INDICE
I.1
I.2
I.3
I.4
II
III
III.1
III.2
III.3
IV
V
VI
VI.1
VI.2
VI.3
VI.4
VI.5
VI.6
VI.7
VII
VII.1
VII.2
VII.3
VII.4
VII.5
VII.6
A.I
[Link]
[Link]
[Link]
A.V
INDICE
PRODUTO
SISTEMA DE UNIO
CR
APLICAO
PRODUO
ESPECIFICAES DO PRODUTO
PROPRIEDADES DO MATERIAL
DIMENSES DA TUBAGENS
RESISTNCIA QUMICA
CONTROLO DA QUALIDADE
VANTAGENS DAS TUBAGENS AMBIDUR
DIMENSIONAMENTO DAS CONDUTAS
DETERMINAO DE CARGAS ESTTICAS
DETERMINAO DAS CARGAS DE TRFEGO
CLCULO DA RIGIDEZ ANELAR DO TUBO
DETERMINAO DAS CONDIES DE ENCHIMENTO
CLCULO DA DEFORMAO VERTICAL
EXEMPLOS DE CLCULO
PERDAS DE CARGA
UTILIZAO E INSTALAO
INSTALAO DE TUBAGENS ENTERRADAS
ACESSRIOS
MONTAGEM - RECOMENDAES
UNIO A OUTRO TIPO DE TUBAGENS
LIGAO A CAIXAS DE VISITA
UTILIZAO DE TUBAGENS AMBIDUR EM RELINING
ANEXOS
BACOS - PERDAS DE CARGA
TABELAS - PERDAS DE CARGA
TERMINOLOGIA E UNIDADES DE MEDIDA UTILIZADAS
ACESSRIOS
ELEMENTOS DE CONSULTA
I.1
I.2
I.3
I.4
II
III
III.1
III.2
III.3
IV
V
VI
VI.1
VI.2
VI.3
VI.4
VI.5
VI.6
VI.7
VII
VII.1
VII.2
VII.3
VII.4
VII.5
VII.6
A.I
[Link]
[Link]
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A.V
PRODUCTO
SISTEMA DE UNIN
COLOR
APLICACIN
PRODUCCIN
ESPECIFICACIONES DEL PRODUCTO
PROPIEDADES DEL MATERIAL
DIMENSIONES DE LAS TUBERAS
RESISTENCIA QUMICA
CONTROL DE CALIDAD
VENTAJAS DE LAS TUBERAS AMBIDUR
DIMENSIONAMENTO DE LAS CONDUCCIONES
DETERMINACIN DE CARGAS ESTTICAS
DETERMINACIN DE LAS CARGAS DE TRFICO
CLCULO DE LA RIGIDEZ ANULAR DEL TUBO
DETERMINACIN DE LAS CONDICIONES DE RELLENO
CLCULO DE LA DEFORMACIN VERTICAL
EJEMPLO DE CLCULO
PRDIDAS DE CARGA
UTILIZACIN E INSTALACIN
INSTALACIN DE TUBERAS ENTERRADAS
ACCESORIOS
MONTAGEM - RECOMENDACIONES
UNIN A OTROS TIPOS DE TUBERA
LIGACIN A CAJAS DE INSPECTION
UTILIZACIN DE TUBERAS AMBIDUR EN RELINING
ANEXOS
BACOS - PRDIDAS DE CARGA
TABLAS DE PRDIDAS DE CARGA
TERMINOLOGA Y UNIDADES DE MEDIDA UTILIZADAS
ACCESORIOS
ELEMENTOS DE CONSULTA
I.1
PRODUTO
PRODUCTO
Os tubos AMBIDUR so fabricados em Polipropileno e
apresentam uma dupla parede, corrugada externamente e lisa no
seu interior, permitindo oferecer um vasto conjunto de vantagens
tcnicas e econmicas.
Los tubos AMBIDUR son fabricados en Polipropileno y
presentan una doble pared, corrugada externamente y lisa en su
interior, que permiten ofrecer un amplio conjunto de ventajas
tcnicas y econmicas.
I.2
SISTEMA DE UNIO
SISTEMA DE UNIN
O sistema de unio da gama AMBIDUR faz parte integrante da
tubagem, permitindo a juno extremidade de outro tubo /
acessrio de forma simples e eficaz.
El sistema de unin de Ia gama AMBIDUR es parte integrante
de Ia tubera, permitiendo Ia unin con un extremo de otro tubo /
accesorio de forma simple y eficaz.
A estanquidade da unio assegurada pela junta elstica que vai
ficar alojada entre o perfil e a parede da boca.
La estanqueidad de Ia unin es asegurada por Ia junta elstica
que queda alojada entre el perfil y Ia pared de Ia boca.
I.3
COR
COLOR
Camada Externa - Negra
Camada Interna - Branca
Superficie Externa Negra
Superficie Interna -Blanca
I.4
APLICAO
APLICACIN
Os tubos AMBIDUR destinam-se a sistemas de saneamento,
drenagem e cablagem.
Los tubos AMBIDUR se destinan a sistemas de saneamiento,
drenaje y cableado.
II
PRODUO
PRODUCCIN
Os tubos AMBIDUR so fabricados por co-extruso,
recorrendo a equipamentos de elevada tecnologia e preciso.
Los tubos AMBIDUR son fabricados por co-extrusin, recurriendo
a equipamientos de elevada tecnologia y precisin.
O material juntamente com o corante adequado alimentado a
cada uma das extrusoras e posteriormente cabea de coextruso.
EI material junto con el colorante adecuado es alimentado a cada
una de las extrusoras y posteriormente a la cabeza de co-extrusin .
No corrugador, o vcuo vai moldar a camada externa no perfil
pretendido, dando-se ao mesmo tempo a soldadura entre as
duas camadas.
En el corrugador, el vacio va a moldear Ia superfcie externa en el
perfil pretendido, producindose al mismo tiempo Ia unin entre Ias
dos superfcies.
O abocardo da tubagem igualmente fabricado no interior do
corrugador, atravs de um molde adequado para o efeito.
EI abocardado de Ia ruberia es igualmente fabricado en el interior
del corrugador, a travs de un molde adecuado para elefecto.
A sincronizao e o controle dos parmetros dos
equipamentos envolvidos na produo da tubagem
AMBIDUR assegurado por um sistema automtico,
garantindo assim a qualidade e fiabilidade do produto final.
La sincronizacin y el control de los parmetros de los
equipamientos envueltos en Ia produccin de Ia tuberia
AMBIDUR esasegurado por un sistema automtico, que
garantiza, as mismo, Ia calidad y fiabilidad del producto final.
III
ESPECIFICAES DO PRODUTO
ESPECIFICACIONES DEL PRODUCTO
As tubagens AMBIDUR so fabricadas segundo o projecto de
Norma Europeu prEN 13476.
El tubo AMBIDUR se fabrica segn el proyecto de Norma
Europea prEN 13476.
III.1
PROPRIEDADES DO MATERIAL
PROPIEDADES DO MATERIAL
De acordo com o projecto de Norma prEN 13476, o material
utilizado no fabrico das tubagens AMBIDUR produzidas pela
POLITEJO devem apresentar as propriedades contidas nas
tabelas seguintes:
De acuerdo con el proyecto de Norma prEN 13476, el material
utilizado en Ia fabricacin del tubo AMBIDUR producido por
POLITEJO debe presentar Ias propiedades contenidas en Ias
tablas siguientes:
PROPRIEDADES DAS TUBAGENS CORRUGADAS FABRICADAS EM PP
PROPIEDADES DE TUBO CORRUGADO FABRICADO CON PP
PROPRIEDADES
PROPIEDADES
VALOR UNIDADE
Mdulo Elasticidade
Mdulo de Elasticidad
(E(1
Densidade Mdia
Densidad Media
im))
1250
MPa
0.9
g / cm3
Coeficiente Mdio de Expanso Trmica Linear
0.14 mm / mK
Coeficiente Medio de Expansin Trmica Lineal
Condutividade Trmica
Condutividad Trmica
0.2
WK-1 m-1
III.2
DIMENSES DAS TUBAGENS
DIMENSIONES DE LAS TUBERAS
DIMETRO NOMINAL
DIMETRO NOMINAL
(mm)
CLASSE DE RIGIDEZ
CLASE DE RIGIDEZ
(kN/m2)
DIMETRO INTERIOR
DIMETRO INTERIOR
(DI) (mm)
125
108,6
160
139,6
200
175,1
200
174,4
250
219,1
250
218,4
315
275,8
315
274,8
400
350,4
400
348,6
500
439,6
500
437,2
630
551,4
630
549,4
800*
697,0
800*
692,6
* - Consultar
O comprimento til das tubagens AMBIDUR de 6 m.
La longitud til del tubo AMBIDUR es de 6 m.
III.3
RESISTNCIA QUMICA
RESISTENCIA QUMICA
A resistncia qumica do PP bastante elevada, o que permite
a utilizao de tubagens fabricadas com estes materiais numa
grande variedade de aplicaes.
