el a Mi s t ra l" d e J a c o n a, Mi c h . , e n el gr u p o d e 3 ° “ A” , du r a n te el

c i cl o e s c ola r 2 00 5 / 2 00 6 , c o n la fi n ali d ad de po n e r e n pr á c ti c a

d i v er s a s a c ti v id a d e s e n q u e d e s t a ca l a i mp o r t a n ci a d e l a s Ci e n ci a s

Na t u r al e s y s u r el a ci ó n c on e l de s a rr o llo d e la s h a bili d a d e s b á si ca s

e n el ni ñ o d e p re e s c ol a r.

El d e s ar r oll o de l a s h ab ili da d e s de p e n s a mi e n t o e n e d u c a ci ó n

p r e e s c ol ar es mu y i mp o r t a n t e ya que a y u d ar á n a l os ni ñ o s a

d e s a r ro ll ar c a p a ci d ad e s c ó mo : s e r r e f l e xi vo s , c rí ti co s y o b s e r v a do r e s

e n t r e o t r a s. Ap o y a nd o l a f or ma c i ó n d el alu mn o e n s u pr o c e s o d e

a p r e n di z a je y a s í c u mp l ir c o n l o s p r o p ó si t o s ce n t r al e s d el n u e vo

Pr o g r a ma d e Ed u c a c i ón Pr e e s c ol ar 20 0 4 .

Pa r a mí t r a b a jo , en éste mo me n t o el ca mp o f o r ma t i vo

“ Exp l o r a ci ó n y Co no c i mi e n t o d el Mu n d o ” , ap li ca d o al pr o y e c t o me

o r ie n t a a t e ne r u n a e xp e ri e n ci a má s d i re c t a c o n mi s a l u mn o s , y a q u e

les p er mi t e f o r t al e c er sus c a p a cid a d e s de o b se r v a ci ó n, cuando

e n f r e n ta n s it u a ci o n e s qu e d e ma n d a n a t e n ci ó n , c on c e n tr a ci ó n e

20
i d e nt if ic a ci ó n de c ar a c t er í s ti c a s de lo s el e me n t o s o f e n ó me n o s

n a t u r al e s q u e a s u ve z d e s e n ca d en a n c u e s ti o na mi e n t o s q u e s on

t r a n s f or ma d o s e n a c t i vi da d ci e n t íf i ca .

1.5 JUSTIFICACIÓN

Du r a n t e mu c h o t i e mp o el h o mb r e ha me n o s p r e ci a d o la

i n v al ua bl e i mp o r t a n ci a de l o s r e c ur s o s n a tu r al e s y de s u me d i o

a mb i e n t e f í s i co , ab u s a n do de e llo s sin me d i r el rie s g o y las

c o n s e c u e n ci a s q u e tr a e l a de v a s t a ci ón q u e é s to s e s t á n r e ali za nd o .

En l a a c t u ali da d s e h a i ni ci ad o el c u id a d o d el me d i o y l a

c r e a ci ó n d e n u e va s a lt e r n at iv a s q u e d e n s o lu c io n e s a l o s p r o ble ma s a

n i v el mu n d i al s o b r e e s t o s t ó pi c o s, t o d o e ll o s in l og r a r el é xi t o

e s p e r a do y a q u e d u r an t e mu c h o t i e mp o s e vi vi ó u n a d e s c ul t uri z a ci ó n

del c ui d ad o d el e n t or n o . Es i mp o r t a n t e i n c ul c ar c o n o ci mi e n t o s

e c o l ógi c o s y cie n t í fi c o s a t ra v é s de la a p l i c a c i ó n a d e c u a d a d e l

aprendi za je de l as Ci enci as Na tural es me di ante acti vi dades

que propicien en el niño el desarrollo de habilidades de

p e n s a m i e n t o d e s d e e l ni v el pr e e s c ol a r, y a q u e e s t e ni v el e s de v i ta l

21
i mp o r t a n c ia , d on d e el ni ñ o ini cia su f or ma c i ó n p ar a f ut u r o s

a p r e n di z a je s y p ar a ll e v a rl o s a l a pr ác t i c a d e f o r ma a c t i va .

Po r t o d o l o a n t e ri or e s i mp o r t a n te i mp l e me n t a r a c ti v id a d e s

f o r ma l e s y e s p e c í fi ca s d e Ci e n ci as Na t u r al e s qu e f a v or e z c a n l a

a d q ui si ció n d e h á bi t o s qu e ll e ve n a d e s a r r oll ar e n lo s n iñ o s u n a

ma y o r c o n c i e n ci a y c o n o ci mi e n t o d el me d i o a mb i e n t e q ue l e s r o d ea y

d e la t r a s ce n d e n ci a d e ma n t e n e rl o y d e r e s p et a r s u e q uili b ri o.

Co n e s t e p r o y e c t o s e p r e te n d e da r s e n ti d o a l a s Ci e n ci a s

Na t u r al e s , d e st a c a n do l a i mp o r t a n ci a d e l a e xp e ri me n t a c i ó n ci e n tí fi c a

q u e b ri n de a lo s ni ñ o s u n ap r e nd i za je s i g ni fi cat ivo y u n g u s to p o r l a s

c i e n ci a s.

Al i mp l e me n t a r el pr e s e n t e p ro y e ct o s e p r e t en d e lo g r ar l o s

s i g ui en t e s pr o p ó si t o s :

1.6 PROPÓSITOS

PROPÓSITO GENER AL

Ap o r t a r al ni ñ o en ed a d p r e e s c ol a r el e me n t o s t e ó ri c o s y

me t o d o l ó g i co s p a ra el d e s ar r oll o d e a c ti t u d e s y ha bil id a d e s de

22
p e n s a mi e n t o , c o mp a t i bl e s a s u n i vel d e ma d u r e z y s o c i ali za ci ón , p a r a

q u e f o me n t e n e l g u s t o p o r l a s Ci en cia s Na t u r al e s .

PROPÓSITOS ESPECÍFICOS

¾ Da r p ri o rid a d al c o no ci mi e n t o d el me d i o y d e s í mi s mo c o mo u n

e n t e bi ol ógi c o , a t r a vé s d e i mp l e me n t a r u n ár e a d e Ci e n cia s

Na t u r al e s , q u e pe r mi t a d e s a rr ol la r h ab ili d a de s d e p e n s a mi e n t o a

t r a v é s d e la e xp e ri me n t a c i ó n e n c ie nc i a .

¾ E mp l e a r ma t e r i al e s d e fá c il ma n e jo y a d q ui si ci ó n qu e d e spi e r t en
e n el ni ñ o su i n t e ré s n a t o d e i n v e s tiga r y e xp e ri me n t a r .

¾ Pr o p i ci ar u n a mb i e n t e a d e c u a d o de n t r o d el a ul a a l c o no c e r
f e n ó me n o s n a t u r a le s y r e a li z ar e xp e r i me n t o s q u e l o s ll e v e a
t r a v é s d e la hi p ó t e si s al a c e r ca mi e n t o a l a ci e n ci a .

23
2.1 COMUNIDAD

JACON A DE PLAN C ARTE

L o s v e s ti gi o s a r qu e ol ó gi c o s e n c o nt ra d o s e n el O pe ñ o , mi s mo s

q u e s o n u bi ca d o s co mo p e r t e n e ci e n te s a l h o ri zon t e pr e cl á si c o ( 1 3 0 0

A. C. 2 0 0 A. C. ) n o s i n di c a n cl a r a me n t e q u e e n e s t e l ug a r e xi sti e ro n

a s e n t a mi e n t o s d u ra n t e l a é p o c a pr eh i sp áni c a . J a c o n a e s un o d e l o s

p u e bl o s má s a n t i g u o s de Mi c h o a c án y u n o d e lo s p ri me r o s q u e f u e

s o me t i d o a l d o mi n i o t e rr it o ri al y tri b u ta r io d el s eñ o r í o t a r a s co .

A me d i a d o s d el s ig lo XVI e n 1 55 5 el fr ail e Se ba s ti á n d e

T r a si e rr a f u n d ó el a c t u al p u eb lo d e J a c o n a s i tu á n d ol o a u n a di s t a n cia

a p r o xi ma d a d e 1 6 k i l ó me t r o s d el a n ti g u o p ue bl o p r eh i sp á ni co al q u e

s e l e lla mó a p a r t ir d e en t o n c e s “ Pu eb l o Vi e jo ” ó “ Ja c o n a Vi e ja ” .

J a c o n a e s u n a p al a br a d e o rig e n ch i chi me c a q u e q u ie r e d e ci r

“ L u g a r d e Ho r t ali z a s” , ot r a a c e p ci ó n p r o vi e n e d e Xu c un a n , “ L ug a r d e

F lo r e s y Hor t ali za s ”.

De s p u é s d e c on s u ma d a l a I nd e p e nd en c i a d el Pa í s , el Co ng r e s o

d e l Es t a d o po r me d i o d e l a L e y T er ri t o ri al d el 10 d e di ci e mb r e d e

24
1 8 3 1 . De c r e t ó l a c r e a ci ón d e l mu n i c ip i o d e J a c o na c o n c a b e c e r a d el

mi s mo n o mb r e ; má s t a r d e el mi s mo Co n g r e s o d el Es t a d o, el 1 1 d e

ju l i o d e 1 95 6 , l e o t o rg ó a l a c ab e c e r a e l t í t ul o d e J a co n a d e

Pl a n c ar t e , e n me mo r i a d e l Sr . An t o nio Pl a n c ar t e y L a b a s ti da .

Jacona de Pl anc art e

J a c o n a d e Pl an c a r t e Mi c h o a cá n s e l o c ali z a al n or o e s t e d el

e s t a d o , e n l a s co o r de n a d a s 1 9 ° 5 7 ’ d e l a ti t u d n o r te y a 1 0 2 ° 1 8 ’ de

l o n gi tu d o e s te , a u n a al tu r a de 1 5 80 me t r o s s o b r e el ni ve l d el ma r .

L i mi t a a l n or t e c o n Z a mo r a a l e s t e y s u r c o n T a n g a n cí c u a ro y a l o e s t e

c o n T a n g a ma n d a p io . Su d i s t a n ci a a l a c a pi t al d el Es t a d o e s d e 1 5 0

k il ó me t r o s , su s u p e r fi ci e es de 118.14 k il ó me t r o s c u a d r ad o s y

r e p r e se n t a un 0 . 20 % d el t o ta l d el Est a d o , s u r eli e v e l o c o n s ti t u ye el

s i s t e ma v o l cá ni co tr a n s v er s al , su hid r o g r af í a se c o n st it u y e p o r lo s

25
r í o s Du er o , Celi o, Za p a d or e s ; la s p r e s a s Ver d u s c o , O r a ndi n o y l a

Est a n c i a ; a s í c o mo ma n a n t i al e s d e ag u a f r í a . Su cli ma e s t e mp l a d o y

t r o pi c al y al g u na s v e c e s mu y f r í o , co n ll u vi a s e n v er a n o , ti e n e u n a

p r e ci pi t a ci ó n pl u vi al a n ua l d e 8 00 . 0 mi l í me t r o s y t e mp e r a t u r a s q u e

o s c il a n de 1 . 8 ° a 3 9 . 0 ° c en t í g ra d o s . En e l Mu n i ci pi o do mi n a e l b o s qu e

mi xt o , p i n o y en c in o . Su f a u n a l a c on f o r ma n e l te jó n , a r dill a , co y o t e ,

t l a c ua c h e , z o rr o y z o r rill o . Su p o b laci ó n e c o nó mi ca me n t e a c t i v a s e

c o mp o n e de 159,157 p o b l ad o r e s, hasta el año 2 0 04 (fecha

a c t u al iza d a po r CO NAPO ) .

L a s u p er fi cie f o re s t al ma d e r a bl e e s o c u p a d a p o r en ci n o ; l a n o

ma d e r a b l e , por a rb u s t o s de di s ti nt a s e s p e c ie s . Los s u el o s d el

mu n i c i pi o d a t a n d e l o s pe ri o d o s c en o z o i co , te r ci a rio y c u a t er n a ri o;

c o r r e s po n d e n pri n ci p al me n t e a l o s d e l ti po Ch e r n o ze n . Su u s o e s

p r i mo r d ial me n t e g a n a d e r o y a g rí c ol a y e n me n o r p r o p or c ió n f or e s t al .

L a p r o d u c ci ón a g r í c ol a qu e s e d e s a rr o lla e n e l Mu ni ci pi o , e s l a

f r e s a , ma í z , t r ig o , s or g o , a s í c o mo h o r t al i za s , fl o re s y f ru t a s .

Jacona de Pla n c a r te c u en t a c on mo n u me n t o s h i s t óri co s

a r q ui t e c t óni c o s y a rq u e ol ó gi c o s sie nd o é s t o s l a i gl e si a , co n v e n t o d e

26
Sa n Ma r t í n y el t e mp l o de Sa n Ag u st í n , a s í c o mo l a zo n a si t ua d a en

e l lu g a r c o n o ci do c o mo p u e bl o v ie jo , e n d o n de e xi s t en pi n tu r a s

r u p e s t re s (1).

2.2 ESCUELA

El ja r d í n d e n i ñ o s “ G ABRI EL A MI S T RAL ” e s t á u bi ca d o e n l a

l o c ali d ad d e J a co n a de Pl an c a r t e, Mic h o a c á n , e s el c e n tr o e d u ca ti v o

má s g r a n d e d e l a c o mu n i d a d a ni v el F e d e ral e n e du c a ci ó n Pr e e s col a r ,

t i e ne u n a e xt e n s i ón d e 2 , 5 0 0 .4 7 me t r o s c u a d r a d o s, f u e el p ri me r o q u e

se fundó p or la Di r e c to r a De v or a h Pa t ri ci a G ar c í a Ávi la . El

a y u n t a mi e n t o d e J a c o n a, d o n ó el t e rr e n o e n d o nd e e s t á e di fi c a do e l

centro e d u c a ti vo , p er t e ne c ie n t e a la z o na 0 34 , s e c to r 011 de

e d u c a ci ó n pr e e s c ol ar .

Cu e n t a c o n 9 g r u po s d e l o s c u al e s 2 i n te g r an el s e r vi ci o mi xt o

d e l o s n iñ o s q u e a si ste n d e l a s 0 8: 45 a l a s 16 : 0 0 h or a s , e s te e s u n

s e r v i cio q u e s e l e s da a l a s ma d r e s d e f a mi li a q u e ti e n en q u e

t r a b a ja r , l o s 7 g r u p o s r e s ta n t e s c u mp l e n c o n el h o r ari o n or ma l d e l a s

09:00 a 12:00 horas.

(1) Datos tomados de la Enciclopedia de los Municipios de Michoacán.

27
El p e r so n al qu e l o at ie n d e e s t á f or ma d o p o r 1 6 i n t eg r a n te s ,

s i e n do s u di s t ri b u ci ón a s í : u n dir e ct i v o , 9 e du c a d or a s , 2 c o ci n er a s

q u e a ti e n de n a l o s ni ñ o s de l se r vi ci o mi xt o , u n p r o f e s o r d e e d u c a ció n

f í s i ca , u n pr o f e s or d e e n s e ñ an z a mu s i c a l y 2 i n te n d e n te s q u e s e

e n c a r g an d el a s eo t o t al d el pl a n te l.

Cu e n t a c o n o r g an iz a ci ó n c o mp l e t a , e s u n e di fi ci o d e u n ni v el

c o n f o r ma d o p o r 5 e t a p a s , d e s d e l os s a l o n e s y h a s t a l o s p a ti o s d e

r e c r e a ci ón , l a s a ul a s e s t á n e q ui pa da s p o r á re a s de t ra b a jo , ti e n e 4

s e r v i cio s d e ba ñ o y ba s t a n t e s á r e a s ve r d e s .

Se n o t a u n a mb i e n t e d e c a ma r a d e r í a e n t r e el pe r s o nal y a q u e s e

t i e ne mu c h a c o mu n i c a ci ó n y di s p o si ci ó n p o r co mp a r t i r e xp e ri e n cia s y

c o n o c i mi e n t o s en t r e l a s mi s ma s e d u c a d o ra s , l a or g a ni za ció n q u e

c u b r e el pl a n t el e s e n d if e r e nt e s gu a r di a s , a n t e s de e n tr a r p o r l a

ma ñ a n a y a l a h or a d el r e cr e o , s e d i vi d en p or s e c ci o ne s l o s pa ti o s

p a r a po d e r c ui d a r y a t e nd e r a l o s niñ o s a l a h o r a d el re c r e o y e vi t a r

a c c i d en t e s q u e s e p u ed a n la me n t a r , é s t o i mp l i ca c u b ri r l a g u ar di a d e

e n t r a d a y s ali d a , d on d e p o r s e ma n a u n a e d u c a d or a s e e n c a rg a d e

r e c ibi r y d e s p ed ir a l o s ni ño s y ta mb i é n e s l a q u e r e ali za l o s ho n o re s

a l a Ba n d e ra c o n l o s n iñ o s d e su g rup o .

28
L a s e d u c a do r a s so n mu y a t e n t a s y c ar i ño s a s c o n lo s al u mn o s e n

g e n e r al y e st o s e n ot a má s a l a h o ra d e l r e c r eo e n d on d e i n cl u s o má s

d e al g u n a ju e g a c o n l o s ni ño s .

2.3 EL GRUPO.

El gr u p o d e 3 ° “ A” , qu e e s tá a mi c ar g o , co n s t a d e 3 0 alu mn o s ,

d e ell o s s o n 1 2 ni ña s y 1 8 ni ñ o s , el a u l a ti e n e la s u p er fi ci e n e ce s a ri a

p a r a a t e n d erl o s , tie n e bu e n a i lu mi n a c i ón , 2 p u er t a s d e a c c e so ,

t e l e vi si ón , e q ui po d e s o ni d o ( p ar a mo me n t o s d e e s p a r c i mi e n t o de lo s

n i ñ o s, a s í co mo p a r a f ie s t a s q ue s e o r g an i ce n d en t r o d el s al ó n)

c u e n t a c on ma t e r i al di d á c ti c o q u e e s u ti li za d o e n el ri n c ó n d e á r ea s ,

29
u n a p e q u e ñ a bi bli o te c a i n fa n til , a d e má s l o s p e q u e ño s s e e n c a r g a n d e

r e g a r l a s pl an t a s d e or n a t o n at u r al e s a s í c o mo c u i d a r e l mo b ili a ri o el

cual es s uf i cie n t e p ar a a t e nd e rl es ; mi s a l u mn o s cuentan con

i n s tr u c ci ó n mu s i c al y d e e d u ca ci ó n f í s i ca , a u n a do a é s t o l o s niñ o s

q u e r e cib e n te r a pi a d e pi e pl an o y d e a te n ci ó n e n el C. A. P. E. P.

( Ce n t r o d e At e n ci ó n Psi c o pe d a g ógi c a d e Ed u c a ci ó n Pr ee s c ol a r) .

2.4 INFLUENCIA DE LA PROBLEMÁTICA.

El p ro bl e ma d e t e c t a d o en el gr u p o e s e l d e ag re s i vi d a d , l o cu al

me indica q ue es la f or ma de ma n i f e s t a r s e la co n d u c t a

i n a de c u a d a me n t e d o n d e e xi ste u n da ñ o f í si co o p si col ó gi co (2), ésto

l o he o b s er v a d o a l o l a rg o d el c ur s o e s c o l ar

El me d i o a mb i e n t e e s u n f a c t or i mp o r t a n t e , s e pu e d e d e c i r q u e

l a ma y o r í a d e l o s n i ñ o s c o n v i v e n e i n t e r a c t ú a n c o n o t r o s n i ñ o s d e

s u e d a d , d ad o q u e alg u n a s ma d r e s d e f a mi li a n o s e pr e o c up a n e n

d o n d e pu e d a n e s t a r s u s hi jo s o c on q ui e n e s e s t á n o l o qu e e s t én

a p r e n di en d o , mi e n t ra s q u e ell a s e s tén e n s u s cu e s ti o n e s p e r so n al e s ,

ya sea viendo tele visión o platica nd o co n la vecina , e tc. Ta mbié n

(2).Enciclopedia SALVAT Diccionario, Tomo I. SALVAT Editores México, 1976 p. 59

30
p u e d e d e se n c a d en a r s e l a a g r e sió n f ís i c a y v er b al d e lo s p a dr e s , p or

s u mo d o d e v i d a , d e s e mp l e o , d ro g ad i c ci ó n, e mi g r a c i ón , ol v id o d e la

f a mi l ia , al c o h oli s mo , e t c . (anexos 4 y 5).

De n t r o de l p e ri od o e s c ola r , v ari as ma d r e s de f a mi li a se

a c e r c a ro n a mí p a r a pla ti ca r a bi e r tame n t e d e l o s pr o bl e ma s q u e s e

p r e s e n t ab a n en s u c a sa y q ue r ep e rc u t í a n e n s u s hi jo s , e r a t a n t a su

c o n f ia n z a qu e al gu n a s se d e s ah o g ab a n y ll or a b a n , d á n do me c u e n t a

d e l p ro bl e ma q u e p r e s e n t a b a el n i ño y e l p o r q u é e s a g r e si vo d e nt r o

d e l sa ló n d e c la s e s .

”El medio familiar es el lugar de génesis y desarrollo


de la personalidad de niños específicamente influida por la
imitación del comportamiento del padre, madre y demás
personas del contexto familiar y social” (3).

