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Mercado Argentino de Boratos

Este documento provee un resumen de 71 páginas sobre el mercado de boratos en Argentina. Describe las características generales del mercado local, los usos principales de los boratos como vidrios, fibra de vidrio, cerámica y fertilizantes. Explica la oferta y demanda nacionales, los sectores industriales que lo consumen, y el comercio exterior de boratos en el país, incluyendo políticas arancelarias de importación y exportación.

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Mercado Argentino de Boratos

Este documento provee un resumen de 71 páginas sobre el mercado de boratos en Argentina. Describe las características generales del mercado local, los usos principales de los boratos como vidrios, fibra de vidrio, cerámica y fertilizantes. Explica la oferta y demanda nacionales, los sectores industriales que lo consumen, y el comercio exterior de boratos en el país, incluyendo políticas arancelarias de importación y exportación.

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BORATOS

PANORAMA DE MERCADO DE LA MINERIA NO METALICA


BORATOS

REALIZADO POR:
PROYECTOS Y GESTION MINERA INTEMIN
ING. MARCELO PASIN
LIC. NATACHA IZQUIERDO GONZALEZ
LIC. GABRIELA STRAZZOLINI
MARIANA GREGORIO
CLARISA CATNICH

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BORATOS
INDICE
INTRODUCCIN .......................................................................................................................6
METODOLOGA EMPLEADA .......................................................................................................6
CARACTERSTICAS GENERALES DEL MERCADO ARGENTINO ......................................................7
PARTE l: EL PRODUCTO ............................................................................................................8
1. DEFINICIN .....................................................................................................................8
2. USOS................................................................................................................................8
2.1. Vidrios...................................................................................................................... 11
2.1.1. Consumo de boratos ......................................................................................... 12
2.2. Fibra de vidrio .......................................................................................................... 13
2.2.1. Fibra de vidrio tipo aislante ................................................................................. 14
2.2.2. Fibra de vidrios textil .......................................................................................... 15
2.3. Vidrio borosilicato..................................................................................................... 16
2.3.1. Envases de vidrios y vidrios planos ...................................................................... 17
2.4. Fibras Opticas........................................................................................................... 18
2.5. Vidrio cermico ......................................................................................................... 18
2.6. Fritas para enlosar y esmaltar.................................................................................... 18
2.6.1. Fritas para enlosar.............................................................................................. 19
2.7. Esmaltes cermicos................................................................................................... 20
2.8. Retardador de fuego ................................................................................................. 21
2.9. Aislacin Celulosica ................................................................................................... 22
2.10. Plsticos ................................................................................................................. 23
2.11. Textiles .................................................................................................................. 24
2.12. Agente blanqueadores............................................................................................. 24
2.13. Jabones y detergentes............................................................................................. 25
2.13.1. Consumo de compuestos de boro en detergentes ............................................... 29
2.14. Blanqueador de pulpas ............................................................................................ 30
2.15. Metalurgia .............................................................................................................. 30
2.16. Aleaciones de acero ................................................................................................ 31
2.17. Colado de hierro ..................................................................................................... 32
2.18. Aluminio .................................................................................................................33
2.19. Superaleaciones ...................................................................................................... 33
2.20. Aleaciones y metales duros...................................................................................... 33
2.21. Aleaciones de metales amorfos ................................................................................ 34
2.22. Boro elemental amorfo ............................................................................................ 35
2.23. Aplicaciones como fundente..................................................................................... 35
2.24. Galvanoplastia ........................................................................................................ 36
2.25. Imanes................................................................................................................... 36
2.25.1. Fabricacin de imanes de Nd Fe- B ................................................................. 37
2.25.2. Uso de los imanes Nd Fe B .......................................................................... 38
2.26. Agricultura..............................................................................................................40
2.26.1. Fertilizantes...................................................................................................... 40
2.26.2. Herbicidas ........................................................................................................ 41
2.26.3. Pesticidas......................................................................................................... 42
2.27. Aplicaciones nucleares............................................................................................. 42
2.28. Otras aplicaciones ................................................................................................... 43
[Link] de corrosin .................................................................................... 44
2.28.2. Catalizadores.................................................................................................... 44
2.28.3. Acido Brico ..................................................................................................... 44

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BORATOS

3.
4.

2.28.4. Tribromuro de boro y el tricloruro de boro.......................................................... 44


2.28.5. Trifluoruro De Boro........................................................................................... 45
2.28.6. Compuestos refractarios de boro ....................................................................... 45
2.28.7. Compuestos de fibra de boro............................................................................. 46
2.28.8. Aditivos refractarios .......................................................................................... 47
2.28.9. Fotografa ........................................................................................................ 48
2.28.10. Combustibles.................................................................................................. 48
2.28.11. Almacenaje de energa .................................................................................... 48
2.28.12. Productos farmacuticos, antispticos y cosmticos .......................................... 48
2.28.13. Pigmentos y secantes...................................................................................... 49
2.28.14. Otros usos...................................................................................................... 49
ESPECIFICACIONES TCNICAS ..................................................................................... 49
SUSTITUTOS Y ALTERNATIVAS..................................................................................... 50

PARTE II: LA ACTIVIDAD DEL MINERAL EN LA ARGENTINA ...................................................... 51


1. CARACTERSTICAS de la OFERTA ................................................................................. 51
1.1. PRODUCCIN ........................................................................................................... 51
1.2. EMPRESAS PRODUCTORAS........................................................................................ 52
2. CARACTERSTICAS de la DEMANDA .............................................................................. 52
2.1. ESTRUCTURA DE LA DEMANDA ................................................................................. 52
2.2. SECTORES INDUSTRIALES ........................................................................................ 53
2.2.1. Industria de esmaltes y cermica ............................................................................ 53
2.2.2. Industria del vidrio y fibra de vidrio ........................................................................ 53
2.2.3. Industria de fertilizantes ......................................................................................... 54
3. CONSUMO APARENTE .................................................................................................. 56
PARTE III: INTERCAMBIO COMERCIAL .................................................................................... 57
1.
BORATOS ................................................................................................................... 57
1.1. POLTICA ARANCELARIA ........................................................................................... 57
1.1.1. Aranceles De Importacin y Exportacin .................................................................. 57
1.1.2. Incentivos a las Exportaciones ................................................................................ 58
1.1.3. Devolucin del IVA ................................................................................................. 58
1.2. IMPORTACIN ......................................................................................................... 58
1.3. EXPORTACIN ......................................................................................................... 59
2.
CIDO BRICO ........................................................................................................... 59
2.1. POLTICA ARANCELARIA ........................................................................................... 59
2.1.1. Aranceles de importacin y exportacin.................................................................. 59
2.1.2. Incentivos a las exportaciones ............................................................................... 60
2.1.3. Devolucin del IVA ................................................................................................ 60
2.2. IMPORTACIN.......................................................................................................... 60
2.3. EXPORTACIN.......................................................................................................... 61
3.
COSTOS DE COMERCIALIZACIN................................................................................. 62
PARTE
1.
2.
3.

IV: PRECIOS ................................................................................................................ 63


PRECIOS INTERNOS.................................................................................................... 63
EVOLUCIN DE PRECIOS ............................................................................................ 63
PRECIOS INTERNACIONALES....................................................................................... 63

PARTE V: SITUACIN INTERNACIONAL ................................................................................... 65


1.
PASES PRODUCTORES ............................................................................................... 65
2. PASES EXPORTADORES .............................................................................................. 66

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BORATOS
3.

PASES IMPORTADORES .............................................................................................. 66

PARTE
1.
2.
3.
4.
5.

VI: MERCOSUR , CHILE Y BOLIVIA................................................................................ 67


BRASIL ....................................................................................................................... 67
URUGUAY ................................................................................................................... 67
PARAGUAY ................................................................................................................. 67
CHILE ......................................................................................................................... 67
BOLIVIA ..................................................................................................................... 68

ANEXO ................................................................................................................................... 70
DIRECTORIO DE EMPRESAS PRODUCTORAS ............................................................................ 70
BIBLIOGRAFA........................................................................................................................ 71

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BORATOS
INDICE DE TABLAS
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla
Tabla

I. Composicin de las fibras de vidrio y cermica contenedoras de boro ............................ 50


II: Produccin de Boratos 1996 - 2000e .......................................................................... 51
III: Consumo Aparente de boratos.................................................................................. 56
IV Aranceles de Importacin Extra e Intra Zona............................................................... 57
V Importacin de Boratos............................................................................................... 58
VI Exportacin de Boratos .............................................................................................. 59
VII Aranceles de Importacin ......................................................................................... 60
VIII Importacin de cido Brico .................................................................................... 61
IX Exportacin de cido Brico ...................................................................................... 61
X Principales productores mundiales (miles de toneladas)................................................. 65
XI Produccin de Ulexita ................................................................................................ 67

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BORATOS
INTRODUCCIN
El objetivo principal del siguiente trabajo es presentar un panorama general sobre el
mercado de los boratos en el mbito nacional e internacional.

El informe se divide en seis partes, y cada una de ellas trata de mostrar un panorama
general del

borato. A travs de la informacin presentada sobre la definicin del

mineral, sus principales usos y especificaciones tcnicas, consideramos de utilidad hacer


explcito los mercados en los cuales participa, los productos comercializados, el
intercambio comercial y el alcance geogrfico para un posterior anlisis ms exhaustivo,
necesario para la toma de decisiones.

Cabe aclarar que cuando se presentan precios, estos solo tienen el objeto de orientar, ya
que la valoracin depende de diversos factores.

Como objetivo secundario se trata de homogeneizar la terminologa tcnica y comercial


respecto al mineral.

METODOLOGA EMPLEADA
La metodologa empleada consisti en la recoleccin y procesamiento de datos obtenidos
a travs de consultas a fuentes secundarias, tales como:
Organismos oficiales
Consulados
Publicaciones nacionales y extranjeras.
Biblioteca del INTEMIN.

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BORATOS
CARACTERSTICAS GENERALES DEL MERCADO ARGENTINO
El mercado de minerales no metalferos representa en nuestro pas el 10% de la
produccin total nacional, totalizando en el 2000, 110,2 millones de pesos, representando
una cada del 7% con respecto al ao anterior (118,2 millones de pesos).
Si bien se observa una cada en la produccin total de minerales industriales, los boratos
experimentaron un aumento de produccin del 3%, medido en toneladas. Estos ocupan
un lugar relevante, aportando aproximadamente un 23% a ese mercado, siendo su ultima
produccin anual (2000) de 580.000e toneladas lo que representa cerca de 24,9 millones
de pesos.
Los boratos, en el transcurso de esta dcada, experimentan un paulatino crecimiento en
su produccin, interrumpido en 1998 como consecuencia del contexto macroeconmico,
para luego mejorar su performance con un importante incremento, debido a la
incorporacin de nuevos proyectos.
Las reservas geolgicas se encuentran localizadas al norte del pas, en las provincias de
Salta, Jujuy y Catamarca. Las principales provincias productoras son Salta y Jujuy, siendo
Catamarca productora de volmenes menores e irregulares.
El comercio exterior de boratos es altamente significativo. Las exportaciones de boratos
naturales en el 2000 aumentaron un 24% respecto al ao anterior. El principal
demandante es Brasil, que consume alrededor del 60% de nuestras exportaciones totales.
Los boratos se emplean bsicamente en tres sectores econmicos, que lo utilizan como
materia prima o insumo intermedio, ellos son la industria de esmaltes y cermica, industria
del vidrio y fibra de vidrio e industria de fertilizantes.
La industria de esmaltes y cermicas utiliza mayormente cido brico, en una proporcin
de aproximadamente 10% del producto final; esta es una industria estrechamente ligada a
la construccin siguiendo bsicamente su tendencia.
Con relacin a la industria del vidrio, el cido brico constituye el producto ms requerido
siendo su relacin del 5 al 15% del producto final; su principal utilizacin en esta industria
es en la fabricacin de vidrios especiales tales como vajilla tipo borosilicato trmico o
Pyrex, envases medicinales, material de laboratorio, material de iluminacin, etc.
En cuanto a la industria de fertilizantes, en nuestro pas el empleo del mismo est por
debajo de los parmetros recomendados por los organismos nacionales e internacionales
y de la experiencia de los pases de caractersticas similares a la Argentina (ej. Brasil).
De todos modos, el consumo en estos ltimos aos ha crecido considerablemente, siendo
su principal destino los macronutrientes. La utilizacin de micronutrientes que contienen
boro no se encuentra desarrollado en nuestro pas, pudindose deber a factores
culturales antes que por la falta de necesidad de este mineral.

