Dossier NAM-Testimonios 02 PDF
Dossier NAM-Testimonios 02 PDF
650 PTAS
CON IVA
613 PTAS
SIN IVA
PLANETA-AGOSTINI
Me alisté en el Ejército en 1%4 para ser piloto dé helicóptero. las fuerzas de ocupación británicas con el consentimiento de fes-
Yo sabía que teóricamente patina ser enviado a una guerra, lados Unidos. No sabía que Ho € h i Minh volvió a luchar en-
pero era lo suficientemente ignorante,.-. tonces para expulsar a los franceses-, un esfuerzo que concluyo
No sabía nada de Vietnam ni de su historia. Yo desconocía en 1954 con la derrota de Francia en Bien Bien Phu. ignoraba
que mi país había incluso apoyado a Ho £hi Mính contra los que las elecciones libres establecidas por l# Conferencia de Gi-
japoneses durante la Segunda Guerra Mundial, t a m p o c o sabía nebra para 1956 quedaron suspendidas porque se sabía que Ho
que después de la guerra aquel país, que se había creído final- Chi Minh ganaría. Tampoco sabía que nuestro gobierno apo--
mente libre del colonialismo, había sido devuelto a Francia por .yaba a un líder corrupto y represivo, Ngo Binh Biem. y que
despues había participado en su derrocamiento y su muerte-,
en 1%!-.
No sabía nada de eso. Pero los que decidieron que fuéramos
a la guerra-, sí.
Todo lo que sabía era que quería volar. V que no había nada
que desease mas que pilotar helicópteros.
I s t e es un relato personal de lo que vi en Vietnam y de cómo
me afectó. Todos los hechos sucedieron : la cronología y la geo-
grafía son todo lo correctas que me lo permiten mi memoria y
mis conocimientos. Los nombres de los personajes-, salvo los
que se han hecho famosos, y las características sin importancia
de todas la» personas que se mencionan se cambiaron para que
no pudiesen ser identificados aquellos que aun viven y preservar
así su intimidad y anonimato.
Me gustaría disculparme ante los "gruñís", si les molesta el
termino, porque no tengo nada más que respeto hacia ellos y
las condiciones en que sirvieron.
Espero que estas recopilaciones de mis experiencias animen
a otros veteranos a contar las suyas. Pienso que es poco lo que
se sabe sobre Vietnam y sus efectos en los individuos y la so-
ciedad, En lugar de extenderme sobre los aspectos políticos de
la guerra, me he centrado en las condiciones reales de un piloto
de helicóptero en Vietnam, entre los años de 1%5 y Los
hechos, espero, hablarán por sí mismos.
D O S S I I R N A M - T S S T I M O N I O S es u n a publicación d e aparición t a t e h -
cenal. C a d a ejemplar consta d e 6 4 p á g i n a s intentares m á s sus c a r t e s p a n -
dientes cubiertas.
TESTIMONIOS
ISBN n ? 1 - 8 4 * 3 9 5 - 0 9 5 5 - 3
Depósito Legal: NA* 11IA-1988
Capítulo 2 21
Polígono de tiro
Capítulo 3 47
El blues del " c o r t o "
Areas principales descritas en "Chickenhawk
Hawthorne
Campamento
Prospectors «Fortaleza
MAR DE LA
Zona d e aterrizaje Quebec CHINA
Zona de aterrizaje Dog MERIDIONAL
Zona d e
aterrizaje
• Bird .V
H a p p y Valley
Zona de
Granja de Pavos aterrizaje Polígono d e tiro
Pleiku Lima
C a m p a m e n t o Holloway
Campo d e Golf
Plantación de Té
u¡ Nhon
Pleiku
CHINA
TAILANDIA
Kontum
¿ Qui N
Pleiku*
Tuy Hoa
CAMBOYA
VIETNAM
DEL SUR
Phnom P
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
J U N I O 1 9 6 4 - J U L I O 1965
" N u n c a m e d e r r u m b é ni lloré d u r a n t e
e s t a e t a p a , c o m o lo hicieron a l g u n o s . A
los c o n t i n u o s gritos d e los instructores,
r e s p o n d í a a p r e t a n d o los d i e n t e s y
a f a n á n d o m e más."
4
q u i e n q u i e r a q u e tuviese sucio el b r o c h e del cinturón! N u n c a m e un tipo de m o n o de mecánico, con un cierre que llegaba hasta
d e r r u m b é ni lloré d u r a n t e esta e t a p a , c o m o lo hicieron algunos. el cuello y una docena de bolsillos. Los IP tenían algo que les
A los c o n t i n u o s gritos de los instructores, respondía a p r e t a n d o colgaba de cada bolsillo. Sabíamos lo privilegiados q u e eran por
los d i e n t e s y a f a n á n d o m e más. lo desaseados q u e iban.
D o s s e m a n a s d e s p u é s de h a b e r cruz ado la p u e r t a principal,
f i n a l m e n t e me p u d e situar en la cola para volar. Nos dieron tra-
jes de v u e l o , cascos, g u a n t e s , gafas p a r a el sol, calculadores de
" M e hice u n a viva i m a g e n mental d e
r u m b o J e p p s o n y nuevos libros de texto. Nos d i j e r o n q u e nos e s e d i s c o g i r a n d o s o b r e mi c a b e z a .
p u s i é s e m o s las g o r r a s del revés en la línea de vuelo, la señal Luego c o m e n z a b a a revisar los
tradicional del n o v a t o c a n d i d a t o a piloto. Seguíamos corriendo
a t o d a s p a r t e s , p e r o a h o r a ya nos llevaban a la línea de vuelo.
controles/'
E s t á b a m o s iniciando el c a m i n o hacia nuestro principal objetivo
en la escuela. El IP que llegó hasta nuestra mesa nos llevaría a los c u a t r o en
M a r c h a m o s hacia un p e q u e ñ o edificio a d y a c e n t e al h e l i p u e r t o un vuelo de orientación, el único " p a s e o gratuito" en t o d o el
principal y nos s e n t a m o s a l r e d e d o r de unas m e s a s grises; c u a t r o curso. Nos h a b í a m o s estado p r e p a r a n d o p a r a este día, estu-
c a n d i d a t o s p o r m e s a . El j e f e de v u e l o nos dio una b r e v e charla d i a n d o los controles del helicóptero y las m a n i o b r a s básicas de
y luego llegó el IP ( I n s t r u c t o r d e Pilotos). Los IP eran seres vuelo. Muchos de nosotros t e n í a m o s la sensación de que po-
míticos a los q u e t e n í a m o s un g r a n r e s p e t o . E r a n civiles. H a - dríamos volar en una h o r a , o algo así.
b í a m o s e s c u c h a d o cientos de historias acerca de sus m é t o d o s de Y o había p a s a d o m u c h a s tardes en mi habitación r e p a s a n d o
e n t r e n a m i e n t o , s o b r e su carácter y c ó m o les gustaba deshacerse los controles de vuelo, qué es lo q u e hacían, y c ó m o tenía q u e
d e los e s t u d i a n t e s p a r a t e n e r una carga m á s ligera. A t r a v e s a r o n m o v e r mis m a n o s y mis pies. Podía oír las palabras del instructor
el u m b r a l con los m i s m o s t r a j e s grises que llevábamos n o s o t r o s . de a e r o d i n á m i c a en mi cabeza. " L o s n o m b r e s de los controles
5
CAPITULO 1 VIRGENES
6
CAPITULO 1 VIRGENES
p r o p o r c i o n a b a n a c a d a v u e l o un a e r ó d r o m o p r i v a d o , s e p a r a n d o
a los n u e v o s e s t u d i a n t e s d e los más a v a n z a d o s . El p r i m e r reto
era volar a solas. El IP se c o n c e n t r a b a en m a n i o b r a s básicas
c o m o s u s p e n s i ó n en el aire, d e s p e g u e s , aterrizajes y aterrizajes
(/)
forzados simulados, denominados "autorrotaciones". UJ
cc
U n a vez en el aire, t e n í a m o s q u e hacer a u t o r r o t a c i o n e s en D
h-
O
cada m a n g a siguiendo un p a t r ó n rectangular. D e s p u é s de dar E
a l g u n a s vueltas a l r e d e d o r del p a t r ó n , p r a c t i c a n d o a t e r r i z a j e s y
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
8
CAPITULO 1 VIRGENES
9
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
tan e m o c i o n a d o s q u e n o nos d i m o s c u e n t a d e q u e h a b í a m o s sido vez q u e pasé por esta experiencia tuve toda clase de visiones de
e n v i a d o s allí tan sólo p o r unas s e m a n a s . palas del rotor r o t a n d o , agitándose y d e s p r e n d i é n d o s e en mi
T r e s s e m a n a s d e s p u é s d e nuestra llegada, recibí ó r d e n e s de cabeza. T a m b i é n circulaban historias sobre que algunos de estos
p r e s e n t a r m e en F o r t B e n n i n g , G e o r g i a . Las ó r d e n e s n o iban t e m e r a r i o s pilotos volaban con las palas de sus rotores hacién-
a c o m p a ñ a d a s d e explicaciones. dolas coincidir p a r c i a l m e n t e a tan sólo unos pies, y sólo por di-
" ¿ Q u é diablos hay en Fort B e n n i n g ? " , p r e g u n t é a un amigo versión.
q u e había r e c i b i d o las mismas ó r d e n e s . C u a n d o nos comunicaron que t e n í a m o s q u e quitarnos toda
" H e oído q u e están p r e p a r a n d o u n a nueva división. Proba- nuestra ropa interior para teñirla de verde oliva, y que d e b í a m o s
b l e m e n t e nos e n v i a r á n a V i e t n a m . " pintar nuestros cascos de vuelo del mismo color, s u p i m o s q u e
E n F o r t B e n n i n g se e n c o n t r a b a la 11. a División de Asalto A é - se acercaba la hora decisiva. El 28 d e julio vi al p r e s i d e n t e J o h n -
r e o ( P r u e b a s ) , q u e había e s t a d o d e s a r r o l l a n d o y p r o b a n d o tác- son anunciar en televisión: " P e r m a n e c e r e m o s en V i e t n a m " y
ticas d e asalto a é r e o con helicópteros d u r a n t e más de dos años. " H o y he o r d e n a d o a la División A e r o m ó v i l q u e se traslade a
T r a s algunas g r a n d e s m a n i o b r a s en las Carolinas, en las que la V i e t n a m " . T u v e una sensación en la que se f u n d í a n el t e m o r y
11. a División luchó c o n t r a un e n e m i g o s i m u l a d o e n c a r n a d o p o r la excitación. Se habían a c a b a d o los juegos.
m i e m b r o s de la 101. a División A e r o t r a n s p o r t a d a , se decidió q u e Al día siguiente, en un m o m e n t o de lúcida racionalidad, m e
las tácticas f u n c i o n a b a n y que una división d e asalto a é r e o ac- c o m p r é en secreto un D e r r i n g e r de cañón d o b l e , un a r m a para
tualizada d e b e r í a estar f o r m a d a p a r a ser e n v i a d a al interior de luchar hasta el último cartucho.
V i e t n a m . Y a q u e e s t a b a n allí t o d o s esos helicópteros y pilotos, • • •
s i m p l e m e n t e c a m b i a r o n el n o m b r e de la división de p r u e b a p o r
el d e 1. a División de Caballería ( A e r o m ó v i l ) , adquirieron más
a p a r a t o s y a ñ a d i e r o n más pilotos p a r a hacerla p o t e n t e . A B A J O : Tras desembarcar en la bahía de Lang Mai, la
Caballería Aérea se adentra en Vietnam con sus helicópteros
por primera vez.
"A m á s d e 100 n u d o s , dirigió el f u s e l a j e
h a c i a a b a j o , e n dirección a la fila d e
á r b o l e s , m i e n t r a s el rotor casi p e i n a b a
las c o p a s d e los á r b o l e s . "
10
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
11
w*mm
CAPITULO 1 VIRGENES
m a t e r i a l e s en los H u e y . No eran desechos lo q u e nos e s t á b a m o s " L a señal de radio de nuestra compañía será "Preacher' (Pre-
llevando. Los colchones eran n u e v o s , al igual que las cuerdas y dicador)." Fields t o m ó un trozo de papel que tenía escritas las
las h e r r a m i e n t a s . O b v i a m e n t e , nos d e d i c á b a m o s a hacer una abreviaturas FM, U H F y V H F , con las frecuencias a p r o p i a d a s
limpieza en p r o f u n d i d a d . impresas al lado. "Copien estos n ú m e r o s . Los cambiarán cuan-
C u a n d o salí por la escotilla y miré al horizonte observé una do lleguen a la base, p e r o esto es lo q u e d e b e n tener en sus
i n c o n f u n d i b l e tierra gris y distante. Dos horas m á s tarde nos radios para el vuelo. N o tengo más que añadir, excepto que
e n c o n t r á b a m o s en la bahía de L a n g Mai, al sur de Qui N h o n . e s t a r e m o s saliendo en intervalos de 20 minutos a partir de hoy.
listos para e c h a r el ancla. El p o r t a h e l i c ó p t e r o s Iwo Jima estaba El último Huey d e b e r á estar f u e r a del Crocitan en dos días."
hacia nuestra d e r e c h a , y a nuestra izquierda se alineaban diez A las once de la m a ñ a n a siguiente, Leese. el j e f e de la tri-
c a r g u e r o s de la línea Lykes, c o n t r a t a d o s p o r las fuerzas a r m a - pulación. SP-5 D o n R e a c h e r y yo e s t á b a m o s listos para salir.
das. A n c l a m o s p o c o d e s p u é s de las 11 de la m a ñ a n a , el 13 de R e a c h e r había t r a b a j a d o con el equipo de m o n t a j e para tener
s e p t i e m b r e . H a b í a m o s t a r d a d o 31 días en llegar desde Mobile listos nuestros Huey. Leese y yo h a b í a m o s hecho el t r a b a j o pre-
hasta allí. vio al vuelo con m u c h o cuidado. Escondidos b a j o u n a s telas en
El lwo Jima e r a uno de los b u q u e s que había participado re- la zona de carga, se habían colocado una d o c e n a de pesados
c i e n t e m e n t e en la batalla de C h u Lai. mientras e s t á b a m o s en colchones y 20 tableros de pino delgado. Leese había decidido
r u t a . H a b í a sido la p r i m e r a batalla de esta e n v e r g a d u r a desde despegar, lo que me alegró mucho.
la g u e r r a de C o r e a y en ella se vieron implicados más de 500
s o l d a d o s de infantería e s t a d o u n i d e n s e s , soldados del A R V N
( E j é r c i t o d e Viet nam del Sur) y artillería naval. El recuento fi- "La a g u j a del i n d i c a d o r s u p e r ó la línea
nal contabilizó 700 vietcong y 50 infantes de Marina muertos. roja y los rotores c o m e n z a r o n a vibrar.
La batalla, según la revista Time, " h a b í a d e m o s t r a d o que.
La a g u j a d e los EGT ( t e m p e r a t u r a d e los
c o m b i n a n d o i n f o r m a c i o n e s secretas precisas, una rápida plani-
ficación, y una cuidada selección de d ó n d e y c ó m o combatir, los g a s e s d e e s c a p e ) p e r m a n e c i ó en la
E E . U U . podrían bastarse a sí mismos en V i e t n a m . " z o n a d e peligro..."
"La C a b a l l e r í a s e r á la p r i m e r a u n i d a d Nos pusimos nuestros cascos de vuelo. Sujeté la base del mío
e n s i t u a r s e ¡usto e n m e d i o del t e r r e n o por los dos lados para p o n é r m e l o con suavidad sobre mi cabeza.