L o s t r a s t o rn o s d e c o n d u c t a s o n d e sv i a ci o ne s q u e s e p r e s e n ta n

en el desarrollo de la personalidad de los menores, cuyas manifestaciones

c o n d u c t u al e s s on v a ri a d a s y e st a b le s , e s e n ci al me n t e en las

r e la ci o n e s fa mi li a r e s , e s c ol a re s y e n l a c o mu n i d ad .

(3) MÁRQUEZ, Bermúdez M. Estudio de las características psicopedagógicas de los escolares con trastornos de conducta
materia impartida en el diplomado de psicología. Facultad de Psicología UNAM. 1997.

31
“La influencia del medio familiar es determinante en
el desarrollo de la personalidad del niño, pues es en la
familia donde se realiza el aprendizaje para la vida social” (4).

L o s n iñ o s q u e so n v í c ti ma s d e l a vi ole n c i a y a g r e si vi da d d e s u s

p a d r e s pr e s e n ta n b a ja a u t o e st i ma , d if i c ul t ad e n l a e xp r e si ón a f e c ti v a ,

b a ja mo t i v a c i ón y e n al gu n o s c a s o s , b a jo r e n d i mi e n t o e s c ol a r ( e n s u

mo me n t o ) ; e n c o n cl u si ó n pu e d o dec i r qu e l a s ma n i f e s t a ci o ne s d e

a g r e si ó n s e d e b e n a l a s ma l a s c o n d i ci o n e s d e vi vi e n d a , al ni v el d e

e s c o l ari d a d p r o me d i o d e l o s p a dr e s a l a s r el a cio n e s i mp u l si v a s de l o s

padres con sus hi jo s , a la pro mi s c u i d a d , al a l co h oli s mo y

d r o g a di cci ón ; a l a fa lt a de l a fi g u r a p a t e rn a o ma t e r n a y a l a ma l a

c o mu n i c a c i ó n e n t re l o s p a dr e s .

( 4 ) R U I Z , M a t o s L . N i ñ o s c o n d e s v i a c i o n e s d e c o n d u c t a . U n a e x p e r i e n c i a t e r a p é u t i c a materia
impartida en el diplomado de psicología. Facultad de Psicología. F a c u l t a d d e P s i c o l o g í a U N A M . 1 9 9 5 .

32
3.1 EL PROYECTO

Pa r a d e ci dir el t ip o de i n no v a ci ó n d o c e n t e má s a p r o pi a d a al

p r o bl e ma , n e c e s it a mo s c o n o c e r l o s di f er e n t e s p r o y e ct o s , a nal i za rl o s ,

c o mp a r a r l o s , ad e c u ar el q u e c o r re s p on d a a n ue s t r o p r o bl e ma . (5).

PROYEC TO DE GES TIÓN ESC O LAR

El p r o y e ct o d e g e s tió n e s c ol a r se r e fie r e a l a el a b or a ci ó n de u n a

p r o p u e s ta d e i nt e r v en c ió n , t eó ri c a y me t o d o l ó gi c a me n t e f u n d a d a y

d i rig id a a me jo r a r l a c ali d ad d e l a ed u c a c ió n , v í a t r a n s fo r ma c i ó n d el

o r de n i n sti t uci on al ( me d io a mb i e nt e) y d e l a s pr á cti c as i ns ti tu ci on ale s .

L a n o ci ó n d e g e s tió n e s c ol a r s e r e fie r e al c o n ju n t o d e a c ci o n e s

r e ali z a d a s por el c ol e c ti v o e s c ol a r, o ri en t a d a s a me jo r a r la

o r g a ni za ci ón d e l a s i ni ci a ti va s, l o s e sf u e r zo s, l o s r e cu r so s y l o s

e s p a c io s e s co la r e s c o n el pr o p ó si t o d e c r ea r u n ma r c o q u e p er mi t a el

l o gr o d e l o s pr o p ó si to s e d u c a ti vo s c o n c ri t e ri o s d e c ali d a d ed u c a ti va

y p r o f e si o nal (6).

( 5) A R I A S , M ar i o D ani el . E l P r oy ec t o P ed ag ógic o d e A c c i ón D oc en t e, en ant ol ogí a b ás ic a h ac i a


la innovación, UPN /SEP . 1995, p. 63.
( 6) R Í O S , J es ús E l is eo. B O N F I L, Mª G uad alup e. y MA R T Í N E Z , Mª T er es a. C ar ac t er í s t ic as del
P r oyec t o d e G es t ión E s c olar , O p. C it . 1995 pp. 96 - 99

33
PROYEC TO DE IN TERVENCIÓN PEDAG ÓGIC A

Ést e p r o y e c t o s e li mi t a a a b o r da r l o s c o n t e ni d o s e s c ol ar e s . Es t e

recorte es de or d e n t e ó ri c o me t o d o l ógi c o y se ori e n t a por la

n e c e s id a d de el a b or a r pr o p ue s t a s co n u n s e n ti do má s c e r c a n o a l a

c o n s t r u c ci ó n d e me t o d o l o g í a s di d á cti c a s q u e i mp a c t e n dir e c t a me n t e

e n l o s p r o c e so s d e a p r o pi a ci ón d e lo s c o n o c i mi e n t o s e n el s a ló n d e

clases.

Me d i a n t e e s t e e s t udi o s e c o n sid e r a q u e el a pr e n di za je e n el

n i ñ o s e d a a t r a v é s d e u n pr o c e s o d e f o r ma c i ó n d on d e s e ar ti c ul a n

c o n o c i mi e n t o s, v al o re s , h abi lid a d e s y f o r ma s d e s e n ti r e n re la ci ó n al

d e s a r ro ll o y a p re n di z a je .

El d e s ar r oll o del p r o ye c t o c o n st a d e c i n c o mo me n t o s :

1.- La el e c ci ó n d el ti p o de pr o y e c to ( p un t o de pa r ti d a , la
p r o bl e ma t i z a ci ó n ).

2.- El a b o ra ci ó n de la a lt e r na ti va de i n n o va ci ó n ( es t r a t egi a de
t r a b a jo ) .

3.- Ap li c a ci ó n y e val u a ci ó n de l a al t er na t i v a ( p u e st a e n pr á c ti c a el
p l a n el a b or a d o) .

34
4.- L a f o r mu l a ci ó n de l a p ro p u e s ta d e i n te r v e n ci ó n Pe da g ó gi c a .

5.- F o r ma l i za c ió n d e la p r op u e s t a e n u n d o c u me n t o r e c e p ci o n al (7).

PROYEC TO DE ACCI ÓN DO CEN TE

A continuación daré una descripción más detallada en cuanto a

éste proyecto, por ser el que seleccioné para innovar mi práctica docente.

El p r o y e c t o p ed a g ó gi co d e a c c i ón d oc e n t e s e e n ti e n d e c o mo l a

h e r r a mi e n t a t e ó ri co- p r á ct ic a e n d e s ar r oll o q ue u tili z a l o s p r o fe s o r e s-

a l u mn o s p a r a :

¾ Co n o c e r y co mp r e n d e r u n pr o bl e ma s i g ni fi cat i vo d e su p r á ct i ca
docente;

¾ Pr o p o n e r u n a al te r n a ti va d o c e nt e de c a mb i o p e d a g ógi c o q ue
c o n s i de r e la s c o n di ci on e s c on c r e t as e n q ue s e en c u e n tr a l a
e s c u e la ;

¾ Exp o n e r l a e s t r a te gi a de a c ci ó n me d i a n t e l a cu al s e d e s a rr oll a r á
l a al te r n a ti va ;

¾ Pr e s e n t a r l a f or ma d e s o me t e r l a al t er n a ti v a a u n pr o c e s o c rí ti c o
de e v al u a ci ón , p ar a su c o n s ta t a c ió n , mo d i fi c a ci ó n y
p e r f e c ci o na mi e n t o ; y

¾ F a v o r e ce r c on ell o el d e s a rr oll o pr of e s i on al d e lo s p ro f e s o re s
p a r ti ci p a n te s .

( 7 ) R A N G E L , R u i z d e l a P e ñ a A d a l b e r t o . y N E G R E T E , T er e s a d e J e s ú s . C a r ac t e r í s t i c as d e l P r o y e c t o
d e I n ves ti g aci ón P ed ag óg ic a, Op . C it . p p. 8 8 - 91 .

35
El d e s ar r oll o del p r o ye c t o c o n st a d e c i n c o mo me n t o s :

1.- L a el e c ci ó n d el ti p o d e p r o y e c to (d iag n ó s ti c o de l a p r ob le má t i c a
d o c e n t e ).

2.- El a b o ra ci ó n de la a lt e r na ti va de i n n o va ci ó n ( es t r a t egi a de
t r a b a jo ) .

3.- Ap li c a ci ó n y e val u a ci ó n de l a al t er na t i v a ( p u e st a e n pr á c ti c a el
p l a n el a b or a d o) .

4.- El a b o ra ci ó n d e l a p r o pu e s t a d e i n n o va ci ó n ( c o n tr a s t a r el
p r o bl e ma c o n l o s el e me n t o s t e ó ri c o s y l a e s tr a t e gi a d e t r ab a jo , c o n
l o s r e s ul t a do s ) .

5.- F o r ma l i za c ió n d e la p r op u e s t a d e in n o v a ci ó n ( el a b or a ci ó n de l
d o c u me n t o f i n al ) ( 8 ) .

Pr e c i s a me n t e p a r a mi p r o bl e má t i c a se l e c ci on é e s t e p r o y e ct o d e

a c c i ó n d o ce n t e , y a qu e po r me d i o d el di ag n ó s ti c o l o g ré d et e c t a r

a l g un o s i n di c a do r e s que me e n c a mi n a r o n a c o n cl ui r q ue el

d i a gn ó s ti c o p re s e n t ad o e n mi g r u p o f u e l a ag r e si ó n. Se me p e r m i t i ó

plantear el problema y realizar a la vez actividades y

e s t r a t e gi a s en r ela c ió n a las Ci en c i a s Na t ur al e s en donde los

a l u mn o s ju g a r o n a s e r ci e nt í fi c o s y re a li z ar o n e xp e ri me n t o s s e n c ill o s

u tili z a nd o p a so s d el mé t o d o c ie nt í fi c o si n ma y o r c o mp l ic a ci ón

f a v o r e ci e nd o y d e s ar r oll a n do sus h a b ili da d e s de pe n s a mi e n t o

me d i a n t e e l ju e g o , y a mi c o mo d o c e n t e me p e r mi t i ó t e n e r e l e me n t o s

( 8) A R IA S , Mar c os D ani el. E l P r o yec t o P ed ag óg ic o d e A c c i ón D oc en t e, O p. C it . pp. 65 - 70.

36
t e ó ri c o s de i n v e s tig a ci ó n y p r á ct ic a , f a v o r e ci en d o el d e s ar r oll o

p r o f e si o na l y o fr e c e r al te r n a ti v as para s u p e ra r el p r ob le ma

d i a gn o s ti c a d o.

3.2 MARCO TEÓRICO Y CONCEPTUALIZACIÓN

Co n c i en t e d e qu e u n a p r o pu e s t a p ed a g ó gi ca d eb e d e te n e r un

s u s t e n t o t e óri co q u e l e d é v ali d ez y l o f u n d a me n t e c i e n tí fi ca y

p s i c ol óg i ca me n t e , c o n si d e ro n e ce s a ri o p r e s en t a r el si g uie n t e ma r c o

t e ó ri c o .

LAS CIENC I AS N ATUR ALES: CIENCIAS DE LA VID A

El s e r h u ma n o d e s d e s u s o r íg e n e s h a i n te n t a d o e xpl i ca r l o s

f e n ó me n o s n a t u r al e s q u e o c u rr e n a s u al r ed e d or , e n u n p ri n ci pi o

o t o r g ó s u o ri g en a f u e r z a s s o b r en a tu r al e s y má g i c a s y e n s u me n t e

d i o l u g a r al dio s r a yo , al di o s vi e nt o y a o tr o s f en ó me n o s q u e n o p u do

e xp l i c ar .

Co n e l pa s o d el ti e mp o y g r a c i a s a l a o b se r v a ci ó n, p ri me r o

s i mp l e y e mp í r i c a y l u e go má s p r e c i sa y e s t u di a da ( a u xili a da d e

37
i n s tr u me n t o s de p r e ci si ó n ), el h omb r e ha ido d e s c ub ri e n do lo s

s e c r e t o s q ue d a n l u g ar a lo s f e n ó me n o s q u e o c ur r e n en s u e n t or n o

n a t u r al y co n ell o h a c o n ju n t a d o un a s e ri e d e c o n o ci mi e n t o s q u e

a h o r a fo r ma n p a r t e d e la s Cie n ci a s Na t u r al e s .

La e n o r me cantidad de c o n o ci mi e n t o s c i e n tí fi c o s sobre la

n a t u r al e za q u e e l h o mb r e h a r e u ni d o y o r g an i za d o a t r a v é s d el

t i e mp o , c o n s ti t u y e n el c a mp o d e l a s Ci e n ci a s Nat u r al e s.

Es t a r a ma c i e n t í f i c a i n cl u y e en s u á r e a d e e s t ud io u n a g ra n

c a n t id a d d e d i s cip lin a s q u e s e a y u da n y s e c o mp l e me n t a n u n a s c o n

o t r a s , p or l o t a nt o , l a s Ci e n ci a s Na tu r al e s n e c e si ta n c o n s ta n t e me n t e

d e l a i n f or ma c i ó n mu t u a d e o t r o s c a mp o s c i e n t í f i c o s p ar a c o n o ce r ,

e xp l i c ar y a pli c a r , e n bi e n d e n u e s t ra v i d a, t o d o l o q ue e xi s t e e n l a

n a t u r al e za , a e s t a c a r a c te r í s ti c a s e le d e n o mi n a i nt e r di s ci pli na ri e d ad

d e la s Ci e n ci a s Na tu r al e s .

El t ér mi n o ci e n ci a p r o vi en e del l a t í n c u y a s r aí c e s s on “ s ci en ti a ”

y “ s ci r e” , qu e si g ni fi ca n r e s p e c ti v a me n t e , c o no ci mi e n t o y sa b e r ; s a b er

e q u i val e a e n te n d e r, c o n o c er , p e n s ar, d o mi n a r , e s t a r al c or ri e nt e o al

t a n t o d e l o q u e o c ur r e , ad q ui rir l a noc i ó n re al d e l a s c o s a s me d i a n t e

38
e l e je r ci ci o d e l a me n t e y d el e n te n d i mi e n t o d e l a a c ci ó n; s a b er

d i s ti n gui r u na s c o s a s de o t ra s .

La c ie n ci a es el co n o ci mi e n t o e xa c t o de las co s a s , la

e xp e r i e n ci a hu ma n a c o mp r o b a d a y v e r if i ca d a . Es t a mb i é n u n c u er p o

d e d o c t ri na s f o r ma d a s y o r d en a d a s q u e i n t e gr a n un a p ar t e d el sa b e r

h u ma n o .

Las Ci en ci a s Na t ur al e s son un co n ju n t o de c ie n ci a s que

e s t u di a n a l a n a tu r al e z a e n s u r el a ció n c o n el s e r h u ma n o . El e s t u di o

d e l o s f e n ó me n o s n a t u r al e s p o r s í s o l o s d ar í a c o mo r e s u l t a d o u n a

s i mp l e e r ud i ció n e s t éril q u e n o p rop o r ci o n ar í a ni n gú n b en e fi ci o al

h o mb r e , e s p o r ell o qu e t o do s l o s d es c u b ri mi e n t o s , p ri n cip io s y l e y e s

q u e e ma n e n d e la s Ci e n ci a s Na t ur al e s d e b e n e s t ar al s e r vi ci o d el

h o mb r e c o n mi r a s d e me jo r a r s u v i d a , de p e r pe t u ar y me jo r a r e l

me d i o e n el q u e v i ve y a p r o ve c h a r ra z o n a d a me n t e l o s r e c u r s o s q u e

n e c e s it a (9).

L a s Ci en c ia s Na t u r ale s s e a g ru p a n en c i n c o g r a n de s r a ma s d e l

c o n o c i mi e n t o q u e r e s p on d e n a u n c a mp o d e e s t u d i o e s p e c í fi c o , a

( 9) G E R S O N , B or is . “ O bs er vac i ón P ar t ic i p at i va y D i ar i o d e C amp o en el T r ab aj o D oc en t e” .
Editorial UNAM, Méxic o 1979. pp. 51 - 54.

39
c o n t in u a ci ó n d e s cr ib o a lg u n a s d e fi nic i o n e s d e l a s á r e a s q ue o c u p a l a

ma t e r i a e n e s t udi o :

“ Bi ol o g í a .- Ci en c ia e n c a r ga d a d e e s t ud i ar l a s l e y e s d e l a v id a , s u
c a mp o d e e s t u d i o a b a r c a a t od o s lo s s e r e s v i v o s a c tu al e s o
f ó s il e s , ta n t o e n r el a ci ó n a s u or g a niz a c i ó n e s t r u c tu r al c o mo e n
s u f u n ci o n a mi e n t o co mo má q u i n a s vi vi e n te s .

“ G e o g r a f ía . - Ci e n ci a e n ca r g ad a d e est u d ia r l a Ti e rr a , s u c a mp o
d e e s t u di o a b ar c a l a u bi c a ci ón y d i str i bu ci ó n d e l o s f e nó me n o s
y e l e me n t o s q u e s e ma n i f i e st e n e n la s u p e r fi ci e te r r e st r e .

“ F í s i ca . - Ci e n ci a q u e e s t udi a l a s p rop i e da d e s d e la ma t e r i a , s u
finalidad es explicar los fenómenos naturales relativos a la
ma t e r i a y a la e n e rg í a y si t u arl o s e n u n a c o n c e p ci ón u ni t ar ia d e
v a li d e z u ni ve r sa l.

“ Ast r o n o mí a . - Ci e n ci a q u e e st u di a lo s c u e r p o s c el e s te s , s u s
mo v i mi e n t o s , s u c o mp o s i c i ó n f í si c a y q u í mi c a , s u s p o s i ci o n e s
r e la ti v a s y l a e vol u ci ó n de s u d e sa r roll o .

“ Q u í mi c a - Ci e n ci a e n c a r ga d a d e e s tu d i ar la s t r a n s f or ma c i o n e s
d e la ma t e r i a , s u c a mp o d e e s t u di o i n cl u y e la c o mp o s i c ió n y
p r o pi e d ad e s de la ma t e r i a , sus t r a n s f o r ma c i o n e s y las
c o r r e s po n di e n te s v a ri a ci on e s d e e n e rg í a (10).

( 10) M ult id ic c i on ar i o S A B E R M A S . G r u p o E di t or i al A r qu et ip o.

40
EL MÉTOD O CIEN TÍ FICO .

Pa r a i ni ci ar l a a c ti vi d a d ci en t í fi ca to d o h o mb r e d e b e t e n er u n

p r o g r a ma d e t r a b a jo b i en d e fi ni d o que l e p er mi t a l o gr a r s u s o b je t i vo s

y e f e c t u a r s u q u e h a ce r ci e n t íf i co b a jo u n s i s t e ma g e n e r al bi e n

o r g a ni z a do .

L a b ú s q u e da d e la v e r d ad d e lo s h e ch o s y l a e xp li c a ci ón d e t o d o

c u a n t o e xi s t e y s u c e d e a s u alr e d e do r , s e r e ali z a e n e ta p a s o p a s o s ,

e s t o s , b ie n o r g an i za d o s y e s t a bl e ci do s b a jo u n p l a n s i s t e ma t i za d or y

un o b je t i v o d e t e r mi n a d o c o n s ti tu y e n el p ro c e di mi e n t o q ue

c i e n tí fi c a me n t e r e c ib e el n o mb r e d e mé t o d o c i e n t í fi c o .

El mé t o d o c i e n t í fi c o se c o mp o n e por una s e ri e de pasos

o r g a ni z a do s si s t e má t i c a me n t e : la o b s e r v a ci ó n, pl a nt e a mi e n t o de

p r o bl e ma , f o r mu l a c i ón de la h ip ó t e si s, e xp e r i me n t a c ió n ,

c o mp r o b a c i ó n de l a hi p ó te si s y l a f ormu l a c i ó n d e la l e y o pri n ci pi o .

L a o b s er v a ci ó n c o n si s t e e n l a a c c ión i n t e n ci on a d a d e fi ja r lo s

s e n t id o s c o n mu c h a a t e n c i ó n e n t od o s l o s d e t all e s d e u n h e ch o o

f e n ó me n o , la o b s er v a ci ó n puede a mp l i a r se o me jo r a r s e con

i n s tr u me n t o s d e p r e ci si ó n .

41
En r e s u me n , l a o b s e r va c ió n c o n si st e e n u n a n áli si s mi n u c io s o y

d e t al la d o de t o d o s lo s a s p e c to s q u e h a c e n l a e se n ci a d e la s c o s a s y

e xp l i c an l a s p ro pi e d ad e s y l a s c ar a c te r í s ti c a s d e c a d a s er .

El p la n t e a mi e n t o de l pr o bl e ma d e b e r e s p o n d er a l a n e c e si d ad

d e r e s ol ve r a sp e c t o s d e s c o n o ci do s d e u n h e c h o o f en ó me n o y

n e c e s it a t e n e r c o mo c a r a c t e r í s ti c as e l s e r c la r o , p re c iso y s e r

e xp r e s a d o e n f or ma d e p r e g u n ta .

