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Diseño y Evaluación de Puentes

Este documento presenta un índice detallado sobre el diseño y construcción de puentes. En la sección 1, se introducen los antecedentes, planteamiento del problema, objetivos y alcances del proyecto. La sección 2 contiene el marco teórico, incluyendo conceptos de ingeniería de puentes, tipologías, filosofía de diseño, estudios topográficos, geotécnicos, hidrológicos e hidráulicos. La sección 3 describe la información de campo recolectada y el estudio de alternativas. Final

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Diseño y Evaluación de Puentes

Este documento presenta un índice detallado sobre el diseño y construcción de puentes. En la sección 1, se introducen los antecedentes, planteamiento del problema, objetivos y alcances del proyecto. La sección 2 contiene el marco teórico, incluyendo conceptos de ingeniería de puentes, tipologías, filosofía de diseño, estudios topográficos, geotécnicos, hidrológicos e hidráulicos. La sección 3 describe la información de campo recolectada y el estudio de alternativas. Final

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ÍNDICE

Pag.

1. GENERALIDADES..........................................................................................................1
1.1. INTRODUCCIÓN.............................................................................................1
1.2. ANTECEDENTES............................................................................................3
1.3. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA.............................................................4
1.3.1. Identificación del problema..............................................................................4
1.3.2. Formulación del problema...............................................................................4
1.4. OBJETIVOS.....................................................................................................5
1.4.1. Objetivo General..............................................................................................5
1.4.2. Objetivos Específicos y Actividades................................................................5
1.5. JUSTIFICACIÓN..............................................................................................6
1.5.1. Justificación técnica.........................................................................................6
1.5.2. Justificación social...........................................................................................6
1.5.3. Justificación económica...................................................................................7
1.6. ALCANCES......................................................................................................7
1.6.1. Alcance temático.............................................................................................7
1.7. PROGRAMA DE ACTIVIDADES.....................................................................8
2. MARCO TEORICO........................................................................................................10
2.1. CONCEPTOS GENERALES.........................................................................10
2.1.1. Estudios básicos de ingeniería para puentes................................................10
2.1.2. Especificaciones generales...........................................................................10
2.1.3. Especificaciones particulares........................................................................10
2.1.4. Especificaciones complementarias...............................................................11
2.1.5. Elaboración de proyectos para puentes........................................................11
2.2. TIPOLOGIA DE PUENTES...........................................................................11
2.2.1. Definición de puente......................................................................................11
2.2.2. Tipos de puentes...........................................................................................12
2.2.3. Puentes arco..................................................................................................13
2.2.4. Puentes viga..................................................................................................14
2.2.5. Puentes pórtico............................................................................................14
2.2.6. Puentes colgantes.......................................................................................15
2.2.7. Puentes atirantados.....................................................................................16
2.2.8. Otras tipologías............................................................................................17
2.2.9. Elementos que constituyen un puente........................................................19
2.3. FILOSOFIA DE DISEÑO.............................................................................25
2.3.1. Estado límite................................................................................................26
2.3.2. Factores de carga y combinaciones de cargas...........................................28
2.3.3. Factores de carga........................................................................................31
2.3.4. Factores de resistencia...............................................................................35
2.3.5. Cargas y denominación de las Cargas.......................................................36
2.3.6. Criterios de verificación de cálculo de los estribos.....................................48
2.3.7. Dispositivos de apoyo.................................................................................................51
2.3.8. Diseño de la superestructura.......................................................................57
2.3.9. Análisis estructural.......................................................................................69
2.3.10. Hormigón armado........................................................................................78
2.3.11. Hormigón presforzado.................................................................................96
2.3.12. Diseño de péndolas...................................................................................117
2.3.13. Diseño estructural de los arcos.................................................................119
2.3.14. Diseño de topes sísmicos..........................................................................126
2.4. ESTUDIO TOPOGRÁFICO.......................................................................127
2.4.1. Levantamiento topográfico........................................................................128
2.4.2. Información de Campo..............................................................................128
2.4.3. Procesamiento de la información..............................................................129
2.4.4. Curvas de nivel a partir de una imagen satelital.......................................130
2.4.5. AutoCAD Civil 3D Land Desktop Companion 2009..................................130
2.5. ESTUDIO GEOTECNICO.........................................................................130
2.5.1. Perfil estratigráfico.....................................................................................131
2.5.2. Presión lateral del suelo............................................................................132
2.5.3. Ensayos en sitio.........................................................................................132
2.5.4. Ensayos de laboratorio..............................................................................137
2.6. ESTUDIO HIDROLOGICO E HIDRAULICO...............................................141
2.6.1. Periodo de retorno.......................................................................................143
2.6.2. Cuenca hidrográfica.....................................................................................145
2.6.3. Precipitación................................................................................................148
2.6.4. Hidráulica.....................................................................................................157
2.7. ESTUDIO DE TRÁFICO..............................................................................167
2.7.1. Definición.....................................................................................................167
2.7.2. Volumen de tráfico.......................................................................................167
2.7.3. Tipos de Tráfico...........................................................................................171
2.8. FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS................................172
2.8.1. Elaboración de planos estructurales...........................................................172
2.8.2. Análisis de precios unitarios........................................................................176
2.8.3. Pliego de especificaciones técnicas............................................................178
2.8.4. Cronograma de actividades.........................................................................180
3. MARCO PRÁCTICO...................................................................................................181
3.1. INFORMACIÓN DE CAMPO.......................................................................181
3.1.1. Estudio Topográfico.....................................................................................181
3.1.2. Estudio de tráfico.........................................................................................184
3.1.3. Estudio Geotécnico......................................................................................189
3.1.4. Estudio Hidrológico......................................................................................198
3.1.5. Estudio Hidráulico........................................................................................219
3.2. ESTUDIO DE ALTERNATIVAS DEL TIPO DE PUENTES.........................227
3.2.1. Datos de entrada.........................................................................................227
3.2.2. Elección de la superestructura....................................................................227
3.2.3. Conclusión de análisis.................................................................................233
3.3. DISEÑO Y DIMENSIONAMIENTO DEL PUENTE......................................234
3.3.1. Calculo de la superestructura......................................................................239
3.3.2. Calculo de infraestructura............................................................................394
3.4. DOCUMENTOS DEL PROYECTO.............................................................410
4. EVALUACIÓN...............................................................................................................418
4.1. EVALUACION TECNICA.............................................................................418
4.2. EVALUACIÓN ECONOMICA.........................................................................420
5. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES...........................................................422
5.1. CONCLUSIONES...........................................................................................422
5.2. RECOMENDACIONES...................................................................................423
BIBLIOGRAFIA
INDICE DE TABLAS
Pag.

Tabla 1: Objetivos específicos y actividades...........................................................5


Tabla 2: longitudes de tramo para diferentes tipos de superestructuras..............20
Tabla 3: Factores de ductilidad, ɳD........................................................................30
Tabla 4: Factores de redundancia, ɳR...................................................................30
Tabla 5: Factores de importancia, ɳI.....................................................................31
Tabla 6: Combinaciones de cargas y factores de carga.......................................32
Tabla 7: Factores de carga para carga permanente, ϒ p.......................................33
Tabla 8: Factores de resistencia...........................................................................35
Tabla 9: Densidades..............................................................................................36
Tabla 10: Angulo de fricción entre diferentes materiales........................................38
Tabla 11: Factor de presencia múltiple (m).............................................................40
Tabla 12: Fuerzas de diseño para las barreras para tráfico vehicular....................45
Tabla 13: Incremento por carga dinámica, IM.........................................................46
Tabla 14: Altura de suelo equivalente para carga vehicular sobre estribos
perpendiculares al tráfico.........................................................................................47
Tabla 15: Factores de resistencia en cimientos superficiales, estado límite de
resistencia................................................................................................................50
Tabla 16: Propiedades de los materiales de elastómeros......................................52
Tabla 17: Constante de amplitud de fatiga crítica...................................................57
Tabla 18: Propiedades según el manual de construcciones de acero...................59
Tabla 19: Fuerzas de diseño para las barreras para tráfico vehicular....................63
Tabla 20: Parámetros de la ecuación de steiner.....................................................65
Tabla 21: Profundidades mínimas utilizadas tradicionalmente para estructuras de
profundidad constante.............................................................................................67
Tabla 22: Sistemas de apoyo..................................................................................70
Tabla 23: Características de las mezclas de hormigón según su clase.................80
Tabla 24: Valores de θ y β para secciones con armadura transversal...................90
Tabla 25: AASHTO-LRFD.....................................................................................100
Tabla 26: Límites de tensión para los tendones de pretensado...........................103
Tabla 27: Valores típicos de capacidad admisible para suelos granulares..........136
Tabla 28: Valores de plasticidad del suelo............................................................141
Tabla 29: Periodo de retorno y riesgo de falla según vida útil..............................144
Tabla 30: Periodo de retorno para diseño.............................................................144
Tabla 31: Calculo del Análisis del Método Doble Masa........................................150
Tabla 32: Ecuación de la recta para datos Base, Dudosos y Corregidos.............151
Tabla 33: Valores para el cálculo del coeficiente de rugosidad............................160
Tabla 34: Factor de corrección por contracción del cauce...................................165
Tabla 35: Planilla para aforos................................................................................170
Tabla 36: Dimensiones de láminas de papel........................................................174
Tabla 37: Formulario de Precio Unitario................................................................177
Tabla 38: Coordenadas del punto de la Red Margen y puntos de referencia......181
Tabla 39: Tráfico Diario (TD) Durante 7 Días de Aforo.........................................185
Tabla 40: Agrupación del tipo de vehículos por grupos........................................185
Tabla 41: Esals......................................................................................................186
Tabla 42: Límites Atterberg de la muestra (SPT - 1).............................................191
Tabla 43. Límites Atterberg de la muestra (SPT - 2).............................................192
Tabla 44: Número de golpes obtenidos en campo................................................193
Tabla 45: Número de golpes con una energía convertida del 70% (SPT-1).......194
Tabla 46: Número de golpes con una energía convertida del 70% (SPT-2).......194
Tabla 47: Resultados de los cálculos para SPT - 1..............................................195
Tabla 48: Resultados de los cálculos para SPT - 2..............................................195
Tabla 49: Angulo de fricción interna para SPT-1 y SPT-2....................................196
Tabla 50: Cohesión de SPT-1 y SPT-2.................................................................196
Tabla 51: Dimensiones preliminares de Estribo....................................................197
Tabla 52: Capacidad última de carga del suelo – Meyerhoff – SPT-1..................198
Tabla 53: Capacidad última de carga del suelo – Meyerhoff – SPT-2..................198
Tabla 54: Registros pluviométricos Estación Capinota - Método Gumbel............202
Tabla 55: Valores típicos del coeficiente de escorrentía.......................................218
Tabla 56: Coeficiente de rugosidad para el lecho del Rio.....................................220
Tabla 57: Coeficiente de rugosidad para las bancas del Rio................................221
Tabla 58: Granulometría........................................................................................225
Tabla 59: Diámetro medio de la partícula.............................................................226
Tabla 60: Datos de entrada...................................................................................227
Tabla 61: Presupuestos de referencia para el análisis de alternativas.................232
Tabla 62: valoración de criterios para la elección de la superestructura..............233
Tabla 63: Fajas equivalentes.................................................................................256
Tabla 64: Resumen cómputos métricos................................................................411
Tabla 65: Precio productivo de la mano de obra...................................................415
Tabla 66: Presupuesto general del proyecto.........................................................415
Tabla 67: Elementos básicos para la construcción...............................................418
Tabla 68: Cuantías de puentes en Bolivia.............................................................419
INDICE DE FIGURAS

Pag.

Figura 1: Imagen satelital de la ubicación del proyecto..........................................2


Figura 2: Imagen satelital de la Quebrada Cala Cala.............................................3
Figura 3: Superestructura de un puente................................................................20
Figura 4: Componentes de un estribo...................................................................23
Figura 5: Estribo tipo gravedad.............................................................................24
Figura 6: Estribo tipo semigravedad en voladizo..................................................24
Figura 7: Estribo con contrafuertes.......................................................................25
Figura 8: fundaciones profundas...........................................................................25
Figura 9: Camión de diseño...................................................................................42
Figura 10: Tren de carga, camión de diseño HL-93................................................42
Figura 11: Tren de carga, Tándem de diseño.........................................................43
Figura 12: Carril de diseño......................................................................................43
Figura 13: Posicionamiento de la carga de eje para el diseño del tablero de la losa
.................................................................................................................................43
Figura 14: Solicitaciones en elementos de apoyo...................................................51
Figura 15: Dispositivo de apoyo freyssinet..............................................................52
Figura 16: Curvas esfuerzo – Ceformación (para elastómeros).............................53
Figura 17: Relación entre momento plástico vs longitud de arriostramiento para
aceros......................................................................................................................60
Figura 18: Cargas actuantes por peso propio sobre los pasamanos.....................60
Figura 19: Cargas actuantes por carga viva sobre los pasamanos........................61
Figura 20: Dimensiones y cargas actuantes en los pasamanos.............................62
Figura 21: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular.........................................64
Figura 22: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular.........................................64
Figura 23: Cargas y línea de influencia de la barrera de protección......................65
Figura 24: Dimensiones preliminares de los estribos en voladizo..........................68
Figura 25: Sección transversal típica para la aplicación de los factores de
distribución de carga................................................................................................74
Figura 26: Teorema de barré...................................................................................78
Figura 27 : Esquema viga postensada....................................................................97
Figura 28. Detalle de anclaje para los cables de péndolas...................................118
Figura 29: Coeficiente de pandeo para arcos C 1..................................................120
Figura 30: Ubicación y dimensión mínima del tope sísmico.................................127
Figura 31: Levantamiento por radiación................................................................129
Figura 32: Curva Hipsométrica..............................................................................147
Figura 33: Polígono de Thiessen...........................................................................149
Figura 34: Curvas IDF...........................................................................................154
Figura 35: Esquema de la precipitación efectiva...................................................155
Figura 36: Dimensiones de papel..........................................................................173
Figura 37: Levantamiento topográfico de la zona.................................................182
Figura 38: Perfil longitudinal del Puente................................................................183
Figura 39: perfil transversal del Puente.................................................................183
Figura 40: Ejecución del ensayo SPT...................................................................190
Figura 41: Estratigrafía SPT – 01..........................................................................191
Figura 42: Estratigrafía SPT – 01..........................................................................192
Figura 43: Delimitación de la divisoria de aguas y cauces...................................199
Figura 44: Geometría Cauce.................................................................................219
Figura 45: Coeficiente de Rugosidad de Manning................................................220
Figura 46: Caudal de Diseño.................................................................................221
Figura 47: Pendientes aguas arriba y aguas abajo...............................................222
Figura 48: Socavación para caudal de diseño......................................................222
Figura 49: Parámetros considerados....................................................................228
Figura 50: puente arco tablero superior................................................................230
Figura 51: puente arco tablero inferior..................................................................230
Figura 52: puente arco tablero intermedio............................................................231
Figura 53: Superestructura de vigas bpr (sección transversal abierta)................231
Figura 54: Directrices de arco parabólico y catenaria...........................................237
Figura 55: Puente arco curva catenaria................................................................238
Figura 56: Puente arco curva parábola.................................................................238
Figura 57: Cargas actuantes por peso propio sobre los pasamanos...................241
Figura 58: Cargas actuantes por carga viva sobre los pasamanos......................241
Figura 59: Dimensiones y cargas actuantes en los pasamanos...........................243
Figura 60: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular.......................................245
Figura 61: Características y dimensiones del armado..........................................254
Figura 62: Sección transversal del tablero............................................................255
Figura 63: Dimensiones de armado (losa) ...........................................................274
Figura 64: Diagrama de momentos por cargas permanentes...............................275
Figura 65: Dimensiones de armado (viga longitudinal).........................................301
Figura 66: Dimensiones de armado (viga longitudinal).........................................321
Figura 67: Dimensiones de armado (viga riostra).................................................329
Figura 68: Dimensiones de armado (vigas longitudinales exteriores)..................353
Figura 69: Trayectoria de cables...........................................................................355
Figura 70: Dimensiones armado (vigas exteriores zona de anclaje)....................361
Figura 71: Dimensiones de armado (arco)............................................................380
Figura 72: Dimensiones de armado (topes sísmicos)...........................................386
1. GENERALIDADES

1.1. INTRODUCCIÓN

La temática del presente proyecto es la infraestructura de desarrollo, que tiene la


intencionalidad de fortalecer el desarrollo en la región, que permita una mejora
sustancial de la calidad de vida, es considerado dentro del campo temático de las
estructuras de la ingeniería civil, y tiene por objeto de estudio la vía que
comprende los municipios de Higuerani – Arque – Abra k´asa.

El presente proyecto tiene como objeto de estudio la intersección del camino


Higuerani – Arque – Abra k´asa al ser parte de la interconexión entre estas
poblaciones, además resulta ser una de las vías de vinculación vecinal y formará
parte de la red departamental de caminos.

La ubicación del área de estudio es el Departamento de Cochabamba, Provincia


Arque que es la primera sección municipal de la provincia del mismo nombre, está
ubicada al sudoeste del departamento de Cochabamba. Se encuentra entre la
región altiplánica orureña y potosina y los valles cochabambinos. Al norte limita
con la provincia Tapacarí, al noreste con la provincia de Quillacollo, al este con la
provincia de Capinota, al sur con el departamento de Potosí y al oeste con el
municipio Tacopaya, al sudoeste con la provincia de Bolivar.

La base económica de arque fue y es principalmente agropecuaria. Su producción


básicamente está centrada en la producción de papa, maíz, trigo y principalmente
en la minería.

El camino que conecta municipios de Higuerani – Arque – Abra k´asa, es una vía
perteneciente a la clasificación de camino de desarrollo según la norma de la
Administradora Boliviana de Carreteras (ABC), siendo su función principal la de
posibilitar el transito permanente durante todas las épocas del año.

1 - 423
Figura 1: Imagen satelital de la ubicación del proyecto

UBICACIÓN DEL
PROYECTO

Fuente: Google Earth 2014

El municipio tiene una superficie aproximada de 584 Km, su topografía es muy


ondulada y accidentada, las curvas de nivel oscilan de los 2.700 a los 4.500 msnm
con variadas zonas agroecológicas. El clima del Municipio corresponde a la puna
húmeda hasta semiárida, con una temperatura media anual de 16°C. El territorio
municipal está surcado por el río Arque, que tiene su origen en el río Tacopaya.

2 - 423
De acuerdo a datos del censo 2001, Arque tiene una población de 11.496
habitantes, de acuerdo al diagnóstico comunal para el año 20072 se tiene una
población estimada de 16.820 habitantes.

Figura 2: Imagen satelital de la Quebrada Cala Cala

Fuente: Google Earth 2014

1.2. ANTECEDENTES

 Diseño geométrico de tramo Higuerani - Arque – Abra k´asa proporcionado por


la Unidad de Pre inversión del Gobierno Autónomo del Departamento de
Cochabamba.

1.3. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA

1.3.1. Identificación del problema

La zona no cuenta con una ruta continúa lo cual llega afectar a la población de
Arque en la economía ya que dicha población no tiene un desarrollo estable por la

3 - 423
falta de intercambio de productos y cabe mencionar que la actividad minera es
afectada al no tener una buena comunicación con la población de Capinota.

La falta de una estructura para tener una ruta segura y continua en los tramos
Higuerani - Arque – Abra k´asa, impide la circulación de vehículos y peatones
dificultando llegar a su destino con facilidad, como en casos de urgencia por
necesidades médicas.

En los tramos Higuerani - Arque – Abra k´asa se pudo observar que existe
obstáculos como quebradas y ríos esta vía es interrumpida en la mayor parte del
año, especialmente en épocas de lluvia no muy considerables, provocando mala
circulación de los vehículos, personas, animales lo cual ocasiona una falta de
seguridad y comodidad.

La producción de papa, maíz, trigo y cebada en la región se ve mermada o bien la


misma no se encuentra produciendo en toda su capacidad, debido a una serie de
obstáculos de tipo natural, como es el caso de no contar con una vía segura y
transitable durante épocas de lluvia en una gestión agrícola, lo cual apremia la
situación socioeconómica de las comunidades.

1.3.2. Formulación del problema

Por lo expuesto anteriormente los tramos Higuerani - Arque – Abra K´asa


atraviesan problemas en épocas de lluvia debido a esto requiere de una estructura
adecuada y segura sobre la quebrada Cala Cala, para permitir la transitabilidad y
el flujo permanente de vehículos y peatones en todas las épocas del año, por tanto
es necesaria la elaboración del proyecto del puente vehicular Cala Cala.

1.4. OBJETIVOS

1.4.1. Objetivo General

Elaborar el proyecto estructural para el puente vehicular sobre la quebrada Cala


Cala con el propósito de lograr la vinculación de camino a lo largo del tramo que
consta de Higuerani – Arque.

4 - 423
1.4.2. Objetivos Específicos y Actividades

 Obtener la información de campo


 Realizar el estudio previo de puentes alternativos
 Diseñar y dimensionar el puente.
 Elaborar los documentos del proyecto.

Tabla 1: Objetivos específicos y actividades.

Objetivos Actividades
específicos

 Realizar el estudio topográfico del área de


emplazamiento del puente.
Obtener la  Realizar el estudio hidrológico de la cuenca.
información de  Realizar el estudio hidráulico
campo  Realizar el estudio geotécnico y la caracterización del
lugar de emplazamiento del puente.
 Realizar estudio de trafico

Realizar el estudio  Analizar de alternativas de diseño geométrico


previo de puentes  Analizar de tipología de puentes alternativos
alternativos  Evaluación previa de alternativa de puentes

Objetivos Actividades
específicos

Diseñar y  Diseñar y calcular la superestructura.


dimensionar el  Diseñar y calcular los elementos de apoyo.
puente  Diseñar y calcular la infraestructura

 Elaborar los planos.

5 - 423
Elaborar los  Elaborar el pliego de especificaciones técnicas.
documentos del  Elaborar el presupuesto total.
proyecto  Elaborar los cómputos métricos
 Elaborar el cronograma de actividades.
 Ficha de impacto ambiental.
Fuente: Elaboración propia.

1.5. JUSTIFICACIÓN

1.5.1. Justificación técnica

Se justifica técnicamente mediante el estudio previo de puentes alternativos que


se ajusten a la situación diagnosticada en el lugar de emplazamiento del puente,
realizando una evaluación técnica – constructiva, basándose en la norma
AASTHO – LRFD 2007.

1.5.2. Justificación social

Se justifica socialmente por el beneficio de otorgar un paso seguro sobre la


Quebrada de Cala Cala en la intersección del tramo Higuerani – Arque facilitando
el transporte vehicular, brindando seguridad a los comunarios contra accidentes e
inconvenientes propiciados en época de lluvias, además de lograr una
comunicación vial fluida con las poblaciones aledañas.

1.5.3. Justificación económica

Permitirá la vinculación sin desvíos o retrasos, la posibilidad de accesos a otros


bienes, desarrollo del comercio de acuerdo a sus capacidades agrícolas y
pecuarias, llegar a reducir sus precios y hacerlos más competitivos y esto hará
una mejoría en la calidad de vida.

1.6. ALCANCES

1.6.1. Alcance temático

El proyecto pertenece al área de la ingeniería estructural, apoyados en las


asignaturas de topografía que permitirá modelar el terreno para determinar la

6 - 423
ubicación exacta de los elementos del puente y la morfología del río en el tramo de
estudio como base para la simulación en el programa.

Tráfico, para conocer la incidencia de personas y vehículos que transitan la zona.

Mecánica de suelos, mediante los ensayos de laboratorios para determinar la


granulometría, estratigrafía del suelo, su capacidad portante para el diseño de las
fundaciones y de soporte para el estudio de socavación.

Hidrología, delimitación de la cuenca hidrográfica de aporte, estimación de la


crecida máxima de salida mediante un método indirecto.

Hidráulica para obtener los niveles de agua, las velocidades de corriente, y sus
efectos sobre la estructura, mediante la estimación de la profundidad de
socavación, hormigón armado, de acuerdo al elemento estructural se aplicará la
norma correspondiente, hormigón pretensado para el dimensionamiento de las
vigas postensadas, y la materia de puentes que proporciona criterios para el
diseño y dimensionamiento del puente.

1.7. PROGRAMA DE ACTIVIDADES

INICIO DE PROYECTO

OBTENER INFORMACION DE CAMPO

LEVANTAMIENTO RECOPILACION
TOPOGRÁFICO Clasificación INFORMACIÓN SENAMHI
macizo rocoso

*PLANOS TOPOGRAFICOS
ANALIZAR LOS
*PERFIL LONGITUDINIAL
CAPACIDAD ADMISIBLE D DATOS DE
*PERFIL TRANSVERSAL
LA ROCA - ANGULO DE PRECIPITACIÓN
FRICCION Y COHESION

2 *PENDIENTE MEDIA DE LA
CUENCA
7 - 423 *PERIODO DE RETORNO
*TIEMPO DE CONCENTRACIÓN
*COEFICIENTES DE
RUGOSIDAD DE MANNING
CLASIFICACIÓN

VISITA DE CAMPO ESTUDIO


GEOTÉCNICO

DETERMINAR TPDA

ESTUDIO DE TRÁFICO

ESTUDIO
HIDROLOGICO E
HIDRAÚLICO

ANÁLISIS DE:
*PARÁMETROS TÉCNICOS ANÁLISIS DE LAS
ALTERNATIVAS DE *PARÁMETROS ECONOMICOS ALTERNATIVAS
*PARÁMETROS
TIPO DE PUENTE
CONSTRUCTIVOS
*GEOMETRÍA DEL PUENTE
*LUZ DEL PUENTE ELECCIÓN TIPO DE PUENTE

1
*ESTRUCTURA
SUPERIOR *ALTURA
*NÚMERO DE CARRILES SUPERESTRUCTURA
DISEÑO DE LA *ESPESOR LOSA *LONGITUD PUENTE
2 *LONGITUD DE CÁLCULO
GEOMETRÍA DEL PUENTE *ANCHO CALZADA

DISEÑO TRANSVERSAL DISEÑO LONGITUDINAL

DIMENSIONAMIENTO DE LA CARGAS Y FACTORES


ESTRUCTURA DEL PUENTE DE CARGA

DIMENSIONAMIENTO DE: *CARGAS PERMANENTES


*BARANDAS METALICAS *SOBRE CARGAS VIVAS DIMENSIONAMIENT
*BARRERA PEATONAL *FUERZAS CENTRÍFUGAS O DE:
*LOSA *FUERZA DE FRENADO *ESTRIBOS
*DISPOSITIVOS DE APOYO *FUERZA DE COLICIÓN DE *FUNDACIONES
8 - 423
*ELEMENTOS UN VEHICULO
ESTRUCTURALES SEGÚN *CARGAS HIDRAULICAS
TIPO DE PUENTE *EMPUJE DE SUELOS
DIMENSIONAMIENTO
DE LA
INFRAESTRUCTURA
DIMENSIONAMIENTO DE
LA SUPERESTRUCTURA

ELABORACIÓN DE LOS PLANOS


CORRESPONDIENTES
ELABORACIÓN PLANILLAS DE:
*CÓMPUTOS METRICOS
*ANÁLISIS DE PRECIOS
DOCUMENTOS DEL UNITARIOS
PROYECTO *PRESUPUESTO (GENERAL Y
POR ITEMS)
*CRONOGRAMA DE
ACTIVIDADES (SEMANAL)

FIN DE PROYECTO

2. MARCO TEORICO

2.1. CONCEPTOS GENERALES

2.1.1. Estudios básicos de ingeniería para puentes

Es el conjunto de estudios para obtener los datos necesarios para la elaboración


de los antecedentes, los documentos necesarios dependiendo de la magnitud y
complejidad de la obra.

 Estudios topográficos
 Estudios Hidrológicos e Hidráulicos
 Estudios Geológicos y Geotécnicos

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 Estudios de Riesgo sísmico
 Estudios de Impacto Ambiental
 Estudios de tráfico
 Estudios Complementarios
 Estudios de trazos de vía

2.1.2. Especificaciones generales

Es un documento donde se definen las características de los materiales y los


equipos a emplear, determinan los procedimientos constructivos, los métodos de
control de calidad y los criterios para la aceptación o el rechazo de los materiales o
de la construcción, fijan la modalidad de la valorización y el cronograma de pagos.
Son válidas para las obras o para un grupo de obras del organismo de contrato.

2.1.3. Especificaciones particulares

Son aquellas que modifican las especificaciones generales, debido a las


condiciones especiales de un proyecto determinado, deben ser justificadas por el
autor del proyecto y aprobadas por el organismo contratante y son válidas
solamente para el proyecto específico.

2.1.4. Especificaciones complementarias

Son instrucciones referidas a obras particulares, establecen procedimientos y


especificaciones sobre métodos de ensayo no previos en las normas nacionales
vigentes ni en las instrucciones generales.

2.1.5. Elaboración de proyectos para puentes

Antes de proceder con el diseño del proyecto de un puente, es indispensable


realizar los estudios básicos que permitan tomar conocimiento pleno de la zona,
que redunde en la generación de información básica necesaria y suficiente que
concluya en el planteamiento de soluciones satisfactorias plasmadas primero en
anteproyectos y luego en proyectos definitivos reales, y ejecutables.

10 - 423
El proyectista deberá informarse adecuadamente de las dificultades y bondades
que le caracterizan a la zona antes de definir el emplazamiento del puente.
Emplazamiento que deberá ser fruto de un estudio comparativo de varias
alternativas, y que sea la mejor respuesta dentro las limitaciones (generación de
información) y variaciones de comportamiento de los cambios naturales y
provocados de la naturaleza.

2.2. TIPOLOGIA DE PUENTES

Para comenzar el estudio aplicado primeramente es necesario realizar una


primera introducción sobre las tipologías más habituales de construcción de
puentes. De este modo se hace una pequeña reseña sobre las tipologías
empleadas, su evolución histórica y los métodos constructivos de uso más
recomendado para cada tipo.

2.2.1. Definición de puente

Son obras de arte destinadas a salvar un accidente geográfico o cualquier otro


obstáculo físico como un río, un cañón, un valle, un camino, una vía férrea, un
cuerpo de agua, o cualquier otro obstáculo.

Según la Norma AASHTO LRFD 2007 se define puente a cualquier estructura que
tiene una abertura de no menos de 6100 mm y que forma parte de una carretera o
está ubicada sobre o debajo de una carretera.

El diseño de cada puente varía dependiendo de su función y la naturaleza del


terreno sobre el que el puente es construido, su proyecto y su cálculo pertenecen
a la ingeniería estructural, siendo numerosos los tipos de diseños que se han
aplicado a lo largo de la historia, influidos por los materiales disponibles, las
técnicas desarrolladas y las consideraciones por parte del proyectista.

2.2.2. Tipos de puentes

Según los siguientes criterios:

Según el tipo de material

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- Puentes de madera.
- Puentes de mampostería.
- Puentes de hormigón ciclópeo.
- Puentes de hormigón armado.
- Puentes de hormigón postensado.
- Puentes metálicos.
- Puentes de sección mixta.

Según la utilización
- Puentes peatonales.
- Puentes ferroviarios.
- Puentes aeroportuarios.
- Puentes de caminos.
- Puentes de acueductos.
- Puentes de viaductos.
- Puentes para oleoductos.

Según la longitud

- Puentes mayores (Luces de vano mayores a los 50 m).


- Puentes menores (Luces entre 6 y 50 m).
- Alcantarillas (Luces menores a 6 m).
Según la transmisión de cargas a la infraestructura

- Puente de vigas.
- Puentes aporticados.
- Puentes de arco.
- Puentes en volados sucesivos.
- Puentes atirantados.
- Puentes colgantes.
Según sus condiciones estáticas

- Isostáticos: Puentes simplemente apoyados.


- Puentes continuos con articulaciones.

12 - 423
- Hiperestáticos: Puentes continuos.
- Puentes isotrópicos o espaciales.
- Puentes en volados sucesivos (pasan de isostáticos a hiperestáticos).
Según el ángulo que se forma con la corriente de agua (sobre ríos)

- Puentes rectos (Ángulo de esviaje 90º)


- Puentes esviajados (Ángulo de esviaje menor a 90º)
- Puentes curvos (Ángulo variable a lo largo del eje)

2.2.3. Puentes arco

El arco es una estructura que resiste gracias a la forma que se le da. Mediante la
forma del arco se reparten las tensiones de manera que se producen
compresiones en todas las partes del arco. Del mismo modo es una estructura que
salva una luz determinada sometida a esfuerzos de compresión donde las
atracciones y flexiones se evitan o reducen al mínimo con lo que conseguimos que
materiales que no resistan tracciones puedan ser utilizables para la construcción
de esta tipología de estructuras.

Se transmiten unas reacciones horizontales a los apoyos y, en consecuencia, el


terreno de cimentación ha de ser capaz de resistir tales esfuerzos.

Dado que generalmente la forma del arco no permite que ésta misma sea la
plataforma donde discurra el tráfico existen tres formas de colocar el tablero:

 Puentes de Tablero Superior

 Puentes de Tablero Intermedio

2.2.4. Puentes viga

Los puentes viga están constituidos por vigas como su propia denominación
indica, es decir, piezas rectas horizontales o cuasi-horizontales apoyadas en dos o

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más puntos que soportan las cargas que actúan sobre ellas mediante su
capacidad para resistir flexiones. En efecto esta resistencia de las vigas viene
determinada por su canto y el momento de inercia de sus secciones.

Se trata del puente más elemental de todos y entre las tipologías de puentes viga
se puede distinguir:

 Losa maciza de hormigón armado o pretensazo

 Losa aligerada: Presenta la ventaja de reducir considerablemente el peso.

 Tablero de Vigas de Alma Llena.

Por lo que respecta a las luces las máximas son del orden de 500 metros y por lo
que se refiere a su estructura cabe la posibilidad de vigas simplemente apoyadas,
viga continua apoyada en diversos puntos y viga Gerber.

2.2.5. Puentes pórtico

El puente pórtico más que un tipo de estructura de puente con carácter propio es
una estructura intermedia entre el arco y la viga por lo que presenta características
propias de ambos. Tienen pilas y tablero igual que los puentes viga pero éstos son
solidarios, lo que da lugar a un mecanismo resistente complejo porque en él
interviene la resistencia a flexión de sus elementos. Al mismo tiempo se produce
un efecto pórtico debido a las reacciones horizontales que aparecen en sus
apoyos.

2.2.6. Puentes colgantes

Este tipo de puentes, así como los atirantados, presenta como característica
principal que sus estructuras se basan en el cable. Por ello los puentes de grandes
luces que se construyen en la actualidad son colgantes o atirantados. La
utilización del cable en este tipo de puentes se debe a tres razones
fundamentales: En primer lugar el cable es un elemento que trabaja
exclusivamente a tracción, se aprovecha al máximo su capacidad resistente

14 - 423
puesto que con los tratamientos actuales se logran elevadas resistencia y por su
gran flexibilidad puede deformarse transversalmente sin que aparezcan flexiones y
permite utilizar en toda la sección toda su capacidad de resistencia y en tercer
lugar el cable está formado por muchos hilos y cordones lo que permite hacer
cables de gran diámetro en puentes de grandes luces.
Por lo que se refiere a los puentes colgantes en concreto su estructura está
formada por los cables principales que se fijan en los extremos del vano a salvar y
tienen la flecha necesaria para soportar a través de un mecanismo de tracción
pura las cargas que actúan sobre él.
Para evitar su gran deformabilidad se da rigidez a flexión al tablero de manera que
las cargas se reparten en una longitud grande del cable. Por lo que se refiere a la
tipología de puentes colgantes en cuestión podemos destacar:

 Puentes catenaria: Se trata de los primeros puentes colgantes primitivos


que se construyeron en China e Himalaya si bien en la actualidad
únicamente se construyen pasarelas peatonales con esta tipología.
 Puentes Autoanclados: Nacen de la necesidad de anclar los cables al
terreno mediante contrapesos. Si bien en numerosas ocasiones el elevado
coste de los contrapesos o la defectuosa calidad del terreno de cimentación
determinan que no sea posible esta solución con lo que se anclan los
cables principales al tablero en los extremos de los vanos de
compensación.
 Puentes Colgantes de Tablero: Pueden ser de Tablero Inferior, Intermedio o
 Superior.
 Puentes colgantes de varios vanos: Ésta tipología actualmente puede
considerarse que ha caído en el desuso.

2.2.7. Puentes atirantados

Sus elementos fundamentales son los tirantes que son cables rectos que atirantan
el tablero proporcionándole una serie de apoyos intermedios más o menos rígidos.

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Además de los tirantes son necesarias las torres para elevar el anclaje fijo de los
tirantes de forma que introduzcan fuerzas verticales en el tablero para crear
pseudo-apoyos.

También el tablero interviene en el esquema de éste tipo de puentes puesto que


los tirantes al ser inclinados introducen fuerzas horizontales que se deben
equilibrar a través de él.

Actualmente son los más frecuentes debido a numerosas razones tales como la
trascendencia de su estructura por encima del tablero, lo que los hace presentes
al viajero que pasa por ellos, permite hacer puentes ligeros con tableros de canto
reducido, pueden tener muchos tirantes muy próximos o pocos muy separados,
las torres se pueden iniciar en los cimientos o a partir del tablero de forma que el
conjunto formado por el tablero, las torres y los tirantes se apoye sobre pilas
convencionales. Desde el punto de vista estético es una tipología muy apreciada.

En cuanto a la tipología de puentes atirantados podemos distinguir los de doble


plano de atirantamiento en que los tirantes se disponen en planos verticales o
inclinados que contienen los bordes del tablero donde se anclan. Generalmente
parten de una torre desdoblada en dos pilas situadas a los lados del tablero y por
otra parte existen los de plano único de atirantamiento en que los tirantes se
disponen en un plano vertical que contiene el eje longitudinal de tablero donde se
anclan. Ésta solución solamente se puede adoptar cuando se trata de autopistas o
carreteras desdobladas. Normalmente el plano único parte de una torre situada en
el eje de la vía desdoblada aunque también caben otras posibilidades.

El tablero es el segundo elemento resistente básico e interviene en el esquema


resistiendo las componentes horizontales que transmiten los tirantes. Estas
componentes generalmente se equilibran en el propio tablero porque su
resultante, igual que en la torre, debe ser nula. Su sección transversal depende en
gran medida de la disposición de los tirantes.

El tercer elemento resistente son las torres que pueden adoptar formas muy
diversas.

16 - 423
Así en caso de grandes puentes atirantados a ambos bordes del tablero las torres
pueden ser análogas a los de los puentes colgantes (dos pilares verticales unidos
entre sí por vigas horizontales o cruces de San Andrés). Si los tirantes están
contenidos en planos inclinados la solución clásica es la torre en forma de A de la
cual caben diversas variantes.

2.2.8. Otras tipologías

Dentro de este grupo se expone una serie de puentes con una peculiar
característica que es su movilidad.

[Link]. Puentes flotantes

Se apoyan sobre flotadores que pueden tener diversos tamaños. Consisten


fundamentalmente en un tablero apoyado sobre una serie de elementos flotantes
que sirven para mantenerlo en una situación más o menos fija. Estos elementos
flotantes son muy variados tales como barcas, pontones cerrados, etc.
Los primeros puentes flotantes fueron de odres o barcas y datan del Siglo V antes
de Cristo. Ya desde esta fecha a nuestros días se vienen utilizando este tipo de
puentes flotantes en ríos profundos o donde resulta difícil cimentar.

[Link]. Puentes móviles

Los puentes móviles son aquellos en que el tablero o parte de él es móvil con tal
de permitir el paso alternativo a dos tipos de tráfico muy diferente, generalmente el
terrestre y el marítimo. De este modo cuando están cerrados permiten el paso de
los vehículos rodados o ferrocarriles y cuando están abiertos permiten el paso de
los barcos.
Los primeros puentes móviles aparecen en la Edad Media con una función
defensiva si bien actualmente se utilizan para la alternancia de tráficos.
Podemos establecer dos tipos de clasificaciones. Respecto a las que atienden a
su traslación distinguimos:
 Traslación mediante desplazamiento libre: Consiste en el
desplazamiento mediante remolcadores u otro mecanismo las partes
del puente apoyadas sobre barcas o pontones.

17 - 423
 Traslación mediante desplazamiento vertical: Puentes elevables
mediante una traslación paralela.
 Traslación mediante desplazamiento horizontal: Son puentes rodantes
en que el tablero se desplaza según el eje longitudinal del puente.
 Rotación alrededor de un eje horizontal: Son puentes levadizos.
 Basculantes
 Rotación a lo largo de un eje vertical: En ellos el tablero gira sobre el
eje vertical del apoyo y pasa de la posición de puente cerrado que es
transversal a la del canal de navegación a la de puente abierto que es
paralela a él.
Otra clasificación es la que distingue entre:
 Puentes Basculantes: Giran alrededor de un eje horizontal situado en una
línea de apoyos de manera que podemos incluir en ellos los levadizos y los
basculantes. Son los puentes más clásicos y de mayor uso en la actualidad.
 Puentes Giratorios: Los puentes giratorios de eje vertical tienen dos
posibilidades de apertura que son el giro de dos vanos simétricos respecto
a una pila situada en el centro del canal de navegación o bien girar dos
semivanos con sus compensaciones sobre dos pilas situadas en los bordes
del canal.
 Puentes de desplazamiento vertical: Son tableros simplemente apoyados
cuyos apoyos se pueden mover verticalmente cuyos apoyos se pueden
mover verticalmente para elevarlos a la cota que requiere el gálibo del canal
de navegación. Normalmente se elevan tirando de sus cuatro esquinas.
Este sistema es apto para luces grandes.
 Puentes de desplazamiento horizontal: La mayoría son flotantes. El puente
se desplaza longitudinalmente sobre rodillos avanzando o retrocediendo en
voladizo libre hasta llegar al apoyo de la otra orilla.

También se han desarrollado otros sistemas que combinan el desplazamiento


horizontal con el vertical y otros en los que el movimiento es por desplazamiento

18 - 423
en horizontal de un tramo flotante situado entre dos líneas de pontones que
forman una U y le sirven de guía.

[Link]. Puentes trasbordadores

Al igual que en el caso anterior participa de la característica de la movilidad


contraria a la idea de puente. Su precursor fue el ingeniero Ferdinand Arnodin. Se
utilizan para luces grandes o muy grandes.

El trasbordador consiste en una viga fija situada a la altura requerida por el gálibo
de la cual se cuelga una plataforma móvil generalmente mediante cables que
transporta los vehículos de una orilla a la opuesta.

2.2.9. Elementos que constituyen un puente

[Link]. Superestructura

Está constituida por todos los elementos estructurales o constructivos, que forman
parte de la obra que permite el tránsito sobre la misma para salvar el obstáculo.
Este conjunto se denomina "tablero" y en él se identifican los siguientes elementos
y materiales:

Losa de tablero: estructura que soporta en forma directa las cargas del tránsito y la
carpeta de rodamiento, transmitiéndolas a las vigas de tablero (en los puentes
viga) o directamente a los pilares y estribos (en los puentes losa y alcantarillas).

Vigas longitudinales o principales: son los elementos de mayor relevancia portante


en la superestructura de los puentes viga (no existen en los puentes y alcantarillas
tipo losa). Transmiten las cargas del tablero a los apoyos.

Para la selección de superestructura más adecuada, un factor muy importante es


la longitud del tramo del puente, en la siguiente tabla se muestran longitudes para
diferentes tipos estructurales.

Tabla 2: longitudes de tramo para diferentes tipos de superestructuras

19 - 423
Tipo Rango de
Material
estructural tramo (m)
Losa Hormigón 0-12
Hormigón 12-300
Vigas
Acero 30-300
Reticulado Acero 90-550
Hormigón 90-420
Arco
Acero 240-550
Atirantado Acero 90-1100
Colgante Acero 300-2000
Fuente: Design of Highway Bridges an LRFD Approach, R.M. Barker, 2007

Figura 3: Superestructura de un puente

Fuente: Apoyo Didáctico en la Asignatura de Puentes; Universidad Mayor de San Simón

MATERIALES:

Metálico (con tablero superior o inferior)

o viga de alma llena


o viga de reticulado
 rectangular
 parabólica
o Placas corrugadas metálicas

20 - 423
Hormigón

o Puente losa
 losa maciza
 losa nervurada
 losa aligerada
o Puente Viga
 viga placa
 vigas cajón
o Formas especiales.

Mixto (metálico + hormigón)

Mampostería

Madera

Vigas transversales o de arriostramiento: unen transversalmente a las vigas


principales, distribuyendo las cargas y dándole rigidez al conjunto.

Calzada: es la zona de tránsito vehicular.

Capa o Carpeta de Rodamiento o de Desgaste: se agrega a la losa de calzada


para protegerla del desgaste producido por el tránsito y para protegerla de la
infiltración de agua y otros líquidos.

 Materiales: bituminosa
o Hormigón simple o armado
o epoxídicas
o Madera tratada (vida útil de 16 a 25 años)

Juntas: permiten la dilatación de la estructura.

 tipos de juntas perfiles metálicos y burlete

21 - 423
o armada
o tipo peine
o elástica

Barandas o defensas: protegen el tránsito peatonal y/o vehicular de desvíos y


caídas.

 tipos de barandas defensas metálicas (flex beam)


o defensas de hormigón (New Jersey)
o barandas de hormigón
o baranda peatonal metálica
o mixta (hormigón + metálica)

[Link]. Infraestructura

Son los componentes estructurales del puente que soportan el tramo horizontal,
los componentes más importantes son las pilas, estribos y fundaciones profundas.

a) Estribos
Son estructuras que proveen soporte a la superestructura, establecen la conexión
entre la superestructura y el terraplén, son diseñados para soportar la carga de la
superestructura la cual es transmitida por medio de los elementos de apoyo, el
peso de la losa de transición y las presiones del suelo (empuje de tierras). El
procedimiento para seleccionar el tipo más apropiado de estribo se puede basar
en las siguientes consideraciones:

o Costo de construcción y mantenimiento.


o Situación del movimiento de tierra, corte o relleno.
o Tráfico durante la construcción.
o Periodo de construcción.
o Seguridad de los trabajadores.
o Disponibilidad del costo del material de relleno.
o Profundidad de la superestructura.

22 - 423
Figura 4: Componentes de un estribo

Fuente: Apoyo

Didáctico en la Asignatura de Puentes; Universidad Mayor de San Simón

 Tipos de estribos

Estribo tipo gravedad

Se construyen con concreto simple o con mampostería. Dependen de su peso


propio y de cualquier suelo que descanse sobre la mampostería para su
estabilidad, se coloca el acero cerca de las caras expuestas para evitar figuración
superficial provocada por los cambios de temperatura.

Figura 5: Estribo tipo gravedad

23 - 423
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

Estribo tipo semigravedad en voladizo (tipo pantalla)

Consiste en un cuerpo y una losa base, siendo ambos elementos relativamente


esbeltos y totalmente armados para resistir los momentos y cortantes a los cuales
están sujetos. Pueden tener alas o aleros para retener el terraplén de la carretera.

Figura 6: Estribo tipo semigravedad en voladizo

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

Estribo con contrafuertes

Consiste en una delgada losa de hormigón que sirve como paramento, soportada
del lado interno mediante losas o contrafuertes verticales que forman ángulos
rectos respecto del paramento. El paramento y los contrafuertes están conectados
a una losa de base, el espacio entre los contrafuertes se rellena con suelo.

Figura 7: Estribo con contrafuertes

24 - 423
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

b) Fundaciones profundas
Se realiza este tipo de cimentación cuando el estrato portante se encuentra a una
profundidad que no es posible llegar mediante excavaciones, pueden ser pilotes o
cajones de cimentación.

Figura 8: fundaciones profundas

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

2.3. FILOSOFIA DE DISEÑO

AASHTO LRFD Bridge Design Specifications, American Association of State


Highway and Transportation Officials, Washington, D.C.,2004.

La filosofía de diseño por factores de carga y resistencia (LRFD) toma en cuenta la


variabilidad del comportamiento de los elementos estructurales de forma explícita.

El diseño por factores de carga y resistencia confía exhaustivamente en los


métodos estadísticos, pero permite obtener resultados de forma fácilmente
utilizable por los diseñadores y calculistas.

DEMANDA ≤ RESISTENCIA

ASD LFD LRFD

25 - 423
R
∑ Qi ≤ FSn ∑ γ i∗Qi ≤ ∅∗Rn ≅ ∑ γ i∗Qi ≤ ∅∗Rn

Cargas Cargas de
Resistencia Resistencia
máximas de diseño
nominal factorizada
servicio factorizadas

Es un Es un
procedimiento procedimiento
determinístico probabilístico

2.3.1. Estado límite

Un estado límite es una situación en la que una estructura o elemento estructural


alcanza su capacidad resistente y deja de ser apta para su uso, ya sea por falla
estructural total o parcial o por una pérdida significativa de funcionalidad.

Estado Límite de Servicio

Este estado se debe considerar como restricciones impuestas a las tensiones,


deformaciones y anchos de fisura bajo condiciones de servicio regular, representa
la condición más allá de la cual el puente o elemento deja de satisfacer los
requisitos para los que fue diseñado en relación a las restricciones impuestas.

Servicio I: Se considera la combinación de carga relacionada con la operación


normal del puente con una velocidad de viento de 90 Km/hr y con todas las cargas
con sus valore nominales. También está relacionado con el control de deflexiones
en estructuras enterradas, control de agrietamiento en estructuras de concreto
reforzado y determinación de esfuerzos de compresión en estructuras de concreto
presforzado.

Servicio II: Se considera la combinación de carga relacionada sólo con estructuras


de acero y está destinada a controlar la fluencia y el deslizamiento (aflojamiento)
de las conexiones debidas a la carga vehicular.

26 - 423
Servicio III: Con el objeto de controlar el agrietamiento, se considera sólo la
combinación de carga relacionada con la tensión en estructuras de concreto
presforzado. En la combinación de carga se tiene un factor de carga de 0.8 que
afecta a la magnitud de la carga viva. El significado estadístico de este factor de
carga, es que se espera que la presencia de la carga viva que podría ocasionar el
agrietamiento se presente aproximadamente una vez al año para puente con dos
carriles de tránsito.

Estado Límite de Fatiga y Fractura

Son restricciones impuestas al rango de esfuerzos basadas en los resultados de la


aplicación de un número de ciclos de carga producidos por el vehículo de diseño.
Debe considerarse como un conjunto de requisitos sobre resistencia de materiales
de las Especificaciones sobre Materiales de AASHTO.

Estado Límite de Resistencia

Se debe considerar el estado límite de resistencia para garantizar que se provee


resistencia y estabilidad, tanto local como global, para resistir las combinaciones
de cargas estadísticamente significativas especificadas que se anticipa que el
puente experimentará durante su periodo de diseño.

Resistencia I: Se asocia con la combinación de carga básica que relaciona el uso


vehicular normal del puente sin la presencia de viento.

Resistencia II: Se asocia con la combinación de carga que relaciona el uso del
puente permitiendo el paso de vehículos especiales sin la presencia de viento.

Resistencia III: Se asocia con la combinación de carga relacionada con el puente


expuesto a una velocidad de viento mayor a 90 Km/hr sin la presencia de carga
viva en el puente.

Resistencia IV: Se asocia con la combinación de carga relacionada con puentes


de gran longitud, donde la relación del efecto de carga muerta a carga viva es
elevada.

27 - 423
Resistencia V: Se asocia con la combinación de carga relacionada con el uso
vehicular normal del puente con una velocidad de viento de 90 Km/hr.

Estado Límite correspondiente a Eventos Extremos

Se debe considerar el estado límite correspondiente a eventos para garantizar la


supervivencia estructural de un puente durante una inundación o sismo
significativo, o cuando es embestido por una embarcación, un vehículo o un flujo
de hielo, posiblemente en condiciones socavadas. La probabilidad de ocurrencia
simultánea de estos eventos es baja, por lo tanto, la aplicación se realiza por
separado.

Evento extremo I: Se asocia con la combinación de carga relacionada con el


sismo, también incluye el empuje producto de crecidas y la fricción.

Evento extremo II: Se asocia con la combinación de carga relacionada con la


carga de hielo, colisión de embarcaciones y vehículos.

2.3.2. Factores de carga y combinaciones de cargas

Consideran fundamentalmente la variabilidad de las cargas, la falta de exactitud


de los análisis y la probabilidad de la ocurrencia simultánea de diferentes cargas,
pero que también se relacionan con aspectos estadísticos de la resistencia a
través del proceso de calibración. La solicitación mayorada total será:

Q=∑ ηi γ i Qi Ecuación 1

Dónde:

γ i = Factor modificador de las cargas.

Q i = Solicitaciones de las cargas.

ηi = Factores de carga.

Factores de modificación de carga

Para cargas para las cuales un valor máximo de γ i es apropiado:

28 - 423
ηi =ηD ∙ η R ∙ η I >0.95 Ecuación 2

Para cargas para las cuales un valor mínimo de γ i es apropiado:

1
ηi = ≤1.0 Ecuación 3
η D η R ηI

Dónde:

η D = Factor relacionado con la ductilidad.

η R = Factor relacionado con la redundancia.

η I = Factor relacionado con la importancia operativa.

Factor de ductilidad:

Se basa en la premisa de que el sistema estructural de un puente deberá ser


proporcionado y detallado para asegurar el desarrollo de deformaciones
inelásticas significativas en el estado límite de resistencia y evento extremo, antes
de la falla. Se debe evitar el comportamiento frágil, ya que esto implica una falla
súbita de la estructura (pérdida de la capacidad de carga).

Tabla 3: Factores de ductilidad, ɳD

Estado límite ηD

Resistencia:        
Componentes y conexiones no dúctiles 1.05
Diseños convencionales 1.00
Componentes y conexiones dúctiles 0.95
Todos los demás estados límite   1.00

29 - 423
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por
el Método LRFD, 2007

Factor de redundancia:
La redundancia afecta significativamente el margen de seguridad de un puente;
incrementa el margen de seguridad y se refleja en el estado límite de resistencia.

Tabla 4: Factores de redundancia, ɳR

Estado límite ηR

Resistencia:        
Miembros no redundantes 1.05
Niveles convencionales de redundancia 1.00
Miembros redundantes 0.95
Todos los demás estados límite   1.00

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por


el Método LRFD, 2007

Factor de importancia:

Debido a que la construcción debe estar justificada con base a requerimientos


sociales o de seguridad, es difícil encontrar una situación en la que un puente no
sea operacionalmente importante.

Tabla 5: Factores de importancia, ɳI

Estado límite ηI

Resistencia:        
Puentes operacionalmente importantes 1.05
Puentes operacionalmente no importantes 0.95
Todos los demás estados límite   1.00

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el


Método LRFD, 2007

30 - 423
2.3.3. Factores de carga

Los factores de carga especificados en las Tabla 14 y 15 se deben aplicar para las
diferentes cargas que componen una combinación de cargas de diseño.

Los factores de carga se deberán seleccionar de manera de producir la solicitación


total mayorada extrema. Para cada combinación de cargas se deberán investigar
tanto los valores extremos positivos como los valores extremos negativos. En las
combinaciones de cargas en las cuales una solicitación reduce otra solicitación, a
la carga que reduce la solicitación se le deberá aplicar el valor mínimo. Para las
solicitaciones debidas a cargas permanentes, de la Tabla 15 se deberá
seleccionar el factor de carga que produzca la combinación más crítica. Si la carga
permanente aumenta la estabilidad o la capacidad de carga de un componente o
puente, también se deberá investigar el valor mínimo del factor de carga de dicha
carga permanente.

Tabla 6: Combinaciones de cargas y factores de carga


Combinación de Cargas

Usar sólo por una vez

DC
DD LL
DW IM
EH CE
EV BR TU
ES PL CR
EL LS WA WS WL FR SH TG SE EQ IC CT CV

31 - 423
Estado Límite

RESISTENCIA I (a menos
γp 1.75 1.00 - - 1.00 0.50/1.20 γ TG γ SE - - - -
que se especifique lo
contrario)

γp 1.35 1.00 - - 1.00 0.50/1.20 γ TG γ SE - - - -


RESISTENCIA II

γp - 1.00 1.40 - 1.00 0.50/1.20 γ TG γ SE - - - -


RESISTENCIA III

γp
- 1.00 - - 1.00 0.50/1.20 - - - - - -
RESISTENCIA IV - Sólo EH, 1.5
EV, ES, DW, DC

γp 1.35 1.00 0.40 1.00 1.00 0.50/1.20 γ TG γ SE - - - -


RESISTENCIA V
1.0
γp γ EQ 1.00 - - 1.00 - - - - - -
EVENTO EXTREMO I 0
1.0
γp 0.50 1.00 - - 1.00 - - - - 1.00 1.00
EVENTO EXTREMO II 0

1.00 1.00 1.00 0.30 1.00 1.00 1.00/1.20 γ TG γ SE - - - -


SERVICIO I

1.00 1.30 1.00 - - 1.00 1.00/1.20 - - - - - -


SERVICIO II

1.00 0.80 1.00 - - 1.00 1.00/1.20 γ TG γ SE - - - -


SERVICIO III

1.00 - 1.00 0.70 - 1.00 1.00/1.20 - 1.00 - - - -


SERVICIO IV

- 0.75 - - - - - - - - - - -
FATIGA - Sólo LL, IM y CE

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

Tabla 7: Factores de carga para carga permanente, ϒp

Factor de Carga
Tipo de carga
Máximo Mínimo
DC: Elemento y accesorios 1.25 0.90
DC: Sólo Resistencia IV       1.50 0.90
DD: Fricción negativa (downdrag): Pilotes, Método Tomlinson α 1.40 0.25
Pilotes, Método λ 1.05 0.30
Ejes perforados, Métodod O'Neill and Reese
(1999) 1.25 0.35
DW: Superficie de rodamiento para servicios públicos  1.50 0.65 

32 - 423
EH: Empuje horizontal del suelo    
 Activo   1.50 0.90
 En reposo   1.35 0.90
EL: Tensiones residuales de montaje 1.00 1.00
EV: Empuje vertical del suelo        
- Estabilidad global   1 N/A
- Muros de sostenimiento y estribos   1.35 1.00
- Estructura rígida enterrada   1.30 0.90
- Marcos rígidos   1.35 0.90
- Estructuras flexibles enterradas u otras, excepto 1.95 0.90
alcantarillas metálicas rectangulares    
- Alcantarillas metálicas rectangulares flexibles   1.50 0.90
ES: Sobrecarga de suelo 1.50 0.75
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007
Dónde:

γ p= Factor de carga para carga permanente.

γ EQ = Factor de carga para carga viva aplicado simultáneamente con cargas


sísmicas.
Cargas permanentes:

DC = Peso propio de los componentes estructurales y accesorios no estructurales.

DW = Peso propio de las superficies de rodamiento e instalaciones para servicios


públicos.

EH = Empuje horizontal del suelo.

ES = Sobrecarga de suelo.

EV = Presión vertical del peso propio suelo de relleno.

Cargas transitorias:

BR = Fuerza de frenado de los vehículos.

CE = Fuerza centrífuga de los vehículos.

CR = Fluencia lenta.

CT = Fuerza de colisión de un vehículo.

CV = Fuerza de colisión de una embarcación.

33 - 423
EQ = Sismo.

FR = Fricción.

IC = Carga de hielo.

ℑ = Incremento por carga vehicular dinámica.

¿ = Sobrecarga vehicular.

LS = Sobrecarga viva.

PL = Sobrecarga peatonal.

SE = Asentamiento.

SH = Contracción.

TG = Gradiente de temperatura.

TU = Temperatura uniforme.

WA = Carga hidráulica y presión del flujo de agua.

WL = Viento sobre la sobrecarga.

WS = Viento sobre la estructura.

2.3.4. Factores de resistencia

En construcciones convencionales el factor de resistencia ϕ se deberá tomar


como:

Tabla 8: Factores de resistencia


Descripción ϕ
Para flexión y tracción del hormigón armado 0.9
Para flexión y tracción del hormigón pretensado 1
Para corte y torsión:
Hormigón de densidad normal 0.9
Hormigón de baja densidad 0.7
Para compresión axial con espirales o zunchos 0.75
Para apoyo sobre hormigón 0.7
Para compresión en modelos de bielas y tirantes 0.7
Para compresión en zonas de anclaje:
Hormigón de densidad normal 0.8
Hormigón de baja densidad 0.65
Para tracción en el acero en las zonas de anclaje 1
Para resistencia durante el hincado de pilotes 1

34 - 423
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de
Puentes por el Método LRFD, 2007

Para los componentes parcialmente pretensados en flexión con o sin tracción, los
valore de ϕ se pueden tomar como:

ϕ=0.90+0.10 ( PPR) Ecuación 4

A ps f py
PPR= Ecuación 5
A ps f py + A s f y

Dónde:

PPR = Relación de pretensado parcial.

A s = Área de la armadura de tracción no pretensada (mm 2).

A ps = Área del acero de pretensado (mm2).

f py = Tensión de fluencia especificada del acero de pretensado (MPa).

f y = Tensión de fluencia especificada del acero de refuerzo (MPa).

2.3.5. Cargas y denominación de las Cargas

Las cargas son efecto de una aceleración, incluyendo la aceleración de la


gravedad, una deformación impuesta o un cambio de volumen.

[Link]. Cargas permanentes, DC, DW , EV

Son cargas y fuerzas que permanecen constantes una vez terminada la


construcción, o bien aquellas que se supone permanecen constantes.

La carga permanente deberá incluir el peso propio de todos los componentes de la


estructura, accesorios e instalaciones de servicio unidas a la misma, superficie de
rodamiento, futuras sobrecapas y ensanchamientos previstos.

35 - 423
En ausencia de información más precisa, para las cargas permanentes se pueden
utilizar las densidades de los materiales, las cuales se especifican en la Tabla 17
en la que se tiene una lista de los materiales más usados.

Las densidades indicadas en kg/m3 y kg/mm corresponden a unidades de masa,


no a unidades de fuerza. Para convertir a la unidad de fuerza N/m 3 multiplicar por
un valor constante de la aceleración de la gravedad g = 9,8066 m/seg 2 y
considerar la unidad (kg m/seg2) como un Newton.

Tabla 9: Densidades

Material Densidad (Kg/m3)


Aleaciones de aluminio 2800
Superficies de rodamiento bituminosas 2250
Hierro fundido 7200
Escoria 960
Arena, limo o arcilla compactados 1925
Agregados de baja densidad 1775
Agregados de baja densidad y arena 1925
Hormigón
Densidad normal con fc ≤ 35 Mpa 2320
Densidad normal con 35 < fc ≤ 105 MPa 2240 + 2.29 fc
Arena, limo o gravas sueltos 1600
Arcilla blanda 1600
Grava, macadán o balasto compactado a rodillo 2250
Acero 7850
Sillería 2725
Dura 960
Madera
Blanda 800
Dulce 1000
Agua
Salada 1025
Masa por unidad de
Elemento
longitud (Kg/mm)
Rieles para tránsito, durmientes y fijadores por vía 0.30
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método
LRFD, 2007

[Link]. Carga del suelo, EH

a) Empuje lateral del suelo

36 - 423
Se asumirá que el empuje lateral del suelo es linealmente proporcional a la altura
del suelo, y se deberá tomar como:

p=k∗γ s∗q∗z (10−9) Ecuación 6

Dónde:

p = Empuje lateral del suelo (MPa).

k = Coeficiente de empuje lateral tomado como k 0, para muros que no se


deforman ni mueven, k a, para muros que se deforman o mueven lo suficiente para
alcanzar la condición mínima activa, o k p, para muros que se deforman o mueven
lo suficiente para alcanzar una condición pasiva.

γ s = Densidad del suelo (Kg/m3).

z = Profundidad del suelo bajo de la superficie (mm).

g = Aceleración de la gravedad (m/seg2).

Se asumirá que la carga de suelo lateral resultante debida al peso dl relleno actúa
a una altura igual a H/3 dese la base del muro, siendo H la altura total del muro
medida desde la superficie del terreno en el respaldo del muro hasta la parte
inferior de la zapata o la parte superior de la plataforma de nivelación (para
estructuras de tierra estabilizadas mecánicamente).

Coeficiente de empuje lateral activo, ka:

El coeficiente de empuje lateral activo se puede tomar como:

sin 2 (θ+ ∅´f )


k a= Ecuación 7
Γ [ sin2 θ sin ⁡(θ−δ ) ]

Γ =¿ ¿ Ecuación 8

Dónde:

δ = Ángulo de fricción entre relleno y muro

37 - 423
β = Ángulo que forma la superficie del relleno respecto de la horizontal

θ = Ángulo que forma el respaldo del muro respecto de la horizontal

∅ ´f = Ángulo efectivo de fricción interna

Tabla 10: Angulo de fricción entre diferentes materiales


Ángulo
de Coeficiente
Materiales en interfase
fricción, de fricción,
δ (o) tan δ
Hormigón masivo sobre los siguientes materiales de fundación:  
 Roca sana y limpia 35 0.70
 Grava limpia, mezclas de grava y arena, arena gruesa 29 a 31 0.55 a 0.60
 Arena limpia fina a media, arena limosa media a gruesa, grava
limosa o arcillosa 24 a 29 0.45 a 0.55
 Arena fina limpia, arena limosa o arcillosa fina a media 19 a 24 0.34 a 0.45
 Limo fino arenoso, limo no plástico 17 a 19 0.31 a 0.34
 Arcilla residual o preconsolidada muy rígida y dura 22 a 26 0.40 a 0.49
 Arcilla de rigidez media y rígida; arcilla limosa 17 a 19 0.31 a 0.34
Sobre estos materiales de fundación la mampostería tiene los mismos
factores de fricción.    
Tablestacas de acero contra los siguientes suelos:    
 Grava limpia, mezclas de grava y arena, relleno de roca bien
graduada con astillas 22 0.40
 Arena limpia, mezclas de grava y arena limosa, relleno de roca
bien graduada con astillas 17 0.31
 Arena limosa, grava o arena mezclada con limo o arcilla 14 0.25
 Limo fino arenoso, limo no plástico 11 0.19
Hormigón moldeado o prefabricado o tablestacas de hormigón contra los
siguientes suelos:    
 Grava limpia, mezclas de grava y arena, relleno de roca bien
graduada con astillas 22 a 26 0.40 a 0.49
 Arena limpia, mezclas de grava y arena limosa, relleno de roca 17 a 22 0.31 a 0.40

38 - 423
dura de un solo tamaño
 Arena limosa, grava o arena mezclada con limo o arcilla 17 0.31
 Limo fino arenoso, limo no plástico 14 0.25
Diferentes materiales estructurales:    
 Mampostería sobre mampostería, rocas ígneas y metamórficas:    
o roca blanda tratada sobre roca blanda tratada 35 0.70
o roca dura tratada sobre roca blanda tratada 33 0.65
o roca dura tratada sobre roca dura tratada 29 0.55
 Mampostería sobre madera en la dirección transversal al grano 26 0.49
 Acero sobre acero en trabado de tablestacas 17 0.31

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007
[Link]. Sobrecarga Vehicular, ¿

a) Número de carriles de diseño

En general, el número de carriles de diseño se debería determinar tomando la


parte entera de la relación w/3600, siendo w el ancho libre de calzada entre
cordones y/o barreras, en mm También se deberían considerar posibles cambios
futuros en las características físicas o funcionales del ancho libre de calzada. En
aquellos casos en los cuales los carriles de circulación tienen menos de 3600 mm
de ancho, el número de carriles de diseño deberá ser igual al número de carriles
de circulación de diseño deberá ser igual al número de carriles de circulación, y el
ancho del carril de diseño se deberá tomar igual al ancho del carril de circulación.

b) Presencia de Múltiples Sobrecargas

Los requisitos no se aplicarán al estado límite de fatiga para el cual se utiliza un


camión de diseño, independientemente del número de carriles de diseño.

La solicitación extrema correspondiente a sobrecarga se deberá determinar


considerando cada una de las posibles combinaciones de número de carriles
cargados, multiplicando por un factor de presencia múltiple correspondiente para
tomar en cuenta la probabilidad de que los carriles estén ocupados
simultáneamente por la totalidad de la sobrecarga de diseño HL-93.

39 - 423
Los factores de presencia múltiple se deberán utilizar al investigar el efecto de un
carril cargado y el efecto de tres o más carriles cargados.

Tabla 11: Factor de presencia múltiple (m)

Número de carriles Factor de presencia


cargados múltiple, m
1 1.20
2 1.00
3 0.85
>3 0.65
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de
Puentes por el Método LRFD, 2007

c) Sobrecarga Vehicular de Diseño

La sobrecarga vehicular sobre las calzadas de puentes o estructuras incidentales,


designada como HL-93, deberá consistir en una combinación de:

- Camión de diseño o tándem de diseño, y


- Carga de carril de diseño.
Cada carril de diseño considerado deberá estar ocupado ya sea por el camión de
diseño o bien por el tándem de diseño, en coincidencia con la carga del carril,
cuando corresponda. Se asumirá que las cargas ocupan 3000 mm
transversalmente dentro de un carril de diseño.

Para cada sitio específico se debería pensar en modificar el camión de diseño, el


tándem de diseño y/o la carga del carril de diseño si se dan las siguientes
condiciones:

- La carga legal de una jurisdicción dada es significativamente mayor que el


valor típico.
- Se anticipa que la calzada soportará porcentajes de tráfico de camiones
inusualmente elevados.
- Un elemento de control de flujo, como por ejemplo una señal de pare,
semáforo o casilla de peaje, provoca la acumulación de camiones en ciertas

40 - 423
áreas de un puente o que el flujo de camiones no sea interrumpido por
tráfico liviano.
- Debido a la ubicación del puente las cargas industriales especiales son
habituales.

