LOS T R E S GAUCHOS
ORIENTALES
MINISTERIO
DE INSTRUCCIN
PBLICA Y PREVISIN SOCIAL
B I B L I O T E C A
A R T I G A S
A r t . 14 de la L e y de 10 de agosto de
COMISION
EDITORA
Prof. J U A N E . P I V E L
M i n i s t r o de Instruccin
MARA
Directora
Interina
JULIA
Histrico
TRILLO
C.
GMEZ
del A r c h i v o
COLECCIN
Vol.
Nacional
ALZLA
General
DE C L S I C O S
Nacuma!
PAYS
de la Biblioteca
JUAN
Director
DEVOTO
Pblica
ARDAO
del M u s e o
DIONISIO
Director
1950
de la Nacin
URUGUAYOS
56
ANTONIO D . LUSSICH
LOS T R E S
GAUCHOS ORIENTALES
Preparacin del texto a cargo
JOS PEPRO BAUSN y BENJAMN
de
NAHUM
0 .
<
A N T O N I O
D.
L U S S I C H
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
ENEIDA
Pr'ogo
de
SAN SONE
DE
MONTEVIDEO
1964
MARTINEZ
P R O L O G O
La poesa gauchesca de Lussich es obra de juvent u d . Nuestro m a y o r poeta gauchesco realiz aquella
experiencia que tambin de una manera directa realizara Acevedo Daz y que dio a la literatura uruguaya
la estampa simblica de un Luis Mara Bern, la experiencia del joven ciudadano refinado y de buena fam i l i a que abandona las comodidades de un hogar de
desahogada posicin econmica y sufre todas las v i cisitudes del campamento, de las marchas, de los combates, en defensa de sus ms hondas convicciones.
A los veintids aos. Lussich, enrolado como soldado en las filas de Timoteo A p a r i c i o , el caudillo
blanco, que se levant en armas contra las fuerzas guhernistas de don Lorenzo Batlle, entra brusca y dramticamente en contacto con la tierra y el hombre
de su patria. E l joven Lussich encuentra a sus personajes en su escenario natural y en horas de sacrificio
y desprendimiento supremo A esa edad las impresiones se reciben con toda frescura y se graban para
siempre. Muchos aos ms tarde, en 1883. al escribir
a su editor don A n t o n i o Barreiro y Ramos, dice:
"Debo a esos pobres hijos de nuestras campaas las
expansiones ms ntimas de mis veinte aos. E n pocas luctuosas para la Repblica, he compartido sus
alegras y sus amarguras; los he acompaado en el
mejor escenario donde podan exhibirse, el campamento; he escuchado con placer sus canciones picas,
sus endechas amorosas y sus coplas burlescas e intenVII
P R O L O G O
clonadas; he gozado en sus gratas manifestaciones
de contento; he sufrido con el triste relato de sus pesare. Cuntas veces la memoria de aquellos tiempos,
me absorbe horas enteras de meditacin, complacindome en recordar los momentos pasados en compaa
de esos desheredados de la suerte, tan generosos y
\ alientes, como desgraciados y m a l correspondidos".
De Ja comprobacin lcida y conmovida de los sufrimientos del gaucho, nacen con fervorosa y f u l m i nante fuerza expresiva, los amargos versos de Los tres
gauchos orienta es. Se puede suponer que Lussich haya
compuesto algunas dcimas en el campamento pero
su tema p r i n c i p a l tiene que haberse gestado despus
de la paz de a b r i l . Si se tiene en cuenta que la obra
aparece en j u n i o de 1872, cabe a f i r m a r que se escribi en escasos dos meses, en la horas que le dejaban
libre? sus ocupaciones comerciales, segn autoconfesn del autor.
Este j u v e n i l impulso creador impregna la obra de
una frescura y vigor esenciales, pero es culpable de
muchas tosquedades de estilo y de no pocos descuidos. E l valor de la obra est precisamente en la espontaneidad de la versin de los padecimientos sufridos en la campaa revolucionaria, del m a l pago re1
1 Arztegui, a l r e f e n r s e en s u o b r a La Revolucwv
Oriental de 1870. a los v e r s i f i c a d o r e s de l a Revolucin, m e n c i o n a
las dcimas c o m p u e s t a s p o r e l j o v e n L u s s i c h , despus de t e r m i n a d a l a l u c h a , q u e un t r a s c r i b e p o r s u extensin P o r s u
p a r t e L u s s i c h , e n c a r t a d e d i c a d a a Jos Hernndez f e c h a d a
e l 14 de j u n i o de 1872, dice h a b e r ledo a l g i a n a r g e n t i n o
' alguna** p r o d u c c i o n e s m e d i t a s q u e y o haba e s c r i t o e n e l
E s t i l o E s p e c i a l q u e u s a n n u e s t r o s h o m b r e s de c a m p o " las
q u e p u d i e r o n h a b e r sido escrita*) e n e l c a m p a m e n t o
Pero
L u s s i c h , e n l a c i t a d a c a r t a a Hernndez, a f i r m a q u e e s t i m u lado por l a b u e n a a c o g i d a de su a m i g o b u s c o un tema > lo
encontr en l a Revolucin e n c a b e z a d a p o r e l g e n e r a l A p a r i c i o , " v a s t o t e a t r o d o n d e poda e x h i b i r s e c o n a m p l i t u d e l
d r a m a de l a s m u c h a s d e s g r a c i a s p o r q u e h a a t r a v e s a d o m i
infeliz p a t r i a " .
VIII
P R O L O G O
cibdo p o r los servidores de la patria, del engao sellado con la paz y la obra disolvente y nefasta de los
politiqueros.
No es el artista, es el hombre quien, apasionado y
conmovido, escucha la voz gaucha temblorosa en su
encendida protesta y la trasmite casi intacta Esto da
a la obra un valor documental en un doble sentido,
como documento histrico fidedigno v como documento literario de intencionada captacin de un estilo
ajeno. L a fidelidad, la humilde -\ ejemplar fidelidad
de Lussich a la voz potica gaucha p r i m i t i v a es u n
aspecto que debe destacarse enfticamente Ms que
Hernndez, cuvo poema magistral e-> obra de pura v
elevada creacin. Lussich sigue el v i e j o t r i l l o de la
potica gaucha tradicional que no siempre supieion
seguir H i d a l g o , Ascasubi y Aracho.
Seis meses despus de apaietido Los tres gauchos
Orientales, Hernndez, quien indudablemente al estimular a Lussich se haba autoestimulado, publica la p r i mera parte del Maitn Fien o. Esto ha dado m o t i v o
a la creacin del llamado pleito Hernndez - Lussich,
pleito o problema artificial, creado pnr la crtica, ya
que Lussich. modesto hasta la exageracin respeclo
al valor de su poesa gauchesca, noble y sincero adm i r a d o r de Hernndez, n i siquiera quiso comentar la
importancia de la primaca cronolgica de su obra
sobre la de Hernndez y dej explcita y definitiva2
2
N o s r e f i n o s u bobrmo e l A r q u i t e c t o C a r l o s L u s s i c h , q u e
a p e d i d o d e l S r G a m z a , D i r e c t o r de " L a Nacin ' de B u e n o s
A i r e s , se atrevi c i e r t a v e z , d u r a n t e u n paseo q u e r e a l i z a b a
con s u to p o r e l b o s q u e de P u n t a B a l l e n a , a i n t e r r o g a r l e
s o b r e s u p o s i b l e i n f l u e n c i a en Hernndez D o n A n t o n i o n i
s i q u i e r a d i j o u n a p a l a b r a C o n ceo adusto y c o m o f a s t i d i a d o ,
h i z o u n a m p l i o ademn de r e c h a z o , u n seorial y m u d o ' " d e jmonos de e s o " q u e n o permiti u n a n u e v a p r e g u n t a .
IX
P R O L O G O
mente sealada la admiracin que senta por su aparcero argentino en una de las ltimas dcimas de E l
matrero Luciano
Santos.
!
Slo respeto a u n amigo
q u e l e soy fiel rorno u n perro
es e l gaucho M A R T I N F I E R R O ,
y c o n orgullo Id d i g o :
yo < a b r e v i a n d o lo sigu
y s i e m p r e lo h e ile a e g u i r .
j u n t i t o s hemng de d i r
igniendo iguales destinos,
que orientales y argentinos
s i e m p r e aliaos lian de
\hir.
En octubre de 1945 el escritor aigentino Jorge Luis
Borges lev una conferencia en Montevideo sobre Poesa Gauchesca que recogi ntegramente el semanario
" M a r c h a " y que luego fue publicada por el autor, en
u n difundido l i b r o . E n esa conferencia Borges replante el problema de la p r i o r i d a d cronolgira de
Los tres gauchos orientales sobre el Martn Fierro ante
una audiencia que en su mayor parte desconoca a
Lussich como autor de poesa gauchesca y ^lo saba
de su obra de cjeador del bosque de Punta Ballena y
de su labor de salvamento martimo. La difusin dada
a la conferencia de Borges y los prestigios del orador, provocaron cierta inquieta curiosidad en muchos
de los montevideanos entre los cuales nos contamos y
fue la causa de que se gestara lenta pero efectivamen4
3 E n u n a r t i r u l o a p a r e c i d o e n m a r z o de l'iiS, E r n e s t o M o r a l e s a f i r m a q u e Hernndez provoc y recibi estmulos d e l
a u t o r de L o s Tres aauchos
otientales
y t i t u l a dicho artculo
LUSSICH
UN APARCERO D E HERNANDEZ
(Recorte sin
i n d i C d c i o n de p r o c e d e n c i a )
4 B o r g e s , Jos L u i s . Aspectos
de la literatura
gauchesca,
M o n t e v i d e o , Nmero, 1950
X
P R O L O G O
te, una revaloracin de este autor lamentablemente
olvidado por toda una genei acin de uruguayos y desconocido totalmente por o t r a .
Sin embargo, es injusto que la tan necesaria revaloracin de Lussich como poeta gauchesco se plantee sobre esta base ya que aparte del lgico estmulo
recproco y de cieitas e\entlales \ a menudo superficiales semejanzas temticas y estilsticas, las dos obras
son de tipo completamente distinto.
Es innegable eme para Hernndez la obra de Lussich fue u n estmulo y hasta es posible que un estmulo impulsor. Pero es innegable tambin que para Lussich fue un estmulo y grande, el ser escuchado y el
ser juzgado p o r Hernndez. E l hecho de que le haya
dedicado su l i b r o va habla suficientemente de su p r o funda admiracin.
Por otra parte, el Martn Fierro,
obra de alto a r t i ficio artstico, nos da el arquetipo gaucho, la visin
del gaucho como hombre universal. Los tres gauchos
orientales, humildemente ceida a la realidad viva del
gaucho nos rescata, imperfecta, enronquecida, vacilante a veces pero esticniecedoramente humana, la perdida voz del gaucho oriental.
E l p r u r i t o de honestidad crtica que hace que los
ensayistas argentinos que analizan la obra de Hernndez reconozcan (errneamente a nuestro entender I a
5
5 Hctor P e d r o B l o m b e r g y a h a b l a h e c h o hincapi e n este
a s u n t o c o n a n t e r i o r i d a d a B o r g e s Vase
"UN PRECURSOR
DE MARTIN FIERRO"
E l lancero Timoteo Aparicio
Como
nacieron " L o s tres gauchos orientales"
Antonio Lussich y
Jos Hernnde E l Titn de l a P a m p a E n " A Q U I E S T A " ,
I V , 1946,
Anteriormente Lugones en E l payador, Buenos Aires. Otero
y C a , 1916, pg 189 haba h e c h o n o t a r l a i n f l u e n c i a d e l
estmulo de L u s s i c h y h a s t a haba i n s i n u a d o l a i n f l u e n c i a
p o s i b l e d e l u r u g u a y o e n l a f o r m a estrfica a d o p t a d a p o r
Hernndez
XI
P R O L O G O
I ussich como precursor de Hernndez, al suponer u n
obligado cotejo de la obra del poeta uruguayo con la
mxima creacin de la poesa gauchesca, lleva a una
valoracin injusta de nuestro mayor poeta gauchesco.
As Borges llega a a f i r m a r - "Lussich fue. m u y precisamente precursor de Hernndez, pero si Hernndez no hubiera escrito el Martn Fierro, inspirado p o r
l. la obra de Lussich sera del todo insignificante y
apenas merecera una mencin fu saz en Ir.s historia
de la literatura uruguaya. Anotemos antes de pasar
al tema capital de nuestro l i b r o , esta paradoja, que
parece j u g a r mgicamente con el t i e m p o : Lussich crea
a Hernndez, siquiera de u n modo parcial, y es c r e a do p o r l. Menos asombrosamente, podra decirle que
los dilogos de Lussich son u n b o r r a d o r ocasional,
pero indiscutible, de la obra definitiva de Hernndez". "
^
U n anlisis objetivo permite destruir las dos a n i maciones implcitas en las palabras de Boiges.
E n p r i m e r lugar los crticos se equivocan cati unnimemente al sealar ejemplo? de influencia de Lussich en Hernndez y eso ocurre poique utilizan ediciones dp Lus-ich posteriores a la aparicin del Martin Fierro,
y no la nica que sera lcito citar en tales casos la primera edicin de Los tres
gauchos
orientales a la que el autor agreg ms dp 250 versos
v en la que i n t r o d u j o muchas modificaciones
Este hecho hace que los clebres
Fierro:
veisos
6 El "Martn
19 y 23
Columba,
Fierro",
Buenos Aires,
XII
del Martn
1953, pgs
P R O L O G O
T i w e en m i pago en u n tiempo
hijos, hacienda y m u j e r ,
pero empec a p a d e c e r ,
me e c h a r o n a l a frontera,
y qu i b a a h a l l a r a l v o l v e r '
T a n slo hall l a t a p e r a .
ee comparen con los supuestamente precursores
Lussich:
de
\ o tuve oveja - y h a c i e n d a :
c a b a l l o , ea^a y m a n g u e r a
mi d u h a e r a \ a l e d e r a
H o y te me h a tortao l a n e n d a '
1
Pero en su primera versin los versos eran:
una h a c i e n d i t a tena
y u n r a n c h o de m a t e r i a l ;
l a suerte de par e n p a r
Untas l a - p n e i t a s me abra
1
E l mismo tono nostlgico pero los matices son d i ferentes. L o que es comn p o r provenir del acervo
tradicional es la enumeracin de los bienes perdidos.
Borges compara los versos de Hernndez:
Ana que a l ^ e n i r l a noche
iba a buscar m i guarida.
pue ande e l tigre se a n i d a
tambin e l hombre lo p a s a ,
y no quera q u e en l a s c a s a s
me rochara l a p a r t i d a .
con los que considera precedentes de Lussich:
Y h a de sobrar monte o s i e r r a
que m e a b r i g u e en s u g u a r i d a ,
que ande u n a ieia se a n i d a
tambin e l h o m b r e se e n c i e r r a ;
XIII
P R O L O G O
pero tales versos faltan en la p r i m e r a edicin. Fuer o n agregados por Lussich.
Tiscornia haba i n c u r r i d o repetidamente ya en esta
falsa comparacin. A l comentar los versos de Hernndez:
C u a n d o p a t a l i a r lo \ i ,
y e l p u l p e r o peg el grito,
y a p a e l p a l e n q u e sal
como hacindome e l c h i q u i t o .
a f i r m a : "Lussich haba empleado antes la forma hacerse el chico: " D o n Jos, no se haga el chico, sernos
gajos de una r a m a " Pero el modismo no est en la
p r i m e r a edicin de Los tres gauchos
orientales.
Igualmente supone Tiscornia que el conocido refrn gauchesco " a l que nace barrign es al udo que
lo f a j e n " lo toma Hernndez de Lussich:
P e r o hay que tener p a c e n e i a ,
ser l u j o de maldicin,
" y a l que nace barrign
es d e b a l d e q u e lu ajen "
\dle ma que me lo en a j e n
como taco, e n un can.
En la I
edicin estos versos eran:
P e r o h j y que tener p a c i e n c i a
< on l a paz tinto \endr,
y s i en m i d e - t i n o eata
el morir abandonao,
p r i r h a i quedar tiran
q u e no sabe iinu ande \ a !
(
Errnea es tambin la afirmacin de Tiscornia al
comentar los versos de Hernndez:
pues e l ms aviao de todus
es un p e r e j i l s i n h o j a s
X I V
P R O L O G O
como proveniente de los de Lussich:
y hoy cual perejil sin hojas
estoy hecho u n a y de m !
ya que estos versos fueron modificados y en la p r i mera edicin deca Lussich:
y y a v e n como h e quedao,
pobre como u n j a y de m
Los ejemplos presentados bastan para dar una idea
del primer error crtico que sealamos anteriormente.
De esta falsa apreciacin de las posibilidades de comparacin de dos obras totalmente diferentes, surge
el segundo e r r o r : el desconocimiento de los positivos
valores de Lussich como poeta gauchesco. Fuera de
las ocasionales semejanzas de tono potico y de la
identidad de la voz gauchesca autntica en su aflorar
de caudal desigual pero evidente en ambas obras, de
la influencia recproca de estmulo y propsitos, Los
tres gauchos orientales y el Martn Fierro,
esencialmente distintas, no admiten sino en aspectos m u y parciales una comparacin que, de establecerse falsamente, ser siempre en perjuicio de la obra de nuest r o autor, en v i r t u d de la calidad excepcional de la
creacin del argentino.
L a revaloracin de Lussich como poeta gauchesco
debe realizarse a travs del riguroso anlisis de su
obra. Es del examen del texto y de su confrontacin
con toda la poesa gauchesca anterior a su aparicin,
que surgir la desconocida grandeza del cantor oriental.
T a l anlisis no puede realizarse en los estrechos
mrgenes de un prlogo, por eso slo adelantaremos
X V
P R O L O G O
algunas precisiones necesarias para la apreciacin objetiva de los textos que boy se presentan en esta edicin de caicter popular.
Los tres dilogos siguen una lnea argumental
simple.
Los tres gauchos alintales es una crnica de la
Revolucin de A p a r i c i o . M a u r i c i o Baliente recibe a
Julin Gimnez que viene a conversar con su amigo
antes de emigrar. Valiente, resignado y fatalista, nar r a todo lo que ha perdido por la guerra (ovejas hacienda, caballos, casa, manguera y prenda) pero defiende al General A p a r i c i o de la acusacin que le ha
hecho Julin (Lindaso nos ha pialao / E l General
Aparicio!).
Y recuerda la campaa del 70 rememorando las batallas, las hazaas, los compaeros cados
v lo que ms se han destacado Julin protesta contra los intrigantes. Baliente y l intercambian recuerdos de sus camaradas de armas. Aparece Jos Centurin y lo invitan a acompaarlos. Centurin narra una
aventura amorosa. Despus de los comentarios de r i gor y a pedido de los otros, refiere como se apront
al primer llamado de la invasin.
E l dilogo se matiza con bromas y comentarios de
toda ndole. Centurin se queja amargamente de la
guerra. Los tres amigos protestan por el m a l pago
recibido. Julin pinta el cuadro pesimista de lo que
ser la paz concertada. Baliente opina que hay que
someterse a l pacto impuesto por los jefes pero afirma
que no entregar las armas y quedar dispuesto para
el caso necesario. Centurin, aunque tan dispuesto
como sus compaeros, cree en las posibilidades de la
X V I
P R O L O
paz. Pinta un cuadro optimista en contraste con el que
ha hecho Julin y seala los horrores de la guerra.
Finalmente los tres amigos montan y se alejan. T o ma la palahra Luciano Santos quien se revela como
el relator que oy. "Metido en un matorral. / Y aquel
gran merengenal / Escuchaba y lo escriba. ' Pa recordarlo algn da i Como un ment nacional". Luciano
se presenta al estilo de los viejos payadores, sin faltarle la nota de autoelogio habitual en el r i t u a l del
cantor gaucho. E n las siete dcimas finales Luciano
hace una exhortacin al Gobernante para que haga
cesar los males que afligen a la patria.
Aunque ms extenso. E l matrero Luciano
Santos,
tiene un desarrollo muy semejante. M a u r i c i o Baliente
recibe la visita de Jos Centurin, con quien conversa
del engao de que han sido vctimas (violaciones de
la paz de a b r i l ) . Luego de f u m a r y comer, se van j u n tos a la pulpera en cuyo palenque ven "tres pingos
de linda p l a n t a " Desconfiando que haya por all enemigos se disponen a defenderse cuando en uno de los
que salen a reconocerlos ven a Julin Gimnez. Despus de lob saludos y noticias de r i g o r . Julin narra
la polmica producida entre los doctores Juan Carlos
Gmez y Jos Pedro Ramrez. Julin y Centurin cambian recuerdos de los compaeros ms destacados y
de aquellos que sucumbieron en la revolucin o en el
exilio. Julin narra con todo detalle el gran fraude
eleccionario. Se hace una crtica muy dura de la situacin. Luego, a una pregunta de Centurin, Julin
dice que all est Luciano Santos y lo presenta a sus
amigos. Luciano cuenta su propia experiencia de la
paz y una serie de enriedo&. Julin habla a su vez de
la vergonzosa disputa p o r el poder de los hombres
1
XVII
2
P R O L O G O
pblicos. Aparece el Rubio Pichinango que desensilla
y cuenta que E l l a u r i ha aceptado la presidencia. La
conversacin toma rumbos ms amenos v se va P i chinango. Luciano va a contar o cantar l ya que menciona que se acompaa de la vihuela I su historia desgraciada (la tpica historia del gaucho perseguido por
sus opiniones, etc.). Como remate de la obra Luciano
brinda sus "Consejos al Presidente" y finalmente tira
al suelo la guitarra rindiendo t r i b u t o de admiracin
a Hernndez. Balente a su vez elogia a del Campo.
Los amigos se despiden y Luciano cierra el dilogo.
Cantalico Quirs y Miterio Castro en el Club Uruguay tiene un argumento an ms simple. Castro llega
a visitar a su amigo Quirs, ste le b r i n d a la guitarra
y le pide . . .suelte alguna armona / De su fina inspiracin. Castro entonces narra con extensin y l u j o
de detalles su visin particularsima de un concierto
musical y baile de la alta sociedad que tuvo lugar en
el Club U r u g u a y de Montevideo, matizado con los comentarios de su amigo Qims.
Importa destacar en las tres obras el propsito
que
las anima, el comn denominador de la forma
dialogada con todas sus posibilidades y limitaciones, el
tratamiento de los temas, tomados de la ms pura t i a dicin gauchesca, la ve?sifitacin
y el lenguaje.
PROPMTO
Tanto en Los tres gauchos orientales como en su
continuacin E l matrero Luciano Santos, el propsito
es evidente y entronca ambas obras en la corriente
cuyo surco abrieron F r a y Cayetano Rodrguez y M a ciel al hacer del guaso su protagonista cantor, eludiendo las limitaciones y refinamientos del pulido
XVIII
P R O L O G O
lenguaje ciudadano, p a i a poder expresarse con toda
libertad y r o t u n d i d a d . L a poesa gauchesca, ese a r t i ficio de poetas ciudadanos comprometidos social y polticamente, nace de una necesidad combativa, para
" c a n t a r verdades", como lo dice H i d a l g o , en u n estilo
que voluntariamente se imita, con u n anhelo explcito
y casi dramtico de acercarse al original. Esta necesidad aflora de un modo directo en todos los poetas gandiese os. "Voy a templar la guitarra / Para
explicar
mi deseo " "...
Ya he cantado lo que siento, / Supliendo la voluntad / La falta de entendimiento."
.
"}
le dir cunto siente / Este pobre corazn,* ha
dicho Hidalgo y este propsito de decir lo que se siente- de cantar las verdades, est vinculado al pattico
deseo de corregir, de mejorar. Est vinculado, en una
palabra, a u n propsito reformador. Toda la poesa
gauchesca est tenida de esa voluntad de arreglar las
cosas, de sealar errores para que no se repitan.
T
E n in d e j e m o s amigo,
tan triste comer^acin
pues no pierdo l a e&peranza
de ver la
reformacin.
P a i s a n o s de todas l a y a s ,
p e r d o n a d m relacin ella es hija de un deseo
puro y de buena
intenun
V a l e i o s o s generales
de n u e - t r a i evolucin.
G o b i e r n o a q u i e n le tributo
toda m i veneracin,
q u e en l o d a s v u e s t r a s a c c i o n e s
os d s u g r a c i a e l seor,
para que enmendis la plana
q u e tantos aos e r r .
,J
7
8
9
H i d a l g o , U n g a u c h o de la G u a r d i a d e l M o n t e . .
I d e m , Dialogo
patritico i n t e r e s a n t e , ,
I d e m , dem
X I X
P R O L O G O
Ascasubi confiesa similares piopsitos: " . . .teniendo
en vista i l u - t r a i a nuestro^ hahitantes de la campaa
sobre las ms graves cuestione* sociales que se debatan en ambas riberas del Plata, me he valido de mis
escritos de su propio i d i o m a , y su* modismos para llamar la atencin, de un modo que facilitara entre ellos
la propagacin de aquellos p r i n c i p i o s " . " A m o a mis
versos como se ama a los hijos que consuelan en las
horas de pesar; y s i de joven, cuando l o publiqu como arma de guerra con ti a los opresores de la Patria,
pude tener la vanidad de creer que fueron de alguna
utilidad... '
Vase el propsito semejante de Lussich:
. , y tengo legtimo orgullo por el xito obtenido;
no p o r la importancia que pueda a t u b u i r m e del trabajo intelectual, sino por la causa que defiendo, desprendido del partidismo exaltado, haciendo nicamente
justicia a esos desgraciados parias, vctimas del abandono en que viven, despojadus de todas las garantas
a que tienen derecho romo ciudadanos de un pueblo
l i b i e ellos, que son siempre los primero* en el peligro, acudiendo al llamado del cumplimiento del deber, ellos, que todo lo sacrifican hasta s u s ms caros
afectos e intereses, en ara de sus c o n v i c c i o n e s ; ora vagando errantes en el o ' t r a u s r n o . ora perseguidos en
los montes c o m o f i e i a s acorraladas, para h u i r de la
esclavitud que les imponen mandones groseros y arbitrarios.'
1 0
1 1
Si bien en los poetas gauchescos de la primera hora
los propsitos combativos a f l o r a i o n por una mperio10 P r o l o g o a P a u l i n o L u c e r o , p I t 3 ed P a u s , 1872
11 A l l e c t o r , S a n t o s Vega, ed P a i i s , 1872
12 L o s tres gauchos
orientales,
Montevideo, Barreiro y R a mos, 1883
X X
P R O L O G O
sa necesidad ntima y mediata, sin otra preocupacin
que la de sus parMcularsimas armas de lucha, ya a
p a r t i r de Ascasubi. otra preocupacin impregna la
creacin gauchesca- la d rescatar tina realidad que
se siente a punto de desaparecer
"Mi ideal y mi tipo favorito es el "gaucho", ms o
menos como fue antes de perder mucho de su faz primitiva por el contacto con las ciudades \ t a l cual hoy
se encuentra en algunos rincones de nuestro pas argentino.
Este tipo es ms desconocido rctualmente de lo que
en general puede creerse, pues no considero que sean
muchos los hombres que han podido establecer comparacin sobre cunto ha cambiado el carcter del habitante de nuestra campaa por su incesante participacin en las guerras civiles y por la constante invasin en sus moradas de los hbitos y tendencias de
la vida peculiar de las ciudades."
1 1
Confiesa Lussich:
"Es en verdad halagadora para m, la acogida que
ha merecido este l i b r o , en el cual, he procurado
pintar tipos de una raza que podra llamarse
legendaria
y que por la ley dominadora
del progreso, tiende a
desaparecer,
dejando empero como herencia para las
generaciones venideras, el recuerdo de su v i r i l i d a d ,
inteligencia y patritica abnegacin,"
1 4
De ah la preocupacin de fidelidad que, cumplida
o no, ha sido sentida casi angustiosamente por el poeta gauchesco y de ah que el artificio creador que nos
ha dado lo que ya TJnamuno calificara como lo ms
13 S a n t o s Vega, Pars, 1872, A l l e c t o r
14 Los t r e s g a u c h o s o r i e n t a l e s , C a r t a
R a m o s , j u l i o 15 de 18B3
X X I
al Sr
Barreiro
P R O L O G O
original de la literatura hispanoamericana, nos perm i t a bucear, aunque sea en el terreno de la conjetura,
en el fantasmal mundo potico gauchesco tradicional.
1!1
Tambin en este aspecto Lussich cumple con los
propsitos que promueven la literatura gauchesca:
" P a r a ellos, pues, son la mayor parte de estas pginas. Si no hay completa fidelidad
en los
retratos,
ser por ausencia de dotes para un cuadro jns acabado, no por falta de voluntad.
Me creera feliz, si
del conjunto hubiese, a lo menos, conseguido entresacar algunos de los rasgos ms acentuados de la
existencia agitada y seminmade del verdadero
gaucho; tan digno de estudio, por la confusa mezcla de
sus pasiones, carcter y costumbres pe o siempre i n 15 A s c a s u b i , Santo?
Vega, A l l e c t o r
As e x p r e s a n A s c a s u b i y Hernndez r e s p e c t i v a m e n t e
" M i s v e r s o s n a c e n de m i espritu, c u y o c o n s o r c i o h a s i d o
s i e m p r e con l a n a t u r a l e z a de esas p a m p a s s m f i n , l a ndole
de sus h a b i t a n t e s , sus p a i s a j e s e s p e c i a l e s q u e se h a n f o t o g r a fiado e n m i m e n t e por l a observacin que m e d o m i n a "
A s c a s u b i , S a n t o s Vega, A l l e c t o r
' C u a n t o s c o n o z c a n c o n p r o p i e d a d el o n s m a l p o d r a n j u z g a r si h a y o no s e m e j a n z a e n l a c o p i a Q u i z a s la e m p r e s a
habra s i d o p a r a m m a s fcil
si slo m e h u b i e r a p r o p u e s t o
h a c e r rer a costa de s u i g n o r a n c i a , c o m o se h a l l a a u t o r i z a d o
p o r e l uso e n este genero de c o m p o s i c i o n e s , p e r o m i obleto
h a sido d i b u j a r a g r a n d e s rasgos, a u n q u e f i e l m e n t e , sus c o s t u m b r e s , sus t r a b a i o s , sus hbitos de v i d a , s u ndole, s u s v i cios y s u s v i r t u d e s ese c o n j u n t o que c o n s t i t u y e e l c u a d r o
de s u fisonoma m o r a ] y los a c c i d e n t e s de s u e x i s t e n c i a l l e n a
de p e l i g r o s , de i n q u i e t u d e s , de i n s e g u r i d a d , de a v e n t u r a s y
de a g i t a c i o n e s c o n s t a n t e s
Y he deseado todo esto, empendome e n i m i t a r ese estilo
a b u n d a n t e e n metforas, que e l g a u c h o u s a s m c o n o c e r y
sin v a l o r a r
en copiar sus reflexiones
en respetar la s u persticin y sus p r e o c u p a c i o n e s
en d i b u j a r e l o r d e n de sus
n n o r e j o n e s y de s u s defectos
en r e t r a t a r , en f i n , lo m a s
f i e l m e n t e que m e f u e r a posible con todas s u s e s p e c i a l i d a d e s
p r o p i a s , ese tipo o r i g i n a l de n u e s t r a s p a m p a s , t a n poco c o n o cido p o r lo m i s m o que es difc e s t u d i a r l o , t a n errneamente
juzgado muchas veces
"
HEBNNDEZ, C a r t a d e l a u t o r a Jos Zoilo
X X I I
Miguens.'
P R O L O G O
dmito al yugo d e la tirana, acariciado desde la cuna
por las auras pursimas de la l i b e r t a d . "
1 6
EL
DILOGO
Alguna vez nos hemos preguntado si el dilogo,
una de las primeras y seguramente la ms arraigada
forma de expresin potica gauchesca, no provendra
de la payada tradicional E n t a l caso, los poetas gauchescos de la primera hora, habran captado a travs
de la vieja f o i m a de la payada las posibilidades expresivas del dialogado, suprimido todo lo que aquella tena de duelo verbal v de agudo ejercicio de i n genio. P e r o , examinando a fondo los dilogos gauchescos, s e llega a la conclusin de que su origen paT e c e estar, ms bien, en el cuento al caso o
sucedido
tradicionales, ya que el sustracto de todo dilogo potico gauchesco es un relato cuya monotona se rompe
por las interrupciones, los comentarios, a menudo j o cosos, de los interlocutores. T a l e s as que en todo
dilogo se pueden establecer dos partes bien delimitadas: 1) el relato o relatos a cargo de los protagonistas y 2) las conversaciones,
comprendidos saludos,
interrupciones varias, cambio de bromas, dicharachos,
etctera.
Naturalmente que el tono "conversacional" impregna sutilmente el relato y lo tie expresivamente con
matices de confidencia, campechana, etc.
Las posibilidades expresivas del dilogo gauchesco
fueron descubiertas y en cierto modo, fijadas p o r H i dalgo E n la forma dialogada el relato se fragmenta
16
C a r t a a l S r B a r r e i r o y R a m o s , cit
XXIII
P R O L O G O
de variadas maneras, lo que evita la pesadez de la n a rracin continuada. Adems, con la intervencin de
uno o ms interlocutores, se puede dar la visin de
un mismo asunto bajo diversos puntos de vista v enfocar vaiios aspectos de un suceso o de u n problema
Examinando la estructura del dilogo gauchesco,
desde Hidalgo a Lussich, ordenando sistemticamente
las distintas etapas de su desenvolvimiento lineal, encontramos que esas etapas se cumplen c a s i ritualmente
y esquematizando podemos indicar que un dilogo se
compone de las siguientes partes:
I
Saludo reducido a una o ms preguntas: Qu
dice?, qu anda haciendo?,
diaonde
sale?,
qu lo trujo?,
etc
Referencia
al caballo, al camino, etc.
Respuesta a las preguntas del saludo. \ menudo se responde despus de r e c i b i r la i n v i tacin a desensillar.
Invitacin
desensillar.
Se llama a u n tercer personaje
i pen, china, familiar, etc.. p a i a que atienda a l caballo,
callente agua, cebe mate, prepare el asado, etc.
6"
Se
Pregunta
central.
10
matea.
que da lugar al desarrollo del tema
Invitacin
al asado, a sestear, a salir juntos
ms tarde, etc.
Episodio
o episodios
cin m u y v a r i a b l e ) .
Despedida
de los
secundarios
amigos.
X X I V
{de
ubica-
P R O L O G O
11
Final: ms o menos breve relacin del autor
sobre lo que hicieron los amigos, promesa
de continuar en o t i a ocasin, etc. A menudo
esta etapa se omite ^ el dilogo se corta abruptamente.
1 ?
Sobre este plan elemental es posible encontrar toda
suerte de variaciones, etapas suprimidas, cambios en
el orden de las etapas, etc.. pero, el esquema se sostiene en sus lincamientos generales.
Examinando los tres dilogos de Lussich de acuerdo con la estructura presentada, vemos que el autor
se ha ceido a la misma, tal vez de una manera totalmente inconsciente, pero que nos permite asegurar que, aun en lo que respecta a los esquemas formales, Lussich sigue la vieja senda trazada por H i dalgo.
Los
TEMAS
Acerca de los temas de la literatura gauchesca poseemos material abundante y m u y v i e j o . A travs del
relato de los viajeros y cronistas que pasaron por estas tierras del Plata, por lo menos de Concolorcorv o
en adelante, se van registrando los temas y las m o t i vaciones temticas de los cantores gauchos.
Cuando el poeta ciudadano se pone a cantal al estilo gauchesco, tiene fresco y siempre v i v o , un tesoro
temtico tradicional que viene como unido a la voz
gaucha, a su entonacin ms recndita, ya que son
los temas que expresaban su alma, los que nacan de
sus ms hondas preferencias y rechazos.
17 O de q u i e n r e p r e s e n t e a l autor, E n e l c a s o de L u s s i c h
e s t a representacin l a a s u m e e l m a t r e r o L u c i a n o S a n t o s .
XXV
P R O L O G O
E l repertorio de los temas gauchos es amplio pero
reductible a unos pocos temas generales cuyo trasfondo es indudablemente hispnico.
Es interesante acotar que el gaucho sinti los temas universales del hombre a travs de su sustracto
espaol a l que se superpone una sensibilidad o r i g i nalsima que da a esos temas nuevos matices enriquecedores.
Recorriendo la obra de Lussich con el repertorio
de temas gauchos en la mano, se llega a la conclusin
de que pocos han quedado fuera de su mundo potico.
As el tema del amor, no slo el amor
humano,
sino los ms amplios y abstractos de amor a la vida
y amor a la
libertad.
E l tema de la desgracia es clsicamente gauchesco.
L a desgracia, lo que el gaucho llama desgraciarse,
es
caer en desgracia, ponerse contra la justicia, contra
la sociedad a causa de una muerte a la que se ve
arrastrado fatalmente A consecuencia de esa muerte
hay que h u i r , hacerse matrero, volver a m a t a r . . . Este
tema de la desgracia est unido a la pelea o incidente
que le da origen v que el cantor gaucho describe o
alude invariablemente. Tambin est u n i d o , lgicamente, con el tema de los difunteados.
Los difunteados son todas aquellas vctimas de las peleas o c u r r i das en bailes o guitarreadas, casi siempre. Los d i f u n teados, mientras todava no son tales, cuando el cantor gaucho narra el incidente, se tratan con mucho
menosprecio y burla, pero cuando adquieren su calidad de almas en pena, se convierten en causa de rem o r d i m i e n t o eterno, se encomiendan a Dios y dejan
lf>
18 D e j a m o s a l l e c t o r e l p l a c e r d e e x a m i n a r p o r s m i s m o
el t r a t a m i e n t o d e los t e m a s q u e e n u m e r a m o s , e n l a o b r a d e
Lussich.
X X V I
P R O L O G O
su marca en el alma como una t a r j a en el cabo del
cuchillo.
L n o de los Lemas ms viejos es el de la
burla. ''
a los opresores de la patria p r i m e r o , luego al ''cajet i l l a " de la ciudad, etc. E l espritu burln del cantor
gaucho aflora en riqusimos matices en su cruda stira que manej con la destreza de un cuchillero avezado.
E l tema de la patria (patria, pago y querencia, como
observ t a n agudamente Acevedo Daz) tiene en el
gaucho aspectos de gran o r i g i n a l i d a d . Se ha sealado
que para el gaucho la patria tiene algo de m u j e r a
la que debe defender, que lo necesita como una madre, como una esposa o como una h i j a . De ah su
apasionada entrega en la lucha libertadora o revolucionaria.
Pero hay an otro aspecto curioso en el concepto
gauchesco de p a t r i a : su divisin cronolgica del transc u r r i r historien de la j>atria. Comprobamos que para
el gaucho, existe una patria vieja, una patria del medio y una patria de ahora, actual. Y a lo dice el cant o r : ''Ya he conocido tres patrias / no quiero conocer ms".
U n i d o al tema de la patria y al de la burla surge el
tema de los especuladores, adulones,
aprovechadores,
polticos venales, etc.
E l tema del caballo es obligatorio y podramos decir r i t u a l , como el tema de la bebida con todas sus
derivaciones y el juego y los
fulleros.
Tan v i e j o como la organizacin poltica independiente de nuestras repblicas del Plata, es el tema del
1
19 L a b u r l a n o es u n s i m p l e t i n t e a f e c t i v o
sin g a u c h e s c a , s i n o t e m a y t e m a e s e n c i a l
X X V I I
en la expre-
P R O L O G O
fraude electoral Y no slo el fraude, ino todos esos
episodios lamentable? que se tejan en torno de cada
eleccin (individuos arrastrados a votar p o r el caudillo de la zona, tachas injustas de las listas, etc. I .
E l tema de la mujer se da en una doble versin, a
menudo dentro de la misma obra, una visin positiva
v otra negativa.
Vinculados generalmente al tema central de la guerra, presentada en toda su crueldad con sus nefastos
resultados para la patria y el individuo, se presentan
los grandes temas de la pobreza, la soledad, la muerte
v como temas menores infaltables; la "infeliz'
viuda,
los hurfanos y la tapera.
E l inters qup ofrece el estudio de los temas, tanto
en la obra de Lussich como en la de nualquiei otro
de los poetas gauchescos, no surge ^lo del examen
aislado de los mismos sino de su vinculacin entraable con los propsitos que dan origen y destino
preciso a esta literatura
E l tema no solamente es una manera de acercamiento al m u n d o gaucho en vas de desaparicin, es
tambin v principalmente un modo de decir lo que
se siente, de cantar las verdades \ de rescatar con
la mavor fidelidad posible una sensibilidad que el
poeta sinti como legtimamente suva.
En ese sentido es necesario inisti en la profunda
compenetracin de Lussich t o n los \iejos temas del
gaucho
VERSIFICACIN
Las formas mtricas y estrficas de la poesa gauchesca vienen condicionadas desde sus orgenes por
la necesidad de brevedad y rapidez de la expresin.
X X V I I I
P R O L O G O
La poesa gauchesca, surgida de propsitos polticosociales concretos, acepta las limitaciones que tales
piopsitos le imponen.
Por otra parte, la copla
sido una forma n a t u r a l de
poesa folklrica c o m o para
raz de esta preferencia e s
octosilbica parece haber
expresin, tanto para la
la poesa gauchesca y la
obviamente hispnica.
En su prlogo a la edicin del ao 1937, el D r . M a n o Faicao Espalter a f i r m a errneamente refirindose
a Los ties gauchos onenlalcs'
" . . este poema todo
hecho e n dcimas no siempie correctas pero siempre
fluidas y llenas de vena criolla de buena cepa. . "
Los 2 376 versos que componen la versin definitiva de Los tres gauchos orientales, se agrupan en 247
cuartetas. 135 dcimas y 3l \ e r = o s romanceados. L a
agrupacin de lo= 4.611 v e r b o s del Matrero
Luciano
Santos e s ms uniforme. c< r r e - p o n d i e n d o un nmero
bastante similar de cuartetas, al nmero de dcimas e
incluyndose tambin la estrofa de seis versos de f i liacin no gauchesca o m u y discutidamente gauchesca.
En Cantalicio Quirs y Miteno Campos . . . de 1.452
versos, encontramos slo 32 cuartetas v 16 dcimas
frente a 194 sextinas.
Sealaremos al pasar, pues no corresponden madores precisiones en este somero anlisis, que Los tres
gauchos orientales se compone exclusivamente de cuartetas de tipo abba y dcimas de tipo abbaaccddc. En
El matrero Luciano
Santos encontramos, en cambio,
cuartetas de tipo abab, adems de las de tipo abba y
tambin de los tipos hbre-adibre-a
y a-b-hbre-b, sextinas de tipo a-b-b-a-b-a, libre-a-a-b-b-a,
libre-a-a-b-a-b
y libre-a-b-a-b-a
y octavas encadenadas del t i p o : libre
X X I X
P R O L O G O
I verso que se repite l -a-a-h-h-c-c-iihi
tir).
e I verso a repe-
E n Cantalicio Quirs v Miteiio
Campos...
encontrarnos toda la variacin posible de la sextina: a-b-ba-b-a. a-b-b-a-a-b, a-b-a-b-a-h. hbi e-a-a-b-b-a,
libre-a-ab-b-a,
hbre-a-b-a-b-a.
De este aspecto de nucstio estudio surge que si
bien de^de el punto de vista de la creacin aitstica,
Lussich pe fue superando en cada una de sus obras,
en su p i i r a i t i v a modalidad se ai_eic ms a la maneta o r i g i n a l de cantar que pretenda reflejar. Y este
es quiz el nico aspecto en que su maduracin liter a n a lo aleja, en vez de acercarlo, a su modelo admirado.
LENGUAJE
Respecto al verdadero lenguaje oral de los gauchos
y s u ms o menos fiel lefleju en la llamada poesa
gauchesca, se ha llegado a aceptar que
bien el poeta gauchesco parte de u n a c o n v e n t in que obliga a
destacar exageradamente la-, particularidades de ese
lenguaje no lo deforma tanto que traicione al o r i g i n a l .
En el caso de Lussich sabemos que tiat de captar
lo ms fielmente que le fue pusible lo que l llam
el estilo especial que usan nuestios hombres de campo.
U n a vocacin particular le hizo atento receptor del
lenguaje y modos de expresin propios del gaucho,
desde sus primeros contactos en la campana del General A p a r i c i o E n las variantes de sus versos, hasta
la versin definitiva, trat de aproximarse ms y ms
a la genuina voz gaucha.
XXX
P R O L O G O
E l xito extraordinario de su o b r a " cuando an
Hernndez no haba f i j a d o en la imaginacin popular
la mtica figura de su Martn Fierro, atestigua la autenticidad de su acento.
2
Las particularidades del habla de los gauchos en
su trascripcin escrita han sido analizadas y se leducen, en el fondo, a uno-, pocos fenmenos esenciales.
Lo que importa es sealar ciertas pai tirulaiidades,
de captacin ms difcil, porque no resjionden a la
fontica sino al contenido emocional, a la carga afectiva de la palabra. Como lo seala Bauza, el lenguaje
gauchesco "tiene taitamudeos y diminutivos originales y una elasticidad de giios que parecera acadmica
en labios de gente culta". M
La reticencia, la i n e i i L i n . la sugerencia, el gracejo, tonalidades que impiegnan un lenguaje y le dan
una vitalidad propia \ jirofundamentc original, valen
ms en un anlisis del lenguaje gauchesco que el registro de aglutinaciones, elisiones, aspiraciones y toda
suerte de metaplasmos y mettesis de que es prdiga
la expresin oral gauchesca y muv especialmente los
poetas gauchescos.
SLO " E l l i b i o de A n t o n i o D L u s s i c h , L o s tre g a u c h o s
orientales y El matrero
Luciano
Santos es t a n p o p u l a r e n Ja o t r a
b a n d a d e l Ro de l a P l a t a c o m o e n sta e l Martn Ftrro
de H e r n n d e z " Q u e s a d a , E l c r i o l l i s m o en la literatura
argentina,
B u e n o s A i r e s , C o m H n o s , 1902 n o t a e n pg 47
" L o s v e r s o s toscos p e r o c o l o r i d o s y p a l p i t a n t e s de los p o e m a s de L u s s i c h e r a n a p r e n d i d o s y r e c i t a d o s de m e m o r i a e n
los r a n c h o s , fogones y pulperas de l a B a n d a O r i e n t a l , y l l e g a b a n h a s t a l a P a m p a L o s p a y a d o r e s y v e r s i f i c a d o r e s de a l i a
y de aqu a d o p t a b a n los n o m b r e s de los p e r s o n a j e s de a q u e l
e n s u s t r o v a s c a m p e s i n a s y creca c a d a v e z m a s l a f a m a d e l
a n t i g u o l a n c e r o de l a s c u c h i l l a s "
B l o m b e r g , Hctor P e d r o , Art
cit
21 Bauz, F r a n c i s c o , E s t u d i o s l i t e r a r i o s , M o n t e v i d e o , B a r r e i r o y R a m o s , 1885, pg 95
X X X I
P R O L O G O
En ese sentido, se impone u n examen del lenguaje
que usan los gauchos de Lussich.
Se encontrar que el autor =e ha preocuparlo de
verter lo m> singular del autntico decir de los gauchos.
E l uso de aumentativos y diminutivos, superlativos
y gerundios de pura cepa gaucha, a veces sin correspondencia castellana alguna, la abundancia de perfrasis y disfemismos, el uso del parntesis y los p u n tos suspensivos, el empleo del solesismo y de toda
suerte de frmulas lexicales originales para dar idea
de ubicacin o procedencia, tiempo, cantidad, tamao
y espacio, j u n t o con otros elementos no ya propios
de la lengua sino del estilo, como son. por ejemplo,
las imgenes de todo tipo, hacen de los puemas de
Lussich durumentos cuyo v a l o r todava resLa descubrir
La presente edicin de C a t a o b i a . en parte ignorada
o muy mal conocida, no cumple slo con el elemental
piopsito
divulgacin que promueve toda publicacin. Es. al mismo tiemjjo. una invitacin j i a r a el examen crtico v la revaloracin de un autor que. en un
impulso j u v e n i l \ gneio-o. rescat para las generaciones venideia-. la imagen de un m u n d o desaparecido Ms an. rescat la voz del gaucho oriental o
ea el acento entiaablc que. reconocido o no. mLegra
i l u s t r o propio acento
FNIIDA
X X X I I
S\NSONE
DE M A R T N E Z
ANTONIO
LUSSICH
Naci en Montevideo e l 28 de marzo de 1848 S u p a d r e ,
F i l i p L u k s i c , q u e provena de l a i s l a de B r a c j en e l A r c h i pilago d e l M a r Adritico, lleg a l pas en 1837 y se cas c o n
C a r m e n Grfo, proveniente de S a v o n a . F u e A n t o n i o D i o n i s i o
L u s s i c h el m a y o r de los nueve h i j o s q u e tuvo esta p a r e j a .