L a h i pó t e si s e s la s u p o si ci ó n d e u na r e s p u e s t a al p r obl e ma q u e

p u e d e s e r p o sib le o n o s e rl o y q u e s e a d mi t e p r o v i si on al me n t e p a r a

i n t en t a r e xp li c ar u n h e c ho a in v e s ti ga r . L a hi p ó t e si s r e u n e t od o s l o s

d a t o s n e c e sa ri o s qu e p u ed e n e st a r ac o r d e s c o n la s u p ue s t a v er d a d .

De n t r o de l a s e ta p a s de l mé t o d o c i en t í f i co , el pa s o má s d i f í cil

e s l a e xp e r i me n t a c ió n , q u e e s u n p r oc e s o e n c a mi n a d o a d e s c u b rir l a s

c a u s a s y l a s ci r c un s t a n ci a s q u e de t e rmi n a n u n h e c h o o b s e r va d o .

Du r a n t e l a e xp e r i me n t a c ió n el i n ves t i g ad o r r e pi t e d e ma n e r a

c o n t r ol a da u n h e ch o o f e nó me n o c o n l a fi nal id a d d e d e s c u br ir s u s

c a u s a s e i n f eri r s u s p o si bl e s c o n s e cu e n c ia s , t o d o e s t o d en t r o d e u n

l a b or a t ori o o en u n c a mp o d e e xp e ri me n t a ci ó n .

42
Co mo producto de esta e xp e r i me n t a ci ó n , el i n v e s ti ga d o r

r e c o pil a u na s e ri e d e d a to s q u e l e pe r mi t e n c o n t r a st a r s u r e s p ue s t a

h i p ot é ti c a c o n lo s r e s ul t a do s d e la i n v e s ti g a ció n , d e t e n e r u na

r e la ci ó n p o si ti v a se c o n fi r ma la h i p ót e si s , de otra ma n e r a , se

desecha, se pl a n te a o tr a y se i ni ci a un nu e v o pr o c e s o de

i n v e s tig a ci ó n .

De c o mp r o b a r s e l a hi p ót e si s s e ll eg a a l fi na l del p r o c e so d e

i n v e s tig a ci ó n q ue c o n si s t e e n l a f or mu l a ci ón d e pri n ci pi o s , d e t e o rí a s

q u e p e r mi t e n s u a pli c a ci ó n en t o d o e l mu n d o p a r a b e n e fi ci o de l a

h u ma n i d a d . Pa ra q ue e s to s pri n ci pio s f o r me n p a r te d e l a cie n ci a ,

d e b e r án s o me t e r s e a d e mo s t r a c i o ne s u n i v er s al e s y a c e p t a r se c o mo

v á li d a s (11).

CONOCIMIEN TOS EMPÍRIC O Y CIENTÍ FICO .

El h o mb r e a p r e n d e y e mp l e a s u s e xp e ri e n ci a s di r e c ta s q u e v a

t e n ie n d o e n el tr a n s c ur s o d e s u e xi ste n c i a p a ra f o r mu l a r u n a se ri e de

c o n o c i mi e n t o s q u e apl i ca e n l a sol u ció n d e si t u a cio n e s c o ti dia n a .

A éste gran número de conoci mientos que en forma natural el

h o mb re ad quier e en el mu nd o que le ro de a, se le s lla ma c on oci mie nto s

( 11) G E R S O N , B or is . O p. C it . pp. 51 - 5 4.

43
e mp í r i c o s ; é s t o s s e o b t i e n e n d e h e c h o s p r á c t i c o s n o r a zo n a d o s ni

o r g a ni za do s , q u e s u r g en d e l a vi da d e l h o mb r e y p o r c o s t u mb r e s o n

a p li c ad o s p ar a s a ti s f a ce r l a s n e c e si da d e s di a ri a s.

L o s c o n o ci mi e n t o s e mp í r i c o s s e ob t i en e n d e e xp e r i en c ia s y

o b s e r v a ci o ne s pe r s o n ale s ; no s e pl an e a n ob je t i v o s ni pr o c e s o s p a ra

a d q ui ri rl o s , p u e de n s e r f ali bl e s , i mp r e c i so s y n o u ni ve r s al e s .

Los c o n o ci mi e n t o s ci e nt í fi co s s on c o n o ci mi e n t o s ci e rt o s ,

o r g a ni z a do s , c o mp r o b a d o s , p r e ci s o s y u n i v e r sal e s q u e el s e r h u ma n o

n e c e s it a p a r a s o br e vi vi r ; g e n er al me n t e s o n p r o d u ct o d el mé t o d o

c i e n tí fi co y a di fe r e n ci a d e l o s co n o ci mi e n t o s e mp í r i c o s , e s t o s si r ve n

de base para f o r mu l a r y g e n era r nuevos c o n o ci mi e n t o s que

e n ri q u e z c an el b ag a je c i e n t íf i co mu n d i al (12).

El p r o g ra ma de educación p r e e s co l ar 2004 en su c a mp o

f o r ma t i vo d e e xp l o r a ci ó n y c o n o ci mi e n t o d el mu n d o ; e s t á d e d i ca d o a

f a v o r e c er e n l o s al u mn o s e l d e s a r r ollo d e l a s c a p a ci d a de s y a c t i t u de s

q u e c a ra c t e ri zan al p e n s a mi e n t o r e fle xi vo , me d i a n t e e xp e r i en ci a s q ue

l e s pe r mi t a n a pr e n d er s o br e el mu n d o n a t u ra l.

(12) Ídem.

44
L a d e fi ni ci ó n d el c a mp o s e b a s a e n e l r e c on o ci mi e n t o d e q u e l o s

n i ñ o s, p or el c o n t a c to dir e c t o con su a mb i e n te n a tu r al y las

e xp e r i e n ci a s vi v id a s en él , han d e s a rr oll a d o c a p a ci d ad e s de

r a z o n a mi e n t o qu e l e s p e r mi t e n e nt en d e r y e xp li c a r s e , a s u ma n e r a ,

l a s c o sa s q u e p a s a n a s u al re d e d or .

L a c u r io s id a d e s p o n tá n e a y s i n l ími t e s , y l a c a p a c i d a d d e

a s o mb r o que c a r a c t eri z a a los niñ o s lo s c o n du c e a pr e g u nt a r

c o n s t a n t e me n t e c ó mo y p o r q u é o cu r r e n l o s f e n ó me n o s n a t u ra le s y

o t r o s a c o nt e ci mi e n t o s q u e ll a ma n s u a t e n ci ó n , a s í co mo a o b s e r v a r y

e xp l o r a r c u á n t o p u e de n , u s an d o l o s me d i o s q u e ti e n e n a s u al c an c e .

¿ Po r q u é el e g í é s te a p a r ta d o e n Ci en c i a s Na t ur al e s ? El t r a b a jo

e n é s t e c a mp o f o r ma t i v o e s p r o p i cio p a r a q u e lo s n iñ o s p o n g a n e n

ju e g o sus c a p a ci d a de s de o b s e r va c i ó n, se pl an t e e n p r eg u n t a s ,

r e s u el v a n p r ob le ma s ( me d i a n t e la exp e r i me n t a c i ó n o l a i nd a g a ci ó n

por di v er s a s v í a s) , y e la b o re n e xp l i ca ci o n e s , a r g u me n t o s e

i n f er e n ci a s s u s t en t a d a s e n l a s e xp e r ie n c i a s dir e c t a s q u e l e s a y u d an a

a v a n z a r y co n s t r uir n u e vo s a p re n di zaje s s i g n if i ca ti v o s .

45
3.3 TEORÍA SUSTENTABLE

LA EVO LUCI ÓN DE LA IN TE LIG ENCIA SEGÚN PI AGET.

Pi a g e t ( 1 8 9 6 - 1 9 8 0) . L a i n t eli ge n ci a e s pa r a él , p ar t e d el

p r o c e s o vi t al ; u n cl a r o e je mp l o d e a d a p t a ci ó n d el s e r vi v o al me d i o

a mb i e n t e .

Se g ú n Pi ag e t :

"Todo ser vivo es una totalidad organizada que se adapta al


medio gracias a una serie de estructuras, que surgen
gradualmente como consecuencia de la interacción misma
con el medio y no por simple maduración" (13) .

L a s d o s v a ri an t e s f u n ci on al e s d e q u e h a bl a Pi a g e t so n l a

a d a p t a ci ó n y la o r g ani z a ci ó n . En l a p r i me r a , s e v al or a l a i mp o r t a n c i a

d e l me d i o s o br e l a c o n fo r ma c i ó n d el s u je t o , p e r o n o c o mo e l e me n t o

e xc l u s i v o. El s u je t o i n t er a c t ú a c on e l me d i o e n l a b ú s q ue d a d e u n

e q u ili bri o q ue s e l o g ra a t r a vé s d e p r o c e s o s de a si mi l a ci ó n de l o

e xt e r i o r y a c o mo d a c i ó n a la s di v e r sa s s i t ua c io n e s qu e s u rg e n .

L a s e g u n da v a ri a n te , l a o r ga ni z a ci ó n , c o n s t i tu y e " l a c ar a i n t e rn a

del proceso de adaptaci ón" puesto que tal adaptaci ón surge en l a

( 13) C O L L, C es ar . P s ic ol og í a g en ét ic a y apr en di z aj es es c ol ar es , E di t or i al s igl o X X I , M éxic o,


1989 p. 92.

46
me d i d a q u e s e p r o du c e u na o rg a ni z ac i ó n in t e r na d e lo s el e me n t o s d el

me d i o y d e l p r o pi o s u je t o . Se t r a t a d e u n a d i al é c ti c a s u je t o - me d i o q u e

p e r mi t e a v a n z ar h a ci a fa s e s s u c e si v as d e d e s ar r oll o (14).

Pi a g e t d i st in g u e cu a t r o e t a p a s g e n era l e s e n el de s a r rol lo d e l a

i n t eli ge n ci a , c u y o o r d e n d e s u c e si ón e s c o n s t a n t e a u n q ue n o l o e s l a

e d a d d e a p a ri ci ón .

K ET APA SENSO R IO - MO T RIZ .

Co mp r e n d e d e s d e el n a ci mi e n t o d el n i ñ o ha s t a l o s d o s a ñ o s d e

e d a d ; e n e s t a e t a p a e l e n t e n d i mi e n t o a c t ú a s o b r e c o sa s c o n c r e t a s y

e s i n ca p a z d e g e n e ral i za r a pe n s ami e n t o s a b s t r a c t o s o c o n c e p to s

u n i v er s al e s . L o s ob je t o s s ó l o si g ni fi ca n u n me d i o p a r a al c a n z ar u n fi n

d e t e r mi n a d o pr á c ti c o .

Est e p e r í od o s e ca r a c te ri za po r l a c o n s t r u c ci ó n d e r el a ci o n e s

c a u s a le s i ni ci al me n t e li ga d a s a la a c ci ó n p r o pi a p a ra l u eg o

o b je t i va r s e e n r el a ci ó n a l a c on s t r uc c i ó n de l ob je t o , e l e s pa c io y e l

t i e mp o .

(14) Ibíd. pp. 70 - 83.

47
K ET APA D EL PENS AM IENT O PREO P ER AT O RIO .

Es t e p e r í o d o a ba r c a d e sd e lo s d o s ha s t a l o s si e te u o c h o a ñ o s ;

e n el la a p ar e c e el l e ng u a je y c o n él , e l s u je t o s e r á c a p a z de c o n s t rui r

u n mu n d o i n t er io r q ue s u s ti t u ya l o s ob je t o s r e a le s p o r s u si mb o l o g í a .

El p r o c e so s e r á l en t o y c o mp l e jo y r e q u e ri r á d e a c ci ó n al ti e mp o

que d e s c en t r ali z a su p er s p e c ti v a c o n r e s pe c t o de las c o sa s y

personas.

A mi grupo lo tengo si t u a d o pr eci sa me n t e en el p e ri o d o

p r e o p er a t or io , y a q u e a t r a vé s d e los c o n o ci mi e n t o s q ue ell o s ti en e n

d e lo s o b je t o s le f a v o re c e e n to d o mo me n t o p o r l a ma n i p ul a ci ón q u e

e mp l e a n d e lo s ma t e r i al e s, e n l a s á re a s d e t r ab a jo d e p e n die n d o d el

p r o y e c t o q ue s e ll e v e, d ig a mo s , e n c u e s t ió n ma t e má t i c a , e l ni ñ o

a p r e n de a c o mp a r a r , q ui ta r y di s c er ni r l a s co s a s , t od o e s t o me d i a nt e

e l ju e g o q ue l o ll e v a al d e s c u br i mi e n to .

Pi a g e t co n si d e ra :

“La principal meta de la educación, es crear hombres


capaces de hacer cosas nuevas y no simplemente capaces
de repetir lo que han hecho otras generaciones: hombres
creadores, inventores y descubridores. La segunda meta de
la educación es formar mentes que puedan ser críticas, que

48
puedan verificar y no aceptar todo lo que se les ofrece. El
gran peligro de hoy son las consignas, las opiniones
colectivas, las corrientes de pensamiento hechas de
medida. Debemos estar en condiciones de resistir
individualmente, de criticar, de distinguir de lo probado y
de lo que no ha sido comprobado. Por ello necesitamos
alumnos activos que puedan aprender pronto a descubrir
por sí mismos, en parte mediante su actividad espontánea
y en parte por medio de materiales que le proporcionamos,
que aprenden pronto a comprobar qué es verificable y qué
es lo primero que se le viene a la mente” (15).

El ju e g o s i mb ó li co e s mu y i mp o r t a n t e e n el e q uili bri o a f e c ti v o e

i n t el e ct u al d el ni ñ o al di s p o ne r de u n s e c t o r d e a c ti vi d ad c u y a

mo t i v a c i ó n e s l a a si mi l a ci ó n d e l o r e a l al y o , si n c o a c ci o ne s n i

s a n c i on e s ; el ju e g o t r a n s f or ma l o r e al a la s n e c e si d a de s d el y o

( mientras que la i mitación es al contrario, es acomodación a los

mo d e l o s e xt e r i o r e s) . El ju e g o a s í se c o n v ie r t e en u n a e xp e ri e n ci a

c r e a ti va : el n iñ o c a mb i a l a r e ali d ad s e g ú n s u s d e s e o s , a g re g a n do s u s

e xp e r i e n ci a s s o ci al e s , r e vi vi en d o sus gozos, r e s o l vi e nd o sus

c o n f li c to s .

K ET APA D EL PENS AM IENT O CONCRET O.

Co mp r e n d e d e l o s si e te h a s t a l o s o n ce a ñ o s y s e c ar a c t e ri za p o r

q u e el ni ñ o ll e ga a s u s pri me r a s e s t r u c t u ra s di n á mi ca s c o mp l e t a s

( clas es , rela cione s , n ú me ro s), a un cua nd o con tinú an sie ndo c on cre ta s.

( 15) G A D E A d e N ic ol ás , L uí s . E s c u el a p ar a P adr es y M aes t r os E di t or i al G ad ea, M éxic o. p. 1 74.

49
En e s t e mo me n t o c o mi e n z a l a t e r ce r a f a s e : el s u je t o e s c a p a z d e

r e s ol ve r p ro bl e ma s me d i a n t e i n t eri o ri za c io n e s , c o o rdi n a ci o n e s y

d e s c e n t r ali z a cio n e s , que t e r mi n a n por c o n s t i tui r -l a r e ve r si bili d a d

o p e r a t ori a .

K ET APA D EL PENS AM IENT O F O RMAL .

En l a e t a p a d e o p er a ci o n e s a b st r a c ta s ( q u e v a d e l o s 1 2 a l o s

1 5 a ñ o s) el p e n s a mi e n t o e s " c on q u i st a de u n n u e vo mo d o d e

r a z o n a mi e n t o q u e no s e r e fi e re y a s ó l o a l o s o b je t o s o r eal id a d e s

d i re c t a me n t e p r e s e n t abl e s , si n o tamb i é n a h i pó t e si s ; e s de c ir , a

p r o p o si ci o ne s de las q ue se pu e d e e xt r a e r las n e c e s a ria s

c o n s e c u e n ci a s" (16).

LA TEORÍ A DE VIG OTSK Y.

Vi g o t s k y f o r mu l a l a ma n e r a e n q u e a p a r e c e n l a s f u n ci o ne s

p s i c ol óg i ca s s u p eri o r e s (i n t eli g en c ia , me mo r i a y l e n g ua je ) , a f ir ma n d o

q u e n o s o n p ro d u c t o d e a s o ci a ci on e s r ef le ja s d el c er e b ro , si n o

r e s ul t a d o d e un a r ela c ió n s o br e l o s o b je t o s , y e s p e ci al me n t e s o b r e

l o s ob je t o s s o c i ale s .

( 16) C O L L, C es ar . P s ic ol og í a g en ét ic a y apr en di z aj es es c ol ar es , E di t or i al s igl o X X I , M éxic o,


1989. pp. 73 - 96.

50
“En el desarrollo cultural del niño, toda función aparece
dos veces: primero a nivel social, y más tarde a nivel
individual; todas las funciones superiores se originan
como relaciones entre seres humanos” (Vigotsky) (17).

L o s p ri n ci pa l e s p o s tu l a d o s de l a te o rí a d e Vi g o t s k y , e n r el a ci ó n

a l a e d u c a ci ón , s e re s u me n e n :

Ø La i mp o r t a n ci a d e la a c ci ó n t r an s f or ma d o r a d e l ni ñ o s o br e lo s

o b je t o s

Ø La i mp o r t a n ci a del g e s t o, si g n o o s í mb o l o c o mo i n s tr u me n t o s

b á s i c os e n l a fo r ma c i ó n d e la me n t e .

Ø El h e c h o d e q u e l a i n t er n ali z a ci ó n d e l l en g u a je s o c i al y l a

t r a n s f or ma c i ó n d e e s e l en g u a je e n len g u a je p e r s o nal p er mi t e n l a

t o ma d e c o n c i e n ci a , e s d e ci r, l a s u b je t i v a ció n d el l en g u a je .

Ø La i mp o r t a n ci a d e c o n si d er a r l a e v ol uci ó n d el d e sa r ro llo c o mo u n

p r o c e s o y n o co mo u n a s u ma d e r e fl e jo s o d e r e a c ci on e s

p a r ci al e s .

Ø La p o si bili d a d d e a p r en d e r a p a r ti r de a c c i on e s t r an s f o r ma d o r a s

q u e p u e de n s er f a cili t a d a s p o r u n i n s tr u me n t o e xt e r n o .

( 17) C O L L, C es ar . O p. C it . p . 7 3.

51
Ø La p o si bili d a d de q u e el s u je t o a d q u ie r a ci er t o s ni v ele s d e

s i g ni fi ca ci ón d e p e nd e r á del n i vel d e d e s a r ro ll o r e al e n q ue é s t e

s e e n c u e n tr e y d e la h a bili d ad p a ra c o n ju n t a r el a p o y o d e o tr o s

d e s a r ro ll o s re al e s d e s u je t o s q u e lo s p o n e n a s u d i s p o si ci ón ,

p e r mi t i e nd o la a mp li a ci ó n d el ni ve l de d e s ar r oll o r e al al

i n me d i a t o su p e ri or (18).

U n p o s t ul a d o má s d e l a t e o r ía d e Vig o t s k y q u e i n v ol u c r a a l o s

n i ñ o s e s l a me t á f o r a d el a n d a mi a je , a l re s p e c t o se ñ al a :

“Lo que el niño puede hacer hoy con la ayuda de los


adultos lo podrá hacer mañana por sí sólo. El área del
desarrollo potencial (Zona de desarrollo próximo) nos
permite pues, determinar los futuros pasos del niño y la
dinámica de su desarrollo y examinar no sólo lo que ya ha
producido el desarrollo, sino lo que producirá en el
proceso de maduración” (19)

En t r e l a Zo n a d e De s a rr oll o Re a l y l a Z o n a d e De s a r rol lo

Po t e n c i al , s e ab r e l a Z on a d e Des a r r oll o Pr ó xi mo ( Z DP) , p u e d e

d e s c ri bi r s e c o mo : . . . e l e s p a ci o e n qu e g r a ci a s a l a i n t er a c ci ó n y l a

a y u d a d e o t r o s , u n a p er s o n a p u e de t r a b a ja r y r e s o l ver u n p r o bl e ma o

r e ali za r u n a ta r e a d e u n a ma n e r a y c o n u n ni v el q ue n o s e ri a c a p a z

d e t e n er i n di vi d u al me n t e .

(18) Ídem. pp. 96 a 116.


( 19) B U S T O S , V i an ey. y B O LL Á S , P . L a M et áf or a d el A n d ami aj e en ant ol ogí a b ás ic a G én es is del
P ens ami ent o M at em át ic o en el niñ o en ed ad pr ees c olar . U P N / S E P . 1995 p. 146.

52
El c o n s t r u c ti vi s mo s e h a t r a n s f o r ma d o e n l a pi e d ra a n g ul a r d el

e d i fi ci o e d u c a ti v o co n t e mp o r á n e o , rec i bi e nd o a p or t e s d e i mp o r t a n t e s

a u t o r e s , e n tr e l o s cu al e s s e e n c ue n tr a n Pi a g e t , Vi go t s k y , Au s u bel y

Br u n e r .