M e olvidé de tirar los auriculares hacia atrás, con los tirantes
del Vietcong. La i d e a e s e s t a r
externos, así q u e uno de ellos se incrustó en mi o r e j a izquierda.
p r e c i s a m e n t e allí, en m e d i o d e ellos, Tiré del e x t r e m o para colocarlo bien. No se oyó nada hasta q u e
p a r a e c h a r l o s f u e r a d e u n a vez." Leese accionó el interruptor principal. A j u s t ó el interruptor de
radio en su cíclico hasta oír el p r i m e r "click" y dijo: " ¿ L i s t o s ? "
Levanté el pulgar. Se giró para mirar a través d e la ventana d e
" B u e n o , e s t a m o s dirigiéndonos d i r e c t a m e n t e al centro, mucha- su p u e r t a , para asegurarse de que hubiera alguien a p o s t a d o con
c h o s " , a n u n c i ó el c o m a n d a n t e Fields. Nos reunimos en la sala un extintor. Había alguien. Hizo una mueca, y el h o m b r e subió
de d e s c a n s o y Fields señaló en el m a p a . " N u e s t r o c a m p o está a la botella r o j a . Leese giró la apertura del m a n d o de gases hasta
sólo dos millas al n o r t e de este p u e b l o . Se trata d e A n Khe, la posición de a r r a n q u e y presionó el c o n m u t a d o r del colectivo.
s i t u a d o a p r o x i m a d a m e n t e a m e d i o camino entre Qui Nhon y El arranque eléctrico gimió lastimosamente. Los rotores se ace-
Pleiku, en esta estrecha c a r r e t e r a llamada R u t a 19, q u e se ex- leraron poco a poco. Siempre me había s o r p r e n d i d o que un mo-
t i e n d e a lo largo d e 100 millas por el este y el oeste. T o d a esta tor eléctrico pudiese girar el m o t o r , la transmisión y las e n o r m e s
zona — s e ñ a l ó en el m a p a — está considerada como territorio palas del rotor. Las palas c o m e n z a r o n a girar i n t e r m i t e n t e m e n -
del Vietcong. La autopista ha sido abierta por el A R V N en ju- te. U n ruido grave, audible sobre el l a m e n t o del a r r a n q u e , in-
lio. La Caballería será la primera unidad en situarse justo en dicó q u e la turbina se había encendido. Leese vigiló atenta-
m e d i o del t e r r e n o del Vietcong. La idea es estar precisamente m e n t e la t e m p e r a t u r a de los gases de escape ( E G T ) . La aguja
allí, en m e d i o de ellos, p a r a echarlos f u e r a de una v e z . " Sonrió del indicador s u p e r ó la línea roja y los rotores c o m e n z a r o n a
m i e n t r a s sus d e d o s g o l p e t e a b a n algunos p a p e l e s sobre la mesa. vibrar. La aguja de los E G T p e r m a n e c i ó en la zona de peligro
" A s í q u e , c u a n d o estén vol ando, su ruta será la c a r r e t e r a . Y d u r a n t e un par de segundos antes de moverse hacia el verde, la
p e r m a n e z c a n elevados. T o d o s estos p e q u e ñ o s pueblos q u e ve- zona de funcionamiento. Leese hizo una señal l e v a n t a n d o los
rán en su trayecto a través del e x t r e m o sur del valle, están con- pulgares al h o m b r e del extintor. El peligro de un incendio de
t r o l a d o s por los vietcong. A p r o x i m a d a m e n t e a unas cuarenta a r r a n q u e ya había pasado. El H u e y f u n c i o n a b a s u a v e m e n t e a
millas en el interior llegarán a este paso, el paso de A n Khe, pesar del mes d e inmovilidad.
q u e marca el final del valle y el principio de las m o n t a ñ a s . El Miré hacia el círculo de espectadores y vi sus ropas f l a m e a n d o
c a m p a m e n t o base de la división está allí, a p r o x i m a d a m e n t e diez con el viento de nuestro rotor. Leese p e r m a n e c i ó suspendido
millas m á s allá del paso en t e r r e n o elevado. Nos han dicho que en el aire d u r a n t e unos segundos, a seis pies, c o n t r o l a n d o los
allí t e n d r e m o s un t i e m p o caluroso para d o r m i r . El helipuerto indicadores una vez más antes de dirigirse hacia la parte anterior
tiene u n a s d i m e n s i o n e s d e 3 000 por 4 000 pies, y cerca de 200 del b u q u e con un imperceptible e m p u j e de su cíclico. A través
h o m b r e s o c u p a n el c a m p a m e n t o . " Fields sorbió su café. " C u a n - de la b u r b u j a observé cómo el b o r d e de la cubierta de vuelo se
do lleguen a su destino, serán i n f o r m a d o s con detalle sobre el movía b a j o nuestros cuerpos, a mis pies. El m a r se agitaba. Y
c a m p o , la zona d e nuestra c o m p a ñ í a y cuestiones por el estilo. nosotros e s t á b a m o s en ruta hacia nuestro destino.
Y o todavía no c o n o z c o el lugar." • • •
12
CAPITULO 1 VIRGENES
13
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
14
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
ben d r e n a r un p o c o de c o m b u s t i b l e a n t e s del p r i m e r vuelo, para si la nuez de Jesús se sostiene c u a n d o las palas se r o m p e n ? " ,
eliminar la c o n d e n s a c i ó n del a g u a . " A p u n t ó hacia la panza del murmuré.
H u e y . " P e r o a p u e s t o a q u e la mitad de los b a s t a r d o s n u n c a lo Subimos a la cabina con el sol matinal iluminando n u e s t r a s
h a c e n . " M e a g a c h é y b u s q u é la válvula de d r e n a j e de combus- caras. Las redes entrelazadas brillaban sobre dosel d e plástico.
tible. y d e j é c a e r u n a s onzas hacia el t e r r e n o . N o vi ninguna U n m u c h a c h o llamado R e d , el jefe de la tripulación del a p a r a t o ,
gota de agua. me a y u d ó a situarme en el lado d e r e c h o . El sol p e n e t r a b a y nos
C o n n o r s c o n t i n u ó con las instrucciones previas al vuelo, mos- calentaba r á p i d a m e n t e . C o r r í a través de la cabina p a r a revisar
t r á n d o m e lo q u e c o n s i d e r a b a i m p o r t a n t e y a lo que con fre- de m e m o r i a y mirar hacia el helicóptero principal, q u e estaba
cuencia n o se le d a b a la i m p o r t a n c i a que merecía. C o n o c í a y estacionado dos a p a r a t o s más allá, a nuestra d e r e c h a . T r a s u n o s
e n t e n d í a el a p a r a t o y tenía una p e r f e c t a disposición p a r a ser un minutos de s u d o r , vi al j e f e d e vuelo, en un helicóptero de los
IP. R e v i s a m o s el r o t o r de cola. R e t i r é la sujeción del r o t o r . Nos Snakes (Serpientes), c u a n d o agitaba su m a n o h a c i e n d o la señal
p u s i m o s en el lado d e r e c h o del h e l i c ó p t e r o , tras n u e s t r a vuelta, de arrancar. Se accionó el a r r a n q u e , los r o t o r e s e m p e z a r o n a
C o n n o r s s u b i ó a p o y a d o en los estribos ocultos que se en- m o v e r s e , luego la t u r b i n a . Los r o t o r e s t e m b l a r o n , y ya está-
c u e n t r a n e n t r e la p u e r t a del piloto y la p u e r t a de carga. Me uní b a m o s listos p a r a d e s p e g a r .
¿ e l . El t e c h o d e la cubierta del H u e y es p l a n o , así q u e se p u e d e Pulsé el i n t e r c o m u n i c a d o r y p r e g u n t é al jefe d e la tripulación
caminar p a r a revisar el c e n t r o del r o t o r , el mástil, los m o n t a j e s y al artillero si estaban p r e p a r a d o s . Los clicks de respuesta afir-
¿e las t r a n s m i s i o n e s y los vástagos d e control. Señaló hacia los m a r o n q u e lo e s t a b a n . " N o se olviden de revisar las p u e r t a s " ,
cables de seguridad del b l i n d a j e , las tuberías, las b a r r a s esta- dijo C o n n o r s . Asentí y pedí a dos h o m b r e s q u e revisaran los
^iiizadoras y los a m o r t i g u a d o r e s de m a n d o . I n s p e c c i o n a m o s con
cuidado la n u e z d e J e s ú s , en la p a r t e s u p e r i o r del mástil, que A B A J O : Con sus M60 fijadas al fuselaje en montajes de
s u j e t a t o d a s las p a r t e s móviles en el aire. " T o d o s revisan la nuez candelero, una columna de Huey es guiada a la zona
¿e J e s ú s , p e r o n i n g u n o se f i j a si hay fisuras en las raíces d e las de aterrizaje. Los soldados estarán dispuestos para saltar de
laminaciones d e las p a l a s " , d i j o C o n n o r s . " ¿ Q u é diferencia hay los helicópteros tan pronto como éstos toquen el suelo.
CAPITULO 1 VIRGENES
16
C u a n d o nos i m p u l s a m o s hacia a b a j o , al m i s m o nivel que el A R R I B A : Con una velocidad de crucero de 138 k.p.h. y un
resto. C o n n o r s d i j o : " C u a n d o vueles en f o r m a c i ó n , intenta en- techo máximo de servicio de 21 000 pies, el helicóptero
c o n t r a r tus p r o p i o s p u n t o s de r e f e r e n c i a p a r a cada posición po- polivalente Huey UH-1 era una novedosa forma de asegurar la
sible. D e esta f o r m a n u n c a estarás d e s o r i e n t a d o c u a n d o la si- movilidad de las tropas y, cuando se lo transformó en
tuación se c o m p l i q u e . Y si piensas q u e esto es difícil, ya verás artillado, la potencia de fuego. La Caballería Aérea fue el
c u a n d o t e n g a m o s q u e realizarlo p o r la n o c h e . " máximo exponente del concepto de la aeromovilidad.
"¿Formación nocturna?"
17
CAPITULO 1 VIRGENES
18
CAPÍTULO 1 VÍRGENES
19
A R R I B A : Los cuerpos de estos norvietnamitas muertos han
sido cubiertos con cal viva para acelerar el proceso de
descomposición.
D E R E C H A : Abriendo pozos de tirador a la sombra de un
LlH-1 Iroquois.
CAPITULO 2 POLIGONO DE TIRO
23
CAPITULO 2 POLIGONO DE TIRO
" M e e c h ó u n a o j e a d a d u r a n t e un
s e g u n d o . ¿ Q u i é n e r a el l o c o ? M e
s u p e r a b a ; e r a el ¡efe del h e l i c ó p t e r o ,
con a ñ o s d e experiencia."
24
CAPÍTULO 2 POLÍGONO DE TIRO
vuelo de esta recogida, así que los soldados salieron de las hi-
leras de árboles y saltaron a b o r d o en grupos de ocho. O c h o
era la carga prevista p a r a el día. El peso límite d e p e n d í a de la
densidad del aire, que variaba con la altura, la t e m p e r a t u r a y
la h u m e d a d . C u a n t o más caliente y m á s alto — y por lo t a n t o
más ligero— era el aire, m e n o r e r a la carga que se podía llevar.
•
El límite se calculaba cada día. P e r o se nos p r e s e n t ó una jodida
situación. D e s p u é s de e m b a r c a r a los ocho previstos, había
otros cuatro que se habían q u e d a d o f u e r a , y que corrían hacia
u n o y o t r o lado. Leese los vio y los llamó. N o c o m p r e n d í la
decisión de Leese. Ya t e n í a m o s a ocho a b o r d o . Y o había es-
tado en un helicóptero q u e había t o p a d o con los árboles c u a n d o
i n t e n t a b a salir de una zona de aterrizaje con ocho en un día
c o m o hoy. D o c e era imposible. H a b i l i d a d , s u e r t e , experiencia,
nada de eso podría levantar a doce soldados del suelo.
"El helicóptero a s c e n d i ó . . . N o s t o m ó un
b u e n t i e m p o a l c a n z a r la c o t a d e
s e g u r i d a d , p e r o lo l o g r a m o s . "
25
CAPÍTULO 2 POLÍGONO DE TIRO
26
m e n z a r a d i s p a r a r p a r a p r e p a r a r n o s u n a e n c e r r o n a . E s una bue- A R R I B A : Los restos descompuestos de un norvietnamita.
na estrategia. Si le a t a c a m o s , p u e d e e m b o s c a r n o s c u a n d o somos Durante la campaña del valle de la Drang, la rápida respuesta
más v u l n e r a b l e s , es decir, en el h e l i c ó p t e r o . " de la Caballería Aérea a los ataques del EVN forzaron al
" B i e n " , d i j e . " P e r o , c o m o te he dicho a n t e s , si saben d ó n d e enemigo a retirarse a Camboya sin darle tiempo a recoger a
v a m o s a aterrizar, c o m o o b v i a m e n t e lo sabían a y e r , siempre es- sus muertos.
t a r e m o s t o m a n d o tierra en z o n a s de a t e r r i z a j e peligrosas, a me-
nos q u e localicemos la f u e n t e de su i n f o r m a c i ó n . " aterrizaje sin que los vietcong sepan nada de a n t e m a n o , ¿ q u é
"¿Espías?" es lo que p o d e m o s hacer? ¡A la m i e r d a el t e n e r que t o m a r pe-
" D e s d e l u e g o " , r e s p o n d í . " ¿ H a s p r e g u n t a d o alguna vez a al- q u e ñ a s zonas de a t e r r i z a j e , una y otra vez!" Se i n c o r p o r ó de
g u n o d e esos s o n r i e n t e s i n t é r p r e t e s q u e ves corriendo por ahí improviso. " ¡ J o d e o s ! " Su r o s t r o delataba a m a r g u r a y desilusión.
p a r a m o s t r a r t e sus t a r j e t a s de B u e n o s Chicos Survietnamitas? " L a situación no está tan mal, J o h n . Las cosas están m e j o -
Q u i e r o decir, t o d o s tus planes tienen q u e estar c o o r d i n a d o s con r a n d o . E s t a guerra podría t e r m i n a r d u r a n t e n u e s t r o t u r n o . " In-
los v i e t n a m i t a s . E s o significa q u e se ha de traducir y pasar la tenté b r o m e a r p a r a animarle: "La p r e n s a dice que v a m o s a ga-
i n f o r m a c i ó n . Así q u e , d i m e , ¿ d ó n d e crees q u e se p r o d u c e la nar. C u a n d o los vietcong sepan esta noticia, se r e n d i r á n . N a d i e
filtración? ¿ E n el P e n t á g o n o ? " juega con la p r e n s a . "
J o h n t o m ó o t r o s o r b o d e whisky. " E s d e s e s p e r a n t e . Si n o so- I n t e n t ó sonreír. Se habían t e r m i n a d o mis m e j o r e s frases.
m o s c a p a c e s , con t o d o n u e s t r o p o d e r í o , d e llegar a las zonas de " B u e n o , M a s ó n , me v o y . " Se volvió p a r a irse, p e r o se d e t u v o .
27
CAPÍTULO 2 POLÍGONO DE TIRO
"En s e i s c i e n t a s s a l i d a s , veinte a v i o n e s
r e s u l t a r o n a l c a n z a d o s . . . Un h e l i c ó p t e r o
f u e d e r r i b a d o y un s a r g e n t o
e s t a d o u n i d e n s e murió t r a t a n d o d e llegar
h a s t a él."