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BORATOS
PARTE l: EL PRODUCTO
1. DEFINICIN
Los boratos estn definidos como sales o esteres de cido brico; un compuesto que
contiene B2O3 (Bates y Jackson, 1987). Tambin esta definido por la industria como
algn compuesto que contiene o suministra oxido brico. Un gran numero de minerales lo
contienen, pero los tres ms importantes comercialmente son: brax (tincal), ulexita y
colemanita. Se obtienen a partir del mineral varios productos comerciales tales como el
brax decahidratado, el brax pentahidratado y el cido brico entre otros. Este ultimo es
un producto qumico obtenido por reaccin de boratos inorgnicos con cido clorhdrico
sulfrico, en medio acuoso. El siguiente cuadro muestra las fuentes de borato y sus
productos primarios

Producto

Salmuera

Brax
Decahidratado

Cont.B2O3
% en peso
36,5

Pentahidratad
o
Anhidro

48,8

cido Brico

56,3

68,9

Borato
Sdico

Ulexita

98,5
ABA

Otros
Boratos

Colemanita

Colemanita
concentrada

37 - 43

2. USOS

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BORATOS
El grado de procesamiento requerido para realizar compuestos de boro utilizables en
varias aplicaciones industriales es extremadamente variable. Algunas industrias utilizan
concentrados de mineral, mientras otros requieren boratos refinados. En algunos casos
los concentrados de mineral y boratos refinados son intercambiables de acuerdo a la
disponibilidad y precio. En otros casos, es posible para los consumidores elegir entre
diferentes boratos refinados. Algunos compuestos de boro son, por supuesto, utilizados
como insumos intermedios en la produccin de otros compuestos, como sigue:
La colemanita es utilizada en la produccin de cido brico y brax, tambin como en
varias aplicaciones directas, notablemente en la industria del vidrio, donde el sodio no
puede ser tolerado, tales como en fibras de vidrio tipo textil.
La ulexita y probertita (krametita) son utilizadas en la produccin de fibra de vidrios tipo
aislante y vidrios borosilicatados, tambin como para la produccin de otros boratos.
El cido brico es producido principalmente para la reaccin de boratos inorgnicos con
cido sulfrico en un medio acuoso. En los USA, los boratos de sodio son los principales
insumos utilizados. En Europa occidental, los boratos de calcio han sido principalmente
utilizados, aunque el desarrollo de las reservas de boratos de sodio de Turqua puede
hacer cambiar esto.
Los boratos decahidratados y pentahidratados son producidos a partir de minerales de
boratos de sodio, a partir de lagos y salmueras, y a partir de minerales de boratos de
calcio y magnesio.
El brax anhidro es manufacturado a partir de brax hidratado, (decahidratado o
pentahidratado), por fusin, con calcinacin como una etapa usualmente intermedia en el
proceso.
Polybor 60, un producto exclusivo manufacturado por US Brax Inc., es producido por
secado por spray de una mezcla de brax y cido brico.
Los productos masivos de boratos, tales como el brax pentahidratado, brax
decahidratado, brax anhidro, cido brico, xido de boro y colemanita mejorada o
enriquecida y ulexita mejorada o enriquecida son responsables de una alta proporcin del
total de boratos consumido. Los productos qumicos especiales de boro, tales como el
perborato utilizado en la industria de detergentes, estn incrementado en importancia,
particularmente en trminos de valor, y esta tendencia parece probable que contine en el
futuro.
Las aplicaciones de los boratos masivos esta resumida en la Tabla siguiente.
Producto
Minerales
de
(colemanita)

Aplicacin
calcio Fibras de vidrio tipo textil
Aleaciones de boro
Fundente metalrgico
Minerales de boratos de sodio (ulexita y Fibras de vidrio tipo aislante
probertita)
Vidrio borosilicato
cido brico
Antisptico
boratos

de

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BORATOS

Brax anhidro

Perborato de sodio

Metaborato de sodio

Pentaborato de sodio
Brax decahidratado refinado
Brax pentahidratado refinado

Aleaciones de boro
Aplicaciones nucleares
Anti - inflamables
Nylon
Fotografa
Acabado textiles
Fertilizantes
Esmaltes, fritas
Catalizador
Vidrios
Fibras de vidrio
Fertilizantes
Vidrios
Fibras de vidrio
Fundente metalrgico
Esmaltes, fritas
Anti - inflamable
Detergentes y blanqueadores
Desinfectantes
Acabado textiles
Adhesivos
Detergentes
Herbicidas
Fotografa
Acabado textiles
Retardante de fuego
Fertilizantes
Adhesivos
Cemento
Inhibidor de corrosin
Farmacuticos y cosmticos
Refinacin electroltica
Fertilizantes
Anti - inflamable
Vidrio
Fibras de vidrio
Herbicidas
Insecticidas
Curtido de cueros
Acabado textiles

Los productos qumicos especiales de boro incluyen a los siguientes:


Boro elemental, haluros de boro, boratos inorgnicos, fluorboratos, esteres de cido
brico, hidrros de boro, compuestos organoboro, compuestos nitrgeno boro.
Se estim que estos productos qumicos especiales de boro explica tanto como un quinto
a un cuarto del consumo de boro. En los USA esto sera equivalente a 60.000 70.000
toneladas por ao de B2O3.
Las aplicaciones de los productos qumicos especiales de boro son los que se muestran
en la siguiente.

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BORATOS
Producto
Boro amorfo
Boro cristalino
Filamentos de boro
Haluros de boro

Boratos de sodio especiales

cido fluorborico
Borato trimetilico
Borohidruros de sodio

Esteres de boratos

Aplicaciones
Pirotecnia militar
Armamento nuclear
Escudo en reactores nucleares
Compuestos para aplicaciones aerospaciales
Compuestos para aplicaciones deportivas
Farmacutica
Catalizadores
Componentes electrnicos
Filamentos de boro
Fibra ptica
Productos qumicas para la fotografa
Adhesivos
Compuestos para el acabado textil
Detergentes y limpiadores
Retardantes de fuego
Herbicidas
Fertilizantes
Soluciones para revestimiento metlico
Sales de fluorboratos
Borohidruros de sodio
Purificacin de especialidades qumicas
Blanqueado de pulpas
Limpiadores de superficies metlicas
Catalizador para las reacciones de polimerizacin
Estabilizador de polmeros
Retardantes de fuego

2.1. Vidrios
Vidrio es la principal aplicacin de los boratos. Se estima que esta aplicacin da cuenta de
al menos el consumo de 420.000 toneladas de B2O3, 40 % de todo el boro utilizado en el
mundo. Muchas de esta demanda son a partir de la industria del vidria de los USA, que
explica al menos la mitad del consumo de boro en esta aplicacin. El consumo de boro en
todos los productos de vidrio en los USA totaliz 212.000 toneladas de B2O3 en 1993, 60
% de toda la demanda de USA.
El xido brico es un componente esencial de muchos vidrios especialmente de los vidrios
de borosilicato y de las fibras de vidrio tipo textil y tipo aislante. Estos tres tipos de
productos son los principales consumidores de compuestos de boro en la industria del
vidrio, aunque muchos otros productos, incluyendo vidrio plano y contenedores de vidrio,
pueden requerir pequeas cantidades.
El xido brico es usualmente introducido en la pasta fundida del vidrio como borato
hidratado o anhidro refinado, como cido brico, o como minerales naturales tales como
brax o colemanita. Los boratos naturales deben ser controlados cuidadosamente, dado
que sus constituyentes pueden ser variables. Ciertas impurezas, tales como hierro y
arsnico deben ser evitados. La colemanita de Turqua, por ejemplo, es vendida como
tipo vidrio u otros tipos.

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BORATOS
La fuente usual de boratos difiere dependiendo del tipo de vidrio; en vidrios resistentes al
calor, son utilizado el cido brico, brax anhidro, brax pentahidratado y brax
decahidratado, mientras que en las fibras de vidrio tipo aislante es mas comnmente
utilizado el brax pentahidratado. El cido brico y/o la colemanita son generalmente
utilizados en las fibras de vidrio tipo textil, mientras que le brax o cido brico es utilizado
en los artculos o elementos de vidrio con plomo. La razn para el uso de solo cido
brico o colemanita en fibras de vidrio tipo textil es que este vidrio debe contener bajos
niveles de sodio, y es por lo tanto imposible utilizar cualquier material de boratos de sodio.
El xido brico es un poderoso fundente que imparte una muy baja viscosidad a la pasta
fundida de vidrio. Esto lleva a una alta velocidad de asentamiento lo cual da al vidrio
resultante una buena dureza superficial, resistencia al rayado y durabilidad, y un bajo
coeficiente de expansin trmica. El xido brico tambin inhibe la desvitrificacin. Estas
propiedades son tiles donde el producto de vidrio necesita ser duro, o es utilizado para
proveer aislamiento trmico, o para aplicaciones donde es necesario para el vidrio ser
resistente a los golpes de calor. Tales aplicaciones incluyen vasijas para horno,
equipamiento para laboratorios, vidrios frontales de lamparas para vehculos y lamparas
de sealizacin para un amplio rango de usos.
El xido brico contenido en los vidrios de borosilicatos varia ampliamente; niveles entre
10 y 15 % de B2O3 son ampliamente establecidos como necesarios para producir vidrios
de bajo coeficiente de expansin trmica, aunque los actuales niveles en varios vidrios
varan desde tan poco como un 1 % a tan alto como 34 % de B2O3. Los contenedores de
vidrio usualmente son libres de boro, aunque algunos tipos pueden contener mas de 2,5
% de B2O3. Un vidrio libre de silicio para las envolturas de las lamparas de descarga de
vapores de sodio contienen 35 % de B2O3. Entre los vidrios especiales, el vidrio
Lindemann con baja absorcin de rayos X consiste de 83 % de B2O3, con el balance
realizado de 15 % de Li2O y 2 % BeO.
Adicionalmente a los vidrios de borosilicato los cuales, por definicin, contienen boro, y los
vidrios aluminosilicatos, que, en general, no contiene boro, hay un tipo intermedio de
vidrio, vidrio aluminoborosilicato, que tiene mejor resistencia qumica que los vidrios de
borosilicato, aunque tiene el ms alto coeficiente de expansin trmica. Estos vidrios son
utilizados para aplicaciones tales como los vidrios para vehculos espaciales.
Los vidrios neutrales han incrementado la resistencia a los ataques qumicos por el agua,
soluciones alcalinas y cidas. Estos vidrios, o transparentes, blancos o mbar, son
usualmente transformado en tubos desde los cuales son manufacturadas las ampollas y
frascos para aplicaciones mdicas. Estos vidrios neutrales contienen 7,2 y 9,2 % de B2O3.
El xido brico es tambin un importante constituyente de vidrios especiales con
propiedades pticas o elctricas particulares, que son utilizados por la industria de la
energa nuclear, en investigaciones espaciales y en la industria electrnica. Corning Glass
Works ha desarrollado un vidrio de aluminoborosilicato para pantallas electroluminisentes.
2.1.1. Consumo de boratos
En la seccin 5.1 de este estudio estimamos que las aplicaciones en vidrio es responsable

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BORATOS
del uso mundial de 420.000 toneladas de B2O3, o aproximadamente el 40 %. Esta
demanda esta principalmente en USA quien es responsable de al menos la mitad del
consumo de boro en la industria del vidrio.
La tabla 50 muestra el consumo de xido brico de los USA en la industria del vidrio en el
perodo 1976 a 1993. El consumo de USA de xido brico en vidrio, incluyendo fibras de
vidrio aumento desde por debajo de las 140.000 toneladas por ao de B2O3 hasta
alcanzar al menos 200.000 toneladas en 1984, equivalente a una tasa de crecimiento
anual de al menos 5 %. Mucho de este crecimiento fue visto en la industria de fibras de
vidrio para aislamiento, que aumento desde 63.000 toneladas en 1976 a 106.000
toneladas en 1984. Durante la ltima mitad de la dcada de los 80 y principios de la
dcada del 90 el consumo declin un poco, cayendo tan bajo como 163.000 toneladas en
1989 y 157.000 toneladas en 1991, antes de recuperar en 1992 y 1993 un promedio de
215.000 toneladas al ao.
La fibra de vidrio para aislamiento es el ms grande de los usos finales para los
compuestos de boro en la industria del vidrio de USA, responsable del 54 % del total en
1993. La fibra de vidrio textil y vidrios borosilicatados da cuenta del 28 % y 18 % del total
respectivamente.
La demanda de boratos en la industria del vidrio ha estado considerablemente deprimida
por el ambiente recesivo de los principios de la dcada del 90, particularmente por los
efectos de la recesin en la industria de la construccin que es el ms grande consumidor
de fibras de vidrio que contiene boratos. La tabla 50 muestra que las demanda de USA
por boratos en las fibras de vidrio ha mejorado desde 1991, aunque algunos efectos
negativos son aun informados en el mercado de USA. El mercado de Europa no ha
reflejado los cambios positivos vistos en USA, y la demanda por boratos no se espera que
aumente desde su nivel de 90.000 toneladas de B2O3 del ao 1991. Los productos de
fibra de vidrio son esperados sean la principal rea de crecimiento para los boratos en la
ultima mitad de la dcada de los 90, con una tasa de crecimiento del orden de 5 % por
ao.
2.2. Fibra de vidrio
La fibra de vidrio es un material fibroso fino producido a partir, de manera general, de los
mismos componentes del vidrio plano. Diferentes tipos de fibras de vidrio son
manufacturados por la adicin de varios componentes, tales como el cido brico al vidrio
fundido. Los tipos incluyen fibra de vidrio para aislamiento (lana de vidrio), fibra de vidrio
textil (filamentos de fibra de vidrio continuos) y fibras de vidrio ptica. De estos, los
materiales tipo aislacin y textil dan cuenta de la ms grande proporcin del total de la
produccin. La produccin de fibras pticas esta creciendo, pero es improbable que se
convierta en tan importante como las otras formas de fibra en trminos de volumen,
aunque es muy importante en trminos de valor.
Varios tipos de vidrio pueden ser utilizados para la produccin de fibras de vidrio. El vidrio
estndar reforzado es el vidrio E, que esta disponible como fibras picadas, esterilla, hilos
de primera torsin y productos tejidos. El vidrio C es utilizado en compuestos que estarn
posiblemente en contacto con cidos, y tambin para reforzar hojas de techo bituminosas.
El vidrio D tiene el ms alto contenido de xido brico, con algo como 23 % B2O3. El xido

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BORATOS
brico es un aditivo importante para muchas formulaciones de fibras de vidrio, ya que
confiere la requerida cualidad de estiramiento a la fundicin.
La produccin de fibras de vidrio es dominada por dos compaas, Owens Corning
Fiberglass Corp. de Toledo, Ohio, y Saint Gobain of Paris, France, a travs de sus propias
operaciones y de las operaciones de sus subsidiarias. Estas dos compaas informaron
ventas de fibras de vidrio de $ 2,3 billones y $ 2,0 billones en 1994. Schuller International,
de Denver, Colorado, informo ventas de $ 1,2 billones.
Otros productores lideres de fibra de vidrio son los siguientes:
Asahi Glass Co. Ltd.
PPG Industries Inc.
Manville Corp.
Hankuk Glass Industries Inc.
G I Holding Inc.
Pittsburg Corning Corp.
Superior Glass Fibers Inc.
Fiber Glass Industries Inc.