És t a t e o r í a s o s ti e n e q u e el c o n o cimi e n t o n o s e d e s c u b r e , s e

c o n s t r u y e . En te n di é n do s e q u e el al umn o c o n s t r u y e s u c o n o ci mi e n t o ,

a p a r tir de su pr o pi a f o r ma de ser, p e n s ar e in t e r pr e t ar la

i n f or ma c i ó n , d e sd e é s t a p e r sp e c ti v a, e l ni ñ o e s u n s er re s p o n s ab le

q u e p a r ti ci pa a c ti v a me n t e e n s u p r o ce s o d e a p re n di z a je . És t e p r o c e s o

d e e n s e ñ a n z a – a p re n di za je e s u n a p e r s p e c ti v a e xp e r e n ci al , e n el

c u a l se r e c o mi e n d a me n o s me n s a je s v e r b al e s d el ma e s t r o ( me d i a d or )

y ma y o r a c ti v id a d de l al u mn o .

El ni ño c o n st r u y e d e é s t a f o r ma u n a o r g a ni za ci ón d e l a r e ali d ad

c o mp r e n d i d a , r e fl e ja d a e n p r o t o tip os y l a s c a t e go r í a s la s r el a ci on a

e n t r e s í . La f or ma c i ó n d e c o n c ep t o s t a mb i é n s e v e fa ci li ta d a p o r l a

i mi t a c ió n y l a ob s e r v a ci ón d e l o qu e h a c e n l o s a d ul t o s, p o r l a s

e n s e ñ a n z a s d e é s to s y má s t a r d e p o r l o s ap r e n di za je s e s c o l ar e s ,

a u n q u e si e mp r e e s t á pr e s e n te e n e ll os e l a p o y o del a d ul t o.

53
En c u a n t o al t ra b a jo r e ali za d o d e n tr o d e e s ta t e or í a , mí f u n c i ó n

f u e i n t er e s a r me d e s u s p re g u n ta s y g u i arl o s , co n pr e g un t a s p a r a q u e

d e s c u b r an p o r si mi s mo s o c o n a y u da d e s u s mi s mo s c o mp a ñ e r o s l a s

r e s p u e s t a s o p ar a q ue l a s i n v e n te n .

Mo t i v a rl o s , i n te r e s arl o s , t e ne r el d es e o d e s a b er e s el p ri me r

paso p ar a a p r e nd e r ; así el c o n st r u c ti vi s mo con la a y u da d el

a n d a mi a je p e r mi t e q u e alu mn o s y ma e s t r o s se r eú n a n p a ra di s f ru t a r

l a vi d a c o mo a p r e n d e r u n o s de o t ro s y c o n t a gi a r in t e re s e s .

En r e s u me n , e l Ni v el Pr e e s c ol a r s e fu n d a me n t a b á s i c a me n t e e n

l a te o r ía p si co ge n é ti ca y c o n s tr u c ti vis t a , s e g ú n l a c ua l el ni ño e s t á e n

e l p e rí o d o p r e o p e r a t o r i o , a u n q u e o t r o s s e h a l l a r á n e n e l mo me n t o d e

t r a n s i c i ó n y o t r o s má s h a b r á n i ni ci ad o y a e l p e r í od o o p e r a cio n al . L o

más i mportante del período preo peratorio, y alrededor del cual gira

t o d o el d e s ar r oll o , e s l a c o n s tr u c ció n d el mu n d o e n l a me n t e d el

p e q u e ñ o ; e s de ci r , l a c a p a ci da d d e co n s t r ui r s u i d ea d e t o d o lo q ue l e

rodea.

3.4 FUNDAMENTACIÓN DE LA METODOLOGÍA

El t ér mi n o d e e d u c a ci ón h a si d o de f i ni do de mu c h a s y mu y

v a r ia d a s f o r ma s , s e p r e s e n t a u n a de f i ni ci ón d el p e d a g og o e s p a ño l

J a i me Sa r r a mo n a q u e a f ir ma q u e l a ed u c a c ió n e s :

54
“Un proceso esencialmente dinámico entre dos personas
que proporciona las metas y ayudas para alcanzar las
metas del hombre, partiendo de la aceptación consciente
del sujeto, que pretende el perfeccionamiento del individuo
como persona., que busca la inserción activa y consciente
del individuo en el medio social, que significa un proceso
permanente e inacabado a lo largo de toda la vida humana,
que el estado resultante, aunque no definitivo, supone una
situación duradera y distinta del estado original del
hombre” (20).

Hu b e r t cl a si fi ca lo s fi n e s d e l a ed u ca c i ó n d e s d e l a p er s p e c ti v a

d e l o s pri n ci pi o s b á si co s : la ma d u r a c i ó n e sp e c í fi ca , l a s o ci ali za ció n y

l a p r o f e sio n ali z a ci ó n , l a c ul t ur ali z ac i ó n , l a i n di vi du ali z a ci ó n y l a

p e r s o n ali z a ci ón .

L a o rg a ni za ci ó n d el e s p a ci o, ri n có n d e t ra b a jo o ár e a a mo n t a r

e n mi c a s o l a s Ci e n ci a s Na tu r al e s , co r r e s po n d e a c ad a d o c en t e , e s él

q u i en lo o r g ani z a d e p en di e n do d e l as e xp e r i e n ci a s f or ma t i v a s , d e l a s

c a r a c t e rí s ti c a s f í si c a s y ma t e ri al e s c on q u e c u en t e c a da ja r d í n .

Es e n é s t e a s p e c t o d o n d e s e s u gi ere d a r u n e s p a ci o e s p e c íf i co

a l á r e a d e Ci e n ci a s Na t u ra le s , qu e c o n te n g a u n a a mb i e n t a ci ó n

e s p e c ial p a ra lo s c o n t eni d o s q ue se q ui e r a n t r a n s mi ti r y las

h a b ili da d e s qu e s e de s e e n d e s a rr oll ar .

(20) SARRAMONA, Jaime. Fundamentos de Educación, Editorial Kapelusz, España, 1991 p. 42.

55
Pa r t e d el a p re n di za je e n e st a e ta p a s e d e sa r r oll a a t r a v é s d e

l a s in t e r a cc io n e s q u e el pr o pi o ni ñ o es t a b le c e c on s u me d i o a l o l ar g o

d e l a jo r n a d a, p ri n ci p al me n t e c o n o b je t o s c o n c r e to s ; d e e s t a ma n e r a ,

l o s el e me n t o s d el e n t or n o p a sa n a se r o b je t o s d e c o n o ci mi e n t o , en la

me d i d a q u e el ni ño i n t e ra c t ú a c on ello s y lo s h a c e su y o s .

Co mo a n t e r io r me n t e s e h a b í a me n ci o n ad o , l a me t o d o l o g ía a

t r a b a ja r , e s p or á re a s , y , ¿ Q u é e s u n á r e a d e t r a ba jo ? :

J Es un e s p a ci o e d u ca ti vo en el que se e n c ue n t r an

o r g a ni z a do s , b a jo u n c ri t eri o d e t er mi n a d o , lo s ma t e r i al e s y

mo b i l ia ri o c o n lo s q u e el n i ño p o dr á e l eg ir , e xp l o ra r , c r e ar ,

e xp e r i me n t a r , r e s ol ve r p r obl e ma s , etc., para d e s a rr oll a r

c u a l qui e r p ro y e c t o o a c ti vi d a d li b r e, y a s e a e n f o r ma g r u p a l , p o r

e q u ip o s o i nd i vid u al me n t e .

J Po r me d i o d e ell a, l a a c tit u d pa r ti ci pa t i va d el niñ o c o n si ste

e n l a s a c ci on e s y r e fl e xi on e s q u e s o n e l r e sul t a d o d e l a s

r e la ci o n e s qu e e s ta bl e c e c on l o s o bje t o s d e c o n o ci mi e n t o , y a

p a r ti r de las c u al e s , c o n s t ru y e lo s d i v e r so s aspectos que

c o n f o r ma n s u p e r s o na lid a d .

J Se f o me n t a l a cr e a ti vi da d , en t e n did a c o mo u n a ma n e r a

o r igi n al d e p e n s a r, i ma g i n a r , e xp r es a r c o n e s t il o p er s o n al la s

56
i mp r e s i o n e s so b r e el me d i o y de s a r r oll a su po t e n ci al de

p e n s a mi e n t o , h ab ili da d e s y e st r a t egia s .

L a i de a e s t r ab a ja r l o s c on t e ni d o s del á r e a d e ci e n ci a s na t u ra le s

d e s d e u n e n f o q u e i n t er di s ci pli n a rio , s i s t e má t i c o y h o l í st i co , g lo b al o

i n t eg r al .

Al g u n o s de lo s b e n e fi ci o s qu e p r op or c i on a el t r ab a jo p o r á r e a s

son:

 Se f o me n t a l a c r e at i vid a d .

 Se f a c ili t a el r e c o n o ci mi e n t o de sí mi s mo así c o mo la
s o c i ali z a ci ón .

 Se d a u n a ma y o r i nt e r a c ci ón c o n l o s o b je t o s d e c o n o ci mi e n t o .

 Se p e r mi t e la c o mp r o b a c ió n d e la s hip ó t e si s d el niñ o a pa r ti r d e
s u “ Pr o pi a e xp e ri me n t a c i ó n” .

 Pe r mi t e p r e s t a r ma y o r a t e n c i ó n a u n d e t e r mi n a d o n iñ o o g r u po
d e ni ñ o s .

 Se propi cia la c o mu n i c a c i ó n y cooperaci ón entre niños-


docente (21).

Co mo e s o b v i o e n t e n de r , el t r a ba jo p o r á r e a s e s mu y i mp o r t a n t e

ya que debe :… pr oporcionar y p oner a l alcance de los niños , materiales

(21) Áreas de trabajo Un Ambiente de Aprendizaje, Secretaría de Educación en el Estado, octubre 2000, pp. 11 - 16.

57
q u e e s ti mu l e n la e xp e r i me n t a c ió n ; a y u d a r a a mp li a r e xpl o r a ci on e s

i ni ci al e s p or me d i o d e p r e g un t a s ; p ro p i ci ar la a c ti v id a d i n di vi d u al a s í

c o mo l a s o c i ali za ci ó n , d el c o no ci mi e n t o ; a d e c ua r l o s ma t e r i al e s y

a c t i vi da d e s a l a s c a r a c te r í s ti c a s d e l o s e d u c an d o s ; d ar el t i e mp o

ju s t o p a r a a c t ua r , e s cu c h a r y r e sp on d e r l a s d u d a s d e l o s ni ñ o s : e n

c o n c l us ió n , el do c e n t e d e b e se r u n p ro mo t o r d e l a pr e n di z a je .

L a a c t i vi da d d e l o s ni ñ o s s e c e nt r a e n pl a n e ar y r e ali z a r

proyectos, para lo cu al n e c e si tan e l egi r ci e r ta s e s t ra t e gi a s y

ma t e r i a l e s, e v al u ar s u d e se mp e ñ o y e l de s u s c o mp a ñ e r o s e n u n

c li ma d e r e s p e t o y li be r t a d.

Pa r a c r ea r l a s á r ea s d e t r ab a jo e s n e c e s a ri o q u e in t e r ve n g a n

l o s ni ñ o s y l a e du c a d or a al t o ma r a cu e r d o s e n c o mú n y a n a l i zar la s

v e n t a ja s y d e s v e n t a ja s d e la s s u g er en c i a s ve r ti d a s , a u n q ue d e b e se r

l a e du c a d or a q ui e n , co mo r e s p o n s a b l e d el p r o ce s o , d e t er mi n e l a

e s t r u c t ur a d e l a s á r ea s s e g ú n el e s pa c i o f í si co c on e l qu e c u e n ta , el

n ú me r o d e n i ñ o s q u e i n t eg r a n al gr u p o y e l ma t e r i al y mo b i li ari o

d i sp oni bl e s.

Al o r g a ni za r el s al ó n e n ár e a s c a da e s p a c io t ie n e q u e e s ta r

c l a ra me n t e d e f i ni do p a ra e vi t a r q u e l o s ni ño s s e e s t or b e n y p u e d an

d e s e n v ol v e r se á gi l y lib r e me n t e y t a mb i é n e s n e c e s a r io q u e s e l e

58
d e n o mi n e de una ma n e r a e s p e c íf i c a p a ra que los ni ñ o s los

i d e nt if iq u e n f á cil me n t e .

L a d i s tri b u ci ó n de la s á r e a s de t r a ba jo d e b e g a r a n ti z a r qu e s e

a s i g ne un e s pa ci o e sp e c í fi c o p a ra c a d a ár e a , li mi t a r el n ú me r o d e

n i ñ o s q ue t ra b a je n e n ell a , o r g an i za r l a s a c ti vi d a d e s b ulli ci o s a s e n

á r e a s e s pe ci al e s y di s eñ a r pa t r o ne s d e t r á fi co .

L a n o r ma l i za ci ón e s u n a h a b ili da d q u e l a e d u c a d or a d e b e

f o me n t a r e n s u s a lu mn o s d e s d e el p r in ci pi o y a l o la r g o d e to d o e l

a ñ o , d e st a c a n do q ue é s t a s u p on e qu e el niñ o s e d e s en v u el v a e n el

e s p a c io d e ma n e r a n o r ma l , o r de n a d a y r e s p e t u o sa h a ci a el t ra b a jo d e

s u s c o mp a ñ e r o s y h a c i a el ma t e r i al d el s al ón , t a mb i é n s u p on e el

c o r r e c t o u so d e l os ma t e r i a le s y e l mo b i li ari o , f o me n t a n d o a s í e l

h á b it o d e d e ja r l a s c o s a s c o mo l a s enco n t r ó .

El t r a ba jo e s p e c í fi co p or á r ea s i mp l ica t r e s mo me n t o s b á s i co s :

p l a ne a ci ó n , r e ali za ci ó n y e v al u a ció n . La pri me r a se r e fi e r e al

mo me n t o e n e l c u al el al u mn o e li g e l o q ue h a r á, c ó mo l o r e ali za r á y

l o s ma t e r ia le s q u e e mp l e a r á .

L a r e al iz a ci ó n e s e l mo me n t o d i d á c t i c o q ue c o mp r e n d e l a s

a c c i o ne s q ue s e e f e c t úa n p ar a ll eva r a ca b o l o p ro y e c t a d o y l a

59
e v a l ua ci ó n s e r e fi e re al mo me n t o d e r e fl e xi ó n e n el q ue el ni ñ o ,

a n i ma d o y o ri e n t a do p o r l a e d u c a do r a , v al o ra s u r e ali z a ció n ; é s t e

mo me n t o p e r mi t e a l a e d u c a do r a c o n o c e r el e me n t o s d e v al o r e n

c u a n t o al u s o d e l o s ma t e r i al e s . La d i s tri b u ci ó n d el mo b i li ari o , l a

e f e c ti v id a d d e l a s e s t r a te gi a s o rg a niza d a s y la di n á mi ca e s t a bl e cid a

p o r l o s mi e mb r o s d e l gr u p o .

De t al ma n e r a , el tr a b a jo p o r á r ea s me p e r mi t e s u p o n er qu e s u

e mp l e o debe f a v o r e c er el a p re n d i za je p a r t i ci pa ti vo y, en

c o n s e c u e n ci a , s ig ni fi ca ti vo del ni ñ o .

MÉTODO DE INVESTI G ACIÓ N

De acuerdo a las c ar a c t e rí s ti c a s de la i n ve s ti g a ci ó n que

p r e t e n do r e ali z ar , s e rá , e n un p rime r mo me n t o , l a i n v e s ti g a ció n

d o c u me n t a l p or re c u rr ir a f u e nt e s i nf o r ma t i v a s i mp r e s a s y l ue g o

a d o p t a rá l a mo d a li d a d d e l a i n v e st ig ac i ó n a c ci ó n .

L a i n v e st ig a ci ó n a c ci ó n s e d eb e a la n e c e s i da d d e p e rf e c ci o n ar

l a l ab o r ed u c a ti v a , e s u n p r o c e so qu e r e f ue r z a a l o s p ar ti ci p a n te s y

l o s l a nza a l a l u ch a .

60
El p e n sa mi e n t o d el e s t u di an t e s e d eb e c o n s t an t e me n t e p o n e r a

r e fl e xi o n ar , q u e d e sa r ro ll e su c r e a ti vi d a d, q u e s e a el mi s mo , q u e s e

p r o bl e ma t i c e y se ll e ve el pr o bl ema y que lo r e su el v a en el

e c o s i s te ma , e l a ul a fr e n t e a t o d o s.

En e l p ro c e s o d e la in v e s ti g a ci ón - a c ci ó n , l a r e fl e xi ón y la a c ci ó n

s e ma n t i e n e n e n u n a t e n si ón d i alé c ti c a , y a q u e la u n a i nf o r ma a l a

otra me d i a n t e un p r o c e so de c a mb i o , o b s e r v a c ió n , r e fl e xi ón y

mo d i f i c a ci ó n (22).

L o s " mo me n t o s " d e l a in v e s ti g a ci ó n- ac c i ó n .

RECONSTRUCTIVO CONSTRUCTIVO

DISCURSO 1. REFLEXIÓN 2. PLANIFICACIÓN


entre
participantes

PRACTICA
en el contexto4. OBSERVACIÓN 3. ACCIÓN
del aula

(22) SALAZAR, C., La investigación/acción participativa. Editorial Ediciones Populares, España, 1991, pp. 45 - 50.

61
Al a n ali z a r l o s t é r mi n o s i n ve s ti g a ci ón – a c c i ó n , me d o y c u e n t a

q u e é s t e h a c e r i n v e s ti g at i vo s e ba s a e n p o ne r en p rá c ti c a l a s i de a s

q u e s u rg e n a l a n ali z ar u n p ro bl e ma e xi st e n t e bu s c a n d o s u s s olu c ió n ,

s e u tili z a pa r a lo g r ar un a ap e r t ur a y p a r ti ci p a ció n de l o s i mp li ca d o s

e n el la .

De t a l ma n e r a , é s t e p r o y e ct o c u mp l e c o n l a s c a ra c t e r í s ti ca s d e

l a in v e s ti g a ci ón a c ci ó n al su s t e n t ar se e n u n fu n d a me n t o t e ó ri co y se r

d i re c t a me n t e la ed u c a d or a q ui e n a n ali z a su , pr á c ti c a d o c en t e y q ui en

e s t a bl e c e un p r og r a ma d e mo d i f i c a ció n d e l a di fi cu lt a d d et e c t a d a.

62
4.1 PLANEACIÓN DE LA ESTRATEGIA

“Es cierto que la experimentación tiene en el área un papel


relevante, pero entendiéndola como estrategia para la
modificación de ideas, búsqueda de respuestas o
explicaciones que acompañen la explicación de los
fenómenos” (23).

L a e xp e ri me n t a c i ó n e s u n p ro c e di mi e n t o po r me d i o el c u al s e

t r a t a rá d e b u s c a r r e sp u e s t a s a l a s i n q uie t u d e s o p re g u n t a s d e l o s

n i ñ o s, a t r a vé s de ell a se pr e t en d e d ar s eg ui mi e n t o a estas

i n t er r og a n t e s p a ra q ue , l o s al u mn o s p u e d an re s ol v e r s u s p e q u eñ o s

p r o bl e ma s , p e r o t a mb i é n s e in c r e me n t e n n u e v a s d u d a s e hi p ó te s i s.

Es p o r e ll o q u e l a e xp e r i me n t a c ió n s ó l o e s u n me d i o o u n a

herra mien ta utilizada para in dagar , es i mport ant e de sarrollar en el

n i ñ o c o mp e t e n c ia s q u e l e s p er mi t a n b u s c a r y s e l e c cio n a r i n f or ma c i ó n ,

l a c ua l, s e r vi rá p a ra q u e e s te p u e da c o n s t r uir e xp li c a ci o n e s q u e l e

s i r v an p ar a mi t i g ar s u c uri o si d a d e n t or n o al s a be r qu e l o ro d e a .

Po r t a l mo t i v o , mi p r o y e c t o d e a c ció n d o c e n t e s e ba s a e n l a

p s i co ge n é ti ca , a nd a mi a je y c o n s t r u c ti v i s mo , que o r ie n t a ra n la

c a p a c id a d y h a b i li d a d e s d e p e n s a mi e n t o q u e t i e n e n l o s a l u mn o s p a r a

o b s e r v a r s u c o n t e xt o y l e s p e r mi t a r e s ol ve r p o r s í mi s mo s s u s

p r o bl e ma s y f o r mu l e n hi p ó t e si s de a cu e r d o c on s u ni v el d e d e s ar r oll o .
(23) Cita tomada de apuntes de la licenciatura en 7° semestre de la asignatura El Niño y la Ciencia, impartida por el asesor
Profesor Alfonso Bravo Serrato.

63
El t r a b a jo d i dá c ti co s e i mp l e me n t a r á e n e l g r up o d e 3 . -“ A” d el

ja r d í n de ni ñ o s : “ G ab ri el a Mi s t r al ” d e l a ci u da d de J a c o na de

Pl a n c ar t e , Mi c ho a c á n .

Me d i a n t e s u a pli c a ci ón me d a r é c u e nt a s i mi s p r o p ó s it o s f u e r on

b i e n fu n d a d os y e s t a bl e ci d o s c o mp r o b a n do q u e lo s n iñ o s lo g r ar a n

d e s a r ro ll ar h a bili d a de s d e p e n s a mi e n t o a l tr a b a ja r e n el á r e a d e

Ci e n ci a s Nat u r al e s y l o g ra r a s í el a c er c a mi e n t o a l a ci e n cia .

