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Excentricidad de Estructuras

Este documento presenta tres métodos para estimar la excentricidad existente en estructuras reales mediante pruebas dinámicas. Se elaboró un modelo matemático de parámetros conocidos y se obtuvo su respuesta en diferentes puntos para aplicar los métodos y seleccionar el más adecuado. Finalmente, el método seleccionado se utilizó para calcular la excentricidad en dos direcciones de tres estructuras reales a partir de registros sísmicos.

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Excentricidad de Estructuras

Este documento presenta tres métodos para estimar la excentricidad existente en estructuras reales mediante pruebas dinámicas. Se elaboró un modelo matemático de parámetros conocidos y se obtuvo su respuesta en diferentes puntos para aplicar los métodos y seleccionar el más adecuado. Finalmente, el método seleccionado se utilizó para calcular la excentricidad en dos direcciones de tres estructuras reales a partir de registros sísmicos.

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UNIVERSIDAD NACIONAL AUTNOMA DE MXICO

PROGRAMA DE MAESTRA Y DOCTORADO EN INGENIERA

INSTITUTO DE INGENIERA

EVALUACIN DE MTODOS PARA ESTIMAR


LA EXCENTRICIDAD DE ESTRUCTURAS A
PARTIR DE PRUEBAS DINMICAS

T E S I S
QUE PARA OPTAR POR EL GRADO DE:

MAESTRO EN INGENIERA
INGENIERA CIVIL ESTRUCTURAS
P R E S E N T A :

ROBERTO CARLOS MENDOZA CARVAJAL

TUTOR:
DR. JOS ALBERTO ESCOBAR SNCHEZ

abril de 2007

JURADO ASIGNADO:

Presidente:

DR. DAVID MURI VILA

Secretario:

DR. ROBERTO GMEZ MARTNEZ

Vocal:

DR. JOS ALBERTO ESCOBAR SNCHEZ

1er. Suplente:

DR. OSCAR LPEZ BTIZ

2do. Suplente:

M.I. GERARDO RODRGUEZ GUTIRREZ

Lugar donde se realiz la tesis:


INSTITUTO DE INGENIERA, UNAM.

TUTOR DE TESIS:

DR. JOS ALBERTO ESCOBAR SNCHEZ

AGRADECIMIENTOS

A la Universidad Nacional Autnoma de Mxico por permitirme ser parte de ella.

A la Facultad de Ingeniera por mi formacin como profesionista.

A todos y cada uno de mis maestros por compartir su tiempo y conocimiento, adems de
darme grandes lecciones de vida.

Al Instituto de Ingeniera UNAM por todas las facilidades prestadas como becario.

Al Dr. David Muri Vila por su apoyo durante los estudios.

Al Dr. Jos Alberto Escobar Snchez por dirigir este trabajo.

A los investigadores, Dr. David Muri Vila, Dr. Roberto Gmez Martnez, Dr. Oscar Lpez
Btiz, Dr. Jos Alberto Escobar Snchez y al M. en I. Gerardo Rodrguez Gutirrez por sus
valiosos comentarios y sugerencias al presente trabajo.

A mis amigos y colegas Baruo Daniel Aldama Snchez, Carlos Alonso Cruz Noguz, Carlos
Humberto Huerta Carpizo, Jos Camargo Prez, Jos Javier Ferretiz, Lizbeth Mendoza
Resndiz y Maritza Jurez Galiote con quin compart informacin, dudas y conocimiento.

Dedicada a
mi familia
y amigos

CONTENIDO
RESUMEN ............................................................................................................................II
ABSTRACT ..........................................................................................................................II
CONTENIDO ..................................................................................................................... III
CAPTULO 1. INTRODUCCIN...................................................................................... 1
1.1. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA.................................................................. 1
1.2. OBJETIVOS Y ALCANCES ..................................................................................... 2
CAPTULO 2. ANTECEDENTES ..................................................................................... 3
2.1. EXCENTRICIDAD EN ESTRUCTURAS ............................................................... 3
2.1.1.
Centro de masa .................................................................................................. 5
2.1.2.
Centro de torsin ............................................................................................... 5
2.1.3.
Centro de cortante ............................................................................................. 6
2.1.4.
Centro de rigidez ............................................................................................... 6
2.1.5.
Excentricidad esttica........................................................................................ 8
[Link]
Excentricidad de piso ........................................................................................ 8
[Link]
Excentricidad de entrepiso ................................................................................ 9
2.1.6.
Excentricidad accidental ................................................................................... 9
2.1.7.
Excentricidad de diseo .................................................................................. 10
2.2. PRUEBAS DINMICAS EN ESTRUCTURAS .................................................... 10
2.2.1.
Pruebas de vibracin ambiental....................................................................... 11
2.2.2.
Pruebas de vibracin forzada .......................................................................... 11
2.2.3.
Registros ssmicos ........................................................................................... 12
2.2.4.
Programa de instrumentacin de estructuras................................................... 12
CAPTULO 3. CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE
PRUEBAS DINMICAS ................................................................................................... 14
3.1. MTODO DE DE LA LLERA Y CHOPRA.......................................................... 14
3.1.1.
Descripcin ..................................................................................................... 14
3.1.2.
Mtodologa .................................................................................................... 14
3.2. MTODO DE GARCA, FARFN Y PARRA ..................................................... 17
3.2.1.
Descripcin...................................................................................................... 17
3.2.2.
Mtodologa .................................................................................................... 17
3.3. MTODO DE SAFAK Y CELEBI ......................................................................... 19
3.3.1.
Descripcin...................................................................................................... 19
3.3.2.
Mtodologa .................................................................................................... 19
CAPTULO 4. EVALUACIN DE LOS MTODOS.................................................... 23
4.1. MODELO MATEMTICO ESTUDIADO ........................................................... 23
4.2. EXCITACIN SSMICA......................................................................................... 24
4.3. CLCULO DE LA RESPUESTA ........................................................................... 24
iii

4.3.1.
Frecuencias circulares, perodos y frecuencias naturales de vibracin ........... 24
4.3.2.
Registros de aceleracin.................................................................................. 25
4.4. APLICACIN DE LOS METODOS...................................................................... 27
4.5. SELECCIN DEL MTODO................................................................................. 32
CAPTULO 5. APLICACIN .......................................................................................... 34
5.1. EDIFICIO SHERMAN OAKS-13 ......................................................................... 34
5.1.1.
Descripcin e instrumentacin ........................................................................ 36
5.1.2.
Registros ssmicos ........................................................................................... 36
5.1.3.
Evaluacin del CR........................................................................................... 39
5.2. EDIFICIO NORTH HOLLYWOOD-20 ............................................................... 39
5.2.1.
Descripcin e instrumentacin ........................................................................ 41
5.2.2.
Registros ssmicos ........................................................................................... 41
5.2.3.
Evaluacin del CR........................................................................................... 41
5.3. EDIFICIO LOS NGELES-9.................................................................................. 44
5.3.1.
Descripcin e instrumentacin ........................................................................ 44
5.3.2.
Registros ssmicos ........................................................................................... 45
5.3.3.
Evaluacin del CR........................................................................................... 46
CAPTULO 6. CONCLUSIONES .................................................................................... 49
REFERENCIAS ............................................................................................................... XX
APNDICE A .................................................................................................................XXX
APNDICE B...............................................................................................................XXXX

iv

RESUMEN

Se presentan tres mtodos para estimar la excentricidad existente en estructuras reales


mediante pruebas dinmicas. Con la elaboracin de un modelo de parmetros conocidos y la
obtencin de su respuesta en diferentes puntos, se obtuvo la informacin necesaria para la
aplicacin de cada uno de los mtodos, con el fin de seleccionar el ms conveniente de
acuerdo a las prcticas de instrumentacin realizadas en el mundo y los resultados obtenidos.
Finalmente el mtodo seleccionado se aplic en tres estructuras reales y se obtuvo su
excentricidad en dos direcciones.

ABSTRACT

Three methods to estimate the excentricity of buildings by using dinamics test are presented.
In order to selectionate the most convenient method in accordance with instrumentation
practices made in the world and their results, a model of known parameters was elaborated and
its response in diferents points were got. Finally the select method was applied to three
buildings and its excentricity in two directions was got.

ii

INTRODUCCIN

CAPTULO 1
INTRODUCCIN

1.1.

PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA

Una respuesta torsional excesiva es una de las causas ms importantes de dao o colapso de
estructuras cuando se presenta un sismo de gran intensidad. En un edificio, sus pisos
experimentan torsin y traslacin simultneamente, esto es debido a que se presenta el
acoplamiento entre ambos movimientos.
El acoplamiento en los desplazamientos traslacional y angular en los edificios se produce,
principalmente, por la asimetra en masas, rigideces y/o resistencias, debidas a las necesidades
del edificio, al diseo asimtrico de miembros estructurales, incluyendo la ubicacin de muros
de escaleras y ejes secundarios o bien, a las incertidumbres introducidas del diseo a la
construccin. Esto puede provocar problemas, sobre todo en estructuras de plantas irregulares,
donde se pueden presentar grandes valores de excentricidad entre la localizacin de la lnea de
accin de la fuerza ssmica y la resistente. Esto puede originar solicitaciones mayores que
aquellas con las que probablemente fue diseado el edificio.
Generalmente, en los reglamentos de construccin, el diseo por torsin se basa en un anlisis
esttico o en uno dinmico tridimensional (NTC-2004; Hsiung, et al, 2001; Escobar, et al,
2004; Marino y Rossi, 2004). En el anlisis dinmico, el centro de masa (CM) de cada piso se
debe mover una distancia denominada excentricidad accidental ea de su posicin original. El
anlisis esttico consiste en la aplicacin de las fuerzas laterales equivalentes a una distancia
llamada excentricidad de diseo ed a partir del centro de rigidez (CR).
La excentricidad de diseo est compuesta por la excentricidad estructural (es) y la
excentricidad accidental (ea). La excentricidad estructural es la distancia entre el punto de
aplicacin de la carga y aquel donde se concentra la fuerza resultante. La excentricidad
accidental es un porcentaje de la mayor dimensin en planta de la estructura perpendicular a la
direccin de aplicacin del sismo.
Si se conoce la lnea de accin de la resultante de las fuerzas laterales, el problema se reduce a
la localizacin del centro de rigidez de cada piso y/o entrepiso.
Para determinar la ubicacin del CR se presentan algunas dificultades. En primer lugar,
existen varias definiciones. Su localizacin depende de la distribucin de fuerzas laterales,
adems, es difcil determinar el CR de edificios de varios pisos. Determinar la ubicacin del
CR es importante no slo para verificar la precisin de las suposiciones en los modelos, sino
evaluar los efectos debidos a la torsin de la estructura. Lo anterior es importante en la
evaluacin de las estructuras existentes. Otra ventaja de encontrar la ubicacin del CR es que
se pueden transferir los registros de movimiento de la estructura a este punto y analizar los
efectos de los movimientos de traslacin y rotacin separadamente.

CAPTULO 1

La obtencin de la posicin del CR permite considerar apropiadamente los requisitos exigidos


en el Reglamento de Construcciones para el Distrito Federal vigente (NTC-2004).
Es muy importante conocer la localizacin real del CR para determinar la excentricidad y con
ello evaluar la verdadera magnitud de los efectos de torsin sobre las estructuras. Dadas las
dificultades para su determinacin, se aprovechan las ventajas de la instrumentacin para su
determinacin.
El avance tecnolgico en los instrumentos para la medicin de registros y computadoras,
permite que la instrumentacin sea una alternativa para la evaluacin de las estructuras. La
instrumentacin se usa para validar las hiptesis en los mtodos de anlisis y para determinar
los parmetros que rigen el comportamiento de modelos tericos as como su desarrollo.
Lo anterior da origen al presente trabajo en el que se estima la excentricidad en estructuras
reales mediante el uso de registros obtenidos de pruebas dinmicas.

1.2. OBJETIVOS Y ALCANCES


Los objetivos principales de este trabajo son:

Evaluar los mtodos encontrados para la determinacin de la excentricidad real


existente en edificios a partir de la informacin obtenida al realizar pruebas dinmicas
sobre ellos.

Elegir el mtodo ms adecuado para aplicarlo sobre edificios reales.

El primer objetivo se llev a cabo mediante la elaboracin de un modelo matemtico de


propiedades conocidas, sometido a una excitacin tambin conocida del cual se obtiene su
respuesta en diferentes puntos, tal como si se instrumentara en realidad, al aplicar los mtodos
se espera obtener los resultados conocidos.
El segundo objetivo tiene como fin elegir el mtodo que proporcion los mejores resultados de
acuerdo a los programas de instrumentacin usualmente realizados en nuestro pas o bien
hacer las recomendaciones pertinentes para implementar la metodologa que permita obtener
la excentricidad de los edificios adems de las propiedades usualmente identificada.

ANTECEDENTES

CAPTULO 2
ANTECEDENTES

2.1. EXCENTRICIDAD EN ESTRUCTURAS


Si existe asimetra en la geometra, rigidez, resistencia y/o distribucin de la masa en la planta
de una estructura, las cargas laterales dan lugar a la torsin al ser sometida a cargas laterales
como las producidas por los sismos. Desde el punto de vista del diseo estructural es necesario
conocer la magnitud de los efectos torsionales para poder satisfacer los requerimientos de
esfuerzo y rigidez de los diferentes elementos resistentes. Los reglamentos de construccin
actuales los toman en cuenta, considerando la aplicacin de las fuerzas laterales equivalentes a
una distancia ed a partir del CR.
El momento de torsin en un piso se produce por la fuerza lateral y la distancia ed que est en
funcin de las rigideces de los elementos estructurales existentes, de la posicin del centro de
masa correspondiente y del sistema de cargas aplicado.
A continuacin se presenta un resumen de algunos de los estudios realizados para la
evaluacin de los efectos de torsin en estructuras.
Cheung y Tso (1986) extendieron el concepto de excentricidad de edificios de un piso a
edificios de varios pisos, definiendo la ubicacin del CR de cada uno. Propusieron un mtodo
para la localizacin del CR y lo probaron en tres edificios, de los cuales obtuvieron la
localizacin del CR por piso.
Damy y Alcocer (1987), propusieron un mtodo para obtener las coordenadas del centro de
torsin de los entrepisos de edificios a partir de la matriz de rigidez del edificio y de la
distribucin de las fuerzas ssmicas.
Tso (1990) aclar las dos alternativas en la aplicacin del concepto de excentricidad esttica
(de piso y entrepiso) y las aplic a un edificio. Demostr que ambas definiciones llevan al
mismo resultado del momento torsional.
Goel y Chopra (1992) propusieron un mtodo para anlisis de fuerzas laterales de edificios de
plantas asimtricas sin necesidad de localizar el CR.
De la Llera y Chopra (1995) desarrollaron un procedimiento para incluir los efectos de la
torsin accidental en el diseo ssmico de edificios. El procedimiento tiene ventajas sobre las
especificadas en los procedimientos de anlisis esttico y dinmico para incluir la torsin
accidental.
Poole (1977) consider las recomendaciones de diseo por torsin del Reglamento de
Construccin de Nueva Zelanda (NZS 4203:1976), describi las correcciones propuestas a las
previsiones estticas del cdigo, dio paso a paso el procedimiento a seguir en estas y discuti
el uso del anlisis modal.
3