La resistencia qumica del PP es bastante elevada, lo que permite
Ia utilizacin de tubos fabricadas con estos materiales en una
granvariedad de aplcaciones.
Tal como o estabelecido no projecto de Norma Europeu prEN
13476, as tubagens fabricadas em PP so resistentes
corroso provocada pela gua numa gama larga de valores de
pH, incluindo as guas residuais, guas pluviais, guas de
superfcie e subterrneas.
Tal y como establece el proyecto de Norma Europea prEN 13476,
Ias tuberas fabricadas en PP y PE son resistentes a Ia corrosin
provocada por el agua en una amplia gama de valores de pH,
incluyendo Ias aguas residuales, aguas pluviales, aguas de
superfcie ysubterraneas.
Caso se pretenda aplicar as tubagens AMBIDUR em guas
residuais contaminadas quimicamente, tais como as resultantes
de descargas industriais, deve considerar-se a resistncia
qumica dos materiais.
Si se pretende aplicar Ias tuberas AMBIDUR en aguas
residuales contaminadas quimicamente, tales como Ias resultantes
de desagesindustriales, debe considerarse Ia resistencia qumica
de los materiales.
No caso de aplicaes a temperaturas elevadas, recomenda-se
o uso de tubagens fabricadas em Polipropileno.
En caso de aplicaciones a temperaturas elevadas, se recomienda
el uso de tuberas fabricadas en Polipropileno.
Para uma informao mais detalhada da resistncia dos tubos
AMBIDUR a produtos qumicos especficos, deve consultarse a Norma ISO/TR 10358.
Para una informacin mas detallada de Ia resistencia de los tubos
AMBIDUR a productos qumicos especficos, debe consultarse
Ia NormaISO/TR 10358.
VANTAGENS DAS TUBAGENS AMBIDUR
VANTAGENS DAS TUBAGENS AMBIDUR
Elevada resistncia compresso diametral permitindo a
utilizao em situaes adversas e a profundidades
elevadas.
Elevada resistencia en la compresin diametral
permitiendo la utilizacin en situaciones adversas y a
profundidades elevadas.
Elevada resistncia ao impacto.
Elevada resistencia al impacto.
Menor preo.
Menor precio.
A lisura da parede interna permite obter perdas de carga
desprezveis.
La superficie de la pared interna permite obtener
prdidas de carga despreciables.
A parede externa de cor negra garante uma maior
estabilidade luz podendo a tubagem ser armazenada
no exterior durante um largo perodo de tempo sem
variao significativa das caractersticas fsicomecnicas.
La pared externa de color negro garantiza una mayor
estabilidad a la luz permitiendo almacenar la tubera en el
exterior durante un largo perodo de tiempo sin variacin
significativa de las caractersticas fsico-mecnicas.
La pared de color blanca permite la realizacin de
inspecciones-vdeo en el interior de la conduccin para
garantizar un funcionamiento perfecto de la misma.
A parede de cor branca permite a realizao de
inspeces vdeo no interior da conduta por forma a
garantir um funcionamento perfeito da mesma.
Sistema de unin por junta elstica alojada en el perfil, lo
que va a evitar su desplazamiento durante la instalacin.
Sistema de unio por junta elstica, estando esta alojada
no perfil, o que vai evitar o seu deslocamento durante a
instalao.
Ligeras y de elevada elasticidad, facilitando su
almacenamiento, movimiento e instalacin.
Leves e de elevada elasticidade, facilitando o seu
armazenamento, movimento e instalao.
10
VI
DIMENSIONAMENTO DAS CONDUTAS
DIMENSIONAMIENTO DE LAS CONDUTAS
Um dos aspectos mais relevantes no dimensionamento de
tubagens o seu comportamento perante as cargas exteriores,
j todos nos deparmos com situaes em que encontramos
troos de estrada abatidos devido ao colapso das tubagens.
Uno de los aspectos ms relevantes en el dimensionado de
tuberas es su comportamiento frente a cargas exteriores; todos
hemos percibido situaciones en que encontramos tramos de calles
derrumbados debido al colapso de Ias tuberas.
A nova gama de tubo corrugado em polipropileno POLITEJO,
denominada AMBIDUR , visa solucionar esses problemas.
Com classes de rigidez circunferencial de 6 e 8kN/m2 (PVC Saneamento em PN4 apresenta um valor de 2kN/m2) esta nova
tubagem resiste a situaes onde antes seria impensvel colocar
tubo de saneamento em PVC.
La nueva gama de tubo corrugado en polietileno y polipropileno
POLITEJO, denominada AMBIDUR , prevee solucionar esos
problemas. Con clases de rigidez circunferencial de 4, 6.3 y
8kN/m2 (PVC- Saneamiento actualmente presenta 4kN/m2) esta
nueva tubera resiste a situaciones donde antes no seria posible
colocar tubo de saneamiento en PVC.
11
VI.1
DETERMINAO DE CARGAS ESTTICAS
DETERMINACIN DE CARGAS ESTTICAS
A experincia demonstra que a carga vertical que actua sobre
um tubo, colocado numa vala, inferior ao peso do material de
enchimento. Os clculos que se apresentam em seguida
baseiam-se nas normas Alems ATV 127.
La experiencia demuestra que Ia carga vertical que acta sobre un
tubo, colocado en una zanja, es inferior al peso del material de
Ilenado. Los clculos que a continuacin se presentan se basan en
Ia formulacin desarrollada por Ias normas Alemanas A TV 127.
As cargas actuantes na tubagem podem ser determinadas
atravs da seguinte frmula, que deriva da teoria de Silo,
onde'SC' representa um factor corrector da carga de solo
originado pela auto-sustentao do terreno.
Las cargas que actuan sobre Ia tubera pueden determinarse por
Ia siguiente frmula, que deriva de Ia teora de Silo, donde 'SC'
representa un factor corrector de Ia carga del suelo originado por
Ia autosustentacin del terreno.
Ps = SC..H
Onde:
Donde:
Ps - Carga vertical do solo (Ton/m2)
Ps - Carga vertical del suelo (Ton/m2)
- Peso especfico do material de enchimento (Ton/m3)
- Peso especfico del material de Ilenado (Ton/m3)
H - Profundidade da vala medida at geratriz superior do tubo
(m)
H - Profundidad de Ia zanja medida hasta Ia generatriz superior del
tubo (m)
SC - Coeficiente de correco da carga do solo (para valas de
parede vertical ou aproximadamente vertical)
SC - Coeficiente de correcin de Ia carga del suelo (para zanjas de
paredes verticales o aproximadamente verticales)
O valor de 'SC' obtido atravs da seguinte expresso:
El valor de 'SC' se obtiene a travs de Ia siguiente expresin
12
Onde:
Donde:
K1- Relao entre os esforos horizontais e verticais existentes no
material de enchimento da vala (ver tabela)
K1- Relacin entre Ias fuerzas horizontales y verticales existentes
en el material de relleno de la zanja (ver tabla)
- ngulo de frico efectivo entre as terras de enchimento e a
parede da vala (graus)
- Angulo de friccin efectivo entre Ias tierras de Ilenado y Ia
pared de Ia zanja (grados).
Nota: quando = 0 considera-se SC = 1
Nota: cuando = 0 se considera SC = 1
B - Largura da vala (m)
B - Anchura de Ia zanja (m)
A qualidade do compactado mede-se atravs da Densidade
Proctor (Dp), que representa a relao entre a densidade do
material de enchimento e o solo natural.
La calidad de Ia compactacin se mide a travs de Ia densidad
Proctor (Dp) que representa Ia relacin entre Ia densidad del
material deIlenado y el suelo natural.
Recomenda-se que o grau de compactao Proctor seja superior
a 95% tanto para solos no coesivos como para soloscoesivos.
Se recomienda que el grado de compactacin Proctor sea
superior al 90% tanto para suelos cohesivos como para no
cohesivos.
Os parmetros 'K1' e '' dependem da qualidade de execuo do
enchimento, podendo os seus valores ser retirados daseguinte
tabela:
Los parmetros 'K1' e '' dependen de Ia calidad de ejecucin del
relleno, y se pueden extraer los valores de Ia siguiente tabla:
CONDIES DE RECOBRIMENTO
CONDICIONES DE RECUBRIMIENTO
CONDIES DE RECOBRIMENTO
CONDICIONES DE RECUBRIMIENTO
K1
A1
0,5
= 2/3
A2
0,5
= 1/3
A3
0,5
= 0
A4
0,5
- Angulo de frico interna do material de enchimento (ver
- ngulo de friccin interna del material de relleno (ver tablas
tabelas seguintes)
siguientes).
A1 - Enchimento compactado por camadas contra o solo natural,
sem prova da qualidade da compactao.
A1 - Relleno compactado por superficies contra el suelo natural,
sin prueba de calidad de compactacin.