A l o s veintids aos se alist en l a s f i l a s d e l ejrcito rev o l u c i o n a r i o de T i m o t e o A p a r i c i o I n t e r v i n o d u r a n l e l o s dos
aos q u e dur l a campaa r e v o l u c i o n a r i a , en los combates
de P a s o S e v e r i n o , C o r r a h t o , e l C e r r o , l a Unin, el S a u c e y
l a accin f i n a l de M a n a n t i a l e s donde e l c a u d i l l o M a n c o fue
v e n c i d o A l f i r m a r s e l a paz de A b . n l de 1872, L u s s i c h se relacion amistosamente c o n R a f a e l Hernndez q u i e n l e present a s u h e r m a n o Jos que contaba entonce* 38 aos. L u s s i c h dio a conocer a Hernndez =us v a elaboradas dcimas
de 0 5 tres gauchos
orientales,
ste lo estimul a l punto de
que L u s s i c h l e dedic l a o b r a a p a r e c i d a en j u n i o de 1872,
seis meses antes q u e e l Martin
Fierra
E l xito de Los tres gauchos
orientales
mo\i a L u s = i c h a
p u b l i c a r El matrero
Luciano
Santos, prosecucin
de Los tres
gauchos
orientales,
a p a r e c i d o tres meses despus que e l Martn Fierro.
Ms tarde aparece s u t e r c e r a o b r a Canlahcio
QUITOS y Miterio
Campos
en un baile del Club Uruguay.
Esta
o h r a c i e r r a definitivamente e l ciclo gauchesco de L u s s i c h , si
se exceptan l a s dcimas c o n que contestara a l a invitacin
de D e r m i d i o de Mara ( C a l i x t o el atot p a r a que c o l a b o r a r a
en " E l Fogn".
Espritu inquieto y e m p r e n d e d o r , otra a c t i v i d a d >a haba
ahsorbido poi completo su e x t r a o r d i n a r i a c a p a c i d a d de l u c h a .
J u n t o c o n sus h e r m a n o s regenteaba l a e m p r e s a de l a n c h a j e
y salvamento que su padre f u n d a r a a poco de llegado a l pas.
D e esta l a b o r que \ a l i e r a a s u e m p r e s a c o n d e c o r a c i o n e s y
p r e m i o s de toda ndole q u e d a n como documentos de s o b r i a y
v i v i d a prosa, no exenta de l i r i s m o , l a s pginas de
Naufragio de la barra inglesa
"Mabel".
Mis imj>reswnes.
Montevideo. E s t . t i p de " E l Telgrafo Martimo", 1886, 1 M I . en 4 .
ss. c o n 36 pgs. y Naufragios
clebres
en el Cabo
Polonio,
Banco Ingles y Ocano Atlntuo.
Montevideo. 1892 ( e d priv a d a ) y edicin pblica de 1893.
E n 1896 u n a n u e v a tarea a t r a j o s u atencin y consagracin
a b s o l u t a : l a transformacin de l o s extensos a r e n a l e s de Puna
B a l l e n a , en e l t e r c e r parque botnico d e l mundo L a m a g n i t u d
y r e s o n a n c i a de esta o b r a eclips en e l consenso p o p u l a r lodo
lo realizado p o r L u s s i c h hasta entonces.
P o c o despus de c u m p l i d o s na ochenta aos, an vigoroso
y p l e n a m e n t e lcido, el 5 de j u n i o de 1928, muri e n l a c i u d a d de Montevideo D e a m e r d o a. s u v o l u n t a d s u s restos fueron enterrados e n s u p r o p i e d a d de P u n t a B a l l e n a .
o
XXXIII
CRITERIO
DE LA
EDICION
L a presente edicin de Los tres gauchos
orientales.
El matrero Luciano
Santos,
y Cantahcw
Quirs y Miterio
Campos
en un baile del Club Uruguay,
r e p r o d u c e l a de A . B a r r e i r o y
R a m o s , Montevideo, 1883, de l a c u a l se s u p r i m i e r o n l a s Pmas sueltas
d e d i c a d a s a l doctor don A l e j a n d r o Magarios
C e r v a n t e s S e salvaron l o s errores sealados e n l a fe de e r r a tas y se c o r n g i e r o n a q u e l l o s e n o r e s ortogrficos no alribubli-s a l lenguaj'e gauchesco.
S e conserv l a acentuacin a r b i t r a r i a de ciertos vocablos
(tan. \, jven, an, ptrio, e t c . ) y se respet l a variacin en
l a grafa de a l g u n a s p a l a b r a s , ( p o r e j e m p l o : gucho y gaucho
Gimnez y Gimenes,
tamin y tambin, etc ) porque son u n a
m u e s t r a de l a vacilacin d e l autor I comn a todos los poetas
gauchescos) p a r a t r a d u c i r el l e n g u a j e h a b l a d o por e l hombre de < a m p o . Tambin se h a respetado e l doble o triple
signo de exclamacin f i n a l , an en ocasiones en q u e no ig u r a signo i n i c i a l , pues r o n ellos h a querido sealar e l poeta
u n nfasis e s p e c i a l .
I m p o r t a h a c e r notar q u e l a c i t a d a edicin de B a r r e i r o , de
1883. se seala a s o l i c i t u d d e l autor t o m o cuarta, indicndose
l a s siguientes ediciones a n t e r i o r e s , l a p r i m e r a , i m p r e s a e n
B u e n o s A i r e - , " L a T r i b u n a " , en j u n i o de 1 8 7 2 , l a s e g u n d a ,
en B u e n o s A i r e s , ' L a Poltica", marzo de 1873 y l a tercera
e n Montevideo, " L a D e m o c r a c i a " , enero de 1877, D e b e m o s
d e s t a c a r que no hemos podido h a l l a r p i ^ e a ingentes esfuerzos l a edicin sealada p o r B a r r e i r o como segunda, c r e y e n d o
que p u e d a e x i s t i r u n a uinfusin entre sta y l a p r i m e r a e d i cin de El Matrero
Luciano
Santos, prosetucin
de Los tres
gauchos orientales,
B u e n o s A i r e s , I m p r e n t a d e l C o m e r c i o , 1873
A l a edicin de 1883, s i g u e n ]a de M o n t e v i d e o , C l a u d i o
Garca, 1 9 3 7 , B u e n o s A i r e - - . B n o h i e r i , 1946 i. Coleccin M a r tn F i e r r o ) y Mjico - B u e n o s A i i e s , 1955. ( E n : B o r g e s . J o r g e
L u i s , Poesa gauchesca,
vol 2 ) .
X X X I V
LOS T R E S GAUCHOS
ORIENTALES
LOS T R E S GAUCHOS
ORIENTALES
SR
ANTONIO
BARRIIRO Y RAMOS
Presente
Estimado
seor
Al fin do\ una tregua a mis 01 itpartones
dianas,
para a\udnr!e
cm a!z<m repuso
en la reimpresin de
mis TRES GALTCHOS O K I E N T I I T S , que empezara
Vd en breve a
publicar.
Es en verdad halagadora
pura m Ui acogida que ha merecido este libro, en el cual, he prtn tirado pintar tipos de una
raza que podra llamarse legendaria,
y, que por la ley
dominadora
del progreso,
tiende
a desaparecer,
dejando
empero
como herencia para las generaaones
venideras,
el recuerdo
de
su virilidad,
inteligencia
Y patritica
abnegacin.
Diecisis mil eiemplures
se haban tirado despus que salga a luz esta nueia
edicin
v tengo
legtimo
orgullo
por
el xito obtenido,
no por la importancia
que pueda
atribuirme
del trabajo
intelectual,
uno por la causa que defiendo,
desprendido
del partidarismo
exaltado,
haciendo
nicamente
justicia a esos desgranados
parias, vctimas del abandono
en que
viven, despojados
de todas las garantas a que tienen
derecho
como ciudadanos
de un pueblo
libreellos, que son
siempre
los primeros
en el peligro,
a< adiendo
al llamado del
cumplimiento del deber,
ellos, que todo lo sacrifican
hasta sus ms
caros afectos
e intereses,
en aras de sus convicciones,
ora vagando errantes
en el ostracismo,
ora perseguidos
en los montes romo
fieras acorraladas,
para huir de la esclavitud
que
les imponen
mandones
groseros
y
arbitrarios
Debo a esos pobres hijos de nuestras campaas las expansiones ms ntimas de mis veinte
aos.
[ 3 ]
A N T O N I O
LUSSICH
En pocas luctuosas
para la Repblica,
he compartido
sus
alegras y sus amarguras
los he acompaado en el mejor
escenario donde podan exhibirse,
el campamento,
he
escuchado
con placer sus canciones
picas, he gozado en sus gratas manifestaciones
de contento,
be sufrido
con el triste relato de
sus
pesares
Cuntas veces la memoria
de aquellos
tiempos,
me
absorbe
horas enteras de meditacin, complacindome
en lecordar
los
momentos
pasados
en compaa de esos desheredados
de la
suerte,
tan generosos
y valientes,
como desgraciados
y mal
correspondido
s
Para ellos, pues, son la mayor parte d>' estas pginas Si no
hay completa
fidelidad
en los retratos,
ser por ausencia
de
dotes para un cuadro ms acabado,
no por taha de
voluntad
Me creera feliz, si del con i unto hubiese,
a o menos,
conseguido entresacar
alguno de los rasgos ms acentuados
de la
existencia
agitada y semi-nmade
del leidadero
gaucho;
tan
digno de estudio,
por la confusa mezcla de sus pasiones,
carcter y costumbres
pero siempre
indmito al yugo de la tirana, acariciado
desde la tuna por las auras pursimas de la
h bertad.
Van agregadas
a esta obra
varias nucas producciones
de
mi humilde
pluma, inditas las unas y otras \a publicadas
mereciendo
algunas el honoi de ser albergadas
en las columnas de E l NFGRO TIMOTEO y otros rganos del
periodismo
pntense
He hecho cuanto me ha sido posible
para concihai
las reglas del arte con la inspiruLin,
\ slo lie sircnlinido
aqullas
cuando as me lo ha exigido
la expresin del
pensamiento
Concluyo
pidiendo
u \ d tenga a bien insertar esta carta en
el libro, a fin de que ella sirva para expresar
mi
reconocimiento a los escritores
que tanto me han estimulado
ron sus
palabras
de aliento,
a la prensa del Ro de la Plata, de Espaa v del Padfiro,
por los lisonjeros
conceptos
con que me
ha honrado y al pblico por la buena voluntad que ha tenido
para los TRES GAUCHOS ORIINTALES
Deseando
que el xito corresponda
a sus esperanzas,
lo sa
luda
atentamente
Su
amigo
affmo
ANTONIO D , LUSSICH
S/c
Julio
15
de 1883.
[4 J
A L LECTOR < )
A
Venciendo, a l cabo de una larga insistencia, la excesiva modestia del seor don A n t o n i o D . Lussich, obtuve p o r fin su deseado consentimiento para proceder
a esta cuarta edicin de sus populares roloquios entre
Los
TRES GAUCHOS
O R I E N T A L E S , con
lo
cual estoy
seguro de prestar un doble servicio, tanto a las letras
uruguayas como a l comercio literario del Ro de la
Plata, estando y a , desde aos, completamente agotadas
las tres primeras ediciones a pe=ar del crecido nmero
de ejemplares de que constaban sus respectivas t i r a das. Pero una vez que su esclarecido A u t o r se dej
arrancar el consentimiento expresado, casi a ltulo de
compensacin p o r habrmelo hecho suspirar, me ofreci corregir y aumentar m i edicin con particular esmero. Ofrecimiento que me apresur a aceptar, y gracias a cuyo cumplimiento sale esta cuarta edicin considerablemente mejorada sobre las tres anteriores.
Las correcciones del A u t o r , filolgicas unas, poticas
otras, responden al plausible deseo de m e j o r a r una
obra que quedar no solamente como una j o y a de la
literatura nacional, sino como un documento histrico
( A ) E s t a n d o sealada p o r e r r o r , c o m o s e g u n d a edicin, l a
ltima q u e se public, d e b i e n d o s e r t e r c e r a , h a g o la p r e s e n t e
rectificacin a pedido, riel a u t o r , p u e s l a p r i m e r a f u e p u b l i c a d a en B u e n o s A i r e s p o r l a i m p r e n t a de l a " T r i b u n a " e n
J u n i o de 1872 L a s e g u n d a p o r l a i m p r e n t a de la "Poltica"
e n la m i s m a c i u d a d e n m a r z o de 1873; y la t e r c e r a p o r la
i m p r e n t a de l a " D e m o c r a c i a " e n M o n t e v i d e o e n e n e r o de
1877
[ 5 ]
ANTONIO
LUSSICH
fidedigno que consultarn algn da con alborozo los
historiadores venideros de la Repblica Oriental.
Y en v e i d a d , la exposicin fiel de los acontecimientos histricos del pas, en que fueron autores subalternos, los tres gauchos tan hbilmente puestos en escena por el seor Lussich, reviste no y a el fastuoso
aparato de la historia togada, sno la candidez fidedigna del cronista que no busca las frases de efecto,
sino relatar f i e l y sencillamente sucesos de que ha
sido cuando actor y cuando testigo. Pero no es este el
nico aspecto histrico bajo el cual meiece ponderarse el l i b r o que me honro en r e i m p r i m i r E l poeta historiador nos da mucho ms de interesante para la historia del pas que el simple relato de la campaa de
Aparicio
-v de la paz de Abril. Nos da el alma del
habitante de la campaa oriental. E l gaucho
oriental
tipo que tiende a desaparecer del todo a lo menos
a transformarse radicalmente vive de su v i d a en
los bellos cantos del seor Lussich* le vemos accionar
con naturalidad, r o m o quien no se cicc observado por
extraos, v nos manifiesta con candidez sus pasiones,
su- hbitos, grjs virtudes y sus defectos. Bajo este punto de vista el seor Lussich. contina dignamente el
ciclo pico empezadu por Hidalgo v Ascasubi, y se
guido p o r del Campo y Hernndez Cuando se coleccione el Romancero Flatense tendrn en l cabida Los
Ti es Gauchos
Orientales
P i n t o r fiel de las costumbres nacionales, el seor Lussich no ha olvidado empero el alto f i n a eme las letras
deben tender; sus cantos no son e l estril y rencoroso
desahogo del partidario vencido: arriba de la divisa
blanca, est para el poeta el pendn sagrado de la Pat r i a , a cuya sombra deben estrecharse la mano todos
sus hijos.
[ 6 ]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Respecto, pues, a la forma l i t e r a r i a , Los Tres Gauchos son, lo repito con conciencia, una verdadera j o v a
de la literatura nacional. E l seor Lussich es poeta en
el alma, y si hace v i b r a r con firmeza la robusta cuerda del patriotismo y traza con mano v i r i l aduanables
cuadros de batallas, sabe tambin tocar con gracia encantadora la vihuela del i d i l i o campestre. Pero e l rasgo caracterstico de su talento potico es la delicadeza
y abundancia de las similitudes poticas que embellecen sus cantos. Pero, qu m= podra decir yo en
elogio de "los Tres Gauchos'' de lo que ha dicho ya
el popular Martn. Fierro
<D. Jos Hernndez! en el
autorizado j u i c i o que reproduzco?
Rstame solo decir que he tratado de esmerarme en
cuanto me ha sido posible, a f i n de que la ejecucin
tipogrfica correspondiera a la bondad intrnseca de
la obra, y creo, si el amor propio no me engaa, haberlo conseguido. Con ello aspiro a corresponder
dignamente al noble Pueblo Oriental la valiosa proteccin que ha tenido siempre a bien dispensarme
A.
[7]
BARREIRO Y
RAMOS.
ANTONIO
Buenos
SK
LUSSICH
Aires,
jumo
de
1872.
JOS HFRNNDEZ
Mi
distinguido
amigo
Durante su ltimo viaje n esta cuidad, tuve el honor de ser
presentado
a Vd. En una de mis visitas, haciendo
referencia
a la ltima campaa revolucionaria
en mi patria, y a los sufrimientos
de nuestros soldados,
me dijo Vd. que un amigo le
haba hablado
respecto
a algunas
product iones meditas
que
yo haba escrito en el Estilo
Especial
que usan nuestros
hombres de rampa, y que tuviese a bien mostrrselas
Aunque
excesivamente
pobres,
no vucil un momvntv
en
remitrselas,
esperando
se dignara darme su valioso e imparta!
fallo
Despus de haberlas visto me estimul a su cultivo, augurndome una buena
acogida.
Bajo tan halagadoras
esperanzas
y comprendiendo
sus buenos deseos, trat de hacer algo que, aunque quizs
inrompleto
por mi poro contacto
con aquel elemento,
pudiese
al menos
probarle
que no haba echado
en olvido
sus benvolos
consejos
Busqu un tema, y lo encontr en la Revolucin
encabezada
por el general Aparicio,
vasto teatro donde p"dhi exhibirse
ton
amplitud
el drama de las mw has desgra< ia\ porque ha atravesado mi infeliz
patria
Llen este deseo trabajando
en las horas que me
dejaban
libres mis ocupaciones
comerciales
Concluido
hoy este pobre trabajo, a Vd lo ded>to
deseara
que tuviera algn valor para otreierlo,
agradecido,
al argentino que tantas simpatas tiene por nuestra causa, y que tanto
o ha demostrado,
haciendo
que su peridico " E l Ru de l a
P l a t a " fuese durante la ms santa de las revoluciones,
el r
gano que defenda en el terreno de la iiislicia,
los
sagrados
principios
de nuestros
derechos
conculcados.
Sm ms ob'e'o
y seguro
servidor
lo saluda
atentamente
su alertsimo
ANTONIO D
[ 8 ]
amigo
LUSSICH
LOS TRES GAUCHOS ORIENTALES
Su.
D.
ANTONIO D
Estimado
LUSSICH
amigo
Al estimularlo
a Vd. a! cultno
de ese gnero tan difcil de
nuestra literatura,
lo ha<iu persuadido
de que sabra
triunfar
de todas las dificultades
que presenta,
tencer
todos los
escollos, e igualar,
sino exieder,
a los que en esos retratos
del
gaucho,
se kan aproximado
ms al original. He ledo sus versos con iivo inteis, reo con sasfai cin que su- trabajo
corresponde
a estas esperanzas,
y o feluito
con todo el ardor y
con toda la sinceridad
de mi nimo
El suceso que Vd ha elegido para sernr de tema a sus cantos, no ha podido
ser ni ms vasto, ni de mayor inters de
actualidad,
ni relacionarse
ms intimamente
con el
paisano,
nt encontrarse
ms al alean/e
de su
juicio
En la eleccin de los tipos puestos
en escena
ha sido
Vd.
igualmente
feliz, retratando
esos caracteres
agrestes,
latientes
\ desconfiados
a la vez. con una propiedad
que rtela la seguridad ron que Vd ha penetrado
en ese es abraso
terreno.
En lersos llenos de fluidez y de energa, destribe
Vd
con
admirable
propiedad
al inculto
habitante
de nuestras
campaas, pinta con viveza de colorido
os sinsabores
>
sufrimientos
del gaucho
comertido
en soldado,
sus herhos
hTOICOS.
los
estragos
de la guerra
fratricida,
y la esterilidad
de una paz
que no salva los derechos
de las diversas
tracciones
polticas,
cimentando
el orden \ la tranquilidad
general sobre la solida
base de la justicia,
del derecho
y de las garuntas jiara
todos
los ciudadanos
l d
sabe que he simpatizado
ardientemente
con ese movimiento
de opinin lleno de popularidad,
llamado
a devolver
a millares
de orientales
distinguidos,
los
derechos
que el absolutismo
los habia despojado
en su patria
Si el xito no ha correspondido
a la magnitud
de los
esfuerzos, no por eso debe entibiarse
la fe en el corazn de los patriotas.
Vd. ha cantado sus sacrificios,
sus victorias y sus
desgracias,
y los patriotas
orientales
aplaudirn su obra, tanto como le
agradece
su honrosa dedicatoria
este
Su affmo. y verdadero
amigo
JOS HERNNDEZ
Buenos
Aires,
Hotel
4rgentmo,
jumo
[9 J
20 de
1872.
LOS T R E S GAUCHOS
ORIENTALES
DIALOGO
JULIAN
ENTRE
GIMENEZ,
Y
JOSE
LOS PAISANOS
MALRR10
BALIENTE
CENTURION
JULIAN
Dios lo g u a r d e ! . . . H madrugao
Esta maana aparcero:
Y tiene a l fuego un puchero
Y el churrasquito ensartao. . .
BALIENTE
Don Julin . . C m o le v?
D su cuerpo contra el suelo;
Agarr el pjaro al \uelo. . .
Qu anda haciendo p o r ac?
JULIAN
A visitarlo vena
Pues nos piensan licenciar,
Y no me quiero largar
Sin que hablemos este da.
[11]
ANTONIO
LUSSICH
Por su sal, no pregunto.
Guapo y c o r d i a l me lo e n c u e n t r o . . .
Y o andube tan mal de adentro
Que cuasi templ a d i j u n t o .
Pero ya pas el chubasco,
Y aqu me tiene, a s e r v i r l o . . .
BALIENTE
H a e querer pegarle un c h i r l o ? . . .
JULIAN
Si es que tiene carga el frasco!
BALIENTE
Cundo nada me ha laltao!
Soy gaucho m u y albertido.
Y como hombre prebenido
Siempre estoy bin empilchao.
A r r i m e aquella carona
Amigaso y sintese,
Si algo sabe cunteme
De esta paz tan comadrona.
JULIAN
Cmo n o ! cuao Baliente,
Vaya ust aprontando el mate,
De modo que m i gasnate
Pueda correr delijente.
[
12]
..
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
BALIENTE
De m a t i a r tratemos pus, (11
Quiere cimarrn o d u l c e ? . . .
Doy sonido ande me pulse
Por agradarlo esta vez.
JULIAN
Y a lo sabe, soy gen pobre,
N i ataja pelos m i buche;
Ansina pues desembuche,
Y alcance. . . lo que le sobre
BALIENTE
-Si no es. . . nada resongn.
Siempre al truco, dice, q u i e r o ;
Pero vo amigo, prefiero
A l amargo, el con terrn.
La helada ha sido m u y juerte,
De campo no mudaremos.
Ans es m e j o r que prosiemos
De nuestra tan triste suerte.
(1) U n o de los ms n o t a b l e s poetas espaoles, e n u n J u i c i o
Crtico q u e h i z o de l a s o b r a s d e l i l u s t r e bardo a m e r i c a n o Jos
A n t o n i o Martn ( v e n e z o l a n o ) , deca:
L o s e m e j a n t e m e n t e q u e se p r o n u n c i a n en Amrica c o m o e n
n u e s t r a s P r o v i n c i a s m e r i d i o n a l e s l a s y la z, e x p l i c a p e r o n o
j u s t i f i c a q u e estn aqu u s a d a s c o m o c o n s o n a n t e s l a s p a l a b r a s
b r i s a y riza C o n m a s razn h a y q u e d i s c u l p a r a l g a u c h o , q u e ,
c o m p l e t a m e n t e a j e n o a los p r e c e p t o s g r a m a t i c a l e s y de l a retr i c a , s u s v e r s o s n o p u e d e n e s t a r s u j e t o s a l a s e x i g e n c i a s de l a
r i m a , n i a l o s r i g o r e s de l a crtica, sino a l a espontnea m a nifestacin d e l p e n s a m i e n t o
[13]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Tiene colas y muy
L a historia ele este
Prieste atencin al
Que oir veidades
largas
gran pango,
fandango
amargas.
BALIENTE
A su mandao aqu estoy
Y el ido lo espera atento;
Echaremos pues un tiento
Pa audarlo a l da de hoy.
JULIAN
Y a estoy p o r largar el guacho, 11)
Copel amigo M a u r i c i o ;
Ver ust cunto desquicio
De este tirn le despacho.
Hoy de nuevo la Nacin
Vuelve a cerrarnos la puerta
Que solo se encontr abierta
Por nuestra rebolucin;
Otra vez es la ocasin
De emigrar al estranjero;
Esto por aqu est f i e r o
Pa el que ha sido blanco p u r o ;
Qu hacer en trance tan d u r o ? . . .
Dirse. . . o andar de m a t r e r o !
il)
Juhn Gimnez,
Mauricio
Batiente
y Jos
Centurin,
t r a t a n d o de l a Revolucin
Oriental, encabezada por el Coronel
don T i m o t e o A p a r i c i o ; d e s d e que se p r o d u j o l a p a z de A b r i l
de 1B72
[14]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Qu les importa a esa gente
Cuajada de negro egosmo,
Nuestro santo patriotismo.
Nuestra costancia e v i d e n t e ? . . ,
Ust ha de estar bien corriente
Con quien vamos a t r a t a r ? . . .
Y yo. cmo he de olvidar
A los que han muerto a m i hermano,
Y antes de darlos la mano
M e j o r me mando mudar.
S, amigaso don M a u r i c i o
Nos han enguelto y b o l i a o ;
Lindaso nos ha pialao
E l General A p a r i c i o !
Y a se acab el sacrificio
Y el desarme va a v e n i r ;
Cunto antes quiero salir
De este enriedo o barajusta.
Y ust aparcero, si gusta
Me puede tambin seguir.
Seis aos de emigracin
E n suelo estrano t u v i m o s ;
Penurias, males sufrimos
Con grande resinacin;
Cuando v i n o la imbasin
Nos encontr decididos,
Y hoy disgraciaos y vendidos
Como hacienda, por dinero,
Volvemos a l estranjero
Dejando bienes q u e r i d o s ! ! !
[
4
15]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
D n n Julin, ans es la suerte.
Fortuna o albercid.
Unas veces gloria d. . .
Y otras veces d la muerte!
Y o tuve ovejas y hacienda.
Caballo?, casa y manguera.
M i dicha era v e r d a d e r a . . .
H o y se mi ha cortao su r i e n d a ' . . .
Feliz viva como un rey.
Ms alegre de hora en h o r a ;
Brillaba tnto m i aurora
Que en un cambio nunca cri!
i
Pero el clarn con su voz
T u i t o abandonar me h i z o ;
Saqu gatas lo preciso,
Y a lo dems, dije adis!
Carchas, majada v querencia
Volaron con la patnada.
Y hasta una "\ieja enramada
Que cay
. supe en mi ausencia!
La guerra se lo comi
Y el rastro de lo que ju,
Ser lo que encontrar
Cuando al pago caiga v !
Tamin m i pienda tena,
Su recuerdo me entristece,
[
16]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
La vista se me humedece
Pues deveras la quera . . .
Triste y amargo ju el da
Que f de ella a separaime.
Para d i r a piesentarme
A m i causa v o l u n t a r i o .
Siempre traigo el relicario
Que me colg a l ausentarme!
1
La guerra sigui en su duelo,
Y a ese njel tan sensible.
Sm m i no le ju posible
La existencia y vol a l cielo;
De entonces voy sin consuelo
Echando a l aire lamentos.
Que son quejosos acentos
De u n alma de amor partida,
Que en esta terrible vida
Solo encontr sufrimientos'
JULIAN
H sentido ust su muerte!
ju un golpe que lo ha abatido.
Est tristaso, afligido,
Qu quiere c u a o ? . . La suerte!
BALIENTE
Don Julin, s i ust supiera
L o que se sufre en amando,
Uno vive suspirando
Aunque suspirar no quiera.
[ 17 ]
ANTONIO
LUSSICH
Ella es su prenda querida.
Con ella, suea d u r m i e n d o ;
Sin ella, vive, muriendo,
Y su amor nos d la v i d a !
Larguemos y vale ms
Por aura tan duro trance;
Quiera Dios que a naide alcance
Otro igual, nunca, jams!
Mas volviendo a lo de atrs,
Ust hoy culpaba a A p a r i c i o ,
Y creo que ha crrao su j u i c i o ,
Pues sepa si ha de escucharme
Del comienzo basta el desarme
La causa de este desquicio. ( A )
Sino, iccuerde gen mozo
Que el suelo ptrio pisamos, ( 1 )
Y a poco andar lo golpiamos
A l tan mentao Frenedoso:
Diay sali el g i u p o glorioso
T i e r r a adentro cabriolando
Y una que otra vez sentando
L i n d o la gama y con gusto.
Pa atracarles algn susto
Y verlos salir ca. . .ntando.
Y el que no aflojaba a naides
En crudaso y terutero, (2)
Ju a golpiarse con su apero
Hasta la gran Guenos A i r e s ;
l A j L a S olas q u e v a n al m a r g e n se e n c o n t r a r a n a l f i n del
l i b r o segn s u n u m c r j c i o n
[ 1 8 ]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Diciendo, que por desaires
De su pago se haba alsao;
Mienta criollaso a otro l a o !
Cuente lo que ha sucedido;
Que en el Rincn ju vencido
Don Msimo y redotao.
Tamin con Carabajal
Nos topamos lindamente: (31
Pucha! qu arriada de gente.
Como yeguas a un c o r r a l ;
y don Castro el General
Nunca olvidar a Espuelitas.
Pues le dimos tortas fritas
Hasta atorarse . . y con f . , .
Ese da, s carch
Prendas de plata nuevitas!
Dispus v i n o Ceverino,
All rayamos los pingos; (4|
Qu da de matar gringos!
Si era Iansiar a lo f i n o ;
Recuerda cuando se v i n o
A q u e l batalln a un flanco
Que cargaba qupi b l a n c o ? . . .
Juna amante! viera estrago!
Y o cargu al p r i m e r amago
Pa mostrar que no era manco.
En Mercedes, Corralito,
E n Soriano y en la Unin, ( 5 )
Siempre y en tuita ocasin
Supimos pegarle al f r i t o ;
Pero, por Cristo bendito!
[
19]
ANTONIO
LUSSICH
Se vino el dotorero.
De bombilla y tmtero,
Y ya empez el barajuste
Sin que hubiese ms ajuste,
Peliaban po el podero.
Andaban como manada (6|
Cuando el Sitio, y puros ases.
Con proyetos. charla y bases
Pa embolber la paisanada;
Y hasta con la muchachada
Pueblera que haba venido,
Les hablaban de u n bandido
T a l o cual, en su inters:
Ans que dende esa vez
Ju cayndose el partido.
\ diay templamos cuao
Pa darle a Suarez. . . i n d u l t o . . . ( 7 l
Cundo acordamos!
. ni el b u l t o !
E l pjaro haba volao;
Sali en la noche erlisao
De la Sierra ese silguero.
Y hasta el Sauce, compaero
No se nos quiso sentar:
Ms vale no recordar
Lo que pas all aparcero'
E l valeroso M u n i z
En esa batalla amarga.
Di cada brillante carga
\ de un modo tan feliz.
Que el t r i u n f o estuvo en u n tris
[20 ]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Pa los bravos nacionales;
Pero zanjas y trigales
Cubran al enemigo,
Mientras que el pecho de abrigo
Solo tuvimos los lales.
M e d m a , Estomba. Lavera.
Bastarrica, Arre y Garca,
Supieron en ese da
Darle b r i l l o a su bandera:
Burgueo, Urn, Olivera,
Rodrguez, Ferrcr, Muoz,
Han hecho u n estrago atroz
Con sus guapas debisiones,
Que al gobierno y sus legiones
Les dieron lesin feroz.
Pampillon terrible lanza
A b r e claro ande atropella.
Tamin dej c i u d a gella
U t u r b e y con su p u j a n z a :
Rada fiero se abalanza
Con la Escolta valerosa;
Lacalle. Mena, Mendoza,
Latorre y tanto valiente.
Alientaban a su gente
En esa cida gloriosa!
A y ! hermanito Julin.
Cost esa lucha m i l vidas,
Y entre las muchas queridas
A u n lloro la de Lujn:
Muri Rodrguez. Durn,
[21 ]
ANTONIO
LUSSICH
M o r o s i n i , Pl y Garca;
Tamin Carrasco ese da
Cay como caen los bravos! . .
Po el plomo de los esclavos
Enganchaos, que tanto haba.
Y pagaron su tributo
Moieno y A n a v i t a r t e ;
De dolor el alma parte
Tanta horfand, r u i n a y luto.
Y ese es de la guerra el fruto
Que en su marcha se cosecha;
N o vuelva a dar luz su mecha
Pa alumbrar negras hazaas.
Que abren ay! en las entraas
De la Patria, cruda brecha!
Que retirarnos tuvimos
Por entre charcos de sangre,
Y gatas con el matambre
A duras penas salimos;
Pero pronto nos r i u n i m o s
Otra vez al gran montn.
Y vivando a esta nacin
Juramos echar el resto,
i O m o r i r en nuestro puesto
Sosteniendo el pabelln!
Juronse algunos sentando
A l ver la pata a la sota,
Y otros, ya antes la redota
Se haban estao desgranando;
Solo nos fimos quedando,
[22
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Los que en cualesquier terreno
Sujetamos lindo el freno
Copando altivos la banca,
Y bolimos siempie el anca
Sin m i r a r si el campo es geno.
Pero pa ms estrupicio
Los letraos se nos volvieron,
Y y tamin disunieron
a M u n i z con A p a r i c i o ;
All empezaron su oficio
De entrigas y plumera.
Ans que de da en da
L a cosa tan se frunci,
Que el patriotismo vol
Pues solo ambicin haha!
JULIAN
Y o soy u n gucho redondo.
No tengo luces n i pluma,
Pero nunca ando en la espuma
Porque dentro siempre al h o n d o ;
Ans es que digo y respondo
Que aunque soy m u y p a r t i d a r i o ,
Las cuentas de ese rosario
T r a i b a n mucho Padre Nuestro;
Y aqui amigo, hay cda maestro
Con ms letras que un misario.
Y a la oreja siempre andan
Y como sarna se pegan;
Dentran, salen, corren, bregan,
Se dueblan con los que m a n d a n :
[23]
ANTONIO
LUSSICH
A d u l a n , gruen y ablandan
Con el unto de su l a b i a :
E n f i n hermano, d r a b i a
Tanta falsa de una vez;
Y hgase cargo , . esa es
L a gente que llaman sbia.
Vuelven si no los almiten.
Se acuquinan si los retan.
Mas cuando el clavo asujetan
Cual la grasa se r e d i t e n ;
Y al infeliz que engaiten
L o dejan m i r a n d o el alba,
Pues en espinas la malva
Redepente se ha cambao;
Y queda el pobre cristiao
Como p i o j o entre una calva.
BALIENTE
Don Julin! solo un dolor
Sali guapetn y listo,
[Pocos iguales he visto!
Es pierna % m u y superior;
Guen gaucho a l par del m e j o r
Pa entreverarse en pelea,
Su lanza remolinea
Como culebra enojada.
Siempre sale ensangrentada
Ju pucha' que colorea.
JULIAN
Qu me b a decir Baliente?
Lo conosco de pi-apa.
[24]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
BALIENTE
N i una h o r m i g a se le escapa
Conoce a tuita la gente.
JULIAN
<>\ n he de conocer y
A l ms lindo coronel
Que se ha Uenao de laurel
A n d e quiera que e m b i s t i ? . . .
Dolores, Tacuaiemb.
Cuapir y los Queguys.
Y en cualquiei parte del pis
Salva es tan conocido,
Como ese pasto estendido
Que en tuita t i e r r a echa riz.
Y d calor ese mozo
Verlo sentao en su flete.
Bien aperao y paquete,
Como el gmete, famoso:
Y o he visto a ese valeroso
E n un terrible entrevero
Dentrar lansiando el primero
Con sin i g u a l bisarra;
Ay j u n a ! causa alegra
Servir a ese compaero.
Y otro Coronel m u y crudo
Es Arre el melitar,
Quien se le quiera apaar
H a ser ms que copetudo:
A u n naides vencerlo pudo
[25 j
ANTONIO
LUSSICH
Po el nmero n i el p a r a j e ;
Su valiente milicaje
Como tabla va al fogueo,
Y m i l lauros p o r trofeo
Son el premio a su coraje.
BALEENTE
A u r a aventaj de cierto
Dos cuerpos en l a carrera;
Ser por la vez primera
Que m i haigan metido i n j e r t o .
JULIAN
S o n a l udo los afanes
A l proponerme algn f i n ;
N i letraos de retintn
Han podido echarme panes.
BALIENTE
Ansina es que yo me esplico
Por la queja que di ust.
No es el general, crame.
Quien nos ha clavao del p i c o ;
Son los q u i untan el bolsico
Con la sangre de este pis;
Que el diablo Ies diera miz
En vez de pluma y t i n t e r o ;
0 alfalfa de algn potrero
Y otras yerbas ainda
[26]
mis!
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
JULIAN
Tamin medio portuguz
Haba sido, por lo visto;
Y suele dar ese misto
Ms chispas que busca-pis.
BALIENTE
Ans soy yo, dibertido.
Pero cuando el lomo h i n c h o ,
Zambullo como el capincho
Que de cerca es perseguido!
JULIAN
Tiene razn y no miente:
Hubiera sido otra cosa
Sin los enriedos y prosa
Que nos t r u j o esa t a l gente,
Que se llama inteligente
Y nos quiere embosalar,
Para hacernos cabrestiar
Y servirles de estrumento.
Porque tienen el talento
De las luchas, pa uatiar.
BALIENTE
Y otros genos orientales
Cayeron por la traicin
Cuando la brbara aisin
H a b i d a en los Manantiales;
An sus tupidos chircales
[27]
ANTONIO
LUSSICH
De sangre hermana manchaos,
Son testigos no horiaos
De aquel hecho miserable.
A n d e u n gobierno espreciable
Burl sagrados trataos.
Medina el viejo guerrero
Sostuvo all su r e n o m b r e ;
jDc laurel cubri su nombre!
Muri sin rendir su acero.
Y Archaga. el compaero
Ms sereno en el combate.
V i n o a cir al rudo embate
De su destino junesto;
i M a s la gloria tiene u n puesto
Que n i aun la muerte lo abate!
JULIAN
A la raya acerqese
Qu le gusta, paz o guerra,
O e m i g i a r pa estiaa t i e i r a .
Sin tapujo e&plique?
Bien '-e sabe, ya se v
La ptria e m e j o r de j u r o ,
Pero tambin le asiguro
Que no ha de v i v i i t r a n q u i l o ,
Y yo, buscar o t i o asilo
Que en ser limpiao no me apuro.
N i van a dejar pa casta
Si nos agairan mansito.
A u r a se amuestran blanditos
Mientras agranden la plasta;
[28]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Tengo esperencia y me basta
Resabiao p o r las solpresas;
Guampen a otios ron esas
Que el color de su oro es falso.
Por t a l razn me les abo
Cansao va de su piornedas.
BALIENTE
ISi se si largarle prenda.
Estoy hecho u n [ay de m !
" i es tanto lo que sufr
Que vivo harto de contienda. . .
JULIAN
-Se compuso la merienda!
Ce otro tura a la fiesta,
Y gea ocasin es esta
Pa un parecer o u n consejo.
Pues o Jos, como viejo
A l platicaje se priesta.
BALIENTE
Don C e n t u r i n . . . Y que es eso,
De largo pasa este da?
Venga a hacernos compaa
\ esentumir la sin-gueso.
JULIAN
Aprosmese a esta y u n t a :
Qu t a l sigue ese valor? . . .
Llegues al calentador
Y chupar p o r la punta.
[29]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
A u n q u e voy medio apurao
Quiero almitirle el embite,
Pues ya he tomao el desquite
En lo mucho que he trotiao.
JULIAN
Est gordaso su f l e t e ! . . .
CENTURION
C m o no, le doy granadla,
P que no afloje en la orquilla
Si lo monta algn paquete!
Se lo negoci a Pelis
Dende que era m u y p o t r i l l o ,
Ricin le apunta u n colmillo
Y ya sabe comer miz.
JULIAN
A ese gaucho paquetazo
Le gusta ensillar gen p i n g o ;
Pa montar, n i es medio gringo
Sino paisano amachaso!
SALIENTE
A ver cuao, d e s e n f r e n e . . .
CENTURION
L e haremos al campo gasto,
Porqu aqu est lindo el pasto
Y me gusta que se enllene.
[30]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Mientras pellizca a sus anchas
Con la cincha media f l o j a ,
Le haremos sonar coscoja
A esta paz que jiede a manchas.
JULIAN
Tiene estaca?
CENTURION
Y de m i f l o r .
Cundo he andao yo d e s p r o v i s t o ? . . .
Siempre tengo t u i t o listo
De la jerga al m a n i a d o r l
Soy gaucho lindo y parejo,
De bosal, laso y coyunda.
Poco me enriedo en la j u n d a
De m i reborber canejo!
JULIAN
Y con no tanta parola
Vamos de una vez al caso:
Me hallo como en embaraso
Hasta que ruede la bola.
CENTURION
A l u m b r e algo pa e m p i n a r ;
M i garguero est en ayuna,
Dende que s'entr la l u n a
Y o n i s lo que es c h u p a r ;
[31]
ANTONIO
LUSSICH
Mas hoy creo han de pagar
Y las botas nos pondremos:
Pucha si le pegaremos
A l trago, fiero, cuaos!
Vamos a quedar mamaos
Por que ya l a paz tendremos.
JULIAN
Haba sido ust l a d i n o ! . . .
No se cansa n i un momento;
Su lengua es el movimiento
De la rueda de un molino.
Si me hace acordar a un pin
Estrngis que yo tena.
Era labia tuito el da
En su idmia, aquel nacin.
Y pa m i era una ceguera
Sin poderlo remediar,
T u i t o se volva hablar
Que en su tierra rico era.
Que tena all,
T r i g o , verdura
^ nunca tuvo
N i tierra en el
que tanto
y campaa;
el lagaa
camposanto
CENTURION
Pues sabe que ust no mengua
Y a andamos medios parejos,
Nunca le faltan c o n s e j o s . . .
Y sin pelos en la lengua.
[32]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
JULIAN
L e copo esa compadrada!
Pero lrguese por f i n .
N o est oyendo ust el clarn
Que toca pa la carniada?
CENTURION
T r a i g a antes licor de fuego
Pa que m i cabeza encienda.
Quiero empinar p o r la prenda
Que me ba robao el cociego.
JULIAN
Quin es la favorecida?
CENTURION
E s o s contarle debo
Pues de dicha me conmuevo
A l hablar de m i q u e r i d a !
Cuando fimos a la Unin
A sitiar Montebideo,
Recordar sign creo
Que andube medio tristn?
Cmo no, este corazn
M i pecho cuasi revienta;
Y me pasaba a la cuenta
L o que al potro sm bastera
Pialao por l a vez p r i m e r a
Que un domador se le sienta!
[33]
A N T O N I O
D.
L U S S I C H
J U L I A N
Pucha! corcobiaba ust
De una manera baguala;
A l g u n a espoliada mala
Le a f i r m a r o n , y con f.
CENTURION
Sabe que cuando un pual
Dentra con juersa en el pecho,
Ce al suelo uno derecho
Po el peso de agudo mal?
E l amor es como un t a j o
Que sin sentir se le cuela.
Va ardiendo a l par de una vela
Y adentro quema a l destajo.
JULIAN
Y cmo podr pararse
E l golpe cuando es certero?
Con que el c r i o l l o ms matrero
A veces suele ensartarse.
CENTURION
C u a n d o agatita le aprieta
Ust se larga sin ms.
N i vuelve la cara atrs
Dejndolo al m u y sotreta.
D u r a en la tierra el amor
Si el inters no lo alcanza,
[34]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y lo rcia la esperanza
Con su riego bienhechor.
Tamin muere su deleite
Si la incostancia lo amaga;
Como la mecha se apaga
Cuando le falta el aceite.
Vea ust esa f l o r airosa.
Que si en agua la conserva
Y del viento la preserva,
Se sostiene un tiempo hermosa.
Mas si en cambio la aprisiona
Sin roco que la aliente,
Se marchita redepente
Y hasta el color la abandona.
Y o tuve un nardo una vez
Y lo acariciaba tanto,
Que su pursimo encanto
Dur lo menos u n mes.
Pero ay! una hora de olvido
Sec hasta su ltima h o j a !
As tambin se deshoja
La ilusin de u n bien p e r d i d o !
De muy Itrao no presumo
Pero me fundo en m i l casos,
De la dicha los chispasos
V a n a l aire como el h u m o .
[35]
ANTONIO
LUSSICH
Siguiendo pues el suceso
Que le vena hoy contando;
Oigalo, que de t a n blando
Se me hace agua la singeso.
Cerca del Paso Durana.
En una quinta de l u j o .
Ju ande la suerte me t r u j o
Pa conocer mi t i r a n a ;
I b a po all una maana
Y o un canto que si v i e r a !
Del Cielo cri que saliera;
Y ay no ms par la oreja.
Hacindome comadreja
Me qued oyenda de ajuera.
Pero qu dulce lamento!
Qu t e r n u r a ! qu afhcin!
Si el ms duro corazn
Se ablandara en el momento
A l escuchar el acento
De ea voz que mi alma ha herido.
Si volar habra podido
Y o me le hubiese apariao,
Pa decirle enamorao
P o r t, echo el mundo al olvido.
Dispus se sali a la puerta,
Entonces ms me almir;
Le asiguro que qued
Con tamaa boca abierta!
Son los reflejos ms flojos
Del diamante y las centellas:
[36]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
] N i aun las ms puras estrellas
Dan la luz de aquellos ojos!
Qu cutis! Dios nos dejra.
Como escarcha blanco e r a ;
Si hacerme pulga pudiera
La sangre yo le chupara!
Otra, tamin diay sali,
Madre ma! qu gran cosa!
Linda como mariposa
Que entre un rosal se perdi.
A dos ms bid b e n i r . . .
De cristo ya me pasaba,
P o r qu de all no templaba
Quedrn ustedes decir?
Era que
Como la
Como al
Como el
estaba pegao
mugre a sus gesos,
tacao los pesos,
engrudo colao.
JULIAN
Y a se nos volvi a l a d i a r
Con los dichos compadrones;
Sujete sus espresiones
Y deje de retozar.
La mugre aunque cosa fiera
Se lava y sale a l momento;
Pero ust, n i con ingento
L i m p i a su gran madriguera.
[37]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
-Se equivoca m i criollaso,
N i un tubiano yo aura t e n g o . . .
En este momento vengo
De darme un bao amachaso!
Y siguiendo m i copiada.
V i salir otro lucero
Ms brillante y hechicero
Que aquel de la madrugada.
Ellas en m se f i j a r o n ,
Y una a la otra d i j o ans:
" Q u andar haciendo po aqu
Este mozo? y saludaron".
"Gen da. Qu t a l lo pasa?
Preguntaron con recato,
Si ust gusta apiarse u n rato
Disponga de nuestra casa'".
Sin hacerme rogar mucho.
At a u n horcn el p o t r i l l o ,
Le d i guelta el c o j i n i l l o ,
Y en la oreja guard el pucho.
Y diay sin saber porqu
N i lo que en m yo sent.
S que su rastro segu
Y pa las casas rumbi.
Pero entre gente tan fina
Se me colori hasta el pelo,
[ 38 ]
LOS TRES GAUCHOS ORIENTALES
Y arisqueando de recelo
Gan el banco de una esquina.
Y ahi lo mesmo que cigea
Qued estirando el pescuezo,
Porque andaba, lo confieso.
Como gato entre la lea.
A l vuelo ellas colijieron
Que mi estao no era liviano;
Me trataron como hermano
Y a la patrona trujieron.
Sentada estaba y sufra
Una grande enfermed;
E r a el retrato en verd
De nuestra Virgen Mara.
L a pobre me salud
De gen modo y cariosa;
Que ju linda cuando moza
Colej en seguida y.
Muy mucho me agasajaron,
Y una toc un estrumento;
Qu manos! qu movimiento!
Hasta mi alma entusiasmaron,
Pucha! oyera cda nota!
Si daba calor aquello!
Cuasi pierdo hasta el resuello
Pues sudaba gota a gota.
Qu guitarra! qu acordin!
Qu flauta! ni qu pandero!
[39]
ANTONIO
LUSSICH
Si aquello se i b a certero
A I medio del corazn.
Y o guardo de ella un tesoro
Que el blanco muere y no p i s a ;
Y es una rica debisa
Con lema bordao en oro.
Solo luc en las batallas
A q u e l valioso presente.
Y al ceir con l la frente
Crecer sent mis agallas.
Me desped con trabajo,
Pa salir andube l e r d o . . .
Siempre guardar el recuerdo
De su bond y agasajo.
Dende entonces les tom
Pasin grande y hermanal,
A m o r como no hay igual
Que aqu adentro lo enceir
N o es el fuego aterrador
Que abrasa pecho y cabeza,
Destruyendo la pureza
Con su soplo matador.
Es el amor que alimenta
E l rbol de la esperanza;
Feliz aquel que lo alcanza
Y en el alma lo sustenta!
Aunque es geno como malba,
Suavecito como incienso,
[40]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Ms que la Pampa es inmenso,
Y alentador como el alba.
JULIAN
Deje a las hembras atrs
Que y a cans la t a l yerba,
Crgue pues con la reserva
Y cuente algo de esta paz!