 Camión de Diseño

Los pesos y las separaciones entre los ejes y las ruedas del camión de diseño
serán como se especifica en la Figura 18. La separación entre los ejes de 145,000
N se deberá variar entre 4300 y 900 mm para producir las solicitaciones extremas.
Se deberá considerar un incremento por carga dinámica.

Figura 9: Camión de diseño

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por


el Método LRFD, 2007

Figura 10: Tren de carga, camión de diseño HL-93

41 - 423
Fuente: Elaboración propia

 Tándem de Diseño
El tándem de diseño consistirá en un par de ejes de 110,000 N con una
separación de 1200 mm. La separación transversal de las ruedas se deberá tomar
como 1800 ms. Se deberá considerar un incremento por carga dinámica.

Figura 11: Tren de carga, Tándem de diseño

Fuente: Elaboración propia


 Carga del Carril de Diseño

La carga del carril de diseño consistirá en una carga de 9.3 N/mm, uniformemente
distribuida en dirección longitudinal. Transversalmente la carga del carril de diseño
se supondrá uniformemente distribuida en un ancho de 3000 ms. Las
solicitaciones debidas a la carga del carril de diseño no estarán sujetas a un
incremento por carga dinámica.

Figura 12: Carril de diseño

Fuente: Elaboración propia


 Carga en el tablero

42 - 423
El tablero se debe diseñar para el mayor efecto, se deberá considerar el camión o
el tándem de diseño, aunque en la mayor parte de los casos predomina el camión
de diseño. Para localizar la ubicación del máximo momento positivo, se deben
dibujar las líneas de influencia de momento.

Figura 13: Posicionamiento de la carga de eje para el diseño del tablero de la


losa

Fuente: Elaboración propia


 Barreras vehiculares

El propósito principal de las barandas pata tráfico vehicular deberá ser contener y
corregir la dirección de desplazamiento de los vehículos desviados que utilizan la
estructura. Se deberá demostrar que todas las barreras para tráfico vehicular con
estructural y geométricamente resistentes al choque, para ello se deberá
considerar un Nivel de Ensayo al que corresponde una fuerza de diseño

Nivel de Ensayo Uno (TL-1): aceptable para las zonas del trabajo en las cuales las
velocidades permitidas son bajas y para calles locales de muy bajo volumen y baja
velocidad.

Nivel de Ensayo Dos (TL-2): Generalmente aceptable para las zonas de trabajo y
la mayor parte de las calles locales y colectoras en las cuales las condiciones del
sitio de emplazamiento son favorables; también donde se anticipa la presencia de
un pequeño número de vehículos pesados y las velocidades son reducidas.

Nivel de Ensayo Tres (TL-3): aceptable para un amplio rango de carreteras


principales de alta velocidad en las cuales la presencia de vehículos pesados es
muy reducida y las condiciones del sitio de emplazamiento son favorables.

43 - 423
Nivel de Ensayo Cuatro (TL-4): aceptable para la mayoría de las aplicaciones en
carreteras de alta velocidad, autovías, autopistas y carreteras interestatales en las
cuales el tráfico incluye camiones y vehículos pesados.

Nivel de Ensayo Cinco (TL-5): aceptable para las mismas aplicaciones que el TL-4
y también cuando el tráfico medio diario contiene una proporción significativa de
grandes camiones o cuando las condiciones desfavorables del sitio de
emplazamiento justifican un mayor nivel de resistencia de las barandas.

Nivel de Ensayo Seis (TL-6): aceptable para aplicaciones en las cuales se anticipa
la presencia de camiones tipo tanque o cisterna u otros, vehículos similares de
centro de gravedad elevado, particularmente cuando este tráfico se combina con
condiciones desfavorables del sitio de emplazamiento.

Tabla 12: Fuerzas de diseño para las barreras para tráfico vehicular

Fuerzas de diseño y Niveles de ensayo para las barandas


simbología TL-1 TL-2 TL-3 TL-4 TL-5 TL-6
Transversal Ft (N) 60000 120000 240000 240000 550000 780000
Longitudinal FL (N) 20000 40000 80000 80000 183000 260000
Vertical descendente Fv (N) 20000 20000 20000 80000 355000 355000
Lt y LL (mm) 1220 1220 1220 1070 2440 2440
Lv (mm) 5500 5500 5500 5500 12200 12200
He (min) (mm) 460 510 610 810 1070 1420
Mínima altura de riel H (mm) 685 685 685 810 1070 2290
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD,
2007
[Link]. Sobrecarga peatonal, PL

a) Sobrecarga viva de diseño para aceras

Se deberá aplicar una carga peatonal de 3.6 x 10 -3 MPa en todas las aceras de
más de 600 mm de ancho, y esta carga se deberá considerar simultáneamente
con l sobrecarga vehicular de diseño.

Los puentes exclusivamente para tráfico peatonal y/o ciclista se deberán calcular
para una sobrecarga de 4.1 x 10 -3 MPa. Si las aceras, puentes peatonales o
puentes para ciclistas también han de ser utilizados por vehículos de

44 - 423
mantenimiento y/u otros vehículos, estas cargas se deberían considerar en el
diseño. Para estos vehículos no es necesario considerar el incremento por carga
dinámica.

b) Sobrecarga viva de diseño para barandas

La sobrecarga de diseño para las barandas para peatones se deberá tomar como
w = 0.73 N/mm, tanto transversal como verticalmente, actuando en forma
simultánea. Además, cada elemento longitudinal deberá estar diseñado para una
carga concentrada de 890 N, la cual deberá actuar simultáneamente con las
cargas previamente indicadas en cualquier punto y en cualquier dirección en la
parte superior del elemento longitudinal.

Los postes de las barandas para peatones se deberán diseñar para una
sobrecarga concentrada de diseño aplicada transversalmente en el centro de
gravedad del elemento longitudinal superior o bien, en el caso de las barandas
cuya altura es mayor que 1500 mm, en un punto ubicado 1500 mm por encima de
la superficie superior de la acera. El valor de la sobrecarga concentrada de diseño
para los postes, PLL, en N, se deberá tomar como:

P¿ =890+0.73 L Ecuación 9

Dónde:
L = Separación entre postes (mm).

[Link]. Incremento por carga dinámica, ℑ

A menos que las consideraciones para incremento por carga dinámica para
componentes enterrados y de madera digan lo contrario, los efectos estáticos del
camión o tándem de diseño, a excepción de las fuerzas centrífugas y de frenado,
se deberán mayorar aplicando los porcentajes indicados en la Tabla 13,
incremento por carga dinámica. El factor a aplicar a la carga estática se deberá
tomar como: (1 + IM / 100).

El incremento por carga dinámica no se aplicará a las cargas peatonales ni a la


carga del carril de diseño.

45 - 423
Tabla 13: Incremento por carga dinámica, IM

Componente IM
Juntas del tablero - Todos los Estados Límites 75%
Todos los demás componentes  
- Estado Límite de fatiga y fractura 15%
- Todos los demás Estados Límites 33%

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes


por el Método LRFD, 2007

[Link]. Sobrecarga viva, LS

Esta sobrecarga se deberá aplicar si se anticipa que habrá cargas vehiculares


actuando sobre la superficie del relleno en una distancia igual a la mitad de la
altura del muro detrás del paramento posterior del muro. El empuje del aumento
horizontal provocado por la sobrecarga viva se puede estimar como:

∆ p=k ∙ γ s ∙ g ∙ heq ∙ 10−9 Ecuación 10

Dónde:
∆ p = Empuje horizontal constante del suelo debido a la sobrecarga (MPa).

γ s = Densidad total del suelo (Kg/m3).

k = Coeficiente de empuje lateral del suelo.

h eq = Altura de suelo equivalente para carga vehicular (mm).

g = Aceleración de la gravedad (m/s2).

Las alturas de suelo equivalente,h eq, para cargas carreteras sobre estribos y
muros de sostenimiento se puede tomar de la Tablas 22. Para alturas de muro
intermedias se deberá interpolar linealmente. La altura del muro se deberá tomar
como la distancia entre la superficie del relleno y el fondo de la zapata a lo largo
de la superficie de contacto considerada.

Tabla 14: Altura de suelo equivalente para carga vehicular sobre estribos
perpendiculares al tráfico

Altura del estribo (mm) h eq (mm)

46 - 423
1500 1200
3000 900
≥6000 600
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de
Puentes por el Método LRFD, 2007

[Link]. Fuerza de colisión de un vehículo, CT

No se considerará en el caso de estructuras protegidas por un terraplén, una


barrera antichoque estructuralmente independiente, instalada en el terreno y de
1370 mm de altura, ubicada a 3000 mm o menos del componente protegido o una
barrera de 1070 mm de altura ubicada a más de 3000 mm del componente
protegido.

2.3.6. Criterios de verificación de cálculo de los estribos

[Link]. Verificación por estabilidad global

La estabilidad global de todos los muros de sostenimiento, el talud retenido y el


suelo o roca de fundación se deberán evaluar utilizando métodos de análisis
basados en el equilibrio límite. Para estribos de puentes o muros de sostenimiento
construidos sobre depósitos de suelo blando puede ser necesario realizar
estudios, ensayos y análisis especiales.

[Link]. Verificación por vuelco

Se debe calcular la excentricidad de la resultante en la base de la zapata del


estribo. Las fuerzas y momentos que resisten el vuelco se usan con factores de
carga mínimos (caso de cargas tipo DC, DW, EV, etc). Las fuerzas y momentos
que causan vuelco se usan con factores de carga máximos (caso de cargas EH y
otras). Para el estado límite de Resistencia, se debe mantener la resultante en la
base de la zapata dentro de la mitad central (e ≤ B/ 4 ) excepto el caso de suelo
rocoso en que se mantendrá en los ¾ centrales (e ≤3 /8 B).

[Link]. Verificación de la falla por deslizamiento

Se deberá investigar la falla por deslizamiento en el caso de las zapatas que


soportan cargas inclinadas y/o que están fundadas sobre una pendiente. Para las

47 - 423
fundaciones en suelos arcillosos se deberá considerar la posible presencia de una
luz de retracción entre el suelo y la fundación. Si se incluye la resistencia pasiva
como parte de la resistencia al corte requerido para resistir el resbalamiento,
también se deberá considerar la posible eliminación futura del suelo delante de la
fundación.

La resistencia mayorada contra la falla por deslizamiento, en Newton, se puede


tomar como:

Q R=ϕ ∙ Qn=ϕτ ∙Q τ +ϕep ∙ Qep Ecuación 11

Dónde:

ϕ τ = Factor de resistencia para la resistencia al corte entre el suelo y la fundación

Q τ = Resistencia nominal al corte entre el suelo y la fundación (N).

ϕ ep = Factor de resistencia para la resistencia pasiva

Q ep = Resistencia pasiva nominal del suelo disponible durante la totalidad de la


vida de diseño de la estructura (N)

Si el suelo debajo de la zapata es no cohesivo:

Q τ =V ∙ tan δ Ecuación 12

Para lo cual:

tan δ = tan ϕf para hormigón colado contra el suelo

= 0.8 tan ϕf para zapatas de hormigón prefabricado

Dónde:

ϕ f = Ángulo de fricción interna del suelo (o)

V = Esfuerzo vertical total (N)

48 - 423
[Link]. Verificación por capacidad de carga

La capacidad de carga se deberá investigar en el estado límite de resistencia


utilizando cargas y resistencias mayoradas, y asumiendo la distribución de la
presión del suelo, si el muro es soportado por una fundación en suelo, la tensión
vertical se deberá calcular suponiendo una presión uniforme distribuida sobre el
área de una base efectiva.

La excentricidad se calculará como:

e=
∑ Momentos actorado s Ecuación 13
∑ Fuerzas verticales factoradas actuantes
Basados en una distribución de presión uniforme actuando en la base (suelo no
rocoso), el valor de q es:

q=
∑ Fuerzas verticales oradas!actuantes /unidad de longitud
B−2 e

Ecuación 14

Dónde:

B = Ancho del cimiento en el plano de cargas (mm)

B−2 e = Ancho efectivo del cimiento (mm)

Finalmente, se compararán q o q max, que incluyen factores da carga, con la


capacidad portante del terreno (capacidad última de apoyo para el suelo,
multiplicando por el factor de resistencia apropiado). La capacidad de apoyo
factorada (resistencia) debe ser mayor o igual que el esfuerzo de apoyo factorado.

q R ≤ ϕ b ∙ qn Ecuación 15

Dónde:
q n = q u = Capacidad portante última no factorada para el estado límite apropiado.

ϕ b = Factor de resistencia, Tabla 23.

49 - 423
Tabla 15: Factores de resistencia en cimientos superficiales, estado límite de
resistencia
Tipo de Factor de
Método/Suelo/Condición
Resistencia Resistencia
Método Teórico (Munfakh, 2001), arcilla 0.50
Método Teórico (Munfakh, 2001), arena, usando CPT 0.50
Resistencia Método Teórico (Munfakh, 2001), arena, usando SPT 0.45
de apoyo Método Semi-empírico (Meyerhof, 1957), todos los suelos 0.45
Cimiento sobre roca 0.45
Prueba de carga en placas 0.55
Concreto pre-moldeado sobre arena 0.90
Concreto vaciado en el lugar sobre arena 0.80
Deslizamiento Concreto pre-moldeado o vaciado en el lugar, sobre arcilla 0.85
Suelo sobre suelo 0.90
Resistencia al deslizamiento para presión pasiva del terreno 0.50

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007

2.3.7. Dispositivos de apoyo

Son dispositivos ubicados entre la superestructura y la Infraestructura de un


puente, cuya función es transmitir cargas y posibilitar desplazamientos y
rotaciones producidas por las diferentes acciones y solicitaciones.

Figura 14: Solicitaciones en elementos de apoyo

Fuente: Puentes, Arturo Rodríguez


Los dispositivos de apoyo pueden ser clasificados como fijos y de expansión. Los
fijos permiten rotaciones pero restringen los movimientos traslacionales. Los de
expansión permiten movimientos traslacionales y rotaciones.

[Link]. Apoyos de elastómero

En base a caucho natural o sintético (neopreno) que posibilita translaciones y


rotaciones, sustituyendo los complicados dispositivos tradicionales de rótulas y
péndulos de concreto armado o metálicos. Son flexibles en cortante pero a la vez
muy rígidos para los cambios volumétricos; en compresión, se expanden
lateralmente. En puentes de tramos medio a corto, donde las cargas son bajas, es

50 - 423
posible utilizar elastómeros simples. Para cargas sustanciales es posible reforzar
el elastómero con acero (zunchos) o fibra de vidrio. Los dispositivos de elastómero
zunchados están conformados por capas de neopreno y láminas de acero
alternadas adheridas al caucho por vulcanización.

a) Dispositivo de elastómero Freyssinet

Los dispositivos de apoyo de elastómero zunchado Freyssinet poseen capas


externas de elastómero

Figura 15: Dispositivo de apoyo freyssinet

Fuente: Puentes, Arturo Rodríguez


 Dispositivo semi - recubierto

Se realizan por cortes de placas madres de grandes dimensiones. Los cantos de


los zunchos son aparentes en las caras laterales y están protegidos contra la
corrosión con la ayuda de un revestimiento especial a base de resinas epóxicas.
Se designan por sus dimensiones en planta (mm) seguidas por el número de
láminas de elastómero y zunchos metálicos así como su espesor respectivo (mm).

 Dispositivo recubiertos

Se realizan por moldeado individual. Los cantos no aparentes de los zunchos


están protegidos contra la corrosión por una capa de elastómero de 5 mm de
espesor medio, vulcanizado en la fabricación. Se designan por sus dimensiones
en planta (mm) seguidas por el espesor total (mm).

 Propiedades de los materiales

51 - 423
La escala de dureza puede usarse para especificar el material de apoyo. Si el
material se especifica por su dureza, el módulo de corte se toma como el menos
favorable del rango dado en la Tabla 24, valores intermedios pueden tomarse por
interpolación, se precisan también valores de deflexión por escurrimiento plástico
(creep), para apoyos de elastómero reforzado con acero y dureza nominal en la
escala Shore A, entre 50 y 60. Se usa como base la temperatura de 23º C.

Tabla 16: Propiedades de los materiales de elastómeros


Dureza (Shore A)
50 60 701
o
Módulo de corte G a 23 C 0.66-0.90 0.90-1.38 1.38-2.07
Escurrimiento plástico (creep) a 25 años
0.25 0.35 0.45
por la deflexión inicial

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el


Método LRFD,
Solo para PEP (apoyos de elastómero 2007 y FGP (apoyos reforzados con
simples)
capas discretas de fibra de vidrio).

[Link]. Especificaciones de diseño según el Método B de la Norma AASHTO


LRFD 2007

Los apoyos de elastómero reforzados con acero contendrán capas alternadas de


elastómero y acero de refuerzo. Estos apoyos podrán así mismo agregar a éstas,
placas externas de acero en la parte superior e inferior. Las capas superior e
inferior de elastómero tendrán grosores no mayores que el 70% del grosor de las
capas internas. Para apoyos rectangulares sin agujeros, el factor de forma de una
capa es:

L∙ W
SI= Ecuación 16
2 hn ∙ ( L+W )

Dónde:
L = Longitud del apoyo de elastómero (paralelo al eje longitudinal del puente (mm)
W = Ancho del apoyo, en dirección transversal (mm).
h n = Grosor de la capa i-ésima de elastómero de apoyo (mm).

 Deflexiones de compresión

52 - 423
Figura 16: Curvas esfuerzo – Ceformación (para elastómeros)

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de


La Figura 16 permite determinar la deformación
Puentes por en 2007
el Método LRFD, una capa de elastómero en
dispositivos con refuerzo de acero, basados en la dureza y el factor de forma.

 Esfuerzo de compresión
En cualquier capa de elastómero, el esfuerzo de compresión promedio en el
estado límite de servicio cumplirá:

- Para apoyos sujetos a deformación por cortante:

σ s ≤ 1.66 GS ≤11.0 MPa Ecuación 17

σ L ≤ 0.66 GS Ecuación 18

Dónde:

σ s = Esfuerzo de compresión promedio en servicio debido a la carga total (MPa)

σ s = Esfuerzo de compresión promedio en servicio debido a la carga viva (MPa)

G = Módulo de cortante del elastómero (MPa)

S = Factor de forma de la capa más gruesa del elastómero

 Deformación por cortante

53 - 423
El desplazamiento horizontal máximo de la superestructura de puente Δ o, será
tomado como 65% del rango de movimiento termal de diseño Δ T, incluyendo los
movimientos causados por escurrimiento plástico del concreto (creep),
acortamiento y postensado.

La deformación máxima por cortante del apoyo en el estado límite de servicio Δ s,


se tomará como Δo modificado para tener en cuenta la rigidez de la infraestructura
y el proceso constructivo. Si una superficie deslizante de baja fricción está
instalada, Δs no será mayor que la deformación correspondiente al primer
deslizamiento.

El apoyo debe cumplir:

hrt ≥ 2 ∆s Ecuación 19

Dónde:

hrt Grosor total del elastómero (mm)

∆ s = Deformación por cortante total máxima del elastómero en estado límite de


servicio (mm)

 Compresión y rotación combinadas

En el estado límite de servicio, las rotaciones se toman como la suma de efectos


máximos de la pérdida inicial de paralelismo y la subsiguiente rotación de extremo
de la viga debido a las cargas y movimientos actuantes.

Los apoyos se diseñan para la no ocurrencia de levantamientos bajo cualquier


combinación de carga y las rotaciones correspondientes.

Los apoyos rectangulares satisfacen requerimientos de levantamiento si:

θs B 2
σ s >1.0 GS∙( )( )
n

h ri
Ecuación 20

Apoyos rectangulares con deformación por cortante cumplirán:

54 - 423
2
θs
[
σ s >1.875GS ∙ 1−0.20 ( )( )]
n

B
hri
Ecuación 21

Dónde:

n = Número de capas interiores del elastómero. Se definen capas exteriores como


aquellas que están ligadas sólo por una cara. Cuando el grosor de una capa
exterior es mayor que la mitad de una interior, n se incrementará en ½ por cada
capa exterior.

hri = Grosor de la capa i-ésima del elástomero (mm).

σ s = esfuerzo en el elastómero (MPa).

B = Longitud del elastómero si la rotación es alrededor de su eje transversal o


ancho del mismo si la rotación es alrededor de sue eje transversal (mm).

θ s = Rotación de servicio máxima debido a la carga total (rad).

 Estabilidad del apoyo de elastómero

Los apoyos serán investigados por inestabilidad en el estado límite de servicio,


con combinaciones de carga según la Tabla 14. Los apoyos se considerarán
estables si satisfacen:

2 A ≤B Ecuación 22

Siendo:

hrt
1.92
L
A= Ecuación 23
2L
1+
W√
2.67
B=
L Ecuación 24
(
( S +2 ) 1+
4W )
Dónde:

55 - 423
L = Longitud del apoyo del elastómero, paralelo al tráfico (mm)

W = Ancho del apoyo en dirección transversal (mm)

S = Factor de forma de la capa más gruesa del elastómero

hrt Grosor total del elastómero (mm)

 Cálculo del refuerzo

El grosor del refuerzo de acero, h s, debe cumplir lo siguiente:

En el estado límite de servicio:

3 hmax ∙ σ s
h s= Ecuación 25
Fy

En el estado límite de fatiga:

2h max ∙ σ L
h s= Ecuación 26
ΔF TH

Dónde:

ΔF TH = Constante de amplitud de fatiga para categoría A (MPa).

h max = Grosor de la capa de elastómero más gruesa en el apoyo (mm).

σ L = Esfuerzo de compresión promedio en servicio debido a la carga viva (MPa).

σ s = Esfuerzo de compresión promedio en servicio debido a la carga total (MPa).

F y = Resistencia de fluencia del acero de refuerzo (MPa).

Si existen agujeros en el refuerzo, el grosor mínimo se incrementará por un factor


igual a dos veces el ancho grueso dividido por el ancho neto.

Tabla 17: Constante de amplitud de fatiga crítica


ΔF TH
Categoría
(MPa)
A 165
B 110

56 - 423
B' 82.7
C 69
C' 82.7
D 48.3
E' 31
E' 17.9
Pernos en tensión axial M
214
164M(A 325M)
Pernos en tensión axial M
262
253(A 490M)
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de
Puentes por el Método LRFD, 2007

2.3.8. Criterios de diseño de los elementos de puentes

[Link]. Diseño de la superestructura

a) Diseño de baranda

 Geometría
En barandas la altura mínima medida a partir de la cara superior de la acera,
deberá ser 1060 (mm), estas pueden estar compuestas por elementos
horizontales y/o verticales. La abertura libre entre elementos será tal que no
permita el paso de una esfera de 150 (mm) de diámetro.

Si se utilizan elementos horizontales como verticales, la abertura libre de 150


(mm) se deberá aplicar a los 685 (mm) inferiores de la baranda, mientras que la
separación en la parte superior deberá ser tal que no permita el paso de una
esfera de 200 (mm) de diámetro.

 Sobrecargas de diseño

La sobrecarga de diseño en barandas peatonales será w=0.73 (N/mm) ≈ 73


(kp/m), tanto transversal como vertical, actuando en forma simultánea. Además,
cada elemento longitudinal deberá estar diseñado para una carga concentrada de
890 (N) ≈ 89 (kp), la cual actuará simultáneamente con las cargas previamente
indicadas en cualquier punto y en cualquier dirección en la parte superior del
elemento longitudinal.

57 - 423
Los postes se diseñan para una sobrecarga concentrada aplicada
transversalmente en el centro de gravedad del elemento longitudinal superior o
bien, en el caso de las barandas cuya altura total es mayor que 1500 (mm), en un
punto ubicado 1500 (mm) por encima de la superficie superior de la acera. El valor
de sobrecarga concentrada de diseño en postes, P LL, en (N), es:

P¿ =890+0.73∗L ( N )Ecuación 27

Dónde:
L=¿ Separación entre postes (mm).

- Dimensiones y propiedades de los materiales de postes y pasamanos

Tabla 18: Propiedades según el manual de construcciones de acero

Propiedades de la Sección HSS 3.0 x 0.125 para postes


t (in) Wt (lb/ft) A (in²) I (in⁴) S (in³) r (in) Z (in³) J (in⁴)
0.116 3.84 1.05 1.09 0.73 1.02 0.965 2.19
t (cm) Wt (kg/m) A (cm²) I (cm⁴) S (cm³) r (cm) Z (cm³) J (cm⁴)
0.29 5.72 6.77 45.37 11.96 2.59 15.81 91.15
Propiedades de la Sección HSS 2.375 x 0.125 para pasamanos
t (in) Wt (lb/ft) A (in²) I (in⁴) S (in³) r (in) Z (in³) J (in⁴)
0.116 3.01 0.823 0.527 0.443 0.8 0.592 1.05
t (cm) Wt (kg/m) A (cm²) I (cm⁴) S (cm³) r (cm) Z (cm³) J (cm⁴)

Fuente: AISC-LRFD.
Dónde:
t=¿ Espesor de diseño de las paredes.

58 - 423
w t=¿ Peso por metro lineal.
A=¿ Área de la sección.
I =¿ Módulo de inercia.
S=¿ Modulo resistente elástico.
r =¿ Radio de giro.
Z=¿ Módulo resistente plástico.
J=¿ Constante de torsión.

 Calculo del momento plástico

La filosofía de diseño consiste en verificar que el momento actuante sea menor al


momento nominal o momento plástico, la ecuación a utilizar depende de la
longitud no arriostrada, lo ideal es trabajar en la zona I o de pandeo plástico
donde existe estabilidad total para cada zona. La AISC-LRFD presenta una
ecuación diferente en función a la figura 17.

Figura 17: Relación entre momento plástico vs longitud de arriostramiento


para aceros

 Momento plástico
M p=Z∗f y Ecuación 28
Para elementos donde L p ≥ Lb Zona I
Dónde:

59 - 423
f y =¿ Resistencia a la fluencia del acero, en (kp/cm2).
Z=¿ Módulo resistente plástico, en (cm3)
Lb=1.70 [ m ], longitud entre postes o longitud no arriostrada.

 Longitud plástica de la sección

Es aquella longitud máxima que se puede alcanzar para estar dentro del diseño
plástico, por tanto se verifica si el elemento diseñado alcanza el pandeo plástico
(La zona 1 en la figura 17, para ello determinamos:
0.13∗r∗E s∗ √ J∗A
L p= Ecuación 29
Mp

 Momento por peso propio

Figura 18: Cargas actuantes por peso propio sobre los pasamanos

w∗L2
M DC =
8
 Momento por carga viva

Figura 19: Cargas actuantes por carga viva sobre los pasamanos

w∗L2 P∗L
M ¿= +
8 4

 Momento último

El momento último para el Estado Límite de Resistencia I:

M u=η [ 1.25 M DC +1.75 M ¿ ]

60 - 423
 Verificación:

El diseño de pasamanos del Barandado peatonal consiste en verificar si el


esfuerzo de flexión o momento resistente de la sección supuesta resiste el
esfuerzo actuante por el método AISC-LRFD.
Verificamos si: L p ≥ Lb

L p=2.01 [ m ] ≥ Lb=1.90 [ m ] Se encuentra en la zona plástica

Verificamos si: M p ≥ M u

POSTES DE LA BARANDA PEATONAL

 Cargas y solicitaciones

La sobrecarga de diseño para postes consta de una sobrecarga concentrada


aplicada transversalmente en el centro de gravedad del elemento longitudinal
superior, la magnitud de esta carga se calcula con la ecuación 7.13, en función de
la separación entre postes:

P¿ =89+73∗L Ecuación 30

L=¿ Separación entre postes, en (m)


P¿ =¿ Fuerza concentrada de diseño, en (Kp)

 Momento por peso propio

Momento por peso propio de los pasamanos, respecto al punto “A”.

Figura 20: Dimensiones y cargas actuantes en los pasamanos

61 - 423
M DC =wt∗L∗b∗N Ecuación 31

Dónde:
W t =¿ Peso por metro lineal del pasamanos, 4.48 (kp/m)
L=¿ Separacion entre postes, 1.70 (m)
b=¿ Brazo respecto al punto A, 0.04 (m)
N=¿ Numero de pasamanos, N=5
 Momento por carga viva

La carga viva a considerar será la que se muestra en la figura 7-7. Según la


AASHTO-LRFD (Art. 13.8.2) estas cargas son:
Carga distribuida horizontal y vertical, 𝑤=73 [𝑘𝑝∗𝑚]
Carga concentrada en cualquier dirección, 𝑃=89 [𝑘𝑝]

𝑀𝐿𝐿=(𝑤∗𝐿+𝑃)∗𝑏 Ecuación 32

El momento último para el Estado Límite de resistencia I es:


U =η ¿

Verificamos si: L p ≥ Lb
V erificamos si: M p ≥ M u

b) Barrera vehicular

El propósito principal de las barreras vehiculares es controlar y corregir la


dirección de desplazamiento de los vehículos desviados.

La necesidad de proteger el sistema de anclaje de péndolas y los arranques de


arcos junto al tráfico de peatones, da lugar a la utilización de barreras vehiculares.
El criterio para la elección del tipo de barrera está en función a las características
de tráfico vehicular.

 Nivel de ensayo 3: TL-3

62 - 423
Generalmente aceptable para un amplio rango de carreteras principales de alta
velocidad en las cuales la presencia de vehículos pesados es muy reducida y las
condiciones del sitio de emplazamiento son favorables.
Las barandas para tráfico vehicular deberán tener como mínimo una altura de 685
(mm) si se trata de barandas TL-3.

La tabla 20 muestra la geometría del parapeto de hormigón y las diferentes cargas


aplicadas:

Dónde:
H e =¿ Altura efectiva de la fuerza de vuelco de un vehículo.
Lt ,≪¿ Longitud equivalente en la cual esta aplicada la fuerza transversal de
vuelco.

Tabla 19: Fuerzas de diseño para las barreras para tráfico vehicular

Fuerzas de diseño y Niveles de ensayos para barandas


simbologia TL-1 TL-2 TL-3 TL-4 TL-5
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD,
2007

No es necesario aplicar las cargas transversales y longitudinales indicadas en la


tabla 20 simultáneamente con las cargas verticales.
Figura 21: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular

63 - 423
Características geométricas

Figura 22: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD, 2007
Ubicación del centro de gravedad

Aplicamos el teorema de Steiner:

X g=
∑ x i∗Ai Ecuación 33
AT

Y g=
∑ y i∗Ai Ecuación 34
AT
Tabla 20: Parámetros de la ecuación de steiner
Descripción Area (m²) Xi (m) Yi (m) Xi*Ai Yi*Ai

A1 0.053 0.075 0.508 0.004 0.027


A11 0.009 0.167 0.448 0.001 0.004
A2 0.051 0.100 0.203 0.005 0.010
A22 0.022 0.258 0.160 0.006 0.004
A3 0.028 0.188 0.038 0.005 0.001
Σ= 0.164 0.022 0.046

 Peso propio
P parapeto=γ HoAo∗A T Ecuación 35

 Carga viva

64 - 423
A continuación se resume las sobrecargas que actúan sobre la barrera
vehicular con un nivel de ensayo TL-3 (Colisión de vehículos), según el
siguiente esquema:

Figura 23: Cargas y línea de influencia de la barrera de protección

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de


Puentes por el Método LRFD, 2007

 Resistencia de la barrera de hormigón

Para las barreras de hormigón armado y pretensado se pueden utilizar análisis por
líneas de fluencia y diseño por resistencia.
La resistencia nominal de la baranda frente a la carga transversal, Rw se puede
determinar utilizando un enfoque por líneas de fluencia de la siguiente manera:

Para impactos dentro de un segmento de muro:

2 M ∗L 2
Rw =
( )(
2∗Lc −Lt )
∗ 8∗M b +8∗M w + c c Ecuación 36
H

65 - 423
La longitud crítica de muro en la cual se produce el mecanismo de la línea de
fluencia, Lc se deberá tomar como:

L Lt 2 8∗H∗( M b + M w )
( ) √( )
Lc = t +
2 2
+
Mc
Ecuación 37

Dónde:
Rw =¿ Resistencia transversal total de la baranda, en (N).
H=¿ Altura del muro, en (mm).
Lc =¿ Longitud critica del patrón de falla por líneas de influencia, en (mm).
Lt =¿ Longitud de distribución longitudinal de la fuerza de impacto F t, en (mm).
M b=¿ Resistencia flexional adicional de la viga acumulativa con M w , si
corresponde, en la parte superior del muro, en (N*mm).
M w =¿ Momento resistente de la barrera respecto a su eje vertical, en (N*mm/mm).
M c =¿ Momento resistente de la barrera a lo largo del eje longitudinal, en
(N*mm/mm).
Para la barrera analizada consideramos M b=0 y H=0.685 [ m ] .
c) Diseño de tableros

La Norma AASHTO 2007 propone la Tabla 26 sobre criterios para relaciones


longitud de tramo-profundidad, donde S es la longitud de la losa y L es la longitud
de tramos, ambas en mm, estos límites indicados en la tabla se aplican a la
profundidad constante.

 Tableros de losas de hormigón

La Norma establece que la altura de un tablero de hormigón, excluyendo cualquier


tolerancia para pulido, texturado o superficie sacrificable deberá ser mayor o igual
que 175 mm, sin embargo, se debe considerar que la altura mínima de las losas
en voladizo es 200 mm, por lo que se puede asumir una altura de losa de todo el
tablero igual a la del voladizo.

Tabla 21: Profundidades mínimas utilizadas tradicionalmente para


estructuras de profundidad constante

66 - 423
Profundidad mínima (incluyendo el tablero)
Si se utilizan elementos de profundidad
variable, estos valores se pueden ajustar
Superestructura
para considerar los cambios de rigidez
relativa de las secciones de momento
positivo y negativo.
Material Tipo Tramos simples Tramos continuos
Losas con armadura principal 1.2(S +300) S +3000
≥ 165 mm
paralela al tráfico 30 30
Hormigón
Vigas T 0.07 L 0.065 L
Armado Vigas cajón 0.060 L 0.055 L
Vigas de estructuras
0.035 L 0.033 L
peatonales
Losas 0.030 L ≥ 165 mm 0.027 L ≥ 165 mm
Vigas cajón coladas in situ 0.045 L 0.040 L
Hormigón Vigas doble T prefabricadas 0.045 L 0.040 L
Pretensado Vigas de estructuras
0.033 L 0.030 L
peatonales
Vigas cajón adyacentes 0.030 L 0.025 L
Profundidad total de una viga
0.040 L 0.032 L
doble T compuesta

Acero Profundidad de la porción de


sección doble T de una viga 0.033 L 0.027 L
doble T compuesta
Cerchas 0.100 L 0.100 L
Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD,
2007

[Link]. Diseño de la infraestructura

Las dimensiones preliminares usadas comúnmente para muros de tipo voladizo,


se pueden tomar según lo mostrado en la Figura 24

Figura 24: Dimensiones preliminares de los estribos en voladizo

67 - 423
Fuente: Apoyo didáctico, Puentes, Universidad Mayor de San

La longitud del borde del cabezal del estribo al eje de apoyo de la viga, N se
determina mediante la siguiente expresión:
N= ( 200+ ( 0.0017∗L )+ ( 0.0067∗H ) )∗( 1+ ( 0.000125∗S2 ) )
Ecuación 38

Dónde:

L = Longitud del puente (mm)


H = para puentes simplemente apoyados, 0
S = Desviación del apoyo medido desde la línea normal al tramo ( o)

2.3.9. Análisis estructural

El análisis estructural consiste en la determinación del efecto de las acciones


sobre la totalidad o parte de la estructura, con objeto de efectuar las
comprobaciones de los estados límite.
Para realizar el análisis se idealizan tanto la geometría de la estructura como las
condiciones de apoyo mediante un modelo matemático adecuado que debe,

68 - 423
asimismo, reflejar aproximadamente las condiciones de rigidez de las secciones
transversales de los elementos y sus condiciones de apoyo.

En el desarrollo del diseño y cálculo de la estructura (Acápite 2.5 y 2.6) se


identificarán cada uno de los elementos de acuerdo al tipo, sus condiciones de
apoyos y las cargas actuantes para determinar los esfuerzos que se presentan en
dicho elemento, todo en base a las definiciones y criterios que se muestran a
continuación.

[Link]. Estructura

Es un conjunto de elementos con forma geométrica que unidos entre sí por medio
de nodos, soportan cargas que son transmitidas a sus apoyos a través de los
elementos que las integran.

a) Elementos estructurales

Un elemento estructural es cada una de las partes diferenciadas aunque


vinculadas en que puede ser dividida una estructura a efectos de su diseño y que
posee una función resistente dentro del conjunto estructural. Pueden ser:

Elementos lineales: Generalmente sometidos a un estado de tensión plana con


esfuerzos tensionales grandes en la dirección de línea baricéntrica, son alargados,
siendo la dimensión según dicha línea mayor que las dimensiones según la
sección transversal, perpendicular en cada punto a la línea baricéntrica.

Elementos bidimensionales: Pueden aproximarse por una superficie y tienen un


espesor pequeño en relación a las dimensiones generales del elemento.

Elementos tridimensionales: En general presentan estados de tensión biaxial o


triaxial, en los que no predomina una dirección dimensión sobre las otras. Además
estos elementos suelen presentar tracciones y compresiones simultáneamente
según diferentes direcciones, por lo que su estado tensional es complicado.

b) Apoyos

69 - 423
Un apoyo es un dispositivo constructivo que permite enlazar entre sí los elementos
estructurales y/o sujeción entre la estructura y el sistema tierra, con el fin de evitar
desplazamientos y otorgar estabilidad. Se clasifican de la siguiente manera:

Tabla 22: Sistemas de apoyo

Fuente: Estructuras isostáticas, Universidad Mayor de San


Simón
c) Tipos de estructuras

Se dividen en isostáticas o estáticamente determinadas, en hiperestáticas o


estáticamente indeterminadas y en estructuras hipostáticas.

[Link]. Tipos de esfuerzos sobre una estructura

Una estructura puede estar sometida a diferentes tipos de esfuerzos provocados


por las solicitaciones.

a) Esfuerzo de tracción

Es aquel que puede hacer que una barra se estire, logrando que se separen entre
sí las distintas partículas que componen una pieza. Por ejemplo, cuando se cuelga
del cable de acero de una grúa un determinado peso, el cable queda sometido a
un esfuerzo de tracción, tendiendo a aumentar su longitud.

b) Esfuerzo de compresión

70 - 423
Aquel que puede hacer que una barra se aplaste o comprima, hace que se
aproximen las distintas partículas de un material, tendiendo a producir
acortamientos o aplastamientos. Por ejemplo, cuando se coloca una estatua sobre
su pedestal, este se somete a un esfuerzo de compresión, con lo que tiende a
disminuir su altura.
c) Esfuerzo de corte

Actúa de forma que una parte de la estructura tiende a deslizarse sobre la otra, se
produce cuando se aplican fuerzas perpendiculares a una pieza, haciendo que las
partículas del material tienden a resbalar o desplazarse las unas sobre las otras.

d) Esfuerzo de torsión

Es aquel que hace que una pieza tienda a retorcerse sobre su eje central. Están
sometidos a esfuerzos de torsión por ejemplo, los ejes que giran, las manivelas, y
en este caso uno de los elementos del puente que experimenta este fenómeno es
el bordillo.
e) Esfuerzo de flexión

Es una combinación de compresión y tracción, mientras que las fibras superiores


de la pieza sometida a flexión se acorta, las inferiores se alargan, produciéndose
un momento flector.

Un momento flector es una solicitación típica en vigas, pilares y también en losas


ya que todos estos elementos suelen deformarse predominantemente por flexión,
el momento puede aparecer cuando se someten los elementos a la acción de un
momento (torque) o también de fuerzas puntuales o distribuidas.
Para el cálculo del puente se requiere determinar los momentos máximos, según
el elemento, presentándose diferentes condiciones de apoyo, para determinar esta
solicitación existen distintos métodos manuales (usados generalmente en
elementos simplemente apoyados), otra de las opciones es determinarlas con al
análisis del programa SAP 2000, que utiliza el método de los elementos finitos.

Para tramos simplemente apoyados con carga uniformemente distribuida:

71 - 423
q ∙ L2
M max (N ∙ mm)= Ecuación 39
8

[Link]. Métodos de análisis estructural de la losa de tablero

Según la Norma AASHTO LRFD, para los diferentes estados límite estará
permitido utilizar los métodos de análisis, elástico aproximado, los métodos
refinados o el método de diseño empírico para las losas de hormigón.

El método utilizado para el diseño del tablero del presente proyecto es el método
aproximado de las fajas (longitudinales o transversales en función de la geometría
de la losa), las cuales se consideran como losas que trabajan en una sola
dirección y se aplica si se cumplen los requisitos mostrados en el Subtítulo 2.7.5.

Método de análisis aproximado de las fajas equivalentes

Es un método de análisis aproximado en el cual el tablero se subdivide en fajas


perpendiculares a los componentes de apoyo aceptable para los tableros, excepto
para aquellos tableros formados por emparrillados con sus vanos total o
parcialmente llenos. Si se utiliza el método de las fajas, el momento extremo
positivo de cualquier panel del tablero entre vigas se considerará actuando en
todas las regiones de momento positivo. De manera similar, el momento extremo
negativo de cualquier viga se considerará actuando en todas las regiones de
momento negativo.
En el caso de tableros apoyados sobe vigas, y tomando en cuenta las
dimensiones de la sección transversal del puente, se considera que las franjas
llevarán el acero de refuerzo principal perpendicular al tráfico. Las expresiones
para determinar los anchos de franja, son en función del tipo de tablero. Para el
caso de un tablero colado en sitio se tienen las siguientes expresiones:

E=0.833 ∙ X + 1140 para voladizo Ecuación 40

72 - 423
E=660+0.55 ∙ S para momento positivo interior Ecuación 41
E=1220+0.25 ∙ S para momento negativointerior Ecuación 42

Dónde:
E = Ancho de franja (mm).
S = Separación entre vigas (mm).
X = Distancia desde la carga de rueda hasta el eje del apoyo (mm).

[Link]. Línea de influencia

Muestra gráficamente la forma en que el movimiento de una carga unitaria a lo


largo de una estructura, influye en cierto efecto mecánico en la misma. Entre los
efectos que pueden considerarse están las reacciones, fuerzas cortantes, fuerzas
axiales y deflexiones. 

Las líneas de influencia se utilizan primordialmente para calcular ciertas fuerzas y


determinar posiciones de cargas vivas que produzcan fuerzas críticas o máximas.

El procedimiento para dibujar los diagramas de la línea de influencia consiste


simplemente en la graficación de los valores de la función en estudio, como
ordenadas correspondientes a diversas posiciones de la carga unitaria a lo largo
del claro y finalmente en unir por líneas los extremos de dichas coordenadas. Una
línea de influencia representa la variación de la magnitud de la reacción, fuerza
cortante, del momento flector o de la deflexión de un punto especificado de un
miembro cuando una fuerza concentrada se mueve sobre el mismo. Una vez
construida la línea de influencia, puede verse claramente donde puede colocarse
una carga viva sobre la estructura para que se genere la máxima influencia en el
punto especificado. Además la magnitud de la reacción, fuerza cortante, momento
flector o deflexión asociada en el punto puede entonces calcularse a partir de las
ordenadas del diagrama de la línea de influencia. 

73 - 423
[Link]. Factores de distribución de carga para el cálculo de la viga

Son un resultado de un trabajo de investigación realizado por Zoakie (1991)


basado en el estudio de puentes simplemente apoyados, y su uso está limitado a
puentes que cumplan los siguientes requisitos:

 Sección transversal constante.


 El número de vigas debe ser mayor o igual a cuatro.
 Las vigas son paralelas y tienen aproximadamente la misma rigidez.
 El ancho del voladizo no debe exceder de 0.91 m.
 La curvatura en el plano debe ser pequeña.
 La sección transversal es consistente con las secciones señaladas en la
Norma AASHTO LRFD 2007, en este caso corresponde la que se muestra
en la Figura 28, siendo, elemento de apoyo: secciones doble Te o Te con
nervio de hormigón prefabricado, tipo de tablero: colado in situ, hormigón
prefabricado.

Figura 25: Sección transversal típica para la aplicación de los factores de


distribución de carga

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de


Puentes por el Método LRFD, 2007
En el caso de tener solo tres vigas, se aplica la “Regla de nivel, la que
básicamente es una distribución estática de la carga basada en la hipótesis de que
el tablero está simplemente apoyado sobre las vigas, excepto la viga exterior, la
que considera continua con el voladizo.

Los factores de distribución de carga por momento y cortante ya incluyen el factor


de presencia múltiple salvo el caso de un número de vigas menor a cuatro, en tal
caso se aplicará la “Regla de nivel” para obtener el factor de distribución de carga

74 - 423
y posteriormente se afectará el mismo por el factor de presencia múltiple. Para la
elección del factor de distribución de carga adecuado se debe establecer en
primera instancia el tipo de vigas, el tipo de sección transversal y cumplir con el
rango de aplicación correspondiente.

Para el factor de distribución de carga para momento en la viga interior se tiene el


siguiente rango de aplicación:

1100 ≤ S ≤ 4900 Ecuación 43


110 ≤ t s 300 Ecuación 44
6000 ≤ L ≤ 73000 Ecuación 45
Nb ≥ 4 Ecuación 46
4 ×109 ≤ K g ≤3 ×10 12 Ecuación 47

Una vez que se verifique el rango de aplicación, se proponen las siguientes


expresiones para determinar el factor de distribución. A continuación se muestran
las expresiones para un carril y dos carriles cargados, respectivamente:

0.4 0.3 0.1


S S Kg
SI
mg =0.06+
M
4300 ( ) () ( )

L

L∙ t 3s
Ecuación 48

0.6 0.2 0.1


S S Kg
MI
mg =0.075+
M
2900 ( ) () ( )

L

L ∙t 3s
Ecuación 49

K g=n ∙ I g+ e2g ∙ A Ecuación 50

Para el factor de distribución de carga de momento en la trabe exterior se tiene el


siguiente rango de aplicación:
−300 ≤ d e ≤1700 Ecuación 51
A continuación se muestran las recomendaciones y expresiones para determinar
el factor de distribución de carga, para un carril y dos carriles cargados,
respectivamente:
“Regla de nivel”

75 - 423
mg ME MI
M =e ∙mg M Ecuación 52
de
e=0.77 + Ecuación 53
2800

Para el factor de distribución de carga para cortante en la viga interior se tiene el


siguiente rango de aplicación:

1100 ≤ S ≤ 4900 Ecuación 54


1100 ≤ t s ≤ 300 Ecuación 55
6000 ≤ L ≤ 73000 Ecuación 56
Nb ≥ 4 Ecuación 57

Una vez que se verifica el rango de aplicación se determina el factor de


distribución con las siguientes expresiones, para un carril y dos carriles cargados,
respectivamente:
S
mgSIV =0.36+ ( 7600 ) Ecuación 58

2.0
S S
=0.2 ( ) +(
10700 )
MI
mg V Ecuación 59
7600

A continuación se muestran las recomendaciones y expresiones para determinar


el factor de distribución de carga, para un carril y dos carriles cargados,
respectivamente:

“Regla de nivel”

mgVME=e ∙mgVMI Ecuación 60


de
e=0.6 + Ecuación 61
3000
La regla de nivel consiste en determinar el momento flector por sobrecarga para
vigas exteriores, aplicando la fracción por carril.

La distancia de se deberá tomar como positiva si el alma exterior está hacia


adentro de la cara interior de la baranda para el tráfico y negativa si está hacia
afuera del cordón o barrera para el tráfico.

76 - 423
Dónde:

A = Área de la viga (mm2).


d e = Distancia entre el eje de la viga exterior y la cara de la guarnición (mm).
e = Factor de corrección.
e g = Excentricidad de la viga (mm).
I g = Momento de inercia de la viga (mm4).
K g= Parámetro de rigidez longitudinal (mm4).
L = Longitud del tramo (mm).
n = Relación modular ( E viga / Elosa ).
N b = Número de vigas.
S = Separación entre vigas (mm).
t s = Espesor de la losa (mm).

[Link]. Teorema de Barré

El Teorema de Barré permite determinar la sección donde ocurre el momento


flector máximo absoluto en una viga biapoyada provocado por un tren tipo
constituido por cargas concentradas.

Figura 26: Teorema de barré

77 - 423
Fuente: Elaboración propia

Imponiendo la condición de momento máximo, se tiene:


L−x
s= Ecuación 62
2

El momento flector máximo absoluto en una viga biapoyada ocurre en una sección
y para una posición del tren de tipo tal que el medio de la viga coincida con el
medio de la distancia “x” que va del eje crítico (P2=145000 N) hasta la resultante
general de las cargas.

2.3.10. Hormigón armado

El hormigón o concreto es un material compuesto formado esencialmente por un


aglomerante al que se añade: partículas o fragmentos de un agregado, agua y
aditivos específicos. El aglomerante es en la mayoría de las ocasiones cemento
mezclado con una proporción adecuada de agua para que se produzca una
reacción de hidratación. Dependiendo de las proporciones de cada uno de sus
constituyentes existe una tipología de hormigones. Se considera hormigón pesado
aquel que posee una densidad de más de 3200 kg/m 3 debido al empleo de
agregados densos (empleado protección contra las radiaciones), el hormigón
normal empleado en estructuras que posee una densidad de 2400 kg/m 3 y el
hormigón ligero con densidades de 1800 kg/m 3.

La principal característica estructural del hormigón es que resiste muy bien los
esfuerzos de compresión, pero no tiene buen comportamiento frente a otros tipos

78 - 423
de esfuerzos (tracción, flexión, cortante, etc.), por este motivo es habitual usarlo
asociado a ciertas armaduras de acero, recibiendo en este caso la denominación
de hormigón armado, o concreto reforzado; comportándose el conjunto muy
favorablemente ante las diversas solicitaciones. Cuando se proyecta una
estructura de hormigón armado se establecen las dimensiones de los elementos,
el tipo de hormigón, los aditivos, y el acero que hay que colocar en función de los
esfuerzos que deberá soportar y de las condiciones ambientales a que estará
expuesto.

[Link]. Resistencia a compresión

La compresión es el estado de tensión en el cual las partículas se aprietan entre


sí, la resistencia a la compresión simple del hormigón es la característica
mecánica más importante de un hormigón, su determinación se efectúa mediante
el ensayo de probetas a los 28 días después del colocado, es usualmente
obtenida de un cilindro estandarizado de 150 mm de diámetro y 300 mm de altura
cargado longitudinalmente a rotura.

Los valores del ensayo que proporcionan las distintas probetas son más o menos
dispersos, en forma variable de una obra a otra, según el cuidado y rigor con que
se confeccione el hormigón; y esta circunstancia debe tenerse en cuenta al
momento de definir un cierto hormigón por su resistencia.

Para conseguir que se trabaje con un coeficiente de seguridad único, homogéneo


en todos los casos, se ha adoptado el concepto de resistencia característica del
hormigón, que es una medida estadística que tiene en cuenta no solo el valor de la
media aritmética de las roturas de las diversas probetas, sino también de la
desviación típica relativa o coeficiente de variación de la serie de valores.

Todas las resistencias mecánicas del hormigón dependen de muchos factores:


tipo, clase y cantidad de cementos, características, granulometría y tamaño
máximo del árido, vertido compactación y curado del hormigón y, sobre todo, de la
relación agua/cemento de la masa. La relación entre tensión de compresión y
deformación por compresión es el módulo de elasticidad por compresión.

79 - 423
La resistencia a la compresión del hormigón o las clases de hormigón deberían
estar especificadas en la documentación técnica para cada componente del
puente. La intención es que estas clases de hormigón se utilicen de la siguiente
manera:

 El hormigón de Clase A generalmente se utiliza para todos los elementos


de las estructuras, excepto cuando otra clase de hormigón resulta más
adecuada, y específicamente para hormigón expuesto al agua salada.
 El hormigón Clase B se utiliza en zapatas, pedestales, fustes de pilotes
macizos y muros de gravedad.
 El hormigón Clase C se utiliza en secciones delgadas, tales como barandas
armadas de menos de 100 mm de espesor, como relleno en pisos de
emparrillado de acero, etc.
 El hormigón Clase P se utiliza cuando se requieren resistencias superiores
a 28 MPa. En el caso del hormigón pretensado se debería considerar limitar
el tamaño nominal de los agregados a 20 mm.
 El hormigón Clase S se utiliza cuando es necesario colocar bajo agua en
compartimentos estancos para obtener un sello impermeable al agua.

Tabla 23: Características de las mezclas de hormigón según su clase

Máxima Agregado
Mínimo Rango de Resistencia a
relación grueso según
contenido contenido de la compresión
agua- AASHTO M 43
de cemento aire a 28 días
cemento (ASTM D 448)
Clase de
Hormigón
Tamaño de
Kg/m3 Kg por Kg % aberturas MPa
adecuada (mm)

A 0.49 - 25 a 4.75 28
362
A(AE)
362 0.45 6.0 ± 1.5 25 a 4.75 28
B 307 0.58 - 50 a 25 17

80 - 423
B(AE) 307 0.55 5.0 ± 1.5 25 a 4.75 17
C 390 0.49 - 12.5 a 4.75 28
C(AE) 390 0.45 7.0 ± 1.5 12.5 a 4.75 28

Según se Según se
P 25 a 4.75
334 0.49 especifica en especifica en
P(HPC) ó 19 a 4.75
otras secciones otras secciones

S 390 0.58 0.58 25 a 4.75 -

Baja densidad 334 Según se especifica en la documentación técnica

Fuente: Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método LRFD,


2007

[Link]. Resistencia a tracción

Aunque no suele contarse con la resistencia a tracción del hormigón a efectos


resistentes, es necesario conocer su valor porque juega un importante papel en
ciertos fenómenos, tales como la fisuración, el esfuerzo cortante, la adherencia de
las armaduras, etc.

Como ocurre con la resistencia a compresión, la resistencia a tracción es un valor


un tanto convencional que depende del tipo de ensayo. Existen tres formas de
obtener la resistencia a tracción: por flexotracción, por hendimiento y por ensayo
directo de tracción axil. El último método no es práctico, dadas las dificultades de
su realización (al sujetar la probeta entre las mordazas de la prensa se debilita la
sección de agarre y la probeta rompe junto con la mordaza, lo que falsea el
ensayo), por lo que se emplean normalmente los otros dos ensayos.

El ensayo de tracción por hendimiento consiste en colocar probetas cilíndricas


horizontalmente en una máquina y luego aplicar la carga según dos generatrices
diametralmente opuestas, la rotura se produce por hendimiento del hormigón. La
resistencia a tracción indirecta puede calcularse como:

2P
f s= Ecuación 63
(πLD)

81 - 423
Dónde:
P = Carga de rotura determinada en el ensayo.
L = Longitud de la probeta cilíndrica.
D = Diámetro de la probeta.

Para la mayoría de los hormigones de uso generalizado la resistencia a la tracción


directa se puede estimar como:

f r=0.62 √ f ´ c Ecuación 64

Dónde:

f ´ c = Resistencia del hormigón a los 28 días (MPa).

[Link]. Módulo de elasticidad

Es un parámetro que caracteriza el comportamiento de un material elástico, según


la dirección en la que se aplica una fuerza. El módulo de elasticidad para
hormigones cuya densidad está comprendida entre 1440 y 2500 Kg/m 3 se puede
tomar como:
Ec =0.043 γ 1.5
c √f ´c Ecuación 65

Para hormigón de resistencia normal con densidad de 2320 Kg/m3, el módulo de


elasticidad se puede tomar como:

Ec =4800 √ f ´ c Ecuación 66

Dónde:

Ec = Módulo de elasticidad del hormigón (MPa).


γ c = Densidad del hormigón (Kg/m3).
f ´ c = Resistencia específica del hormigón a los 28 días (MPa).

[Link]. Módulo de rotura

A menos que se determine mediante ensayos físicos, el módulo de rotura, f r, en


MPa, se puede tomar como:

82 - 423
f r=0.63 √ f ´ c Para hormigón de densidad normal Ecuación 67
f r=0.52 √ f ´ c Hormigones de agregados livianos y arena Ecuación 68
f r=0.45 √ f ´ c Hormigones de agregados de baja densidad Ecuación 69

[Link]. Resistencia a la flexión

La resistencia a la flexión mayorada Mr, se deberá tomar como:

M r=ϕ M n Ecuación 70

Dónde:

M n = Resistencia nominal (N* mm).


Φ = Factor de resistencia.

La resistencia nominal a flexión está afectada por el factor de reducción de


resistencia ϕ, cuyo valor se determina estadísticamente con el objetivo de reflejar
la incertidumbre en el diseño, grado de ductilidad, confiabilidad bajo los efectos de
carga considerados y la importancia del miembro o elemento estructural. En el
caso de flexión, el factor de reducción de resistencia considerado es 0.9.

La expresión utilizada para determinar la capacidad a flexión de la sección


depende de:

 La cantidad de acero proporcionada.


 El límite de fluencia del acero de refuerzo.
 El peralte efectivo de la sección.
 La profundidad del bloque rectangular de esfuerzos de compresión.

En estos casos se usan las siguientes expresiones:

a
(
M n= A s ∙ f y ∙ d s−
2 ) Ecuación 71

a=β 1 ∙ c Ecuación 72

83 - 423
As∙ f y
c= Ecuación 73
0.85 ∙ f ´ c ∙ β 1 ∙ b

El factor β 1 se deberá tomar como 0,85 para hormigones cuyas resistencias no


superan los 28 MPa. Para resistencias mayores que 28 MPa, a β 1 se le deberá
aplicar una reducción de 0,05 por cada 7 MPa de resistencia en exceso de 28
MPa, excepto que β 1 no podrá ser menor que 0,65.
El peralte efectivo se determina como:

∅acero longitudinal
d s =h− −∅estribo
2

Dónde:

a = Profundidad del bloque rectangular de esfuerzos de compresión (mm).


A s = Acero de refuerzo (mm2/mm).
b = Ancho de la sección (mm).
c = Profundidad del eje neutro (mm).
d s = Peralte efectivo (mm).
h = Altura del elemento (mm).
f ´ c = Resistencia especificada del concreto (MPa).
f y = Límite de fluencia del acero (MPa).
M n =Momento resistente (N mm)
β 1 = Parámetro del bloque rectangular de esfuerzos.

En el caso extremo, la resistencia nominal a flexión de la sección, afectada por el


factor de reducción de resistencia, debe ser igual o mayor que el momento último
producto de la correspondiente combinación de carga.

84 - 423
Entonces, se tiene la expresión en función de la cuantía de refuerzo, que es un
parámetro adimensional:

f 'c 1.7 ∙ f 'c ∙ M u


2
(
ρ − 1.7−
fy )
∙ ρ+
ϕ ∙ b ∙ d s2 ∙ f y 2
=0 Ecuación 74

Despejando la cuantía:

f 'c 2.36 ∙ M u
ρ=
1.18 ∙ f y ( √
1− 1−
ϕ ∙ f 'c ∙ b ∙d s2 ) Ecuación 75

EL área de acero necesaria será:

As= ρ∙ b ∙ d s Ecuación 76

Dónde:

M u = Momento último (N mm).


ρ = Cuantía de refuerzo.
ϕ = Factor de reducción de resistencia.
d s = Peralte efectivo (mm).

a) Acero de refuerzo máximo

En este caso no se habla de ninguna cuantía, la máxima cantidad de acero de


refuerzo se limita a la relación de la profundidad del eje neutro y el peralte efectivo.

c
≤0.42 Ecuación 77
de
Dónde:

c = Profundidad el eje neutro (mm).


d e = Peralte efectivo (mm).

b) Acero de refuerzo mínimo

85 - 423
Se define como el valor adecuado para desarrollar al menos 1.2 veces el momento
de agrietamiento calculado con base en el módulo de rotura del concreto, ó 1.33 el
momento factorizado, cualquiera que resulte menor.

Por lo tanto el momento nominal Mn será el menor valor de:

1.2 ∙ M cr Ecuación 78
1.33 ∙ M f Ecuación 79
Siendo:

M cr =S c ∙ f r Ecuación 80

M f =Mu Ecuación 81

Mn
ρmin =
a Ecuación 82
(
b ∙ d s ∙ f y ∙ d s−
2 )
Dónde:

f r = Módulo de rotura del hormigón (MPa).


M cr = Momento de agrietamiento (N mm).
M f = Momento factorizado (N mm).
Mu = Momento en el estado límite de resistencia I (N*mm).
Sc = Módulo de sección (mm3).
ρmin = Cuantía mínima.
M n =Momento resistente (N*mm).

c) Acero de refuerzo por distribución

En la parte inferior de las losas se deberá disponer armadura en la dirección


secundaria; esta armadura se deberá calcular como un porcentaje de la armadura
principal para momento positivo.
 Si la armadura principal es paralela al tráfico (losas macizas):

1750/ √ S ≤50 % Ecuación 83


 Si la armadura principal es perpendicular al tráfico (losas sobre vigas):

86 - 423
3840/ √ S ≤67 % Ecuación 84

Dónde:

S = Longitud del tramo efectiva considerada (mm).

d) Acero por contracción y temperatura

Se deberá disponer armadura para las Tensiones provocadas por contracción y


temperatura cerca de las superficies de hormigón expuestas a variaciones diarias
de la temperatura y en el hormigón masivo estructural.

El acero de refuerzo por contracción y temperatura en losas macizas y losas sobre


vigas:

0.75 ∙ b∙ h
A st ≥ ; 0.233 ≤ A st ≤1.27 Ecuación 85
2 ( b+ h ) ∙ f y

Dónde:

b = Menor ancho de sección del componente (mm).


A st = Área de refuerzo en cada dirección y en cada cara (mm 2/mm).
h = Menor espesor de sección del componente (mm).
f y = Límite de fluencia del acero (MPa).

e) Armadura de piel

Si la profundidad efectiva es mayor que 900 mm, se deberá distribuir


uniformemente armadura superficial en ambas caras del elemento en una
distancia d/2 más próxima de la armadura de tracción por flexión. En cada cara
lateral el área de armadura superficial A sken mm2/mm de altura, deberá satisfacer
la siguiente condición:

As
A sk ≥ 0.001∙(d¿¿ s−760)≤ ¿ Ecuación 86
1200

Dónde:

A s = Área del acero de refuerzo por flexión (mm 2).

87 - 423
A sk= Área del acero de refuerzo por temperatura (vigas reforzadas) (mm 2).
d s = Peralte efectivo (mm).

[Link]. Resistencia a la cortante

La resistencia al corte mayorada, Vr, se deberá tomar como:

V r =ϕ V n Ecuación 87

Dónde:

V n = resistencia nominal al corte (N).


ϕ = Factor de resistencia.

La resistencia nominal al corte, V n, se deberá determinar como el menor valor


entre:

V n=V c +V s Ecuación 88
V n=0.25∙ f ´ c ∙ bv ∙ d v Ecuación 89

La fuerza cortante en el estado límite de Resistencia I deberá ser menor o igual


que un medio de la fuerza cortante asumida por el concreto, reducida por el factor
de resistencia ϕ v; factor que toma un valor de 0.90 para el diseño de cortante.

El peralte efectivo (d v ) se define como el mayor valor de:

d e −0.5 ∙ a
dv ≥
{ 0.9 ∙ d e
0.72 ∙h
Ecuación 90

As∙ f y
a= Ecuación 91
0.85∙ f ´ c ∙ bv

a) Esfuerzo de corte asumido por el hormigón

V c =0.083 ∙ β ∙ √ f ´ c ∙d v ∙ bv Ecuación 92

Según lo especificado en el Artículo [Link].1 de la Norma AASHTO LRFD 2007,


se asumirá el valor de β=2 que corresponde a θ=45 ° para las zapatas de

88 - 423
hormigón en las cuales la distancia entre el punto de corte nulo y la cara de la
columna, pilar o tabique es menor que 3dy con o sin armadura transversal, y para
otras secciones de hormigón no pretensado no solicitadas a tracción axial y que
contienen al menos la mínima cantidad de armadura transversal, o que tienen una
altura total menor que 400 mm.

Para elementos que no estén en el rango de estas condiciones, el valor de β se


determinará de la siguiente manera:

Calcular la relación vu /f ´ c

Siendo la tensión de corte:

Vu
vu = Ecuación 93
ϕv ∙b v ∙ d v

Estimar un valor de θ y calcular ε x

Si la sección contiene como mínimo la mínima armadura transversal que la


especificada.

M u|

ε x=
(| dv
+0.5 N u +0.5|V u|cotθ ) Ecuación 94
2(E s ∙ A s)

El valor inicial de ε x se deberá tomar menor o igual que 0.001.

Si la sección contiene menos armadura transversal que la especificada.

|M u|
ε x=
( dv
+0.5 N u +0.5|V u|cotθ ) Ecuación 95
Es ∙ As

El valor inicial de ε x se deberá tomar menor o igual que 0.002.

Si el valor calculado de ε x calculado mediante las ecuaciones 1 ó 2 es negativo, la


deformación específica se deberá tomar como:

89 - 423
M u|

ε x=
(| dv
+0.5 N u +0.5|V u−V p|cotθ ) Ecuación 96
2( E c ∙ A c + Es ∙ A s )

De la Tabla 24 se extraen los valores de β y θ.

Tabla 24: Valores de θ y β para secciones con armadura transversal


εx x 1000
vu /f ´ c
≤ -0.20 ≤ -0.10 ≤ -0.05 ≤0 ≤ 0.125 ≤ 0.25 ≤ 0.50 ≤ 0.75 ≤ 1.00
22.3 20.4 21 21.8 24.3 26.6 30.5 33.7 36.4
≤ 0.075
6.32 4.75 4.1 3.75 3.24 2.94 2.59 2.38 2.23
18.1 20.4 21.4 22.5 24.9 27.1 30.8 34 36.7
≤ 0.100
3.79 3.38 3.24 3.14 2.91 2.75 2.5 2.32 2.18
19.9 21.9 22.8 23.7 25.9 27.9 31.4 34.4 37
≤ 0.125
3.18 2.99 2.94 2.87 2.74 2.62 2.42 2.26 2.13
21.6 23.3 24.2 25 26.9 28.8 32.1 34.9 37.3
≤ 0.150
2.88 2.79 2.78 2.72 2.6 2.52 2.36 2.21 2.08
23.2 24.7 25.5 26.2 28 29.7 32.7 35.2 36.8
≤ 0.175
2.73 2.66 2.65 2.6 2.52 2.44 2.28 2.14 1.96
24.7 26.1 26.7 27.4 29 30.6 32.8 34.5 36.1
≤ 0.200
2.63 2.59 2.52 2.51 2.43 2.37 2.14 1.94 1.79
26.1 27.3 27.9 28.5 30 30.8 32.3 34 35.7
≤ 0.225
2.53 2.45 2.42 2.4 2.34 2.14 1.86 1.73 1.64
≤ 0.250 27.5 28.6 29.1 29.7 30.6 31.3 32.8 34.3 35.8
2.39 2.36 2.33 2.33 2.12 1.93 1.7 1.58 1.5
Fuente: Tabla (Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método
LRFD, 2007)

b) Esfuerzo cortante asumido por el refuerzo transversal

Primero es necesario verificar la necesidad de acero de refuerzo transversal

V u ≥0.5 ∙ ϕ v ∙ V c Ecuación 97

Si esta condición se cumple entonces se debe calcular el refuerzo transversal

Vu
V s= −V c Ecuación 98
ϕv

 Espaciamiento requerido, s

Se determina en base a la siguiente expresión:

90 - 423
A v ∙ f y ∙ d v ∙ cot θ
s≤ Ecuación 99
Vs

Si:

vu < 0.125∙ f ´ c Entonces smax =0.8 ∙ d v ≤ 600 mm


vu ≥ 0.125 ∙ f ´ c Entonces smax =0.4 ∙ d v ≤300 mm

c) Verificación del refuerzo transversal mínimo, A v

Se deberá cumplir:

bv ∙ s
A v ≥ 0.083∙ √ f ´ c ∙ Ecuación 100
fy

d) Verificación de la suficiencia longitudinal

Esta verificación se basa en la siguiente expresión:

Mu Vu
As∙ f y ≥ +(
ϕf ∙ d v ϕ v
−0.5∙ V s ∙cot θ) Ecuación 101

Dónde:

a = Profundidad del bloque rectangular de esfuerzos de compresión (mm).


Ac = Área del hormigón en la zona de tensión por flexión del miembro (mm 2).
A v = Área del acero de refuerzo transversal (mm2).
A s = Área del refuerzo longitudinal (mm2).
b v = Ancho del alma del elemento (mm).
d e = Distancia entre la fibra extrema en compresión y el centroide de acero de
refuerzo longitudinal en tensión (mm).
d v = Peralte efectivo de la sección (mm).
E s = Módulo de elasticidad del acero de refuerzo (MPa).
Ec = Módulo de elasticidad del hormigón (MPa).
f ´ c = Resistencia especificada del hormigón (MPa).
vu = Tensión de corte (MPa).

91 - 423
f y = Límite de fluencia del acero de refuerzo (MPa).
h = Altura de la viga (mm).
M u = Momento en el estado límite de resistencia I (N mm).
s = Espaciamiento de refuerzo transversal (mm).
V c = Fuerza cortante asumida por el hormigón (N).
V s = Fuerza cortante asumida por el refuerzo de transversal (N).
V u = Fuerza cortante en el estado límite de resistencia I (N).
θ= Ángulo de inclinación de los esfuerzos diagonales de compresión ( o).
β = Factor que indica la habilidad del hormigón agrietado para transmitir tensión.
ϕ v = Factor de reducción de resistencia por cortante.
ϕ f = Factor de reducción de resistencia por flexión.