A2 - Enchimento em valas escoradas verticalmente.
Enchimento sem compactao.
A2 - Relleno en zanjas verticales. Relleno sin compactacin.
13
A3 - Valas construdas verticalmente, suportadas por placas de
madeira ou outro tipo de equipamento de conteno.
A3 - Zanjas construidas verticalmente, soportadas por placas de
madera u otro tipo de equipamiento de contencin.
A4 - Enchimento compactado por camadas contra o solo natural,
com verificao do grau de compactao.
A4 - Relleno compactado por capas contra el suelo natural, con
verificacin del grado de compactacin.
TERRENOS NO COESIVOS
TERRENOS NO COHESIVOS
TIPO DE TERRENO
PESO ESPECFICO () (Ton/m3)
NGULO DE FRICO INTERNA () ()
ANGULO DE FRICCIN INTERNA
Areia Solta
Arena Suelta
1,9
30
Areia Semi-densa
Arena Semi-Densa
32,5
Areia Densa
Arena Densa
2,1
35
Cascalho
Grava
35
Cascalho-Areia
Grava-Arena
2,1
35
Escombro
Escombros
1,7
35
TERRENOS COESIVOS
TERRENOS COHESIVOS
TIPO DE TERRENO
PESO ESPECFICO () (Ton/m3)
NGULO DE FRICO INTERNA () ()
ANGULO DE FRICCIN INTERNA
Argila Semi-slida
Arcilla Semi-slida
2,1
15
Argila Rgida
Arcilla Rgida
15
Argila Mole
Arcilla Blanda
1,8
15
Argila Arenosa Rgida
Arcilla Arenosa Rgida
2,2
22,5
Argila Arenosa Mole
Arcilla Arenosa Blanda
2,1
22,5
Lodo Rgido ou Slido
Lodo Rgido o Slido
22,5
Lodo Mole
Lodo Blanda
1,9
22,5
Argila e Calcrio Orgnicos
Arcilla y Cal Orgnicos
1,7
10
Turfa
Turba
1,1
15
14
VI.2
DETERMINAO DAS CARGAS DE TRFEGO
DETERMINACIN DE LAS CARGAS DE TRFICO
Estas cargas produzem-se na superfcie do terreno e
transmitem-se ao subsolo. Os esforos que actuam no plano
tangente geratriz superior do tubo podem ser determinados
atravs da seguinte frmula:
Estas cargas se producen en Ia superficie del terreno y se
transmiten por el subsuelo. Los esfuerzos que actan en el plano
tangente a Ia generatriz del tubo pueden ser determinados a travs
de Ia siguiente frmula:
T - Carga de trfego esperada (Toneladas) (ver tabela)
x - Distncia relativamente ao eixo do tubo, onde a carga de
trfego vai incidir (m) (ver figura)
H -Profundidade da vala medida at geratriz superior do tubo
(m)
Desta equao facilmente se depreende que, para valas pouco
profundas, os esforos Pt, atingem valores muito elevados.
Como tal, para valores de H < 0,5 m, esta frmula no
aplicvel.
T - Carga de trfico esperada (toneladas) (ver tabla)
x - Distancia relativa al eje del tubo, donde Ia carga de trfico va a
incidir (m) (ver figura)
H -Profundidad de Ia zanja medida hasta Ia generatriz superior dei
tubo (m)
De esta ecuacin facilmente se desprende que, para zanjas poco
profundas, los esfuerzos Pt, contienen valores muy elevados. Por
tanto, para valores de H <0,5 m, sta formula no es aplicable.
CARGAS DE TRFEGO
CARGAS DE TRFICO
CARGA TOTAL (kN)
CARGA POR RODA (kN)
CARGA POR RUEDA
TRFEGO PESADO
TRFICO PESADO
600
100
TRFEGO MDIO
TRFICO MEDIO
300
50
TRFEGO LIGEIRO
TRFICO LIGERO
120
TIPO DE TRFEGO
TIPO DE TRFICO
40 NAS RODAS TRASEIRAS
EN LA RUEDA TRASERA
20 NAS RODAS DIANTEIRAS
EN LA RUEDA DELANTERA
A carga total exercido no tubo resulta da seguinte expresso:
La carga total ejercida en el tubo resulta de Ia seguiente expresin:
Q = Ps + Pt
15
VI.3
CLCULO DA RIGIDEZ
ANELAR DO TUBO
CLCULO DE LA RIGIDEZ
ANELAR DEL TUBO
Rt - Rigidez anelar do tubo (Kg/cm2)
Rt - Rigidez anelar del tubo (Kg/cm2)
E - Mdulo de elasticidade do material a utilizar
E - Mdulo de elasticidad del material a utilizar
I - Momento de inrcia (cm4/cm)
I - Momento de inercia (cm4/cm)
r - Raio do tubo (cm)
r - Radio del tubo (cm)
e - Expessura equivalente do tubo (cm)
e - Espesor equivalente del tubo (cm)
No caso do tubo corrugado Politejo da srie AMBIDUR , foram
determinadas e testadas, atravs de ensaios laboratoriais
exaustivos, as diferentes classes de rigidez circunferencial
especfica das tubagens em causa.
Las diferentes clases de rigidez circunferencial especfica de los
tubos corrugados POLITEJO de Ia serie AMBIDUR , han sido
determinadas y verificadas a travs de ensayos exhaustivos de
laboratorio.
Os clculos associados a estes ensaios baseiam-se na frmula
de rigidez circunferencial calculada sobre o dimetro.
Los clculos asociados a estos ensayos se basan en Ia frmula de
rigidez circunferencial calculada sobre el dimetro.
Daqui se conclui que os valores de rigidez anelar/circunterencial
calculados sobre o dimetro apresentam valores oito vezes
inferiores aos calculados sobre o raio. Um tubo da srie
AMBIDUR com classe de rigidez 8, apresenta um valor de
rigidez anelar calculado sobre o raio de 64 kN/m2.
De aqu se concluye, que los valores de rigidez
anular/circunferencial calculados sobre el dimetro presentan
valores ocho veces inferioresa los calculados sobre el radio. Un
tubo de Ia serie AMBIDUR con clase de rigidez 8, presenta un
valor de rigidez anular calculado sobre elradio de 64 kN/m2.
Tambm atravs desta frmula se conseguem determinar os
valores de espessura que um tubo compacto, do mesmo
material, teria de ter para atingir um valor de rigidez
circunferencial especfica semelhante do tubo corrugado.
A travs de sta frmula, tambin se puede Ilegar a calcular los
valores de espesor que debera tener un tubo compacto del
mismo material, para obtener un valor de rigidez circunferencial
especfica semejante al del tubo corrugado.
16
Desta forma consegue determinar-se uma espessura
equivalente para cada um dos dimetros e respectivas classes
de rigidez do tubo corrugado AMBIDUR . Os valores obtidos
apresentam-se na tabela seguinte:
De esta forma se consigue determinar un espesor equivalente
para cada uno de los dimetros y respectivas clases de rigidez del
tubo corrugado AMBIDUR . Los valores obtenidos se presentan
en Ia tabla siguiente:
ESPESSURAS EQUIVALENTES DO TUBO AMBIDUR
ESPESORES EQUIVALENTES DEL TUBO AMBIDUR
DIMETRO (mm)
DIMETRO
ESPESSURA MDIA EQUIV. ESTIMADA (cm)
ESPESOR MEDIA EQUIV. ESTIMADO
AMBIDUR RCE 8
TUBO COMPACTO PP
AMBIDUR RCE 6
TUBO COMPACTO PP
125
0,617
160
0,789
200
0,986
0,896
250
1,233
1,120
315
1,554
1,412
400
1,973
1,793
500
2,466
2,241
630
3,107
2,823
710
3,502
3,182
800
3,946
3,585
VI.4
DETERMINAO DAS
CONDIES DE ENCHIMENTO
DETERMINACIN DE LAS
CONDICIONES DE RELLENO
As condies de execuo do enchimento, mais concretamente
o grau de compactao e as propriedades do solo, so de
fundamental importncia para o bom comportamento da
tubagem perante as cargas a que est sujeita.
Las condiciones de ejecucin del relleno, ms concretamente el
grado de compactacin y Ias propiedades del suelo, son
defundamental importancia para el buen comportamiento de Ia
tubera frente a Ias cargas a que est sometida.