CENTURION
T i e n e razn, pondr f i n
Del cario a los ardores,
JDejaremos esas flores
Quietitas en su jardn'
Que
Son
Nos
Nos
aunque el amor y la guerra
cuasi de u n parecer;
yere el uno sin ver,
echa la otra p o r tierra,
BALIENTE
No reculo a un entrevero,
Y lo busco hasta de antojo.
Pero a polleras, me encojo
Si hay que decirles te q u i e r o !
No es as o Centurin,
Ha pelechao ese g r u l l o !
M a t a . . . sin hacer b a r u l l o . . .
Siga dando al pericn!
[41
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Vea si viene el melcachifle
Quiero hacer un g o r g o r i t o ;
Y a el buche lo pide a g r i t o
Porque tengo l i m p i o el chifle.
CENTURION
Va mostrando al f i n la hebra
JULIAN
Y o no entiendo otros amores
Que respirar los olores
D i u n gen frasco de ginebra.
Ella aturde la razn.
Lleva al cielo el pensamiento,
Curte a fuego el sufrimiento,
Y hasta enancha el corazn.
SALIENTE
Si el b a r b i j o ms apiieta,
Hoy sale de entre nosotros
Compositor. . . no de potros.
Sino u n ladino puta.
JULIAN
A u r a embolberme pretiende
Y no es lucha pa el menudo;
Que a u n zorro v i e j o coludo
Ningn pelao lo solpriende.
[42]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
CENTURION
P o n g a n el ido al comienzo,
Y dende ya Ies aviso,
Que es ms largo que chorizo
Lo que relatarles pienso.
En m i puesto me encontraba
Con un terne divertido.
Pegndole decidido
A una jugada de taba,
Diay vide que se acercaba
U n soldao de poleca,
E l que a l galope vena
Y hasta el cerco se alleg
Sin tapujos, y me di
U n papel que me traa.
Lo mandaba el comisario
De la sesin del M i n u a n o ;
Medio diabln el paisano!
Y pa los nuestros, corsario.
Me deca en el escrito:
" A m i g o don Centurin,
"Es llegada la ocasin
" D e aprontarse pa este f r i t o ;
" A p a r i c i o peg el g r i t o !
" N o s acaba de n u b a d i r ;
" Y o aurita salgo a r i u n i r ,
"Tenga listos pingo y lanza
"Que maana a ms tardanza
" E n su busca hemos de d i r " .
Sin siquiera esperar nada
Las pilchas a luz saqu;
[43]
ANTONIO
LUSSICH
E l sable y m u a r r a limpi
Desponido a la llamada.
De u n facn que tena all,
Y de tacuara una caa,
Hice una lanza tamaa!
Ponindole u n tongor.
Dej el
Con la
Y dije,
Que se
puesto al capataz
haciendita y el rancho,
ya est el carancho!
vengan los dems.
M e als con tuito m i apero,
Freno rico y de coscoja,
Riendas nuevitas en h o j a ,
Y trensadas con esmero;
L i n d a carona de cuero
De vaca, m u y bien c u r t i d a ;
Hasta una manta f o r n i d a
Me t r u j e de entre las carchas;
Y aunque el chapiao no es pa marchas
L o chant al pingo en seguida.
Hice sudar el bolsillo
Porque nunca f tacao;
T r a i b a un gran poncho de pao
Que me alcanzaba al t o b i l l o .
Y u n machaso coginillo
Pa descansar m i osamenta;
Quise pasar la tormenta
Guarecido de hambre y fro,
Sin dejar del pchero
N i una argolla ferrugienta.
[44]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Mis espuelas macumb,
M i rebenque con birolas,
Rico facn, geas bolas,
Mana y bosal saqu:
Dentro el t i r a d o r dej
Diez pesos en plata blanca,
Pa allegarme a cualquier banca
Pues al naipe tengo apego;
Y a ms presumo en el juego
No tener la mano manca!
Copas, fiador y pretal,
Estribos y cabezadas,
Con nuestras armas bordadas
De la gran Banda O r i e n t a l ;
No h gelto a ver uno igual
Recao tan cumpa y paquete,
A y j u n a ! encima del flete
Como u n sol aquello era,
Ni recordarlo quisiera!
Pa qu s es al santo cuete!
Mont un pingo barbiador,
Como una luz de ligero,
Pucha! si pa u n entrevero
Era cosa superior!
Su cuerpo, daba calor!
Y el herraje que llevaba.
Como la luna brillaba,
A l salir tras de una l o m a ;
Yo con orgullo y no es broma
En su lomo me sentaba.
A los tientos del recao
Puse el poncho y at el laso;
[45]
ANTONIO
LUSSICH
Tambin arregl de paso
U n maniador bien sobao,
Y pa estar del tuito abiao
Hice estacas y maceta;
A ms, samp en la maleta
Dos mudas de ropa nueva;
Y y a sal de m i cueva
Ms cargao que una carreta!
JULIAN
Voy a atajarle el suspiro. . .
Pa tantas pilchas, c o l i j o ,
Llevara ust de f i j o
Algn carguero de t i r o ? . . .
CENTURION
Solo a l amor me le enrabo
Sin mesquinarle cabresto;
Pero a la cola. . . n i un resto. . .
Que se lo aguante otro pabo.
JULIAN
Si sigue meniando astilla
Le tarjo el chirip. . .
Tntas tarjas tiene ya,
Que parece una p a r r i l l a !
Y el p o n c h o ? . . . est como fleco
De tanto pegarle, al udo. . .
Pa lengetiar es ms crudo
Que aquel mentao D o n P a c h e c o ! . . .
[46]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
BALIENTE
Nunca lo empaca el relato
Por que no es n i medio l e r d o ;
Si miente, tiene recuerdo
Y no le merma barato.
CENTURION
Y a le albert
Que el petardo
Como tres tiros
Y una consulta
antes de ahora
era largaso
de laso,
dotora.
BALIENTE
Si siempre tiene salidas
Este fantasma embrujao,
Hasta al diablo lo hace a u n lao
Con tan juertes embestidas.
CENTURION
A n s i n a soy y ser,
Ansina marcho viviendo,
E l mesmo seguir siendo
Y el mesmito morir.
Pero no corten la hilada
De la historia que segua,
Sin n i basta este da
Pa que se quede acabada.
Me sal de aquel tirn
Con tanta prenda de plata,
[47]
ANTONIO
LUSSICH
Que del cogote a la pata
Era un vivo rilumbrn!
JULIAN
Ah t o r o ! Y no tiene yel
Pa largarnos sus guayacas;
Y le gustan las balacas
Como a las moscas, la miel.
CENTURION
N o soy criollo de esa gente
Llamada letra menuda,
Pero ust no ponga duda
Que soy gaucho inteligente.
JULIAN
Qu es eso amigo M a u r i c i o
Como su labia sujeta? . . .
A ver pues tambin si aprieta.
Para despuntar el vicio.
BALIENTE
Cundo diantre
Nunca be tenido
Temo r a j a r mis
A b r i e n d o mucho
le he apretao
esas m a a s . .
entraas
el candao.
JULIAN
Quedr ust volverse alcalde?
Pero su ley ser poca!
[ 4 8 ]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
BALIENTE
Me gusta verle la boca. . .
Cuando la estira debalde.
Dnle duro a l mancarrn
Que no afloje en lo parlero,
En tanto que yo el puchero
V o y a sacar del fogn.
Pucha! que
Y bien asao
Crranse, no
Y corten del
est espumadito,
el churrasco;
le hagan asco
calientito.
JULIAN
Si este Baliente, es matarse!
Nunca le falta albertencia,
Y una grande conocencia
Pa siempre desempearse.
BALIENTE
Estn hablando de hambre
Y con los ojos lo a i d e n . . .
De los que n i dan n i piden
Es este rico matambre.
CENTURION
A h terne! siempre es el mesmo
Apotrao de dicharachos,
Y algunos dentres amachos:
Qu collera con Juan Lesmo!
[49]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
E l puchero y el asao
Hay que asentar en seguida;
A ver pues quin me combida
Con un negro bien armao?
BALIENTE
L o podr abiar de tabaco
Pero piquel a su a n t o j o ;
Y o al mo siempre lo m o j o
Cuando est abentao el naco.
CENTURION
Perdimos en la merienda
L o mejor de la m i l o n g a . . .
SALIENTE
-Cuando el payador disponga
Puede d i r largando prenda.
CENTURION
Volviendo pues a l asunto:
Sali m i flete escarsiando.
Y yo una copla cantando
De la guerra al contrapunto;
La pierna por tuito punto
Lindamente me gustaba.
Y hasta el pingo relinchaba
[Si lo v i e r a ! de contento,
[50]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y diay colej al momento
Que el batuque le agradaba.
U n trecho largo troti
Y f a visitar de paso
U n compadre mo viejaso
De la Barra del Cufr;
Cuando a la estancia llegu
La vide algo solitaria.
Pues solo a Candelaria
Me recibi en la tranquera,
Y ya malici que hubiera
Nueva alguna estrordinaria.
Pregunt por m i tocayo:
Y la comadre me d i j o
Que habia ensillao de f i j o
A l primer canto del g a l l o ;
Llevando el mejor caballo
Que en su tropilla tena,
Pa llegar con sol tuaba
A l boliche de u n Carrin,
Ande estaban de riunin
Los blancos, en ese da.
Entonces tuve tristeza
Por marcha tan repentina;
Y la vieja m u y ladina,
Me larg con esta presa:
"Escuche ust p o r su madre
" L o que en confianza le d i g o :
" J u y a de aqu o busque abrigo
" A n d e n i perro le l a d r e ;
[51]
ANTONIO
LUSSICH
"Sepa que ya su compadre
"Haciendo hoy la pata ancha,
"Alz el moo de esta cancha
" P a riunirse a la reguelta,
"Jurando no estar de gelta
*Sin antes ver la revancha".
l
[Pobre viejo m i tocayo!
Siempre guapo y tan patriota,
No andaba espiando a la sota
Para ensillar su caballo.
JULIAN
E n los juegos de la tierra
Hay que andar m u y delijentes,
No hacen baza los suplentes
E n los naipes de Ja guerra.
CENTURION
Otro paisano lleg
Con el pingo sudadaso:
De trasijao vena al paso,
Y al llegar se le aplast;
Uno pa m u d a r pidi,
Se ech al corral la manada,
Y a la primer rehollada
Enlaz un gen rosillito
Que lo sent all mesmito
De una sola rastrillada.
E l forastero era listo,
Le ech el f a l l o . . . y no me enga!
Deba ser de pago estrao,
[52]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
No era cara que haba v i s t o ;
E l hombre i b a bien provisto
Pa aguantar cualquier corcobo;
Pregunt hacindose el bobo
La picada ms cercana
Y o pa m, d i j e . . , maana!
Y el pango se me hizo robo
Le comenz a largar prosa
Del paso que me peda,
E l cual, bola a pi estara
Por ser caada fangosa;
Mas que eso no era gran cosa
Hallndose a corto trecho
Cerquita al p r i m e r repecho
Una picada matrera.
Que yo endilgarle pudiera
Pa que saliese derecho.
Me fij en su apero todo
De curioso. . . hgase cargo!
Usaba poncho m u y largo
Que le t a p a b a . . . hasta el modo,
Mas lo dobl p o r el codo
Y le vide d i un gataso
Gen facn, y u n trabucaso
Como pa pedir respeto;
Y en guascas traiba el completo
Dende los tientos a l laso.
Y l, cuando en m repar
Vindome rmas de pelea,
C o l i j o , que guena idea
No tuvo y me recel;
[53]
ANTONIO
LUSSICH
Ans lo malici yo,
Y le dije, m i aparcero.
Ust de ac es forastero
Pero entre amigos est,
T a l vez no conocer
Otra cosa, c o m p a e r o , . .
De las Puntas del Cufr
A la ms alta cuchilla,
Naide lo afrenta n i humilla
A este gucho que aqu v ;
H e sido y siempre ser
E l taita de aquellos pagos.
Pues prob en trances aciagos
Que m i brazo con pujanza
H a remoliniao la lanza
Causando rudos estragos.
Y aunque es Jos Centurin
Cruel con los enemigos,
A m i g o es de sus amigos.
Incapaz de una traicin;
Me es igual pluma o facn,
Y lo que es pa echar un p i a l
E n la puerta de u n corral,
No le embido a l p r i m e r o ,
Y en ancas, soy el puestero
Del estrngis ms bozal.
Me retruc sin demora
E l otro, alabo sus maas:
Tamin tengo mis hazaas
Dende que nac, hasta ahora.
" M e llamo Frutos de nombre
" Y Costa de apelativo,
[54]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
" D e gucho guapo y altivo
"Tengo en m i pago renombre!
" L e asiguro que no hay hombre
"Ms mentao en el Chan,
" N i la mesma autorid
" M e lleva con el encuentro,
" P o r q u e sabe que ande dentro
"Respetao tuito ser.
" Y si viera, aunque ya viejo
"Suelen gustarme las chinas.
" Y soy con las ms ladinas
"Peine que n i liendres d e j o ;
" A l mundo sal parejo,
" M e prest Dios su favor,
" Y jams pudo un r i g o r
"Hacerme agachar la frente,
"Pues ser hasta que rebiente
" F i r m e y l i a l , su servidor.
" Y a que juntos relinchamos
"Que adentro no quede empacho;
"Lrgue cada cual su guacho
" T a l vez del par, uno hagamos.'
1
Con tapujos jams ando
Y ande quiera desensillo;
N i me engelbo en el obillo
Y tuito a guardar lo mando.
Con que D o n F r u t o ? sea franco
Le pregunt, no es o f e n s a . . .
Y en opiones qu piensa,
T i r a a colorao o a blanco?
[55]
ANTONIO
LUSSICH
Aunque el v i e j o era algo arisco,
Retruc, "salga ande salga.
Ust es hombre y Dios le valga
Embuchando este petisco."
"Paisano soy y he de ser
" D e ]a celeste debisa;
" N o es bordada sino lisa,
"Pero la s defender;
" A n d e quiera lo hago ver,
" Y aura voy a la riunin
" A ofertar a m i opinin
"Este brazo en su servicio,
" P a r a ayudar a A p a r i c i o ,
" E n su gran regolucin."
Junte con sta, su mano,
Tamin m i pecho le atraco.
Y gorgoriemos un taco
Por la cida del tirano.
Nunca este cuero ha servido
Pa ser lonjiao p o r m i gente;
Respond siempre fielmente
A l clarn de m i p a r t i d o ;
Y el que hoy se quede d o r m i d o
Sin engrosar nuestra fila.
Es porque el valor vacila
De esos malas orientales;
Unmonos pues los lales
Pa ver la ptria tranquila.
Y ech al diablo al comisario
Que me escribi aquella carta,
r se j
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
! Desenredando m i cuarta
Como blanco y p a r t i d a r i o ! . . .
A esas horas, ya la cruz
De j u r o me haba l echao;
Sali el zonzo madrugao,
Y con patas de avestruz!
Seguimos siempre marchando
En u n bajo, y por la orilla
De una machasa cuchilla
L a que estbamos costiando;
Cerca ya damos llegando
A una estancia y pulpera;
E l hambre nos persegua
Y era tiempo de embuchar,
All fimos a buscar
Por si algo pronto tena.
Llegamos a la enramada
De la esquina o del boliche,
Ped al pulpero u n espiche
Pa tomar la combidada.
" T r a i g a patrn algn fiambre
"Que la quijada entretenga,
"Pidi Costa, o lo que tenga
" P a r a no m o r i r n o s de hambre.
"Sin, es cosa de u n ratito
" A r m a r n o s de un asador,
" D e ese m e m b r i l l o cantor
" Y chantarle u n churrasquito.
[57]
ANTONIO
D,
LUSSICH
''Que entre los gauchos cumplidos
"Pocas gdeltas debe haber,
" P e d i r , pagar y querer,
"Son siempre genos p a r t i d o s . "
Pero el gringo no era lerdo
Y no se enred en las cuartas,
Pronto lleg con dos sartas
De chorizos, puro cerdo[
Les asiguro en verd,
Que don Fruto era parlero
Como l o r o barranquero
De p r i m e r a calida.
JULIAN
L e dice al sartn la o l l a :
Quita que me ensucias, b r u t o !
Y ust en yunta con don Fruto
Cul de los dos ms embrolla!
CENTURION
Ah Julin! siempre chocante,
De amolar no se resabia.
Y quin diantre con su lbia
E l pi le pone adelante?
JULIAN
Don Jos, no se haga el chico,
Sernos gajos de una r a m a :
Si a m i ladino me llama
Quin a ust le ataja el pico?
[58]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
CENTURION
D e j e seguir m i campaa:
Abon e l gasto a los gringos,
Pronto arreglamos los pingos,
Y por no perder la maa
Llen m i chifle de caa
Pa los guesos calentar.
Pues tenamos que marchar
Hasta ponerse la l u n a ;
Trotiada largasa ay j u n a !
Le darnos a pegar.
Los fletes iban chupaos,
A una aguadita llegamos,
Y los frenos le sacamos
Que bebiesen descansaos.
Dispus que beber les dimos
Salieron llenos, briosos,
Como soles rilumbrosos,
Y a la marcha nos pusimos.
Qu trotiar aquella noche!
E l fro frunci m i hocico:
A h suerte del hombre rico
Poder pasiarse de coche!
D o n F r u t o haba dao comienzo
A espoliar a su r o s i l l o :
En tanto que m i t o r d i l l o
No aflojaba n i por pienso.
Tuaba n i u n chiquitito
L o haba hincao en esa m a r c h a :
[59]
ANTONIO
LUSSICH
D i b a rayando la escarcha
A r m a o siempre y entento.
Dispus de u n trote deshecho
L a luna se nos dentro,
M i v i e j o el monte aguait
Detrasito de un repecho.
Hasta all pronto alcanzamos
Con silencio y precaucin,
Pastoriamos u n rincn
Y a l punto desensillamos.
At el flete en u n retazo
Cerquita a m i cabecera,
P o r si algo sucediera
Poder ensillar de paso.
Y tambin all a su Iao
At el rosillo el palomo,
Y le ech una jerga al lomo
Dispus de haberlo rascao.
Diay juntitos en un plano
Nuestras cacharpas pusimos,
Y a descansar nos tendimos
Pa ensillar lo ms temprano.
M e ech y ya qued d o r m i d o
Como tronco, le asiguro,
] M e habera visto en apuro
Si me hubiesen solprendido!
Y ya a soar me agach,
A m i g o , con los galonea,
[60]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
M e va con rilumbrones
Porque a ser gefe llegu;
Y con orgullo tom
E l escuadrn en que estaba
Y a la carga! lo llevaba
A dos laos, y con j u r o r ,
Ay j u n a ! j y con qu valor
A l enemigo arrollaba!
JULIAN
Con el cargo meti r o n c h a . . .
Si se le habra hecho c i e r t o .
?
CENTURION
-Me qued al verme dispierto
Cual caracol, en l a concha.
Entre sueos me o decir:
Los guesos de punta pare
D o n Jos, antes que aclare
De ac nos hemos de d i r ;
Es preciso ya salir,
No sea gucho t a n confiao.
Porque algn da boliao
Si sigue ans se ver,
M i rosillo pronto est
Y aprese pues cuao!
Y a desentum la tabas,
Y en mnos que canta u n gallo,
Tuve aperao el caballo
Del tuito listo y sin trabas.
[61]
ANTONIO
D.
LUSSICH
Y o recordaba ese sueo
Que aun arder siento en m i frente,
Y jur c u m p l i r fielmente
M i deber con todo empeo.
Seguimos r u m b o a la sierra
Cuando el alba apareca,
Y encima se nos vena
A dos Iaos en su c a r r e r a ;
Y ya cubriendo la tierra
B r i l l a b a blanca la helada,
Oyndose la cantada
Del pjaro a sus amores;
Y hasta el cogollo a las flores
Entrabra la madrugada.
Por f i n el sol sacudi
Su cabeza del n i d a l ,
Y con b r i l l o sin i g u a l
Tuita la tierra alumbr!
Y a m u y cerquita quedaba
E l campo de Juan Garca,
Que su hacienda en ese da
Pa la manga la llevaba.
A l poco andar lo topamos
En la fina con los piones;
Manamos los mancarrones
Y al punto nos relinchamos.
Y diay como de u n cauto
Sal con r u m b o a la casa;
E igual a mancha de grasa
Se peg a Garca, o F r u t o .
[62]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Bido que estaban marcando
Y como gden oriental
Sali derecho al corral,
Su lazo desarrollando.
Y o no estaba pa t r a b a j o ,
F a visitar la patrona.
V i e j a media quebrachona
Y de m u y mucho agasajo.
A la cocina dentr:
Bien aiga e l haber llegao!
Cuasi quedo all ensartao.
Oigan lo que me encontr:
Dos mozas all p a r a b a n ;
Solo el contar d calor!
Se abra el pecho al amor
A tuito aquel que m i r a b a n .
Una, r u b i a macumb,
De pelo f i n o , amarillo
Como el oro de u n anillo
Que en una banca empe.
Sus ojos color de cielo
En la tarde de verano,
Era tan blanca su mano
Como el jazmn de este suelo.
L a otra era u n panal de m i e l ,
Morenita y agraciada,
De boquita bien arquiada
Ms fresquita que un clavel!
[63]
ANTONIO
LUSSICH
Como sus ojos, no hay p e r l a . . .
Qu mirada centellante!
E s a mujer juna amante'
Me hizo palpitar al verla!
Ustedes ven el fogn
Que el juego se va apagando.
Y est slita quedando
L a brasa de aquel tisn?
Aquella brasa escondida,
Por la ceniza cubierta.
Soplndola se dispierta
Mostrando que est prendida.
Ans en mi pecho sent
Arder un tisn oculto.
Y aunque quiero darle indulto
Nunca se aleja de m.
Qued pues como el fogn;
Mi amor que creiba apagao.
Las cenizas han soplao
Y se prendi el corazn!
JULIAN
Medio crudo es o Jos
P a tan pronto amoriscarse,
Cuidao no vaya a pialarse
Sin saber cmo y porqu.
CENTURION
L o mesmo que berdolaga
Me estiendo en cualquier terreno.
[64]
LOS TRES GAUCHOS ORIENTALES
Y lo encuentro tuito giieno
Dende que el amor lo paga,
Dispus de prosiar un rato,
P a concluir bien la farra,
Cant lindo en la guitarra
U n a copla de barato.
Tierno era aquello por Dios!
Qu bordona, ni qu prima,
Si no sonaba ms rima
Que los ecos de mi voz!
JULIAN
Pucha! si es alabancioso
Hasta ms ya no poder.
SALIENTE
Djese pues d e . . . moler
Que retruca de cmbdioso.
CENTURION
Si al udo es que yo prosiga.
Me tienen medio caliente,
Y si me achispo un repente
Apritense la barriga.
JULIAN
Largue tnta compadrada
Don Jos, y siga la danza.
[65]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
Seguir hasta donde alcanza
Que all la vern parada.
" D o n Centurin, es m u y tarde"
V i n o don Fruto a decirme;
Y acab p o r despedirme
Desiando que Dios las guarde.
Sintiendo largar la presa
Abandon aquellas mozas. .
Pero Ies d i j e unas cosas! . . .
Cuasi pierdo la cabeza.
Por f i n ayuntaos salimos,
Y de all a lo de Carrin.
L o trotiamos de u n tirn
Hasta que la gente vimos.
Y como estaba A p a r i c i o
L a gente ciba a granel;
Viera qu enjambre o t r o p e l . . .
Cry que j u e r a el dia del j u i c i o ! . . .
All el amigo Nadal
Cuasi a abrazos me hizo trisas,
Luego nos di unas debisas
Con el lema Nacional:
Me f a ver al General
Y estos cinco me apret;
Les asiguro que y
Hasta llor de alegra,
En m i vida tuve u n da
Que ms m i pecho goz.
[66]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y diay nos acollaramos
A tuitos los compaeros.
Con m i tocayo Cisneros
A l punto nos relinchamos,
All entre los dos juramos
No deshonrar nuestra lanza.
M e j o r quedar con la panza
A l aire en una cuchilla,
Que nunca aflojar la orquilla
N i mermar en la pujanza!
Con la promesa ms ancha
Don Fruto se me hizo h u m o ;
Pues triba u n deseo sumo
De hablar con los de su cancha.
De entonces, siempre segu
Sin aflojarle coscojas,
Y hoy cual perejil sm hojas
Estoy hecho un ay de m !
H e r r a j e y chapiao perd
En milongas y jugadas,
Tan solo las cabezadas
He salvao como de t r o n c h o ;
Sin tener n i un triste poncho
Con que pasar las heladas!
Hasta tuve un par de botas
Medias caas superiores,
Y u n da varios dotores
Me hicieron tallar la sota;
Y entre chupanza y chacota
V i n e a quedarme sin ellas:
[ 67 ]
ANTONIO
LUSSICH
Viera! copadas aquellas' . . .
Por f i n me encontr a la luna
Sin esperanza ninguna
De que iga Dios m i s querellas.
JULIAN
Pero si ust es gaucho rudo
Pa que dentra a la carpeta?
Le han de pelar la chancleta. . .
Si me lo agarran peludo.
CENTURION
Si es f u l i a n pa los concejos
Como la hacienda pa el pasto;
Y aunque de ellos haga gasto
No se m i r a en sus reflejos.
Y que ms tengo sacao?
Pasar fro a l gran botn,
Quedar como chicharrn
De viejaso y a n u g a o ;
Nunca pas de soldao
Siempre en pelea dentr,
En la vida me qued
Atrs en las caballadas,
Y en tuitas las agarradas
E l primero me encontr'
:
JULIAN
Pero si ust es tan curtido
Que de las bancas no sale,
U n hombre ans nada vale
Y ande quiera es m a l querido.
168]
LOS TEES GAUCHOS
ORIENTALES
CENTURION
Guarde el machaque pa trovos
Que est vinindome el gusto,
Mire al d i a b l o ! nunca es justo
Dle y dle a los corcobos.
Qu se saca con la guerra
D o n Julin, digamel?
Ella si sigue, cralo
V a a acabar con esta t i e r r a ;
Dende la m a r a la sierra
T u i t o el pis quiere la paz;
Basta de sangre, no ms,
Alcemos los campamentos,
Se j u e r o n los sufrimientos,
Que ya no vuelvan jams!
Acurdese, en la maana
Cuando a Mercedes dentramos.
Que en tuita parte encontramos
Recebida campechana;
Aquella triste maana
Olvidarla no podr!
Ju un da que soport
E l tormento ms amargo;
Pen t a n t o . . . hgase c a r g o ! . . .
Como nunca sufrir.
Y a el invierno se vena
Hacindonos t i r i t a r .
Cuando pudimos llegar
A l pueblo que ms quera,
Viera el gento ese da
[69]
ANTONIO
LUSSICH
De alborotao como anclaba!
Cada cual se disputaba
E l recibir los milicos,
Viejas, mozas, pobres, ricos,
T u i t o el mundo se ofertaba.
Haba bulla y contento.
Campaneo atronador.
No se oa del dolor
La amargura n i el t o r m e n t o ;
Cuando en el mesmo momento
Pasaba una pobre \ieja
Que echaba a l aire su queja
Y estas palabras sent:
"'Todos dentran, yo perd
" L a esperanza ya de verlo,
"Nuestro Dios debe tenerlo
"All con l, en el cielo"
Y otra deca en su duelo
" T u i t o s llegan, no ha venido,
"Creo que lo habr perdido,
"Grande V i r g e n de m i f "
Contra un horcn repar
Que estaba un v i e j i t o imbhdo.
Me acerqu al verlo tan plido
Que pareca una muerte,
Y esclamaba de esta suerte:
" C u n d o sto se acabar?
"Cundo un da llegar
"Que concluyan tantos males,
" y estos bravos orientales
" S i n distincin de colores
" V i v a n en paz, sin rencores,
[70]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
" E n sus pagos trabajando,
" D e j a r de andarse matando
"Por seguir ruines c a p r i c h o s ! "
Crea que a l o i r tales dichos,
Don Julin, me entristec,
Y de mis ojos sent
Dos lgrimas refalar.
Por esta barba pasar
Yendo a perderse a l pelln;
Pero que en m i corazn
Siempre frescas han de estar'
BALEENTE
S i g a n chispas de esa yesca!
Porque es msica que sopla;
Cuando larga ust una copla
N i habr quien no se enternezca,
CENTURION
Hoy ofertan galantas;
Colguemos pues nuestras rmas
Pa acabar con las alarmas,
Y esperar mejores das
De fiestas y de alegras
E n que unidos viviremos,
Y juntos trabajaremos
Echando a u n lao la discordia.
Y en dulce, hermanal concordia,
A este pis levantaremos.
JULIAN
V a n l o ! n i es medio mndria
Lo ablanda a uno como esponja;
[71]
ANTONIO
LUSSICH
Y es pal canto, sin lisonja
Lo mesmo que la calandria.
BALIENTE
Si Gomensoro el gobierno
Embosalarnos quisiera.
Lo sacamos campo ajuera
Pa largarlo hasta el i n f i e r n o ;
Colijo que no es muy tierno
En la p i i m e r aflojada;
Hoy vendr aqu a la parada
Po el desarme . . y lo dems. . .
Arriandol p o r detrs
Los liendres de su carnada.
CENTURION
A l f i n ser ese dotor
E l que nos saque de pobies,
A ver si aura armo de cobres
Otra vez m i t i r a d o r ;
Y a tiene hasta m a l olor
Sin tener con qu alegar;
Pero qu nos han de dar
A tan disgraciaos paisanos!
Talvez nos unten las manos. . .
Si algo les llega a sobrar.
BALIENTE
Y tan poco ser eso,
Que entre velas y candiles
Se irn los quinientos miles, 8)
Y pa el g u c h o . . . n i habr un queso;
Quisas muevan la sin geso
[ 7 2 ]
LOS THES GAUCHOS
ORIENTALES
Pa darnos. . . algn consuelo;
Y con la pata en el suelo
A l f i n nos hemos de ver,
Y chese uno a padecer!. . .
Eso de lejos, lo guelo.
Y a estai el oro a la fecha
En manos del m a m p o r r a j e ;
De esos que lucen gen traje
Pero n i sirven. . . pa mecha;
Y es la gente que aprovecha
Cuando el caso se presenta,
N i andan lerdos en la cuenta
Cada cual de sus perjuicios,
Y con papeles y oficios
P o r uno, cobran c i n c u e n t a ! !
JULIAN
Solo cuando nos precisan
Entonces s, son cumplidos,
Pero dispus de servidos
Si nos encuentran nos p i s a n ;
Y si acaso nos debisan
Se soslayan del caminoj
Por que un tinterillo f i n o
Con un gucho se deshonra;
Y ellos llaman tener honra
Ser lauchas y chupandnos.
Peio el m e j o r escribano
E r r a el r a j i d o a la p l u m a ;
Y el que de alpiste presuma
Puede caer en un pantano;
[73]
ANTONIO
LUSSICH
Hay veces que e l ms baquiano
Se pierde en un campo abierto,
Y otras, que un matao cubierto
De mala facha y muy fiero,
Aventaja a l parejero
Ms mentao y descubierto.
" E n t r e geyes no hay cornadas.
Y ande hay yeguas, potros nacen". . .
Mientras ans nos atrasen
N o ganarn pa sabliadas.
Dejen las cuentas saldadas
Sin acordarse del b u e l t o ;
Quedando de y resuelto
Para siempre en este caso.
Que en un carioso abrazo
T u i t o oriental viva engelto.
SALIENTE
A l gaucho siempre lo quieren
Cuando tienen precisin,
Entonces, de corazn
Le pintan que lo prefieren,
Y que hasta por l se m u e r e n .
Y o por sas, no me pierdo,
Y pa creerles, soy m u y l e r d o !
N i les quiero sus favores;
Ans trato a esos d o t o r e s . . .
" S i te vide, no me acuerdo!''
CENTURION
Y yo que ya me he quedau
Como reyuno bichoco,
[74]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y me ha largao medio loco
Este andar de lao a l a o ;
Eso es lo que yo he ganao
En esta ptria querida,
Pero si salvo la v i d a
De tan g r a n merengenal,
Como aperi en u n pajal
Busco en el monte guarida,
JULIAN
Sonsaso, est pareciendo
Hermano, en su lenguars;
H o y habl de unin y paz
Y ura de v i v i r j u y e n d o !
CENTURION
C m o n , me da impasencia
E l verme en estao tan crudo,
V i e j o , amolao y desnudo,
Sin una triste queienca;
Pero hay que tener pacencia.
Ser h i j o de maldicin;
" Y el que nace barrign
Es debalde que lo f a j e n , "
Vale ms que me lo encajen
Como taco, en u n can.
Hasta si mucho me apura
La disgracia compaero.
A b r o yo raesmo el ahujero
Que ha de darme sepoltura!
[75]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
P o r trances no se acobarde.
Van y vienen como nube;
Y si hoy ce, maana sube
Para gozar nunca es tarde!
Cambio en su suerte ha de ver,
Deje correr al destino,
Que ha marcao en su camino
Que otra estrella va a tener!
Bido el da como estaba.
E l cielo escuro y ublao,
Y en que rato se ha cambiao
Cuantimenos lo pensaba!
Ans es la suerte en la v i d a .
Hoy de su pago se ausenta.
Y a veces se le presenta
Cuando la cree ms perdida!
CENTURION
Son razones y verdades
Las que salen de su boca;
M i dicha pues no es tan poca
Con tan geas amistades.
V o y a armarme de costancia
Y a que en la mala me encuentro,
Forsejiar por si dentro
De pin en alguna estancia.
[76]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
L a esperanza d valor
Pa doblar el espinaso;
O quedo tendido a l raso,
O concluir m i r i g o r .
BALIENTE
Don Centurin, iga sto.
Quiero hacerle una pregunta. . .
Cre ust que puede haber yunta
Con partido tan opuesto?
CENTURION
Esccheme D o n Julin
Y ust tambin o Baliente.
Dejen que hasta el f i n les cuente.
Que dispus retrucarn.
En esas marchas al tranco
Tan pesadas, si son largas.
Ideas crueles y amargas
Y o tuve, si he de ser f r a n c o :
Va seguir a tanto blanco
Como manada de ovejas,
Sin que se escuchran quejas
Por nuestra contraria suerte,
Y hasta desafiar la muerte
Sin agachar las orejas.
Y deca entre m f o r r o :
M e j o r mucho haba de ser
Que tnto hombre de valer
En vez de andar de m a m p o r r o , ,
[77]
ANTONIO
LUSSICH
Pudieran prestar socorro
A su familia tirada,
A esta patria desdichada:
Y en vez de empuar la lanza.
Darle al arao con pujanza
Y a toda tarea honrada.
Maldicin tenga la guerra!
Pidamos a l justo cielo;
Dnos Dios ese consuelo.
No sangres ms esta tierra!
Dende el llano hasta la sierra
E l pueblo oriental lo implora!
Venga la paz en gen hora
Ans volver el contento;
Pues de la guerra el tormento
L a ptria aflijida Hora!
E n un caadn echemos
Las rmas de un cruel pasao,
Y quede el odio olvidao,
Si estar unidos queremos;
Ans orientales seremos
A nuestro pis de provecho;
Se v tan pobre y deshecho
Que es un deber levantarlo;
Tratemos pues de ampararlo
Pa vivir bajo su techo!
JULIAN
Dispense o Centurin,
No s como podr hacerse.
Con el tiempo eso ha de verse
Mejor que en esta ocasin;
[78]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y o no soy de su opinin
N i v i v o con la esperanza,
H a de haber mucha venganza,
Y ya vern compaeros,
De sangre charcos, regueros
Hechos a punta de lanza.
Si el Domingo va a pasiar
U n rato a la pulpera,
Estar la poleca
Y lo empezar a c h u l i a r ;
Quin se dejar i n s u l t a r ? . . .
A l flamenco apelaremos,
Y entreveraos saliremos
Hasta el resuello perder;
Qu ms va a quedar que hacer?
Dejarnos ajar? V e r e m o s !
t
Y si aporta a la carrera
Que lo combida un amigo,
Gritarn " e s enemigo!
Eb blanco -- salga pa j u e r a ! "
Y aunque ust hacerlo no quiera
L a juersa lo har salir,
Cmo podremos v i v i r
Trataos de un modo tan cruel?
Guerra y guerra sm cuartel
Hasta vencer o morir!
Y si a alguna banca asomo
Y me vieran empilchao,
Mandarn algn mamao
Pa apodarme r u i n p a l o m o ;
[ 79 ]
8
ANTONIO
LUSSICH
Si se empaca, le dan p l o m o !
O sino, lo desgarretan,
Las clavijas le asujetan
P o r ser blanco y nada ms;
Pues vaya al diantre esta paz,
Lo que es a m i , no me aprietan!
Llega a u n baile, si entra en danza
Le quitan la consentida,
Y como a cosa vencida
Cualquier pelao me lo avanza;
Y qu hombre no se abalanza
Teniendo sangre en las v e n a s ? . . .
Pero al solo embite, apenas
Se apagaron los candiles,
Y lo dueblan esos viles
L o mesmo que bina agena!
;
Cuando n, viene un cantor
Y en la guitarra le canta:
" Y a el blanco no se levanta
" Y aqu vive de f a v o r , "
Y ust aunque tiemble de ardor,
N o tiene ms que callar;
Solo s u f r i r y llorar
H o y hermano nos espera;
Que se quede aqu el que quiera,
L o que es y o . . . voy a emigrar.
Y otras veces, si en su pago
Se encuentra viviendo a gusto,
Le han de pegar ms de un susto
Diciendo que es gucho vago;
[80]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y si hiciera algn amago
De golpirseles la boca,
Entonces cuao, le toca
L a ms grande l o t e r a . . .
V a dar a la infantera
Y me le rapan la coca.
Y como f i n de grandezas,
Dicen por ay, que tendremos
U n da pa que votemos
E n la elisin de las mesas;
Que en las tales fiestas esas
Habr gran sigurid;
L o que es Gimnez, no ir
A servirles de carnada.
Pa quedar en la estacada
Creyendo en su libert!
Cosa que tenga dolsuras
L a paz en tamao i n f i e r n o .
Hay quien piensa que el gobierno
Nos d cuatro gefaturas;
De pelar han de ser duras!
Que se lo cuenten a otros;
Dispus veremos nosotros
Salir a l sol m i l embrollas,
Decretos, lises, bambollas
Pa domarnos como a potros.
A y ! si por cualquier ebento
Gozo o h P a t r i a ! de tus bienes,
Del manso Julin Gimnes
Tendrn noticia al m o m e n t o ;
[81
ANTONIO
LUSSICH
Si quieren sangre, sangriento
Ser cual tigra cebada,
Y en descubierto o emboscada
A l que hostigarme pretenda,
Le he de ensear pa que aprienda,
Si no caigo en la topada.
Y ha de sobrar monte o sierra
Que me abrigue en su guarida,
Que ande la fiera se anida
Tamin el hombre se encierra;
Y palmo a palmo esta tierra
Crusar de lao a l a o ;
Nunca a un terne le ha faltao
Pingo, carne y giien apero;
Y o he enlasao siempre el ternero
Que los puntos le haba ecbao.
CENTURION
N o crea amigo Julin,
Ver apagarse la mecha,
Y es siguro, de esta hecha
Las pasiones calmarn,
Y tuitos comprendern
Que sernos unos y hermanos,
Y que apretarnos las manos
Debemos con emosin,
Gritando Viva la Unin!
\\ que mueran los tiranos!
JULIAN
Baliente afloje u espiche
No amuele pues la pacencia,
182]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Que sus labios largan censia.
Como mestura, un boliche.
SALIENTE
A m i g o s en el momento,
Nada me atrevo a decir,
Y no quisiera mentir
N i falsiar m i pensamiento;
Vov siguiendo el movimiento,
Don Julin la guerra quiere,
Y o Centurin prefiere
Que este fandango, esta bulla
Lo ms pronto se concluya
De cualquier modo que juere.
Pero dir de seguido
Como partidario puro.
Ms me enllenra de j u r o
E l triunfo de m i partido,
Por el cual mucho he sufrido
En su triste albercid;
Y de las glorias que d
Tanto goc en la Vitoria,
Que nunca de m i memoria
E l tiempo las borrar'
Pero y que se firm
Es un deber sujetarse.
E l soldao no puede alsarse
Contra el Gefe que orden;
Lo que s i , no entriego y o
Las armas con que peli,
[83]
ANTONIO
LUSSICH
Y u n hoyo en m i pago har
Pa all poder enterrarlas,
Y si es menester usarlas,
Pronto encontrarlas sabr.
Con eso le esplico pues
Que si nos faltan a l pato,
Con l ' o r m a de su zapato
Se han de topar esta vez,
Y que retosen dispus
Con paisanos desididos,
Cuando juertes. bien unidos
Y amparaos p o r su derecho,
Puedan luchar pecho a p e c h o . . .
O cir por la juersa hundidos!
JULIAN
Tiene razn o Baliente,
H o y s amigo, lo respeto,
Y aqu me quedar quieto
Pa estar j u n t o con m i gente;
Cuando la vez se presente
Me tendr siempre a su lao.
Ya lo sbe; no ha aflojao
Este su amigo en pelea,
Su banderola flamea
Siempre en lo ms apretao!
SALIENTE
Me gusta ans un criollo alpiste,
Y el mesmo siempre ser,
No pide, pero n i d,
Pues naide se le resiste.
[84]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
CENTURION
Y yo tambin, aparceros,
Si ese gobierno nos falta.
Centurin tendr su alta
A l lao de su? compaeios,
De j u r o entre los primeros
En las filas a f o r m a r .
Y de una vez castigar
A esos prosas ambiciosos,
Que nos llaman revoltosos.
Y n i sil-ven pa p u . . n t i a r !
Pero creo que esta paz
Ser gea y duradera.
Sin que se encienda la hoguera
En nuestra patria jams;
As delantarn ms
Los pueblos y la campaa,
\ e l paisano en su cabaa
Vivir tranquilamente,
Sin tener que andar ausente
Mendigando en tierra estraa!
Entre blanco y colorao
H a n de m o r i r los rencores,
Se olvidarn los colores
Que tnto duelo han causao;
Y a no encender el soldao
E l fogn del campamento;
N i s'oir el triste lamento
De la madre p o r su h i j o ,
A l que ver muy p r o l i j o
Con su trabajo contento.
185]
ANTONIO
LUSSICH
En casa de material
Se cambiar el pobre rancho,
Y vivir lo ms ancho
T u i t o el hembraje o r i e n t a l ;
Y no en angustia m o r t a l
P o r el h i j o o el m a r i d o
Que ju a servir a un p a r t i d o ,
Y que t a l vez higa muerto,
Dejando triste y desierto
Aquel techo tan q u e r i d o !
A h guerra! tu eres maldita
Por las madres orintalas;
Cmbia tus daosas balas
E n tranquilid bendita;
Ellas pagarn la dita
Aunque viviendo entre abrojos,
Con los ltimos despojos
Que les quede en este suelo,
Dles guerra ese consuelo, . .
Clma el llorar de sus ojos!
Solo se v destrusin,
Y en vez de flores, espinas;
T u i t o arrasao y entre ruinas
Se encuentra por t u can;
Cerco, ramada y galpn
Se han visto disparecer,
Y la casa que era ayer
U n a estancia de p r i m e r a ,
Es una triste tapera
Que d lstima de ver!
[86]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Y ese monte tan cerrao
Que lea daba a montones,
Solo troncos y raigones
De su grandeza han quedao;
Hasta el pjaro h a rnermao
Su dulce y tierno lamento,
Y hoy u n quejumbroso acento
Se escucha al salir la aurora,
Pues al cantar, solo llora
Echando quejas al v i e n t o !
N i de la oveja el balido
Se siente a l rayar el da,
Que a l alma daba alegra
Y calma al entristecido;
Hoy noms se oye el quejido
Del descarriado cordero
Que con llanto lastimero
Busca a su madre querida.
La que se encuentra tendida!
Y solo le falta el cuero!
JULIAN
A h ! Centurin! aunque largo
Su canto ha sido t i e r n i t o . . .
CENTURION
Tengo el garguero squito
Alcancen un mate amargo.
BALIENTE
Vean aquel que est d o m a n d o ? . . .
Es medio crudaso el p o t r o !
[87]
ANTONIO
LUSSICH
Ah g r u l l o ! que lo dome o t r o . . .
Pero ya se v aplastando.
N i es muy lerdo en su juncin
E l c r i o l l o que l o a p a d r i n a . . .
Qu dantre si es Luis Medina
Hecho y derecho un gauchn!
JULIAN
A h terne! bien orquetao,
Si es como c o j i n i l l o . . .
Prese, qu'aquel potrillo
E n la amaca no ha mermao!
CENTURION
Pero pa hacerlos andar
Hay pocos como l iguales:
SALIENTE
S i entie gauchos orientales
E l ms r u i n sabe d o m a r !
JULIAN
Pucha! se enred el paisano!
Rengueando al bagual lo lleva.
L a pata en alguna cueva
Meti de j u r o el tubiano.
CENTURION
Ans el soldao amigaso
Siempre la costancia tiene.
88]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Mas si un imposible viene
Se enrieda en su mesmo laso.
Ust v ese nubarrn
Que j u r i o s o se presenta,
Ver como se revienta
0 se v pa otra nacin.
Es o M a u r i c i o que el viento
Con un soplo l o dispersa;
Ans tambin es la juersa,
Consigue a veces su intento.
Hoy quiere el cielo la paz.
Y como hermanos unirnos,
A qu querer resistirnos?
Si no podremos jams!
N o han visto ustedes de da
Toparse el sol con l a luna,
Y quedar sin luz ninguna
Hasta que el sol se volva?
Y en noche escura, horrurosa,
Como esperanza perdida,
N o ven salir colorida
La luna bien majestosa?
Y entre rayos tronadores
Y el cielo negro, enojao.
N o ven venir p o r u n lao
E l arco con m i l colores?
[89]
ANTONIO
LUSSICH
Con eso quiere mostrar
Nuestro Dios su gran poder;
Tenemos que obedecer
L o que nos quiera m a n d a r !
Sin. m i r e ese
En la lomada
Y la tormenta
Salvando m u y
arbolito
creciendo,
sufriendo
derechito:
Y aquel grande m e m b r i l l a l
En medio al monte nacido.
Y que un rayo lo ha partido
Entre tanto m a t o r r a l :
Y all u n hornero contemplo
E n tarea fatigosa.
P o r darle a sus hijos chosa
Y al hombre, sublime ejemplo:
Ms all al tordo sobn
De rama en rama saltando,
Que de j u r o est aguaitando
Pegarle a un nido el maln.
Tamin la afanosa h o r m i g a
De la costancia siuelo,
A c a m a n d o con desvelo
Del crudo invierno se abriga.
Todo es cosa del Seor,
La mar, el cielo y la tierra,
Y lo que en ella se encierra
Es obra de su favor.
[90]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
JULIAN
Est otra vez medio t i e r n o !
Empines la l i m e t a . . .
Fijes en esa carreta. . .
Tal vez ahi venga el gobierno!
CENTURION
[ Y sabe que puede ser!
Pero tan grande a m i g a s o ? . . .
JULIAN
Y ust inora por si acaso
Que el dinero ha de trar!
CENTURION
Tiene razn soy m u l i t a !
Hoy se me escapa hasta el gusto. . .
JULIAN
L o s grullos lo han puesto adusto. . .
La plata es cosa m a l d i t a !
BALIENTE
Y ya se viene acercando!
CENTURION
-Y yo me voy a aprontar
Para d i r a reclamar
Lo que me vaya tocando!
191]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
Se volvi el oro, p o l i l l a ,
Y la plata se hizo h u m o ;
Aunque de listo presumo
Hoy me boli en la canilla.
Pues lo que es la t a l carreta
No trae de j u r o dinero,
Sino a l g r i n g o bolichero
Que vende caa y galleta.
JULIAN
Se nos vendr el presidente
Con coches de los ms r i c o s ;
Y una escolta de milicos
Guardar su espalda y frente;
A cada flanco habr gente:
Letraos, estrnjias, dolores,
Sin faltar los lambedores
Que siempre andan en la p u n t a ;
E n f i n ser la t a l j u n t a
U n porcin de mamadores.
Y uno a l otro le dir:
"Vamos a ver e l desarme,
"Mas yo, no he de entreverarme
"Con l a gauchada po all,
" Q u t a l , barullo haher
"Con los brbaros de ajuera?
" S i los hay ser cosa f i e r a !
"Malos juguetes son esos,
" N o quiero dejar mis gesos
" D o n d e ust su p o l v a d e r a ! "
[92 ]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
CENTURION
Don Julin por qu es as?
Hay mana tes superiores,
Que han hecho muchos favores
A este pobre que v aqu.
JULIAN
Quien sabe! pero ser.
Como el jasmn entre abrojos,
Que aunque busque con diez ojos
M u y pocos encontrar!
CENTURION
De tuitito hay gran porcin
En los surcos de la tierra,
Oro se encuentra en la sierra
Y veneno en el cedrn.
Y de aqu a m i carpa sigo
Pa tenderme en el recao.
Si aportan por aquel lao
Visiten pues a este amigo.