[Link]. Resistencia a la torsión

La resistencia mayorada a la torsión mayorada T r, se deberá tomar como:

T r=ϕT n Ecuación 102

Dónde:

T n = resistencia nominal a la torsión


ϕ = Factor de resistencia.

Para el hormigón de densidad normal, los efectos torsionales se deberán


investigar cuando:

T u=0.25 ϕ T cr Ecuación 103

Siendo:

A2cp
T cr =0.328 √ f ´ c Ecuación 104
pc

a) Refuerzo transversal requerido por torsión

2 ∙ A o ∙ At ∙ f y ∙ cotθ
s= Ecuación 105
Tn

92 - 423
Según lo especificado en el Artículo [Link].1 de la Norma AASHTO LRFD 2007,
se asumirá el valor de β=2 que corresponde a θ=45 ° para las zapatas de
hormigón en las cuales la distancia entre el punto de corte nulo y la cara de la
columna, pilar o tabique es menor que 3dy con o sin armadura transversal, y para
otras secciones de hormigón no pretensado no solicitadas a tracción axial y que
contienen al menos la mínima cantidad de armadura transversal, o que tienen una
altura total menor que 400 mm. Para elementos que no estén en el rango de estas
condiciones, el valor de β se determinará de la siguiente manera:

Cálculo del peralte efectivo ( d v ):

d e −0.5 ∙ a

{
d v ≥ 0.9 ∙ d e
0.72 ∙h
Ecuación 106

As∙ f y
a= Ecuación 107
0.85∙ f ´ c ∙ bv

Calcular la relación vu /f ´ c

Determinando la tensión de corte, como:

2
Vu T ∙P
vu =
√( )(
∅v ∙ bv ∙ dv
+ u 2h
∅ ∙ A oh ) Ecuación 108

Estimar un valor de θ y calcular ε x

Si la sección contiene como mínimo la mínima armadura transversal que la


especificada.
M u|

ε x=
(|
dv
+0.5 N u +0.5|V u|cotθ ) Ecuación 109
2(E s ∙ A s)

El valor inicial de ε x se deberá tomar menor o igual que 0.001.

Si la sección contiene menos armadura transversal que la especificada.

93 - 423
M u|

ε x=
(| dv
+0.5 N u +0.5|V u|cotθ ) Ecuación 110
Es ∙ As

El valor inicial de ε x se deberá tomar menor o igual que 0.002.

Si el valor calculado de ε x calculado mediante las ecuaciones 1 ó 2 es negativo, la


deformación específica se deberá tomar como:

|M u|
ε x=
( dv
+0.5 N u +0.5|V u|cotθ ) Ecuación 111
2( Ec ∙ Ac + E s ∙ A s )

De la Tabla 24 se extraen los valores de β y θ.

b) Verificación de la separación máxima

vu < 0.125∙ f ´ c: smax =0.8 ∙ d v ≤ 600 mm Ecuación 112

vu ≥ 0.125 ∙ f ´ c: smax =0.4 ∙ d v ≤300 mm Ecuación 113

c) Verificación de la suficiencia longitudinal

Según la siguiente expresión:

2
M u 0.5∗N u Vu 0.45 ∙ Ph ∙T u
As∙ f y ≥
ϕf ∙ d v
+
ϕ
+cot θ
√( ϕv )(
−0.5 ∙ V s +
2 ∙ Ao∙ ϕ )
Ecuación 114

Refuerzo transversal total requerido por corte y torsión

A v+t At At
= +2 Ecuación 115
S S S

Dónde:

T u = Momento torsor mayorado (N mm).


T cr = Momento de fisuración por torsión (N mm).

94 - 423
Acp = Área total encerrada por el perímetro exterior de la sección transversal del
hormigón (mm2).
pc = Longitud del perímetro exterior de la sección de hormigón (mm).
f pc = tensión de compresión en el hormigón después de las pérdidas, ya sea en el
baricentro de la sección transversal que resiste cargas temporarias o en la unión
del alma y el ala si el baricentro se encuentra en el ala (MPa).

[Link]. Requerimientos de servicio

a) Control de fisuración por refuerzo de distribución

La separación de la armadura de acero dulce en la capa más cercana a la cara


tensión deberá satisfacer lo siguiente:

123000 ∙ γ e
s≤ −2 d c Ecuación 116
β s ∙ f ss

Siendo:
dc
β s=1+ Ecuación 117
0.7 (h−d c )

Dónde:

γ e = Factor de exposición
= 1.00 para condición de exposición Clase 1
= 0.75 para condición de exposición Clase 2
d c = Espesor de la capa de hormigón medido desde la fibra extrema tensión al
centro del refuerzo a flexión más cercano se encuentra a la misma (mm).
f ss = Esfuerzo de tracción en el refuerzo de acero en el estado límite de servicio
(MPa).
h = Espesor global o la profundidad del componente (mm).
s = Separación (mm).

b) Control de deflexiones

95 - 423
Para las construcciones de acero, aluminio y/u hormigón se pueden considerar los
siguientes límites de deflexiones:

 Carga vehicular y/o peatonales…………………………..Longitud/800


 Carga vehicular y/o peatonales…………………………..Longitud/1000
 Carga vehicular sobre voladizos………………………....Longitud/300
 Carga vehicular y/o peatonales sobre voladizos……….Longitud/375
 Criterios opcionales para relaciones longitud de tramo-profundidad

2.3.11. Hormigón presforzado

Se denomina hormigón presforzado a la tipología de construcción de elementos


estructurales de hormigón sometidos intencionadamente a esfuerzos de
compresión previos a su puesta en servicio. Dichos esfuerzos se consiguen
mediante cables de acero que son tensados y anclados al hormigón.

Esta técnica se emplea para superar la debilidad natural del hormigón frente a
esfuerzos de tracción. El objetivo es el aumento de la resistencia a tracción del
hormigón, introduciendo un esfuerzo de compresión interno que contrarreste en
parte el esfuerzo de tracción que producen las cargas de servicio en el elemento
estructural.

El procedimiento general es pasar a lo largo de un elemento uno o varios cables,


que son estirados mediante gatos hidráulicos a la tensión necesaria para ser
anclados en los extremos. Existen dos grandes procedimientos para transmitir la
fuerza de presforzado dependiendo de que los cables sean estirados antes o
después que el hormigón haya endurecido: pretensado y postensado. En el
presente trabajo se tratará sobre el sistema postensado.

Las características del hormigón postensado son:

 Pieza prefabricada o vaciada en sitio.


 El preesfuerzo se aplica después del vaciado y una vez que el hormigón ha
adquirido la resistencia necesaria.

96 - 423
 El anclaje requiere de dispositivos mecánicos.
 La acción del preesfuerzo es externa.
 La trayectoria de los cables puede ser recta o curva.
 La pieza permite continuidad en los apoyos (elemento hiperestático).
Figura 27 : Esquema viga postensada
Anclaje pasivo Elemento estructural

Gato

Torón en la vaina
Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de vigas tirantes (vigas exteriores longitudinales)

Longitud entre eje y eje de vigas transversales: L=5 [ m ]

h min=0.045∗L Ecuación 118

Dónde:
hmin= altura mínima
ts= espesor de losa
h=hmin +t s Ecuación 119

a) MOMENTO POR PESO PROPIO

q pp=( A viga )∗γ HoAo Ecuación 120

b) MOMENTO POR LOSA HÚMEDA

q LH =S∗t s∗γ HoAo Ecuación 121

1
M LH = ∗q LH ∗Lv 2 Ecuación 122
8

c) MOMENTO POR ESTRUCTURA SUPERIOR

97 - 423
q DC 2=q postes y pasamanos + q peatonal +q barreravehicular Ecuación 123

q Barrera Vehicular= A B .V .∗γ HoAo Ecuación 124

1
M DC 2= ∗q DC 2∗Lv 2
8

d) CÁLCULO DEL PREESFUERZO INICIAL

El conjunto de cargas correspondientes al peso propio de la viga, barrera


vehicular, tablero, postes y barandas más la carga viva peatonal y vehicular,
generan esfuerzos en la viga tirante que a la ves por medio de esta son
transmitidas a las vigas transversales y desde ellas por medio de péndolas al
Arco, en este se producen esfuerzos de flexión, corte, torsión pero sobre todo
esfuerzo axial de compresión que es llamado también fuerza de empuje. Esta
fuerza es transmitida a los apoyos en los puntos de arranque del arco y se
descompone en tres fuerzas dos horizontales y una vertical por ser arcos
inclinados, la premisa es diseñar una viga tirante para absorber la reacción
horizontal más grande que es la que va en sentido longitudinal del puente.
Entonces para determinar el número de cables necesarios que resistirán esta
fuerza de tracción utilizaremos directamente el valor de la reacción horizontal en
dirección longitudinal del puente.

e) DETERMINACIÓN DEL NÚMERO DE CABLES (Torones)

f pu
f ' s= Ecuación 125
Au

f py =0.9∗f ' s Ecuación 126

'
f s= 0.6∗f s Ecuación 127
{
0.8∗f py

 ÁREA DE TORONES

Po
A s= Ecuación 128
fs

 NÚMERO DE TORONES

98 - 423
As
¿Torones = Ecuación 129
Au

 NÚMERO DE VAINAS
¿Torones
¿Vainas= Ecuación 130
12

Área real de torones:


A ps=¿Torones∗A u Ecuación 131

[Link]. Cálculo de pérdidas por preesforzado

Según la AASHTO-LRFD, las pérdidas en elementos postensados pueden ser


determinadas mediante la siguiente ecuación:
∆ f pT =∆ f pF +∆ f pA +∆ f pES + ∆ f pSR + ∆ f pCR + ∆ f pR 2 Ecuación 132

a) PÉRDIDAS INSTANTÁNEAS

 Pérdidas por fricción:

∆ f pF =f pj∗( 1−e−( k∗x+ μ∗α )) Ecuación 133

Dónde:
f pj =¿ Tensión en el acero de pretensado en el momento de tesado (MPa)
x= longitud del cable de pretensado desde el extremo del gato hasta el punto
de análisis (mm)
k= coeficiente de fricción por desviación de la vaina de pretensado (por mm de
cable)
µ= coeficiente de fricción
α= sumatoria de valores absolutos de la variación angular del trazado del
acero de pretensado entre el extremo del gato de tesado, o entre el gato de tesado
más próximo si el tesado se realiza igualmente en ambos extremos y el punto
investigado (radianes)
e= base de logaritmos neperianos

99 - 423
Po
f pj = Ecuación 134
As Real

Coeficientes de fricción para cables de postensado

Tabla 25: AASHTO-LRFD


Tipo de Vaina k µ
Vaina rígida y semirígida
6.6 x E-7 0.15 - 0.25
de metal galvanizado

 Ecuación de la parábola:

4∗e∗x 2
y= −e Ecuación 135
L2
Derivando y en función de x determinamos la pendiente de la tangente en la
parábola
α =[ rad ]

α =tg−1 ( 4∗eL ) Ecuación 136

−7

∆ f pF =1095∗( 1−e−(6.6∗10 ∗30000 +0.25∗0.017 )


)Ecuación 137

 Pérdida por acuñamiento de anclajes:

Ep∗h∗l
x=
√ ∆ f pF
Ecuación 138

x= Longitud afectada por hundimiento (mm)

100 - 423
h= hundimiento de anclajes = 6 (mm)
l= Distancia desde un extremo de la viga al eje de simetría de la misma (mm)

Caso x>l; tesado de un lado

2∗Ep∗h
∆ f pA = −2∗∆ f pF Ecuación 139
x
 Pérdida por acortamiento elástico del hormigón:

N −1
∗E p
2∗N Ecuación 140
∆ f pES = ∗f cgp
Eci

f cgp=¿ Sumatoria de tensiones del hormigón en el centro de gravedad de los


cables debido a la fuerza de pretensado después del tesado y al peso propio del
elemento en secciones de máximo momento (kp/cm 2)

Los valores de f cgp se pueden calcular usando una tensión de acero reducida por
debajo del valor inicial en un margen que depende de efectos de acortamiento
elástico, relajación y fricción.

Para las estructuras con tendones adherentes, f cgp se puede tomar en la sección
del tramo, en caso de construcciones continuas, en la sección de máximo
momento.

Según la AASHTO-LRFD (Art. [Link]) antes del acuñamiento se puede permitir


f pi =0.9 f bt a corto plazo para cables de baja relajación:

f bt =0.75∗f pu

El valor asumido de f pi se corrige después de determinar ∆ f pES. Para evitar


iteraciones se puede aplicar la siguiente ecuación:

N −1
∗A ps∗f pi ( I g +e 2m∗A g ) −e m∗M g∗A g
2∗N
∆ f pES =
A ∗I ∗E
A ps∗( I g+ e 2m∗A g ) + g g ci
Ep

101 - 423
Ecuación 141

Dónde:
A ps=29.61 [ cm2 ], área del acero de pretensado.

A g=7800 [ cm2 ], área bruta de la sección.

Eci =270147 [ kp / cm2 ], módulo de elasticidad del hormigón en el momento de la


transferencia.
E p =2008809 [ kp/ cm2 ], módulo de elasticidad de los tendones de pretensado.
e m=25.5 [ cm ] , excentricidad promedio en la mitad del tramo.

f pi =12802 [ kp/ cm2 ], tensión en el acero de pretensado inmediatamente antes de la


transferencia como se especifica en la tabla 5.9.3-, este valor debe ser corregido
después de determinar ∆ f pES.
I g=2746250 [ cm2 ] , momento de inercia de la sección bruta de hormigón.
M pp=5850 [ kp∗m ], Momento en la mitad del tramo debido al peso propio de la viga.
N=3, número de tendones de pretensado idénticos, todos los cables alojados en
una vaina son tensionados por el gato hidráulico de una sola vez, como se tiene 3
vainas se tensionara 3 veces.

b) PÉRDIDAS DEPENDIENTES DEL TIEMPO (retracción, fluencia del hormigón


y relajación del acero)

∆ f pLT =∆ f pSR + ∆ f pCR +∆ f pR 2Ecuación 142

La pérdida de pretensado a largo plazo, debido a fluencia del hormigón,


contracción del hormigón, y relajación de acero puede ser estimada utilizando:

10∗f pi∗A ps
∆ f pLT = ∗γ h∗γ st + 12∗γ h∗γ st +∆ f pR
Ag
Ecuación 143
Siendo:
γ h=1.7−0.01∗H

102 - 423
5
γ st =
1+ f ' ci

Dónde
f pi =0.75∗f pu=14224 [ kp/cm2 ], tensión en el acero de pretensado inmediatamente
antes de la transferencia como se especifica en tabla 5.9.3-1.
H=67 %, humedad relativa ambiente anual media del municipio de Arque.
γ h=¿ Factor de corrección de humedad.
γ st =¿ Factor de corrección de la resistencia del hormigón especificado en el
momento de la transferencia de pretensado.
∆ f pR=¿ Estimación en la pérdida de relajación se toma como 2,5 Ksi=176 (kp/cm2)
para cables de baja relajación.

f ' ci=0.8∗f 'c Ecuación 144


γ h=1.7−0.01∗67

c) PÉRDIDAS TOTALES

∆ f pT =(Pérdidas instantáneas)+( Pérdidas dependientes del tiempo)


∆ f pT =∆ f pF +∆ f pA +∆ f pES + ( ∆ f pSR + ∆ f pCR +∆ f pR 2 )

Ecuación 145

 Pérdidas en porcentaje

∆ f pT
% ∆ f pT = Ecuación 146
fs

[Link]. Cálculo del preesfuerzo final

Pf =Po+∆ f pT Ecuación 147

[Link]. Verificación de tensiones por preesfuerzo final

a) TENSIONES EN EL ACERO DE PRETENSADO

La resistencia a tensión de fluencia o rotura de cables para el Estado de


Resistencia I es:

103 - 423
Tabla 26: Límites de tensión para los tendones de pretensado

Fuente: Tabla (Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método


LRFD, 2007)

f py =0.90∗f pu Ecuación 148

Para los estados de Servicio, se tiene que los esfuerzos límites por postensado
son:
 Esfuerzo en el acero de pretensado durante el tesado antes del acuñamiento :

104 - 423
f pj < 0.90∗f py

Para contrarrestar las pérdidas de acuñamiento y fricción a corto plazo

Po
f pf = Ecuación 149
¿Torones∗Au
∆f
f pj =f pf + ¿ pES Ecuación 150
Torones

 Esfuerzo en el acero de pretensado durante el tesado antes del acuñamiento:

f pj1 <0.70∗f pu Ecuación 151

∆ f pES + ∆ f pA
f pj1 =f pf + Ecuación 152
¿Torones

 Esfuerzo en el acero de pretensado en el estado límite de servicio luego de


todas las pérdidas:

f pe <0.80∗f py Ecuación 153

∆f
f pe=f pf + ¿ pT Ecuación 154
Torones

c) TENSIONES EN EL HORMIGÓN

Tensiones de Compresión:
El límite para la tensión de compresión en los elementos de hormigón pretensado
y postesado, incluyendo los puentes construidos por segmentos, será de 0,60 f'ci
(MPa).
Tensiones de Tracción
Para las tensiones de tracción se deberán aplicar los límites indicados en la Tabla
27.
T=0, En el instante de la transferencia

Tensiones en las fibras extremas de la viga en etapa inicial a medio tramo

Convención de signos: (-) Tracción


(+) Compresión

105 - 423
f ' ci=0.8∗f 'c Ecuación 155
Antes de las pérdidas de pretensado, se tiene que los límites de tensión en el
hormigón son:

Por tracción
σ ci=−0.25∗√ f ' ci Ecuación 156

Para el momento por peso propio asumimos que la viga no tiene apoyos en una
longitud de 30 (m) o la mitad de la luz del puente, esto con el fin de verificar las
tensiones en el hormigón antes de construir los arcos, además la reacción en los
apoyos corresponden a cargas aplicadas hasta la mitad del puente.

q pp=( A viga )∗γ HoAo Ecuación 157


1
M pp= ∗q pp∗Lv 2
8

 Fibra superior de la viga

P f P f ∗e M PP '
f ct = − + ≥−0.25∗ √ f ci Ecuación 158
A Wt Wt

Por compresión
σ ci=0.6∗f ' ci Ecuación 159

 Fibra inferior de la viga

Pf Pf ∗e M PP '
f cb= + − ≤ 0.60∗f ci Ecuación 160
A Wb Wb

[Link]. Verificación al estado límite de resistencia

Para que la sección sea adecuada debe satisfacer las siguientes ecuaciones.

∅ M n> M u y ∅ M n >1.20 M cr

a) TENSIÓN EN EL ACERO DE PRETENSADO DE LA RESISTENCIA


NOMINAL POR FLEXIÓN

106 - 423
 Elementos con tendones Adherentes

Para secciones rectangulares o con alas solicitadas a flexión respecto de un eje


en las cuales se utiliza la distribución de tensiones aproximada especificada en el
(Art. [Link]) y para las que fpe es mayor o igual que 0.5 fpu, la tensión media en el
acero pretensado, fp s, se puede tomar como:
c
(
f ps=f pu 1−k
dp )
Ecuación 162

Dónde:
f pe=¿ Tensión efectiva en el acero de pretensado luego de las perdidas (kp/cm2)
2
fpu=1860[MPa ]=18966.4 [kp/cm ]
Au=0.987 [cm2 ]
' f pu
f s= Ecuación 163
Au
f py =0.9∗f ' s Ecuación 164
∆f
f pe=f pf + ¿ pT Ecuación 165
Torones

d p=¿ Distancia entre la fibra extrema comprimida y el baricentro de los cables de


pretensado (mm).
d cl =¿ Distancia de la parte inferior de la viga al baricentro de los tendones.

d p= ( hviga +t s )−d cl Ecuación 166


f py
(
k =2 1.04−
f pu ) Ecuación 167

f'c=280 (kp/cm2) → f'c=27.46 (MPa) Resistencia específica a compresión del


hormigón utilizada en el diseño.
Relación entre la altura de la zona comprimida equivalente solicitada
uniformemente supuesta en estado límite de resistencia y la altura de la zona
comprimida real,

β 1=0.85 Para f ' c ≤ 280 [ kp /cm2 ]

107 - 423
Para un comportamiento de sección rectangular

A ps ∗f pu + A s∗f y − A' s∗f ' y


c=
k∗A ps∗f pu Ecuación 168
0.85∗f 'c∗β1∗b+
dp

Dónde:
c= distancia entre el eje neutro y la cara comprimida (mm)
Aps= área del acero pretensado en (mm2)
fpu= resistencia específica a tracción del acero de pretensado (MPa)
As= área de la armadura de tracción de acero no pretensado (mm 2)
A's= área de armadura a compresión (mm2)
fy= tensión de fluencia de armadura a tracción (MPa)
f'y= tensión de fluencia de armadura a compresión (MPa)
b= ancho del alma (mm)
β1=Factor para el diagrama de tensiones

Altura del diafragma de tensiones equivalente


a=c∗β 1

Tensión en el acero de pretensado de resistencia nominal a flexión con tendones

adherentes

c
(
f ps=f pu 1−k
dp ) Ecuación 169

b) RESISTENCIA A FLEXIÓN MAYORADA

M r=∅ M n ; ∅=1
La resistencia nominal para secciones rectangulares es igual a:

a
[ (
∅ M n=∅ A ps∗f ps d p−
2 )] Ecuación 170

 Momento último para estado límite de resistencia:

Estado Límite de Resistencia I

108 - 423
M u=η (1.25 DC +1.5 DW +1.75 ( ¿+ ℑ ) )Ecuación 171

c) LÍMITES PARA LAS ARMADURAS

 Máxima área de acero de preesfuerzo

La máxima cantidad de armadura pretensada y no pretensada debe ser talque:

c
≤0.42
de

A ps∗f ps∗d p + A s∗f y∗d s


d e= Ecuación 172
A ps∗f ps+ A s∗f y

 Área mínima de acero de preesfuerzo

La cantidad de armadura de tracción pretensada y no pretensada deberá ser


adecuada para desarrollar una resistencia a flexión mayorada Mr, como mínimo
igual al menor valor entre: 1.2 Mcr y 1.33Mu.

Momento por Agrietamiento o fisuración del hormigón determinado en base a la


distribución elástica de tensiones y el módulo de ruptura.

Sc
M cr =S c ( f r + f cpe ) −M dnc ( S nc )
−1 ≥ Sc ¿ f r Ecuación 173

Dónde:
f cpe =¿Tension de compresión en el hormigón debido exclusivamente a fuerzas de
pretensado efectivas, (una vez que ocurrieron todas las perdidas) en la fibra
extrema de la sección en la cual las cargas aplicadas externamente provocan
tensión de tracción (MPa).
M dnc =¿Momento total no mayorado debido a la carga permanente que actúa sobre
la sección monolítica o
no compuesta (N*mm). En nuestro caso serán los momentos generados cada
tramo de 5 (m) de la viga tirante, ya que las péndolas trabajan como apoyos.

109 - 423
Sc =W ' b=¿ Módulo seccional para la fibra extrema de la sección compuesta en la
cual las cargas aplicadas externamente provocan tensión de tracción (mm 3).
Snc =W b=¿ Módulo seccional para la fibra extrema de la sección monolítica no
compuesta en la cual las cargas aplicadas externamente provocan tensión de
tracción (mm3).

Po Po∗e
f cpe = + Ecuación 174
Av W b

M dnc =M pp + M DC2 + M LH

Módulo de ruptura del hormigón

f r=0.63∗√ f 'c Ecuación 175

Wb= 84500 (cm3) = 84500000 (mm3)

Sc
M cr =S c ( f r + f cpe ) −M dnc ( S nc )
−1 ≥ Sc ¿ f r Ecuación 176

[Link]. Armadura de piel

El (Art. [Link]-4) de la norma indica que se requiere armadura de piel en cada


cara de la viga que cumpla las siguientes condiciones:
A s + A ps
A sk ≥ 0.001 ( d e−760 ) ≤ Ecuación 177
1200

de= Profundidad efectiva =430 (mm)

Sin embargo, no es necesario que el área total de armadura superficial longitudinal


(por cara) sea mayor que un cuarto de la armadura de tracción por flexión
requerida ( A s + A ps ).
A s+ A ps
A sk ≤ Ecuación 178
4∗h v

 Separación Máxima:
Smáx =¿Ecuación 179

110 - 423
hviga
¿ Barras=
S
A sk =¿Barras∗As ∅ 10

[Link]. Diseño a corte

El análisis se efectuará para la viga exterior, ya que esta resulta más solicitada
que la viga interior, la armadura determinada será distribuida de igual forma en
ambas vigas.

Por tanto en el cálculo se utilizara la altura de corte correspondiente a la viga


exterior, dv.
Se considera como resistencia nominal al corte de la sección el menor valor entre:

V c +V s +V p
Vn≤
{0.25∗f ' c∗b v∗d v +V p
Ecuación 180

d p= ( hviga +t s )−d cl

Dónde:

d p=¿ Altura efectiva correspondiente a la distancia entre la fibra extrema


comprimida y el baricentro de la fuerza de tracción en la armadura de tracción.
dv= Altura de corte efectiva
Vc=Resistencia nominal al corte del hormigón
Vs=Resistencia nominal al corte proporcionado por la armadura de corte
Vp= Componente de la fuerza de pretensado efectiva en la dirección de corte
aplicado

a) ALTURA DE CORTE EFECTIVA

 En el centro del tramo, L/2

La altura de corte efectiva se determina mediante las siguientes expresiones:

111 - 423
a
dv ≥
{ d p−
2
0.90∗d e Ecuación 181
0.72∗( h v +t s )

Altura efectiva de corte en el centro del tramo: dv =522(mm)

 En el extremo del tramo:

Distancia del centro de gravedad a la fibra superior:

d e = y t +t s
apoyo

b) DETERMINACIÓN DE SOLICITACIONES Y ARMADURA DE CORTE

 Momento y cortante por carga muerta

x=distancia a partir de la cara del apoyo hastala sección critica por corte

x=d v =468 ( mm ) ; Lc=Luz de cálculo

 Cálculo de la cortante última

Estado límite de resistencia I

V u=η ( 1.25∗V DC + 1.5∗V DW +1.75∗V ( ¿+ℑ) ) Ecuación 182

 Determinación de la componente vertical del preesfuerzo

( L2 −d ) Ecuación 183
V p=Po [ 2∗e∗

( L /2 )2
v

]
Dónde:
Po=¿Preesfuerzo en etapa de servicio.
e=¿ Excentricidad de la fuerza de preesfuerzo a medio tramo.
dv =¿ Altura de corte efectiva
L=¿ Longitud de cálculo de la viga

112 - 423
Como podemos observar V p >V u, lo cual significa que se debe utilizar armadura
transversal mínima.

 Máxima separación de la armadura transversal

La separación de la armadura transversal no será mayor que la máxima admisible


determinada de la siguiente manera:

SiV <0.125 f ' c Smáx =0.8∗d v ≤600 [ mm ]

SiV ≥0.125 f ' c Smáx =0.4∗d v ≤ 300 [ mm ]


Dónde:

vu = tensión de corte calculada de cuerdo


dv = altura de corte efectiva de acuerdo

V u−∅ V p
V= Ecuación 184
∅∗b v∗d v
SiV <0.125 f 'c

 Armadura mínima transversal

El área de armadura transversal debe satisfacer la siguiente ecuación:

' bv∗S
A v ≥ 0.083∗ √ f c
[ mm2 ]Ecuación 185
fy
b v∗S
A v ≥ 0.27∗√ f ' c [ cm2 ]Ecuación 186
fy

Dónde:

Av = área de la armadura transversal en una distancias (mm2)


bv = ancho de alma ajustado para considerar la presencia de vainas(mm)
s = separación de la armadura transversal (mm)
fy = tensión de fluencia de la armadura transversal (MPa)

113 - 423
[Link]. Coordenadas de las vainas

Vaina:
A1=N ° Torones∗Au Ecuación 187

 Coordenadas en el center line

y= y1 = y 2= y 3 Por estar en unmismo plano

Respecto a la base:
a=7.0 [ cm ]

Se debe cumplir la siguiente condición:


∅Vaina
a ≥ r min + Ecuación 188
2

 Coordenadas en el apoyo

y b= y t

 Ecuación de la parábola

y= A x 2 + Bx+C Ecuación 189

[Link]. Diseño del bloque de anclaje

 Verificación al aplastamiento de los anclajes

Fuerza de aplastamiento admisible

Pr =∅∗f n∗A bEcuación 190

Siendo fn el menor valor entre:

{ √
'
0.7∗f ∗
f n≤ ci
A g Ecuación 191
'
2.25∗f ci

Dónde:
Ø=0.80; Factor de Resistencia.

114 - 423
A=¿ Máxima área de porción de superficie de apoyo, similar al área cargada-
concéntrica con la misma (mm2)
Ag=¿ Área bruta de la placa de apoyo (mm2).
Ab=¿ Área neta efectiva de la placa de apoyo calculada como área Ag menos el
área de orificios de la placa de apoyo (mm2).
f ' ci=¿ Resistencia nominal del hormigón en el momento de aplicar la fuerza en el
tendón (21.97 MPa).

Determinación de áreas en la placa de apoyo y zona de anclaje

A=bb∗S Ecuación 192


A g=l∗l Ecuación 193
π∗7.32
AVaina = Ecuación 194
4
Ab =A g− AVaina Ecuación 195

Por tanto la fuerza de aplastamiento es:

Pr =∅∗f n∗A b Ecuación 196


Fuerza de preesfuerzo en cada tendón mayorada:

Po
P u= ¿
Vainas

 Verificación de la tensión de compresión

f ca <0.7∗∅∗f ' ci → ∅=0.80 Ecuación 197

Compresión en el hormigón en la zona de anclaje:

0.6∗Pu∗K
f ca=
1 1 Ecuación 198
( (
Ab 1−l c∗ −
beff t ))
Si a ≤s<2*aeff, entonces:

s
K=1+ 2−( a eff () 0.3+ 15n ) Ecuación 199

115 - 423
Si s≥2*aeff, entonces:

K=1
Dónde:

K= Factor de corrección para anclajes poco separados


aeff= Dimensión lateral del área de apoyo efectiva, medida paralela a la mayor
dimensión de la sección transversal (mm)
beff= Dimensión lateral del área de apoyo efectiva, medida paralela a la menor
dimensión de la sección transversal (mm)
Pu= Fuerza mayorada en el tendón (N)
t=bb= Espesor del elemento (mm)
s= Separación entre centros de anclajes (mm)
n= Número de anclajes en una fila
lc= Extensión longitudinal de la armadura de confinamiento de la zona local, no se
debe tomar mayor que el mayor valor entre 1.15 aeff o 1.15 beff (mm)
Como a ≤s<2*aeff

s
K=1+ 2−( a eff () 0.3+ 15n )
0.7∗∅∗f ' ci

 Cálculo de la fuerza de desgarramiento (T),

a
( )
T burst=0.25∗∑ Pu 1−
h
+0.5∗∑ ( Pu∗sin α ) Ecuación 200

Dónde:

T burst=¿ Fuerza de tracción en la zona de anclaje actuando delante del dispositivo


de anclaje y transversal al eje del tendón (N)

Pu=¿ Fuerza mayorada en el tendón (N)

116 - 423
d burst =¿ Distancia entre dispositivo de anclaje y baricentro de la fuerza de
desgarramiento, T burst (mm)

a=¿ Dimensión lateral del grupo de dispositivos o dispositivo de anclaje en la


dirección considerada (mm)

e=¿ Excentricidad del dispositivo de anclaje o grupo de dispositivos de anclaje


respecto al baricentro de la sección transversal, siempre positiva (mm)

h=¿ Dimensión lateral de la sección transversal en la dirección considerada (mm)

α =¿ Ángulo de inclinación de la fuerza en un tendón respecto del eje del elemento

 Determinación de (α) en el apoyo

α =1.15 °

Ubicación de la fuerza de desgarramiento:

d burst =0.5∗( h−2∗e ) +5∗e∗sin α Ecuación 201

e=¿ Excentricidad de la resultante de la fuerza de preesfuerzo en la zona de


apoyo (mm)
h=¿ Altura de la sección

d burst =0.5∗( 650−2∗0 ) +0

 Armadura de refuerzo en zona de anclaje

La armadura debe ser distribuida delante de la superficie cargada a lo largo de


ambos lados del tendón en una distancia igual al menor valor entre 2.5 d burst para el
plano considerado y 1.5 veces la correspondiente dimensión lateral de la sección
(h).

Distancia a distribuir la armadura:

117 - 423
d ≤ 2.5∗d burst Ecuación 202
{
1.5∗h
T burst
Ascal=
∅∗f y

As cal
¿estribos =
2∗As Ø 12

Separación entre estribos:

d
S= Ecuación 203
¿ estribos

2.3.12. Diseño de péndolas

Las péndolas estarán constituidas de cables de baja relajación similar al utilizado


en elementos postensados, formado por siete alambres cuyas características son:

Acero ASTM A 416, resistencia a tracción:

f pu=1860 [ MPa ] ; f pu=18966 [ kp/cm2 ]

Área nominal del torón:


Au =0.987 [ cm2 ]

Resistencia por fatiga:


f fatiga =∅ fatiga∗f puEcuación 204

Factor de resistencia por fatiga


∅ fatiga =0.45

Resistencia por Ruptura:


f ruptura =∅ ruptura∗f pu Ecuación 205
Factor de resistencia por ruptura
∅ ruptura =0.80

118 - 423
[Link]. Determinación del número de cables

La tensión de trabajo de los cables generalmente está definida por la resistencia a


fatiga, por tanto para determinar el número de cables se usará esta tensión:

f fatiga =8534.8 [ kp /cm2 ]

 Esfuerzo máximo en la péndola más solicitada

P=89358 [ kp ]
 Área de torones

P
A s= Ecuación 206
fs

 Número de torones
As
¿Torones = Ecuación 207
Au
 Área real de torones

AsReal =¿Torones∗A u Ecuación 208

 Verificación de tensiones admisibles

Tensión admisible por fatiga:

Pr=f fatiga∗As Real Ecuación 210


Tensión admisible por ruptura:
Pu=f ruptura∗AsReal Ecuación 211

[Link]. Anclaje de Péndolas

Para anclajes de péndolas se utilizan anclajes del tipo BBR HiAm CONA figura 28,
los cuales se adecuan a este caso y cuyas especificaciones técnicas se detallan
en anexo E.

119 - 423
Figura 28. Detalle de anclaje para los cables de péndolas

Fuente: SICOES

2.3.13. Diseño estructural de los arcos

La longitud sin apoyo lateral de un elemento comprimido se toma como la


distancia libre entre elementos capaces de proveer apoyo lateral, en este caso la
división del arco se realiza en segmentos que estarán divididos por riostras o
contravientos.

Como el arco es simétrico el diseño solo se realizara para la mitad del arco,
aplicando las solicitaciones últimas mayoradas.

El diseño del arco se realizara para el segmento más solicitado.


 Verificación de la distribución de armadura

h−2∗r−2∗∅ estribo−⋕ barras∗∅ long


Sy=
⋕barras−1

Ecuación 211

Separación entre barras en el eje x:

h−2∗r−2∗∅ estribo−⋕barras∗∅long
Sx=
⋕barras −1

Verificación de la cuantía mecánica

A st
ρ= Ecuación 212
Ag

120 - 423
Dónde:
ρ=¿ Cuantía geométrica de la sección transversal
A st =¿ Área total de acero en la sección transversal
A g = Área bruta de la sección transversal

1 % ≤ ρ≤ 8 %

[Link]. Solicitaciones del arco

Las solicitaciones del arco son determinadas para cada combinación de carga,
mediante el programa SAP2000-V14.0. Los valores que aquí se muestran
corresponden a la envolvente de las combinaciones de cargas propuestas.

[Link]. Verificación de pandeo en el arco

En el sentido transversal al puente, el pandeo queda restringido generalmente por


las riostras del arco o contravientos. El sentido longitudinal en el plano del arco, la
estructura puede pandearse tomando una configuración de curva inversa en que
la mitad del arco se flexione hacia arriba y a la otra mitad hacia abajo, esta
posibilidad de pandeo de todo el arco se verificara según lo siguiente:

Un estudio detallado de este fenómeno puede ser encontrado en el libro de Theory


of elastic Estabilyty de los autores S. P. Thimoshenko y J. M. Gere, en la gráfica
de la figura 7-57, está el coeficiente “C” para evaluar la fuerza de pandeo.

Figura 29: Coeficiente de pandeo para arcos C1

121 - 423
Fuerza de pandeo horizontal

C 1∗EI
H= Ecuación 213
L2

Fuerza uniforme que causa pandeo

C2∗EI
q= Ecuación 214
L3

Dónde:
C 1∗f
C 2= ∗8Ecuación 215
L

C 1=¿ Coeficiente de pandeo horizontal


C 2=¿ Coeficiente de pandeo de carga uniforme
E=¿ Módulo de elasticidad del material
I =¿ Momento de inercia
f =¿ Flecha del arco

122 - 423
L=¿ Luz del arco
Relación flecha/luz = 12/60= 1/5=0.2

Para un arco de hormigón de sección constante y empotrada, verificamos el


pandeo en un arco parabólico soportando una carga uniformemente distribuida en
proyección horizontal.

 Máxima solicitación horizontal en los extremos del arco

H ux < H

 Máxima solicitación por fuerza uniforme de las péndolas en el arco

Sumatoria de fuerzas generadas en las péndolas por las cargas actuantes:

∑ F pendolas=1467911 [ kp ]
Como las condiciones de esbeltez se cumplen entonces es correcto diseñar el
arco como una columna corta dentro la teoría de las pequeñas deformaciones.

VERIFICACIÓN DE LA SECCIÓN PROPUESTA PARA ESFUERZOS MÁXIMOS

La verificación de esfuerzos máximos en la sección transversal se realizó con el


programa CSiCol-V8.4.0.

[Link]. Diseño del refuerzo transversal

El diseño del refuerzo transversal se realiza para el elemento más solicitado en el


arco de la misma manera que para el refuerzo longitudinal.

a) VERIFICACIÓN A CORTE

 Resistencia nominal al corte, V n


Se determina como el menor valor entre:
V c +V s +V p
Vn≤
{
0.25∗f 'c∗b v∗d v +V p
Ecuación 216

123 - 423
 Esfuerzo de corte absorbido por el concreto, V c

V u >0.5∗∅∗( V c +V p ) ; V p =0

V c =0.53∗β∗ √ f c '∗b v∗d v [ kp ]

Dónde:

β=2.0 Factor que indica la capacidad del hormigón fisurado diagonalmente de


transmitir tracción (Art. [Link])
θ=45 ° Angulo de inclinación de las tensiones de compresión diagonal (AASHTO-
LRFD Art. [Link])
b v =50 [ cm ]
h v =70 [ cm ]

∅ long
d v =h−r−∅ estr − Ecuación 217
2

 Cálculo de refuerzo de acero por corte, A v

Máxima separación de la armadura transversal. La separación de la armadura


transversal no debe ser mayor que la máxima separación admisible, determinada
de la siguiente manera:
Por lo tanto:
Smáx ≤ ¿

 Cálculo de acero para estribos

Los estribos se colocaran perpendiculares al eje de la viga, por lo tanto para


α =90 ° y θ=45 °

A v∗f y∗d v
V s= Ecuación 218
S
Por otro lado:
Vu
V s= −V c

124 - 423
 Armadura de corte mínima, A v(min)

0.27∗ √ f c '∗b v∗S


A v(min) ≥ Ecuación 219
fy

Dónde:
Av = área de la armadura transversal en una distancias (mm2)
bv = ancho de alma ajustado para considerar la presencia de vainas (mm)
s = separación de la armadura transversal (mm)
fy = tensión de fluencia de la armadura transversal (MPa)

a) VERIFICACIÓN A TORSIÓN

El Art. [Link], indica que en hormigón de densidad normal, los efectos torsionales
se deben investigar cuando:

T u> 0.25∗∅∗T crEcuación 220

Dónde:
T u=¿Momento torsor mayorado (N*mm)
T cr =¿Momento de fisuración por torsión (N*mm)
∅=0.9 Factor de resistencia para torsión

0.328∗√ f c '∗A cp 2
T cr = Ecuación 221
Pc

Dónde:
Acp =¿ Área total encerrada por el perímetro exterior de la sección de hormigón
(mm)
Pc =¿ Longitud del perímetro exterior de la sección de hormigón (mm)

f c ' =350[kg /cm 2]=34.32 [ MPa ]

La sección que resiste torsión es el alma de la viga:


Acp =h v∗b v
Pc =2∗hv +2∗b v

125 - 423
 Momento Torsor Último

Verificamos si requiere refuerzo por torsión:

0.25∗∅∗T cr

T u> 0.25∗∅∗T cr

 Cálculo del refuerzo a torsión

La armadura por torsión posee armadura transversal (estribos).

 Área transversal de acero por torsión, At

El área de acero para una resistencia nominal a torsión T u=∅ T n , es:

2∗A o∗At∗f y∗cotθ A t


T n= → Ecuación 222
S S

Dónde:
Ao =¿ Área encerrada por el recorrido del flujo de corte, incluyendo el área de
cualquier abertura que hubiera (cm2).
At =¿ Área de una rama de la armadura transversal de torsión cerrada (cm 2)
Generalmente el término A0 se puede tomar 0.85 A0 h. Collins y Mitchell (1991)
presentan la justificación en la cual se basa esta sustitución, que por lo general es
conservadora.

Ao =0.85∗A oh

Dónde:
Aoh=¿ Área encerrada por el eje de la armadura transversal de torsión cerrada
exterior incluyendo el área de cualquier abertura (cm 2).
Ph=¿ Perímetro del eje de la armadura transversal de torsión cerrada, (cm)
Distancia horizontal del eje del estribo cerrado más extremo
∅ est
x 0=b−2∗r−2 Ecuación 223
2

126 - 423
Distancia vertical del eje del estribo cerrado más extremo

∅ est
y 0=h−r ¿ −r inf −2 Ecuación 224
2

Área del eje del estribo cerrado más extremo

A0 h =x0∗y 0 Ecuación 225

Perímetro del eje del estribo cerrado más extremo

Ph=2∗( x 0 + y 0 ) Ecuación 226


A0 =0.85∗A 0 h

 Armadura transversal total, A v+t

Según la ACI 318-05, El refuerzo necesario para torsión debe ser agregado al
necesario para cortante.

A v+t A v 2∗A t
= + Ecuación 227
S S S

As Ø 10
S=
A v+t
S
 Área longitudinal de acero por torsión, Al

2 2
M u 0.5∗N u Vu 0.45∗P h∗T u
A s∗f y ≥
∅ f ∗d v
+
∅c
+ cotθ∗
√( ∅v )(
−0.5∗V s +
2∗A o∗∅t )
Ecuación 228

Dónde:
A s=¿ Área de acero longitudinal por flexión y torsión (mm 2)
∅ f ; ∅c ; ∅ v ; ∅t =¿ Factores de resistencia para flexión, compresión, corte y torsión.

127 - 423
2.3.14. Diseño de topes sísmicos

Los arcos y las vigas están apoyadas sobre elementos de Neopreno, por lo cual
ante la presencia de un sismo, se pueden producir desplazamientos relativos entre
la superestructura y la infraestructura. Para limitar estos desplazamientos y
soportar el impacto de la superestructura, se construyen topes sísmicos o bloques
de hormigón fijados a la infraestructura.

La altura de los topes debe ser mayor o igual a 30 cm, y se deberá tener una
separación entre los topes y la superestructura igual al desplazamiento sísmico
trasversal más 5 cm,

Figura 30: Ubicación y dimensión mínima del tope sísmico

Fuente: Elaboración propia

128 - 423
2.4. ESTUDIO TOPOGRÁFICO

La topografía es una técnica que describe el conjunto de procedimientos para


determinar las posiciones relativas de los puntos sobre la superficie de la tierra,
mediante la combinación de las medidas según los tres elementos del espacio:
distancia y elevación medidas en unidades de longitud (en sistema métrico
decimal) y dirección medida en unidades de arco (grados sexagesimales). La
topografía explica los procedimientos y operaciones del trabajo de campo, los
métodos de cálculo o procesamiento de datos y la representación del terreno en
un plano o dibujo topográfico a escala.

Los estudios topográficos tienen como objetivo:

 Realizar los trabajos de campo que permitan elaborar los planos


topográficos.
 Determinar las secciones transversales del lugar de emplazamiento del
puente, también secciones transversales aguas arriba y aguas abajo cada
20 metros.
 Proporcionar información de base para los estudios de hidrología, hidráulica
y geotecnia.
 Determinar la ubicación de los elementos estructurales.
 Establecer puntos de referencia para el replanteo antes de la construcción.

Los estudios topográficos deberán comprender como mínimo lo siguiente:

 Levantamiento topográfico general de la zona del proyecto con curvas de


nivel a intervalos de 1 metro y comprendiendo por lo menos 100 metros a
cada lado del puente en dirección longitudinal al eje de la carretera y en
dirección longitudinal al río.
 Topografía de la zona de ubicación del puente y sus accesos, los planos
deben indicar los accesos del puente, como ser: autopistas, caminos, vías
férreas y otras posibles referencias, además de indicar la vegetación
existente.

129 - 423
 Se debe hacer un levantamiento detallado del fondo del río, indicando en
planos la dirección del curso del agua y los meandros del río si
corresponde.
 Ubicación e indicación de cotas de puntos referenciales y de Bench Marks3.
 Levantamiento catastral de las zonas aledañas al puente, indicando
edificaciones u otras obras que interfieran con el puente o sus accesos o
que requieran ser expropiadas.

2.4.1. Levantamiento topográfico

El levantamiento topográfico es el conjunto de actividades que se realizan en el


campo con el objetivo de capturar la información necesaria que permita determinar
las coordenadas rectangulares de los puntos del terreno, ya sea directamente o
mediante un proceso.

2.4.2. Información de Campo

El reconocimiento del terreno permite tener un conocimiento más real del alcance
del levantamiento y de la localización de los mojones de concreto que sirven como
puntos de referencia.

Estos mojones se utilizan como partida para el levantamiento y sirven como


referencia y amarre durante el proceso constructivo, además los mojones están
debidamente ligados a coordenadas y altura reales, que se obtienen a partir de un
GPS de doble frecuencia.

El levantamiento topográfico se realiza con el método de la radiación mediante la


utilización de la Estación Total. El método de la radiación es el comúnmente
empleado en levantamientos de superficies de mediana y gran extensión, en
zonas de topografía accidentada, con vegetación espesa.

Este método se apoya en una poligonal base previamente levantada donde con
los vértices se hacen radiaciones a fin de determinar la ubicación de los puntos de

130 - 423
relleno y de detalles, estos puntos son aquellos que individualizan detalles o
accidentes del terreno o relieve. La estación total con prisma grava
automáticamente los puntos con sus coordenadas, en un archivo con formato
ASCII4 en una libreta de campo electrónica.

Figura 31: Levantamiento por radiación

Fuente:
Casanova M., Leonardo, Levantamientos topográficos.

2.4.3. Procesamiento de la información

Con la información de campo, se procesa los datos extraídos de la estación total,


para realizar el cálculo y ajuste de la misma en otro programa. La elaboración del
plano topográfico empieza en la generación de una nube de puntos con posición
verdadera tomadas en campo, a partir del archivo de texto obtenido en el
procesamiento de coordenadas. Estos datos se clasifican de acuerdo a la
descripción de los puntos en un procesador de texto o una hoja de cálculo y se
programan en el programa de dibujo AutoCAD Civil 3d. Este programa procede a
la interpretación de la toma de puntos en campo, uniendo mediante líneas y/o
convenciones de acuerdo a los esquemas dibujados, el procedimiento se realiza
hasta unir de forma consistente todos los puntos, para luego generar las curvas de
nivel cada metro, a escala 1:1 para la observación precisa y sin distorsión de los
detalles levantados.

2.4.4. Curvas de nivel a partir de una imagen satelital

Para la delimitación de una cuenca hidrográfica y cauces realizar un levantamiento


topográfico requiere una gran inversión de tiempo y dinero, por ello, se realiza la

131 - 423
delimitación en base a curvas de nivel obtenidas mediante una imagen satelital,
como ser, por medio del satélite Google Earth. Para la obtención de dichas curvas
el programa Global Mapper permite la generación de un modelo digital de terreno
(MDT) en base a la imagen satelital de Google Earth y con la ayuda del software
AutoCAD Civil 3D Land Desktop a partir del MDT generado se obtiene las curvas
de nivel con el intervalo deseado. Para obtener las curvas de nivel del sector de
estudio se debe trabajar en unidades métricas, en la Zona y Datum
correspondiente.

2.4.5. AutoCAD Civil 3D Land Desktop Companion 2009

Land Desktop es una herramienta muy importante pues ayuda al mejor desarrollo
de proyectos tales como: carreteras, edificios, obras hidráulicas, planificación
urbana y rural, etc. Además de ser un potente software de aplicación, que forma
parte de la solución para proyectos de infraestructura de autodesk, pensado para
los profesionales de ingeniería civil, topografía, y gestión de infraestructura.

2.5. ESTUDIO GEOTECNICO

En términos generales, la ingeniería geotécnica es la rama de la ingeniería civil


que utiliza métodos científicos para determinar, evaluar y aplicar las relaciones
entre el entorno geológico y las obras de ingeniería. En un contexto práctico, la
ingeniería geotécnica comprende la evaluación, diseño y construcción en donde
se utilizan materiales de tierra.

A diferencia de otras disciplinas de ingeniería civil, que típicamente se ocupan de


materiales cuyas propiedades están bien definidas, la ingeniería geotécnica se
ocupa de materiales sub-superficiales cuyas propiedades, en general, no se
pueden especificar.

132 - 423
Los pioneros de la ingeniería geotécnica se apoyaron en el "método de
observación", para comprender la mecánica de suelos y rocas y el
comportamiento de materiales de tierra bajo cargas. Este método fue mejorado
con el advenimiento de instrumentación electrónica de campo, amplia
disponibilidad de poderosas computadoras personales, y desarrollo de refinadas
técnicas numéricas. Estas técnicas hacen ahora posible determinar con mayor
precisión la naturaleza y comportamiento no homogéneo, no lineal y anisotrópicos
de materiales de tierra para aplicación a obras de ingeniería.

"La magnitud de la diferencia entre el comportamiento de suelos reales bajo


condiciones de campo, y el comportamiento pronosticado con base en la teoría,
solo puede conocerse mediante la experiencia en el campo." (Terzaghi)..

Mediante la geotecnia se podrá identificar riesgos naturales, como son suelos y


minerales de roca expansivos, taludes naturales y artificiales inestables, y antiguos
depósitos de relleno y fallas que tenga el terreno.

Las fallas se relacionan con la licuación de los suelos durante los terremotos,
presión hidrostática baja y daños en estructuras causados por el agua debido a la
elevación del nivel freático, desestabilización de las cimentaciones por socavación
y desbordamientos, o erosión por oleaje en diques y presas de tierra.

2.5.1. Perfil estratigráfico

Es el que se realiza a partir de datos de perforaciones, de datos de prospección


geofísica, o bien de cortes naturales o artificiales del terreno que muestran las
rocas que conforman la columna estratigráfica, mediante los cuales se puede
reconstruir la estratigrafía del subsuelo, acorde con la profundidad que demanda el
proyecto.

2.5.2. Presión lateral del suelo

Es la presión que el suelo ejerce en el plano horizontal o a lo ancho de los mares


de alta mar como en el atlántico oeste y el frío del ecuador. Las aplicaciones más
comunes de la teoría de presiones laterales en suelos son el diseño de estructuras

133 - 423
cimentadas como muros de tierras, zapatas, túneles y para determinar la fricción
del terreno en la superficie de cimentaciones profundas. Para describir la presión
que un suelo puede ejercer se usa un coeficiente de presión lateral, K. K es la
relación entre la presión lateral u horizontal respecto a la presión vertical (K =
σh'/σv'). Esta fórmula está asumida por ser directamente proporcional y se cumple
en cualquier punto del suelo. K puede depender de las propiedades mecánicas del
suelo y de la historia tensional del suelo. Los coeficientes de presión lateral puede
variar dentro de tres categorías: presión en reposo, presión activa y presión
pasiva.

Los coeficientes de presión son usados en análisis de ingeniería geotécnica


dependiendo de las características de su aplicación. Existen muchas teorías para
predecir la presión lateral, algunas empíricas y otras analíticas.

2.5.3. Ensayos en sitio

Debido a la dificultad de obtención de muestras no disturbadas en algunos tipos


de suelos con las cuales se pueda determinar las características del terreno, se
han desarrollado ensayos en sitio que evitan estos problemas. La mayoría de los
métodos utiliza correlaciones para obtener los parámetros de diseño, a partir de
los resultados de las pruebas mediante investigaciones en suelos específicos
como arcillas medias y arenas cuarzosas, su aplicación en otro tipo de suelos
debe ser cuidadosa.

El ensayo utilizado para la caracterización del suelo de fundación del presente


proyecto es el de Penetración Estándar (SPT)

[Link]. Ensayo de penetración estándar (SPT)

Constituye el ensayo o prueba más utilizada en la realización de sondeos, la cual


está estandarizada por la norma ASTM D-1586, el objetivo del ensayo es hallar la
medida la capacidad portante del suelo, así como el ángulo de fricción y tomar
muestras representativas para el desarrollo de los ensayos de laboratorio y
determinar características generales de la muestra.

134 - 423
Consiste en contar el número de golpes necesarios para que se introduzca a una
determinada profundidad una cuchara (cilíndrica y hueca) de diámetro exterior de
51 milímetros e interior de 35 milímetros, que permite tomar una muestra,
naturalmente alterada, en su interior. El peso de la masa esta normalizado, así
como la altura de caída libre, siendo de 63.5 kilopondios y 76 centímetro
respectivamente.

El ensayo SPT tiene su principal utilidad en la caracterización de suelos


granulares (arenas o gravas arenosas), en las que es muy difícil obtener muestras
inalteradas para ensayos de laboratorio. Al estar su uso muy extendido, se han
planteado correlaciones entre el golpeo SPT y las características de los suelos
arenosos, así como con diversos aspectos de cálculo y diseño geotécnico.

a) Determinación de la capacidad portante del suelo

La capacidad portante o admisible del suelo es la máxima presión media de


contacto entre la cimentación y el terreno tal que no se produzca un fallo por corte
del suelo o un asentamiento diferencial excesivo, siendo la capacidad última del
suelo aquella antes de la falla por corte.

De acuerdo al ensayo SPT se obtienen los valores de la cohesión no drenada y el


ángulo de fricción del suelo, a partir de los cuales se determina la capacidad última
de apoyo del suelo mediante el método de Meyerhof considerando la condición
más crítica de acuerdo al tipo de suelo, es decir, considerando una condición no
crenada (ϕ = 0) para el caso de suelos cohesivos y por el contrario condiciones
drenadas (C =0) para el caso de suelos granulares.

Factores de seguridad

El factor de seguridad FS se puede tomar igual a 3 para arcillas y limos y 2.5 para
arenas, sin embargo se recomienda que para la construcción de puentes
carreteros se tome un factor de 3.5.

Método de Meyerhof y Vesic

135 - 423
El método de Meyerhof es uno de los más ampliamente utilizados y que produce
resultados similares a los obtenidos en la realidad, la hipótesis utilizada para la
aplicación del método corresponde a la de carga vertical centrada y superficie
horizontal de fundación. Donde la capacidad última de carga es determinada
considerando la condición crítica de acuerdo al tipo de suelo, es decir,
considerando una condición no drenada (Φ '= 0) para el caso de suelos cohesivos
y por el contrario (Cu = 0) para el caso de suelos granulares.

La diferencia entre Meyerhof y Vesic es en que el segundo método únicamente no

considera los factores de capacidad de forma y profundidad.

Capacidad última de carga:

q u=C u N c d c + q N q s q d q +0.5 γ s B N γ s γ d γ Ecuación 229

Factores de capacidad de carga:

ϕ
(
N q =e π tan ϕ ∙ tan 2 45+
2 ) Ecuación 230

N c =( N q−1 ) ∙ cot ϕ Ecuación 231

N γ =( N q−1 ) ∙ tan ( 1.4 ϕ ) Ecuación 232

Factores de capacidad de forma:

0.2∗k p∗B
sc =1+ , para cualquier valor de ϕ Ecuación 233
L

0.1∗k p∗B
sq =s γ =1+ , para ϕ>10 o Ecuación 234
L

sq =s γ =1 para ϕ=0 Ecuación 235

Factores de profundidad:

0.2∗ √ k p∗D f
d c =1+ , para cualquier valor de ϕ Ecuación 236
B

0.1∗√ k p∗D f
d q =d γ =1+ , para ϕ>10 o Ecuación 337
B

136 - 423
d q =d γ =1 , para ϕ=0 Ecuación 338

ϕ
(
k p=tan 2 45+
2 ) Ecuación 339

Dónde:

q u = Capacidad de carga última (KN/m2).

C u = Cohesión no drenada (KN/m2).

N c = Factor de capacidad de carga por cohesión.

d c = Factor de profundidad por cohesión.

q = Presión de sobrecarga o esfuerzo total (KN/m 2).

N q = Factor de capacidad de carga por sobrecarga efectiva.

sq = Factores de forma por sobrecarga efectiva.

d q = Factores de profundidad por sobrecarga efectiva.

γ s = Peso específico natural o húmedo del suelo, (KN/m 3).

B = Base o dimensión más corta de una cimentación (m).

N γ = Factor de capacidad de carga por peso específico.

sγ = Factores de forma por peso específico.

d γ = Factores de profundidad por peso específico.

ϕ = Ángulo de fricción interna del suelo.

k p = Coeficiente de empuje pasivo.

L = Longitud o dimensión mayor de una cimentación (m).

D f = Profundidad de desplante de la cimentación (m).

Capacidad neta del suelo:

q neta =q u−γ s ∙h Ecuación 240

Capacidad portante del suelo:

137 - 423
qneta
q adm= Ecuación 241
FS

Dónde:

q adm = Capacidad de carga admisible (KN/m2)

FS = Factor de seguridad

A continuación se muestran valores típicos de capacidad admisible para suelos


granulares.

Tabla 27: Valores típicos de capacidad admisible para suelos granulares


Presión admisible
Tipo de suelo
(Kg/cm2)

Gravas y mezclas de arena y grava, muy densas >6

Gravas y mezclas de grava y arena, medianamente


2-6
densas a densas

Gravas y mezclas de arena y grava, sueltas <2

Arena muy densa >3

Arena medianamente densa 1-3

Arena suelta <1

Fuente: Suelos y cimentaciones,


Mapfre

2.5.4. Ensayos de laboratorio

Básicamente, para proyectos de puentes se requieren de los siguientes ensayos,


que se realizarán con las muestras tomadas en el ensayo de penetración en sitio.

 Contenido de humedad natural según la Norma ASTM D-2216-71

138 - 423
 Análisis granulométrico según la Norma ASTM D-422-63
 Clasificación del suelo según la Norma ASTM D-2487-69
 Límites de Atterberg
 Límite líquido según la Norma ASTM D-423-66
 Límite plástico según Norma ASTM D-424-59
 Determinación del índice plástico
 Determinación del índice de consistencia

[Link]. Contenido de humedad (ASTM D-2216-71)

El método tradicional de determinación de la humedad del suelo en laboratorio es


por medio del secado a horno de la muestra, donde la humedad de un suelo es la
relación expresada en porcentaje entre el peso del agua existente en una
determinada masa de suelo y el peso de las partículas sólidas.

Mw
w= ∗100 Ecuación 242
Ms

Dónde:

w = Contenido de humedad (%)

Mw = Peso húmedo (gr)

Ms = Peso seco (gr)

[Link]. Análisis granulométrico (ASTM D-422-63)

La clasificación granulométrica es la medición y graduación de los granos de una


muestra de suelo, con fines de análisis, tanto de su origen como de sus
propiedades mecánicas, y el cálculo de la abundancia de los correspondientes a
cada uno de los tamaños previstos por una escala granulométrica. El método de
determinación granulométrico más sencillo es hacer pasar las partículas por una
serie de mallas de distintos anchos de entramado (método mecánico) que actúan
como filtros de los granos determinando las cantidades de material que quedan

139 - 423
retenidos en cada uno de los tamices y obtener la curva granulométrica del suelo
en ensayo.

Curva granulométrica

Es la representación gráfica de los resultados obtenidos en el ensayo de


granulometría en laboratorio. Se representa gráficamente en un papel denominado
"log-normal" por tener en la horizontal una escala logarítmica, y en la vertical una
escala natural.

[Link]. Clasificación del suelo (ASTM D-2487-69)

El Sistema Unificado de Clasificación de Suelos (Unified Soil Classification


System) fue incluido por la American Society for Testing Material entre sus
métodos normalizados (ASTM: D 2487-69). En la clasificación ASTM, los suelos
se dividen en tres grandes grupos. En la denominación de los suelos se utilizan
símbolos para los que se usan las iniciales en inglés.

Suelos de grano grueso

Constituidos por gravas y arenas con menos del 50% de finos que pasan por el
tamiz Nº 200 ASTM (0,074 mm). Estableciéndose varios subgrupos en función de
la granulometría del suelo y de la plasticidad de la fracción que pasa por el tamiz
Nº 40 (0,42 mm).

En la suelos de grano grueso se utilizan los prefijos G (grava) y S (arena), y los


sufijos W (bien graduado) y P (mal graduado), y M (limo) y C (arcilla). De esta
forma, los suelos serán gravas (G) si el 50% o más de la fracción retenida por el
tamiz Nº 200 es retenida por el tamiz Nº 4, o arenas (S) en el caso contrario. Los
grupos GW o SW, gravas y arenas bien graduadas con pocos finos o sin ellos
(menos del 5% pasa por el tamiz Nº 200), tienen impuesta una doble condición
para los coeficientes de uniformidad y curvatura, con el fin de asegurar que su
curva granulométrica es extendida y regular. A los grupos GP y SP pertenecen las
gravas y arenas mal graduadas, con pocos finos o sin ellos. Los grupos GM, GC,
SM y SC corresponden a las gravas y arenas con una proporción importantes de

140 - 423
finos (más del 12% pasa por el tamiz Nº 200). El sufijo M o C se refiere a la
plasticidad de la fracción empleada (que pasa por el tamiz Nº 40) determinada por
los Límites de Atterberg.

Si el suelo queda representado por debajo de la línea A en el gráfico de plasticidad


se trata de un suelo limoso (M) y si está representado por encima se trata de un
suelo arcilloso (C). Para los casos intermedios, en los que la fracción de finos que
pasan por el tamiz Nº 200 está entre el 5 y el 12% o cuando el punto que
representa al suelo se encuentra sobre la línea A o por encima con índice de
plasticidad entre 4 y 7, se utiliza un símbolo doble (como GW-GM).

Suelos de grano fino

Constituidos por los suelos con 50% o más de finos. Se trata de suelos arcillosos y
limosos, estableciéndose una subclasificación en función de la relación entre su
límite líquido y su índice de plasticidad y según que contengan o no materia
orgánica.

En suelos de grano fino se utilizan los prefijos M (limo), C (arcilla) y O (suelo con
materia orgánica), y los sufijos L (bajo límite líquido) y H (alto límite líquido). Para
la clasificación de un suelo como arcilla o limo, se utiliza exclusivamente el gráfico
de plasticidad, en el que la línea A separa convencionalmente las arcillas
inorgánicas de los limos inorgánicos y de los suelos finos orgánicos, que a su vez
se distinguen porque estos últimos tienen un color marrón oscuro y un olor
característico cuando están húmedos y calientes, y su límite líquido se reduce en
más de 25% al ser determinado en una muestra secada en estufa durante 24
horas a 110ºC. Los sufijos H y L se asignan si el límite plástico es mayor de 50 o
no, respectivamente. Los suelos intermedios se designan también con un doble
símbolo (por ejemplo, CL-ML).

Suelos de estructura orgánica

Constituidos fundamentalmente por materia orgánica fibrosa, como las turbas


(PT). Estos suelos se identifican fácilmente por su color marrón oscuro y su olor a
materia orgánica en descomposición.

141 - 423
[Link]. Límites de Atterberg

Los límites de Atterberg son contenidos de humedad específicos en los cuales el


suelo se encuentra en etapa de transición, de un estado de una consistencia a
otro. Para ciertos contenidos de humedad el suelo presenta uno de los cuatro
estados distintos de consistencia, que son: sólido, semisólido, plástico y líquido.
Puede hablarse de los límites de Atterberg en suelos que tienen un tamaño de
partículas que pasan por el tamiz No 40.

a) Límite líquido (ASTM D-423-66)

El límite líquido (LL) es la humedad a partir de la cual un suelo deja de tener un


comportamiento plástico y pasa a tener un comportamiento viscoso, es decir, es la
humedad límite entre el estado plástico y el estado viscoso. A partir de esta
humedad el suelo fluiría. Esta propiedad se mide en laboratorio mediante la
Cuchara de Casagrande.

b) Límite plástico (ASTM D-424-59)

El límite plástico (LP) es la humedad a partir de la cual un suelo deja de tener un


comportamiento frágil para pasar a tenerlo plástico, es decir, la humedad límite
entre el estado sólido y el plástico. A partir de esta humedad, el suelo puede sufrir
cambios de forma irreversibles sin llegar a fracturar, y por debajo de esta el suelo
no presenta plasticidad.

c) Índice de plasticidad

El Índice de plasticidad se define como la diferencia numérica entre el Limite


Liquido y el Limite Plástico: 

IP=¿−LP Ecuación 243

Dónde:

IP = Índice de plasticidad

¿ = Límite líquido

LP = Límite plástico

142 - 423
Tabla 28: Valores de plasticidad del suelo

IP Descripción

0-3 No plástico

3-15 Ligeramente plástico

15-30 Baja plasticidad

>30 Alta plasticidad

Fuente: Página de internet (Wikipedia)

d) Índice de consistencia
Con el índice de consistencia puede evaluarse la consistencia actual que presenta
el suelo en base al límite líquido, índice de plasticidad y el contenido de humedad
actual que presente el suelo.

¿−w
IC= Ecuación 244
¿−IP

Dónde:

IP = Índice de plasticidad

¿ = Límite líquido

IC = Índice de consistencia

w = Contenido de humedad del suelo

2.6. ESTUDIO HIDROLOGICO E HIDRAULICO

La Hidrología se define como la ciencia que estudia la disponibilidad y la


distribución del agua sobre la superficie terrestre. En la actualidad la Hidrología
tiene un papel muy importante en el Planeamiento del uso de los Recursos
Hidráulicos, ya que los proyectos hidráulicos se consideran de dos tipos: los
proyectos que se refieren al uso del agua y los que se refieren a la defensa contra
los daños que ocasiona el agua.

Donde la Ingeniería Hidrológica es la ciencia aplicada, que usa principios


hidrológicos en la solución de problemas de ingeniería, que surgen de la

143 - 423
necesidad de uso y explotación de los recursos hídricos en proyectos de
ingeniería civil como ser: Abastecimiento de agua potable, Irrigación (riego
tecnificado y riego por inundación), aprovechamiento hidroeléctrico (centrales
hidroeléctricas), suministro de agua para múltiples usos; así como para la
protección contra daños ocasionados por el agua en proyectos de ingeniería civil
como ser: Drenaje urbano (drenaje fluviales, evacuación de desechos), drenaje
vial (dimensionamiento de puentes, alcantarillas en carreteras), drenaje agrícola
(drenaje superficial y drenaje subsuperficial), encauzamientos de ríos, defensa
contra inundaciones, determinación de llanuras de inundación, control de la
erosión en cuencas, dimensionamiento y operación de embalses.

Por medio de la hidrología se analiza las cuencas de aporte y se cuantifican los


regímenes de caudales, Niveles y sedimentos del río en el tramo de influencia de
la obra. Combina conocimientos de Hidrología General, Transporte de sedimentos
y corrientes naturales, entre otros.

Los estudios hidrológicos tienen como objetivo caracterizar las cuencas de aporte
y determinar el caudal máximo de diseño hasta la ubicación del puente.

Los estudios hidrológicos comprenderán lo siguiente:

 Evaluación de estudios similares realizados en la zona de ubicación del


puente.
 Visita de campo; reconocimiento del lugar tanto en la zona de cruce como
la cuenca global.
 Recolección y análisis de información hidrométrica y meteorológica
existente; esta información puede ser proporcionada por entidades
encargadas de la administración de los recursos hídricos del lugar, como
ser: SENAMHI, PROMIC, AASANA, etc.
 Caracterización hidrológica de la cuenca, considerada hasta el cruce del
curso de agua, con base en características de respuesta lluvia-escorrentía,
y considerando aportes adicionales en la cuenca, se debe analizar la
aplicabilidad de distintos métodos de estimación de caudal máximo.

144 - 423
 Selección de los métodos de estimación del caudal máximo de diseño,
entre ellos se tiene: el método racional, métodos en base a hidrogramas
unitarios sintéticos, métodos empíricos, etc., cuya aplicabilidad depende de
las características de la cuenca.
 Estimación de los caudales máximos para diferentes periodos de retorno
por distintos métodos de análisis de frecuencia, como ser: Gumbel, Log-
Pearson Tipo III, Log – Normal, etc.) para elegir el mejor.
 Evaluación de las estimaciones de caudal máximo, y elección del resultado
que a criterio ingenieril se considere confiable y lógico.
 Determinación del periodo de retorno y descarga máxima de diseño,
dependiendo de la importancia de la estructura y consecuencias de su falla.

2.6.1. Periodo de retorno

El periodo de retorno de cualquier evento extremo, se define como el lapso o el


número de años que en promedio, se cree que será igualado o excedido, por
tanto, para la elección del periodo de retorno a utilizar en el diseño de una obra, es
necesario considerar la relación existente entre la probabilidad de excedencia de
un evento, la vida útil de la estructura y el riesgo de falla aceptable.