Japn
USA
USA
Corea del Sur
USA
USA
USA
USA

2.2.1. Fibra de vidrio tipo aislante


La fibra de vidrio tipo aislante provey la nica salida ms grande para los materiales en
USA en 1993, esta aplicacin da cuenta de 117.000 toneladas contenidas de B2O3,
aproximadamente 1/3 de todo el consumo. En Europa occidental el patrn de consumo es
diferente debido al mayor uso de perboratos en la industria del detergente. La fibra de
vidrio tipo aislante es estimada que da cuenta de cerca del 8 % del consumo total de
Europa de xido brico equivalente, o groseramente 30.000 toneladas por ao,
comparada con aproximadamente 34.000 toneladas por ao para fibras de vidrio tipo
reforzadas y 26.000 toneladas por ao en vidrio borosilicatos.
La fabricacin de fibra de vidrio aislante desarrolla un incremento del rea superficial del
vidrio por un gran factor para producir un producto fibroso o esponjoso. Los componentes
del vidrio son similares a los que se utilizan en la fabricacin de vidrio plano. La mezcla es
fundida en horno a 1.450 C y pasada a un spinner de acero inoxidable. Las fibras
producidas de esta manera son subsecuentemente rociadas con ligantes, antes de ser
terminadas en una estufa. Muchas de las fibras producidas tienen un rango de dimetro
nominal entre 6 a 9 micrones, aunque algunos dimetros tienen menos que 1,5 micrones.
La longitud puede variar entre 5 a 60 micrones. Estas fibras son unidas en esterillas
delgadas, las cuales son utilizadas para aislacin trmica y acstica.
El cido brico es agregado en la composicin del vidrio para reducir la viscosidad de la
pasta fundida y con eso asiste a la formacin de fibras. Adems, inhibe la lixiviacin de los
fundentes. Hay varias composiciones diferentes de fibra de vidrio, algunas de las cuales
contienen boratos, y otras no. Algo de cido brico que es agregado a la composicin del
vidrio es perdido durante la fabricacin del vidrio. A menos que pasos adecuados sean
tomados, la proporcin de boratos perdidos puede ser tanto como un tercio de la cantidad
agregada.

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BORATOS
Las fibras de vidrios pueden ser fabricadas para diferentes especificaciones, dependiendo
de las propiedades requeridas. Las propiedades de aislamiento son definidas por un
factor R: R-1, es la aislacin provista por un vidrio simple de ventana, mientras que una
fibra de vidrio de 3 pulgadas de espesor tiene un valor de R-7.
La fibra de vidrio es usada para aislamiento de nuevos edificios donde rollos pueden ser
colocados antes terminar las paredes y los cielorasos. En edificios existentes, su uso
tiende a estar confinado al aislamiento de espacios loft. Las espumas aislantes (y
aislacin celulosica en los USA) son preferidas para el aislamiento de las cavidades de las
paredes en edificios existentes, porque pueden ser aplicados a travs de pequeas
perforaciones desde el exterior de la pared a la cavidad. Las fibras de vidrio son tambin
usada para el aislamiento acstico en los vacos bajo los pisos y arriba en los cielorasos,
y las paredes divisorias de habitaciones.
Un gran crecimiento en la demanda por fibra de vidrio aislante ocurre despus del
crecimiento del precio del petrleo de 1973 y 1974. La legislacin fue introducida en
muchos pases occidentales para incrementar el mnimo estndar de aislamiento trmica
en edificios nuevos, y prstamos y garantas estaban disponibles para promover la mejora
en el nivel de aislamiento de sus propiedades en los propietarios de construcciones
existentes.
La primera medida produjo un inmediato crecimiento en la demanda de fibras de vidrio
para aislamiento que se mantuvo hasta el presente, y actualmente est principalmente
gobernada por el nivel de construccin de viviendas. La segunda medida produjo de una
vez por todas un incremento en la demanda a mediados y fines de la dcada del 70,
cuando la aislacin de las viviendas existente esta ahora casi completada.
Una medida de la salud de la industria de la construccin es el numero reportado de
nuevas viviendas iniciadas.
2.2.2. Fibra de vidrios textil
La fibra de vidrio textil (o filamento de fibra de vidrio continuo) esta caracterizada por su
alta resistencia a la traccin y al impacto, bajo peso, alta resistencia a ataques qumicos y
su bajo costo. Estas propiedades lo hacen apto para su uso como un reforzante en
plsticos y compuestos, que son encontrados en uso creciente en lugar de los materiales
ms tradicionales, notablemente metal.
La manufactura de filamentos de fibra de vidrio continua comprende la fusin de la mezcla
en un horno a aproximadamente 1.600 C; la masa fundida subsecuentemente fluye a un
sistema de canal caliente, y es movilizada desde el fondo a una temperatura cercana a
1.300 C por medio de un tubo de platino calentado elctricamente. Cada tubo contiene
entre 200 a 400 toberas o picos. Debajo del tubo las fibras son enfriadas rpidamente, y
se calibran. El calibrado contiene un par de agentes necesarios para formar una adhesin
entre el vidrio y la matriz polmera. La fibra es subsecuentemente convertida en una trama
textil u otro producto reforzado tales como esterilla o hilo picado.
De las diversas formulaciones de vidrio que pueden ser utilizada en la fabricacin de
filamentos continuo de fibras de vidrio, el vidrio borosilicatado de bajo lcalis (Vidrio E) es

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BORATOS
la eleccin preferida, como su uso minimiza el nmero de corte de hilos que ocurren
durante el proceso de fabricacin. En este vidrio el boro, agregado como colemanita o
cido brico, promueve una fcil fusin. Adiciones de 7 % de cido brico son tpicas.
2.3.

Vidrio borosilicato

Los vidrios borosilicatados son producidos por la adicin de compuestos de boro en el


vidrio. El cido brico disminuye el coeficiente de expansin trmica de los vidrios y por lo
tanto mejora la resistencia al calor. Los compuestos de boro son tambin agregados para
mejorar la fusin durante el proceso de fabricacin del vidrio y prevenir la desvitrificacin
del vidrio. Tambin otorgan resistencia al rayado, mejora la reflexin, refraccin, color,
brillantez, y resistencia cida. De acuerdo al tipo de vidrio, el xido brico contenido puede
estar entre 0,5 % y 23 % en peso, con 12 15 % como contenido tpico para vidrios
resistentes al calor. La ampliamente utilizada formulacin Corning 7740 (Pyrex) contiene
13,5 % de B2 O3. El agregado de boro es realizado en la forma de brax, colemanita,
cido brico o combinaciones de estos.
Los vidrios borosilicatados son utilizados en una amplia variedad de aplicaciones,
incluyendo unidades pticas selladas para automviles, ventanas de maquinas de lavado,
puertas de hornos, y en productos de cocina tales como en fuentes y platos resistentes al
calor. Tambin encuentran considerable utilizacin en la industria de artculos de vidrio,
tales como en ventanas u tubos trasparentes resistentes al calor, aisladores de alto
voltaje, vidrios para semforos y seales. Los vidrios borosilicato, tales como el Pirex de
Corning, son utilizados en la manufactura de productos cientficos de vidrio, incluyendo
tubos y vasos de test.
La demanda de vidrios borosilicatado es altamente dependiente de la salud de otras
industrias, tales como la industria de artculos de vidrios para electrnica, automviles,
artculos de iluminacin y domsticos, y como resultado ha sido considerablemente
afectada por la reciente recesin econmica. La produccin de vidrios especiales,
incluyendo vidrios de borosilicatos, en la Comunidad Europea declin a 28.000 t en 1993
desde un pico de 955.000 t visto en 1992. La industria como un total, sin embargo, se
expandi considerablemente desde la mitad de la dcada del 80. En 1986, la produccin
de la Comunidad Europea de vidrios especiales totaliz 544.000 t. La tasa de crecimiento
sobre los siguientes 6 aos hasta 1992 promedio al menos el 10 % por ao comparado
con una tasa de 3 % por ao para la industria del vidrio en su conjunto.
El consumo de cido brico y otros minerales de borato totalizaron 38.500 t en 1993, un
incremento de entre 9.000 y 10.000 t por ao comprado con los niveles vistos a fines de la
dcada del 80 y principios de la dcada del 90. Mucho de este incremento fue visto en el
uso del cido brico en vidrios de borosilicatos, que totalizaron al menos 15.000 t por ao
en 1993, comparado con 5.000 t por ao en los aos previos.
Los fabricantes de artculos de vidrio de borosilicato y especializados incluyen:
Corning Inc., Nueva York; Schott Group, Mainz, Alemania; Toshiba Ceramics, Tokio,
Japn; Holophane Co., Newark, Ohio; y US Precision Glass, Elgin, Illinois.

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BORATOS
2.3.1. Envases de vidrios y vidrios planos
El concepto de agregar a vidrios sodicos clcicos brutos no es nuevo. Antes de 1920 el
costo del brax restringi su uso a vidrios especiales, pero la substancial reduccin del
precio vista en la dcada del 20 permiti su aplicacin en una gran escala. Durante la
dcada del 50, el agregado de boro entre 0,3 a 1,5 % de B2O3 fue utilizados por muchos
fabricantes de envases de vidrio.
En la dcada del 60 y 70, sin embargo, el uso del brax en esta aplicacin declin cuando
mejoras en la tecnologa de fundicin de vidrio permite que se simplifiquen las
composicin del vidrio y el uso del oxido brico no fue ms considerado necesario.
El agregado de oxido brico en el hornada, a niveles de 0,7 0,8 % B2O3, facilita el
incremento de la velocidad de fundicin, y son posibles ms bajas temperaturas de
operacin. Esto lleva a reducir el costo de energa y a mayor productividad. La reduccin
de la temperatura tambin contribuye a reducir el gasto de refractarios. En vidrios planos,
el agregado de oxido brico mejora las cualidades pticas reduciendo la transmisin de la
luz, probablemente provocando una superficie ms lisa y por lo tanto reduciendo la
dispersin de la luz.
Los envases de vidrios y los vidrios planos son por lejos los componentes individuales
ms grandes de la industria del vidrio.
Las ventas de envases de vidrio estn estimadas en un total de $ 7,9 billones en 1994.
Los principales productores son Owens Illinois Inc., de Toledo, Ohio, con ventas de $
2,2 billones, Saint Gobain, de Pars, Francia ($ 2,0 billones), y Vitro S.A. de Garza Garca,
Mjico ($ 1,4 billones).
A nivel mundial, las ventas de la industria de vidrio plano estn estimadas por un total de
$ 26 billones, dividida entre USA, 32 %, Europa Occidental, 29 %, Japn, 14 % y el resto
del mundo, 25 %. Los principales productores de vidrio plano son los siguientes:
Asahi Glass, Japn.
Guardian Industrie, USA
Pilkington, UK
PPG Industries, USA
Saint Gobain, Francia.
En 1993, estas cinco compaas dan cuenta del 80 % de la capacidad mundial de vidrio
plano y aproximadamente del 73 % del valor de las ventas de vidrio plano. Otros grandes
productores incluye;
Central Glass, Japn
Nippon Sheet Glass, Japn
Ford, USA
Vitro S.A., Mjico.
El mercado mundial de vidrios planos esta proyectando incrementar aproximadamente un
5 % por ao, alcanzando $ 37 billones para 1998. La mayor tasa de crecimiento es