BALIENTE
Si creo que hoy ya templamos
Cada cual r u m b o a su p a g o . . .
CENTURION
E s t o y que y a me deshago
Pa saber cuando nos vamos.
[93]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
E l clarn toca llamada
Tal vez haiga que m o n t a r ! . .
CENTURION
(Pues entonces a ensillar,
Que a de ser pa la parada!
JULIAN
De salto mont su flete,
Qu est quiebra don Jos!
CENTURION
-No soy boliao como ust,
Dende chico f ginete.
JULIAN
Ah t o r o ! si es como padre,
Pa una ronca cosa papa,
Cuando el gaote destapa
Que lo asujete su m a d r e . . .
CENTURION
Y por casa que t a l dansa?
JULIAN
P a servirlo.
. viejo
concha...
CENTURION
Ah m o s q u i t o ! que hace roncha,
De picar nunca se cansa.
[94]
L O S
T R E S
G A U C H O S
O R I E N T A L E S
B A L I E N T E
O i g a ! a caballo tocaron,
Y andan tiradas las carchas,
Sernos atrasaos pa marchas
Pues por ai tuitos montaron.
JULIAN
L a consulta ju l a r g a s a . . .
BALIENTE
P e r o corta por lo gea.
Cuando es historia que enllena
E l tiempo pronto se pasa.
JULIAN
Chupemos por despedida
U n traguito de a caballo.
Para que no forme callo
E n el buche la comida.
L U C I A N O SANTOS
Y el Centurin se larg
Derecho a los suyos, luego;
Y o Baliente del fuego
Caldera y olla sac;
Diay su caballo mont
Y al trote sali m a r c h a n d o ;
[95]
ANTONIO
LUSSICH
D o n Julin se ju quedando
Con otro ms de chacota,
Que con tientos, una bota
Se la estaba remendando.
Y a poco andar se ladiaron
Tranquiando r u m b o a su gente,
Raspndome por el frente
Destridos ellos pasaron;
Y o sent lo que prosiaron
Metido en u n m a t o i r a l ,
Y aquel gran merengenal
Escuchaba ) lo escreba,
Pa recordarlo algn da
Como u n cuento nacional.
Y hoy en letra bien moldada
Lo saco a luz de la cueva,
Y vean, no es cosa nueva
Pa el paisano una p l u m a d a ;
Y n i se enrieda en la armada
Como muchos entre tantos,
lo also el vuelo sm espantos
L o mesmito que el chaj.
Porque hasta las nubes v
E l gaucho Luciano Santos!
Pero me llaman matrero
Pues le j u y o a la catana.
Porque ese toque de D i a n a
En m i oreja suena f i e r o ;
L i b r e soy como el pampero,
Y siempre libre viv,
[96]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
L i b r e f cuando sal
Dende el vientre de mi madre,
Sin ms perro que me ladre
Que el destino que corr.
Tengo en el dedo un anillo
De una cola de peludo.
Como hombre soy corajudo
\ ande quiera desencillo;
Le enseo al gucho ms pillo
De cualquier modo a chusiar,
Y al mejor be de tentar
Si presume de muy bravo,
Enterrndole hasta el cabo
M i alfajor sm tutubiar.
M i embenao tipne una h o j a
Con u n letrero en el lomo,
Que dice: "cuando yo asomo
Es pa que alguno se encoja "
Solo a esta cintura afloja
A l disponer de m i suerte;
Con l yo siempre f i juerte
Y altivo como el lin.
No me salta el corazn
Ni le recelo a la muerte
Soy amacho t n a d u r .
Enlazo l i n d o y con gusto.
T i r o las bolas tan justo,
Que ms que acierto es p r i m o r ;
No *e encuentra otro m e j o r
Pa rebollar una lanza,
[97 1
ANTONIO
D.
LUSSICH
Soy mentao por m i p u j a n z a ;
Como valor, juerte y crudo,
E l sable a m i empuje r u d o . . .
Jue pucha! que hace matanza.
Pa bailar soy envidiao,
Y enamoro, sin querer,
No conozco una m u j e r
Que a m i me haiga despresiao;
Siempre tuitas se han doblao
A l declarrmeles y,
Dios esa suerte me di
Por no faltarme albertencia;
Pa p l u m i a r y tener cencia
Cundo naide me arroll!
Del campo soy el querido,
Del monte soy el adorno,
A l pajonal lo trastorno
Y en el guayabo hago n i d o ;
Como culebra he v i v i d o
Ensimao a un camalote,
Mas nunca be sido el azote
Del pacifico estanciero.
Solo al que atent a m i cuero
Trat apretarle el gaote.
Viviendo ans siempre andaba.
N o cual gaucho de gabilla,
N i piense algn cajetilla
Que m i palabra me alaba;
Jams he cargao la taba
[98]
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
Pa t r a m p i a r , n i f corsario,
Y en un caso estrordinario
Ju de mis penas amigo,
U n triste rincn de abrigo
En el monte solitario.
Y a todos en general
Gobiernos, Gefes, Dolores,
Menistros y chupadores,
Les v a hablar este oriental:
Ponga atencin cada cual
Con el cuidado ms p r o j u n d o .
Que en la justicia me fundo
Y el gen de=eo me sobra,
Y en la tierra el que bien obra
Gloriao ser en otro mundo.
No lo curtan a macana
A l que es paisano de ley,
N i lo traten como a gey
Hincndole la picana;
Su suerte hagan ms l i v i a n a ;
Dejen que el pobre trabaje,
Naide lo insulte n i lo aje
Y vivir muy dichoso.
Sin meterse a reboltoso
N i a defender caudillaje.
Y el h i j o a su patria fiel
Aprender educacin,
Que e l inorante es porrn,
Y el sbio, porrn de m i e l ;
Hasta el gaucho ms cruel
[99]
ANTONIO
LUSSICH
Ser til ciudadano.
Tendiendo siempre su mano
Para el lao de la justicia,
Cayndole al que desquicia
Y ayudando al hombre sano
Pongan de balde la escuela
En vez de comprar tanta arma,
Que solo sirve pa alarma
Y a mucho pobre lo amuela;
Y al que el estudio no cuela
Que se le prienda arriador.
Y de redondo, en dolor
E l gaucho se volver,
Y m i l veces rezar
P o r ustedes con amor.
Y antes f o r m a r enganchaos
Pa agrandar los batallones.
Cargando contribuciones
A los pobre-s hacendaos:
Paguen tuitus los ganaos
Que acaban las guerras n u d a s .
Y a las infelices viudas
Tanto* meses que les deben,
Y vern como les llueven
Rendiciones y no diudas.
Y pa acabar mis dotore-i
Perdonen a este matrero,
Que aunque parece tan fiero
Tambin sufri su? dolores.
Ment al decir solo flores
[ 100 j
LOS TRES GAUCHOS
ORIENTALES
E n mi rastro yo dej;
M i l cardales encontr
En este charco de penas
Y he visto tantas agenas
Que olvidar nunca podr!
A l m i t a o Gomensoio
De este gaucho la opifn.
Que es de tuito corazn
Y ella es f i r m e cuino el 010:
Sepa que el m e j o r tesoro
Es hacer bien a l hermano:
Quiera Dios pueda el pai-ano
Con sus obras combenser.
Y o al dirme. le hago saber
Que soy su amigo L u c i a n o !
Buenos
Aires,
junio
21 de
101]
1872
N O T A S D E LOS TRES G A U C H O S
ORIENTALES
ll)
P r i m e r e n c u e n t r o d e l c o r o n e l A p a r i c i o c o n l a s fuerzas d e l
capitn F r e n e d o s o , en marzo d t 1870
(2)
D e r r o t a d o el coronel D . Mximo Prez, de l a s fuerzas d e l
G o b i e r n o , e l 27 de a b r i l de 1870 emigr p a r a B u e n o s
Aires.
l3)
T r i u n f o s de l a s fueizaa evolucionanas a l m a n d o de l o s
coroneles A p a r i c i o v M u n i / , sobre l a s d i v i s i o n e s d r l G o bierno, a l mando del general D , E n r i q u e Castro y coronel
M a n d u c a C a r a b a j a l , e l 2 8 de mayo de 1870
l I j L a s miomas fuerzas t r i u n f a n d e l general D . Jos G r e g o r i o
Surez, e n el P a s o de C e v e n n o , e l 12 de setiembre de 1870
(5)
T o m a de M e r c e d e s p o r e l g e n e r a l M e d i n a B a t a l l a de C o r r a l i l o s y Rincn d e l Omb, por e l g e n e r a l A p a n t i o ,
triunfos de l a m i s m a revolucin
(6> Sitio de M o n t e v i d e o por las fuerza r e v o l u c i o n a r i a s desde
fines de octubre de 1870 h a s l a e l 16 de d i c i e m b r e d e l
m i s m o ao, d o n d e hubo v a r i o s encuentros p a r c i a l e s , favor a b l e s unos y adversos otros a l a revolucin.
< T> S a n g r i e n t a b a t a l l a d e l S a u c e sobre e l arroyo d e l m i s m o
n o m b r e , e l 24 d e d i c i e m b r e de 1870. L a s fuerzas r e v o l u c i o n a r i a s t u v i e r o n q u e r e t i r a r s e en d e r r o t a , b a t i d a s p o r
l a s de] G o b i e r n o a l m a n d o d e l b r i g a d i e r general D Jos
G
Surez.
8) 500 m i l pesos oro fue l a c a n t i d a d d a d a por e l G o b i e r n o d e l
seor G o m e n s o r o , a l a revolucin, como indemnizacin
por gastos de g u e r r a .
f 103 ]
EL
MATRERO
LUCIANO SANTOS
CONTINUACION
DE LOS TRES G A U C H O S
E L
R U B I O
ORIENTALES
P I C H I N A N G O
Al
Rafael
seor
don
Hernndez
A M I S LECTORES
Cuando
escrib los TRES GAUCHOS ORIENTALES, le con el
propsito de que ese sena
el primero
y ltimo trabajo
que
saliese de mi pluma en el ESTILO PARTICULAR que usan
nuestros paisanos,
pero las instancias
de algunos
amigos
y la
generosa
proteccin que se ha dignado dispensarme
el pblico
en general,
me kan hecho quebrantarlo
Hoy me he
decidido
a descolgar
nuevamente
mi guitarra,
para sacar de ella, no
las dulces armonas que deleitan
el odo con sus
melodiosos
acentos,
sino las notas arrancadas
por ese sentimiento
innato
en el corazn de nuestros
hombres
de campo,
que a pesar
de la rudeza de su inculta inteligencia,
les permite
comprender sin embargo,
las grandes
calamidades
de la Patria,
por
cuyo amor han sacrificado
la tranquilidad
del hogar y derramado
su sangre
generosa
E L MATRERO LUCIANO SANTOS sale a la cruzada y lo acompaan JULIN GIMNEZ, MAT-RICIO BALIENTE, JO CENTURIN
y el RUBIO PICHINAN&O, gauchos tpicos, cuyos nombres
y episodios son muy conocidos
en la Campaa
Oriental
Ellos prosiguen
la narracin de los sucesos de ms inters
que se han desarrollado
desde
el TRATADO DE PAZ HASTA E L
NOMBRAMIENTO DEL DOCTOR ELLAURI PARA PRIMER MAGISTRADO
de la Repblica
Los entrego al pblico, confiado
que les prestar su valiosa
cooperacin y los recibir con la benevolencia
que le caracteriza, mucho ms, cuando se trata de huspedes que,
aunque
humildes,
vienen animados
de las ms patriticas
aspiraciones.
ANTONIO
B u e n o s A i r e a , marzo 31 de 1873.
107]
D . LUSSICH
SUMARIO
Muerte
Fraude
de u n T e n i e n t e ;
en C a n e l o n e s :
Abstencin
Muertos
del Partido
apareciendo
Nacional.
en l a s listas
de
votacin. L a s elecciones, Polmica Gmez y Ramrez, E l C a n do m b e y T r i p o t a j e , Instalacin d e l C l u b J u v e n t u d , C a n e l o n e s ,
Borjes
del
Don
corrido
Alcalde
por S a a v e d r a , S u s baaas. B r i l l a n t e d i s c u r s o
M a r c i a l , E l prolfico
Juez
P e d r o Vrela, y c o m p a r s a , Filosofa
Santos,
Polmica
Bustamante
don M a n u e l
amorosa
Herrera.
Deuda
Ro\ira,
de L u c i a n o
Castro, E l
e s c r u t i n i o , Muoz G o m e n s o r o , E l l a u r i , Vrela, L o s i n f a n t e s en
l a P l a z a , E l capitn B o r d a s , E l r u b i o P i c h i n a n g o ,
das,
Vida
de
Luciano
Santos,
Sus
Ellauri
I 109 1
desgracias.
CompadraConsejos
EL
MATRERO
LUCIANO SANTOS
Y LOS TRES GAUCHOS ORIENTALES
A)
( A ) L o s p e r s o n a j e s q u e f i g u r a n e n esta o b r a , tales c o m o
Julin Gimnez, M a u r i c i o B a l i e n t e , Jos Centurin y e l R u b i o
P i c h i n a n g o , e x i s t e n an (1883) y s o n m u y c o n o c i d o s e n l a
campaa o r i e n t a l
BALIENTE
P o r ac D o n C e n t u r i n ? . . .
[Bien haiga con su m a d r i n a ! . . .
; A 1 rastro de alguna china
Se ha largao esta ocasin?
CENTURION
N i por pienso di en el punto
Nunca he sido gaucho v a g o ;
Tuve que salir del pago
Jediendo medio a d i j u n t o .
BALIENTE
Esa es cosa muy f o r m a l
Y serio se pone el c a s o . . .
[111]
10
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
-Dentro de un ralo amigaso
Oir e l gran merenjenal.
Y a ust, qu t a l le v yendo?
BALIENTE
Medio cordial de sal. . .
Pero de rales, a fl,
De esta cancha van juyendo.
Sabe que se ha guelto v i e j o ,
Tiene la barba y lab motas
Como esas nubes grandotas.
De un blanco medio azulej'o.
CENTURION
Y ust ya parece suegro,
V doblando el espinaso;
Tanto andar tendido al raso
Lo ha puesto tordillo negro,
BALIENTE
Aunque me encuentie algo cano
No lo igualo en sus arrugas;
Los callos y las berrugas
Lo han asaltao muv temprano
CENTURION
Qu quiere m i fino amigo,
Las m i l geltas de esta vida
[ 112 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Me han puesto la geta hundida
Y el pellejo, pasa de h i g o .
Sufr ya tnta penuria,
Tan mala ha sido m i suerte,
Que a veces p i d o a la muerte
Me largue tuita su jria.
BALIENTE
Siempre triste don Jos
Porque ingrato es 'u destino.
Corte hermano otro camino! . .
CENTURION
-Si el mesmo sino tend !
SALIENTE
Nunca sea desconfiao!
Son cambios que tiene el hombre.
Y quien por ellos ->e aombre
Jams saldr bien j>arao.
CENTURION
D i o s oiga sus votos Hales.
Y sus palabras de aliento
No se pierdan en el viento
Trocando en suerte m i s males.
BALIENTE
Suelte a volar su carancho,
Y cuente la albersid
[113]
ANTONIO
LUSSICH
Que lo ha trado por ac
Abandonando su rancho.
CENTURION
P r e la oreja amigaso!
Escuche y no se me asuste,
Que tuito el desbarajuste
Le contar d i un retaso.
BALIENTE
Lrgue el rollo de su pena
A la amista de su h e r m a n o ;
Ciga al caso, venga al grano
Que ans al dolor se sofrena.
CENTURION
Mas antes de comensar
Acomodar a m i obero.
Pues por l, salv este cuero
Que quisieron ojalar.
BALIENTE
Dentrel pa la enramada,
Y tomando un cimarrn
Me contar la afhsin
De esa su alma atribulada.
A h osamenta pa u n a p u r o !
Y de llapa que es c r u s a o . . .
[114]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
CENTURION
Montando en l, no hay benao
Contra mis bolas s i g u r o !
Esa t a r j a
N i al ms
A maulas,
Pa floj'o,
s la cobro
pintao embido
nunca campeo .
me basto y s o b r o ' . . .
1
BALIENTE
No se achique compaero.
Como cuadro es de valer,
Porque sm m e i m a ha de ser
Aquel gaucho terutero
Que otro tiempo ju el primero
Pa la guerra v el amor,
Pueta de menta v cantor,
Letrao de lbia v de censia.
i Su nombre siempre en la ausencia
Ju alabao como el m e j o r !
CENTURION
-No amigaso. con los aos
T u i t o se pierde en la vida.
Lo que ju ilusin querida
Se nos cambia en desengaos.
BALIENTE
V o i a prender u n t i s n . . .
D e j u r o tendr algn misto?
[115]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
C m o no he de andar p r o v i s t o . , .
Tengo u n yesquero culn!
BALIENTE
Ah v i e j o ! siempre el m e s m i t o ;
Sulo en el pelo ha cambiao,
Y el cueio ms chamuscao,
Pero en genio, n i u n chiquito.
CENTURION
Y ust tamin o Baliente,
Con el peso de su calma,
D ridas que vn al alma
\ queman como aguardiente.
BALIENTE
Alcance de aquella mata
Cardo seco o charamusca.
Ver chispiar si chamusca
Como yesca, esta fogata.
Cosa que el petardo siga
Descuelgue aquel asador,
Tengo un asao de m i f l o r
Con que templar la barriga.
H de andar flacn su buche?
CENTURION
C o m o maleta v a c i d a . . .
[116]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
BALIENTE
Dle pues en la p a r t i d a
Doble racin pa que embuche!
Ans podr bien domar
Ese vientre tan arisco.
Si se amansa del pellisco
Nos saldremos a pasiar;
De paso lo he de llevar
A una gea pulpera.
Y aunque sea con leja
Hay que a t u r d i r la cabeza;
Vivir tristes, d pereza
Pudiendo haber alegra!
CENTURION
Pero dgame cuao
Tan solo se encuentra aqu? . . .
BALIENTE
S i siempre solo viv,
Y solo, el mundo he t i a n q u i a o ;
Pa las hembras, soy curao.
Pues no me enriedo en su tiento;
Soy libre cual lo es el viento;
Como en el aire, el chaj;
Y el amor nunca me har
Salir del pecho un lamento!
CENTURION
De una piscoira me habl
Cierta vez, que haba tenido.
Y siguiendo a su partido
[117]
ANTONIO
LUSSICH
De esa prenda se ausent,
La que de pena m u n .
Dios la tenga en santa g l o r i a !
Pero siempre en su memoria
Le guardaba algn l e c u e r d o . . .
P o r una, cuasi me p i e r d o !
Pero amigo, es fiera historia.
BALIENTE
Esa relacin tan triste
No Centurin deje aparte.
Porque el corazn me parte
Y el pecho no la resiste;
Cuente ust que es gucho alpiste
Las trajerias que ha p a s a o . . .
Qu trifulca lo ha obligao
Abandonar la querencia?
Talvez su sola albertencia
De algn pango lo ha salvao.
CENTURION
V o y a contarle Baliente:
Por poco este m i pellejo.
En u n caadn lo dejo
D i j u n t i a o p o r un teniente.
Que sirve con la otra gente
Y me quiso m a d r u g a r .
Saqu el cuerpo! por parar
E l golpe y pel m i corbo,
Y en menos que se echa un sorbo
Pa el otro mundo ju a dar.
[ 118 j
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
BALIENTE
Pa que se duerman los b o b o s ! . . .
CENTURION
L o que est oyendo, a la f i j a .
Quiso espoliar m i b e r i j a
Y \o l o aplast a corcobos.
Crus el cerco, lleg al rancho.
Le dije - con su permiso! . .
" A h c r i o l l o ! es hombre de aviso
M e retruc, lo ms ancho."
"fa a llober hoy mi aparcero" . .
-Por su mujer, le chant;
Y si yo soy bayo obero.
Ust es toro yaguan
Quizs por hi quien lo i n d u j o
A que comiese m i hachura,
Pues v i n o a cosa sigura. .
Tahez lo tent algn b r u j o ;
Diay me larg sin tapujo
" S i era blanco o colorao. .
Y o , que en la vida he negao
L a opinin en que nac,
L e dije, que blanco f
Dende que el mundo be pisao!
Y me pretendi atrasai
Y quiso crme de hachasos.. .
i E l pobre, di pocos p a s o s ! . . .
T u i t o le mand g u a r d a r ;
L 119]
ANTONIO
LUSSICH
L o viera entonces chillar
Como carreta sin sebo.
Y poco ntes tan malebo.
Porque dira en su adentro:
" Y o a ste, con el encuentro
La media arroba le llevo."
No ha de recular el hombre
Sino pa bien afirmarse.
Y el que no sepa atajarse
Cuchillero no se n o m b r e ;
Nunca se ofusque ni asombre
Mostrando ser chapetn,
Tenga firme el corazn,
Y al sentir los gesos flojos.
chele tierra en los ojos
Y caer el ms guapetn.
La t a l llapa les dej
Pa collera de m a d r i n a ,
Dispus de t a l chamuchina
M i flete listo aper;
En cuanto el rancho dej
Y a una partida vena!
Como a enterrarme sera
S i hubiese estirao l a p a t a . . .
BALIENTE
[ E l t i r o p o r la culata
Belay les sali ese da!
CENTURION
Cerr piernas al crusao
Y l, qued all pataliando.
[120]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Su gente estar rezando
Que no muera condenao;
Intertanto, yo he salvao
Por no ser tan m a l gmete.
Y a las patas de su flete
Debe este gucho la v i d a . . .
Que es cosa m u y desabrida
E l perderla a l santo cuete!
E l muerto estar en el cielo.
Pueda que Dios lo perdone.
Mientras por m, quien abone
Quiss no encuentre en el suelo.
Y ando de pobre ms flaco
Que una rs de saladero;
Peligra en ncas m i cuero
Por l i b r a r m e de un sumaco.
SALIENTE
Ans es el mundo t i r a n o .
Hoy marcha ust viento en popa.
Maana talvez se topa
Con la muerte, mano a mano.
CENTURION
Dispus de tales
No esper por la
Y en m i crdito,
Llegu, bebiendo
ebentos
revancha,
a esta cancha
los vientos.
BALIENTE
Sign oigo en su relato
Le cin al blanco sin pena?
[ 121 ]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
C o m o a prenda que es a g e n a . . .
BALIENTE
Pues ese no ha sido el t r a t o !
CENTURION
Perseguidos otras veces
Cuanti menos lo pensamos,
De nuestros pagos templamos
Dndole sebo a los pieses.
BALIENTE
En cualquier albersid
Con guena o con fiera suerte,
U n rancho de mala muerte
Y u n amigo, aqu hallar.
CENTURION
Pero lo mesmo que a m,
Siguro estoy, que algn trance
Sin esperarlo lo alcance
Hacindole j u i r de aqu,
BALIENTE
T a l vez que tenga razn;
Estoy medio maliciando
Que esta gente anda buscando
Pegarnos algn maln.
Con el cual nuestra opinin
Ciga engelta en la redota.
[
122]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pa echarnos como pelota
Rodando de lao a lao.
\ ellos se pondrn, cuao,
Hasta el encuentro la bota.
CENTURION
Recuerda cuando el desarme
Que en m i fogn nos n u n i m o s
Y en pltica all e s t u v i m o s ? . . .
BALIENTE
C m o no habr de acordarme!
Acaso podra olvidarme
Jams de aquellos m o m e n t o s ? , , .
Y cargo siempre a los tientos
Los dichos de o Julin,
Que han sido, son y sern
M i s costantes pensamientos.
Bien aiga! ust lo deca ( A )
Que acabaran los males
Pa tuitos los orientales
Y el color se olvidara; 11)
Nunca pensarlo deba.
Tratndose de u n partido
Que con nosotros ha sido
Gomo peste de corsario,
Y ha dejao p i o r que calvario
A este suelo tan q u e r i d o !
( A ) L a s n o t a s q u e v a n a l m a r g e n , se encontrarn a l f i n
d e l l i b r o segn s u numeracin
[123]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
Y o cria que aquella paz
Que nos libr de la r u m a ,
Habiese cortao la espina
De los recuerdos de atis.
No volvindose jams
A escuchar en la maana,
E l claro toque de Diana
Festejando una pelea
Que enancha ms la correa
De esta desunin tirana.
Mas la verd se abri paso,
Descubriendo la mentira
De los que con mala m i i a
Nos dieron un falso abrazo,
Desengese amigaso!
Esto haba de suceder;
Gimnez lo supo vei
Y no desconfiaba al n u d u .
Pues coligi que el peludo
Iba a dar mucho que hacer.
T u i t o ju un merenjenab
Una embrolla la ms fiera,
Otra mancha a la bandera
Del noble pueblo o r i e n t a l ;
Mancha de sangre herinanal (2)
Que nunca ser lavada,
Pero siempre recordada
Como la indina traicin
De los que por su ambicin
Jams se han parao en nada.
[124]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
BALIENTE
Si el arreglo ju un fandango,
L a Jscricin, se volvi embuste,
L a Elisin, u n barajuste,
La paz, caldera sin m a n g o ;
De Guenos Aires el pango (3)
Con un V i d a l se nos vino
Mal aiga! que en el camino
A l barco que aqu lo t r u j o
Lo habiese echao algn b r u j o .
En medio de un r e m o l i n o ' '
1
CENTURION
Sosiegues D o n M a u r i c i o
Y al botn no se atarasque,
Sin es muy fcil que masque
L o m e j o r del estrupicio.
BALIENTE
Ni
De
Eni
De
ganas tengo adems.
escucharle esos amaos.
abaos con desengaos
cuando alab la paz.
Y quiero darle la prueba
De las ruindades que han hecho,
Tirndoles p o r derecho
Pa que vea ande est la giieva.
Pero al contarlo me espanto,
Pues no puedo darme cuenta
Como no est m i osamenta
Durmiendo en el camposanto.
[125]
ANTONIO
D.
LUSSICH
CENTURION
Deje a u n lao tanto rodo
Largue chguara a l relato,
N o perdamos el guen rato
Tan solo con preludo.
BALIENTE
M u y sucio han jugao en todo
Escandalosas partidas,
Si hasta se han perdido vidas,
Sin saherse de que modo.
Vale ms pasar de salto
Cosas, que al que las recuerda
Le hacen erizar la cerda!
Pasmoslas, pues, por alto.
E l t a l bochinche aqu andubo
Como bola sin m a n i j a
Nos han soplao a la f i j a
Lo mesmo que por un t u b o ;
Si hasta ms de u n finao hubo
Que salindose del hoyo. (4)
Se ha largao a_ dar apoyo
A la gente del g o b i e r n o ;
Lbrenos Dios de este infierno
Con semejante t r a m o y o !
CENTURION
Q u dice ust o B a l i e n t e ?
Eso no puede ser cierto!
Cmo ha de volver un m u e r t o ? . . .
[
126]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Si compriend que reviente;
Tendr a mandinga esa gente?
Haga el sno de la cruz'
De n, v a haber repeluz
Entre nosotros lueguito.
I No le merme n i un c h i q u i t o !
Quiero \er clara la l u z !
BALIENTE
Tuve que hablar al Alcalde
Pa m i nombre suscribir.
Y qu me oigo \o d e c i r ? . .
Que tuito \a a sei debalde.
E l motivo, pregunt.
" N o che pelos, l me d i j o .
" S i en sta, cav de f i j o
" E l partido en que anda ust".
Bid la R i f a Dios m o ! ( S i
Ponga atencin por f a v o r ;
Se acuerda de aquel cantor
M u y mentao. o Jo^ Po,
Que de u n tajo en el vaco
Se muri hace ms de u n ao? . . .
Pues tuito el nombre y tamao
Apareci en el a p u n t e ! . . .
Si no d rabia, pregunte.
Ver enjuague tan estrao!
CENTURION
Por t a l que su idea avance
No reparan en los medios;
[ 127]
11
ANTONIO
LUSSICH
Tulos p o n gnenos remedios
Cuando llegan a su alcance:
No hay potro que no se amanee.
N i lie] 10 que n o so tuersa;
No siempie puede la iuersa
Resistir contra la maa,
Cuntas veces una araa
Montn de ratas dispersa!
Si lian hecho lo que lian q u e r i d o :
A m i m i ' pas otro caso;
F por ver a l ladronaso
Que es Juez de Paz del P e i d i d o . ,
Ju pucha! qu gran b a n d i d o '
Pie la oreja Ralienlc
\ vei si entre esa gente
Hay diande c b j i r alguno;
Tuitos son, uno ]ior uno,
Pa que el diantrc los avente.
BALIENTE
Alguna ola del
poder?...
De qu modo se apiovcchan.
Cualquicr oc asin atechan
P a t i a t a i i m s de . . perder.
CENTURION
A m a vei, n o =c apure.
Probai u t i a fruta a m a r g a . .
BALIENTE
jVengase pues a la carga!
No la deje que madure.
[ 128]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
CENTURION
Con Cisncro= nos juntamos
P o r tomar nuestras balotas.
Y romo Hales patriotas
Pa la Alcaida r u m b i a m o s ;
Cuando a la casa llegamos
Haba una gran riunin
De gefes de la nacin,
Es decir. . . de los parientes.
M u v armaos hasta los dientes. . .
Pa garantir l a Isnicin
Ya. no me gust el jiandero,
Y medio, medio, arisqui.
Pero solo resel
Por no meterme a l chiquero:
M i compadre ju el primero
Que entre ellos sentir se hizo.
Y a un M a y o r pidi permiso
Pa f i r m a r la lista blanca.
Y ans salvai la bauanca
De tan serio compromiso.
Nos mir de arriba abajo
Y a l h u m o quiso venirse.
D i c i e n d o : " Y o har escrebirse
" A estos blancos d e l . . . b a r a j o :
" H a y que sacarles el cuajo
" S i quieren andar maliando " Q u pilchas! d i aonde, n i cuan
"Nos han ganao la bolada.
" Y a la p r i m e r sapallada
" Y a pueden dirse a p r e t a n d o ! ! ! '
1
[ 129 ]
ANTONIO
LUSSICH
Dispus de tanta balaca.
Que no haba palomo gueno.
Dijo, (pie Hundiendo el freno
No* ternilla, a l a n - j estaca;
Quise caigarlo a lo v a c a !
Mas la i azn me deca.
Que dalles gusto seia,
Pue* can muchos pa do *'
Talvz pronto quiera Dios
Que le iccueide e.->e da!
6
B ALIENTE
o Jo'-. pi preLendemos
E l tomar auena revancha.
Habr que hai ei la pata ancha
Que algn da subiremos,
Y entonces, y a lo veremos
A ese compadre tan quiebra,
Que lalvez. p o r l a ginebra
De matn bata alb alai de.
En humillarin cobaidc
Arraslrao t u m o culebra.
CENTURION
La sangie quema m i pecho
A l recordar ese insulto
Que aqu adentio guardo oculto
Y a su lastro v o y derecho;
l n juraineirlu yo be hecho
Que lu tengu que e u m p h i ;
Buscndolo he de v i v i i
E n baao, monte o tapeia.
T
f 130 ]
E L MATRERO L U C I A N O SANTOS
Si lo encuentro, sea ande quiera
[ L o malo, o lie de m o r i r '
BALIENTE
Me gusta \er su v a l o i .
La vida poco Ic i m p i u t a .
Lo memio come una t o i t a
Que toprsele al mejoi .
Pa paquete, es de m i f l o r .
Pa p e h a i . romo el p r i m c i o .
Pa cantar, como siluueiu.
Pa bailarn, s m i;>ual.
Es este luia oriental
De guena yerba entrevero!
CENTURION
[Lrgue al viento s u alabancia!
No d a esta prosiada c o i t e ;
Pues si la deja que aboite
N n le chupar sustancia.
En este enriedo tan glande
Q u i e i e n echarnos el resto.
Nos arrastran del cabresto
A l capricho de quien mande;
\ el que medio se desmande
Puede aprontar la garganta.
D e j u r o que ese no canta
Sino pa dar un quejido,
Que e s el ltimo a l a i i d o
Del que ya no se levanta.
r i3i 3
ANTONIO
LUSSICH
Y pa no cir al jagel
Como cerda P T I una chigua,
Volveremos a la antigua
En lus campos de M o n t i e l . l 6 l
Aquella es gente muy fiel,
Son los guapos entrenianos,
Nuestros cnstantes hermanos
En cualquier peligro que h a i g a ;
luyamos! antes que caiga
La crueld de Io<* ti i anos!
BALIENTE
Algn da ha de venir
Que el que sea blanco puro
Se encontrar, le asiguro
Sin tener n i ande v i v i r ,
Y lejos debr m o r i r
Ue esta patria ans esquilmada,
Que g i i t a desesperada:
" B a s t a tigres, de ambicin!
Cansada est la nacin
De vere tan esplotada!"
L a t a l paz no la quera
Su rcsultao desconfiando.
Y ya v. si est pasando
Lo mesmo que le deca;
Cul es pues la galanta
Con que tnto han balaquiao?
Y o nunca hubiera tragao
L a carnada de ese anzuelo,
De zonzo no tengo u n pelo,
Y es geno ser desconfan.
132 ]
EL MATRERO L U C I A N O SANTOS
CENTURION
Con el cimarrn ) a trance
Que de aguchenlo, rl a&cu.
BALIENTE
Saque del fuego el churrasco:
La guampa de sal alcance;
Daremos luego u n avance
A Costales el p u l p c i o :
j j u pucha' mozo puehlcio
De guen modo \ agasajo. .
Ls un gallego, b a i a j o !
Pa amigo, como el p i i m e i o !
CENTURION
\ cic que en t a l lenguais
Se pueda tenei c o n f i a n z a
f
BALIENTE
Como en la hoja de m i lanza
Que no se ha doblan jams'
CENTURION
Sabe que estoy en c o r r a l ;
Y si me tienden el laso.
Les mostrar que ni un paso
Recula el guen o r i e n t a l :
Si m u e i o . ha de sei l e g a l .
Peliando, muere el valiente.
No le i m p o i t a n diez n i veinte
f 133 ]
ANTONIO
LUSSICH
A l que ha presentao el pecho.
Por defender su derecho
Atarao injustamente.
BALIENTE
Dios nos d conformid
Cuando se sabe s u f r i i !
CENTURION
Prefiero m e j o i . m o r i r
Que perder m i libeit!
BALIENTE
Ah gaucho! nunca podr
Negar que viene de raza. .
CENTURION
N o gringa, sino eriollasa,
Y como tape chascudo
Nunca s aflojar al udo
N i el mejor letrao me pasa.
BALIENTE
Me gusta, o Centurin
Ver un hombre ans resuelto
Y que sepa dar el guelto
Si se ofrece l a ocasin:
Que no se f i j e en porcin.
Y no le importe la v i d a ;
E l sabe abrire salida
1 134]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Aunque lo rodeen cincuenta,
Que al gaucho de guena menta
No lo ai roya una p a r t i d a !
CENTURION
No crea que el caldo es grasa
Porque la v por ensima;
Cuntas veces se le a r r i m a
U n falso amigo y lo atrasa;
Si ust con naide se rasa
Y anda alsao. en un descuido
Me lo han de agarrai d o r m i d o
Por ms que sea terutero.
Conqu hasta el zorro matrero
Suele espichar en su nido.
Pe o destape su t a r i o
Si es que lo tiene con tapa;
Y d po el gasto la apa
Alcanzndome u n cigarro.
Pues en confesar no peco
Que hoy ando tan aguilucho.
Que pa armar un triste pucho
Solo encuentro pasto seco.
BALIENTE
Antes, de r u m i a r , acabe.
Que diay le dar tabaco:
Tengo en la chuspa un gen naco
Cosa papa por lo suave.
[
135]
ANTONIO
LUSSICH
Y dejemos esta prosa
Pupa vale ms que en ai lien 10-5
Pa LJ ue ansiria aprovechemos
L o a taide t a n herniosa.
T i a i g a al cerco su hmihis
Y asintele Ins quillangos;
Vamos a armaile fandangos
A aquel pulpeio feliz:
Con cncurasao y ans.
Como amigos, a poifa.
Celebiaimos el da
Cot una giPiia chupanza.
Que el cspiitu es la lanza
Que a los males desala.
CENTURION
En maicha que >a estoy l i s t o .
BALIENTE
1 yi'i evpeindoLi a 11 = t:
CENTURION
Dle aua^ca al pcieic
Que a un unmhite no esisto.
BALIENTE
BeLi\ ya e=tamn-, llegando
A l IjnJirhp del uien lalo
Paai mos luido el rato
Si u-,l nu le anda lerdiando:
r i36i
EL MATRERO L U C I A N O SANTOS
Y una guitarra hay. que cuando
L a tiempla u n guen locador,
La dolsura y el dolor.
De sus cuerdas tan bien h i o l a u .
Que hasta el corazn rebotan
Y hacen palpitar de amor.
CENTURION
Ties pingo de linda planta
H a y ataos contra el palenque.
Preparemos el ebenquc
P o r si alguno nos espanta.
Pa no esponer l a garganta
Si es muy f o r n i d o el montn. .
BALIENTE
Ya sabe o Cenluiin
Que no j u y o a un r ompi uni=i .
Y suelo hacer si es pieciso
De las tripas, coiazn.
CENTURION
Si algn chumbo un me aventa
N o h a n de llevarme a la f i j a .
Con la cincha en la b e r i j a
He montao potios de cuenta;
Que ande este gaucho se sienta
Nunca rpcula, antes m u e r e ;
M i acero hasta el viento y ere,
Y al que medio agaire a tm
T a l vez ce un golpe lo r ^ l i i o
Pan/a a m b a . . pn que espcie
f 137]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
Ah viejo! aunque lleno e males
Siempre es f u m e y altanero. .
CENTURION
E l que ha de a u j e r i a i m i cuero
Si ha nacido, est en paales.
Vamos pues a madrugaras.
Y al hacer la descubierta,
Tengamos el ojo alerta
Pa de salpresa a g a r r a d o s ;
Es preciso pastoiiarios
M i r a n d o siempie a los flancos,
Que en un l a f i t o estos blanros
Los han de cazai del freno.
Y el que se tenga p o r geno
Ver que no sernos mancos
BALIENTE
Oiganle! ya uno coci
\ viene a reconocer;
Prontito hemos de saber
Qu madre al mundo lo e c h . . .
CENTURION
-Pero, hermano, qu veo y ! . . .
O me habi engaao la vista. .
BALIENTE
; A que ya di con la p i s t a
f
138]
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
CENTURION
Fjese en ese que v i e n e ! . . .
SALIENTE
Cmo n o
; S i es o G i m m e
Aquel gaucho tn plumista!
9
CENTURION
\ nos tom el nlnrmto
Pues se viene a media r i e n d a :
La p u r h a ' v r o n runta prenda
Ese terne cc al f r i t o
JULIAN
Qu yunta jia una c a r r e t a ! . . .
CENTURION
iQu purga pa u n e-caldao!
De dnde dianlre ha sacao
Ese mancarrn sotreta? . . .
JULIAN
-Tomen, copen la limeta
Que estn con ganas de hablar.
Cundo me han visto montar
Malos pingos en la v i d a !
Si es m i pasin ms querida
Poder con ellos rayar.
[139]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
Este es da de apedaise:
Hoy me enconLr a D . Jos,
V a m a t.c apaise ust. . .
De j m u hay que jelinrhar&e.
JULIAN
Yo y m lengo saliba.
Me d gueltas la cabeza,
Y creo, p o r lo que pesa
A n d a r templao p i i m a a r n b a .
SALIENTE
Qu t a l po all lo ha pasao?. . .
JULIAN
D e sal, rigularmenle.
Retobando fente a frente
Del partido colorao.
CENTURION
Cundo n ! gaucho baquiano,
Busca v i d a y rastriador.
De j u r o que algn dotor
Le ha imtao r o n sebo la mano
JULIAN
No di cuao con la f a l l a .
Estas cacharpas que v.
Son ganancias que saqu
En un apunte de talla.
[
140]
EL MATRERO LUCIANO SANTOS
BALIENTE
M gaucho guapo y altivo
Siempre l a sueite lo avuda.
1 t o n su puncho lo escuda
\
basLa
le
su ve
uV
estribo
JL'LIAN
La
Nn
f/\
Sin
estiella de la f o i t u n a
se cansa de alumbrarme,
cmo puede largarme
darle causa n i n g u n a
9
CENTURION
\ esa sortija bordada
A quin se la ha s o l i b i a o
f
JULIAN
A l . i tuba la h e g a n a n
Con una suelte clavada!
BALIENTE
Para no morirse i n f i e l .
U n padrino siempre es gueno. . .
JULIAN
P a a b r i i l e al vientre un
Y chuparle basta Ja yel.
barreno
BALIENTE
Siempre acosador el criollo.
Como en el tratao de A b u l . .
[ 141
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Q u e mecha para u n c a n d i l !
Recordar aquel tramollo.
CENTURION
Pero por aura dejemos
Las memorias dolurosaa,
Que para hablar de esas cosas
Tiempo de sobia tendimos.
A r m a o anda, y es m u y cierto.
\ a no es aquel gaucho pobre
Que por encontrar un cobre
Desenterraba hasta un muerto.
V garifa es su figura
Como alcachofa entre el cardo. . .
Quin chupara e=e petaido
En medio a la m a t a d u r a
?
Cuandu lo \ide venir
Bien pilchao ^ relumbroso.
Me dije, no e lerdo el mozo
Por que es trucha pa v i v i r ;
Y a m i padre le o decir
Antes que el finao muriera.
Que el hombre peine, ande quieia
L o arrastrase su destino,
Siempre hallara en su camino
Quien rancho y cama le diera.
L H2]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
JULIAN
Ue dichos no hay quien lo saque
A l amigo Centurin,
Tiene acopiaos u n porcin
Lo me?]no que el almanaque.
BALIENTE
Ya estamos? en el boliche:
^ aqu se vci al ms eludo
S a l i r montan en peludo
Si juega mucho al espiche.
CENTURION
Parece el pulpero, alhaja.
Se conoce p o r la p i n t a . . .
BALIENTE
S i es ms f i n o que esa tinta
Con que marcan la baraja.
JULIAN
Ansina son los naciones,
Pa engatusar, m u y prosistas.
Hasta los que andan de arpistas
Llevan el oro a montones
CENTURION
No ciean eso compaeros.
Hay eslrngias m u y cumplidos. . .
[ H3 1
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
P e r o pocos conocidos.
Tintos salen pijoteros.
l.os largan de las Uropas
Sin con que alegar siquiera.
\ aqu cin en montonera
('orno la hacienda, pot tropas.
Un la vida tiin mas ropas
()UP las que r a i g a n cnsima,
A su ]ao. quin =e h- a n i m a !
Si | cdeti a ]ici 111 inuri [o.
L i e (OIIUZIII 1an de i c i t o
Que uiiu, \ ive cui) mi jjrima
CENTURION
Cmo vive, a q u e i e u c i a o
JULIAN
De j u r o , pa que casarse.
Si lo mesmo es enredarse
\ v i v h emjiarentao . ,
\ a qu fin tanto trabajo,
(astai en iglesia y c u r a ;
Conque si mucho me apura
V o y a soltarme al destajo.
H o y da, el flaire. barajo
Es malo que sea sil a m i g o .
Esto, con lazn lo digo
Por eme tengo menester.
E l laiie, es pa su mujer
A veces, poncho de abrigo.
1
I 144 1
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
CENTURION
Si hasta judo se ha giielto.
Por Dios qu barband
1
JULIAN
S i el que dice la verd
De I n d a t u l p a es ageito
BALIENTE
Ligue a \olai e=.a piu--a
"i hablemos de asuntos serios,
Deje de andai con mstenos
Y a ver p o i f i n si etosa.
CENTURION
Cuntenos que t a l le ha ido?
Si tuvo suelte o eveces;
Me he interesao muchas veces
Saber de ust, q u haba sido.
JULIAN
E n t r e tibio, y medio h i r v i e n d o .
A ocasiones, r i g u l a r ,
Y otras, teniendo que andar
Por esos campos juyendo.
BALIENTE
La v i d a da mucha gelta,
Y es gueno que el hombre aprien
Que del caballo la rienda
No siempre se deja suelta.
r 145 ]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
Tal vez le queda el consuelo
De habei podido v i v i r
E n su pago, y susislir
Entre la gente del pelo.
JULIAN
Ver ust cmo se engaa
El c h a p a n u que pas.
Medio a medio me agari
M u y lejos do la campaa
CENTURION
P i o i que basco es en lo terco,
Y es p o r que se tiene f . . .
JULIAN
E n Montevideo me hall
Como avestruz contia el cerco.
Voy a p a i t i r con m i ausencia
S i en el n i m b o no me p i e r d o ;
Que el que se empaca por lerdo
Suele amolai la pac enca.
Comentar a sacar f i i s j
Pa luego c o i t a i el pao.
Pues hav ms de un caso estrao
Que har rebentai de n - a .
Das pasaos, en San Ju^
A l retirarme pa j u e i a .
Hall a D o n Pedro Sequera
[
146]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que siempre m i amigo fu,
Hasta su fonda dentr.
Ande estaban de riunin,
Liendu una gran rilasin
De un dotor que emigrao anda,
Y olro. de la mesma banda
Que se meti a rompadin
Gmez y Ramrez, creo.
Son los quiebras referidos.
P o i siuelo-, conocidos
En la tropa de su arro; ) 7 l
Se trensaron sin rodeo
A ledos, en contrapunto.
Pero ningunu d i j u n t o
Cay en t a n g i a n r e b o l l i j o .
Por eso. amigos, colijo
Que era embrolla t a l asunto.
L n o , al otro le deca:
" Y o siempre espatriao andube,
" Y a veces, tan pobre estube
" Q u e n i pa pitar tena:
"Pero m i honor me deca
"Aguntate con valor,
" C o n firmeza y con ardor
'*Pa combatir l a malicia,
" Y sers de l a justicia
" E l horcn sostenedor.
" P o r eso que al caudillaje
" N u n c a quise dar cuaitel,
" Y a m i pluma y m i papel
"Siempie le ha sobrao coraje . .
[
147]
ANTONIO
LUSSICH
" N o he perdonao al gauchaje
"Hasta h u n d i r l o en la redota:
" C o n el iev. caballo y sota,
" L i n d o la banca par.
" Y hasta a manatc pis
" C o n el taln de m bota.*'
\ el otro le retrucaba:
-"Ust que al gaucho maldice.
"Tenga cuidao, v no pise
" A l que enantes lebantaba.
"Cuando de menistro andaba
"Retobando cntie esa gente;
" P o r D i o s ' su cabeza asiente
" N o ennede el merengenal.
"Sepa sei gen oriental,
" Aunque de ganas . . reviente!
"UsL c a , blanco, j j r i m e r o . . .
conservadoi dispua,
"Algn amor ju talvc/
" L a causa de ese entrevero;
" l al golpiarse con su aperu
"Hasta c! Chde tan menlao.
"1.5 que \ ido mal paiau
" Vquella ve/ el asunlo
el miedo de ?-er d i j u n t o
" T a l v e 7 lo haiga aconsejao.
" Y cuando andubo r o n Bloies
" P a avudarlo en el gobierno,
" N u n c a cria que el infierno
" L e caira con sus rigores;
"Quince das los favores
[148]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
" D e l Memslerio
goz,I 8*
"Luego el gorro se apret
" C o n sus dos Leis. . . a ]ns tiento-.
" ^ a rausa de esos ebentos
"Pa Guenos Aiies templ.
" \ m i g o Gmez, no niego
" S u gran c a c m e . .
animoso..
"Ms, sufra. . . v no sea emhidioso.
"Que yerra el ms terne al j u e g o .
" D e u vunta me despego
"Pues va no me tiene cuenta.
" P o r eso n o se resienta
me lo enferiiu el de-ppi bo
"Cuando bav que sacar piovechn
"Se va al sol que ms caliente
" Y o tan apielau me lie v i - l o
"Que cambi de camuat
"Ese jueguito sp^u
"Porque nunca he sido cristo.
"Soy pa tuito peine \ listo
" Y espero con m i esperencia
" M o n t a r m e a la piesidencia
" S i un golpe no ine recula.
" Y aunque es chiaia esa nuda
" L a domar con paceiuia.
" l entonces le pedu
"Que me avude a l t n o n e n .
"Ser el gobierno u n recreo
"Estando a m i lao ust:
" Y lo p i i m e r o que hai
" E n cuanto caze la rienda.
[ 149 ]
ANTONIO
LUSSICH
"Ser encargarle la Hacienda. .
" P a que solo la maneje,
" i en gen estao me la fleje.
" S i n que su honor se le ofiemla* .
1
El emigran, se empac,
Y m u y retoban se puso.
Lo trat al otro Je luso.
Y m i l apodos le d i o ;
Por cierto no permiti
Que en el tirn le ganase.
Y en la armada lo llevase
Como s" juera carneru,
Pa que luego el m u n d o enLero
De su senria se burlase
Le d i j o , que de falsa
Se eneontiaba el suelo lleno.
Que nada quedaba gueno,
Y era lodo alevosa;
Que v i v i r , l, prefera
E n pago estrao arrastrao.