El sitio de P l e i m e , en el valle d e la D r a n g , t e r m i n ó el 27 de
o c t u b r e . D u r a n t e más de una s e m a n a , u n i d a d e s del E j é r c i t o
n o r v i e t n a m i t a ( E V N ) h a b í a n l a n z a d o un fanático a t a q u e tras
o t r o . Seis mil soldados regulares u n i f o r m a d o s atacaron el pe-
q u e ñ o f u e r t e , s i t u a d o a veinte millas d e la f r o n t e r a c a m b o y a n a .
en o l e a d a s d e h o m b r e s , m o r t e r o s y c a ñ o n e s sin retroceso. Ha-
bían l u c h a d o d e s d e u n a distancia tan cercana c o m o c u a r e n t a
m e t r o s , e m p l e a n d o trincheras q u e h a bía n excavado secreta-
m e n t e d e l a n t e de las narices de los c o n s e j e r o s , s e m a n a s atrás.
D e n t r o del c o m p l e j o triangular, cientos de m e r c e n a r i o s de las
tribus m o n t a g n a r d luchaban b a j o la dirección de los asesores de
las F u e r z a s E s p e c i a l e s , los B o i n a s V e r d e s . D e s d e el cuartel ge-
n e r a l del II C u e r p o , treinta millas al norte de Pleiku, se envió
u n a f u e r z a d e s o c o r r o c o m p u e s t a p o r carros de c o m b a t e , arti-
28
29
HUEY UH-1
EL DEPARTAMENTO DELANTERO"
Asidero
Cinturón de seguridad
Trabilla arnés
El helicóptero Bell UH-1
Iroquois, con más de diez C o n m u t a d o r luz a t e r r i z a j e A
Ventanilla deslizahle
variantes y un total de 26 000 C o n m u t a d o r e n c e n d i d o luz b ú s q u e d a
Conmutador gobierno rpm
M a n d o c o n t r o l p a s o cíclico
unidades producidas, se ha C o n m u t a d o r m a n d o luz b ú s q u e d a
ver B
convertido casi en sinónimo de Conmutador paro arranque turbinas
Acceso piloto j u s t a d o r fricción m a n d o potencia
la g u e r r a de Vietnam. Basado M a n d ó potencia (gases)
A j u s t e vertical asiento
en el prototipo XH-40, que voló j u s t a d o r f r i c c i ó n m a n d o p a s o colcct
por vez p r i m e r a en octubre de C o n m u t a d o r de pie m i c r ó f o n o C o n m u t a d o r ignición a r r a n q u e
1956, el Huey realizó misiones
como cañonero y transporte de A j u s t e fricción Trabilla arnés
tropas con una capacidad m a n d o cíclico
Palanca m a n d o paso colectivo ver A
operativa que se ha hecho Pedales
m a n d o direccional •Ajuste horizontal asiento
legendaria. B l o q u e o paso colectivo
C o n m u t a d o r cabria B
Conmutador equilibrado
Conmutador disparador arma
Conmutador micrófono
Ajuste pedales
m a n d o dirección
C o n m u t a d o r suelta eléctrica
Suelta mecánica
carga e x t e r n a
carga externa
HUEY UH-1
Transmisión
T u b o Pitot ( m o n t a j e
Q u e m a d o r calefacción
Luz n a v e g a c i ó n
T i m o n e s altura
Capó turbina
CAPÍTULO 2 P O L Í G O N O DE TIRO
Si n o tuviese t a n t a pasión p o r volar, este t r a b a j o habría sido " Q u i e r o q u e le d e j e sentarse delante para q u e p u e d a pilotar
a b u r r i d o . T o d o lo q u e tenía q u e hacer e r a seguir los r u m b o s un r a t o esta n o c h e . "
m a g n é t i c o s q u e e n t r e l a z a b a n en el e x t r e m o sur del valle. El ca- " S e ñ o r , t e n e m o s ó r d e n e s estrictas de no d e j a r que nadie q u e
pitán d e aviación pulsó el i n t e r r u p t o r y nos indicó el n u e v o rum- n o sea d e nuestra c o m p a ñ í a pilote nuestros a p a r a t o s . Explíca-
b o p r e v i s t o p o r G r u n t Seis. selo, L e n . "
A última h o r a d e la t a r d e e s t á b a m o s volviendo p a r a r e u n i m o s " S e ñ o r Riker — d i j o G r u n t Seis, p o n i e n d o en evidencia su
con la c o m p a ñ í a . H a b í a m o s t r a j i n a d o d u r a n t e seis h o r a s , y Ri- corpulencia—, usted y su helicóptero me han sido asignados.
k e r y yo nos e n c o n t r á b a m o s c a n s a d o s . U s t e d está a h o r a en mi u n i d a d , y q u i e r o q u e c a m b i e la tripu-
" Q u e r e m o s q u e esta n o c h e llevéis al viejo o t r a v e z " , nos dijo lación p a r a este v u e l o . " Mientras h a b l a b a se a p r o x i m a b a más.
el c a p i t á n en el p u e s t o d e m a n d o , a p e n a s a t e r r i z a m o s . "Volaréis Su r o b u s t o c u e r p o contrastaba con la fina silueta de Len. " C r e o
p o r el valle p a r a q u e él p u e d a hablarle a su g e n t e . " Señaló en q u e el Sr. Masón d e b e r í a q u e d a r s e a q u í . "
el m a p a . " N o d e b e r á t o m a r o s más d e un p a r d e horas. C u a n d o " N o pienso q u e eso sea lo correcto, s e ñ o r " , contestó R i k e r .
t e r m i n é i s , q u e r e m o s q u e os q u e d é i s en la Plantación de T é . El " B o b ha sido asignado p a r a volar en esta misión c o n m i g o . "
c o r o n e l t o d a v í a n o ha t e r m i n a d o con v o s o t r o s . " " B u e n o , no hay p r o b l e m a " , asintió G r u n t Seis. " L e d e j a r e -
mos sentarse a t r á s . "
¡Vaya arreglo! ¿ Y o s e n t a d o en la p a r t e trasera? U n j e f e de
"Nos sentíamos como atontados. infantería n o nos p u e d e t r a t a r así. R i k e r lo p o n d r á en su sitio.
E s t á b a m o s t a n c a n s a d o s q u e ni siquiera " B u e n o " , d i j o Riker resignado. "Se sentará atrás con usted
y sus asistentes."
q u i s i m o s v é r n o s l a s c o n las r a c i o n e s C . "
" E n esta o p o r t u n i d a d no voy con ustedes; sólo irá mi asis-
t e n t e " , dijo G r u n t Seis. " É l utilizará su r a d i o . "
El p a r d e h o r a s se c o n v i r t i e r o n en más de c u a t r o , y t e r m i n a m o s ¡Qué diablos!, pensé. Total, es sólo por esta vez. H a s t a q u e
a las diez. G r u n t Seis nos c o n d u j o en su j e e p e n t r e las mil tien- e m p e z a m o s a volar no me di cuenta de lo mal que m e encon-
das q u e se a p i ñ a b a n en el c a m p o . " E s t a c i o n a tu helicóptero al t r a b a . Le había d a d o al n u e v o piloto mi casco, y yo m e tenía
lado de ese m e d e v a c " , le d i j o a Len a n t e s de irse. Su p r o f u n d a que s e n t a r en un b a n c o , y q u e d a r m e sordo y m u d o . R e a c h e r y
voz c u a d r a b a con su gruesa figura. "Dirigios a esos m u c h a c h o s el artillero se sentaron en la oscuridad, detrás de mí, en las bol-
de a q u e l h e l i c ó p t e r o y decidles q u e os den un lugar p a r a dormir. sas. Ellos tenían cascos. Le pediría a R e a c h e r que me diese el
H e d e t e n e r o s cerca p o r si os necesito en cualquier m o m e n t o . " suyo. N o , tiene q u e saber c u á n d o d e b e n e m p l e a r las a r m a s . M e
El " f a c t o r f a t i g a " , c u a n d o se vuela en helicópteros d u r a n t e sentía c o m o un pez f u e r a del agua. E r a sólo un p a s a j e r o en mi
largos p e r í o d o s , es muy alto. Las vibraciones c o n s t a n t e s , el rui- propio helicóptero y ni siquiera era capaz de c o m u n i c a r m e con
d o e n s o r d e c e d o r y la total c o n c e n t r a c i ó n q u e se exige, hacen nadie a b o r d o o en tierra. M e consumía una sensación de rabia
q u e el E j é r c i t o p o n g a un límite d e c u a t r o horas de vuelo diarias y amargura.
a los pilotos. N a t u r a l m e n t e , la realidad del c o m b a t e nos obli-
g a b a m á s allá d e ese límite, casi cada día. Seis u ocho h o r a s eran
j o r n a d a s c o m u n e s en la Caballería A é r e a . Len y yo a c a b á b a m o s "Yo m i r a b a f i j a m e n t e h a c i a los n e g r o s
d e volar diez h o r a s p a r a G r u n t Seis y, c u a n d o los vimos desa- perfiles d e a b a j o y o t e a b a el horizonte
p a r e c e r en la o s c u r i d a d , nos s e n t í a m o s c o m o a t o n t a d o s . Está-
b a m o s tan c a n s a d o s q u e ni siquiera quisimos vérnoslas con las
en b u s c a d e t r a z p d o r a s . El c o n s t a n t e
raciones C. E n lugar d e eso d e s e á b a m o s e n c o n t r a r a otra tri- rumor d e la turbina y el ruido del viento
pulación de h e l i c ó p t e r o y hallar un lugar p a r a d o r m i r . e r a n mi única c o m p a ñ í a . "
" V e n g a ya, a r r i b a " . R i k e r e m p u j ó mi h o m b r o .
" ¿ Q u é ? " A b r í los o j o s , y las estrellas todavía estaban allí.
" ¿ Q u é h o r a e s ? " P o s i b l e m e n t e , si le hacía n o t a r qué h o r a era Así que me senté en la oscuridad, sintiéndome un e s t ú p i d o
c a m b i a r í a de idea. mientras Riker pilotaba. E n el t e n u e p a r p a d e o d e las luces d e
" L a s doce. T e n e m o s q u e irnos en otra misión, a h o r a m i s m o . " los indicadores, podía ver q u e , al fin y al c a b o , el cretino que
"¿Misión?" se sentaba en mi asiento n o pilotaba.
"Sí. V e n g a , v a m o s . G r u n t Seis nos quiere ver en el helicóp- R e c o r r i m o s el cielo sin luna. La tierra e r a la p a r t e m á s negra
t e r o en diez m i n u t o s . " del universo, d o n d e no brillaban las estrellas. E n alguna p a r t e ,
L l e g a m o s al h e l i c ó p t e r o y d e s p e r t a m o s a R e a c h e r y a un arti- allí a b a j o , un jefe de patrulla llamaba al capitán. Éste llamaría
llero. M i n u t o s d e s p u é s , p o d í a ver las s o m b r a s en las tiendas, a G r u n t Seis y le diría qué es lo que quería el j e f e de la patrulla.
s i l u e t e a d a s p o r los faros del j e e p , situadas al lado del H u e y . El Y así sucesivamente. D i m o s vueltas d u r a n t e cerca de una hora
j e e p se q u e d ó a c i n c u e n t a pies. Las figuras salieron desde atrás mientras yo m i r a b a f i j a m e n t e hacia los negros perfiles d e a b a j o
d e los r e f l e c t o r e s en sus brillantes c o n o s d e luz. y o t e a b a el horizonte en busca de trazadoras. El c o n s t a n t e ru-
G r u n t Seis se a c e r c ó a R i k e r y a mí con sus dos capitanes. mor de la turbina y el ruido del viento eran mi única c o m p a ñ í a .
" ¿ Q u i é n de ustedes es el jefe del a p a r a t o ? " , preguntó áspera- Sentí que el helicóptero descendía. Miré hacia el a l t í m e t r o ,
m e n t e G r u n t Seis. La luz hacía centellear el sudor de su cuello. pero a p e n a s e r a legible. ¿ E s t á b a m o s a p u n t o de aterrizar? Mi
"Yo", dijo Riker. corazón e m p e z ó a trepidar. Sin los controles en mis m a n o s y
G r u n t Seis hizo una p a u s a p a r a m i r a r la galleta del n o m b r e pies, m e sentía c o m o una lombriz en una c u e r d a . Seguíamos
y los distintivos d e oficial. " S e ñ o r R i k e r , t e n g o un capitán en d e s c e n d i e n d o ; así me lo indicaban el c a m b i o de la presión del
mi e q u i p o q u e es a v i a d o r . " aire en mis oídos y la atenuación del ruido d e la turbina. Podía
"Sí, s e ñ o r , " d i j o R i k e r . intuir las vagas f o r m a s a r b ó r e a s . Nos a c e r c á b a m o s . ¿ H a c i a q u é ?
33
Al alba, Dios dijo: " D e j a d que se haga la luz y q u e B o b y
Len p u e d a n volver y tomarse un c a f é . " La excitación se t e r m i n ó
con la llegada de la luz matinal, y d e r e p e n t e m e sentí f u e r a de
lugar. M e invadía el cansancio y la m o d o r r a q u e llegan a esa
hora del día. Realicé una aproximación p e r f e c t a a la Plantación
de Té y d e j é caer el a p a r a t o con f u e r z a . R i k e r se rió, c o m o si
estuviera b o r r a c h o , de mis esfuerzos. Yo e m p e c é a reír t a m -
bién. N o era una risa divertida. E r a c o m o reírse sollozando.
Todavía s e n t a d o s en la cabina, el capitán transfirió su trans-
misor a un j e e p . Se volvió y se pasó un d e d o p o r la g a r g a n t a ,
avisándonos de q u e yo todavía tenía al H u e y con los m o t o r e s
en acción. T i e m p o para t o m a r un p o c o de café. R e a c h e r se que-
dó para encargarse de su helicóptero. " A m a s a ese helicóptero,
¿no es así, R e a c h e r ? " , le dije.
"Sí, señor, p e r o es q u e a d e m á s n o m e gusta n a d a volar p o r
estas jodidas junglas en un a p a r a t o que se p u e d e e s t r o p e a r y
A R R I B A : Trasladados en helicóptero a la Drang, soldados de caer."
la 7. a División de Caballería Aérea responden al fuego N o s pusimos en una mesa hecha con e m b a l a j e s de municio-
enemigo durante la operación Masher, en enero de 1966. Sin el nes. Y o comía algunos huevos revueltos recocinados c u a n d o el
apoyo de los helicópteros, la unidad habría sido arrollada en capitán que llevaba las alas se nos unió.
los duros combates cuerpo a cuerpo. " M u c h a c h o s , debéis estar c a n s a d o s . " Hizo su gran descubri-
m i e n t o m i e n t r a s veía un par de rostros agotados. " H e i n t e n t a d o
e n c o n t r a r un helicóptero p a r a r e e m p l a z a r o s , p e r o n o hay nin-
Las t r a z a d o r a s i r r u m p i e r o n y p a s a r o n p o r nuestro lado c o m o
g u n o . " Hizo una p a u s a p a r a e n c e n d e r un cigarrillo. " V a a h a b e r
una b a n d a d a de ovnis r o j o s . Q u i e t u d , calma, silencio. Para los
un m o n t ó n de soldados trasladados allá d u r a n t e el d í a . " Señaló
pilotos los proyectiles son silenciosos hasta que dan en el blan-
hacia el sur. " P a r e c e que esta vez sí t e n e m o s p r o b l e m a s de ver-
co. E n m e d i o d e la oscuridad vimos p r i m e r o u n a s cortas ráfagas
dad. M á s y más escaramuzas. D e t o d o s m o d o s , en vuestro ba-
y luego otras m á s p r o l o n g a d a s . El h e l i c ó p t e r o dio un b a n d a z o .
tallón nos d i j e r o n que t e n í a m o s suerte de p o d e r contar con vo-
R i k e r hizo virar el h e l i c ó p t e r o , a l e j á n d o s e así de su trayectoria.
sotros. Los helicópteros restantes se e m p l e a n para el trans-
Las t r a z a d o r a s nos buscaron en v a n o , y luego d e s a p a r e c i e r o n .
porte."