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BORATOS
probablemente que sean vistas en los pases industrializados de Centro Amrica y
Sudamrica, Europa oriental y Asa.
2.4. Fibras Opticas
En los sistemas de comunicacin por fibras pticas, el dato es trasmitido a lo largo de una
muy fina fibra ptica como pulsos de luz. La fibra ptica consiste de un vidrio central de
alto ndice de refraccin rodeado por un revestimiento de vidrio de bajo ndice de
refraccin. El vidrio central es usualmente fabricado a partir de slice fundida, con un
revestimiento de vidrio de borosilicato.
Las fibras pticas son realizadas a partir de preformas fabricadas por un nmero de
procesos, usualmente, usualmente llevadas a cabo en habitculos limpios. El mtodo
ms ampliamente utilizado para la fabricacin es el proceso de deposicin qumica de
vapores modificado (MCVD) utilizado por Pirelli, Philips y Alcatel, en la cual el vidrio es
depositado sobre la parte interna de un tubo de slice fundida. Las fibras tpicamente
producida por este mtodo son de un dimetro de 8 micrones de un centro de germanio
slice rodeada por un revestimiento de fosforosilicato. Las fibras de la menor perdida son
producidas utilizando un centro de fosforosilicato rodeada por un revestimiento de
borosilicato.
Por otro lado el procesos de vapor fase de oxidacin (OVPD) utilizado por Corning y
AT&T, el vidrio es construido sobre un mandril rotativo, primeramente el vidrio central es
depositado a partes de una llama de gas oxigeno, luego un revestimiento borosilicato es
depositado.
El proceso de vapor fase de deposicin axial (VAD) utilizado por Sumitomo Electrical
Industries, los vidrios son depositados sobre un rolo rotativo.
El mercado para las fibras pticas es proyectado por Corning alcanzar los $ 4 billones
para 1995, aunque este es probablemente que sea pequeo en trminos de toneladas.
Un kilogramo de vidrio es suficiente para fabricar aproximadamente 6 Km de cable, y por
lo tanto este mercado explica una pocas de miles de toneladas de vidrio de alta pureza,
incluyendo vidrio de revestimiento borosilicatado. Este mercado es por lo tanto, limitado a
una pocas de miles de toneladas de xido brico por ao.
2.5. Vidrio cermico
El xido brico es un constituyente de maquinable vidrio cermico, utilizado en picos para
soldar, pinzas para soldar, zcalos o placas electrnicas y componentes pacemaker (el
que marca el paso o da el ejemplo), El xido brico es tambin utilizado en los vidrios
cermicos aluminosilicato utilizados para revestir (dope) los semiconductores.
2.6. Fritas para enlosar y esmaltar
Los enlosados y esmaltados son capas vtreas que son fundidas a una base para producir
un acabado durable. Los enlosados son utilizados para cubrir metales; los esmaltados son
coberturas similares aplicadas a cuerpos cermicos. En ambos casos, sus aplicaciones
hacen al substrato inerte qumicamente y resistente al calor, y provee de un acabado
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BORATOS
decorativo.
El brax, junto con la slice y la soda, es el principal componente de las fritas para enlosar,
Las fritas modernas pueden contener mas del 25 % de B2O3. Es tambin uno de los
principales constituyentes formadores de la red de las esmaltes para cermicas. El
agregado de cido brico promueve el humedecimiento del substrato y la adhesin de la
cobertura a una comparablemente menor temperatura.
En USA, la estadstica para el consumo de los compuestos de boro en las fritas para
enlosar y esmaltar muestran que esta aplicacin ha disminuido en importancia como un
uso final de los compuestos de boro en los 15 aos pasados. El consumo de xido brico
en fritas para enlosar y esmaltar totaliz mas de 15.000 t en 1977, pero declino a 10.000
11.000 t por ao entre 1981 y 1988. El consumo subsecuentemente cay
considerablemente, a un valor por debajo de las 5.900 t en 1991 antes de recuperar el
nivel de 11.000 t en 1993. La tabla 58 muestra que el principal factor de la recuperacin
en el consumo de xido brico vista en esta aplicacin en la dcada de los 90 ha sido
debido al incremento del uso del cido brico. El consumo de cido brico totaliz 3.157 t
en 1993, comparado con aproximadamente 500 t por ao en 1977 y 1978.
2.6.1. Fritas para enlosar
Las coberturas de enlosado son usualmente aplicados a los metales en dos etapas; la
capa gruesa y la cobertura de la capa. La capa gruesa es formulada para producir una
unin fuerte entre la base de metal y el enlosado. La capa gruesa debe ser porosa para
permitir el escape de gas durante la aplicacin de la cobertura de la capa. La cobertura de
la capa es formulada para producir un decorado final, y conferir opacidad y resistencia a
los ataques qumicos.
Un importante desarrollo, que ha reducido la demanda por fritas en los recientes aos, es
la capa nica, la aplicacin directa de la frita de cobertura de capa, que produce el
requerido acabado sin la necesidad de la capa gruesa intermedia.
La buena adhesin entre la capa gruesa y el metal es dependiente de las condiciones de
la base o substrato. Una capa de nquel es a menudo aplicada para el limpiado del metal
para lograr una buena unin. En el enlosado por una nica capa, el tratamiento de nquel
es esencial.
La suspensin de material cermico en liquido para la cobertura gruesa, que son
pulverizados a una finesa del 95 % menos 74 micrones, son aplicadas por rociado o
inmersin. La capa de cobertura, que es reducidas a 98 % menos 44 micrones, es
aplicada por inmersin, rociado o rociado electrosttico.
El xido brico es agregado usualmente en forma de brax decahidratado o brax
pentahidratado, en proporciones que varan desde 17 % a 32 % en peso de la materia
prima utilizada, para producir un producto terminado que contiene entre 2,6 % y 14,6 % de
B2O3 equivalente. En algunos casos, el xido de boro es agregado en la forma de brax
anhidro o cido brico.
B

Las fritas para enlosar son fabricadas por fundicin de una cantidad de materias primas

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BORATOS
para una operacin u horneada, que consiste principalmente de cuarzo, feldespato y
brax, para producir un vidrio. El vidrio fundido es luego apagado por derrame sobre
tambores enfriados o en agua, que produce un vidrio friable conocido como una frita. En
virtud del proceso de apagado, la frita es fcilmente reducida, hmeda o seca, a la forma
de pulverizada. Para las convencionales hojas de acero enlosadas, la frita es pulverizada
en hmedo en un lodo de arcillas y electrolitos que forman una suspensin estable (slip).
Las fritas son pulverizadas en seco para la subsecuente produccin de una suspencin de
material cermico en un liquido, y por un proceso de secado del hierro colado y
electrostticamente enlosado.
Muchos enlosados son llevados a cabo para prevenir la oxidacin de las hojas de acero y
hierro colado, y para dar al articulo terminado ms atractivo. Otros metales son a veces
enlosados, principalmente el aluminio, cobre, oro y plata. Adems de la resistencia a la
oxidacin, el enlosado es aplicado para impartir resistencia a los ataques qumicos, y dar
resistencia a los cambios bruscos de temperatura y abrasin, y para aislacin elctrica.
Los productos que son ms comnmente enlosados son los utilizados en la cocina como
los utensilios, aparatos y hornos para cocinar, estufas de combustibles slidos, heladeras
o refrigeradores, freezers, lavadoras y lavaplatos. Las aplicaciones domsticas son
informadas que explican tanto como el 85 % de la demanda de enlosados de porcelana.
El enlosado es tambin aplicado baaderas de hierro colado o chapas de acero, artculos
sanitarios, utensilios de cocina, plantas qumicas, tanques de agua caliente, silos, paneles
arquitectnicos y seales. El uso del enlosado en la fabricacin de joyera, una de las
importantes aplicaciones, ha declinado ahora.
Los productores lideres de enlosados de porcelana son los siguientes:
Whirlpool Corporation, Beneton Harlaw, Michegan.
General Electric Co., Fairfield, Connecticut.
Maytag Corporation, Newton, Iowa.
AB Electrolux, Estocolmo, Suecia.
Vitro S. A., Garza Garca, Mjico.
Raytheon Co., Lexington , Massachussetts.
S. A. Brewing, Adelaide, Australia.
Kohler Co., Kohler, Wisconsin.
A. O. Simith Corporation, Milwaukee, Wisconsin.
2.7. Esmaltes cermicos
El xido brico, brax, colemanita, y otros boratos de sodio son todos utilizados en la
produccin de esmaltes cermicos. La funcin del xido brico es principalmente regular
el coeficiente de expansin trmica del esmalte.
Los esmaltes son clasificados a menudo en trminos de su principal constituyente, tales
como conteniendo xido de plomo pulverizado o sin xido de plomo pulverizado. Muchos
esmaltes primarios de xido de plomo pulverizado contienen entre 3 y 24 % de
colemanita, que es utilizada por su habilidad de sumar CaO y B2O3 a un esmalte sin la
necesidad de agregar una frita. El uso de xido de plomo pulverizado en los esmaltes
para cermica ha estado bajo un escrutinio cesante en aos recientes, y su uso en
artculos para mesa, aun si no esta prohibido, esta severamente cuestionado.

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Los esmaltes tambin son descriptos por su temperatura de quemado o maduracin. La
temperatura de maduracin es lograda cuando el esmalte no solo ha fundido, pero ha
fluido suavemente sobre la superficie del artculo, y los defectos tales como burbujas,
crteres han desaparecido. La siguiente clasificacin define la temperatura de maduracin
del esmalte:
Esmalte de maylica, 900 1.050 C
Esmalte de artculos de tierras, 1.000 1.150 C
Esmalte de hueso de china, 1.100 1.200 C
Esmalte de sanitarios de arcilla quemada, 1.200 1.250 C
Esmalte de porcelana, 1.300 C y ms.
Los esmaltes de maylica y artculos de tierra pueden ser con plomo o sin plomo, aunque
la alta maduracin de los esmaltes ser siempre sin plomo. Los esmaltes ms bajos de
maduracin tambin contendrn B2O3, aunque la alta volatilidad limitar el uso de los
compuestos de boro en ms altas temperaturas.
La composicin de un nmero de tpicos esmaltes que contienen xido brico se muestra
en la tabla 60.
La colemanita es tambin considerada como particularmente til en la produccin de
esmaltes mate o con brillo rosados y castao, cuando no causa descacaramiento o
defloculacin. Adems, no afecta la plasticidad, o las caractersticas a la inmersin y
dispersin del esmalte.
El esmaltado de elementos para el revestimiento de pisos y paredes (azulejos y
cermicos) ha mostrado un considerable crecimiento en los ltimos 20 aos. Aunque el
esmaltado probablemente explique el sustancialmente menor consumo de boratos que el
enlosado en algunos pases, considerables diferencias regionales ocurren. Los pases con
grandes industrias nacionales de cermica, tales como Brasil, y los pases del
mediterrneo de Europa probablemente utilicen una proporcionalmente mayor cantidad de
boratos en cermica que en USA.
2.8. Retardador de fuego
Los retardadores de llamas son utilizados para reducir el grado de inflamabilidad de los
materiales que soportan combustin. De este modo la reduccin de inflamabilidad es
otorgada al material por el agregado o incorporacin, de unos retardadores de llama, que
acta para impedir la ignicin y difusin de la llama. El ms ampliamente utilizado
retardadores de llama es la almina trihidratada (ATH), que explica mas de la mitad de la
demanda total. El hidrxido de magnesio esta encontrando un uso creciente como un
retardador de llama. Otros retardadores de llamas incluyen compuestos de antimonio,
boro, bromo, cloro y fsforo. La demanda de retardadores de llamas por regin en 1993
se muestra en la tabla 61.
Muchos materiales no son retardadores de llamas efectivos en si mismos, pero tienen un
efecto sinergeticos cuando se combinan con otros materiales. El trixido de antimonio y
los compuestos halogenados hacen combinaciones particularmente efectivas. En los aos

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recientes ha habido preocupaciones respeto a la toxicidad del trixido de antimonio y los
productos de la combustin de la mezcla de trixido de antimonio halgenos, y el uso de
estos sistemas retardadores de llamas estn restringido en Alemania.
Esta restriccin en el uso de los compuestos halogenados esta promoviendo la utilizacin
de alternativas, principalmente almina trihidratada y hidrxido de magnesio. El borato de
zinc esta siendo utilizado crecientemente en conjuncin con la almina trihidratada
porque, en combinacin, estos dos materiales sirven como no promotores no halgenos
de la formacin de carbn, y produce poco humo y txicos bajo condiciones de fuego. La
combinacin de borato de zinc y almina trihidratada resulta en un reduccin en la
generacin de humoUS brax produce compuestos de boro para usarse como un retardador de llama bajo los
nombres de Polybor y Firebrake. En 1002, la compaa introdujo Firebrake 415, un
retardador de llama de borato de zinc con una temperatura de deshidratacin de 415 C,
125 C ms alta que el Firebrake 290, su anterior tipo de la ms alta temperatura. El
nuevo tipo esta intentado para usar con termoplstico de alta perfomance.
Los boratos son utilizados para impartir o para contribuir a retardar la llama en una
variedad de materiales. Los boratos suprimen el fuego por fundicin y cobertura de la
capa inflamable con una capa de carbn, eliminando el oxigeno de la llama. El borato de
zinc es utilizado en plsticos, mientras que los boratos solubles como el cido brico, el
brax pentahidratado y el brax decahidratado son utilizados en el tratamiento de
materiales celulsicos, incluyendo madera, madera terciada, partculas de cartn, fibras
de madera, papel, y fibras naturales tales como el algodn. Los boratos solubles han sido
ampliamente utilizados para el tratamiento de la aislamiento celulosica en USA en el
pasado, aunque esta aplicacin ha decrecido en los aos recientes.
La demanda de cido brico en la produccin de retardadores de llama en USA se
muestra en la tabla 62. Mucha de la demanda subi desde la produccin de aislaciones
celulosicas, que explica el consumo por arriba de las 53.000 t de B2O3 en 1977, pero ha
subsecuentemente descendi a entre 9.000 y 12.000 t por ao desde 1987. El consumo
de compuestos de boro en otros retardadores de llamas subi a los fines de la dcada de
1970 hasta alcanzar al menos las 6.000 t por ao, pero cayo a solo 270 t en 1987. Desde
1989 ha habido una moderada recuperacin en el consumo de B2O3 en estas
aplicaciones, con un consumo total de 1.421 t en 1993. El consumo japons de borato de
zinc en aplicaciones de retardadores de llama se informa que ha sido de 600 t en 1994.
2.9. Aislacin Celulosica
A finales de la dcada de 1970 un nuevo material aislante conocido como aislacin
celulosica fue introducido en USA, y se encontr con un rpida aceptacin para la
aislacin de edificios. El retardo de la llama fue conferida por la incorporacin de
compuestos de boro, y esta fue responsable del gran crecimiento en el consumo de boro
en retardadores de llamas en USA a fines de la dcada de 1970.
La aislacin celulosica es desechos de papel de diario tratado qumicamente. El retardo
de la llama como es requerida por las regulaciones de incendio de USA es lograda
mezclando el papel con brax pentahidratado y cido brico en una proporcin de [Link].