Antes verse acollaran
Por uindadcs, a un p a i t i d o
Que el azote p i o r ha sido
De este pas tan esquilman
De entre aquel montn de escritos.
Columbraba yo en m idea
Que aguaitaba esa r a l e a . . .
Los candeleros benditos' .
Pa manejarlos solitos;
Y engaando al santo cuete
Balanquiaban con machete
Desafilao y sm punta .
[
150]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
BALIENTE
-Si era compinche esa yunta . .
jSon turos del mesmo brete!
JULIAN
Por f i n . los dos personajes
Trensaron tanto el asunto,
Que Gmez le cant el punto
Llamndolos tnpoa-tages.
(9i
Que. plaga de sahalages
Eran turtos al barrer.
\ que haban lograo hacer
De esta patiia tan amada,
U n candombe de negrada
Que n i Dios poda entender.
BALIENTE
Se achispan, v luego amuelan.
Por que a pesar de sus leyes
Ellos beben como gue>es
A costa de los que pelan
JULIAN
-ISada de estrao hav en eso
Que tambin monten peludos.
Pues pa la caa. . sin udos. . .
Son como lauchas, pa el queso.
Por f i n en t a l plumaraje
Tan fiero se han sacudido,
Que hasta lo ms escondido
Sali a luz de su pelage;
f
151]
ANTONIO
D_ LUSSICH
El Candombe y
Tupo-ataje
fu el f i n a l de la agarrada.
Y s i n hacer ms dentrada
Se queclaion con lo d i c h o . . .
Que a veces les da el capricho
Pur p i o s i a r .
s i n decir nada.
CENTURION
; P e r o ust n o se ha f i j a o
Que e t i i a h a n de l e j o s ? . . .
BALIENTE
Ms a m i favor |Canejos'
Pues naide sali chumbao.
JULIAN
Kn meniai sempie la gela
T u i t o se le va. y p l u m i a r ,
Eso s! son pa p e l i a r . . .
Como carne de j>aleta.
Pa sacudirles un susto
La parada siempie copo.
^ en cuanto la ocasin topo
Me muero de p u r o gusto.
CENTURION
[ Prese, que estn carniando
No facilite e l p a r t i d o :
Pues suele el ms albeitido
Quedarse a veces techando'
[ 152 ]
EJ. M A T R E R O L U C I A N O
SANTOS
Cieita vez, po un capucho
Me tiens con uno guapo.
P o i poco no me le escapo.
\ cua-i. amigos. espicho
Me habra bartao a chusasos
Si yo a l hombre me le encoju.
Mas no creo ser muy f l u j o
Y presumo en cierto? casos.
Lo hall en una pulpera,
t al verme, d i j o , aquel p e m e
" N o aguanto a naide que reine
("liando est en presencia m a "
Vu qup me tengo por loro
Le retruque a ese j t l u n u u m ,
" [ D o n d e canta e-te canaiio
\ u l n atuule ningn I n m '
f
Y sm ms, el cajetilla
Se me vino m u y resuelto,
A quererme dar el gelto
Con un corbo como h o r q u i l l a .
Pucha! mozo
Y ms vivo que
Pero le cort la
De un tajo con
acosadur!
biscacha:
hilacha
m i alfajor.
Era de vista y de astucia,
Ms arrojao. que sereno;
Suerte que le hice el barreno
Sino de sangre me ensucia.
[ 153]
ANTONIO
LUSSICH
Tambin conoc ms de uno
Capaz d e . ,
moler al diablo,
\ pa probailes lo que hablo
Ley ii nombrando alguno.
Lin Prez- el capitn
De ese tigre Qu me d i c e ? . . .
No hay quien el poncho le pise
Amigaso don Julin'.
JULIAN
N a d a de l hay que decir.
Generoso era y valiente.
Dobl tan solo su fente
Pa dejar de susistir
CENTURION
No
diga!!
JULIAN
S. es la veida
M u n esc guen compaero
Bajo de un cielo csliangeru.
En la porten a suida
En aquella fiebre j'ueite
iHM
Se apag su joven v i d a '
Iba a c u r a r l e u n a hernia.
Y ln abaraj la n i u e i t e '
E l veinte v nue\c en la L'nin
Cav prisionero, herido. 1,11)
Y antes de verse rendido
Peli contra un batalln
[
154]
E L MATRERO L U C I A N O SANTOS
De su pora gente, luego
l a m uno vivo quedaba,
Slito pehando estaba
Cubierto de sangre y fuego.
Pues si Lin era de nombre
Tambin lo era en las batallas.
\ tena unas agallas
Bien puestas, r o m o el ms hombre.
Hasta almii al enemigo
Su valor tan disgraciao.
Y al v e i l o raer sangientau
Le tendi mano de amigo.
Lo t r u j o adentro u n M a c i e l ,
Colorao como Dios manda.
\ a m o n i a la otra Banda
Lo llev su sino cruel.
CENTURION
Dios tenga a ese melitar
En su trono soberano,
Que ms tarde o ms temprano
L o hemos de i r a \ i s i t a i .
Y cual
De las
Pa d i r
Cuando
la a u i o r a abre el broche
flores, con su riego,
cerrndose luego
se tiende la noche
[ 355]
ANTONIO
LUSSICH
e-e lucero h n muso
Que al dar su b r i l l o a la t i e n a .
Viene una nube y lo encierra
Dejando el a \ i e sombroso;
1 uni
Como c e campo florido
Ande el pastisal verdece;
Que de p r o n l o se ennegrece
Por un incendio d c s h u i d o .
As i u r a l b a de- la vida
Tres espeian/as m u r i e r o n ;
Ttes camjnoties sucumbieron
De nuesira p a t i i a q u e i i d a !
Sus cueipos. t a l vez los yuyos
De los campos, cubrirn,
M a s s u s almas vivirn
All entre D i o s y los s u j o s !
Lloremos s u a u s e n c i a eterna!
Que el ecueidn siempre v i v a ,
Mientras e n paz duermen a r n b a
Martnez, N m y M a d e r n a ! 1121
Y aquellos tres guenos mozos
Hermanos, de sangre y g l o r i a .
Q u e en la cida o la v i t o r i a
Tenan hechos valeinsos;
T a n heroicos en pelea,
T a n humildes pa el vencido. , .
Como el ibnl florecido
Que la tormenta lala:
[ ]fi(i 1
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
T i es Morosinis lian m u e i l o , I l' 1
Cual lo* tres finaos Baliente?,
Pero de laurel, sus frentes
Marchitadas se han cubierto!
Y el patriota Pastorisa
Tambin pag su t n b u t o ;
" L l o r o , muerte, pena y l u t o "
De la guerra es la devisa
^
< nno/i o
en
los
fine
un
queda
Man ale- de gran provecho.
De esos que marchan d e i e d i o ,
Y en las cuartas no se enriedan.
Con ellos me acollar
Al tiempo de la p a t r i a d a .
De recibo es la mosada.
Y a cual ms =e tiene fe
Conoc a u n M a y o i Behimde
De a l b i t r i o , guapo y sereno:
Mozo pa cualquier terreno
M u y superior, no lo dude.
Lo quera Arre, y mucho,
Y tanto o ms S a l v a . . .
E n e l Norte hice amist
Con ese criollaso lucho.
Era amigo de u n Safn
Que vala u n Potos,
Y olro crudo Tudur
Joven de gran corazn.
[
157]
ANTONIO
LUSSICH
Cuando tenga q u i r pa dentro
He de buscailo r o n gusto,
Quizs de algn f i e i o susto
Me vea l i b r e si lo encuentro,
\ a ms, me amist a un s i n f i n
De patriotismo n o t o r i o ,
Soto, P r i o y Moratoro
Y aquel Prez Benjamn.
Los Rodigucz y B a i r e i a s ,
Sienra. A m i l i b i a . Rigao.
A cual m e j o r se lia portao
En el campo y las trincheras.
Los Berros, Carranza y Das,
Rincn y otros que no me acuerdo. . .
N i n g u n o de ellos es l e r d o ;
Son sus pechos, bateras.
JULIAN
Esa e s toda gente a prueba.
Q u e ha preslao grandes servicios;
Sin tener n i pa los vicios
Siempre aguantaban la breba.
l o le caigo a l Ienguars
Q u e anda del m a l a la pesca.
A esos que prenden la yesca
Pa quemamos p o r detrs.
Son lo que en todo se meten
Y en ninguna p a i t e faltan.
Ellos los caigos asaltan
Aunqu los ajen y reten.
[
158]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Y pa eso, g r i t a n , se enojan,
Se trensan a raja-cueros. . .
Pero en tales entreveros
Nunca con sangre se m o j a n
BALIENTE
Fies v deje correr,
Ha) ciertos piesas dotores.
Pedigeos de favores
Cuando tienen menester,
Dispus, no se dejan ver
N i con un n a l jja los vicios.
N i se acuerdan de seivicios
Que les ha prestao con gusto,
Y del modo ms injusto
Nos achacan los desquicios.
Los paisanos pa ellos sernos
Solo guenos, de istrumentos.
Siempre nos vienen con cuentos
Con t a l que les ayudemos.
Y pa que no corcohimos
No se empacan en promesas;
Pero jams caigo en esas
Que demasiao los conozco,
Y aunque soy paisano tosco
No harn con m i nalga, presas.
JULIAN
Siguindoles m i elato
Vern del modo que he andao.
Me vide tan apuiao
Que hasta me enferm del flato.
[ 159 ]
ANTONIO
D.
LUSSICH
Pues sal ele San Jos
Con rumbo a Montevideo,
Y era en Viernes, sign creo
Cuando a la Unin aport;
Ah no ms desensill,
Met el flete en el c o r r a l
De un t a l o M i g u e l M o r a l
De m i antigua conocencia,
Paisano de mucha cenca
Y hombre de trato f o r m a l .
Le d i al pingo una racin,
Y me embit D o n M i g u e l
A que saliese con l
Pa llevarme a una liunin.
En la cual nuestra opinin
Iba a tratar ese da,
Que de votar se astendra
Por no poder consentir,
E l modo r u i n de cumplir
Que la otra gente tena.
Seguimos nuestio camino,
Y parao en una puerta
Haba un gefe cara tuerta,
Que a l olorcito se v i n o :
No pregunt si al Casino
Pensaramos llegar.
Y si juera pa ayudar
A f i r m a r en la protesta.
Nos i b a a salir la fiesta
Media cara en el pagar.
o Miguel aunque viejaso
Nunca pulgas aguant,
[
160]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Y a ese ladiao retruc
Que dejia libre el paso,
Pues talvez llegase el caso
Que algn barato le diese.
Para que misma aprendiese
A no meterse a compadre
Juera a. . moler a su madre
Y en ello se estrotuhiese.
A l ir retiuque tan fiero
No esper por la revancha,
Crc\endo mala la rancha
Pa dentrar a un entrevero;
0 talve7 m i raja-cuero
Lo v i d o de refiln.
Y habr dicho con azn:
" Q u i e n caiga t a l t a r a r i r a ,
" S i lo descuido, me estira
" S i n la menor compasin".
Y no creyendo sigura
La milonga comensada,
Ju a comprar otra parada. . .
Juyendo a la sepoltura.
B A L I E N T E
A ese que Dios lo confunda
Le sali la toita. u n p a n . . .
J U L I A N
S i qued en su loco afn
Ms sobao que una coyunda.
[ 161 ]
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
Qu diantres de coloraos!
Siempre nos h a n de buscar. . .
JULIAN
Y nos suelen encontrar
Como toros, empacaos.
Si el poncho nos arroyamos
No nos Jota ningn ledo,
Y a veces al ms engredo
Con las riendas lo llevamos.
Dentramos pues a la danza
Que era puro blanquillage,
Y mucho cajetillaje
Estaba en la mescolanza;
Bid a gefes de pu.anza
Y ms de un terne letrao;
A cual ms dcseperao
Po el modo que traicionaron,
Los que poco antes j u r a r o n
Cumplir fielmente el tratao.
De aquella iumn de gente
U n Clus all se form,
Que al poco rato nombr (14)
A Salva, presidente;
Bien aiga! el criollo caliente,
Si habl con tal decisin.
Que cuasi e=te corazn
Del entusiasmo -e me =ali'.
En verd, no hay quien lo iguale
En tuita nuestra nacin.
[162]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Tambin top a B a s t a r r i c a . . .
Purha! basco que apiero,
Esc es hombre sin rodeo
Y pa infante, cosa r i c a ;
La plvora no le pica,
N i lo hace acurrucar,
Nides lo ve cabesiar
Aunque el pelo le chamusquen;
En f i n por donde lo busquen
Es amacho mehtar.
Vide al otro, que aquel da
Lina bala de metralla
Cuasi po el medio lo raya
Peliando en la infantera,
Cuando la patria perda
A Basaez el valiente. (15,1
Que siempre tengo presente . .
Aunque hoy descaii-e en el cielo,
Mientras su nombre en el suelo
Llorao ser eternamente!
CENTURION
Y a s quin quieie decir,
Gurruchaga. aquel del pito? . . .
JULIAN
E l mesmo. que para un f r i t o
No se lo hace repetir;
Y tanto le d m o r i r
Combatiendo como un lin,
Que darle un beso a l porrn
[163]
ANTONIO
LUSSICH
Del vino menos cristiano:
^ tambin pa mano a mano
Se lo l a i g o a Napolin.
All estaba el imprenLero
Escritor del M o l i n i l l o ,
Esc es gaceleio pillo
Que habla poco, pero fiero.
Cuando a l gobierno certero
Ciertos pegasos le larga;
Y con cda verd amarga
A.1 ms f i r m e lo destroncha;
Es s u p e r i o r . . pa hacer r o n c h a .
Y r i g u l a r en la carga.
BALIENTE
A qu es D o n Acha, c u a o ? ,
JULIAN
C a b a l , el que viste y canta,
Que a cualesquiera le chanta
Las veidades de a puao.
Y si anda medio puntiao
Le retruca al ms d o t o i ;
Es ladino payador
Y le da el naipe pa pucta,
De modo que no respeta
L a y a , marca, n i color.
Tambin al rato top
D e pantaln de b o m b i l l a .
A q u e l mozo cajetilla
Que sola andar con ust;
[ 164 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pucha! que se tiene f . . .
Nunca lo criba tan geno;
No sabe morder el freno
En custin de platica je,
Y est prean su lenguaje
Siempre de razones lleno.
Creo que es un Acebedo
Mozo muy lince y de chispa,
Ese pica como abispa,
Y nunca se chupa el dedo;
Y o con l. m e j o r me quedo
Que con tnto tinterillo
Ms pulidos que un anillo,
Y enredaos en sus corbatas;
Si los cuelga de las patas
No se les cae n i un cuartillo.
CENTURION
Se acuerda de u n L a r r a v i d e ,
A qu po all r e t o s a b a ? . . .
JULIAN
Y es verd, no me acordaba,
Que en una esquina lo vide,
No hay miedo que se descuide,
Ese no es gucho matucho,
Nunca le falta su pucho
Durmiendo tras de la o r e j a . , .
Me ha calmao ms de una queja
Cuando yo andaba aguilucho!
[165]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
Era u n diablo milonguero,
M u y amigo de r a n c b i a r . . .
JULIAN
Geno j u e r a , es pa b a i l a r
Como trompo de lij'ero;
Pa paisano, es terutero,
Siempre monta en lindo flete
Porque es trucha ese p a q u e t e . .
Y pa las h e m b r a s ? . . . sin yel,
Pues si v cualquier clavel,
Hasta en un sanjiao se mete.
BALIENTE
N o habr dejao de asistir
Aquel que triba lloronas.
^ perdi hasta las caronas
En la marcha, sin s e n t i r . .
9
JULIAN
A h brbaio' / p o r dormir
T a l vez le pa ese caso? . .
BALIENTE
No lo crea ust, amigaso.
Es que era m u v descuidao.
Y el andar siempre chupao
Ju causa de tal fracaso.
[ 166 J
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
CENTURION
Creo que he dao con la f l o r :
Debe ser u n medio pueta
Que tena una gran libreta
Con versos llenos de a m o r . . .
Si es aquel, es s u p e r i o r . . .
Pa la ginebra, se entiende;
A la limeta le priende
Con ms ganas que u n mataco,
Y le pega cada taco
Que n i el mesmo se compriende.
BALIENTE
S. en Guenos Aires est
Con o Camuso, aquel bicho
M u y a g a u c h a o . . . por capricho;
M e han dao la sigurid
Y creo a de er verd.
Que D o n Carlos me lo pasa
M e t i d i t o en cierta casa. .
Pa estudiar la
quitetura;
Y es tnto lo que se a p u r a . . .
Que l a sal se le atrasa!
CENTURION
Ay j u n a , ese es criollo amacho!
T o r o , guitarrero y quiebra,
Cuando le buscan la hebra
Se v derechito al guacho;
Es crudo pa un dicharacho,
Y ms, estando enrialao. .
[
167]
ANTONIO
LUSSICH
Quisiera verlo a m lao
A u r a que me hallo tan pobre,
Siguro que tle algn cobre
A l rato me viera armao.
JULIAN
Y a don Cortinas top,
Siempre patriota ande q u i e r a ;
Y a toda la punta entera
De Lasalas encontr;
Tambin all debis
A o Estomba. paquetaso;
Le d i al verlo t a l abraso
Que por cuasi lo d e r r i b o . . .
Como un rayo, es siempre v i v o !
Ande quiera se abre paso.
Haban a ms, muchos otros
M u y garifos y aligantes,
Con faroles, leba y guantes,
Pero ariscos como p o t r o s ;
En f i n , juera de nosotros
Y alguno medio paisano,
T u i t a era gente de piano.
De reos y de s o r t i j a . .
BALIENTE
A qu ningn sabandija
Le puso un r i a l en la mano?
JULIAN
No haga tan malo el partido,
Cralo, que en esa junta
[
168]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Todos los que hacan punta,
M u y . . . largos me han parecido.
Dipu que se discursi
Como en sermn de capilla.
U n musito cajetilla
Con mucha juersa grit:
" L a palabra q u i e i o y,
" P o r q u e es preciso tratar,
" Q u e no pudiendo votar
" P o r los udos que nos ponen
"Los que de este pis disponen,
"Vamos pues a protestar."
Habl tamin del gobierno.
Y su marcha traicionera.
Con tnla verd si v i e r a !
Que al ms duro pona t i e r n o ;
Y o por l. hasta el infierno
En ese istante arrollaba -
\ tan lindo platicaba
Sin tapujos n i encubiertas.
Que con las bocas abiertas
Todo el mundo lo escuchaba.
D i a y se firm una protesta
Contra tamaos agravios:
Y a l f i n . consejos muy sabios
T e r m i n a r o n tan gran fiesta;
Pasada la hora e l a siesta.
De esa prosecin machasa
Cada cual rumbi a su casa,
Mientras segua o M i g u e l
Contndome e l merenjel
P o r que hoy este pueblo pasa.
[ 169 ]
ANTONIO
Bien
Hasta
Pero
Si no
LUSSICH
aiga, barbarid!
n i parece cierto.
que me caiga muerto
es la pura verd. . .
CENTURION
Q u hay, en eunosid
Nos ha dejao r e d e p e n t e ? . . .
Apures pues, y cuente
Que a la angustia no r e s i s t o . . .
JULIAN
Si jams i g u a l h a n visto
Por esta cruz, que reviente.
Con la Isrrinn dio el asalto. . .
Venga un trago, que al recuerdo
Se me pone el buche lerdo
\ hasta de respiro f a l t o . . .
CENTURION
T o m e chupe, v no d salto
N i n g u n o en este relato;
Luego le dar u n barato
Sobre cosas de inters,
Pa que ust me oiga a su vez
\ pasemos lindo el rato
JULIAN
En Canelones triunf (16 l
Con justicia nuestra lista.
De los otros, n i l a pita
[ 170]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
All siquiera se v i ;
Pero el Juez de Paz crey
Una ocasin de primera,
P a i a insultar la bandera
Del orden justo y legal,
Dando parte a u n Trigunal
Pa que el derecho les diera.
No ju lerdo ese chancleta:
Dispus que vido el gento
De los nuestros, con t a l bro,
Crey burlada su t r e t a ;
Nos haca esa gambeta
Pa esperar otros domingos,
Y poder v a r i a r los pingos
Ganndonos sin s e n t i r . . .
Pues tena que recebir
l na mestura de gringos.
Pero los blancos de all
Son firmes y corajudos,
Y hay algunos copetudos
Ms picantes que el aj:
Y ellos, como un ay de m!
P o r no quererse doblar,
A veces suelen andar
De gachos, oliendo el suelo,
Y hallan todo su consuelo
En reir y cospirar.
Volviendo a lo que deca:
E l machase
Trigunal
De nuestra Banda Oriental,
Es t a l bochinche este da,
[171]
ANTONIO
D.
LUSSICH
Que los Jueces que all haba
"Declararon sin v a l o r "
Con la injusticia m a y o r
L a iscncin que habamos hecho;
Porqu hoy tiene ms derecho
E l que goza ms f a v o r !
En seguida ir nombrando
Los que d i e r o n ese paso,
Que del uno al otro atraso
Llevan al ps reculando.
E l uno, es u n estrangeio
Que en cualquier canto se entona;
E l mesmo que una corona
Di en la guerra de Quintero
Dispus. puso en el sombrero
L a debisa colorada,
A q u e l da de la entrada
De Flores, cuando trurit,
Y a su enemigo abiaz. . .
Besndolo en la quijada.
A ese hombre de gran sencia
Le gusta la mescolanza,
Con ella todo lo alcanza
E l Dios de la combenenciaY con su larga esperencia
Alquiri el puesto que tene,
E n el cual, tan bien se abiene
De ser Juez con la malicia,
Y sabe hallar la justicia
En el lao que le combiene.
[172]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Del otro qu les dir? . . .
Como bola es de redondo;
T i e n e ms vista que fondo.
Y de un corte acabal;
Y o Ies daba un punta-pi
A tanto estorbo viviente.
Que paiecen. ms que gente.
C r i s t i a n o s . . . de cuatro pata<=,
Y son pa la ua cual ratas.
Y cimarrones pa el diente.
Ans pas el pericn,
Ms ura vern la geva'
Quiero sacar de la cueva
U n tigre, que no es pichn;
Y es la mentada Ehcin
P a n d a p o r un decreto
Que larg el gobierno neto,
Dandol el nombre de l e y . . .
Pucha! da que m e ri!
Por poco no me asujeto.
Cuando lleg el grande da
De presentarse a votar,
Los nuestros sm recular
Cumplieron con valenta,
N i pa remdio all haba
N i n g u n o del bando opuesto,
Ms j u e r o n a echar el resto
Trabajando a la sordina,
Y cual tuita trampa i n d i n a
Les di u n reaultao junesto.
Dispus de tan r u i n corrida
Lleg u n chasque apuradaso,
[ 173]
ANTONIO
LUSSICH
Y d i j o que cerca el paso
Se va gente r i u n i d a :
Saavedra, con su partida (18)
Los sali a reconocer,
Y en cuanto los pudo ver
Form su escaln de frente,
Y tan solo con sus veinte
Les hizo el r u m b o perder. . .
Y haciendo sudar bajera
Me los -ab persiguiendo.
Pero qu! si dan juvendo
Como yeguada m a t r e r a ;
N i atr- m i r a b a n siquiera,
Y castigando a dos laos.
I b a n tirando los miaos
D e un modo r u i n y cobarde,
Y al Cerrito, al cir la tarde
Llegaron tuitos pelaos.
BALIENTE
Lo diesen contra una esquina
A l gefe de tanto c r u d o . . .
CENTURION
-Sera algn entraudo. . .
D e a g a l l a s . . . como gallina?
JULIAN
Pa hablar de eso, soy sm f i e n o :
Es el mentao trafalano
G e n e r a l . . . el ms c o r s a r i o . . .
Con todo lo que e s ageno;
[174]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Hoy p o r estar tan relleno (19)
De c o b r e s . . . y en ancas viejo,
Ya no espone su p e l l e j o . . .
" P a los sonsos" dir l
" M e gusta chupar la m i e l
"Estando el camuat lejos."
En el Norte, es prestigioso.
Y ese es todo su consuelo. ,
Con las vacas de aquel suelo
Su protetor generoso;
Pa toda hacienda es famoso.
N i deja la rastrillada
Cuando de noche en a r i i a d a
L a corta pa el Uruguay ,
Es liendre como no hay
Para hacer una b o l t i a d a '
Conociendo su v i v e z a
D e todo tura es a m i g o ;
Siempre en l hallan abrigo
Para apadrinar la presa;
Cuando la nidada es gruesa
Se aprovecha del poder,
Y suele desconocer
A l que le fi el negocio.
Porqu, amigo, como - . o c i o ! . . .
Sabe el punto sostener.
Salidas tiene u n sin f i n ,
T u r b a o no lo agarran nunca,
Se amaa, corta, destrunca,
Pa todo es guen comodn;
Le es igual malo o rocn,
[ 175 ]
ANTONIO
LUSSICH
Contramarcan u orejano.
Con tal que caiga en su mano.
Pelo n i marca r e s p e t a . . .
Es mozo que cuando aprieta
N i e l carac deja gano!
Con la paga del estao,
Y el ganao que d de baja,
H a llenao tnto su caja
Que el valor se le ha a f l o j a o ;
Tamin ha hecho d e m a s i a o . . .
Por s u p u e s t o . . . a los bolsillos. .
Miles vacas y novillos,
Y yeguas, a tracaladas.
Pastean p o r las quebradas
Con su marca en los codillos.
H o y ya precisa sociego
Poniendo el bulto en r e m o j o ;
P o r eso se ha gelto f l o j o
Pa andar metido en el fuego;
A ms est cuasi ciego,
Pero no ha sido en pelea,
Sino una noche muy fea
Que rastriaba un ganadito,
Por poco, un rayo bendito
Los dos ojos le tapa.
Cuando sali a visitar
Los pueblos de la campaa,
U n compinche de su maa
L o embit pa merendar;
Se hizo mucho de rogar,
A l m i t i e n d o . a condicin
[ 176 1
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que pa->ia embitacin
A los vecinos del pago,
Pa ofertarles l i n d o un trago
Y asiguiai la Elisin
Ju en lo de un v i e j o bosal
Paisano de t a l c u r - a i i o .
Que hov es Alcaide O r d i n a r i o
Conocido por M a i c i a l ; 120>
Ah da, que ech su p i a l !
[Su lengua no menudiaba'
Ese s, lo levantaba
Dende el cielo basta el infierno -
Pucha, con el mozo t i e r n o !
Como macho elinrhaba
Y que cantos melodiosos
A l comps de las botellas;
Brillando como centellas
Tantos ojasos v i d r i o s o s ;
M a r c i a l , en sus albo* osos
Con el gofio se engulla,
Y de atorao no poda
N i espresax su pensamiento,
Y al Gefe, dende su asiento
A escupidas lo curta.
1
Causaba h i p o en la mamada
De aquella riunin sotreta.
V e r del canario la geta,
Y su cabeza pelada
Siempre compraba parada
En favor del general!
Y con gaote e metal
[177]
ANTONIO
LUSSICH
Daba al poirn cada beso.
Que se le hinchaba el pesrupso
Como lomo di bagual!
1
Redepente, se par,
Y estilando su cogote
D]o: "que ju Lansarote
" E l suelo en donde naci
" E l ms bravo que pis
''Las orillas de esta t i e r r a ,
"Porqu su cabeza encierra
" L n carcmen nunca v i s t o ;
" Y quien con l no ande listo
" A la f i j a que lo e n h e n a .
T
"Que a pesar de su inorancia. .
" l u escuro nacimiento,
" E l mostr su gran talento
"Dende que ju pin de estancia. . .
" Y que al fin, con su costancia
" Y su natural saber,
" A l cabo pudo tener
" U n carro de melcachifle"\ tnto le peg al c h i l l e . .
"Que Genera! lle^ a s e i . "
Era el M a i c i a l . un cogollo
Jediendu a ba-tera fiesca;
El tiiste andaba a la pesca
De L u g a r todo ?u r o l l o ;
En eso meti un embiollo
Que ech por tierra su banca
Y ju, que le di la tranca
[178]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Por alearlo a Borje en peso,
Dejndolo medio tieso
Con un sopapo en el anca.
M u v retobao po el atraso.
Cuasi el general se pierde . .
M a r c i a l , como v a r a vcide
Le di en disculpa un abrazo;
Por disgracia. un cabesaso
Forsejiando le chant.
Que sin querer, lo larg
Contra el lomo de unas sillas,
Y el golpe de sus c o s t i l l a s . . .
Como caja retumb.
Y o me ria compaero
Sm poderlo remediar,
Cuandn comenz a contar
Otro caso verdadero.
De un Juez de Paz terutero
Llamao D o n Manuel R o v i r a ; 121)
Pucha' Parece m e n t i r a !
Larg al mundo tnto guacho
Que al caineio ms amacho
Por veinte leguas l o t i r a ! !
Qu U r q u i s a , n i qu Ortiguera!
Qu R-dn. n i Caraballo'
Sac el hombre su caballo
Lejaso en la delantera. . .
Qu a i l o j a d a ! amigo, v i e i a
Mucho p i o r que c o m a d r e j a . . .
1
[ 179 ]
ANTONIO
LUSSICH
Pues sin soltar n i una queja,
Sin abortos n i quebrantos
Ech al mundo m i l y tantos!
Vava parando la o r e j a !
En su sohta sesin
Ju tan larga la parida,
Que la partera, aflijirla
A ] ver tan grande montn
De cunta l a i a y nacin
Bajo el sol se conoca,
Cuasi la pobre ee da
Se volvi loca del susto,
Largando a Juez tan rebusto
Pa que atendiese a su cia
BALIENTE
No era pa muchas caricias
Ese flojaso de u m b l i g o ;
Deseara ser su amigo
Para darle las albricias!
CENTURION
Y sali algn bacaray?
JULIAN
T u t o s e m n ternejales!
Viera, h e r m a n o ' los tendales
Sin largar siquiera un a y !
Mozo-, viejos, negros, blancos.
Rubios, mualos, lanudos,
Pelechados y peludos,
1180]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Tuertos, bichocos y mancos,
Salan por tuitos flancos
Por Rovira apadrinaos,
Y algunos, acollaraos
Como ageno a la madrina,
Metiendo una gangolina
De cuanto idmia hay formaos.
De tamao revoltijo
o Manuel ju el presidente;
Y que el demoo me abente
Si con tn grande amasijo
No criba siguro y f i j o
E l ser nombrao otra vez
Ese ju su empeo pues,
Pero le err fuego el m i s t o ;
Y aunque anduvo el cuerpo listo,
Se le empacaron los pis.
BALIENTE
Cmo qued el infeliz
En tan terrible t o r m e n t o . . .
9
JULIAN
Sarandindose en su a s i e n t o . . .
Con tres cuartas de n a r i z ! !
CENTURION
Si creo que me cont
U n amigo mo, tropero.
Que el T r i g u n a l Justiciero
Otra vez me lo llam,
[181]
ANTONIO
LUSSICH
Y su ttulo le di
E n pago de su gran cra.
Y ans domarla podra
Porque estaba muy baguala.
Sino esa crusa anmala
N i pa t r i l l a r servira.
JULIAN
A m no me estraa nada
Por que. amigo, es gente viva
Y hoy los que c h u p a n . . . de a r r i b a . . .
Son lobos de una carnada.
Y sea cierto o no lo
Y o en t a l charco no
Dejo que dispare el
Mientras encima no
sea.
me e m b a r r o ;
carro
esta.
Antes de arroyar el laso
Van a o r algo mej"oi. . .
CENTURION
A h Julin! si en lo cantor
N i el sorsal le gana u n paso.
JULIAN
Dispus de e s o , all pas
Otro grande baraj'uste.
Pero p o r Dios, no se asuste
Que cuando a m me cont
Don M i g u e l , se me par
L a cerda de la cabeza
[ 182]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pobre pis, suerte traviesa
Te persigue m u y t i r a n a !
Cundo sonar esa Diana
Alegre de t u grandeza?
Pa juzgar la validez
Comisiones se f o r m a r o n ,
Y los blancos protestaron
Con justicia y altivez;
L a respuesta en esa vez
Ju decir "que ellos veran,
" Y en los tachos limpiaran (22 I
"Cualquier injerto m e t i d o " . . .
BALIENTE
C o l i j o que habrn cumplido
Lo que entonces prometan?
JULIAN
Cumplir, no me rompa el cuajo!
Era de intento la b r o m a ! . . .
BALIENTE
S i hay u n Dios que cuentas toma
De las cosas de aqu a b a j o Les ha de cir al destajo
Cuando se enfien cus pulpas;
Y .no han de valer disculpas
Pa perdonar sus delitos,
Y hasta el infierno, malditos,
Irn a purgar sus culpas.
[
183]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Hermano,
n o se
Ni
prenda como
Es
el gaucho
Nunca
sabe
alborote,
yesquero;
ms
ligero...
andar
al
trote.
BALIENTE
Siga
pues,
Que
y lrgue el laso,
el pingo
Tome,
n o est s u d a o . . .
pegele a l
guindao
Q u e e n tuava h a y m e d i o
vaso.
CENTURION
jju
pucha!
qu
copo,
hermano..,
JULIAN
Hasta
Si
verte,
a l tomarlo
Que
Como
A
cia e l cielo
en m i
tienen
miles
al
el
modos
ms
de
por
moler
junto;
contrapunto
criollo.
"crtese
es nacin
mano.
asunto:
poder,
conocido
Diciendo:
Ese
pues
h a n tratao d e . . .
Borraban
Al
ma!
senta
Volviendo
Nos
vida
yo
el
rollo.
y n o es n u e s t r o
BALIENTE
Juna
Pa
amante!
zambullirnos
a cual ms
al
hoyo.
184]
diestro
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
JULIAN
Y echaron del lao de ajuera
Como menores de ed,
Algunos, que en rialid
Son ms viejos que tapera;
Ah d i a n t r c ' quin los pudiera
A g a r r a r de a uno. suelto.
Para ati ararles el gelto.
Dende el ms tierno muchacho
Hasta esc gobierno guacho
Que al pis tiene tan regiielto.
\ ide b o r r a r otios muchos
Tan letraos como la cencia.
Baquianos en la esperencia
Y pal tintero muy luchos
Se ie van a cir los puchos
Cuando ron07can el hecho,
\ del t u o i voy derecho:
Me los hicieron salir. . .
Por no saber e s c r e b i r l . . .
BALIENTE
P u e s amigo, tienen pecho!
JULIAN
Del blanco que iba a tachar
N i habieran dejao rastrojo,
Si no juera po el a r r o j o
Que supimos conservar;
Era un puro concertar
Pa ver cmo nos barran!
[ 185 ]
ANTONIO
LUSSICH
Y adrede noms l o hacan
Pa tenernos retobaos,
Pues siempre andaban solfiaos,
Y en pitar se divertan.
BALIENTE
A tuitos
Metidos
0 como
Siempre
quisiera verlos
en biscacheras;
muas tauueras
a las gueltas tenerlos.
JULIAN
Y y, los pusiera p i o r ;
Ataos en u n h o r m i g u e r o .
Amostrando al aire el c u . . . e r o
Pa longiarlos a rigor.
Han hecho una chamuchina
De locro con carbonada:
Solo haba combidada
Pa los de la chupandina;
Y aquella gente tan f m a
Comensaron a empedarse.
Y uno con ntro a gritarse;
"Sernos los netos de Flores,
"Blancos y conservadores
"Preprense p'aprctarse!"
A h i estaban mesturaos
Los negros con los de guante,
Don Vrela y su ayudante
E l que manda los Jzgaos;
Y una runfla de mamaos
[
186]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Haciendo grandes cabriolas;
N o haber tenido mis bolas!
Pa prendrselas de f i r m e ! . . .
Pero m e j o r pens en d i r m e
Y dejarme de mamolas.
Y sigo cortando hilacha
A los que tienen ms menta;
P o r que j u e r a larga cuenta
N o m b r a r tnto mala facha.
Vrela es hombre que a l tranco
Supo andar muy pocas veces,
\ un da con mano y pieces
Acodill crudo a u n Banco;
Dejndolo. . . pues no es manco!
Como arbohto en otoo.
Pero l, form su etoo
T r i l l a n d o al pueblo la parba,
Por que ese es mozo que escarba. . .
Con ms uas que el demoo!
Esa g r a n pilcha, pulpero
Dej de ser, por disgracia;
Y con su maa y audacia
Lleg a calsar de b a n q u e i o ;
Y a l verse tnto dinero
Quiso darle gusto al pico,
Quedando en poco, ms i c o
Que aquel ingls o Lafn,
Y de tanto hacer jabn
Logr engrasar el hocico.
Y su ayudante?. . . otra p a p a ! . . .
Que a las Vropas ju a d a r ;
[187]
ANTONIO
LUSSICH
Hay quien diga que a estudiar . .
Y yo que lo s de pipa.
Que su talento es con tapa
Y nunca se destap.
Macho ju, mua volvi.
Pero es peine pa otras cosas;
De all se truj'o unas mozas
Que a la m a i chanta tir
Vayan viendo los manates
Que disputan e l poder!
Y si llegan a vencer. . .
Aprontemos los petates
CENTURION
Don Julin, conteste pues,
Si no es preguntarle al cuete,
Vide aj'uera otro ginete,
N o sabra ust quin e s ? . . .
JULIAN
V o y a decirles, cabal,
Por que eso interesa a tantos:
Es el tal, Luciano Santos,
Que estando en un m a t o r r a l ,
Escuch el merenjenal
Que nosotros platicamos
Cuando las armas dejamos
Por el pato que se hizo
Ju largaso aquel chorizo!
Se acuerda cmo prosiamos?
L 188]
E L M A T R E R O L U C I A N O SANTOS
CENTURION
Merinamente! y es verd,
Bid en letras imprntales
" L o s Tres Gauchos Orientales*'
U n da por el Chan!
Y qu gran casuahd
Haber dao con e&e pueta.
Que tan lindo los aprieta
A plumarios y dotores. .
JULIAN
-Cmo no. con m i l amores.
Si no es n i medio sotreta.
CENTURION
I uno a otro acollarao
Nos injerta e n su copiada,
Sm peider de la crusada
N i el mojn ms apartao . .
JULIAN
S i es el c r i o l l o ms bersao
Que he visto en m i p e r r a v i d a ;
En sus coplas de partida
V a sujetando el caballo;
Pero a i largarse, es u n rayo,
Quin lo alcanza en la corrida?
CENTURION
Vaya y hgalo atracar,
Pa conocer a ese toro
Que ha de valer u n t e s o r o . . .
[
189]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
-Pues lu voy a destapar:
Se est haciendo remendar
E l poncho que tri r o m p i d o ,
Y una moza, le ha pedido
Pa arreglrselo de modo
Que quede nuevo del todo,
Y l que es trucha, lo ha a l m i t i d o .
Por no perder la ocasin
A l ido le est cantando;
Y tnto la anda acosando
Ese enamorao pichn.
Que el tiernito corazn
De tan joven mariposa,
Se ha puesto como la rosa
Que hinchada por el roco,
Le respira el sahumerio
E l guzano que la goza.
CENTURION
Si anguiriento es
Que se harta con
Hav hombre, que
Es r u i n , corsario
el guzano
la f l o r ,
en el amor
y tirano.
A la mujer que preende
Le pinta ternura ciega,
; P o b i e si a enredarse llega
En el lazo que le tiende!
Hasta se hinca de r o d i l l a
Pa hacerla bin consentir;
[
190]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Si hace enpeo en resistii,
De un modo fiero la h u m i l l a !
I la que a l pedido ceda,
i I n f e l i z ! la pobre*ita'
Siempie la marca maldita
Pegada en su frente queda!
Y cuando el falso se hart
Por hi tirada la deja,
Y en su amarga y justa queja
Desprecio solo encontr.
Y si en medio a su quebranto
Echara algn h i j o al mundo.
De su pecho m o r i b u n d o
Jams se le agota el llanto.
Pues con razn pensar
Que cuando l llegue a ser hombre.
Llamao E l guacho p o r n o m b r e
En tutas partes ser.
Y si perdn por su culpa
Pide a l m u n d o arrepentida,
No hay u n alma condolida
Que su m a l paso disculpa.
De sus ojos las miradas
Que b r i l l a b a n cual diamante,
Dende que juy su amante
Son dos luces apagadas!
[191]
15
ANTONIO
LUSSICH
Sus trensas que antes cuid
Para lucirlas al n h i o ;
Hoy que recuerdan su oprobio
Hasta la ris las cort!
Sus labios que u n tiempo j u e r o n
Como claveles, rosaos;
Marchitos, seco*, gastaos.
Frescura y gracia p e i d i e r o n !
Hombre que siempie cargaste
La mala suelte a los tientos.
Nunca olvides los lamentos
De la pobre que engaaste.
Sin, vean en la aurora
Cuando r a l b a se aprese.
Qu lindo el campo verdese.
\ el sol a la l i e n a d o r a ;
Ust oir l'ave cantora
Que alsa el \ uelo de su n i d o ,
Y de la oveja el balido
Lo escuchamos t o n ternura,
Mientras sufre en cruel t o r t u r a ,
La que a un ingrato ha querido!
BALIENTE
All viene o Gimene
Con otro tape crudaso;
Pucha! brbaro. . , es el caso. .
Si parece u n chivo el nene!
[192]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
JULIAN
Aqu traigo a u n camarada
Conzcanlo como amigo,
Avuntao anda conmigo
Dende el f i n de la patriada.
LUCIANO
SANTOS
Y a les conosco la pinta.
Y aunque pasran m i l aos.
Nunca sern pa m estraos,
Pues nada se me despinta.
\ de hoy ms. u n compaero
Tendrn ustedes tambin,
Que el paisano que aqu ven
No es u n gaucho traicionero;
M i crdito de m a t i e r o
Siempre bien puesto ha quedao;
Y si del hambre acosao
Le he cido a l ganado ajeno,
Pa los dueos del terreno
Sebo y cuero le he dejao.
CENTURION
Amigaso el payador.
Y o quiero hacerlo compadre,
Siempre de que a ust le cuadre
Permitirme t a l favor;
Suelo p r i v a r de cantor!
Y en sto, a nide embido,
Porque cuando yo punto
[193]
ANTONIO D
La
guitarra pa
Saben
Hasta
Con
las aves
Llevando
flete,
garabina.
en T a n c a u n a c h i n a
S a b r o s a y de
Busque
rechupete,
ust q u i e n n o s
s e nos
Valor,
escuchar
del cielu!
y en u n guen
facn
Ni
templar,
bajarse
Apariaos,
LUSSICH
ponga
sujete
adelante!
tenemos
sobrante
Pa
arroyar un cuadro
a de ser ms
entero,
que
Quien n o s m a d r u g u e
ligeio
o espante!
LUCIANO
Tiene
Pero
Y
el amor,
si acaso
Sabremos
Que
ms
sin,
Libra
Que
y el.
aterra,
nos encierra
b u r l a r n o s d e l;
a veces
Cl
dulce y
su trampa no
de u n trance
chambn
sale
el nombre
u n caso
cruel
airoso.
de
esposo
peliagudo,
al hombre
sirve de
a la mujer,
de
escudo
reboso.
JULIAN
Si
En
este L u c i a n o es
la vida queda
Echa
Hace
u n bolcao
matarse!
atrs,
ss
trs
a cualquiera enredarse!
[194]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
LUCIANO
No soy sino verdadero,
Y sigo m i rastrillada;
Siempre vern m i pisada
Que deja la mesma gella,
Hasta que m i turbia estrella
De pronto quede apagada.
JULIAN
Los cuatro aunque medios blandos,
E n chicas no nos paramos;
Si en nuestro paso encontramos
Quien nos quiera armar u n f r i t o ,
Pa el otro mundo lo echamos,
Sin resarle n i u n bendito.
LUCIANO
Si el hombre se v acosao
Cuando *u suerte es tirana,
No ha de esperar a maana,
Sino peharla dende h o y ;
Que dice el que no es Juan Lana
H o m b r e nac y h o m h r e soy.
Soy ovej'a con los genos,
Con los malos, soy u n lin;
No me auda la razn
E l letrao ms entendido;
Slo tengo corazn
Pa llorar m i bien p e r d i d o !
[195 1
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
D o n Luciano, qu nos d i c e ? . . .
LUCIANO
L o que oye compaero.
Tuve una m u j e r que quise
Y lloro ese amor p r i m e r o '
L a guerra con sus quebrantos,
Y m i ausencia de su lao,
Le causaron males tantos
Que esa luz se ha encandilao.
M i sola esperanza ha sido
Poder hacerla dichosa;
Era m i prenda amorosa. . .
Pobrecita! la he p e r d i d o !
Muri como una violeta
Que la helada marchit!
El sol que la sustentaba
De alumbrarla se cans!
BALIENTE
H o y nos hemos encontrao
Cuatro compinches riunidos,
Y cada uno los sonidos
Arranc de su pasao:
I'st tuabia no ha contao
Su h i s t o i i a , que ha de ser giiena;
Efhes atrs Ja melena!
196 ]
EL MATRERO LUCIANO
apritese
el
Que el canto
Ser c o m o
SANTOS
tirador,
de u n
luna
payadoi
llena!
LUCIANO
Sal
p a el pago
A l ser u n hecho
Mi
umbiando
la paz;
deseo e r a tan
voraz
Que
en la marcha iba
Mas
vide
al llegar,
Que
de tnto q u e
Ya
nada
Sino
dej,
quedaba
u n a triste
Es la guerra
volando:
temblando.
e n ju
tapera!
cosa
fiera!
Solo s u rastro se v!
De
m i haciendita y
Un
c o r r a l y u n a quintta.
manada,
Solo
hall u n a q u e o t r a
Poel
campo
Ans
Del
Y
es l a suerte
malvada
q u e lo azot e l
destino;
e l q u e n a c i c o n m a l snu
De
la vida en los
Cardos
Solo
La
imbiones.
tribulaciones
hallar e n s u
Tambin
Y
pita
desparramada;
la tierra
camino!!!
trag
q u e m e sirvi d e
cuando
la prenda
Desamparada
AI
mundo
I Pobre
se
pjaio
gua,
ma
se v i ,
abandon'
sin
nido!
[197]
ANTONIO
LUSSICH
Pronto sabrn lo que ha sido
De aquel l i r i o tan brillante,
Que en u n m a r t i r i o costante
Por m i amor haba v i v i d o !
No s si contar podr
Transido p o r el quebranto.
L a historia de aquel encanto,
Que del m u n d o se me j u ;
j V i e r a , cmo la encontr!
Su vida cuasi apagada;
Ya sin b r i l l o su m i r a d a .
Y en una agona a t r o s . . .
Puede que pidiera a Dios
Verme en su ltima boquiada!
De los ojos me corrieron
Cual gotas de fuego hirvientes,
Dos lagrimones ardientes
Que en su m e j i l l a cayeron;
Y sus lbios se entrabrieron,
Ms solo pudo decir:
"Que dispus que vi m o r i r
" A su madre tan querida,
"Como fiera perseguida
" D e aquel rancho quiso j u i r " .
A l palpar su desventura
Ms grande ju su desvelo:
Levant l a vista a l cielo,
Se entreg ciega a la suerte,
Esperando su consuelo
En los brazos de l a muerte!
[198]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
A l verla en tan triste estao
Se me empaparon los ojos,
Y rociaban los despojos
De la que tnto haba amao!
Sus gesos ya estaban f l o j o s ;
Cunto en el mundo ha penao!
Acosada po el rigor,
Y ausente del que adoraba,
Triste las horas pasaba
Sin noticias de su a m o r ;
Hasta que a l f i n , esa flor
Sin roco, sol. n i aliento.
Se vi curtida poel viento
T a n variable del destino,
^ sus hojas, m i camino
Sembraron de sufrimiento!
Al menos me consol
De que m u r i e r a en m i s brazos!
Le abr un hoyo a pocos pasos
Donde su cuerpo enterr;
Y diay cerquita cort
Para una cruz, dos orcones,
Y Tesndole oraciones
L a puse en su cabecera
Pa cuando a verla volviera
Poder dar con sus terrones!
Y all mesmo arrodillado
Con p r o j u n d a devosin,
A Dios le ped perdn
P m sus culpas y pecados.
[199]
ANTONIO
LUSSICH
Y de aquel pago sal
Ms triste que camposanto,
Golpindome del quebranto
A muchas leguas de all,
Donde pronto consegu
Ocuparme en una estancia,
Creyendo con la distancia
Poder calmar m i amargura.
Confiao que el Dios de la altura
V a l o r me diera y costancia.
Salimos pronto a t i o p i a r ,
Y con ganao del rodeo
Fimos a Montevideo
Ande se haba de entregar;
Y aura acabo de llegar.
\ aqu c o m i e n z a el relato,
Que lo largo de barato
A l relatador mejor.
Pues Luciano el payador
Para prosiar no abie t r a t o
1
Aquel, es u n g r a n c o r r a l
De hacienda de tuito pelo,
Y decirlo no recelo.