CAPTULO 2

Escobar y Ayala (1998) realizaron un estudio de comportamiento ssmico de estructuras


asimtricas con comportamiento no lineal y propiedades aleatorias. Se estudi la respuesta
estructural de modelos de un solo piso diseados con diferentes criterios.
Harasimowicz y Goel (1998) realizaron una investigacin de la variacin de los resultados al
usar varios centros de referencia para la estimacin de la torsin y evaluar cul de estos
permite obtener los resultados de acuerdo con el anlisis dinmico. Para esto, estudiaron la
respuesta de un edificio torsionalmente rgido, otro flexible y uno intermedio entre los
extremos.
Makarios y Anastassiadis (1998) analizaron la existencia o inexistencia de un eje elstico,
siguiendo el criterio de torsin ptima definieron un eje elstico ficticio para cada caso de
edificios regulares en elevacin.
De la Colina (1999) estudi mediante un anlisis no lineal de un sistema, con elementos
resistentes en dos direcciones perpendiculares, los efectos de los factores de reduccin
ssmica, los factores y usados para calcular la excentricidad, el perodo lateral inicial y la
excentricidad inicial.
Hsiung, et al. (2001) desarrollaron un procedimiento para considerar la torsin accidental en el
diseo de edificios. El mtodo fue evaluado a partir de la medida del movimiento de doce
edificios con planta nominalmente simtrica, durante el sismo de Northridge.
Shakib y Tohidi (2002) usaron un procedimiento estocstico en la evaluacin de los efectos
del componente rotacional de un sismo en la excentricidad accidental de edificios simtricos y
asimtricos.
Samali, et al. (2003) investigaron las caractersticas dinmicas y respuesta de un modelo a
base de marcos de cinco pisos y con una masa excntrica usando una mesa vibradora,
simulando cuatro diferentes movimientos del suelo. Examinaron la efectividad de los
aisladores de neopreno y de ncleo de plomo en la proteccin de estructuras excntricas.
Zrate, et al. (2003) hicieron una revisin del mtodo para anlisis por torsin ssmica esttica.
Discutieron algunas de sus caractersticas como el clculo de excentricidad esttica.
Compararon el mtodo de anlisis esttico propuesto por Goel y Chopra y el de Damy y
Alcocer. Discutieron algunos aspectos del mtodo ssmico esttico y el modal espectral.
De la Colina (2004) present un estudio probabilista de la torsin accidental de edificios bajos,
sometindolos a movimientos ssmicos del terreno en dos direcciones.
Dhiman y Sudhir (2004) extendieron la definicin del centro de rigidez para edificios con
diafragma de piso rgido a edificios asimtricos con pisos flexibles.
Escobar, et al. (2004) propusieron un mtodo que reduce los clculos en el diseo por torsin
ssmica esttica de edificios de varios pisos.

ANTECEDENTES

Escobar, et al. (2004) evaluaron cuatro diferentes propuestas para reducir la cantidad de
clculos por computadora de modelos tridimensionales de edificios por torsin ssmica
esttica. Los mtodos fueron aplicados en dos estructuras de uno y cinco pisos con el
propsito de compararlos.
Marino y Rossi (2004) evaluaron un eje de referencia, que en edificios de varios pisos,
desempea el mismo papel que el centro elstico (punto donde coinciden el centro de rigidez
CR, centro de torsin CT y el centro de cortante CC) en edificios de un solo piso.
Shakib (2004) utiliz un enfoque estocstico de un anlisis dinmico tridimensional, para
evaluar la interaccin suelo-estructura en edificios asimtricos en el dominio del tiempo, con
propsito de evaluar la excentricidad dinmica de las recomendaciones de los reglamentos de
diseo por sismo.
Marusic y Fajfar (2005) investigaron la respuesta ssmica elstica e inelstica, de una
estructura de acero de varios pisos asimtrica en planta, bajo dos direcciones horizontales del
movimiento del suelo.
Stathopoulos y Anagnostopoulos (2005) investigaron la respuesta inelstica de edificios
excntricos de varios pisos.

2.1.1. Centro de masa


El centro de masa del piso de un edificio, CM, se define como el centro de gravedad de las
cargas verticales del mismo. En caso de que las cargas verticales presenten una distribucin
uniforme, el CM coincidir con el centroide geomtrico de la planta del piso. Es el punto
donde se considera aplicada la fuerza ssmica horizontal que acta en un piso de la estructura.
(Zapata, 1993; Damy y Alcocer, 1987).
Las coordenadas xCM, yCM del CM del j-simo piso se calculan como (Escobar, 2004):

P y
P
P x
=
P
i

x CM =

(2.1)

(2.2)

y CM

donde Pi son las cargas verticales en el piso, y xi y yi son sus coordenadas respecto a un punto
de referencia.

2.1.2. Centro de torsin


El centro de torsin, CT, de un piso es el punto que permanece fijo cuando la estructura esta
sujeta a torsin. Tambin se le conoce como centro de resistencia.

CAPTULO 2

Para calcular las coordenadas xCT, yCT del CT del piso, se pueden utilizar los cortantes directos
de los elementos resistentes. Estos corresponden a la distribucin de la fuerza cortante total Vj
del entrepiso de acuerdo con la rigidez lateral, ki, de cada elemento. Se pueden obtener al
aplicar las fuerzas ssmicas laterales Fxj y Fyj, calculadas con un anlisis ssmico esttico o
dinmico modal espectral, en los CM correspondientes, permitiendo nicamente la traslacin
pura de los pisos. As, las coordenadas del CT se calculan como sigue:
x CT =
y CT =

(V

Vdyi, j1 )x i

dyi , j

Fy j

(V

dxi , j

Vdxi , j1 )y i
Fx j

(2.3)

(2.4)

donde Vdx i,j y Vdy i,j son los cortantes directos del i-simo elemento resistente; y xi, yi son sus
coordenadas respecto a un punto de referencia en las direcciones X e Y en el entrepiso j,
respectivamente.

2.1.3. Centro de cortante


El centro de cortante, CC, de un entrepiso es el punto de aplicacin de la fuerza cortante. Las
coordenadas xCC y yCC del CC del j-simo entrepiso se calculan como (Escobar, 2004):
x CC =

y CC =

yj

x CM

Vy j

xj

y CM

Vx j

(2.5)

(2.6)

donde Fxj y Fyj, son las fuerzas ssmicas laterales aplicadas en CM; Vxj y Vyj son los cortantes
del entrepiso j en las direcciones X e Y, respectivamente.

2.1.4. Centro de rigidez


Es el punto a travs del cual la resultante de las fuerzas laterales acta sin producir rotacin
del piso alrededor de un eje vertical.
Las coordenadas xCR, yCR del CR se pueden calcular utilizando los cortantes directos como
(Escobar, 2004):
x CR =
y CR =

(V

dyi

xi )

Vy j

(V

dxi

Vx j

yi )

(2.7)

(2.8)

ANTECEDENTES

o mediante las rigideces de los elementos resistentes como (Escobar, 2004):

(k x )
k
(k y )
=
k
i

x CR =

(2.9)

(2.10)

y CR

En edificios de un piso, los centros anteriormente mencionados CR, CT y CC se encuentran en


un mismo punto en planta, este punto recibe el nombre de centro elstico (Tso, 1990;
Makarios y Anastassiadis, 1998; Marino y Rossi, 2004). Por error o desconocimiento, estos
trminos son usados indiferentemente en la prctica. En la figura 2.1 se muestra la ubicacin
del CM, CT, CC y CR as como las dos definiciones de excentricidad esttica existentes en un
edificio de varios niveles.

Fig 2.1. CM, CT, CC, CR, excentricidad de piso y entrepiso en un edificio de varios
niveles
El concepto de CR, surge de la consideracin del comportamiento de estructuras de un solo
piso con diafragma de piso rgido. En estricto sentido, no puede ser definido para edificios de
varios pisos, slo para cierta clase de edificios con caractersticas especiales (Cheung y Tso,
1986). Para los edificios de varios pisos no existe una definicin nica de CR aceptada, as, se
conocen las siguientes:
En una interpretacin Humar (1984) define el CR de un piso como el punto en el que, la
resultante de las fuerza laterales acta sin producir rotacin, los otros pisos, pueden o no rotar.
Poole (1987) defini el CR de un piso como el sitio donde se ubica la resultante de las fuerzas
cortantes resistentes de los elementos resistentes del mismo. Cuando la estructura est sujeta a
cargas estticas laterales no existe rotacin en ninguno de los pisos.

CAPTULO 2

Cheung y Tso (1986) definieron el CR generalizado de un edificio de varios pisos como el


conjunto de puntos localizados en los pisos, en los cuales, al pasar una distribucin de fuerza
laterales a travs de ellos, no causara movimientos rotacionales en ninguno de estos con
respecto a un eje vertical.
Esta ltima definicin es una extensin del concepto de excentricidad para edificios de varios
pisos e indica que dado un conjunto de cargas laterales, se puede determinar un conjunto de
puntos que satisfagan la definicin del CR. Este conjunto de puntos es dependiente de la
distribucin de carga. Para calcular el momento torsional mediante la excentricidad de piso, se
puede definir el centro de rigidez instantneo (Tso, 1990, Marino y Rossi, 2004), mismo que
se utilizara en este estudio.
Una manera simple, pero no estrictamente correcta para determinar el centro de rigidez
instantneo, consiste en estimar la rigidez de los elementos resistentes laterales por piso,
suponiendo que cada uno de ellos se tratar como un edificio de un solo piso (ecuaciones 2.7 y
2.8). Lo anterior produce el uso intercambiado del trmino centro de rigidez y centro de
torsin o de resistencia.
De aqu en adelante se utilizar indistintamente CT y CR ambos debern entenderse como el
centro de rigidez instantneo.

2.1.5. Excentricidad esttica


Debido a los conceptos anteriores en el diseo por torsin ssmica esttica de edificios de
varios pisos existen dos definiciones de excentricidad esttica para calcular el momento
torsionante (fig 2.1). Cabe mencionar que mediante la aplicacin de cada definicin, se
obtiene la misma distribucin del momento torsional (Tso, 1990; Escobar, et al, 2004).
La excentricidad esttica es la distancia entre el punto de aplicacin de la carga y aquel donde
se concentra la fuerza resultante.
En cierta forma, la excentricidad esttica seala que pueden existir efectos de acoplamiento
entre la respuesta lateral y torsional por la falta de simetra en planta de las estructuras. Las
dos definiciones de excentricidad esttica se describen a continuacin.

[Link]. Excentricidad de piso


Es la distancia entre el CM, y el correspondiente CT para cada una de las direcciones X e Y de
la estructura, esto es:
e s = x CM x CT e s = x CT x CM

(2.11)

e s = y CM y CT e s = y CT y CM

(2.12)

El momento de torsin del j-simo piso para cada una de las direcciones X e Y de la estructura
ser:
8

ANTECEDENTES

Tj = Fx j e s

(2.13)

Tj = Fy j e s

(2.14)

El momento de torsin de entrepiso se obtiene sumando los momentos torsionantes de todos


los pisos que se encuentran sobre ste. As, el momento torsionante del j-simo entrepiso es:
n

M j = Tm

(2.15)

m= j

[Link]. Excentricidad de entrepiso


Es la distancia entre el CC, y el CR, de cada una de las direcciones X e Y de los entrepisos
esto es:
e s = x CC x CR e s = x CR x CC

(2.16)

e s = y CC y CR e s = y CR y CC

(2.17)

Con esta definicin, el momento de torsin de entrepiso se obtiene directamente como el


producto de la fuerza cortante y la excentricidad de entrepiso. As, el momento torsionante del
i-simo entrepiso para cada una de las direcciones ortogonales X e Y ser:
M j = Vj e s

(2.18)

El concepto de excentricidad esttica, originalmente se deriv de edificios de un solo piso con


diafragma rgido, por ello, al aplicarlo a estructuras con varios pisos se genera confusin. En el
sentido tradicional, la excentricidad es una medida de la asimetra de una estructura, por lo
tanto, es una propiedad estructural y es independiente de la carga aplicada. Para estructuras de
varios pisos esto cambia, ya que para las dos definiciones de excentricidad esttica, esta
depende de la estructura y de la distribucin lateral de cargas.
Para el presente trabajo se usar la definicin de excentricidad de piso, que se define como la
distancia entre el centro de rigidez instantneo y el centro de masa del piso. Esto debido a que
la excentricidad de piso es ms sensible a la distribucin de cargas que la de entrepiso (Tso,
1990), y en el caso de un sismo, esta distribucin es variable en cada piso de acuerdo a la
excitacin. Adems de que la instrumentacin de edificios se realiza generalmente a nivel de
piso.

2.1.6. Excentricidad accidental


La excentricidad accidental se estima como un porcentaje de la dimensin mxima b en
planta del piso medida en direccin perpendicular al sismo. En los reglamentos de diseo
ssmico se considera como un incremento en los valores nominales de la es debido a la
combinacin de los siguientes efectos (Zapata, 1993):

Propagacin de ondas que provocan movimiento torsional del terreno

CAPTULO 2

Incertidumbre en la distribucin en planta de rigideces, masas y resistencias


Diferencias de acoplamiento entre la cimentacin y el suelo de desplante

El valor del coeficiente de torsin accidental , vara de 0.05 para estructuras flexibles a 0.1
para las ms rgidas. Con esto se toma en consideracin los efectos mencionados.
(Rosenblueth, 1979).

2.1.7. Excentricidad de diseo


La excentricidad de diseo, tiene un formato similar en los actuales cdigos de diseo ssmico
de diversos pases. Involucra factores que modifican la excentricidad estructural para as
resolver un problema dinmico mediante uno esttico equivalente. La forma comn de estas
expresiones es:
e d = e s + b

(2.19)

e d = e s b

(2.20)

Los factores, y , representan la amplificacin que se produce por efectos dinmicos y


consideran las diferencias entre los resultados de los mtodos estticos y dinmicos de
anlisis.
En Mxico los valores de , y son 1.5, 1 y 0.1 respectivamente (NTC-2004). Como
excentricidad de diseo se utiliza la que ocasione los efectos ms desfavorables en cada uno
de los elementos resistentes.

2.2. PRUEBAS DINMICAS EN ESTRUCTURAS


A lo largo de la vida til de una estructura se pueden presentar eventos que modifiquen su
comportamiento estructural, como puede ser el deterioro de los materiales, sismos,
remodelaciones, etc. Con el objetivo de lograr un piso de seguridad adecuado contra fallas
estructurales, as como un comportamiento aceptable en condiciones normales de operacin,
es conveniente revisar la integridad de una estructura mediante un programa de mantenimiento
peridico que permita tener un conocimiento completo y actualizado de su comportamiento
estructural.
Para lograr esta tarea, se utilizan las pruebas de vibracin ambiental, pruebas de vibracin
forzada, pruebas de vibracin libre (pruebas de traccin) y medicin de la respuesta ssmica de
estructuras. La identificacin de caractersticas dinmicas en estructuras por medio de pruebas
de campo, es una actividad que cobra importancia en el campo de la ingeniera civil. Mediante
estas pruebas, pueden identificarse parmetros estructurales como: flexibilidad, mdulos de
Young, parmetros modales (frecuencia natural, forma modal, relacin de amortiguamiento,
etc.