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El producto es luego mullido en un molino para producir una lana de celulosa que puede
ser colocado en pisos o inyectado en las cavidades de la pared para aislacin.
Aunque se desarrollo varias dcadas anteriores, la aislacin celulosica no fue
ampliamente usada hasta la dcada de 1970. El incremento del costo de la energa
empuj la demanda de la aislacin trmica, y la aislacin celulosica fue utilizada como un
sustituto de la aislacin con fibra de vidrio, que tuvo una oferta limitada. La oferta fue
limitada en tiempo, dado que los fabricantes de fibras de vidrio fueron rpidos para
instalar capacidad adicional, y el mercado para los materiales celulosicos cayeron.
El aislante celuloso continua buscando una importante aplicacin como aislante en
cavidades de paredes de residencias previamente terminadas. Los aislantes de fibra de
vidrio pueden solo ser instalados durante la construccin de las paredes de una casa,
mientras que el aislante celuloso puede ser bombeada a travs de pequeos agujeros
perforados en las paredes. La espuma de formaldehdo urea ha exitosamente
competido con los materiales celulosos en este mercado, pero su uso esta siendo ahora
restringido debido a la sospecha de que acta como cancergeno durante y despus de
su instalacin. Los aislantes de cavidades de las paredes son credo que es uno de los
mayores factores en el mantenimiento de la demanda de compuestos de boro en los
Estados Unidos para retardador de fuego en un nivel de 10.000 a 11.000 toneladas por
ao desde los fines de la dcada del 80.
La demanda de aislantes celulosos es virtualmente inexistente fuera de los Estados
Unidos, y por lo tanto el uso de los compuestos de boro en retardador de fuego esta
restringido a su uso en textiles y plsticos.
2.10. Plsticos
Se estima que los plsticos dan cuenta de aproximadamente el 85 % de la demanda por
retardadores de fuego. El principal material utilizado es la almina trihidratada (ATH), que
da cuenta de al menos la mitad de toda la demanda de retardadores de fuego. Los
compuestos de boro contribuyen a una pequea parte de la demanda, dando cuenta de
aproximadamente el 4 % del mercado de Norte Amrica.
La accin de los compuestos de boro en los retardadores de fuego es suprimir la llama, y
promover la formacin de una capa de carbn, la cual asla el substrato no quemado del
fuego y reduce la oferta de combustible disponible. La presencia de boratos y compuestos
orgnicos halogenados (o en los plsticos, tales como el PVC, ellos mismos o agregados
en ellos) causan la formacin de boro trihaluros que reducen la volatilidad de la llama.
Algunas combinaciones de boratos y otros compuestos causan la liberacin de agua,
enfriando y eventualmente extinguiendo el fuego.
El borato de zinc es el retardador de fuego ms comn comercialmente disponible que
esta particularmente satisfactorio para utilizarse en PVC. El PVC libera cloruro de
hidrgeno al exponerse al fuego, que reacciona para formar un zinc no voltil y
compuestos de boro. El fluorborato de amonio es recomendado para usar en conjuncin
con el trixido de antimonio. Los boratos de bario son tambin usados en algunos
retardadores de fuego comerciales.

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BORATOS
US brax Inc. ha focalizado sus investigaciones en limitar la generacin de humo y
productos txicos de la combustin. La compaa ha desarrollado una mezcla de borato
de zinc y almina trihidratada para usar en la cobertura de cable de acetato vinil etileno. El
uso de borato de zinc en la envoltura de cable tambin promueve la formacin de una
capa de carbn.
La compaa tambin ha desarrollado dos tipos finos de inhibidores de fuego ZB,
denominados XPI 192 y XPI 193. El inhibidor de fuego XPI 192 tiene un tamao de
partcula medio de 3 micrones, con un tamao de partcula mximo de 15 micrones. Se ha
intentado utilizarlo con un tipo fino de pelcula de PVC, donde la retencin de las
propiedades fsicas del plstico es criticas. El inhibidor de fuego XPI 193 es un material
cubierto de epoxi diseado para se usado con vinilos, poliolefinas y sistemas elastomeros
oleofinicos, que requieren repulsin del agua y que sean inertes qumicos en un aditivo
retardador de fuego. US Brax ha tambin desarrollado un borato de zinc anhidro,
denominado XPI 187, que funciona como un retardador de fuego y como un inhibidor de
humo, y tiene un potencial uso en polmeros con temperaturas de procesamiento de 288
C o ms.
2.11. Textiles
El brax y el cido brico son tiles retardadores de fuego para telas y tejidos, pero son
solubles en agua, lo cual los haces no utilizables para aplicaciones donde los tejidos es
probable que sean lavados o limpiados, o si es probablemente sujeto a exposicin de las
condiciones climticas.
Los compuestos de boro son retardadores de fuego baratos y son fcilmente aplicables.
Siendo soluble en agua, un tejido puede ser convertido en retardador de fuego
sumergiendo la pieza en una solucin de sales de boro y secado. El peso adicional
agregado al tejido es tambin relativamente bajo, normalmente menor al 10 %. Las
combinaciones de retardadores de fuegos que contiene borato incluyen a las siguientes:
7 partes de brax + 3 partes de cido brico (opcional, + 5 partes de fosfato di amnico).
1 parte de cido brico + 1 parte de fosfato de sodio (o 1 parte de fosfato di amnico).
10 partes de brax + 7 partes de cido brico + 3 partes de fosfato de sodio.
15 partes de brax + 57 partes de cido brico + 10 partes de fosfato de sodio + 20 partes
de wolframato de sodio.
2.12. Agente blanqueadores
Los agentes blanqueadores son productos qumicos que ilumina o blanquea un substrato,
usualmente por una reaccin de oxidacin o reduccin que incrementa la solubilidad de
los cuerpos coloreados en el substrato. Los agentes blanqueadores mas ampliamente
utilizados son o los compuestos de cloro o compuestos de perxido, incluyendo el
perborato de sodio.
La molcula de perborato de sodio contiene una unin perxido, en la cual una de las
uniones del tomo de oxigeno esta disponible para una reaccin de oxidacin. Despus
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BORATOS
de la perdida del oxigeno, la solucin de borato de sodio resultante tiene una baja
alcalinidad para neutralizar la suciedad cida, mejorando la accin del detergente y
solubilizando las manchas de protenas. Los materiales sujetos al blanqueado son
principalmente productos textiles hechos por el hombre (lavado) y las pulpas de madera
para la fabricacin de papel. El uso del perborato de sodio es el ms grande en el
blanqueado para el lavado de ropa domstico e institucional y en las lavanderas
industriales, pero tambin es utilizado en la formulacin para lavadoras de platos, y
limpiadores superficiales de uso domestico. Es usado en algunos limpiadores dentales y
pastas para dientes.
2.13. Jabones y detergentes
Los detergentes modernos consisten de un numero de ingredientes, el mas importante de
los cuales son los agentes de activacin superficial, los productos para mejorar su
eficiencia y blanqueadores. Los agentes de activacin superficial reducen la tensin
superficial del agua, mejorando por lo tanto la impregnacin de la tela con agua, y
remocin de las grasas y aceites y otras manchas de la fabrica y para mantenerla
dispersa en el agua. Los productos para mejorar la eficiencia se utilizan principalmente
para mejorar la eficiente de los agentes de activacin superficial, especialmente cuando
se utilizan en aguas duras, removiendo los iones calcio y magnesio del agua los cuales de
otra forma se depositaran nuevamente en los tejidos. Los blanqueadores son agregados
para remover las manchas coloreadas.
Los principales blanqueadores utilizados son dos; oxigeno y cloro. Los perboratos son el
principal mecanismo para introducir oxigeno en la formula. El cloro es introducido por el
uso de hipocloritos. La composicin tpica de los detergentes son la que se muestran en la
tabla 64.
El perborato de sodio es un slido blanco estable que es comercializado como
tetrahidratado, NaBO3.4H2O, y monohidratado, NaBO3.H2O. El tetrahidratado es fabricado
tratando brax con perxido de hidrgeno y hidrxido de sodio, y contiene 10,5 % de
oxigeno activo. Por deshidratacin del tetrahidratado se produce monohidratado, que
contiene 15,5 % de oxigeno activo.
En los polvos para lavar, la accin moderada del blanqueador mantiene el tejido blanco, y
da brillo a los colores, mientras ayuda a quitar las manchas de los tejidos. Es mas efectivo
cuando es utilizado a un temperatura superior a los 60 C. A ms baja temperatura se
requiere mas alta concentracin de perborato o ciclos de lavado mas largos para obtener
la misma eficacia.
El consumo de perborato de sodio ha sido afectado en los aos recientes por un numero
de cambios fundamentales en los detergentes para lavado industrial, como la reduccin
de la temperatura del agua, la sustitucin por detergentes con productos para la mejorar
la eficiencia a base de fosfatos con zeolitas, el movimiento hacia blanqueadores a base
de cloro en algunos mercados, y la introduccin de detergentes en forma compacta y
liquida.
En los recientes aos, ha habido una reduccin en la temperatura de lavado desde 60 C
y mayor a por debajo de 40 C. Uno de los principales factores en esta tendencia ha sido

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BORATOS
el crecimiento en el uso de las fibras poliester y otras realizadas por el hombre, que en
general requiere una mas baja temperatura de lavado. Estas son ahora utilizadas en mas
de la mitad los tejidos que son regularmente lavados. Estos cambios ocurren con mayor
anticipacin en Norte Amrica que en Europa Occidental. Los perboratos blanqueadores
son generalmente menos efectivos a ms baja temperatura, y por lo tanto requiriere
mayores concentraciones para obtener un resultado satisfactorio.
Mas recientemente, la industria del detergente ha experimentado una mayor perturbacin
cuando la legislacin ha restringido ms y ms el uso de los fosfatos como sustancia para
mejorar la eficiencia.
Muchos pases han experimentado un problema ambiental debido a la excesiva
acumulacin de materia orgnica en acumulaciones de agua confinadas por accidentes
geogrficas o cuerpos estticos de agua tales como lagos, canales y reservorios, o en
ros de poco movimiento. Esta acumulacin, conocida como eutroficacin, se cree que es
causada por un exceso de nutrientes en el sistema acuoso.
Los fosfatos incorporados en los detergentes han sido identificados como una fuente de
fosfatos los cuales pueden causar eutroficacin, aunque su importancia es incierta
comparada con otras fuentes, tales como aguas servidas, los drenajes de las tierras
agrcolas y cra de animales.
Como un resultado relacionado con la polucin de fosfatos, una serie de restricciones han
sido aplicadas en la industria del lavado. El primero entro en efecto en Shiga Prefecture,
Japn en 1979, y para 1986, de todo el 5 % de los detergentes fabricados en Japn
fueron a base de zeolitas como producto para mejorar su eficiencia. En los Estados
Unidos, el uso de detergentes a base de fosfato esta prohibida en parte del pas en base
a municipios y estados, y en ciertas reas de drenaje. Se ha estimado que cerca del 40 %
de la poblacin de los Estados Unidos esta sujeta a algn grado de restriccin en la
compra o uso de detergentes a base de fosfatos.
En Europa, Alemania fue uno de los primeros pases en restringir el uso de los fosfatos en
detergentes, y hoy la formulacin basada en zeolitas posee el 90 % del mercado de
detergente, y de todo el mercado de detergente para lavanderas. Noruega y Suiza han
prohibido el uso de fosfatos en los detergentes, y Austria e Italia tienen legislacin que
limita su uso. Los pases adyacentes a los mares Bltico y Adritico fueron entre los
primeros que impusieron restricciones a los fosfatos como un serio causante de la
eutroficacin que el rea ha experimentado. Estas restricciones ha causado un
movimiento del uso de STPP como una sustancia que mejora la eficiencia de los
detergentes para los lavados domsticos, hacia la zeolitas sinttica ahora la alternativa
ms comn.
El desarrollo de detergentes libres de fosfatos ha sido vista como una necesidad
ambiental, pero tales detergentes son generalmente considerados que resultarn en una
pobre visin estndar en los productos de lavanderas, y su creciente uso ha llevado
indirectamente a un mayor uso de agentes blanqueadores para mantener su estndar. En
Suiza, donde los detergentes a base de fosfatos han sido prohibidos, hubo un 11,5 % de
incremento en el consumo de detergentes en los dos aos despus de que la prohibicin
entro en efecto en 1986, indicando la necesidad de utilizar mas detergente para lograr un