MDULOS DE RIGIDEZ DO MATERIAL DE ENCHIMENTO
MDULOS DE RIGIDEZ DE MATERIAL DE RELLENO
Mdulos de rigidez ER, em N/mm2 em funo da densidade Proctor
Mdulos de rigidez ER, em N/mm2 en funcin de la densidad Proctor
GRUPO DE SOLO
Dp = 85% Dp = 90% Dp = 92% Dp = 95% Dp = 97% Dp = 100%
GRUPO DEL SUELO
1
16
23
40
1,2
11
20
0,8
13
0,6
1,5
10
17
Grupo 1
Solos no coesivos (GE, GW, GI, SE, SW, SI)
Grupo 1
Suelos no cohesivos (GE, GW, GI, SE, SW, SI)
Grupo 2
Solos ligeiramente coesivos (GU, GT, SU, ST)
Grupo 2
Suelos ligeramente cohesivos (GU, GT, SU, ST)
Grupo 3
Solos coesivos com misturas
(areia coesiva e cascalho)
(GU,GT, SU,ST, UL, UM)
Grupo 3
Suelos cohesivos con mezclas
(arena cohesiva y grava)
(GU,GT, SU,ST, UL, UM)
Grupo 4
Solos coesivos
(TL, TM, TA, OU, OT, OH, OK)
Grupo 4
Suelos cohesivos
(TL, TM, TA, OU, OT, OH, OK)
(Os smbolos entre parntesis esto de acordo com a norma DIN
18196)
(Los smbolos entre parntesis estn de acuerdo con Ia norma
DIN
18196)
VI.5
CLCULO DA DEFORMAO VERTICAL
CLCULO DA DEFORMAO VERTICAL
As variaes verticais do dimetro determinam-se atravs da
frmula conhecida como equao de Spangler modificada:
Las variaciones verticales de dimetro se determinan a travs
de Ia frmula conocida como ecuacin de Spangler modificada:
ER - Mdulo de rigidez do terreno (kN/m2) (ver tabela anterior)
ER - Mdulo de rigidez del terreno (kN/m2) (ver tabla)
RCE - Rigidez circunferencial especfica calculada sobre o dimetro
(kN/m2)
RCE - Rigidez circunferencial especfica calculada sobre el
dimetro (kN/m2)
c - Factor de autocompactao (1,5 para compactaes
moderadas, 2 para compactaes moderadas com baixa altura de
recobrimento)
c - Factor de autocompactacin (1,5 para compactaciones
moderadas, 2 para compactaciones con baa altura de
recubrimiento)
Pt - Carga de trfego (kN/m2)
Pt - Carga de trfico (kN/m2)
Ps - Carga do terreno (kN/m2)
Ps - Carga del terreno (kN/m2)
b1 - Factor de distribuio de carga (dependente do ngulo de
apoio) (ver tabela seguinte) .
b1 - Factor de distribuicin de carga (en funcin del ngulo de
apoyo) (ver tabla siguiente) .
18
Segundo a norma Alem A TV 127, a deformao das tubagens
de material termoplstico no deve ultrapassar os 6% do
dimetro exterior das mesmas. No entanto, existe uma tendncia
generalizada para uniformizar o valor da deformao mxima no
patamar dos 5%.
Segn Ia norma Alemana A TV 127, Ia deformacin de Ias
tuberas de material termoplstico no debe sobrepasar el 6% del
dimetro exterior de Ias mismas. No obstante, existe una
tendencia generalizada para uniformizar el valor de Ia
deformacin mxima inferior al 5%.
No caso das tubagens POLITEJO, e no seguimento de uma
poltica de rigor e qualidade, podemos garantir que, em
condies
de
instalao
segundo
os
procedimentos
recomendados, a deformao vertical da tubagem no
ultrapassar os 5%.
En el caso de Ias tuberas POLITEJO, y seguiendo una poltica de
rigor e calidad, podemos garantizar que, en condiciones
deinstalacin segn los procedimientos recomendados, Ia
deformacin vertical de tubera no sobrepasar el 5%.
FACTOR DE DISTRIBUIO DE CARGA EM FUNO DO NGULO DE APOIO
FACTOR DE DISTRIBUICIN DE CARGA EN FUNCIN DEL NGULO DE APOYO
NGULO DE APOIO
NGULO DE APOIO (2)
60
90
120
180
Factor de distribuio de carga
Factor de distribuicin de carga
(b1)
0,1053
0,0966
0,0893
0,0833
VI.6
EXEMPLO DE CLCULO
- Tubagem AMBIDUR de dimetro 500 RCE 8 (PP)
- Largura da vala: 1 m
- Altura de terreno sobre a geratriz superior do tubo: 4 m
- Leito para a tubagem base de areia com cascalho com
Dp = 90%
- Enchimento com solo do Grupo 2, = 2,1 Ton/m3, = 35
- Zona sujeita circulao de veculos pesados
- ngulo de apoio da tubagem no leito: 60
EXEMPLO DE CLCULO
- Tubera AMBIDUR de dimetro 500 RCE 8 (PP)
- Anchura de Ia zanja: 1 m
- Altura de terreno sobre Ia geratriz superior del tubo: 4m
- Lecho para Ia tubera a base de arena con grava con Dp=90%
- Relleno con suelo del Grupo 2, = 2,1 Ton/m3, = 35
- Zona sujeta a circulacin de vehculos pesados
- ngulo de apoyo de Ia tubera en el lecho: 60
1 Determinao das cargas do solo
Ps = S1. .H
= 2,1 Ton/m3
H=4m
1 Determinacin de las cargas del suelo
Ps = S1..H
= 2,1 Ton/m3
H=4m
19
Da tabela:
Condies de Recobrimento
A1:K1 = 0,5; =2/3
S1 = 0,476
Ps = 4,001 Ton/m2
De la tabla:
Condiciones de Recubrimiento
A1:K1 = 0,5; =2/3
S1 = 0,476
Ps = 4,001 Ton/m2
2 Determinao das cargas de trfego
T = 10 Ton = 100 kN
H=4m
x = 0 (situao mais desfavorvel, quando a carga de trfego
incide directamente sobre o tubo)
Pt = 2, 984 Ton/m2
2 Determinacin de las cargas de trfico
T = 10 Ton = 100 kN
H=4m
x = 0 (situacin ms desfavorable, cuando la carga de trfico
incide directamente sobre el tubo)
Pt = 2, 984 Ton/m2
3 Determinao da carga Total
3 Determinacin de la carga Total
Q = Ps + Pt
Q = 4,001 + 0,298 = 4,299 Ton/m2 = 42,997 kN/m2
Q = Ps + Pt
Q = 4,001 + 0,298 = 4,299 Ton/m2 = 42,997 kN/m2
4 Rigidez Anelar do Tubo
4 Rigidez Anular del Tubo
Tubagem em Polipropileno da classe 8
Tubera en Polipropileno de la clase 8
RCE = 0,8 Kg/cm2= 8 kN/m2
RCE = 0,8 Kg/cm2= 8 kN/m2
5 Clculo da deformao vertical
sofrida pelo tubo
c = 1,5
Ps = 40,0189 kN/m2
Pt = 2,894 kN/m2
Er = 3000 kN/m2
b1 = 0,1053 (tabela)
RCE = 8kN/m2
5 Clculo de la deformacin vertical
sufrida por el tubo
c = 1,5
Ps = 40,0189 kN/m2
Pt = 2,894 kN/m2
Er = 3000 kN/m2
b1 = 0,1053 (tabla)
RCE = 8kN/m2
20
Como anteriormente foi referido, um dos aspectos mais
relevantes para um bom comportamento da tubagem, o mdulo
de rigidez do solo de enchimento que por sua vez funo do
grau de compactao. Nos grficos seguintes apresenta-se o
valor da deformao, tendo em conta os pressupostos do
exemplo anterior, da tubagem AMBIDUR , classes 6 e 8, face
ao mdulo de rigidez do terreno.
Como anteriormente se ha comentado, uno de los aspectos ms
relevantes para un buen comportamiento de Ia tubera, es el
mdulo derigidez del suelo de relleno que a su vez es funcin del
grado de compactacin. En los grficos siguientes se presenta el
valor de Ia deformacin, teniendo en cuenta Ias condiciones del
ejemplo anterior, de Ia tuberia AMBIDUR , clases 6 y 8, frente al
mdulo de rigidez del terreno.
Deformao versus Mdulo de Rigidez do terreno
Deformacin frente al Mdulo de Rigidez del terreno
Deformao da tubagem AMBIDUR
Deformacin de la tuberia AMBIDUR
Deformao da tubagem AMBIDUR
Deformacin de la tuberia AMBIDUR
21
Comparao de deformaes
Comparacin de deformaciones
Atravs da anlise do grfico conclui-se que a diferena de
comportamento relativamente deformao se acentua para os
valores mais baixos de rigidez do solo, como esta propriedade
est directamente ligada ao grau de compactao, pode
depreender-se que o tubo corrugado especialmente adequado
para situaes onde as condies de execuo da vala e de
instalao da tubagem no sejam alvo de grande cuidado.
A travs del anlisis del grfico se concluye que Ia diferencia del
comportamiento en relacin a Ia deformacin, se acentapara los
valores ms bajos de rigidez del suelo, y como esta propiedad
est directamente unida al grado de compactacin, sepuede
deducir que el tubo corrugado es especialmente adecuado para
situaciones donde Ias condiciones de ejecucin de Iazanja y de
instalacin del tubo son desfavorables.