El evento extremo puede suceder en cualquiera de los años de la vida útil se tiene
una probabilidad de ocurrencia independiente, por tanto la probabilidad de falla o
riesgo (R) durante el periodo de vida útil de la estructura se determina en función
al periodo de retorno (T, años) y la vida útil (n, años):

n
1
R=1− 1−( ) T
Ecuación 245

Dónde:

R= Probabilidad de falla o riesgo.


T= Periodo de retorno [años].
n= Vida útil de la estructura [años].

Tabla 29: Periodo de retorno y riesgo de falla según vida útil

145 - 423
RIESGO VIDA UTIL (n, años)
(R, %) 5 10 15 20 25 30 35 40 50 100
50 8 15 22 29 37 44 51 58 73 145
40 10 20 30 40 49 59 69 79 98 196
30 15 29 43 57 71 85 99 113 141 281
25 18 35 53 70 87 105 122 140 174 348
20 23 45 68 90 113 135 157 180 225 449
15 31 62 93 124 154 185 216 247 308 616
10 48 95 143 190 238 285 333 380 475 950
5 98 195 293 390 488 585 683 780 975 1950
1 498 995 1493 1990 2488 2985 3483 3980 4975 9950
Fuente: Elaboración propia

Brindar protección total, es decir, no aceptar ningún riesgo durante la vida


operativa, implica construir puentes de desproporcionadas magnitudes, tantos
físicas como económicas; lo que obliga a seleccionar un nivel de protección
menor, considerando la importancia de la vía y la función que desempeña esta.

Tabla 30: Periodo de retorno para diseño

    periodo de retorno   Riesgo de falla


Tipo de tipo de (T, años) vida Util (R, %)
obra ruta diseño (*) verificacion (**) (n, años) diseño verificacion
puentes y carreteras 200 300 50 22 15
viaductos camino 100 150 40 40 28

Fuente: Manual de hidrología y drenaje, Administradora Boliviana de Caminos

(*) Para la etapa de diseño de puentes, la revancha mínima asociada a la cota de


aguas máximas para el periodo de retorno de diseño debe ser de 1.0 metro.

(**) Para la verificación hidráulica de la altura de socavación en puentes, la


revancha mínima asociada a la cota de aguas máximas para el periodo de retorno
de diseño se reduce a 0.30 metros.

146 - 423
2.6.2. Cuenca hidrográfica

La cuenca hidrográfica es una superficie territorial definida en la naturaleza en las


partes más altas, delimitada topográficamente mediante una divisoria de aguas,
con drenaje natural por un curso principal y por afluentes que distribuyen el agua
de las precipitaciones y conducen el escurrimiento hasta la salida de la cuenca.

Las características físicas que determinan y afectan su respuesta hidrológica son:

 Características morfológicas.
 Uso y cobertura del suelo.
 Características geológicas y pedológicas.

La morfología de una cuenca queda definida por tres tipos de parámetros:

 Parámetros de forma.
 Parámetros de relieve.
 Parámetros relativos a la red de drenaje.

El relieve se cuantifica mediante:

 Pendiente de la cuenca.
 Curva hipsométrica.
 Pendiente de la corriente principal.

[Link]. Tiempo de concentración “Tc”

El tiempo de concentración se define como el tiempo que tarda el agua de lluvia


en el punto más lejano de la cuenca, en llegar al nivel de base o fin de la cuenca,
ya que trascurrido este tiempo se considera que toda la cuenca contribuye a la
salida.

Los métodos más utilizados para el cálculo del tiempo de concentración son:

 Kirpich (1940)

147 - 423
 California (1942)
 Izzard (1946)
 Ecuación de retardo SCS (1973)
 Pizarro

a) Método de Kirpich

Desarrollada a partir de información del SCS en siete cuencas rurales de


Tennessee con cauces bien definidos y pendientes empinadas (3 a 10%).

0.385
L2
t c =0.06626∗ ( )
S
Ecuación 246

Dónde:

tc = Tiempo de concentración [h]

L = Longitud del cauce principal [Km]

S = pendiente del cauce principal [m/m].

b) Método de California

Se realizó en cuencas montañosas en California con un área mayor a 2 Km2. El


tiempo de concentración se obtiene en función a la longitud del cauce principal y la
diferencia de nivel entre la divisoria de aguas y la salida.

0.385
L3
t c =0.952∗ ( )
S
Ecuación 247

Dónde:

tc = Tiempo de concentración [h]

L = Longitud del cauce principal [Km]

H = Diferencia de elevación en metros entre el comienzo del cauce principal


y el punto estudiado [m].

148 - 423
c) Método de Pizarro.

Se realizó en cuencas rurales de latino américa con un área mayor a 2 Km2. El


tiempo de concentración se obtiene en función a la longitud del cauce principal y la
pendiente media del cauce principal.

0.75
L
(S )
t c =0.126∗ 0.25 Ecuación 248

Dónde:

tc = Tiempo de concentración [h]

L = Longitud del cauce principal [Km]

S = pendiente cauce principal (m/m)

[Link]. Curva hipsométrica

La curva hipsométrica es una representación bidimensional, que grafica en el eje


vertical la elevación y en el eje horizontal el porcentaje del área sobre cada curva
de nivel, en términos del área total.

Figura 32: Curva Hipsométrica

Fuente: Elaboración propia

149 - 423
La curva superior (curva A) refleja una cuenca con un gran potencial erosivo.
Etapa de Desequilibrio y corresponde a una Cuenca Geológicamente joven, de
Meseta. La curva intermedia (curva B) es característica de una cuenca en
equilibrio. Etapa de Equilibrio y corresponde a una Cuenca Geológicamente
madura, de pie de montaña. La curva inferior (curva C) es típica de una cuenca
sedimentaria. Cuenca Erosionada presente en cuencas de Valle.

2.6.3. Precipitación

La precipitación pluvial se refiere a cualquier forma de agua, sólida o líquida, que


cae de la atmósfera y alcanza a la superficie de la Tierra.

La precipitación se mide mediante pluviómetros y pluviógrafos, para saber la


cantidad de agua que cae en un determinado tiempo y espacio a consecuencia de
un patrón general de circulación atmosférica y de factores locales.

El pluviómetro es un instrumento que mide la cantidad de agua precipitada en un


determinado lugar (altura de precipitación). La unidad de medida es en milímetros
(mm), donde un milímetro equivale a un litro por metro cuadrado.

[Link]. Distribución espacial de la precipitación

La determinación del volumen de agua precipitado sobre la cuenca en estudio es


de constante aplicación en hidrología y dicho volumen puede determinarse para
una tormenta o para una sucesión de tormentas caídas en un periodo de duración
fija, para ello se calcula la precipitación media utilizando tres métodos:

 Media aritmética
 Polígono de Thiessen
 Método de las Isoyetas

a) Polígonos de Thiessen

Para determinar la precipitación media se trazan mediatrices entre pluviómetros


cercanos, de manera que se separa el área de influencia de cada pluviómetro.

Figura 33: Polígono de Thiessen

150 - 423
Fuente: Elaboración propia

∑ P i ai Ecuación 249
P= i=1
A
Dónde:

P = Precipitación máxima diaria ponderada de la cuenca correspondiente


a un determinado periodo de retorno [mm].

Pi = Precipitación máxima diaria de cada estación meteorológica


correspondiente a un determinado periodo de retorno [mm].

ai = Área correspondiente a cada polígono [Km2].

A = Área total de la cuenca [Km2].

n = Número de estaciones pluviométricas seleccionadas dentro del


ámbito de estudio.

[Link]. Distribución temporal de la precipitación

El análisis y procesamiento de datos pluviométricos consiste, primeramente, en


realizar una revisión y comparación con estaciones vecinas para detectar errores
groseros, procedentes de la omisión de mediciones o errores de transcripción,
para proceder a rellenar los datos faltantes, y posteriormente verificar la
homogeneidad de estos.

a) Relleno de estadísticas

151 - 423
Si la precipitación media anual de las estaciones difiere en menos de un 10%,
basta estimar la información faltante como el promedio simple de las estaciones
vecinas.

Pa Pb P c
Pk = Ecuación 250
3
Si la precipitación media anual de las estaciones difiere en más de un 10%, es
preferible un promedio ponderado según las precipitaciones medias anuales de
cada estación.

PK P a P b Pc
MX
=
(
+ +
M a M b Pc
/3
) Ecuación 251

Dónde:

PK= Precipitación faltante [mm].

Pa,Pb,Pc= Precipitación en estación vecina respectivamente [mm].

Ma,Mb,Mc= Precipitación media anual de la estación vecina


respectivamente [mm].

b) Homogeneidad de estadísticas

Una vez que se dispone de la estadística completa, es necesario verificar la


homogeneidad de la misma, para ello se utiliza el método de la doble masa.

Este método consiste en corregir los datos de precipitación de una estación


dudosa, en base a un registro patrón constituido por el promedio de estaciones
vecinas.

Tabla 31: Calculo del Análisis del Método Doble Masa

1 2 3 4 5 6 7 8 9
  estaciones Base Precipitaciones Estaciones a controlar
años máxima diaria anual      
Acumulad Acumulad
  A B C Promedio o Anual o Corregido
Fuente: Elaboración propia.

152 - 423
Se grafican los datos de la columna (6) en abscisas contra los datos de la columna
(7) en ordenadas, y se verifica la necesidad o no de afectar una corrección. En
caso afirmativo, deben corregirse los valores erróneos de la columna (7) y
presentarse en la columna (9), para ello, se obtiene la ecuación de la recta Base y
la ecuación de la recta dudosa, donde de ambas se obtiene el valor de “a”, para
determinar el factor de corrección “k”, y finalmente afectar la precipitación dudosa
con el factor de corrección, de la siguiente manera:

Tabla 32: Ecuación de la recta para datos Base, Dudosos y Corregidos

Ecuación de la recta Ecuación de la recta Ecuación de la recta


Base Dudosa Corregida
 y = aBx + bB Y =  aDx + bD Y = aCx + bC 
Fuente: Elaboración propia.

Entonces, el factor de corrección “k”, está definido de la siguiente manera:

k =a E /a D Ecuación 252

Dónde:

k = Factor de corrección.
aB = pendiente de la recta Base.
aD = Pendiente de la recta Dudosa.
[Link]. Frecuencia o probabilidad de ocurrencia de la precipitación

El análisis de frecuencias tiene la finalidad de estimar precipitaciones,


intensidades o caudales máximos, según sea el caso, para diferentes períodos de
retorno, mediante la aplicación de modelos probabilísticos, los cuales pueden ser
discretos o continuos.

En la estadística existen diversas funciones de distribución de probabilidad


teóricas; recomendándose utilizar las siguientes funciones:

 Distribución Normal
 Distribución Log Normal 2 parámetros
 Distribución Log Normal 3 parámetros

153 - 423
 Distribución Gamma 2 parámetros
 Distribución Gamma 3 parámetros
 Distribución Log Pearson tipo III
 Distribución Gumbel
 Distribución Log Gumbel

a) Media aritmética

∑ Xi Ecuación 253
X = i =1
n
Dónde:

X= Precipitación pluvial media [mm].

xi= precipitación del grupo de valores [mm].

n= Número de datos en el grupo.

b) Desviación estándar

Dónde:
Sk =
√ ∑ ( X i−X ) 2
i=1
n−1
Ecuación 254

Sk = Desviación estándar del grupo de valores.

X = Precipitación pluvial media [mm].

X i = precipitación del grupo de valores [mm].

n = Número de datos en el grupo.

c) Distribución Gumbel

T −1 −θ −(x−u)/∝

F ( x )=P ( X t ≤ X )= =e Ecuación 255


T
SK
∝= Ecuación 256
σy

154 - 423
u=X−μ y∗α Ecuación 258

Entonces, reemplazando las ecuaciones (55, 54) en la ecuación (53), y


despejando la variable x, se obtiene:

T −1

X =X Ti =x−
( ( ))
μ y ∗S K + ln −ln
T
∗S K
Ecuación 259
σy

Dónde:

X =X Ti = Valor de la precipitación pluvial para un periodo de retorno i [mm].


x = Precipitación pluvial media [mm].
S K = Desviación estándar del grupo de valores.
F(x) = Función de distribución acumulativa igual a P(xtt≤x ).
α = Parámetro de escala.
µ = Modo o parámetro de localización.
μ y = media aritmética de valores, yi en función al número de la muestra

σ y= desviación estándar de valores yi, en función al número de la muestra

N −1
( ( ))
y i=−ln ln
N
Ecuación 260

Dónde:
i = 1 hasta N

N = Número de datos de la muestra

[Link]. Determinación de la intensidad de lluvia

La intensidad es la altura de precipitación por unidad de tiempo, la cual puede ser


expresada en mm/Hr o pulg/Hr y se calcula como:

PP
I= Ecuación 261
t

Dónde:

I = Intensidad (mm/Hr o Pulg/Hr).

155 - 423
PP = Precipitación (mm o pulg).

t = duración de la lluvia (Hr).

[Link]. Curvas Precipitación – Duración – Frecuencia (P-D-F)

Las curvas P-D-F, representan la variación de la precipitación máxima de distintas


duraciones en un periodo de retorno dado. Las curvas P-D-F se utilizan para
elaborar las Tormentas de Proyecto del método SCS (Soil Conservation Service),
cuando se consta solamente con datos pluviométricos, se obtiene los valores
utilizando factores de desagregación.

Figura 34: Curvas IDF

Fuente: Manual

[Link]. Curvas P-D-F a partir de datos pluviométricos

Un dato aportado por un pluviómetro en una estación brinda la intensidad media


en 24 horas. Por tanto solo se tendría un punto de la curva IDF, además de saber
que las lluvias de corta duración son, en general, las más intensas, es
fundamental contar con precipitaciones para distintas duraciones asociadas a un
periodo de retorno, para ello se recurre a factores de desagregación para lluvias
de menor duración.

Los factores de desagregación son calculados a partir de curvas Intensidad


Duración Frecuencia mediante pluviógrafos, en sitios distintos pero con

156 - 423
características regionales similares, por ello se permite utilizarlos para desagregar
las precipitaciones en duraciones menores.

[Link]. Precipitación efectiva

Las tormentas de proyecto, constituyen la precipitación total (P), constituida por la


precipitación efectiva (Pe) que causa escurrimiento directo, la precipitación inicial
(Ia) que no causa escurrimiento y la cantidad de lluvia infiltrada (Fa).

Por tanto la precipitación efectiva es la que se transforma en escurrimiento, genera


crecidas máximas y es la que se debe considerar en el análisis. La precipitación
efectiva se calcula mediante dos metodologías:

Figura 35: Esquema de la precipitación efectiva

Fuente: Soil Conservation


Service (1972)

SCS (Soil Conservation Service)

Calcula la precipitación efectiva en base a la conservación de la masa, la


capacidad potencial de infiltración del terreno y la relación de balance de la
escorrentía producida por una tormenta. Se incorpora el concepto de Número de
Curva (CN), que es un parámetro que relaciona las propiedades productoras de
escorrentía del suelo como ser: tipo de suelo, tratamiento del suelo, utilización y
condiciones antecedentes de humedad. El número de curva está en el rango,0 ≤

157 - 423
CN ≤ 100, donde “0” significa todo la lluvia se ha infiltrado, y “100” significa toda la
lluvia se ha escurrido.

Los valores de CN se obtienen mediante mapas de uso de suelo generados por


los Sistemas de Información Geográfica (SIG).

∑ CN i A i Ecuación 262
CN = i=1
A
Dónde:
CN = Número de curva CN ponderado de la cuenca.

CN i= Número de curva CN, correspondiente a un área de suelo de uso


común.

Ai = Área de suelo de uso común (Km2).

A = Área total de la cuenca [Km2]

La clasificación de suelos por sus características de infiltración está dada en


cuatro grupos hidrológicos:

 “A”, Bajo potencial de escorrentía, gran infiltración aunque estén saturadas.


Arena profunda, suelos profundos depositados por el viento, limos
agregados.
 “B”, Tasas de infiltración moderadas cuando el suelo está saturado. Suelos
pocos profundos depositados por el viento, marga arenosa.
 “C”, Tasas de infiltración bajas. Margas arcillosas, margas arenosas pocos
profundas, suelos con bajo contenido orgánico y suelos con alto contenido
de arcilla.
 “D”, Alto potencial de escorrentía, capacidad baja de infiltración. Suelos que
se expanden significativamente cuando se mojan, arcillas altamente
plásticas y ciertos suelos salinos.

La retención potencial máxima del suelo “S”, está dada por:

158 - 423
25400
S= −254 Ecuación 263
CN

Dónde:
S = Retención potencial máxima del suelo [mm]. 34

CN = Número de curva CN ponderado de la cuenca.

[Link]. Caudal máximo de diseño

El caudal máximo en el cruce del puente se calcula asociado a una probabilidad


de ocurrencia, que sirve como base para el estudio hidráulico, para ello se cuenta
con procedimientos directos, regionales e indirectos.

Los métodos indirectos para el estudio de crecidas máximas son procedimientos


que permiten trasformar la precipitación efectiva en escorrentía, entre los métodos
más utilizados están el Método Racional y su versión modificada, además del
Método del Hidrograma Unitario Triangular adoptado por el SCS (Soil
Conservation Service).

Ecuación 264
Dónde:

Q = Caudal [m³/s].

C = Coeficiente de escorrentía.

I = Intensidad de la precipitación [mm/hr].

A = Área interesada de la cuenca [Ha].

2.6.4. Hidráulica

La Hidráulica General aplica los desarrollos de la Mecánica de los Fluidos en la


solución de problemas prácticos que tienen que ver con la medición, la distribución
y el manejo del agua en almacenamientos y en conducciones a presión y a flujo
libre.

159 - 423
La Hidráulica Fluvial combina conceptos de Hidrología, Hidráulica General,
Geomorfología y Transporte de sedimentos. Estudia el comportamiento hidráulico
de los ríos en lo que se refiere a los caudales y niveles medios y extremos, las
velocidades de flujo, las variaciones del fondo por socavación y sedimentación, la
capacidad de transporte de sedimentos y los ataques contra las márgenes.

El estudio hidráulico comprenderá lo siguiente:

 Caracterización morfológica del cauce, determinar la estabilidad o no del


cauce, el aporte de sedimentos desde la cuenca, para conocer las
condiciones a las que estará expuesta la estructura.
 Determinación de las características físicas del cauce, incluyendo las
llanuras de inundación, la pendiente del cauce en el tramo en estudio,
diámetro medio del material del lecho y la presencia de vegetación.
 Selección de secciones transversales representativas del cauce y obtención
del perfil longitudinal.
 Determinación del perfil de flujo ante el paso del caudal de diseño a lo largo
del cauce, utilizando el programa computacional HEC-RAS.
 Determinación de las características hidráulicas del flujo; estas comprenden
la velocidad media, ancho superficial, área de flujo, pendiente de la línea de
energía, nivel de aguas máximas extraordinarias (NAME), estos valores son
necesarios para determinar la profundidad de socavación.
 Determinación de las profundidades de socavación general, por
contracción, local y total.
 Evaluación de las estimaciones de socavación total.
 Recomendaciones de obras de protección.

[Link]. Niveles de las aguas

El nivel de aguas máximas extraordinarias (NAME), determina caso exista la


llanura de inundación, es decir, se obtiene el ancho total del río considerando la
zona inundada en caso de una crecida extrema, con esta información apoyada en
el levantamiento topográfico se obtiene la longitud total del puente.

160 - 423
Además la superestructura debe estar a una altura que se garantice que no sea
afectada por la crecida máxima, por consecuencia se establece si los accesos al
puente requiere de terraplenes.

Para el estudio de la capacidad hidráulica y el cálculo de la sobreelevación del


nivel de agua, se realiza un cálculo en régimen permanente gradualmente variado,
lo cual permite calcular niveles de agua cuando la geometría fluvial es irregular. El
modelo matemático utilizado corresponde a un flujo unidimensional, no uniforme y
de lecho fijo. El modelo se basa en la aplicación de la ecuación de la energía:

P2 V 22 P1 V 21
Z2 + + α 2 =Z 1 + +α 1 +E Ecuación 265
γ 2g γ 2g
Dónde:
Z n+ P n= Nivel del pelo de agua en los extremos del tramo [m]

V n= Velocidad media en la sección mojada en los extremos del tramo


[m].

α 1 , α 2= Coeficiente de la no uniformidad de distribución de las


velocidades en la sección mojada

g = Aceleración de la gravedad [m/s2].

E= Total de pérdidas de energía en el tramo del curso considerado en el


cálculo, de una longitud L [m].

La utilización de la expresión anterior es una solución numérica iterativa y resulta


compleja su aplicación, para ello se utiliza un modelo mediante el programa
computacional HEC-RAS (Hydrologic Engineering Center – River Analysis
System) desarrollado por el U.S. Army Corps Of Engineers.

[Link].1. Hydrologic Engineering Center–River Analysis System (HEC-RAS)

HEC-RAS es un modelador desarrollado por el Centro de Ingeniería Hidrológica


(Hydrologic Engineering Center) del cuerpo de ingenieros de la armada de los
[Link]. (US Army Corps of Enginners), surge como evolución del conocido y
ampliamente utilizado HEC-2, con varias mejoras con respecto a este, entre las
que se destaca la interfase gráfica de usuario que facilita las labores de pre-

161 - 423
proceso y post-proceso. El modelo numérico incluido en este programa permite
realizar análisis de flujo permanente, unidimensional, gradualmente variado y
laminar.

Características técnicas:

 Cálculo hidráulico de estructuras (puentes, aliviaderos, alcantarillas, etc.)


 Visualización gráfica de datos y resultados.
 Edición gráfica de secciones.

Aplicaciones:

Entre sus principales ventajas se puede intercambiar datos desde Arcview,


AutoCAD Land y River Cad.

Con la aplicación de Civil Design de AutoCAD Land Desktop, mediante el módulo


HYDROLOGY se puede intercambiar datos de secciones transversales
extrayendo datos de una superficie hacia una base de datos que se guarda dentro
del proyecto de Land Desktop, para luego ser importado dentro de la interface de
RAS.

[Link].2. Coeficiente de rugosidad de Manning

A partir del reconocimiento de varios factores primordiales que afectan el


coeficiente de rugosidad, se desarrolló un procedimiento para estimar el valor de
“n”, dado por:

n=( n0 +n 1+ n2+ n3 +n 4 )∗m5 Ecuación 266

Dónde:

n = Coeficiente de rugosidad de Manning


n0 = Valor básico de n debido a los materiales básicos involucrados

n1= Valor debido al grado de irregularidad

n2 = Valor debido a las variaciones de la sección transversal

n3 = Valor debido al efecto relativo de las obstrucciones

162 - 423
n 4= Valor debido a la vegetación y condiciones de flujo

m5= Valor debido al grado de los efectos por meandros

Tabla 33: Valores para el cálculo del coeficiente de rugosidad


Tierra 0.020
Material Corte en roca 0.025
n0
involucrado Grava fina 0.024
Grava gruesa 0.028
Suave 0.000
Grado de Menor 0.005
n1
irregularidad Moderado 0.010
Severo 0.020
Variaciones de la Gradual 0.000
sección Ocasionalmente alternante n2 0.005
transversal Frecuentemente alternante 0.010-0.015
Insignificante 0.000
Efecto relativo de Menor 0.010-0.015
n3
las obstrucciones Apreciable 0.020-0.030
Severo 0.040-0.060
Baja 0.005-0.010
Media 0.010-0.025
Vegetación n4
Alta 0.025-0.050
Muy alta 0.050-0.100
Grado de los Menor 1.000
efectos por Apreciable m5 1.150
meandros Severo 1.300
Fuente: Libro de Hidráulica, Ven Te Chow

Régimen subcrítico
Para este régimen de flujo las fuerzas inerciales son sobrepasadas en importancia
por las gravitacionales; en el flujo se tienen velocidades y pendientes bajas, pero
las profundidades de la lámina del agua, por el contrario, son mayores que las que
se presentan en el flujo supercrítico. Para este tipo de flujo un aumento en la
energía se traduce en un aumento en la profundidad de la lámina de agua.

Régimen supercrítico

En este tipo de flujo las fuerzas inerciales presentan una influencia mucho mayor
que las fuerzas gravitacionales. Además de esto, el flujo se presenta a
velocidades y pendientes altas, y a profundidades más pequeñas. Cuando existe

163 - 423
un flujo de este tipo en un canal un aumento en la cantidad de energía provoca
una disminución de la profundidad de la lámina de agua.

Este estado de flujo propicia la formación de resaltos hidráulicos; estos aumentan


su capacidad de disipación de energía en ciertos intervalos, alcanzando la mayor
capacidad para flujos con Froude mayores a 9.

Régimen crítico

Este tipo de flujo presenta una combinación de fuerzas inerciales y gravitacionales


que lo hacen inestable, convirtiéndolo en cierta manera en un estado intermedio y
cambiante entre los otros dos tipos de flujo. Para éste tipo de flujo el número de
Froude es igual a 1 y en esta condición no se generan resaltos hidráulicos.

[Link]. Socavación

La socavación es el resultado de la acción erosiva del flujo de agua que arranca y


acarrea material del lecho y de los taludes de un cauce, provocada esta por el
aumento de la velocidad de corriente, y posteriormente se deposita cuando esta
velocidad disminuye.

La socavación puede ocurrir en cualquier corriente o masa de agua en


movimiento, por tanto la socavación consiste en la disminución del nivel del lecho
por erosión del agua con una tendencia a exponer la cimentación del puente.

La posibilidad de arrastre de los materiales de fondo en cada punto se considera


dependiente de la velocidad media del agua y de la velocidad media requerida
para arrastrar las partículas de sedimento. Para suelos sueltos, esta velocidad es
la que mantiene un movimiento generalizado de partículas; para suelos cohesivos,
es la velocidad capaz de ponerlos en suspensión.

En la actualidad no existe una metodología unificada que permita estimar con


seguridad la profundidad de socavación en puentes. Esta carencia se debe a la
complejidad del problema y a su misma variación durante el corto plazo en el cual
se produce la degradación, donde los flujos son inestables y las características

164 - 423
dinámicas y geométricas son complejas. Por tanto la elección del método a utilizar
es de mucha importancia y debe ir acompañada del buen criterio del proyectista.

Las circunstancias típicas en las que se presenta alguna forma de socavación son:

 Aumento de Caudal
 Interrupción del Transporte Sólido
 Estrechamiento del cauce
 Flujo en curva
 Pilares y estribos

[Link].1. Formas de socavación

Existen dos formas de socavación: socavación en lecho móvil y socavación en


agua clara, estas se presentan en un cauce y dependen de la presencia o no de
movimiento de sedimentos desde aguas arriba.

a) Socavación en lecho móvil

Se presenta cuando hay transporte de sedimentos del lecho desde aguas arriba
hasta el sitio de emplazamiento del puente y por lo tanto parte de este sedimento
queda atrapado en el hueco de socavación. En este caso, la socavación alcanza
equilibrio cuando la cantidad de material que es transportado iguala la cantidad de
material que es removido. Se le conoce también como socavación en lecho vivo.
Para saber si el flujo está transportando materiales de lecho, se debe calcular la
velocidad crítica para inicio de transporte de sedimentos (Vc) de la partícula (D50)
y compararla con la velocidad media de la corriente (V) en el cauce principal.

Condición: V >V c Ecuación 267

b) Socavación en agua clara

165 - 423
Se presenta cuando no hay transporte de sedimentos del lecho desde aguas
arriba al sitio de emplazamiento del puente y por lo tanto no hay reabastecimiento
del hueco socavado.

En este caso, la socavación alcanza equilibrio cuando el esfuerzo cortante en el


lecho es menor que el requerido para el inicio del movimiento de las partículas, o
sea cuando el flujo no puede remover más partículas del hueco formado.

Condición: V ˂V c Ecuación 268

Para calcular la velocidad media se utiliza la ecuación de Manning y para la


velocidad crítica la ecuación recomendada por en HEC-18.

2
1
V = ∗R 3∗I 1/ 2 Ecuación 269
n

1
V c =6.19∗h 6 ∗D 1/502 Ecuación 270

Dónde:

V = Velocidad media de la corriente en el cauce principal [m/s]

V c = Velocidad crítica por encima de la cual el material de lecho con tamaño


D50 o más pequeño es transportado [m/s].

R = Radio hidráulico [m]

I = Pendiente media del cauce principal [m/m].

h = Profundidad del flujo [m]

D50= Diámetro de la partícula del lecho en una mezcla cuyo 50% es menor
[m].

[Link].2. Tipos de socavación

a) Socavación a largo plazo

La socavación a largo plazo se refiere a la tendencia a la degradación que el lecho


presenta a lo largo del tiempo debido a causas externas, ya sean naturales o
inducidas por el hombre, pero sin tener en cuenta eventos extremos o crecidas. La

166 - 423
determinación de la profundidad de socavación a largo plazo depende si en la
zona se tiene proceso de degradación o proceso de agradación, si se tiene
agradación sería favorable para la estabilidad del puente ya que se alcanza el
equilibrio.

b) Socavación por migración lateral de la corriente

La migración lateral del cauce principal de la corriente ocurre dentro de las zonas
bajas inundables y puede afectar la estabilidad de pilas y estribos. Un ejemplo de
migración lateral de la corriente se presenta en las curvas en que la capacidad de
arrastre de los sólidos es mayor en la parte extrema que en la parte interna lo que
tiene gran influencia sobre la migración de la corriente.

c) Socavación general por contracción y otras causas

La socavación general es el descenso generalizado del fondo del río como


consecuencia de una mayor capacidad de la corriente para arrastrar y transportar
sedimentos del lecho en suspensión durante crecidas. La socavación general
difiere de la socavación a largo plazo, puesto que al ocurrir durante crecidas se
considera de carácter transitorio o cíclico. La socavación general por contracción
es causada principalmente por la disminución del ancho del flujo ya sea por
causas naturales o artificiales, para el cálculo de la profundidad de socavación
debida a la contracción se tiene los siguientes métodos:

Método de Laursen

Método de Straub

Método de Lischtvan-Levediev

Método de Lischtvan-Levediev

Permite el cálculo de la socavación general del cauce durante crecientes


independientemente de que exista o no un puente. Se fundamenta en el equilibrio
que debe existir entre la velocidad media real de la corriente (Vr) y la velocidad
media erosiva (Ve). Si el suelo es granular, la velocidad erosiva es la mínima que
mantiene un movimiento generalizado del material del fondo.

167 - 423
Tabla 34: Factor de corrección por contracción del cauce
velocidad luz libre (m)
(m/s) 10 13 16 18 21 25 30 42 52 63 106 124 200
˂ 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00
1,00 0,96 0,97 0,98 0,99 0,99 0,99 0,99 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00
1,50 0,94 0,96 0,97 0,97 0,97 0,98 0,99 0,99 0,99 0,99 1,00 1,00 1,00
2,00 0,93 0,94 0,95 0,96 0,97 0,97 0,98 0,98 0,99 0,99 0,99 0,99 1,00
2,50 0,90 0,93 0,94 0,95 0,96 0,96 0,97 0,98 0,98 0,99 0,99 0,99 1,00
3,00 0,89 0,91 0,93 0,94 0,95 0,96 0,96 0,97 0,98 0,98 0,99 0,99 0,99
3,50 0,87 0,90 0,91 0,93 0,94 0,95 0,95 0,97 0,98 0,98 0,99 0,99 0,99
˃ 4.00 0,85 0,89 0,89 0,92 0,93 0,94 0,95 0,96 0,97 0,98 0,99 0,99 0,99

Fuente: Juárez Badillo E. y Rico Rodriguez A., 1992

Qd
α= ( A∗R2 /3 ) Ecuación 271

β=0.7929+ 0.0973∗log T r Ecuación 272

z=0.394557−0.04136∗log Dm−0.00891∗log 2 D m Ecuación 273

5 1

Hs=
( α∗H
0.68∗β∗μ∗D0.28
m
3
0
)(1+ z)
Ecuación 274

Dónde:
H s = Tirante supuesto, para el cual se desea conocer el nuevo valor de la
velocidad [m/s]
Qd = Gasto de diseño [m3/s]

A= Área hidráulica [m2]


R= Radio hidráulico [m]
H 0= Tirante antes de la erosión [m].

Dm= Diámetro medio de los granos del fondo [mm].

α = Coeficiente de sección dependiente de las características hidráulicas


β = Coeficiente de frecuencia
μ = factor de corrección por contracción del cauce

168 - 423
T r= Periodo de retorno [años]

z =Exponente variable en función del diámetro medio de la partícula.

Dm =
∑ ( D i Pi ) Ecuación 275
∑ Pi
d) Socavación local en estribos
La socavación local en estribos se ha investigado menos que en pilas, pero se
considera que están afectadas por los mismos fenómenos. La socavación local se
produce en los estribos que obstruyen el paso del agua. Esta obstrucción forma un
vórtice de eje horizontal que empieza en la parte aguas arriba y corre a lo largo del
pie de la estructura y un vórtice de eje vertical al final de la misma. Entre los
métodos se tiene para el cálculo de la profundidad de socavación local en estribos,
se tiene:

 Método HIRE
 Método de Melville
 Método de Artamonov
 Método de Laursen
 Método de Froehlich

La ecuación dada por Froehlich está basada en el análisis dimensional y en el


análisis de regresión de datos de laboratorio para 170 mediciones de socavación
en lecho móvil. HEC-18 (1993) recomienda su uso tanto en lecho móvil como en
agua clara, para estribos que se proyectan dentro del cauce principal o no y para
flujo concentrado en el cauce principal o combinado con flujo sobre zonas de
inundación.

2.7. ESTUDIO DE TRÁFICO


2.7.1. Definición

Trafico es la rama de la ingeniería que trata sobre la proyección, diseño y


operación del tránsito en las calles, carreteras, autopistas, sus redes, y su relación

169 - 423
con los diferentes medios de transporte, otorgando uno de los datos
fundamentales para el estudio y diseño de una carretera, debido a que determina
las características de los vehículos, como también el comportamiento del
transporte en la zona.

2.7.2. Volumen de tráfico

El volumen de tráfico de una carretera está determinado por el número y tipo


vehículos que pasan por un punto dado durante un periodo de tiempo específico.
Para determinar el volumen tráfico debemos tomar en cuenta lo siguientes
factores:
A. Tráfico promedio diario anual (TPDA).
B. Tráfico promedio diario, semanal, mensual, etc.

[Link]. Tráfico promedio diario anual (T.P.D.A.)

El Tráfico Promedio Diario Anual (TPDA) es el resultado del conteo de vehículos


durante 24 hrs. al día durante y los 365 días del año. Sirven para justificar el
diseño, clasificar la categoría de camino.

[Link]. Tráfico promedio diario, semanal, anual

Tiene características similares a los anteriores, pero se representan en menor


tiempo (un mes, una semana, etc.). Para obtener el tráfico promedio diario anual,
TPDA, es necesario disponer del número total de vehículos que pasan durante un
año por el punto de referencia en el camino, mediante aforos continuos a lo largo
de todo el año. En algunos casos esta información es difícil de obtener por su
costo, razón por la cual el tráfico promedio diario anual, se calcula en base a
tráfico promedio diario semanal, TPDS, según la siguiente expresión:

TPDA=TPDS + A Ecuación 276

Dónde:
A = Máxima diferencia entre el TPDA y el TPDS
El valor de A, sumado o restado del TPDS, define el intervalo de confianza dentro
del cual se encuentra el TPDA. El valor de A es:

170 - 423
A=K∗E Ecuación 277

Dónde:

K = Número de desviaciones estándar correspondiente al nivel de


confiabilidad deseado.

En la distribución normal, para niveles de confiabilidad del 90% y 95% los valores
de la constante k son 1.64 y 1.96, respectivamente.

E= Error estándar de la media.


Estadísticamente se ha demostrado que las medias de diferentes muestras
tomadas de la misma población, se distribuyen normalmente alrededor
de la media poblacional con una desviación estándar equivalente al error
estándar. Por lo tanto,
También se puede escribir que:

E=σ Ecuación 278

Dónde:

σ = Estimador de la desviación estándar poblacional.


Una expresión para determinar el valor estimado de la desviación
estándar poblacional, σ, es la siguiente:
s N −n
σ=
√n √ N −1
Ecuación 279

Dónde
S = Desviación estándar de la distribución de los volúmenes de tránsito o
desviación estándar muestral.
N = Tamaño de la población en número de días del año.
n = Tamaño de la muestra en número de días del aforo.
La desviación estándar muestral, S, se calcula como:

171 - 423
n

Dónde:
S=
√ ∑ ( Tdi−TPDS )2
i=1
n−1
Ecuación 280

di = Volumen de tránsito del día i.


Finalmente la relación entre los volúmenes de tránsito promedio diario
anual y semanal es:

TPDA=TPDS ± A Ecuación 281

TPDA=TPDS ± K∗σ Ecuación 282

TPDA=TPDS ± K∗E Ecuación 283

[Link]. Métodos para determinación de volúmenes de tráfico

Los volúmenes de tráfico de una vía se pueden determinar a través de


varios métodos, entre los cuales tenemos:

A. Aforos Cortos. Son recomendables para aquellos proyectos cuya


intensidad de tráfico vehicular es constante, el conteo se hace en el
período donde se tiene entendido que hay mayor flujo de vehículos.

B. Aforos Largos. Se realizan a través de registros vehiculares entre 16


y 24 horas continuas de un día y en períodos que varía entre 7 y 10 días.

C. Aforos Continuos. Se realizan a través de registros vehiculares en


períodos muy largos, en general, durante un día (24 hrs) y a lo largo de
un año (365 días).

Tabla 35: Planilla para aforos


ELABORADO POR:

172 - 423
FECHA DE AFORO:
CONFIGURACION VEHICULAR POR TIPOS DE DIAS DE AFORO

EJES

Lun.

Mar.

Mie.

Jue.

Vie.

Sáb.

Dom.
Automóviles y Vagonetas

Camionetas (hasta 2 Tn.)

Minibuses (hasta 15 pasajeros)

Microbuses (hasta 21 pasajeros;


de 2 ejes)

Buses Medianos (hasta 35 pasajeros;


de 2 ejes)

Buses Grandes (más de 35 pasajeros;


de 3 ejes)

Camiones Medianos (de


2,5 a 10,0 t; de 2 ejes)

Camiones Grandes (más de


10,0 t; de 2 ejes)

Camiones Grandes (más de


10,0 t; de 3 ejes)

Camiones Semiremolque

Camiones Remolque

Otros Vehículos

Trafico Semanal
Fuente: Administradora Boliviana de Carreteras

2.7.3. Tipos de Tráfico

[Link]. Tráfico proyectado

Para los proyectos viales no solo es importante el tráfico existente en la vía, si se


trata de un mejoramiento, sino más bien del tráfico que la carretera va a servir a lo
largo de su funcionamiento. Para la proyección se pueden utilizar los siguientes
métodos de crecimiento como ser:

173 - 423
A. Método Crecimiento Aritmético

t
i
TPDAf =TPDAo∗ 1+ ( 100 ) Ecuación 284

B. Método Crecimiento Geométrico

i∗t
(100 ) Ecuación 285
TPDAf =TPDAo∗e

C. Método Crecimiento Wappaus

TPDAo∗(200+i∗t)
TPDAf = Ecuación 286
(200−i∗t )

Dónde:

TPDAf = Tráfico proyectado diario anual.

TPDAo= Tráfico correspondiente al año base.

i = Índice de crecimiento del tráfico.

t = Número de años.

[Link]. Tráfico atraído

Una carretera ha sido mejorada su tráfico actual se compone del tráfico existente
antes de la mejora, más el tráfico que atrae de otras vías próximas por las
ventajas que ofrece la ruta mejorada.

[Link]. Tráfico desarrollado

Se origina en el desarrollo e integración de los terrenos adyacentes de la nueva


vía, se diferencia del tráfico generado por que esta continua desarrollándose por
muchos años después de haberse construido la nueva vía.

2.8. FORMULACIÓN Y EVALUACIÓN DE PROYECTOS

174 - 423
2.8.1. Elaboración de planos estructurales

Un plano estructural es aquel en el que se dibujan y se especifican los detalles de


las secciones, espesores, material y tipo de armado de cada uno de los elementos
+estructurales constituyentes de la obra. Los planos deben contener un adecuado
conjunto de notas, detalles y toda aquella información necesaria para armar la
estructura; además deben presentarse en tal forma que puedan interpretarse
rápidamente y correctamente.

a) Formatos de papel

Basados en la Norma DIN 476 del Instituto Alemán de Normalización. El formato


de papel de dibujo de la serie A se basa en los siguientes principios:

 Los distintos tamaños de papel tiene que tener la misma proporción entre
su lado mayor y menor.
 Dos tamaños de papel sucesivos tienen que ser uno el doble de superficie
que el otro, de modo que cortando un formato se obtienen dos iguales del
formato siguiente.
 El A0 tiene una superficie de un metro cuadrado.

El formato DIN A0 tiene por medidas:

1
DIN A 0
{ancho= 4 m
¿
√2
4
largo=√ 2 m

Dividiendo el lado mayor entre dos, se obtendrá sucesivamente los distintos


formatos A1, A2, A3, A4, etc.

Figura 36: Dimensiones de papel

175 - 423
Fuente: Wikipedia

Tabla 36: Dimensiones de láminas de papel


Tamaño Ancho (cm) Largo (cm)

176 - 423
DIN A0 84.1 118.9
DIN A1 59.4 84.1
DIN A2 42 59.4
DIN A3 29.7 42
DIN A4 21 29.7
DIN A5 14.8 21

Fuente: Wikipedia

b) Escalas

La escala de dibujo es un constante de proporcionalidad y expresa la relación


entre la medida lineal de la representación de un elemento de un objeto y la
correspondiente medida lineal de dicho elemento. En un mismo dibujo esta
relación se debe mantener constante para la representación de todos los
elementos que componen el objeto. En el plano estructural la designación de una
escala debe comprender la palabra ESCALA seguida de la indicación de la
relación correspondiente referida a la unidad; por ejemplo: ESCALA 1:50.

Tipos de escala
Escala natural: las medidas lineales del dibujo coinciden con las
correspondientes medidas reales del objeto; es decir, el dibujo del objeto será de
igual tamaño que el objeto real; se designa ESCALA 1:1.

Escalas de reducción: las medidas lineales del dibujo son menores que las
correspondientes medidas reales del objeto; es decir, el dibujo del objeto será de
menor tamaño que el objeto real. Por ejemplo ESCALA 1:2 (las dimensiones del
dibujo serán la mitad que las correspondientes dimensiones reales del objeto).

Escalas de ampliación: las medidas lineales del dibujo son mayores que las
correspondientes medidas reales del objeto; es decir, el dibujo del objeto será de
mayor tamaño que el tamaño real. Por ejemplo: ESCALA 2:1 (las dimensiones del
dibujo serán el doble que las correspondientes dimensiones reales del objeto).

177 - 423
2.8.2. Análisis de precios unitarios

El precio unitario es la remuneración o pago en moneda que el contratante deberá


cubrir al contratista, por unidad de obra y por concepto de trabajo que ejecute, de
acuerdo a las especificaciones técnicas.

El análisis de precios unitarios es un modelo matemático que adelanta el


resultado, expresado en moneda, de una situación relacionada con un actividad
sometida a estudio, este análisis está limitado al tiempo (se debe indicar la fecha
del análisis ya que por inflación pueden variar los precios de los insumos de una
fecha a otra), al espacio (se debe indicar el lugar geográfico donde se realiza la
actividad a analizar y conceptualizar las dimensiones de lo que se va construir, los
precios de los insumos pueden variar de un lugar a otro) y las condiciones del
entorno (proveedores y características, usuario y características, normativa
vigente) donde se realiza la actividad. Lo más importante de una análisis de
precios unitarios es fijar el rendimiento, o sea la cantidad de obra que se ejecutará
en un día o por la unidad de la mediad, este parámetro es el más importante ya
que todos los términos dependerán en torno a este concepto, pues se define como
unidad para cada partida el costo dividido entre el rendimiento.

En términos generales, los elementos que componen un precio unitario son:

 Costos directos
 Costos indirectos
 Utilidad

Costos directos: son los cargos directos aplicables al concepto de trabajo y que
se derivan de las erogaciones por materiales, mano de obra (considerando los
beneficios sociales, el cual depende del salario mínimo del país), maquinaria,
herramientas (se toma en cuenta la depreciación) e instalaciones de equipo en
general.

Costos indirectos: son los gastos de carácter general que debe incurrir el
constructor para la ejecución de los trabajos técnico – administrativos,

178 - 423
distribuyéndose en forma proporcional al monto de cada concepto específico que
integra una determinada obra o bien a realizar. Los componentes que integran el
costo indirecto son: la administración general, financiamiento, imprevistos e
impuestos.

El costo indirecto se suele expresar como un porcentaje del costo directo, el cual
se calcula sumando los importes de los componentes mencionados y dividiendo
este resultado entre el costo directo de la obra que se trate.

Utilidad: es el componente del precio unitario para conformar el precio de venta,


el cual está representado por un porcentaje sobre la suma de los cargos directos e
indirectos de un determinado concepto de trabajo; siendo en resumen la utilidad,
la ganancia que debe pagarse al contratista o ejecutor por la elaboración de dicho
concepto de proyecto.

Tabla 37: Formulario de Precio Unitario

FORMULARIO DE P.U.
Proyecto:     Fecha:  
Ítem:
Unidad:  
Cantidad:
Moneda:   Tasa de cambio:
Rendimiento Precio Precio
Nº Descripción Unidad
Insumo Productivo Total
Materiales
A  
 
Sub Total Materiales =  
Mano de Obra
B          
         
Sub Total M. D.O.=  
B1 Beneficios Sociales %      
B2 Impuestos IVA %      
Sub Total M. D.O.=  
Equipo y herramienta
C
 

179 - 423
Sub Total Equipo y herramienta =  
Depreciación de
C1 %      
herramientas
Sub Total Equipo y herramienta=  
D Costo Directo ∑(A+B+C)      
E Gastos Generales %   x(D)  
F Utilidades %   x∑(D+F)  
G Impuesto IT %   x∑(D+E+F)  
H Costo de Aplicación     ∑(D+E+F+G)  
Fuete: Elaboración propia

2.8.3. Pliego de especificaciones técnicas

Es el conjunto de requerimientos exigidos en los proyectos para definir con


claridad el alcance de los conceptos de trabajo, es la descripción detallada de
características y condiciones mínimas de calidad que debe reunir un producto,
entre más detallada este una especificación de obra, mejor será la aproximación
del costo, al contrario, si la especificación es muy limitada y/o confusa puede
producir un precio con un rango de variación muy grande.

Se debe realizar el pliego de especificaciones técnicas, como proceso teórico de


cada ítem de construcción, brindando todos los datos necesarios, a fin de ser una
guía, para que el constructor pueda realizar la obra a requerimiento del proyectista
y tener un respaldo que evite problemas posteriores, además en este documento
se deben indicar las tolerancias constructivas, ya que en base a estás se
determina la calidad del pliego.

Un pliego de especificaciones técnicas consta de las siguientes partes:

Índice: En el cual se colocaran todos los Ítems numerados y la página donde se


encuentran.

Para cada planilla de ítem, se deben colocar los siguientes paramentaros:

Nombre y Número del ítem: de acuerdo a orden de cronograma.

Definición: Tiene por objeto, ser la introducción teórica para cada uno de los
ítems, formando parte del argumento: el nombre, por qué y para qué va realizarse.

180 - 423
Materiales, herramientas y equipo: Sin duda la parte más importante de un
pliego dentro de un pliego de especificaciones técnicas, ya que dará cuenta de
todo el material cuantificado para el ítem concluido, lo cual es muy útil para tener
un control presupuestario, al conocer las cantidades exactas a la hora de hacer las
compras, evitando incrementar el transporte a fin de realizar nuevas adquisiciones
por material faltante. Conocer las herramientas y equipo que debe usarse, también
es de suma importancia, a manera de evitar improvisaciones que dañen la
correcta ejecución del ítem.

Procedimiento para la ejecución: Es similar a una receta de cocina completa,


pero obviamente de mayor cuidado y compromiso, ya que se refiera al proceso
constructivo de un ítem terminado. Se encontraran datos estrictos de manejo y
cuantía de material, utilización, modo de empleo, procesos de supervisión, control
de personal, así como ventajas y desventajas que podrían presentarse en la parte
presupuestaria dentro de este rubro.

El conocimiento del propietario de la edificación sobre este procedimiento es


importante, ya que podrá participar en cierta medida, dando algunas instrucciones
de acuerdo a su requerimiento. El supervisor será el responsable de medir las
posibilidades dentro de los requerimientos del propietario y otorgar factibilidad a su
propuesta.

Unidad de Medida o Medición: Netamente ligado al sistema constructivo, este


subtitulo, se refiera a la unidad en la que cada ítem será medido. Todos los ítems
tienen diferentes unidades que los identifican y lo separan en el proceso
constructivo, a continuación se nombraran 2 ejemplos:

Ítem: Instalación de faenas Unidad de medición: GLB (Global).

Ítem: columna de hormigón armado Unidad de medición: m3 (Metro cúbico).

Dichas unidades formaran también parte del tema de avance de obra, y control
presupuestario, encontrándose totalmente ligadas al Análisis de Precios Unitarios

181 - 423
(APU), (ver curso), el cual tratara los ítems en todo su contenido, de manera
unitaria, obteniendo por resultado, un costo final.

Forma de Pago: Este subtitulo, da parte a la realización de pagos de mano de


obra por labor realizada, para el cual existen diferentes posibilidades.

 Pago por unidad de medición en avance.


 Pago Jornal o por día trabajado.
 Pago por porcentaje de avance o destajo.
 Pago por contrato de obra.

El supervisor deberá asumir lo indicado por el proyectista del pliego para no


ocasionar desfases, sin embargo es libre de cambiar el procedimiento y tipos de
pago asignados a su conveniencia. El pliego de especificaciones técnicas no es un
contrato legal a cumplirse, es un manual de apoyo al constructor, que debe
tomarse como una ayuda, más aun cuando se está comenzando en este rubro y
se desconocen definiciones, procedimientos, sistemas constructivos, unidades de
medición y formas de pago.

2.8.4. Cronograma de actividades

Expresa en tiempo las actividades (Ítems) que son necesarios para la ejecución
del proyecto, se lo realiza para un mejor control de la ejecución de la obra,
teniendo en cuenta los planos y el pliego de especificaciones técnicas.

Se lo realiza utilizando el método Gantt que es una representación gráfica del


tiempo estimado por cada actividad de un proyecto. Este diagrama deriva del
método de la ruta crítica.

182 - 423
3. MARCO PRÁCTICO

3.1. INFORMACIÓN DE CAMPO

3.1.1. Estudio Topográfico

El estudio topográfico realizado consiste en el levantamiento topográfico de la


zona de emplazamiento del puente mediante equipo de Estación Total para
levantar los puntos y equipo GPS diferenciales de doble frecuencia para ligar los
mojones a coordenadas reales de la Red Margen, y la generación de curvas de
nivel a partir de imagen satelital para la delimitación de las cuencas de aporte.

[Link]. Levantamiento topográfico

Se realizó el levantamiento topográfico en el lugar de emplazamiento del puente.


Este levantamiento permite realizar las alternativas de diseño geométrico que
mejor se ajusten a la topografía de la zona evitando lo más que se pueda
desplazamientos respecto al trazo del camino actual.

Tabla 38: Coordenadas del punto de la Red Margen y puntos de referencia


Nro BM C. NORTE C. ESTE ELEVACION
BM-01 8029165.666 779387.960 2714.22
BM-02 8029501.264 779245.363 2721.270
Fuente: Elaboración propia

183 - 423
Figura 37: Levantamiento topográfico de la zona

Fuente: Elaboración propia

184 - 423
Como se puede apreciar en el levantamiento topográfico realizado en la zona del
proyecto donde se presenta la apertura de camino Higuerani – Arque – Abra k´asa
y donde se puede observar que por la zona no existe nada de población al ser el
intermedio de las poblaciones Higuerani – Arque – Abra k´asa.

El levantamiento topográfico se realizó 200 metros aguas arriba y 300 metros


aguas abajo del lugar de emplazamiento del puente, con el fin una seri de
secciones transversales al rio con separaciones de cinco metros que sirvan como
base para la simulación del flujo en el programa HEC – RAS. Además el perfil
longitudinal del camino permite definir la longitud del puente, las cotas de los
cabezales, el tablero de la superestructura y otros componentes.

La apertura de camino Higuerani – Arque – Abra k´asa tiene un ancho de vía de


7.50 metros, por ello se define un ancho de calzada para el puente de 7.50 metros
para dos carriles de tránsito.

Figura 38: Perfil longitudinal del Puente

Fuente: Elaboración propia

185 - 423
Figura 39: perfil transversal del Puente

Fuente:
Elaboración propia

Según la topografía realizada en la zona del proyecto tomar una luz de 60 m que
se pudo ver como más conveniente para la conexión de la apertura de camino
Higuerani – Arque – Abra k´asa

[Link]. Curvas de nivel a partir de Imagen satelital

Las curvas de nivel correspondiente a la cuenca de aporte fueron generadas a


partir de la imagen satelital de Google Earth, con la ayuda de los programas
Global Mapper para la generación del Modelo Digital del Terreno, y AutoCAD Civil
3D Land Desktop Companion 2009 para la obtención de las curvas de nivel, estas
curvas de nivel se generaron en intervalos de 5 [m].

3.1.2. Estudio de tráfico

Se realizó un aforo manual durante el periodo de 7 días, con tiempo de conteo de


8 horas por día.

186 - 423
Para poder llevar a cabo el conteo y categorización de vehículos se ubicó una
estación antes de la zona donde se va a emplazar el puente donde se pudo ver
que es lo más estratégico para el aforo.

[Link]. Trafico Promedio Diario Anual (T.P.D.A)

Tabla 39: Tráfico Diario (TD) Durante 7 Días de Aforo

ELABORADO POR:
FECHA DE AFORO: DIAS DE AFORO

CONFIGURACION VEHICULAR POR TIPOS DE

Dom.
Lun.

Sáb.
Mar.

Jue.
Mie.

Vie.
EJES

T.S
Automóviles y Vagonetas 2 1 4 2 3 2 4 18

Camionetas (hasta 2 Tn.) 1 0 3 3 2 1 1 11

Minibuses (hasta 15
8 8 9 7 8 5 5 50
pasajeros)
Microbuses (hasta 21
1 1 0 2 1 2 2 9
pasajeros; de 2 ejes)
Buses Medianos (hasta
1 1 0 0 2 2 1 7
35 pasajeros; de 2 ejes)
Buses Grandes (más de
0 0 0 0 0 0 0 0
35 pasajeros; de 3 ejes)
Camiones Medianos (de
3 4 3 6 2 2 1 21
2,5 a 10,0 t; de 2 ejes)
Camiones Grandes (más
2 1 2 3 0 1 2 11
de 10,0 t; de 2 ejes)

187 - 423
Camiones Grandes (más
10 10 11 9 12 11 10 73
de 10,0 t; de 3 ejes)

Camiones Semiremolque 0 0 0 0 0 0 0 0

Camiones Remolque 0 0 0 0 0 0 0 0

Otros Vehículos 2 1 0 1 3 1 0 8

Trafico Semanal 30 27 32 33 33 27 26 208

Fuente: Elaboración propia

Tabla 40: Agrupación del tipo de vehículos por grupos

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Ejes Equivalentes

a) Método de la serie histórica


Y =143+ 21∗( X−1977)

Tabla 41: Esals

188 - 423
Fuente: Elaboración propia

Ejes equivalentes

Esal ´ s 2023=19273∗365
Esal ´ s 2023=7034645 veh

b) Método de la serie histórica

Tasa de crecimiento = 0.0293


Número de años = 10
( 1+r )n−1
Fp=
r
( 1+0.0293 )40 −1
Fp=
0.0293
Fp=74.22

ESAL ´ S2013=¿ [ ( A∗0 )+(B∗1)+( C 2 S∗3.44 )+(C 3∗3.76 )+( C3 S 2∗4.4 )+( C3 S 3∗4.72 )]∗365¿

ESAL ´ S2013=¿ [ ( 425∗0 )+(31∗1 )+(93∗3.44 )+(371∗3.76 )+(0∗4.4 )+(0∗4.72)] ∗365 ¿

ESAL ´ S2013 =637246 veh

 AÑO FINAL
ESAL ´ S2023 =Fp∗ESAL ´ S2013
ESAL ´ S2023 =74.22∗637246

189 - 423
ESAL ´ S2023 =47296398 veh

[Link]. Trafico promedio diario semanal

El aforo se realizó en 7 días * 8 horas fue controlado de ida y de vuelta.

total de todos los grupos


TPDS=
numero de dias
208
TPDS=
7
TPDS=29.7=30 veh /dia

[Link]. Trafico promedio diario anual (TPDA)

S=
√ ∑ ( TDi−TPD )2
n=1
n−1

S
σ=
√n
∗ ( √ N−n
N−1 )

TPDA=TPD + K∗σ

volumen de trafico
día (Tdi-TPDS)^2
"TDi" (veh/Día)
lunes 30 0
martes 27 9
miércoles 32 4
jueves 33 9
viernes 33 9
sábado 27 9
domingo 26 16
n TPD Σ(Tdi-TPDS)^2
7 208 56

Calculo de la desviación estándar muestral

S=
√ ∑ ( TDi−TPDS )2
n=1
n−1
S=3

190 - 423
Calculo del Estimador de la desviación estándar poblacional:

S
σ=
√n ( √ N−n

N−1 )
σ =1.12

Intervalo de confiabilidad del 95%

K=1.96

A=K∗σ

TPDA=TPDS + K∗σ

TPDA=30+1.96∗1.12

TPDA=32 veh

[Link]. Determinación del vehículo tipo

De acuerdo a la información del T.P.D.A. se ha determinado que los vehículos


más registrados son los automóviles, pero se recomienda elegir como vehículo
tipo al bus interurbano, clasificado por la Administradora Boliviana de Carreteras,
que tiene un peso bruto promedio en toneladas de 10 a 12 tn (incluye el peso del
vehículo y su capacidad de carga), por ser este el de dimensiones más
representativas y uno de los que más se utiliza debido a la necesidad que tienen
los pobladores de trasportarse y transportar sus productos.

[Link]. Proyección de tráfico

Para el diseño del paquete estructura, se ha hecho la proyección del tráfico para
un periodo de 20 años. Asumiendo una tasa de crecimiento poblacional del 2.93%
el cual ha sido proporcionado por el I.N.E. (Instituto Nacional de Estadística).

Para llevar a cabo la proyección de tráfico se cuenta con los siguientes métodos:

Método Aritmético:
t
i
TPDAf =TPDAo∗ 1+ ( 100 )

191 - 423
TPDAf =102 veh

Método Geométrico:
i∗t
(100 )
TPDAf =TPDAo∗e

TPDAf =103 veh

Método wappaus

TPDAo∗(200+i∗t)
TPDAf =
(200−i∗t )

TPDAf =115 veh

3.1.3. Estudio Geotécnico

El estudio geotécnico fue realizado por la consultora Jiménez Galarza en el cual


entrego un informe con los resultados obtenidos del trabajo de campo.

A continuación se describirán los aspectos más importantes de los ensayos.

Se realizó el Ensayo de penetración Estándar (SPT) en dos puntos del lugar de


emplazamiento, los cuales se encuentra en las siguientes coordenadas UTM.

Figura 40: Ejecución del ensayo SPT

Fuente: Elaboración

En el ensayo de penetración Estándar (SPT) no se tuvo buenos resultados ya a


los 3.20 m de profundidad éxito un rechazo de la prueba porque la zona

192 - 423
presentaba un material de roca fragmentada en matriz arcillo limosa con grava y
arena.

Se tuvo que realizar el ensayo de Sondeos de Refracción Sísmica (SRS) para


determinar las características físicas del suelo

a) Estratigrafía y clasificación de suelos

Ensayo SPT – 01

La profundidad de penetración del equipo de ensayo fue de 0.5 m, estableciendo


una clasificación del suelo según el Sistema Unificado:

Figura 41: Estratigrafía SPT – 01

Fuente: Informe de estudio geotécnico

 Límites de Atterberg

Tabla 42: Límites Atterberg de la muestra (SPT - 1)

Límites de Atterberg %

193 - 423
Límite Liquido 29.5

Límite Plástico 24.10

Índice de Plasticidad 5.4

Fuente: Informe de estudio geotécnico

De acuerdo a la tabla anteriormente mostrada y con los datos obtenidos del


estudio en el ensayo de SPT-1 es un ligeramente plástico.

Ensayo SPT – 02

La profundidad de penetración del equipo de ensayo fue de 0.5 m, estableciendo


una clasificación del suelo según el Sistema Unificado:

Figura 42: Estratigrafía SPT – 01

Fuente: Informe de estudio

 Límites de Atterberg

194 - 423
Tabla 43. Límites Atterberg de la muestra (SPT - 2)

Límites de Atterberg %

Límite Liquido 17.9

Límite Plástico -

Índice de Plasticidad -

Fuente: Informe de estudio geotécnico

De acuerdo a la tabla anteriormente mostrada y con los datos obtenidos del


estudio en el ensayo de SPT- 2 es no plastico.

b) Capacidad portante de suelo

El tipo de suelo que presenta la zona obtenida por el ensayo de SPT es un


material de grava con arena y por eso que el ensayo no se pudo concluir de una
manera correcta ya que existió un rechazo de prueba y de esa manera se optó por
realizar el ensayo de SRS

Los números de golpes obtenidos para los 2 puntos de SPT realizados en campo
se muestran en la tabla a continuación:

Tabla 44: Número de golpes obtenidos en campo


SPT-1 SPT-2
Profundidad golpes golpes
(N) (N)
0.95 6 4
1.4 8 7
2.3 10 7
2.75 10 8
3.2 12 12
Fuente: Elaboración propia

 Corrección al número de golpes

195 - 423
El cálculo de corrección al número de golpes se realizó mediante la siguiente
formula:

N 70=N∗n1∗n2∗n 3∗n 4

Dónde:

N70 = Número de golpes con una energía convertida del 70%

N = Número de golpes para una profundidad dada.

n1 = Factor de corrección por tipo de martillo usado (Ver anexo)

n2 = Factor de corrección por profundidad del pozo de exploración (Ver anexo)

n3 = Factor de corrección por muestra obtenida (Ver anexo)

n4 = Factor de corrección por diámetro del hoyo del sondeo (Ver anexo)

 Calculo de # de golpes con una energía convertida del 70%

Tabla 45: Número de golpes con una energía convertida del 70% (SPT-1)

SPT-1
# de
Profundidad
golpes n1 n2 n3 n4 N70
(m)
(N)
0.95 6 0.643 0.75 1 1.05 3
1.4 8 0.643 0.75 1 1.05 4
2.3 10 0.643 0.75 1 1.05 5
2.75 10 0.643 0.75 1 1.05 5
3.2 12 0.643 0.75 1 1.05 6
Fuente: Elaboración propia

Tabla 46: Número de golpes con una energía convertida del 70% (SPT-2)

SPT-2
# de
Profundidad
golpes n1 n2 n3 n4 N70
(m)
(N)
0.95 4 0.643 0.75 1 1.05 2
1.4 7 0.643 0.75 1 1.05 4
2.3 7 0.643 0.75 1 1.05 4

196 - 423
2.75 8 0.643 0.75 1 1.05 4
3.2 12 0.643 0.75 1 1.05 6
Fuente: Elaboración propia

 Corrección adicional en suelos drenados


Calculo de la presión efectiva de acuerdo a la profundidad
p ' 0= ( γ −γ w )∗z=γ∗z

Dónde:

p ' 0 = Presión efectiva en la profundidad a la que corresponde N 70 [KN/m2]

γ = Peso unitario del suelo húmedo [KN/m 3]

γ w = Peso unitario del suelo seco [KN/m3]

z = Profundidad correspondiente al valor obtenido de N 70

Calculo del factor de corrección por ajuste de presión afectiva:

1/ 2
95.76
CN= ( p' 0 )
Dónde:

p ' 0 = Presión efectiva en la profundidad a la que corresponde N 70 [KN/m2]

Numero de golpes corregido

Numero de golpes corregido

N ' 70=N 70 ·C N

N 70= Número de golpes con una energía convertida del 70%

C N = Factor de corrección por ajuste de presión efectiva

En las siguientes tablas se puede ver el cálculo de la presión efectiva en la


profundidad correspondiente, el factor de corrección y el número de golpes.

197 - 423
Tabla 47: Resultados de los cálculos para SPT - 1
SPT-1
Profundidad z γ
N70
(m) (KN/m3)
0.95 3 18.5 1.9 7.10 22
1.4 4 18.5 2.8 5.85 54
2.3 5 18.5 4.6 4.56 49
2.75 5 18.5 5.5 4.17 37
3.2 6 18.5 6.4 3.87 36
Fuente:
Elaboración propia

Tabla 48: Resultados de los cálculos para SPT - 2


SPT-2
profundidad z γ
N70
(m) (KN/m3)
0.95 2 18.5 1.9 7.10 14
1.4 4 18.5 2.8 5.85 54
2.3 4 18.5 4.6 4.56 50
2.75 4 18.5 5.5 4.17 36
3.2 6 18.5 6.4 3.87 35
Fuente:
Elaboración propia

 Cálculo del ángulo de fricción interna ϕ’ a partir de N ' 70


Para determinar el ángulo de fricción se utiliza la siguiente expresión:

ϕ ' =√ 18 · N ' 70+ 15=√ 18 ·58+15=47.31

Dónde:

ϕ ' = Ángulo de fricción interna [º]

N ' 70=¿ Número de golpes corregido

198 - 423
Tabla 49: Angulo de fricción interna para SPT-1 y SPT-2

Profundidad
SPT-1 SPT-2
(m)
N'70 N'70
0.95 22 34.70 14 31.09
1.4 54 46.18 54 46.18
2.3 49 44.70 50 45.00
2.75 37 40.81 36 40.46
3.2 36 40.46 35 40.10
Fuente: Elaboración

 Calculo de la cohesión no drenada Cu a partir de N 70


C u=29 · N 700.72=29∗250.72=294.38

Dónde:

C u = Cohesión no drenada [KN/m2]

k = Coeficiente de compresibilidad que varía de 3.5 – 6.5 [KN/m 3], este valor se
puede adoptar valores medios por ejemplo asumir 4.5 [KN/m 3]

Tabla 50: Cohesión de SPT-1 y SPT-2

SPT-1 SPT-2
Profundidad Cohesió Cohesió Cohesió Cohesión
(m) N70 n "Cu" n "Cu" N70 n "Cu" "Cu"
(KN/m2) (Kg/cm2) (KN/m2) (Kg/cm2)
0.95 3 64.55 0.65 2 48.21 0.48
1.4 4 79.40 0.79 4 72.12 0.72
2.3 5 93.24 0.93 4 72.12 0.72
2.75 5 93.24 0.93 4 79.40 0.79
3.2 6 106.32 1.06 6 106.32 1.06
Fuente: Elaboración propia

Con relación al estribo se puede establecer dimensiones preliminares para


establecer la base, peralte, etc. y según al estudio hidráulico se puede tener una
altura aproximada del estribo que sería de 6 (m)

Tabla 51: Dimensiones preliminares de Estribo

Altura (H) 6m

199 - 423
A= H/6 1m
B= H/12 0.5 m
C= H/6 1m
H1= 2/3 * A 0.7 m
BASE= A+B+C 2.5 m
Profundidad de fundación 5m
Longitud 10 m
Fuente: Elaboración propia

Factores de capacidad de carga:

ϕ'
(
N q =e π tan ϕ'∗tan 2 45+
2 )
N c =( N q−1 )∗cot ϕ '

N γ =( N q−1 )∗tan ( 1.4 ∙ ϕ ' )

Factores de capacidad de forma:

B
sc =1+0.2 ∙ k p ∙
L

B
sq =s γ =1+0.1 ∙ k p ∙ para ϕ '>10 o
L

ϕ'
k p=tan2 45+( 2 )
Factores de profundidad:

0.2∗ √ k p∗D f
d c =1+ , para cualquier valor de ϕ '
B

Df
d q =d γ =1+0.1 ∙ √ k p ∙ para ϕ '>10 o
B

Profundidad (m) (KN/m2)

0.95 32.08 44.88 35.22 3.64 0.22 1.0 1.0 4.84 2.91 2.91 67.704
1.4 163.26 155.71 342.5 6.18 0.37 1.0 1.0 5.97 3.49 3.49 708.073
2.3 128.61 128.95 246 5.74 0.34 1.0 1.0 5.79 3.4 3.4 512.336
2.75 71.92 82.13 109.8 4.77 0.29 1.0 1.0 5.36 3.18 3.18 224.902
3.2 68.45 79.05 102.5 4.7 0.28 1.0 1.0 5.36 3.18 3.18 216.616

200 - 423
Tabla 52: Capacidad última de carga del suelo – Meyerhoff – SPT-1
Fuente: Elaboración propia

Tabla 53: Capacidad última de carga del suelo – Meyerhoff – SPT-2

Profundidad (m) (KN/m2)

0.95 20.84 31.87 18.84 3.14 1.0 1.0 1.0 4.54 2.77 2.77 31.549
1.4 163.26 155.71 342.5 6.18 1.1 1.0 1.0 5.97 3.49 3.49 637.587
2.3 134.87 133.87 262.7 5.83 1.1 1.0 1.0 5.83 3.41 3.41 483.200
2.75 68.46 79.01 102.5 4.7 1.0 1.0 1.0 5.33 3.17 3.17 187.440
3.2 65.1 76.12 95.53 4.6 1.0 1.0 1.0 5.28 3.14 3.14 184.865

Fuente: Elaboración propia

3.1.4. Estudio Hidrológico

[Link]. Disponibilidad de datos

La delimitación de la cuenca se realizó utilizando el programa AutoCAD Civil 3D,


primeramente se importó las curvas de nivel con la aplicación de google hearth del
programa estableciendo las consideraciones necesarias para tener una buena
precisión, se estableció el punto de salida y con la herramienta wáter drop se
determinó el sentido y la dirección de las depresiones y los cursos del agua,
posteriormente se delimito la cuenca por las cotas más elevadas llamados parte
aguas tomando en cuenta las recomendaciones correspondientes.