R i k e r siguió g i r a n d o y e n f i l ó hacia la Plantación de Té.
"¡Sin p r o b l e m a s ! " d i j o R i k e r , con una m u e c a a p r o p i a d a .
" T r a s este d e s a y u n o y el café, e s t a r e m o s listos p a r a p a r t i r . " Su
"No importaba que a m b o s a r r u g a d o rostro brilló con una sonrisa.
" M u y bien, p o r q u e os v a m o s a necesitar t o d o el d í a . "
e s t u v i é r a m o s r i é n d o n o s c a d a vez q u e V o l a m o s solos p o r el valle, e n t r e Pleime y el macizo, trasla-
aterrizábamos. Delirábamos de d a n d o a p e q u e ñ a s patrullas a n u e v a s posiciones. E s t á b a m o s tan
cansancio.
//
cansados que las cautelas, las precauciones e incluso el m i e d o
q u e d a r o n a un lado mientras llegábamos a zonas de a t e r r i z a j e
vírgenes sin c o m p a ñ í a ni c o b e r t u r a . El m e d i o d í a s e ñ a l a b a q u e
¡Era suficiente! ¡No volvería a volar en la p a r t e trasera! ya habían transcurrido veinticuatro h o r a s desde q u e salimos del
C u a n d o a t e r r i z a m o s , salté y a t o d a prisa abrí la p u e r t a iz- C a m p o de Golf. Parecía que había p a s a d o un mes. H a b í a m o s
q u i e r d a d o n d e se s e n t a b a el c a p i t á n . " ¡ N o volará un sólo se- estado v o l a n d o cerca de veinte de esas veinticuatro h o r a s . N o
g u n d o m á s , c a p i t á n ! " , e x c l a m é , s o r p r e n d i é n d o m e a mí mismo. i m p o r t a b a que a m b o s estuviéramos r i e n d o cada vez que aterri-
N o e s t a b a d i s p u e s t o a admitir ninguna discusión. Me m i r ó , me z á b a m o s . D e l i r á b a m o s d e cansancio.
alcanzó el casco y d i j o : " N o se p r e o c u p e . H a sido suficiente para C o n t i n u a m o s volando d u r a n t e t o d o el día y toda la n o c h e .
99
mi. N o r e c u e r d o q u e r e p o s t á s e m o s . N o r e c u e r d o los aterrizajes. Ni
Ya e r a n cerca d e las tres de la m a d r u g a d a y ya h a b í a m o s re- me a c u e r d o d e a quién llevamos ni a d o n d e . N o p u e d o conta-
p o s t a d o y c a r g a d o al o t r o asistente de G r u n t Seis con su radio. bilizar el n ú m e r o de salidas ni nada de lo que se s u p o n e que
E s t a rutinaria t a r e a táctica c o m o h e l i c ó p t e r o d e m a n d o estaba debía t e n e r registrado. D e s p u é s se nos felicitó p o r nuestra se-
d u r a n d o m u c h o m á s d e lo q u e R i k e r y yo e s p e r á b a m o s . P e r o r e n a actitud en m e d i o del f u e g o e n e m i g o . P e r o yo n o p u e d o
t o d a v í a n o h a b í a concluido. A h o r a q u e r í a n q u e los llevásemos r e c o r d a r ni siquiera el f u e g o .
d e r e g r e s o al lugar en el q u e nos h a b í a n d i s p a r a d o p a r a q u e el El h o m b r e de G r u n t Seis nos llamó y nos d i j o q u e p o d í a m o s
capitán p u d i e r a dirigir la artillería. irnos. Volvimos a la Plantación de T é a las diez de la n o c h e .
V o l é alto, m i e n t r a s el capitán h a b l a b a con una sección cer- Me q u e d é d o r m i d o en la camilla d e evacuación (Dust O f f ) , sin
c a d a . D u r a n t e mi l a m e n t a b l e experiencia c o m o piloto de asien- hablar con nadie.
t o t r a s e r o , h a b í a m o s p a s a d o s o b r e la posición de a m e t r a l l a d o r a s A las seis de la m a ñ a n a siguiente, e s t á b a m o s de vuelta en el
n o r v i e t n a m i t a q u e m a n t e n í a inmovilizados a los soldados. Tu- aire p a r a satisfacer a nuestro celoso j e f e , cuya e n t e r a f u e r z a aé-
vimos algunas e s c a r a m u z a s , y nos p a s a m o s las tres h o r a s si- rea estaba f o r m a d a por c u a t r o H u e y y nosotros. E r a una bonita
g u i e n t e s , hasta el a m a n e c e r , t r a b a j a n d o c o m o helicóptero de m a ñ a n a para volar. T e n í a u n a cantimplora llena de café y R i k e r
r a d i o e n l a c e p a r a G r u n t Seis y c o m o o b s e r v a d o r e s p a r a la arti- se hacía cargo de los controles. El café y el aire limpio aclararon
llería. L a patrulla n o f u e a r r o l l a d a . mi m e n t e . M e sentía m u c h o m e j o r tras h a b e r p o d i d o d o r m i r .
34
CAPÍTULO 2 POLÍGONO DE TIRO
E l día e r a s o l e a d o . E l cielo p r o f u n d a m e n t e azulado e r a un " T e n é i s que volver a iros. U n j e e p acaba d e volar p o r los
i m p o n e n t e t e c h o p a r a las colinas y los valles d e e x u b e r a n t e ve- aires, tras t o p a r con una mina, a p e n a s a cinco q u i l ó m e t r o s d e
g e t a c i ó n . D e b a j o , al lado de u n a colina, b a r r a n c o s e r o s i o n a d o s aquí."
e x p o n í a n la r o j a tierra en una f o r m a q u e r e c o r d a b a el d i b u j o R e a c h e r , que a c a b a b a d e abrir la cubierta d e la t u r b i n a p a r a
d e u n a g r a n c a b a n a , u n a señal a é r e a puesta p a r a m o s t r a r n o s la revisar algo, dio un p o r t a z o m i e n t r a s los c u a t r o subíamos otra
r u t a al p o b l a d o m o n t a g n a r d q u e se e n c o n t r a b a en la jungla, vez al H u e y y yo encendía el m o t o r . C u a n d o e m p e z a b a n a bri-
a p e n a s a un p a r d e millas d e distancia. llar las luces de los patines, un m é d i c o saltó al a p a r a t o .
El galeno nos e m p e z ó a hablar a través del m i c r ó f o n o de R e a -
cher, m i e n t r a s c r u z á b a m o s sobre los árboles a 120 n u d o s .
" C o m e n z a r o n a c a r g a r l o s . El h o m b r e A t e r r i z a m o s f r e n t e a un j e e p , o m e j o r dicho, lo q u e q u e d a b a
q u e h a b í a p e r d i d o la p i e r n a t a m b i é n de él. E s t a b a a p l a s t a d o c o m o si f u e s e un j u g u e t e r o t o . L o s bor-
h a b í a p e r d i d o s u s p e l o t a s . Yacía des de la masa metálica d e s p r e n d í a n h u m o . H a b í a sido des-
truido p o r un o b ú s e n t e r r a d o en la c a r r e t e r a , accionado a dis-
d e s n u d o s o b r e su e s p a l d a . . . " tancia. E r a una estupidez aterrizar d e l a n t e del j e e p ; p o d í a h a b e r
otras minas. E r a una d e esas ocasiones en las q u e c o n f i á b a m o s
S o r b í u n p o c o de café m i e n t r a s p a s á b a m o s s o b r e el p u e b l o . El en los chicos de tierra p a r a elegir el p u n t o . U n sargento corrió
familiar p l a n o del t e r r e n o s e ñ a l a b a u n a c a b a ñ a en el c e n t r o del hacia mi p u e r t a . M e dijo, a través del m i c r ó f o n o , que dos d e
p u e b l o , q u e e r a p o r lo m e n o s c u a t r o veces más g r a n d e q u e las los m u c h a c h o s aún vivían. " ¿ S u b i m o s a los m u e r t o s ? " Sus o j o s
de sus vecinos. P e n s é q u e ésta sería la casa del j e f e . E n una estaban desorbitados. A s e n t i m o s . C o m e n z a r o n a cargarlos. Los
línea p a r a l e l a de c a b a ñ a s se e n c o n t r a b a o t r a hilera de p e q u e ñ o s dos heridos estaban inconscientes, d o b l a d o s , pálidos y sangran-
edificios en f o r m a d e c u b o s f o r m a n d o c u a t r o puestos. H a b í a tes. A uno de los m u e r t o s le habían volado una p i e r n a j u n t o
u n o d i r e c t a m e n t e e n f r e n t e d e cada casa h a b i t a d a . Vi estos pue- con los p a n t a l o n e s . Todavía n o había visto el o t r o c u e r p o .
blos r e p r o d u c i d o s en las junglas y en las laderas de las colinas. M e moví inquieto sobre mi asiento, o b s e r v a n d o c ó m o los su-
P a r e c í a n estar al m a r g e n d e t o d a la situación. bían, dirigiendo a R e a c h e r por el i n t e r c o m u n i c a d o r . El h o m b r e
A t e r r i z a m o s en la colina y nos r e u n i m o s . L a misma rutina q u e que había p e r d i d o la pierna también había p e r d i d o sus pelotas.
el día a n t e r i o r . R i k e r y yo e s t á b a m o s fastidiados por t e n e r q u e Yacía d e s n u d o sobre su espalda, con el m u ñ ó n d e la p i e r n a au-
ir allá y volver a volar. ¿ D ó n d e e s t a b a el resto de n u e s t r a com- sente al lado de la p u e r t a . Restos de sucios trozos salían del
p a ñ í a ? E l s u e ñ e c i t o q u e h a b í a m o s e c h a d o n o había sido sufi- e x t r e m o del hueso. Mis o j o s h u y e r o n de la vista de su ingle.
ciente. E s t á b a m o s a g o t a d o s y s e g u í a m o s b o t a n d o con el H u e y .
T e r m i n a m o s de trasladar los e s c u a d r o n e s hacia el mediodía y A B A J O : Empujado sin contemplaciones fuera del Huey, este
volvimos a la c u m b r e de la colina p a r a a l m o r z a r y recibir las sospechoso de pertenecer al Vietcong es conducido al
ó r d e n e s d e n u e s t r a n u e v a misión. D e s c o n e c t é , y los r o t o r e s to- interrogatorio. Sólo los Huey podían permitir en pocos
davía e s t a b a n en m a r c h a c u a n d o un a y u d a n t e que salía de la minutos sacar a un sospechoso de la selva y depositarlo en
t i e n d a c o r r i ó hacia n o s o t r o s con un m e n s a j e . una base del Ejército de EE. UU.
C A P I T U L O 2 P O L I G O N O DE T I R O
36
C A P I T U L O 2 P O L I G O N O DE T I R O
37
C A P Í T U L O 2 P O L Í G O N O DE T I R O
> J O
t
m
•
C A P Í T U L O 2 P O L Í G O N O DE T I R O
C o n el r u i d o de las a r m a s , los l a m e n t o s de los artilleros di- N u n c a sabré por q u é n o fui alcanzado. D e b o h a b e r interpre-
c i e n d o q u e t o d o s h a b í a n m u e r t o , y Farris o r d e n a n d o a A m a r i l l o t a d o bien los presagios. A partir d e entonces e m p e z a r o n a lla-
U n o q u e se m a r c h a s e , p e n s é en los proyectiles que podían llegar marme "Lucky" ("Afortunado").
a t r a v é s del plexiglás hasta mis huesos y visceras y a través del N o r m a l m e n t e , la Caballería llevaba sólo sus propios solda-
h e l i c ó p t e r o , sin cesar. U n a voz m e sobresaltó. E r a Farris, q u e dos, p e r o un día recogimos soldados survietnamitas. Y a había
gritaba "¡Vete, vete, vete!". oído historias sobre su falta d e d e s e o de c o m b a t i r .
R e a c c i o n é con tal r a p i d e z q u e n u e s t r o H u e y se elevó en un " C u a n d o aterrice en la z o n a , asegúrese de q u e los artilleros
s a n t i a m é n . V i r é a la d e r e c h a del silencioso y m o r t u o r i o heli- de p u e r t a c u b r a n la salida de los soldados s u r v i e t n a m i t a s " , d i j o
c ó p t e r o de v a n g u a r d i a , q u e seguía allí, inmóvil. Los artilleros Williams en la r e u n i ó n . "Se han registrado algunos incidentes
d e p u e r t a d i s p a r a b a n sin cesar. L a s t r a z a d o r a s q u e iban en mi en los cuales los soldados survietnamitas se giran y disparan ha-
dirección p a r e c í a n tan d e l g a d a s c o m o gotas de lluvia. A s c e n d í cia el helicóptero que los acaba de depositar en tierra. A d e m á s ,
h a s t a las c o p a s d e los á r b o l e s y m e q u e d é ahí p a r a c u b r i r m e , es posible que lleve usted a u n o s cuantos q u e no q u i e r a n b a j a r
a c e l e r a n d o . C u a n d o ya e s t a b a a b a s t a n t e distancia enfilé hacia del a p a r a t o . Si sucede esto, que u n o de sus artilleros los obligue
arriba y f u e r a de la z o n a d e pesadilla. a salir. El o t r o artillero d e b e r á cubrirlo. Si tiene q u e disparar,
" ¿ Q u é pasa con A m a r i l l o T r e s ? " , d i j o una voz. Procedía de asegúrese de q u e d e j a de hacerlo tras h a b e r s e o c u p a d o del que
t i e r r a . Las radios se h a b í a n v u e l t o locas. F i n a l m e n t e distinguí hizo el m o v i m i e n t o en falso. U n paso en falso es girarse con un
la voz de Farris, q u e decía: " N e g a t i v o , B l a n c o U n o . Vira a la fusil a p u n t á n d o l e a usted. M a n t e n g a los o j o s bien a b i e r t o s . "
i z q u i e r d a . V e s hacia a t r á s . " Farris tenía a Blanco U n o dirigien-
d o al resto d e la c o m p a ñ í a hacia u n a ó r b i t a a unas millas de
distancia. A m a r i l l o U n o y A m a r i l l o Tres estaban todavía en la "En total, d e b o d e h a b e r visto u n o s mil
z o n a de a t e r r i z a j e . c u e r p o s d e s p a r r a m a d o s , p u d r i é n d o s e al
M i r é hacia a b a j o y vi los dos h e l i c ó p t e r o s , quietos en tierra.