VI.7
PERDAS DE CARGA
PRDIDAS DE CARGA
Os processos industriais empregues na produo de tubos e
acessrios em materiais termoplsticos permitem obter uma
superfcie interior extremamente lisa caracterizada por uma
rugosidade muito baixa das paredes do tubo.
Los procesos industriales empleados en Ia produccin de tubos y
accesorios en materiales termoplsticos permiten obtener una
superficie interior extremamente lisa caracterizada por una
rugosidad muy baja de Ia paredes del tubo.
O comportamento hidrulico dos fludos transportados em
condutas termoplsticas por isso comparvel ao fluxo de fludos
em condutas polidas, e as capacidades evidenciadas no se
alteram com o passar dos anos, devido alta resistncia e
estabilidade qumica deste tipo de materiais.
EI comportamiento hidrulico de los fluidos transportados en
conductos termoplsticas es por ello comparable al flujo de fluidos
en conducciones pulidas y Ias condiciones iniciales no se alteran
con el paso de anos, debido a Ia alta resistencia y estabilidad
qumica de este tipo de materiales.
Assim, com a utilizao de tubagens em materiais termoplsticos,
as perdas de carga so independentes do tempo e o
sobredimensionamento de condutas pode ser evitado.
Por tanto, con Ia utilizacin de tubera en materiales
termoplsticos, Ias prdidas de carga son independientes del
tiempo y se puede evitar el sobredimensionamiento de conductos.
22
O nmero de Reynolds uma grandeza dimensional fruto da
combinao de diferentes variveis e pode ser considerado
como sendo uma relao das foras dinmicas da massa do
fludo com a resistncia superficial devida viscosidade do
mesmo fludo. O conhecimento deste valor numrico permite
determinar a natureza do fluxo na conduta.
EI nmero de Reynolds es un parmetro dimensional fruto de Ia
combinacin de diferentes variables y puede ser considerado
como una relacin de Ias fuerzas dinmicas de masa de fluido con
Ia resistencia superficial debida a Ia viscosidad del mismo fluido.
EI conocimiento de este valor numrico permite determinar Ia
naturaleza del flujo en Ia conduccin.
v - velocidade instantnea do fludo (m/s)
v - velocidad instantnea del fludo
D -dimetro da tubagem (m)
D - dimetro de Ia tubera
- viscosidade cinemtica do fludo(a gua apresenta valores de
1,52 x 10-6m2/s (a 5C) a 0,661 x 10-6m2/s (a 40C))
Tipicamente, considera-se que para um nmero de Reynolds
inferior a 2000 se est perante um escoamento laminar e que
para um valor superior a 4000 se entra em regime turbulento,
representando a zona entre os 2000 e os 4000 uma fase de
transio do regime laminar para o turbulento.
- viscosidad cinemtica del fluido (el agua presenta valores de
l,52x 10-6m2/s (a 5C) a 0,661x10-6m2/s (a 40C))
A gua, apresenta valores de viscosidade suficientemente baixos
para que o seu escoamento em condutas e canais ocorra
sempre em regime turbulento, na maior parte das aplicaes
prticas.
Bsicamente, se considera que para un nmero de Reynolds
inferior a 2000 nos encontramos en un rgimen laminar y que para
un valor superior a 4000 se entra en un rgimen turbulento, siendo
Ia zona entre los 2000 y los 4000 una fase de transicin del
rgimen laminar hacia el turbulento.
EI agua, presenta valores de viscosidad suficientemente bajos
para que su canalizado en conducciones y canales sea siempre en
rgimen turbulento, en Ia mayor parte de Ias aplicaciones
prcticas.
No estudo de uma instalao em que se escoe gua e que, pela
sua importncia, exija uma avaliao das perdas de carga, to
rigorosa quanto possvel, deve utilizar-se o mtodo de
Colebrook-White.
En el estudio de una instalacin de canalizacin de agua que exija
una evaluacin de Ias prdidas de carga, tan rigurosa como sea
posible, se debe utilizar el mtodo de Colebrook-White.
Quando se no exige esse rigor, podem empregar-se frmulas
empricas de validade geral (como a frmula de Chzy ou a de
Gauckler-Manning-Strickler), ou de validade particular em funo
da natureza do material da conduta.
Cuando no se exige ese rigor, podemos utilizar frmulas empricas
de validez general (como Ia frmula de Chzy o Ia deGaucklerManning-Strickler), o de validez particular en funcin de Ia
naturaleza del material de Ia conduccin.
23
No caso da POLITEJO, optamos por apresentar bacos e
tabelas de perda de carga construdas com base na formulao
desenvolvida por Colebrook-White e com os seguintes
pressupostos:
En el caso de POLITEJO, optamos por presentar bacos y tablas
de prdida de carga construdas basndonos en Ia formulacin
desarrollado por Colebrook-White y con los siguientes
condiciones:
k - coeficiente de rugosidade do polietileno e polipropileno (0,007
mm)
k - coeficiente de rugosidad del polietileno y polipropileno (0,007
mm)
v - viscosidade cinemtica da gua a 15C (1,142x10-6m2/s)
v - viscosidad cinemtica del agua 15C (1,142x10-6m2/s)
Nota: Os valores lidos nos bacos de perda de carga, para
qualquer designao de dimetro da tubagem, referem-se ao
seu dimetro inferior, no havendo necessidade de clculos
adicionais.
Nota: Los valores dados en los bacos de prdida de carga,
para cualquier designacin de dimetro de Ia tubera,
serefieren a su dimetro interior, no siendo necesario realizar
clculos adicionales.
24
UTILIZAO E INSTALAO
VII
UTILIZACIN E INSTALACIN
VII.1
INSTALAO DE TUBAGENS ENTERRADAS
INSTALACIN DE TUBERAS ENTERRADAS
Forma da Vala:
Forma de Ia zanja:
Sempre que a natureza do terreno e os meios de escavao o
permitam, as paredes da vala devem ser verticais (ver figura)
por razes econmicas, de distribuio do peso das terras e das
cargas de trfego.
Devem afastar-se as terras escavadas dos limites da vala para
evitar eventuais desabamentos.
Siempre que Ia naturaleza del terreno y los medios de excavacin
lo permitan, Ias paredes de Ia zanja deben ser verticales (ver
figura) porrazones econmicas, de distribucin de peso de Ias
tierras y de Ias cargas de trfico.
Se deben alejar Ias tierras excavadas de los lmites de Ia zanja
para evitar eventuales derrumbamientos.
Quando no for possvel executar uma vala de parede vertical
ou com pequenos taludes, recomenda-se uma construo do
gnero da figura seguinte, tendo sempre em conta que a geratriz
superior do tubo dever estar contida dentro da seco de
paredes verticais.
Cuando no es posible ejecutar una zanja de pared vertical o con
pequenos taludes, se recomienda una construccin como Ia de Ia
figura siguiente, teniendo siempre en cuenta que Ia generatriz
superior del tubo deber estar contenida dentro de Ia seccin de
paredes verticales.
Dimenses da vala:
Dimensiones de Ia zanja:
A largura da vala depende dos meios mecnicos disponveis, da
profundidade da vala, da segurana dos operrios e do dimetro
da tubagem.
Em funo de todos estes conceitos e sempre que se realize a
montagem no fundo da vala, a largura B dever determinar-se
atravs da seguinte frmula:
La anchura de Ia zanja depende de los medios mecnicos
disponibles, de Ia profundidad de Ia zanja, de Ia seguridad de los
operarios y del dimetro de Ia tubera.
En funcin de todos estas variables y siempre que se realice el
montaje en el fondo de Ia zanja, Ia anchura B se deber determinar
a travs de Ia siguiente frmula:
25
B = DN + 500 mm, com um mnimo de 600 mm
B = DN + 500 mm, con un mnimo de 600 mm
Onde DN representa o dimetro nominal, expresso em
milmetros.
Donde DN representa el dimetro nominal, expresado en milmetros.
A profundidade da vala funo das cargas fixas e mveis,
caso existam, da proteco da tubagem face a temperaturas
ambientais extremas, do seu dimetro e de condies
particulares da obra.
A profundidade dever ser, no mnimo, de 0,8 m medidos a
partir da geratriz superior do tubo at linha de rasante do
terreno. No caso de existncia de cargas mveis e sempre que
no existam outras especificaes no projecto, deve recorrerse norma UNE 53-331.
Na execuo do leito dever ter-se o cuidado de retirar todas
as pedras ou materiais que pela sua geometria sejam
susceptveis de danificar as tubagens. Estas no devero
apoiar-se directamente sobre o fundo da vala, mas sim sobre
um leito de terra seleccionada ou de areia, com um mnimo de
100 mm de altura, cuidadosamente compactada e com
inclinao uniforme.
La profundidad de Ia zanja es funcin de Ias cargas fijas y mviles si
existen, de Ia proteccin de Ia tubera frente a temperaturas
ambientales extremas, de su dimetro y de condiciones particulares
de Ia obra.