Que en tn g r a n merenjenal
Si beyaqua u n bagual
Y sale haciendo cabriolas.
No le atajan n i con b o l a s . .
L a lengua, dicho de paso,
Porque es charlar amigaso
Sin sujetarle l u m i a s .
| 21)01
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
P o i ura dejo los trances
De una vida tan amaiga,
A otro lao Jar la carga
Fa que oigan nuevos percances.
Seguir p a i e j o y bien.
Luego este u n t a d o cuento
Dende m i ciuel nacimiento.
Hasta la hora en que me vn.
Oiganme pues con cuidao
Que este es caso de otra lava.
Donde dos ternes de raya
Con la pluma se han tiensao.
Justoamante y D o n H e r r e r a 123)
Por custiones de p a r t i d o .
Frente a frente se han ponido . .
Separaos de una tranquera,
Pa diav ver quien ms pudiera
Con el lintei o en la mano
Y cual eia el ms baquiano
Pa afirmarse encima a l potro.
Porque los dos, uno y o l i o
A cual se cree mas libiano.
A l p r i n c i p i o , se t o r i a r o n
Con m u y flojitas guerrillas;
Mas luego, esos cajetillas
A la carga! se t o p a r o n ;
Lindasn se m e n u d i a r o n !
A cual r a r a i i a b a ms . .
Ninguno -c echaba alrs
[201
ANTONIO
Al
LUSSICH
q u e deca m s
Pero
Que
El
insulto.
s m tocarse
el
no apeligian
mcnistrn
Comens
bulto!
jams.
Justoamante
a darle
a la
frisa
P r o m e t i e n d o , q u e e n camisa
Sacara
Don
al aspirante
EUaura,
Del circo
Pa
que largase
Que
Y
aelante
el
de su cuerpo
el pueblo
Cmo
poi
conservador.
jedor
sala,
conocera
jiede aquel
dotor.
y cort c a m p o
Rebenqiuando
ajuera
s u tordillo,
Diciendo: "Aqu hay mucho
" Y
y o soy p u r o
" A
ms m e v i en l a cumbrera
"Del
" Y
honor
ande
1241
pillo
quiera,
y la riqueza.
h o y me a r r u i n t a n a jiriesa. . ,
"Por
ser grande. . . y m u y patriota,
"Sin
tener. .,
"Con
E l
Me
contrario sin tardar,
le larg e n l a c r u z a d a
Una
descarga
Que
lo h i z o
"Si
cerrada
trastrabillar
es g r a n d e ,
"Pero
"Es
ni pa una gota. . .
que distraer m i cabeza!! . . . "
no hay que negar. . .
de cuerpo,
como
novillo
cuao;
aUao!
[ 202 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
" A u n q u e ms listo que zorro
"Sali apietndose el gorro
" E n aquel Yatay mentao.
" A ms, dice, que ha posido
" H o n o r e s . . . y gran f o r t u n a !
" T a l vez l a b i d o en la luna
" Y que era suya habr credo.
" L o que ha sido ust, es engrido
" " i maeaniador sin asco;
"Cuntas veces . . frasco a frasco
" N o s limpibamos al truco,
" E n tiempos que ust era el cuco
"All en el fondn del basco. . .
" Y ha dejao como av de m !
" L a s maletas de esta tierra,
"Cuando mand a Ingalaperra
" A su amigo Fari.
"Que se nos larg de all
" C o n tnto cobre en dinero,
"Que tuvo que trir carguero
" E n el barco en que ha venido
" P e r o que cobre f r u n c i d o ! . . .
" P a r e c e secao a f u e g o ! ! . . .
"Cuando Ramrez le d i j o
" E n el triato no se acuerda?
"Que aunque su codo se muerda
" Y se apietase el b a r b i j o ,
"Llegara u n plazo f i j o
" E n que todo pagara;
" Y entonces se quedara
[203]
ANTONIO
LUSSICH
" L o mesmo que el caracol,
" C o n los cuernitos al sol. . .
"Mostrando su picarda.
" Y >a j u r a n se lo tengo.
" Y s se enoj'a. es debalde,
"Pues no es menistro n i alcalde,
" Y en lo dicho me sostengo;
" H o y a m i partido vengo,
"Pues tengo ese compromiso;
" Y ya que hablar es preciso,
"Hablar y no ser en v a n o . . .
" P a cirle de punta y plano
"Como ust conmigo lo h i z o . . .
" E n tuava hay ms que ver,
"Pero calmemos la lengua;
"Que sera mucha mengua
" Y es m e j o r dejar c o r r e r . . .
" P o r que lo hara jeder
" A muerto D o n Justoamante;
"Belav. que ms adelante
"Conocer todo el mundo,
"Ms de un hecho sm segundo
"Que ust solo ju el causante!
"Tamin aconsej a Flores
" E n aquella bensedora
"Crusada libertadoia,
" | L alianza con sus primles!
" Y hoy cosechamos las flores
" D e esa unin con el B r a s i l !
" D i o s quiera que n i u n candil
[204]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
" L o alumbre cuando se m u e r a !
" Y de esle mundo saliera
" A j u s i l a o como u n v i l ! "
Jusloamante relobao
Comens a f l o u a i su nombre.
Dicindole: " q u e era hombre
" D e agallas como u n d o i a o ;
" Q u e ande quiera lo ha probao. . .
" A mano y en la cuchilla,
"Porque siempre de-.encilla
" S i n importarle el p a r a j e . . . "
BALIENTE
] N i su agela, que le atage
E l pasmo a ese cagetilla
LUCIANO
Ande medio se empac.
Ju al decirle a D o n H e i r e r a .
Que por ser l a vez p r i m e r a
Que el Ministerio
cals,
A nuestro pis l o enred
Con unas cuantas naciones.
Que hoy piden esclaraciones
P o r pisar en la guasquita
"[Te quiero veT mascarita
" E n t a n grandes torsijones!
"Se que negao nunc a ha sido,
"Pero tiene u n gran defeto
" D o n Julio, y hi lo respeto,
" D a n d o el punto por p e r d i d o ;
[205 ]
ANTONIO
" Y
LUSSICH
e s . q u e es ust m s
"Que
" Y
el gallo
entre
no s o n cosas
"Esas
muy
que
forsejiar
destruir las c h a m u c h i n a s . "
" N o
" L a
m e toqus q u e te p e g o .
mugre
"Ust
" P a
dice
es ms
al
engrudo,
juerte y ms
floriarse e n ese
"Pero
" Y
a veces,
es c o m o
se h a c e e l
andaba
en
s i esa vez y o
peca
coche
pequ
a troche
noms
moche!
"Lo
diga
"Su
c a n c h a p a todo tiro.
"Mientras
la Alcasa.
yo, de lejos
palomas
miro
q u e ust
" Y a
de gabiln
" P a
atrapar aves
"No
mira marca
" Y
ciego
noche;
u n a que le s a q u . . .
"Ust
"Las
rudo
juego;
gato de
''Sin, c u a n d o
"Con
" Y
finas
tales p a n i a n d a i ,
"Teniendo
"Por
cupido.
las gallinas,
se
caza:
pasa
al
ni
vuelo.
pelo
a n i n g u n a se l a d e a ;
"Sabe
ust q u e e s c o s a
fea?
" P u e d e castigarlo el c i e l o ! "
Dispus
Y
de
tanto
atarascarse a
Que
no se dieron
Est
dems
Ninguno
escrebii
plumasos,
chusasos
el decir;
quiso
morii...
1206]
E L M ATRERO LUCIANO
J
SANTOS
( Y o les encuentio ra/nl
Sm esta pobre nacin
Sm ellos c m o sera? . . .
L a cosa se fruncira
Por faltar su protebin.
CENTURION
A m i g o Luciano Santo,
L a vida, no es una carta
Que si ust pierde o encarta.
Cuando q u i n a , dice: ' ' p l a n t o " .
Ella es el niejoi encanto
Siendo dulce o siendo amarga.
Siempre al h o m b r o uno l a carga
Sm que le llegue a pesar.
Naide la quiere soltar.
Y nunca parece larga.
LUCIANO
P o r eso. los dos letraos
A gritos se deshacan.
Y cuanti ms se decan
\ ms se criban trensaos,
La yunta sala a dos laos
Corriendo! por no toparse,
Y ust los via escariarse
Con ms patas que and! . .
E l amor a la sal
Los haca resguardarse.
Pero el batuque ms p i o r
Que ha dejau muy trate rastro,
[
207]
ANTONIO
LUSSICH
Es un apunto de Castro
Que aunque v i e j o . e de m f l o r ;
Trampa de maica m a y o r ! . . .
Ms sucia que ratnela.
Pues s i n tutubiar siquiera,
Eo que pagao le baba sidu
Dos veces p o r su p a r t i d o .
[ L o ju taniin la tercera'
5
Cuando el Sitio, se pag,
Se pag el cincuenta y tres,
] \ ura se paga otra v e z ! . . .
La jjueba que los plant!!
Esa diuda alboiot
Cuando ju reconocida,
Y en tn m o r r u d a partida
Esos letraos engordaron,
Pero al Estao, lo dejaron
Como una chuspa vacida!
Los cristos que soportamos
Sernos nosotros los pobres,
Que se nos j u y e n los cobres
Cuanti menos lo pensamos;
Y siempre guilas andamos,
Ms desplumaos que pichones,
Mientras las contribuciones
Sobre el gaucho menudean.
\ los gungos nos saquean
A puras
reclamaciones.
Jusilen al que es cuatrero
Dende el ms grande a l ms chico.
Que sea pobre o que sea r i c o ,
[208]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que sea gucho o sea pueblero;
Saquenln lonjas del cuero
Y servir de escarmiento. . .
Pero amigo! este contento
No tendrn los orientales,
Por que son tuitos iguales
Esa felpa de angurrientos!
JULIAN
Y o conozco otro amasijo
A n e g l a o dende hace poco:
Si hav con que volverse loco
En tan grande revoltijo.
Encontr por la ciud
A un Faria, m i compinche,
Y me cont otro bochinche
Que hasta increble es, en verd.
Por ser cosa e graved'
Parece que sm lazones,
Sacaron de Canelones
Dos Presientantes l i j i d o s ,
Y metieron dos. . . curtidos.
Con embrolla y falsiciones.
Sign avengu. pal caso
La cosa no ju tan clara
Pa que libre se escapra
Sin dejar guolla del paso;
Ju un pericn medio al raso
Que en cuanto se ha descmdao.
La hembra le han solibiao
[
209]
ANTONIO
LUSSICH
Dndole otra muy fierasa,
Por si el contrabando pasa
^ queda el cambio arreglao.
CENTURION
Pucha' con la comparanria. . .
La elisin con el hembraje,
P a que meter e l pelaje
De las chinas en la danza?
JULIAN
K s que ust cuao no alcanza,
Y no es tan listo n i fino
Como ha sido o Escrutino
[2S\
A l hacer esa limpiada.
Creyendo en la disparada
Cortar derecho el camino.
BALIENTE
1 p u r qu al jjiaar la aya
Le atajaion los resuellos . .
9
JULIAN
T a n solo porque uno d'ellos
Trat m a l a esta m o r r a l l a ;
Y es mozo que no se calla
A l ms entonao trompeta-
Viera! escribi una gaceta
Que le di bro y renombre,
Mostrando en ella, ser hombre
Que no se le cae la geta!
[210]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Cuando einigrao, su 'bolsico
Quedaba sin un vintn.
Porque amigo, era el sostn
De mucho infeliz m i l i c o ;
Mientras v uno tnto rico
Egistas, que aunque les sobre
Dinero, no dan un cobre
Pa echar por la causa el resto!
Y siempre dan el pretesto
Que la patria anda muv pobre.
SALIENTE
Sabr ust de juramente
El nombre de e->e patriota
Que hoy la d e g r a d a le a z o t a
JULIAN
C m o n ' s i entre esa gente
V i v o e n mestura corriente.
El con A p a r i c i o andaba
Y un d i a r i o manejaba
Llamao la "Rebulucin"
Que le lia u n a oracin
Cuando ust se alborotaba. . .
BALIENTE
Tiene
Ya
me
razn, y cabal.
v i e n e a la
ineinuiia,
Y ura recueido esa historia
Entre alegrona y f o r m a l .
De aquel clebre metal
Que pa el Gobierno venia.
f 211 ]
ANTONIO
LUSSICH
En que Vedia les deca
Que en semejante negocio.
Quien dentrase como socio
E l rion se aforrara.
CENTURION
Ese es hombre honra o y p u r o .
De sentimientos m u y sanos.
Que nunca mancha sus manos
Con la mald. le asiguro,
Ha de combatirla duro
Ande la llegue a b o m b i a r '
Sm que lo haga recular
L a juersa. n i el podero;
Haciendo siempre con bro
Nuestro derecho flamiar.
JULIAN
A l tal pueblero Escrutino
No le agradaba ese mozo,
Que es como gey de empeoso
Por seguir el gen camino
No ayudaba a su destino
Pa el nuembie de gobernante,
Pues con la ley por delante
No se haba de echar atrs,
\\ hacer cejar es capaz
A l toro de ms aguante!
Se sabe que unos traidores
Amasaron esa torta,
Que pa nuestra causa i m p o r t a
Una mancha de las piores;
[212]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Dicen que tales primores
L a juersa los apadrina;
Y esa gente r u i n , mesquina,
De los cargos tan devotos.
Juraron darle sus votos
Pa trepar la chupandina.
Y hasta tamin me cont.
Que quien alumbr el candil,
Era el que noventa mil
De aquel tratao se sac.
Y tnto pobre qued
A causa de ese pandero,
A m o s c n d o n o s el cuero
Dispus de m i l sacrificios!
,Sin tenei n i pa los vicios.
N i pa un poncho, n i un apero!
E l gran p a i t i d o legal
A l ver hecho tan cobaide,
Combati contra ese alarde
De p u r a j u e i s a b r u t a l .
Y hasta el blanco ms bosal
Se present el mesmo da,
Maldiciendo cual deba
Ese enjuague tn sin nombre,
j Que a l inteis de u n solo hombie
E l de la Patria venda!
Se cit inmediatamente
Pa riunirse a una hora dada.
Y la casa sealada
Se enllen pronto de gente,
Mozada t u i t a decente!
[213 1
ANTONIO
Que amostr su
C u l i palabras de
Contra aquellos
Que boy son los
Para su mesma
LUSSICH
inclinacin
razn
partidarios,
piores corsarios
opinin
Y o tambin p o i no ser men
Me entrever al pueblero,
Y andaba entre aquel gento
Como intruso, en campo ageno; (26)
Tend u n vistaso sereno,
Que abarc tuita l a hacienda;
\ y cruc a la tiastienda
Pa or de plumarios labios.
Algunos consejos sabios
Y guaidarlos como prenda.
A pesar de llover muchu.
Hasta el fm sigui la j u n t a ;
V a n o s letraos hacan punta
A cual por cierto ms lucho:
S i un me parece ijue escucho
Las verdades que d i j i e r o n ,
Que como balaso jueron
A darle en medio del pecho.
A los que encima del derecho
Su combenencia pusieron.
Y basta la ltima vena
De m i cueipo se inflamaba.
Cuando atensiosn escuchaba
Tanta pltica serena:
Tambin u n dotor Lerpna
Mentao entre los puebleros.
f 214 ]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Con dichos m u y verdaderos
A lo traidores m a l d i j o . . .
Pucha! el mosito p r o l i j o
Pa l a r g a r tiros certeros!
Daba gusto ver r i u n i d a
T u i t a aquella jubent,
Con Vedia y Arambor
Que mandaban la p a r t i d a ;
La jarada era escojida.
Poco haba mesturaos,
Y esos andaban raliaos
Reselando les cayesen,
Como con razn merecen
Los falsarios despreciaos!!
Con entusiasmo i hablar
A otros, de letra menuda.
Los que son a tiu habei duda
Como acero, pa cortar Saben hacer t i r i t a r
Los mas juertes corazones.
Con aquellas espreciones
Que audan a su manera,
Y al alma todita enleia
Le ananean palpitaciones.
Y con los lauchas de guante
Los lazos quedaron rotos;
Pues los que con falsos votos
Calan un cargo importante.
No pueden n i u n solo istante
Consideracin tener;
Siendo los que hacen perder
[215]
ANTONIO
LUSSICH
E l prestigio de u n partido,
Y el nuestro siempre ha querido
Su honra pura mantener.
A l f i n todo se acab
Sin ebento n i pasage,
Y el lindo cajetillage
Pa su cancha se larg:
Una vez ms, aprendi
La carnada de ambisiosos.
Que tienen premios gloriosos
Los que p o r el bien combaten,
Y en sus nobles perhos laten
Sentimientos generosos.
L n m e j o r de ese entripao
Ju que u n dotor de copete
Conservador. . . del rosquete.
Haiga la Junta alabao -
" D i c i e n d o haban galopiao
"Con rumbos pa el porvenir, (27)
" P o r que los va .eguii
" E n la geya del derecho,
" A n d e bajo el mesmo techo
" P r o n t o se iban a r i u n i r . '
1
Colijo que andaba en pedo
Cuando declar tal cosa,
Pues l, andubo de rosa
Con Pagla en p u r o enriedo;
Le hicieron chupar e l dedo
Hasta el da de la elisin.
Y pegao como botn
[216]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Sala con Justo amante,
Para echarnos por delante
Y hundirnos sin compasin
Pero lambi. . . a l santo udo
A los netos y c o m p a r s a . . ,
Pues le entendieron l a farsa
Y s a l i . . . como peludo:
N i p o r su honor volver p u d o ;
Dejando el v o t o . . . y l a m a n r h a . . .
Por eso que a nuestra cancha
Se l a d i . . . pa echar el gevo. . .
Mas a y ' la taba de nuevo
Le ech culo sm revancha!
BALIENTE
t Ju p o r causa de gobierno
Que hubo ese pango t a n v i v o ?
JULIAN
Claro est' que o t i o motivo
Habia pa t a l infierno
Don Muoz y Gomensoro.
Don Ellaura v o Vrela,
Cual ms ele ellos se las pela
Por sacar el As de o i o ;
Pero a l q u i r i r t a l tesoro
Cuesta dinero y palanca.
Y el que tenga mano manca
Pa orejiar, y vista enferma.
Y entre las pajas se duerma.
Jams copar la banca.
[217]
ANTONIO
LUSSICH
A D o u Muos lo ha m o l i d o
E l partido colorao,
Conque en su pas nunca ha estao
Y n i pa yesca ha sen i d o ;
Porque como gefe ha sido
Redotao al santo cuete
E l ao cincuenta y siete
E n una regolurin:
Y ponen esa azn
Para que el freno asugete.
Y los otros retrucaban;
"Es cierto, emigrao estubo.
Ms todo el tiempo que andubo
Sus espaldas se doblaban.
Mientras ustedes saquiaban
Sin dejar cuasi n i lis
De pi, en este pobre pis
Que v quedando osamenta,
Sm que haiga quien t a l desnnenLa
Dende el Plata a los Queguays!"
BALIENTE
Pues spase ust cuao
Que en so. hay algo de cierto,
Y yo lo s, les albierLo;
Cuando pas al otro lao.
Me vde medio enredao
Entre el porteaje ajueia,
Y un da f a una caera
A n d e hice su conocencia.
Me gust p o r su albertencia . .
Y su cara terutera.
[218J
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Ma= dispus vine a saber,
Que a quien hoy el pis lo llama.
En la estancia de u n Lesama
Trabajaba pa comer;
Ust me lo haba de ver
Mpsturar?e en u n corral,
\ enlajar cualquier bagual
Como el m e j o r pialador,
! Qu capataz superior
Pa l i d i a r tnto a n i m a l !
JULIAN
Qu v a ser gueno ese v i e j o '
Dicen que es m u y ambsioso
Con promesas de goloso,
Y lustrao como u n espejo;
Esccheme este consejo:
" L a yerba v i e j a y mogosa
" E s al buche empalagosa"
Y hasta el m e j o r parejeio,
No sirve n i pa agatelo,
Cuando la choches lo acosa.
CENTURION
Pucha! eriollaso e s i j e n t e . . .
Pa ust no hay nada completo,
Vayan v i e n d o ! qu sujeto,
Pa criticar a la gente.
JULIAN
\o cuao no me equivoco.
Cuando hablo tengo la prueba,
[219]
ANTONIO D
LUSSICH
Porque s aguantar la bieba
En cualquier ruslin que aboco.
Del segundo s hablar.
E l tan mentao Gomensuro,
Que o t i o tiempo de M o n t o r o
P r i m e r secretario fu;
Lo que en verrt no sabr
Si ca blanco o coloiao,
Pero en estando a su lao
Paiece que le gustaba.
Mas P U fin, siga la taba
Que el asunto es enibrollao.
BALIENTE
Ha tiempo f a la ciud.
Y cerca el A r r o y o Seco
Top a u n t a l Pintos Areco
Paisano de m i amist,
Quien ponder la bond
De ese criollo tan altivo,
Diriendo que era hombre v i v o ,
P a t i i o t a , honrao v bondadoso.
S i n nada de vanidoso,
S e n i d o i y apreciativo.
JULIAN
Pero s que andubo f l o j o
Por no deenle m u y tierno
Siendo p i o \ i s o r gobierno.
Guiando de broma el ojo
A un raro y famoso antojo
[220]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que tuvo u n gefe Paglas,
Que se haba guardao las bolas
De tuita la polesa,
Pa llevarlas en el da
De la Elisin a las c o l a s . . .
CENTURION
jPues amigo son anchetas!.
Tienen albitrio a montones;
Pa salvai sus imbensiones
No se paran en gambetas.
JULIAN
Ya me ataj! viejo cumpa!
Luego se pondr las botas
Cuando oiga cosas macotas.
Pero ura no me m t e r i u m p a .
Con la vejez puede ser
Que el hombre se higa dao vuelta,
Y con la tnta reguelta
Del pis que l o vio nacer,
L e d quisas por querer
F o r m a r u n gobierno gueno.
Sujetando firme el freno
De la r u i n a que lo espera;
Si es, ans, bien mereciera
Que l trepase ese terreno.
D o n Ellaura, pase a u n lao
Que es dolor de mucha prosa,
Tal vez a g u a n t e . . . a una mosa
[221 ]
ANTONIO
LUSSICH
Peio pa s t o . . .
Cuidau!...
Me han dicho que se ha negao
A querer ser presidente
Es estrao entre esa g e n t e ' . . .
Y creo ms bien mejor.
Que pretiende, de favor
Le pidan el que se asiente.
BALIENTE
" N u n c a se hacen mamadores
Del cuero de la b a n i g a . " '
Y es lo mesnio que yo diga
No hacen patria esos dotores,
Que suelen b r i n d a r favores
Cuando olfatean los riales:
Vayan esos orientales
Con la msica a otra parte'
Donde el diantre los ensarte
Pa que y a no causen males.
JULIAN
A Vrela, larguenl!
Que a se, n i pa p u . . . n t i a r . . .
Ah pis! si llega a c a l s a r . . .
No quisiera verte yo
E n sus uas, suelterd
Antes m e j o r a l carnero,
P o r que pa gobierno fiero
Tuvimos a a Lorensa
Vale ms guardarlo en prensa,
0 eslaquiarlo como u n cuero.
[222 J
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Belay pues m i parecer.
Aunque soy gucho inorante,
Quiera Dios que en adelante
Viviendo pudamos ver,
Nuestra nacin florecer
L i b r e de esos embarasos
Que cuestan tantos atrasos.
Tanta sangre redamada.
Y est la patria longiada
A juersa de chaguarasos!
SALIENTE
Tambin lleg aquel o Borda
En la galera del trece,
Y all po adentro, parece
Que cuasi se arm la g o r d a ;
Pero ju foguiada sorda
Pues gan Ellaura la altura:
Fe no ms en la blandura
Del que se haca zorro m u e r t o '
Mientras que astuto y despierto
Forsejiaba por la hachura.
CENTURION
Ay j u n a !
c o p el m o n t n ? . . .
BALIENTE
C o m o si ya lo tuviera!
Pues se lleva en la carrera
Tres cuerpos de mancarrn.
Golpindose del tirn
Hasta sentarse a l Senao,
[223 ]
ANTONIO
LUSSICH
Y a un Pinero lo ha aplatao
Con quien salieron p a i e j o . . .
Pero le sac en el tejo
Palillo y doble clavao!
CENTURION
E l Borda a de ser aquel
Que en la Unin, en una fonda.
Sobre una mesa redonda
Se par con u n pichel.
\ a la g i m g a d a en tropel
L a ploclam j viera c m o !
Les haca hinchar el lomo
Con alabancia tan fina,
Que tuita la g u r r u m i n a
Daba vivas! al palomo.
BALIENTE
Y no es criollo que presuma.
Aunque es terne de recibo.
T i n t e r i l l o y gaucho v i v o .
De facn, ginebra y p l u m a ;
L o vide echar ms espuma
Peliando como u n valiente
Que me agrad francamente;
Y aunque yo m u y poco valgo
E n yunta con l, le salgo
A una t i g i a fente a frente
JULIAN
A u r a se apio otro ginete
Que parece h o m b i e de paz,
[224]
[28)
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Talvez sea el capataz
De u n ganao que est en el brete. . .
SALIENTE
Aguatelo a ese paquete
Pa ver la pinta que tiene. .
CENTURION
Si pal mostrador se viene . .
LUCIANO
C h e . se campuso el fandango'
Es el l u b i o Picbmango
Su compinche, o Gimnez..
BALIENTE
Plata el me< y cuatio n a l e s ! . .
PICHINANGO
--Qu gallos pa un reidero!
Y a cual es ms terutero
De estos turas nacionales.
JULIAN
Y ust grullo, po este pago?
PICHINANGO
A u r i t a caigo de a d e n t r o , .
[225 ]
..
A N T O N I O
L U S S I C H
J U L I A N
Allegue el banco del centro
Pa que chupemos u n trago.
Qu nueva trae i m p o r t a n t e ? . . .
P I C H I N A N G O
M u y grandes dende su ausencia!
Ya mont a la Presidencia
D o n E l l a u r i el renunciante.
J U L I A N
Qu es eso, cuao, no d i g a ? . . .
P I C H I N A N G O
L o que oye, amigo v i e j o ! . . .
J U L I A N
Si sale cierto canejo!
Hay que apretar la barriga.
P I C H I N A N G O
Pues es tn verd Julin
Como que estamos h a b l a n d o ;
Y o se lo ir relatando
Ans todo lo sabrn.
J U L I A N
Largese con mucho gusto
Que dende y le agradesco,
[226]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pues con esa, geu refresco,
No ganaremos pa s u s t o ! . . .
PICHINANGO
Antes de soltarle el rollo
Quiero descansar u n r a t o . . .
Ando del c u e r p o . . . m u y a t o . . .
Y medio piando a lo pollo.
Y en nca estoy desganao
P o r que ayer forz el cabresto. . .
JULIAN
-De un atracn, por supuesto.
Que en el pueblo se habr dao?
PICHINANGO
Com es verd, o Julin,
Tntas peras berga-motas,
Que duras como pelotas
Hinchndome el buche estn.
CENTURION
Tome u n trago de hopata
Y u n parche papel de estrasa,
Y ver como le pasa
Esa gran caopata.
Ella ha hecho, le garanto
M u c h a c u r a milagrosa,
Pues la d como grn c o s a . . .
Cierto flaire. no m u y santo.
[227 ]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Y a cunuzco esa menjuna
De ans y caa aguachenta.
Que a cualquier dolencia sienta.
Per no sana ninguna.
PICHINANGO
Djese de medecina.
Que solo a l hablarme de ella,
No me ha quedao n i la guella
De tuita m i chamuchina.
1 hasta me encuentro, ganoso
De entretenet la quij'ada;
Pe o aqu no se ve nada
Pa consolar a un goloso.
BALIENTE
Lo qu'es pa matar el hambre
No ha de faltar u n churrasco. . .
Vaya besando este frasco
Pa d i r templando el cuciambre.
JULIAN
Po adentro ha topao sm duda
Amigos de la p a t r i a d a ' . .
PICHINANGO
Y a creo! una tracalada
Ms conocidos que ruda.
[228]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Encontr aquel sordo Puentes
Tan mentao all en el Norte,
Que aunque petizo de porte
Es grande entre los valientes.
\ a Juan Nez de Florida
Que andaba cerca la plaza;
Siempre igual con su cachaza
Y su risita dormida.
JULIAN
Pero cuando se abalanza
Busque ust quien lo asujete.
Y es ligero como cuete
Pa reboliar una lanza.
BALIENTE
Son dos bravos coroneles
Que a cual hizo ms p r o d i g i o ,
Por eso tienen p r e - t i g i o
Y han merecido laureles.
PICHINANGO
Tamin vide a Pancho Orts.
Otondo, G i l y Pereira,
Los Ponses. Marques. Nogueira,
Gir. Gutierre, Aljers.
Alvarez, Novas, Lin,
Lasala. Yelasque y Tras.
Durante. Led. Gaicas.
Novas, V i l a . Canejn.
[229 ]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
A ) j u n a ! trae un rosano
De nombre y apelativos. . .
PICHINANGO
Y estn sanitos y vivos
Para u n caso necesario.
CENTURION
Pues t u v o suerte amigaso
De acollararse a esa gente.
T a n desponida y decente,
Sin tapujos n i embaraso.
PICHINANGO
Tuava tengo una lista
De mucho cnollaso guapo,
Que ura no se los destapo
Por conocerlos de vista.
Y a ms, tn larga es la cola
Que aunque me sobiase gana.
No acabara n i maana
De ensartar la ltima bola.
Recuerdo a Gonzales, N i n .
A Gabriel Trelles de Minas,
A Capurro, Corche. Espinas,
Y a l tita de San Martn.
JULIAN
A qu es el capitn l i n a ?
[ 230 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
PICHINANGO
E l mesmo hermano y compinche.
Que no ha enconlrao quien l o pinche,
N i quin le baje la p r i m a .
Y a Iss Villegas, al f i n
Lo visit que est e n f e r m o ;
Cuasi a abrasos me le d u e r m o . . .
Pero esi el pobre flaucbn.
Siempie sereno, si v i e r a '
Y lleno de p a t r i o t i s m o ;
Caps de echarse a un abismo
Por sostener su bandera.
A Calvo, Arostegui. Lema.
Kiles. Reboledo, Crus.
Candela, Platero. Brus,
Y otros salvaos de la quema.
JULIAN
Y a es m u y chorizo el machaque,
Largo como prosesin.
Si sigue, de ese tirn
V a a dar f i n al almanaque.
PICHINANGO
Es que guardo en m memoria
Con marcas bien resaltantes.
Los compaeros costantes
De nuestra fruncida historia.
[231]
ANTONIO
LUSSICH
Antes de arroyar e l laso
U n recuerdo m i alma entraa,
Y es pa el general Egaa,
Aquel viejito guapaso.
Siempre templao por su causa,
Es un hombre superior;
Fu Gefe de Estao M a y o r
Y trabajaba sin pausa.
De muchos no s los nombres,
Pero s que son patriotas,
Y que en triunfos y redotas
Se han portao como m u y hombres.
CENTURION
Conozco a un mozo A p a r i c i o
Y a un cataln Estap,
Que son para una de a p i . . .
Como criollos del o f i c i o !
BALIENTE
Pues si vamos a so, yo
No me enredara en las ramas,
Tuto a Rebollo y Llamas,
Mnsi. Quintana y M i l l o .
PICHINANGO
De a poco be ido sacando
Lo que me achacan a m.
Todos tienen camuat.
Vayan pues desembuchando.
f 232 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pero olvidaron a Iqu,
A R e m i j i o Castellanos;
Y a tantos guenos paisanos
Que combatieron con f.
Ans como Visill,
Baraldo, Erusqui, A l v a r i s a . . .
Requenas y Pastorisa
Y aquel valiente Chala.
CENTURION
La milonga es ya pesada
Y hay que variar los asuntos,
Para tocar otros punios
De esta madeja enredada.
PICHINANGO
Y yo meter la pata
Pa pedirle amigo v i e j o .
De su saber, un reflejo,
De *us flores, una mata.
Y a ver si ya pronto empieza
Pa elevarse como nube.
Porque ust de a poco sube
Hasta que el cielo atraviesa.
CENTURION
Se engaa, y mucho cuao!
Es m i canto muy humilde.
Solo por largaime un tilde
D e j u r o me ha lisonjiao.
[ 233]
ANTONIO
Pero
quiero
Largando
Me
de
que si no
vez diga
Aunque
Pero
tengo
Que
dar
por
oi mentar
con justicia
quedao
Los
pobres
decir
que
que
bravo,
alabo
aadir;
han
sucumbido
en u n
de s u
Lenoble,
Ramos,
Laguna,
Callersa,
desierto,
Duran,
Reboledo,
Robledo,
P a s , Lin;
Mcho,
y
abierto
nido!
Quijano, Santini,
Gran
al raso.
el ave en campo
Alejada
Piris,
caso
compaero
tendido
planta
Como
fiasco.
a mucho
tnto
Ha
Ol,
juyo;
salvaron el cuero,
Mientras
Como
asusto.
orgullo!
cuentan p o r suerte el
Porque
Illa,
propio
complasco
le
tengo
puedo
Comensar
Que
lo
que
pa cantar,
As
gusto
acopio;
el amor
Por
el
mi
es creer q u e n u n c a m e
Tal
Y
LUSSICH
hacerle
algo
h a tocao
Que
ms
Mena,
Gomensoro,
otros
que
inoro
q u e e n verd m e d a p e n a ,
[234]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
H a n muerto en pagos lejanos
Sin tener quien los velara,
N i una cruz depositara
Sobre sus cuerpos h e r m a n o s ! !
Talvez las matas de abrojos
Cubren hoy sus yertos gesos,
O entre chircales espesos
Se encontrarn sus despojos!
Y tamin cunto? habr
Coloraos de honor que han muerto?
Dejando este pis cubierto
De lgrimas y horfand!
Ellos a su causa hales
P o r su debisa m u r i e r o n ,
Pero nunca desmintieron
Que eran bravos orientales.
Dios los tenga all con l
Y los nuestros, en su trono.
Libres de este r u i n encono
Que deja un rastro t a n cruel.
Pa que le puedan pedir
Volviendo hacia aqu los ojos,
Cmbie en rosas, los abrojos
Que enturbian el porvenir.
[ 235 ]
ANTONIO
LUSSICH
Como en la tarde es m u y triste
Ver cubrirse el sol de nieblas,
Pa dar paso a las tinieblas
Con que la barde se v i s t e .
Como es amargo e l lamento
Del cantor enamorado.
Que su pecho desgarrado
L a r g a el ay! del desaliento;
Y en cada quejosa nota
Que arranca de su vigela.
E l pesar que lo desvela
Bebe el aire gota a g o t a ;
Como ese a r r o y i t o manso
De musiquera corriente.
Que la tormenta lluviosa
Le desborda redepente,
Cambiando su calma hermosa
E n asolador torrente:
Fiero es ver que una esistencia
En medio a su primavera,
Troncha la muerte rastrera
Con f u r i b u n d a inclemencia!
A r r o j a el hombre clamores
Si ha perdido su t r a b a j o ,
Cuando' la suerte, a l destajo
Lo azota con sus r i g o i e s !
[236]
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
Ms
El
Y
s u corazn
alienta
dulsor de la esperanza,
c o n ella siempre
avanza
Q u e e s l a l u z q u e lo
Gime
el ave en su
Cuando
Y
su
Con
queja
lastimera
en dulce
l s a l u d a
las flores
Llorando,
el
al aino
goza siempre
hasta e l rbol
quedar
Parece
Y
alerta.
despierta,
que llora.
en
otoo
sin u n a hoja,
q u e se
acongoja.
nsie l e l l e g u e e l retoo.
De
nuevo
Cuando
Y
canto;
a la aurora,
d
Al
quebranto
se h a l l a p r i s i o n e r a ,
Se convierte
sustenta!
s u encanto
las ramas
a medida
Al
viento
que
asoma
florecen.
verdecen
sueltan su
aroma.
Todo
a l fin tiene
Todo
se c a l m a
Ms
lo q u e n u n c a se
Es
la muerte
consuelo.
o se
con su
Ella
en s u galope
Las
glorias,
Deseos,
Y
evita
yelo!
arrea
las ilusiones.
vicios,
cuanto
agita;
pasiones.
aqu
nos
[237]
rodea!
ANTONIO
LUSSICH
PICHINANGO
Ah,
teme!
si le h a d a o
Previlegio
Porque
Esa
su
hechiza
dulcsima
Dios
garganta,
cuando
canta
voz.
JULIAN
Mas
y a se v a haciendo
Sin
sacar
De
l a custin
Que
tarde
consecuencia
presidencia
ust v i n o h a c i e n d o
alarde.
PICHINANGO
Volvamos
Pues
Venga
Y
al primer
u n trago,
alentar
Don
el
Muos,
p a estar
el tan
todo este p u e b l o
Del
que esperaba
cambio
Que
A
tal hombre
redotao
de
hecho
provecho
llegase,
que por fin arribase.
Este
Los
suelo
tn
medios
Vale
ms
Baste
Los
entero.
certero
se cria y a u n
gobernarnos
Pa
desiao
tan codiciao,
Ju h e r m a n i t o s ,
Cuando
blando
pensamiento.
Por
El
cuento
,no s a n d a r m a e r i a n d o . . ,
de
decir,
hombres
deshecho.
q u e ,se v a l i e r o n
q u e los calle.
que de Baile (29)
funestos
[238]
jueron,
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Quien tan v i l traicin hicieron
A nuestra felirid;
Porque Ellaura no podr
Dejar de ser p a r t i d a i i o .
[ Y siempie el mesmo l o s a n u
De disgracias seguir'
Cuando mont el pelagato
De salto a la presidencia.
Se deca que gueseleneia
Le haba leculao al t r a t o ;
Mas tuito ha sido aparato
Por cubruse de giandeza.
Pues no dentra en m i cabp/a
Que ju pa que lo almilie-en,
Sm que se l o imjndiesen.
Y l quedarse ron la jtresa.
Era pura fariama\a
Que solo engaa al que c- bruto
Me tengo jor medio astuto
Con la gente de m i laya:
Tambin conoc la aya
De t a l renuncia mclinablc.
Que era jueguito probable
Pa hacer ms cierta la changa.
Y armar de engaapichanga
Una trifulca de sable
Ans mesmamente ju.
V i d o al rato el renunciante
L a plaza con tnto i n f a n t e . . .
Que yo en verd recel
Cotno me encontraba a pie
[ 239 ]
ANTONIO
LUSSICH
Bajo un cielo tan ublao,
Rumbi p a i a otro coetao.
Que a veces la desconfianza
Es del hombre m e j o r lanza
Que aquella con que ha peliao.
Como he dicbo, aquel enriedo
No ju ms que una pagoda,
Que es el pabo de la boda
Quien m e j o i se chupa el dedo;
^ o en tales casos me quedo
A m i r a r medio de lejos ( 3 0 l
Pa razonar sin consejos
Y a m i modo, lo que he visto,
Y al final saco que el cristo
Es el que juega a esos tejos
Ellaura que entonces va
La ocasin de aprovecharse,
No tuvo ms que agacharse
\ lo que el Circo quera-
^ d i j o al jm^blo e<-e da.
Que \a que le haba pedido
Como favor su partido
Que no diera tan m a l paso,
Estaba en el juerte caso
De olvidar todo lo habido.
Porque al veise t a n rogao
T e n a . . . con sentimiento,
Que a l m i t i r el nombramiento
D e l cual estaba agraciao
Y que el ser gefe de Estao
No era el cargo que a s p i r a b a . . .
1 240 ]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pero ya que encima estaba
Sera su nico antojo.
Barrer los odios y enojo
En la marcha que empezaba.
JULIAN
Puede que sea de albertencia. . .
0 pa tenerlo a pesebre.
Pues suele saltar la liebre
A n d e ust menos lo piensa.
PICHINANGO
En f i n . all lo v e r e m o s !
E l tiempo es s i g u r o juez
Dentro de un ao o de diez
A que atenernos sabremos.
Si p u e d o s e r v i r l e s de algo
No
tienen ms
que o i d e n a r ;
Y me voy a piejDarar
Pa ver si t e m p r a n o salgo.
JULIAN
D recuerdos po e l Rosario
A Pintos Baes, y a Quintana,
Y dgale a a M a r i a n a
Que supe que e l Comisario,
Suele d i r . . a leerle el d i a r i o
Dende que >o me ausent.. .
PICHINANGO
Y enamorao est u s t ? . . .
[241 ]
ANTONIO
LUSSICH
JULIAN
Y a dej la chupandina,
Y hoy me pego a cualquier china
Lo mesmo que saguaip.
BALIENTE
I g u a l a o Centurin,
Que cuando hoy de hembras prosiaba
Ingrato al hombre llamaba
Que robase un corazn
Dispus en combersacin
A o Luciano le d i j o .
M i l cosas que c o n t r a d i j o
Lo que habl en pocos m o m e n t o s . . .
CENTURION
-Ecos que llevan los vientos
Y no tienen p u n t o f i j o !
PICHINANGO
La
Se
Y
No
comezn que uno i a - r a
embravece siempre ms;
el que vive caigosindo
consigue el s jams.
JULIAN
Ah gucho! si es como cuadro.
Y atropellador sin asco;
Lo mesmo besa a una china,
Como al goyete de un frasco.
[ 242 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Y con su genio alentao
Ningn imposible encuentra;
El campo se le hace organo
Y hasta en los infiernos dentra.
PICHINANGO
Vale ms llegar a tiempo
Que andai un ao rodando.
Y el que se alerde hoy en da
Suele q u e d a r e tediando.
Pues no hay que desperdiciar
En \iendo una ocasin g e a . . .
JULIAN
j M i l a g i u ser el canlai
Cuando la auitarra suena'
LUCIANO
Las custiones con polleras
Saben ser m u y peliagudas. . .
Quin j u c i a como el alcn
Que come las aves crudas!
CENTURION
Entre las flores del tiempo
Me gusta mas el abrojo.
Porque slito se pega
Y nos libra de un antojo.
[ 243 ]
ANTONIO
D.
LUSSICH
LUCIANO
Cualquier
El
terreno
hombre,
Pero
Pa
atropella
s i est
lindo
obligao;
campo
retosar.
busca
si a n d a
olgao.
PICHINANGO
Siempre
En
Y
apunto,
el j u e g o
si salgo
Que
es
en
Aunque
poco
Soy
de
No
Ni
pido
el
me
la
paso. . .
jugador.
he
pisao'. . .
fortuna;
dormirme
pincharme
carta
amor:
mal me
ley
hijo
del
en
con
las
la
pajas,
tuna.
CENTURION
Cuando
De
Ms
De
la
gorda,
suerte
es
pudiera
si a r e c u l a r
tn
flaca...
pareja
echarse;
comienza
agusanarse.
JULIAN
Belay,
criollo
que
retruca
D e p u r o vicio n o m s .
CENTURION
L o
que
Est no
se
es h o \ ,
queda
andamos
atrs.
[244]
patas.
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
PICHINANGO
Me
trujo
Ya
q u e habl
a pelo
u n guen
caso
de
Julin,
vicio
No
h a y v i c i o c o m o el c i g a r r o
Pa
que nos prieste un servicio.
Como
Me
el s e r m u v
h a sido
de
pilador
gran
preverbo,
Voy
a mostrarles
Que
l o q u e d i g o , es u n
Con
qu
Suele
Y
hasta
dar su
en el m e s m o
mi
ojnn
a la puerta
"Mi
china, me
-"Cmo
Se
apea
de
el
corta
rancho...
adelante'"
ti=onsito.
ust, m a n i
y
un
d u n j u e g u i t o ? .
n. pase
le a l c a n z a
Saluda
Y
amor
a darles la co^tancia.
Llega
hecho.
resultancia:
pa afirmar
Voy
patente
pa
v s i e l terreno
el
pingo.
dentro,
es
blando
P a clavarse hasta el encuentro.
La
moza
Mientras
Diay
le
ust
entre
Como
prepara el
Tagua
se
ofertan
a rascarla
trobo
quien
no
mate
calienta:
la
guitarra
se
sienta.
bordono
dice
[245]
nada,
. ."
ANTONIO
LUSSICH
Le sopla al ido u n cielito
A p a n a o de una lantiada.
Y hi no ms le clav el aspa
Si en el modo de m i r a r
Llega a descurt ir un cielo
Que nunca criba alcanzar.
Pues muestia la hembra en los ojos
Todo lo que su alma siente,
Y aunque sus labios engaen,
Jams la m u a d a miente.
Cuando el criollo e? atbertido
L a carta ropa en el a i r e -
Y v largando de a puco
Pa no esponerse a u n desaire.
Sin, la caza del moo.
Cantndole de seguida.
Ms te quiero trebo hermoso
Que el m o r i b u n d o a la v i d a .
CENTURION
iQu c a i r i l ! ni qu telefro
Lo aventaja en bjeresa,
Si pen de tan fcilmente
A m i g o , jes toro pa empresa'
1
JULIAN
Siempre parte antes de tiempo
E-te \ieio Centunn:
[246 ]
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
si s a l e t l e l a b a h a
Sujtenlo
del
garrn.
PICHINANGO
Volviendo
Es
Y
mi
a lo d e l c i g a r r o
vicio
ms
el custiano
Es
cantimpla
Pues pa matar
Es
siempre
querido.
que no
pite
desabrido.
un
quebranto
el m e j o r
remedio;
Teniendo en la chupa un naco
Ni
El
me importa andar sm
me
Gozo
Con
distrae, me
en s u solo
l s e h a c e
Sin
medio'
domina,
recuerdo. , .
agua m i boca.
Lindo
es v e r c o m o e n e l aire
Vuela
el h u m o
Ust
lo
mira
culebrea:
perderse,
e n m i r a r l o se r e c r e a .
y a comienza
En
Y
las cosas
todo muere
Cuntas
veces
pensar
de l a v i d a ,
saca, que nada
Que
Me
l. h a s t a e l g u s t o p i e r d o . .
dura.
v se olvida.
slo
un
pucho
h a lbrao d e u n m a l m o m e n t o ,
Cuando
Algn
en m i cabeza
negro
herva
pensamiento.
1 247 ]
ANTONIO
LUSSICH
LUCIANO
Lo
diga
Por
de
taimen
lo
Pero
Y
sino
l a tal
Con
aquel
me
gustaba
agraciada y
se h a m u d a o
aura
trance
la cuchilla. . .
vive
sencilla.
de pago
en la
siud;
Puede s e r que algn
Pretienda
bisnaga
coprsela!
PICHINANGO
Ya
he dicho
No
juego
Como
Dejo
que en el
a una carta
bocho
querer
sola.
arrimo
que ruede
la bola.
P u e s n u n c a largo
mi
Sin
rollo,
sujetar
Pa
laso
a l a q u e d o y v o z de p a g o . .
Sino
algn
le p a g o . . . la
a veces,
c o n esos
atrirlos,
Pero
Vale
ms
bichos
s e c h a r m e
en parando
Desconfeo
embrollo.
ms
boca
la
que
muerto;
oreja
un
tuerto.
tapada
Que andar tocando
cencerros...
La
ocasiones
mejor
carne a
Suelen c o m e r l a los perros.
[248 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
La m u j e r sabe cambiar
Como el tiempo y los asuntos, , .
Y el que viene atrs arra
Los bienes de los dijuntos.
CENTURION
Donde hav unco siempre hav agua.
Donde hav paja hay aperi;
Lo mejoies pastos crecen
Entre el barro y la hmeda
Tamin se encuentran claveles
Entre cicutas v al u ojos. . .
Y con entraas de t i g r a
Lindas c a r a s . . . dulces o j o s ! . . .
JULIAN
Basta viejo de prosiar.
Tapemos por ura el t a r r o . . .
PICHINANGO
Belay que ha dao que decir
E l tal vicio del cigarro.
Voy rumbiando que ya es tarde
Y los caminos p e s a o s . . .
Con qu los dejo cuaos.
JULIAN
Dgale a ella que me agualde!
[249]
ANTONIO
LUSSICH
CENTURION
Y a ust le toca c u m p l i r .
Que su cuento nos prosiga
LUCIANO
D e j e entonar la barriga.
Y va lo vern salir. . .
Y arrancando a la vigela
De mis trances el r e l a t o -
Escucharn dentro un rato
La b i s l o n a que me desvela.
"Seores, pido atencin!
Que m j lengua no se enriede.
N i en la marcha se me quede
Empacao el mancairn.
E l laso e m rilasin
N i un chiquito he de ai r o l l a r . 31I
Voy a ponerme a cantar
De m i vida los ebentos.
Y all van estos lamentos
Que comienzo a desgarrar
" P i d o a m i Dios fortaleza
Y a m i nimo v a l o r ;
Pido al Cielo por favoi
Me d voz en este canto,
Pues quien ha sufndo tanto
Y a le regelda el dolor.
V o y a cantar a la p a t n a ,
V o v a cantar m i tormento.