MIS PROPÓSITOS ESPECÍFI CO S SON:

¾ Da r p ri o rid a d al c o no ci mi e n t o d el me d i o y d e s í mi s mo c o mo u n
e n t e bi ol ógi c o , a t r a vé s d e i mp l e me n t a r u n ár e a d e Ci e n cia s
Na t u r al e s , q u e pe r mi t a d e s a rr ol la r h ab ili d a de s d e p e n s a mi e n t o a
t r a v é s d e la e xp e ri me n t a c i ó n e n c ie nc i a .

¾ E mp l e a r ma t e r i al e s d e fá c il ma n e jo y a d q ui si ci ó n qu e d e spi e r t en
e n el ni ñ o su i n t e ré s n a t o d e i n v e s tiga r y e xp e ri me n t a r .

¾ Pr o p i ci ar u n a mb i e n t e a d e c u a d o de n t r o d el a ul a a l c o no c e r
f e n ó me n o s n a t u r a le s y r e a li z ar e xp e r i me n t o s q u e l o s ll e v e a
t r a v é s d e la hi p ó t e si s al a c e r ca mi e n t o a l a ci e n ci a .

64
4.2 REDACCIÓN DE LA APLICACIÓN

65
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A” NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”

CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL

COMPETENCIA: COMPARA E IDENTIFICA ALGUNOS RASGOS QUE


COMPETENCIA: PARTICIPA EN LA CONSERVACIÓN DEL MEDIO NATURAL Y DISTINGUEN A LOS SERES VIVOS
PROPONE MEDIDAS PARA SU PRESERVACIÓN
TEMA: CUIDADO DE LOS ANIMALES MES: OCTUBRE 2005
TEMA: LA BASURA MES: SEPTIEMBRE 2005
ACTIVIDAD 2 Adoptar una mascota.
ACTIVIDAD 1 Realizar una composta. PROPÓSITO Que el alumno tenga respeto del contexto natural que forma
PROPÓSITO Que el niño reconozca que la basura es un foco de ESPECÍFICO parte y su relación con el cuidado de la vida animal.
ESPECÍFICO contaminación ambiental que afecta a nuestro medio ambiente. PROPÓSITO Conozca e identifique cuidados y características de los
FORMATIVO animales.
PROPÓSITO Aprovechar los desechos orgánicos para transformarlos en
FORMATIVO abono natural. ™ Pedir a los niños que traigan recortes de animales, colocarlos
en una caja y pedir a varios niños que pasen a sacar uno, lo
™ Se organice una excursión por los alrededores (en especial al muestren y los demás intenten imitarlo, por su
río y a las calles cercanas) y se dibuje lo que se observó, comportamiento o por los sonidos que emite.
sugiriendo a los niños que destaquen aquello que hace que
™ Observar un video o película con algunos animales y pedirles
su comunidad se vea fea. a los niños que los identifiquen.
™ Al regresar al aula, se comente sobre aquellas cosas que ™ Pedir a los niños que capturen y lleven pequeños animalitos y
hacían que su comunidad se viera desagradable y se invita a los muestren a sus compañeros, para después discutir cómo
DESARROLLO que los niños propongan soluciones a estos problemas. DESARROLLO nace cada uno de ellos.
DE LA DE LA
ACTIVIDAD ™ Siguiendo la misma dinámica, la educadora puede orientar a ACTIVIDAD ™ Ejercitar el conocimiento de vivíparos y ovíparos.
los niños en la forma de separar la basura, para lo cual
dispondrá de cajas o recolectores de los diferentes tipos de ™ Ir de visita a una granja y observar los animales, así como la
desperdicios, realizar una composta. manera en que se procesan los productos que de ellos se
™ Los niños recolecten y separen la basura del jardín, obtiene.
destacando la manera en que se pueden reutilizar estos ™ Elaborar maquetas de lo observado, organizando puestas en
desperdicios. común con niños y sus Padres.
Autonomía, habilidad y destreza, frustración, habito de higiene y ™ Pedir a los niños que lleven sus mascotas y que comenten los
limpieza, percepción de su entorno natural y manipulación de cuidados que les tienen.
EVALUACIÓN objetos. Cooperación, participación, hábitos de higiene, control,
Identificó y explicó efectos favorables y desfavorables de la EVALUACIÓN autonomía y aprendizaje.
acción humana sobre el entorno natural. Expresó curiosidad por saber y conocer acerca de los seres
vivos, color, tamaño, textura y partes que conforman un animal.
RECURSOS
Aserrín, tierra y desperdicios orgánicos. RECURSOS Animales disecados, películas, permisos a padres de familia,
DIDÁCTICOS
DIDÁCTICOS hojas y material de rehuso.
ESPACIO Y ESPACIO Y
Patio del jardín, 1 mes. Salón de clases, 3 horas, 1 mes.
TIEMPO TIEMPO
66
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”
CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL
CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL
COMPETENCIA: CLASIFICA ELEMENTOS Y SERES DE LA NATURALEZA SEGÚN
SUS CARACTERÍSTICAS (VEGETALES COMESTIBLES Y PLANTAS DE ORNATO) COMPETENCIA: ELABORE INFERENCIAS Y PREDICCIONES A PARTIR DE LO
TEMA: LAS PLANTAS SUS TIPOS Y PARTES MES: NOVIEMBRE 2005 QUE SABE Y SUPONE DEL MEDIO NATURAL
TEMA: EL DIA Y LA NOCHE MES: DEL 1 AL 9 DE DICIEMBRE DE 2005
ACT IVIDAD 3 Germinado de semillas.
PROPÓSITO
Identificación y localización de las principales partes de una planta.
ESPECÍFICO ACTIVIDAD 4 Elaboración de un periódico mural.
PROPÓSITO Que el alumno desarrolle su capacidad cognitiva en relación al
FORMATIVO proceso de germinado, así como a otro tipo de plantas.
™ Pedir a los niños que traigan una planta en su maceta, observarla,
describirla y representarla por medio de materiales de desecho o dibujos. PROPÓSITO Que el alumno exprese con sus propias ideas cómo y por qué
™ A través de una representación con los niños, y recordando lo ESPECÍFICO cree que ocurren algunos fenómenos naturales.
estudiado en relación a la lluvia y a la formación de nubes, destacar
la importancia de los árboles y las plantas para el ser humano y el
medio ambiente. PROPÓSITO
™ Elaborar germinadores con los niños y comentar la evolución de la Socializar actividades que se generan de día y de noche.
FORMATIVO
semilla.
™ Elegir algunas plantas de las que trajeron los niños y sacarlas con
mucho cuidado de su maceta, con la finalidad de que observen y ™ Pedir a los niños que elaboren dibujos con características del
describan las partes que la forman. Discutir lo que pasaría si no se día y la noche, así como ilustren por medio de recortes las
regresa a su lugar. actividades que realizan en cada momento.
DESARROLLO
™ “Forma una colección de hojas y semillas”
DE LA
ACTIVIDAD ™ De las hojas recolectadas u otras que traiga el niño de su casa, se DESARROLLO ™ Ayudados del globo terráqueo del área de trabajo y de una
harán sellos mojándolas en diversos tonos de pintura y DE LA lámpara de mano, explicar cómo se produce el fenómeno del
marcándolas en hojas de papel blanco, destacando así sus partes. ACTIVIDAD día y la noche.
™ Realizar un experimento colocando en el fondo de un recipiente
lleno con agua, una o varias hojas de alguna planta verde, ™ Colocar en el friso un calendario para que los educandos se
colocando sobre ellas un embudo y sobre el embudo un tubo vayan familiarizando con los días de la semana y las
transparente para observar como sube el oxígeno en forma de actividades cotidianas que realizan en la escuela y en su
burbujas entre el agua. casa.
™ Machacar algunas hojas para descubrir el pigmento que les da su
Cooperación y participación, autonomía, creatividad, habilidad,
color: la clorofila.
destreza y hábito de higiene.
™ Ambientar la zona con plantas de diversos tipos: comestibles, de EVALUACIÓN
Explicó lo que cree que va a pasar en una situación observable,
ornato o medicinales y explicar su uso de manera práctica, por
ejemplo, haciendo un té o preparando un platillo con las comestibles. con base en ideas propias y en información que recopiló.
Coordinación, participación, coordinación ojo – mano, autonomía.
Representa y clasifica elementos y plantas de la naturaleza según sus RECURSOS
EVALUACIÓN Globo terráqueo, lámpara, revistas, tijeras y resistol.
características a través de distintos medios, dibujos, diagramas y DIDÁCTICOS
esquemas, reconociendo que las plantas son seres vivos.
RECURSOS
Semillas, botes, algodón, agua, sellos, lupa y pintura.
DIDÁCTICOS ESPACIO Y
Salón de clases, 3 horas, 7 días.
ESPACIO Y TIEMPO
Salón de clases, 3 horas y 1 mes.
TIEMPO
67
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A” NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”

CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL

COMPETENCIA: EXPERIMENTA CON DIVERSOS ELEMENTOS, OBJETOS Y COMPETENCIA: EXPERIMENTA CON DIVERSOS ELEMENTOS, OBJETOS Y
MATERIALES PARA ENCONTRAR SOLUCIONES Y RESPUESTAS MATERIALES PARA ENCONTRAR SOLUCIONES Y RESPUESTAS

TEMA: ESTADOS DEL AGUA MES: DEL 9 AL 11 DE ENERO DE 2006 TEMA: EL SUBMARINO MES: 16 Y 17 DE ENERO DE 2006

ACTIVIDAD 5 Formación de los 3 estados del agua. ACTIVIDAD 6 Comprender la importancia de no dañar los recursos naturales.

PROPÓSITO Identificar los elementos que influyen para evitar que el


PROPÓSITO Identificar y comprender los procesos naturales que propician la ESPECÍFICO submarino se hunda, y comprender el mecanismo.
ESPECÍFICO formación de los 3 estados del agua.

PROPÓSITO
¿Por qué un submarino puede sumergirse en el agua?
PROPÓSITO FORMATIVO
Que conozca el estado sólido, líquido y gaseoso.
FORMATIVO

™ Se demuestra al niño los tres estados del agua, con un hielo, ™ ¿Qué es un submarino y para que se utiliza?
un vaso con agua al tiempo y agua en estado de ebullición. El
niño observa lo que pasa con el hielo al ponerlo al sol y lo que
sucede con el agua al calentarla. ™ Comprender la importancia y utilidad de un submarino.
DESARROLLO DESARROLLO
™ Con dibujos el niño representa los estados del agua y busca DE LA
DE LA
recortes que también lo ejemplifiquen. ACTIVIDAD ™ Que cuidados se deben tener en un viaje por el mar para no
ACTIVIDAD
causar daños a la naturaleza.

™ Busca en la zona otros materiales que estén en estado sólido,


líquido o gaseoso. ™ Realizar u pequeño experimento para averiguar por qué el
submarino no se hunde.

Cooperación y participación, autonomía, creatividad al utilizar el


EVALUACIÓN Cooperación y participación, autonomía, habilidad psicomotriz –
material, cuestionamiento a preguntas y expresión de afecto. EVALUACIÓN
fina y creatividad.

RECURSOS
Agua, hielo y olla con agua caliente. RECURSOS 3 monedas, plastilina, popotes, botella de plástico, bandeja o
DIDÁCTICOS
DIDÁCTICOS tina con agua y 1 clavo.

ESPACIO Y ESPACIO Y
Salón de clases, 3 horas, 3 días. Salón de clases, 3 horas 2 días.
TIEMPO TIEMPO
68
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A” NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”

CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL


COMPETENCIA: EXPERIMENTA CON DIVERSOS ELEMENTOS, OBJETOS Y
COMPETENCIA: EXPERIMENTA CON DIVERSOS ELEMENTOS, OBJETOS Y
MATERIALES PARA ENCONTRAR SOLUCIONES Y RESPUESTAS
MATERIALES PARA ENCONTRAR SOLUCIONES Y RESPUESTAS
TEMA: EL VOLCÁN MES: DEL 18 AL 20 DE ENERO DE 2006
TEMA: LA CÁMARA OBSCURA MES: 7 Y 8 DE FEBRERO DE 2006

ACT IVIDAD 7 Cómo hacer un volcán casero.


ACTIVIDAD 8 Realizar una cámara obscura.

PROPÓSITO Qué el niño conozca y comprenda dos principios a la vez, uno


ESPECÍFICO químico y el otro, geológico.
PROPÓSITO Observar como se miran las cosas a trabes de una cámara
ESPECÍFICO obscura.
PROPÓSITO Analice y compruebe qué sucede al mezclar 2 substancias:
FORMATIVO carbonato y vinagre (composición química).
PROPÓSITO Mostrar a los niños la existencia de algunos fenómenos y valorar
™ Hacer un volcán con una lata, plastilina y decorarlo FORMATIVO los avances científicos.
libremente.

™ Conozca por qué hace erupción un volcán. ™ Preguntar a quien le gusta tomar fotografías.
DESARROLLO
DE LA DESARROLLO
ACTIVIDAD ™ Hacer erupción nuestro volcán casero con carbonato y DE LA ™ Presentar diferentes tipos de cámaras para tomar fotos.
vinagre y registrar lo que sucede. ACTIVIDAD

™ Exponer y demostrar a las madres de familia nuestra actividad ™ Construir una cámara obscura y ver para que sirve.
científica.

Cooperación y participación, autonomía, habilidad psicomotriz – Autonomía, coordinación ojo – mano, participación, motricidad
EVALUACIÓN fina y creatividad, cuestionar respuestas al niño sobre el proceso EVALUACIÓN
fina y creatividad.
de erupción del volcán.

RECURSOS
RECURSOS Tubo de cartón, lápiz, clavo y cinta adhesiva.
Latas vacías, tabla, plastilina, piedras y follaje natural. DIDÁCTICOS
DIDÁCTICOS

ESPACIO Y ESPACIO Y
Salón de clases, 3 horas, 3 días. Salón de clases, 3 horas, 2 días.
TIEMPO TIEMPO
69
NOMBRE DEL JARDÍN: “GABRIELA MISTRAL” GRADO: 3° GRUPO: “A”

CAMPO FORMATIVO: EL MUNDO NATURAL

COMPETENCIA: EXPERIMENTA CON DIVERSOS ELEMENTOS, OBJETOS Y


MATERIALES PARA ENCONTRAR SOLUCIONES Y RESPUESTAS

TEMA: FLOTA O SE HUNDE MES: 23 Y 24 DE FEBRERO DE 2006

Mediante dibujos registrar la actividad de la flotación de un


ACTIVIDAD 9
huevo.

PROPÓSITO Identificar que elementos intervienen en la flotación de los


ESPECÍFICO cuerpos en un fluido.

PROPÓSITO
Conocer cómo ocurre el fenómeno del peso y empuje.
FORMATIVO

™ Experimentar las posibilidades de flotación que tiene un


huevo en fluidos de diferente densidad.

DESARROLLO
DE LA ™ Comprobar que todos los objetos tienen un peso.
ACTIVIDAD

™ Identificar como elementos de flotación el empuje, el peso y la


densidad.

Coordinación ojo – mano, motricidad fina, autonomía y


EVALUACIÓN
participación.

RECURSOS
Huevo, sal, vasos y agua.
DIDÁCTICOS

ESPACIO Y
Salón de clases, 3 horas, 2 días.
TIEMPO
ACTIVIDAD 1

Organizamos una mañana de trabajo con algunas madres de familia,


por los alrededores del jardín, en especial al río y a las calles cercanas, ya
que nuestra tarea principal fue que los niños destacaran mediante registros o
dibujos todo aquello que hace que su comunidad se vea fea, de regreso al
aula, comentamos lo dibujado y registrado en el trayecto de la excursión,
muchos dibujaron basura, hojas secas, ropa tirada, el río lleno de botellas,
basura, flores acuáticas (Lirio), etc. Nos dimos a la tarea de buscar una
solución posible, platicamos sobre la basura que fue lo que más se registró en
dibujos y comentamos las consecuencias que esto atrae:

.-Edgar: Maestra, ¿por qué dice que las sabritas es comida chatarra? si saben
bien buenas.

.- Maestra: Dímelo tú, piensa un poco, que sabes de eso.

.- Oscar: Mi mamá dice que están echas de sebo de rata.

.- Lalo: Yo siempre como y no me enfermo.

.- Edgar: Será porque nos quitan el hambre y nos ponen gordototes.

.- Maestra: Así es, la comida chatarra no es buena, les quita el hambre y solo
hace que ustedes engorden o estén anémicos.

.- Lalo: Que es anémico maestra.

.- Saúl: Cuando no comes verduras y estás enfermo y te llevan a poner suero.

.- Rubí: Por eso debemos de comer sopa, carne, huevos, verduras y frutas,
dice mi mamá.

.- Edgar: Si las como, pero las sabritas me gustan mucho, además cuando
termino de comer mi sopa y carne, voy a la tienda por mis churritos, y mi
mamá no se enoja.

.- Maestra: Ha de ser porque comes muy bien y así no hay problema.

70
.- Saúl: Verdad que también si vivimos en la basura nos hace daño, mi papá
es doctor en el DIF, y eso les platica a los niños y señoras.
.- Maestra: Piensen un poco y quien me quiere decir lo que sucedería si
viviéramos en el tiradero de basura.

.- Christopher: Yo, le digo, nos enfermamos porque huele feo y hay gusanos
en las comidas que se tiran cuando no se les dan al perro.

.- Lalo: ¿Por eso huele feo el camión cuando pasa?

.- Maestra: Así es, y además podemos clasificar la basura, cartones, botellas,


tortas, etc. A eso se le llama reciclaje, que les parece si hacemos una
actividad con la basura que encontremos dentro del salón y del jardín de
niños.

.- Lalo: Buena idea maestra, pónganos a trabajar, que vamos hacer, los
carretoneros o qué.

Siguiendo la idea de organizar una campaña de aseo dentro del jardín


de niños, se llevó a la práctica el elaborar cartelones hechos por ellos en
donde clasifican la basura orgánica e inorgánica, para esto, se dieron a la
tarea de buscar basura (bolsas de sabritas, botes de jugos, de yakult, de
tortas, embases de refresco, popotes, entre otras) se les dio 2 cartoncillos en
donde dibujaron 2 botes de basura, después de terminar de hacerlos y
colorearlos, separaron la basura, la clasificaron y en cada bote al que
previamente le pusieron la leyenda de basura orgánica y a otro basura
inorgánica, pegaron con resistol lo correspondiente a desechos alimenticios y
reciclajes, estas láminas fueron colocadas en todo el jardín, comenzando por
el salón de clases, siguiendo la misma dinámica también se pegaron algunas
láminas en cajas grandes de cartón identificando la orgánica e inorgánica y se
distribuyeron por los patios del jardín, se tubo al principio una mala
experiencia, ya que los niños de otros grupos arrancaban los cartelones o
pateaban las cajas. Después de recolectar la basura y de llevar un
registro, se les dijo a los niños que la basura se puede reciclar para darle
otros usos, la composta es uno de ellos, se les explicó que la basura orgánica
está formada como ellos ya sabían, de todos los desperdicios de tortas,
cáscaras de plátano, manzanas, jitomates, tacos, cáscaras de sandia, pepino
etc.

71
.- Michelle: Maestra, ¿y cómo se hace una compuesta?

.- Maestra: Composta se dice; pues con todo el desperdicio que la mamá de


ustedes tira y que dejan de su preparación de comida y de sus sobras, se
junta, se entierra con aserrín y un poco de tierra se forma más tierra que es
un abono para las plantas.

.- Lalo: ¿Cómo tierra?, esa la venden las guares.

.- Blanca: Podemos hacer una composta?

.- Saúl: Si le echamos todo lo que no nos comemos, se hace tierra, “aja” que
“chido”, de la comida sale tierra.

.- Maestra: Sí, que les parece realizar una composta y registramos todo
mientras la estamos elaborando.

Al comentar esto, los niños se vieron muy emocionados y pidieron


realizar una composta, traer los desperdicios de su casa, ya que sus mamás
ya estaban separando la basura, (por la actividad vista desde un inicio y su
aplicación) y recogerían la que se junta en el jardín y en el salón de clases,
para fermentarla y hacer de la tierra, abono.

Se prepararon 3 cajas de madera grandes a las cuales durante 5 días


se estuvieron llenando de desperdicios de comida, se les colocó un poco de
tierra y aserrín para que los gases no salieran, se dejó un tiempo en reposo
mientras se realizaban otras actividades del proyecto, pasó casi un mes
cuando nos dimos a la tarea de destapar las cajas, y cual fue la sorpresa de
los niños el ver que los desperdicios, la poca tierra y el aserrín se habían
echo uno solo y el resultado fue tener abono. Emocionados todos invitaron a
la directora para que viera el experimento que realizaron por así nombrarlo
ellos, se repartió en bolsas un poco de tierra para cada uno y a la salida de
clases emocionados se las dieron a las mamás con la sorpresa e ignorancia
de algunas de ellas de que los desperdicios se hicieron tierra - abono.

EVALUACIÓN

Durante la actividad, la autonomía que presentaron los niños fue a mi


parecer muy bien empleada, ya que no necesitaron de ayuda cuando

72
realizaron los cartelones, de identificación de comida chatarra y nutritiva.
Además se trabajo en un ambiente agradable, incluso los más relajientos se
comportaron muy bien, estaban tan emocionados que por un momento se
olvidaron de golpear y agredir, parece que la actividad llenó sus expectativas,
también puedo decir que por ser el tema de la basura, se trabajó en un
ambiente limpio, por parte de todos ellos.