10

ANTECEDENTES

Las pruebas de campo tambin son de gran ayuda para mejorar o actualizar los modelos
analticos de las estructuras, calibrar los programas de anlisis y criterios de diseo y
simulaciones de otras estructuras. As, ayudan a reducir las diferencias entre los sistemas
estructurales construidos y los modelos de su anlisis, adems, ayudan a la deteccin de dao
y control de una estructura (Jaimes, 2005; Galiote, 2006).

2.2.1. Pruebas de vibracin ambiental


Las pruebas de vibracin ambiental consisten en registrar las vibraciones en las estructuras
producidas por el trnsito de vehculos, el viento, microtemblores y varias fuentes peridicas y
aleatorias. El equipo con el que se realizan es ligero y se requiere un nmero reducido de
operadores. Son relativamente simples y rpidas de realizar, adems de que no interfieren en
las actividades normales que se realizan en las estructuras.
Estas pruebas describen el comportamiento lineal de las estructuras, ya que generalmente, las
amplitudes de vibracin son pequeas. Pueden ser usadas para describir el comportamiento
elstico de estructuras daadas, ayudar en el desarrollo y la calibracin de modelos
estructurales y algoritmos de anlisis, en el control estructural y de seguridad durante y
despus de la construccin, en el estudio de la variabilidad en la respuesta de edificios
similares con respecto a diferentes condiciones de suelo y tipo de excitacin.
Uno de los usos ms frecuentes de las pruebas de vibracin ambiental, es la identificacin de
los parmetros dinmicos ms relevantes de la estructura como las frecuencias naturales y las
formas modales de vibracin.

2.2.2. Pruebas de vibracin forzada


Una prueba de vibracin forzada es ms difcil de realizar que una de vibracin ambiental. El
equipo requerido (generador de vibraciones con consola de controles, pesos, grabadores,
acelermetros y cables) es ms pesado y las pruebas requieren ms tiempo que las de
vibracin ambiental. En las pruebas de vibracin forzada, la estructura se excita a partir de un
estado estable de vibracin con uno o ms vibradores controlando su velocidad. Los
generadores de vibracin esencialmente proporcionan un movimiento senoidal horizontal en
una sola direccin con amplitud y frecuencia controladas. Estos no necesariamente tienen la
capacidad de excitar a resonancia todos los modos significativos una estructura.
Las pruebas de vibracin forzada requieren fuerzas grandes para producir una respuesta til
(amplitudes mximas en las estructuras). El generador de vibracin usualmente se localiza en
la azotea del edificio. Esto permite una excitacin ms prominente de los modos de vibrar que
tienen grandes amplitudes en los pisos ms altos de la estructura. Adems, el paso de las ondas
propagndose a travs de la estructura es diferente en el caso del movimiento del terreno ante
un sismo, ruido ambiental excitacin del viento. La interpretacin de los resultados
obtenidos a partir de estas pruebas debe de tomar en cuenta estas diferencias.

11

CAPTULO 2

2.2.3. Registros ssmicos


El objetivo principal de un programa de instrumentacin ssmica para sistemas estructurales es
promover el conocimiento del comportamiento y dao potencial de las estructuras sometidas a
cargas ssmicas intensas. Esto podr alcanzarse a travs del desarrollo de una red integrada
que mida la fuente ssmica transmitiendo los movimientos del suelo y la respuesta estructural.
Estas medidas pueden correlacionarse con observaciones del desempeo de las estructuras
para evaluar los criterios de diseo y prcticas de construccin actuales, e incluso modificarlos
en orden de minimizar el dao de edificios durante futuros sismos.

2.2.4. Programa de instrumentacin de estructuras


Un programa de instrumentacin de estructuras debe proporcionar informacin idnea para
reconstruir la respuesta de una estructura con suficiente detalle, para compararla con la
predicha mediante modelos matemticos y lo observado en laboratorios. El objetivo es
mejorar los modelos matemticos de las estructuras para lograr un mejor entendimiento de las
mismas. Adems, los datos obtenidos de la instrumentacin deben permitir explicar las
razones de cualquier dao en la estructura.
Especficamente, la buena instrumentacin de una estructura es la que tiene un grupo completo
de instrumentos que proporcionen informacin til para:

Verificar la adecuacin del modelo dinmico en el intervalo de comportamiento


elstico
Determinar la importancia del comportamiento no-lineal en la respuesta global y local
de la estructura.
Determinar los efectos del comportamiento no-lineal en las caractersticas dinmicas y
el amortiguamiento de la estructura.
Correlacionar el dao con el comportamiento estructural inelstico
Determinar los parmetros del movimiento del suelo que correlacionan la respuesta de
la estructura ante el dao causado en sus elementos resistentes
Hacer recomendaciones para mejorar los reglamentos de diseo ssmico
Facilitar decisiones para reforzar el sistema estructural as como los elementos de las
estructuras
Evaluacin y mejora de estrategias de diseo por sismo as como mtodos para
predecir el comportamiento de estructuras ante estas excitaciones.
Evaluar la seguridad inmediata siguiendo el dao de la estructura debida a sismos
intensos.

Algunos estudios donde se utilizan pruebas dinmicas para la identificacin de propiedades de


estructuras reales son los siguientes.
Trifunac (1972) compar las pruebas de vibracin ambiental y las de vibracin forzada en dos
edificios. Obtuvo que ambas pruebas proporcionaron resultados consistentes.

12

ANTECEDENTES

Reyes y Luco (1991) realizaron pruebas de vibracin ambiental en un edificio de ocho pisos y
obtuvieron sus frecuencias de vibracin, amortiguamientos y formas modales, adems
determinaron los efectos de interaccin suelo-estructura.
Muri Vila y Gonzlez (1995) establecieron recomendaciones bsicas para identificar las
propiedades dinmicas de edificios a partir de mediciones de vibracin ambiental y registros
ssmicos. Obtuvieron las propiedades dinmicas de 60 edificios de la ciudad de Mxico.
Heredia y Esteva (1998) propusieron un criterio para tomar decisiones con respecto a la
localizacin ptima del nmero de sensores para registrar la respuesta ssmica de las
estructuras con el propsito de identificacin de parmetros estructurales. Los resultados
fueron usados para conocer la influencia de la duracin de los registros, el ruido en los
registros, y el contenido y amplitud de frecuencias en el movimiento del terreno.
Huang y Lin (2000) presentaron un procedimiento para determinar las frecuencias naturales,
amortiguamientos y formas modales de una estructura mediante vibracin ambiental,
vibracin libre y respuesta smica. La factibilidad del mtodo fue demostrada en tres
estructuras reales.
Muri Vila, et al. (2000) evaluaron las incertidumbres en la estimacin de las frecuencias
naturales de edificios en la ciudad de Mxico. Compararon frecuencias experimentales y
analticas.
Muri Vila, et al. (2001) estudiaron las caractersticas principales de la respuesta ssmica de un
edificio y su interaccin con el suelo sujeto a sismos pequeos o moderados.
Brownjohn (2003) realiz pruebas de vibracin ambiental en dos torres de oficinas, explic la
metodologa para obtener las frecuencias y formas modales de estas estructuras y describi
dos mtodos experimentales.
El uso de las pruebas dinmicas ha ido en aumento y ha sido variado, Ivanovic, et al, (2000)
hicieron una revisin detallada de este tipo de pruebas, desde sus orgenes hasta la actualidad.
En ninguno de los estudios anteriormente mencionados se trata el uso de las pruebas
dinmicas para evaluar la excentricidad en las estructuras. El siguiente captulo tiene como
objetivo mencionar algunos mtodos que s lo hacen.

13

CAPTULO 3

CAPTULO 3
CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE PRUEBAS
DINMICAS

3.1. MTODO DE DE LA LLERA Y CHOPRA

3.1.1. Descripcin
De la Llera y Chopra (1993) propusieron un mtodo para evaluar la excentricidad accidental a
partir del anlisis de movimientos inducidos por sismo en edificios nominalmente simtricos.
El mtodo se utiliz para analizar el movimiento de tres edificios instrumentados durante
sismos ocurridos en California, EUA. Se determin la excentricidad accidental de los tres
edificios y se compar con la especificada en el reglamento de construccin del lugar. Se
demostr que los requerimientos relativos a los efectos de torsin, de dicho reglamento de
construccin son suficientes para los tres edificios.
La excentricidad accidental se determin directamente de los registros de aceleracin del piso,
obtenidos en dos puntos cualesquiera de la estructura. Se consider la hiptesis de un sistema
de piso infinitamente rgido. Para la aplicacin del mtodo, son necesarios tres registros en dos
direcciones perpendiculares aAX(t), aAY(t) y aBY(t) (fig 3.1). Los componentes de la aceleracin
aCMX(t) y aCMY(t) en el CM del piso y la aceleracin torsional del diafragma de piso a(t) (fig
3.1), fueron determinados mediante una transformacin geomtrica de los registros de
aceleracin del piso (Taborda, 2003).
Y

aAY

aCMY
aAX

A(xA, yA)

aBY

aCMX

B(xB, yB)

Fig 3.1. Registros de aceleracin y aceleraciones en el CM en el j-simo piso de una


estructura

3.1.2. Metodologa
Las fuerzas cortantes y los momentos de torsin se determinan mediante esttica simple, a
partir de las fuerzas de inercia de piso en donde se conoce la masa y el registro de
aceleraciones del piso, esto es (De la Llera y Chopra, 1993):
14

CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE PRUEBAS DINAMICAS

VX j (t ) = m i a CMX i (t )

(3.1)

i= j
N

VYj (t ) = m i a CMYi (t )

(3.2)

i= j
N

Tj (t ) = m ri a i (t )

(3.3)

i= j

donde aCMXi(t) y aCMYi(t) son los componentes de la aceleracin en la direccin X e Y


respectivamente en el CM; ai(t) es la aceleracin torsional del diafragma; mi la masa; mri la
masa rotacional, todos ellos para el i-simo piso; VXj(t) y VYj(t) son el cortante en la direccin
X e Y; y Tj(t) el momento de torsin ambos en el j-simo piso.
Finalmente, la historia de la excentricidad accidental instantnea en cada piso para cada
direccin se calcul como:
e a X (t ) =
j

e a Y (t ) =
j

T j (t )

VYj (t )

(3.4)

VX j (t )

(3.5)

Tj (t )

El procedimiento para calcular la historia de excentricidad accidental instantnea en la


direccin X es el siguiente:

Obtener los componentes de la aceleracin en el CM y la aceleracin angular del


diafragma de piso mediante transformaciones geomtricas a partir de los registros de la
instrumentacin (Taborda, 2003)
Calcular el cortante en la direccin Y con la ecuacin (3.2)
Calcular el momento de torsin con la ecuacin (3.3)
Calcular la excentricidad accidental instantnea en la direccin X, como el cociente del
momento de torsin y el cortante en la direccin Y (ecuacin 3.4)

El clculo de la excentricidad accidental en la direccin Y se hace de manera anloga, slo


hay que intercambiar el cortante en la direccin Y por el de la direccin X (ecuacin 3.5). El
mtodo se ilustra mediante su diagrama de flujo en la fig 3.2.
De la historia de excentricidad accidental instantnea en cada direccin eaXi y eaYi, resulta de
particular inters, el valor mximo. Con l, se puede obtener la excentricidad nominal e/b, que
es un requisito de regularidad establecido en las NTC de diseo por sismo (NTC-2004).

15

CAPTULO 3

A(xA, yA), B(xB, yB), C(xC, yC)


aAX, aAY, aBY
mi , mri
a BX =

(x B x A )2 + (y B y A )2 (y B + y Bt y A a AY )2 x B + x A + a AX

SGN1 = f signo ((x B x A )(y B + a BY y A a AY ) ( y B y A )(x B + a BX x A a AX ))


K1 =

(x B x A )(x B + a BX x A a AX ) + ( yB y A )(y B + a BY y A a AY )
(x B x A )2 + (y B y A )2
= (SGN 1 ) cos 1 (K 1 )
xC xA

SGN 2 = f signo ( y C y A ) ; K 2 =

(x C x A )2 + (y C y A )2

= (SGN 2 ) cos 1 (K 2 )
= +

x = cos

(x C x A ) 2 + ( y C y A ) 2

y = sen

a i =

a CMXi = x A + a AX + x x C

VXj = mi a CMXi

a AY a BY
xB xA

a CMYi = y A + a AY + y y C

Tj = I i a i

e Xj =

Tj

e Yj =

VYj

(x C x A )2 + (y C y A )2

VYj = mi a CMYi

Tj
VXj

FIN

Fig 3.2. Diagrama de flujo del mtodo de De la LLera y Chopra (1993)


16

CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE PRUEBAS DINAMICAS

3.2.

MTODO DE GARCA, FARFN Y PARRA

3.2.1. Descripcin

Garca et al, presentaron en 2001 un mtodo para determinar los parmetros dinmicos de 40
edificios de la ciudad de Cuenca, Ecuador. Lo hicieron estudiando su respuesta dinmica ante
vibraciones ambientales. Determinaron el CR y su influencia en el comportamiento de las
estructuras. Mediante la comparacin con modelos matemticos, obtuvieron conclusiones
sobre sus sistemas constructivos. Encontraron valores de la excentricidad estructural excesiva.
Esto como consecuencia de la falta de un control adecuado en el diseo y en la construccin
de los edificios, adems de estructuras con losas planas muy irregulares.
Para el clculo del CR usaron la definicin en la que el CR en planta de un edificio, es un
punto donde aplicada una fuerza, el edificio slo se desplaza y no rota, por lo que este punto
tiene el menor desplazamiento posible con respecto a cualquier otro en la planta de la
estructura.