Sus r o t o r e s g i r a b a n a m e d i d a q u e se activaba la t u r b i n a . Las
sol. Los d e j a m o s allí."
m á q u i n a s n o i m p o r t a b a n , sólo el delicado p r o t o p l a s m a que es-
t a b a en su interior. L o s c u e r p o s yertos cubrían el claro, p e r o Y o estaba s o r p r e n d i d o . E r a la primera vez q u e había visto con-
a l g u n o s de los 30 s o l d a d o s q u e h a b í a m o s t r a n s p o r t a d o aún es- f i r m a r los r u m o r e s . D u r a n t e los meses siguientes, escucharía
t a b a n con vida. H a b í a n l o g r a d o cubrirse en un b o r d e del claro. muchas r e c o m e n d a c i o n e s en el sentido de c u i d a r m e t a n t o de los
Farris e s t a b a m u y a t a r e a d o . T o d a v í a q u e d a b a n o t r o s doce he- soldados survietnamitas c o m o del Vietcong. Si no se podía con-
licópteros q u e t e n í a n q u e llegar y descargar. En eso, llamó el fiar en nadie, ¿quiénes eran nuestros aliados? Y en t o d o caso,
piloto d e A m a r i l l o T r e s . Seguía con vida, p e r o p e n s a b a que su ¿ q u é clase de g u e r r a era ésta? ¿La propia g e n t e q u e más tenía
c o m p a ñ e r o h a b í a m u e r t o . Su tripulación y el artillero t a m b i é n que luchar n o iba a b a j a r de los helicópteros p a r a combatir al
p a r e c í a n h a b e r m u e r t o . T o d a v í a p o d í a volar. enemigo?
I n m e d i a t a m e n t e , dos c a ñ o n e r o s b a j a r o n p a r a escoltarlo, es- P e r o esta vez t r a n s p o r t a m o s a los survietnamitas sin registrar
c u p i e n d o f u e g o de sus a m e t r a l l a d o r a s . E r a una magnífica vi- ningún incidente. Los llevamos a una gran zona de a t e r r i z a j e
sión, d e s d e la distancia en q u e m e e n c o n t r a b a . desde la cual se suponía que tenían que patrullar el reciente-
m e n t e liberado valle de la D r a n g y m a n t e n e r el status quo de
la dominación aliada. C o n el A R V N en su lugar, la misión de
" T a m b i é n g r i t a b a n y g r u ñ í a n . Esta vez la Caballería se podía dar p o r cumplida. Sólo m a t á b a m o s g e n t e ,
e r a a l g o m á s q u e el r e s u l t a d o del
*
39
C A P Í T U L O 2 P O L Í G O N O DE TIRO
40
C A P Í T U L O 2 P O L Í G O N O DE TIRO
" B u e n o , ya q u e n o t e n g o elección, seguiría a d e l a n t e y mataría a l m e n d r a s y giraba la cabeza c u a n d o caían las balas. U n niñc
a la n i ñ a . " se puso a c o r r e r , m a s t i c a n d o incluso c u a n d o se giraba. U n a m u
" E s o e s lo q u e q u e r í a m o s o í r . " jer le gritó; luego ella también f u e alcanzada. El artillero seguíí
A h o r a la p r e g u n t a e r a : " ¿ C ó m o p u e d e s m a t a r a ese artillero, d i s p a r a n d o . Vi la escena una y o t r a vez, hasta q u e llegué a co
q u e a c a b a de m a t a r a algunos pilotos, sin m a t a r a la g e n t e ino- nocer a todos los integrantes del g r u p o . Y t o d o s me conocíar
c e n t e q u e está a l r e d e d o r de é l ? " a mí y hacían muecas y sonreían, y se giraban y t e m b l a b a n >
44
¡Veo el a r m a , s e ñ o r ! " , d i j o R u b e n s k i , el artillero d e p u e r t a . morían.
P r i m e r o dispara al suelo. A s u s t a y dispersa a esa g e n t e " , le
4 4 '
A las tres de la m a ñ a n a el e s t r u e n d o d e los c o m b a t e s a u m e n t e
ordené. al b o r d e del c e m e n t e r i o . Un s o l d a d o corrió hacia nosotros y nos
"Sí, s e ñ o r . " R u b e n s k i , u n o d e nuestros artilleros de m e j o r d i j o que p u s i é r a m o s en marcha el helicóptero. Q u i n c e minutos
p u n t e r í a , a b r i ó f u e g o c u a n d o nos a c e r c á b a m o s a la posición del más t a r d e , el f u e g o se r e d u j o , y el s o l d a d o se nos acercó y nos
a r m a e n e m i g a . Los e s p e c t a d o r e s se e n c o n t r a b a n en la linde del d i j o que p o d í a m o s b a j a r .
p o b l a d o , i n m e d i a t o s a n u e s t r o lado d e r e c h o y a l e j a d o s un cen- Al día siguiente, 31 de e n e r o , e m p r e n d i m o s otra misión. Esta
t e n a r de m e t r o s . zona de a t e r r i z a j e recibió el n o m b r e de Q u e b e c . E s t a b a m á s o
L o s proyectiles c r e a r o n una especie de géiseres en los arro- m e n o s a cinco millas, p a s a d o D o g .
zales. El artillero del V i e t c o n g estaba c o n c e n t r a d o en o t r o he- A h o r a D o g era una gran zona operativa en la q u e se encon-
licóptero y t o d a v í a n o había a d v e r t i d o las balas de R u b e n s k i . traba la mayor p a r t e de nuestras tropas. Si había algún lugar
Y o e s p e r a b a ver los p i j a m a s negros, los s o m b r e r o s de c o n o y a seguro en t o d o el valle, era D o g . C u a n d o los doce helicópteros
los niños c o r r e r y d e j a r e x p u e s t o al artillero. ¿ A c a s o estaban de esta misión cruzaron el río p a r a la a p r o x i m a c i ó n , alguien en
e n c a d e n a d o s ? C u a n d o las balas caían a u n o s quince m e t r o s
f r e n t e a ellos, s u p e q u e n o se iban a m o v e r . L e v a n t a r o n los bra- A B A J O : Ayudados por el artillero de puerta, los camilleros
zos c u a n d o f u e r o n alcanzados y cayeron a tierra. T r a s lo q u e colocan a un hombre en el compartimiento de tropa de un
p a r e c í a un t i e m p o i n t e r m i n a b l e , el artillero, q u e seguía dispa- Huey. Una poco acogedora caja de metal que parecía el cielo
r a n d o , e s t a b a p o r fin a la vista. R u b e n s k i siguió t i r a n d o . El ca- si estabas herido.
ñ ó n del a r m a del vietcong c a y ó , y él se deslizó al suelo. U n a
d o c e n a de p e r s o n a s yacían a su a l r e d e d o r . El camión había
a p l a s t a d o a la niña.
" U n a a n c i a n a m a s t i c a b a betel d e
a l m e n d r a s y g i r a b a la c a b e z a c u a n d o
c a í a n las b a l a s . Un niño s e p u s o a
correr.
//
44
¿ C ó m o p u e d e u n o hacer q u e la gente se q u e d e de pie en-
f r e n t e d e las balas de una a m e t r a l l a d o r a ? "
Les h u b i e r a d i s p a r a d o en el caso de q u e i n t e n t a r a n h u i r . "
4 4 '
m a t a d o a t o d o s , no con n o s o t r o s d e l a n t e d i s p a r á n d o l e a él."
" N a t u r a l m e n t e , t e n í a n m u c h o más m i e d o de él q u e de no-
sotros."
" ¿ E r a e s o ? ¿ T e n í a n t a n t o m i e d o de m o r i r que se q u e d a r o n
allí y m u r i e r o n ? " (/)
(/)
" L o s o r i e n t a l e s n o piensan c o m o n o s o t r o s . " U.'
tr
cl
El r e l a m p a g u e o d e las balas d u r ó t o d a la n o c h e , p e r o yo n o <
a:
m e q u e d é d e s p i e r t o p o r eso. Seguía r e p a s a n d o la escena. Podía uj
£
<
ver sus r o s t r o s con claridad. U n a anciana masticaba betel de
A R R I B A : Usando los pedales del timón para pivotar sobre el " P r e d i c a d o r Seis, R o g e r W i l c o . " Williams inició su aproxi-
eje del rotor y disminuyendo la sustentación con el colectivo, mación a la zona de aterrizaje.
un piloto de Huey posa su aparato en la zona de aterrizaje. " P r e d i c a d o r Seis, la artillería está p r e p a r a n d o la zona. ¡Tened
cuidado!"
el lado d e r e c h o d e la f o r m a c i ó n recibió un i m p a c t o p r o c e d e n t e La z o n a de aterrizaje era una angosta f r a n j a de arbustos y
del " a m i s t o s o " p u e b l o . a r e n a s secas, cercana a las estribaciones del lado oeste del valle.
Nos q u e d a m o s colgados a l r e d e d o r del t e r r e n o cerca de una Siguiendo instrucciones previas, nos movimos en formación es-
h o r a , o b s e r v a n d o los P h a n t o m de la f u e r z a a é r e a que a t a c a b a n calonada.
Q u e b e c con t o n e l a d a s de b o m b a s y n a p a l m . M e senté en el te- " ¡ P r e d i c a d o r Seis, recibiendo f u e g o de a r m a s cortas desde el
c h o d e mi H u e y y o b s e r v é la exhibición. Al final de sus p a s a d a s , oeste!" Ese era C o n n o r s .
los P h a n t o m d e s c e n d í a n y e n c e n d í a n los p o s q u e m a d o r e s para " V u e l o A m a r i l l o , aquí Predicador Seis. Elegid vuestros pun-
tomar potencia. tos. La zona de aterrizaje es irregular." Williams estaba justo
C u a n d o los P h a n t o m t e r m i n a r o n sus t a r e a s en Q u e b e c , la ex- encima del t e r r e n o . Morris y D e c k e r estaban a cincuenta pies,
hibición a é r e a concluyó. " N o s toca a n o s o t r o s . ¡Vamos!", gritó y yo, d e t r á s de ellos, debía de estar a unos 100 pies.
Williams. " ¡ P r e d i c a d o r Seis, aquí A m a r i l l o Dos. El capitán Morris ha
O c h o s o l d a d o s s u b i e r o n a cada helicóptero. Nos a c o m o d a - sido t o c a d o . ¡El capitán Morris ha sido t o c a d o ! " D e improviso,
m o s , c o n e c t a m o s las radios y d e s p e g a m o s . N a t e y yo s e g u í a m o s el helicóptero d e Morris cayó con rapidez desde unos veinte pies
al h e l i c ó p t e r o n ú m e r o dos, de M o r r i s y D e c k e r . y tuvo un d u r o aterrizaje.
El h u m o d e los b o m b a r d e o s de la f u e r z a a é r e a se elevaba " A m a r i l l o C u a t r o está recibiendo f u e g o desde la d e r e c h a . "
s o b r e Q u e b e c , c u a n d o p a s a m o s p a r a enfilar una aproximación No había n a d a visible a nuestra d e r e c h a , e x c e p t u a n d o u n a larga
al sur. hilera de maleza seca.
" P r e d i c a d o r Seis, A n t e n a Seis. Enfilad hacia el sur a h o r a . Ar- "¡El capitán Morris está m u e r t o ! ¡El capitán Morris está
mas a u t o m á t i c a s del V i e t c o n g en vuestra r u t a . " A n t e n a Seis, el muerto!"
c o r o n e l , volaba d e l a n t e . "Roger, Amarillo Dos."
42
CAPITULO 2 P O L I G O N O DE T I R O
&
ser situado en el p u n t o .
Escuché el ruidoso batir d e las palas de un H u e y m i e n t r a s
cruzaba D o g , a dos millas de distancia. ¿ C ó m o podía nadie ser
t o m a d o p o r sorpresa por una escuadrilla de H u e y ? El rugido de
los rotores principales descendió c u a n d o el helicóptero estuvo
a una milla de distancia, r e e m p l a z a d o p o r el sonido del r o t o r
de cola y el de la turbina. A t e r r i z ó a u n o s treinta m e t r o s d e l a n t e
n u e s t r o , d a n d o lugar a una p e q u e ñ a t o r m e n t a de a r e n a . L a tur-
bina se apagó y los r o t o r e s detuvieron su m o v i m i e n t o . D o s es-
pecialistas, mecánicos, corrieron hacia n u e s t r o helicóptero. El
j e f e de la tripulación les m o s t r ó los d a ñ o s d e b a j o de la cubierta
del m o t o r . M e t i e r o n sus narices en el interior del H u e y . Los
d e j a m o s t r a b a j a r , y yo me e n c a m i n é hacia el H u e y de m a n t e -
nimiento p a r a ver quién lo pilotaba. E r a R i k e r .
43
CAPITULO 2 P O L I G O N O DE T I R O
"La b a l a llegó a t r a v é s d e la v e n t a n a
t r i a n g u l a r y p e r f o r ó su c h a l e c o
a n t i b a l a s , c o m o si n o lo llevara p u e s t o ,
h a s t a llegar al c o r a z ó n / '
44
" P e r o , D e c k e r , M o r r i s ya estaba m u e r t o . El a t e r r i z a j e n o tie- A R R I B A : Un UH-1D Huey del 229.a Batallón de
ne importancia", añadió Sherman. Helicópteros de Asalto se mantiene en estacionario mientras el
D e p r o n t o D e c k e r se levantó y e x c l a m ó : "¡Él está m u e r t o , y artillero siembra de fuego el bosque de debajo.
es culpa m í a ! " C o g i ó su a r m a y salió.
"¡Jesús!", exclamó Nate.
" N o v e o p o r q u é se t i e n e q u e a u t o c u l p a r " , d i j o S h e r m a n . m o r i r á . Hasta a h q r a sólo h e m o s p e r d i d o a dos c o m p a ñ e r o s , lo
" M o r r i s ya e s t a b a m u e r t o . Y, a d e m á s , el h e l i c ó p t e r o n o se des- cual nos deja a bastante distancia del p r o m e d i o . H e m o s t e n i d o
t r o z ó ." s u e r t e , nada m á s . "
T o d o s m i r á b a m o s a S h e r m a n . Por s u p u e s t o , tenía razón. O d i é a S h e r m a n . A h o r a p a r e c í a m o s delincuentes con nues-
P e r o n a d i e q u e r í a ser racional. E s t a b a . . . f u e r a d e lugar. tros m u e r t o s . ¿ A c a s o e s t á b a m o s corriendo en busca de nuestra
El v i e j o n o d i j o n a d a s o b r e Morris, e x c e p t o q u e t e n í a m o s que ración de m u e r t e ? B u e n o , ya lo veríamos. ¡Vamos, m u c h a c h o s ,
r e u n i r algo d e d i n e r o p a r a enviarle flores a su esposa, p e r o Sher- salgamos de aquí y m u r a m o s !
m a n d e c i d i ó d a r un p e q u e ñ o discurso aquella noche. Al a m a n e c e r de la m a ñ a n a siguiente, aterrizó un C h i n o o k ,
" B u e n o , h e m o s t e n i d o m u c h a suerte hasta a h o r a . E r a sólo e n m u d e c i e n d o a nuestros H u e y . C u a n d o b a j a r o n la r a m p a de
una cuestión d e t i e m p o . Las d e m á s c o m p a ñ í a s han t e n i d o mu- la p u e r t a trasera, los h o m b r e s e m p e z a r o n a cargar chalecos
chas m á s b a j a s q u e n o s o t r o s , así q u e nos ha t o c a d o el t u r n o . de protección en el c a m i ó n . Cientos de chalecos p r o t e c t o r e s .
P a r e c e q u e la relación es de u n o a cinco: un piloto de cada cinco • • •
45
A R R I B A : Trepando desde la zona de aterrizaje al helicóptero
\que espera.