Figura 43: Delimitación de la divisoria de aguas y cauces

201 - 423
Fuente: Elaboración propia

[Link]. Distribución espacial de las precipitaciones

Las precipitaciones máximas proporcionadas por SENAMHI (Servicio Nacional de


Meteorología e Hidrología) y SDC (Servicio Departamental de Cuencas),
corresponden a las siguientes estaciones:

[Link]. Estimación de la precipitación máxima probable

La precipitación máxima probable es aquella magnitud de lluvia que ocurre sobre


una cuenca particular, en la cual generará un gasto de avenida, para el que
virtualmente no existe riesgo de ser excedido.

Los diversos procedimientos de estimación de la precipitación máxima probable


no están normalizados, ya que varían principalmente con la cantidad y calidad de
los datos disponibles; además, cambian con el tamaño de la cuenca, su
emplazamiento y su topografía, con los tipos de temporales que producen las
precipitaciones extremas y con el clima. Los métodos de estimación de fácil y
rápida aplicación son los empíricos y el estadístico.

202 - 423
Aunque existe un número importante de distribuciones de probabilidad empleadas
en hidrología, son sólo unas cuantas las comunmente utilizadas, debido a que los
datos hidrológicos de diversos tipos han probado en repetidas ocasiones ajustarse
satisfactoriamente a un cierto modelo teórico. Las lluvias máximas horarias o
diarias por lo común se ajustan bien a la distribución de valores extremos tipo I o
Gumbel, a la Log-Pearson tipo III y a la gamma incompleta. En este proyecto se
empleó la distribución Gumbel.

Se trabajará con la serie anual de máximos correspondiente a la estación


Capinota.

203 - 423
DATOS DE : PRECIPITACIÓN MÁXIMA EN 24 Hrs. (mm)

AÑO ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SEP OCT NOV DIC ANUAL
1963 24 30.5 33.5 11.5 2 0 0 20 0 8.5 9.5 20 33.5
1964 38 20 31 35 0 0 0 0 38 38 11 45 45
1965 18 10 50 0 0 0 0 0 9.5 10 16 20 50
1966 15 15 30 0 0 0 0 3 0 10 4.5 25 30
1967 23 25 16 12 9 0 0 1 2 15 12 26 26
1968 20 35 27 35 4 0 0 6 0 0 19 23 35
1969 25 24 18.5 5 9 0 0 0 0 5 8.5 21 25
1970 21 30 18 9 4.7 0 0 0 6.5 2 9.5 12 30
1971 25 20 17 40 0 0 10 3 2.5 13 20 18.4 40
1972 20.6 21 20.4 5.2 8.6 0 0 4.5 0 3.5 20.5 21 21
1973 27 28.4 11.7 2 2 0 0 3.8 2 5.2 10.2 19.2 28.4
1974 22 26 11 20.2 0 0 0 2.7 1.7 5.8 14 9.8 26
1975 50.2 10.2 3.2 11.2 8.3 1.8 0.1 0 8 2.5 20.8 12.5 50.2
1976 19.8 3 10.7 4.8 1.6 0 0 0 9.5 0.8 10.5 16.5 19.8
1977 8.5 10 8 0 6.8 0 0 2.8 4 15.2 36 18.5 36
1978 19.8 16 16.4 18.4 0 0 0 3.5 3.8 7 19.5 28.5 28.5
1979 21.5 21 42 10.8 0 0 4.2 2 2 2.8 16.5 22.8 42
1980 7.2 17 12 1.8 0 1.2 1.8 9.5 10 14 25 37.8 37.8
1981 22.7 21.7 15.8 16.5 3.2 0 0 10 14 3.5 23 25 25
1982 22 4.5 28.5 4.2 0 0.8 0 2.7 1.2 3.5 9.8 26.5 28.5
1983 40.8 28.7 22.5 0.8 0 0.7 3.5 2.7 8 22 18.7 24.2 40.8
1984 35 24.2 17.5 0.7 0 18.2 10.2 12 10 24.2 35.5 42 42
1985 27.5 20.5 19.2 6.8 32.5 0 0 0 26 27.5 42.8 31.2 42.8
1986 31.5 62 32.5 18.5 6.2 0 0 12.8 12.5 7.2 10.2 28.2 62
1987 26.5 7.5 12.5 14.5 3.2 1.2 2.5 0 5.2 4.3 12.5 10 26.5
1988 22.5 35.5 38.5 15 6.5 1.2 0 0 4.5 14.5 14.5 27.6 38.5
1989 18.5 26.3 20.7 23.2 0 1.2 0 3.2 12 21.3 29.2 20.3 29.2
1990 17.4 37.2 14.3 12.3 2.4 14.5 0 3.4 0.7 17.3 13.6 29.7 37.2
1991 22.8 64.7 46.9 12.9 0 1.2 0 2.4 6.2 14.4 34.9 19.2 64.7
1992 39.6 11.7 18.2 11.4 0.8 9.6 0.3 8.4 2.3 5.3 15.3 46.3 46.3
1993 32.3 14.2 10.4 6.3 0 0.9 0.9 16.2 4.2 8.5 36.4 42.7 42.7
1994 33.2 20.5 4.3 8.3 0 0 0 0 11.3 9.3 14.3 17.2 33.2
1995 8.2 22.7 23.7 12.7 0 0 0 9.2 6.2 8.7 14.2 14.2 23.7
1996 35.9 7.2 9.2 27.9 6.4 0 0 4.7 1.7 4.2 37.2 17.2 37.2
1997 12 28.3 22 16.2 0 0 0 10.2 5.7 8.2 8.3 5.3 28.3
1998 17.2 15.9 10.7 13.2 0 9.4 0 0 3.7 13.2 9.7 12.7 17.2
1999 12 18.2 27.2 1.7 0 0 0 0 8.2 7.4 13.7 8.2 27.2
2000 14 12.3 8.6 6.3 0 0 0 0 7.2 7.2 9.2 21.9 21.9
2001 15.9 15.7 29.6 8.4 0 2 0 12.2 0 4.7 4.7 33.6 33.6
2002 34.5 45.5 15.4 16 1.5 0 15.2 2.7 1.8 10.2 19.2 5.8 45.5
2003 31.4 34.7 32.8 4.2 3.7 0 2.4 3.2 11.7 5.7 2.7 49.5 49.5
2004 62.5 32 10.7 9.7 0 0 3.2 0 7.2 7.2 13.6 29.2 62.5
2005 34.2 23.2 13.2 7.2 0 0 3.7 0 2.9 3.7 18.9 20.2 34.2
2006 38.2 20.3 39.7 7.3 0 8.5 0 0 20.7 13.8 53.2 35.7 53.2
2007 28.3 19.3 65.7 12.4 6.2 0 1.7 0 4.7 12 25.4 49.7 65.7
2008 42.3 19.2 22.6 6.9 0 0 0 0 0 14.7 12.3 15.7 42.3
2009 19.1 43.4 11.5 12 0 0 0 0 1.7 14.5 17.5 35.7 43.4
2010 14.8 63.7 15.2 2.7 2.7 0 0 0 0 2.8 7.2 17.2 63.7
2011 12.4 18.5 25.7 2.4 2.9 0 0 0 6.2 8.4 15.5 22.7 25.7
2012 32.5 10.7 10.5 15.8 5.4 0 2.7 0.9 0.6 23.7 7.8 38.5 38.5
MAX 62.5 64.7 65.7 40.0 32.5 18.2 15.2 20.0 38.0 38.0 53.2 49.7 65.7

204 - 423
Tabla 54: Registros pluviométricos Estación Capinota - Método Gumbel

Precipitación
Mes
(mm)
No Año
Max.
xi (xi - x)^2
Precip.
1 1963 MAR 33.5 10.732
2 1964 DIC 45 67.634
3 1965 MAR 14 518.75
4 1966 MAR 30 45.914
5 1967 DIC 26 116.12
6 1968 FEB 35 3.1542
7 1969 ENE 25 138.67
8 1970 FEB 30 45.914
9 1971 ABR 40 10.394
10 1972 DIC 21 248.88
11 1973 FEB 28.4 70.157
12 1974 FEB 26 116.12
13 1975 ENE 50.2 180.2
14 1976 ENE 19.8 288.18
15 1977 NOV 36 0.6022
16 1978 DIC 28.5 68.492
17 1979 MAR 42 27.29
18 1980 DIC 37.8 1.0486
19 1981 DIC 25 138.67
20 1982 MAR 28.5 68.492
21 1983 ENE 40.8 16.193
22 1984 DIC 40 10.394
23 1985 NOV 42.8 36.289
24 1986 FEB 62 636.25
25 1987 ENE 26.5 105.6
26 1988 MAR 38.5 2.9722
27 1989 NOV 29.2 57.396
28 1990 FEB 37.2 0.1798
29 1991 FEB 64.7 779.75
30 1992 DIC 46.3 90.707
31 1993 DIC 42.7 35.094
32 1994 ENE 33.2 12.788
33 1995 MAR 23.7 170.98
No Año Mes Precipitación
(mm)

205 - 423
Max.
xi (xi - x)^2
Precip.
34 1996 NOV 25.5 127.15
35 1997 FEB 28.3 71.843
36 1998 ENE 17.2 383.22
37 1999 MAR 27.2 91.7
38 2000 DIC 21.9 221.3
39 2001 DIC 45.9 83.247
40 2002 FEB 45.5 76.108
41 2003 DIC 49.5 161.9
42 2004 ENE 62.5 661.72
43 2005 ENE 34.2 6.6358
44 2006 NOV 53.2 269.75
45 2007 MAR 65.7 836.6
46 2008 ENE 42.3 30.515
47 2009 FEB 43.4 43.877
48 2010 FEB 63.7 724.9
49 2011 MAR 25 138.67
50 2012 DIC 38.5 2.9722
Suma 1838.8 8052.13
Fuente: Elaboración propia

x
x i
 36.78 mm
n
n

S=
√ ∑ ( x i−x ) 2
i=1
n−1

6
=
12.82 mm

α= √ ∗s= 10.00 mm
π
u=x −0 .5772∗α= 31.01 mm
[Link]. Para el modelo de probabilidad:

−( x−u
α )
F( x )=e−e
Según el estudio de miles de
estaciones - año de datos de
lluvia, realizado por L. L. Welss, los resultados de un análisis probabilístico llevado

206 - 423
a cabo con lluvias máximas anuales tomadas en un único y fijo intervalo de
observación, al ser incrementados en un 13% conducían a magnitudes más
aproximadas a las obtenidas en el análisis basado en lluvias máximas verdaderas.
Por tanto el valor representativo adoptado para la cuenca será multiplicado por
1.13 para ajustarlo por intervalo fijo y único de observación.

Cálculo de las láminas para distintas frecuencias

Periodo Variable Precip. Prob. de Corrección


Retorno Reducida (mm) ocurrencia intervalo fijo
Años YT XT'(mm) F(xT) XT (mm)
2 0.3665 34.6702 0.5000 39.1773
5 1.4999 45.9988 0.8000 51.9786
10 2.2504 53.4993 0.9000 60.4542
25 3.1985 62.9763 0.9600 71.1632
50 3.9019 70.0068 0.9800 79.1077
75 4.3108 74.0932 0.9867 83.7253
100 4.6001 76.9854 0.9900 86.9935
500 6.2136 93.1119 0.9980 105.2165

ECUACIÓN DE INTENSIDAD

Las relaciones o cocientes a la lluvia de 24 horas se emplean para duraciones de


varias horas. D. F. Campos A. propone los siguientes cocientes:

Valores concluidos para las relaciones a la lluvia de duración 24 horas

Duraciones, en horas
1 2 3 4 5 6 8 12 18 24
0.30 0.39 0.46 0.52 0.57 0.61 0.68 0.80 0.91 1.00

Estos datos serán obtenidos como un porcentaje de los resultados de la


precipitación máxima probable para 24 horas, para cada período de retorno,
diferentes porcentajes de este valor según los tiempos de duración de lluvia
adoptados.

Precipitaciones máximas para diferentes tiempos de duración de lluvias

207 - 423
Tiempo de Cociente P.M.P. (mm) para diferentes tiempos de duración Sg. Periodo de Retorno
Duración 2 años 5 años 10 años 25 años 50 años 75 años 100 años 500 años
24 hr X24 39.1773 51.9786 60.4542 71.1632 79.1077 83.7253 86.9935 105.2165
18 hr X18 = 91% 35.6513 47.3006 55.0134 64.7585 71.9880 76.1900 79.1641 95.7470
12 hr X12 = 80% 31.3418 41.5829 48.3634 56.9305 63.2861 66.9803 69.5948 84.1732
8 hr X8 = 68% 26.6406 35.3455 41.1089 48.3910 53.7932 56.9332 59.1556 71.5472
6 hr X6 = 61% 23.8982 31.7070 36.8771 43.4095 48.2557 51.0724 53.0660 64.1821
5 hr X5 = 57% 22.3311 29.6278 34.4589 40.5630 45.0914 47.7234 49.5863 59.9734
4 hr X4 = 52% 20.3722 27.0289 31.4362 37.0048 41.1360 43.5372 45.2366 54.7126
3 hr X3 = 46% 18.0216 23.9102 27.8089 32.7351 36.3895 38.5136 40.0170 48.3996
2 hr X2 = 39% 15.2791 20.2717 23.5772 27.7536 30.8520 32.6529 33.9275 41.0344
1 hr X1 = 30% 11.7532 15.5936 18.1363 21.3490 23.7323 25.1176 26.0981 31.5649

Basándose en los resultados de la anterior tabla, y los tiempos de duración


adoptados, calculamos la intensidad equivalente para cada caso, según:
P [ mm ]
I=
t duración [ hr . ]
Intensidades de lluvia para diferentes tiempos de duración

Tiempo de duración Intensidad de la lluvia (mm /hr) según el Periodo de Retorno


Hr min 2 años 5 años 10 años 25 años 50 años 75 años 100 años 500 años
24 hr 1440 1.6324 2.1658 2.5189 2.9651 3.2962 3.4886 3.6247 4.3840
18 hr 1080 1.9806 2.6278 3.0563 3.5977 3.9993 4.2328 4.3980 5.3193
12 hr 720 2.6118 3.4652 4.0303 4.7442 5.2738 5.5817 5.7996 7.0144
8 hr 480 3.3301 4.4182 5.1386 6.0489 6.7242 7.1167 7.3944 8.9434
6 hr 360 3.9830 5.2845 6.1462 7.2349 8.0426 8.5121 8.8443 10.6970
5 hr 300 4.4662 5.9256 6.8918 8.1126 9.0183 9.5447 9.9173 11.9947
4 hr 240 5.0930 6.7572 7.8591 9.2512 10.2840 10.8843 11.3092 13.6781
3 hr 180 6.0072 7.9701 9.2696 10.9117 12.1298 12.8379 13.3390 16.1332
2 hr 120 7.6396 10.1358 11.7886 13.8768 15.4260 16.3264 16.9637 20.5172
1 hr 60 11.7532 15.5936 18.1363 21.3490 23.7323 25.1176 26.0981 31.5649

La representación matemática de las curvas Intensidad - Duración - Período de


retorno, Sg. Bernard es:
a∗T b
I= c
t
Dónde:

I= Intensidad (mm/hr)
t= Duración de la lluvia (min)
T= Período de retorno (años)
a,b,c = Parámetros de ajuste
Realizando un cambio de variable:
b
d=a∗T
208 - 423
De donde:
d
I = c ⇒ I =d∗t −c
t
Periodo de retorno para T = 2 años
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 1.6324 7.2724 0.4900 3.5638 52.8878
2 1080 1.9806 6.9847 0.6834 4.7735 48.7863
3 720 2.6118 6.5793 0.9600 6.3164 43.2865
4 480 3.3301 6.1738 1.2030 7.4270 38.1156
5 360 3.9830 5.8861 1.3820 8.1348 34.6462
6 300 4.4662 5.7038 1.4965 8.5359 32.5331
7 240 5.0930 5.4806 1.6279 8.9218 30.0374
8 180 6.0072 5.1930 1.7930 9.3107 26.9668
9 120 7.6396 4.7875 2.0333 9.7346 22.9201
10 60 11.7532 4.0943 2.4641 10.0890 16.7637
10 4980 48.4971 58.1555 14.1334 76.8076 346.9435

Ln (A) = 4.9980 A= 148.1108 B= -0.6164

Periodo de retorno para T = 5 años

209 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 2.1658 7.2724 0.7728 5.6200 52.8878
2 1080 2.6278 6.9847 0.9662 6.7483 48.7863
3 720 3.4652 6.5793 1.2428 8.1766 43.2865
4 480 4.4182 6.1738 1.4857 9.1726 38.1156
5 360 5.2845 5.8861 1.6648 9.7991 34.6462
6 300 5.9256 5.7038 1.7793 10.1486 32.5331
7 240 6.7572 5.4806 1.9106 10.4714 30.0374
8 180 7.9701 5.1930 2.0757 10.7790 26.9668
9 120 10.1358 4.7875 2.3161 11.0882 22.9201
10 60 15.5936 4.0943 2.7469 11.2466 16.7637
10 4980 64.3438 58.1555 16.9607 93.2502 346.9435

Ln (A) = 5.2807 A= 196.5065 B= -0.6164

Serie T= 5 años
x y
1440 2.1658
1080 2.6278
720 3.4652
480 4.4182
360 5.2845
300 5.9256
240 6.7572
180 7.9701
120 10.1358
60 15.5936

Regresión T= 5 años

16
Intensidad (mm/hr)

f(x) = 196.51 x^-0.62


12
R² = 1
8

0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)

I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 10 años

210 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 2.5189 7.2724 0.9238 6.7185 52.8878
2 1080 3.0563 6.9847 1.1172 7.8034 48.7863
3 720 4.0303 6.5793 1.3938 9.1704 43.2865
4 480 5.1386 6.1738 1.6368 10.1051 38.1156
5 360 6.1462 5.8861 1.8158 10.6882 34.6462
6 300 6.8918 5.7038 1.9303 11.0102 32.5331
7 240 7.8591 5.4806 2.0617 11.2992 30.0374
8 180 9.2696 5.1930 2.2267 11.5634 26.9668
9 120 11.7886 4.7875 2.4671 11.8114 22.9201
10 60 18.1363 4.0943 2.8979 11.8651 16.7637
10 4980 74.8356 58.1555 18.4713 102.0348 346.9435

Ln (A) = 5.4317 A= 228.5487 B= -0.6164

Serie T= 10 años
x y
1440 2.5189
1080 3.0563
720 4.0303
480 5.1386
360 6.1462
300 6.8918
240 7.8591
180 9.2696
120 11.7886
60 18.1363

Regresión T= 10 años

20
Intensidad (mm/hr)

16 f(x) = 228.55 x^-0.62


12 R² = 1
8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)
I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 25 años

211 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 2.9651 7.2724 1.0869 7.9045 52.8878
2 1080 3.5977 6.9847 1.2803 8.9425 48.7863
3 720 4.7442 6.5793 1.5569 10.2434 43.2865
4 480 6.0489 6.1738 1.7999 11.1120 38.1156
5 360 7.2349 5.8861 1.9789 11.6481 34.6462
6 300 8.1126 5.7038 2.0934 11.9404 32.5331
7 240 9.2512 5.4806 2.2248 12.1931 30.0374
8 180 10.9117 5.1930 2.3898 12.4103 26.9668
9 120 13.8768 4.7875 2.6302 12.5922 22.9201
10 60 21.3490 4.0943 3.0610 12.5328 16.7637
10 4980 88.0921 58.1555 20.1022 111.5193 346.9435

Ln (A) = 5.5948 A= 269.0342 B= -0.6164

Serie T= 25 años
x y
1440 2.9651
1080 3.5977
720 4.7442
480 6.0489
360 7.2349
300 8.1126
240 9.2512
180 10.9117
120 13.8768
60 21.3490

Regresión T= 25 años

24
Intensidad (mm/hr)

20
f(x) = 269.03 x^-0.62
16 R² = 1
12
8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)

I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 50 años

212 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 3.2962 7.2724 1.1928 8.6742 52.8878
2 1080 3.9993 6.9847 1.3861 9.6817 48.7863
3 720 5.2738 6.5793 1.6628 10.9397 43.2865
4 480 6.7242 6.1738 1.9057 11.7654 38.1156
5 360 8.0426 5.8861 2.0848 12.2711 34.6462
6 300 9.0183 5.7038 2.1993 12.5441 32.5331
7 240 10.2840 5.4806 2.3306 12.7731 30.0374
8 180 12.1298 5.1930 2.4957 12.9599 26.9668
9 120 15.4260 4.7875 2.7361 13.0988 22.9201
10 60 23.7323 4.0943 3.1668 12.9661 16.7637
10 4980 97.9265 58.1555 21.1605 117.6742 346.9435

Ln (A) = 5.7007 A= 299.0685 B= -0.6164

Serie T= 50 años
x y
1440 3.2962
1080 3.9993
720 5.2738
480 6.7242
360 8.0426
300 9.0183
240 10.2840
180 12.1298
120 15.4260
60 23.7323

Regresión T= 50 años

24
Intensidad (mm/hr)

20 f(x) = 299.07 x^-0.62


16 R² = 1
12
8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)
I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 75 años

213 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 3.4886 7.2724 1.2495 9.0868 52.8878
2 1080 4.2328 6.9847 1.4429 10.0780 48.7863
3 720 5.5817 6.5793 1.7195 11.3130 43.2865
4 480 7.1167 6.1738 1.9624 12.1157 38.1156
5 360 8.5121 5.8861 2.1415 12.6050 34.6462
6 300 9.5447 5.7038 2.2560 12.8676 32.5331
7 240 10.8843 5.4806 2.3873 13.0840 30.0374
8 180 12.8379 5.1930 2.5524 13.2545 26.9668
9 120 16.3264 4.7875 2.7928 13.3704 22.9201
10 60 25.1176 4.0943 3.2236 13.1984 16.7637
10 4980 103.6426 58.1555 21.7278 120.9734 346.9435

Ln (A) = 5.7574 A= 316.5257 B= -0.6164

Serie T= 75 años
x y
1440 3.4886
1080 4.2328
720 5.5817
480 7.1167
360 8.5121
300 9.5447
240 10.8843
180 12.8379
120 16.3264
60 25.1176

Regresión T= 75 años

28
Intensidad (mm/hr)

24
20
f(x) = 316.53 x^-0.62
16 R² = 1
12
8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)
I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 100 años

214 - 423
Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 3.6247 7.2724 1.2878 9.3652 52.8878
2 1080 4.3980 6.9847 1.4812 10.3454 48.7863
3 720 5.7996 6.5793 1.7578 11.5649 43.2865
4 480 7.3944 6.1738 2.0007 12.3521 38.1156
5 360 8.8443 5.8861 2.1798 12.8304 34.6462
6 300 9.9173 5.7038 2.2943 13.0861 32.5331
7 240 11.3092 5.4806 2.4256 13.2939 30.0374
8 180 13.3390 5.1930 2.5907 13.4534 26.9668
9 120 16.9637 4.7875 2.8311 13.5538 22.9201
10 60 26.0981 4.0943 3.2619 13.3552 16.7637
10 4980 107.6883 58.1555 22.1107 123.2003 346.9435

Ln (A) = 5.7957 A= 328.8812 B= -0.6164

Serie T= 100 años


x y
1440 3.6247
1080 4.3980
720 5.7996
480 7.3944
360 8.8443
300 9.9173
240 11.3092
180 13.3390
120 16.9637
60 26.0981

Regresión T= 100 años

16 f(x) = 328.88 x^-0.62


Intensidad (mm/hr)

12
R² = 1

8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)
I Vs. t
Power (I Vs. t)

Periodo de retorno para T = 100 años

Nº x y ln x ln y ln x*ln y (lnx)^2
1 1440 4.3840 7.2724 1.4780 10.7484 52.8878
2 1080 5.3193 6.9847 1.6713 11.6738 48.7863

215 - 423
3 720 7.0144 6.5793 1.9480 12.8162 43.2865
4 480 8.9434 6.1738 2.1909 13.5262 38.1156
5 360 10.6970 5.8861 2.3700 13.9499 34.6462
6 300 11.9947 5.7038 2.4845 14.1708 32.5331
7 240 13.6781 5.4806 2.6158 14.3363 30.0374
8 180 16.1332 5.1930 2.7809 14.4410 26.9668
9 120 20.5172 4.7875 3.0213 14.4643 22.9201
10 60 31.5649 4.0943 3.4520 14.1339 16.7637
10 4980 130.2463 58.1555 24.0126 134.2607 346.9435

Ln (A) = 5.9859 A= 397.7736 B= -0.6164

Serie T= 500 años


x y
1440 4.3840
1080 5.3193
720 7.0144
480 8.9434
360 10.6970
300 11.9947
240 13.6781
180 16.1332
120 20.5172
60 31.5649

Regresión T= 500 años

24
Intensidad (mm/hr)

20 f(x) = 269.03 x^-0.62


16 R² = 1
12
8
4
0
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600
Duración (min)

I Vs. t Power (I Vs. t)

Resumen de aplicación de regresión potencial

216 - 423
Periodo de Término ctte. de Coef. de
Retorno (años) regresión (d) regresión [ c ]
2 148.11 -0.62
5 196.51 -0.62
10 228.55 -0.62
25 269.03 -0.62
50 299.07 -0.62
75 316.53 -0.62
100 328.88 -0.62
500 397.77 -0.62
Promedio = 273.06 -0.62

En función del cambio de variable realizado, se realiza otra regresión de potencia


entre las columnas del periodo de retorno (T) y el término constante de regresión
(d), para obtener valores de la ecuación:
b
d=a∗T

Regresión potencial

Ln (A) = 4.9798 A= 145.4404 B= 0.1751

217 - 423
Termino constante de regresión (a) = 145.4404
Coef. de regresión (b) = 0.175147

Constante de Regresión d
350
300 f(x) = 145.44 x^0.18
250 R² = 0.97

200
150
100
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Período de Retorno (años)

d Vs. T Power (d Vs. T)

Finalmente se tiene la ecuación de intensidad válida para la cuenca:

Termino constante de regresión (a) = 145.4404

Coef. de regresión (b) = 0.175147

a∗T b
I=
tc
0.175147

145.4404 * T
I= 0.61639
t

Dónde:

I = intensidad de precipitación (mm/hr)


T = Periodo de Retorno (años)
t = Tiempo de duración de precipitación (min)
Intensidad - Tiempo de duración - Período de retorno

218 - 423
Frecuencia Duración en minutos
años 5 10 15 20 25 30
2 60.89 39.72 30.94 25.91 22.58 20.18
5 71.49 46.64 36.32 30.42 26.51 23.69
10 80.72 52.66 41.01 34.35 29.93 26.75
25 94.78 61.82 48.15 40.33 35.14 31.41
50 107.01 69.80 54.37 45.53 39.68 35.46
75 114.88 74.94 58.37 48.88 42.60 38.07
100 120.82 78.81 61.38 51.41 44.80 40.04
500 160.16 104.48 81.37 68.15 59.39 53.08
Frecuencia Duración en minutos
años 35 40 45 50 55 60
2 18.35 16.90 15.72 14.73 13.89 13.16
5 21.55 19.84 18.45 17.29 16.31 15.46
10 24.33 22.40 20.84 19.53 18.41 17.45
25 28.56 26.31 24.46 22.92 21.62 20.49
50 32.25 29.70 27.62 25.88 24.41 23.13
75 34.62 31.89 29.65 27.79 26.20 24.84
100 36.41 33.53 31.19 29.23 27.56 26.12
500 48.27 44.45 41.34 38.74 36.53 34.62

5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60
60.89 39.72 30.94 25.91 22.58 20.18 18.35 16.90 15.72 14.73 13.89 13.16
71.49 46.64 36.32 30.42 26.51 23.69 21.55 19.84 18.45 17.29 16.31 15.46
80.72 52.66 41.01 34.35 29.93 26.75 24.33 22.40 20.84 19.53 18.41 17.45
94.78 61.82 48.15 40.33 35.14 31.41 28.56 26.31 24.46 22.92 21.62 20.49
107.01 69.80 54.37 45.53 39.68 35.46 32.25 29.70 27.62 25.88 24.41 23.13
114.88 74.94 58.37 48.88 42.60 38.07 34.62 31.89 29.65 27.79 26.20 24.84
120.82 78.81 61.38 51.41 44.80 40.04 36.41 33.53 31.19 29.23 27.56 26.12
160.16 104.48 81.37 68.15 59.39 53.08 48.27 44.45 41.34 38.74 36.53 34.62

219 - 423
175.00

150.00
INTENSIDAD (mm/h)

125.00

100.00

75.00

50.00

25.00

0.00
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60
TIEMPO DE DURACION (min)

[Link]. Caudal de diseño

Dónde:

Q = Caudal [m³/s].

C = Coeficiente de escorrentía.

I = Intensidad de la precipitación [mm/hr].

A = Área interesada de la cuenca [Ha].

220 - 423
Tabla 55: Valores típicos del coeficiente de escorrentía

área de aporte
A1 = 4.98 km2

C= 0.5
I= 21.91 mm/hr

caudal de diseño de la cuenca


Q1 = 15.14 m3/s

221 - 423
3.1.5. Estudio Hidráulico

Para el estudio hidráulico se tuvo que trabajar primero en el Civil 3D para sacar las
secciones transversales para luego exportar al HEC-RAS cada 15 m aguas arriba
y aguas abajo del punto donde será emplazado el puente y ancho general de 65 m
con modificaciones en algunos lugares más estrechos que se tomó 30 m como
mínimo de ancho así como se puede apreciar en la siguiente figura.

Figura 44: Geometría Cauce

Fuente: Elaboración propia

222 - 423
Luego de obtener la topografía de las secciones en el programa HEC-RAS se
establece los coeficientes de Manning como se muestra en la figura.

Figura 45: Coeficiente de Rugosidad de Manning

Fuente: Elaboración propia

Para los valores de los coeficientes de rugosidad de Manning ingresados al HEC-


RAS se tuvo que calcular con la siguiente ecuación.

Tabla 56: Coeficiente de rugosidad para el lecho del Rio

CONDICIONES DE RIOS PARA EL LECHO DEL RÍO VALORES


MATERIAL INVOLUCRADO GRAVA GRUESA n0 0.028

GRADO DE IRREGULARIDAD MODERADO n1 0.01


VARIACIONES DE LA SECCION OCASIONALMENTE
TRANSVERSAL ALTERNANTE n2 0.005
EFECTO RELATIVO DE LAS
OBSTRUCCIONES
APRECIABLE n3 0.02

VEGETACION MEDIA n4 0.01

GRADO DE LOS EFECTOS POR MEANDROS APRECIABLE m5 1


Fuente: Elaboración propia

n=( 0.028+0.01+0.005+ 0.02+ 0.01 )∗1=0.073

Tabla 57: Coeficiente de rugosidad para las bancas del Rio

223 - 423
CONDICIONES DE RIOS PARA LAS BANCAS DEL RÍO VALORES
MATERIAL INVOLUCRADO GRAVA GRUESA n0 0.028

GRADO DE IRREGULARIDAD MODERADO n1 0.01


VARIACIONES DE LA SECCION OCASIONALMENTE
TRANSVERSAL ALTERNANTE n2 0.005

EFECTO RELATIVO DE LAS


OBSTRUCCIONES
APRECIABLE n3 0.015

VEGETACION MEDIA n4 0.01

GRADO DE LOS EFECTOS POR MEANDROS APRECIABLE m5 1


Fuente: Elaboración propia

n=( 0.028+0.01+0.005+ 0.015+ 0.01 )∗1=0.068

Posteriormente se procede a introducir el caudal calculado en el estudio


hidrológico y se ingresa las pendientes aguas arriba y aguas abajo a partir del
punto donde se emplazara el puente

Figura 46: Caudal de Diseño

Fuente: Elaboración propia

Calculo de pendientes para las secciones aguas arriba

2715−2697
Sarriba = =0.16
150

Cálculo de pendientes para las secciones aguas abajo

224 - 423
2740−2715
Sabajo = =0.12
150

Figura 47: Pendientes aguas arriba y aguas abajo

Fuente: Elaboración propia

El caudal de diseño que se ingresó al programa HEC-RAS nos servirá para la


determinación del cálculo de la socavación en la sección donde se vio por
conveniente emplazar el puente vehicular.

Ya cargado todos los datos calculados anteriormente se procede a simular en el


programa HEC-RAS los cuales nos da varios estados de flujo de la quebrada para
poder simular como subcritico, supercrítico o mixto.

Entre estos tres estados de flujo se optó por tomar los resultados del flujo
supercrítico ya que es la más crítica en cuanto a la velocidad de flujo. Se toma
como dato la velocidad del flujo 3.04 m/s y la altura del pelo de agua es de 0.59 m

[Link]. Calculo de la altura de socavación

En este cálculo se determinara la profundidad de socavación para la ubicación de


la estructuras de apoyo en este caso se utilizara la sección 210 del programa
HEC-RAS ya que esta es la sección donde estará ubicada la estructura.

225 - 423
Figura 48: Socavación para caudal de diseño

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Calculo de la forma de socavación

Se evaluara la velocidad media respecto a la velocidad crítica

V >V C : Socavación en lecho móvil

V <V C : Socavación en agua clara

Cálculo de la velocidad critica aplicando la ecuación ()

1 1
6 3
V C =6.19∗h ∗D50

Donde reemplazando los datos obtenidos del programa HEC-RAS

h= 0.59 m altura del pelo de agua

D50= 0.075 mm

Diámetro de la partícula del lecho en una mescla cuyo 50% es menor, valor que
fue adoptado de la granulometría mostrada en Anexos

226 - 423
1 1
V C =6.19∗0.59 6 ∗0.075 3 =2.39 m/s

De acuerdo al resultado obtenido para la velocidad crítica se tiene una socavación


de lecho móvil, ya que la velocidad media es igual a 3.86 m/s

3.04 m/ s>2.39 m/s

Socavaciónen lecho móvil ,existe trasnporte de sedimento

[Link]. Calculo de la socavación general

Se usara el método de lischvan-levediev en el cual la profundidad máxima desde


el nivel de aguas máximo se define con la Ecuación

5 1

[ ]
3 1 +Z
α∗h
HS=
0.68∗β∗μ∗φ∗D m0.28

Para realizar este cálculo es necesario determinar las variables de las cuales
depende la altura como:

Coeficiente de secciónα, según la formula

1
Qd S 2 0.181/ 2
α= = = =5.81
2
3
n 0.073
A∗R

Donde los valores de la pendiente (S) es un resultado de las tablas del HEC-RAS
(Ver anexos) y el coeficiente de rugosidad de Manning (n) es el determinado en el
HEC-RAS.

Coeficiente de frecuencia β, según la formula

β=0.7929+ 0.0973∗log ( T r ) =0.7929+0.0973∗log(500)=1.055

Factor de corrección por contracción del cauce μ, según la tabla () es de:

227 - 423
μ=1

Ya que el rio no presenta obstáculos en su cauce.

Para la determinación del diámetro medio (D m) se utilizó la granulometría obtenida


en el ensayo de suelos:

Peso total de la muestra seca < Nᴼ4 221.5 (gr)

Peso total de la muestra seca > Nᴼ4 2452.00 (gr)

Tabla 58: Granulometría


Retenido % que
Tipo de Diámetr Peso de la muestra seca
Tamiz acumulado pasa
Tamiz o (mm)
Parcial Retenido Que pasa (gr) (%) (%)
2" 50 213.5 2238.5 213.5 8.71 91.29
1 1/2" 38.1 277.8 2174.2 491.3 11.33 79.96

TAMIZAD 1" 25.4 374.6 2077.4 865.9 15.28 64.69


O 3/4" 19.1 183.3 2268.7 1049.2 7.48 57.21
GRUESO 1/2" 12.7 218.2 2233.8 1267.4 8.9 48.31
3/8" 9.5 103.5 2348.5 1370.9 4.22 44.09
N4 4.75 221.5 2230.5 1592.4 9.03 35.06
N10 2 315.9 2136.1 1908.3 12.88 22.17
TAMIZAD
N40 0.425 326.3 2125.7 2234.6 13.31 8.87
O FINO
N200 0.075 197.5 2254.5 2432.1 8.05 0.81
Fuente: Elaboración propia

Diámetro medio del tamiz

62.5+50.8
D i= =56.65 mm
2

Diámetro medio de la partícula

Dm =
∑ (Di∗Pi )
∑ Pi
En la siguiente tabla se muestra el cálculo del diámetro medio de la partícula

228 - 423
Tabla 59: Diámetro medio de la partícula

Retenid
Diámetro
Tamiz o parcial Di Di * Pr
(mm)
Pr (gr)
3" 76.2 0    
2 1/2" 62.5 0    
2" 50.8 213.5 56.65 12094.78
1 1/2" 38.1 277.8 44.45 12348.21
1" 25.4 374.6 31.75 11893.55
3/4" 19.05 183.3 22.23 4073.84
1/2" 12.7 218.2 15.88 3463.93
3/8" 9.5 103.5 11.10 1148.85
N4 4.75 221.5 7.13 1578.19
N10 2 315.9 3.38 1066.16
N40 0.42 326.3 1.21 394.82
N200 0.075 197.5 0.25 48.88
bandeja   19.9 0.04 0.75
  Sumatoria= 2452   48111.953
Fuente: Elaboración propia

Diámetro medio de la partícula

48111.953
Dm = =19.62 mm
2452

Calculo del exponente variable en función al diámetro de la partícula media, según


la ecuación ()

Z=0.394557−0.04136∗ ( log ( Dm ) )−0.00891∗log 2 (Dm)

Z=0.394557−0.04136∗ ( log ( 19.62 )) −0.00891∗log 2 19.62=0.3262

El factor de corrección por contracción del cauce, μ, de acuerdo a tabla

μ = 1, ya que no hay obstáculos

Una vez calculados o determinados todos los parámetros podemos calcular la


altura de socavación.

229 - 423
5 1

HS= [ 5.81∗0.593

0.68∗1.055∗1∗1∗19.620.28 ] 1+0.3262

=1.33 m

La profundidad de socavación es la diferencia entre el NAME y la altura


anteriormente determinada.

d S =H S −h=1.33−0.59=0.74 m

3.2. ESTUDIO DE ALTERNATIVAS DEL TIPO DE PUENTES

3.2.1. Datos de entrada

Tabla 60: Datos de entrada

Longitud del puente (m) 50


Nivel máximo de aguas extraordinario (m) 0.59
Fuente: Elaboración propia

3.2.2. Elección de la superestructura

De acuerdo con la longitud del puente de 30 m, este se clasifica como un puente


mediano o menor, en base a esto se buscarán las alternativas recomendadas para
esta longitud, sabiendo que la estructura será de dos carriles

Para la elección del tipo de puente de acuerdo a toda la información de campo y


las características tipológicas de los puentes, se debe realizar un análisis de cada
una de estas.

Figura 49: Parámetros considerados

230 - 423
PARÁMETROS Puente de vigas pre
Puente alcantarilla Puente arco tablero inferior
CONSIDERADOS esforzadas
·Puente de vigas pre
·el rango de luz para los puentes
·Estos se construyen esforzadas
en arco tanto para In Situ como
entre un rango de luz construidas en un
para Prefabricados varía entre 60
que va de 0.0 – 9 m rango de luz entre 12
m y 200 m.
m – 400 m
PARÁMETROS ·Generalmente se ·En zonas cálidas
TÉCNICOS emplaza en zonas presenta mayor ·Tramos rígidos
rurales complejidad
·De Hormigón Armado ·El sistema estructural puede ser
·Tipo de material
·Las vigas tienen simplemente apoyado
Hormigón Armado
mayor resistencia dependiendo de la luz
·Para que desde el punto de vista
·El costo por económico, sea óptimo este tipo
·Por mantenimiento
construcción es de puente se deberá ser utilizado
tiene mayor gasto
similar en los caso en luces pequeñas no menos a 60
m.
·El costo varía de ·El costo por
·Tienen mayor gasto por
acuerdo a la logística mantenimiento es
mantenimiento
de construcción menor

PARÁMETROS ·Pueden ser in situ o


ECONÓMICOS prefabricadas que de
·El costo varía si es ·El costo de construcción es
acuerdo a estos varia
en in situ o mayor por la utilización de grúas y
el precio en los
prefabricadas equipo automatizado.
materiales como en la
mano de obra

·El costo influye de


·El costo vari en gran manera en
·El costo es mayor porque se
función a la longitud relación a la
trabaja en luces mayores 60 m
del puente dimensión de la
estructura
·Este tipo de puente
·Estos puentes salvaría
·Estos tipos de puente en el rango
conforman un adecuadamente el
de luz que presente no requiere
conducto enterrado de cauce del rio y se
una pila central por lo cual no se
sección curva o podría dar
PARÁMETROS requiere un cálculo de socavación
rectangular entonces; continuidad a la vía
CONSTRUCTIVOS para pilas.
los resultados de que une dos puntos
socavación indican sobre la carretera.
una socavación local
·En la forma ·Su forma geométrica no se
critica de 1.31 m
geométrica son asimila a las demás por la
similares presencia de la viga en arco
Fuente: Elaboración propia

El tipo de superestructura que se adecua a este caso es el de vigas, las cuales


pueden ser de hormigón o de acero, por la disponibilidad del material se
analizarán las alternativas puente en arco y puente sobre vigas BPR ya que al
emplear el sistema de postensado se logra cubrir mayores luces en un solo tramo,
a diferencia del hormigón armado.

231 - 423
A continuación se analizarán las características de cada una de ellas para
finalmente elegir la más óptima.

[Link]. Criterios técnicos

Características y tipos de puente en arco:

En el tipo de arco más natural, la componente horizontal de cada reacción, o


empuje, es llevada a un contrafuerte, que también recibe la reacción vertical. A
este tipo se hace referencia como arco verdadero. Sin embargo, la aplicación de la
construcción en arco puede ampliarse económicamente en forma considerable
soportando el empuje mediante un tirante, un miembro a tensión entre los
extremos (arranques) de la luz. A este tipo de puente se hace referencia como
arco atirantado. Es de observar que el arco atirantado viene a ser un equivalente
al pretensado pero con el cable dispuesto exteriormente.

Los puentes en arco también se clasifican según su grado de articulación. Un arco


empotrado, en el cual la construcción impide la rotación en los extremos de la luz,
es estáticamente indeterminado de tercer grado en lo que respecta a las
reacciones externas. Si la luz está articulada en los extremos, se convierte en un
arco biarticulado, y es estáticamente indeterminado de primer grado. En los años
recientes, la mayor parte de los puentes en arco se han construido empotrados o
con dos articulaciones. A veces se incluye una articulación en la clave, adicional a
las articulaciones de los extremos. El puente es entonces triarticulado y es
estáticamente determinado. En todos estos casos es requisito importante que el
terreno de fundación sea de muy buena calidad para garantizar su resistencia a
las reacciones verticales y fundamentalmente a los empujes horizontales.

Además los puentes en arco se pueden clasificar según la ubicación del tablero. El
tablero se puede ubicar en distintas posiciones con relación al arco, por lo que
estos puentes pueden ser:

- Arcos de tablero superior.


- Arcos de tablero inferior.
- Arcos de tablero intermedio.

232 - 423
Los arcos de tablero superior o de paso superior, son cuando los arcos están por
debajo del tablero. Éste es el tipo más usual de arcos verdaderos y se emplean
cuando la quebrada que se desea salvar es profunda y otras veces cuando se
desea ganar gálibo para permitir el paso de los barcos si el río es navegable. Se
puede ver en este caso que las péndolas trabajan en compresión al transmitir las
cargas desde el tablero hasta el arco.

Figura 50: puente arco tablero superior

Fuente:

Los arcos de tablero inferior o de paso inferior, son usados especialmente cuando
la rasante del camino es muy baja y por razones de estética se desea construir un
arco, en el que todas las péndolas trabajan en tracción. Normalmente la solución
de este tipo de arcos es con tirantes, caso en el que se los conoce como arcos
atirantados.

Figura 51: puente arco tablero inferior

Fuente: Elaboración

Los arcos de tablero intermedio o de paso intermedio, tienen ubicado a media


altura su tablero, en algún punto intermedio entre los arranques y la clave y son de
buen aspecto arquitectónico. Se los emplea en quebradas no muy profundas o en

233 - 423
pasos superiores porque en su parte central se consigue el gálibo necesario para
el paso vehicular

Figura 52: puente arco tablero intermedio

Fuente: Elaboración propia

Características de la viga BPR:

Figura 53: Superestructura de vigas bpr (sección transversal abierta)

Fuente: Elaboración propia

- Este tipo de vigas trabajan de forma óptima en puentes que no presenten


curvaturas.
- Para su aplicación el ancho del tablero debe ser constante.
- A menos que se especifique lo contrario, el número de vigas para tableros
de dos carriles no es menor que cuatro (Norma AASHTO LRFD).
- Las vigas son paralelas y tienen aproximadamente la misma rigidez.

El vuelo correspondiente a la calzada, no es mayor que 910 mm.

[Link]. Criterios constructivos

El puente en arco de tablero inferior desde el punto de vista constructivo, este tipo
de puentes presentados facetas. La primera, la más habitual, consiste en soportar
el tablero sobre apoyos provisionales y montar el arco encima por partes. Una vez

234 - 423
terminado el arco se procede a la eliminación de los apoyos provisionales y a
completar la construcción de tablero en su tejido transversal.

La viga BPR tiene un proceso constructivo relativamente fácil, siendo la más


usada en nuestro medio para la construcción de puentes, por lo que la mano de
obra es disponible y es más utilizada en áreas rurales.

[Link]. Criterios económicos

Para la tabla siguiente se usaran presupuestos de puentes de los dos tipos


mencionados y otro tipo de puentes construidos en la ciudad de Cochabamba para
una cierta comparación económica.

Tabla 61: Presupuestos de referencia para el análisis de alternativas


Longitud Costo por
Presupuesto
Tipo de puente del puente metro lineal
(Bs)
(m) (Bs)
Puente en arco atirantado con
vigas preesforzadas
60 3307237.56 55120.626
postensadas sobre el rio
KAKIARI(ITAPAYA)
Puente vehicular COLCHA
160 12232088 76450.55
(puente en arco)
Losa de hormigón armado sobre
vigas I postensadas (Puente 40 2438116.00 60952.90
Molle Molle)

Losa de hormigón armado sobre


vigas I postensadas (Puente 72 2438116.00 60952.90
Mayca Mayu-Sacaba)

Puente PALERMO (voladizo) 222 22989981.45 103558.475

Fuente: Proyectos a diseño final de Cochabamba y trabajos de grado de la Escuela


Militar de Ingeniería de Cochabamba.

Se pudo ver en la tabla anterior que respecto al aspecto económico se ve reflejada


una en cierta forma ya que el materia para los tipos analizados es el mismo, por lo
que el puente en arco resulta ser más costosa en relación a la de viga BPR pero
presenta mayor tecnología en innovación.

235 - 423
De acuerdo a la información obtenida se pudo tomar en cuenta el puente Palermo
con una superestructura de volados sucesivo que fue construido por la misma
zona como se puede ver en la tabla es demasiada costosa pero es más tomada
como alternativa en luces más grandes.

Tabla 62: valoración de criterios para la elección de la superestructura


    Vigas BPR P. en arco
Rigidez torsional 7 8
Menor peso y ligereza 7 7
Criterios técnicos Aplicación en tableros de
9 10
ancho constante
Aplicación de acuerdo a la
9 10
altura del puente
Facilidad de encofrado 8 9
Criterios Dificultad proceso
8 7
constructivos constructivo
Rendimiento de la mano
8 7
de obra
Criterios
Costo por metro lineal 8 9
económicos
  8 8.4
Fuente: Elaboración propia

3.2.3. Conclusión de análisis

En base a todos los aspectos que se tomó en cuenta para el análisis, se determinó
que la superestructura que mejor se adecua al presente proyecto es la en arco
tablero inferior.

3.3. DISEÑO Y DIMENSIONAMIENTO DEL PUENTE

Esquema de las partes que comprenderá el puente vehicular Cala Cala

236 - 423
a) Selección del refuerzo

Resistencia característica del hormigón a los 28 días:

fˈc=350 [kp/cm2] = 34.32 [MPa]. Para los Arcos.

Resistencia característica del hormigón a los 28 días:

fˈc=280 [kp/cm2] = 27.46 [MPa]. Para los demás elementos.

Tensión de fluencia del acero:


fy=4200 [kp/cm2]

Peso específico del hormigón:


2400 [kg/m3]

b) Recubrimiento

 Superficies de tableros sujetos a desgaste 60 (mm).


 Fondo de losas hormigonadas in situ 25 (mm); Adoptamos 30 (mm).

c) Máxima separación de la armadura principal

237 - 423
A menos que se especifique lo contrario, la separación de la armadura en tabiques
y losas no deberá ser mayor que 1.5 veces el espesor del elemento ó 450 mm.

Smáx =1.5∗ts
Smáx =1.5∗20
Smáx =30.00 [ cm ]

d) Vigas de hormigón armado

El predimensionamiento de vigas de hormigón armado se realizara considerando


las recomendaciones de la AASTHO-LRFD (Art. [Link].3), criterios de deflexión,
obteniendo secciones que permitan deflexiones mínimas y así cumplir con las
deflexiones admisibles.
Profundidad mínima de vigas para tramos continuos:

h min=0.065 L
e) Vigas Transversales
Datos:
Longitud del tramo = 9.40 (m) = 940 (cm)
h min=0.065 L=0.065∗940=61.10 [ cm ]

Adoptamos h=60 (cm)+ 20 (cm) espesor de losa =80 (cm)

h
b=
2
80
b= =40.0 [ cm ]
2
Adoptamos b=40 (cm)
La separación entre vigas transversales debe cumplir el criterio de pandeo lateral,
para ello aplicamos la definición de R. Park y T. Paulay (Inestabilidad lateral de
vigas).

Para vigas soportadas simplemente o continúas, la distancia libre entre


restricciones laterales L debe ser talque:

238 - 423
Dónde:
L=500 [ cm ]
d=80 [ cm ]
L L∗d
<60 y 2 <250
b b
500 500∗80
=12.50<60 y =25<250
40 402
¡ OK ! separacion de vigas es adecuada

f) Vigas Longitudinales

Datos:
Longitud del tramo = 5.00 (m) = 500 (cm)

h min=0.065 L=0.065∗500=32.5 [ cm ]
Adoptamos h=50.00 (cm)+ 20 (cm) espesor de losa =70 (cm)

h 70
b= = =35.00 [ cm ]
2 2
Adoptamos b=35.00 (cm)

g) Comparación entre directrices de arco parabólico y catenaria.

Datos:
L=60 [ m ] ( Longitud )
L
f = ( flecha )
5
60
f=
5
f =12.00 [ m ]
Parábola:
−4∗f 2
y= ∗x
L2

Ecuación de la parábola en el proyecto:

239 - 423
4∗12 2
y= ∗x
60 2
6
y= ∗x 2
450
Catenaria:

y=−a∗cosh ( xa )+b
Ecuación de la catenaria para el proyecto:
a=3935.17552052
b=5135.17552052
x , y deben ser ingresadosen [ cm ]
x
y=3935.17552052∗cosh ( 3935.17552052 )+5135.17552052
Figura 54: Directrices de arco parabólico y catenaria

1300.0

1100.0

900.0
FLECHA (cm)

700.0

500.0

300.0

100.0

-100.0
-3000 -2000 -1000 0 1000 2000 3000

COMPARACIÓN DE DIRECTRICES
Parábola DE ARCO
Catenaria

La figura muestra la diferencia entre las directrices de curva parabólica y


catenaria. Para seleccionar la mejor curva realizamos una comparación de
esfuerzos y desplazamientos, cuando estén sometidos a cargas de servicio.

240 - 423
Análisis de desplazamientos
Figura 55: Puente arco curva catenaria

Desplazamiento en la Catenaria para el Estado Límite de Resistencia I:


U 3=−3.4756 [ cm ]
Figura 56: Puente arco curva parábola

241 - 423
Desplazamiento en el Arco Parabólico para el Estado Límite de Resistencia I:
U 3=−3.0109 [ cm ]
Elección de la directriz de arco

Por lo expuesto anteriormente la curva parabólica presenta una deformación


menor al de la catenaria. Esta diferencia repercute en los esfuerzos, generándose
las menores solicitaciones en la directriz parabólica, por tanto la curva más
adecuada para el proyecto será el arco parabólico.

3.3.1. Calculo de la superestructura

[Link]. Diseño de barandas peatonales

P¿ =890+0.73∗L ( N )
Dónde:

242 - 423
L=¿ Separación entre postes (mm).
 Dimensiones y propiedades de los materiales de postes y pasamanos

Propiedades según el manual de construcciones de acero aisc-lrfd.


Propiedades de la Sección HSS 3.0 x 0.125 para postes
t (in) Wt (lb/ft) A (in²) I (in⁴) S (in³) r (in) Z (in³) J (in⁴)
0.116 3.84 1.05 1.09 0.73 1.02 0.965 2.19
t (cm) Wt (kg/m) A (cm²) I (cm⁴) S (cm³) r (cm) Z (cm³) J (cm⁴)
0.29 5.72 6.77 45.37 11.96 2.59 15.81 91.15
Propiedades de la Sección HSS 2.375 x 0.125 para pasamanos
t (in) Wt (lb/ft) A (in²) I (in⁴) S (in³) r (in) Z (in³) J (in⁴)
0.116 3.01 0.823 0.527 0.443 0.8 0.592 1.05
t (cm) Wt (kg/m) A (cm²) I (cm⁴) S (cm³) r (cm) Z (cm³) J (cm⁴)

Dónde:
t=¿ Espesor de diseño de las paredes.
w t=¿ Peso por metro lineal.
A=¿ Área de la sección.
I =¿ Módulo de inercia.
S=¿ Modulo resistente elástico.
r =¿ Radio de giro.
Z=¿ Módulo resistente plástico.
J=¿ Constante de torsión.

 Momento plástico

M p=Z∗f y P ara elementos donde L p ≥ Lb Zona I


Dónde:
f y =¿ Resistencia a la fluencia del acero, en (kp/cm2).
Z=¿ Módulo resistente plástico, en (cm3)
Lb=1.70 [ m ], longitud entre postes o longitud no arriostrada.
Reemplazando datos para pasamanos:

M p=9.7∗4200
M p=40740 [ kp∗cm ] ; M p=35.33 [ kip∗¿ ]

243 - 423
Reemplazando datos para postes:

M p=15.81∗4200
M p=66402 [ kp∗cm ] ; M p=57.60 [ kip∗¿ ]
 Longitud plástica de la sección

0.13∗r∗E s∗ √ J∗A
L p=
Mp
Dónde:
L p=¿ Longitud plástica.
r =¿ Radio de giro.
E s=¿ Módulo de elasticidad del acero, según AISC, 29000 (Ksi)
J=¿ Constante de torsión.
A=¿ Área de la sección.
M p=¿ Momento plástico, en (kip*in)

Para pasamanos:
0.13∗0.8∗29000∗√ 1.05∗0.823
L p=
35.33
L p=79.36 [ ¿ ]
L p=2.01 [ m ]
Para postes:
0.13∗1.02∗29000∗√ 2.19∗1.05
L p=
57.60
L p=101.24 [ ¿ ]
L p=2.57 [ m ]

a) Diseño de los pasamanos

 Momento por peso propio

Figura 57: Cargas actuantes por peso propio sobre los pasamanos

244 - 423
Fuente: Elaboración propia
2
w∗L
M DC =
8
4.48∗1.7 2
M DC =
8
M DC =1.62 [ kp∗m ]

 Momento por carga viva

Figura 58: Cargas actuantes por carga viva sobre los pasamanos

Fuente: Elaboración propia

w∗L2 P∗L
M ¿= +
8 4
73∗1.72 89∗1.7
M ¿= +
8 4
M ¿ =64.20 [ kp∗m ]
 Momento último

El momento último para el Estado Límite de Resistencia I:

M u=η [ 1.25 M DC +1.75 M ¿ ]

η=1.05 Factor modificador de cargas para Resistencia

M u=1.05∗( 1.25∗1.62+1.75∗64.2 )
M u=120.1 [ kp∗m ]
 Verificación:

Verificamos si: L p ≥ Lb

L p=2.01 [ m ] ≥ Lb=1.90 [ m ] Se encuentra en la zona plástica

245 - 423
Verificamos si: M p ≥ M u

M p=407.4 [ kp∗m ] ≥ M u=120.1 [ kp∗m ] ¡OK ! Resiste

b) Postes de la baranda peatonal


 Cargas y solicitaciones

La sobrecarga de diseño para postes consta de una sobrecarga concentrada


aplicada transversalmente en el centro de gravedad del elemento longitudinal
superior, la magnitud de esta carga se calcula con la ecuación 7.13, en función de
la separación entre postes:

P¿ =89+73∗L

L=¿ Separación entre postes, en (m)


P¿ =¿ Fuerza concentrada de diseño, en (Kp)

 Momento por peso propio

Momento por peso propio de los pasamanos, respecto al punto “A”.

Figura 59: cargas actuantes en los pasamanos

M DC =wt∗L∗b∗N
Datos:
W t =¿ 4.48 (kp/m)
L=¿ 1.70 (m)
b=¿ punto A, 0.04 (m)

246 - 423
N=¿ Numero de pasamanos 5
Reemplazando valores:
M DC =4.48∗1.7∗0.04∗5
M DC =1.53 [ kp∗m ]
Momento por peso propio del poste:

M DC =wt∗h∗b
M DC =5.72∗1.06∗0.04
M DC =0.243 [ kp∗m ]

 Momento por carga viva

Carga distribuida horizontal y vertical, w=73 [ kp∗m ]


Carga concentrada en cualquier dirección, P=89 [ kp ]
M ¿ =( w∗L+ P )∗b
M ¿ =( 73∗1.7+ 89 )∗0.04
M ¿ =8.53 [ kp∗m ]
Momento por la carga viva en la dirección transversal:

P¿ =89+73∗L
P¿ =89+73∗1.7
P¿ =213.10 [ kp ]

M ¿ =( w∗L+ P )∗h
M ¿ =( 73∗1.7+ 213.1 )∗1.03
M ¿ =347.32 [ kp∗m ]
Momento último
El momento último para el Estado Límite de resistencia I es:
M u=η ¿
M u=1.05∗[ 1.25∗( 1.53+ 0.243 )+ 1.75∗( 8.53+347.32 ) ]
M u=656.2 [ kp∗m ]
Verificamos si: L p ≥ Lb

247 - 423
L p=2.73 [ m ] ≥ Lb=1.70 [ m ] Se encuentra en la zona plástica

Verificamos si: M p ≥ M u

M p=664.02 [ kp∗m ] ≥ M u=656.2 [ kp∗m ] ¡ OK ! Resiste


Por lo tanto las secciones de baranda peatonal son adecuadas

Figura 60: Detalle de la baranda

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de la barrera de hormigón

a) Características geométricas

Figura 61: Fuerzas de diseño en una barrera vehicular

Fuente: Elaboración propia

 Resistencia a flexión alrededor de un eje vertical a la barrera ( M w )

248 - 423
La resistencia a los momentos positivo y negativo que actúan alrededor de un eje
vertical se determina tomando como base el mecanismo de falla en este tipo de
barreras, obteniendo así el refuerzo horizontal en la cara vertical de la barrera, en
este caso 4Ø10 (mm).

Para determinar el momento resistente se divide la sección de la barrera en tres


partes: A1, A2 y A3.

Sección A1
d 1=7.5 [ cm ]
d 2=13.10 [ cm ]
d 3=15.20 [ cm ]

7.5+13.10+15.20
d promedio =
3
d promedio =11.93 [ cm ]

As1=( 2+0.5 ) ∅ 10 ( mm ) ; As1=2.5∗0.785 ; As1=1.96 [ cm2 ]

As1∗f y
a=
0.85∗f 'c∗b
1.96∗4200
a=
0.85∗280∗35.5
a=0.974 [ cm ]
Ø=1.0 (Caso de eventos extremos)

M w =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
0.974
M w−1=1.0∗1.96∗4200∗ 11.93− ( 2 )
M w−1=94198.78 [ kp∗cm ]

Sección A2
d 3=15.20 [ cm ]
d 4 =32.80 [ cm ]

249 - 423
15.20+32.8
d promedio =
2
d promedio =24.00 [ cm ]

As2=( 1+0.5 ) ∅ 10 ( mm ) ; As2=1.5∗0.785 ; As2=1.18 [ cm2 ]

As2∗f y
a=
0.85∗f 'c∗b
1.18∗4200
a=
0.85∗280∗25.5
a=0.82 [ cm ]

M w =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
0.82
M w−2=1.0∗1.18∗4200∗ 24− ( 2 )
M w−2=116912 [ kp∗cm ]

Sección A3
d 4 =32.80 [ cm ]

As3=( 0.5 ) ∅ 10 ( mm ) ; As3 =0.5∗0.785; As3 =0.40 [ cm2 ]

As3∗f y
a=
0.85∗f 'c∗b
0.4∗4200
a=
0.85∗280∗7.5
a=0.94 [ cm ]

M w =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
0.94
M w−3=1.0∗0.40∗4200∗ 32.8− ( 2 )
M w−3=54314 [ kp∗cm ]

Luego, el total es:

250 - 423
M w =M L=M w−1 + M w−2 + M w−3
M w =94198.78+ 116912+54314
M w =265425 [ kp∗cm ]
M w =2.65 [ Tn∗m ]
 Resistencia a flexión alrededor de un eje paralelo al eje longitudinal del
puente ( M ¿¿ c) ¿
Se calcula de acuerdo a las líneas de rotura con el momento de flexión negativo.
Este produce esfuerzos de tensión en la cara inclinada de la barrera,
determinando el refuerzo de la barrera para esa cara.
Utilizando un Ø12 c/20 (cm):

1.13 [ cm2 ]
A s=
20 [ cm ]

cm2
A s=0.0565 [ ]
cm

A s=5.65 [ cm2 /m ]

Considerando fajas de 1.00 (m) de ancho:

Sección A1
d=14 [ cm ]
As∗f y
a=
0.85∗f 'c∗b
5.65∗4200
a=
0.85∗280∗100
a=1.00 [ cm ]

( a2 )
M c =∅∗As∗f y∗ d−

1.0
=1.0∗5.65∗4200∗( 14−
2 )
M c−1

M c−1=320355 [ kp∗cm ]

251 - 423
Sección A2
25+34
d= ; d =29.5 [ cm ]
2

M c =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
1.0
M c−2=1.0∗5.65∗4200∗ 29.5− ( 2 )
M c−2=688170 [ kp∗cm ]

Sección A3
d=34 [ cm ]

M c =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
1.0
M c−3=1.0∗5.65∗4200∗ 34− ( 2 )
M c−3=794955 [ kp∗cm ]
M c−1∗h1 + M c−2∗h2 + M c−3∗h3
M c=
H
320355∗35.5+688170∗25.5+794955∗7.5
M c=
68.5
M c =509242 [ kp∗cm ] ; M c =5.09 [ Tn∗m ]

 Longitud crítica de la línea de rotura ( Lc ) según el patrón de falla

Con los momentos resistentes y la longitud de distribución longitudinal de la fuerza


de impacto, Lt =1.22 [ m ] se determina la longitud crítica, conocidos todos los
parámetros necesarios.

122 122 2 8∗68.5∗( 0+265425 )


Lc = ( ) √( )
2
+
2
+
509242

252 - 423
Lc =124.3 [ cm ]
Lc =1.243 [ m ]
Resistencia nominal a la carga transversal Rw

2 5.09∗1.243 2
Rw = ( 2∗1.243−1.22 )(
∗ 8∗0+8∗2.65+
0.685 )
Rw =51.63 [ Tn ] ; R w =506.34 [ KN ]
F t=240 [ KN ]

Rw > F t ¡ OK !

 Transferencia de cortante entre barrera y losa, ( V ct )

Un esquema que explica el esfuerzo de corte que se produce


cuando el vehículo impacta en el parapeto y como llega a
afectar al tablero es el de la figura
Para tableros que soportan parapetos de hormigón la fuerza
de tracción axial puede ser calculada mediante la ecuación de
la AASHTO-LRFD (Art.13.4.2-1), entonces la fuerza de corte
producida por colisión del vehículo es:

Rw
T =V CT =
( Lc + 2∗H )
Reemplazando valores:
506.34
V CT =
( 1.243+2∗0.685 )
V CT =193.98 [ KN /m ] ; V CT =19780 [ kp/m ]

 Cortante nominal resistente, ( V n )

Para dos hormigones colados en diferentes momentos, la AASHTO-LRFD


propone la siguiente ecuación:
V n=c∗Acv + μ ( A vf ∗f y + P c ) ≤ 0.2∗f 'c∗A cv ó 5.5 ¿ A cv

253 - 423
Dónde:
Acv =¿ Área de corte en contacto
0.375*1.0=0.375 (m2)=3750 (cm2).
A vf =¿ Área de acero en el plano de corte
1Ø12c/20(cm) (en razón de que solo una pata está anclada)
1.13 (cm2)/0.2 (m)= 5.65 (cm2/m).
c=¿ Factor de cohesión
0.52 (MPa)= 5.3 (kp/cm2) (Caso 3), (Cohesión y fricción).
μ=0.6∗λ;
Donde μ factor de fricción
λ=1.0 Para hormigones de densidad normal.
f 'c =280 [ kp /cm2 ]

f y =280 [ kp /cm2 ]
Pc =¿ Fuerza de compresión permanente perpendicular al plano de corte = peso
de la barrera=0.164*1.0*2400=395.6 (kp).

Los factores de cohesión y fricción ( c , μ ), son para hormigón colado sobre


hormigón ya endurecido limpio de nata, pero al cual no se introdujo una rugosidad
intencional.

Reemplazando valores:
V n=5.3∗3750+0.6∗( 5.65∗4200+395.6 ) ≤ 0.2∗280∗3750

V n=34350 [ kp /m ] ≤ 210000 [ kp /m ] ¡ OK !

Finalmente verificamos si la sección resiste a corte:

V n=34350 [ kp /m ] >V CT =19780 [ kp /m ] ¡ OK ! Resiste

 Área mínima de acero en corte

254 - 423
La armadura por corte debe satisfacer interfaces entre hormigón de losas y vigas,
por unidad de longitud de viga:
0.35∗b v
A vf ≥
fy
Datos:
b v =375 [ mm ] , ancho de la interface.

f y =4200 [ kp/cm2 ]=420 [ MPa ]


0.35∗375
A vf ≥ =0.3125 [ mm2 /mm ] =3.13 [ cm2 /m ]
420

Se asumió: 1Ø12c/20(cm)= 1.13 (cm2)/0.2 (m)= 5.65 (cm2/m)

5.65 [ cm 2 /m ] >3.13 [ cm2 /m ] ¡ OK !


 Longitud de anclaje

La longitud básica de anclaje [ l hb ], para una barra terminada en gancho es:

100∗d b
l hb= '
√f c

Datos:
d b =12 [ mm ], diámetro de la barra.

f 'c =280 [ kp /cm2 ]=27.46 [ MPa ]


100∗12
l hb=
√ 27.46
l hb=229 [ mm ] ; l hb=22.9 [ cm ]

Esta longitud es afectada por los factores de


modificación del Art. [Link].2.
Si el recubrimiento lateral para barras No. 36
o menores, perpendicular al plano del gancho

255 - 423
es mayor o igual que 64 (mm), y para ganchos de 90°, el recubrimiento sobre la
prolongación de la barra más allá del gancho no es menor que 50 (mm):
Factor de recubrimiento adecuado, m=0.7

l dh=0.7∗l hb=0.7∗22.9

l dh=16 [ cm ]

Según la AASHTO-LRFD la longitud de desarrollo mínima no debe ser menor que:

l hb > 8∗d b=8∗12=96 [ mm ] ¡OK !


{ 150 [ mm ]

Se dispone para longitud de desarrollo =20-5=15(cm), lo cual no es satisfactorio.


Sin embargo, considerando que cuando hay más armadura que la requerida la
longitud básica de desarrollo disminuye según la relación:

Se asumió: 1Ø12c/20(cm), espaciamiento de barras longitudinal es 20 (cm),


entonces 1.13 (cm2)/0.2 (m)= 5.65 (cm2/m)
As requerida
( As provista) ∗l hb

As provista∗h losa−r
Asrequerida =
Espaciamientol ongitudinalde barras
5.65∗20−5
Asrequerida =
20
Asrequerida =4.24 [ cm2 ]

Usaremos esta relación de acero para recalcular la capacidad de la barrera:

Sección A1
As∗f y
a=
0.85∗f 'c∗b
4.24∗4200
a=
0.85∗280∗100
a=0.748 [ cm ]

256 - 423
M c =∅∗As∗f y∗ d− ( a2 )
0.748
M c−1=1.0∗4.24∗4200∗ 14− ( 2 )
M c−1=242651 [ kp∗cm ]
Sección A2
0.748
M c−2=1.0∗4.24∗4200∗ 29.5− ( 2 )
M c−2=518675 [ kp∗cm ]
Sección A3
0.748
d M c−3 =1.0∗4.24∗4200∗ 34− ( 2 )
M c−3=598812 [ kp∗cm ]

M c−1∗h1 + M c−2∗h2 + M c−3∗h3


M c=
H
242651∗35.5+518675∗25.5+598812∗7.5
M c=
68.5
M c =384400 [ kp∗cm ] ; M c =3.84 [ Tn∗m ]

 Longitud crítica de la línea de rotura ( Lc ) según patrón de falla

122 122 2 8∗68.5∗( 0+265425 )


Lc = ( ) √( )
2
+
2
+
384400
Lc =125 [ cm ] ; Lc =1.25 [ m ]

Resistencia nominal a la carga transversal Rw

2 3.84∗1.252
Rw = ( 2∗1.25−1.22 )(
∗ 8∗0+8∗2.65+
0.685 )

257 - 423
Rw =46.81 [ Tn ] ; Rw =459 [ KN ]

F t=240 [ KN ]
Rw > F t ¡ OK !