3.2.2. Metodologa

Para el clculo del CR se registr el movimiento de las estructuras por medio de sensores de
velocidad (gefonos). Estos fueron orientados con los ejes principales de la planta de la azotea
(fig 3.3). Se midi la planta de las estructuras y las coordenadas de los puntos donde fueron
colocados los gefonos.
Y
Y
vEY
E(xE, yE)
vAX

C(xC, yC)

A(xA, yA)

vBX

F(xF, yF)

B(xB, yB)

ac

bc

vDY
D(xD, yD)

a) direccin X

ef
df

b) direccin Y

Fig 3.3. Ubicacin de los sensores de velocidad en planta para la determinacin del CR

La informacin adquirida por los instrumentos, se someti a un proceso por medio del cual se
obtuvieron historias de desplazamiento a partir de las de velocidad mediante un programa de
procesamiento de seales.
Si existe el registro de desplazamiento lineal en dos puntos de la planta de una estructura (fig
3.3), el desplazamiento en cualquier punto C, ubicado entre los puntos A y B (fig 3.3a), se
puede obtener mediante interpolacin lineal como:

17

CAPTULO 3

d CX ( t ) =

(d BX ( t )a c + d AX ( t )b c )
a c + bc

(3.6)

donde ac y bc son la distancia desde el punto C a los puntos A y B respectivamente. Si se


determina el desplazamiento por medio de todos los puntos dCX(t), el CR corresponde al que
tenga el menor valor, debido a la definicin empleada, este punto es el que tiene el menor
desplazamiento posible con respecto a cualquier otro punto en planta de la estructura.
El procedimiento para calcular la coordenada en la direccin X del CR es el siguiente:

Calcular la historia de desplazamientos en dos puntos de la estructura en la direccin


X. Esto se hace mediante la integracin de su historia de velocidades obtenida partir de
la instrumentacin
Calcular la historia de desplazamientos de cualquier punto C que se encuentre entre los
puntos A y B mediante la ecuacin (3.6)
Calcular el promedio de la historia de desplazamientos en el punto C
Seleccionar el valor de xCR que corresponda al mnimo valor del desplazamiento
promedio
A(xA, yA), B(xB, yB), C(xC, yC),
vAX(t), vBX(t)

D(xD, yD), E(xE, yE), F(xF, yF),


vDY(t), vEY(t)

d AX ( t ) = v AX ( t )dt

d DY ( t ) = v DY ( t )dt

C(xC, yC)

F(xF, yF)

ac, bc

df, ef

d BX ( t ) = v BX ( t )dt

d CX ( t ) =

d EY ( t ) = v EY ( t )dt

(d BX ( t )a c + d AX ( t )b c )
a c + bc

d EY ( t ) =

(d EY ( t )d f + d DY ( t )e f )
d f + ef

d CX prom

d EY prom

La coordenada xCR
ser la correspondiente
al menor valor del dCXprom

La coordenada yCR
ser la correspondiente
al menor valor del dEYprom

a) direccin X
b)direccin Y
Fig 3.4. Diagrama de flujo del mtodo de Garca, Farfn y Parra (2001)

18

CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE PRUEBAS DINAMICAS

Para la coordenada del CR en la direccin Y se sigue un procedimiento anlogo. La


metodologa se puede observar en el diagrama de flujo de la fig 3.4b.
La instrumentacin de edificios mediante gefonos, no es utilizada con frecuencia en Mxico.

3.3. MTODO DE SAFAK Y CELEBI

3.3.1. Descripcin

Safak y Celebi (1990) propusieron un mtodo para estimar el CR de edificios usando registros
de vibracin. Presentaron un ejemplo de aplicacin mediante registros de vibracin ambiental
y otro con registros ssmicos. Obtuvieron las coordenadas X e Y del CR en azotea de cada
edificio y calcularon la aceleracin traslacional y rotacional en el CR.
El mtodo se basa en que la coherencia entre los movimientos de traslacin y los de rotacin
es mnima en el CR, debido a que se encuentran desacoplados. Los movimientos de traslacin
no estn correlacionados con los de rotacin, en trminos estadsticos, esto significa una
correlacin cruzada nula. Por los posibles errores existentes en las mediciones, propusieron
que en el CR la correlacin cruzada de los movimientos de traslacin y rotacin sea mnima.

3.3.2. Metodologa

Las mediciones deben satisfacer las siguientes condiciones (Safak y Celebi, 1990):

Se requieren tres historias de aceleracin en dos puntos diferentes


Las mediciones deben realizarse por lo menos en dos direcciones ortogonales
diferentes en un plano horizontal
Las direcciones de las mediciones no deben intersecarse en un punto, ni ser todas
paralelas

Safak y Celebi consideraron un cuerpo rgido en un sistema cartesiano fijo con un punto A con
coordenadas xA y yA cuando se encuentra en reposo. Al iniciar el movimiento, las coordenadas
de A se pueden denotar como xA + UA y yA + VA, donde UA y VA, son los desplazamientos de
A en cualquier instante dado en la direccin X e Y respectivamente (fig 3.5). El movimiento
de A se puede expresar en trminos de dos desplazamientos, U0 y V0 en la direccin X e Y
respectivamente y una rotacin, , alrededor de un eje perpendicular al plano formado por los
ejes X e Y. Mediante una transformacin de coordenadas, la relacin entre el movimiento del
punto A y el del cuerpo rgido se establece como (Safak y Celebi, 1990):
U A = U 0 + x A (cos 1) y A sin

(3.7)

VA = V0 + x A sin + y A (cos 1)

(3.8)

19

CAPTULO 3

CR

A(xA+UA, yA+VA)

B(xB+UB, yB+VB)
B

CR(xCR, yCR)
A(xA, yA)
B(xB, yB)
B

Fig 3.5. Movimiento en dos direcciones de un cuerpo rgido

Para ngulos de rotacin pequeos (sen y cos 1), que generalmente es el caso de los
edificios, las ecuaciones (3.8) y (3.9) se pueden escribir como:
UA = U0 yA

(3.9)

VA = V0 + x A

(3.10)

Si se conocen UA y VA a travs de mediciones, U0, V0 y son desconocidas, para


determinarlas, es necesaria una tercera ecuacin, que es la medicin en cualquier otro punto B,
de coordenadas xB y yB, esto es:
U B = U 0 y B

(3.11)

Donde UB es el desplazamiento de B en cualquier instante dado en la direccin X.


Resolviendo las ecuaciones 3.10 a 3.12 para U0, V0 y se obtiene (Safak y Celebi, 1990):
U0 = UA yA

UA UB
= UA + yA
yA yB

(3.12)

V0 = VA x A

UA UB
= VA + x A
yA yB

(3.13)

UA UB
yA yB

(3.14)

Las ecuaciones (3.13) a (3.15) describen el movimiento en dos dimensiones del cuerpo en
trminos de traslaciones U0 y V0 y rotacin .
Las ecuaciones (3.13) y (3.14) se pueden expresar con respecto al CR de coordenadas xCR e
yCR, como (Safak y Celebi, 1990):
U CR = U A + (y A y CR )

(3.15)

VCR = VA (x A x CR )

(3.16)

20

CLCULO DE LA EXCENTRICIDAD EN EDIFICIOS MEDIANTE PRUEBAS DINAMICAS

donde UCR y VCR, son los desplazamientos del CR en cualquier instante dado en la direccin X
e Y respectivamente.
Como se explic en la descripcin del mtodo, las coordenadas xCR y yCR del CR
corresponden al punto que provoque que la coherencia entre los movimientos de traslacin y
los de rotacin sea mnima, es decir, que los valores de la correlacin cruzada de UCR con y
VCR con sean lo menor posible. Esto se evala mediante la obtencin del rea de la funcin
de coherencia.
En la direccin X, la correlacin cruzada entre VCR y , R VCR (t , ) puede expresarse como:
R VCR (t , ) = E[VCR (t + )(t )]

(3.17)

donde t y son el tiempo y el desfazamiento de la correlacin respectivamente; E es el valor


esperado; R VCR es la funcin de correlacin. La ecuacin anterior puede representarse en el
dominio de la frecuencia mediante la transformada de Fourier de R VCR (t , ) como:
S VCR (f ) =

VCR

()e i 2 f d

(3.18)

donde S VCR (f ) es el espectro cruzado de VCR y ; y f es la frecuencia circular de vibracin.

S VCR (f ) es una funcin de variables complejas. La versin normalizada del espectro cruzado

multiplicado por el espectro de potencia individual de los componentes se conoce como la


funcin de coherencia. La funcin de coherencia 2 VCR de VCR y est dada como:
2 VCR (f ) =

S VCR (f )

S VCR VCR (f )S (f )

(3.19)

donde S VCR VCR y S son los autoespectros de VCR y . La funcin de coherencia es de variable
real. Su rea se puede definir como:

L VCR = 2 VCR (f )df

(3.20)

El procedimiento para calcular la coordenada en la direccin X del CR es el siguiente:

Obtener el ngulo de giro del piso a partir de la ecuacin (3.14)


Seleccionar un valor de xCR y obtener VCR con de la ecuacin (3.15)
Calcular S VCR VCR , S y S VCR con la ecuacin (3.18)

Calcular VCR y L VCR usando las ecuaciones (3.19) y (3.20)

Repetir los cuatro puntos anteriores para un intervalo de valores de xCR


Seleccionar el valor de xCR que corresponde al mnimo valor de L VCR (se puede
observar al graficar L VCR en funcin de xCR)

21

CAPTULO 3

A(xA, yA), B(xB, yB), CR(xCR, yCR)


UA, VA, UB, VB
B

UA UB
yA yB

UA, VA, UB
UA, VA, VB

VA VB
xA xB

CR(xCR, yCR)
U CR = U A + (y A y CR )

VCR = VA (x A x CR )
SVCR (f ) =

R ()e
VCR

i 2 f

S (f ) =

SVCR VCR (f ) =

i 2 f
R VCR VCR ()e d

R ()e

i 2 f

SU CR (f ) =

VCR

(f ) =

SVCR (f )

U CR

()ei 2 fd

S U CR U CR (f ) =

U CR U CR

()e i 2f d

SU CR (f )

SVCR VCR (f )S (f )

U CR

(f ) =

SU CR U CR (f )S (f )

L VCR = 2 VCR (f )df

L U CR = 2 U CR (f )df

La coordenada xCR ser


la correspondiente
al menor valor de L VCR

La coordenada yCR ser


la correspondiente
al menor valor de L U CR

FIN

Fig 3.6. Diagrama de flujo del mtodo de Safak y Selebi (1990)

La metodologa para calcular la coordenada en la direccin Y es similar a la anterior, slo hay


que intercambiar VCR por UCR para obtener S U CR U CR y S U CR , calcular U CR y L U CR y mediante
la variacin de los valores de yCR obtener el valor que corresponde al mnimo valor de L U CR .
La metodologa para la estimacin de las coordenadas del CR se presenta en el diagrama de
flujo de la fig 3.6.
22

EVALUACIN DE LOS METODOS

CAPTULO 4
EVALUACIN DE LOS MTODOS

4.1. MODELO MATEMTICO ESTUDIADO


Con el objetivo de evaluar los mtodos anteriormente descritos y seleccionar el ms adecuado
para su aplicacin en estructuras reales, se elabor un modelo terico con las siguientes
caractersticas. Se trata de una estructura de un piso de 2.4 m de altura, con un diafragma de
piso infinitamente rgido de 1212 m (fig 4.1). La planta del modelo tiene una masa
uniformemente distribuida y el centro de gravedad se localiza en el centro geomtrico (CG) de
la losa, por lo que el CM coincide con l. Su movimiento puede definirse mediante tres
grados de libertad, dos de traslacin horizontal sobre ejes ortogonales y uno de torsin
alrededor de un eje vertical perpendicular al plano de los otros dos movimientos y que pasa
por el CG.
Se asign una masa total de 379.95 t en el CM, una masa rotacional mr = 9118.78 tm2 y un
amortiguamiento del 5%.
Los elementos resistentes son columnas de masa y peso despreciables, indeformables
axialmente y empotradas en la base. Las propiedades de las columnas se indican en la Tabla
4.1. Se asign un mdulo de elasticidad E = 1 t/m2.
Su rigidez se control para obtener una simetra parcial (Elorduy y Rosenblueth, 1968)
ubicando el CR a 3.6 y 0 m a partir del CG, originando una excentricidad esttica de es = 3.6
m y una excentricidad nominal e/b = 0.3 slo en direccin X (fig 4.1). El CR se ubic usando
las ecuaciones (2.9) y (2.10).

Fig 4.1. Modelo estudiado


Para la ubicacin de los elementos y puntos que conforman el modelo, se us un sistema
tridimensional de referencia x-y-z derecho cuyo origen se localiz en el centro de la base del
mismo (fig 4.1).
23

CAPTULO 4

Tabla 4.1. Propiedades geomtricas y coordenadas de los elementos resistentes del


modelo estudiado de la fig 4.1.
Elemento
k1
k2

ki (t/m)
3000
12000

Ix=Iy (m4)
13824
55296

xi (m)
-6
6

yi (m)
0
0

4.2. EXCITACIN SSMICA


El modelo tuvo como fuente de excitacin los registros ssmicos horizontales del sismo del 19
de septiembre de 1985 obtenidos en la estacin SCT. El tiempo de registro fue de 183.51 s,
con un intervalo de muestreo de 0.01 s y un total de 18351 puntos (fig 4.2).
El registro SCT-EW se aplic en la direccin X del modelo y el SCT-NS en la Y (fig 4.2.)
aceleracin (cm/s2)

200
100
0
-100
-200

tiempo (s)
componente E-W

tiempo (s)
componente N-S

Fig 4.2. Acelerogramas del sismo registrado en la estacin SCT


el 19 de septiembre de 1985

4.3. CLCULO DE LA RESPUESTA


Se obtuvieron los periodos de vibracin, frecuencias y frecuencias circulares del modelo y
mediante un anlisis dinmico paso a paso se obtuvo la respuesta ante la excitacin ssmica.

4.3.1. Frecuencias circulares, periodos y frecuencias naturales de vibracin


El clculo de los periodos fundamentales de vibracin se realiz mediante la solucin del
problema generalizado de valores y vectores caractersticos.
La matriz de masas del modelo es:

0
0
379.95

M= 0
379.95
0 t
0
0
9118.78
La matriz de rigidez que se obtuvo (Chopra, 1995) es:
24

EVALUACIN DE LOS METODOS

k x

K=0
0

0
k 1y + k 2 y

(k

1y

(k 1y k 2 y ) b2
(k 1y + k 2 y )( b2 )2
0

k 2 y ) b2

Al sustituir la rigidez de los elementos resistentes (Tabla 1), se obtiene:


0
0
15000

K= 0
15000 54000 t/m
0
54000 540000

Los resultados obtenidos se presentan en la Tabla 4.2.


Tabla 4.2. Frecuencias circulares, periodos y frecuencias de vibracin del modelo
calculadas
Modo
Direccin Y
Direccin X
Torsin

(rad/s)
4.32
6.28
8.94

T (s)
1.45
1.00
0.70

f (Hz)
0.69
1.00
1.42

4.3.2. Registros de aceleracin

Para poder aplicar los mtodos descritos para calcular la posicin del CR, es necesario contar
con informacin en dos puntos del modelo. As, mediante un anlisis dinmico paso a paso se
obtuvo la respuesta del modelo en los puntos A(4,5) y B(1,-1) indicados en la fig 4.2. En ellos
se calcul la historia de aceleracin absoluta en dos direcciones ortogonales, coincidentes con
los ejes X e Y del modelo. Esto se hizo con el fin de obtener datos como los que se obtienen
mediante pruebas experimentales al colocar instrumentos de medicin (en este caso
acelermetros) en estructuras reales.

Fig 4.3. Localizacin de los puntos A y B en la losa del modelo estudiado

Los registros de aceleracin se obtuvieron suponiendo un comportamiento elstico en el


modelo. Las historias de aceleracin en la direccin X e Y se presentan en la fig 4.4.