1250]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pueda lal \ez ser el viento
Quien solo escuche m i l l o r o ;
Que no se pierda este acento
A l pueblo oriental le i m p l o r o !
Sacar de m i guitarra
Las notas ms lastimeras.
Pe o tuitas verdaderas
Pues salen del corazn,
Mas tnstes que las tapeias!
Ms tiernas que una oracin!
No s el ao en que nac,
N i cmo a l mundo dentr;
lo menos que yo s
Es del vientre que sal.
Mis padre*. I P J O - de s
Como carbn o apeslao.
Me echaron abandonao
Cuando entuaba mamaba.
Y una m u j e r que pasaba
De poT hv cerca el Rosario.
Bajo u n omb solitario
Medio muerto me encontr;
Pa su casa me llev.
Y con cuidao mu> prolij'o
Tratndome como a h i j o
Me tuvo siempre con ella;
Siendo en m i horfand la estrella
Que me ha servido de gua:
[251
ANTONIO
LUSSICH
Pero por disgracia un da
Que n i acordarlo quisiera,
L a guerra cruel y rastrera
Me separ de su lao.
A l dirme cunto ha llorao
Aquella madre bendita!
Solo a l pensarlo palpita
De pena m i corazn;
Ju al tiempo de la imbasin
Que Flores nos t r u j o a l pis;
Si pisarlo como mis
Y o hubiera entonces p o d i d o '
Hecho chatasca haba sido
P o r la guerra que nos t r u j o ;
Bien me d i j o un gucho b r u j o !
E n u n boliche, m a m a o :
" P r o n t o lo ver cuao
Con la catana en el tiento ',
Y el maldito j u i a m e n l o
Se cumpli del condenao.
1
A poco andar, en el pago
Camp la gente de SurezY h a n dejao esos lugares
Desiertos de tanto estrago.
U n a partida lleg
E n busca de caballada.
Y en esa mesma boltiada
Luciano Santos cay;
[252 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
] Y qu gefe me toc!
Jugador, maman y zonzo,
Con ms partes que un responso,
Y mula hasta cirse muerto,
Y de llapa eia ese i n j e r t o
Estrngis pa completar;
Me quio un da golpiar
Y el mondongo le ojal;
A l momento resert
Templando rumbo a m i cancha.
Quise l i m p i a r esa mancha
Y v i v i r honradamente:
Mas p i o n t o v i n o una gente
Con orden de perseguirme,
Entonces, ya solo dirme
Pens pa lejanas tierras:
Vagando en
Como triste
Desamparao
Me pas en
montes y sierras
peregrino.
po el destino
estrao suelo.
Sin pastoriar ms consuelo
Que darle gusto a l amor,
E l m e j o r calma-dolor
Que hall en m i amargo desvelo.
De una pilchita me arm:
|Ah china r i g u l a r o n a !
Aunque medio comadrona
Y amiga de r e t r u c a r ;
[ 253 ]
ANTONIO
LUSSICH
A mas. mu quera celar
A m, que soy como r u d a . . .
Pero la moza era cruda
Y una vez me sorprendi
Con otra china que yo
Y a me la triba apaando:
No bien me vido, silvando
Como vvora se v i n o :
" A u r a vers, falso, i n d i n o ,
Tom, pa que seas b e l l a c o : "
Y en menos que se echa un taco
Me larg una pualada.
Que cuasi la tintinada
Me sac p o r el sobaco.
Dos o tres ms ine tir.
Y o como culebra andaba,
Y a cada golpe cimbraba
El cuerpo que daba gusto;
Me libr el poncho del su-to
Pues >e lo tend a lo lazo,
Desvindule su b t a z o .
Ella ciega de despecho
Clav la daga en su pecho
j Y se hizo henda m o r t a l !
Y o en ese trance casual.
Qued sin serlo, culpable.
Y al ver su estao lamentable
Hata maldec a m i santo,
[ 254]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Mientras la pobie inteiLanto
Ah noms remohni;
Con ti a el suelo se golpm
Pa no volveise a p a i a i
Virle sus labios boquiar
Pidindole a D i o s apo\o.
Y y, malici que u n hoyo
Pa siempre la iba a enceriai
Procurando endercsarsc
Peg un suspiro y u n g i i t o
Abri la boca un chiquito
Y como tronco c a v '
Una mirada me ech
Que no olvidar jams,
Y a poco rato no m
Espir la pobrecita.
Su alma estar bendita'
Quiera Dios tencila en jiaz
La otra guasqui la pata
Sm meterse en t a l milonga,
Diciendo, que Dios disponga
Que yo. me he l i b r a o gata.
Y no habiendo a que esperar.
Luego m i flete aper.
L a cincha medio apret
Pa hacer un trote a lo pampa
P o r no enredarme en la trampa
Del rondn de jioleca.
[ 255 1
19
ANTONIO
D.
LUSSICH
r anleb que juese de da,
Rez a la mucita. primero.
U n bendito y cu m i obeio
A l galope div sal:
Dende la cuchilla v i
La gente de la p a r t i d a ;
Y por no a r t i e j a r m i vida
Ms Iijero que una l u / .
Los dej haciendo la c r u /
Cerquita de la i m a d a ,
Llegando en la madrugada
A l U r u g u a y con sal.
Dobl bien los cojinillos,
Lln pretal le puse al flete.
Y el p i k h a j e ms paquete
Me lo embolb en la cabeza
Y ansina con entereza.
Lo mesmo que yacar
Sin tutubiar me azot.
Que suelo s e i como bote.
Y a l igual de u n cainalote
Sobre del agua boyaba;
A l caballo levantaba
Por la pontesuela el freno,
Mientras tranquilo y sereno
Con la otra mano brasiaba.
Bufaba el overo v i e j o !
Con la cola ya sumida.
Cuando la arena querida
Tocamos de nuestra banda:
[ 256 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
A h i noms, como Dios manda
Dobl al suelo la r o d i l l a .
Por feliz verme en la orilla
De nuestra tierra adorada.
Tend la ropa mojada
Y a soga m i pico at.
Que p o r l, hoy se me v,
Sino, n i el polvo siquiera!
L o dej pa
Pues vena
Y es justo
Dispus de
que comiera
delgadn,
que ans lo hiciera
tan gran tirn.
Aqu comienzan mis males,
Mis penas, mis afhsiones.
Aqu saldrn las razones
Con sus pelos y seales;
Oiganls los Orientales,
Porque es preciso escuchar
L o que puede soportar
E l hombre de temple juerte.
Que despreca la muerte
Sin que le sepa aflojar.
Y o pis este ptiio suelo
Lleno el pecho de esperanza,
Descans y sin ms tardanza
Segu a l pago de m i anhelo;
Cmo se siente consuelo
[ 257 ]
ANTONIO
LUSSICH
A l ver tras de larga ausencia
Asomarse la q u e i e n s i a ! . . .
Ese pedazo de tierra
Que a veces la dicha cncieua
De toda nuestra esistencia'
M i corazn palpitaba
Queriendo saltar del pecho.
Cuando aquel querido lecho
Ms de cerca c o l u m b i a b a .
Mi obero viejo volaba
Cual si m i ansied supiera!
De sus vasos n i siquiera
Se le va el movimiento.
Mientras que la clin, a l viento
Sarandiaba en su carrera.
Y en la mesmita ramada
Sofren de golpe el flete.
Y ya sal como cuete
Pa la querencia adorada:
Qu solpresa- inesperada'
Y qu safarrancho arm. . .
Todo igualito encontr.
Y el alegrn ju tn grande,
Que p o r mucho que yo ande
Jams igual pasar.
Con la junsin de ese da
Se me olvid hasta la pena.
Y como andaba en la guena
Todo gueno se me haca.
Y a la tristeza me jua
Desterrando mis quebrantos;
L258 i
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Aunque sufr male-. tantos
N i lo acordaba siquiera;
i Quisas nides conociera
Si era yo el gueifano Santos!
Hubo locro a lo pueblero,
Hubo pan hasta de gorra.
Se hizo rica masamorra.
Y una ternera con cuero;
Pa f i n a l del entrvelo
Se arm gato v pe icn,
\ al comps de un arordin
Le pegamos al bailable. . .
Era una cosa embidiable
\ er retosar la rmnin '
Y o descans como u n chancho.
(Aunque es mala comparansia)
Dispus tuve una ganancia
Y pude arreglai m i l a n c h o ;
Con el corazn tn ancho
la me dobl a t r a b a j a i .
Tratando de acumulai
Cuanto n a l ciba en m i mano.
Por si vena algn tirano
Y me obligase a emigrar.
A m i campito arregl.
Compr ovejas de primera.
Arm una linda manguera
Y un galponcilo quinch;
Todo sto lo apront
Pa la trasquila, qu encantos'
Vieran ah su amigo Santos
[ 259 1
ANTONIO
LUSSICH
Del modo que se floriaba.
Las tijeras manejaba
Como ninguno entre tantos!
H u b o c o r r i d a e 501 t i j a
Cuando acabamos la faina,
Y o me sal de la bina
Sin mesquinarle c l a v i j a ;
Tena un flete, que a la f i j a
A un cierbo daba v e n t a j a .
Grande y f o r n i d o de caja,
Supenoraso pa un dentre!
T a l vez m e j o r no se encuentre,
Ah p m g o ! si era una alhaja!
Comensamos a p a r t i r :
Creo que d i gen gataso! . . .
Ms de una china de paso
L a vide p o r m s o n n r ;
Mozo asiao en el vestir
No haba de faltarme f l o r :
M i apero, daba calor,
Y relumbraba de lejos.
Qu lindo tiempo, canejos!
Tan sm penas n i dolor.
Dos anillos me saqu
De oro fino v de p r i m e r a ,
Que a una negrita hechicera
A l punto los regal;
Y o pienso que bien qued. . .
Pues de un modo me mir.
Que la baba me salt;
Talvez de pagao lo diga.
[ 260 ]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
M" que u n liei na amiga
Mu\ mucho Iris apieci.
En mecho a tales momentos
El sol se apag de p i o u t o ,
Cuasi a los aire? emonlo
Acollarao a lus vientos;
i nubarrones a mritos
Cubran la inmensid;
Alguna fatabd
Nos anunciaba v el cielo:
Pedimos a D i o s consuelo
Pa cualquier albercid!
Como en redota salimos
Juycndo de los nublaos,
Y al l u i d o de los i hapiaos
La diversin suspendimos.
Con acierto procedirnos.
Pues esa noche lluvi:
Y la piedla que cav
E l d i l u b i o paicca.
Y antes que aclaria el da
Tuito el campo se aneg!
E l arroyo se hizo u n m a r ,
,Escuro, t u r b i o , imponente!
Y su atrevida corriente
Avansaba sin cesar;
De un lao al otro crusar
Vanse layos tronadores,
Que alumbraban los ngoies
De aquella noche funesta.
Que un lecordaila me c u e s t a . . .
Por sei causa e mis clamles'
[261]
ANTONIO
LUSSICH
La cnrrentada, boyando
Triba rboles como islotes.
Y ensima esos camalotes
E l bicbaje i b a h o i m i g u i a n d o :
Los pjaros tiritando
. Cian aplastaos o muertos:
Mientras de dicha cubiertos
E n aquel gran safarraneho.
La lechuza y el carancho
Hacan ir sus desconciertos'
Se ahog toda la majada
Porque el sitio era en un bajo,
Y apenas con g r a n trabajo
Salv una poca yeguada:
Vol el techo a la enramada:
Y pa ms triste querella.
A m i obero, una centella
Lo mat bajo el o m b ;
Y gracias que con sal
M e dej m i mala e s t r e l l a ! ' . . .
Cuando apareci la aurora
Y el sol medio coloriaba.
Entonces, se contemplaba
Tanta r u m a a t e i r a d o r a .
Sal del rancho en m a l hora.
Ms triste que noche oscura.
A campiar p o r l a llanura
Con lgrimas en los ojos
Y solo hall los despojos
De m i inmensa desventura!
Pe o en a p u i o tan cruel
Hall una alma i ompasiva
r 262 ]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que de mis penas cautiva
Cambi en almbar m i y e l ;
Y ese ju un amigo fiel
Que e n medio a tantos dolores.
Me colm de m i l amores
Con su carioso afn:
Que bien v i e n e aquel refln.
Quien hace, espera favores.
Es la amista una sustancia
Que el alma de encantos llena;
Cuando se sufie una pena
L a alivia con su fragancia;
Ella pioduce abundancia
De consuelo en el v i v n .
Y si cansaos de sufrir
Nos abate la disgracia.
Tambin tiene la eficacia
De ensear a resistn
Sm ella, el pobre cristiano
Sera u n triste pelegrino
Que no hallra en su camino
Quien le lendiese una m a n o ;
No viera el sol en veiano.
N i flores en primavera.
Cuando la vista tendiera
Buscando la clarid.
Tendra su soled
Por nica c o m p a e r a ' ! . .
Diay me arregl un t i a b a j i t o
Pa d i r ganando la n d a .
Y la esperanza q u e i i d a
Volvi a m i pecho m a i c h i t o ;
[ 263 1
ANTONIO
Era
u n roco
Que
al orlarse,
Ms
pronto
Nubl
Y
mi
LUSSICH
hendito
daba
aliento:
u n nuevo
cielo
h a s t a h o y e n da
Me
h a transido
Nunca
largo
Siempre
Muy
Un
declaro.
el
sufrimiento!
es e l
se s u e l e
poco
sabe
descanso.
turbar:
durar
g e n vivir d u l c e
Aunque
tormento
tan claro,
soy r u d o
yo
manso;
alcanzo
P u e s lo s p o r e s p e r e n c i a .
Que
d e l b i e n e n l a e\densia
Cre u n o q u e l i n d o
Viene
Y
nos vela s i n c o n s e n s i a !
A-iisina a m
En
medio
Pi&
Y
marcha,
del rigor la escarcha
me ha
de m
la guasquita
en ella m e v i
Aparicio
Con
haba
un
vadiao
la emigracin
peliar de frente
un tirano. ..
valiente.
a
y no
corsario ms
honrao
Los
coloraos
Que
v o n o e i a de s u
mitaban
diligente.
mabciaion
con
a hostigarme
Los
amigo
frente
gobierno.
eterno
Del
Me
da
enredao;
A
El
pasao.
alegra
pelo.
recelo
comensaron:
me
avisaion.
2G41
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pero me haca el sotreta.
P o r no pisar la paleta
De alguno y \ i v i r juyendo,
Y a cada paso espomendo
Que me estirran la j e t a . .
En nada pens meterme
N i con uno n i con o t r o ;
Era tn chucaro el potro
Que al domar podra . . moleuue;
Prefer m e j o r hacerme
E l chancho rengo esa vez,
Pero largaron de a diez
Pa que me diesen
indulto.
Y y por salvar el bulto
Le puse sebo a mis pis.
Abandun la quercusia
Perdiendo m i bien estar;
Tuve al punto que tocar
Pa estrao pagos ausensia!
Pero hay que tener pasensia!
Si solo a s u f r i r me ech
La madre que me larg
Abandonao, que m u r i e r a ,
O me comiese una fiera
P o r esos mundos de Dios.
Busqu en los montes guarida
Ponindome de matrero,
Sin ser ladrn, n i cuatrero.
N i asesino de p a r t i d a ;
L o promet p o r m i v i d a
Y m i palahia cumpl;
[ 265 J
ANTONIO
LUSSICH
Humano yo siempre f,
Jams se manch m lanza,
i en cunto vide matanza
A l matadoi persegu.
Algunas veces de da
Hasta m i rancho llegaba,
Y a m i familia encontraba
Pensando en la ausensia m a .
Pero una partida, u n da
E n las casas me aguait.
Y n i tiempo me dej
Para bollrmele al flete,
Y lo mesmo que a soquete
Sobre u n matungo me at.
Mi protetora llorando
Ju a pedirme al oficial. 1 32 >
Y a m i prenda le di el mal
De verme estar m a n i a t a n d o ;
Y o de rabia, iba temblando
Contra t u i t a aquella gente
Que ans tn cobardemente
Hacan b u i l a del d o l o r '
A l ecordai t a l r i g o r
M i corazn se reciente
Me llevaba esa carnada
Sobre el lomo de un guacbcrpo.
Enchalecao t u i t o el cueipo
Con una gua=ca m o j a d a ;
Qu s u f n r ! no be v i - t o nada
Pa poderse c o m p a r a i :
I S J me dejaban fie h a i l a i
r 2R61
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
A insultos y maldiciones.
Sin contar los escorsones
Que chupaba en el m a i c h a i .
Digan si tengo axn
En maldecir m i fortuna?
Qu estiella tan mala ay j u n a !
Me azota sin compasin
Mucho pior que a c i m a r r n . . .
Siendo cual soy guen c i i s t i a n o :
Pues siempre tend m i mano
A l que eruuntr desvalido;
Qu loba me habr parido
Con un sino tan t i r a n o ! ! !
_\o Borges haba campao
Por la noche a un coito trecho
De m i rancho, en un repecho
Del que me vide b o m b i a o ;
A su caipa f llevao:
Me pregunt a quin s e r v a . . .
Le retruqu que tena
F a m i l i a pa mantener
" B o m b e r o blanco has de ser
Echenlo a la infantera". . .
La cabeza me pelaron
Y qued como b e j i g a ;
Pa remachar bien la espiga
A l malao lo acollararon;
Y hi liornas me mesturaron
Con gringos cuajaos de piojos,
Ms ordinanos que abrojos
Conchavaos p o r cuatro rales,
[267 ]
ANTONIO
LUSSICH
Pa exterminar o r i e n t a l e s . . .
Y engordar con sus despojos.
V i n o el gefe de servicio,
\ comenz a aconsejarme
Que l haba de enscaime
A hacer bien el ejercicio;
Pero que tuviese j u i c i o
Y resertar no pensase.
Porque all se daba el pase. . .
A l que hacerlo pretendiera,
Que yo alhertido viviera
Y n i en broma lo tratase.
Como lerdo nunca f.
Le dije, m i capitn
L o servir con afn.
No tendr queja de m.
Y nunca saldr de aqu
Sin darle primero aviso,
Pa que me d su permiso
Sign m i comporlacin;
Lo j u i o por m i facn
0 por la tierra que piso.
"Ans me gusta u n tirano
"Que marcha derecho v i e j o . "
Retruc el ofisialejo
Apietndome l a m a n o :
D i j o que con un paisano
Jams usara r i g o r ;
Se ofert pa protetor
Si cometiera u n d e l i t o . . .
Y a no me gustaba el f r i t o
Por ser clemasiao dotor!
[ 268 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Dispus de eso, a l o t i u da
A pesar de la prosada,
Me hizo d i r a la rarniada
Con los vendidos que h a l d a :
Melido entre ellos i n c \ a
Una punta de matuchos,
Que pa la ua eran mu\ lu< b u s !
Pero no pa un desempeo.
Y haba cada pedigeo!
Que el mirarlos daba chucho?
L'no medio se flori.
Quiso agarrarme pa c r i s t o .
Y o que presumo de listo
La burla no me agrad'
A guen puerto atropello!
Ech una suerte clavada!
Porque le d i tal sabliada
Que hasta el cielo se ia el g r i t o ,
Y grua ese maldito
Como una gata preada!
Y ninguno de los otios
Se me pretendi a r r i m a r ;
Ans los iba a a r r i a r !
Como a una punta de p o l i o s ,
Es a l cuete, con nosotros
Nunca pueden los nasiones;
Les damos ciertas siones
M e j o r que mstros de escuela. . .
Que j o r o b e n a su agela
Y dejen de ser chichones!
Cuando el jefe supo el caso
M e meti en el cepo, tieso,
[ 269 ]
ANTONIO
LUSSICH
Cayndome a ms de eso
Con cien azotes de lazo;
Me ataron los pis, y al raso
Dos noches duras pas,
Del capitn me acord. . .
Bin pude esperarlo m i a o ! . . .
Ju su promesa u n engao
T a l cual yo lo malici
Ans lo pasa en la t i e r r a
E l que es redondo y paisano;
Es e l destino tirano
Que en castigarnos se aferra;
Todos nos hacen la g u e r r a '
Y siempre quieren m o j a r ;
Cuando nos pueden lograr
En la cara se nos rin.
Si ust retosa. le c i n . . .
Porque a l gucho hay que d o m a r !
Dabanm una ttiste presa
De pulpa cuasi p o d r i d a .
Es triste cosa en la vida
Tener la suerte traviesa!
D i a y hice f o r m a l promesa.
Que en cuanto libre estuviera
Aunque m o r i r m e supiera,
Me les iba a escabullir,
Y no lo haban de sentir
Sin al ver m i polbadera.
Y o cumpl lo p r o m e t i d o ;
A l tomar m i bert
Lo mesmo que el aperi
[270]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
En un p a j a l busqu n i d o ;
All como hombre albertido
Me ocult del chapairn:
A l dirme uatic un facn.
Mis boliadoras y u n lazo,
Pa poder salir del paso
En cualesquier a m e s g n .
De entonces, me hice matrcio
Como v a lo tengo d i c h o ;
Le tom gusto a l capricho
Y me ri del m u n d o entero;
Hice en el monte un potrero
Y un ranchito macumb;
^[ pa no quedarme a pi
Tema pingos de reseiba,
Y a m s . . . tambin otra verba
Que por alto pasai.
De da poco me v i e i o u .
\ menos en poblaciones;
Dej a u n lao las rilasioiies
Dispus que me solprendieion;
Muchos lazos me tendieron
Pero a cabriolas les j u a ,
Como el campo conoca
Nunca dejaba una guella.
Y ms listo que centella
Fantasma me les haca.
Cuando volv ja mi pago. .
Se me nublaron los ojos!
Hall solo los despojos
Que hizo la g u e n a en su estiago. . .
ANTONIO
LUSSICH
Alcance Baliente un trago,
P J ahogar la t e i r i b l e idea
Que en mi e-putu campea. .
j Muerte!
tapera . . horfand' .
D e s e n g a o ' . . . soled! . .
A l recordar me rodea.
1
Cot los golpes aprend
Tantas cosas que muraba.
Que huy ya no t i r o la taba
Si nn es caigada p o r m;
Y si m m b o yo sufr
Tambin nas be sopuitau;
Y ese andai de lao a lao
Sin familia y sin querencia,
D u r a n d o del bien la ausencia,
l M u c h o . . mucho me ha enseao!
Y hoy hablo a los orientales.
Y tambin al Presidente,
Que se trate sabiamente
De s u p r i m i r tantos males Y tintos seamos iguales
Sin reparar la color,
Pa que unidos al reedor
De este pabelln glorioso,
A l u m b r e eterno eposo
Su puro y brillante sol.
T e hundes suelo querido
En un raadn sin fondo,
Lsto lo dice un ledondo
\2T11
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Que nunca letra* ha s i d o ;
No es juersa ser escrebido
Para conocer el m a l
Y veo patria oriental
Que siguiendo en tales umbos.
Como mamao. dando tumbos
\as por u n ralcaguesal
No hay ms remedio a tu pena.
IVo hay ms corte a tus t o m e n t o s .
No hav atage a t u - l a m t , i t o =
Si hoy no rompes tu cadena.
Pue-> te tienen como agena
L o - hombie? sm corazn.
Qu' su sola aspiiacin
Es pegarse donde hay plata.
Y te arrastran p o i la pata
A tu ruina \ destru?in.
Y o soy u n tuste paisano
Que en lises soy gallo ciego,
Pero a naide me le allego
Pa que me tienda la m a n o ;
Gracias a Dios soy liviano
Y guapo pa t r a b a j a r ,
V a l o r no me ha de faltar
Por los guesos de m i agela.
Nunca ser sanguijuela
Que el oro me haga pegar.
Nunca almita se lo i m p l o r o < 33 I
D o n Ellaura el Presidente,
Que lo rode esa gente
Para chuparle el tesoro;
[ 273 1
ANTONIO
LUSSICH
Le prosiarn ms que loro
Pa que beba en su pichel,
Y veneno en \ez de miel
Le darn si los atiendeLuego el mas santo lo vende
0 lo cuelgan de un coi del.
Con los guenos sea ust gueno.
Castigue a l picaro y terco;
No sirve atarlos a l cerco
Cuando e l torsal es ageno;
E l ( o r a j e es el teneno
Que ust siempre pisar debe;
Y al que cuentitos le llebe
Paguel con el desprecio.
Porque es e l nico precio
Que merece cierta plebe.
Y al ms pmtao dele palo
S de un crimen se le acusa.
Aunque dispus la gen Lusa
L o trate de crudo y m a l o ;
De nubes deje al pis ralo
't p'odra en paz gobernai .
Sea p l u m a r i o y melitar.
Con los gefes ande listo,
Sino, como a santo cristo
Me lo han de ciusificar.
Y sacdale la breba
A l que sea msobordinao.
Dende el ltimo soldao
Hasta el que galones lleva.
La razn d, a quien la prueba.
[ 274 ]
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Deje a un lao la compadrada;
Cuando la gente es malvada
Cagales p o r sobre el lomo,
Ans como ci a plomo
E l agua de una quebrada.
Entre toda aquella gente
Que ust es solo quien elije.
En su opinin no se f i j e ,
Sm. que sea inteligente,
H o n r a d a v tan diligente
Que haga feliz a esla tieira
T a n destruida por la guerra,
Y siembre geas semillas
Que ansina, se vern trillas.
Hasta encima de la sierra.
Castigue sin compasin
A l que tenga mucho empeo
En soliwai a su dueo
Lo que es de su posesin;
Nunca le d salvacin
A l que es vors y cuatrero
Y ver el gran h o r m i g u e r o
De raspas, undirse al f i n .
Y hasta mentai el clarn
Su gobierno justiciero.
1
A los gefes d de baja
Que a costa de l o s soldaos.
En poco tiempo cuajaos
Vieron tirador y caja;
Si e l pasmo no les ataja
A quien manda batallones,
T 275 1
ANTONIO
LUSSICH
Le h a n de cobrar las raciones
Para gente nunca vista. . .
Pero jams ver en lista
Que por hambre, hay resersiones
Haga gauchada matrera
Dindose a l toque de diana
A la lista de maana
A un batalln cualesquiera,
Y ver en la madriguera.
De los nombres del apunte
Que le han dao pa que les u n t " .
N i con la mit se encuentra. .
\ el reMo en la caja denlra
Del capataz del rejunte
N i con su hermano se case
En custiones de servicio;
Pngale freno al desquicio
Pa que nide se propase;
Y nunca deje que pase
A s u n t o sin levisar;
T u i t o lo debe m i i a r
Con doble v i d r i o en los ojos,
Sin. tal vez que los piojos
Por gueyes le hagan pasar
Ensele y con alio
A l gefe ms copetudo,
Que con la ley nunca pudo
Ni la hermand. n i el cario;
Tome ejemplo e n . . . cierto nio
Que con sueldos y raciones.
Aforr bien los rones.
f 276 ]
EL MATRERO LUCIANO
SANTOS
Llen la panza v bolsicos,
Mientras tanto sus milico*.
Finaban re privaciones.
Con albcrtenria y con maa
Escuelas mande poner.
Pa que puedan aprender
Los gauchos de la campaa:
Porque es disgracia tamaa
En tiempo tan alentao
V e r tnto c n o l l u negao
Ms duros que las murallas.
Que solo marcan sus ravas
Con la hoja del embenau
Con los pobres no - e a duro
Cuando le fallen i a / o n e s .
X i Iaigue contribuciones
Que causan ms de un a p n m :
Si u-t lo hace, vo le j u r o
E n nombre de la gauchada.
Que no ha de f a l t a i l e nada
Para que v i \ a t r a n q u i l o .
Y siempre hallar u n asilo
E n medio a la paisanada.
Atrquele a los pulperos
Una multa cada mes,
Y desculguese con diez
A los carros bolicheros.
Que son los ms pijoteros
Y amigos de mogollar.
Nunca nos quieren f i a r
Y a cual d'ellos es ms lucha
f 277 1
ANTONIO
LUSSICH
[ H a ) que pelarles la chucha!
Pa que apriendan a tratar.
E l pmgo de la nacin
Llvelo siempre tranquiando,
Solo vayal aflojando
En busca de la ocasin;
No suelte de sopetn
Puede cortarse la rienda,
Y a l udo es que ust se p r i c n d
S i a un tucu-tucu se encaja.
T a l vez el mate le r a j a ,
Ande n i el diantre lo atienda.
"Estando la vaca atada
E l ternero no se v " ;
Lo mesmo ust puede ac
Evitar cualquier pueblada.
Sin le pierde l a pisada
A l que engredo por su rango.
Siempre busca en el fandango
Pa calsar, cualesquier medio,
Pero es fcil el remedio
Teniendo el sartn jio e l mango
Aunque se l i haga aparcero
M i l alfoisas en el cejo.
Oiga paciente el consejo
Que quieie darle uu m a t i e r o
" N u n c a se apegue al d i n e i o
-
D e l j j a i s . v j j a no
pe.ai.
Hgalo lempie tapai
De modo que no T \ ea,
\ el pueblo oriental no crea
Que ust es capz de uatiar".
r
278 |
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
Pa f i n a l de tanta prosa.
A l que mu\ chucaro salga,
Mndelo, que Dios le valga
A l coronel Lon Mendosa.
Que all con \eiba sabiosa
E l genio le domar.
Y mansito quedar
Como e l h u m i l d e cordero;
Esto e s lo ltimo aparcero
Que le pido, v me dar.
Me han p u e s L o r o n r o los cantos.
Tiro . a l suelo la g u i t a r r a .
Si be sido un poco c h i c h a n a
La causa son mis quebiantos'
Sepan que Luciano Santos
Como pueta \ pavador,
Le ha de corter al mejor
Sin m i r a i t i r o ni cancha.
Y al que quiera la revancha
Se la dar este cantor.
Solo i espeto a un amigo
Que le s o y l i a l como u n p e i r o .
Es
el gucho
MARTN
FITRRO.
Y con orgullo l o d i g o :
^ o cabrestiando lo sigo
Y siempre lo he de segn :
Juntitos hemos de d i r
Siguiendo iguales destinos.
Que orientales y argentinos
Siempre a l i a o s han d e v i v i r .
Pues como hermanos luchamos
Y
en m i l combates
f 279 1
nos
vimos;
ANTONIO
LUSSICH
\ a los tiranos hundimos,
Y a la patria rescatarnos.
Honrosos huiros ganamos
En tanta gloriosa aisiiv
jltusingo y el Rincn
Son recueidos i n m o r t a l e s ! !
\\ con sangre las seales
Se marc de nuestra unin'
CENTURION
Ah g r u l l o ! ' i en este suelo
Su voz auyenta el quebranto
Es de calandria su canto.
O es de algn ngel del celo?
LUCIANO
No sea tan engaador,
N i alabe m i fleto acento.
Siempre se pierde en el viento
La voz de un triste cantor.
BALIENTE
P e n i
a un payador olvida
Como el m e j o r de gdenaso.
Que dej mareao su paso
Pa no perden-e en la \ i d a .
L a menta bien a l q u i r i d a
De sus coplas tn hermosas,
Tan dulces y primorosas.
Siempre se ha de mantener.
Hasta que tenga que haber
Jasmines, nardos y rosas.
f 280 1
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
JULIAN
Destpelo a ese criollo?
SALIENTE
Pues ese ha sido m i empeoEs el gran cantor porteo
Llamao A N A S T A S I O
I;L P O L L O :
Que cuando larga su rollo
Queda ust sm albertirlo.
Con la boca abieita a orlo.
Pues su canto" sin igual,
Tanto imita al cardenal
Como al canano o a l m i r l o .
JULIAN
A l fin larg o Baliente
l na f l o r en la crusada;
Y eso a la disparada
De miedo que se le abenle.
BALIENTE
Tambin a veces me also
Cuando eren que me echo a m u e r t o .
Que un golpe dao con acierto
Vale ms que veinte en falso.
CENTURION
V amnos pues compaero,
A descansar el respiro;
Pues siguiendo, de este t i r o
Rumbiamos para el carnero:
[2811
ANTONIO
LUSSICH
Y a le hemos sacan el cuero
A nianates v dotores.
Y t a l vez estos seores
Si lo saben algn da,
Nos mandan l a polesia
Pa que nos curta a rigores.
BALIENTE
Y a bastante hemos chupao
Y por dems platicamos.
A u r a si gustan que vamos
Pa la casa de un pelao,
Me contar m u y honrao
Y feliz con su presencia,
Porqu m i pobre querencia
Est a su deoposicin Pa cualesquier ocasin
Que hagan d ' i i la rcsolbensia
JULIAN
Lo que es hov, no lo visito.
De aqu me coito a r a n c h i a i .
Porque quiero pa^torar
La h i j a de o Agapito,
Que es moza que p a i a un f r i t o
Nide le pisa la cola.
Y o ya le largu una bola
Y p o r poco se la priendo
Pienso que me anda queriendo
Y quiero encontrarla "ola.
f 2 R 2 1
Eli MATRERO LUCIANO
SANTOS
BALIENTE
j A h . Julin! siempre ha de ser
L u mesmo que Centuiin,
Se le e n a r i L h a el corazn
Cuando topa a una m u j e i
JULIAN
Fense del mosca m u e i t a .
Que ruando muestra las uas,
Es porque con las pesuas
Tiene la prenda cubierta.
CENTURION
Con que a ponemos a umbo
Hasta que el diablo disponga
No sea que esta m i l o n g a
Llegue a costal algn tumbo.
LUCIANO
Nosotros maichando i r e m o s . . .
Hasta la vista Julin.
Que llene todo su afn,
Hermano le desiarmos,
Y listos siempre estaremos
Cualesquier que sea el evento;
Y en el primer m o v i m i e n t o
Este montn de orientales,
Sabr luchar con los lales
Hasta el ltimo lamento.
JULIAN
Con
qu, hasta siempre aparceros . .
L 283 1
ANTONIO
LUSSICH
BALIENTE
No
se
Que
no
Como
pierdan
ha
de
de
esto
faltar
templar
los
pago
un
trago
gargueros
JULIAN
Algn
da
de
eru^ar
BALIENTE
Y a
Y
sabe
aunque
Ms
no
es
aquella
vale
su
pooa
le p u e d o
chn&a. . .
cosa
ofertar
LUCIANO
Adi*
De
pues
esta
Presidente
patria tan
altiva.
Q u i e r a el g r a n D i o s que
mejorai
Pa
S
eso
Que
logra,
Pegao
en
amigo
nuestra
de
cuente
como
cual llama
cuando
historia.
memoria
a la
viejo
hoguera,
muera
Tendr u n asiento e n l a
Tengo
Y
el pi
r e l i n c h a el
Medio
Voy
sobre
el
gloiia.
estribo
redomn;
chispiao
con
ust v i v a
presente:
su nombre,
Vivir
lo
rumbos
alegrn
pa m i
284
pago.
E L MATRERO LUCIANO
SANTOS
a sal de esta nacin
Empinemos o t i o t i a g u
A d i - f - t a ltima v e / '
H o v se acabaron mis cantos.
Que al cantar pesares tantos
Cuasi me quedo sin \oz. .
i Ah u de Luciano Santos
E l ms caiioso adi-!
FIN
[ 285 ]
NOTAS A E L M A T R E R O L U C I A N O SANTOS
ll
E l T r a t a d o de P a z de A b r i l de 1872. fue \iolado p o i los
delegado? del G o b i e r n o en campaa, siendo perseguido*
e n diferentes ocasiones l o - m i e m b r o s d e l partido B l a n c o
o nacional.
(2)
Centurin ha* e r e f e i e n r i a a l a - ele c i iones. L a i n s c r i p cin e n el R e g i s t r o Cvico, fue h e c h a c o n el m= cnico
fraude
M)
N u e s t r o compatriota, e l coronel don E m i l i o \ i d a l . a l
servicio en el E j e r c i t o A i g e n r i n o . se prest generosam e n t e , desde B u e n o s A n e = , p a r a f o r m a r parte de l a C o misin de patriutas q u e i n t e r v i n o en l a pai ifjcacioii de
Ja Repblica
141 L o s e n c a r d a d o s por el partido n a c i o n a l p a r a v e r i f i c a r e l
E s c r u t i n i o del R e g i s t r o Cvico, e n c o n t r a r o n q u e f i g u r a b a n t o m o i n s c r i p t o ? m u c h o s nombres de p e r - o n a ? fallecida a tal punto que l a p r e n s a de oposnin a l G o b i e r n o , bzole cargob severos, q u e ni m e r e c i e r o n el hon o r de ser tomados e n c u e n t a
(5)
Rifa
(61 M o n t i e l
Registro
Cvico
Inmenso-
montea
de l a P r o v i m a J e E n t r e
Ros.
(71
Polmica por l a p r e n s a , entre l o s doctores D J u a n C a r los Gmez, r e s i d e n l e en B u e n o s A i r e s y D . Jos P e d r o
Ramrez, ex reda< tor d e l Siglo de Montevideo
L a polm i c a fue por asuntos polittos u i i i g u a v o g .
(8)
E l D r D . J u a n C a r l o s Gmez ubtuvo l a g l o r i a de =er
m i n i s t r o en el G o h i e r n o d e l g e n e r a l E l o r e s e l ario 1833,
d u r a n t e 15 da -, en e^e perodo expidi dos decretos e l
uno, aboliendo l o s pa=apories p a r a e l e x t r a n j e r o , y e l
otro s u p r i m i e n d o e l palco de G o b i e r n o e n e l T e a t r o de
ban F e l i p e I Montevideo l
1
[287 J
21
A N T O N I O
i9l
L U S S I C H
E n e l c a l o r de l a p o l m i u entre l o s doctores Gmez y
Ramrez, e l p r i m e r o calific l a situacin poltica en M o n tevideo de C a n d o m b e y T n p o t a j e D e ah, que an, se
l l a m e n c a n d o m b e r o s los que formaron parte de los gob i e r n o s de Vrela y compaa.
(101 E l valiente capitn D Len Prez, d e l Ejrcito n a c i o n a l
falleci en e l m e s de marzo de 1871, d u r a n t e l a t e r r i b l e
e p i d e m i a ( f i e b r e a m a r i l l a ) que asol a B u e n o s A i r e s .
S e e n c o n t r a b a all curndose de u n a h e r i d a grave, r e c i b i d a e l 2 9 de n o v i e m b r e de 1870, e n l a Unin.
Ill)
E l digno
Gobierno,
cionarias,
bertad a l
l a Unin
capitn D V i c e n t e M a c i e l , de l a s fuerzas d e l
salv v a r i o s prisioneros de l a s fuerzas r e v o l u lo? que fueron puestos i n m e d i a t a m e n t e e n l i llegar a M o n t e v i d e o , despus d e l combate de
(noviembre 1870).
(12)
N i c a s i o Martnez. L u i s N i n y A r t u r o M a d e r n a . m u r i e r o n
e n diferentes encuentroo de l a m i s m a campaa.
113) T r e s valerosos h e r m a n o s M o r n s i m , fueron vctimas de l a
g u e r r a e n v a n o s combates c o n t r a l a s fuerzas d e l G o bierno
f 14) Instalacin d e l C l u b " J u v e n t u d " en l a Unin,
P r e s i d e n t e e l D r . N . J u a n P e d r o Salvaach.
siendo
(15)
E l c o m a n d a n t e D r . Basaez, muerto
M o n t e v i d e o en noviembre de 1870
d u r a n t e e l sitio de
(16)
F r a u d e en C a n e l o n e s , donde dos d i p u t a d o s , l e g a l m e n t e
elegidos, fueron r e e m p l a z a d o s p o r otros, surgidos d e l
ms i n m o r a l
gatuperio.
117) Gimnez h a c e alusin a l D r . N a r v a j a s , m i e m b r o
premo T r i b u n a l de J u s t i c i a
U8)
del S u -
A f i n de a s e g u r a r e l xito de l a s e l e c c i o n e s p a r a s u s
p a r c i a l e s , e l G o b i e r n o mand a l g e n e r a l B o r g e s impon e r c o n l a fuerza en C a n e l o n e s , siendo dicho g e n e r a l
vergonzosamente c o r r i d o por 1 c o m a n d a n t e S a a v e d r a , de
a q u e l l a l o c a l i d a d 1.1873).
119) Julin Gimnez se h a c e eco de l a s versiones de los peridicos de v a n a s pocas; versiones q u e no h a n sido dest r u i d a s , c o n respecto a l a c o n d u c t a d e l hoy b r i g a d i e r general D . Nicasio Borges.
L288 ]
E L MATRERO LUCIANO SANTOS
120) D e c u r s o d e l clebre a l c a l d e o r d i n a r i o M a r c i a l , de C a n e lones, p u b l i c a d o e n La Democracia
de Montevideo y
t r a n s c r i p t o en algunos danos satricos de l a Repblica
A r g e n t i n a , con su i n i m i t a b l e o r i g i n a l i d a d .
(21)
Rarsimo parto d e l Ju<_z de P a z D . M a n u e l R o v i r a en
l a s ele e m u l e s de Montevideo, en e l ao 1873, a c o n t e c i miento e l ms fenomenal entre todos los de s u especie,
pues r e s u l t a r o n ms latinados e n su sola Seccin que
en toilas las dems de l a C a p i t a l j u n t a s
(22 > Tachos
Tachas
'23)
Gimnez
hace
alusin
a las Comisiones
de
Polmica p o r l a p r e n s a , entre los seores D Jos Cndido B u s t a m a n l e y doctor D J u l i o H e r r e r a y Obes, r e s pecio a cuestiones polticas
124) L u c i a n o
tordillo
do pur
siempre
Santos, h a c e r e f e r e n c i a a ni) magnfico c a b a l l o
de p r o p i e d a d d e l S r . B u " - t a m a n l e . m u y a d m i r a s u p r e s e n c i a , siendo e l que dicho seor u s a b a
en los paseos y servicios m i l i t a r e s
(25)
L a Comisin e s c r u t a d o r a d e l P a r t i d o C o l o r a d o , anul e l
n o m b r a m i e n t o de D Agustn de V e d i a y otro seor d i p u tado, por no r e s p o n d e r a l a combinacin a r r e g l a d a por
los situaconistas p a r a l a eleccin de P r e s i d e n t e de l a
Repblica.
(26)
E l P a r t i d " N a c i o n a l llam a u n a reunin donde se
constituyeron C o m i s i o n e s p a i a protestar contra los abusos
d e l poder, q u e c o b a r t a b a a s u s p a r t i d a r i o s los d e r e c h o s
legtimos a c o r d a d o s p o r e l T r a t a d o de P a z de A b r i l de
1872.
(27)
Algunos miembros importantes del Partido Conservador se u n i e r o n a l a situacin, a f i n de h a c e r t r i u n f a r l a
c a n d i d a t u r a de I>. Jos Mara Muoz p a r a P r e s i d e n t e
de l a Repblica.
< 28J E l D r E l l a u r i , electo P r e s i d e n t e d e l S e n a d o , renunci
i n d e c l i n a b l e m e n t e a l a p r i m e r a m a g i s t r a t u r a de l a R e pblica, S i n embargo, debido a l a s instancias
de s u s
amigos, y a l a espontnea..
presin de l o s B a t a l l o n e s
de Lnea, r e u n i d o s en l a p l a z a Constitucin, retir dicho
seor l a r e n u n c i a , aceptando e l alto cargo c o n q u e h a ba sido investido.
[ 289 ]
ANTONIO
(29)
LUSSICH
L a p r e n s a de. l a oposicin hizo neveros cargos a l a fraccin g u b e r n a t i v a por l a eleccin d e l D r E l l a u r i , tachndola de f r a u d u l e n t a .
.30i H a c e alusin a l a reunin de fuerzas de lnea, vase l a
n o t a 28.
(.Tlj E n t r e l o s v a r i o s p e r s o n a j e s que f i g u r a n
L u c i a n o Santo?, es e l nico i m a g i n a r i o .
i)2)
en esta
obra,
E n pocas de lu lia? i n t e s t i n a s , los pobres h i j o s de nuest r a s campaas q u e h u y e n d e l servicio dp l a s a r m a s , son
a p r e h e n d i d o s p o r l a - fuerzas d e l G o b i e r n o , stas los
o b l i g a n i n m e d i a t a m e n t e a i n g r e s a r en los b a t a l l o n e s de
lnea, donde frecuentemente l e s i m p o n e n duros castigos,
m u c h a s v e i c s s i n ms < a u - a que l a de pertenecer e n
ideas a u n bando cunt ario a l q u e se em u e n t r a n p r i sioneros, tenindole- por l a l motivo t a n oprimido, que
por obtener l a c o d i c i a d a l i b e r t a d , a r r i e s g a n , en tantas
ocasiones, u n a v i d a que no Ies pertenece, sumiendo en
l a h o r f a n d a d y e l desamparo a u n hogar q u e fue en
otro tiempo feliz.
1
(ii i E n los c o n s e j o s a l P r e s i d e n t e E l l a u r i , L U ano S a n t o luwj l a intuicin d e l p o r v e n i r , como ver el lector e n
ellos, el c o n s e j e r o fue profeta, pues id d o i t o r E l l a u r i
cay i g n o m i n i o s a m e n t e
antes de t e r m i n a r s u perodo
c o n s t i t u c i o n a l , por h a b e r s e entregado en m a n o s d e l m i l i t a r i s m o , h a c i e n d o u n p a p e l que l a l u s t m i a juzgar u n
da c o n i m p a r c i a l i d a d .
[ 290 ]
C A N T A L I C I O QUIROS
M I T E R I O CASTRO
E N E L C L L B'URUGUAY
T
Al
seto, r
W-shington
don
Bermdez
D I A L O G O E N T R E LOS P A I S A N O S
CANTALICIO QUIROS Y M I T E R I O
TRATANDO
BAILE
D E U N CONCIERTO
QUE TUVO
LUGAR
CASTRO
MUSICAL
I
QUIIOS
Deonde sale gaucho Castro
Dispus de tan larga ausencia?. . .
E n e l pago, su presencia
Ya no haba dejao n i rastro.
CASTRO
Viviendo de brinco en brinco
P o r esos mundos de Dios,
Y aqu me tiene Quirs. . .
QUIROS
] V a y a alargando esos cinco!
CASTRO
La mano quiero apretar
Del v i e j o amigo querido
[ 293]
E N MONTEVIDEO
ANTONIO
LUSSICH
Porque el soplo del olvido
Nunca m i pecho hizo helar.
QUIROS
Y a me larg u n preludeo!
Si el r o l l o suelta del canto,
Hasta puede darle un tanto
A l sorsal con su gorgeo.
Y apese de una vez.
No ande orquetao a lo g r i n g o .
Sino desloma ese pingo
Porque ust pesa p o r diez.
CASTRO
Pero su cuerpo . . es. en b r u t o
Mucho ms pesao que el mo.
Que lo tengo tan vaco
Como el geco de u n cauto.
QUIROS
M i peso es cuao. de ley.
Soy etacn v macsn,
^ a ust su madre lo hizo
Ternerto cuerpo e gey.
CASTRO
Las comparancia'S no pierde
Cuando puede echar u n taco;
Mientras m i zaino, de flaco
Solo compara lo verde.
[294]
CANTAL.ICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
QUIROS
Le sac a l pobre la chicha
Sign lo aplastao que viene;
Sultelo pa que se enhene
Pues si ayuna ms. espicha
CASTRO
M i r e amigo Cantalicio.
Cuando ust ha sido muchacho,
Dicen p o i hi que era amacho,
Y hoy n i sirve p a . . u n servicio.
QUIROS
Pares. no facilite.
Que aunque tenga el pelo blanco,
No me creo nada manco
N i ndespondo pa un quite
CASTRO
Eso s, mas no e=> el de ante
En lo liviano y juerudo.
Que en el trance ms peludo
Como toro era de aguante.
Y ansina es el animal.
Hasta que puede, trabaja.
Mas cuando afloja la caj
Se entume en cualquier b a r r i a l .
Valo junto al palenque,
Y a n i puede con las carchas. . .
[ 295 ]
ANTONIO
LUSSICH
QUIROS
E s
Lo
q u e de
habr
juro
en las
curtido
marchan
rebenque.
CASTRO
Nunca
Y
c o n l
corsario
lo monto de
potrillo,
Porque
el zaino
Siempre
h a sido
doradillo
voluntario.
QUIROS
Lrguelo
Que
hi p o r e s a o r i l l a
est m u y t i e r n i t o
Sino
all,
pa
darle
Tengo u n tendal
Aprese
de
gramilla.
p a las casas,
a sacar por sus
Tamin
pasto,
d e l tirn
Rumbiarmos
Pues
el
abasto
viene
trasas
delgadn.
CASTRO
Siempre
trucha m i
aparcero'...
QUIROS
P o r
Vaya
su mujer,
el golpe
amigaso.
d e Techaso. . .
CASTRO
Pucha
Al
gaucho
vuelo
Nunca
lo
tuito
terutero!
la
agarran
atrapa
sentao.
[296]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
QUIROS
S i a l que ha sido guen soldao
N i un resuello se le escapa.
CASTRO
Como es tan escarbador,
Y a me cal por encima
Que tria floja la p r i m a
Y e l buche como tambor.