Por tanto la longitud de desarrollo l dh=15 [ cm ] es adecuada.


Según el comentario AASHTO-LRFD (C5.[Link]), las barras terminadas en
gancho deben además extenderse:
12∗d b+ 4 ¿ db =12∗1.2+ 4∗1.2=19.2 [ cm ] Adoptamos 20 [ cm ]

Figura 62: Características y dimensiones del armado

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de losa

a) Características de la sección transversal

Figura 63: Sección transversal del tablero

258 - 423
Fuente: Elaboración propia

El sistema de tablero está conformado por un conjunto de vigas longitudinales,


transversales y losas macizas vaciadas in situ, el diseño de la losa en particular
está en función de la relación de longitud del tramo largo con el tramo corto, esta
relación define las direcciones de armado en la losa. Para losas con armado en
dos direcciones se de cumplir:

L(tramo largo )
≤2
L(tramo corto )
L(tramo largo ) 5.00 [ m ]
=
L(tramo corto ) 2.35 [ m ]
L(tramo largo )
=2.13
L(tramo corto )

2.13<2 ¡ Nocumple ! ∴Calcular comolosa armada enuna dirección

b) Espesor de losa del tablero

El espesor de losa para tableros de hormigón armado, deberá ser mayor o igual
que 175 (mm).
Tradicionalmente este valor es determinado en función de la separación entre
vigas longitudinales “S” para el control de deflexiones

S+ 3000
ts ≥
{ 30
≥ 165 [ mm ] 2350+3000
¿ 175 [ mm ]
;
30
=178.3 [ mm ]

Dónde:
S=¿ Luz del tramo de losa (mm)

259 - 423
L=¿ Luz del tramo de puente (mm)

Adoptamos un espesor de losa igual a 185 (mm), mas un espesor de desgaste


efecto del trafico vehicular de 150 (mm) . Por tanto el espesor de losa total será
200 (mm).

Efectos por carga viva del tablero

Tabla 63: Fajas equivalentes


DIRECCION DE LA
FAJA PRIMARIA EN ANCHO DE LA
TIPO DE TABLERO
RELACION CON EL FAJA PRIMARIA
TRÁFICO
Hormigón:
• Colado in situ Vuelo 1140+0.833 X
Paralela o perpendicular +M: 660+0.55 S.
-M: 1220+0.25 S.
• Colado in situ con encofrados perdidosParalela o perpendicular +M: 660+0.55 S.
-M: 1220+0.25 S.
• Prefabricado, postesado Paralela o perpendicular +M: 660+0.55 S.
-M: 1220+0.25 S.
Fuente: Elaboración propia

 Franjas equivalentes de distribución de la carga viva vehicular en


tableros de hormigón armado con armadura principal perpendicular al
tráfico
Los tableros de puentes de vigas longitudinales se diseñan tomando en cuenta
una franja perpendicular a los elementos que soporta, como si se tratase de una
viga continua, excepto en tableros metálicos o losas superiores de vigas cajón
construidas en dovelas (construcción por segmentos). Para el cálculo se
diferencia el ancho de franja en los bordes o voladizos y los vanos entre vigas o
franjas interiores.

Según este método el máximo momento positivo de cualquier vano del tablero
entre vigas, así como el momento negativo sobre los apoyos (vigas), se adoptan
para todas las regiones de momentos positivos y negativos respectivamente.

260 - 423
Franja interior y de borde para el análisis de tablero con armadura principal
perpendicular al tráfico.

 Calculo de longitud o ancho de la faja transversal:

Ancho para momento positivo:

AnchoM +¿
=660+ 0.55∗S ¿

AnchoM +¿
=660+ 0.55∗2350¿

AnchoM +¿
=1952.5 [ mm ] ¿

Ancho para momento negativo:

AnchoM −¿
=1220+0.25∗S ¿

AnchoM −¿
=1220+0.25∗2350 ¿

AnchoM −¿
=1807.5 [ mm ] ¿

 Eje más pesado del camión de diseño:

P=145 [ KN ] =14786 [ kp ]

Para el diseño del tablero utilizaremos el camión HS-25 ya que este ejerce mayor
esfuerzo que el HL-93, por lo tanto el anterior valor debe ser incrementado en un
25%.

P=14786∗1.25=18482.5 [ kp ]

 Carga en sección transversal :

Para Momento Positivo

261 - 423
P
2
+ ¿= ¿
660+0.55∗S
F
18482.5
+ ¿= ¿
2∗1952.5
F
kp
kp + ¿=4733
[ m ]¿ ¿
F
+ ¿=4.733 [ ]
mm
;F

Para Momento Negativo


P
2
−¿= ¿
1220+0.25∗S
F
18482.5
−¿= ¿
2∗1807.5
F
−¿=5113 [ kp /m] ¿

F−¿=5.113 [ kp/mm ] ; F ¿

El momento máximo se presenta para un carril de diseño cargado por tanto se usa
un factor de presencia múltiple =1.20
+¿ ¿

Fm+¿=1.2∗F ¿

Fm HS−25+¿=1.2∗4733 ¿
Fm HS−25+¿=5680 [ kp /m ] ¿
−¿¿

Fm−¿=1.2∗F ¿

Fm HS−25−¿=1.2∗5113¿
Fm HS−25−¿=6136 [ kp /m ] ¿
 Momentos actuantes en el tablero del puente

Esquema estético

262 - 423
Momentos en el tablero

Cargas móviles

Momentos actuantes del tablero del puente obtenidos de la simulación en


sap-2000
Momento positivo Momento negativo en Momento negativo en
Fuerza actuante
(kp*m) losas interiores (kp*m) Volados (kp*m)
Por peso propio 117.5 246.36 405.6
Por postes y barandas 0 53.76 390
Por barrera vehicular 205.03 105.74 105.74
Por capa de rodadura 12.51 26.42 47.32
Por carga peatonal en aceras 69.19 34.06 350.68
Por carga vehicular 2005.61 2462.03 0

 Resistencia I
U =η ( 1.25 DC +1.5 DW +1.75 ( ¿+ ℑ ) )

Momento positivo

Mu=1.05 [ 1.25∗( 117.5+ 205.03 )+ 1.50∗12.51+1.75∗( 69.19+1.33∗2005.61) ]


Mu=5472 [ kp∗m ]

Momento negativo en losas interiores

263 - 423
Mu=1.05 ( 1.25∗( 246.36+ 53.76+105.74 ) +1.50∗26.42+1.75∗( 34.06+1.33∗2462.03 ) )
Mu=6654 [ kp∗m ]

Momento negativo en volado

Mu=1.05 ( 1.25∗( 405.6+390+105.74 )+ 1.5∗47.32+1.75∗( 350.68 ) )


Mu=1902 [ kp∗m ]

 Servicio I

U =ηDC +ηDW +η ( ¿+ ℑ ) ¿

Momento positivo

Mu=1.0∗ (117.5 +205.03 ) +1.0∗12.51+ 1.0∗( 69.19+1.33∗2005.61 )


Mu=3072 [ kp∗m ]

Momento negativo en losas interiores

Mu=1.0∗ ( 246.36+53.76+105.74 ) +1.0∗26.42+1.0∗( 34.06+1.33∗2462.03 )


Mu=3741 [ kp∗m ]
Momento negativo en volado

Mu=1.0∗ ( 405.6+390+105.74 ) +1.0∗47.32+1.0∗( 350.68 )


Mu=1300 [ kp∗m ]

c) Refuerzo para momento positivo; M+

M u=5472[kp∗m/m]

 Resistencia a flexión
La resistencia a flexión mayorada deberá ser tomada como:
M r=∅∗M n

Dónde:
M n=¿ Resistencia nominal a flexión
∅=0.9 Factor de resistencia
El mínimo momento último depende del momento de fisuración:

264 - 423
M cr ≤ S nc∗f r

f r=0.63∗√ f ´ c
f r=0.63∗√ 27.46

f r=3.30 [ MPa ] ; f r =33.66 [ kp /cm2 ]

1
Snc = ∗b∗h 2
6
1
Snc = ∗100∗202
6
Snc =6666.67 [ cm3 ]

M cr =S nc∗f r
M cr =6666.67∗33.66
M cr =224400.11 [ kp∗cm/m ] ; M cr =2244.00 [ kp∗m/m ]
1.2∗M cr =1.2∗2244 ; 1.2∗M cr =2692.80 [ kp∗m/m ]
1.33∗M u =1.33∗5472 ; 1.33∗M cr =7277.76 [ kp∗m/m ]

Como el mínimo de los dos valores calculados es menor que Mu, el diseño se
realizara para Mu=5472.00 [kp*m/m].

Adoptamos Ø12 (mm) para la armadura principal; As Ø12=1.13 [cm2]

Altura efectiva de losa o canto útil para momento positivo.

1.2
d pos =20−1.5−3−
2
d pos =14.90 [ cm ]

265 - 423
 Cálculo de armadura

0.85∗280∗100 2∗547200
Ascal=
4200 ( √
14.90− 14.902−
0.9∗0.85∗280∗100 )
Ascal=10.35 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 12 mm, AØ12=1.13 [cm2]

As cal
¿ Barras=
As Ø 12
10.35
¿ Barras= =9.16 →10 Ø 12 [ mm ]
1.13

As prov =10∗1.13=11.30 [ cm ² ]
 Revisión de Ductilidad (Armadura Máxima)

A s prov ∗fy
a=
0.85∗f ´ c∗b
11.30∗4200
a=
0.85∗280∗100
a=2.00 [ cm ]

0.36∗d=0.36∗14.90 ; 0.36∗d =5.36 [ cm ]


a ≤ 0.36∗d ¡ OK !

 Revisión del Momento Resistente

( a2 )
∅ Mn=∅∗As prov∗fy∗ d −

2.00
∅ Mn=0.9∗11.30∗4200∗( 14.90−
2 )
∅ Mn=593724.60 [ kp∗cm/m ] ; ∅ Mn=5937.25 [ kp∗m/m ]

∅ Mn=5937.25 [ kp∗m/m ] > Mu=5472.0 [ kp∗m/m ] ¡ OK !

266 - 423
 Limitación de fisuración mediante distribución de armadura

Z
f sa = ≤ 0.6 fy ;( Art . 5.7 .3.4−1)
( dc∗A )1 /3

Dónde:
dc= altura de hormigón medida desde la fibra extrema comprimida hasta el centro
de la barra ubicado más próximo a la misma.
A= área de hormigón que tiene el mismo baricentro que la armadura principal de
tracción, limitada por las superficies de la sección transversal y una recta paralela
al eje neutro, dividida por el número de barras.
Z= Parámetro relacionado con el ancho de fisura.
≤30000 N/mm para elementos en condiciones de
exposición moderada.
≤23000 N/mm para elementos en condiciones de
exposición severa.
≤17500 N/mm para estructuras enterradas.

2∗dc∗b
A=
nb
Dónde:
b= espaciamiento del acero
nb= número de varillas

Esfuerzo máximo del acero:



dc=r+
2
1.2
dc=3+
2
dc=3.6 [ cm ]

2∗dc∗b
A=
nb

267 - 423
2∗3.6∗10
A=
1
A=72 [ cm2 ]

Adoptamos Z=30000 [N/mm] (Condición de exposición moderada).


Z=30591 [kp/cm]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 3.6∗72 ) 1/ 3
=4798 [ kp /cm2 ]

0.6∗fy=0.60∗4200=2520 [ kp /cm2 ]

f sa =2520 [ kp /cm2 ]

Esfuerzo del acero bajo cargas de servicio

Ms∗w
f s= ∗n
I
Dónde:
Ms= Momento último en Estado de Servicio I, para una franja b
w= Distancia del eje de refuerzo hasta la fibra extrema comprimida.
n= Relación de módulos, se redondea al entero más cercano (Art. 5.7.1)
Mu=3072 [kp*m/m]

Ms=Mu∗b
Ms=3072∗0.10
Ms=307.20 [ kp∗m ]
Es=200000 [Mpa]
Ec=25034 [Mpa]

Es
n=
Ec
200000
n=
25034
n=8

268 - 423
Área de acero transformada Ast

A st =n∗A s
A st =8∗1.13

A st =9.04 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro para determinar x:

b∗x∗x
= A st ∗w
2
10∗x 2
=9.04∗( 14.90− x )
2
x=4.36 [ cm ]

w=14.90−x
w=14.90−4.36
w=10.54 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada

2 b∗x 3
I = A st∗w +
3
10∗4.36 3
2
I =9.04∗10.54 +
3
I =1280.54 [ cm 4 ]

Esfuerzo del acero bajo cargas de servicio

Ms∗w
f s= ∗n
I
30720∗10.54
f s= ∗8
1280.54
f s=2023 [ kp /cm2 ]

f s=2023 [ kp /cm2 ]< f sa=2520 [ kp/cm2 ] ¡ OK !

269 - 423
Por tanto usar: 10 Ø12 (mm) c/m ó Ø 12c/10 (cm)

d) Refuerzo para momento negativo; M-

Mu=6654 [kp*m/m]. El mínimo momento último depende del momento de


fisuración:

1.2∗M cr =1.2∗2244 ; 1.2∗M cr =2692.80 [ kp∗m/m ]


1.33∗M u =1.33∗5472 ; 1.33∗M cr =7277.76 [ kp∗m/m ]
Como el mínimo de los dos valores calculados es menor que Mu, el diseño se
realiza para Mu=6654.00 [kp*m/m].
Adoptando Ø16 (mm) para la armadura principal; As Ø16=1.99 [cm2]

Figura. Altura efectiva de losa para momento positivo y negativo

Altura efectiva de losa o canto útil para momento negativo


d 1.6
¬¿=20−6− ¿
2

d ¬¿=13.20 [ cm ] ¿

 Cálculo de armadura

0.85∗280∗100 2∗665400
Ascal=
4200 ( √
13.20− 13.202−
0.9∗0.85∗280∗100 )
Ascal=14.80 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 16 (mm), AØ16=1.99 [cm2]

Ascal
¿ Barra s=
AsØ 16

270 - 423
14.80
¿ Barras= =7.44 →8 Ø 16 [ mm ]
1.99
As prov =8∗1.99=15.92 [ cm ² ]

 Revisamos ductilidad (Armadura Máxima)

A s prov ∗fy
a=
0.85∗f ´ c∗b
15.92∗4200
a=
0.85∗280∗100
a=2.81 [ cm ]
0.36∗d=0.36∗13.2 ; 0.36∗d=4.75 [ cm ]
a ≤ 0.36∗d
2.81 ≤0.36 ¡ OK !

 Revisamos Momento resistente

( a2 )
∅ Mn=∅∗As prov∗fy∗ d −

2.81
∅ Mn=0.9∗15.92∗4200∗( 13.2−
2 )
∅ Mn=709794.8 [ kp∗cm/m ] ; ∅ Mn=7097.95 [ kp∗m/m ]

∅ Mn=7097.95 [ kp∗m/m ] > Mu=6654 [ kp∗m/m ] ¡OK !

 Limitación de fisuración mediante distribución de armadura


dc=r+
2
1.6
dc=6+
2
dc=6.8 [ cm ]

2∗dc∗b
A=
nb

271 - 423
2∗6.8∗12.5
A=
1
A=170 [ cm2 ]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 6.8∗170 ) 1 /3
=2915 [ kp /cm2 ]

0.6∗fy=0.60∗4200=2520 [ kp/cm2 ]

f sa =2520 [ kp /cm2 ]

Mu=3741 [kp*m/m]
Ms=Mu∗b
Ms=3741∗0.125
Ms=467.63 [ kp∗m ]
Es=200000 [Mpa]
Ec=25034 [Mpa]
Es
n=
Ec
200000
n=
25034
n=8

Área de acero transformada Ast

A st =n∗A s
A st =8∗1.99

A st =15.92 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro para determinar x:

b∗x∗x
= A st ∗w
2
12.5∗x 2
=15.92∗( 13.2−x )
2
x=4.66 [ cm ]

272 - 423
w=13.2−x
w=13.2−4.66
w=8.54 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada:


2 b∗x 3
I = A st∗w +
3
2 12.5∗4.663
I =15.92∗8.54 +
3
I =1582 [ cm4 ]

Ms∗w
f s= ∗n
I
46763∗8.54
f s= ∗8
1582
f s=2020 [ kp /cm2 ]

f s=2020 [ kp /cm2 ]< f sa=2520 [ kp/cm2 ] ¡ OK !

Por tanto usar: 8 Ø 16(mm) c/m ó Ø 16c/12.5 (cm)

e) Refuerzo para momento negativo del volado

Mu=1902 [kp*m/m]
El mínimo momento último depende del momento de fisuración:

1.2∗M cr =1.2∗2120.69 ;1.2∗M cr =2544.83 [ kp∗m/m ]


1.33∗M u =1.33∗1902 ; 1.33∗M c r =2530 [ kp∗m/m ]

El menor de los dos valores calculados es mayor que Mu, por tanto el diseño se
realiza para 1.2*Mcr=2544.83 [kp*m/m].

Adoptando Ø10 (mm) en la armadura principal; As Ø10=0.785 [cm2]

273 - 423
Figura. Ubicación de la armadura en el volado

Altura efectiva de losa o canto útil para momento negativo


d 1
¬¿=20−6− ¿
2

d ¬¿=13.50 [ cm ] ¿

 Cálculo de armadura

0.85∗250∗100 2∗254483
Ascal=
4200 ( √
13.50− 13.502−
0.9∗0.85∗250∗100 )
Ascal=5.18 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 10 (mm), AØ10=0.785 [cm2]

Ascal
¿ Barras=
As Ø 10
5.18
¿ Barras= =6.60 →7 Ø 10 [ mm ]
0.785

As prov =7∗0.785=5.50 [ cm ² ]

 Revisamos ductilidad (Armadura Máxima)

A s prov ∗fy
a=
0.85∗f ´ c∗b
5.50∗4200
a=
0.85∗250∗100
a=1.09 [ cm ]

0.36∗d=0.36∗13.5 ; 0.36∗d=4.86 [ cm ]

274 - 423
a ≤ 0.36∗d ¡ OK !

 Revisamos Momento resistente

( a2 )
∅ Mn=∅∗As prov∗fy∗ d −

1.09
∅ Mn=0.9∗5.50∗4200∗( 13.5−
2 )
∅ Mn=269334 [ kp∗cm/m ] ; ∅ Mn=2694 [ kp∗m/m ]
∅ Mn=2694 [ kp∗m/m ] > Mu=1902 [ kp∗m/m ] ¡ OK !

 Limitación de fisuración mediante distribución de armadura



dc=r+
2
1
dc=6+
2
dc=6.5 [ cm ]

2∗dc∗b
A=
nb
2∗6.5∗14
A=
1
A=182 [ cm2 ]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 6.5∗182 ) 1/ 3
=2892 [ kp /cm2 ]

0.6∗fy=0.60∗4200=2520 [ kp/cm2 ]

f sa =2520 [ kp /cm2 ]

Mu=1300 [kp*m/m]

Ms=Mu∗b
Ms=1300∗0.14
Ms=182 [ kp∗m ]

275 - 423
Es=200000 [Mpa]
Ec=25034 [Mpa]
Es
n=
Ec
200000
n=
25034
n=8

Área de acero transformada A st

A st =n∗A s
A st =8∗0.785

A st =6.28 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro para determinar x:


b∗x∗x
= A st ∗w
2
14∗x2
=6.28∗( 13.5−x )
2
x=3.06 [ cm ]

w=13.5−x
w=13.5−3.06
w=10.44 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada

2 b∗x 3
I = A st∗w +
3
14∗3.063
2
I =6.28∗10.44 +
3
I =818.19 [ cm4 ]

276 - 423
Ms∗w
f s= ∗n
I
18200∗10.44
f s= ∗8
818.19
f s=1858 [ kp /cm2 ]

f s=1858 [ kp /cm2 ]< f sa=2520 [ kp/cm2 ] ¡ OK !


Por tanto usar: 7 Ø 10(mm) c/m ó Ø 10c/14 (cm)

f) Acero de distribución

La parte inferior de losas debe disponer armadura en dirección secundaria, esta


será calculada como porcentaje de la armadura principal para momento positivo:
 En armadura principal perpendicular al tráfico:

3840
≤ 67 %
√¿
Dónde:
Le= longitud de tramo efectiva considerada igual a la longitud efectiva en [mm]

¿=S ;≤¿ 2350 [ mm ]

3840
=79% ≤67 % ; Nocumple →Usar 67 %
√ 2350
Asdist =0.67∗11.30 ; Asdist =7.57 [ cm2 ]

Adoptando Ø 12 mm, AØ12=1.13 [cm2]

As dist
¿ Barras=
As Ø 12
7.57
¿ Barras= =6.7 →7 Ø 12 [ mm ]
1.13

Por tanto usar: 7 Ø 12(mm)/m ó Ø 12c/14 (cm)

277 - 423
g) Armadura por contracción y temperatura

En componentes con un espesor menor a 1.20 m:

Astemp =0.0018∗Ag; MKS con fy=4200 [ kp /cm2 ]


Astemp=0.0018∗100∗20

Astemp =3.60 [ cm2 ]

Esta ecuación proporciona el área para ambas caras del elemento, para obtener la
armadura por cara debemos dividirlo entre dos:
As temp 2
=1.80 [ cm ]
2
Adoptando Ø 10 mm, AØ10=0.785 [cm2]

As dist
¿ Barras=
As Ø 10
1.80
¿ Barras= =2.30 →3 Ø 10 [ mm/m ]
0.785

Como la máxima separación de la armadura (Art. [Link]) es 30 (cm) adoptamos


esta separación.
Por tanto usar: Ø 10c/30 (cm)

Figura 64: Dimensiones de armado (losa)

Fuente: Elaboracion propia

[Link]. Diseño de vigas longitudinales y transversales

[Link].1. Diseño de vigas longitudinales

 Ancho de ala efectivo b e

278 - 423
Las tensiones en las alas se diseminan a traves del ala y la losa de tablero
compuesta en forma de tensiones de corte en el plano, por lo tanto las tensiones
longitudinales no son uniformes, el ancho de ala efectivo es un ancho reducido en
el cual se asume que las tensiones longitudinales estan uniformemente
distribuidas y aun asi tienen por resultante la misma fuerza que se obtendra
integrando la distribucion no uniforme en la totalidad del ancho.

La longitud de tramo efectiva utilizada para calcular el ancho de ala efectivo se


puede tomar como la longitud real para tramos simplemente apoyados y como la
distancia entre los puntos de inflexion debidos a las cargas permanentes para
tramos continuos, según corresponda ya sea para momentos positivos o
negativos.

 Cálculo de longitud efectiva de tramo para vigas interiores

Figura 65: Diagrama de momentos por cargas permanentes

Fuente: Elaboracion propia

Para momento positivo, Lefect . =5.00 [ m ]


Para momento negativo, Lefect . =1.61 [ m ]
Espesor de la losa, h f =20 [ cm ]
Ancho del alma, b w =35 [ cm ]

L efect. 500

be
∫ + ¿≤
{ 4
=
4
=125 [ cm ]
12∗h f +b w=12∗20+35=275 [ cm ]
S=235 [ cm ]
¿

Lefect . 161

be
∫ −¿≤
{ 4
=
4
=40.25 [ cm ]
12∗hf +b w =12∗20+35=275 [ cm ]
S =235 [ cm ]
¿

279 - 423
−¿=40 [ cm ]¿
+ ¿=125 [ cm ] ; Adoptamos: be∫
b e∫
¿

a) Diseño a flexión de vigas interiores (Momento positivo)


El cálculo de acero se realiza con las solicitaciones últimas determinadas en el
programa Sap-2000 V14.0.

 Momento último de diseño

Momentos máximos en las vigas interiores


Estado limite
Elemento #141 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I Fatiga
(kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m)
Vigas 23475 19007.3 13597.14 5518.14 6956.23
Longitudinal -8283.81 -6834.4 -4914 -5459 -2533
Mu+¿=23475[kp∗m] ¿

 Cálculo del acero principal


El ancho de ala efectivo es:
b e =125 [ cm ]
Si consideramos el vaciado monolítico de vigas y losa, debemos verificar la
siguiente condición:

280 - 423
- a> hf , si la profundidad del bloque de compresión es > al espesor del ala
diseñar como viga T.
- a< hf , si la profundidad de bloque de compresión pasa por las alas se
diseña como viga rectangular.

En este caso para verificar si el comportamiento de la viga es como viga T,


supondremos que el eje neutro del diagrama de deformaciones medida desde la
cara comprimida extrema en la viga se ubica en:

c=hf =20 [ cm ]

a=β 1∗c

kp
donde β 1=0.85 para f 'c ≤280
[ ] cm2
a=0.85∗20
a=17 [ cm ]
Canto útil:
3∗∅ long
d=hviga +h f −r −∅ estribo − −e desgaste
2
3∗1.6
d=50+ 20−3−1− −1.5
2
d=62.10 [ cm ]

Mu
A s=
( a2 )
0.9∗f y∗ d −

2347500
A s=
17
(
0.9∗4200∗ 62.10−
2 )
A s=11.59 [ cm2 ]

As
ρ=
b e∗d

281 - 423
11.59
ρ=
125∗62.1
ρ=0.00150

1.18∗ρ∗f y∗d
c=
0.85∗f c '
1.18∗0.00150∗4200∗62.1
c=
0.85∗280
c=1.94 [ cm ] <t=20 [ cm ]
∴ Diseñar como vigarectangular

 Área mínima de acero, Asmín

La condición que debe cumplir el área mínima de acero es, que el momento
resistente sea por lo menos igual al menor valor entre 1.2 veces el momento de
agrietamiento o 1.33 el momento mayorado:
M r ≥1.33∗M u ó M r ≥1.20∗M cr

Dónde:
M r= Momento resistente
M u=Momento último actuan te
M cr =Momento por agrietamiento

 Momento por agrietamiento

M cr ≤ S nc∗f r

Dónde:
f r=¿ Módulo de ruptura del hormigón
Snc =¿ Modulo resistente o seccional de la sección del elemento a agrietarse

f ´ c=280 [ kp/cm2 ] =27.46 [ MPa ]


e desgaste =1.50 [ cm ] Espesor de desgaste en la losa por tráfico vehicular.

282 - 423
f r=0.63∗√ f ´ c
f r=0.63∗√ 27.46

f r=3.30 [ MPa ] ; f r =33.66 [ kp /cm2 ]

1 2
Snc = ∗b∗[ h−e desgaste ]
6
1 2
Snc = ∗35∗[ 70−1.5 ] ; S nc=27371.5 [ cm3 ]
6

M cr =S nc∗f r
M cr =27371.5∗33.66
M cr =921324.7 [kp∗cm/m]; M cr =9213.25 [ kp∗m/m ]
1.20∗M cr=1.20∗9213.25
kp∗m
1.20∗M cr=11056 [ m ]
1.33∗M u =1.33∗23475
1.33∗M cr=31222 [ kp∗m/m ]
Como el menor valor calculado anteriormente es menor a Mu=23475 (kp*m), se
diseñara para Mu.

0.85∗280∗35 2∗2347500
Ascal=
4200 (
62.1− 62.12−

0.9∗0.85∗280∗35 )
Ascal=10.45 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 16 (mm), AØ16=1.99 [cm2]

3 ∅ 16 +3 ∅ 16 → 3∗1.99+3∗1.99=11.94 [ cm2 ]
As prov =11.94 [ cm² ]

 Revisión de Ductilidad (Armadura Máxima, Asmáx )

El acero máximo es aquel que también limita la ductilidad

c ≤0.42∗d ó sia ≤ 0.42 β1∗d

283 - 423
Verificando la condición:

c
≤0.42
de
A s∗f y∗d s
donde , d e=
A s∗f y
d e =d s

Igualando los esfuerzos de la fibra superior e inferior, C=T

0.85∗b∗f 'c∗β 1∗c= A s∗f y


A s∗f y
c=
0.85∗b∗f c '∗β 1

El coeficiente β 1 es igual a:
β 1=0.85 para 0< f c ' ≤ 280 [ kp/cm2 ]

Finalmente reemplazando valores:

11.94∗4200
c=
0.85∗35∗280∗0.85
c=7.08 [ cm ]
c 7.08
= =0.114 ≤ 0.42¡ OK !
d e 62.1

 Momento resistente, ( M r )

Este esfuerzo de momento puede ser calculado por medio de las ecuaciones de
flexión ya conocidas, (como una viga rectangular de sección constante)

M r=∅∗A s∗f y∗ d− ( a2 )
A s prov ∗fy
a=
0.85∗f ´ c∗b
11.94∗4200
a=
0.85∗280∗35
a=6.02 [ cm ]

284 - 423
6.02
M r=0.9∗11.94∗4200∗ 62.1− ( 2 )
M r=2666920 [ kp∗cm/m ]
M r=26669.2 [ kp∗m/m ] ; M u=23475 [ kp∗m/m ]
M r > M u ¡OK

 Ancho mínimo, b min

Para cumplir con una separación de barras adecuada en la viga, aplicamos la


separación mínima propuesta por el Ing. Cesar Aranís García-Rossell en su libro
“Análisis y Diseño de Puentes de Concreto Armado (Método AASHTO-LRFD)”.
Esta ecuación considera el doblez del estribo:

b min=2∗( r +3∗∅estribo ) + N∗∅ long +1.5∗∅ long∗( N −1 )


b min=2∗( 3+3∗1 ) +3∗1.6 +1.5∗1.6∗( 3−1 )
b min=21.60 [ cm ]

b=35 [ cm ] >b min =21.60 [ cm ] ¡ OK !

 Revisión de fisuración por distribución de armadura

La verificación para el acero de refuerzo por momento positivo se realiza para el


Estado Límite de Servicio I, El momento a utilizar debe ser determinado en la
misma ubicación del momento con el cual se calculó el acero de refuerzo.

Servicio I

U =ηDC +ηDW +η ( ¿+ ℑ ) ¿

Momento positivo

Mu=13597.14 [ kp∗m ]

Esfuerzo máximo del acero

Z
f sa= ≤ 0.6 fy
( dc∗A )1 /3
Dónde:

285 - 423
S= Espaciamiento del acero
n b=¿ Número de varillas totales
n bS=¿ Número de varillas en el ancho S

Esfuerzo máximo del acero:


∅ long
dc=r+ ∅ est +
2
3∗1.6
dc=3+ 1+
2

dc=6.40 [ cm ]

b−2∗r−2∗∅ est−∅ long


S=
nb−1
35−2∗3−2∗1−1.6
S=
3−1
S=12.7 [ cm ]

2∗dc∗S
A=
n bS
2∗6.4∗12.7
A=
2
A=81.28 [ cm 2 ]

Adoptamos Z=30000 [N/mm] (Condición de exposición moderada).


Z=30591 [kp/cm]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 6.4∗81.28 ) 1/ 3
=3803 [ kp /cm2 ]

0.6∗fy=0.60∗4200=2520 [ kp /cm2 ]

f sa =2520 [ kp /cm2 ]

Esfuerzo del acero bajo cargas de servicio


Ms∗w
f s= ∗n
I
Dónde:

286 - 423
Ms= Momento último en Estado de Servicio I, para una franja b
w= Distancia del eje de refuerzo hasta la línea neutra de la sección fisurada.
Mu=13597.14 [kp* m]
n= Relación de módulos, se redondea al entero más cercano

Ms=Mu
Es=200000 [Mpa]
Ec=26492 [Mpa]
Figura 7-35
Es
n=
Ec
200000
n=
26492
n=8
Área del acero transformada A st

A st =n∗A s
A st =8∗11.94

A st =95.52 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro para determinar la profundidad de bloque de


compresión x:
be∗x∗x
= A st∗w
2
125∗x 2
=95.52∗ ( 62.1−x )
2
x=9.0 [ cm ] <h f =20 [ cm ]Significa que el eje neutro asumido es correcto

w=62.1−x
w=62.1−9
w=53.10 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada (agrietada) es:

287 - 423
be∗x 3
2
I = A st∗w +
3
2 125∗93
I =95.52∗53.1 +
3
I =299704 [ cm4 ]
Ms∗w
f s= ∗n
I
1359714∗53.1
f s= ∗8
299704
f s=1928 [ kp /cm2 ]

f s=1928 [ kp /cm2 ]< f sa=2520 [ kp/cm2 ] ¡ OK !


Por tanto usar: 3 Ø 16 + 3 Ø 16

b) Diseño a flexión de vigas interiores (Momento negativo)

 Analizamos como sección “T”

Para investigar la flexión en la fibra superior de la viga T, se considera el ancho


efectivo de ala b e. Una forma de determinar el acero por flexión en la fibra superior
es controlando la fisuración en esa cara y colocar el acero lo más distribuido
posible.

 Momento último de diseño Estado Límite Servicio I

Mu=1.0∗ ( 1.0∗DC +1.0∗DW +1.0∗ ( ¿+ ℑ ) )


Mu−¿=4914.00[ kp∗m ] ¿

Canto útil:
d ∅long
¬¿=hviga+ hf −r ¿−∅ est − ¿
2

d 1.2
¬¿=50+20−6−1− ¿
2

d ¬¿=62.4 [ cm ] ¿

288 - 423
En la revisión por fisuración se debe asumir un refuerzo negativo y comprobar si el
acero supuesto cumple con las condiciones de diseño, este proceso es iterativo
hasta obtener un resultado satisfactorio.

A's=4.52 [ cm2 ] → 4 ∅ 12 [ mm ]

La armadura negativa en una sección T, debe ser distribuida en el ancho cuyo


valor sea el menor entre:

 Ancho efectivo de ala b e =40 [ cm ]


L efec 500
 Un décimo del tramo efectivo¿ = =50 [ cm ]
10 10

Las 4 barras deben ser distribuidas en un ancho de b dist =40 [ cm ]


Calculo de la tensión de esfuerzo en la barra de acero, f s

n=8
kp
f 'c =280
[ ]
cm 2

f y =4200 [ kp/cm2 ]

 Esfuerzo máximo del acero

Z
f sa = ≤ 0.6 fy
( dc∗A )1 /3

Dónde:
S= Espaciamiento del acero
n b=¿ Número de varillas total

n bS=¿ Número de varillas en el ancho

Esfuerzo máximo del acero:

289 - 423
∅ long
dc=r+ ∅ est + −e desgaste
2
1.2
dc=6+1+ −1.5
2
dc=6.1 [ cm ]

b dist
S=
n b−1
39
S=
4−1
S=13.0 [ cm ]
2∗dc∗S
A=
n bS
2∗6.1∗13
A=
1
A=158.6 [ cm2 ]

Adoptamos Z=30000 [N/mm] (Condición de exposición moderada).


Z=30591 [kp/cm]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 6.1∗158.6 )1/ 3
=3093 [ kp/cm 2 ]

0.6∗fy =0.60∗4200=2520 [ kp/cm 2 ]

f sa=2520 [ kp /cm2 ]

Área del acero transformada A st

A st =n∗A s
A st =8∗4.52

A st =36.16 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro


para determinar x:

290 - 423
b∗x∗x
= A st ∗w
2
b∗x∗x
= A st ∗¿
2
35∗x 2
=36.16∗( 62.4−x )
2
x=10.37 [ cm ]

w=62.4−x
w=62.4−10.37
w=52.03 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada:


2 b∗x 3
I = A st∗w +
3
2 35∗10.373
I =36.16∗52.03 +
3
I =110899 [ cm4 ]

Ms∗w
f s= ∗n
I
491400∗52.03
f s= ∗8
110899
kp
f s=1845
[ ]
cm2

f s=1845 [ kp /cm2 ]< f sa=2416 [ kp/cm2 ] ¡ OK !


Por tanto usar: 4 Ø 12

c) Verificación a corte (Viga interior)

La verificación de esfuerzo cortante en vigas longitudinales se realiza


considerando las solicitaciones máximas últimas.

291 - 423
Resistencia nominal al corte, V n

La resistencia nominal a corte se debe determinar como el menor valor entre:

V c +V s +V p
Vn≤
{ 0.25∗f 'c∗b v∗d v +V p

Dónde:
V s =¿ Resistencia nominal al corte resistido por el acero.
V c =¿ Resistencia nominal al corte resistido por el hormigón.
V p=¿ Componente de la fuerza de pretensado en la dirección de fuerza de corte.
d v =¿ Altura de corte efectiva tomada como la distancia, medida de forma
perpendicular al eje neutro, entre las resultantes de las fuerzas de tracción y
compresión debidas a flexión; no es necesario tomarla menor que el mayor valor
entre 0.9 d e ó 0.72 h.
b v =¿ Ancho de alma efectiva, tomado como el ancho mínimo del alma medido en
forma paralela al eje neutro, entre las resultantes de las fuerzas de tracción y
compresión debidas a flexión.

Como el diseño de la viga es hormigón armado en la ecuación anterior no se toma


en cuenta la componente por fuerza de preesfuerzo.

 Altura de corte efectiva d v

d v ≥ 0.9∗d e
{
0.72∗h

A s∗f y∗d s
d e=
A s∗f y
d e =d s

Dónde:
d e =¿ Altura efectiva correspondiente entre la fibra extrema comprimida y el
baricentro de la fuerza de tracción en la armadura traccionada.

292 - 423
d s =¿ Canto útil de la viga en el apoyo
h=¿ Altura de la sección T

d e =62.1 [ cm ]

d v ≥ 0.9∗62.1=55.89 [ cm ] Gobierna
{0.72∗( 70.00−1.5 )=49.32 [ cm ]

 Determinamos el esfuerzo cortante a una distancia d v del apoyo para el


Estado Límite más solicitado
Cortantes máximos en las vigas interiores
Estado limite
Elemento #2 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kg) (kg) (kg) (kg)
Vigas
37324 29731 21160 6623
Longitudinales

V u=37324 [ kp ]

 Esfuerzo de corte absorbido por el concreto, V c

En todas las regiones donde existe probabilidad significativa de fisuración diagonal


se requiere armadura transversal, excepto en losas, zapatas y alcantarillas, se
deberá proveer armadura transversal si:
V u >0.5∗∅∗( V c +V p ) ; V p =0

V c =0.083∗β∗√ f c '∗b v∗d v [ N ]


V c =0.53∗β∗ √ f c '∗b v∗d v [ kp ]

 Determinación de β y θ

Procedimiento simplificado para secciones de hormigón no pretensado, no


solicitados a tracción axial y que contienen al menos la mínima cantidad de
armadura transversal especificada en el Art. [Link], ó que tienen una altura total
menor que 400 (mm), se pueden utilizar los siguientes valores:

β=2.0, Factor que indica la capacidad del hormigón fisurado diagonalmente de


transmitir tracción.

293 - 423
θ=45 °, Angulo de inclinación de las tensiones de compresión diagonal

V c =0.53∗√ 280∗35∗55.89
V c =17348.3 [ kp ]

0.5∗∅∗( V c +V p )=0.5∗0.9∗( 17348.3+ 0 )=7806.74 [ kp ]

V u=37324 [ kp ] >7806.74 [ kp ] ¡ Requiere refuerzo!

 Cálculo de refuerzo de acero por corte, A v

La separación de la armadura transversal no deberá ser mayor que la máxima


separación admisible, determinada de la siguiente manera:

Si V u <0.125 f 'c∗b v∗d v → Smáx =0.8∗d v ≤ 60 [ cm ]


SiV u ≥0.125 f 'c∗b v∗d v → S máx=0.4∗d v ≤ 30 [ cm ]

0.125 f c '∗b v∗d v =0.125∗280∗35∗55.89=68465 [ kp ]

V u=37324 [ kp ] <68465 [ kp ]

Por tanto:

Smáx ≤ 0.8∗d v =0.8∗55.89=44.7 [ cm ] Gobierna


{ 60.0 [ cm ]

 Cálculo de estribos

Los estribos se colocaran perpendiculares al eje de la viga, asi para α =90 ° y


θ=45 °

A v∗f y∗d v
V s=
S

Por otro lado:


Vu
V s= −V c

294 - 423
37324
V s= −17348.3
0.9
V s =24123 [ kp ]

Av Vs
=
S f y ∗d v
Av 24123
=
S 4200∗55.89
Av 2
=0.103 [ cm /cm ]
S

 Armadura de corte mínima, A v(min)

Se requiere una cantidad mínima de armadura transversal para restringir el


crecimiento de fisuras diagonales y aumentar la ductilidad de la sección. A medida
que aumenta la resistencia del hormigón se necesita más armadura transversal
para controlar la fisuración.

0.083∗√ f c '∗b v∗S 0.27∗√ f c '∗b v∗S


A v(min) ≥ [ SI ] ; A v (min) ≥ [ MKS ]
fy fy

A v (min) 0.27∗√280∗35
=
S 4200
A v (min)
=0.038 [ cm 2 /cm ]
S
A v (min) A A
=0.097 [ cm2 ] > v =0.038 [ cm2 ] ¡ Usar v !
S S S
d) Verificación a torsión (Viga interior)

El Art. [Link], indica para hormigón de


densidad normal, los efectos por torsión se
deben investigar cuando:
T u> 0.25∗∅∗T cr
Dónde:
T u=¿Momento torsor mayorado (N*mm)

295 - 423
T cr =¿Momento de fisuración por torsión (N*mm)
∅=0.9 Factor de resistencia en torsión
0.328∗√ f c '∗A cp 2
T cr =
Pc

Dónde:
Acp =¿ Área total encerrada por el perímetro exterior de la sección de hormigón
(mm)
Pc =¿ Longitud del perímetro exterior de la sección de hormigón (mm)

f c ' =280 [ kg /cm2 ] =27.46 [ MPa ]


La sección que resiste torsión es el alma de la viga:

Acp =h v∗b v
Acp =( 70−1.5 )∗A cp

Acp =2397.5 [ cm2 ] ; A cp=239750 [ mm2 ]

Pc =2∗( h viga +h f −e desgaste ) +2∗bv


Pc =2∗(50+20−1.5)+2∗35
Pc =207 [ cm ] ; P c =2070 [ mm ]

0.328∗√ 27.46∗2397502
T cr =
2070
T cr =47727753 [ N∗mm ]
T cr =4866.7 [ kp∗m ]

 Momento torsor último

Momento torsor máximo en vigas interiores


Estado limite
Elemento #2 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m)
Vigas
1841 1425 1007 263
Longitudinales
T u=1841 [ kp∗m ]
Verificamos si requiere refuerzo por torsión:

296 - 423
0.25∗∅∗T cr =0.25∗0.9∗4866.7=1095 [ kp∗m ]
T u> 0.25∗∅∗T cr ¡ Si requiere refuerzo!

 Cálculo del refuerzo a torsión

La armadura por torsión consta de una armadura transversal (estribos) y otra

longitudinal distribuida en las caras de la viga.

 Área transversal de acero por torsión, At

El área de acero para una resistencia nominal a torsión T u=∅ T n , es:


2∗A o∗At∗f y∗cotθ A t Tu
T n= → =
S S ∅∗2∗Ao∗f y∗cotθ
Dónde:
Ao =¿ Área encerrada por el recorrido del flujo de corte, incluyendo el área de
cualquier abertura (cm2).
At =¿ Área de una rama de la armadura transversal de torsión cerrada (cm 2).
Art. [Link].2 AASHTO-LRFD, generalmente el término A0 puede ser 0.85 A0 h.
Collins y Mitchell (1991) presentan la justificación en la cual se basa esta
sustitución, que por lo general es conservadora.
Ao =0.85∗A oh

Dónde:
Aoh=¿ Área encerrada por el eje de la armadura transversal de torsión cerrada
exterior incluyendo el área de cualquier abertura (cm 2).
Ph=¿ Perímetro del eje de la armadura transversal de torsión cerrada, (cm)

Distancia horizontal del eje del estribo cerrado más extremo


∅ est
x 0=b−2∗r−2
2
1
x 0=35−2∗3−2
2
x 0=28.00 [ cm ]

Distancia vertical del eje del estribo cerrado más extremo

297 - 423
∅ est
y 0=h−r ¿ −r inf −2
2
1
y 0=70−6−3−2
2
y 0=60.00 [ cm ]

Área del eje del estribo cerrado más extremo

A0 h =x0∗y 0
A0 h =28∗60

A0 h =1680 [ cm2 ]
Perímetro del eje del estribo cerrado más extremo

Ph=2∗( x 0 + y 0 )
Ph=2∗( 28+60 )
Ph=176 [ cm ]

A0 =0.85∗A 0 h
A0 =0.85∗1680

A0 =1428 [ cm2 ]
Utilizando la misma separación de estribo que para corte tenemos:

At 184100
=
S 0.9∗2∗1428∗4200∗cot 45
At 2
=0.0171 [ cm ]
S

 Armadura transversal total, A v+t

Según la ACI 318-05 (Art. [Link]), El refuerzo necesario en torsión debe ser
agregado al necesario para cortante.
A v+t A v 2∗A t
= +
S S S

298 - 423
A v+t
=0.103+2∗0.0171
S
A v+t cm2
S [ ]
=0.1372
cm

Área correspondiente a Ø 10 (mm), AØ10=0.785 [cm2]

As Ø 10
S=
A v+t
S
0.785
S=
0.1372
S=5.72 [ cm ]

Usar :2 estribos Ø 10 c /11[cm]

 Área longitudinal de acero por torsión, Al

La ecuación propuesta por la AASHTO-LRFD, sirve para verificar si es necesario o


no colocar refuerzo de acero longitudinal en las caras de la viga para resistir
torsión. Esta verificación abarca flexión, corte y torsión, para que no existan
solicitaciones axiales en la viga (Fuerza de tracción “Nu”).

La siguiente figura muestra un modelo de resistencia por parte de la viga a


solicitaciones externas:
Del modelo de rotura para una viga de concreto armado tenemos:

299 - 423
2 2
M u 0.5∗N u Vu 0.45∗P h∗T u
A s∗f y ≥
∅ f ∗d v
+
∅c
+ cotθ∗
√( ∅v
−0.5∗V s +)( 2∗A o∗∅t )
Dónde:
A s=¿ Área de acero longitudinal por flexión y torsión (cm 2).
∅ f ; ∅c ; ∅ v ; ∅t =¿ Factores de resistencia en flexión, compresión, corte y torsión
respectivamente.

Una vez conocidos todos los parámetros de la ecuación, reemplazamos los


mismos verificando si se requiere o no armadura longitudinal por torsión:

2 2
2347500+ 929381 37324 0.45∗176∗184100
A s∗f y ≥
0.9∗55.98
+cot 45∗
√( 0.9 ) (
−0.5∗24123 +
2∗1428∗0.9 )
A s∗f y ≥ 94993 [ kp ]

Del acero longitudinal dispuesto para resistir flexión, tanto la fibra superior como la
inferior resistirán solicitaciones a torsión, si:

A s∗f y =( 11.94 +4.52 )∗4200=69132 [ kp ]


A s∗f y =69132 ≥ 94993 [ kp ] ¡ NoCumple ! → Requiere refuerzolongitudinal

 Refuerzo longitudinal requerido por torsión

A=
( S)
t
∗P ∗fy
∗cot θ
h t
2
l
fy
0.0171∗176∗4200
Al = ∗cot 2 45
4200
Al =3.03 [ cm2 ]

Adoptando Ø12 AØ12=1.13 [cm2]


As cal
¿ Barras=
As Ø 12

300 - 423
3.03
¿ Barras= =2.70
1.13

Usar 3 Ø12 por cara

e) Verificación de deflexiones

Para verificar la deflexión relativa de elementos estructurales recurrimos a


limitaciones del código ACI 318S-05.
Deflexiones máximas, código ACI 318S-05,

Límite de
Tipo de elemento Deflexión considerada
deflexión
Cubiertas planas que no soporten ni esten ligadas a elementos
no estructurales susceptibles de sufrir daños debido a Deflexion inmediata a la carga viva, L L/180
deflexiones grandes

Entrepisos que no soporten ni esten ligados a elementos no


Deflexión inmediata debida a la carga
estructurales susceptibles de sufrir daños debido a deflexiones L/360
viva, L
grandes

Sistema de entrepiso o cubierta que soporte o este ligado a La parte de la deflexión total que
elementos no estructurales susceptibles de sufrir daños debido ocurre después de la unión de los L/480
a deflexiones grandes elementos no estructurales ( la suma
de la deflexión a largo plazo debida a
Sistema de entrepiso o cubierta que soporte o esté ligado a todas las cargas permanentes, y la
elementos no estructurales no susceptibles de sufrir daños deflexión inmediata debida a L/240
debido a deflexiones grandes cualquier carga viva adicional ) (*)
 Deflexión máxima en vigas longitudinales

La verificación para vigas interiores y exteriores se realiza en Estado Límite de


Servicio I, considerando cargas permanentes, carga vehicular incluyendo impacto
dinámico y carga peatonal.
Luz de cálculo L=60 (m)
L 6000
∆ adm = = =16 [ cm ]
360 360

Deflexión máxima gravitacional para el Estado Limite de Servicio I

∆ máx =∆cargas permanentes + ∆ p eatonal + ∆¿+ℑ

301 - 423
∆ máx =2.83+0.26+1.7=4.80 [ cm ]

∆ adm > ∆máx ¡ OK !

f) Verificación en estado de fatiga

En vigas de hormigón armado, este estado límite debe verificarse en las barras de
acero.

 Carga por fatiga

Para el diseño por fatiga, con η=η D ηR η I =1

M fatiga =η ( 0.75∗M ¿+ℑ )


Se calcula con un camión de diseño, cuya separación entre ejes más pesados es
de 9.00 (m) (Art. [Link].1). No se aplica factor de presencia múltiple (Art.
[Link].2).
Del análisis en Sap-2000 V14.0 tenemos:

302 - 423
Diagrama de momentos por fatiga
M fatiga =6956.23 [ kp∗m ], Momento positivo.

El momento determinado en SAP, incluye en su análisis 15% de momento por


impacto y un γ i=0.75 .

 Momento por cargas permanentes

El momento por cargas permanentes correspondiente a peso propio, postes y


barandas, barrera vehicular y capa de rodadura lo obtenemos del análisis en
Sap2000 v14.0.

Diagramas debido a cargas permanentes


M c . permanentes=3190.57 [ kp∗m ]

303 - 423
 Sección fisurada

Se utiliza la sección fisurada si la suma de esfuerzos debido a cargas


permanentes no mayorada más 1.5 veces la carga de fatiga, da por resultado una
tensión de tracción mayor que 0.25 √ f ' c .

Esfuerzo debido a cargas permanentes no mayorada más 1.5 veces la carga de


fatiga en una viga interior:
M ' fat =1.0∗( M DC + M DW ) +1.5∗M fatiga

M ' fat =1.0∗3190.57+1.5∗6956.23


M ' fat =13625 [ kp∗m ]

f tracc=0.25∗√ f ' c [ MPa ]

f tracc=0.80∗√ f ' c [ Kp/cm2 ]


f tracc=0.80∗√ 280

f tracc=13.36 [ kp / c m2 ]

S= Módulo de sección de la sección fisurada (cm3).

be∗h2
S=
6
125∗( 70−1.5 )2
S=
6
S=97755 [ cm3 ]

M ' fat
f fat =
S
1362500
f fat =
97755
f fat =13.94 [ kp/cm2 ]

C omo f fat =13.94 [ kp /cm2 ]> f tracc =13.36 [ kp/cm2 ] , se usará sección agrietada

 Verificación de esfuerzos

304 - 423
- Esfuerzo en el refuerzo debido a carga viva

Con A s=3 ∅ 16 +3 ∅ 16=11.94 [ cm2 ]

x 6.4
j∗d=d− =62.1− =59.97 [ cm ]
3 3
(Ver revisión por fisuración para momento positivo)
M fatiga
f ¿=
A s∗ j∗d
695623
f ¿=
11.94∗59.97
f ¿=972 [ kp/cm2 ]

 Rango máximo de esfuerzo

El esfuerzo mínimo, es el mínimo por carga viva combinado con el esfuerzo por
carga permanente.
El momento por carga permanente en la viga interior es:
M cp =3190.57 [ kp∗m ]

El esfuerzo por carga permanente es:

M cp
f cp=
A s∗( j∗d )
319057
f cp=
11.94∗(59.97 )
f cp=446 [ kp /cm2 ]

El esfuerzo por carga viva mínimo es cero.


Luego, el esfuerzo mínimo es:

f min =0+ 446=446 [ kp/cm2 ]

El esfuerzo máximo, es el esfuerzo por carga viva máximo combinado con el


esfuerzo por cargas permanentes:
f máx =972+446=1418 [ kp /cm2 ]

305 - 423
El rango de esfuerzos es:
kp
f =f máx −f mín =972
[ ] cm2

El rango límite es:

f ≤ 1479−0.33∗f mín +561∗ ( hr )


Con r/h=0.3

f límite=1479−0.33∗446+561∗0.3=1501 [ kp /cm2 ]

2 2
f límite=1501 [ kp /cm ] > f =972 [ kp /cm ] ¡ OK ! cumple a fatiga

Figura 66: Dimensiones de armado (viga longitudinal)

Fuente: Elaboración propia

[Link].2. Diseño de vigas transversales

a) Diseño a flexión

El cálculo de acero para vigas transversales se realiza con las solicitaciones


últimas máximas determinadas en el programa Sap-2000 V14.0.

Diagrama de momentos por cargas permanentes

Fuente: Elaboración propia

306 - 423
 Momento último de diseño

Momentos máximos en vigas transversales


Estado limite
Elemento #15 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I Fatiga
(kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m)
Vigas
56855.35 47854.22 34574.39 23376.17 11227.25
Transversales
Mu+¿=56855.35 [kp∗m] ¿
 Determinamos la longitud efectiva de tramo para vigas interiores

Lefect . =9.40 [ m ]
Espesor de la losa, h f =20 [ cm ]
Ancho del alma, b w =40 [ cm ]

Lefect . 940
be ≤
{ 4
=
4
=235 [ cm ] gobi erna
12∗hf + bw =12∗20+40=280 [ cm ]
S=500 [ cm ]

 Cálculo del acero principal

El ancho de ala efectivo es:


b e =235 [ cm ]

307 - 423
Para verificar si el comportamiento de la viga es de una viga T, supondremos que
el eje neutro del diagrama de deformaciones medida desde la cara comprimida
extrema en la viga se ubica en:
c=hf =20 [ cm ]

a=β 1∗c

donde β 1=0.85 para f 'c ≤280 [ kp/ cm2 ]

a=0.85∗20
a=17 [ cm ]
Canto útil:
3∗∅ long
d=hviga +h f −r −∅ estribo − −e desgaste
2
3∗1.6
d=60+20−3−1− −1.5
2
d=72.10 [ cm ]

Mu
A s=
( a2 )
0.9∗f y∗ d −

5685535
A s=
17
(
0.9∗4200∗ 72.10−
2 )
A s=23.65 [ cm2 ]

As
ρ=
b e∗d
23.65
ρ=
235∗72.10
ρ=0.0014

1.18∗ρ∗f y∗d
c=
0.85∗f c '
1.18∗0.0014∗4200∗72.10
c=
0.85∗280

308 - 423
c=1.79 [ cm ] <t=20 [ c m ]
∴ Diseñar como vigarectangular
 Área mínima de acero, ( Asmín)

La condición que debe cumplir el área mínima de acero es que el momento


resistente sea por lo menos igual al menor valor entre 1.2 veces el momento de
agrietamiento o 1.33 el momento mayorado:

M r ≥1.33∗M u ó M r ≥1.20∗M cr

Dónde:
M r= Momento resistente
M u=Momento último actuante
M cr =Momento por agrietamiento

 Momento por agrietamiento

M cr ≤ S nc∗f r

Dónde:
f r=¿ Módulo de ruptura del hormigón.
Snc =¿ Modulo resistente o seccional de la sección del elemento a agrietarse.

f ´ c=280 [ kp/cm2 ] =27.46 [ MPa ]


e desgaste =1.50 [ cm ] Espesor de desgaste en la losa por tráfico vehicular.

1 2
Snc = ∗b∗[ h−e desgaste ]
6
1 2
Snc = ∗40∗[ 60+20−1.5 ]
6
Snc =41081.7 [ cm3 ]

f r=0.63∗√ f ´ c
f r=0.63∗√ 27.46

f r=3.30 [ MPa ] ; f r =33.66 [ kp /cm2 ]

309 - 423
M cr =S nc∗f r
M cr =41081.7∗33.66
M cr =1382810[kp∗cm/m]; M cr =13828 [ kp∗m/m ]
1.20∗M cr=1.20∗13828
1.20∗M cr=16594 [ kp∗m/m ]

1.33∗M u =1.33∗56855.35
1.33∗M cr=75617.62 [ kp∗m/m ]

Como el menor valor calculado anteriormente es menor a Mu=56855.35 (kp*m), se


diseñara para Mu.

0.85∗280∗40 2∗5685535
Ascal=
4200 ( √
72.10− 72.102 −
0.9∗0.85∗280∗40 )
Ascal=22.40 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 16 (mm), AØ16=1.99 [cm2], utilizando dos filas de acero:


6 ∅ 16+6 ∅ 16 →6∗1.99+6∗1.99=23.88 [ cm2 ]

As prov =23.88 [ cm ² ]

 Revisión de Ductilidad (Armadura Máxima, Asmáx )

El acero máximo es aquel que también limita la ductilidad

c ≤0.42∗d ó sia ≤ 0.42 β1∗d

0.85∗b∗f 'c∗β 1∗c= A s∗f y


A s∗f y
c=
0.85∗b∗f c '∗β 1
El coeficiente β 1 es igual a:

β 1=0.85 para 0< f c ' ≤ 280 [ kp/cm2 ]


Finalmente reemplazando valores:

23.88∗4200
c=
0.85∗40∗280∗0.85

310 - 423
c=12.40 [ cm ]

c 12.40
= =0.172 ≤ 0.42¡ OK !
d e 72.10

 Momento resistente ( M r )

Este esfuerzo de momento puede ser calculado por medio de las ecuaciones de
flexión ya conocidas, (como una viga rectangular de sección constante)

M r=∅∗A s∗f y∗ d− ( a2 )
A s prov ∗fy
a=
0.85∗f ´ c∗b
23.88∗4200
a=
0.85∗280∗40
a=10.54 [ cm ]

10.54
M r=0.9∗23.88∗4200∗ 72.1− ( 2 )
M r=6032503 [ kp∗cm/m ]
M r=60325.00 [ kp∗m/m ] ; M u=56855.35 [ kp∗m/m ]
M r > M u ¡OK

 Ancho mínimo, (b min)

Para cumplir con una separación de barras adecuada en la viga, aplicamos la


separación mínima propuesta por el Ing. Cesar Aranís García-Rossell en su libro
“Análisis y Diseño de Puentes de Concreto Armado (Método AASHTO-LRFD)”.
Esta ecuación considera el doblez del estribo:

b min=2∗( r +3∗∅estribo ) + N∗∅ long +1.5∗∅ long∗ ( N −1 )


b min=2∗( 3+3∗1 ) +6∗1.6+1.5∗1.6∗( 6−1 )
b min=33.60 [ cm ]

b=40.00 [ cm ] >bmin =33.60 [ cm ] ¡ OK !

311 - 423
 Revisión de fisuración por distribución de armadura

La verificación para el acero de refuerzo por momento positivo se realiza con el


Estado Límite de Servicio I, el momento a utilizar debe ser determinado en la
misma ubicación del momento con el cual se calculó el acero de refuerzo.
Servicio I

U =ηDC +ηDW +η ( ¿+ ℑ ) ¿

Momento positivo
Mu=34574.39 [ kp∗m ]

Esfuerzo máximo del acero

∅ long
dc=r+ ∅ est +
2
3∗1.6
dc=3+ 1+
2
dc=6.4 [ cm ]

b−2∗r−2∗∅ est−∅ long


S=
nb−1
40−2∗3−2∗1−1.6
S=
6−1
S=6.08 [ cm ]

2∗dc∗S
A=
n bS
2∗6.4∗6.08
A=
3
A=25.94 [ cm 2 ]

Z 30591

{
f sa ≤ ( dc∗A ) 1/ 3
=
( 6.4∗25.94 ) 1/ 3
=5566 [ kp/cm2 ]

0.6∗fy=0.60∗4200=2520 [ kp /cm2 ]

312 - 423
f sa =2520 [ kp /cm2 ]

Esfuerzo del acero bajo cargas de servicio


Mu=34574.39 [kp*m]

Ms=Mu

Es=200000 [Mpa]
Ec=26492 [Mpa]

Es
n=
Ec
200000
n=
26492
n=8

Área del acero transformada A st

A st =n∗A s
A st =8∗23.88

A st =191.04 [ cm2 ]

Momentos respecto del eje neutro para determinar la profundidad de bloque de


compresión x:
be∗x∗x
= A st∗w
2
235∗x 2
=191.04∗( 72.1−x )
2
x=10.04 [ cm ] <h f =20 [ cm ]

Significa que el eje neutro asumido es correcto

w=72.1−x

313 - 423
w=72.1−10.04
w=62.06 [ cm ]

Inercia respecto del eje neutro de la sección transformada (agrietada) es:

be∗x 3
2
I = A st∗w +
3
2 235∗10.04 3
I =191.04∗62.06 +
3
I =815056 [ cm4 ]

Ms∗w
f s= ∗n
I
3457439∗62.06
f s= ∗8
815056
f s=2108 [ kp /cm2 ]

f s=2108 [ kp /cm2 ]< f sa=2520 [ kp/cm2 ] ¡ OK !


Por tanto usar: 12 Ø 16

b) Verificación a corte

La verificación de esfuerzo cortante en vigas transversales se realiza


considerando solicitaciones máximas últimas.

 Resistencia nominal al corte, V n

La resistencia nominal a corte se debe determinar como el menor valor entre:

V c +V s +V p
Vn≤
{ 0.25∗f 'c∗b v∗d v +V p

 Altura de corte efectiva d v

d v ≥ 0.9∗d e
{
0.72∗h
A s∗f y∗d s
d e= ; d e =d s
A s∗f y

314 - 423
Dónde:
d e =¿ Altura efectiva correspondiente entre la fibra extrema comprimida y el
baricentro de la fuerza de tracción en la armadura traccionada.
d s =¿ Canto útil de la viga en el apoyo
h=¿ Altura de la sección T
d e =72.10 [ cm ]

d v ≥ 0.9∗72.1=64.89 [ cm ] Gobierna
{0.72∗( 60+20−1.5 )=56.52 [ cm ]

 Esfuerzo cortante a una distancia d v del apoyo para el Estado Límite

Cortante máximo en vigas transversales

Estado limite
Elemento #15 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kg) (kg) (kg) (kg)
Vigas
51205.64 43356.03 31395.06 21913.45
Transversales
V u=51205.64 [ kp ]

 Esfuerzo de corte absorbido por el concreto, V c

En todas las regiones donde existe probabilidad significativa de fisuración diagonal


se requiere armadura transversal, excepto en losas, zapatas y alcantarillas, se
proveerá esta armadura si:

V u >0.5∗∅∗( V c +V p ) ; V p =0

V c =0.53∗β∗ √ f c '∗b v∗d v [ kp ]

 Determinación de β y θ

β=2.0, Factor que indica la capacidad de transmitir tracción del hormigón fisurado
diagonalmente.
θ=45 °, Angulo de inclinación de las tensiones de compresión diagonal

V c =0.53∗√ 280∗40∗64.89

315 - 423
V c =23019.33 [ kp ]

0.5∗∅∗( V c +V p )=0.5∗0.9∗( 23019.33+ 0 )=10358.7 [ kp ]


V u=50530.92 [ kp ] >10358.7 [ kp ] ¡ Requiere refuerzo!

 Cálculo de refuerzo de acero por corte, A v

Máxima separación de armadura transversal. La separación de la armadura


transversal no debe ser mayor que la máxima admisible, determinada de la
siguiente manera:

SiV u <0.125 f 'c∗b v∗d v → Smáx =0.8∗d v ≤ 60 [ cm ]


SiV u ≥0.125 f c '∗b v∗d v → S máx=0.4∗d v ≤30 [ cm ]

0.125 f c '∗b v∗d v =0.125∗280∗40∗64.89=90846 [ kp ]

V u=51205.64 [ kp ] <90846 [ kp ]

Por tanto:

Smáx ≤ 0.8∗d v =0.8∗64.89=51.91 [ cm ] Gobierna


{ 60 [ cm ]

 Cálculo de acero para estribos

Los estribos se colocan perpendiculares al eje de la viga, por tanto para α =90 ° y
θ=45 °

A v∗f y∗d v
V s=
S
Por otro lado:
Vu
V s= −V c

51205.64
V s= −23019.33
0.9
V s =33875.83 [ kp ]

Av Vs
=
S f y ∗d v

316 - 423
Av 33875.33
=
S 4200∗64.89
Av 2
=0.124 [ cm /cm ]
S
 Armadura de corte mínima, A v(min)

Se requiere una cantidad mínima de armadura transversal para restringir el


crecimiento de fisuras diagonales y aumentar la ductilidad de la sección. A medida
que aumenta la resistencia del hormigón se necesita más armadura transversal
para controlar la fisuración.

0.083∗√ f c '∗b v∗S


A v(min) ≥ [ SI ]
fy
0.27∗ √ f c '∗b v∗S
A v(min) ≥ [ MKS ]
fy

A v (min) 0.27∗√ 280∗40


=
S 4200
A v(min)=0.043 [ cm2 /cm ]

2 2 Av
A v(min)=0.124 [ cm ] > Av =0.043 [ cm ] ¡ Usar !
S

c) Verificación a torsión

T u> 0.25∗∅∗T cr

Dónde:
T u=¿Momento torsor mayorado (N*mm)
T cr =¿Momento de fisuración por torsión (N*mm)
∅=0.9 Factor de resistencia para torsion

0.328∗√ f c '∗A cp 2
T cr =
Pc

Dónde:

317 - 423
Acp =¿ Área total encerrada por el perímetro exterior de la sección de hormigón
(mm)
Pc =¿ Longitud del perímetro exterior de la sección de hormigón (mm)

f c ' =280[kg /cm2]=27.46 [ MPa ]

La sección que resiste torsión es el alma de la viga:

Acp =h v∗b v
Acp =( 60+20−1.5 )∗40

Acp =3140 [ cm2 ] ; A cp=314000 [ mm2 ]

Pc =2∗( h viga +h f −e desgaste ) +2∗bv

Pc =2∗(60+ 20−1.5)+2∗40
Pc =237 [ cm ] ; P c =2370 [ mm ]

0.328∗√ 27.46∗3140002
T cr =
2370
T cr =71504777 [ N∗mm ] ; T cr =7291 [ kp∗m ]

 Momento torsor último

Diagrama de momento torsor máximo del elemento #15

318 - 423
Momento torsor máximo en vigas transversales
Estado límite
Elemento #15 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m)
Vigas
4802.02 3714.63 2621.56 363.65
Transversales
T u=4802.02 [ kp∗m ]

Verificamos si requiere refuerzo por torsión:

0.25∗∅∗T cr =0.25∗0.9∗7291=1640.5 [ kp∗m ]


T u> 0.25∗∅∗T cr ¡ Si requiere refuerzo!

 Cálculo del refuerzo a torsión

La armadura por torsión consta de una armadura transversal (estribos) y otra


longitudinal distribuida en las caras de la viga.

 Área transversal de acero por torsión, At

El área de acero para una resistencia nominal a torsión T u=∅ T n , es:

2∗A o∗At∗f y∗cotθ A t Tu


T n= → =
S S ∅∗2∗Ao∗f y∗cotθ

Dónde:
Ao =¿ Área encerrada por el recorrido del flujo de corte, incluyendo el área de
cualquier abertura que hubiera (cm2).
At =¿ Área de una rama de la armadura transversal de torsión cerrada (cm 2)

Generalmente el término A0 puede ser 0.85 A0 h. Collins y Mitchell (1991) presentan


la justificación en la cual se basa esta sustitución, que por lo general es
conservadora.

Ao =0.85∗A oh

319 - 423
Dónde:
Aoh=¿ Área encerrada por el eje de la armadura transversal de torsión incluyendo
el área de cualquier abertura (cm2).
Ph=¿ Perímetro del eje de la armadura transversal de torsión cerrada, (cm)

Distancia horizontal del eje del estribo cerrado más extremo

∅ est
x 0=b−2∗r−2
2
1
x 0=40−2∗3−2
2
x 0=33.00 [ cm ]

Distancia vertical del eje del estribo cerrado más extremo

∅ est
y 0=h−r ¿ −r inf −2
2
1
y 0=60+20−6−3−2
2
y 0=70.00 [ cm ]

Área del eje del estribo cerrado más extremo

A0 h =x0∗y 0
A0 h =33∗70

A0 h =2310 [ cm2 ]
Perímetro del eje del estribo cerrado más extremo

Ph=2∗( x 0 + y 0 )
Ph=2∗( 33+70 )
Ph=206 [ cm ]

A0 =0.85∗A 0 h
A0 =0.85∗2310

A0 =1963.5 [ cm2 ]

Utilizando la misma separación de estribo para corte tenemos:

320 - 423
At 480202
=
S 0.9∗2∗1963.5∗4200∗cot 45
At 2
=0.0324 [ cm ]
S

 Armadura transversal total, A v+t

Según la ACI 318-05 (Art. [Link]), El refuerzo necesario en torsión debe ser
agregado al necesario para cortante.