La profundidad deber ser, como mnimo, de 0,8 m medidos a partir
de Ia generatriz superior del tubo, hasta Ia lnea derasante del
terreno. En caso de existencia de cargas mviles y siempre que no
existan otras especificaciones en el proyecto,se debe recurrir a Ia
norma UNE 53-331.
En Ia ejecucin del lecho se debe tener Ia precaucin de retirar Ias
piedras y los materiales que por su geometra sean susceptibles de
danar Ias tuberas. Estas no debern apoyarse directamente sobre
el fondo de Ia zanja, sino sobre un lecho de tierra seleccionada o de
arena, con un mnimo de 100 mm de altura, cuidadosamente
compactada y con inclinacin uniforme.
VII.2
ACESSRIOS
ACCESORIOS
A POLITEJO disponibiliza ainda vasto conjunto de acessrios
por forma a apresentar um sistema completo e verstil.
POLITEJO dispone tambin de un amplio conjunto de accesorios de
forma que presenta un sistema completo y verstil.
Os acessrios listados no anexo 4 so injectados ou
fabricados a partir da tubagem atravs de um processo de
soldadura, garantindo a estanquidade das ligaes e uma
elevada resistncia s cargas externas.
Los accesorios que aparecen en el anexo 4 son inyectados
fabricados a partir de tuberas a travs de un proceso de
soldadura,garantizando Ia estanqueidad de Ias uniones y una
elevada resistencia a Ias cargas externas.
Caso seja necessria a utilizao de acessrios especiais no
listados neste manual, os servios Tcnico-Comerciais da
POLITEJO analisaro a viabilidade do seu fabrico.
En caso que sea necesaria Ia utilizacin de acessorios especiales
que no aparecen listados en este manual, los serviciosTcnicoComerciales de POLITEJO analizarn Ia viabilidad de su
fabricacin.
26
VII.3
MONTAGEM / RECOMENDAES
MONTAGEM / RECOMENDACIONES
Antes de inserir a junta de estanquidade no perfil da
tubagem, limpar a boca e o prprio anel, por forma a eliminar
areias e outras substncias que possam prejudicar a
instalao.
Antes de insertar Ia junta de estanqueidad en el perfil de Ia tuberia,
limpiar Ia boca y el anil lo donde va a ser alojada Ia junta, para poder
eliminar arena y otras sustancias que puedan perjudicar Ia instalacin.
Os lbios da junta de estanquidade devem ser colocados de
modo a favorecer a introduo do tubo, tal como se encotra
representado nas figuras seguintes.
Los labios de Ia junta de estanqueidad se deben colocar de forma que
se favorezca Ia introduccin dei tubo, tal y como se presenta en Ias
figuras siguientes.
Antes de proceder montagem dos tubos, deve untar-se a
junta de estanquidade com um lubrificante adequado.
Durante o encaixe, caso seja necessrio fazer presso sobre
a boca da tubagem, recomenda-se a colocao prvia de um
troo de tubo no seu interior.
Antes de proceder ai montaje de los tubos, se debe impregnar Ia junta
de estanqueidad con ellubricante adecuado.
Durante el encaje, en caso de que sea necesario hacer presin sobre
Ia boca de Ia tuberia, se recomienda Ia colocacin previa de un trozo
de tubo en su interior.
Na montagem das tubagens AMBIDUR necessrio
tomar em considerao diversos factores, nomeadamente:
- Profundidade e largura mnima das valas
- Regularizao do leito de assentamento -Alinhamento da
En el montaje de los tubos AMBIDUR es
necesario tomar en consideracin diversos factores, como son:
- Profundidad y anchura mnima de Ias zanlas
- Regularizacin dellecho de asentamiento -Alineamiento de Ia
27
conduta
- Tapamento das valas e compactao adequada dos
terrenos.
conduccin
- Cerrado de Ias zanjas y compactacin adecuada de los terrenos.
VII.4
UNIO A OUTROS TIPOS DE TUBAGENS
UNIN A OTROS TIPOS DE TUBERA
As tubagens AMBIDUR podem unir-se a qualquer tipo de
tubagem, atravs do uso de peas especiais de transio ou
caixas de visita adequadas.
Las tuberas AMBIDUR pueden unirse a cualquier tipo de
tuberas, a travs del uso de piezas especiales de transicin o
cajas de inspeccin adecuadas.
VII.5
LIGAO A CAIXAS DE VISITA
UNIN A CAJAS DE INSPECCIN
O sistema AMBIDUR permitem a ligao a caixas de visita
construdas em beto atravs de um acessrio especial
(ligador/passa muros) que se introduz na parede da caixa
durante a sua construo.
El sistema AMBIDUR permite la unin a cajas de inspeccin
construdas en hormign a travs de un acessorio especial
(unin/pasa-muros) que se introduce en la pared de la caja
durante su construccin.
Aps a introduo da tubagem AMBIDUR no ligador/passa
muros, a estanquidade assegurada pela junta de borracha
introduzida entre o perfil do tubo e a parede interna do acessrio.
Una vez introducida la tubera AMBIDUR en la unin/pasamuros, la estanqueidad est asegurada por la junta de goma
introducida entre el perfil del tubo y la pared interna del accesorio.
O sistema AMBIDUR permite ainda o acopulamento a caixas
de visita fabricadas a partir de tubo corrugado.
EI sistema AMBIDUR permite incluso el acoplamiento a cajas
de inspeccin fabricadas a partir del tubo corrugado.
VII.6
UTILIZAO DE TUBAGENS AMBIDUR EM RELINING
UTILIZAO DE TUBAGENS AMBIDUR EM RELINING
As tubagens AMBIDUR , devido s caractersticas indicadas
anteriormente, so indicadas para a reabilitao de tubagens
degradadas atravs de tcnicas de Relining.
Las tuberas AMBIDUR , debido a Ias caractersticas indicadas
anteriormente, son indicadas para Ia rehabiiitacin de tuberas
degradadas a travs de tcnicas de Relining.
28
ANEXO
I.1
BACO ACE 6
ABACO ACE 6
29
ANEXO
I.1
BACO
PERDAS DE CARGA
AMBIDUR (RCE 6)
ABACO
PRDIDA DE CARGA
AMBIDUR (RCE 6)
30
ANEXO
I.2
BACO ACE 8
ABACO ACE 8
31
ANEXO
I.2
BACO
PERDAS DE CARGA
AMBIDUR (RCE 8)
BACO
PRDIDA DE CARGA
AMBIDUR (RCE 8)
32
ANEXO
II
TABELAS DE PERDA DE CARGA
TABLAS DE PRDIDA DE CARGA
33
125 RCE 8
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0
10,0
11,0
12,0
13,0
14,0
15,0
16,0
17,0
18,0
19,0
20,0
21,0
22,0
23,0
24,0
25,0
26,0
27,0
28,0
29,0
30,0
31,0
32,0
33,0
34,0
35,0
36,0
37,0
38,0
39,0
40,0
41,0
42,0
43,0
44,0
45,0
14,4
18,0
21,8
25,2
28,8
32,4
36,0
39,6
43,2
46,8
50,4
54,0
57,6
61,2
64,8
68,4
72,0
75,6
79,2
82,8
86,4
90,0
93,6
97,2
100,8
104,4
108,0
111,6
115,2
118,8
122,4
126,0
129,6
133,2
136,8
140,4
144,0
147,6
151,2
154,8
158,4
162,0
0,432
0,540
0,648
0,758
0,864
0,972
1,080
1,188
1,245
1,403
1,511
1,619
1,727
1,830
1,943
2,051
2,159
2,267
2,375
2,483
2,591
2,699
2,807
2,915
3,023
3,131
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,1930
0,2872
0,3980
0,5247
0,6671
0,8248
0,9976
1,1852
1,3875
1,6043
1,8354
2,0808
2,3402
2,6136
2,9009
3,2021
3,5169
3,8454
4,1875
4,5431
4,9122
5,2946
5,6904
6,0995
6,5219
6,9575
34
160 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
0,3920
0,4570
0,5230
0,5880
0,6530
0,7190
0,7840
0,8490
0,9150
0,9800
1,0450
1,1110
1,1780
1,2410
1,3070
1,3720
1,4370
1,5030
1,5680
1,6330
1,6990
1,7640
1,8290
1,8950
1,9600
2,0250
2,0910
2,1560
2,2210
2,2870
2,3520
2,4170
2,4830
2,5480
2,6130
2,6790
2,7440
2,8090
2,8750
2,9400
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,1193
0,1571
0,1995
0,2463
0,2976
0,3533
0,4132
0,4773
0,5456
0,6181
0,6946
0,7752
0,8598
0,9484
1,0410
1,1375
1,2380
1,3423
1,4505
1,5625
1,6784
1,7981
1,9216
2,0489
2,1800
2,3148
2,4533
2,5956
2,7416
2,8913
3,0447
3,2018
3,3626
3,5270
3,6951
3,8668
4,0422
4,2212
4,4038
4,5900
200 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
9,00
10,50
12,00
13,50
15,00
16,50
18,00
19,50
21,00
22,50
24,00
25,50
27,00
28,50
30,00
31,50
33,00
34,50
36,00
37,50
39,00
40,50
42,00
43,50
45,00
46,50
48,00
49,50
51,00
52,50
54,00
55,50
57,00
58,50
60,00
61,50
63,00
64,50
66,00
67,50
69,00
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1,184
1,246
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1,495