QUIROS
A l g o hallaremos por hi
Con que entonar la b a r r i g a ;
Hay pronto un guiso de h o r m i g a
Y hachuras de bacaray.
CASTRO
Es de m i flor la merienda
Pa que u=t le haga u n amago.
Pero antes alumbre u n trago
Que hasta el mondongo me encienda.
QUIROS
L o que es aqu, por chupanza. .
E l garguero no asujete,
Tengo lleno hasta el gollete
Un p o r r n . . . pura esperanza...
CASTRO
Cuando alimenta, su voz
No es de j u r o desabrida,
[ 297 ]
ANTONIO
LUSSICH
Pero en b a r r i g a vacida
Esperar es cosa arroz.
QUIROS
En
Es
Su
De
el cmd'ao del u m b l i g o
ust gaucho afanoso;
vientre ha de ser un poso
l a vacied enemigo
CASTRO
Y a que se toma inters
Por este pobre cristiano.
Vamonos derecho al grano
Y a calentarnos los pis.
QUIROS
Belay v i e j o la cocina:
V a y a empinando este fra&co.
Mientras prepara u n chuirasco
De terneia papa-fina.
Y crrase pa el fogn
Porque la tarde estA fra.
~\ suelte alguna armona
De su fina spii acin.
Que gusto tendi en
Tiemple hermano l a
Que si en sus notas
Saca ms nota=; que
[ 298]
orlo:
guitarra.
la agarra
un m i r l o .
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
CASTRO
Como quiere que me lusca
Si m i canto es muy sencillo;
N o le p i d a 'al candil b r i l l o
N i brasa a la charamusca.
L a voz de un pobre cantor
Nunca d sonido dulce. . .
QUIROS
Dispus que la viola pulce
Brotar algo superior.
CASTRO
Pues laigar sin rodeo
De m i pecho los sonidos,
Entre una fiesta nacidos
De la g r a n Montebideo.
II
CASTRO
Hace dos o ti es semanas
Que en este pago me encuentro,
Habiendo andao por adentro
En el trajn de unas lanas.
Donde perd hasta las g a n a s . . .
De comer, de atnbulao,
Pues le d i plata a un lctrao
Pa arranchar cierto negocio.
Y era una liendre el t a l socio
Que me larg trasquilao.
[299 ]
ANTONIO
Lo
LOIIOC
En
una fonda
a ese
Ande
Junto
al Paso
la
tuve
del
ayuntara.
caa
unin c o n tan guena
Su
a meterme
su
q u s y
En
mesa.
prosa
su gran
vaqua,
Mentando
sencia,
esperencia
cunta
cosa
su marcha
honrosa
tuito lo que emprendi;
tnto m e
engatus
Con el poder
Que
El
mesa,
a rostarme
Ponderando
vecino
traviesa
q u e a l m e
Comens
Molino,
v de
en l a mesma
Viniendo
La
ladino
paisanada.
m i fortuna
Quiso
LUSSICH
mentada
Erente a frente
Lu
aunque
pueblero
Como
Al
uoso
En
medio
poso:
moso
encarnadura!
e r a tl s u
juro
arreglaba
en el
que juera el
al gucho
De
lbia
pegaba.
la cama
tan mala
Pues
Que
de
se m e
cri
boli.
sambulhrme
Nunca
De
me
mancha
cuerpo
Mientras
Pa
de s u l a b i a .
decirlo
dolsura
ms
le habra
a la
abispao,
pegao
matadura.
[ 300 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
QUIROS
Cul hay d'ellos que no se abra
A l compromiso ms fiel?
Largan veneno entre m i e l
Pa engaar con su p a l a b r a ;
A l monte t i r a la cabra,
Y ellos, t i r a n . . . pa el bolsillo.
Porque amigo hay cada pillo
Entre esa gente escrebida,
Que en cuanto ust =e descuida
Lo dejan sin u n cuartillo.
CASTRO
Yo pas pur tal ebento:
A la otra tarde el criollaso
Se me v i n o apuradaso,
Cargao con un ducumento
De ganarnos m i l por ciento
Sin mucho sacrificar.
Pudindole yo aflojar
Algn unto de manteca,
Pa darlo sobre poteoa
De u n chiquero j u n t o a l mar.
Pa ms sea, en galanta
Cierto tinterillo t r u j o ,
Aperao con mucho l u j o
De pura chafalona;
D i j e , que pa m no haba
T a l necesid estremosa,
Porque una persona honrosa
[301
ANTONIO
Basta
sobia
pa rumplii,
gusto
Ah
noms me
na
embestida
Que
de m d
Esta
Su
desrairg
a lo
pesos
lo-- t u v o
lo
en la mano.
de
comenz
gusano.
a \oraciar.
aquella mesmita
acorral
Pa
dir a l pueblo
Por
Pa
mi
de
apero.
pueblero
que anduviera
abiao
Se
qued
aligante.
en u n
entiende, c o n m i
Dende
De
coche
bailar;
desnudar
gucho
u n traje
noche
contra u n
Day m e hizo
el sombrero
istante..
dinero.
a l a huta.
l a s o r t i j a a l rels,
Qued
Y
la rata
el
Me
plata!
pa el queso
Todito
nuevito.
Quirs'
n u lo d i g o e n c h a c o t a
L a s patas
Porqu
Daba
jLo
de
..
q u e es e l c r i s t i a n o
la osamenta
Ya
toro.
en oro
raboni;
tratndose
Como
cosa.
relampagui
Pucha!
En
en cualesquier
chuspa
vi&ta
Cuando
LUSSICH
a l p u n t o l o i b a a hervir
Con
le v i a la sota,
tan
paquetaso
andequiera
gataso...
q u e v a de a y e r a h o y !
[ 302 ]
CANTALICIO QUIROS Y M1TERIO
CASTRO
Pues de desplumao que estoy
Tengo que d o r m i r al raso.
Este es el triste barato
Que yo le debo a esa l a u c h a ;
Lindo me pel la chaucha
Embrollndome en el t r a t o ! . .
Pero, amigo, a ser mgcato
Jams m i pecho se p i i e s t a ;
Con l, goc en una fiesta;
Por l, le cuento esa historia
\ no olvida la m e m o i i a
L o que tan caro nos cuesta!. . .
Dia> salimos en collera
Con rumbos a la riunin.
Ande haba una procesin
De coches en la tranquera;
Cia al batuque en chrrela
E l gento entreverao;
De la puerta apeuscao
Correrse al patio quera
Pero u n nacin le peda
E l dentre a cada embitao.
Viejas, mosas, gordas, flacas,
Ah lucian sus petates;
Letraos, estrngias, manates,
M a m p o i r a s y currutacas.
Como rodeo de vacas
Se dentraban al c o r r a l :
Y haba cada bagual
Con su piscoira del braso.
Que ms de una vez m i laso
C o d i c i . . . pa echarle un p i a l .
[ 303 ]
ANTONIO
LUSSICH
Cuando el momento lleg
De metei el euerpu adentio.
Nos f^ali un moso a l ennientro.
Po el boleto pregunt.
De soslayo mu y
1 "\de a m i compaero
Haciendo sea a l puerteio,
Y qu s \ que le d i j o .
Que del nindn m p i o l i j o
Nos di cancha slamelo.
Y o colej de seguida
A l \er t a l comedimiento.
Que le haba aflojao mguentu
Pa ganaile la p a r t i d a ;
Ans amigaso ee la v i d a !
Por ms que el hombre bien obi
No teniendo unto de cobre
V i v e en el mundo maldito,
Porque no ha) m a v o r delito
Que el andar jedendo pobre.
Dicen eme el t a l chafalote
Corsario es como carancho:
Le dan pur m a l n o m i n e . Sancho
Tiene ojos pido?, bigote.
M u y recagao de cogote
Y con patas de avestruz;
Que es ms ligero que luz
O deen . . . pa los dludores.
Que juyen de us amores
[Como el diablo de la cruz!
De j u r o que al \erme all
Aquel gallego soquete.
r 304]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Habr dicho "este paquete
" N o es c r i o l l o de por aqu
"\ viene a ver si te mete
" D e arriba en el camuat.
"Con solo reconocer
" L a facha de esa lagaa,
"Se saca sin mucha maa
""Ni pretensin de saber,
"Que esa nube debe ser
" D e l cielo de la campaa".
Por eso que de soslayo
Con desprecio me mir.
Pus claro, no se anim
A enderesarme el caballo:
Y dira, "ste es m a l gallo
" P a que lo desplume y o " .
Pero el da que lo encuentre
Cortao. en cualquiei a punto.
Tratai de haccile un denlie
Pa arreglar t a n fiero asunto,
Sin el espinaso a l vientre
En esa ocasin le junto
Si hasta el compinche del trato
Se als de mi compaa;
Quin sabe donde a n d a r a . . .
Tal vez echando iespons=.
Pa engatusar a otios sonso*
Con su labia \ picarda.
N o tiene suelte ninguna
E l gucho de nuestra t i e r i a .
[ 305 ]
ANTONIO
LUSSICH
P m (lernas su suerte es perra,
Como perra es su f o r t u n a ;
Es mrtir dende la cuna
Hasta que el ovo lo encierra.
QUIROS
No se aflija pus cuao:
Ya es cosa v i e j a y resuelta
Que el mundo d mucha guelta,
Y el da menos pensao
Con la dicha se ha topao
Y entonces ya no lo suelta.
Cierta vez cuasi la m u e l l e
Me larga al sol pana a r r i b a ;
\a haba quedao sin saliva
De un tiacn lo ms j u e i t e :
Y el que en tuava yo viva
Lo debo a m i gdena suerte.
Pero sera muy durable
La ielarin de ese cuento.
Y prefiero que ust hable,
Pa que no se corte el tiento
De tan machaao bailable
Que ha olvidao hace u n momento.
CASTRO
Corriente amigo Quirs,
Vaya parando la oreja
Que de m i no tendr q u e j a . . .
[ 306 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITEHIO
CASTRO
QUIROS
Nunca lu permita Dios,!
Siempie hemos de ser los dos
Panal de la mesma abeja.
CASTRO
Pues ya que su pecho brama
Ganoso de este barato,
No puedo yo ser ingrato
Siendo amigo el que me llama,
Y hi v un gajo de la rama
Del rbol de m i relato
III
Dentrando, a l costao derecho
U n cuarto cuajao haba
De ropa v sombrerera:
E l mostrador del despacho,
U n getn m u y vivaracho
A su cargo lo tena.
Los combidaos le entregaban
Lo que era estorbo pal f r i t o .
E n cambio de u n boletito
Pa al dr=e cobrar la prenda,
A f l o j a n d o a l de la tienda
Po el cuidao un regalito.
M i capacho que era blando
L o sambull contra e l seno,
Recelando que a l sereno
[ 307 ]
ANTONIO
LUSSICH
M i mate juera quedar,
Que el bagual que muerde el freno
Es malo de hacer parar.
\ olv a acomodai la barba.
M e ech pa tr=. la melena,
Y con m i r a d a serena
Le tend a l campo u n vistaso,
Por si cia en algn laso
A b r i r m e caucha sin pena.
D i a y sub un escalein
Cosa hermano nunca vista!
Mas cmo' pasar resista
A lulo rne^clao recuerdo ^
Que al querei seguir u pi-ta
En un mcrenjl me pierdo.
Llegu por m a la laya
De m i anhelo, con o r g u l l o .
Viera colarse este g r u l l o !
\nc n i caba una mosca,
Pero dentraba a l barullo
Del cuerpo haciendo una ro^ca.
Y cuasi pierdo el resuello
A l f o r m a r en el montn;
Me dieron t a l rempujn
Que a un g r i n g o cuasi lo estrello
En la puerta de un galpn . .
Pucha d i g o ! qu atropello!
I a l i t i o < o - t i t o me largu
Por librarme de esa gente.
Pues vale ms ser prudente
[ 308 ]
C A N T A U C I O QUIROS Y MITERIO
CASTRO
En algunas ocasiones.
Que con la marca caliente
A n d a i en tabulaciones.
Mas como all de gento
Estaba tuito elleno.
N i una cuai la de teireno
Haba pa retusar.
Solo logr campo gueno
Dispus de muebo sudai
IV
A l igual que como el potro
Que en el campo l o bolea.
Tiembla, bufa, corcoba,
Trastabilla v se abatanad,
Ha=ta que p o r fin se cansa
Y de aplastao ni cocea
Ans al veime entie aquel l u j o
M e qued medio abombao.
Como sonso encandilao
Trompesando a lo boriacho.
Y andaba de lao a lao
L o mesmo que perro guacho
Pa ms pioi calamid.
Con las tantas caminatas
Las botas se me achicaron
Agrandndose las patas,
Y tan despiao me dejaron
Que i b a arrastrndome gatas.
[ 309 ]
ANTONIO
Si
las mesinas
Se
me
chiqusuelas
hinrharon
Viera
hermano!
Senta
eda
Que
Me
Y
Si
hasta
cruja
LUSSICH
del
ardor;
a lo
mejor
calambre
el cuero
de
del
matambre
dolor.
a l c u e t e es q u e el h o m b r e
Cuando
se muestra
Hay
que
Que
al cansarse
Suele
dejarla
enemiga
correr.
de...
venirse de
moler
amiga.
En
ese apuro
Yo
crea v e r l a s e s t r e l l a s ;
Pero
Son
amiga,
Hasta
Al
esas
contar,
borrar
el rastro
de sus
chillar
tarimba
Sobre
querellas
de
hacer
sentir
Una
mis
guellas.
callos
pesqu;
ella m e
Refalndome
acomod
las
botas
p a o r i a r s e l a s colgu
Porque
Ya
machaso
m u y fieras
Vale ms
sudaban
dende
aquellas
gotas.
alturas
Aguaitar
poda
a mi
antojo,
tengo
gen
ojo
No
como
se m e
Ansina
Al
clame
la suerte no le l i g a ;
escapaba
nada;
es que no m e
largarle
esta
encojo
plumada.
[310]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO CASTRO
Estando
Un
Y
en esa tarea
moso
se m e
apari,
slo l a b o c a
Pa
decirme
" Y a
abri
con voz
que descalso
ver pues
Le
retruqu
Sin
s i se
de
meniarme
seguida
Le
el m o
doy
Diay
Y
asiento,
de
supuesto...
Como
desnuda?''
del
Ust es h o m b r e
Por
ruda:
qued,
talento
entre l a s uas,
es d e l
aire a
se quiso
las
cimiento
pesuas.
retobar
cuasi suenan las latas;
Yo
que j u y o
En
campo
a esas
fogatas
de los
puebleros.
Met en las botas
m i s patas,
Llenas
de respiraderos.
Rumbi
Yo
el h o m b r e
segu v i e n d o
Que
L a
lao,
e n l o i n t r i n c a o de l a cuesta
dejamos
Belay
Y a
p a otro
l a fiesta,
hace
de nuevo
un
rato;
el relato
q u e s u atencin m e p r i e s t a .
V
Ni
e n t r e sueos j a m s
Ver
Y
Que
ese m u n d o
ust
No
cuao
le
declaro
d e h a b e r m e e n l
Aunque
estoy
cri
tan raro,
metido,
m e haiga costao
arrepentido.
[311]
caro
ANTONIO
LUSSICH
Entre m i l luces brillantes
Haba un cielo recaman;
Nunca be visto ms p r i m o i e s !
Nunca igual suelo he pisan!
Ni m - sabumrio de flores
En la vida he respirao!
1
All las plantas ms raras
En lindas tasas lucan.
All los pieses se hundan
Sobre flores oloiosa,?.
Y vide all jtntas coj-as!
Que nunca cri susistan.
Juna amante! qu riquesa! . . .
Hgase cargo amigaso
Que todo era puro raso
Dende el techao hasta el suelo.
Si cuando igo hablar del cielo
Creo que aquello era un pedaso!
Y llenos de bordaduras
Cada espejo era un portn;
Y no me apode embustero.
Ni le cause almiracin
Si digo, que en uno. entero
Se retrataba P1 aln
\ qu cuadros! virgen anta
Pegaos contra la par;
Boca abierta me qued
Mirndolos frente a frente!
Pues de p i n t u r a haba gente
Que cri ms viva que ust
1
[312]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
E l sillero y cortinaje
Estaba embolbido en oro,
Y aunque el uateo inoro
Le j u r o sin tutubiar.
Que al ms santo aquel tesoro
Era capaz de tentar.
Y unos asientos tamaos
Que sufs los i llamarse.
Tenan como pa echarse
Espaldar de punta a punta,
^ en ellos poda acostarse
De cuerpo entero una yunta.
Y redondeles de fuego
Ciertos cautos largaban
Que colgaos del techo estaban;
Y tnto su b r i l l o era
Que n i u n chiquito mermaban
A l de u n sol de primavera.
L a soled y las tinieblas
Haban judo de aquel pago,
Pues nunca encuentran halago
E n donde reina la luz,
Ans es que a su solo amago
Diay se hicieron repeluz.
VI
T u i t i t o aquel canchero
Estaba cuajao de mosas,
Lindas, fieras y graciosas,
[313]
ANTONIO
LUSSICH
Pero bien encacharpadas!
Si alguna? parecan rosas
Del tallo ricin cortada*.
E r a un enjambre en mistura
De rubias y de morenas:
Linas sin gracia, otras llenas. . .
Unas gordas v otras flacas.
Y una punta de casacas
Como pa alivio de penas
Muchsimo me ahnir
V e r en sus cantores trajes
Unas nubes de colgaje*
De distintos pareceres;
Si esa noche, las mujeres
Trin tuitos sus herrajes!
Cabesa, brasos y oiejas
Eran puros ilumbrones;
Tamin los ricos cinchones
Que estrean sus L i n t u r a s ;
!Pucha! daba comesones
M i r a r tan lindas figuras!
Si le hablo de sus vestidos
V a de j u r o a hacer cabriolas,
Y crea, no son mamolas
Pues yo a l verlas me almir,
E r a n t a n largas sus colas
Como de aqu a la par.
Y a l contrario de adelante
Estaban raboneaditos,
Pa que sus pieses bonitos
[314
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO CASTRO
Se
pudiesen
algunos
Al
cuerpo
Hgase
Vi
Que
Si
cargo
del
redondiao
cimbrar.
resto:
y cda
braso
gordaso
hasta el tino
hacan
perder,
e r a n tuita a l b a r i e r
Como
Yo
pa
cerrarles
laso!
m e l a m b a a l mirar
Medio
Sus
entre
blancos
En
cribo
Dichoso
No
fornidos
latir.
e l que e n tales
tranquilo
hay
Que
escondidos,
pechos
u n costante
Pueda
chiquitos
lo hacan
cada hombro
Tan
El
almirar,
de tan
nidos
vivir!
guitarra
ni
cantor
acierte a d a r c o n s u
justo
tal jardn
Solo
Dios
Puede
acento
merecimiento
de
primles;
con su
talento
c a n t a r a esas
flores.
VII
Colaos
entre las
Llenos
de
Andaban
los
e r a n e n lo
Como
>
afanes,
gavilanes
Desentumiendo
Y
palomas
apuros
la
geta,
charlatanes
ust p a l a l i m e t a .
315]
ANTONIO
LUSSICH
QUIROS
Ya me larg un chaguaraso
Pa no perder Ja co&tumbre'. . .
Que hombre haba que no se alumbie
E n la escurd de la vida,
P o r que la santa bebida
Mata cualquier pesadumbre
CASTRO
Largue al diantre us retruques
Y pneste mucha atencin,
"V ust a oir la rlacin
De su trafalario apero,
Comenando po el sombiero,
Rematando en el taln.
M e d i o arisquiando, entre ellos
Campo adentio me col,
Y este cuerpo acuqum
Contra un rincn de aquel celo.
A n d e haba entrao con recelo
Y pronto me aquerenci.
Pero a l creerme ya en la gloria
T a l retumbaso sent
Que por cuasi me tend;
Y la causa de ee pango
E l f a r o l ju de u n chimango
Que estaba en frente de m.
E r a un redondel lustroso,
M u y renegrido y muy chato,
Como de puro aparato
[316]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Se daba viento con l. . .
Quin d n i a que aquel pastel
Adentro encerraba gato!
Le hiso alguna brujera!
Pues sm dar la voz de asomo
Hinch aquella plasta el lomo
Pegando tamao salto,
|Y ah noms in sabei cmo
Se cambi en sombrero alto!
Cuasi reviento de risa
A l m i r a r l e las chaquetas
Que e=os plumarios sotretas
All triban pa lucir,
L..s que tenan, sm mentir
Ms colas que tijeretas.
Por el fente, hasta el umbbgo
A ms t n a r llegaran.
\ del cuadril les salan
Tapando el anca \ bien juntas,
Dos anchas y laigas puntas
Que coleras parecan.
E l chaleco m u y abierto,
Arquetao en las o r i l l a s .
Pantaln ancho en los fondos
Y estrecho en las pantorrillas,
Pa hac.^r resaltar, orondos,
Su teruteras canillas
E l botn bien cbaroliao,
Las camisas estiradas
Y corbatitas blanquiadas.
[ 317 ]
ANTONIO
LUSSICH
Manos sujetas en guantes.
Y unos cuellones tirantes
Pegaos contra las quijadas.
Si le hablara de sus prendas
Sera nunca acabar:
Paremos pues de contar
Y maana tempranito
Seguir pegando a l f r i t o
Que tanto me dio que hablar.
QUIROS
Su lengua ha de estar m u y seca
Vuelva a empinar el porrn;
Nunca es larga relasin
La de una historia que enllena,
Y es la suya ms que guena
Porque encanta el corasn.
CASTRO
Le doy las gracias Quirs
Por tan d'ehcan cumplido.
\ aunque el canto pobre ha sido
Tngalo por verdadero:
Es u n abrojo nacido
Entre aquel jardn pueblero.
VIII
Ya muy dentrada la noche
E l fandango principi;
Diay una r u b i a sali
[318]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO CASTRO
Apadrinndola u n v i e j o ,
^ en u n sitio se par
Dando espaldas al espejo
i Si eia la nia un p i m p o l l o '
Tan humilde y sencillita,
Como graciosa y bonita
Diaonde quiera l a m i r a r a ,
Porque de cuerpo y de cara
Era lo ms p a r e j i t a .
De una gran impientura
Dicen que el padre es e l dueo.
Criollo que pa u n empeo
Nunca ha fruncido el hocico. . .
No tocndole el bolsico
Que es de difcil ordeo.
Pus como le iba contando
La r u b i a en aquel momento
Se alleg a cierto istiumento
^ lo clmense a tanliar.
Hasta que le hiso largar
E l ms primoroso acento.
Tendido de boca arriba
U n palomar pareca;
\ en cada aujero tena
L i n d a copa de cristal.
Que daba ms armona
Que el canto de un cardinal.
Le j u r o , del inlusEismo
Se hinch hasta mi ltima vena.
A l m i r a r l a t a n serena
319 1
ANTONIO
LUSSICH
Arrancndole sonidos
Que parecan los quejidos
De u n alma que vive en pena.
Y ella muy suelta de cuerpo
A su a r b i t r i o se f l o r i a b a ;
Juna amante! si asombraba
V e r que sus ligeros dedos,
De un lao al otro, sin miedos
Con prontit los cambiaba.
Cuando acab de tocar
H u b o de manos t a l r u i d o
Que yo me qued a t u r d i d o ;
Y ella llena de sonrojos
A l suelo baj los ojos
P o r e l t r i u n f o conseguido.
Luego otra ninfa lleg
Dando la mano a u n letrao.
H o m b i e niuv espabilao
i d e c i r . . . pa cualquier farra.
Pues nunca hay junrin bisarra
Que l no sea el encargao.
Como t o i o era m o r r u d o ,
Enlrepelao de color;
Dicen que es r e m a t a d o r . . .
De meriendas, porsupuesto:
! Si en buche, d luz y resto
A l and ms tragador'
Siguiendo pues m i relato:
La mosa se ju a sentar
Frente a una laya de altar
f 320 1
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
De elumbianle negrura,
Que hasta tena bordadura
En el mesmo respaldai!
^ estaba anchamente abierta
Media tapa delantera.
Formando muy blanca hilera
De u n teclao fino y parejo,
Que lustroso como espejo
Aguardaba a la pueblera.
Ans ju: la deid aquella
Una pregunta le biso,
Y l que estaba sobre aviso,
A l sentir sus tiernas manos
|Lc respondi lien ^inm^i
Con relinchos =ol_Krano>>!
Y se le uiquetu de f i n m
Comensand' el p i e l u d e n ,
Pero al llegar al p u n t e o ' .
La calandna ms cantoia
X n lo iguala en el goigeo
Cuando f i l u d a a a a u r o i j
P u c h a ' uvera cada ola!
Si daba calor aquello!
Yo aguantaba hasta el esuello
Poi no perder n i un sonido,
Y aunque tocasen degello
All me habra sostenido.
t
Y hi supe por u n ladiao,
Que esa pueblera donosa.
Vena a ser de la otra mosa
[321
ANTONIO
LUSSICH
Mu> allegada palenla;
Que en el piano tena menta
De tocadora famosa
Cuando la ltima queja
Qued de pronto apagada,
Como descarga cerrada
L'n palmoteo son,
Y ella toda colorada
Pa su asiento se volvi.
D i a y se vino o t i a miucharha
Que pegaba su gataso
d i n un apero a m a r h a s n ,
Viera que aire etrechero'. . .
La tria u n nacin del luaso
Con facha de terutero.
Junto a l piano la solt.
"\ delante a e-c isirumento
E l brbaro tom asiento
Comentndolo a tentar;
Y ella, por el movimiento
t ulej que iba a rantar.
No anduve errao: abii un l i b r o
1 al ir del piano el rasquo.
Larg u n divino floreo
De su boca color g u i n d a ;
Sin de^aieiar. no t r e n
Habei odo voz ms I n u l a
1
J " T que camino- tan distinto ?'
Aura eia alegic su r a n L n
Di-pue llenn de q u c b i a n l o ;
1
[ 322 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Ya redamando ternura.
Ya cubieito de a m a r g u r a ;
Mas siempre cuajao de encanto
Y o le asiguro Quirs
Que me qued disvariando:
Loe ido-- tena sumhando
A l mucho tiempo dispus.
S i hasta =o alguna ves
Que estaha a m i lao cantando'
(
M m u i h Tltimo acento
De tan Incida cancin.
Pn veid. tuitu el galpn
Cri que se v m i e i a ahajo.
, S i ca aplaudn al d c - l a j u
Con las manns y <-l taln!
Enseguida les t i u j e m n
Linos ramo-, macumbeses
Sustenidos en ti es pieses.
De j u r o s-c lo- m a n d a i o n
Los eme hacan all de jueces.
Poi lo bien que se portaron
QUIROS
Serian esas canriones
En criollo verdadero? . .
CASTRO
Se equivoca compaero!
T u i t o lo que all han cantan,
Tu en un aidmia estrangero
De lo ms airehesjo
[ 323 1
ANTONIO
LUSSICH
Y o p r o c u i a b j entenderlo
Haciendo j u e i s a de oreja.
Pero era fiera madeja
Pa poder desenredar:
Y a l igual que comadreja
Solo t i at de aguaitar.
I X
Toc la gueUa a u n nacin
Con facha de apohtano;
Traa un violn en la mano
Lustroso y Lien templato,
Pa enlar prontn A primer gnLo
Que le diera el vetciano.
Nunca cii que tal b o t i j a
Con cuerpo y caa de pucho
Habiera sido tan lucho
En manejar el w o l n . .
Pero amigo, pa el serrucho
Era un rayo eee flauchn!
V i e n e aqu bien el rcfln:
Que u n matungo ..in prc^ensia,
^uele a veces sur ms d i c - h o
Que u n pingo de resolbensia.
Ans aquel, ca gran maestro
Bajo su triste aparensia.
j T o c y toc de lo l i n d o '
Si hasta el aire pareca
Que a escucharlo se tenda;
0 que algn ngel del cielo
A la tierra bajara
Pa alumbrarlo con su anhelo.
[321]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Day se alleg a las carreras
U n tinterillo panson,
Echao pa atrs, retacn.
Con tamaaso cogote.
De melena v de bigote.
Y en ancas muy compadrn
En cuanto pis la raya
Ju preparando su r o l l o ,
Y al p a r t i r , ya mostr el pollo
Tener pas afiladas;
Ah terne cumpa ese c r i o l l o
Daban hipo sus f l o i i a d a s !
1
Por irlo mejor, las jentes
Asujotaron los frenos;
Creal no era pa menos!
l a m-. me costa cuao
Que era el t a l cantor, menlao
Como geno entre los guenos.
Dentro luego una morocha
Comensndose a q u e b r a r ;
Y o le vide centellear
Sus ojasos color tinta,
Y que era muy rigular
Se conoca p o r la pinta.
Siempre poca m i palabra
Ser, pa que yo la alabe;
Si hasta creo que n i e l ave
De ms templada garganta.
La aventaja cuando canta
A su voz t a n dulce y suave.
t 325 1
ANTONIO
LUSSICH
H u b o una larga parada.
Que asign vo lo malicio.
Ju pa despuntar el vicio
Y echar algunas humadas,
Mientras las hembras, sentadas,
Prosiaban y hacan bullicio.
M a s tamin pa ellas lleg
LT momento del rescate;
V i a ust a tanto manate
A b i n rancha a duras penas.
Llevndoles tasas llenas
De un t r a i t i b o chucolate.
Quise del gusto dar f:
\ aunque medio crnbaretao
De estar tanto acuquinao,
Las tabas desentum;
Me desperse y sal
Con rumbos a otro coslao.
1
B i e n iga el haber salido!
S i a l creerme ya en la cocina
T a d.n cvna una cortina
T a - , la cual \ ich a una mosa
Sentada . . en no s qu cosa
De m-ica
. muy divina.
Ju pucha la clima al veimc
Peg una espantada ti
Que cii que le diera el m a l :
N o era pa menos el b a n o !
Si al destaparle, hasta el tarro
Laig <h 1 su*-to el r u r d i a l .
1
[ 326 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
J m e n d o de t a l sahumrio
Pa utro lao me abalans;
Pero hi noms refal
A l meter m i cuerpo adentro,
Y del tobillo al encuentro
T u i t i t o me raju.
Y maldiciendo mi suerte
Por andar tan en l a mala.
Sumbando entr como bala
Pa el rintn diadonde al.
Diay \ i a tuito el camuat
Que c p apiaba en la sala
A poco rato noms.
Se larg garifo y ciudo
l n petiso bigotudo
De meln medio aluiubiao,
Pero m u y bien enfacbao
Con trasas de copetudo.
\ ya abri su boquern
Corno un horno de tamao.
Viia ust e l i o u i a r e l cao
De aquel getn tan rebusto!
Que al m i r a r l o me haca dao
Y escucharlo daba gusto.
Tena el brbaro una voz .
Igual a la de un sereno
Que en el pueblo sola o r :
,Si era aquello romo un trueno
j Pero deba ser muv gueno
Pues lo hicieron epetir!
1
[ 327 ]
ANTONIO
LUSSICH
Otras hembras y varones
Lucieron all su hechiso,
Y al decir y estuho el guiso!
A q u e l gran cajeillaje
Sac del medio el sillaie
Y pa el baile cancha hiso.
X
Lo mesmo que un caonaso
De pronto all retumb
Que el cotorro alborot;
Si ju como disparada
De tropa que est encerrada
Y dntre la noche se als.
Y y enrahao* cabresteando
T r o n a r o n distintos sones
De caas y guitarrones.
Y otros muchos istrumentos.
Que hasta rayaban los vientos
Con sus lindas tonaciones.
Estaban los musiqueros
Entre un cerco acorralaos,
Del gento separaos;
Teniendo al frente en hilera
Largas mesas de madera
Con sus libros preparaos,
Bien aiga! cmo seguan
Tan lindamente el comps
Que marcaba u n capats
f 328 1
CANTALICTO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Con su caita en la mano,
Que cortes de punta y plano
D a b a . . . al aire, en un sas-trs.
Entre ellos haba u n jastial
De cachetes refnrnidos,
Que daba tales soplidos
Como pa degaitarse;
j Si en uno de esos bufidos
Cri que juera a reventarse'
Y otros cuantos mariquitas
De fachas lo ms uraa^.
Con unas flautas de caas
Se floriaban compadrones.
Queriendo hacerle los liones
Con figuritas de ai aas.
XI
Y diay ompieion el fuego
Unos caras m a l l a m b i d a s ;
Personas m u y conocidas.
En alguna banca a l f i a o !
Que andaban de lao a lao
Rastriando a sus consentidas.
Talvez muchos de eso quiebras
Que all sacudan las latas,
Andaian. . . como ratas:
Apuesto a que del b o b i l l o
Colgndolos de las patas,
No les cia n i u n cuartillo
r 329 1
ANTONIO
LUSSICH
A l crer que dian a bailar
Me llev tamao chasco. .
Alcance cuao el frasco
Que voy dentrando en calor. .
QUIROS
Belav, cpelo sin asco
Que es u n guindau superior
CASTRO
Hasta verte v i d a m a ! . .
Si en m i s brasos la t u v i e r a '
QUIROS
-Destape pues la hechcela
Que lo tiene tan blandito . .
De j u r o alguna puebleia
Lo ha pialao en aquel f r i t o .
CASTRO
Me di ust en la matadura
..
QUlROb
- - C u n d o diantre he sido ledo
CASTRO
lis verd. cuasi me pierdo
Pdstoriando a una deid
Que dende esa noclie e-t
Ayuntada a m i i c r u e i d o .
h
f 330 1
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
QUIROS
^Quin es la favoiecida
Pa ofertaile una coi u n a ? . . .
CASTRO
Ju una criolla r o m a d i o n a
Hasta en el modo e pisar. . .
QUIROS
Qu cuero pa una carona
Con ella pudiera a r m a r !
t
CASTRO
Pa cuero no hav como el U ) o
Que est p u n ipie c h i r h a i r o n
Y iga pues la ulasin
De aquella t i a i d o r a clima.
Que me laig con la espina
Clavada en el curasti.
C
Con el fuego de sus oos
Ms grandes que patacones.
Me encendi hasta los rones,
Y a quin no lo habran ardido''
|Si paiecan dos tisones
De andubay bien p r e n d i d o
1
Cuino el f o r r o de este poncho
Tena labios coloiaos.
i unos cachetes rosaos
[ 331 ]
ANTONIO
LUSSICH
A cual ms gordo v masiso.
I g u a l en los redondiaos
A I anca de ese petiso.
N i canilla de bagual
Aventajaba en blancuia
A la de aquella hermosura;
Ni el sauce que cimbra el viento
Tiene mej'or movimiento
Que su graciosa c i n t u r a !
Y o por slo una esperansa
De aquella m u j e r querida.
H u b i e r a dao media v i d a ;
Felis la pulga, que al menos
P o r su sangre sostenida,
Vive y muere entre sus senos.
Si era esa criolla ms rica
Mirndola po anda q u i e i a .
Que costillar de ternera
Para un pobie muerto de h a n i b i e ,
A\. hermano' quin pudiera
Meterle diente a ese fiambre.
QUIROS
Dejes de tanta prosa
\ vaya derecho al g r a n o . . .
Pucha con el cristiano
Cuando el amor lo calienta!
Del chaparrn ms liviano
Suele hacer una tormenta.
[ 332 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO CASTRO
CASTRO
No
tuvo
Ni
siquiera el
Se
volvi
Cada
Pa
aquello
puro
menudiar
paseo
lengeteo
a pico,
a la oreja.
quedran h a c e r
Sus
delicadas
Mientras
al
cual era ms
De
Y
un moso
patas
achinalo
medias
Con
po
las
esos
cambada^
Asign
quijadas.
salones
riendas
Sacudiendo
lambetas
chichn.
m u y charcn de
Corra
getas
botn.
Porque de aquellos
Solo
sudar
masetas;
que sus largas
Chichoniaban
A
baile
cual con su pareja,
Pico
No
de
preludo;
aflojadas,
los
garrones.
aviiigu
Pastoriaba
una
Que
le conoci
Que
triba
ricacha,
en la hilacha
mala
intensin.
P u e s larg a e s a c u c a r a c h a
Como
Al
udo
De
Y
balde
se
redita,
se l e a p a r i a b a
a l cuete
Ella
Al
a t r a p o , en u n rincn.
la
enamoraba;
en \ez de ternura,
infels
Pior
lo
trataba
que si juera basura.
[ 333 ]
ANTONIO
LUSSICH
Ansna es siempre el amor
Cuando no hay correspondencia
Solo puede la pasensia
Calmar sus fieros rigores,
Porque n i la mesma ausenta
Sabe templar sus ardores.
Pueda ser que aquella ingrata
Que hoy lo tiene a m a l traer,
Llegue un da a comprender
L o que ha sufrido ese c r i o l l o
Y al f i n , le d por querer.
(Sambullirlo entre algn o y !
A l udo el musiqueio
Redoblaba las sonatas,
Pero qu! a esos papanatas
En el baile chapetones.
Se le empacaban las p a l a s
0 eran flojos de tendones.
Y o me riba compaero
Sin poderlo remediar.
Vindolos aparentar
Dndose aires de muy luchos,
Siendo solo unos matuchos
Que n i sirven. . . pa puntiar.
Ande no se muestran lerdos
Es cuando siguen la pista
Campiando alguna conquista
De rones bien forraos.
Pa so s! los condenaos
Nunca son cortos de vista.
[ 334 ]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Y de tan escarbadores
Parecen mueitos de a n t o j o ;
Se pegan como el abrojo
Siendo gea la paiada,
, Poique pa sacai tajada
Saben lindo echar el o j o ! . . .
Siguiendo pues m i relato:
A l ver tanta endifrenla
Se me escap la pasensia;
Si esa gente es pura l a b i a '
Crame, que de la r a b i a
A n d a b a . . . como la ausensia.
En vez, el estraugeiage
Sin andarse con luieo.
Le prenda a l macaneo
Sin mesquinarle canillas.
Llevando en el pataleo
Por delante hasta las sillas.
Me gustan esos naciones
Que sm meniar la sin guesos.
Le pegan {irme a los quesos
Hacindole a l techo seas.
Porque andan como cigeas
Estirando los peseuesos.
En desentumir la geta
No piel den tiempo a l botn
Slo dn cnrabcrsasin
Y es lo que ms les e n c a n t a . . .
A l gollete del porrn
Sin p i j o t i a r l e garganta.
f 335 ]
ANTONIO
Y u
que
j i r c u m o
Taniin
Y
dentr
derecho
Que
dende
La
al
En
ese istante!
lucero
sumbando:
estoy
poi
caballero".
la vida
una
bicoca;
h a s t a cri q u e p o r l a
Me
saltara
]\
nublada,
Sent
En
el
inquieta
Sal
me
"Me
Por
De
duele
cuasi
la
rata,
otra
la
deshago
pata'*.
el
que
el pelo
china,
endina:
mucho
tan caliente
hasta
ingrata,
como
a embitar
retruc
Inca
calmao
de la
de a l l . . .
\ endo
rasn!
m i hube
proceder
boca
corasn;
m i clara
cuanto
Del
Si
listo
entrevero,
larg
baile
de
h o y le v i n e h a b l a n d o
que me
Vendo
LUSSICH
al
" E n
Si
baile
estaba;
me
sudaba. . .
QUIROS
Son
Y
los golpes
a l cristiano
Le
hace
Siguro
Le
Que
de
d a r gelta
que
sacaron
ust n o
la
q u e le
las
la
sueite,
acierte
taba.
puebleras
por la
falla
era de su laya;
[ 336 ]
, .
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Y al v e r l o medio despiao
Habrn dicho "este ladiao
No pasa de un gran m o r r a l l a " .
CASTRO
V i que p o r caria de ms
Me m i r a b a n en l a cancha,
Pero amigo, hice pata-ancha.
Y d i j e " s i he de v i v i r ,
Antes que llegue a m o r i r
Tomar gea revancha".
Y en menos que canta un gallo
F a clavar derecho el pico
Contra una cara de cuco
Que estaba sobre un sufs.
Lo ms echada pa atrs
Bailando . . con su abanico
Ju pucha! se le abri e l cielo
A l ver que me le aparraba,
Tamin la ineliz estaba
Dentro de aquella riunin.
Ms clavada que mojn
Porque naidea la sacaba.
Le gan el lao de las casas,
Y la pobre me ech u n tiento
Ofertndome el asiento;
Pero al dirme a acomodar
Larg t a l j e d o r su aliento
Que tuve que disparar.
[ 337 ]
ANTONIO
LUSSICH
Si pareca hecho adrede
Ta clavarme en la estacada;
Y a con Taima sobajiada
Por desengao tan r u d u .
Volv pa m i arrinconada
Corrido como peludo.
A l jur de aquella tarasca
Form en dos i l l a s la gente,
\ ahniaos de frente a frente
Se pusieron en batalla,
Pa ver cual era el valiente
Que mejor cia a la laya.
Diay v i n o un desbarajuste
De topadas y meneos.
Sacudidas, sapateos.
Saludos \ morisqueta",
Remilgues, partes, p i i netas
Atajes v culebreos.
All estaban, las ferambras
Mesturadas con pimpollos
Callos viejos entre pollos.
Milicos \ cajetillas,
En f i n son puros embi olios
Las tan mentadas cuadrillas.
Entre aquel tendal de estrellas
Que alumbraban el saln.
Caus grande almira*-n
Cierta orintala de ley,
Que aunque de cuerpo de guey
Tena blando el corasn.
f 338 ]
CANTALICTO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Le galopiaba al costao
U n gucho de facha r a r a ;
M u y largo y fiero de caa,
l a m p i o , pelo encrespao.
Pa ms seas tan delgao
Como caa de tacuara.
Redepente par e l baile.
El clarn tor a merienda;
\ y sali como hacienda
La gene, de aquel corral.
Largndose a la tras-tienda
Pa echarse al buche un cordial
Xll
Cralo amigo Quirs
Que a tiempo ju la llamada
Pa tan fina combidada;
Tena rialmente u n hambre
Que tragao habra un matambre
De una sola bocanada.
Calculo que los dems
E l buche lo triban seco.
Y en asigurar no peco
Que haba entre-pilos ms de uno
Que iba all
a lleiiai el guetn
iQuin sabe de riuntu a\uno'
Diay, a la gala p a n d a
Adelant basla un sagun.
Y al igual que gaviln
Me le prend f i c i o a un gringo
[ 339 ]
ANTONIO
LUSSICH
Hasta sentar justo el pingo
En la raya de m i afn.
Si el baile era de l o l i n d o ,
La msica de m i f l o r
Y el canto r e s u p e r i o r . . .
Qu le dir compaero
De aquel paraso hechicero
Que se llama comedor?
Entre ramos soberanos
Cuajaos de olorosas flores
De tuita laya y colores;
Jarrones, copas y juentes
Con adornos diferentes
Y otro mundo de p r i m o r e s ,
De meriendas m u y cuajada
Haba tremenda mesa
De estrordinana limpiesa:
Creo que el gucho ms templao
All quedra abombao
A l m i r a n d o tal grandesa.
Y era tanta la c o m i d a !
Que a l pensarlo me rdito,
Y se me abre el apetito;
Sera nunca acabar
Si comensra a charlar
De aquel manantial bendito
[ 340 ]
CANTALICIO QUIROS V MITERIO CASTRO
Bebida?
[haba ms q u e
Viera
cuao
Como
pa
Si
tuve
De
Mirar
me
abian.
saltaba
atropell
a u n viejo
tl
retaguardia
libre
abrir paso
dej
a la justicia.
c o n el garguero
Al
dntre m e
acomodo
busqu
templar
De
m i estmago
u n poco
no quedarme
Pero
En
Cuando
De
de
api.
la
suerte
reculaba;
y a t a n crido
estaba
atarascar la barriga,
Se me
Ni
me
el fro
vaco
esa noche!
todo
pronto
prepar,
Pa
Y
caricia
qued.
Y a
Un
por l a codicia,
campo
Pa
hundan;
agrandaba.
a l cerco
hice
churrasco.
queran
se m e
se m e
Encegao
montn
narices se me
Que
asco!...
mareaba:
saltar
el corasn
Le
al
aquello
geta
sin
hicieran
las sienes
Las
me
ojos
La
Y
esgolletar
atropellar
Mis
peste!
frasco
l a tentasin
Aunque
cda
di
haba
gelta l a
sitio
pa
taba...
una
[341]
hormiga!
ANTONIO
I>
LUSSICH
Es que el primer escuadrn
Se apoder por solprc'sa
e la codiciada mesa.
Lo formaban lo* casorios.
Muchachas y v e j a t o r i o s
Que embuchaban sin peresa.
j Pucha' y largaban de firme
A las presa. - ms sabrosas,
Por igual viejas v mosas
Plumarios y t i n t e n l l n s ;
CULI
m i l acias afanosas
Tragaban a d<>> cairillns,
1
V una cainada de musuv
De aperos m u y paquetones
Eran los que hacan de piones
Pa trir y llevar los platos,
Y destapai los p o r r o n e s . . .
Cobrndoles el barato.
Conoc que esos linternatEntendan el oficio,
Pues entre aquel e=;trupcio.
Eran listos por dems.
Sin nunca quedarse atrs
Pa cumplir su gupn servicio
Les tnmr' mucho cario
Poi su modo y agasajo.
Me d i con unu al de-tajo.
E l cual me s i m de mucho .
Sm l. t a l \ e nada embucho
Entre tnto malandrajo.
L
342]
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO CASTRO
retaguardia
Los
Y
los ms
Cuando
Con
paraos;
desimulaos
a las hembras
Tambin
quedaban
cajetillas,
sus hornos
tremebundos
entre
Con
bien
comestible
Mientras
Como
Que
Y
yo
se
bocas!
madre
que me iba a
Con
las ganas
ver
Que
Po
el m o d o
Los
De
Si
Solo
Su
Por
delicaos
puertas
aquella
esos
tragones
c m i a i roes
de v o i a c i a r .
remilgues
Quedaron
ajuera
riunin
finos
a los frascos
atencin
pueblera;
pelagatos
tenan
platos
entera.
f i n se j u e r o n a l diantre
Hartos de fiambre
Yo
ma!
quedar
de m a s c a r .
aquellos
parecan
ansioso
abalansa.
Cri
Al
pansa
chupansa;
goloso
la v a r a
qu
chacota.
la
esperaba
terneio
bocaos.
jarana y
Entonaban
servan.
henchan
diay
Contra
me
col
bebida.
enseguida
u n a silla, que a l frente
Tena
cada
Como
p a d a r gusto a l diente.
comida!
[ 343 ]
ANTONIO
Ans
calm
Que
tanta
Ms
pegao
la
LUSSICH
ansied
angustia
que
me
Mi
cuerpo
E n
el sitio
q u e tnto m e
clavao
que
qued
agarr
cost!
Lo
mesmto
Al
s a c a r l e ust h o y e l
Se
agach
que su
como
a m
Sin
el
mermarle
En
merienda
Se
entiende,
Pa
templar
bin m i
y a medio
bid
me
rean y m e
estaba
entre
cristo
Pero
siempre
Cuando
Y
hi
Cargu
en
costao
sealaban,
cnjaulao.
dos
entre
piscoiras
judos;
tengo
se presenta
ms
chiche
miraban,
a macaco
Como
fina
apetito.
hartao,
a mi
algunos
Como
frito.
chiquito
chupandina,
del todo
Se
gasto
de l a ms
Que
al
ni un
Estando
Ricin
gueno
preludeo
a pegarle
cuasi
pasto;
pa hacer
sin ms
Comens
freno
aj'eno
se m e b i s o
Aquel campo
Y
pingo
hijo
voraciar entie
Ans
di:
saguaip
listo
abos
el caso,
que
c o n tutos m i s
[ 344 ]
bolaso
bros.
CANTALICIO QUIROS Y MITERIO
CASTRO
Y o malicie que las criollas
M e guiaban de soslayo,
Y d i j e : " s i me les callo
V o y a salir como. . . cuete:
Pa no servir de juguete
A h i no ms les cant el fallo
En l o m e j o r de m i prosa
Soltaron la c a r c a j a d a . . .
Y ju p o r menos de n a d a . . .
U n regeldo, que m i pecho
De tan Heno y satisfecho
Le di fcil escapada.
Diay se alborot el cotorro*
La b r o m a fu general,
Y me vide medio m a l
Pues gritaban esos brutos:
" Q u e salga el de los e r u t o s ! . . .
Vayas gucho a n i m a l ! "
Medio apretao p o r t a l carga,
Maliciando un fiero t u m b o
De resultas de algn chumbo,
Gan la puerta de u n b r i n c o ,
Y hi no ms me puse a r u m b o
Como tres y dos son cinco.
Habiera hecho pata ancha
Pero afigrese c m o ,
Sin embenao y sin plomo?
Tom como gen partido
Salir de a l l . . . aunque corrido.
Por salvar m i pobre lomo.
[ 345 ]
ANTONIO
LUSSICH
A I d i i m e ya se acababa
T a n delicioso pandero.
Donde cuasi pierdo el cuero
Y los morlacos dej,
Pero a l debo el darle f
De un gran festival pueblero
FIN
[ 346 ]