D E R E C H A : Llegan los helicópteros.
a
C A P Í T U L O 3 EL BLUES DEL " C O R T O "
El t e n i e n t e e m p u j ó a los prisioneros hacia nuestro helicóp- c a m i n a b a hacia la línea de vuelo me alegré d e h a b e r m e quitado
t e r o . Los dos niños gimieron con expectación y subieron. un peso de encima. Mi t r a b a j o se había c o n v e r t i d o en mi casa,
" ¿ T e n e m o s q u e t a p a r l e s los o j o s o algo p o r el estilo?", pre- y yo estaba c o n t e n t o d e estar de vuelta.
guntó Gary. Los helicópteros e r a n s o m b r a s en medio de la b r u m a matinal.
" N o " , replicó el t e n i e n t e . "Son sólo n i ñ o s . " D e s p e g a m o s p a r a f u n d i r n o s en la neblina. S u b i e n d o sobre los
U n o d e los chicos se s e n t ó en el asiento d e tela y el o t r o en árboles, vimos c ó m o desaparecía la tierra.
el s u e l o , con las p i e r n a s c o l g a n d o , igual q u e lo hacían los sol- La misión consistía en reavituallar a las patrullas d e control.
d a d o s , y G a r y y yo s u b i m o s al helicóptero. Seguimos a otros tres helicópteros treinta millas hasta D a k T o ,
D e vuelta en el C a m p o d e G o l f , salimos del circuito y dimos s e p a r a d o s , y volamos al o e s t e , hacia una de n u e s t r a s patrullas.
vueltas a l r e d e d o r d e la división p a r a volver a e n t r a r en el tráfico Nos d e t u v i m o s p a r a q u e los soldados d e s e m b a r c a r a n los re-
p o r el sector d e viento en cola. Los chicos o b s e r v a b a n extasia- cipientes con comida caliente. U n s a r g e n t o se acercó y nos in-
dos. El q u e e s t a b a en el suelo tocó al o t r o y a p u n t ó hacia algo. vitó a compartir el d e s a y u n o . Lo hicimos. H u e v o s revueltos re-
A m b o s rieron. calentados y calientes, bacon, tostadas de pan blanco y café.
G a r y c o m u n i c ó a la t o r r e d e control q u e nos dirigíamos a la N o s s e n t a m o s en la cabina trasera del H u e y y c o m i m o s en si-
cárcel, y nos d i j e r o n q u e v o l á r a m o s en dirección de la fila tres, lencio. La b r u m a se estaba disipando y las oscuras s o m b r a s se
m á s allá d e la m i s m a . C r u z a m o s el p e r í m e t r o n o r t e , los barra- hacían más altas, d e s c u b r i e n d o las m o n t a ñ a s .
cones d e la t r o p a , los e m p l a z a m i e n t o s d e las piezas, la instala-
ción del r a d a r a n t i m o r t e r o , la p l a t a f o r m a de los Skycrane y la
larga hilera d e H u e y s . M á s allá del h e l i p u e r t o , v o l a m o s s o b r e " ¿ C ó m o p u e d e u n a guerrilla t r a t a r d e
las c i u d a d e s d e t i e n d a s hasta un c a m p o . luchar c o n t r a un ejército q u e p u e d e
D o s g u a r d i a s se a c e r c a r o n p a r a llevarse a los prisioneros. Los
e s t a r e n c u a l q u i e r p a r t e y en c u a l q u i e r
m u c h a c h o s saltaron s o n r i e n d o y c a m i n a r o n a d o n d e les habían
indicado. C i n c o o seis prisioneros c a m i n a b a n d a n d o vueltas momento?"
b a j o el t e c h o d e a l a m b r a d a d e tres pies d e alto de la jaula. U n o
d e ellos l l a m ó a los chicos. Le s a l u d a r o n . N o parecía un lugar El j e f e de la sección, un delgado teniente s e g u n d o , se nos acercó
o p o r t u n o p a r a pasar el r a t o , p e r o , c o m o ya nos habían dicho, y nos pegó el rollo d u r a n t e un rato.
n a d i e se q u e d a b a a q u í d u r a n t e m u c h o t i e m p o . "¿Han encontrado algo?", preguntó Riker.
" D e s p u é s d e i n t e r r o g a r l o s , los m a n d a m o s de vuelta a sus ca- " A l g u n o s viejos c a m p a m e n t o s . " El t e n i e n t e se p a l p ó la ca-
sas o se los e n t r e g a m o s al E j é r c i t o survietnamita. E s o s dos pe- misa en busca de cigarrillos. Le ofrecí un Pall Malí.
q u e ñ o s j o d i d o s serán e n v i a d o s , p r o b a b l e m e n t e , a sus casas", "Gracias."
d i j o el s a r g e n t o r e s p o n s a b l e . " H e m o s oído que los vietcong n o quieren c o m b a t i r con la Ca-
D e n u e v o en el aire, tuve la sensación de q u e nos habían en- ballería."
g a ñ a d o . P o r m e d i o d e aquellos chicos, el Vietcong, que n o tenía " N o los culpo, ¿y u s t e d ? " , d i j o el teniente. " C a d a vez q u e lo
siquiera un a v i ó n , había p o d i d o realizar una inspección a é r e a h a c e n , les t e n e m o s que cascar la m i e r d a " .
c o m p l e t a d e t o d a s las instalaciones del 1.° d e Caballería. Sí, por lo m e n o s mientras tuviéramos helicópteros, P h a n t o m
E s c u p í s a n g r e . H a b í a d e j a d o de f u m a r y a h o r a m e ponía el y b o m b a r d e r o s B-52, pensé. Y dije: " P r o b a b l e m e n t e la guerra
t a b a c o d e n t r o d e las m a n d í b u l a s . M e senté d e t r á s de una mesa está a p u n t o de t e r m i n a r . "
en la d e s o r d e n a d a t i e n d a , t r a t a n d o d e averiguar c ó m o p o n e r en " P o s i b l e m e n t e . H a b l a n t o d o el t i e m p o acerca d e negociacio-
o r d e n esa gran pila d e p a p e l e s q u e f o r m a b a n p a r t e de un in- nes d e paz. J o h n s o n los tiene arrinconados en el n o r t e , y no-
f o r m e s o b r e un a c c i d e n t e . Mi t r a b a j o , d e s d e que había cogido sotros los estamos e m p u j a n d o aquí a b a j o . D e b e n darse c u e n t a
u n a f e a g r i p e , e r a el d e actuar d e escribiente en el d e p a r t a m e n t o de que no p u e d e n v e n c e r . "
de accidentes. L a c o m p a ñ í a estaba f u e r a , t r a b a j a n d o en la zona "Sí", d i j o Riker. " N o veo c u á n t o más p o d r á n a g u a n t a r estos
local, p e r o los r u m o r e s a p u n t a b a n a q u e nos iban a enviar a la p e q u e ñ o s jodidos. M c N a m a r a afirma q u e e s t a r e m o s f u e r a d e
G r a n j a de P a v o s en un par de días. aquí en m e n o s de un a ñ o . Hay quien dice q u e es posible q u e ni
T e n í a s e n t i m i e n t o s c o n t r a p u e s t o s . Este t r a b a j o m e m a n t e n í a siquiera sirvamos el p e r í o d o c o m p l e t o , q u e t o d o podría termi-
en la s e g u r i d a d del c a m p o , p e r o e r a d u r o a c e p t a r que se me n a r así de r á p i d o . "
d e j a r a a t r á s , n o i m p o r t a cuál f u e r a la r a z ó n . ¡ Q u é emoción más " P o s i b l e m e n t e " , d i j o el t e n i e n t e . " P o r fin s a b e m o s q u e con-
e s t ú p i d a ! E r a m e j o r dedicarse a esa m o n t a ñ a de papeles q u e trolamos D a k T o . "
estar allá a f u e r a , v o l a n d o . E n t o n c e s , ¿por q u é me sentía tan " T e n e m o s un c o m p a ñ e r o en la c o m p a ñ í a , W e n d a l l , que dice
m a l ? ¿ Q u é es lo q u e soy? ¿ U n a m a r m o t a ? R e l á j a t e y t ó m a t e l o q u e eso es lo q u e hicieron con los f r a n c e s e s " , c o m e n t é .
con calma m i e n t r a s p u e d a s . " ¿ Q u e hicieron q u é ? " , p r e g u n t ó el t e n i e n t e .
Mis diez días en tierra p a r e c í a n interminables. N u e s t r o ba- "Les hicieron creer que estaban g a n a n d o , les d e j a r o n m o n t a r
tallón se p a s ó dos días m á s en la G r a n j a d e Pavos a n t e s d e hacer c a m p a m e n t o s y luego ¡bam!"
el e q u i p a j e en dirección a K o n t u m . " E s t a guerra es t o t a l m e n t e d i f e r e n t e . " El t e n i e n t e escondió
E n c o n t r a m o s u n o s v i e j o s b a r r a c o n e s franceses q u e los viet- su cigarrillo. " L o s franceses n o se podían desenvolver c o m o lo
n a m i t a s e s t a b a n utilizando c o m o establos y corrales d e aves. h a c e m o s n o s o t r o s . " P a t e ó el piso del H u e y y dijo: " M á q u i n a s
T r a s un h a r t ó n de limpiar, aquello se convirtió en el C a m p o c o m o ésta son la diferencia. ¿ C ó m o p u e d e una guerrilla tratar
K o n t u m . C a d a m a ñ a n a veía al m é d i c o d e la u n i d a d , y cada ma- de luchar c o n t r a un ejército q u e p u e d e estar en cualquier p a r t e
ñ a n a seguía t o m a n d o mis m e d i c a m e n t o s , p e r o n o p o d í a volar. y en cualquier m o m e n t o ? "
Por f i n , d e s p u é s de dos días en K o n t u m , r e c u p e r é el estatus " E n eso sí q u e le doy la r a z ó n " , admití. " W e n d a l l se rinde
d e v u e l o . R i k e r y yo f u i m o s destinados a volar j u n t o s . M i e n t r a s fácilmente."
49
bes. Pasada una oscura h o n d o n a d a , apareció a n t e nuestra vista
una r o j a pista de a t e r r i z a j e , recién p r e p a r a d a , a b a j o en el valle.
N u e v a s c a b a ñ a s con techos delgados se protegían con sacos de
a r e n a , a m o d o de p a r e d e s . B i e n v e n i d o al h o g a r , pensé.
P e q u e ñ o s soldados survietnamitas con los fusiles en b a n d o -
lera sacaron a t o d a prisa a los r e f u g i a d o s de los helicópteros.
U n a m a d r e a t e m o r i z a d a m i r ó hacia atrás, hacia dos niños pe-
q u e ñ o s . U n o de los niños gritó llorando. Su m a d r e lo cogió rá-
p i d a m e n t e y lo sentó en sus rodillas. Se asió de su blusa, con
firmeza, mientras ella se a g a c h a b a e l u d i e n d o nuestros r o t o r e s y
se o c u p a b a de sus cosas.
La observé mientras nos íbamos. Se hacía m á s p e q u e ñ a a me-
dida q u e ascendíamos. P r o n t o se convirtió sólo en una m e m o -
ria, c o n f u s a y a t e m o r i z a d a , sola y lejos del antiguo hogar fa-
miliar. E n ese m o m e n t o odié a los comunistas y sentí vergüenza
de ser n o r t e a m e r i c a n o . P e r o siempre m e acusaba de ser un sen-
timental.
C o n t i n u a m o s r e a s e n t a n d o refugiados d u r a n t e t o d o el día si-
guiente. Se suponía que t e n í a m o s q u e t e r m i n a r nuestra tarea en
el valle de la D r a n g p a r a p o d e r volver a casa, al C a m p o de Golf.
Sin e m b a r g o , al a t a r d e c e r , todavía e s t á b a m o s d e j a n d o la última
carga de gente en u n o de los nuevos p o b l a d o s .
Veinte helicópteros aterrizaron en una verde colina en p l e n o
crepúsculo. A q u e l l o era un c a m p a m e n t o provisional del
A R V N . Nos p r e p a r a r o n dos grandes tiendas.
C
UCJ
Q-
CL " N o l l e v a b a c a s c o . Ni a r m a s . P e n s é en
O
O-
mi e s t u p i d e z y m e t r a g u é u n a s l á g r i m a s .
A R R I B A : Hombres de la Caballería Aérea custodian los ¡Silencio! Un insecto s e p o s ó en mi
cuerpos de sus camaradas muertos mientras esperan ser
mejilla. O í un a p a g a d o plam y un pop."
evacuados desde la zona de Plei Me, tras una noche de duros
combates.
Riker y yo llevamos nuestros sacos de dormir a las tiendas. In-
" E n f i n , vuelvo al t r a b a j o . T ó m e n s e l o con c a l m a " , d i j o el te- flamos los colchones a la luz d e las linternas.
n i e n t e , y se dirigió hacia sus h o m b r e s . "Phillips, q u e carguen La cena consistió en raciones C a b o r d o de los helicópteros.
esas c a j a s d e c o m i d a en el H u e y . " Riker y Resler se s e n t a r o n en el piso, c o m i e n d o de las latas,
¿ Y a h o r a q u é ? " , le p r e g u n t é a R i k e r . mientras yo utilizaba el abridor p a r a abrir una lata d e pollo.
U<
Se s u p o n e q u e t e n e m o s q u e regresar, soltar t o d o e s t o y lue- E s t a b a tirando de la lengüeta c u a n d o el silencio fue i n t e r r u m -
g o llevar u n o s r e f u g i a d o s a vete a saber d ó n d e . " pido p o r un f u e r t e ruido, ¡Blam!, y luego e m p e z ó a s o n a r una
P i j a m a s negros, s o m b r e r o s cónicos, cerdos e n c e r r a d o s en ca- c a m p a n a . La c a m p a n a estaba d e n t r o de mi cabeza. N a d i e había
n a s t a s , pollos q u e o b s e r v a b a n con sus pescuezos a un lado y al d a d o la voz de alarma: m o r t e r o s . Las latas cayeron en la cu-
o t r o , n i ñ o s d e o j o s abiertos, o t r o s l l o r a n d o , p a q u e t e s de arroz, bierta y las s o m b r a s lo cubrieron t o d o . A r r o j é mi lata y corrí
l e ñ a y c a j a s e m b a l a d a s q u e n o se d e s p l a z a b a n sólo gracias a la hacia un hoyo q u e había visto al aterrizar. E s t a b a a sólo cinco
f e , t o d o e s o e n t r a b a en el H u e y . o seis m e t r o s . ¡Blam! Vi el brillante estallido del proyectil al
" Q u é combinación", refunfuñó Riker. U n cerdo empezó a explosionar a unos cien m e t r o s . Ya en el suelo, me a r r a s t r é el
chillar c u a n d o la t u r b i n a se p u s o en m a r c h a . M e volví y o b s e r v é resto del c a m i n o hasta el h o y o . ¡Blam! E s t a b a o c u p a d o p o r dos
q u e u n a j o v e n m a d r e , con la cara d e su b e b é a p r e t a d a contra m i e m b r o s d e la tripulación del helicóptero q u e se hallaba f r e n t e
su p e c h o , nos m i r a b a . L e hice un gesto y sonreí. Hizo un gesto al nuestro. ¡Blam! ¡Blam! ¡Maldita sea! ¿ D ó n d e se s u p o n e q u e
y m e devolvió la sonrisa. D i o s , e s t a b a n m u e r t o s de m i e d o , pen- estoy? M e levanté y corrí a la p a r t e trasera del helicóptero. El
sé. ¿ C ó m o m e sentiría yo si u n o s e x t r a n j e r o s hacían q u e yo y helicóptero e r a mi salvación. Siempre me sacaba d e a p u r o s .