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BORATOS
resultado satisfactorio. Ha habido tambin un crecimiento del 54 % en las ventas de
descalsificadores, para aumentar el ablandamiento del agua, y un crecimiento del 31 % en
las ventas de removedores de manchas.
Otro factor que ha afectado, y continuar afectando, la demanda por perboratos en
detergentes es la forma fsica en la cual los detergentes domsticos estn siendo
presentados. Hay una eleccin entre polvo, liquido, y entre los polvos hay una eleccin
entre formulacin convencional y compacta. Los perboratos son utilizados en polvos
compactos pero no en formulaciones liquidas. En los Estados Unidos, se estima que los
lquidos mantienen aproximadamente el 40 % del mercado de los detergentes
domsticos, con el resto dividido entre polvos compactos, 45 % y polvos convencionales,
15 %. La figura 7 muestra el mercado Europeo para detergentes de lavandera dividido
por tipo. La proporcin del mercado europeo para los detergentes de lavandera que da
una satisfactoria explicacin para la formulacin compacta se muestra en la figura 8.
El uso de los polvos compactos favorece el uso del perborato de sodio monohidratado en
preferencia a la forma tetrahidratada que ha previamente estado dominando. La forma
monohidratada tiene un mas alto contenido de oxigeno que la tetrahidratada, hacindolo
mas fcilmente soluble y mas efectivo en condiciones de agua ms fra y mas cortos
ciclos de lavado. La forma monohidratada, que es ahora ampliamente utilizada en Europa,
es por lo tanto especialmente apropiado para usar en Norte Amrica donde las
temperaturas de lavado son ms bajas y los ciclos de lavado ms cortos que en Europa.
La mayor facilidad con la cual la forma monohidratada libera oxigeno en el agua resulta en
un ms rpido blanqueo aun en cortos ciclos de lavado.
En los Estados Unidos ha habido una mayor presin ambiental sobre el uso del cloro
como blanqueador en detergentes, y esto esta sirviendo para incrementar la demanda de
blanqueadores a base de perboratos en detergentes de lavado del tipo incoloros. El
mercado para el perborato puede tambin estar sujeto a presiones en el futuro en forma
creciente, como consecuencia a los posibles los efectos dainos del borato liberado al
ambiente. Los detergentes han sido identificados como la mayor fuente realizada por el
hombre de boro en el agua superficial.
En su Directiva para el Agua Potable, publicada en marzo de 1995, la EC ha propuesto
una reduccin en lmite de boro en el agua potables de 1 mg/l a 0,3 mg/l. Si esta
regulacin es aprobada forzar a los fabricantes de detergentes europeos a
sustancialmente reducir su consumo de perboratos. Mientras tanto es probable que los
perboratos continuarn siendo la principal eleccin de sistema blanqueadores utilizado en
Europa, pero otras alternativas estn siendo desarrolladas. Los blanqueadores
percabonatos estn mostrando mejor estabilidad, y estn ya siendo aplicados en algunos
detergentes de lavado, tales como en polvo compacto Lever Bros. Persil No - Bio. En
1994, Solvay convirti un porcentaje de su no cubierta capacidad de perborato de 400.000
toneladas por ao a la produccin de percarbonato.
Entre los muchos problemas enfrentados por los fabricantes de detergentes es la
necesidad de producir detergentes que son compatibles con la tecnologa de lavado
domestico que esta continuamente siendo modificada. Los detergentes tambin deben
contener ingredientes que son compatibles con cada uno de los otros, aunque puedan ser
cada uno incorporados para realizar diferentes funciones.

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BORATOS
La recientes desarrollos en la formulacin de los detergentes esta la incorporacin de
agentes ablandadores de agua y la adicin de agentes removedores de manchas. Las
encimas son los agentes mas recientes para la remocin de manchas que han sido
incorporadas, pero no son realmente compatibles con el blanqueador peroxigeno, y esto
causa problemas con la fabricacin. Al ser biodegradable, las encimas son favorecidas
por los ambientalistas.
El problema causado por la reducida eficiencia de los detergentes libres de fosfatos esta
acentuado por la reducida efectividad de los blanqueadores perboratos a bajas
temperaturas. Adems el uso de ms altas proporciones de perboratos en la formulacin
y el cambio a la forma monohidratada del perborato de sodio en preferencia a la forma
tetrahidratada para incrementar su efectividad, otro medio que ha sido adoptado es la
adicin de activadores de blanqueadores que aceleran la formacin de cido perxido,
(que realmente realiza la accin de blanqueado) a partir del perborato. La formacin de
cido perxido maximiza rpidamente sus efectos a bajas temperaturas en cortos ciclos
de
lavado.
Los
activadores
mas
ampliamente
utilizados
son
TAED
(Tetraacetiletilendiamina), que es en un blanqueador, y el SNOBS (nonanoiloxibenseno).
Recientemente, los detergentes contiene adiciones de catalizadores a base de
manganeso para promover la acin TAED / perborato han sido citados como causante de
dao a las prendas que se estn lavando, y han sido retirados de la venta.
La industria del detergente esta dominada por un pequeo numero de compaas. En los
Estados Unidos, Procter and Gamble, Lever Brothers, y Colgate Palmolive representan
el 75 % del mercado. Estas tres compaas, adems de Henkel KgaA, tambin dominan
el mercado de Europa, aunque en Inglaterra, Procter and Gamble y Lever Brothers
representa casi todo el mercados, con su propia rama de detergentes en supermercados
que explica satisfactoriamente el incremento de la participacin de las ventas.
El mercado de Estados Unidos de 2,8 millones de toneladas de jabones y detergentes ha
experimentado un numero de cambios en la pasada dcada, con fabricantes
implementando significativas reformulaciones en respuestas a cambios de legislacin,
preferencias de los consumidores y nuevas tecnologas.
La tendencia hacia polvos compactos se ha acelerado desde la dcada del 90, con todos
los grandes fabricantes introduciendo lneas compactas. Para cumplir con la mas dispersa
legislacin dentro de los Estados Unidos, los fabricantes ahora ofrecen lneas de
detergentes a base de fosfatos, bajo fosfato y libre de fosfato. Esta estrategia es algo
ineficiente para los fabricantes y los distribuidores, y hay una gran presin para reducir el
rango de productos disponibles para el consumo. Como muchos estados con problemas
de eutroficacin han ya pasado legislacin que restringen el uso de productos a partir de
fosfatos, el mercado se cree que esta alcanzando un grado de balance; las ventas de
detergentes tipo zeolitas en los Estados Unidos parece haber alcanzado una meseta y no
se espera que crezca en 1995.
Los lideres del mercado de Estados Unidos, Procter and Gamble, con el 50 % del
mercado de Estados Unidos, ha introducido un numero de detergentes para lavado
compactos libres de fosfatos, aunque su detergente principal, Tide, continua utilizando
fosfato. Esto es debido a la preferencia de los consumidores por el producto.

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BORATOS
El mercado de Europa Occidental para detergente fue estimado en un total de 4,2
millones de toneladas para 1992, y es esperado que crezca a 4,8 millones de toneladas
para 1995. En 1992 el mercado para polvos de lavado multipropsitos estuvo claramente
dividido entre los tipos a base de fosfatos y libres de fosfatos. Esta divisin se espera que
cambie a aproximadamente un tercio para los basados en fosfatos y dos tercio para los
libre de fosfatos para 1995 debido al continuo crecimiento de los polvos compactos en los
pases del norte. El crecimiento en los polvos compactos en los pases del sur parece
tener una meseta.
En Japn, el detergente compacto ahora demanda el 80 % del mercado de detergentes
en polvo, con un 72 % de participacin del mercado de jabones y detergentes, que esta
estimado en un total de 300 billones de yenes. Se piensa que la concentracin del
mercado esta saturada, y que el crecimiento en el futuro estar restringido al crecimiento
en general del mercado de detergentes, que es probable que sea en el orden del 8 % por
ao.
2.13.1. Consumo de compuestos de boro en detergentes
El perborato de sodio es estimado que responda a tanto como el 90 % del mercado para
blanqueadores usado en la formulacin de polvos para lavado en Europa Occidental
donde los blanqueadores de oxigeno han largamente reemplazado a los blanqueadores
de cloro. La demanda europea por perborato de sodio fue adversamente afectada por el
crecimiento en la formulaciones liquidas a fines de la dcada del 80, aunque esta cada
fue parcialmente detenida por el incremento de la demanda por perborato de sodio
monohidratado.
La demanda total de compuestos de boro para detergentes en Europa Occidental es
estimada que excede las 145.000 toneladas por ao, o aproximadamente el 40 % de toda
la demanda de compuestos de boro en 1993. En comparacin, el consumo de
compuestos de boro en la fabricacin de jabones y detergentes en los Estados Unidos es
informado que promedia aproximadamente las 25.000 toneladas por ao. Como el
mercado de detergentes de los Estados Unidos se esta movilizando desde los
blanqueadores a base de cloro en el futuro, la demanda por boratos en esta aplicacin se
espera que crezca considerablemente. Los detergentes que incorporan blanqueadores de
perborato de sodio fueron introducidos en los Estados Unidos en 1989; la primera
formulacin fue el producto Tide with bleach de Procter and Gamble. Los detergentes
con blanqueadores son informados por ser el sector de mas rpido crecimiento del
mercado de los Estados Unidos, logrando una participacin en el mercado del 20 % para
1991. En 1992, la segunda compaa incorpor el blanqueador perborato en sus
formulaciones.
El consumo de detergentes para lavandera esta ntimamente relacionado con el ingreso
per capita, y hay considerable campo de crecimiento en el consumo, particularmente en
los pases recientemente industrializados del Sudeste Asitico, Amrica Latina, Medio
Este y Africa. La produccin bruta de detergente en estas reas consiste de formulaciones
en polvo regulares. Argentina, Brasil y Chile corrientemente tienen un uso de detergente
per capita de 3,5 kg/ao, comparada con los 11 kg/ao de Mjico, y ofrecen un gran
mercado potencial para incrementar las ventas de polvos para lavar, y por lo tanto son