25

aceleracin (cm/s2)

CAPTULO 4

300

300

200

200

100

100

-100

-100

-200

-200
-300

aceleracin (cm/s2)

-300

b) punto A, direccin Y

a) punto A, direccin X

300

300

200

200

100

100

-100

-100

-200

-200
-300

-300
0

40

80
120
160
tiempo (s)
c) punto B, direccin X

200

40

80
120
160
tiempo (s)
d) punto B, direccin Y

200

Fig 4.4. Historia de aceleracin en la direccin X e Y de los puntos A y B de la planta del


modelo de la fig 4.3

Amplitud (cm/s2)

Para corroborar las historias de aceleraciones obtenidas en los puntos A y B del modelo, se
obtuvieron para cada una de ellas, sus densidades espectrales en el dominio de la frecuencia
mediante un anlisis espectral (Bendat y Piersol, 1980 y 1989).

0.5
1
Frecuencia (Hz)
a) direccin X

1.5

0.5
1
Frecuencia (Hz)
b) direccin Y

1.5

Fig 4.5. Densidad espectral de las historias de aceleracin de la fig 4.4

En la fig 4.5.a, se pueden observar las tres frecuencias de vibrar del modelo (valores
mximos), las dos de traslacin identificadas (direccin X e Y) y una de torsin. La frecuencia
correspondiente a la direccin en cuestin es visible para ambos espectros, mientras que las
otras tienen bajas amplitudes. En la fig 4.5.b de la direccin Y, slo son visibles las
frecuencias correspondientes al modo de traslacin en la direccin en cuestin y la de torsin.
Las frecuencias identificadas mediante el anlisis espectral se muestran en la Tabla 4.3, as
como los valores del error relativo al compararlas con los valores de las frecuencias calculadas
analticamente (Tabla 4.2).

26

EVALUACIN DE LOS METODOS

Tabla 4.3. Frecuencias identificadas y calculadas


Modo
T
L
R

Tcalculado (s)
0.69
1.00
1.42

Tseal (s)
0.68
0.98
1.43

% error
1.45
2.00
0.70

Los valores del error relativo en la identificacin de las frecuencias a partir de los registros son
menores que el 2%, lo cual corrobora que las seales del modelo generadas con el mtodo
paso a paso son correctas.

Amplitud (cm/s2)

Cabe mencionar que las frecuencias de vibracin se pueden identificar de una manera ms
clara si las respuestas del modelo se obtienen sin amortiguamiento, aunque no corresponde
con la realidad (fig 4.6).

0.5
1
Frecuencia (Hz)
a) direccin X

1.5

0.5
1
Frecuencia (Hz)
b) direccin Y

1.5

Fig 4.6. Densidad espectral de las historias de aceleracin de los puntos A y B


del modelo estudiado sin amortiguamiento

Los resultados anteriores sirvieron para validar el modelo matemtico y corroborar que los
datos obtenidos mediante el anlisis paso a paso fuesen correctos para la aplicacin de los
mtodos estudiados.

4.4. APLICACIN DE LOS MTODOS


a) Mtodo de De la Llera y Chopra

Siguiendo la metodologa descrita en el subcaptulo 3.1, a partir de los registros de la fig 4.4,
utilizando ambos registros del punto A y el de la direccin Y del punto B se obtuvieron los
componentes de la aceleracin en el CM y la aceleracin torsional del diafragma de piso, estos
se muestran en la fig 4.7.
Se calcul el cortante en la direccin X e Y con las ecuaciones (3.1) y (3.2), as como el
momento de torsin del piso con la ecuacin (3.3), estos se muestran en la fig 4.8.
Finalmente, la excentricidad accidental instantnea en la direccin X e Y se calcul mediante
las ecuaciones (3.4) y (3.5), de estas se obtuvieron sus mximos valores y la excentricidad
nominal mxima en cada direccin fig 4.9.

27

aceleracin ( cm/s 2)

CAPTULO 4

300

300

200

200

100

100

-100

-100

-200

-200
-300

a) CM, dir eccin X


aceleracin torsional (1/s2)

-300

b) CM, direccin Y

0.2
0.1
0
-0.1
-0.2
0

40

80
120
tiempo (s)
c) diafragma de piso

160

200

V (kg-cm/s2 )

Fig 4.7. Historia de aceleracin en la direccin X e Y en el CM y aceleracin torsional


del diafragma de piso
100000

100000

50000

50000

-50000

-50000

-100000

-100000

b) V, direccin Y

a) V, direccin X

T(kg-cm2/s2)

60000
40000
20000
0
-20000
-40000
-60000
0

40

80

120
tiempo (s)
c) T del piso

160

200

Fig 4.8. Historia de cortantes en la direccin X e Y y de momento torsional del piso

Los resultados obtenidos mediante ste mtodo son desfavorables por lo que no se discuten,
sin embargo se hace una revisin para tratar de ver las posibles causas del error.
A partir de las ecuaciones 3.1-3.5 se puede hacer la siguiente simplificacin:

28

EVALUACIN DE LOS METODOS

eaX =
j

Tj
VYj

m ri a i
m i a CMYi

m i J 0 a i
m i a CMYi

30000

20000

20000

10000

10000

-10000

-10000

-20000

-20000

e (cm)

30000

-30000
0

40

80
120
tiempo s)
a) e, direccin X

160

J 0 a i
a CMYi

-30000
200
0

40

1
12

(b

+ h 2 a i

a CMYi

80
120
tiempo (s)
b) e, direccin Y

160

200

Fig 4.9. Historia de excentricidad accidental instantnea en la direccin X e Y

Por lo que para el clculo de eX eY el valor mi no es indispensable ya que se simplifica, por


lo que se descartan posibles errores en la magnitud y unidades de la masa.
El valor de J0 depende de las propiedades geomtricas de la planta del piso y dado que aCMXi y
aCMYi se manejaron en cm/s2 y ai en 1/s2, el clculo debe realizarse en cm, el valor de J0 =
240000 cm2, al multiplicarlo por ai y hacer el cociente entre aCMXi o bien aCMYi las unidades
resultantes son las correspondientes a las de la excentricidad en cm. El manejo de unidades es
adecuado, por lo que se descartan posibles errores de unidades.
La obtencin de la excentricidad se reduce a un cociente, debido a esto hay algunas
condiciones que limitan la aplicacin de ste mtodo o bien arrojan resultados errneos como
los de la fig 4.9, donde existen valores excesivos de la excentricidad. Algunas condiciones que
limitan la aplicacin del mtodo ocurren cuando en algn instante del tiempo la planta slo
rota y no se traslada o viceversa. En el primer caso se provocara una indeterminacin al
dividir entre cero, mientras que en el segundo se obtendra una excentricidad nula an cuando
esta existiera. Lo anterior es suponiendo que no existe uno u otro movimiento, pero puede
ocurrir que el movimiento de rotacin sea muy grande con respecto al de traslacin y
viceversa, en el primer caso los valores de la excentricidad seran muy grandes y en el
segundo muy pequeos.
Al revisar los registros de ai, aCMXi y aCMYi asociados a los tiempos donde las excentricidades
resultan excesivas con respecto a los valores tericos, se encontr que efectivamente los
valores de aCMXi y aCMYi tienden a cero en esos instantes, es decir el movimiento de traslacin
en esa direccin es casi nulo, por lo que se obtienen valores excesivos de excentricidad que se
adjudican a la respuesta del modelo ante la excitacin a la que fue sometido.

b) Mtodo de Garca, Farfn y Parra

El modelo a partir del cual se obtiene la respuesta se elabor con base a la hiptesis de
diafragma de piso infinitamente rgido, por lo que la respuesta de aceleracin, velocidad o

29

CAPTULO 4

desplazamiento es la misma en la direccin X e Y para puntos localizados sobre una lnea


horizontal y una vertical respectivamente. Dado lo anterior, vAx = vBx (fig 3.3a), al obtener las
historias de desplazamiento correspondientes por medio de la integracin dAx = dBx, la
ecuacin (3.6) puede simplificarse como:

d Cx ( t ) =

d Ax (a c + b c )
= d Ax
a c + bc

La igualdad anterior es verdadera, pero no permite la aplicacin del mtodo. En una estructura
real no existira este problema debido a que los registros difcilmente podran ser exactamente
iguales como ocurre en el modelo.

velocidad (cm/s)

velocidad (cm/s)

Para la aplicacin del mtodo se obtuvieron los registros de velocidad en los mismos puntos
indicados en la fig 4.3, estos se muestran en la fig 4.10.
100
80
60
40
20
0
-20
-40
-60
-80
-100

100
80
60
40
20
0
-20
-40
-60
-80

b) punto A, direccin Y

a) punto A, direccin X
100
80
60
40
20
0
-20
-40
-60
-80
-100

100
80
60
40
20
0
-20
-40
-60
-80
-100
0

40

80
120
160
tiempo (s)
c) punto B, direccin X

200

40

80
120
160
tiempo (s)
d) punto B, direccin Y

200

Fig 4.10. Historia de velocidad en la direccin X e Y de los puntos A y B de la planta del


modelo de la fig 4.3

Para la determinacin de la coordenada X del CR fueron usados los registros de velocidad en


la direccin X del punto A y B. Los registros de velocidad se integraron mediante el mtodo
trapecial y se obtuvieron las historias de desplazamiento. Mediante interpolacin lineal
aplicando la ecuacin (3.6) para diferentes coordenadas del punto C se obtuvieron sus
respectivas historias de desplazamiento, as como su promedio. Los valores de xC para los
cuales se realiz este procedimiento se pueden observar en la fig 4.11a, donde tambin se
muestra el promedio de la historia de desplazamiento asociado a la coordenada X de ese
punto. Se puede observar que el valor correspondiente al menor valor del promedio de la
historia de desplazamientos, corresponde al valor de xC = 4.7 m, por lo que este valor
corresponde a la coordenada en la direccin X del CR.

30

EVALUACIN DE LOS METODOS

Desplazamiento promedio

Para la coordenada del CR en la direccin Y se sigui un procedimiento anlogo fig 4.11b,


obteniendo as yCR = -1.2 m. Por lo que las coordenadas del CR mediante la aplicacin de este
mtodo corresponden a CR(2.8, -1). Se obtuvo un error de 8.3 % y 16.6 % en la direccin X,
Y, respectivamente, en el clculo de las coordenadas del CR con respecto a las reales del
modelo.
0.006

0.006

0.005

0.004

0.004
0.002

0.003
0.002

0
-6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5
x - coordenada del centro de rigidez (m)
a) direccin X

-6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5
y - coordenada del centro de rigidez (m)
b) direccin Y

Fig 4.11. Variacin del desplazamiento promedio con las coordenadas del CR

Las coordenadas del CR se calculan mediante una interpolacin lineal de los desplazamientos,
si el CR no se encuentra dentro del intervalo delimitado por los puntos instrumentados, se
tratar de una extrapolacin, cuyos resultados son menos confiables. Por lo que es conveniente
que al utilizar este mtodo los puntos de instrumentacin se encuentren en los extremos de la
losa cubriendo su totalidad. No existe ningn problema al mover el sistema de referencia pues
lo resultados son consistentes.

c) Mtodo de Safak y Celebi

Para la aplicacin de este mtodo tambin fueron usados los registros de la fig 4.4, con los
que se calcul la historia del ngulo de giro del piso, , utilizando la ecuacin (3.14). Se
seleccion un valor de xCR y con la ecuacin (3.15) se obtuvo VCR.
Mediante la ecuacin (3.18) se calcul S VCR VCR , S y S VCR . Finalmente, usando las ecuaciones
(3.19) y (3.20), se calcul VCR y L VCR . Los clculos realizados se hicieron por ventanas
(Apndice B). Los pasos anteriores se repitieron para cada valor de xCR, estos variaron de -6 a
6 con un incremento de 0.1 cubriendo las dimensiones de la losa. Se obtuv la curva que
relaciona la coordenada xCR con su respectivo valor de rea de coherencia fig 4.12a. Para la
direccin Y, se sigui un procedimiento anlogo fig 4.12b.
Como se observa en la fig 4.12 existe un rea de coherencia mnimo para cada direccin a la
cual corresponde un valor de X e Y. Esos valores corresponden a las coordenadas del CR
obtenidas mediante la aplicacin del mtodo, CR(3.8, -0.1). El porcentaje de error en la
direccin X e Y son respectivamente de 2 y 1.6%.
El clculo de los autoespectros, el espectro cruzado y las funciones de coherencia se realiz
por ventanas de 512 puntos (Apndice B).

31

rea de coherencia

CAPTULO 4

200

200

150

150

100

100

50

50
0

0
-6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5
x - coordenada del centro de rigidez (m)
a) direccin X

-6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5
y - coordenada del centro de rigidez (m)
b) direccin Y

Fig 4.12. Variacin del rea de coherencia con las coordenadas del CR

4.5. SELECCIN DEL MTODO

La seleccin del mtodo para calcular el CR se realiz de acuerdo con la informacin


necesaria para su aplicacin, los pasos a seguir y los resultados obtenidos. La Tabla 3.1,
resume estas caractersticas.
Tabla 3.1. Caractersticas de los mtodos
Mtodo
De la Llera
y Chopra

Datos necesarios
3 mediciones, por lo menos en dos
direcciones diferentes, no deben
intersecarse en un punto ni ser todas
paralelas

Instrumentos

Resultados

sensores de
aceleracin
(acelermetros)

historia de la
excentricidad
accidental

Garca,
Farfan y
Parra

2 mediciones en cada direccin

sensores de velocidad
(gefonos)

coordenadas del
CR

Safak y
Celebi

3 mediciones, por lo menos en dos


direcciones diferentes, no deben
intersecarse en un punto ni ser todas
paralelas

sensores de
aceleracin
(acelermetros)

coordenadas del
CR

El mtodo de De la LLera y Chopra (1993) permite obtener la historia de la excentricidad


accidental instantnea en cada piso instrumentado de la estructura por medio de registros de
aceleracin. De ste mtodo lo que se puede obtener es la excentricidad mxima del registro.
Su aplicacin es sencilla, se maneja todo el registro de aceleraciones como un vector, no
importa el nmero de puntos por registro, ni la duracin. Como se mencion en la aplicacin
del mtodo, ste tiene limitantes cuando se presenta nicamente rotacin bien slo
traslacin. El valor de la excentricidad accidental es instantneo, por lo que depende de la
respuesta de la estructura ante la excitacin en determinado tiempo. An cuando la
excentricidad de la estructura sea constante, se pueden encontrar valores diferentes de la
misma.
El mtodo de Garca et al (2001), permite obtener la posicin del CR con datos
proporcionados por sensores de velocidad (gefonos), ste tipo de instrumentos no son
frecuentemente usados en la instrumentacin de edificios en el mundo (Brownjohn, 2003;
Celebi, 2000; Celebi et al, 1987; Huang y Lin, 2001; Ivanovic et al, 2000; etc ), adems de
que se necesita de dos instrumentos para cada direccin en donde se pretenda determinar el

32

EVALUACIN DE LOS METODOS

CR. Los registros de velocidad no se usan directamente, se trabaja con desplazamientos, lo


que involucra integrarlos, durante ste proceso se pueden introducir errores numricos o por
prdidas de informacin. Se podra trabajar con registros de aceleracin y realizar una doble
integracin pero los errores antes mencionados creceran.
Finalmente, el mtodo de Safak y Celebi (1990), tambin permite obtener la posicin del CR
mediante registros de aceleracin, velocidad y desplazamiento. Deben realizarse cuando
menos 3 mediciones, en dos direcciones diferentes, no deben intersecarse en un punto ni ser
todas paralelas, las prcticas de instrumentacin realizadas en el mundo usualmente permiten
lo anterior. En el mtodo de Safak y Celebi no existen problemas de unidades, pues stas se
simplifican. Al cambiar el sistema de referencia los resultados nicamente se desplazan tantas
unidades como lo haga el origen. Se pueden elegir diferentes puntos para la aplicacin del
mtodo, lo cual ampla la posibilidad de ajustarse a las diferentes instrumentaciones realizadas
en una estructura.
En la tabla 4.6 se indica el valor terico de la excentricidad en cada direccin, as como el
resultado obtenido con cada uno de los mtodos.
Tabla 4.6. Coordenadas de los centros de rigidez
Mtodo
Modelo
De la Llera
Garca, Farfn y Parra
Safak y Celebi

ex
3.6
2.8
3.8

ey
0
-1.0
-0.1

%error ex
0
8.3
2

%error ey
0
16.6
1.6

El mtodo de Safak y Celebi es el que tiene el menor porcentaje de error en la determinacin


de la excentricidad en dos direcciones, se adapta mejor al tipo de instrumentos y programas de
pruebas realizados en nuestro pas, permite el uso de otro tipo de registros e instrumentos
como los de velocidad y desplazamiento, su programacin es relativamente sencilla pues
algunas de sus funciones ya existen.
Debido a que presenta ventajas sobre los otros mtodos y que arroja los mejores resultados se
seleccion como el ms adecuado para el clculo de la excentricidad mediante el uso de
registros obtenidos mediante pruebas dinmicas en estructuras.