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1,620
1,682
1,744
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1,869
1,931
1,993
2,056
2,118
2,180
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2,305
2,367
2;429
2,492
2,554
2,616
2,679
2,741
2,803
2,865
2;928
2,990
3,052
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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1,0940
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2;0210
2,1283
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2,8260
2,9512
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3,3420
3,4773
3,6151
3,7554
35
200 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
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0,502
0,565
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1,444
1,507
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2,009
2,072
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2,574
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2,700
2,763
2,826
2,888
2,951
3,014
3,077
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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0,1417
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2,7566
2,8817
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3,2725
3,4079
3,5459
3,6865
3,8296
250 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
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1,591
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1,790
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1,989
2,056
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2,321
2,387
2,453
2,520
2,586
2,652
2,719
2,785
2,851
2,918
2,984
3,050
3,116
3,183
3,249
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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0,0932
0,1185
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1,8284
1,9230
2,0199
2,1190
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2,3238
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2,6476
2,7599
2,8744
2,9910
3,1099
3,2309
36
250 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
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0,467
0,534
0,601
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1,468
1,535
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2,669
2,736
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2,870
2,936
3,003
3,070
3,136
3,203
3,270
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0718
0,0946
0,1203
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1,5823
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1,7633
1,8571
1,9533
2,0517
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2,2552
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2,4678
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2,8033
2,9196
3,0382
3,1589
3,2818
315 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
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29,0
33,0
37,0
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49,0
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105,0
109,0
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117,0
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137,0
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2,025
2,092
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2,628
2,695
2,762
2,829
2,896
2,963
3,030
3,097
3,164
3,231
3,298
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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0,0965
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0,4075
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1,5089
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1,9042
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2,2513
2,3423
2,4351
2,5295
37
315 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
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2,310
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2,782
2,849
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2,984
3,052
3,119
3,187
3,254
3,322
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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0,0778
0,0982
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1,1775
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1,3155
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1,5359
1,6128
1,6916
1,7720
1,8543
1,9383
2,0240
2,1115
2,2007
2,2917
2,3843
2,4787
2,5748
400 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
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1,970
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2,593
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2,779
2,841
2,904
2,966
3,028
3,090
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
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0,5367
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1,0136
1,0639
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1,1678
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1,3891
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1,5065
1,5669
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1,6910
38
400 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
0,419
0,482
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1,048
1,111
1,173
1,236
1,299
1,362
1,425
1,488
1,551
1,614
1,676
1,739
1,802
1,865
1,928
1,991
2,054
2,116
2,179
2,242
2,305
2,368
2,431
2,494
2,556
2,619
2,682
2,745
2,808
2,871
2,934
2,997
3,059
3,122
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0442
0,0569
0,0710
0,0865
0,1034
0,1217
0,1413
0,1622
0,1845
0,2080
0,2328
0,2590
0,2864
0,3150
0,3449
0,3761
0,4085
0,4421
0,4769
0,5130
0,5503
0,5888
0,6285
0,6694
0,7115
0,7548
0,7993
0,8450
0,8918
0,9398
0,9890
1,0394
1,0909
1,1436
1,1975
1,2525
1,3087
1,3660
1,4245
1,4841
1,5449
1,6069
1,6699
1,7341
500 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
110,0
120,0
130,0
140,0
150,0
160,0
170,0
180,0
190,0
200,0
210,0
220,0
230,0
240,0
250,0
260,0
270,0
280,0
290,0
300,0
310,0
320,0
330,0
340,0
350,0
360,0
370,0
380,0
390,0
400,0
410,0
420,0
430,0
440,0
450,0
460,0
470,0
480,0
490,0
216,0
252,0
288,0
324,0
360,0
396,0
432,0
468,0
504,0
540,0
576,0
612,0
648,0
684,0
720,0
756,0
792,0
828,0
864,0
900,0
936,0
972,0
1.008,0
1.044,0
1.080,0
1.116,0
1.152,0
1.188,0
1.224,0
1.260,0
1.296,0
1.332,0
1.368,0
1.404,0
1.440,0
1.476,0
1.512,0
1.548,0
1.584,0
1.620,0
1.656,0
1.692,0
1.728,0
1.764,0
0,395
0,461
0,527
0,593
0,659
0,725
0,791
0,857
0,922
0,988
1,054
1,120
1,186
1,252
1,318
1,384
1,449
1,515
1,581
1,647
1,713
1,779
1,845
1,911
1,977
2,042
2,108
2,174
2,240
2,366
2,372
2,438
2,504
2,570
2,635
2,701
2,767
2,833
2,899
2,965
3,031
3,097
3,163
3,228
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0301
0,0398
0,0507
0,0627
0,0759
9,0903
0,1058
0,1224
0,1401
0,1588
0,1787
0,1997
0,2217
0,2447
0,2688
0,2940
0,3202
0,3474
0,3757
0,4950
0,4352
0,4666
0,4989
0,5322
0,5665
0,6018
0,6381
0,6754
0,7137
0,7530
0,7932
0,8344
0,8766
0,9198
0,9640
1,0091
1,0552
1,1022
1,1502
1,1992
1,2492
1,3001
1,3519
1,4047
39
500 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
0,400
0,466
0,533
0,600
0,666
0,733
0,799
0,866
0,933
0,999
1,066
1,132
1,199
1,266
1,332
1,399
1,465
1,532
1,599
1,665
1,732
1,799
1,865
1,93Z
1,998
2,065
2,132
2,198
2,265
2,331
2,398
2,465
2,531
2,598
2,664
2,731
2,798
2,864
2,931
2,998
3,064
3,311
3,197
3,264
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0309
0,0408
0,0520
0,0644
0,0779
0,0927
0,1086
0,1256
0,1438
0,1631
0,1835
0,2050
0,2276
0,2513
0,2761