mi familia nos t u v i é s e m o s q u e s e n t a r en una e x t r a ñ a postura ¡Blam! Mi s o m b r a se p r o y e c t a b a contra el negro rótulo " U S
p a r a volar d e s d e mi h o g a r a quién sabe d ó n d e ? A R M Y " pintado en la cola. Me a r r o j é al suelo y me arrastré
" G a n a r sus c o r a z o n e s y sus m e n t e s " , d i j e . hasta d e b a j o del a p a r a t o . Mi h o m b r o t o p ó con la espita del dre-
" ¡ S e r á s i n g e n u o ! " , se m o f ó R i k e r . n a j e de combustible. Mi m e n t e estaba en o t r o l a d o , p e r o cie-
V o l a m o s al n o r t e , p a s a n d o D a k T o hacia el cruce d e la fron- g a m e n t e me arrastraba hacia la p a r t e f r o n t a l del helicóptero,
t e r a d e C a m b o y a , L a o s y V i e t n a m . Las m o n t a ñ a s e r a n las más lejos del depósito de combustible. ¡Blam! A l c a n c é la tubería
g r a n d e s q u e h a b í a visto en t o d a mi vida. Las n u b e s b r u m o s a s que cruzaba la p a r t e f r o n t a l y me d e t u v e . "¡Maldita s e a ! " , grité.
a l f o m b r a b a n este h ú m e d o y v e r d e m u n d o . " ¡ H i j o s de p u t a ! " L u e g o m e di cuenta de que el H u e y era sólo
N o s m a n t u v i m o s e n n u e s t r a posición, e n t r e diez helicópteros, aluminio d e l g a d o , magnesio, plexiglás y combustible, y si lo al-
m i e n t r a s la f o r m a c i ó n p a s a b a p o r los valles p a r a evitar las nu- c a n z a b a n yo me fundiría con él. " ¡ A l é j a t e del helicóptero, es-
50
C A P Í T U L O 3 EL BLUES DEL " C O R T O '
t ú p i d o ! " , m e dije a mí mismo. M e arrastré por la h i e r b a , apren- " ¿ I T O ? " ( I n s t r u m e n t T a k e Off: despegue instrumental).
t a n d o la nariz c o n t r a el h ú m e d o suelo; mi nariz era el caballo " P r o b a b l e m e n t e " , me respondió. " ¿ C u á n d o f u e la última ve
y mi cabeza el trineo. T r e s m e t r o s m á s allá, me detuve. ¡Blam! que hiciste un despegue sólo con i n s t r u m e n t o s ? "
a la d e r e c h a . N o llevaba casco. Ni armas. Pensé en mi estupidez " E n la escuela de v u e l o . "
y m e tragué u n a s lágrimas. ¡Silencio! U n insecto se posó en mi "Yo también."
m e j i l l a . Oí un a p a g a d o / p l a m ! y un ¡pop! U n a bengala voló y Farris salió de la niebla, t r a y e n d o una taza de café. "Acab<
cruzó los cielos. ¡Plam, pop, plam, pop! Las s o m b r a s del H u e y de hablar con un piloto de la F u e r z a A é r e a . Dice q u e nuestr<
f o r m a b a n intersecciones salvajes a través d e la hierba. U n a ben- valle está lleno de esta niebla, p e r o hay claros en las cumbres.'
gala nos i l u m i n ó ; luego d e s a p a r e c i ó , al caer más allá d e la cres- Movimos la cabeza. " E s p e r a r e m o s una hora a ver si se va.'
ta. El h u m o gris d e j a b a un r a s t r o loco a la luz d e las bengalas C o n t i n u ó c a m i n a n d o y desapareció.
q u e se l a n z a b a n d e s p u é s . Silencio. ¿ H a b í a n t e r m i n a d o ? Des- " ¿ D ó n d e te metiste a n o c h e ? " , p r e g u n t é a Resler.
p u é s de diez m i n u t o s d e estar e c h a d o en la hierba oí voces. "Se "Por ahí." Resler a p u n t ó hacia la tienda.
a c a b ó . ¡Jesucristo! ¡ Q u é s u e r t e q u e tengo!" M e incorporé. M e " ¿ E n la t i e n d a ? "
U"
dolía el h o m b r o , en el lugar d o n d e me había t o p a d o con la vál- No. ¿Ves esa z a n j a de ahí?"
vula d e d r e n a j e . Y o creía en Dios. R e a l m e n t e . Volví a mi he- 44
A h , sí. D e s d e luego, menos mal que lo d e j a r o n c o r r e r . "
6ll
licóptero, m e puse d e rodillas y e m p e c é a buscar en la h i e r b a Sí. U n o de estos días no se d e t e n d r á n . "
p a r a ver si podía e n c o n t r a r alguna lata d e pollo d e s h u e s a d o . U n a hora más t a r d e Farris nos dijo q u e pusiéramos nuestra:
cosas d e n t r o de los helicópteros. Él y Riker iban a despegar cor
" N a d i e p o d í a e n t e n d e r p o r q u é el otros helicópteros y quería que nosotros escuchásemos por 1Í
radio. Él nos diría hasta d ó n d e llegaba la neblina.
Vietcong o el EVN, o q u i e n q u i e r a q u e Mientras seguía a Resler, cargando mi bolsa de vuelo, me
f u e s e , h a b í a n i n t e r r u m p i d o el a t a q u e e n torcí a la izquierda: nada r a r o , salvo p o r q u e yo i n t e n t a b a ca
minar derecho. C u a n d o me l a d e é a la derecha para intenta]
e s e m o m e n t o . . . N o s h a b í a n t e n i d o a su
cambiar de dirección, me e n c o n t r é en la izquierda. N o m e sentíí
merced." m a r e a d o , sólo un t a n t o extraño. M e detuve un m i n u t o y volv
a intentarlo. Me sentía remolcado hacia un lado y el o t r o , perc
La b r u m a era tan d e n s a q u e a p e n a s podía distinguir el H u e y p u d e avanzar. C u a n d o llegué al helicóptero, la sensación habíí
d e s d e la t i e n d a . Las m o n t a ñ a s distantes q u e h a b í a m o s visto el desaparecido. M e t o q u é la cabeza. Ya estaba listo. M e senté
día a n t e r i o r ya no e s t a b a n allí. Resler se había levantado antes mientras Resler sintonizaba el canal q u e Farris había determi-
q u e y o , y p o d í a ver el amigable p a r p a d e o d e su hornillo calen- n a d o . E s c u c h á b a m o s como Farris llamaba a los helicópteros.
t a n d o u n a lata, cerca d e n u e s t r o helicóptero. M e puse a tiritar. Nos p r e g u n t ó si e s t á b a m o s a la escucha.
E r a u n a n o c h e de f r í o y d e insomnio. " R o g e r " , contestó Gary. O t r o s seis helicópteros q u e espe-
N a d i e h a b í a r e s u l t a d o h e r i d o d u r a n t e el a t a q u e . Nadie podía raban con nosotros r e s p o n d i e r o n en su t u r n o .
e n t e n d e r por q u é el Vietcong o el E V N , o quienquiera que f u e - " D e s p e g u e n sin prisas", dijo Farris. " V o l v e m o s a Kontum
se, h a b í a n i n t e r r u m p i d o el a t a q u e en ese m o m e n t o . C i e r t a m e n - para recoger soldados. Nos p u e d e n e n c o n t r a r en cualquier lugai
te, n o h a b í a sido p o r ningún c o n t r a a t a q u e de nuestra parte. Pro- a lo largo del valle q u e seguimos ayer. D e b e r e m o s estar de re-
b a b l e m e n t e se q u e d a r o n sin municiones. Si era así, p o d í a m o s greso en una h o r a . "
d a r gracias a Dios. N o s habían tenido a su m e r c e d .
" ¿ Q u i e r e s utilizar el h o r n i l l o ? " Resler sonrió desde su p u e s t o . A B A J O : Operando en una misión de reavituallamiento, un
Sacó azúcar de un t r o z o d e papel. El café olía a vida. Huey posado en la cubierta de un portaaviones es cargado con
"Sí, gracias." M e a p o y é c o n t r a el b o r d e d e la cabina trasera municiones. Tras ochenta y cuatro comprobaciones de
y a r r a s t r é la ración C hasta d e j a r l a encima. prevuelo, estará dispuesto para el despegue.
u
D é j a m e adivinar. ¿ H u e v o s revueltos y b a c o n ? "
P o r s u p u e s t o . E s la h o r a del d e s a y u n o , ¿ v e r d a d ? "
U.
C r e o q u e tú e r e s el único en toda la c o m p a ñ í a q u e come esta
mierda."
" M á s p a r a m í . " T o m é una lata de la c a j a y un sobre de café.
Puse un p o c o d e agua en el recipiente d e Resler y lo dejé en el
hornillo. M i e n t r a s las llamas absorbían la h u m e d a d de la parte
e x t e r n a del recipiente, a b r í la lata. D e n t r o había el familiar hue-
vo a m a r i l l o v e r d o s o con algunos trozos d e b a c o n t o s t a d o . M e lo
t o m é así, frío. R e s l e r puso cara d e asco. M e t í la cuchara, s a q u é
o t r o t r o z o y, a c e r c á n d o s e l o , le dije: " ¿ Q u i e r e s un p o c o ? "
" Y o no c o m o esa p o r q u e r í a " , contestó.
S i e m p r e r e p e t í a m o s esta rutina. E r a n u e s t r o rito matinal.
U'
N u n c a h e visto u n a neblina igual", observé.
E s v e r d a d . " M i r ó su reloj. " Y a son las siete y parece q u e
44'
" A s í es. Soy un t r a n s f e r i d o de la C a b a l l e r í a . " " G r a c i a s " , contesté. V i n i e n d o de él, era una v e r d a d e r a feli-
" ¿ D e v e r d a d ? " , d i j o S t o d d a r d . " ¿ D e la Caballería? E s o sí citación.
q u e es un e q u i p o . " A s e n t í con la cabeza y dije: " ¿ P u e d o d e j a r "Si vuelas igual d e bien m a ñ a n a , te p r o p o n d r é p a r a j e f e de
mi e q u i p a j e a q u í ? " aparato."
" P o r s u p u e s t o " , d i j o S t o d d a r d . T i r é mi bolsa contra la p a r e d El día siguiente e r a también el último de los P r o s p e c t o r s en
d e tela y m e senté s o b r e ella. M o n k siguió h o j e a n d o sus revistas. N h o n C o . Así q u e al final de o t r o día de plena actividad, vo-
C o p i a s m a n o s e a d a s d e Barras y Estrellas, Newsweek, Time y lamos d i r e c t a m e n t e de regreso a Phan R a n g . O t r o s helicópteros
o t r a s p u b l i c a c i o n e s se a m o n t o n a b a n en medio de la suciedad t r a j e r o n las tiendas y los equipos. Volé bien, y tal c o m o había
a l r e d e d o r d e su c a m a . C o r t a b a cada una con las tijeras suizas p r o m e t i d o , D e a c o n certificó q u e yo e r a un jefe de helicóptero
del E j é r c i t o y las e x t e n d í a en fichas p a r a e n c o n t r a r l e s el lugar cualificado. C a m i n o de la zona de la c o m p a ñ í a , D e a c o n m e d i j o
adecuado. que R i n g k n o c k e r estaba p r e p a r a n d o una gran fiesta.
" ¿ E r e s e s c r i t o r ? " , le p r e g u n t é . " R a r a vez t e n e m o s un descanso c o m o éste; e s t a r e m o s aquí
" N o , aún n o " , d i j o M o n k . "Sólo estoy recopilando material. c u a t r o días. A R i n g k n o c k e r le agrada ver c ó m o sus h o m b r e s lo
A l g ú n d í a " , c o m e n t ó , e v i t a n d o a p a r e n t e m e n t e tocar el t e m a . pasan bien. Y o enrollaría la c a m a si f u e r a t ú " , d i j o E a c o n .
" B u e n o , b u e n o , b u e n o . M i r a quién está a q u í " , d i j o una voz " ¿ E n r o l l a r la c a m a ? "
d e s d e la e n t r a d a d e la tienda. "Sí, enrolla el colchón y á t a l o . "
"¡Wolfe!", exclamé. "¿Por qué?"
" ¡ V a y a , M a s ó n , q u é m e m o r i a ! " A m b o s nos e c h a m o s a reír. " Y a lo verás."
W o l f e e r a un a n t i g u o condiscípulo.
" N o sabía q u e e s t a b a s con los P r o s p e c t o r s " , le dije.
" Y o h e sido u n o d e los t o n t o s q u e ha l e v a n t a d o este cam- "Se d e t u v o y alguien a b r i ó la p u e r t a
p a m e n t o . E s t a b a f u e r a c u a n d o llegaste." t r a s e r a . Dentro h a b í a , p o r lo m e n o s ,
" B u e n o , elegiste un b o n i t o l u g a r . "
"Gracias."
una d o c e n a d e sonrientes m u c h a c h a s
M o n k parecía irritado p o r la intrusión de W o l f e . Sacó una vietnamitas."
b a n d a de g o m a d e su m u ñ e c a y la p u s o en la c a j a de zapatos.
L u e g o se l e v a n t ó y p a s ó al lado de W o l f e sin decir una p a l a b r a .
W o l f e le ignoró. A p a r e n t e m e n t e n o se llevaban bien. E r a n las n u e v e de la noche y la fiesta estaba en su a p o g e o .
W o l f e y yo h a b l a m o s d u r a n t e un r a t o . H a b í a llegado hacía "¡Ya vienen!", gritó Sky King. T o d o s d e j a r o n de hablar. Po-
un m e s . E s t a b a i m p r e s i o n a d o d e q u e tan sólo m e faltaran dos día oír una sirena ululando en la distancia.
m e s e s p a r a q u e m e licenciaran. Le d i j e q u e a n t e s había e s t a d o " ¿ H a s enrollado tu c a m a ? " , me d i j o D e a c o n .
en la C a b a l l e r í a y q u e r e c i e n t e m e n t e había c o n v e r s a d o con al- "Sí..."
g u n o s c o m p a ñ e r o s c o m u n e s acerca d e K o n t u m . C o m p a r t i m o s "Chico listo", d i j o .
los r u m o r e s s o b r e las vicisitudes del resto del curso y estuvimos " ¿ Q u i é n llega?", p r e g u n t é .
d e a c u e r d o en q u e p r o b a b l e m e n t e la m a y o r p a r t e d e ellos estaba "Las chicas, p o r s u p u e s t o . "
en algún lugar d e N a m . Alguien nos llamó p a r a decirnos q u e La sirena se hizo más estridente, luego p a r ó . Alguien dijo:
e r a la h o r a de c o m e r y S t o o p y , a quien él había ignorado p o r " A p o r ellas". Con la luz que brillaba a través de las v e n t a n a s
c o m p l e t o , salió f u e r a . C u a n d o salimos nosotros, vimos a M o n k p u d e ver la p a r t e trasera de una ambulancia del E j é r c i t o diri-
c a m i n a n d o en equilibrio en una p e q u e ñ a d u n a d e a r e n a . giéndose hacia la puerta abierta. Se d e t u v o y alguien a b r i ó la
"Parece muy hábil", dije mientras caminábamos. p u e r t a trasera. D e n t r o había, por lo m e n o s , una d o c e n a de son-
" E s t e tío es un c r e t i n o " , d e j ó ir W o l f e con ironía. rientes m u c h a c h a s vietnamitas. T o d o s los Porspectors estaban
de pie, a p l a u d i e n d o , silbando, mientras las j ó v e n e s e r a n ayu-
dadas a salir de la a m b u l a n c i a .