A v+t A v 2∗A t
= +
S S S
A v+t
=0.124+2∗0.0324
S
A v+t 2
=0.189 [ cm /cm ]
S

Área correspondiente a Ø 10 (mm), AØ10=0.785 [cm2]

As Ø 10
S=
A v+t
S
0.785
S=
0.189
S=4.15 [ cm ]
Usar :2 estribos Ø 10 c /8 [ cm ]

 Área longitudinal de acero por torsión, Al

2 2
M u 0.5∗N u Vu 0.45∗P h∗T u
A s∗f y ≥
∅ f ∗d v
+
∅c
+ cotθ∗
√( ∅v )(
−0.5∗V s +
2∗A o∗∅t )
Dónde:
A s=¿ Área de acero longitudinal por flexión y torsión (mm 2)
∅ f ; ∅c ; ∅ v ; ∅t =¿ Factores de resistencia para flexión, compresión, corte y torsión.

Una vez conocidos todos los parámetros de la ecuación, reemplazamos los


mismos para verificar si se requiere o no armadura longitudinal por torsión:

321 - 423
2 2
5685535 51205.64 0.45∗206∗480202
A s∗f y ≥
0.9∗64.89
+cot 45∗
√( 0.9
−0.5∗33875.83 + )(2∗1963.5∗0.9 )
A s∗f y ≥ 139248.7 [ kp ]

Del acero longitudinal dispuesto para resistir flexión, tanto la fibra superior como la
inferior resisten las solicitaciones a torsión, por tanto tenemos:
A s∗f y =( 23.88 )∗4200=100296 [ kp ]

A s∗f y =100296 ≥ 139248.7 [ kp ] ¡ NoCumple ! → Requiere refuerzolongitudina l

 Refuerzo longitudinal requerido por torsión (ACI-318S-05)

At

Al =
S ( )
∗Ph∗fy t
∗cot 2 θ
fy
0.0324∗206∗4200
Al = ∗cot 2 45
4200
Al =6.674 [ cm2 ]

Adoptando Ø12 AØ12=1.13 [cm2]

As cal
¿ Barras=
As Ø 12
6.674
¿ Barras= =5.91 →6 barras
1.13
Usar 6 Ø12
d) Verificación de deflexiones

Para verificar la deflexión relativa de los elementos estructurales recurrimos a


limitaciones del código ACI 318S-05.

 Deflexión máxima para vigas transversales

322 - 423
La verificación para vigas interiores y exteriores se realiza en Estado Límite de
Servicio I, considerando cargas permanentes, carga vehicular incluyendo impacto
dinámico y carga peatonal.
Longitud de eje a eje de la viga L=60 (m)

L 6000
∆ adm = = =16 [ cm ]
360 360

Deflexión máxima gravitacional para el Estado Limite de Servicio I

∆ máx =∆cargas permanentes + ∆ peatonal +∆ ¿+ ℑ


∆ máx =2.83+0.26+1.7=4.80 [ cm ]

∆ adm> ∆máx ¡ OK !

e) Verificación en estado de fatiga

 Carga de fatiga

Para el diseño por fatiga, con η=η D ηR η I =1

M fatiga =η ( 0.75∗M ¿+ℑ )

Se calcula con camión de diseño, cuya separación entre ejes más pesados es de
9.00 (m). No se aplica factor de presencia múltiple.
Del análisis en Sap-2000 V14.0 tenemos:

323 - 423
M fatiga =11227.25 [ kp∗m ]

El momento por fatiga determinado en el programa, ya incluye en su análisis un


15% de momento por impacto y un γ i=0.75 .
El momento por cargas permanentes correspondiente a peso propio, postes,
barandas, barrera vehicular y capa de rodadura lo obtenemos también del análisis
con Sap2000 v14.0.

M c . permanente =12658.28 [ kp∗m ]

 Sección fisurada

324 - 423
Se utiliza sección fisurada si la suma de esfuerzos debido a cargas permanentes
no mayorada más 1.5 veces la carga de fatiga, da por resultado una tensión de
tracción mayor que 0.25 √ f ' c (Art. 5.5.3)
Esfuerzo debido a cargas permanentes no mayorada más 1.5 veces la carga de
fatiga en viga interior:

M ' fat =1.0∗M DC +1.0∗M DW +1.5∗M fatiga


M ' fat =12658.28+1.5∗11227.25
M ' fat =29500 [ kp∗m ]

f tracc=0.25∗√ f ' c [ MPa ] ; f tracc =0.80∗√ f ' c [ Kp/cm2 ]

f tracc=0.80∗√ 280

f tracc=13.39 [ kp /cm2 ]

S= Módulo de sección de la sección fisurada (cm3).

be∗h2
S=
6
235∗( 60 )2
S=
6
S=141000 [ cm3 ]

M ' fat
f fat =
S
2950000
f fat =
141000
f fat =20.92 [ kp /cm2 ]

Como f fat =20.92 [ kp /cm2 ] > f tracc=13.39 [ kp /cm2 ] , Utilizar la seccion fisurada
f) Verificación de esfuerzos

- Esfuerzo en el refuerzo debido a carga viva

Con A s=12 ∅ 16=23.88 [ cm2 ]

325 - 423
x 10.04
j∗d=d− =72.1− =68.75 [ cm ]
3 3
(Ver revisión por fisuración para momento positivo)
M fatiga
f ¿=
A s∗( j∗d )
1122725
f ¿=
23.88∗( 68.75 )
f ¿=684 [ kp /cm2 ]

- Rango máximo de esfuerzo

El esfuerzo mínimo es por carga viva mínimo combinado con el esfuerzo por carga
permanente.
El momento por carga permanente en la viga interior es:

M cp =12658.28 [ kp∗m ]

El esfuerzo por carga permanente es:

M cp
f cp=
A s∗( j∗d )
1265828
f cp=
23.88∗( 68.75 )
f cp=771 [ kp /cm2 ]

El esfuerzo por carga viva mínimo es cero.


Luego, el esfuerzo mínimo será:

f min =0+771=771 [ kp /cm2 ]

El esfuerzo máximo es el esfuerzo por carga viva máximo combinado con el


esfuerzo por cargas permanentes:
f máx =684+771=1455 [ kp /cm2 ]
Rango de esfuerzos:

f =f máx −f mín =684 [ kp/cm2 ]

326 - 423
El rango límite es:

f ≤ 1479−0.33∗f mín +561∗ ( hr )


Con r/h=0.3
f límite=1479−0.33∗771+561∗0.3=1393 [ kp /cm2 ]
kp kp
f límite=1393
[ ]
cm 2
> f =684
[ ]
cm2
¡ OK ! cumple a fatiga

Figura 67: Dimensiones de armado (viga longitudinal)

Fuente: Elaboracion propia

[Link]. Diseño de vigas riostras o contravientos

Longitud de viga, L=5.20 [ m ]


Resistencia característica del hormigón, f ' c =280[kp/cm2 ]
Resistencia característica del acero, f ' c =4200[kp / cm2]
Recubrimiento, r =3 [ cm ]

a) Diseño a flexión (Momento positivo)

El cálculo de acero en vigas se realiza con solicitaciones últimas máximas


determinadas en la simulación de la estructura con el programa Sap-2000 V14.0.

 Momento último de diseño

327 - 423
Momento máximo en vigas riostras
Estado limite
Elemento #
Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I Fatiga
210 (kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m) (kg*m)
3004.96 2396.87 1710.34 340.04 649.77
Vigas Riostras
-3225.83 -2681.61 -1939.8 -853.76 650.3

Mu+¿=3004.96[kp∗m ]¿
Canto útil:
∅ long
d=hviga −r −∅ estribo−
2
1.2
d=40−3−0.8−
2
d=35.60 [ cm ]

 Área mínima de acero, Asmín

La condición a cumplir por el área mínima de acero es que el momento resistente


sea por lo menos igual al menor valor entre 1.2 veces el momento de
agrietamiento o 1.33 el momento mayorado:
M r ≥1.33∗M u ó M r ≥1.20∗M cr

Dónde:
M r= Momento resistente
M u=Momento último actuante
M cr =Momento por agrietamiento

328 - 423
 Momento por agrietamiento

M cr ≤ S nc∗f r

Dónde:
f r=Módulo de rupturadel hormigón
Snc =Módulo resistente o seccional de la sección del elementoa agrietarse

f ´ c=280 [ kp/cm2 ] =27.46 [ MPa ]


1
Snc = ∗b∗h 2
6
1
Snc = ∗20∗40 2
6
Snc =5333.33 [ cm3 ]

f r=0.63∗√ f ´ c
f r=0.63∗√ 27.46
f r=3.30 [ MPa ]

f r=33.66 [ kp/cm2 ]

M cr =S nc∗f r
M cr =5333.33∗33.66
kp∗cm
M cr =179520 [ m ]
M cr =1795.2 [ kp∗m/m ]

1.20∗M cr=1.20∗1795.2
1.20∗M cr=2154.24 [ kp∗m/m ]

1.33∗M u =1.33∗3004.96
1.33∗M cr=3997 [ kp∗m/m ]

Como el menor valor calculado anteriormente es menor a Mu=3004.96 (kp*m), se


diseñara para Mu.

329 - 423
0.85∗280∗20 2∗300496
Ascal=
4200 ( √
35.60− 35.602−
0.9∗0.85∗280∗20 )
Ascal=2.30 [ cm ² ]

Área correspondiente a Ø 12 (mm), AØ12=1.13 [cm2]

3 ∅ 12 → 3∗1.13=3.39 [ cm2 ]
As prov =3.39 [ cm² ]

 Revisión de Ductilidad (Armadura Máxima, Asmáx )

3.39∗4200
c=
0.85∗20∗280∗0.85
c=3.52 [ cm ]
c 3.52
= =0.10 ≤ 0.42 ¡OK !
d e 35.6

 Momento resistente, ( M r )

3.39∗4200
a=
0.85∗280∗20
a=3.00 [ cm ]

3.00
M r=0.9∗3.39∗4200∗ 35.6− ( 2 )
M r=436964 [ kp∗cm/m ]
M r=4369.64 [ kp∗m/m ] ; M u=3004.96 [ kp∗m/m ]
M r > M u ¡OK

 Ancho mínimo, b min

b min=2∗( r +3∗∅estribo ) + N∗∅ long +1.5∗∅ long∗( N −1 )


b min=2∗( 3+3∗0.8 ) +3∗1.2+1.5∗1.2∗( 3−1 )
b min=18.00 [ cm ]
b=20 [ cm ] > bmin =18.00 [ cm ] ¡ OK !

b) Diseño a flexión (Momento negativo)

330 - 423
 Momento último de diseño

Mu+¿=3225.83[kp∗m] ¿
Canto útil:
∅ long
d=hviga −r −∅ estribo−
2
1.2
d=40−3−0.8−
2
d=35.60 [ cm ]

 Área mínima de acero, Asmín

La condición que debe cumplir el área mínima de acero será que el momento
resistente sea por lo menos igual al menor valor entre 1.2 veces el momento de
agrietamiento o 1.33 el momento mayorado:
M r ≥1.33∗M u ó M r ≥1.20∗M cr

 Momento por agrietamiento

M cr ≤ S nc∗f r

Dónde:
f r=Módulo de rupturadel hormigón
Snc =Módulo resistente o seccional de la sección del elementoa agrietarse

f ´ c=280 [ kp/cm2 ] =27.46 [ MPa ]

1.20∗M cr=1.20∗1795.2 ; 1.20∗M cr =2154.24 [ kp∗m/m ]

1.33∗M u =1.33∗3225.83 ; 1.33∗M cr=4290.35 [ kp∗m/m ]

Como el menor valor calculado anteriormente es menor a Mu=3225.83 (kp*m), se


diseñara para Mu.

0.85∗280∗20 2∗322583
Ascal=
4200 (
35.60− 35.602−

0.9∗0.85∗280∗20 )
Ascal=2.48 [ cm ² ]

331 - 423
Área correspondiente a Ø 12 (mm), AØ12=1.13 [cm2]

3 ∅ 12 → 3∗1.13=3.39 [ cm2 ]
As prov =3.39 [ cm² ]

 Revisamos la Ductilidad (Armadura Máxima, Asmáx )

3.39∗4200
c= ; c=3.52 [ cm ]
0.85∗20∗280∗0.85
c 3.52
= =0.10 ≤ 0.42 ¡OK
d e 35.6

 Momento resistente, ( M r )

3.39∗4200
a=
0.85∗280∗20
a=3.00 [ cm ]

3.00
M r=0.9∗3.39∗4200∗ 35.6− ( 2 )
M r=436964 [ kp∗cm/m ]
M r=4369.64 [ kp∗m/m ] ; M u=3225.83 [ kp∗m/m ]
M r > M u ¡OK
 Ancho mínimo, b min

b min=2∗( r +3∗∅estribo ) + N∗∅ long +1.5∗∅ long∗( N −1 )


b min=2∗( 3+3∗0.8 ) +3∗1.2+1.5∗1.2∗( 3−1 )
b min=18.00 [ cm ]

b=20 [ cm ] > bmin =18.00 [ cm ] ¡ OK !

c) Verificación a corte

 Resistencia nominal al corte, V n

La resistencia nominal a corte se determina como el menor valor entre:

332 - 423
V c +V s +V p
Vn≤
{ 0.25∗f 'c∗b v∗d v +V p

 Altura de corte efectiva d v

d v ≥ 0.9∗d e
{0.72∗h

A s∗f y∗d s
d e= ; d e =d s
A s∗f y

Dónde:
d e =¿ Altura efectiva correspondiente entre la fibra extrema comprimida y el
baricentro de la fuerza de tracción en la armadura traccionada.
d s =¿ Canto útil de la viga en el apoyo
h=¿ Altura de la sección T

d e =35.6 [ cm ]

d v ≥ 0.9∗35.6=32.04 [ cm ] Gobierna
{ 0.72∗( 40 )=28.8 [ cm ]

 Determinamos el esfuerzo cortante a una distancia d v del apoyo en


Estado Límite de Resistencia I:
Cortante máximo en vigas riostras
Estado limite
Elemento
#210 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kp) (kp) (kp) (kp)

Vigas Riostras 1691.14 1482.14 1089.54 754.58

V u=1691.14 [ kp ]

 Esfuerzo de corte que absorbe el concreto, V c

En todas las regiones donde existe una probabilidad significativa de fisuración


diagonal se requiere armadura transversal, excepto en losas, zapatas y
alcantarillas.

333 - 423
Se deberá proveer armadura transversal si:

V u >0.5∗∅∗( V c +V p ) ; V p =0

V c =0.083∗β∗ √ f c '∗b v∗d v [ N ]


V c =0.53∗β∗√ f c '∗b v∗d v [ kp ]

 Determinación de β y θ

Procedimiento simplificado para secciones de hormigón no pretensados, ni


solicitados a tracción axial y que contienen al menos la mínima cantidad de
armadura transversal especificada en el Art. [Link], ó que tienen una altura total
menor que 400 (mm), se pueden utilizar los siguientes valores:
β=2.0, Factor que indica la capacidad del hormigón fisurado diagonalmente de
transmitir tracción.
θ=45 °, Angulo de inclinación de las tensiones de compresión diagonal

V c =0.53∗√ 280∗20∗32.04
V c =5683 [ kp ]

0.5∗∅∗( V c +V p )=0.5∗0.9∗( 5683+ 0 )=2557.35 [ kp ]

V u=1691.14 [ kp ] <2557.35 [ kp ] ¡ No requiere refuerzo!

 Armadura de corte mínima, A v(min)

Se requiere una cantidad mínima de armadura transversal para restringir el


crecimiento de fisuras diagonales y aumentar la ductilidad de la sección. A medida
que aumenta la resistencia del hormigón se necesita más armadura transversal
para controlar la fisuración.

0.083∗√ f c '∗b v∗S


A v(min) ≥ [ SI ]
fy
0.27∗ √ f c '∗b v∗S
A v(min) ≥ [ MKS ]
fy
A v (min) 0.27∗√280∗20
=
S 4200

334 - 423
A v (min) cm2
S
=0.022
cm [ ]
A v (min) Av A
=0.097 [ cm 2 ] > =0.038 [ cm2 ] ¡ Usar v !
S S S

Área correspondiente a Ø 8 (mm), AØ8=0.50 [cm2]

As Ø 10
S=
Av
S
0.5
S=
0.022
S=22.7 [ cm ]
Usar : estribos Ø 8 c /20[cm]

Figura 68: Dimensiones de armado (viga riostra)

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de vigas tirantes (vigas exteriores longitudinales)

Longitud entre eje y eje de vigas transversales: L=5 [ m ]

h min=0.045∗L
h min=0.045∗¿
h min=0.225 [ m ]

335 - 423
h min=22.5 [ cm ]
h=hmin +t s
h=22.5+20
h=42.5 [ cm ]
Adoptamos:

h=65 [ cm ] ; b=120 [ cm ]

Dimensiones de las vigas longitudinales exteriores:

a) Propiedades geométricas de la sección transversal

Propiedades geométricas de la viga


VIGA TIRANTE
Dimensiones de la sección en (cm)
h b Av Yb Yt Ix Wb Wt
65.0 120.0 7800.0 32.5 32.5 2746250.0 84500.0 84500.0

 Cálculo de la excentricidad en la viga

e x =25.50 [ cm ]

 Momento por peso propio

q pp=( A viga )∗γ HoAo

7800
q pp=
( )
1002
∗2400

q pp=1872 [ kp /m ]

336 - 423
1
M pp= ∗q pp∗Lv 2
8
1
M pp= ∗1872∗5 2
8
M pp=5850 [ kp∗m ]

 Momento por losa húmeda

q LH =S∗t s∗γ HoAo


q LH =2.48∗0.2∗2400
q LH =1191 [ kp/m ]

1
M LH = ∗q LH ∗Lv 2
8
1
M LH = ∗1191∗52
8
M LH =3722 [ kp∗m ]

 Momento por estructura superior

q DC 2=q postes y pasamanos + q peatonal +q barreravehicular

q Barrera Vehicular= A B .V .∗γ H oAo


q LH =0.164∗2400
kp
q LH =393.6 [ ]
m

q DC 2=300+ 415∗2.02+ 393.6=1532 [ kp/m ]

1
M DC 2= ∗q DC 2∗Lv 2
8
1
M DC 2= ∗1532∗52
8
M DC 2=4788 [ kp∗m ]

b) Cálculo del preesfuerzo inicial


El conjunto de cargas correspondientes al peso propio de la viga, barrera
vehicular, tablero, postes y barandas más la carga viva peatonal y vehicular,

337 - 423
generan esfuerzos en la viga tirante que a la ves por medio de esta son
transmitidas a las vigas transversales y desde ellas por medio de péndolas al
Arco, en este se producen esfuerzos de flexión, corte, torsión pero sobre todo
esfuerzo axial de compresión que es llamado también fuerza de empuje. Esta
fuerza es transmitida a los apoyos en los puntos de arranque del arco y se
descompone en tres fuerzas dos horizontales y una vertical por ser arcos
inclinados, la premisa es diseñar una viga tirante para absorber la reacción
horizontal más grande que es la que va en sentido longitudinal del puente.
Entonces para determinar el número de cables necesarios que resistirán esta
fuerza de tracción utilizaremos directamente el valor de la reacción horizontal en
dirección longitudinal del puente.

 Sstado límite de servicio I ( t=infinito )

La componente horizontal de las reacciones del arco en el apoyo es::


Po =330661 [ kp ]

c) Determinación del número de cables (Torones)

f pu=1860 [ MPa ] =18966.4 [ kp /cm2 ]


2
Au=0.987 [c m ]
f pu
f ' s=
Au
18966.4
f ' s=
0.987
f ' s=19216 [ kp/cm2 ]

f py =0.9∗f ' s
f py =0.9∗19216

f py =17294.4 [ kp /cm2 ]

0.6∗f ' s=0.6∗19216=11529.6 [ kp /cm2 ]


f s=
{ 0.8∗f py=0.8∗17294.4=13835.52 [ kp/cm2 ]

Adoptamos f s=11529.6 [ kp/cm2 ]

338 - 423
 Área de torones

Po
A s=
fs
330661
A s=
11529.6
A s=28.68 [ cm2 ]

 Número de torones

As
¿Torones =
Au
28.68
¿Torones =
0.987
¿Torones =30
 NÚMERO DE VAINAS

¿Torones
¿Vainas=
12
30
¿Vainas= → ¿Vainas=3
12

Área real de torones:

A ps=¿Torones∗A u
A ps=30∗0.987

A ps=29.61 [ cm2 ]

d) Cálculo de pérdidas por preesforzado

Según la AASHTO-LRFD (Art.[Link]-2), las pérdidas en elementos postensados


pueden ser determinadas mediante la siguiente ecuación:
∆ f pT =∆ f pF +∆ f pA +∆ f pES + ∆ f pSR + ∆ f pCR + ∆ f pR 2

e) Pérdidas instantáneas

 Pérdidas por fricción:

339 - 423
∆ f pF =f pj∗( 1−e−( k∗x+ μ∗α ))

Dónde:
f pj =¿ Tensión en el acero de pretensado en el momento de tesado (MPa)
x= longitud del cable de pretensado desde el extremo del gato hasta el punto
de análisis (mm)
k= coeficiente de fricción por desviación de la vaina de pretensado (por mm de
cable)
µ= coeficiente de fricción
α= sumatoria de valores absolutos de la variación angular del trazado del
acero de pretensado entre el extremo del gato de tesado, o entre el gato de tesado
más próximo si el tesado se realiza igualmente en ambos extremos y el punto
investigado (radianes)
e= base de logaritmos neperianos
Po
f pj =
As Real
330661
f pj =
29.61
kp
f pj =11168
[ ]
cm2
f pj =1095 [ MPa ]
Coeficientes de fricción para cables de postensado
AASHTO-LRFD
Tipo de Vaina k µ

Vaina rígida y semirígida de


6.6 x E-7 0.15 - 0.25
metal galvanizado

 Ecuación de la

340 - 423
4∗e∗x 2
y= −e
L2
Derivando y en función de x determinamos la pendiente de la tangente en la
parábola
α =[ rad ]

dy 8∗e L
=tgα ; tgα = 2 ∗x ; Para x=
dx L 2

α =tg−1 ( 4∗eL )
α =tg−1 ( 4∗25.5
6000 )
α =0.017 [ rad ]
−7

∆ f pF =1095∗( 1−e−(6.6∗10 ∗30000 +0.25∗0.017 )


)
∆ f pF =26.02 [ MPa ]

∆ f pF =266 [ kp/cm2 ]

 Pérdida por acuñamiento de anclajes:

Ep∗h∗l
x=
√ ∆ f pF
x= Longitud afectada por hundimiento (mm)
h= hundimiento de anclajes = 6 (mm)
l= Distancia desde un extremo de la viga al eje de simetría de la misma (mm)

197000∗6∗30000
x=
√ 26.02
x=36916 [ mm ] >l=30000 [ mm ]

Caso x>l; tesado de un lado

2∗Ep∗h
∆ f pA = −2∗∆ f pF
x
2∗197000∗6
∆ f pA = −2∗26.02
36916
∆ f pA =12.00 [ MPa ]

341 - 423
∆ f pA =123 [ kp/cm2 ]

 Pérdida por acortamiento elástico del hormigón:

N −1
∗E p
2∗N
∆ f pES = ∗f cgp
Eci

f cgp=¿ Sumatoria de tensiones del hormigón en el centro de gravedad de los


cables debido a la fuerza de pretensado después del tesado y al peso propio del
elemento en secciones de máximo momento (kp/cm 2)

Los valores de f cgp se pueden calcular usando una tensión de acero reducida por
debajo del valor inicial en un margen que depende de efectos de acortamiento
elástico, relajación y fricción.
Para las estructuras con tendones adherentes, f cgp se puede tomar en la sección
del tramo, en caso de construcciones continuas, en la sección de máximo
momento.
Según la AASHTO-LRFD (Art. [Link]) antes del acuñamiento se puede permitir
f pi =0.9 f bt a corto plazo para cables de baja relajación:
f bt =0.75∗f pu
f pi =0.9∗0.75∗f pu
f pi =0.9∗0.75∗1860
f pi =1255.5 [ MPa ]

f pi =12802 [ kp/ cm2 ]

El valor asumido de f pi se corrige después de determinar ∆ f pES. Para evitar


iteraciones se puede aplicar la siguiente ecuación:

N −1
∗A ps∗f pi ( I g +e 2m∗A g ) −e m∗M g∗A g
2∗N
∆ f pES =
A ∗I ∗E
A ps∗( I g+ e 2m∗A g ) + g g ci
Ep

Dónde:

342 - 423
A ps=29.61 [ cm2 ], área del acero de pretensado.

A g=7800 [ cm2 ], área bruta de la sección.

Eci =270147 [ kp / cm2 ], módulo de elasticidad del hormigón en el momento de la


transferencia.
E p =2008809 [ kp/ cm2 ], módulo de elasticidad de los tendones de pretensado.
e m=25.5 [ cm ] , excentricidad promedio en la mitad del tramo.

f pi =12802 [ kp/ cm2 ], tensión en el acero de pretensado inmediatamente antes de la


transferencia como se especifica en la tabla 5.9.3-, este valor debe ser corregido
después de determinar ∆ f pES.
I g=2746250 [ cm2 ] , momento de inercia de la sección bruta de hormigón.
M pp=5850 [ kp∗m ], Momento en la mitad del tramo debido al peso propio de la viga.
N=3, número de tendones de pretensado idénticos, todos los cables alojados en
una vaina son tensionados por el gato hidráulico de una sola vez, como se tiene 3
vainas se tensionara 3 veces.
3−1
∗29.61∗12802∗( 2746250+25.52∗7800 )−25.5∗585000∗7800
2∗3
∆ f pES =
7800∗2746250∗270147
29.61∗( 2746250+25.52∗7800 ) +
2008809
∆ f pES =305 [ kp /cm2 ]

f) Pérdidas dependientes del tiempo (retracción, fluencia del hormigón y


relajación del acero)
∆ f pLT =∆ f pSR + ∆ f pCR +∆ f pR 2

La pérdida de pretensado a largo plazo, debido a fluencia del hormigón,


contracción del hormigón, y relajación de acero puede ser estimada utilizando.
10∗f pi∗A ps
∆ f pLT = ∗γ h∗γ st + 12∗γ h∗γ st +∆ f pR
Ag

Siendo:
γ h=1.7−0.01∗H
5
γ st =
1+ f ' ci

343 - 423
Dónde
f pi =0.75∗f pu=14224 [ kp/cm2 ], tensión en el acero de pretensado inmediatamente
antes de la transferencia como se especifica en tabla 5.9.3-1.
H=67 %, humedad relativa ambiente anual media del municipio de Aiquile según
SENAMHI.
γ h=¿ Factor de corrección de humedad.
γ st =¿ Factor de corrección de la resistencia del hormigón especificado en el
momento de la transferencia de pretensado.
∆ f pR=¿ Estimación en la pérdida de relajación se toma como 2,5 Ksi=176 (kp/cm2)
para cables de baja relajación.
f ' ci=0.8∗f 'c
f ' ci=0.8∗280
kp
f ' ci=224
[ ]
cm 2
f ' ci=3.19 [ Ksi ]

γ h=1.7−0.01∗67
γ h=1.03
5
γ st =
1+3.19
γ st =1.19

10∗14224∗29.61
∆ f pLT = ∗1.03∗1.19+ 12∗1.03∗1.19+ 176
7800
∆ f pLT =853 [ kp /cm2 ]

g) Pérdidas totales

∆ f pT =(Pérdidas instantáneas)+( Pérd idasdependientes del tiempo)


∆ f pT =∆ f pF +∆ f pA +∆ f pES + ( ∆ f pSR + ∆ f pCR +∆ f pR 2 )

∆ f pT =1547 [ kp/cm2 ]

 Pérdidas en porcentaje

344 - 423
∆ f pT
% ∆ f pT =
fs
1547
% ∆ f pT = ∗100
11529.6
% ∆ f pT =13.42 %
h) Cálculo del preesfuerzo final

Pf =Po+∆ f pT
Pf =330661∗( 1+0.1342 )
Pf =375036 [ kp ]

i) Verificación de tensiones por preesfuerzo final

 Tensiones en el acero de pretensado

La resistencia a tensión de fluencia o rotura de cables para el Estado de


Resistencia I es:
f py =0.90∗f pu
f py =0.90∗1860
f py =1674 [ MPa ]

f py =17069.8 [ kp/cm2 ]

Para los estados de Servicio (Tabla 5.9.3-1 AASHTO-LRFD), se tiene que los
esfuerzos límites por postensado son:

Esfuerzo en el acero de pretensado durante el tesado antes del acuñamiento :

f pj < 0.90∗f py

Para contrarrestar las pérdidas de acuñamiento y fricción a corto plazo

0.90∗f py=0.90∗1674

0.90∗f py=1506.6 [ MPa ] ; 0.90∗f py =15362.8 [ kp /cm2 ]

Po
f pf =
¿Torones∗Au

345 - 423
∆f
f pj =f pf + ¿ pES
Torone s

330661 305
f pj = +
30∗0.987 30
f pj =11178 [ kp/cm2 ]
f pj < 0.90∗f py ¡ Ok !

Esfuerzo en el acero de pretensado durante el tesado antes del acuñamiento :

f pj1 <0.70∗f pu
0.70∗f pu =0.70∗1860

0.70∗f pu=1302 [ MPa ] ; 0.70∗f pu=13276.5 [ kp /cm2 ]


∆ f pES + ∆ f pA
f pj1 =f pf + ¿Torones
330661 305+ 123
f pj1 = +
30∗0.987 30
f pj1 =11182 [ kp /cm2 ]
f pj1 <0.70∗f pu ¡ Ok !

Esfuerzo en el acero de pretensado en el estado límite de servicio luego de todas


las pérdidas:
f pe <0.80∗f py
0.80∗f py=0.80∗1674

0.80∗f py=1339.2 [ MPa ] ; 0.80∗f py =13655.82 [ kp /cm2 ]

∆f
f pe=f pf + ¿ pT
Torones

330661 1547
f pe= +
30∗0.987 30
f pe=11219 [ kp/cm2 ]
f pe <0.80∗f py ¡Ok !

j) Tensiones en el hormigón

T=0, En el instante de la transferencia

346 - 423
k) Tensiones en las fibras extremas de la viga en etapa inicial a medio
tramo
Convención de signos: (-) Tracción
(+) Compresión

f ' ci=0.8∗f 'c


f ' ci=0.8∗280

f ' ci=224 [ kp/ cm2 ]

Antes de las pérdidas de pretensado, se tiene que los límites de tensión en el


hormigón son:

Por tracción
σ ci=−0.25∗√ f ' ci
Para el momento por peso propio asumimos que la viga no tiene apoyos en una
longitud de 30 (m) o la mitad de la luz del puente, esto con el fin de verificar las
tensiones en el hormigón antes de construir los arcos, además la reacción en los
apoyos corresponden a cargas aplicadas hasta la mitad del puente.
q pp=( A viga )∗γ HoAo

7800
q pp=
( )
1002
∗2400

q pp=1872 [ kp /m ]

1
M pp= ∗q pp∗Lv 2
8
1
M pp= ∗1872∗30 2
8
M pp=210600 [ kp∗m ]

 Fibra superior de la viga

P f P f ∗e M PP '
f ct = − + ≥−0.25∗ √ f ci
A Wt Wt

347 - 423
375036 375036∗25.5 21060000
f ct = − +
7800 84500 84500
f ct =184 [ kp / cm2 ]

280
−0.25
√ 10.197
∗10.197=−13.35 [ kp /cm2 ]

184 [ kp /cm2 ] ≥−13.35 [ kp/cm2 ] ¡ Cumple !

Por compresión

σ ci=0.6∗f ' ci

 Fibra inferior de la viga

Pf Pf ∗e M PP
f cb= + − ≤ 0.60∗f ' ci
A Wb Wb
375036 375036∗25.5 21060000
f cb= + −
7800 84500 84500
f cb=−88 [ kp/cm2 ]

0.6∗224=134.4 [ kp /cm 2 ]
−88 [ kp /cm 2 ] ≤ 168 [ kp/cm2 ] ¡ Cumple !

Por tanto en la etapa inicial se tesaran los 30 torones calculados.

l) Verificación al estado límite de resistencia

Para que la sección sea adecuada debe satisfacer las siguientes ecuaciones.

∅ M n> M u y ∅ M n >1.20 M cr

m) Tensión en el acero de pretensado de la resistencia nominal por flexión


 Elementos con tendones Adherentes

Para secciones rectangulares o con alas solicitadas a flexión respecto de un eje


en las cuales se utiliza la distribución de tensiones aproximada especificada en el
(Art. [Link]) y para las que fpe es mayor o igual que 0.5 fpu, la tensión media en el
acero pretensado, fps, se puede tomar como:

348 - 423
c
f ps=f pu 1−k ( dp )
Dónde:
f pe=¿ Tensión efectiva en el acero de pretensado luego de las perdidas (kp/cm2)
2
fpu=1860[MPa ]=18966.4 [kp/cm ]
Au=0.987 [cm2 ]
' f pu
f s=
Au
18966.4
f ' s=
0.987
f ' s=19216 [ kp/cm2 ]
f py =0.9∗f ' s
f py =0.9∗19216

f py =17294.4 [ kp /cm2 ]

∆f
f pe=f pf + ¿ pT
Torones

330661 1547
f pe= +
30∗0.987 30
f pe=11219 [ kp/cm2 ]

f pe=11219 [ kp/cm2 ] ; 0.5∗f pu=0.5∗18966.4=9483.2 [ kp/cm2 ]


f pe >0.5 f pu ¡ Ok ! se puede aplicar la ecuación

d p=¿ Distancia entre la fibra extrema comprimida y el baricentro de los cables de


pretensado (mm).
d cl =¿ Distancia de la parte inferior de la viga al baricentro de los tendones.

d p= ( hviga +t s )−d cl
d p=650−70
d p=580 [ mm ]

349 - 423
f py
(
k =2 1.04−
f pu )
17294.4
(
k =2 1.04−
18966.4 )
k =0.26

f'c=280 (kp/cm2) → f'c=27.46 (MPa) Resistencia específica a compresión del


hormigón utilizada en el diseño.
Relación entre la altura de la zona comprimida equivalente solicitada
uniformemente supuesta en estado límite de resistencia y la altura de la zona
comprimida real, (Art. [Link])
β 1=0.85 Para f ' c ≤ 280 [ kp /cm2 ]
Para un comportamiento de sección rectangular

A ps ∗f pu + A s∗f y − A' s∗f ' y


c=
k∗A ps∗f pu
0.85∗f 'c∗β1∗b+
dp

Dónde:
c= distancia entre el eje neutro y la cara comprimida (mm)
Aps= área del acero pretensado en (mm2)
fpu= resistencia específica a tracción del acero de pretensado (MPa)
As= área de la armadura de tracción de acero no pretensado (mm 2)
A's= área de armadura a compresión (mm2)
fy= tensión de fluencia de armadura a tracción (MPa)
f'y= tensión de fluencia de armadura a compresión (MPa)
b= ancho del alma (mm)
β1=Factor para el diagrama de tensiones

2961∗1860+0+ 0
c=
0.26∗2961∗1860
0.85∗27.46∗0.85∗1200+
580
c=209.6 [ mm ]

350 - 423
Altura del diafragma de tensiones equivalente

a=c∗β 1
a=209.6∗0.85
a=178.2 [ mm ]

Tensión en el acero de pretensado de resistencia nominal a flexión con tendones


adherentes
c
(
f ps=f pu 1−k
dp )
0.26∗209.6
f ps=1860 1− ( 580 )
f ps=1685.2 [ MPa ]

n) Resistencia a flexión mayorada

M r=∅ M n ; ∅=1

La resistencia nominal para secciones rectangulares es igual a:

a
[
∅ M n=∅ A ps∗f ps d p− ( 2 )]
178.2
[
∅ M n=1∗ 2961∗1685.2∗ 580− ( 2 )]
∅ M n=2449530717 [ N∗mm ] ; ∅ M n =249773 [ kp∗m ]

 Momento último para estado límite de resistencia:

Estado Límite de Resistencia I

M u=η (1.25 DC +1.5 DW +1.75 ( ¿+ ℑ ) )

Momento máximo determinado con SAP-2000 V14.0, en la viga tirante.

M u=23276.82 [ kp∗m ]

∅ M n> M u ¡ Ok !

351 - 423
o) Límites para las armaduras

 Máxima área de acero de preesfuerzo

La máxima cantidad de armadura pretensada y no pretensada debe ser talque:

c
≤0.42
de

A ps∗f ps∗d p + A s∗f y∗d s


d e=
A ps∗f ps+ A s∗f y
2961∗1685.2∗580+0
d e=
2961∗1685.2+ 0
d e =580 [ mm ]
c 209.6
=
d e 580
c
=0.37 ≤0.42 ¡ Ok !
de
 Área mínima de acero de preesfuerzo

La cantidad de armadura de tracción pretensada y no pretensada deberá ser


adecuada para desarrollar una resistencia a flexión mayorada Mr, como mínimo
igual al menor valor entre: 1.2 Mcr y 1.33Mu.

Momento por Agrietamiento o fisuración del hormigón determinado en base a la


distribución elástica de tensiones y el módulo de ruptura.
Sc
M cr =S c ( f r + f cpe ) −M dnc ( S nc )
−1 ≥ Sc ¿ f r

Dónde:
f cpe =¿Tension de compresión en el hormigón debido exclusivamente a fuerzas de
pretensado efectivas, (una vez que ocurrieron todas las perdidas) en la fibra

352 - 423
extrema de la sección en la cual las cargas aplicadas externamente provocan
tensión de tracción (MPa).
M dnc =¿Momento total no mayorado debido a la carga permanente que actúa sobre
la sección monolítica o
no compuesta (N*mm). En nuestro caso serán los momentos generados cada
tramo de 5 (m) de la viga tirante, ya que las péndolas trabajan como apoyos.
Sc =W ' b=¿ Módulo seccional para la fibra extrema de la sección compuesta en la
cual las cargas aplicadas externamente provocan tensión de tracción (mm 3).
Snc =W b=¿ Módulo seccional para la fibra extrema de la sección monolítica no
compuesta en la cual las cargas aplicadas externamente provocan tensión de
tracción (mm3).

Po Po∗e
f cpe = +
Av W b
330661 330661∗25.5
f cpe = +
7800 84500
kp
f cpe =142.2
[ ]
cm2
; f cpe =13.95 [ MPa ]

M dnc =M pp + M DC2 + M LH
M dnc =5850+ 3722+ 4788
M dnc =14360 [ kp∗m ] ; M dnc =140828520 [ N∗mm ]

Módulo de ruptura del hormigón

f r=0.63∗√ f 'c
f r=0.63∗√ 27.46
f r=3.30 [ MPa ]

Wb= 84500 (cm3) = 84500000 (mm3)

Sc
M cr =S c ( f r + f cpe ) −M dnc ( S nc )
−1 ≥ Sc ¿ f r

Sc ¿ f r =84500000∗3.30

353 - 423
Sc ¿ f r =278850000 [ N∗mm ] ; S c ¿ f r=28434 [ kp∗m ]

M cr =84500000∗( 3.30+13.95 )−140828520∗ ( 84500000


84500000
−1 )

M cr =1457625000 [ N∗mm ] ; M cr=148632 [ kp∗m ]

1.20∗M cr=1.20∗148632
1.20∗M cr=178359 [ kp∗m ]

∅ M n=249773 [ kp∗m ]
∅ M n ≥ 1.20∗M cr ≥ Sc ¿ f r ¡ Ok !

Los 30 torones de acero de baja relajación con diámetro de ½ pulgada, más los 5
Ø20 (mm) satisfacen el Estado Límite de Resistencia I.

p) Armadura de piel

El (Art. [Link]-4) indica que se requiere armadura de piel en cada cara de la viga
que cumpla las siguientes condiciones:
A s + A ps
A sk ≥ 0.001 ( d e−760 ) ≤
1200

de= Profundidad efectiva =430 (mm)

0+2961
A sk ≥ 0.001 ( 580−760 )=−0.18 [mm2 /mm]≤ =2.47 [mm2 /mm]¡Ok !
1200

Sin embargo, no es necesario que el área total de armadura superficial longitudinal


(por cara) sea mayor que un cuarto de la armadura de tracción por flexión
requerida ( A s + A ps ).

A s+ A ps
A sk ≤
4∗h v
0+2961
A sk ≤ =1.28 [mm 2 /mm]
4∗580

 Separación Máxima:

354 - 423
d e 580

{
Smáx = 6 = 6 =97 [ mm ] =9.7 [ cm ] (Gobierna)
30 [ cm ]
Adoptando S=9.7 [ cm ]

hviga
¿ Barras=
S
65
¿ Barras=
9.7
¿ Barras=6.7 →7 Barras por cara

Área correspondiente a Ø 10 mm, AsØ10=0.785 [cm2]

A sk =¿Barras∗As ∅ 10
A sk =7∗0.785

A sk =5.5 [ cm2 /cm ] ; A sk =0.55 [ mm 2 /mm ]

A sk =0.55 [ mm2 /mm ] ≤1.28 [ mm2 /mm ] ¡ Ok !

Por tanto usar: Ø 10(mm) c/ 8(cm)

q) Diseño a corte

El análisis se efectuará para la viga exterior, ya que esta resulta más solicitada
que la viga interior, la armadura determinada será distribuida de igual forma en
ambas vigas.

Por tanto en el cálculo se utilizara la altura de corte correspondiente a la viga


exterior, dv.
Se considera como resistencia nominal al corte de la sección el menor valor entre:

V c +V s +V p
Vn≤
{
0.25∗f ' c∗b v∗d v +V p

355 - 423
d p= ( hviga +t s )−d cl
d p= ( 650 )−70
d p=580 [ mm ]

Dónde:
d p=¿ Altura efectiva correspondiente a la distancia entre la fibra extrema
comprimida y el baricentro de la fuerza de tracción en la armadura de tracción.
dv= Altura de corte efectiva
Vc=Resistencia nominal al corte del hormigón
Vs=Resistencia nominal al corte proporcionado por la armadura de corte
Vp= Componente de la fuerza de pretensado efectiva en la dirección de corte
aplicado

r) Altura de corte efectiva

 En el centro del tramo, L/2

La altura de corte efectiva se determina mediante las siguientes expresiones

c=209.6 (mm)
β1= 0.85
a=178.2 (mm)
d e =¿ 580 (mm)

a 178.2
dv ≥
{
d p− =580−
2 2
=490.9 [ mm ]
0.90∗d e =0.9∗580=522 [ mm ] Gobierna
0.72∗( h v +t s ) =0.72∗( 650 )=468 [ cm ]

Altura efectiva de corte en el centro del tramo: dv =522(mm)

 En el extremo del tramo:

Distancia del centro de gravedad a la fibra superior:

d e = y t +t s
apoyo

d e =32.5 [ cm ]
apoyo

356 - 423
d e =325 [ mm ]
apoyo

¿ 0.90∗d e =0.90∗325=292.5 [ mm ]
dv ≥
{ apoyo

0.72∗( h v +t s ) =0.72∗( 650 )=468 [ cm ] Gobierna

Altura efectiva de corte en el extremo del tramo: d v =468( mm)


Se debe adoptar como altura de corte efectivo el menor de los dos, por lo tanto
d v =468( mm)

s) Determinación de solicitaciones y armadura de corte

 Momento y cortante por carga muerta

x=distancia a partir de la cara del apoyo hastala sección critica por corte

x=d v =468 ( mm ) ; Lc=Luz de cálculo=5.00 (m)

 Cálculo de la cortante última (x=468 mm)

Estado límite de resistencia I


V u=η ( 1.25∗V DC + 1.5∗V DW +1.75∗V ( ¿+ℑ) )

Los siguientes valores se obtuvieron simulando la estructura en SAP2000-v14.0.


Cortante:
V u=30117 [ kp ] ; V u=295448 [ N ]

 Determinación de la componente vertical del preesfuerzo

( L2 −d )
V p=Po [ 2∗e∗

( L /2 )2
v

]
Dónde:
Po=¿Preesfuerzo en etapa de servicio.
e=¿ Excentricidad de la fuerza de preesfuerzo a medio tramo.
dv =¿ Altura de corte efectiva
L=¿ Longitud de cálculo de la viga

357 - 423
( 5002 −46.8)
V p=330661∗

V p=54828 [ kp ]
[ 2∗25.5∗
2

( 5002 ) ]
V p=537691 [ N ]
Como podemos observar V p >V u, lo cual significa que se debe utilizar armadura
transversal mínima.

 Máxima separación de la armadura transversal

La separación de la armadura transversal no será mayor que la máxima admisible


determinada de la siguiente manera:
SiV <0.125 f ' c Smáx =0.8∗d v ≤600 [ mm ]

Si V ≥0.125 f ' c Smáx =0.4∗d v ≤ 300 [ mm ]

V u−∅ V p
V=
∅∗b v∗d v
30117−0.9∗537691
V=
0.9∗1200∗468
V =−0.90 [ MPa ]

0.125 f ' c =0.125∗27.46=3.43 [ MPa ]

Si V <0.125 f 'c

Smáx =0.8∗468=374.4 [ mm ] ≤600 [ mm ] ¡Ok cum ple!


Sadoptado =120 [ mm ] <S máx =600 [ mm ] ¡ Ok !

 Armadura mínima transversal

El área de armadura transversal debe satisfacer la siguiente ecuación:

358 - 423
bv∗S
A v ≥ 0.083∗√ f ' c [ mm2 ]
fy

' b v∗S
A v ≥ 0.27∗√ f c
[ cm2 ]
fy
Dónde:
bv= ancho del alma de la sección =120 (cm)
S= separación adoptada de los estribos=12 (cm)
0.27∗√ 280∗120∗12
Av ≥ =1.55 [ cm2 ]
4200
A v =1.57 [ cm2 ] ≥ 1.55 [ cm2 ] ¡ Ok !
Por usar: estribos Ø10 c/12 cm

Figura 69: Dimensiones de armado (vigas longitudinales exteriores)

Fuente: elaboración propia

t) Coordenadas de las vainas

Asi=Área de acero de preesfuerzo de cada vaina


ex= 25.5 (cm), excentricidad a medio tramo
yb= 32.5 (cm)
Ø Vaina= 7.3 (cm)
Au= 0.987 (cm2)
Numero de torones= 30
Momentos estáticos de las armaduras
APOYO CENTER LINE

359 - 423
Vaina1 :

A1=N ° Torones∗Au
A1=12∗0.987

A1=11.844 [ cm2 ]

Vaina2 :

A2=N ° Torones∗Au
A2=6∗0.987

A2=5.922 [ cm2 ]

Vaina3 :

A3 =N ° Torones∗Au
A3 =12∗0.987

A3 =11.844 [ cm2 ]

 Coordenadas en el center line

y= y1 = y 2= y 3 Por estar en unmismo plano


Respecto a la base:
a=7.0 [ cm ]

Se debe cumplir la siguiente condición:

∅Vaina
a ≥ r min +
2
∅Vaina 7.3
r min + =3+ =6.65 [ cm ]
2 2
∅ Vaina
a=7.0 [ cm ] ≥ r min + =6.65 [ cm ] ¡ OK !
2

360 - 423
 Coordenadas en el apoyo

y b= y t=32.5 [ cm ]

 Ecuación de la parábola

y= A x 2 + Bx+C

Parámetros de la ecuación parabólica


COORDENADAS (cm)
VAINA
PUNTO (A) PUNTO (B) PUNTO (C)
1, 2 , 3 -3000.0 ; 32.50 0.0 ; 7.00 3000.0 ; 32.50
VAINA CONSTANTE (A) CONSTANTE (B) CONSTANTE (C)
1, 2, 3 2.83333333333E-06 0.0 7.00

Figura 70: Trayectoria de cables

TRAYECTORIA DE LOS CABLES PARA LA VIGA


35.0032.50
30.00
25.00
20.00
15.00
10.00
5.00
0.00
-3000 -2500 -2000 -1500 -1000 -500 0 500 1000 1500 2000 2500 3000

VAINA 1, 2 ,3

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño del bloque de anclaje

 Verificación al aplastamiento de los anclajes

Fuerza de aplastamiento admisible


Pr =∅∗f n∗A b
Siendo fn el menor valor entre:

361 - 423
A

{ √
'
f n ≤ 0.7∗f ci∗ A g
2.25∗f 'ci

Dónde:
Ø=0.80; Factor de Resistencia.

A=¿ Máxima área de porción de

superficie de apoyo, similar al


área cargada-concéntrica con la
misma (mm2)
Ag=¿ Área bruta de la placa de

apoyo (mm2).

Ab=¿ Área neta efectiva de la placa de apoyo calculada como área Ag menos el
área de orificios de la placa de apoyo (mm2).
f ' ci=¿ Resistencia nominal del hormigón en el momento de aplicar la fuerza en el
tendón (21.97 MPa).

A=bb∗S
A=650∗300
A=195000 [ mm2 ]

A g=l∗l
A g=240∗240

A g=57600 [ mm2 ]

π∗7.32 2 2
AVaina = =41.854 [ cm ]=4185.4 [ mm ]
4
Ab =A g− AVaina
Ab =57600−4185.4

Ab =53414.6 [ mm2 ]

f ' ci=21.97 [ MPa ]

362 - 423
195000
{ √
f n ≤ 0.7∗21.97∗ 57600 =28.30 [ MPa ] Gobierna
2.25∗21.97=49.43 [ MPa ]

Por tanto la fuerza de aplastamiento es:

Pr =∅∗f n∗A b
Pr =0.8∗28.30∗53414.6
Pr =1209306 [ N ]

Fuerza de preesfuerzo en cada tendón mayorada:

Po =330661 [ kp ] =3242793 [ N ]
Po
P u= ¿
Vainas

3242793
P u=
3
Pu=1080931 [ N ]
Pr =1209306 [ N ] > Pu =1080931 [ N ] ¡ OK !

 Verificación de la tensión de compresión

f ca <0.7∗∅∗f ' ci → ∅=0.80

Compresión en el hormigón en la zona de anclaje:

0.6∗Pu∗K
f ca=
1 1
( (
Ab 1−l c∗ −
beff t ))
Si a ≤s<2*aeff, entonces:

s
K=1+ 2− ( a eff )( 0.3+ 15n )
Si s≥2*aeff, entonces:

K=1

Dónde:

363 - 423
K= Factor de corrección para anclajes poco separados
aeff= Dimensión lateral del área de apoyo efectiva, medida paralela a la mayor
dimensión de la sección transversal (mm)
beff= Dimensión lateral del área de apoyo efectiva, medida paralela a la menor
dimensión de la sección transversal (mm)
Pu= Fuerza mayorada en el tendón (N)
t=bb= Espesor del elemento (mm)
s= Separación entre centros de anclajes (mm)
n= Número de anclajes en una fila
lc= Extensión longitudinal de la armadura de confinamiento de la zona local, no se
debe tomar mayor que el mayor valor entre 1.15 aeff o 1.15 beff (mm)

Datos:
Pu=1080931 [ N ]
a eff =b eff =240 [ mm ]
s=300 [ mm ]
Ab =53414.6 [ mm2 ]
l c =1.15∗aeff =1.15∗240=276 [ mm ]
t=b b=650 [ mm ]

Como a ≤s<2*aeff

s
K=1+ 2− ( a eff )( 0.3+ 15n )
300 1
K=1+ 2− ( 240
0.3+)(
15 )
K=1.28

0.6∗Pu∗K
f ca=
1 1
( (
Ab 1−l c∗ −
beff t ))

364 - 423
0.6∗1080931∗1.28
f ca=
1 1
(
53414.6∗ 1+276∗ (−
240 650 ))
f ca=9.0 [ MPa ]

0.7∗∅∗f ' ci =0.7∗0.8∗21.97=12.30 [ MPa ]


f ca=9.0 [ MPa ] <12.30 [ MPa ] ¡ OK !

 Cálculo de la fuerza de desgarramiento (T),

T burst=0.25∗∑ Pu 1− ( ah )+0.5∗∑ ( P ∗sin α )


u

Dónde:
T burst=¿ Fuerza de tracción en la zona de anclaje actuando delante del dispositivo
de anclaje y transversal al eje del tendón (N)
Pu=¿ Fuerza mayorada en el tendón (N)
d burst =¿ Distancia entre dispositivo de anclaje y baricentro de la fuerza de
desgarramiento, T burst (mm)
a=¿ Dimensión lateral del grupo de dispositivos o dispositivo de anclaje en la
dirección considerada (mm)
e=¿ Excentricidad del dispositivo de anclaje o grupo de dispositivos de anclaje
respecto al baricentro de
la sección transversal, siempre positiva (mm)
h=¿ Dimensión lateral de la sección transversal en la dirección considerada (mm)
α =¿ Ángulo de inclinación de la fuerza en un tendón respecto del eje del elemento

 Determinación de (α) en el apoyo

α =1.15 °

Ubicación de la fuerza de desgarramiento:

d burst =0.5∗( h−2∗e ) +5∗e∗sin α

e=0 Excentricidad de la resultante de la fuerza de preesfuerzo en la zona de


apoyo (mm)

365 - 423
h=650(mm) Altura de la sección
d burst =0.5∗( 650−2∗0 ) +0
d burst =325 [ mm ]

La fuerza de preesfuerzo es: Po =330661 [ kp ] =3242793 [ N ] esta fuerza debe ser


mayorada de acuerdo al:
Pu=1.20∗3242793=3891352 [ N ]
3891352
Pu (vaina) = =1297118 [ N ]
3

240
[
T burst=0.25∗ 3891352∗ 1− ( 650 )]
+0.5∗[ 1297118∗sin ( 1.15 ) +1297118∗sin ( 1.15 )+ 1297118∗sin (1.15 ) ]

T burst=2389580 [ N ]

 Armadura de refuerzo en zona de anclaje

La armadura debe ser distribuida delante de la superficie cargada a lo largo de


ambos lados del tendón en una distancia igual al menor valor entre 2.5 d burst para el
plano considerado y 1.5 veces la correspondiente dimensión lateral de la sección
(h).

Distancia a distribuir la armadura:

d ≤ 2.5∗d burst =2.5∗325=812.5 [ mm ] Gobierna


{ 1.5∗h=1.5∗650=975 [ mm ]

La longitud a reforzar con armadura es: 812.5 [ mm ] en la zona de anclaje

T burst
Ascal=
∅∗f y
2389580
Ascal=
0.8∗420
Ascal=7112 [ mm2 ] ; Ascal=71.12 [ cm2 ]

366 - 423
Área correspondiente a Ø 16 mm, AØ16=1.99 [cm2]

As cal
¿estribos =
2∗As Ø 12
71.12
¿estribos = =17.9→ 18 Ø 12
2∗1.99

Separación entre estribos:

d 812.5 [ mm ]
S= = =45 [ mm ]
¿ estribos 18
Por lo tanto:
Usar e ∅ 16 c /5 [ cm ] enla zona de anclaje

Figura 71: Dimensiones armado (vigas exteriores zona de anclaje)

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de péndolas

Las péndolas estarán constituidas de cables de baja relajación similar al utilizado


en elementos postensados, formado por siete alambres cuyas características son:

Acero ASTM A 416, resistencia a tracción:

f pu=1860 [ MPa ] ; f pu=18966 [ kp/cm2 ]

Área nominal del torón:

367 - 423
Au =0.987 [ cm2 ]

Resistencia por fatiga:

f fatiga =∅ fatiga∗f pu

Factor de resistencia por fatiga (Especificaciones Freyssinet,

∅ fatiga =0.45

f fatiga =0.45∗1860

f fatiga =837 [ MPa ] ; f fatiga =8534.8 [ kp /cm2 ]

Resistencia por Ruptura:

f ruptura =∅ ruptura∗f pu

Factor de resistencia por ruptura (Especificaciones Freyssinet), ∅ ruptura =0.80

f ruptura =0.80∗1860

f ruptura =1488 [ MPa ] ; f ruptura =15173 [ kp /cm2 ]

a) Determinación del número de cables

La tensión de trabajo de los cables generalmente está definida por la resistencia a


fatiga, por tanto para determinar el número de cables se usará esta tensión:
f fatiga =8534.8 [ kp /cm2 ]

 Esfuerzo máximo en la péndola más solicitada

P=89358 [ kp ]

 Área de torones

P
A s=
fs
89358
A s=
8534.8
A s=10.47 [ cm2 ]

 Número de torones

368 - 423
As
¿Torones =
Au
10.47
¿Torones =
0.987
¿Torones =10.61
Utilizaremos 12torones

 Área real de torones

AsReal =¿Torones∗A u
AsReal =12∗0.987

AsReal =11.84 [ cm2 ]

 Verificación de tensiones admisibles

Tensión admisible por fatiga:

Pr=f fatiga∗As Real


Pr=8534.8∗11.84
Pr=101052 [ kp ]
Pr > P¡ OK !

Tensión admisible por ruptura:

Pu=f ruptura∗AsReal
Pu=15173∗11.84
Pr=179648 [ kp ]
Pu> P¡ OK !
¡Por lo tanto cumple con las tensiones admisibles!

b) Anclaje de Péndolas

Para anclajes de péndolas se utilizan anclajes del tipo BBR HiAm CONA (Figura 7-
51), los cuales se adecuan a este caso y cuyas especificaciones técnicas se
detallan en anexo D.

369 - 423
Detalle de anclaje para los cables de péndolas (BBR HiAm CONA)

[Link]. Diseño estructural de los arcos

a) Dimensiones de la sección transversal del arco

b= 50 cm, h= 70 cm

 Determinación de las gráficas de interacción

Características generales de la sección transversal:

b = 50 cm
h = 70 cm
f´c = 350 kg/cm²
fy = 4200 kg/cm²
Es = 2100000 kg/cm²
β1 = 0.805
εu = 0.003
εs = 0.002
 Características del refuerzo de acero

(cm
r = 3   Recubrimiento
)
Øbx = 2.5 (cm)
Diámetro de refuerzo principal longitudinal
Øby = 2.5 (cm)
Øest = 1 (cm) Diámetro de refuerzo principal transversal
Cantidad total de barras en las caras paralelas del eje x'-x' =
12
Cantidad total de barras en las caras paralelas del eje y'-y' =
12
Total número de barras en la sección transversal =24 Ø
25(mm)

370 - 423
Área total de acero A st =117.8 (cm2)

 Verificación de la distribución de armadura

Numero de barras por cara =7


Separación entre barras en el eje y:

h−2∗r−2∗∅ estribo−⋕ barras∗∅ long


Sy=
⋕barra s−1
70−2∗3−2∗1−7∗2.5
Sy=
7−1
S y =7.42 [ cm ]

Separación entre barras en el eje x:

h−2∗r−2∗∅ estribo−⋕barras∗∅long
Sx=
⋕barras −1
50−2∗3−2∗1−7∗2.5
Sx=
7−1
S x =4.08 [ cm ]

 Verificación de la cuantía mecánica

A st
ρ=
Ag

Dónde:
ρ=¿ Cuantía geométrica de la sección transversal
A st =¿ Área total de acero en la sección transversal
A g = Área bruta de la sección transversal

1 % ≤ ρ≤ 8 %
100
ρ= ∗100
50∗70
ρ=2.86 % ¡ OK ! Cumple

b) Solicitaciones del arco

371 - 423
Las solicitaciones del arco son determinadas para cada combinación de carga,
mediante el programa SAP2000-V14.0. Los valores que aquí se muestran
corresponden a la envolvente de las combinaciones de cargas propuestas.

Diagrama de momentos flectores

372 - 423
D
i a
g r
a
m a

de esfuerzos cortantes
Diagrama de esfuerzos axiales

373 - 423
Diagrama de esfuerzos de Torsión

 El elemento de arco más solicitado es el # 118


Parte Inferior:

Esfuerzos máximos en el arco (parte inferior del elemento #118)

Tipo de Momentos (kp*m) Esfuerzos Esfuerzos Esfuerzos de


combinación Eje X Eje Y Axiales (kp) Cortantes (kp) Torsión (kp*m)
Resistencia I 53308.76 5490.94 -695839.19 27561.13 3718.34
Resistencia V 47639.58 4660.23 -635987.85 24571.18 2982.81
Servicio I 35075.58 3365.29 -471133.28 18066.64 2123.6
Evento extremo I 34308.03 2390.65 -509765.09 18553.84 1583.56
Envolvente 53308.76 5490.94 695839.19 27561.13 3718.34

Parte Superior:
Esfuerzos máximos en el arco (parte superior del elemento #118)

374 - 423
Tipo de Momentos (kp*m) Esfuerzos Esfuerzos Esfuerzos de
combinación Eje X Eje Y Axiales (kp) Cortantes (kp) Torsión (kp*m)
Resistencia I 36265.52 1514.42 -695839.19 6444.25 3718.34
Resistencia V 32295.53 1200.95 -635987.85 25059.49 2982.81
Servicio I 23785.54 849.94 -471133.28 18439.26 2123.6
Evento extremo I 22919.66 328.56 -509765.09 19030.27 1583.56
Envolvente 36265.52 1514.42 695839.19 25059.49 3718.34

c) Verificación de pandeo en el arco

Coeficiente de pandeo para arcos C1

Fuerza de pandeo horizontal

C 1∗EI
H= 2
L

Fuerza uniforme que causa pandeo

C2∗EI
q=
L3

Dónde:

C 1∗f
C 2= ∗8
L

C 1=¿ Coeficiente de pandeo horizontal (figura) = 66.5


C 2=¿ Coeficiente de pandeo de carga uniforme

375 - 423
E=¿ Módulo de elasticidad del material = 302033.8 (kp/cm 2)
I =¿ Momento de inercia = (50*70 3)/12=1429167 (cm4)
f =¿ Flecha del arco = 12 (m)
L=¿ Luz del arco = 60 (m)
Relación flecha/luz = 12/60= 1/5=0.2

Para un arco de hormigón de sección constante y empotrada, verificamos el


pandeo en un arco parabólico soportando una carga uniformemente distribuida en
proyección horizontal.

66.5∗12
C 2= ∗8=106.4
60

Fuerza de pandeo horizontal

66.5∗302033.8∗1429167
H= =797366 [ kp ]
60002

Carga uniforme que causa pandeo

106.4∗302033.8∗1429167
q= =212.63 [kp/cm]=212630[kp/m]
60003

 Máxima solicitación horizontal en los extremos del arco

H ux =695839.19 [ kp ] ; H ux < H ¡ OK !

 Máxima solicitación por fuerza uniforme de las péndolas en el arco

Sumatoria de fuerzas generadas en las péndolas por las cargas actuantes:

∑ F pendolas=1467911 [ kp ] ; Longitud Arco=60 [ m ]

1467911 kp
q u=
60
=24466
m [ ]
376 - 423
q u< q ¡ OK !
Como las condiciones de esbeltez se cumplen entonces es correcto diseñar el
arco como una columna corta dentro la teoría de las pequeñas deformaciones.

d) Verificación de la sección propuesta para esfuerzos máximos

La verificación de esfuerzos máximos en la sección transversal se realizó con el


programa CSiCol-V8.4.0.

Verificación de esfuerzos en la parte inferior del elemento #118

Verificación de esfuerzos en la parte superior del elemento #118

 Diagramas de interacción de la sección

377 - 423
Diagrama de interacción (P-M) en la parte superior del elemento

Diagrama de interacción (M-M) en la parte superior del elemento

Diagrama de interacción en 3D parte superior del elemento #118

378 - 423
Diagrama de interacción (P-M) en la parte inferior del elemento #118

Diagrama de interacción (M-M) en la parte inferior del elemento #118

379 - 423
Diagrama de interacción en 3D parte inferior del elemento #118

e) Diseño del refuerzo transversal

El diseño del refuerzo transversal se realiza para el elemento más solicitado en el


arco de la misma manera que para el refuerzo longitudinal.

 Cortante última

Cortante máxima en los arcos


Estado limite
Elemento
#118 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kp) (kp) (kp) (kp)
ARCO 27561.13 24571.18 18066.64 18553.84

Vu=27561.13( kp)

f) Verificación a corte

 Resistencia nominal al corte, V n

Se determina como el menor valor entre:

380 - 423
V c +V s +V p
Vn≤
{
0.25∗f 'c∗b v∗d v +V p

 Esfuerzo de corte absorbido por el concreto, V c

V u >0.5∗∅∗( V c +V p ) ; V p =0

V c =0.53∗β∗√ f c '∗b v∗d v [ kp ]

Dónde:
β=2.0 Factor que indica la capacidad del hormigón fisurado diagonalmente de
transmitir tracción (Art. [Link])
θ=45 ° Angulo de inclinación de las tensiones de compresión diagonal (AASHTO-
LRFD Art. [Link])
b v =50 [ cm ]
h v =70 [ cm ]
∅ long
d v =h−r−∅ estr −
2
2.5
d v =70−3−1−
2
d v =64.75 [ cm ]
V c =0.53∗√ 350∗50∗64.75
V c =32101 [ kp ]

0.5∗∅∗( V c +V p )=0.5∗0.9∗( 32101+ 0 )=14445 [ kp ]


V u=27561.13 [ kp ] >14445 [ kp ] ¡ Requiere refuerzo!

 Cálculo de refuerzo de acero por corte, A v

Máxima separación de la armadura transversal. La separación de la armadura


transversal no debe ser mayor que la máxima separación admisible, determinada
de la siguiente manera:

0.125 f 'c∗b v∗d v =0.125∗350∗50∗64.75=141640 [ kp ]


V u=27561.13 [ kp ] <141640 [ kp ]

381 - 423
Por lo tanto:

Smáx ≤ 0.8∗d v =0.8∗64.75=51.8 [ cm ] Gobierna


{ 60 [ cm ]

 Cálculo de acero para estribos

Los estribos se colocaran perpendiculares al eje de la viga, por lo tanto para


α =90 ° y θ=45 °

A v∗f y∗d v
V s=
S

Por otro lado:

Vu
V s= −V c

27561.13
V s= −32101
0.9
V s =−1477 [ kp ] Usar A v(min)

 Armadura de corte mínima, A v(min)

0.27∗ √ f c '∗b v∗S


A v(min) ≥
fy
A v (min) 0.27∗√ 350∗50
=
S 4200
A v (min)
=0.0602 [ cm2 /cm ]
S

g) Verificación a torsión

El Art. [Link], indica que en hormigón de densidad normal, los efectos torsionales
se deben investigar cuando:
T u> 0.25∗∅∗T cr

Dónde:
T u=¿Momento torsor mayorado (N*mm)
T cr =¿Momento de fisuración por torsión (N*mm)

382 - 423
∅=0.9 Factor de resistencia para torsión
0.328∗√ f c '∗A cp 2
T cr =
Pc

Dónde:
Acp =¿ Área total encerrada por el perímetro exterior de la sección de hormigón
(mm)
Pc =¿ Longitud del perímetro exterior de la sección de hormigón (mm)

f c ' =350[kg /cm 2]=34.32 [ MPa ]


La sección que resiste torsión es el alma de la viga:

Acp =h v∗b v
Acp =70∗50

Acp =3500 [ cm2 ] ; A cp=350000 [ mm2 ]

Pc =2∗hv +2∗b v
Pc =2∗70+2∗50
Pc =240 [ cm ] ; Pc =2400 [ mm ]

0.328∗√ 34.32∗3500002
T cr =
2400
T cr =98078164.7 [ N∗mm ] ; T cr=10000.8 [ kp∗m ]

 Momento Torsor Último

Momento torsor máximo en los arcos


Estado limite
Elemento #118 Resistencia I Resistencia V Servicio I Evento Extremo I
(kp*m) (kp*m) (kp*m) (kp*m)

ARCO 3718.34 2982.81 2123.6 1583.56

T u=3718.34 [ kp∗m ]

Verificamos si requiere refuerzo por torsión:

383 - 423
0.25∗∅∗T cr =0.25∗0.9∗10000.8=2250.2 [ kp∗m ]
T u> 0.25∗∅∗T cr ¡ Si requiere refuerzo!

 Cálculo del refuerzo a torsión

La armadura por torsión posee armadura transversal (estribos).

 Área transversal de acero por torsión, At

El área de acero para una resistencia nominal a torsión T u=∅ T n , es:

2∗A o∗At∗f y∗cotθ A t Tu


T n= → =
S S ∅∗2∗Ao∗f y∗cotθ

Dónde:
Ao =¿ Área encerrada por el recorrido del flujo de corte, incluyendo el área de
cualquier abertura que hubiera (cm2).
At =¿ Área de una rama de la armadura transversal de torsión cerrada (cm 2)
Art. [Link].2 AASHTO-LRFD, generalmente el término A0 se puede tomar 0.85 A0 h
. Collins y Mitchell (1991) presentan la justificación en la cual se basa esta
sustitución, que por lo general es conservadora.