0,3019
0,3288
0,3568
0,3858
0,4159
0,4470
0,4791
0,5123
0,5465
0,5818
0,6181
0,6554
0,6937
0,7330
0,7733
0,8147
0,8570
0,9004
0,9447
0,9901
1,0364
1,0838
1,1321
1,1814
1,2317
1,2830
1,3353
1,3886
1,4428
630 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
100,0
115,0
130,0
145,0
160,0
175,0
190,0
205,0
220,0
235,0
250,0
265,0
280,0
295,0
310,0
325,0
340,0
355,0
370,0
385,0
400,0
415,0
430,0
445,0
460,0
475,0
490,0
505,0
520,0
535,0
550,0
565,0
580,0
595,0
610,0
625,0
640,0
655,0
670,0
685,0
700,0
715,0
730,0
745,0
360,0
414,0
468,0
522,0
576,0
630,0
684,0
738,0
792,0
846,0
900,0
954,0
1.008,0
1.062,0
1.116,0
1.170,0
1.224,0
1.278,0
1.332,0
1.386,0
1.440,0
1.494,0
1.548,0
1.602,0
1.656,0
1.710,0
1.764,0
1.818,0
1.872,0
1.926,0
1.980,0
2.034,0
2.088,0
2.142,0
2.196,0
2.250,0
2.304,0
2.358,0
2.412,0
2.466,0
2.520,0
2.574,0
2.628,0
2.682,0
0,419
0,482
0,544
0,607
0,670
0,733
0,796
0,858
0,921
0,984
1,047
1,110
1,173
1,235
1,298
1,316
1,424
1,487
1,549
1,612
1,675
1,738
1,801
1,864
1,926
1,989
2,052
2,115
2,178
2,240
2,303
2,366
2,429
2,492
2,555
2,617
2,680
2,743
2,806
2,869
2,931
2,994
3,057
3,120
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0255
0,0328
0,0410
0,0500
0,0597
0,0703
0,0817
0,0939
0,1068
0,1205
0,1349
0,1501
0,1660
0,1827
0,2001
0,2182
0,2371
0,2567
0,2770
0,2980
0,3197
0,3422
0,3653
0,3892
0,4137
0,4389
0,4649
0,4915
0,5189
0,5469
0,5756
0,6050
0,6350
0,6658
0,6972
0,7294
0,7621
0,7956
0,8298
0,8646
0,9001
0,9362
0,9731
1,0106
40
630 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
0,422
0,485
0,548
0,612
0,675
0,738
0,801
0,865
0,928
0,991
1,055
1,118
1,181
1,244
1,308
1,371
1,434
1,497
1,561
1,624
1,687
1,751
1,814
1,877
1,940
2,004
2,067
2,130
2,193
2,257
2,320
2,383
2,447
2,510
2,573
2,636
2,700
2,763
2,826
2,890
2,953
3,016
3,079
3,143
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0259
0,0334
0,0417
0,0508
0,0608
0,0716
0,0832
0,0955
0,1087
0,1226
0,1373
0,1528
0,1690
0,1859
0,2037
0,2221
0,2413
0,2613
0,2819
0,3033
0,3254
0,3483
0,3718
0,3961
0,4211
0,4468
0,4732
0,5003
0,5281
0,5566
0,5859
0,6158
0,6464
0,6777
0,7097
0,7424
0,7758
0,8099
0,8446
0,8801
0,9162
0,9530
0,9906
1,0287
800 RCE 6
Caudal
(I/s)
(m3/h)
Velocidade
(m/s)
150,0
175,0
200,0
225,0
250,0
275,0
300,0
325,0
350,0
375,0
400,0
425,0
450,0
475,0
500,0
525,0
550,0
575,0
600,0
625,0
650,0
615,0
700,0
725,0
750,0
775,0
800,0
825,0
850,0
875,0
900,0
925,0
950,0
975,0
1000,0
1025,0
1050,0
1075,0
1100,0
1125,0
1150,0
1175,0
1200,0
1225,0
540,0
630,0
720,0
810,0
900,0
990,0
1.080,0
1.170,0
1.260,0
1.350,0
1.440,0
1.530,0
1.620,0
1.710,0
1.800,0
1.890,0
1.980,0
2.070,0
2.160,0
2.250,0
2.340,0
2.430,0
2.520,0
2.610,0
2.700,0
2.790,0
2.880,0
2.970,0
3.060,0
3.150,0
3.240,0
3.330,0
3.420,0
3.510,0
3.600,0
3.690,0
3.780,0
3.870,0
3.960,0
4.050,0
4.140,0
4.230,0
4.320,0
4.410,0
0,393
0,459
0,524
0,590
0,655
0,721
0,786
0,852
0,917
0,983
1,048
1,114
1,179
1,245
1,310
1,376
1,441
1,507
1,573
1,638
1,704
1,769
1,835
1,900
1,966
2,031
2,097
2,162
2,228
2,293
2,359
2,424
2,490
2,555
2,621
2,686
2,752
2,817
2,883
2,948
3,014
3,080
3,145
3,211
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0172
0,0227
0,0289
0,0358
0,0434
0,0517
0,0606
0,0701
0,0803
0,0911
0,1025
0,1146
0,1273
0,1406
0,1544
0,1689
0,1840
0,1997
0,2160
0,2330
0,2504
0,2685
0,2871
0,3063
0,3261
0,3465
0,3675
0,3890
0,4112
0,4338
0,4570
0,4809
0,5052
0,5302
0,5557
0,5818
0,6084
0,6356
0,6633
0,6917
0,7205
0,7499
0,7799
0,8104
41
800 RCE 8
v
Velocidade
(m/s)
0,398
0,464
0,538
0,597
0,664
0,730
0,796
0,863
0,929
0,995
1,062
1,128
1,194
1,261
1,327
1,393
1,460
1,526
1,593
1,659
1,725
1,792
1,858
1,924
1,991
2,057
2,123
2,190
2,256
2,322
2,389
2,455
2,522
2,588
2,654
2,721
2,787
2,853
2,920
2,986
3,052
3,119
3,185
3,251
J
Perdas
de Carga
(m/100m)
0,0177
0,0234
0,0298
0,0370
0,0448
0,0533
0,0625
0,0723
0,0828
0,0940
0,1157
0,1182
0,1312
0,1449
0,1593
0,1742
0,1898
0,2060
0,2228
0,2402
0,2582
0,2769
0,2961
0,3160
0,3363
0,3574
0,3790
0,4012
0,4240
0,4474
0,4714
0,4960
0,5211
0,5468
0,5731
9,6000
0,6275
0,6556
0,6842
0,7134
0,7432
0,7735
0,8045
0,8359
TERMINOLOGIA E UNIDADES DE MEDIDA
UTILIZADAS
ANEXO
III
TERMINOLOGIA Y UNIDADES DE MEDIDA
UTILIZADAS
SMB.
DESCRIO - DESCRIPCIN
[Link]
Larguera da vala
Anchura de la zanja
D, DN
Dimetro
Dimetro
mm, cm
Mdulo de elasticidade
Mdulo de elasticidad
N/mm2
ER
Mdulo de rigidez do material do leito
Mdulo de rigidez
N/mm2
Acelerao da gravidade
Aceleracin de la gravedad
m/s2
Profundidade da vala
Profundidad de la zanja
Momento de inrcia
Momento de Inercia
cm4/cm
Perdas de carga
Prdidas de carga
K1
Relao entre os esforos horiz. e vert. do material
Relacin entre los esfuerzos horiz. y vert. del material
PS
Presso causada pelo solo
Presin causada por el suelo
Ton/m2, Kg/m2
P1
Presso causada pelas cargas de trfego
Presin causada por las cargas de trfico
Ton/m2, Kg/m2
Presso total ecxercida na tubagem
Presin total ejercida en la tuberia
Kg/cm2
Raio do tubo
Radio del tubo
cm
Rt
Rigidez anelar do tubo
Rigidez anular del tubo
Kg/cm2/kN/m2
SC
Coeficiente de correco da carga do solo
Coeficiente de correccin de la carga del suelo
Carga de trfego esperada
Carga de trfico esperada
Ton, Kg
Velocidade instantnea do fluido
Velocidad instantnea del fluido
m/s
ngulo de frico
ngulo de friccin
graus
Peso especfico
Peso especfico
Ton/m3, Kg/m3
Viscosidade cinemtica do fluido
Viscosidad cinemtica del fluido
m2/s
ngulo de frico interna do material de enchimento
ngulo de friccin interna del material de relleno
graus
42
ACESSRIOS
ANEXO
IV
ACCESORIOS
Curva a 90
DN (mm)
160
200
250
315
400
500
630
Curva a 45
DN (mm)
160
200
250
315
400
500
630
T a 90 - Te a 90
DN (mm)
160
200
250
315
400
500
630
DN (mm)
160x125
160x160
200x125
200x160
200x200
250x125
250x160
250x200
250x250
315x125
315x160
315x200
315x250
Forquilha a 45 - Injerto a 45
43
DN (mm)
315x315
400x125
400x160
400x200
400x250
400x315
400x400
500x125
500x160
500x200
500x500
630x630
ACESSRIOS
ANEXO
IV
ACCESORIOS
Forquilha de Transio para tubos compactos
Injerto de Transicin para tubos compactos
DN (mm)
200x125
200x160
200x200
250x125
250x160
250x200
DN (mm)
315x125
315x160
315x200
400x125
400x160
400x200
Unio de Transio para tubos compactos
Unin de Transicin para tubos compactos
DN (mm)
160 / 160
200 / 200
250 / 250
315 / 315
400 / 400
500 / 500
630 / 630
Unio Telescpica - Unin Telescpica
DN (mm)
125
160
200
250
315
400
Unio Dupla - Unin Doble
DN (mm)
125
160
200
250
315
400
44
ACESSRIOS
ANEXO
IV
ACCESORIOS
Tampo - Tapn
DN (mm)
160
200
250
315
400
Reduo - Reduccin
DN (mm)
200 / 160
250 / 200
315 / 200
315 / 250
400 / 315
Reduo de Transio para tubos compactos
Reduccin de Transicin para tubos compactos
DN (mm)
250 / 200
315 / 200
315 / 250
400 / 315
Ligador / Passa Muros - Unin / Pasa . Muros
DN (mm)
200
250
315
400
500
630
Junta de Estanquidade - Junta de Estanqueidad
DN (mm)
125
160
200
250
315
400
500
630
45
ANEXO
ELEMENTOS DE CONSULTA
ELEMENTOS DE CONSULTA
ATV 127 (1988)
STANDARDS FOR THE STRUCTURAL
CALCULATION OF DRAINS AND SEWERS
DIN 19961 (1989)
THERMOPLASTIC PIPES AND FITTINGS WITH
PROFILED OUTER AND SMOOTH INNER
SURFACES
DIN 19566 (1996)
ROHRE UND FORMSTUECKE AUS
THERMOPLASTISCHEN KUNSTSTOFFEN MIT
PROFILIERTER WANDUNG UND GLATTER
ROHRINNERFLAECHE
ISO / EN 9969 (1994)
THERMOPLASTIC PIPES -DETERMINATION OF
RING STIFFNESS
prEN 13476-1 (1999)
THERMOPLASTICS PIPING SYSTEMS FOR NONPRESSURE UNDERGROUND DRAINAGE AND
SEWERAGE
"PLASTIC PIPES FOR WATER SUPPLY AND
SEWAGE DISPOSAL"
LARS -ERIC JANSON, BOREALIS
"HIDRULICA"
A. QUINTELA, F. C. GULBENKIAN
46