Además de que se logró que el alumno conociera la importancia de


mantener limpio nuestro entorno natural y algo mejor experimento con basura
para la realización de la composta, lo cual fue algo diferente al manipular
diferentes desechos orgánicos y ver los resultados a la vez.

ACTIVIDAD 2

Se les pidió a los niños que trajeran recortes de animales, colocarlos en


una caja y pasar varios de ellos a sacar uno, lo muestren y los demás intenten
imitarlo por su comportamiento o el sonido que emite. Fue divertido, ya que
más de alguno se contagió y hasta 3 niños realizaban lo mismo o criticaban y
decían, .- Menso, así no le hace, es así, ¿verdad maestra?

Pasamos a ver un película de animales, se pidió a los niños que los


identificaran, de ésta actividad se sugirió por un niño, el traer animales
pequeños recolectados para mostrarlos y después discutir como nace cada
uno de ellos, se trajeron desde arañas patonas, grillos, lombrices, abejas,
moscas e inclusive dos niños trajeron alacranes muertos, por supuesto,
aunque al sacarlos de la caja los niños, amenazaban a las niñas y éstas
daban semejantes gritos, ha, y se me olvidaba, un ratón muerto.

.- Toño: Es cierto que los grillos se comen a las arañas, moscas y demás y los
ratones a los grillos o quien se come a quien.

.- Maestra: ¿Tú crees eso? Y los demás que piensan.

.- Lalo: Que los animales grandes se comen a los chiquitos, porque no se


saben defender.

.- Carolina: No, maestra porque eso solo pasa en las películas de magia.

73
.- Lalo: No es cierto, el otro día yo vi que una araña se estaba comiendo una
cucaracha.

.- Maestra: Eso si es cierto, las arañas comen toda clase de animales para
alimentarse, al igual que otros animales se comen entre si.

.- Lalo: Si les abrimos la panza para ver si tienen comida.

.- Alma: No, porque si ya los mastico, no se van a ver y se van a morir por
abrirlos.

.- Jorge: Maestra, los grillos y las cucarachas nacen en la tierra.

.- Lalo: claro que no, salen de los huevos, en mi cocina las cucarachas los
mean y después salen cucarachas chiquitinas y si no le corren otros animales
se las comen.

.- Jorge: Entonces, ¿cómo nacen, que comen y en donde viven?

.- Edgar: Los grillos viven en la tierra, yo he visto.

.- Blanca: Comen hojas y pasto, los ratones queso y las cucarachas comida
que dejamos.

.- Saúl: Entonces los grillos son insectos me dijo mi papá y los alacranes
que son, también salen de la tierra y viven ahí, porque en mi casa hay tierra y
salen muchos alacranes, por eso los traje.

.- Edgar: Las gallinas salen de los huevos y luego si no salen, nos comemos
el huevo, que rico.

Partiendo de ésto, se vio la oportunidad de que conocieran como nacen


los ovíparos y los vivíparos, registrando en sus apuntes y conociendo las
características de ellos nos dimos a la tarea de visitar un granja y un establo,
ahí los niños se pudieron dar cuenta de la manera en que se procesan los
productos que de ellos se obtienen, basado en la experiencia que les dejó se
representó la granja y el establo en forma de maqueta, junto con las madres
de familia que fue quien los acompañó a las diferentes actividades cada uno
la hizo a su gusto e imaginación, desde ponerle borregos, caballos, otros más

74
hasta la procesadora de leche realizaron, a mi parecer estuvo enriquecedora
la actividad tanto para niños como para madres de familia.

Otra actividad que se llevó a cabo fue la de llevar sus mascotas y cada
niño comentó los cuidados que les dan, ¿qué comen y en donde duermen?,
una compañerita propuso:

.- Maestra: ¿Y por qué no tenemos una mascota en el salón?

Hubo diferentes opiniones, desde un pez, perro, gato, pajaritos,


cotorros, hasta alacranes y murciélagos. Se discutió en torno a esto y les
propuse tener un hámster.

.- Blanca: ¿Qué es un hámster?

.- Fernanda: Son ratones más bonitos y sin cola.

.- Alma: Mi primo tiene uno, es de color café y come de todo.

.- Edgar: ¿A poco come pozole?

.- Saúl: Los hámster no comen pozole, comen semillas de girasol.

.- Fernanda: Qué más pueden comer.

.- Maestra: Piensen un poco.

.- Lalo: Y si tenemos uno, y le damos de comer para ver que le gusta.


.- Todos: Sí, buena idea, bravo.

Al día siguiente llevé el hámster, los niños estuvieron fascinados, se


trató de buscar la forma de hacerle una casa, algunos comentaron:

.- Brandon: ¿Y en donde se va a quedar a dormir?

.- Saúl: En una caja.

.- Alma: No, porque los ratones comen cartón y se puede salir al morderlo.

75
.- Toño: Y si lo ponemos en un bote de agua, mientras le encontramos otra
casa.

.- Maestra: Me parece muy buena idea, ustedes que dicen.

.- Todos: Sí, ahí tenemos un bote solo.

Les comenté que si podían estar en un bote de agua, claro con


aberturas para que no se asfixie, decidieron que sí; el problema era que quien
lo regalaba, decidieron platicar con sus mamás para ver quien lo traía, al día
siguiente se trajeron tres garrafones y como era un solo hámster, sobraban
dos botes. Surgieron peleas por cuidarlo, y me di a la libertad de traer otros
dos hámsteres para los garrafones sobrantes, los niños se emocionaron y se
llegó a un acuerdo de llevarse una semana cada hámster a su casa para ellos
cuidarlos y darles de comer, me pareció una idea muy buena, así se está
realizando. El problema de esta situación es que cuando les toca regresarlo,
no quieren entregarlo o lloran cuando se los doy a otro niño para que lo cuide
otra semana, se llegan a encariñar con ellos, aunque algunos, después de
entregarlo y para que no lloren más, sus mamás les compran uno y así ya
tienen su propia mascota (anexo 6).

EVALUACIÓN

En ésta actividad el niño demostró tener cuidados hacia los seres vivos
y además de mantenerlos en un ambiente higiénico, que era parte de la
misma, su curiosidad por conocerlos fue en su totalidad cubierta, ya que
conoció por medio de una película los diferentes animales que hay vivíparos y
ovíparos, también se notó el interés de parte de ellos como de las madres de
familia, cuando fuimos a visitar la granja en el rancho de Camucuato,
conocieron y tuvieron contacto con diferentes animales en la misma, y fue
más completa cuando a más de alguno los pusieron a ordeñar vacas,
conocieron como procesan la leche y ésta es utilizada en diferentes
productos, conociendo y aprendiendo la elaboración de queso en diferentes
estilos, yogurt, crema entre otros.

76
ACTIVIDAD 3

Se les pidió a los niños traer una planta en su maceta, para describirla y
representarla después con diferente material de desecho existente en el
jardín.

Repasando lo visto en otras actividades como la importancia que tiene


el sol y la lluvia para destacar la importancia de los árboles y las plantas para
el ser humano y el medio ambiente, realizaron mediante algunos recortes de
revistas, libros, dibujos estampados en un periódico mural, los beneficios que
aportan los árboles dando oxígeno a nuestro medio ambiente, éste fue
colocado a la entrada del jardín para que pudiera ser apreciado por todos.

Otro día nos dimos a la tarea de realizar un germinado de simillas,


trajeron desde trigo, lenteja, cebada, maíz y fríjol, para esto los niños día a
día mediante dibujos en fichas, registraron la evolución de las semillas (esto
lo hicieron en un plato, cada uno con algodón y poca agua, poniendo en
distintas secciones las diferentes semillas), cuando éstas estaban ya grandes
y crecidas, se compraron macetas chicas y se ocupó la tierra que recuperaron
de la composta para trasplantarlas y seguir registrando su evolución. Algunos
llegaron a tener vainas de ejote.

.- Lupita: Maestra, las hojas de mi planta se secaron y se están cayendo en


pedacitos.

.- Raquel: ¿Las hojas de orégano se comen?

.- Maestra: Tú piensas que el orégano es una planta.

.- Raquel: Sí, porque mi papá le pone al menudo y mi mamá al pozole.

.- Maestra: Entonces hay plantas que nos sirven como alimento.

.- Lalo: Las hojas de lechuga.

.- Maestra: Que otras plantas, piensen.

.- Blanca: Los nopales y quelites.

.- Saúl: Las verdolagas.

77
De las mismas plantas se sacó una con mucho cuidado para conocer
las partes que la forman, con la finalidad de que ellos describieran lo que
pasaría si no se regresa a su lugar, así mismo, con diferentes materiales
como estambre, palitos y recortes de papel representaron las principales
partes de una planta y flor.

Prosiguiendo con las actividades salimos al patio y con una lupa los
niños pudieron ver más de cerca algunas hojas de diferentes tipos, las
recolectaron para formar algunos sellos mojándolas en diversos tonos de
pintura y estampándolas en hojas blancas para destacar sus partes.
Realizamos un experimento colocando en el fondo de un recipiente lleno con
agua, una o varias hojas de alguna planta verde, colocando sobre ellas un
embudo y sobre el embudo un tubo transparente. Para que ellos conocieran
como sube el oxígeno en forma de burbujas entre el agua, también
machacaron algunas hojas para descubrir el pigmento que les da su color: la
clorofila.

.- Maestra: Algunas plantas tienen una sustancia llamada clorofila, la cual les
da el color verde.

.- Oscar: Sí, maestra, yo vi hojas de color verde, pero otras eran moradas y
blancas.

.- Toño: Sí, yo también las vi, ¿las moradas tendrán clorofila?

.- Oscar: Yo creo que si pero de color morado.

.- Maestra: Que les parece si ahorita salimos al patio a ver lo que me dicen.

.- Toño: Maestra, hay plantas que sirven para hacer té, mi mamá me dijo.

.- Alma: Sí, sirven para cuando se tiene dolor de panza.

.- Blanca: Y cuando estamos enfermos de la gripa y tos.

.- Lalo: Pero saben unas bien feo.

Se platicó que algunas plantas son medicinales y comestibles, se les


pidió trajeran algunas de ellas para después clasificarlas, la variedad fue

78
múltiple, manzanilla, gordolobo, flor de bugambilia, anís, albahacar,
hierbabuena, ruda acelgas, espinacas, quelites, verdolagas, etc., entre otras.
Fue muy buena la respuesta de los niños y obtuvieron conocimientos, algunos
niños comentaron que sí les gustaba comer plantas, que su mamá las prepara
con carne y otros dijeron que se las daban solas. Organizamos un menú con
las plantas comestibles, realizando una ensalada de plantas verdes ya que
comprendieron que tanto crudas como cocidas se pueden degustar (anexo 6).

EVALUACIÓN

Las diferentes actividades llevadas en este proyecto, dejaron muy


buenos conocimientos y aprendizajes en los niños, la participación, su
autonomía y la buena disposición de parte de ellos fueron la pauta a que se
lograran, cuando realizaron el periódico mural, fue muy buena la coordinación
que presentaron, tanto los que recortaban y como los que pegaban los
dibujos, expresaban sus ideas, reían, tiraban resistor, pero todos muy alegres
participaban.

Cuando realizamos el germinado de diferentes semillas, para los niños


fue muy novedosos, ya que nunca lo habían echo y además comentaban que
sus mamas no los dejaban tomar semillas y mucho menos ponerlas en
algodón y agua. La experimentación fue registrada paso a paso por los
alumnos en hojas de máquina, “escribiendo” o realizando dibujos para
representar el proceso de la germinación.

Otro momento muy aceptable por los niños, fue cuando llevaron
diferentes plantas medicinales para realizar té, las probaron y lograron
identificar sabores y aromas que desprendían de ellos, a demás de las
acelgas y verdolagas que se prepararon en ensalada.

ACTIVIDAD 4

El día comenzó muy bien, después de realizar la rutina colectiva, nos


dispusimos a trabajar con el tema propuesto anteriormente del proyecto que
fue, cómo se produce el día y la noche, para esto se sentaron todos en
círculo, se dispuso una mesa en el centro en la cual se colocó un globo
terráqueo grande, aquí con la ayuda de una lámpara de mano se les explicó a

79
los niños cómo gira la tierra sobre su propio eje de rotación el cual dura 24
horas, que son las que distribuimos en el día, trabajando, jugando, comiendo,
divirtiéndose y durmiendo, así mismo se les indicó con la lámpara que vieran
en donde estaba aluzado, fue lo que representó el sol; y donde no había luz
era de noche, hubo varios comentarios al respecto, dudas e inquietudes
como:

.- Jesús: Maestra, ¿entonces si escarbamos la tierra, podemos salir a otra


parte?, mi hermano dice que abajo está china.

.- Eulalio: No menso, abajo está el diablo y si escarbas te quemas.

.- Michelle: A que no, lo que hay es agua, mi papá y otros señores el otro día
escarbaron y sacaron agua, metieron un tubote y pusieron una bomba para el
agua.

.- Maestra: Miren, si nosotros escarbamos, encontramos tierra y agua, como


estamos hablando de geografía, podemos darle un significado a esa palabra
que es el estudio de la tierra y se complementa del agua que es de lo que
principalmente se compone la tierra, y no necesitamos escarbar para llegar a
otra parte, eso es imposible.

.- Edgar: A que si maestra, en las películas ponen una maquinota que escarba
y se van con los dinosaurios.

.- Jovanni: “Huy”, que chido, hay que escarbar para que salgan y se coman a
la maestra y a todos los niños. Grr, grr, grr…

.- Maestra: Bueno, regresando a lo que explicábamos del día y de la noche,


todos en su lugar, van a buscar en estas revistas, actividades que se realizan
en cada momento, las recortan y hacen un periódico mural.

.- Eulalio: Si maestra, ¿verdad que en la noche también se trabaja?

.- Maestra: Claro, quien me puede decir que oficios hay de noche.

.- César: Yo digo, mi papá es el velador de la congeladora, y por la noche un


señor anda en bici y pita, también es velador, ¿verdad maestra?

80
.- Maestra: Muy bien.

.- Rubí: Y las señoras que venden pozole y tacos.

.- Jovanni: Mi papá y mi mamá venden tacos adobados, la maestra ya fue a


comer, a que sí.

.- Eulalio: Que ya fuiste maestra, “huácala” saben “regachos”.

.- Maestra: No, a mí, si me gustaron.

.- Blanca: A mi también.

.- Maestra: Continúen con su trabajo.

.- Saúl: También los que hacen puentes, se alumbran con “lucezotas” y


“camionzotes” grandes, trabajan de noche y en el cerro de arena.

.- Maestra: Está bien, comiencen a realizar su friso.

La actividad resultó buena dentro del periódico mural, para representar


lo que es la mañana y tarde, pegaron fotos de varias señoras en el mercado,
niños jugando, yendo a la escuela, señores trabajando en varias actividades,
gente viendo tele, en el cine y algunos pusieron familias representadas en
una mesa comiendo. Para representar la noche, se guiaron por recortes que
tenían bastantes luces y reflectores, aunque otros encontraron recortes de
paisajes de noche y también los pusieron.

EVALUACIÓN

La mayoría de los niños demostró tener mucha autonomía y


socialización, ya que cuando se pusieron a realizar el periódico mural, como
no tenemos muchas revistas entre ellos mismos decidieron quienes
recortaban y quienes pegaban, aunque a decir verdad lo hicieron
“profesionalmente”, porque respetaban las opiniones y comentarios de sus
compañeros.

81
ACTIVIDAD 5

De acuerdo a la temática, se les pidió a los niños un día anterior,


trajeran de sus casas recortes de los estados del agua, estas estampas las
dispusieron de acuerdo a las tres formas materializadas en que se encuentra
el agua, liquido, sólido y gaseoso, identificaron una a uno, mediante
cuestionamientos que se les hicieron del agua, ellos las iban colocando según
su correspondencia.

Pasado eso, nos dispusimos a elaborar un experimento un poco más


visible, en donde teníamos una olla con agua hirviendo, un recipiente con
hielos y uno más con agua al tiempo, los niños tomaron registros por medio
de dibujos, lo primero en dibujar fue lo que sucedió al poner el sartén con
hielos al sol, aquí se dieron cuenta como afectan los rayos solares por ser tan
calientes y derriten el hielo, basados en estos hechos comentaron de las
paletas de hielo de agua o crema, que les pasa lo mismo al ser expuestas a
los rayos solares a igual que a ellos se desmayan por estar tanto tiempo en el
sol y les da calor y sed. Identificaron el estado de ebullición, se dieron cuenta
que al estar el agua en contacto con el fuego ésta hierve y levanta vapor, aquí
el comentario de algunos niños:

.- Ramiro: Maestra ¿verdad que esto es igual cuando hicimos lo de la lluvia?,


qué dijiste que el vapor de una nube caliente choca con una fría y sale la
lluvia.

.- Saúl: Sí, pero esto es otra cosa, son los estados del agua, se parece pero
no es igual.

.- Maestra: Ahora estamos viendo otro experimento parecido, pero también


así se demuestra tanto la actividad de la lluvia como el estado gaseoso del
agua.

.- Giovanni: Entonces si tengo agua caliente y le pongo hielos, se desbaratan.

.- Maestra: Así es.

.- Giovanni: ¿Y por qué cuando mi mamá hace agua y le pone hielos tardan
en desbaratarse?

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.- Maestra: Porque el agua se encuentra templada y el proceso de
descongelación es más lento.

.- Blanca: Es como las paletas, tenemos la boca caliente y la paleta se


desbarata.

Para terminar la actividad los niños expusieron todos los registros en la


pared, y cada uno de ellos iba diciendo lo que dibujó y ¿por qué?

EVALUACIÓN

La autonomía, creatividad, participación y sociabilidad dieron la pauta


para que éste experimento fuera llevado acabo, aunque desafortunadamente
Lalo, Daniel, Jovanni, los mismo de siempre dieron motivo de disgusto a sus
compañeros después de haber realizado el experimento.,

ACTIVIDAD 6

Fuimos a la sala de televisión a ver una película de medios de


transporte, se observaron diferente formas de trasladarnos de un lugar a otro,
precisamente el submarino es un medio de transporte que llamó mucho la
atención de los niños de ahí que se tomó la iniciativa de introducir la
experimentación de cómo se puede sumergir en el agua y no hundirse.

Primeramente comentamos con todos lo que es un submarino y para


que se utiliza, hubo diferentes respuestas:

.- Brandon: Yo he visto que en las películas los usan para la guerra.

.- Alma: Se utiliza para llevar comida, mi tío Carlos trabaja en un barco y me


platicó que ya se subió a uno y son bien grandes.

.- Jorge: ¿Son bien grandotes y no se hunden, por qué?

.- Lalo: Porque los señores los saben manejar y no chocan, además hacen
experimentos para conocer a los peces.

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.- Maestra: No Lalo, mejor todos juntos mediante un experimento
conoceremos el por qué no se hunden y al final concluimos nuestras hipótesis
y les damos respuesta.

También conocieron sobre los cuidados que debe tener para no causar
daño a la naturaleza y sobre todo comprendieron la importancia y utilidad de
un submarino, quedando satisfechos los niños por las respuestas procedimos
a realizar la actividad central.

El experimento consistió de la siguiente manera:

En equipos formados de 6 integrantes cada uno con su respectivo


material, hicieron dos agujeritos en un lado de la botella (de 1 a 2 milímetros)
con la ayuda de un clavo, (se les pidió tener mucho cuidado) pegaron con
cinta adhesiva 3 monedas de un peso, en el mismo lado de la botella (éstas
servirán para que la botella se sumerja) colocaron el popote en la boca de la
botella y la cerramos formando un tapón con plastilina, procurando ajustar
bien el popote para que no entre agua. Colocamos el submarino en la tina,
permitiendo que se llene de agua y se sumerja. Soplaron en el popote para
enviar aire a la botella.

.- Maestra: ¿Que sucedió?, ¿Por qué el submarino salió a la superficie del


agua?, fueron algunas interrogantes que di a los niños.

.- Saúl: El aire que enviamos a la botella al soplar por el popote hizo que el
agua saliera por los agujeritos.

.- Raquel: Y al llenar la botella de aire, nuestro submarino-botella pudo flotar.

Los submarinos cuentan con unos tanques, los cuales se llenan de


agua para sumergirse, pero cuando es necesario salir a la superficie se les
inyecta aire con mucha fuerza (como lo hicimos al soplar), esto hace que el
agua salga de los tanques y suba el submarino.

Como siempre más de algún niño se puso hacer relajo y tiradero de


agua y porque no, mojaron a dos compañeros.

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EVALUACIÓN

Para esta actividad en ciencia, fue divertida y amena, además de que


se logró la participación, cooperación y autonomía de los alumnos, también se
registró favorablemente la forma de tomar los materiales y la creatividad
característica de cada uno de ellos, fue tanto su interés de conocer como la
botella se hundía, que al final de clases, pasaron a las mamás para darles
una demostración de lo que realizamos en el día, y para finalizar como todos
querían llevarse los submarinos fabricados se optó por rifarlos, aunque los
resultados no fueron muy agradables.