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reas de crecimiento potencial para los perboratos. Las maquinas lavadoras automticas,
que tienden a consumir menos detergentes que las maquinas de viejo diseo, son
tambin de menos comunes en Amrica Latina que en el Norte, donde el consumo per
capita de polvo es de 9,5 kg/ao.
Parece probable que la industria de detergentes permanecer como el mayor consumidor
de perboratos, particularmente en Europa Occidental, aunque el mercado esta esperando
la perdida de alguna proporcin por los sistemas de blanqueo alternativos, tales como el
percabonato. Esto es particularmente probable si la directiva de la EC respecto a los
niveles permitidos de boro en el agua potable se convierta en ley. En los Estados Unidos,
el uso de blanqueadores a base de oxigeno esta incrementado en la medida que los
fabricantes de detergentes reemplacen el hipoclorito como blanqueador, los cuales estn
considerados como daino para el ambiente. Actualmente este cambio esta favoreciendo
el incremento en el uso de los blanqueadores de perboratos, aunque, como con el
mercado europeo, este pueda ser afectado por las cuestiones ambientales sobre el nivel
de boro en agua.
2.14. Blanqueador de pulpas
El boro hidrato de sodio (borato tetrahidratado de sodio) es utilizado para el blanqueo
mecnico de pulpas (pulpa molida de madera) para otorgar brillo a papel. El crecimiento
de la produccin de papel de impresin para diario y el papel liviano cubierto para revistas
utilizable para la impresin de color ha llevado a un incremento de la demanda de
blanqueadores mecnicos para pulpas. La industria del papel esta bajo una cada vez
mayor presin para producir productos libres de cloro, que promueve el nos de
blanqueadores sin hipoclorito.
Este mercado esta visto como de un considerable potencial para el futuro.
Ventron Corp, una subsidiaria de Morton Inc. son los principales proveedores de boro
hidrato de sodio, con plantas en los Estados Unidos y los Pases Bajos. Bayer A G
produce boro hidrato de sodio en Alemania.
2.15. Metalurgia
Las aplicaciones metalrgicas representan una muy pequea proporcin del total de la
demanda de boro. El boro es un componente esencial para ciertas aleaciones de acero, y
es tambin utilizada en el moldeado de hierro y aleaciones de aluminio para aplicaciones
especiales. En la dcada del 70, la colemanita fue extensamente usada en Japn como
un fndente en la fabricacin de acero, en un tiempo cuando los fabricantes de acero
estuvieron bajo presin para reducir su consumo de fluorita como un fundente. Este uso
no se desarroll como un uso continuo para la colemanita. Los compuestos de boro son
tambin usados en soluciones para revestir con una capa metlica en pequeas
cantidades.
Las estadsticas publicadas por la Oficina de Minas de los Estados Unidos muestra que el
consumo de compuestos de boro en metalurgia alcanz su ms alto nivel de
aproximadamente 6.000 toneladas por ao en 1980 y 1981. Luego cayo abruptamente a
aproximadamente 3.000 toneladas por ao a mediados de la dcada de los 80. El
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consumo estuvo por encima de las 5.100 toneladas en 1988, pero ha cado otra vez
subsecuentemente. En 1993, el consumo de cido brico y de otros minerales de boro y
compuestos en usos metalrgicos en los Estados Unidos totaliz 2.058 toneladas. Desde
los principios de la dcada de los 80, la proporcin del total contabilizado por el cido
brico ha declinado; en 1976 la proporcin fue del 25 %, para 1993 esta ha cado por
debajo del 12 %, con 241 toneladas de cido brico consumido.
El boro es normalmente utilizado en las aplicaciones metalrgicas del acero en la forma
de ferroboro. El ferroboro es fabricado por la reaccin aluminio trmica de los
concentrados de borato. Una tpica carga de horno para producir ferroboro contiene
concentrado de boratos, hematita y almina en las proporciones [Link]. El boro es
reducido por la almina reacciona con el hierro para formar una aleacin que contiene tan
poco como 0,25 a tanto como 24 % de boro, ms aproximadamente 0,5 % de aluminio y
por encima de 2,5 % de slice.
Las dos formas principales de comercializacin del ferroboro contienen 10 % y 17 % de
boro respectivamente. Elkem ofrece un ferroboro que contiene 17,5 % de boro, con un
contenido mximo de 0,5 % de carbn, 0,5 % de aluminio y 2,5 % de slice, con un
balance de hierro. El material esta disponible en tres tamaos menos una pulgada, menos
un cuarto de pulgada, y menos de 20 mallas. La tabla 67 muestra los productores
mundiales de ferroboro.
La produccin japonesa de ferroboro ha incrementado desde 3.700 en 1990 hasta
alcanzar 5.400 toneladas en 1993. Mucho de estos incrementos ha sido debido al
crecimiento de la principal productora, Nippon Denko, que increment su capacidad de su
Planta Toyama desde 2.000 toneladas por ao a 6.000 toneladas por ao en 1992.
La industria domestica japonesa de acero es la responsable por el consumo de 1.200
toneladas en 1993, con el moldeado de hierro se justifica mas de 200 toneladas. Las otras
importantes aplicaciones para el ferroboro esta en los imanes permanentes de tierras
raras con un consumo aproximado de 150 toneladas por ao. Mas de las dos terceras
parte de la produccin japonesa de ferroboro es exportada.
2.16. Aleaciones de acero
La adicin de boro a los aceros es responsable primariamente de mejorar la dureza de las
aleaciones. El boro es el potente aditivo de aleaciones en trminos de volumen requerido
para lograr el incremento requerido de dureza, y son tambin relativamente baratos en
comparacin con otros aditivos, aunque esta ventaja es reducido por el bajo nivel de
retencin de la adiciones de boro en las piezas de acero moldeadas; esta a menudo no
excede del 40 %.
El boro tiene una alta afinidad por el oxigeno y el nitrgeno, y rpidamente combinar con
estos elementos en el acero. Esto puede se prevenido por el agregado de suficiente
aluminio para proveer la desoxidacin, y por la adicin de un elemento formador agresivo
de nitruros tales como el titanio. El aluminio y el titanio pueden causar problemas en el
proceso de fabricacin del acero, sin embargo, obstaculizando los picos tundish y
previniendo el libre flujo del acero en los moldes. Varios mtodos alternativos para
superar estos problemas han sido adoptados, los cuales se apoyan en el uso de ferroboro

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BORATOS
mas diluido o variando la cantidad de aluminio agregado.
El boro mejora primariamente la dureza del acero, pero es tambin agregado para mejorar
la resistencia a la crepitacin y para incrementar la resistencia de las aleaciones bajas de
acero de alta resistencia. El boro endurece el acero por formacin de carburos. En
comparacin con otros formadores de carburos, muy poco boro es requerido para lograr
similares niveles de dureza. En un acero que contiene 0,4 % de carbn, la adicin de
0,002 % de boro alcanza el mismo grado de dureza que 0,3 % de manganeso, 0,35 % de
molibdeno, 0,5 % de cromo, o 2 % de nquel. El agregado de 0,003 % de boro aceros de
bajo carbn, 0,5 % de molibdeno produjo un mejoramiento del 100 % en la resistencia a la
compresin y un mejoramiento del 30 % en la resistencia a la traccin.
Un contenido de boro de 0,5 a 2,5 % mejora la resistencia a la crepitacin del acero, pero
incrementa la fragilidad del acero cuando esta caliente. Tanto como 5 % de boro es
agregado a los aceros utilizados para campos de absorcin de neutrones en reactores
nucleares. La posibilidad de ser trabajado en caliente no es un problema en esta
aplicacin, si es llevado a cabo a temperaturas por debajo de 1.174 C.
Un acero inoxidable que contiene 1,2 % de boro ha sido desarrollado por Nippon Yakin
Kogyo (NYK). Como una placa o plancha, es utilizado para envases divididos para el
almacenamiento y transporte de combustible nuclear agotado. Esta tambin disponible
como hojas con espesores tan bajos como de 3 mm.
En forma diferente a otros carburos anteriores, el boro no incrementa la dureza de los
aceros laminados o que ha sido calentado y enfriado en forma lenta. Como resultado, los
aceros endurecido con boro son fcilmente manuables, con una consecuente reduccin
de los costos de fabricacin y tiempo. Otra ventaja es que los aceros de boro no requieren
tratamientos trmicos adicionales, proveyendo un mayor ahorro de energa y tiempo de
fabricacin.
Los tratamientos trmicos superficiales de boro es una aplicacin menor del boro en la
industria del acero. El boro es difundido en la superficie del acero para formar Fe2 B o
FeB, que hace al acero mas duro que otros aceros carburizados o nitrurados. Los aceros
con tratamientos trmicos superficiales de boro poseen alta resistencia a la corrosin y
abrasin. Es tambin utilizado para las superficies de friccin de los equipamientos
hidrulicos y cabezales de algunos tipos de trpanos de perforadoras de pozos petroleros.
Los componentes tratados con boro son utilizados en la industria automotriz para reducir
el coeficiente de friccin y proteger las partes en movimiento.
Diffusion Alloy Ltd. De Katfield, Inglaterra, ofrece DAL 72 material de cobertura de
boruro de hierro para la produccin de revestimientos resistentes tratadas con boro en
fundiciones de hierro y aceros. Coberturas con durezas de 1.000 1.500 HV 0,1 kg
pueden ser obtenidas.
2.17. Colado de hierro
El agregado de boro en el colado de hierro, en concentraciones entre 0,02 % y 0,1 %,
inhibe la grafitizacin y promueve el incremento de la dureza superficial y profundiza el
templado por enfriamiento rpido. El agregado de 0,001 % de boro a coladas de hierro

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maleable acelera el temple.
2.18. Aluminio
El control estricto de la estructura de grano de las aleaciones de aluminio es requerida
para evitar la formacin de estructuras de granos denditricas, que tienen una propensin
al craquelamiento durante el enfriamiento. Los agentes nucleantes, usualmente contienen
boro y titanio, son agregados a las aleaciones de aluminio para promover la formacin de
una estructura de grano fina y uniforme. Una estructura de grano fina tambin reduce la
porosidad, incrementa la homogeneidad, y mejora las propiedades mecnicas y la
terminacin superficial.
Trazas de boro pueden tambin mejorar la conductividad elctrica del aluminio
oponindose a los efectos adversos de las impurezas tales como cromo, titanio, vanadio o
circonio.
El boro es normalmente agregado a las aleaciones de aluminio en la forma de aleaciones
maestras que contiene por encima de 5 % de boro. KB Alloy Inc. fabrica un rango de
aleaciones maestras de titanio aluminio Tibor que contiene niveles de boro entre 0,1 % y
2,5 %, y titanio entre 2,5 % y 10 %.
2.19. Superaleaciones
El boro es un elemento minoritario, pero constituyente esencial de un nmero de
superaleaciones bases de nquel utilizadas en la fabricacin de componentes de
maquinas areas, tales como discos de turbinas y ruedas. El contenido de boro de estas
aleaciones est en rangos tpicos de 0,003 % a 0,03 % en peso. La composicin de un
numero de estas aleaciones se muestran en la tabla 70.
El boro es usualmente agregado a estas aleaciones en la forma de aleaciones de Nquel
Boro, que contienen 15 % de boro, una mxima de 3 % de hierro, 0,2 % de aluminio y 0,8
% de silicio. Los niveles de carbn son 0,15 % para las de bajo contenido de carbn, y 0,5
% mximo para las de alto contenido de carbn. Composiciones alternativas de
aleaciones son ofrecidas por Elkem y SKW.
2.20. Aleaciones y metales duros
El agregado de tan poco como 0,05 % de boro a un cemento de cobalto utilizado en
carburos cementados puede reducir la temperatura de sinterizacin requerida tanto como
100 C. Sin efectos adversos en la propiedades de las herramientas de corte.
Toyo Kohan ha desarrollado una serie de aleaciones duras en base a complejos
molibdeno hierro boro con cementos ferrosos tratados trmicamente. El contenido de
boro es 8 12 %. Estas aleaciones son intentadas para utilizarse en los equipos de
moldeo por inyeccin y extrusin.
Kobe Steel anunci el desarrollo de una aleacin basada en nquel de mas alta resistencia
a la abrasin y corrosin, que tambin contiene cromo, molibdeno, silicio y boro. La
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BORATOS
aleacin es apta para utilizarse en los cilindros de las moldeadoras por inyeccin, y se
espera que provean vida de servicios entre 10 15 veces mayores que los cilindros
convencionales.
2.21. Aleaciones de metales amorfos
Los metales amorfos (tambin conocidos como vidrios metlicos o metales vtreos) tienen
una estructura no cristalina. Son producidos por una tecnologa de rpida velocidad de
solidificacin (RSR), que previene la formacin de cristales antes de la solidificacin. La
produccin de aleaciones RSR se realiza por calentamiento de las aleaciones a un estado
de fusin a partir del cual son enfriadas a velocidades por encima de 1 milln de grados
Kelvin por segundo poniendo en contacto el flujo de metal liquido sobre un cilindro rotativo
de cobre enfriado. El producto es una pieza larga y angosta de metal amorfo de 0,5 cm de
ancho y 0,13 mm de espesor el cual es removido del cilindro como una cinta continua. El
metal necesita poco extra procesamiento.
La estructura interna del metal amorfo resulta en un material que es fuerte, dctil,
resistente a la corrosin y tiene una baja histresis magntica. Fueron utilizadas
inicialmente a fines de la dcada de los 70 y a principios de la dcada de los 80 como
metal de relleno en soldaduras. Las aleaciones amorfas de boro plata son compatibles
con virtualmente todos los sistemas de metales bases, y son usadas por las aleaciones de
hierro, nquel, cobalto y cobre; polvo de partes metalrgicas, compuestos de metal
grafito e insertos para herramientas de carburo cementado.
El principal inters en los metales amorfos en los aos recientes ha sido el desarrollarlos
para utilizarlos en la transmisin de electricidad. Ncleos realizados de laminas de
aleaciones de metales amorfos tienen perdidas de energa entre un cuarto a un tercio de
perdidas comprables con transformadores con ncleos de acero slice convencional. Las
aleaciones aludidas son aleaciones en base a hierro, y contienen slice y
aproximadamente 3 % de boro. El boro es agregado en la forma de ferroboro. Estas
aleaciones pueden convertirse en material estndar usado en forma de laminas para
transformadores elctricos. Si es as, esta aplicacin podra convertirse en el mayor
consumidor de boro.
Las chapas de metal amorfo han sido desarrolladas por Sulzer para usar como material
cortante y abrasivo. Las chapas tienen la composicin de 73,8 % de nquel, 14 % de
Cromo, 4,5 % de silicio y 3,2 % de boro. Los discos de chapas de metal amorfo son
propuestas para cortar papel y telas. Las hojas de chapas encastradas con partculas de
boruro de cromo son aptas para tener uso como abrasivo en aplicaciones tan diversas
como odontologa y la industria de la construccin.
En 1990, Nippon Denko comenz la produccin de una matriz de alta pureza de boro
cobalto para utilizarse en aleaciones amorfas basadas en cobalto, para aplicarse en
transformadores, cabezas magnticas y materiales para campos electromagnticos en
equipamiento de oficinas. La aleacin es producida agregando niobio, circonio y otros
metales a la aleacin de alta pureza de cobalto boro y apagado para reducir la
temperatura rpidamente.
SB Boron Corp, de Franklyn Park, Illinois, ofrece SB boro de 90 y 95 de tipo boro