Ao =0.85∗A oh

Dónde:
Aoh=¿ Área encerrada por el eje de la armadura transversal de torsión cerrada
exterior incluyendo el área de cualquier abertura (cm 2).
Ph=¿ Perímetro del eje de la armadura transversal de torsión cerrada, (cm)

Distancia horizontal del eje del estribo cerrado más extremo

∅ est
x 0=b−2∗r−2
2
1
x 0=50−2∗3−2
2
x 0=43.00 [ cm ]

Distancia vertical del eje del estribo cerrado más extremo

384 - 423
∅ est
y 0=h−r ¿ −r inf −2
2
1
y 0=70−3−3−2
2
y 0=63.00 [ cm ]

Área del eje del estribo cerrado más extremo

A0 h =x0∗y 0
A0 h =43∗63

A0 h =2709 [ cm2 ]

Perímetro del eje del estribo cerrado más extremo

Ph=2∗( x 0 + y 0 )
Ph=2∗( 43+ 63 )
Ph=212 [ cm ]

A0 =0.85∗A 0 h
A0 =0.85∗2709

A0 =2302.65 [ cm2 ]

Utilizando la misma separación de estribo que para corte tenemos:

At 371834
=
S 0.9∗2∗2302.65∗4200∗cot 45
At 2
=0.0214 [ cm ]
S

 Armadura transversal total, A v+t

Según la ACI 318-05 (Art. [Link]), El refuerzo necesario para torsión debe ser
agregado al necesario para cortante.

A v+t A v 2∗A t
= +
S S S
A v+t
=0.0602+2∗0.0214
S

385 - 423
A v+t 2
=0.103 [ cm /cm ]
S

Área correspondiente a Ø 10 (mm), AØ10=0.785 [cm2]

As Ø 10
S=
A v+t
S
0.785
S=
0.103
S=7.6 [ cm ]
Usar :2 estribos Ø 10 c /15 [ cm ]

 Área longitudinal de acero por torsión, Al

2 2
M u 0.5∗N u Vu 0.45∗P h∗T u
A s∗f y ≥
∅ f ∗d v
+
∅c
+ cotθ∗
√( ∅v )(
−0.5∗V s +
2∗A o∗∅t )
Dónde:
A s=¿ Área de acero longitudinal por flexión y torsión (mm 2)
∅ f ; ∅c ; ∅ v ; ∅t =¿ Factores de resistencia para flexión, compresión, corte y torsión.

Una vez conocidos todos los parámetros de la ecuación, reemplazamos los


mismos y verificamos si se requiere o no armadura longitudinal por torsión:

Esfuerzos máximos del elemento más solicitado en el arco

386 - 423
Tipo de Momentos (kp*m) Esfuerzos Esfuerzos Esfuerzos de
combinación Eje X Eje Y Axiales (kp) Cortantes (kp) Torsión (kp*m)
Resistencia I 53308.76 5490.94 -695839.19 27561.13 3718.34
Resistencia V 47639.58 4660.23 -635987.85 24571.18 2982.81
Servicio I 35075.58 3365.29 -471133.28 18066.64 2123.6
Evento extremo I 34308.03 2390.65 -509765.09 18553.84 1583.56
Envolvente 53308.76 5490.94 695839.19 27561.13 3718.34

2 2
53308.76 0.5∗695839.19 27561.13 0.45∗212∗371834
A s∗f y ≥
0.9∗64.75
+
0.8
+cot 45∗
√( 0.9 )(
−0.5∗0 +
2∗2302.65∗0.9 )
A s∗f y ≥ 467611 [ kp ]

Del acero longitudinal dispuesto para resistir flexión, tanto la fibra superior como la
inferior resisten las solicitaciones a torsión, por lo tanto tenemos:

A s∗f y =( 117.8 )∗4200=494760 [ kp ]


A s∗f y =494760≥ 467611 [ kp ]
¡ Cumple! → No requiere refuerzolongitudina l por torsión

Figura 72: Dimensiones de armado (arco)

Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de topes sísmicos

Los arcos y las vigas están apoyadas sobre elementos de Neopreno, por lo cual
ante la presencia de un sismo, se pueden producir desplazamientos relativos entre
la superestructura y la infraestructura. Para limitar estos desplazamientos y
soportar el impacto de la superestructura, se construyen topes sísmicos o bloques
de hormigón fijados a la infraestructura.

387 - 423
La altura de los topes debe ser mayor o igual a 30 cm, y se deberá tener una
separación entre los topes y la superestructura igual al desplazamiento sísmico
trasversal más 5 cm.

Ubicación y dimensión mínima del tope sísmico


a) Diseño convencional de los topes sísmicos

Generalmente los topes sísmicos se diseñan en forma estática, para un esfuerzo


que resulta de multiplicar el coeficiente sísmico por la reacción de la viga
prefabricada. Este coeficiente es el que resulta del espectro de respuesta sísmica
correspondiente, reducido por un factor que considera la ductilidad de la estructura.

F S=C∗R viga

Dónde:
F s=¿ Fuerza de diseño del tope.
C=¿ Coeficiente sísmico.
R v =¿ Reacción de la viga.

 Determinación de la Fuerza de diseño del tope sísmico

Según la norma Boliviana para la zona de proyecto tenemos los siguientes datos:
Coeficiente de cortante basal o coeficiente sísmico:
C NBDS∗FI
C=
FC
C NBDS =0.22791 (Ver Capítulo de Cargas , Análisis Sísmico )

Dónde:
C NBDS =Ao /g=Sc/ g=Pseudo – Aceleración, determinado para el valor de periodo
fundamental del análisis dinámico.

388 - 423
FI =1.4 Factor de importancia para puentes GRUPO A, según la Norma Boliviana
de sismo.
FC =¿ Factor de modificación de respuesta también denominado como R en otros
países, se puede considerar como 1, para puentes según la AASHTO-LRFD

Según la Norma Boliviana para estructuras monolíticas FC =2, para estructuras


simplemente apoyadas FC =1.

Reemplazando valores tenemos:

0.12∗1.4
C=
1
C=0.168

La reacción en el apoyo más solicitado para la envolvente es:

Rarco =448773 [ kp ]

Fuerza de diseño:

F S=0.168∗448773
F S=75394 [ kp ]

Reacción horizontal para Estado Limite de Evento Extremo I es:

F h(arco)=75270 [ kp ]
F S > F h(arco) Por lo tanto usar F S

 Características geométricas del tope


30.00

0 .00
10
65.00

Dimensiones del Tope Sísmico

389 - 423
75394 kp

0.30 m
Cargas actuantes y refuerzo de acero del tope sísmico

 Momento último actuante

M =75394∗0.30=22619 [ kp∗m ]
b) Diseño a flexión
 Cálculo de la armadura
β 1∗f ´ c∗b 2∗Mu
Ascal=
fy ( √
d− d 2−
∅∗β 1∗f ´ c∗b )
Dónde:
f´c = 250.00 kp/cm²
fy = 4200.0 kp/cm²
Ø = 0.9 Factor de resistencia para flexión
β₁ = 0.85 f´c <280 kp/cm²
Se adoptó como acero longitudinal Ø 16 mm, y estribos Ø 10 mm
 Canto útil

∅ long
d=b−r−∅ est −
2
1.6
d=65−3.0−1.2−
2
d=60 [ cm ]
Dónde:
b = 100 cm
r = 3.0 cm

0.85∗250∗100 2∗2261900
Ascal=
4200
60− 602−( √
0.9∗0.85∗250∗100 )
Ascal=10.14 [ cm² ]

390 - 423
Área correspondiente a Ø 16 mm, AØ16=1.99 cm2.

Ascal
¿ Barras=
As Ø 16
10.14
¿ Barras= =5.10 →6 ∅ 16
1.99
As prov =6∗1.99=11.94 [ cm ² ]
 Armadura mínima

14
Asmin = ∗b∗d
fy
14
Asmin = ∗100∗60
4200
Asmin =20.00 [ c m2 ]

Área correspondiente a Ø 16 mm, AØ16=1.99 cm2.

Ascal
¿ Barras=
As Ø 16
20.00
¿ Barras= =10.05→ 11 ∅ 16
1.99

As prov =11∗1.99=21.89 [ cm ² ]
Usar 11 Ø 16 mm

 Armadura máxima

3
∗0.85∗β 1∗f ´ c
7
Asmáx = ∗b∗d
fy
3
∗0.85∗0.85∗250
7
Asmáx = ∗100∗60
4200
Asmáx =110.59 [ cm ² ]
Asmin < As prov < Asmáx ¡ OK !

c) Verificación a cortante

 Cortante último de diseño

391 - 423
Vu=75394 [ kp ]

 Cálculo de armadura de corte

Vu
=Vs+ Vc

Resistencia al corte proporcionado por el hormigón, ØVc

∅ Vc=∅∗0.53∗√ f ´ c∗b∗d
Vc=0.53∗√ 250∗100∗60
Vc=50280 [ kp ]

Resistencia al corte proporcionado por el acero, despejando V s de la ecuación:

Vu
Vs= −Vc

75394
Vs= −50280
0.9
Vs=33492 [ kp ]

Adoptamos Ø 12 mm para los estribos AØ12=1.13 cm2, para 2 ramas Av=2*1.13=


2.26 [cm2]
 Separación requerida

Av∗fy∗d
Sreq =
Vs
2.26∗4200∗60
Sreq =
33492
Sreq =17 [ cm ]

 Espaciamiento máximo

d
Smáx ≤ 2
{
=30 [ cm ]
60 [ cm ]

Adoptamos como espaciamiento 10 cm.


Usar e Ø10 c/10 cm

392 - 423
Figura 73: Dimensiones de armado (topes sísmicos)

30.00
30.00
Fuente: Elaboración propia

[Link]. Diseño de los aparatos de apoyo.

Los apoyos de neopreno deben estar calculados de tal forma que en ningún lugar
de este, se produzca levantamiento y tampoco excesivo esfuerzo de compresión
bajo cualquier combinación de cargas y su correspondiente rotación.
Solicitaciones máximas.
Las solicitaciones más críticas para el nervio interior corresponde a la carga del
Camión más la carga lineal sin impacto.
V LL  V Tr  V Ln  V CV _ peatonal

VDL  VDC  VDW  Vbarrera  Vbarandado

Donde:
Cortante debido a toda la carga viva VLL
Cortante debido a toda la carga muerta VDL
Cortante debido al camión de diseño VTv
Cortante debido a la carga viva peatonal Vcv peatonal
Cortante debido al peso propio de la sección del nervio interior VDC
Cortante debido a la capa de rodadura VDW
Cortante debido a la barrera de protección V barrera
Cortante debido a la baranda V baranda

393 - 423
Cortante debido a la carga viva vehicular (VLL).
Cortante debido al camión + carga lineal.

33200 28900
(
V Truck =15000 1+
35000 )
+35000 (
35000
=¿ ) 97100,00 N

1
V Lane= ( 9.3 )( 35000 ) =¿ 162750 N
2
VTr + VLn=259850,00 N

Cortante debido a la carga viva peatonal.


qo= 2,3 N/mm
Número de aceras: N = 2
Número de vigas: n= 4
Longitud de la viga en tramo: L=35000mm
Vcpeatonal = 18196 N

Cortante debido al peso propio de la viga.


qDC =11,2103 N/mm
Longitud de la viga 35000 mm
11.21∗35000
Vdc=
2 VDC = 196180,32 N
Cortante debido al peso propio de la losa.
qDW =1,104N/mm

1.104∗35000
Vdc=
2 VDW = 19320N
Cortante debido a la estructura superior.
qsup = 6,48N/mm

Número de barreras N= 2
Número de vigas N= 4
Longitud de viga L = 35000 mm
Vsup = 56700 N

394 - 423
Cortante debido al diafragma.
qDiafragma = 8,226N/mm
VDiafragma = 170690 N

Resumen de cargas totales.


Cortante debido a toda la carga viva: VLL = 278046 N
Cortante debido a toda la carga muerta VDL = 442890 N
Cortante en etapa de servicio: Vu = 720936 N

Máximo desplazamiento longitudinal.


Variación de la temperatura:
 T  25 º C  (  4 º C )  29 º C
Coeficiente térmico del hormigón en densidad normal: α = 1,08E-05 ºC
 temp    T  10.8  10 6  29º C  0.0003132
ξtemp= 0,0003132 mm/mm
Deformación debido a la contracción del hormigón:

Después de los 28 días


ξsh= 0,0003 mm/mm
Teniendo un desplazamiento longitudinal de:

max  S   TU Le ( temp   sh )

γtu= 1,2
Le= 35000 mm
max Δs= 25,8 mm
Diseño preliminar del neopreno.
Espesor:
Considerando el espesor no debe ser menor que dos veces la deformación por
corte, para evitar deformaciones altas y deslaminaciones se tiene:
hrt ≥2 Δ s=2∗25.8
hrt = 52 mm
Adoptamos una altura de: 60 mm
Área preliminar del neopreno:

395 - 423
Factor de forma.
L W
Si 
2hri ( L  W )
Espesor de la capa de neopreno: hrt= 20 mm
Ancho del neopreno en la dirección transversal (adoptamos 500 mm) W= 500 mm

Límites de esfuerzo:
Asumiendo que el esfuerzo de compresión producido por toda la carga de servicio
es la más crítica se tiene:
Considerando el módulo de corte del neopreno: G= 1 Mpa
RDC = 9,1E+08 N
RDC
S   1.66  G  S i
L W

De la formula se tiene L: L = 262 mm


Entonces las dimensiones preliminares del neopreno serán:
Ancho del neopreno en la dirección transversal: W = 500mm
Longitud en dirección al tráfico: L = 300mm
Espesor: hrt = 60mm
Para las dimensiones preliminares se realizara las verificaciones debido al
esfuerzo de compresión:

L W 300  500
S   4.69
2hri ( L  W ) 2(20)(300  500)
R 907221
S    6 . 048  Mpa 
L W ( 300  500 )

 1.66GS  1.66  1.0  4.69  7.78 Mpa Cumple..!!


RL 309630
L    2.064 Mpa 
L  W (300  500)
 0.66GS  0.66  1.0  4.69  3.09 Mpa Cumple..!!

Deflexión instantánea debido a la compresión:

    i hri

396 - 423
Utilizando la siguiente figura se puede determinar la deformación en una capa de
elastómero, basados
en la dureza y el factor de
forma:

Factor de compresión: 6,1 Mpa


Factor de forma del neopreno: S = 4,69 mm
ξi = 0,1mm
La deflexión instantánea será: δ = 4,8mm

Capacidad de rotación:
Rotación máxima.
2 2(4.80)
 max    0.032rad
L 300
Rotación para el estado límite de servicio:
la rotación producida por las cargas para servicio puede ser calculado.

 S   DC   LL   unk

Determinación de ϴDC:

wL3
 DC 
24 EI
Carga distribuida debido a la carga muerta total: W= 27,02 N/mm

397 - 423
Longitud de la viga, tramo de interés: L= 35000 mm
Módulo de elasticidad, inercia: EI= 5,04E+15 N.mm2

wL3 24 35,0003


 DC    0,00959 rad
24EI 24(4.78E  15)
Rotación adicional debido a la fluencia lenta del hormigón:

 DC  (1   ) Di

 DC  (1  4)0.005097 -0,03 rad


Determinación de ϴLL:
Determinando la rotación que produce cada eje del camión.
Pa b
 Li  i i i  ai  2bi 
6 EI  L

Dónde:
Carga puntual del eje del camión de estudio: Pi= 145000 N
Distancia al apoyo donde se requiere determinar la rotación ai= 14127,7 mm
Distancia al apoyo opuesto: bi= 21272,3 mm
Longitud de la viga: L= 50000 mm
Determinación de ϴL1:
(145 X 10¿¿ 3) ( 20050 ) ( 14450 )
θ L 1= ¿¿
6(7360900615∗103 )(35000)
Determinación de ϴL2:
(145 X 10¿ ¿3) ( 18750 )( 18750 )
θ L 2= ¿¿
6(7360900615∗1003)(35000)
Determinación de ϴL3:
(33 X 10¿¿ 3) ( 14450 ) ( 20050 )
θ L 3= ¿¿
6(7360900615∗1003)(35000)
Entonces la rotación total debido a la carga viva vehicular será:
 LL  mg    Li 
 S  0.025  0.002  0.005
 S   0 .02183 rad   max  0 .0320 rad

398 - 423
Combinación de esfuerzos de compresión y rotación:
Se debe considerar que el neopreno no sufra levantamiento y tampoco excesivo
esfuerzo de compresión.
Levantamiento:
Deberá cumplir la siguiente expresión:
2
  L 
 S   up min  1 .0  G  S  s  
n  hri 
Rotación de diseño: ϴS = 0,028 rad
Número de capas de neopreno: n= 3
Longitud del neopreno: L= 300 mm
Módulo de cortante del neopreno: G= 1 Mpa
Factor de forma: S= 4,69 mm

2
 0.028  300 
 up min  1.0  (1.0)  ( 4.69 )    4.823 Mpa    S  6.04
 4  20 
Compresión:

El requerimiento para el esfuerzo de compresión puede considerarse satisfecho si


se cumple la siguiente condición:

   s  L  
2

 S   C max  1.875  G  S 1  0.20   


  n  hri  
  0.018  300  
2

 C max  1.875  (1.0)  (4.69) 1  0.20   


  4  20  

 C max  6 . 98  Mpa S  6 . 048


Estabilidad de neoprenos:
Se debe limitar el esfuerzo de compresión donde σs sea menor al esfuerzo crítico
σcr.
G
 S   cr 
2A  B

hrt 80
1.92 1.92
A L  300  0.0736
2.0 L 2.0(300)
S 1 4.69 1 
W 500
399 - 423
2.67 2.67
B   0.0793
L 300
S ( S  2.0) 1  4.69(4.69  2.0) 1 
4.0  W 4.0  500
1.0
 cr   14.74 Mpa    S  6.048 Mpa 
2(0.0736)  (0.0793)

Refuerzo del neopreno.


El espesor del acero de refuerzo, puede ser estimado mediante como indica la
norma AASHTO-LRFD [A14.[Link]]:
Para el estado límite de servicio.

3hmax   S 3(20 )  6.048


hs    0.86 mm
Fy 411 .6

Para el estado límite de fatiga.


Máximo espesor de la capa de neopreno: hmax = 20 mm
Resistencia de fluencia de la plancha: Fy = 411,6 Mpa
Fatiga mínima para el neopreno: ΔF = 165 Mpa
Espesor de refuerzo: hs = 1 mm
2 hmax   L 2( 20 )  2.064
hs    0.50 mm
FTH 165

Resumen de diseño del neopreno.


L = 350 mm
W = 850 mm
e= 110 mm
Diseño del bloque de apoyo.
Considerando que el bloque de apoyo tengo 100 mm más en cada dirección.
A1
m=
√ A2

500 ∙300
m=
√ 600∙ 400
=0.79 ≤2.0

400 - 423
Cálculo de la resistencia nominal.

Pn=0.85∙ f ´c ∙ A 1 ∙ m=0.85 ∙ 25.00∙ ( 500 ∙300 ) ∙ 0.79=2518125 N


Calculo de la resistencia en el apoyo.

Pn=∅ ∙ Pn=0.70 ∙ 2518.125=17626.875 N

Por lo tanto no requiere armadura de confinamiento, se pondrá armadura de


construcción mínima
Detalle de neopreno

Fuente: Elaboración propia

3.3.2. Calculo de infraestructura

[Link]. Diseño estribo puente

Progresiva: 0+015 y 0+075

a) Datos geotécnicos

Nivel de fundación = 2715.2 msnm


Profundidad de fundación Df = 8.00 m
Datos del suelo al nivel de fundación:

Angulo de fricción interna del suelo Øf = 30°


Peso unitario del suelo γs = 2.05 Ton/m3
Capacidad admisible del terreno qadm = 6.00 kg/cm2
Módulo elastico del suelo Es = 60827 kPa
Tamaño máximo de gravas > 70 mm
Clasificación SUCS = GW-GM

401 - 423
Material de relleno detrás del estribo:

Angulo de friccion interna (Grava) Øf = 30°


Peso unitario del suelo (Grava) γs = 2.05 Ton/m3
b) Geometría del estribo
0.30

1 1.12
1.82 1.50

2 1.00
3 5 0.65
4 0.35
7 6 0.65 0.35

11.00
8.08
9 10
8

11 y
2.20 2.20
0.80
12 1.10

A 5.20
x

Características geométricas de los elementos del estribo

c) Cargas verticales

Peso propio del estribo


Superficie Volumen DC x x*DC
Elemento
m² m³ Kp/m m Kp*m/m
1 0.34 4.03 9676.8 3.50 33868.8
2 1.26 15.12 36288 2.75 99792.0
3 0.21 2.54 6084 3.22 19570.2
4 0.52 6.24 14976 2.60 38937.6
5 0.05 0.63 1512 2.03 3061.8
6 0.06 0.74 1764 2.08 3675.0
10 5.94 71.33 171187.2 2.60 445086.7
11 0.00 0.00 0 2.20 0.0
12 5.72 68.64 164736 2.60 428313.6

DC estribo =406224 [ kp ] ; x A=2.64 [ m]

402 - 423
Peso de contrafuertes

Peso de un contrafuerte
Superficie Volumen DC x x*DC
Elemento
m² m³ Kp/m m Kp*m/m
7 0.21 0.06 152.1 3.43 522.2
8 6.26 1.88 4508.64 4.68 21115.5
9 4.83 1.45 3477.24 3.33 11561.8
∑ 11.30 3.39 8138 Kp 33199
DC Contr . =4∗8138=32552 [ kp/m ] ; x A =3.33 [ m ]

Peso total de la subestructura (DC)

DC estribo + DC Contr .
DC= =36564.67 [ kp /m ] ; x A=2.69 [ m ]
Lestri bo

d) Carga del suelo de relleno sobre el estribo ( EV )

Cargas verticales del terreno


γ relleno=1680 [ kp /m3 ]
Volumen EV x x*EV
Elemento
m³ Kp/m m Kp*m/m
1 15.35 25779.60 4.43 114074.7
2 0.21 354.90 3.43 1218.5
3 4.83 8113.56 3.33 26977.6
4 0.00 0.00 2.20 0.0
5 7.70 12936.00 1.10 14229.6
∑ 28.09 47184.1 Kp/m 156500.407

EV =28.10∗γ relleno
EV =47184.10 [ kp /m ] ; x A=3.32 [ m ]

e) Carga por peso de la superestructura

Peso propio superestructura ( P DC )

kp
P DC =36239.80 [ ]
m
; x A =2.60 [ m ]

Cargas por capa de rodadura ( DW )

P DW =1078.20 [ kp/m ] ; x A =2.60 [ m ]

403 - 423
Efectos por carga viva (LL)

P( ¿+ ℑ) =15319 [ kp /m ] ; x A=2.60 [ m ]

Sobrecarga por carga viva en el terreno (LSy)

LS y =1562.40 [ m ] ; x A =4.43 [ m ]

Resumen de cargas verticales


CARGA TIPO V (kp/m) XA (m) Mv (kp*m/m)

DC DC 36565 2.69 98378.4


PDC DC 36240 2.60 94223.6
PDW DW 1078 2.60 2803.2
EV EV 47184 3.32 156500.4
P LL+ IM LL + IM 15319 2.60 39829.0
LS y LS 1562 4.43 6913.6
∑ 137948 398648.2

f) Cargas horizontales

Carga de viento sobre la superestructura (WS)

WS=124 [ kp /m ] ; Y A =9.98 [ m ]

Carga de viento sobre el vehículo (WL)

WL=32.25 [ kp /m ] ; Y A =12.80 [ m ]

Fluencia lenta del hormigón, contracción y temperatura, CR+SH+TU


CR+ SH+ TU =3624 [ kp /m ] ; Y A =9.98 [ m ]

g) Cargas por empuje del suelo (EHx, LSx)

- Carga LSx (sobre carga por carga viva del terreno)

LS x =3004.70 [ kp/m ] ; y A =5.50 [ m ]

- Carga EHx (presión lateral del terreno)

EH x =18780 [ kp /m ] ; y A =3.67 [ m ]

h) Cargas EQ (acción sísmica)

EQ terr =3341.30 [ kp/m ] ; y A =5.50 [ m ]

404 - 423
- Carga sísmica por superestructura (PEQ)

P EQ=5373.80 [ kp/m ] ; y A =9.98 [ m ]

- Fuerza inercial del estribo

EQ estrib=5024.90 [ kp /m ] ; y A=3.67 [ m ]

i) FUERZA DE FRENADO (BR)

BR=1386.20 [ kp/m ] ; y A =12.80 [ m ]

Resumen de cargas horizontales


CARGA TIPO H (Kp/m) YA (m) MH (Kp*m/m)
LS x LS 3004.7 5.50 16526.1
EH EH 18779.6 3.67 68858.6
EQ terr EQ 3341.3 5.50 18377.3
PEQ EQ 5373.8 9.98 53630.4
EQ Estrib EQ 5024.9 3.67 18424.7
WS W 124.0 9.98 1237.5
WL W 32.3 12.80 412.8
CR+SH+TU - 3624.0 9.98 36167.4
BR BR 1386.2 12.80 17743.2
∑ 40691 231378.0

j) ESTABILIDAD DEL ESTRIBO SIN PUENTE (Antes de construir la


superestructura)
Vuelco alrededor del punto (A)

- Criterio de excentricidad

Criterio de excentricidad (vuelco)

𝑥_𝑜= 𝑒=|
Vu Mvu Mhu (𝑀_𝑣𝑢−𝑀_ℎ𝑢)/ (𝐵/2−𝑥_𝑜 )| emax
ESTADOS LIMITES 𝑒≤𝑒_𝑚𝑎
𝑉_𝑢
Kp/m Kp.m/m Kp.m/m m m m 𝑥
Resistencia Ia 82826.5 257139.8 132208.5 1.51 1.09 1.30 Ok
Resistencia Ib 112138.5 346347.4 132208.5 1.91 0.69 1.30 Ok
Evento Estremo Ia 100185.5 248497.8 148352.9 0.91 1.69 1.91 Ok
Evento Estremo Ib 100185.5 337705.4 148352.9 1.72 0.88 1.91 Ok

- Deslizamiento en la base del estribo


Deslizamiento en la base del estribo

405 - 423
RESISTENTE ACTUANTE
Vu
ESTADOS LIMITES u фτ Kp/m Kp/m 𝐹_𝑓≥𝐻_𝑢
Kp/m Ff=u*(φτ*Vu) Hu
Resistencia Ia 82826.5 46396.57 33427.7 Ok
0.80
Resistencia Ib 112138.5 62816.18 33427.7 Ok
0.700
Ev. Estremo Ia 100185.5 77152.72 38038.0 Ok
1.00
Ev. Estremo Ib 100185.5 77152.72 38038.0 Ok

- Presiones actuantes en la base del estribo


Capacidad de carga admisible
𝑥_𝑜= 𝑒=|(𝐵/2−𝑥_𝑜 )|𝑞=𝑉𝑢/
ESTADOS Vu Mvu Mhu (𝑀_𝑣𝑢−𝑀_ℎ𝑢)/ (𝐵−2𝑒)
𝑉_𝑢 𝑞_𝑎𝑑 𝑞≤𝑞_𝑅
LIMITES 𝑚
Kp/m Kp.m/m Kp.m/m m m kp/cm²
Resistencia Ia 82826.5 257139.8 132208.5 1.51 1.09 2.75 6.00 Ok
Resistencia Ib 112138.5 346347.4 132208.5 1.91 0.69 2.94 6.00 Ok
Ev. Estremo Ia 100185.5 248497.8 148352.9 0.91 1.69 5.50 6.00 Ok
Ev. Estremo Ib 100185.5 337705.4 148352.9 1.72 0.88 2.91 6.00 Ok
Servicio I 85311.1 261792.4 85384.6 2.07 0.53 2.06 6.00 Ok
k) ESTABILIDAD DEL ESTRIBO CON PUENTE
Vuelco alrededor del punto (A).
- Criterio de excentricidad:
Vuelco. Criterio de excentricidad
𝑥_𝑜= 𝑒=|
Vu Mvu Mhu (𝑀_𝑣𝑢−𝑀_ℎ𝑢)/ (𝐵/2−𝑥_𝑜 )| emax
ESTADOS LIMITES 𝑉_𝑢
𝑒≤𝑒_𝑚𝑎
𝑥
Kp/m Kp.m/m Kp.m/m m m m
Resistencia Ia 116143.1 343763.1 181342.7 1.40 1.20 1.30 Ok
Resistencia Ib 185863.5 538032.4 181342.7 1.92 0.68 1.30 Ok
Evento Estremo Ia 114190.1 335121.1 210855.0 1.09 1.51 1.91 Ok
Evento Estremo Ib 164762.0 479604.2 210855.0 1.63 0.97 1.91 Ok

- Deslizamiento en la base del estribo


Esfuerzos resistentes y actuantes
RESISTENTE ACTUANTE
Vu
ESTADOS LIMITES u Øτ (Kp/m) (Kp/m) 𝐹_𝑓≥𝐻_𝑢
(Kp/m) Ff=u*(φτ*Vu) Hu
Resistencia Ia 116143.112 65059.43 37665.53 Ok
0.80
Resistencia Ib 185863.506 104114.42 37665.53 Ok
0.70
Ev. Estremo Ia 114190.112 79956.78 44104.93 Ok
1.00

- Presiones actuantes en la base del estribo

Capacidad de carga admisible del terreno

406 - 423
𝑥_𝑜= 𝑒=|(𝐵/2−𝑥_𝑜 )| 𝑞=𝑉𝑢/
ESTADOS Vu Mvu Mhu (𝑀_𝑣𝑢−𝑀_ℎ𝑢)/ (𝐵−2𝑒) 𝑞_𝑎𝑑 𝑞≤𝑞_𝑅
𝑉_𝑢
LIMITES 𝑚
Kp/m Kp.m/m Kp.m/m m m m
Resistencia Ia 116143.11 343763.12 181342.74 1.40 1.20 4.15 6.00 Ok
Resistencia Ib 185863.51 538032.39 181342.74 1.92 0.68 4.84 6.00 Ok
Ev. Estremo Ia 114190.11 335121.09 210854.98 1.09 1.51 5.25 6.00 Ok
Ev. Estremo Ib 164761.96 479604.16 210854.98 1.63 0.97 5.05 6.00 Ok
Servicio I 137947.95 398648.20 140079.24 1.87 0.73 3.68 6.00 Ok

l) Diseño de los componentes del estribo


Diseño de pantalla superior

- Cargas actuantes sobre la pantalla


Fuerzas sobre la pantalla
CARGA YC M
CARGA
kp/m m kp*m/m
LSx 305.9 0.56 171.3
EH 285.5 0.37 106.6
EQterr 34.6 0.56 19.4
EQ estrib 48.4 0.56 27.1

- Diseño por flexión.


Momentos últimos de diseño

Momentos últimos por flexión

CARGA Resistencia I Evento Extremo I

Momento mínimo para limitar la fisuración ( Asmín)


Momentos últimos que limitan fisuración
S fr M. Agriet. M. Actua.
Momento El menor valor es: Diseñar con:
cm³ kp/cm² 1.2 Mcr 1.33 Mu
M(-) 15000.0 31.81 572557.7 64200 642.0 1.2Mcr 642.0 1.2Mcr
Cálculo del acero de refuerzo ( As)
Calculo del acero
Mu Mu diseño b h Ølong d As #barras Sprov. As prov.
Momento
kp*m/m kp*m/m cm cm mm cm cm2 cm cm2
M(-) 482.7 642.0 100 30.0 10 29.50 0.58 1.00 100.00 0.79
- verificación del Asmáx

407 - 423
Verificación del Asmáx
c Condición
Momento c/de
cm c/de≤0.42
M(-) 0.18 0.006 Ok Cumple
- armadura de tempertura y contracción

Astemp =5.40 [ cm2 ] ; Astemp=2.70 [ cm2 / por capa ]

Adoptamos Ø10 mm, AØ10=0.785 cm2.

Astemp
⋕ barras= =3.44 → 4 barras
A ∅ 10
Separación adoptada entre barras:

b
Sadop = =25 [ cm ]
⋕ barras
Usar Ø 10 mm c/25 cm
- verificación por corte

Cargas:
Cargas perpendiculares a la pantalla
CARGA V
CARGA
kp/m kp/m
LSx 305.9 305.9
EH 285.5 285.5
EQterr 34.6 34.6
EQ estrib 48.4 48.4
Esfuerzos cortantes últimos:

Esfuerzos cortantes
Resistencia I Evento Extremo I
CARGA
Ø n Vu Ø n Vu
LSx 1.75 562.2 0.50 153.0
EH 1.50 449.7 1.50 428.3
1.05 1.00
EQterr - - 1.00 34.6
EQ estrib - - 1.00 48.4
∑ 1011.9 664.3

Por tanto V u=1011.90 [ kp ]


Cortante resistido por el hormigón:
V c =0.53∗√ 250∗100∗29.40=24656.06 [ kp ]

408 - 423
La resistencia al corte con Ø=0.90 para el estado límite de Resistencia es:

∅ V n=0.90∗24656.06=22190.46 [ kp ] >V u=1011.9 [ kp ] ¡ Ok Cumple !

m) Diseño del vástago

- acero de refuerzo para momentos horizontales

El diseño de la armadura horizontal del vástago se realizara con cargas aplicadas


hasta la altura del asiento de apoyo sin considerar la pantalla superior.
Cargas:
Momentos horizontales parte superior
Parte Superior del Vástago
Vano Apoyo Vano Apoyo
Momentos horizontales
exterior exterior interior interior
P + (Vano) P - (Apoyo) M+ (Vano) M- (Apoyo) M+ (Vano) M- (Apoyo)
CARGA
kp/m kp/m kp*m kp*m kp*m kp*m
LSx 136.58 136.58 166.2 207.7 51.9 207.7
EH 2253.6 2253.55 2742.1 3427.7 856.9 3427.7
EQterreno 3341.3 4065.7 5082.2 1270.5 5082.2
EQestribo 5024.9 6114.3 7642.9 1910.7 7642.9

Parte Inferior del Vástago


Vano Apoyo Vano Apoyo
Momentos horizontales
exterior exterior interior interior
P + (Vano) P - (Apoyo) M+ (Vano) M- (Apoyo) M+ (Vano) M- (Apoyo)
CARGA
kp/m kp/m kp*m kp*m kp*m kp*m
LSx 136.58 136.58 129.8 103.9 129.8 188.9
EH 2253.6 2253.55 2142.3 1713.8 2142.3 3116.0
EQterreno 3341.3 3176.4 2541.1 3176.4 4620.2
EQestribo 5024.9 4776.8 3821.5 4776.8 6948.1

Momentos últimos en el vástago:

Estos momentos fueron determinados después de aplicar los factores de


resistencia correspondientes a cada Estado Límite Esfuerzo.

Cálculo de la armadura horizontal del vástago:


Armadura horizontal parte superior del vástago
Parte Superior del Vástago
Mu Mu diseño b h Ølong d As #barras Sprov. As prov.
Id. Tramo
kp*m/m kp*m/m cm cm mm cm cm2 cm cm2
1 Vano exterior 14376.3 19120.5 100 80.0 16 74.20 6.88 4.00 25.00 8.04
2 Apoyo exterior 17970.4 23900.7 100 80.0 16 74.20 8.62 5.00 20.00 10.05
3 Vano interior 4492.6 5975.2 100 80.0 10 74.50 2.13 3.00 33.33 2.36
4 Apoyo interior 17970.4 23900.7 100 80.0 16 74.20 8.62 5.00 20.00 10.05

409 - 423
Parte Superior del Vástago
Mu Mu diseño b h Ølong d As #barras Sprov. As prov.
Id. Tramo
kp*m/m kp*m/m cm cm mm cm cm2 cm cm2
1 Vano exterior 11212.4 14912.4 100 59.8 16 54.04 7.40 4.00 25.00 8.04
2 Apoyo exterior 14015.4 18640.5 100 59.8 16 54.04 9.28 5.00 20.00 10.05
3 Vano interior 3503.9 4660.1 100 59.8 16 54.04 2.29 2.00 50.00 4.02

- verificación del Asmín


Verificación del momento mínimo que resista fisuración ( Asmín )

S fr M. Agriet. M. Actua.
Id El menor valor es: Usar:
cm3 kp/cm² 1.2 Mcr 1.33 Mu
1 106666.7 31.81 4071522 1912053 19121 1.2Mcr 19121 1.2Mcr 1.2Mcr
2 106666.7 31.81 4071522 2390066 23901 1.2Mcr 23901 1.2Mcr 1.2Mcr
3 106666.7 31.81 4071522 597517 5975 1.2Mcr 5975 1.2Mcr 1.2Mcr
4 106666.7 31.81 4071522 2390066 23901 1.2Mcr 23901 1.2Mcr 1.2Mcr
5 106666.7 31.81 4071522 1493792 14938 1.2Mcr 14938 1.2Mcr 1.2Mcr
6 106666.7 31.81 4071522 1195033 11950 1.2Mcr 11950 1.2Mcr 1.2Mcr
7 106666.7 31.81 4071522 1493792 14938 1.2Mcr 14938 1.2Mcr 1.2Mcr

- verificación del Asmáx

Verificación del Asmáx


c Condición
Momento c/de
cm c/de≤0.42
1 1.87 0.03 Ok Cumple
2 2.34 0.03 Ok Cumple
3 0.94 0.01 Ok Cumple
4 2.34 0.03 Ok Cumple
5 1.87 0.03 Ok Cumple
6 1.40 0.02 Ok Cumple
7 1.87 0.03 Ok Cumple

- acero de refuerzo para momentos verticales


Cargas:

410 - 423
BR, WL

1.80
M2 M1
WS
P EQ, CR, SH, TU As1
(H-h)/4
H1

h 1= .

LS X
EQ terr (H-h)/2 H-h
H2
H As 2
EQ Estr
EH X
h 2= .

(H-h)/4 H3
As3

B h3= .
M3
h

Cargas, Momentos y Armadura vertical del vástago

Resolviendo el esquema de cargas anterior con respecto al punto B tenemos:


Momentos últimos verticales
M2(+) M3(-) Vu
CARGA
kp*m/m kp*m/m kp
Resistencia I 8006 15317 9219
Resistencia V 8009 15402 9194
E. extremo I 13143 27230 15883
Servicio I 5739 11065 6665
Envolvente 13143 27230 15883

Verificación del momento mínimo por fisuración:

Verificación del momento mínimo para resistir fisuración ( Asmín )


S fr M. Agriet. M. Actua.
Momento El menor valor es: Usar:
cm3 kp/cm² 1.2 Mcr 1.33 Mu
M2(+) 81666.7 31.81 3117259 1748060 17480.602 1.2Mcr 17480.6 1.2Mcr
M3(-) 60000 31.80876 2290230.847 3621580.69 22902.308 1.33Mu 27229.9 Mu
Calculo de la armadura vertical del vástago:
Armadura vertical del vástago
Mu Mu diseño b h Ølong d As #barras Sprov. As prov.
Momento
kp*m/m kp*m/m cm cm mm cm cm2 cm cm2
M2(+) 13143.3 17480.6 100 70.0 12 64.40 7.26 7.00 14.00 8.08
M3(-) 27229.9 27229.9 100 60.0 20 54.00 13.68 5.00 20.00 15.71

411 - 423
- verificación del Asmáx

Verificación del Asmáx


c Condición
Momento c/de
cm c/de≤0.42
M2(+) 1.88 0.03 Ok Cumple
M3(-) 3.65 0.07 Ok Cumple

- verificación por corte

Cortante último:
V u=15883 [ kp ]

Cortante resistido por el hormigón:

V c =61762.10 [ kp ]

La resistencia al corte con Ø=1.0 (Art. 11.6.5) para el estado límite de Evento
extremos es:
∅ V n=61762.10 [ kp ] >V u =15883 [ kp ] ¡ Ok Cumple !

n) Diseño de la cimentación

- acero parte superior de la zapata


Cargas:

Cargas para el diseño de cimentación


CARGA XA M
CARGA
kp/m m kp*m/m
DC 8520.7 1.10 9372.7
EV 34248.1 0.85 29057.9
LSy 1562.4 1.43 2226.4

Momentos últimos sobre el talón


Resistencia Ib Evento extremo Ib
CARGA CARGA
Ø n Mu Ø n Mu
DC 1.25 12301.7 DC 1.25 11715.9
EV 1.35 1.05 41189.6 EV 1.35 1.00 39228.2
LSy 1.75 4091.0 LSy 0.50 1113.2
∑ 57582.3 ∑ 52057.3

M u=57582.30 [ kp∗m ]

412 - 423
- verificación del Asmín
La cantidad de acero proporcionado debe ser capaz de resistir el menor valor de
1.2 Mcr y 1.33 Mu:
1.2 M cr=76909.8 [ kp∗m/m ]
1.33 Mu=76584.48 [ kp∗m/m ]

El menor valor es 76584.48 kp*m y es mayor a Mu por tanto el acero debe ser
calculado para1.33Mu.
M u=76584.48 [ kp∗m ]

Ø=20 [ mm ] , recubrimientor =7.5 [ cm ] (Tabla 5.12.3−1)


Ø=0.9 (Flexión)
β 1=0.85( para f ’ c< 280 kp/cm ²)
tp=110 [ cm ]
A s=20.36 [ cm2 ]

Adoptando ∅ long . =20 [ mm ] → A ∅ 20=3.14 [ cm2 ]


20.36
¿ barras= =6.48 → 7 barras
3.14
As prov =7∗3.14=21.99 [ cm2 ]

- verificación de ductilidad ( Asmáx )

a=4.35 [ cm ]
c=a/ β 1=4.35 cm/0.85=5.11 cm
c /d e =0.05 ≤ 0.42¡ Ok Cumple !

- momento resistente

∅ Mn=86179.98 [ kp∗m ]
Ø Mn=86179.98 [ kp∗m ] > Mu=76584.48 [ kp∗m ] ! Ok resiste !
Usar 7 Ø 20 mm c/m

- armadura por temperatura

16.5
A s temp =16.50 [ cm2 ] ; A s temp= =8.25 [ cm 2 ] por capa
2

413 - 423
Utilizando varillas Ø16 mm AØ16=1.99 cm2, la separación es:

1.99
sadop = =0.241 [ m ]
8.25
smax =0.30 [ m ] en fundaciones OK !

USAR Ø16 mm c/24 cm

- revisión por corte


Cortante actuante en el talón
CARGA Resistencia Ib Evento extremo Ib
CARGA CARGA
kp/m Ø n Mu Ø n Mu
DC 8520.7 1.25 10650.8 DC 1.25 8520.7
EV 34248.1 1.35 1 46234.9 EV 1.35 1 46234.9
LSy 1562.4 1.75 2734.2 LSy 0.5 781.2
∑ 44331.1 59619.9 ∑ 55536.7
V u=59619.90 [ kp ]

Por tanto el valor de Vc es:

V c =83236.18 [ kp ]
La resistencia al corte con Ø=0.90 para el estado límite de Resistencia es:
∅ V n=0.90∗83236.18=74912.56 [ kp ] > V u=59619.90 [ kp ] ¡Ok Cumple!

o) Diseño del acero de refuerzo para el fondo de la zapata

- diseño por flexiona

Cargas:

Para el estado límite de Evento extremo Ia, con qu =5.25 kp/cm², despreciando del
lado conservador el peso del terreno (EV) y la punta de zapata (DC), el momento
actuante es:
M u=126967 [ kp . m ]

- verificación del acero mínimo ( Asmín )

414 - 423
La cantidad de acero proporcionado debe ser capaz de resistir el menor valor de
1.2 Mcr y 1.33 Mu:
1.2 M cr=76909.80 [ kp∗m/m ]
1.33 Mu=168866 [ kp∗m/m ]

Como Mu=139011 es > al menor valor de 1.2Mcr y 1.33Mu entonces utilizamos el


valor de Mu.
A s=34.32 [ cm2 ]

Adoptando ∅ long . =25 [ mm ] → A ∅ 25=4.91 [ cm2 ]

34.32
¿ barras= =6.99 →7 barras
4.91

As prov =7∗4.91=34.37 [ cm2 ]

- verificación de ductilidad ( Asmáx )

a=6.79 [ cm ]
c=a/ β 1=6.79 [ cm ] /0.85=7.99 [ cm ]

c
=0.079≤ 0.42 ¡Ok Cumple!
de
Usar 7 Ø 25 mm c/m

- revisión por corte

Debiendo tomar el cortante a una distancia dv de la cara de la pantalla, el cortante


actuante es:
V u=qu∗( L punta−d v ) ; V u=64084.40 [ kp /m ]
Cortante resistido por el hormigón Vc:

V c =82002.3 [ kp ]

La resistencia al corte con Ø=0.9 para el estado límite de Resistencia Ib es:

∅ V n=0.9∗82002.3=73802 [ kp ] >V u =64084.40 [ kp ] ¡ Ok Cumple !

p) Diseño de contrafuertes

415 - 423
Cargas:
Esfuerzos en el contrafuerte
Tu Mu Vu
CARGA
kp kp*m kp
Resistencia I 26717 67023.0 7018.8
Resistencia V 25591 64200.3 6723.2
E. extremo I 43842 109986.2 11518.0
Servicio I 27232 68317.2 7154.3
Envolvente * Scontr. 170985 428946 44920.1
Scontrafuertes =3.90 m, Separación entre contrafuertes

- acero de refuerzo por flexión


A s=45.23 [ cm2 ]

Adoptando ∅ long . =20 [ mm ] → A ∅ 20=3.14 [ cm2 ]

45.23
¿ barras= =14.40→ 15 barras
3.14

As prov =15∗3.14=47.12 [ cm2 ]

- refuerzo horizontal por fuerza cortante

V u=44920.10 [ kp ]
Cortante resistido por el hormigón:

V c =65364.28 [ k p ]
Con Vs=0:
∅ V c + ∅ V s=1∗65364.28+ 0=65364.28 [ kp ] >V u =44920.10 [ kp ]
¡ Ok Cumple !

Acero mínimo por corte:

Av min cm2
S
=0.025 [
cm∗2 ramas ]
Con una separación máxima de 30 cm:
Av min=0.025∗30=0.75 [ cm2 ]

416 - 423
Adoptando ∅ corte=10 [ mm ] → A ∅ 10=0.785 [ cm2 ] para 2 ramas A v =1.57 [ cm2 ]
A v > Av min ¡ Ok Cumple !

Usar estribos Ø 10 mm c/30 cm


- refuerzo por tracción de la zapata al contrafuerte (refuerzo vertical)
El refuerzo por tracción del contrafuerte debe ser diseñado para las siguientes
cargas:
Cargas sobre el talón del estribo
CARGA
CARGA
kp/m
DC 8520.7
EV 34248.1
LSy 1562.4
∑= 44331.1
Cálculo del acero de refuerzo:
T u∗Lcontrafuertes
A s=
∅∗f y
44331.10∗3.90
A s= =45.74 [ cm2 ]
0.9∗4200

Dónde:
∅=0.9 ; Lcontrafuertes =3.90 [ m ] Separación entre contrafuertes.
El acero calculado debe ser distribuido en ambas caras del contrafuerte por tanto
se tiene:
45.74
A s= =22.87 [ cm2 ]
2

Adoptando ∅ long . =16 [ mm ] → A ∅ 16=1.99 [ cm2 ]

22.87
¿ barras= =11.49 → 12 barrasc /cara
1.99

Separación entre barras:


Lt 220
= =18.33 [ cm ]
¿ barras 12

Usar Ø 16 mm c/18 cm

417 - 423
3.4. DOCUMENTOS DEL PROYECTO

Planos estructurales

Se elaboraron cinco láminas en tamaño de papel A1 según las dimensiones que


se indicaron anteriormente, representando la ubicación del proyecto, las
características de la sección de emplazamiento, las dimensiones de los elementos
de la estructura, los detalles de armado y cantidades de acero (Ver Anexo C).

Cómputos métricos

Previamente se definieron las actividades o ítems de los que constará el presente


proyecto, estableciendo los siguientes con su respectiva cantidad y unidad.

Tabla 64: Resumen cómputos métricos

COMPUTOS METRICOS
                   
PROYECTO: DISEÑO PUENTE VEHICULAR (TIPO ARCO) HIGERANI -
   
ARQUE
                   
I. TRABAJOS PRELIMINARES
Are
N° de Ancho Largo Vol.
N° DESCRIPCION Unid. Alto (m) a Parcial
veces (m) (m) (m³)
(m²)
                   
1 INSTALACION DE FAENAS GBL.              
      1.00           1.00
TOTAL 1.00

2 REPLANTEO Y TRAZADO ML.              


      1.00           1.00
TOTAL 1.00

PROVISION Y COLOCADO DE
3 PZA.              
LETRERO (GIGANTOGRAFIA)

418 - 423
      1.00           1.00
TOTAL 1.00

4 VERIFICACION GEOTECNIA PTO.              


      2.00           2.00
TOTAL 2.00
II. INFRAESTRUCTURA
Are
N° de Ancho Largo Vol.
N° DESCRIPCION Unid. Alto (m) a Parcial
veces (m) (m) (m³)
(m²)

5 EXCAVACION M3              

ESTRIBO ESTE   1.00 6.30 12.00 8.00   604.80 604.80


ESTRIBO OESTE   1.00 6.30 12.00 8.00   604.80 604.80
 
ALEROS ESTE   2.00     5.20 8.49 44.15 88.30
ALEROS OESTE   2.00     4.00 8.06 32.24 64.48
TOTAL 1362.38

BASE DE HORMIGON POBRE


6 M3              
e=0.05 m.

ESTRIBO ESTE   1.00 6.30 12.00 0.05   3.78 3.78


ESTRIBO OESTE   1.00 6.30 12.00 0.05   3.78 3.78
 
ALEROS ESTE   2.00     0.05 8.49 0.42 0.85
ALEROS OESTE   2.00     0.05 8.06 0.40 0.81
TOTAL 9.22
7 HORMIGON SIMPLE H-25 M3              
ESTRIBO ESTE   1.00         211.50 211.50
ESTRIBO OESTE   1.00         211.91 211.91
ALEROS ESTE   1.00         28.16 28.16
ALEROS OESTE   1.00         28.72 28.72
  LOSA, VIGAS LONGITUDINALES Y
  1.00         197.68 197.68
TRASNVERSALES
VIGA TIRANTE   2.00   60.80   0.78 47.42 94.85
BARRERA VEHICULAR   2.00   60.80   0.16 9.73 19.46
VIGAS RIOSTRA   2.00 0.20 28.51 0.40   2.28 4.56
TOTAL 796.84

ACERO ESTRUCTURAL FY=4200


8 M3              
KG/CM2
11319.6
ESTRIBO ESTE   1.00         11319.68
8
  ESTRIBO OESTE   1.00         12295.3 12295.29
ALEROS ESTE   1.00         1661.86 1661.86
ALEROS OESTE   1.00         1549.96 1549.96
TOTAL 26826.8

9 RELLENO Y COMPACTADO M3   Vol. Exc. Vol. Ocupa el Ho    


  ESTRIBO ESTE   1.00 604.80 147.61 457.19 457.19

419 - 423
ESTRIBO OESTE   1.00 604.80 160.36 444.44 444.44
ALEROS ESTE   1.00 88.30 24.23 64.07 64.07
ALEROS OESTE   1.00 64.48 20.53 43.95 43.95
TOTAL 1009.65

APOYO DE NEOPRENO
10 DM3              
COMPUESTO
ESTRIBO ESTE   3.00         10.27 30.81
 
ESTRIBO OESTE   3.00         10.27 30.81
TOTAL 61.62

11 DRENAJE CON TUBOS PVC 6" ML.              


ESTRIBO ESTE   1.00   15.80       15.80
ESTRIBO OESTE   1.00   16.25       16.25
 
DRENAJE C0N TUBOS PVC 4" ML.              
    40.00   0.45       18.00
TOTAL 50.05

III. SUPERESTRUCTURA
Are
N° de Ancho Largo Vol.
N° DESCRIPCION Unid. Alto (m) a Parcial
veces (m) (m) (m³)
(m²)

BARANDA METALICA
12 ML.              
P/PEATONES
BARANDA METALICA   2.00   60.00     60.00 120.00
 
                 
TOTAL 120.00

13 HORMIGON SIMPLE H-35 M3              


  ARCOS   2.00 0.50 66.00 0.70   23.10 46.20
TOTAL 46.20

ACERO ESTRUCTURAL Fy=4200


14 KG              
KG/CM2
LOSA, VIGAS LONGITUDINALES Y 27198.2
  1.00         27198.28
TRASNVERSALES 8
  VIGA TIRANTE   1.00         4350.9 4350.9
BARRERA VEHICULAR   1.00         2204.36 2204.36
15711.4
ARCOS Y RIOSTRAS   1.00         15711.42
2
TOTAL 49464.96

ACERO DE PRETENSADO GRADO No


15 KG            
270 KSI TORONES D=1/2" TORONES

CABLE No 1   2.00   61.00 12.00   576.82 1153.63


  CABLE No 2   2.00   61.00 12.00   576.82 1153.63
CABLE No 3   2.00   61.00 12.00   576.82 1153.63
TOTAL 3460.90

16 VAINAS ML.              
CABLE No 1   2.00   60.50     121.00
 
CABLE No 2   2.00   60.50       121.00

420 - 423
CABLE No 3   2.00   60.50       121.00
TOTAL 363.00

17 ANCLAJES PARA 12-V / 1/2" PZA.              


      12.00           12.00
TOTAL 12.00

PROVISION Y MONTAJE DE
18 PENDOLAS/ANCLAJES ML              
FREYSSINET
      2.00   193.82     193.82 387.64
TOTAL 387.64

CANTONERA Y JUNTA DE
19 ML.              
DILATACION
      2.00   12.00       24.00
TOTAL 24.00

20 TESADO E INYECCION DE CABLES ML.              

CABLE No 1   2.00   60.50     121.00


  CABLE No 2   2.00   60.50       121.00
CABLE No 3   2.00   60.50       121.00
TOTAL 363.00

IV. CONFORMACION PLATAFORMA PARA ACCESOS

Are
N° de Ancho Largo Vol.
N° DESCRIPCION Unid. Alto (m) a Parcial
veces (m) (m) (m³)
(m²)
21 CONFORMACION DE TERRAPLEN M3              

Prog. : 0+000 a 0+307.30   1.00         15575.4 15575.43


 
Prog.: 0+368.60 a 0+420   1.00         1735.14 1735.14
TOTAL 17310.57
     
V. OBRAS COMPLEMENTARIAS
Are
N° de Ancho Largo Vol.
N° DESCRIPCION Unid. Alto (m) a Parcial
veces (m) (m) (m³)
(m²)

22 LIMPIEZA GENERAL GBL              


                  1.00
TOTAL 1.00

Análisis de precios unitarios y presupuesto general

A continuación se muestran ciertas consideraciones para el análisis de los P.U.


para obtener el presupuesto general del proyecto.

421 - 423
Consideraciones generales para el análisis de P.U.

Porcentajes de aplicación en el P.U.

Se utilizarán los siguientes valores:

Beneficios sociales 55.00 %


Impuesto al Valor Agregado (IVA) 14.94 %
Depreciación de herramientas 6.00 %
Gastos generales 10.00 %
Utilidad 7.00 %
Impuesto a las transacciones (IT) 3.09 %

Precio productivo de la mano de obra

Se determinará como:

Jornal
Precio Productivo=
( % Beneficios sociales+ 100 ) ∙ 8 Hr .
100

En la Tabla 65 se muestra la clasificación de la mano de obra para elaborar el


precio unitario de cada ítem:

Tabla 65: Precio productivo de la mano de obra

Jornal
Descripción Precio Productivo (Bs/Hr)
(Bs)
Albañil 150 18.75
Ayudante de Albañil 130 12.50
Peón 100 11.25
Encofrador 150 18.75
Armador 150 18.75
Alarife 100 8.06
Topógrafo 300 24.19
Capataz 180 20.50
Maestro especialista 180 25.00
Operador 150 20.00
Chofer 150 16.00
Soldador 250 20.00
Enferrador 200 18.75
mecánico 250 23.00

422 - 423
Fuente: Elaboración propia

El análisis de precios unitarios se encuentra en el Anexo D).

Presupuesto total del proyecto

Se muestra en la Tabla 64.

Tabla 66: Presupuesto general del proyecto

PRESUPUESTO GENERAL
           
PROYECTO: DISEÑO PUENTE VEHICULAR (TIPO ARCO) HIGUERANI -
   
ARQUE
DEPARTAMENTO: COCHABAMBA   MUNICIPIO: ARQUE  
           
I. TRABAJOS PRELIMINARES
P.
ITEM DESCRIPCIÓN UNID. CANTIDAD COSTO
UNITARIO
1 INSTALACIÓN DE FAENAS
  Instalación de faenas Gbl. 1.00 16.510.66 16510.66
2 REPLANTEO Y TRAZADO
  Replanteo Gbl. 1.00 1.778.00 1778.00
3 PROVISION Y COLOCADO DE LETRERO DE OBRA
  Letrero (Gigantografia) Pza. 1.00 1.860.93 1860.93
4 VERIFICACIÓN GEOTECNICA
  Verificación geotécnica Punto 2.00 1.771.23 3542.47
SUBTOTAL TRABAJOS PRELIMINARES 23692.05

II. INFRAESTRUCTURA
P.
ITEM DESCRIPCIÓN UNID. CANTIDAD COSTO
UNITARIO
5 EXCAVACIÓN
Estribo Este m³ 604.80 229.45 138773.11
Estribo Oeste m³ 604.80 229.45 138773.11
 
Aleros Este m³ 88.30 229.45 20259.77
Aleros Oeste m³ 64.48 229.45 14795.12
6 HORMIGÓN POBRE e=0.05 m
  Estribos y aleros m³ 9.22 529.24 4876.94
7 HORMIGÓN SIMPLE TIPO H25
Estribo Este m³ 211.50 3.740.06 791022.82
Estribo Oeste m³ 211.91 3.740.06 792556.24
Aleros Este m³ 28.16 3.740.06 105320.11
Aleros Oeste m³ 28.72 3.740.06 107414.54
 
Losa, vigas longitudinales y transversales m³ 197.68 3.740.06 739335.18
Viga tirante m³ 94.85 3.740.06 354744.75
Barrera vehicular m³ 19.46 3.740.06 72781.58
Vigas riostras m³ 4.56 3.740.06 17054.68
8 ACERO ESTRUCTURAL SUB-ESTRUCTURA. Fy=4200 kg/cm²
Estribos kg 23614.97 19.27 454971.13
 
Aleros kg 3211.82 19.27 61879.62
9 RELLENO Y COMPACTACIÓN

423 - 423
Estribo Este m³ 457.19 82.64 37780.27
Estribo Oeste m³ 444.44 82.64 36726.67
 
Aleros Este m³ 64.07 82.64 5294.31
Aleros Oeste m³ 43.95 82.64 3631.68
10 APOYOS DE NEOPRENO COMPUESTO
  Neopreno compuesto dm³ 61.62 401.07 24713.69
11 DRENAJE DE PVC D=6" ; D=4"
Drenaje de PVC D=6" ml 50.05 69.71 3488.79
 
Drenajes de PVC D=4" ml 18.00 69.71 1254.78
SUBTOTAL SUB-ESTRUCTURA 3927448.89

III. SUPERESTRUCTURA
P.
ITEM DESCRIPCIÓN UNID. CANTIDAD COSTO
UNITARIO
12 BARANDA METALICA P/PEATONES
  Baranda ml 120.00 407.21 48865.47
13 HORMIGÓN SIMPLE TIPO "P" H-35
  Arcos m³ 46.20 6.443.74 297700.59
14 ACERO ESTRUCTURAL SUPERESTRUCTURA. Fy=4200 kg/cm²
Losa, vigas longitudinales y transversales kg 27198.28 19.27 524007.95
Viga tirante kg 4350.90 19.27 83825.38
 
Barrera vehicular kg 2204.36 19.27 42469.68
Arcos y Vigas riostras kg 15711.42 19.27 302699.62
15 ACERO DE PREESFUERZO GRADO 270 KSI
  Cable grado 270 KSI p/ vigas tirantes kg 3460.90 46.07 159428.94
16 VAINA CORRUGADA
  Vaina corrugada D=7.30 cm ml 363.00 117.20 42545.10
17 ANCLAJES TIPO 12V 1/2" FREYSSINET
  Anclajes (Placa, Cornetas, Corona, Cuñas) Pza. 12.00 2.316.79 27801.47
18 PROVISION Y MONTAJE DE PENDOLAS FREYSSINET
  Pendolas y anclajes ml 387.64 3.759.01 1457142.77
19 CANTONERA Y JUNTA DE DILATACION
  Junta de dilatación ml 24.00 1.138.92 27333.99
20 POSTENSADO E INYECCIÓN
  Postensado e inyección ml 363.00 156.36 56760.32
SUBTOTAL SUPER-ESTRUCTURA 3070581.29
   
IV. CONFORMACION PLATAFORMA PARA ACCESOS
PRECIO COSTO
ITEM DESCRIPCIÓN UNID. CANTIDAD
UNITARIO TOTAL
21 CONFORMACION DEL TERRAPLEN
Prog. : 0+000 a 0+307.30 m³ 15575.43 18.55 288997.02
 
Prog.: 0+368.60 a 0+420 m³ 1735.14 18.55 32194.96
SUBTOTAL CONFORMACION PLATAFORMA 321191.98

V. OBRAS COMPLEMENTARIAS
22 LIMPIEZA GENERAL
    Gbl. 1.00 2.163.21 2163.21
SUBTOTAL OBRAS COMPLEMENTARIAS 2163.21

COSTO TOTAL ESTRUCTURA 7345077.43


COSTO SUPERVICION DE OBRAS 5% 367253.87
PRESUPUESTO GENERAL DEL PROYECTO Bs 7712331.30

424 - 423
PRESUPUESTO GENERAL DEL PROYECTO Sus 1108093.58
COSTO POR METRO LINEAL /Bs 122417.96
COSTO POR METRO LINEAL /Sus 17588.79
Fuente: Elaboración propia

Elaboración del Pliego de Especificaciones Técnicas

El Pliego de Especificaciones Técnicas tiene la estructuración que se establece los


términos de referencia y todos los requerimientos y exigencias que se deberá
cumplir en la fase de construcción, de tal manera que se alcancen o cumplan por
lo menos las mínimas condiciones de calidad (Ver Anexo E).

Elaboración del cronograma de actividades


Elaborado en base al método Gantt (Ver anexo F).

4. EVALUACIÓN

4.1. EVALUACION TECNICA

El diseño y dimensionamiento del Puente Vehicular Cala Cala, se elaboró


aplicando los parámetros necesarios de diseño tomando en cuenta la
funcionalidad de los elementos estructurales, logrando alcanzar los objetivos
propuestos de fortalecer el desarrollo productivo en la región mejorando la calidad
de vida de los pobladores.

Para el diseño del puente tambien se tomaron en cuenta los análisis de los
estudios básicos respecto a la topografía, hidrología, hidraúlica y geotécnica para
realizar el análisis de alternativas y poder determinar la ubicación optima del
puente, el tipo de puente a dimensionar y los niveles específicos de fundación que
permitirán tener una mejor funcionalidad y servicio a la estructura.

La evaluación técnica fundamenta su factibilidad en la estandarización de los


elementos componentes para la construcción de la estructura, utilizando
procedimientos básicos que no requieren tecnologías especiales ni mano de obra
sobre calificada en relación a la que presenta la oferta de las empresas
constructoras como se muestra en la siguiente tabla:

425 - 423
Tabla 67: Elementos básicos para la construcción

TIPO DE ELEMENTO EQUIPOS EQUIPOS


CONSTRUCTIVO NECESARIOS ALTERNATIVOS
Mezcladora de 250 lts Mixers y bombas
Hormigón armado
y carros hormigoneros de hormigón
Lanzamiento de vigas Grúa Obra falsa
Madera y otros Encofrados
Encofrados
materiales metálicos
Compactado de Compactadora
Compactadora manual
terraplén de acceso pequeña
Excavación Mano de obra Retroexcavadora
Fierro
Drenajes Tubo PVC
galvanizado
Replanteo Teodolito Estación total
Fuente: Elaboración propia

La comprobación de cuantías muestra rangos aceptables, en comparación con


otros puentes realizados en el departamento de Cochabamba.

Tabla 68: Cuantías de puentes en Bolivia

DATOS DE PUENTES EN BOLIVIA

PUENTE
PUENTE PUENTE PUENTE PUENTE
N SAN
ASPECTO A CONSIDERAR UNIDAD SAN CRISTA
CRISTOBA
CRESPO CALA
o ANDRES L MAYU MAYU CALA
L

  HºAº HºAº HºAº HºPº HºAº


Longitud de la
1 (m) 160 60
estructura 12 15 60
2 Infraestructura Hormigón (25 Mpa) (m3) 923.71 490.68
155.1 153.9 453.67
Acero estructural (420 104785.0 23893. 26826.7
3 Infraestructura (kg)
Mpa) 7 8097.2 9032.61 1 9
(kg/m3
4 Infraestructura Cuantía 87.34 48.69
) 52.21 58.69 46.20
Superestructur
5 Hormigón (25 Mpa) (m3) 422.87 24.24
a 80.4 32.89 316.55
Superestructur
6 Hormigón (35 Mpa) (m3) 919.08 175.58
a 46.20
Superestructur Acero estructural 196228.4 26694. 49464.9
7 (kg)
a (420Mpa) 6 7845.1 6069.52 6 6
Superestructur (kg/m3
8 Cuantía 122.61 133.59
a ) 97.58 184.54 93.74
 

426 - 423
Cuantia por metro lineal
  (kg/ml) 4.23 8.13 12.30 2.23 2.68
(superestructura)
  Cuantia por metro lineal (infraestructura) (kg/ml) 3.01 4.35 3.91 0.81 1.39
Fuente: Elaboración propia

Del análisis de la tabla anterior se puede determinar que el proyecto del puente
vehicular Cala Cala es técnicamente viable, ya que presenta rangos aceptables de
cuantias.

4.2. EVALUACIÓN ECONOMICA

El presupuesto estimado de construcción, asciende a la suma de 7712331.30 Bs.

Los beneficios por la inversión, claramente se puede valorar, y también se pueden


identificar ciertos beneficios sociales cualificables como:

 Incorpora a los agricultores de la región a los mercados y centros de


comercialización de los poblados más cercanos.
 Mejora la calidad de vida de las comunidades que encierra el proyecto.

 Reduce las pérdidas económicas de los comunarios por efecto de la falta del
puente, que permita comercializar a tiempo sus productos.
 Reduce los costos de transporte para estas comunidades

 Incentivara a mayor producción agrícola

 Incorporará a los comunarios de la región a los servicios de salud y educación

 Otorga toda la seguridad necesaria a los peatones, así como a todos los
vehículos que circularan por el puente

Para la evaluación económica se considera el análisis de un cronograma de


desembolso mensual en base a los ítems dentro el proyecto que se presenta a
continuación.

427 - 423
428 - 423
5. CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES

5.1. CONCLUSIONES

En cumplimiento con los objetivos del presente Trabajo de Grado, se concluye lo


siguiente:

 Se realizó un análisis de la situación actual del objeto de estudio,


identificando las variables que intervienen en el problema, tales como el
caudal del río, el ancho de vía, el tráfico en la zona, etc., que permitió
tomar las decisiones en cuanto al diseño y cálculo del puente.
 El trabajo de campo consistió en la obtención de la topografía de la
cuenca y el lugar de emplazamiento, el estudio de suelo y el análisis
hidrológico, en base a lo cual se obtuvieron las secciones transversales
del río, el caudal máximo de salida de la cuenca y la profundidad de
fundación.
 Con el análisis hidráulico se complementaron todos los datos necesarios
para determinar que el tipo de drenaje transversal sería un puente de 60
m de longitud, estableciendo la profundidad de fundación de 8 m y una
socavación máxima en la sección de emplazamiento de 0.59 m.
 Se realizó el diseño del puente en base a los criterios de la Norma
AASHTO LRFD 2007 y considerando las características del lugar, tales
como la zona, el ancho de vía y el trazado geométrico.
 La estructura se calculó según los fundamentos teóricos expuestos los
cuales se basan en la Norma AASHTO LRFD 2007.
 Como resultado se presentan los documentos del proyecto que constan

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de los planos estructurales, el análisis de precios unitarios, pliego de
especificaciones técnicas y cronograma de trabajo, obteniendo un
presupuesto total del proyecto de 7712331.30 Bs

5.2. RECOMENDACIONES

 Dar cumplimiento a los resultados de diseño y cálculo de la estructura, tanto


en dimensiones como en el refuerzo de armadura pretensada y no
pretensada de sus elementos, según corresponda.
 Ejecutar el proyecto en temporada de estiaje, de tal manera que no se
presenten problemas para el proceso constructivo.

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431 - 423
BIBLIOGRAFIA

 Manual de carretera
 Hidráulica canales máximo villon
 trabajos de grado de la Escuela Militar de Ingeniería de Cochabamba.
 Puentes, Arturo Rodríguez
 Especificaciones AASHTO para el Diseño de Puentes por el Método
LRFD, 2007
 Design of Highway Bridges an LRFD Approach, R.M. Barker, 2007
 Apoyo Didáctico en la Asignatura de Puentes; Universidad Mayor de San
Simón
 Casanova M., Leonardo, Levantamientos topográficos.
 Suelos y cimentaciones,
 Manual de hidrología y drenaje, Administradora Boliviana de Caminos
 Juárez Badillo E. y Rico Rodriguez A., 1992
 Administradora Boliviana de Carreteras
 [Link]
constructivas- [Link]
 [Link]
[Link]

 Especificaciones técnicas Generales de la ABC.

 Norma Boliviana de Diseño Sísmico. NBDS-2006.

 Plan de Desarrollo Municipal del Municipio de Aiquile. Documento PDM


(2013-2017).

 Precios Unitarios de Referencia Para la Construcción. Cámara de la


construcción de Cochabamba 2013-2014.

 [Link] Concreto
Pretensado.
 [Link]
 [Link] (Diseño de topes sísmicos para
puentes).
 [Link] (Corrección de torrentes y estabilización
de cauces. Autor: López Cadenas de Llano, F.)
 [Link] (Erosión y socavación en ríos).

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