ACTIVIDAD 7

El día de hoy se trabajo en la actividad de ciencias, para ver como hace


erupción un volcán; aquí los niños antes habían preparado el material,
primeramente nos fuimos a la sala de televisión y por medio de un video que
se les proyectó, conocieron el ¿por qué hace erupción un volcán? En ese
documental se les explicó que los volcanes son estructuras geológicas
características de zonas activas de la tierra, las erupciones volcánicas son
ascensos de magma a la superficie, a una temperatura que oscila entre los
1000 y 1200ºC y presentan diferentes tipos, más o menos violentos al
depender de la clase del magma (las lavas ácidas generan erupciones
violentas; las básicas, tranquilas) con la que erupciona.

Ahí mismo se les dijo, los productos que arroja al exterior un volcán
son:

‡ Gaseosos: los gases que expulsa son tóxicos, como el monóxido y


bióxido de carbono, dióxido de azufre, pero también emiten gran
cantidad de vapor de agua.

‡ Líquidos: los productos líquidos o lavas están constituidos por el


magma con un poco de gas, las lavas pueden ser ácidas con alto sílice.

‡ Sólidos, también llamadas piroclastos, que se modifican en el aire,


arrojando cenizas, bloques de piedras y bombas.

85
Terminada de ver la película, pasamos al salón de clases, ahí algunos
comentaron:

.- Lupita: La película estuvo muy bonita.

.- Edgar: Yo, ya habían visto con mis papás en la tele lo de los volcanes.

.- Saúl: Los humos piroclásticos son como si se quemaran muchas llantas,


pero que si los alcanzan la gente se puede morir, porque se intoxica al
estarlos oliendo.

.- Maestra: Muy buena conclusión Saúl, pero que les parece si ahora nosotros
hacemos nuestro propio volcán.

.- Lalo: Con el carbonato y el vinagre que trajimos.

.- Oscar: Y nomás agregando eso se hace erupción de verdad.

.- Maestra: Vamos a comprobarlo por ustedes mismos.

La participación de los niños fue buena y acertada, pasando de los


comentarios y preguntas de inquietud de parte de ellos, se dispusieron a
formar 3 equipos para armar cada uno su volcán, primeramente se les dio una
tabla de madera, después cada equipo selecciono la plastilina a su gusto,
aquí se les dio libertad de hacerlo, después de dar unas instrucciones de
cómo hacerlo, todos trabajaron al mismo tiempo, aunque hubo frustraciones
por parte de Jessica y Lupita, ya que Daniel se limitó hacer desperdiciadero
de plastilina y no quería hacer nada, se optó por dejar que Daniel repartiera
más plastilina y esto fuera el motivo de su integración, lo cual dio un buen
resultado, terminados los 3 volcanes, los niños depositaron dentro del bote
donde lo formaron, carbonato, anilina y por último colocaron el vinagre, que
fue el que les dio el resultado final, éste, por su composición química
(carbonato) al reaccionar con el vinagre hizo erupción y los niños estaban
fascinados, incluso un equipo lo repetía a cada rato, diciendo, .-“otra vez,
¿sale?“, gustó mucho ésta actividad , se tomó la decisión de ir a los salones a
invitar a los compañeros para que vieran sus maquetas, Fernanda, Raquel y
Oscar tomaron algunos animales de plástico que tienen como material para
ambientar la maqueta, otros pidieron permiso para salir y traer ramas y
piedras para hacerle un caminito y de las ramas, algunos árboles; la

86
respuesta fue grata ya que los niños de otros salones le decían a sus
maestras que si ellos también podían realizar uno, se dejó la maqueta hasta
la salida para que las madres de familia observaran el trabajo realizado por
los niños (anexo 6).

EVALUACIÓN

Al principio tuve mucha desilusión, puesto que los niños comenzaron a


inquietarse al estarles explicando después de haber visto el video de los
volcanes, pensé que la actividad fracasaría y más con Lalo, Daniel y Giovanni
que son los más inquietos en el aula, pero mi respectiva cambio cuando
Michelle dijo _ maestra ¿ya hacemos el experimento del volcán?

Lo que ellos querían, era ciencia y experimento, sus pequeñas cabezas


aún no comprenden mucho del magma y de los fuegos piroplásticos;
realizaron su volcán muy bien, hubo mucha socialización, participación y
cooperación de parte de ellos, además de que trabajaron en un ambiente
agradable y limpio, y se logró al final cuestionar a los niños que sucede
cuando hace erupción un volcán, y también conocieron y comprobaron como
químicamente el vinagre y carbonato al juntarse realizan una reacción y esto
hizo que su volcán hiciera erupción.

ACTIVIDAD 8

La clase se dio cuando comencé a decirle a los niños, ¿qué es una


cámara fotográfica?, ¿para qué sirve? ¿cómo se construye? las respuestas
fueron que algunos de ellos ya sabían tomar fotos, más de alguno comentó
que la cámara la ponen sus papás en la computadora y desde ahí ven las
fotos, a lo cual les dije que eso es otro procedimiento, ya no es necesario
comprar rollo fotográfico cuando se tiene de ese tipo de cámara, para eso
Christopher dijo: Mi mamá compró una cámara y no quiere que yo la use, sólo
porque la puedo descomponer y además que le costó muy cara.

.- Jesús: A mi sí me la presta mi mamá, y me regaló una que ya no sirve,


mañana me la traigo y jugamos a tomarnos fotos.

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.- Maestra: que les parece si todos nosotros realizamos una cámara obscura
para que los acerque un poco más a lo que es el funcionamiento de una
cámara fotográfica, mañana la elaboramos, por hoy sólo registremos el
material en una lista y ustedes lo traen para realizar nuestra cámara obscura,
¿les gusta la idea?

.- Grupo: Sí, maestra.

.-Jesús: Y yo me traigo la que me dio mi mamá.

Después de apuntar el material a utilizar, se procedió a realizar otra


actividad escolar, dejando pendiente ésta.

Al día siguiente cuando los niños llegaron por la mañana, acomodaron


sobre el escritorio el material requerido, Chuchín cumplió trayendo su cámara
fotográfica la cual solamente le funciona el flash y se dedicó a fotografiar a
todos los compañeros, algunas niñas hasta se ponían en pose y varios
compañeritos también, solos, en grupo, de a dos, con la maestra, incluso
cuando estaba explicando me tomó más de 10 fotografías, se limitaba a decir,
Maestra, voltea, no te muevas, otra más, etc.

Los compañeros fascinados por el momento, y pasada la euforia, se


recordó el trabajo de la cámara obscura y procedimos a realizarla,
primeramente tomaron el tubo y con un pedazo de papel previamente
recortado por mi, se los di para que con el se guiaran como base y trazaran
una línea con el lápiz para que les quedara derechita, cortaron el tubo con
mucho cuidado con las tijeras, para tener dos; en el centro de la base de un
tubo pequeño que llamamos cilindro, hicieron un pequeño orificio(con ayuda
de un clavo), colocamos la tapa de plástico transparente al cilindro en el
extremo opuesto a la base, a continuación tomamos el tubo que no tiene
capas y lo pegamos al cilindro con cinta adhesiva, por el lado donde está la
tapa de plástico, les dije, ahora miren por el extremo abierto, coloquen sus
manos alrededor del tubo, en la parte que queda cerca de nuestro ojo para
que no entre mucha luz, finalmente sí dirigimos nuestro aparato hacia un
lugar bien iluminado, veremos las imágenes invertidas(es decir, de cabeza),
reproducidas sobre la tapa de plástico.

.- Giovanni: “Ájale”, se ve bien “chido”.

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.- Toño: Si realizamos otra cámara, se ve igual.

.- Maestra: ¿Tú que crees?

.- Toño: Que sí, lo digo para hacerle otra a mi hermanita, porque me va a


querer quitar ésta y es mía.

.- Blanca: Quiere decir que así se toman las fotos, pero aquellas cámaras
necesitan un rollo y ésta es de juguete.

.- Maestra: Muy bien dicho.

Para los niños fue divertido y muy emocionante el descubrir que por
medio de un sencillo experimento, nuestro aparato funcionó como una cámara
fotográfica, donde el orificio de la base es como un lente, esto es lo que se
llama cámara obscura, y se puede armar también con cualquier bote o caja de
cartón.

EVALUACIÓN

La valoración de ésta actividad fue buena, el niño al trabajar


individualmente logró su autonomía, coordinación ojo-mano, participación y
creatividad, cuando realizábamos la cámara, algunos un poco más ágiles que
otros terminaban pronto y se acomidieron ayudar a los compañeros que no
habían acabado su cámara, lo malo fue después ya que Daniel se puso a
jugar y destruyó las creatividades de Ana, Jessica y Raquel, las piso y
desbarató ,argumentando que estaban feas, me molesté mucho, le quité su
trabajo y lo mandé castigado a la dirección, ya que la frustración de las niñas
no era de más, al ver su trabajo en la basura, pero Alan salvó la situación y
junto con Oscar tomaron material nuevamente y ayudaron a sus amigas, para
que realizar una cámara para cada una.

ACTIVIDAD 9

Platicando con los niños un día anterior, de que si recordaban lo del


submarino; me di a la tarea de motivarlos para conocer el fenómeno de

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flotación de un huevo, llamó la atención de los niños y nos dispusimos a notar
el material necesario para realizarlo el día de mañana.

De acuerdo con lo explicado el día anterior, me dispuse a comentarles a


los niños que todos los objetos tienen un peso, y que el agua puede tener
mayor o menor densidad ¿les gustaría descubrirlo?

Nos preparamos, todos se sentaron en el piso para observar el


experimento e ir sacando por medio de dibujos los procedimientos y
conclusiones que se den, cada uno tenía hojas, colores y lápiz.; primeramente
se llenaron dos vasos con agua, agregamos a uno de ellos sal, poco a poco,
revolviendo con una cuchara, colocamos el huevo en el vaso que tiene solo
agua y pregunté: ¿qué paso con el huevo?

.-Lupita: ¡Se hundió, maestra!

.-Maestra: Entonces, registren sus anotaciones en las hojas.

.- Raquel: ¿Por qué se hundió el huevo?

.- Maestra: Ustedes que piensan que paso.

.- Jessica: Porque pesa mucho y se fue al fondo.

.- Maestra: Así es, hay una fuerza que impulsa hacia arriba los cuerpos que
se encuentran dentro de los líquidos, ésta fuerza se llama empuje, pero si el
objeto pesa demasiado (más de la fuerza de empuje), entonces se hunde.

.- Alma: Ahora, lo ponemos en el vaso que tiene el agua con sal maestra y
¿qué sucedió?

.- Fernanda: Yo le digo, se puso a flotar.

.- Maestra: Claro, esto sucede si el empuje es mayor que el peso de un


objeto, éste flota, también registren ésto.

En el último vaso se colocó primero el huevo, después añadimos agua


hasta que lo cubra y un poco más; al final, incorporamos el agua con sal que
ya teníamos preparada, y les pregunte.- ¿dónde quedo el huevo?

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.- Rubí: A mero arriba.

.- Oscar: Qué bonito.

.- Maestra: Si volvemos agregar un poco más de agua salada, ¿qué sucedió?

.- Lalo: Flotó hasta mero arriba.

.- Maestra: Cuando añadimos sal al agua, conseguimos que aumente su


densidad (en comparación con el agua dulce), eso provoca que el huevo flote
de nuevo.

.- Jovanni: Maestra, cómase el huevo.

.-Maestra: ¿Y yo por qué? ¡cómetelo tú!

.- Jovanni: A mi no me gustan, cómetelo César.

.- César: No me gustan crudos.

.- Maestra: Ya pues, vamos a ver todos sus registros; quien entendió lo del
experimento que acabamos de hacer.

.- Carolina: Maestra, ¿podemos hacer más experimentos otro día?

.- Maestra: Si les gustaron, sí, nos organizamos.

Viendo la respuesta de los niños y el interés, trataré aunque sea 3


veces al mes de realizar un experimento de ciencias con los niños, si se tiene
una respuesta tan positiva y se ve el interés por aprender algo nuevo, ya
sabido, pero ignorado por ellos (anexos 6 y 7).

EVALUACIÓN

La evaluación que le doy a ésta actividad es “divertidísima”, al estarla


realizando Chuchín, como siempre en sus ocurrencias, estrelló el huevo en un
vaso, le puso sal y se lo comió, aunque al rato dijo que le supo bien feo, otros
más probaron la sal y comentaron que sabe mejor con pepinos y papas con
chile, unos más se tomaron el agua con sal y expresaron un “huácala”, la

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risa de otros no se hizo esperar comentando, _ pues no es azúcar “tarado”,
por lo demás puedo decir que se logró la coordinación-ojo mano, motricidad
fina y autonomía, a demás cuando realizábamos el experimento y ellos por
medio de los dibujos estar realizando los registros hubo expresiones de:
“órale”, “ya viste el huevo, que chido experimento”

4.3 ESTRATEGIAS E INSTRUMENTOS APLICADOS

Ést e p r o y e c t o s u r ge a pa r ti r d e l a f or mu l a c i ó n d e pr e g u nt a s d e

l o s ni ño s , u n d ía q u e e s ta b a n mu y i n qui e t o s y t ra b a ja n d o c o n

ma t e má t i c a s , d e ci d í c a mb i a r mi e s t r a t e gi a d e t r ab a jo y l e s p e d í

d e ja r a n s u li b r o s ob r e l a me s a y q u e me jo r r e a li z ar í a mo s é s t e mi s mo

t r a b a jo pero en el p a ti o y así estar má s c ó mo d o s , gustosos

a c e p t a r on , au n q u e s e a r mó e l r el a jo p o r l o s má s i nq ui e t o s , a é s t o s

n i ñ o s le s di je q u e d e f a vo r l e s di er an u n pi n c el a su s c o mp a ñ e r o s y

u n v a s o , mo me n t o s d e s p u é s a l t e n er t o d o s el ma t e r i al , s e l e s pid ió

ll e n ar de agua cada uno su v a so y r e ali z ar di f er e n t e s fi g u ra s

g e o mé t r i c a s e n e l pi s o , mo ja n d o e l pi n c el , d e r e p e nt e u n n iñ o

c o me n t o ¿ p o r q u é s e s e c a b a e l a gu a? . , ¿ si el s ol la s e c a b a ? . , ¿ y l a

s o mb r a t a mb i é n l a s e c a ?

“Debemos propiciar en los niños una actitud de


investigación que se funde sobre criterios de relatividad y
no sobre criterios dogmáticos, esto significa que hay que
ayudar a los niños a darse cuenta de lo que ellos saben, de
que ellos también son constructores de teorías y de que

92
ésta teoría la deben poner en juego para saber si le sirve o
si es necesario modificarlas para poder dar una
explicación.” (24).

El lo s t r a t a n de e xp l i ca r l o q u e o b s erv a n a t r a v é s d e s u s p r o pi a s

e xp e r i e n ci a s vi vi da s d e s u en t o r no , a l o bs e r v ar y r e gi s tr a r en mi

d i ari o d el p r o fe s o r la e v al ua c ió n de l d í a , vi el in t e r é s p o r p ar t e de l o s

a l u mn o s s o b r e el a g ua y p o r q ué s e e v a p o r ó , se le s d e jó l a t a re a d e

i n v e s tig a r ju n t o c o n su s p a p a s me d i a n t e lib r o s , r e vi s t a u o t r o t ip o d e

i n f or ma c i ó n e l po r q u é s e s e c a el a gu a y a l g un a s d e s u s r e s pu e s t a s

a l ot r o d ía f u er o n é s ta s :

. - O s c a r: Yo l e p r eg u n t é a mi p a pá y me d i jo q u e s e s e c a c o n el s ol y
e l air e y n ad a má s .

. - Bl an c a : A mi me d i jo q u e c o n el sol.

. - D a ni el : Si , s e s e ca c o n el so l .

. - L a lo : Po r q u e h a ce a ir e y e l pi s o e s t á c a li en t e d e l a ma ñ a n a y e s
c e me n t o y l a c h u p a.

An t e di s ti n t a s h ip ó t e si s s e d e ci di ó s a c a r a lo s ni ñ o s al p a tio

p a r a q u e re ali za r an la a c ti v id a d d e d i b u ja r di s ti n t a s c o s a s c on l a

a y u d a del pi n ce l y a g u a , o b s er v a nd o q u e p a sa b a co n e lla s é s ta s

f u e r o n s u s re s p u e s t a s l a s c ua le s qu e d a r on r eg i st r a da s e n el di a rio

d e l p r o f e so r :

(24) Ibíd.

93
. - L al o : Ya vi o ma e s t r a , s e se c a p or el c e me n t o q u e e s tá c ali e n t e.

. - An a : Pe r o Ra qu el l o e s t á ha ci e n do e n l a s o mb r a y t a mb i é n s e le
e s t á s e c a n do .

. - L al o : Po r el ai r e, f í ja t e .

Po r me d i o d e l a e xp e r i me n t a c ió n q ue s e ll e v ó a c a b o , l o s ni ñ o s

r e ali za r o n su s hi p ó t e si s, la s c u al es l o s ll e v ar o n a c on o ci mi e n t o s

r e fl e xi vo s e in t e rp r e t ar o n l a i n f o r ma c i ó n , p e ro n o f u e to d o , L al o q ue

e s e l má s i n q ui et o d e l a cl a se p r eg u nt ó , ¿ Us t e d sa b e q ue s e h a c e co n

t o d a l a b a s ur a q ue s a c a n l a s s eñ o r as, T e r e y l a sr a . Ma r y ? , .- s í , s e

r e c i cla y s e p u e d e h a c e r c o mp o s t a , ¿ Q u é e s c o mp o s t a ? , . - l a f or ma d e

r e u tili z a r d e sp e r di ci o s d e b a s ur a y h a c e r a bo n o , . -¿ Y e s e e s o tr o

e xp e r i me n t o ma e s t r a ? , . - s í, . - “L o h a ce mo s , y o t r o s y o t r o s ?” .

Ést a f u e l a p a u ta q u e s e d io p a r a i nici a r c on l a e xp e ri me n t a c i ó n

c o n lo s al u mn o s d e mi g r u p o .

Un a h e r r a mi e n t a mu y n e c e s a r ia f ue l a r ea li za c ió n d el f ri so ,

d o n d e l o s p e q ue ñ o s ha c í a n su pla n e a ci ó n d e l o q u e de l o qu e

ll e v ar í a n a c a bo c o n é s t a mo d a li da d , c o mo e n e l c a s o d e l a e r u p ció n

d e l o s v ol ca ne s ll e v ar o n al g un a s lá mi n a s , r e c o r t e s , f o t og r a f ía s y

d i b u jo s el a b or a d o s p or ell o s y p a dre s d e f a mi li a q ue le s a y u d a ba n ,

94
las cu al e s si r vie r o n para cl a si fi ca r y me n c i o n ar al g un a s

c a r a c t e rí s ti c a s d e e l l o s .

L a f o r ma d e t r a b a ja r c o n l o s n i ño s e n l a ma y o r í a d e l a s

o c a s i on e s er a e n e q ui p o s, c o n la fi na li d ad d e q u e ell o s co mp a r t i e ra n

l o s ma t e r i ale s c o n s u s c o mp a ñ e r o s , y a s í , f o me n t a r l o s v alo r e s de

r e s p e t o y f a v o re c e r un a mb i e n t e ad e cu a d o e n el a ul a .

T a mb i é n me p e r mi t ió no s ólo d es c u b ri r qu e p o dí a n ha c e r

c i e n ci a, r e gi s tr é en mi di a ri o d el p r o f e s or o t ro s a s p e c to s d el

d e s a r ro ll o d e l o s n iñ o s c o mo ;

Ï L e n g u a je : con los c u e s ti o na mi e n t o s , o b s e r v a ci o ne s que

r e ali z a b a n , c o me n t a ri o s q u e ha c í a n a n t e e l gr u p o , du d a s o

p r e g u n ta s q u e t e n í a n o bi e n la f o r ma e n q u e pa r ti ci p a ba n .

Ï So c i ali z a ci ó n y a fe c ti vi d a d : al r e aliz a r t ra b a jo s e n e q ui p o s ,

c o mp a r t i r c o n l o s d e má s s u s f o r ma s d e p e n s a r , el v in c ul a r a l a

f a mi l ia e n l a s a c ti v id a d e s .

Ï Psi co mo t r i ci d a d fi n a : al el ab o r ar ma q u e t a s , e xp e r i me n t a r ,

r e c o r t ar , p eg a r , il u mi n a r , e t c .

95
Ï Co g n i ti vo : el f or mu l a r sus p rop i a s h ip ó t e si s , r e s ol v e r

p r o bl e ma s , a n a li z a r , c u e s tio n a r , o b se r v a r , a pli c ar y d e s p e r t ar

má s s u c u r i o si d a d po r c o no c e r co s a s q u e l o r od e a n .

De a q u í e n a de la n t e la s e s t ra t e gi a s má s u t i li za da s f u er o n los

c u e s t io n a mi e n t o s h e c ho s p o r l o s ni ñ os , l a f or mu l a c i ó n de hi p ó t e si s, l a

i n v e s tig a ci ó n y l a e xp e r i me n t a c ió n y a p li ca c ió n d e lo s r e su lt a d o s e n

e l di ari o d el p r o fe s o r .

Ñ L o s i n s tr u me n t o s : e l a ul a , p a ti o d el ja r d í n d e n i ñ o s , b a s ur a ,

t i er r a , di v er s o s ma t e r i al e s d e f á cil ma n e jo y a p l ic a ci ó n p ar a lo s

n i ñ o s, di a rio d el ma e s t r o , r egi s t r o de e v al u a ci ó n y r e gi s tr o del

proceso.