"Al final d e o t r o día d e p l e n a a c t i v i d a d ,
Es difícil explicar lo q u e pasó d e s p u é s , e x c e p t o q u e una vez
volamos directamente de regreso a q u e las m u j e r e s e n t r a r o n al club e m p e z a r o n a d e s a p a r e c e r . Los
Phan Rang. O t r o s helicópteros trajeron h o m b r e s salían corriendo con ellas p o r la p u e r t a , hacia la n o c h e .
T o d o sucedió en cuestión de minutos. M e fui al b a r , con la boca
las t i e n d a s y los e q u i p o s . " abierta. ¿ H a b í a visto una a m b u l a n c i a , y de ella había b a j a d o un
tropel de prostitutas, y ya habían d e s a p a r e c i d o ?
A la m a ñ a n a siguiente yo e s t a b a d e vuelta en el asiento de un " T o d o esto me parece un poco irregular", m a n i f e s t é .
H u e y . El j e f e del a p a r a t o e r a el j e f e de la sección, D e a c o n . " O y e , es nuestra a m b u l a n c i a " , d i j o el médico.
E f e c t u a m o s tres misiones locales, salidas d e un solo helicóptero. "Si esto hubiera sucedido en la Caballería, a c a b a r í a m o s ante
D e a c o n m e d e j ó hacer t o d o el vuelo. Esa m a ñ a n a , en cuatro un c o n s e j o de g u e r r a " , dije m i e n t r a s movía la c a b e z a , asom-
h o r a s , aterricé en un claro tan p e q u e ñ o que tuve q u e b a j a r en brado.
e s t a c i o n a r i o , y t a m b i é n m e posé en un estrecho pináculo, llevé " F u n c i o n a m u y b i e n " , d i j o el médico. " L o s guardias d e se-
dos cargas q u e e r a n tan p e s a d a s q u e tuve q u e d e s p e g a r t o m a n d o guridad nunca p a r a n a una ambulancia. E s el m e j o r asunto q u e
c a r r e r a , y f i n a l m e n t e me r e u n í con o t r o s tres helicópteros en hemos hecho."
u n a f o r m a c i ó n d e vuelta al p u n t o de p a r t i d a . M e habían exa- " ¿ O s habéis agenciado una a m b u l a n c i a ? "
minado a fondo. "Sí, R i n g k n o c k e r consiguió una a m b u l a n c i a y un j e e p a cam-
" M u y b u e n v u e l o " , d i j o D e a c o n d e s d e el asiento izquierdo, bio de un H u e y . "
mientras yo aterrizaba detrás de otro Huey. " ¿ P o r un H u e y ? " , moví la cabeza.
54
C A P Í T U L O 3 EL BLUES DEL " C O R T O
56
C A P Í T U L O 3 E L BLUES DEL " C O R T C
58
" R o g e r " , replicó Niven. A R R I B A : Nubes de polvo se elevan cuando un Huey de la
V o l v i m o s f r u s t r a d o s . La tensión estaba a u m e n t a n d o . Y o ha- Caballería Aérea se posa cerca de Tay Ninh.
bía b u s c a d o un p u n t o y n o p u d e ver n i n g u n o p a r a hacer una
a p r o x i m a c i ó n segura. La c o m p a ñ í a e s t a b a a t r a p a d a en un pe- Así que me desplacé s u a v e m e n t e en dirección al montículo.
q u e ñ o m o n t í c u l o , c u b i e r t o p o r árboles y r o d e a d o de t e r r e n o s Sabía que las copas de los árboles eran más claras q u e la colina
e l e v a d o s . Si el E V N seguía allí c u a n d o volviéramos, n o podría- d e atrás. Delta Seis envió un m e n s a j e q u e m e s o n ó c o m o si es-
mos hacer nada. tuviéramos en nuestro curso. H a b í a t o m a d o la s o m b r a correcta.
A t e r r i c é en el cuartel general d e la c o m p a ñ í a . Faltaban dos " E s t á s cerca", d i j o Delta Seis. "Sigue a v a n z a n d o , d e s p a c i o . "
h o r a s p a r a el a n o c h e c e r . C o m i m o s y a g u a r d a m o s . C u a n d o el helicóptero d e t u v o su vuelo y pasó a estacionario,
N o h a b í a luna c u a n d o d e s p e g a m o s , y el cielo estaba muy os- la carga se hizo evidente. Las t e n u e s luces de los instrumentos
c u r o . T r a s un vuelo de diez m i n u t o s s o b r e el valle, desconecté m o s t r a r o n que estaba e m p l e a n d o la m á x i m a potencia d e esta-
las luces d e posición e inicié el descenso. M i e n t r a s b a j á b a m o s , cionario. Nos impulsamos hacia a d e l a n t e , seis pies por encima
las c u m b r e s d e las m o n t a ñ a s , más oscuras que la n o c h e , nos de los árboles, siguiendo las señales de D e l t a Seis.
p a s a b a n r o z a n d o . Utilizaba los c o n t o r n o s del valle y las colinas Delta Seis comunicó: " H e m o s oído unos d i s p a r o s . " O b s e r v é
q u e ya c o n o c í a tras dos s e m a n a s d e vuelos. fogonazos de la m o n t a ñ a q u e t e n í a m o s f r e n t e a nosotros.
59
C A P Í T U L O 3 EL BLUES DEL " C O R T O "
E n n u e s t r a salida t o p é con o t r o á r b o l , r e b o t é cerca del ba- m a r c a b a el límite occidental de la zona de b o m b a r d e o . Las pe-
r r a n c o y a c e l e r é . Diez m i n u t o s m á s t a r d e e s t á b a m o s de regreso lículas de b o m b a r d e o s , y especialmente las d e b o m b a r d e o s gi-
e n el cuartel g e n e r a l , d o n d e f u i m o s felicitados p o r h a b e r sal- gantes, despiertan siempre un gran interés, c o m o t o d o el m u n d o
v a d o t a n t a s vidas. D e l t a Seis y sus h o m b r e s habían disparado sabe.
sus últimos c a r t u c h o s p a r a p r o p o r c i o n a r n o s c o b e r t u r a . Las nubes cubrieron el valle, e s c o n d i e n d o las c u m b r e s de las
A la m a ñ a n a siguiente, D e l t a Seis había logrado rechazar al m o n t a ñ a s . Sky King y yo volamos un poco nerviosos, a 500 pies
E V N y un C h i n o o k s u s p e n d i d o s o b r e el p u n t o recogió a los he- sobre la c a r r e t e r a . Nos habían a s e g u r a d o que la F u e r z a A é r e a
ridos. O t r o C h i n o o k rescató a los últimos supervivientes, j u n t o n o fallaría, que era p r á c t i c a m e n t e imposible q u e f u é r a m o s to-
con los m u e r t o s . cados por una b o m b a p e r d i d a . P e r o t o d o eso son f o r m a l i s m o s
L a 101. a e s t a b a llevando a c a b o la acción q u e había progra- cuarteleros. La Fuerza A é r e a yerra, y m u c h o .
m a d o . D e s a f o r t u n a d a m e n t e , el t e r r i t o r i o seguía en p o d e r del En el m o m e n t o exacto en el q u e las b o m b a s tenían q u e im-
e n e m i g o . E n algunas z o n a s d e a t e r r i z a j e q u e los soldados ha- p a c t a r , lo hicieron. Justo a c a b a b a d e volverme, e n f i l a n d o hacia
b í a n a b i e r t o en las e s t r i b a c i o n e s , los t o c o n e s estaban tan pró- la c a r r e t e r a , c u a n d o o b s e r v a m o s q u e en las estribaciones de las
x i m o s e n t r e sí q u e e r a difícil e n c a j a r los patines e n t r e ellos. colinas se d e s a t a b a la acción. Los anillos de las o n d a s de c h o q u e
N u e s t r a s t r o p a s q u e p a t r u l l a b a n p o r la maleza a c a b a b a n extra- eran c l a r a m e n t e visibles en el aire, y e m p e z a r o n a e x p a n d i r s e ,
v i á n d o s e . Los j e f e s i n f o r m a b a n c o n s t a n t e m e n t e acerca de h o m - de improviso, sobre la superficie. A l g u n a s zonas en las m o n -
b r e s d e s a p a r e c i d o s e n acción, q u e en realidad se habían per- t a ñ a s boscosas q u e d a r o n devastadas en un instante. Las b o m b a s
d i d o : n o se p o d í a ver a un h o m b r e más allá de tres m e t r o s . de mil libras caían en una rápida sucesión sistemática y devas-
M i e n t r a s c o m b a t í a n en la selva, el E V N los hostigaba, los ata- t a d o r a , e x p l o t a n d o a lo largo de las crestas, en los b a r r a n c o s ,
c a b a y a l g u n a s veces caía s o b r e ellos. C u a n d o las secciones y las contra las estribaciones. El plan de destrucción había c o m e n -
c o m p a ñ í a s se e n c o n t r a b a n b a j o un f u e r t e a t a q u e , las unidades z a d o a través del valle d o n d e nos e n c o n t r á b a m o s y se aproxi-
d e rescate e nv i a d a s p a r a a y u d a r l o s se p e r d í a n y se veían rodea- m a b a cada vez más. En algún lugar, a 30 000 pies de altitud,
d a s p o r el e n e m i g o . D u r a n t e días, la 101. a había p e r d i d o uni- sobre el techo de n u b e s , algunas b u e n a s tripulaciones de b o m -
d a d e s b u s c a n d o o t r a s u n i d a d e s p e r d i d a s . E r a una confusión to- b a r d e r o s estaban d e j a n d o caer las b o m b a s en las á r e a s desig-
tal. Y en m e d i o de esta confusión m u r i e r o n m u c h o s h o m b r e s . nadas. Charlie se estaría convirtiendo en una h a m b u r g u e s a .
E n estas c o n d i c i o n e s , n u e s t r o s helicópteros resultaban los
m e n o s eficaces en a y u d a r a los soldados. V o l á b a m o s en busca
"Los p e q u e ñ o s b a s t a r d o s amarillos
d e h o m b r e s q u e i m p l o r a b a n auxilio p o r la radio, p e r o que que-
d a b a n t o t a l m e n t e ocultos p o r la jungla. U n a c o m p a ñ í a que tra- habían huido d e m o s t r a n d o q u e no
t a m o s de salvar se e v a p o r ó p o r c o m p l e t o c u a n d o v o l á b a m o s so- tenían ni el m á s mínimo r e s p e t o p o r
b r e las c o p a s de los á r b o l e s i n t e n t a d o localizarla. Su radio se
q u e d ó en silencio, y ellos ya n o estaban allí.
nuestra superior tecnología."
61
CAPÍTULO 3 EL BLUES DEL " C O R T O "
62
C A P Í T U L O 3 EL BLUES DEL " C O R T O '
rr
\\
r %
l
V
m -A
63
A R R I B A : Después de acabada la guerra. Desguazados como tors se ponían en acción. M e giré y me fui. Si n o me d a b a prisa,
repuestos, sus días de vuelo terminados, estos helicópteros se retrasaría la misión. C o r r í p o r la a r e n a . A u n o s cien m e t r o s ,
Huey permanecen como reliquias en la base área de Tan San el helicóptero d e vanguardia d e s p e g ó . Q u é jodido. Agité los
Nhut. brazos. " H e y , e s p e r a d m e . ¡Sólo hay un piloto en mi helicóp-
tero!" Corrí lo más r á p i d o que p u d e . L u e g o d e s p e g ó t o d a la
escuadrilla. M e q u e d é de pie, en la a r e n a , o b s e r v a n d o el vuelo
c o m p a ñ e r o ) . H a b í a e s t a d o o b s e r v á n d o m e m i e n t r a s hacía la re- de los H u e y q u e se dirigían hacia el oeste, c o m p l e m e n t e con-
visión. fuso. U n j e e p , en el q u e n o me había f i j a d o , se acercó desde la
" N o , lo t e n g o t o d o . " pista. El c h ó f e r se d e t u v o j u n t o a mí. " ¿ L e apetece dar un pa-
" E s t o es r e a l m e n t e e x c i t a n t e " , d i j o Fisher. seo, s e ñ o r ? " El chófer era el o r d e n a n z a q u e me había d a d o el
"Sí, es m u y e x c i t a n t e . " C r e t i n o . O d i a b a a Fisher c u a n d o de- m e n s a j e . T o d o mi e q u i p o de vuelo estaba en el j e e p . Subí.
cía e s o . ¿ E x c i t a n t e ? E x c i t a n t e es un p a r t i d o de béisbol. ¿ E s ex- " ¿ Q u é diablos está p a s a n d o aquí? ¿ D ó n d e está el c o m a n d a n -
c i t a n t e m o r i r ? ¡Imbécil! E s p é r a t e un par d e m e s e s y dime luego te R a m ó n ? "
si es excitante o no. "El c o m a n d a n t e R a m ó n está v o l a n d o en su h e l i c ó p t e r o ,
Fisher subió hasta la cabeza del rotor y yo revisé la célula. señor."
C u a n d o abrí la r a d i o , una o r d e n me indicó: " L e reclaman en la E v i d e n t e m e n t e , yo n o e r a el único en creer q u e necesitaba
tienda de operaciones, señor." un descanso.
"¿Para qué?" Al día siguiente, 10 d e agosto, me llamaron a la tienda de
" N o lo sé, s e ñ o r . El c o m a n d a n t e R a m ó n m e encargó q u e le o p e r a c i o n e s y me dieron nuevas ó r d e n e s . T e n í a q u e v i a j a r a
d i j e r a q u e tiene algo p a r a usted en la t i e n d a d e o p e r a c i o n e s . " Saigón y t o m a r un vuelo a las once de la m a ñ a n a el día 14.
" D e a c u e r d o . " Miré a Fisher: " V u e l v o en un m o m e n t o . " Fi- Estaba emocionado.
s h e r asintió. Esa t a r d e , volaba con un H u e y , d e vuelta a Phan Rang. El
M e e n c a m i n é a la t i e n d a d e o p e r a c i o n e s . R a m ó n n o estaba helicóptero tenía que ser s o m e t i d o a una revisión, y yo t a m b i é n .
allí. " ¿ D ó n d e está el c o m a n d a n t e R a m ó n ? " , p r e g u n t é al sar- Volé a lo largo de la costa y pasé p o r el pico de una colina alta,
gento. cercana al o c é a n o . C u a n d o c r u z á b a m o s la cresta, el jefe de la
" N o lo sé, s e ñ o r . " tripulación, un chico n u e v o , me dijo: " S e ñ o r , nos están dispa-
" B u e n o , ¿y q u é q u e r í a d e m í ? " r a n d o desde la colina. ¿ L e s r e s p o n d e m o s ? "
" ¿ Q u i é n le l l a m a b a , s e ñ o r ? " ¿ L e s r e s p o n d e m o s ? N o podía creer lo q u e acababa de oír.
" R a m ó n , creo. M e d i j e r o n q u e alguien tenía algo p a r a mí. Y ¿Debemos responder?
aquí estoy. ¿ A c a s o se trata d e una b r o m a ? " " H o y n o , s a r g e n t o " , respondí. Me giré hacia Staglioni, el co-
" N o lo sé, s e ñ o r , n o se n a d a d e e s o . " piloto, y volví a repetir: " H o y n o . " Me reí t a n t o , que acabé
E s c u c h é el r u m o r d e las t u r b i n a s d e t r á s de mí. Los Prospec- llorando.
64