33

CAPTULO 5

CAPTULO 5
APLICACIN

Como parte de una base da datos de CSMIP (Naeim, 1997) varios edificios de California
EUA, fueron instrumentados para desarrollar y probar tcnicas y algoritmos que podan ser
usados para la valoracin de daos en las estructuras despus de un sismo.
El 17 de enero de 1994 a las 4:31 a.m., un terremoto de 6.8 de magnitud sacudi la comunidad
de Northridge, California, en el valle de San Fernando en Los ngeles. Cientos de fuertes
movimientos del terreno y acelerogramas de la respuesta de edificios fueron grabados por los
instrumentos instalados. En particular, destacan los registros de la respuesta de veinte edificios
instrumentados en el rea de los Angeles que experimentaron aceleraciones significativas que
sobrepasaron 0.25g. Como parte de una investigacin, los edificios mencionados fueron
inspeccionados a detalle y su desempeo fue evaluado. Informacin detallada del sistema
estructural del edificio, sistemas no estructurales, datos de la construccin, contenido,
magnitud y ubicacin del dao, fueron reunidas por Naeim (1997 y 2000).
Como resultado, se obtuvo un Sistema Interactivo de Informacin de Edificios
Instrumentados, SIEI (Naeim, 1997).
Para la aplicacin del mtodo de Safak y Celebi, se escogieron tres edificios del SIEI.
Probablemente por el desconocimiento de este tipo de mtodos para calcular el CR o porque
no se tena contemplado obtenerlo mediante registros ssmicos, no todos los edificios
cumplieron con la informacin necesaria para la aplicacin del mtodo. As, se buscaron
edificios con que en el mayor nmero de pisos se cumpliera con la instrumentacin mnima
necesaria para la aplicacin del mtodo.

5.1.

EDIFICIO SHERMAN OAKS-13

5.1.1. Descripcin e instrumentacin


Se identific como la estacin CSMIP N 24322, su nombre en el SIEI es Shoaks 13. Se trata
de un edificio de concreto reforzado, de trece pisos sobre el piso del suelo y dos por debajo.
Fue diseado en 1964 y construido en 1965. Es una estructura simtrica con respecto a dos
ejes ortogonales que pasan por su centro geomtrico, su planta es rectangular, las dimensiones
de su base son 63.7 38.1 m y las de su planta tipo 58.8 22.9 m. La planta baja es de doble
altura correspondiente a 7.01 m y el resto de 3.63 m. Tiene un rea de 19881 m2 de
construccin y su uso es para oficinas (fig 5.1).
El sistema de piso es a base de losas de concreto de 11.4 cm de peralte. El sistema resistente
por carga lateral es mediante vigas y columnas de concreto reforzado en ambas direcciones
para los pisos superiores y muros de cortante de concreto en los pisos de base. El sistema de
cimentacin consiste de zapatas con pilotes de concreto.
34

APLICACIN

Fig 5.1. Edificio Sherman Oaks-13 (Naeim, 1997)


La estructura se instrument con 15 acelermetros en cinco pisos (azotea, piso 8, piso 2, planta
baja y el piso 2 del stano). En cada piso se colocaron tres instrumentos en dos puntos
diferentes y en dos direcciones horizontales ortogonales entre s. Slo en el segundo piso del
stano se colocaron en tres direcciones, dos horizontales y una vertical pero en un solo punto
(fig 5.2).

Fig 5.2. Geometra y puntos de instrumentacin del edificio Sherman Oaks-13 (Naeim,
1997)
35

CAPTULO 5

5.1.2. Registros ssmicos


La duracin de los registros fue 59.98 s, con 3000 puntos espaciados a cada 0.02 s. Las
mayores amplitudes de las aceleraciones horizontales registradas en la base y en la azotea
fueron 0.46g y 0.65g, respectivamente (donde g es la aceleracin de la gravedad). Los pisos
intermedios experimentaron aceleraciones cercanas a 0.6g.

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

De los cinco pisos instrumentados, cuatro de ellos cumplen con las condiciones necesarias
para la aplicacin del mtodo de Safak y Celebi para la estimacin del CR. Los registros
utilizados fueron los de los canales 1 a 12, tres por cada piso, en orden ascendente para azotea,
piso 8, piso 2 y planta baja (fig 5.2). Los registros utilizados se muestran en la fig 5.3.
800

CANAL 1

CANAL 2

CANAL 3

CANAL 4

CANAL 5

CANAL 6

CANAL 7

CANAL 8

CANAL 9

CANAL 10

CANAL11

CANAL12

400
0
-400
-800

800
400
0
-400
-800

800
400
0
-400
-800

800
400
0
-400
-800
0

20
40
tiempo (s)

60

20
40
tiempo (s)

60

20
40
tiempo (s)

60

Fig 5.3. Registros de aceleracin del edificio Sherman Oaks-13 (Naeim, 1997)

5.1.3. Evaluacin del CR


La evaluacin de los CR de edificios de varios pisos, segn Cheung y Tso (1985) se puede
realizar individualmente por cada piso, tratando cada uno como si fuera un edificio de un solo
piso. Por lo que se aplic el mtodo de Safak y Celebi por separado en cada uno de los pisos
para la obtencin de las coordenadas X e Y de su respectivo CR, utilizando las historias de
36

APLICACIN

aceleracin mencionadas anteriormente. Esto se hizo con el objetivo de estimar la


excentricidad real en dos direcciones ortogonales. Las coordenadas del CR obtenidas por
medio del mtodo de Safak y Celebi son las correspondientes al valor de xCR y yCR asociados
al valor mnimo del rea de coherencia para cada piso indicado en la fig 5.4.
Una mejor manera de visualizar la localizacin del CR en cada piso, es mediante sus dos
coordenadas en planta fig 5.5. Considerando que el CM de cada piso, coincide con su CG,
localizado donde se cruzan los ejes vertical y horizontal, se puede observar que en ningn piso
el CR coincide con su CM, por lo que existe excentricidad.
28

rea de coherencia

40

24
20
30
16
12
20

rea de coherencia

a) Azotea

b) Azotea

40

32

36

28
24

32

20
28

16

24

12

20

8
c) Piso 8

d) Piso 8
32

rea de coherencia

50

28

40

24
30
20
20

16

10

12
e) Piso 2

f) Piso 2
13

rea de coherencia

40

12
11
30
10
9
20

8
-30

-20

-10

0
g) PB
xCR (m)

10

20

30

-10 -8

-6

-4

-2 0 2
h) PB
yCR (m)

10

Fig 5.4. Variacin del rea de coherencia con las coordenadas X e Y del CR en
diferentes pisos del edificio Sherman Oaks-13
37

CAPTULO 5

La excentricidad de piso en las dos direcciones determinadas (X e Y), se puede observar en la


fig 5.6, donde se muestra en elevacin la posicin estimada del CR con respecto a una lnea
vertical, donde se suponen los CM de cada piso del edificio. Esta suposicin no es
estrictamente verdadera, ya que la posicin de los CM puede no estar sobre un eje vertical
como sucede con la del CR. Para determinar la posicin real del CM de cada piso es necesario
conocer la distribucin de cargas verticales en el mismo. Para fines prcticos, se consider una
distribucin uniforme de cargas verticales por lo que el CM coincide con el CG de cada piso.

CM

CM
CR(-14.6,-1.3)

CR(10.8,-5)

a) Azotea

b) Piso 8

CM

CM

CR(-20.9,-1.3)
CR(-29,-4.4)

c) Piso 6

d) Planta baja

Piso

Fig 5.5. Identificacin del CR en los pisos instrumentados del edificio


Sherman Oaks-13
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1

CM

-30

-20

-10

CM

10

a) direccin X

20

30

-10

-5

10

b) direccin Y

Fig 5.6. Localizacin en elevacin del CR de los pisos del edificio Sherman Oaks-13
En la fig 5.6a se puede observar que la excentricidad en la direccin X se presenta hacia
ambos lados del CM y es mayor que en la direccin Y, donde slo se ubica a la izquierda del
CM (fig 5.6b).
En las figuras anteriores se puede observar que para la direccin X, el mayor valor de la
excentricidad se present en la planta baja del edificio. Una posible explicacin de esto es que
existe una discontinuidad entre planta baja y los pisos superiores. Por un lado los dos pisos por
debajo de la planta baja y por el otro la doble altura en esta (fig 5.6a).
38

APLICACIN

En la direccin Y tambin se puede observar la variacin de la excentricidad de la planta baja


con respecto a los pisos superiores del edificio. Existe una coincidencia entre el valor de la
excentricidad del segundo piso y azotea. Entre planta baja y el piso 8 son muy cercanos los
valores de la excentricidad en Y (fig 5.6b).
Durante la inspeccin del edificio despus del sismo, fueron observadas grietas en las vigas,
muros y columnas, as como en el sistema de piso y techo. El dao general observado fue
considerado como moderado en el SIEI (Naeim, 1997).
La relacin largo-ancho de la planta es mayor que 2.5, lo que segn las Normas Tcnicas
Complementarias para Diseo por Sismo del Reglamento de Construcciones para el Distrito
Federal, (NTC-2004), el edificio se clasificara como una estructura irregular. Lo anterior
implica que el edificio puede tener un mal comportamiento debido a efectos de torsin.
Los valores de las coordenadas del CR, CM; es y la relacin es/b se muestran en la Tabla 5.1.
Tabla 5.1. Excentricidad en el edificio Sherman Oaks-13
Piso
Azotea
8
2
PB

xCM (m)
0
0
0
0

yCM (m)
0
0
0
0

xCR (m)
-14.6
10.8
-20.9
-29.0

yCR (m)
-1.3
-5.0
-1.3
-4.4

esx (m)
14.6
-10.8
20.9
29.0

esy (m)
1.3
5.0
1.3
4.4

bx (m)
57.61
57.61
57.61
57.61

by (m)
21.95
21.95
21.95
21.95

esx/b
0.25
-0.19
0.36
0.50

esy/b
0.06
0.23
0.06
0.20

En la tabla 5.1 se puede observar que en la mayora de los casos, la excentricidad torsional
excede el 20% de la dimensin en planta de la base medida paralelamente a la excentricidad
mencionada. De acuerdo con las NTC-2004, la estructura se clasifica como fuertemente
irregular.

5.2.

EDIFICIO NORTH HOLLYWOOD-20

5.2.1. Descripcin e instrumentacin


Se identific como la estacin CSMIP N 24464, su nombre en el SIEI es hotelnh. Es un
edificio de concreto reforzado, tiene veinte pisos sobre el piso del suelo y uno por debajo. Es
simtrico con respecto a dos ejes ortogonales que pasan por su centro geomtrico, la estructura
en planta es rectangular, las dimensiones de su base son 60.35 29.26 m y de su planta tipo
55.77 17.37 m. Tiene una altura constante de 2.71 m por cada piso. Un rea de 37161 m2 de
construccin y su uso es para hotel (fig 5.7).
La estructura est compuesta por vigas, columnas y losas de concreto reforzado como sistema
de piso. Los pisos superiores tienen como sistema resistente por carga lateral vigas y columnas
de concreto y muros de cortante de concreto en la base. Entre el piso 2 y el 19 existen marcos
exteriores en la direccin trasversal. El sistema de cimentacin es a base de zapatas corridas.
La estructura se instrument con 16 acelermetros en diferentes pisos (azotea, piso 16, 9, 3 y
planta baja). En cada piso se colocaron tres instrumentos, en dos direcciones horizontales

39

CAPTULO 5

ortogonales entre s y en dos puntos diferentes. En la planta baja se coloc un instrumento ms


en direccin vertical en uno de los puntos (fig 5.8).

Fig 5.7. Vista del edificio North Hollywood-20 en la direccin N-O (Naeim, 1997)

Fig 5.8. Geometra y puntos de instrumentacin del edificio North Hollywood-20 (Naeim,
1997)

40

APLICACIN

5.2.2. Registros ssmicos


Los registros de este edificio tuvieron una duracin de 59.98 y 0.02 s de intervalo de
digitizacin. Las mayores amplitudes de aceleracin horizontal en la base y azotea fueron
0.33g y 0.66g respectivamente.