4.4 EVALUACIÓN DE LA ALTERNATIVA

Los a n áli si s q ue los ni ño s r e aliz a n p e r mi t e n qu e s ur ja n

p r o y e c t o s c o n lo s c ua le s s e p u ed e p r o pi ci ar el a c er c a mi e n t o a l a

c i e n ci a, y ll e v a r a c a b o e xp e r i me n t o s q u e s on u tili z a d o s p a r a el

d e s a r ro ll o d e ha bi lid a d e s .

96
El h a ce r ci en ci a c on l o s al u mn o s , n o s ól o e s r ea li za r me z c l a s y

v e r q u e p a s a c on ell a s , o ll e va rl o s a l o s l ab o r a to ri o s ; e s la b ú s qu e d a

d e r e s p ue s t a s o e xp li c a ci o n e s a l o q ue p a s a e n s u e n to r n o .

Un o de los h all a zg o s má s i mp o r t a n t e s fue que al qu e r er

f o me n t a r h a b ili d a de s d e p e n s a mi e n to c o n l o s pe q u e ño s , t a mb i é n l o

p u d e r e ali z a r c o n mi p e r s on a , p ue s t o q ue c u an d o in v e s ti g a ba n ,

c u e s t io n a b an , a nal i za b a n , d e s c u br í an c o s a s n u e v a s , y a s í lo h a cia

ju n t o c o n e ll o s, l le g a r a u na p o si bl e fo r mu l a c ió n d e hi p ó t e si s, el

p r e g u n ta r c on s t a n t e me n t e f u e ro n el p u n t o d e p a r ti da p ar a d e s pe r t ar

mi c u r i o si d a d y p o de r br in d a r in s t r u me n t o s q u e le s f u er a n ú til e s e n l a

r e ali za ci ó n de l a s i n v e s ti ga c io n e s .

Po r lo t an t o el a mb i e n t e e n el a ul a e s c o n si d e ra d o t r a s c e nd e n t al

s i s e c u e n ta c o n b u e na s c o n di ci o n e s p a r a t r ab a ja r , é s t a s e s ti mu l a n a l

n i ñ o a a pr e n de r c o s a s n u e v a s y de e s t a ma n e r a s e d e spi e r t a la

c u r io si d a d qu e l o s c ar a c t er i za .

Tener lo s ma t e r i al e s a de c u a d o s para l o gr a r un a p rá c ti c a

e d u c a ti va c o mp l e ja e s p a r t e d e l pr oce s o ; c o mo l o s o n l a s pi e d ra s ,

t o r nill o s , fi c h a s , cl a v o s , p ali t o s d e ma d e r a , e t c . , s o n t e s o r o s q u e

c o mú n me n t e l l e v a n l o s p eq u e ñ o s e n s u s b o l s a s y pu e d e n s er ú til e s

97
para r e ali za r a c ti vi d a d e s de ci en ci a ; lo i mp o r t a n t e es qu e los

d o c e n t e s l o u til i ce mo s p a r a u n fi n ade c u a d o .

Todo el ma t e r i al u tili z ad o en las i n v e s ti ga ci o n e s y

e xp e r i me n t a c i o n e s y q u e pe r mi t i ó lle v a r el ri n có n d e ci en ci a s , n o

f u e r o n co s t o s o s , n i di f í cil e s d e a d q ui ri r .

El h a ce r ci en c ia c o n l o s a lu mn o s d e pr e e s c ol ar s e p u ed e

p r e s e n t ar u n p o co di f í cil , p er o c o n e l p a so d el ti e mp o e ll o s mi s mo s

v a n d a n d o la s h e rr a mi e n t a s q ue s e pu e d e n u tili z ar p a ra r e ali z ar é s t a s

a c t i vi da d e s , c o n s u si mp l e y n a t ur al c u ri o si d a d , se p u e de r e ali zar l a

p r á c ti c a c o ti dia n a , si mp l e me n t e , e l qu e r e r e s p o de r .

4.5 PROPUESTA DE INNOVACIÓN

L a c u ri o si d ad e s u na c a ra c t e r í s ti ca i nn a t a del s e r h u ma n o ,

ju s t a me n t e l a q ue l e ha p er mi t i d o e vo l u ci on a r . De s d e qu e el h o mb r e

e s h o mb r e , a q u e ll o q u e l o di s ti n gui ó d e l r e s t o d e l o s a ni ma l e s f u e s u

i n t eli ge n ci a , q ue le o bli g ó a p r e g unt a r s e y a e xp l or a r l a s p o si bl e s

r e s p u e s t a s de l o s f en ó me n o s q u e o b s e r v a , s e n cill a me n t e p o r é s t a

s i mp l e r a z ó n , s ab e mo s l o c o n v e ni e n te q u e r e s ul t a e s ti mu l a r l a a c ci ó n

98
d e i n v e s ti ga r e n l o s p r e e s c ola r e s , e je r c i ta n d o t o d o s s u s s e n ti do s . Po r

me d i o d e é s t a e xp l o r a c i ón , c o mp r e n d e e l mu n d o q u e l e r o d e a . Un

n i ñ o n e c e si t a e n t ra r e n c o n t a c to dir e c t o c o n lo s o b je t o s , t o c arl o s ,

c o n o c e rl o s , ma n i p ula rl o s y a s í e la b or a r s u s pr o pi a s te o r í a s r e s p e c to

a e ll o s . Po r e s o , d e be mo s f a c i li t a rl e s u p a r ti ci pa ci ó n e n di s ti n t a s

a c t i vi da d e s ; s e t r a t a d e pr o c u ra r q ue a t r a v é s d el ju e g o s e c u e s tio n e ,

p i e n se e i ma g i n e .

Po r lo t an t o , in v it o a mi c o mu n i d a d e s c o l ar a r ea li za r u n rin c ó n

e s p e c ial e n el á r e a d e Ci e n ci a s Nat u r al e s y o r g an i za r u n t all e r en

c i e n ci a, p a r a q u e t o do s l o s g r up o s me d i an t e u n h o r ari o , p or lo me n o s

u n a v e z a l a s e ma n a , t e n g a n l a o po r t u ni d ad d e ma n i p u l ar d i ve r s o s

o b je t o s c ó mo aparatos s en ci llo s, p l an o s i n cli n a do s , r ue d a s ,

c a r r e till a s , e t c . , di s ti n t a s t e xt u r a s , p e s o y c a r a c te r í s ti c a s ; q u e s e

e n s e ñ e n a d e s c u bri r , a me z c l a r , i n t uir , e xp e r i me n t a r , d e sp e r ta n d o a sí

mi s mo e s a c r e a t i vi d a d t a n n at u r al que t r a e n c on si g o y má s q u e n a d a ,

a c o n o c er s u s p ro pi a s c on cl u si o n e s al de s c u b rir he c h o s ya e xi st en t e s

p e r o de s c o n o ci d o s p a ra ell o s . T o ma n d o e n c u e n t a q u e t o d o s l o s

ma t e r i a l e s y ob je t o s q u e se l e o f r e zca n d e be r á n e s t ar p er f e c t a me n t e

li mp i o s y n o t e n e r p ar t e s q u e p udie r a n d a ñ ar y r e p re s e n t ar al g ú n

p e li gr o p ar a ell o s .

99
¿ Po r q u é q ui e r o i n no v a r é s t e ri n c ón e d u c a ti vo ? , e n l o p e r so n al ,

mi p r o y e c t o d e a c c i ón d o c e n t e, me d e jó u n g r a n s a b o r d e b o c a , l o gr é

o b je t i v o s que an t e ri or me n t e me eran i mp o s i b le s o si mp l e me n t e

p a s a b a n de s a p er ci bi d o s , s e lo g r ó el a c er c a mi e n t o a l a cie n ci a s a

t r a v é s d el ár e a de Cie n ci a s Na t ur ale s , d e s a rr oll a n d o h a bili d a de s d e

p e n s a mi e n t o e n l o s p r ee s c ol a r e s .

De n t r o d el ja r d í n d e n i ño s d o n d e l ab o r o , s e e n c u e nt r a u n a ul a

e n c o n s t r u c ci ó n, l a c u al a s u t é r mi n o, s e p r e t e n d e d e ja rl a c o mo ” a u l a

de usos mú l t i ple s ” , y es pr e ci s ame n t e en ese l u g ar , el q ue

p r o mo v e r í a p a r a mo n t a r di c h o t all e r .

100
C O N C L U S I O N E S

Co n l a r eal i za ci ó n d e é s t a i n v e st ig a ci ó n , un a d e l a s c o s a s má s

b o n it a s qu e me s u c e di ó , f u e el s e gu ir f o me n t a n d o l a cu ri o si d ad e n l o s

p e q u e ñ o s, l o c u al lo g r é c o n é xi to ; se p e r ci b ía e n l a c o n d uc t a d e l o s

n i ñ o s, s e v e í a n má s a ma b l e s y s o c i a bl e s c o n s u s c o mp a ñ e r o s , s e

r e s pi r a ba u n a mb i e n t e má s a g r a d ab l e e n el tr a b a jo , di s mi n u y ó en

g r a n me d i d a l a a g r e si vi da d , a de má s , c u a n d o er a l a h o r a d el r e cr e o ,

l u p a en ma n o s a l í a n e n b ú s q u ed a de a l g ún i n se c t o p a ra “ a n ali z ar lo ”

( p al a b ra de ell o s) , i n cl u so , l e v ant a b a n a lg u n a s ll a n t a s que se

e n c o n t r ab a n en el p a ti o d el ja r d í n p a r a v er si d e b a jo e n c o nt r a ba n

b i c h o s q u e f u e ra n de s u i n te r é s , p re g u n t a s q u e ha c í a n y l a s c u ale s

nunca c e s a b a n; s i e mp r e e xi st i end o nuevas in t e rr o g a nt e s que

c u e s t io n a r e in v e s ti g a r, las c u al es daban i n di ci o s de que lo s

e s t u di a n t e s d e sa r r oll ar o n l a c a p a cid a d d e a p r e nd e r a p e n sa r y a

r a z o n ar , n o s o l o l o q u e a c o n te c í a e n e l a ul a , si n o t a mb i é n e n s u

e n t o r n o n a t ur al .

L a s p r e gu n t a s q u e re ali za b a n o el n o s a b e r el p or q u é d e l a s

c o s a s , f u e r on e l pu n t o d e pa r ti d a p a r a d e s c u bri r u n si n fi n d e

a p r e n di za je s s ig ni fi ca ti vo s , di go s i g ni fi cat i vo s , p o rq u e ell o s no

a p r e n di er o n d e me mo r i a al g o , o s e l e s di o l a e xp li ca ci ón li mi t a d a ,

101
s i n o q u e a pr e n di er o n a d e s c u br ir un c a mp o d e i n v e s ti g a ci ón d o n de

o b s e r v ar o n , e xp li ca ro n , a pli c a r on , e xp e r i me n t a r o n , crearon y

c o n s t r u y er o n s u s p r op ia s t e or í a s c omo l o f u e e n l o s p r o ye c t o s d el

v o l c á n, l a fl o r, l a c á ma r a o b s c u r a, e t c….

El d e ja r q u e l o s ni ñ o s b u s q ue n s u s p r o pi a s r e s pu e s t a s b a jo l a

d e b id a s up e r vi si ó n d el do c e n t e , p e r mi t e q u e e llo s l a s en ti e n d an me jo r

y a s í c o n s t r u y a n s u ap r e nd i za je . A t r a v é s d e di c h a c o n st r u c ci ó n, s e

l e s e n s eñ a a a n ali z a r , c o mp r e n d e r y s e r u n c r í t i co r e fl e xi v o . Mi s mo

c o n o c i mi e n t o bi en c o mp r e n d i d o y a p li c ad o , l e s s e r vi r á de s ó lid o

c i mi e n t o p ar a s u fu t u ra p e r so n ali d a d .

Al f i nal d el c i cl o e s co la r s ól o 2 n i ñ o s re q ui ri er o n d e u n a

a t e n ci ó n e s p e ci al e n c on d u c t a y di sci pli n a y a q u e l a di s f u n ció n s e

p r e s e n t a d e s d e el h og a r , s ie n d o mu y p o c a l a pa r ti ci p a ci ón y a y ud a d e

l o s p a dr e s d e f a mi lia p a r a da r s ol u ció n a l pr o bl e ma , d e já n d o me c o mo

ú n i c a al te r n a ti va , e n c a u s arl o s a C. A. P. E. P. ( Ce n t r o d e At e n c i ó n

Psi co p e da g ó gi ca d e Ed u c a ci ó n Pr e e sc o l ar ) ( a n e xo 8 ) .

102
B I B L I O G R AF Í A

Áreas de trabajo Un Ambiente de Aprendizaje, Secretaría de Educación en el Estado, octubre 2000.

A R I A S , M a ri o D a n i el . E l P r o y e c t o P e d a g ó g i c o d e A c ci ó n D o c e n t e, e n a n t o l o g í a
b á si c a h a c i a l a i n n ov a ci ó n , U P N / S EP .

B U S T O S , Vi a n e y . y B O L L Á S , P . L a M e t á f or a d e l A n d a m i aj e e n a n t ol o gí a b á si c a
G én e si s d e l P e n sam i e nt o M at em át i c o e n el ni ñ o e n e d ad p r ee sc ol ar. UP N/ SEP .
1 9 9 5.

Cita tomada de apuntes de la licenciatura en 7° semestre de la asignatura El Niño y la Ciencia,


impartida por el asesor Profesor Alfonso Bravo Serrato.

C O L L , C e sa r . P si c o l o g í a g e n é t i c a y a p r e n d i z a j e s e sc o l a r e s , E d i t o ri a l si g l o XXI ,
México, 1989.

Datos tomados de la Enciclopedia de los Municipios de Michoacán.

Enciclopedia SALVAT Diccionario, Tomo I. SALVAT Editores. México, 1976.

G A D E A d e N i c ol á s, L u í s. E sc u e l a p a r a P a d r e s y M a e st r o s E d i t o r i al G a d e a ,
México.

G E R SO N , B o ri s. “ O b se rv a ci ó n P a r t i c i p a t i v a y D i a r i o d e C a m p o e n e l T r a b a j o
D o c e n t e ” . E di t o ri a l U N A M, M éx i c o , 1 9 7 9 .

MÁRQUEZ, Bermúdez M. Estudio de las características psicopedagógicas de los escolares con


trastornos de conducta (trabajo de diplomado) Facultad de Psicología UNAM. 1997.

M u l t i di c ci o n a r i o S A B E R M Á S. G r u p o E di t o ri a l A r q u e t i p o .

RANG EL, Rui z d e l a P eña Adal bert o. y NEG RET E, T eresa d e J e sú s. C aract erí st i ca s
del Proyect o de I nv est i gaci ón Peda gógi ca, e n ant ol o gí a b á si ca h aci a l a i nnov aci ón
UPN/ SEP.

R Í O S, J e sú s El i se o. BO NF I L, Mª G u ad al u p e. y MA RT Í N EZ , Mª T e re sa .
C a r act er í st i c a s d el P ro y ect o d e G e st i ó n Esc ol a r , e n a nt ol o gí a b á si ca h a ci a l a
i nn ov aci ó n UP N/ S EP.

RUIZ, Matos L. Niños con desviaciones de conducta. Una experiencia terapéutica (trabajo de
diplomado) Facultad de Psicología UNAM. 1995.

SALAZAR, C., La investigación/acción participativa. Editorial Ediciones Populares, España, 1991.

S A R R A M O N A, J a i m e . F u n d a m e n t o s d e E d u c a c i ó n , E d i t o r i al K a p e l u sz , E sp a ñ a ,
1991.

103
ANEXO 2

T abla 1.

Niños Niñas Total

C o n d i c i o n e s d e l a v iv i e n d a No. % No. % No. %

Buena 3 16,7 2 16,7 5 16,7

Regular 5 27,8 4 33,3 9 30,0

Mala 10 55,5 6 50,0 16 53,3

Total 18 100 12 100 30 100

En base a la entrevista aplicada a padres de familia y de acuerdo a lo que contestaron, me di


una idea del tipo de construcción de la vivienda. Catalogándolas en: buena, regular y mala.

¿Por qué es buena?: Por contar con todos los servicios, buena ubicación, construcción de concreto
de uno o dos niveles, cochera, etc.

¿Por qué es regular?: Cuentan con algunos servicios, se encuentran en colonias populares, en obra
negra, con cortinas en vez de vidrios.

¿Por qué es mala?: Cuentan con escasos y deficientes servicios, la construcción es de madera con
techos de lámina negra o asbesto y generalmente sus ubicaciones son en predios ejidales.

T abla 2

Niños Niñas Total

N i v e l d e e sc o l a r i d a d d e l o s p a d r e s No. % No. % No. %

P r i m a ri a t e rm i n a d a 4 22,2 3 25,0 7 23,3

S e c u n d a r i a B á si c a t e rm i n a d a 12 66,7 8 66,7 20 66,7

N i v e l m e di o t e rm i n a d o 2 11,1 1 8,3 3 10,0

Total 18 100 12 100 30 100

Siguiendo los resultados de las entrevistas, muestro los diferentes porcentajes sacados en
conclusión a su nivel de escolaridad.
ANEXO 3

T abla 3

Niños Niñas Total

Ocupación de la figura paterna No. % No. % No. %

Obrero 4 22,2 3 25,0 7 23,3

Técnicos 1 5,6 2 16,7 3 10,0

P r of e si o n a l e s 1 5,6 - - 1 3,3

D e so c u p a d o s 12 66,6 7 58,3 19 63,4

Total 18 100 12 100 30 100

De acuerdo a la escolaridad y al ingreso familiar de cada hogar, saqué en conclusión:

È Los padres desocupados son aquellos que por no contar con un nivel escolar medio o
medio superior, no se sienten aptos a emplearse en alguna fuente laboral, dejando que la
esposa sea la que sustente al hogar.

È En cuanto a los que son emigrados el desempleo es debido a circunstancias ajenas a la


familia, ya que las madres especulan que sus esposos no tienen trabajo o que ya tienen otra
familia en los [Link].

Para finalizar, sobre la vivienda encuentro que muy pocos tienen


casa propia, otros rentan o viven con familiares, anexo porcentajes.

Vive con familiares Rentan o es


en un solo cuarto prestada la casa
35% 45%
Casa propia
20%
ANEXO 4

ENTREVISTA CUESTIONARIO A PADRES DE


FAM ILIA

1.- ¿Cuántas horas ve su hi jo la tele visión?

2.- ¿Qué programas son más vistos por el niño?

3.- ¿ Qué ti e mp o pas a ju gando e n l a cal l e el ni ño?

4.- ¿ Le gustan l os ju egos d e vi deo o l as maq ui ni tas?

5.- ¿Qué tipo de a mista des tiene su hijo?

6.- ¿Qué rel aci ón soci o-afe cti va man ti ene l a fa mi l i a?

7.- ¿ F u ma o i ngi ere al guna bebi d a alcohólica o drogas


al gún mi e mbro de l a fa mi l i a?

8.- ¿Hay agresión física o verbal entre los integrantes de


l a fa mi l i a?

9.- ¿ T o man i nteré s en l as acti vi dade s escol ares de su hi jo?

10.- ¿Alguna vez han platicado con su niño de lo que desea


o espera?

11.- ¿ Se pone n a jugar con él , en sus ti e mpos l i bres?

12.- ¿Con quien duerme el chiquillo?

13.- ¿ Qué ti po de al i men tos ti ene l a f a mi l i a?

14.- ¿Suelen salir de paseo o de vacaciones?

15.- ¿Quién traba ja o apor ta el ingres o econó mico al ho gar?

16.- ¿Su casa es prestada, rentada, propia y cuenta con


todos los servicios?

17.- ¿ Vi ve al gui en más c on l a fa mi l i a y por qué ?


ANEXO 5

RESULTADO DE ENCUESTA

PORCENTEJES
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%

Desintegración familiar por


Amigos callejeros

Ver televisión

Padre o Madre alcoholico


Videojuegos

Padre drogadicto

diferentes causas

Después de aplicada la entrevista del anexo 4 a los padres de familia y confrontado los
resultados de 12 niños que presentaron conductas agresivas, grafiqué los siguientes porcentajes:

Ö El 50.00% de mis alumnos se dedican a jugar dentro y fuera de su hogar a los


videojuegos (Maquinitas).

Ö El 83.33% se la vive en la calle desatendidos por sus padres, por hallarse laborando
fuera de su hogar y dejarlos al cuidado de otras familias o bien, por estar viendo la
televisión.

Ö Un 100% se dedica a ver televisión para no “enfadar” a las mamás, y así, mantenerlos
ocupados.

Ö 25% de los padres son adictos a algún tipo de droga no permitida.

Ö El 33.33% de los padres son alcohólicos.

Ö Y por último el 58.33% se adapta a las condiciones de vida de otros familiares con los
cuales viven, siendo éstos los que los maltratan, tales pueden ser los tíos, primos,
abuelos, etc.
ANEXO 6

ACTIVIDAD 2
CUIDADO DE ANIMALES

ACTIVIDAD 3
LAS PLANTAS SUS TIPOS Y PARTES (REGISTRO)
ACTIVIDAD 7
ERUPCIÓN DE VOLCÁN

ACTIVIDAD 8
FLOTA O SE HUNDE

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