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

aceleracin (cm/s2)

Los registros utilizados para este edificio fueron los correspondientes a los canales 1 a 14 y el
16 (fig 5.8), tres por cada piso en orden ascendente, para azotea, piso 16, 9, 3 y planta baja, los
registros utilizados se muestran en la fig 5.9.
400

CANAL 1

CANAL 2

CANAL 3

CANAL 4

CANAL 5

CANAL 6

CANAL 7

CANAL 8

CANAL 9

CANAL 10

CANAL 11

CANAL 12

CANAL 13

CANAL 14

CANAL 16

200
0
-200
-400

400
200
0
-200
-400

400
200
0
-200
-400

400
200
0
-200
-400

400
200
0
-200
-400
0

20
40
tiempo (s)

60

20
40
tiempo (s)

60

20
40
tiempo (s)

60

Fig 5.9. Registros de aceleracin del edificio North Hollywood-20 (Naeim, 1997)
5.2.3. Evaluacin del CR
Los resultados obtenidos mediante el mtodo de Safak y Celebi se presentan en la fig 5.10,
donde se pueden observar los valores de las coordenadas X e Y del CR de los pisos instrumen-

41

CAPTULO 5

-tados asociados con la menor rea de coherencia.


rea de coherencia

40

15

35

14

30
13
25
12

20
15

11
a) Azotea

b) Azotea

rea de coherencia

40

15
14.5

30

14
13.5

20

13
12.5

10

12
c) Piso 16

d) Piso 16

rea de coherencia

32

18

28

16

24
14
20
12

16
12

10
e) Piso 9

f) Piso 9
18

rea de coherencia

40

17
30

16
15

20

14
10

13
g) Piso 3

h) Piso 3

rea de coherencia

40

16
15.8

30

15.6
15.4

20

15.2
-30

-20

-10

0
i) PB
( )

10

20

30

-10 -8

-6

-4

-2 0 2
j) PB
( )

10

Fig 5.10. Variacin del rea de coherencia con las coordenadas X e Y del CR en
diferentes pisos del edificio North Hollywood-20

42

APLICACIN

Las coordenadas del CR de cada piso en planta se muestra en la fig 5.11 y la configuracin del
CR en elevacin para la direccin X e Y en la fig 5.12.

CM

CR(11.1,1.8)

CR(8.6,9)
CM

CM

CR(13.1,-4.3)

a) Azotea

b) Piso 16

CR(-10.1,6.7)CM

c) Piso 9

CM
CR(-13.2,-0.5)

d) Piso 3

e) Planta baja

Piso

Fig 5.11. Identificacin del CR en los pisos instrumentados del edificio North Hollywood20
20
19
18
17
16
15
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1

CM

-30

-20

-10

CM

10

a) direccin X

20

30

-10

-5

10

b) direccin Y

Fig 5.12. Localizacin en elevacin del CR de los pisos del edificio North Hollywood-20
En la fig 5.12 se puede observar que las variaciones ms significativas de las coordenadas del
CR se presentan entre la planta baja y los pisos superiores, esto se puede deber a la variacin
de las dimensiones de su planta, as como de su sistema resistente lateral que provoca una
discontinuidad estructural en el edificio.
La relacin largo-ancho de su planta excede de 2.5 tambin, por lo que de acuerdo con las
NTC-2004 se tratara de una estructura irregular. Los valores de las coordenadas del CR, CM;
es y la relacin es/b se muestran en la Tabla 5.2. Segn los valores de la excentricidad
normalizada el menor valor en la direccin X se present en el piso 9, contrario a la direccin
Y cuya excentridad es la mayor en este piso. Segn los valores observados de la relacin e/b
en la Tabla 5.2 la estructura es fuertemente irregular.

43

CAPTULO 5

Tabla 5.2. Excentricidad en el edificio North Hollywood-20


Piso
Azotea
16
9
3
PB

xCM (m)
0
0
0
0
0

yCM (m)
0
0
0
0
0

xCR (m)
11.1
13.1
8.6
-10.1
-13.2

yCR (m)
1.8
-4.3
9.0
6.7
-0.5

esx (m)
-11.1
-13.1
-8.6
10.1
13.2

esy (m)
-1.8
4.3
-9.0
-6.7
0.5

bx (m)
55.93
55.93
55.93
55.93
60.53

by (m)
17.63
17.63
17.63
17.63
29.36

esx/b
-0.20
-0.23
-0.15
0.18
0.22

esy/b
-0.10
0.24
-0.51
-0.38
0.02

Durante la inspeccin de este edificio no se observ dao estructural aparente que pudiera
indicar la incursin de la estructura al intervalo de comportamiento inelstico.

5.3.

EDIFICIO LOS ANGELES -9

5.3.1. Descripcin e instrumentacin


Se identific como la estacin CSMIP N 24579 cuyo nombre en SIEI es la9offi. Es un
edificio de concreto reforzado con nueve pisos sobre el piso del suelo y uno por debajo. La
estructura en planta es irregular, las dimensiones de su base y planta tipo son 47.244 47.244
m. La altura de cada piso es variable y se indica en la fig 5.14. Tiene un rea de 9290 m2 de
construccin y su uso es el de oficinas (fig 5.13).
El edificio est formado por columnas y vigas de concreto reforzado como sistema de soporte
vertical. El sistema de piso es a base de losas planas de concreto de 10.16 a12.7 cm de peralte.
En el permetro de la estructura existen marcos de concreto con muros de mampostera. La
cimentacin es a base de zapatas corridas de concreto reforzado, debajo del permetro de los
muros stas son continuas. Existen tres bvedas de concreto en el piso 5 de 23.6 cm de ancho,
cada una soportada por marcos especiales.

Fig 5.13. Vistas del edificio Los Angeles-9 (Naeim, 1997)


Este edificio se instrument con 18 acelermetros en cuatro pisos de la estructura (azotea, piso
5, piso 2 y planta baja). En los primeros tres pisos mencionados, los instrumentos fueron
colocados en dos direcciones horizontales ortogonales entre s, en la planta baja se agreg la

44

APLICACIN

direccin vertical. En la azotea fueron colocados cinco instrumentos en cuatro puntos


diferentes, en el piso 5, cuatro en tres puntos, en el piso 2, dos en un solo punto y en la planta
baja, siete en cuatro puntos diferentes (fig 5.14).

Fig 5.14. Geometra y puntos de instrumentacin del edificio Los Angeles -9 (Naeim,
1997)

5.3.2. Registros ssmicos


En este caso la duracin de los registros fue 100.01 s, con un total de 10001 puntos espaciados
a 0.01 s. Las mayores amplitudes de las aceleraciones horizontales que experiment la
estructura en la base y azotea fueron 0.18g y 0.34g, respectivamente.
45

CAPTULO 5

aceleracin (cm/s2)

300
200
100
0
-100
-200
-300

aceleracin (cm/s2)

300
200
100
0
-100
-200
-300

aceleracin (cm/s2)

En este edificio se colocaron ms de tres acelermetros por piso, para la aplicacin del mtodo
de Safak y Celebi slo se necesita el registro de tres de ellos, por lo que se seleccionaron tres
por piso. Estos fueron los correspondientes a los canales 5 a 7 para la azotea, 11 a 13 para el
piso 5 y 16 a 18 para la planta baja (fig 5.14). El piso 2 del stano no cumpli con la
instrumentacin mnima necesaria para la aplicacin del mtodo, los registros utilizados se
muestran en la fig 5.15.

300
200
100
0
-100
-200
-300
0

20

CANAL 5

CANAL 6

CANAL 7

CANAL 11

CANAL 12

CANAL 13

CANAL 16

CANAL 17

CANAL 18

40
60
tiempo (s)

80

100

20

40
60
tiempo (s)

80

100

20

40
60
tiempo (s)

80

100

Fig 5.15. Registros de aceleracin del edificio Los Angeles -9 (Naeim, 1997)

5.3.3. Evaluacin del CR


Las coordenadas X e Y del CR para los pisos instrumentados se presenta en la fig 5.16.
La localizacin del CR en planta se muestra en la fig 5.17 y la vista en elevacin en cada
direccin (X e Y) en la fig 5.18. En la fig 5.18a se puede observar que el CR de los diferentes
pisos se encuentra a ambos lados del CM, mientras que en la fig 5.18b se encuentran de un
solo lado. En general las excentricidades en la direccin X se aprecian menores con respecto a
las de la Y, slo que en esta ltima los valores de la excentricidad son muy semejantes entre s.
Debido a su irregularidad en planta en este tipo de estructuras es de esperar efectos torsionales.
En este edificio no se realiz una inspeccin que pudiera dar una idea de su estado y que
indicara si la estructura ingreso al intervalo de comportamiento inelstico de comportamiento
estructural.

46

APLICACIN

rea de coherencia

40

50

35

40

30
30
25
20

20
15

10

rea de coherencia

a) Azotea

b) Azotea

50

50

40

40

30

30

20

20

10

10

rea de coherencia

c) Piso 5

d) Piso 5

60

60

50

50

40

40

30

30

20

20

10

10

0
0

10

20
30
e) PB
( )

40

50

10

20
30
f) PB
( )

40

50

Fig 5.16. Variacin del rea de coherencia con las coordenadas X e Y del CR en
diferentes pisos del edificio Los Angeles-9
50

50

50

40

40

40

30

30

30

20

CM

20

CM

10

10
CR(26.7,6.7)
0

10

20

30

a) Azotea

10

CR(18.6,4.3)

CR(38.4,3.4)

0
40

50

CM

20

0
0

10

20

30

b) Piso 5

40

50

10

20

30

40

50

c) Planta baja

Fig 5.17. Identificacin del CR en los pisos instrumentados del edificio Los Angeles-9
Segn los resultados de la tabla 5.3, en la direccin X la excentricidad excede el 20% de su
dimensin en planta en el piso 5 y la menor excentricidad se presenta en la azotea. En la
direccin Y, en los tres pisos instrumentados se rebasa tal porcentaje, aunque la variacin de la
coordenada del CR entre piso y piso es menor que en la direccin X.
47

CAPTULO 5

CM

CM

Piso

7
6
5
4
3
2
1
0

10

20

30

40

50

a) direccin X

10

20

30

40

50

b) direccin Y

Fig 5.18. Localizacin en elevacin del CR de los pisos del edificio Los Angeles-9
Tabla 5.3. Excentricidad en el edificio Los Angeles-9
Piso
Azotea
5
PB

xCM (m)
29.98
29.98
29.98

yCM (m)
17.26
17.26
17.26

xCR (m)
26.7
18.6
38.4

yCR (m)
6.7
4.3
3.4

esx (m)
3.28
11.38
-8.42

esy (m)
10.56
12.96
13.86

bx (m)
47.24
47.24
47.24

by (m)
47.24
47.24
47.24

esx/b
0.07
0.24
-0.18

esy/b
0.22
0.27
0.29

De manera general para los tres edificios se puede decir lo siguiente:


La variabilidad de la localizacin de los CR era de esperarse ya que se trata de edificios de
varios pisos, irregulares o fuertemente irregulares, incluso con discontinuidades entre sus
pisos. En este tipo de edificios, los CR depende de la distribucin de carga y no estn
alineados verticalmente uno sobre otro, como se ha demostrado en estudios previos (Cheung y
Tso, 1986; Harasimowicz y Goel, 1998).
Durante el sismo, los edificios recibieron excitacin con un gran contenido de frecuencias que
probablemente excitaron modos de orden superior y favorecieron las configuraciones
obtenidas de los CR. Se debe tomar en cuenta que durante un sismo de mediana y alta
intensidad las estructuras pueden ingresar al intervalo de comportamiento inelstico lo cual
modifica su respuesta.
Cuando la excentricidad esttica de un edificio difiere de un piso a otro, como en la mayora
de los pisos de cada edificio, se producen fuerzas de inercia que pueden dar lugar a valores de
excentricidad significativos a travs de toda la estructura. Tambin se debe de tomar en cuenta
que cuando un modo de traslacin se acopla con uno de torsin hay una amplificacin
dinmica del componente torsional de la respuesta ssmica. Algunos estudios (Samali, et al,
2003) han demostrado que si los periodos fundamentales de torsin y traslacin desacoplados
estn cercanos entre s, puede ocurrir una respuesta torsional significativa a pesar de que la
excentricidad sea pequea.
Adems de lo anterior, se debe recordar que las incertidumbres inherentes a las propiedades
estructurales, las torsiones inducidas por el componente rotacional del terreno, la diferencia de
llegada de las ondas ssmicas a los apoyos de las estructuras, la diferencia entre las
propiedades reales y las calculadas, etc. participan de una u otra manera en la excentricidad y
deben ser tomados en cuenta (Escobar y Ayala 1998).
48

CAPTULO 6

CAPTULO 6
CONCLUSIONES

Se estableci un mtodo para calcular la excentricidad en estructuras reales a partir de la


informacin obtenida al realizar pruebas dinmicas sobre ellas. Para ello, se evaluaron
diferentes mtodos para la determinacin de la excentricidad en estructura reales
instrumentadas y se discuti sobre su eficiencia en funcin de los criterios de instrumentacin
que se realiza en Mxico para poderlos aplicar.
Para evaluar los mtodos se estudi un modelo estructural simple, del cual se conocan los
resultados exactos que habra que obtener al aplicar los mtodos. Se seleccion el mtodo de
Safak y Celebi como el ms adecuado para llevar a cabo esta tarea debido a que es el que
proporcion los mejores resultados al evaluar el modelo, se adapt mejor al tipo de
instrumentos y programa de pruebas realizados en el mundo y porque se basa en un parmetro
estadstico que contempla las muestras obtenidas mediante la instrumentacin, que son datos
aleatorios.
El mtodo seleccionado se aplic en la identificacin de la excentricidad en diferentes pisos de
tres edificios reales de los que se dispona informacin sobre su instrumentacin.
Se realiz la identificacin de los CR y se evalu la excentricidad existente en los edificios
mencionados. La excentricidad calculada en cada piso es la excentricidad real. Dicha
excentricidad contiene, de manera implcita, el efecto de la interaccin con todos los dems
pisos, con el suelo, con la excitacin y adems, toma en cuenta todos los factores que
intervienen para que la estructura responda de cierta manera.
Este tipo de procedimientos para evaluar la excentricidad en estructuras existentes, puede
ayudar a reducir las incertidumbres en el diseo por torsin, al conocer el comportamiento de
algunos edificios, se pueden realizar modificaciones en futuros proyectos que comportan
caractersticas estructurales con los ya evaluados. Los trabajos relacionados con este tema son
escasos por lo que se debe promover su desarrollo.
Durante un sismo fuerte la estructura puede experimentar comportamiento no-lineal as, si los
parmetros del comportamiento lineal se conocen previamente, se podra evaluar el
comportamiento no lineal de la estructura. Por lo que resulta de vital importancia realizar ms
estudios con informacin proveniente de estructuras instrumentadas. Con el objetivo de
comparar resultados, el mtodo descrito en este estudio se puede aplicar para evaluar la
excentricidad real en edificios sometidos a diferentes niveles de excitacin ssmica, como
podran ser los que se presentan en vibracin ambiental y vibracin forzada.
Por lo anterior es de vital importancia promover el uso de la instrumentacin como una
alternativa para la evaluacin de estructuras y contar con un mayor nmero de edificios
instrumentados para realizar una base de datos, donde adems de los registros procedentes de
los instrumentos, se disponga de informacin detallada de su estructuracin para poder contar
con una explicacin completa de los resultados obtenidos.
49

CONCLUSIONES

Cabe mencionar que los mtodos evaluados, han sido aplicados en estructuras reales, pero no
en modelos donde los resultados son conocidos y pueden compararse con los obtenidos como
se hizo en este estudio.
Este estudio se limit a la eleccin del mtodo ms adecuado para la determinacin de la
excentricidad en estructuras por medio de pruebas dinmicas, se vislumbran mltiples pruebas
ms a realizar, pero ya sobre el mtodo seleccionado como el ms conveniente. Se pueden
hacer diferentes modelos, con diferentes excitaciones, diferentes propiedades y contemplando
otros factores, de manera que se puedan evaluar las condiciones ms convenientes para la
aplicacin del mtodo as como sus limitaciones.
Es factible realizar pruebas experimentales con un modelo real, del cual se conozcan sus
propiedades y sus excitaciones, como es el caso de la simulacin en la mesa vibradora, adems
hacerlo mediante un programa de cmputo como se hizo en este trabajo. Poder comparar las
respuestas reales de la estructura producto de la instrumentacin de la misma, con las
generadas a partir del programa de cmputo. Esto ayudara enormemente a la calibracin de
modelos y obtener confianza en el uso de programas que ayudaran en los estudios
experimentales.

50

APENDICES

APNDICE A. ANLISIS ESPECTRAL


Existen diferentes tcnicas de anlisis para la identificacin de propiedades dinmicas de las
estructuras a partir de la informacin obtenida mediante su instrumentacin. La identificacin
puede ser paramtrica o no paramtrica. La primera consiste en establecer un modelo
matemtico simplificado y estimar los valores de los parmetros estructurales necesarios para
producir una optima correlacin entre la respuesta medida y la calculada. En la segunda se
determinan las caractersticas del sistema estructural directamente del anlisis de los registros
de respuesta obtenidos mediante funciones que relacionan las seales de excitacin o entrada
con las de respuesta o salida de un sistema en particular, generalmente este tipo de estimacin
se realiza en el dominio de la frecuencia.
El anlisis espectral convencional (AEC), es una de las tcnicas no parametricas ms usadas
en la identificacin de propiedades dinmicas de las estructuras. Consiste en un anlisis de
seales aleatorias estacionarias a travs de la trasformada de Fourier, para obtener los
espectros de potencia promedio, as como funciones en el dominio de la frecuencia tales como
de transferencia, de ngulo de fase y de coherencia entre pares de seales (Bendat y Piersol,
1989).
El espectro de Fourier de una seal se define mediante la ecuacin
..

T ..

X (f ) = x ( t )e i 2 ft dt

(A.1)

La ec (2.1) tambin se puede escribir como


..

T ..

T ..

X(f ) = x ( t ) cos 2 ft dt i x ( t )sen 2 ft dt

(A.2)

Se puede observar que la ec. (2.23) est compuesta por una parte real y una parte imaginaria,
..

..

..

X (f ) = R ( f ) + i I (f )

(A.3)

y las amplitudes del espectro de Fourier son


1/ 2

.. 2 .. 2
X (f ) = R (f ) + I(f )



..

(A.4)

El auto-espectro de potencia de una seal se calcula de acuerdo con


&& * ( f )X
&& (f )
S xx (f ) = X

(A.5)

&& * (f ) es el espectro conjugado de Fourier


Donde X
&& ( f ) = X
&& * ( f )
X

(A.6)

Como el espectro de amplitud es una funcin de simetra, implica que


S *xx (f ) = S xx ( f )

(A.7)

Dada esta propiedad, es conveniente definir al espectro de potencia de la forma siguiente


XXX

APENDICES

2S xx (f ) ; f > 0

G xx (f ) = S xx (f ) ; f = 0
0
;f <0

(A.8)

El espectro cruzado de potencia esta dado por


&& * (f ) Y
&& (f )
S xy (f ) = X

(A.9)

Donde X (f ) y Y (f ) son funciones de dos seales diferentes


2S xy (f ) ; f > 0

G xy (f ) = S xy (f ) ; f = 0

;f <0
0

(A.10)

La determinacin de las propiedades dinmicas de un sistema requiere de la obtencin de la


informacin en el dominio de la frecuencia propia de dicho sistema. Para lograr esto se
estiman las funciones de trasferencia en amplitud y ngulos de fase, as como las funciones de
coherencia entre dos seales.
Las funciones de trasferencia se pueden obtener:
Con el cociente de los auto-espectros o de los espectros de Fourier de dos seales

G (f )
FT = xx
G (f )
yy

..

1/ 2

X (f )
..

(A.11)

Y (f )

Con el cociente del espectro cruzado de las dos seales consideradas y el auto-espectro de una
de ellas:
FTxy =

FTyx =

G xy
G xx

G yy
G yx

(A.12)

(A.13)

Estas funciones de trasferencia son iguales slo si las dos seales estn relacionadas
linealmente y no estn contaminadas con seales ajenas al sistema.
La determinacin de la correlacin de cada componente frecuencial de dos seales es
recurriendo a la relacin que hay entre las funciones del espectro cruzado y los auto-espectros
de cada seal.
2

G xy (f ) G xx (f )G yy (f )
y la funcin de coherencia:

XXX

(A.14)

APENDICES

C 2 (f ) =

G xy (f )

G xx (f )G yy (f )

(A.15)

Segn esta definicin C 2 (f ) siempre es igual a 1 (Apndice A).


Respecto al ngulo de fase, ste se obtiene con base en el cociente de la parte real y la parte
imaginaria de la funcin del espectro cruzado de potencia
G xy (f ) = A xy (f ) + iB xy (f )

xy (f ) = tan 1

B xy (f )
A xy (f )

(A.16)
(A.17)

Cabe sealar que al realizar el promedio de los espectros de potencia, el ruido ajeno a las
propiedades del sistema tiende a eliminarse y que entre mayor nmero de eventos sean
utilizados en el anlisis, ms representativa ser la seal.

XXX

APENDICES

APNDICE B. CLCULO DE LA COHERENCIA

Partiendo de la definicin de Coherencia.


C xy =

S xy

S xx S yy

(B.1)

Sean la seal x e y compuestas por n elementos, para cada elemento se tendr la siguiente
representacin:
x=

(B.2)

y=

(B.3)

Al aplicar la transformada de Fourier a cada uno de los elementos de la seal x e y se tiene la


siguiente representacin:

fft( x ) = (a + bi )

(B.4)

fft( y) = (c + di )

(B.5)

Siguiendo la definicin de los autoespectros y el espectro cruzado de las seales en cuestin:


S xx = (a bi )(a + bi ) = a 2 + b 2

(B.6)

S yy = (c di )(c + di ) = c 2 + d 2

(B.7)

S xy = (a bi )(c + di ) = ac + adi bci bdi 2 = (ac + bd) + (ad bc)i

(B.8)

Al sustituir las ecuaciones B.6, B.7 y B.8 en la ecuacin B.1 se tiene que:
C xy =

(ac + bd) 2 + (ad bc) 2 a 2 c 2 + 2acbd + b 2 d 2 + a 2 d 2 2adbc + b 2 c 2


=
=1
(a 2 + b 2 )(c 2 + d 2 )
a 2c2 + a 2d 2 + b 2c2 + b2d 2

Lo cual indica que si se calcula la coherencia entre dos seales con una sola ventana sin
traslapes, el resultado para todas las frecuencias es de Cxy = 1
Cuando la coherencia se evala dividiendo las seales en segmentos iguales llamados ventanas
(anlisis por ventanas) sus valores varan de cero a uno. Si el valor de la coherencia es igual a
uno, significa que hay una relacin lineal completa entre las dos seales, si es igual a cero
dicha relacin es nula.
La cantidad de ventanas (NV) esta en funcin del total de puntos del registro (NP) y el nmero
de puntos por ventana (NPV). Se elige NV de acuerdo a la resolucin deseada en frecuencia,
considerando que a menor NPV se obtiene una precisin menor, por lo que se puede incurrir
en errores numricos en el anlisis (Bendat y Piersol, 1989; Muri-Vila y Gonzlez, 1995).
Para el caso particular de la aplicacin del mtodo de Safak y Celebi, la resolucin en
frecuencia no es de principal inters ya que no se pretende evaluar valores individuales sino el

XXXX

APENDICES

rea total de la funcin de coherencia (A) entre los movimientos de traslacin y rotacin de
cada par de coordenadas del CR (captulo 3.3).
Para la determinacin NV adecuado para el anlisis, se calcul la funcin de coherencia entre
dos seales conocidas. Las funciones en cuestin fueron x = sen(25t) e y = cos(25t), al
transformar stas funciones al dominio de la frecuencia, se identific claramente un pico en la
frecuencia f = 5 Hz, donde la funcin de coherencia tiene un valor mximo correspondiente a
Cxy = 1, hacia ambos lados de la frecuencia indicada el valor de la coherencia decrece (fig B1).
En la fig B1 se muestra ste clculo para el NP que se manej en el modelo (18351). Se vari
el NP y el NPV, se puede observar la variacin de la funcin de coherencia, as como el de A.
La forma de la funcin de coherencia vara significativamente en las figuras extremas, donde
el NV y el NPV son menores (a-c y m-o respectivamente) adems de que no corresponden con
la forma de la funcin de coherencia terica esperada (mximo Cxy=1, en la frecuencia f = 5
Hz).
En las figuras B1d-B1l la forma de la funcin de coherencia es la esperada pero existen
variaciones en A, en las figuras B1g-B1j stas variaciones son de centsimas, los valores
correspondientes al NPV son 512, 256, 128 y 64 y su NV asociado, es de 32, 64, 128 y 256
respectivamente. Para los valores indicados, A es estable, adems proporcionan los valores
ms aproximados de las coordenadas del CR al aplicar el mtodo de Safak y Celebi. El valor
seleccionado para realizar el anlisis fue el correspondiente a NPV = 512 y NV = 32.

XXXX

APENDICES

Coherencia

NP=18351
NV=1
NPV=18351
A=50

0.5

a)

Coherencia

0.5

Coherencia

Coherencia

NP=18351
NV=1024
NPV=16
A=10.98

k)
NP=18351
NV=2048
NPV=8
A=6.9714

0.5

i)
NP=18351
NV=512
NPV=32
A=11.7926

j)

NP=18351
NV=128
NPV=128
A=11.8083

h)
NP=18351
NV=256
NPV=64
A=11.8039

0.5

f)
NP=18351
NV=64
NPV=256
A=11.8087

g)

NP=18351
NV=16
NPV=1024
A=11.8136

e)
NP=18351
NV=32
NPV=512
A=11.8034

0.5

c)
NP=18351
NV=8
NPV=2048
A=13.3659

d)

NP=18351
NV=2
NPV=8192
A=36.8034

b)
NP=18351
NV=4
NPV=4096
A=14.1907

Coherencia

NP=18351
NV=1
NPV=16384
A=50

l)
NP=18351
NV=8192
NPV=2
A=5.8e-26

NP=18351
NV=4096
NPV=4
A=2.3873

0
0

10

20
30
40
frecuencia (Hz)
m)

50

10
20
30
40
frecuencia (Hz)
n)

50

10

20
30
40
frecuencia (Hz)
o)

50

Fig B1. Variacin del rea de la funcin de coherencia con el NPV y NV con NP = 18351

XXXX

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XX

Common questions

Con tecnología de IA

Selecting an appropriate method for determining the CR involves several considerations: the type of data available (acceleration vs. velocity), the complexity of the building's structural system, the required accuracy, and the resources at hand such as instruments and expertise . Methods like Safak and Celebi's require more extensive data collection and sophisticated analysis, while others like De la Llera and Chopra focus more on specific measurements and applicable scenarios. Ultimately, the choice depends on balancing these factors against project constraints and objectives .

The method by Safak and Celebi involves using acceleration records to compute the rotation history of the floors and requires measurements in multiple directions to determine the CR coordinates by minimizing the area of coherence . In contrast, De la Llera and Chopra’s method also uses acceleration measurements but instead focuses on obtaining the history of accidental eccentricity and provides instant values of floor-by-floor excentricity, useful for understanding dynamic structural behavior .

Determining the location of the center of rigidity (CR) in multi-story buildings is challenging due to several factors. Multiple definitions for CR exist, which depend on the distribution of lateral forces. Additionally, the CR's location varies with changes in floor properties and lateral loads, making it complex to ascertain and essential for evaluating torsion effects. Moreover, the difficulty lies in the accurate assessment of horizontal floor stiffness and various structural configurations, particularly in buildings with irregular geometry . Instrumentation can be a solution, providing real-time data to validate analysis models and give precise CR estimations .

Seismic instrumentation, through advanced measurement tools and computer analytics, allows for a precise and empirical determination of the CR in buildings by providing real-time data. It helps in validating assumptions made during theoretical analyses and provides critical data for understanding the dynamic behavior of structures under seismic loads . This process significantly improves the accuracy of identifying the structural excentricity and aids in reducing errors associated with traditional estimation methods .

Excentricity in a building has significant implications for its seismic performance because it causes uneven distribution of seismic forces, leading to increased torsional effects. These torsional moments can result in considerable stress concentration in specific areas, raising the potential for structural failure during an earthquake, particularly in the most excentrically aligned floors. This uneven force distribution necessitates careful design considerations, such as reinforcing potentially vulnerable areas or adjusting mass and stiffness distributions to better align with the CR. Addressing excentricity through design improvements enhances the safety and resilience of buildings, mitigating the risk of catastrophic failures .

Coherent area minimization involves adjusting the assumed CR coordinates to achieve the smallest possible discrepancy in coherence function measurements, which reflect uniformity in movement responses across the structure. This technique is significant because it allows engineers to identify the CR with greater accuracy, accounting for complex interactions in asymmetric or irregular buildings. Minimizing this area indicates the CR's proximity to the true dynamic center where torsional effects are minimized, thus enhancing predictive accuracy for structural behavior under seismic loads .

Accidental eccentricity accounts for potential deviations in the center of mass due to non-uniform lateral stiffness or mass distribution, which are not foreseen during design. It is essential for seismic analysis to provide a safety margin against unforeseen torsional events that could significantly impact the structure's response to earthquakes . It includes a percentage of the maximum plan dimension, acknowledging that exact mass and stiffness distributions often change during and after construction . Evaluating these influences is critical for accurately determining structural behavior under seismic loads and ensuring compliance with building codes like NTC-2004 .

Dynamic torsional analysis involves assessing a building's response over time under seismic conditions, incorporating the structure's inertial and damping properties, and simulating real earthquake motions . It requires moving the center of mass from its original position by an accidental excentricity during analyses . On the other hand, static analysis applies equivalent lateral forces to the building structure, considering design eccentricity that includes both structural and accidental eccentricities related to static scenarios . The dynamic method is typically more precise for complex or asymmetric buildings, capturing time-varying responses .

The discrepancy arises because the assumed position of a building's CM often relies on simplified assumptions of uniform mass distribution, which might not reflect reality. Variations in material density, additional non-structural components, and uneven load distributions can cause significant shifts in the actual mass center. Similarly, the CR's position depends on lateral stiffness distribution and structural irregularities, leading to differences when hypothetical models do not account for all architectural and material variances . This misalignment is critical to address as it influences torsional response during seismic events and impacts structural performance .

Separating translational and rotational movement data is important to accurately assess the distinct effects each type of movement has on the structure during an earthquake. This separation helps in pinpointing the source of stresses and deformations, allowing for a more precise analysis of potential points of failure . By doing so, engineers can design stronger, more resilient structures and evaluate whether existing buildings meet modern seismic safety standards. Moreover, it enables a comprehensive validation of theoretical models against real-world data, facilitating the improvement of future design methodologies .

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