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BORATOS
elemental en polvo amorfo para utilizarse en combustibles slidos y barros, cermicos,
investigaciones aerospaciales, explosivos iniciadores comerciales y campos de radiacin
nuclear.
Otros desarrollos de los cuales pueden resultar en un incremento de la demanda de boro
en aplicaciones metalrgicas es aluminuro de nquel, con una composicin de 85 % de
nquel, 13 % de aluminio, 0,2 % de boro y el balance con circonio o hafnio. El aluminuro
es informado que es 10 % mas liviano que las convencionales superaleaciones, y tiene un
mas alto punto de fusin. Tambin muestra una resistencia superior a la oxidacin en el
aire a elevadas temperaturas, y es por lo tanto de inters para utilizar como un material
para maquinado de alta temperatura, para acero fundido moldeado, ensamblado de
estructuras de aviones, y para componentes de turbinas de gas, tornos para odontologa,
herramientas de maquinas, cabezas intercambiadoras de altas temperaturas y un rango
de aplicaciones aerospaciales.
2.22. Boro elemental amorfo
El boro elemental amorfo es fabricado en dos tipos por SB Boron Corp, formalmente
conocido como SB Qumicos, en Illinois. Los dos tipos de polvos producidos; el tipo 90
92 % es conocido como tipo pirotcnico, mientras el material 95 97 % es conocido como
tipo aerospacial. SB Boron es el nico productor de boro elemental amorfo en los Estados
Unidos.
SB Boro 2000 es utilizado como una cobertura resistente a la oxidacin para materiales
de altas temperaturas que contienen carbn slido o disperso, grafito, carburo de silicio o
nitruro de silicio. Es tambin utilizado para revestimientos resistentes livianos, cermicas
trmicamente aislantes tales como aquellas compuestas de fibras ricas en slice o en
mulita. Otros usos propuestos son compuestos que contienen boruro y estructuras de
cermica livianas.
2.23. Aplicaciones como fundente
El cido brico y los boratos alcalinos disuelven un amplio rango de xidos de metales, y
esta propiedad es explotada utilizando los boratos como fundente en algunas aplicaciones
metalrgicas.
En la fabricacin de acero, la colemanita, y en una menor extensin, la ulexita, han sido
utilizadas en una pequea escala como un fundente alternativo a la fluorita en Japn,
Canad, Alemania y Estados Unidos. El posible uso de la colemanita fue primero
investigado durante el periodo de amplio almacenamiento de fluorita de tipo metalrgico a
los fines de la dcada del 60 y principio de la del 70. Fue encontrado que podra ser
utilizada exitosamente en hornos bsicos de oxigeno pero no en hornos de arco elctrico.
La colemanita mejora la estabilizacin de la cal y por lo tanto reduce el tiempo de soplado.
La baja acidez de la colemanita incrementa la vida de los refractarios comparado con la
fluorita. Un fundente de colemanita es especialmente til en la eliminacin de azufre y
fsforo de aceros altos en carbono.
La mejora en la disponibilidad de fluorita a mediados de la dcada de los 70 ha reducido
el inters en la colemanita como fundente, aunque la dependencia de los Estados Unidos
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BORATOS
de la importacin de fluorita significa que hay siempre una posibilidad de que los
materiales encontrarn un uso en esta aplicacin en el futuro.
Los boratos son utilizados como un fundente de cobertura en la fundicin de aleaciones
de cobre, y el brax es utilizado en los ensayos de oro y la refinacin. El pentaborato de
potasio es utilizado como fundente para las soldaduras de acero inoxidables, y el borato
trimetilico es un constituyente de los fundentes de soldaduras a gas.
2.24. Galvanoplastia
Muchos compuestos de baos para galvanizacin incluyen boro qumico como limpiador y
controlador del nivel de acidez. El cido brico y los fluoboratos son utilizados en
pequeas cantidades para reduccin de los pozos y porosidad de los depsitos. El
contenido tpico de boro de una variedad de composiciones de baos para galvanizado
son mostrados en la tabla 71.
El uso del cido brico y/o cido fluoborico como limpiador en baos de galvanizacin es
un resultado de la conveniencia de utilizar el mismo cido en el bao de galvanizacin
cuando es utilizado en el pre - tratamiento del substrato, para evitar sobre limpiar y la
contaminacin. En el pre tratamiento, la cobertura de xido son removidas por
decapado en una solucin cida antes del lavado y galvanizado. En el galvanizados de
estao de cables, el cido utilizado en el decapado es cido fluorbrico al 10 %. Esta
composicin puede tambin ser utilizada para la limpieza de otros substratos antes de la
galvanizacin en un bao de fluorborato.
El cable de acero es tratado con una solucin que contiene boratos para asistir a la
limpieza seca.
Los substratos que son ms ampliamente galvanizados utilizando fluorboratos son placas
de circuitos impresos, cojinetes de automviles y cables para un amplio rango de
aplicaciones. El consumo de fluorborato en los Estados Unidos es estimado en un total de
3.500 a 4.900 toneladas por ao. El uso de fluorboratos en la industria de galvanoplastia
esta sujeta al incremento del cido metano sulfonico (MSA), que es considerado como el
mas amigable ambientalmente. El consumo de MSA esta proyectado que incremente al 5
% por ao, a expensa del material de fluorborato.
Los principales productores cido fluorbrico y fluorboratos en los Estado Unidos son
General Chemical Corp., la Divisin Harstan de Chemtech Industries Inc., CP Chemicals,
Harshaw/Filtrol, y Fidelity Chemical Products Corp.
2.25. Imanes
Los imanes permanentes de Neodimio Hierro Boro (Nd Fe B) fueron desarrollados
a principios de la dcada de los 80 por la divisin Delco Remy de General Motors
Company en los Estados Unidos, y por Sumitomo Special Metals en Japn. Sus
desarrollos vienen como un resultado de la industria relacionado con la oferta de cobalto
para la produccin de imanes de samario cobalto (Sm Co), y como un resultado del
exitoso desarrollo de la tcnicas de solidificacin rpida para la produccin de imanes
livianos de hierro silicio boro. Con una energa magntica tpica de mas de 30 MGOe,
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BORATOS
comparada con 8 MGOe para los imanes Alnico y 22 MGOe para los imanes Sm Co, los
imanes Nd Fe B son los imanes de la mayor fuerza comercialmente disponibles.
Los imanes de Nd Fe- B tienen varias ventajas sobre los imanes permanentes
tradicionales. Ellos tienen un alta densidad de flujo residual de alrededor de 12 KG,
comparada con 11,2 KG para los imanes de Sm Co, y 11,5 y 4,4 KG para los imanes
Alnico y Ferritas respectivamente. Ellos producen la mxima energa ms alta, as que
para un dado requerimiento de energa, un imn mas pequeo es requerido.
Tpicamente, un imn de Nd Fe- B que pesa 850 gramos tiene el mismo poder de un
imn de 3 kg de ferrita. La coercitividad de los imanes de Nd Fe- B es alta, alrededor de
11 KOe, comparada con la coercitividades de 7 KOe para los imanes Sm Co, 3 KOe
para los imanes de ferrita y 2 KOe para los imanes Alnico. Esta alta coercitividad significa
que pueden resistir exitosamente un mayor campo desmagnitizador que los otros tipos de
imanes. Los imanes de Nd Fe- B son tambin considerablemente mas baratos en
trminos de energa por dlar que los imanes Sm Co. La tabla 72 muestra los precios y
los valores relativos de energa de los imanes permanentes.
Los imanes Nd Fe- B tienen ciertas desventajas comparados con los imanes de otros
materiales. Ellos tienen una ms pobre estabilidad trmica que los imanes Sm Co. Esta
manteniendo el uso de los imanes de Sm Co en la industria, aplicaciones aerospaciales
y militares donde los ms altos costos pueden ser justificados por la mejores
caractersticas trmicas y de corrosin.
Sin embargo, los imanes Nd Fe- B estn siendo utilizados cada vez ms en aplicaciones
donde la alta relacin fuerza magntica por peso son requeridas, o donde las
temperaturas de operacin no exceden los 150 C. Los imanes Nd Fe- B estn
reemplazando a los imanes de Sm Co en los discos duros para perifricos de
computadoras, motores de cmaras, estreos personales y reproductores de discos
compactos.
Sumitomo Special Metals esta intentando mejorar la estabilidad trmica de los imanes Nd
Fe- B introduciendo otros, metales de tierras raras mas pesados en la aleacin, y por
empleo de dos etapas de tratamiento de calor. La forma ms exitosa de incrementar la
estabilidad trmica es agregar sustancial cantidad de cobalto, aunque esta reduce la
energa magntica de la aleacin, e incrementa los costos.
2.25.1. Fabricacin de imanes de Nd Fe- B
Dos mtodos han sido desarrollados para la produccin de imanes de Nd Fe- B. Uno
esta basado en las conocidas tcnicas metalrgicas de polvo y la otras en las tcnicas de
solidificacin rpida utilizando fundicin spinning. En el proceso de fundicin spinning, el
lingote de aleacin es fundido en un horno. Un fino flujo de aleacin fundida es dirigida a
un tambor rotativo de cobre. Cuando esta toma contacto con el tambor, la aleacin se
solidifica en una cinta la cual es separada fcilmente del tambor. El proceso spinning
mecnicamente alinea los polos magnticos en la misma direccin y el enfriamiento
rpido mantiene fijos los polos en posicin tal que no son necesario campos magnticos
externos.

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En 1985, General Motors exitosamente fabric imanes de Nd Fe B a partir de polvo
utilizando un proceso de solidificacin rpida. Los imanes Magnaquench estn formados
tomando una mezcla de 29 % de neodimio, 70 % de hierro y 1 % de boro, calentado a
1.400 C, y enfriado a 400 C dentro de los 0,001 segundos. La mezcla de elementos, y
el rpido enfriamiento en una rueda de hilado, da al imn 10 veces mas resistencia de los
imanes de ferrita.
Los imanes magnaquench fueron introducidos al mercado en 1986, con la autorizacin de
una planta en Anderson, Indiana. La planta tiene una capacidad de 1 milln de imanes por
ao. Inicialmente, la produccin consisti de imanes MQ 1 con una energa de 8 9
MGOe para utilizar en motores de arranque para automviles. Los imanes MQ 2 y MQ
3 formados por calentamiento fueron producidos. Las propiedades magnticas de estos
imanes se listan en la tabla 73.
En Japn, Sumitomo ha liderado el desarrollo de imanes Nd Fe B que ellos producen
por tcnicas metalrgicas de polvo. El polvo es prensado en una prensa seca en
presencia de un campo magntico fuerte, que causa que los polos magnticos de las
partculas de polvo se alinean en la direccin del campo magntico aplicado. Las
partculas son luego fundidas por sinterizacin. TDK y Hitachi Metals ambas concluyeron
el contrato en 1986 para la compra de esta tecnologa. Sumitomo produce los imanes
Neomax a partir de polvos metalrgicos en su planta de Kinki Sumitomo Denshi en
Hyogo Prefecture.
Los imanes ligados por plsticos, incluyendo los imanes ligados de Nd Fe B, pueden
ser manufacturados por el proceso de moldeado por compresin o inyeccin. En el
proceso de moldeado por compresin, la mezcla de partculas magnticas y la resina
termoplstica es comprimida bajo un campo magntico luego curada en un horno. En la
tcnica de moldeado por inyeccin, las partculas magnticas son mezcladas con la resina
a 250 C a 300 C, luego peletizada y moldeada por una maquina magntica de inyeccin.
La mayora de los imanes de Nd Fe B ligados son manufacturados a partir de polvo
Magnquench provisto por General Motors, y son producidos bajo licencia. La fabricacin
de imanes de polvo Nd Fe B por tcnicas metalrgicas de polvo han sido por lejos
probadas como inapropiadas para la produccin de imanes ligados.
Los imanes ligados por plsticos tienen considerables ventajas sobre los tipos sintetizados
y comprimidos en caliente; los imanes ligados pueden ser fabricados en al menos una
infinita variedad de formas, incluyendo finas hojas, tubos y ruedas. Las dimensiones
precisas pueden ser obtenidas sin costosas operaciones de terminacin, y los imanes
tambin tienen una mayor resistencia mecnica y ms alta resistividad elctrica que los
imanes sintetizados. Estos imanes, sin embargo, tienen una ms baja densidad de flujo
que los tipos sintetizados y comprimidos en caliente.
2.25.2. Uso de los imanes Nd Fe B
El principal mayor uso para los imanes de Nd Fe B fue en los motores de arranque de
automviles. Hay tambin muchas otras aplicaciones en vehculos de motor de todo tipo
para lo cual ellos pueden ser utilizados. Adems de ser usados para equipamientos
esenciales tales como motores del limpia vidrios del parabrisas, son empleados en un

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BORATOS
rango creciente de equipamiento extras, incluyendo accesorios en el interior del vehculo.
En las aplicaciones de la industria automotriz que requieren la utilizacin de imanes
permanentes, los imanes de ferrita son, tradicionalmente, usados por su bajo costo
mientras los imanes Alnico son empleados por su estabilidad de temperatura. El
desarrollo de imanes Nd-Fe-B prensados por calor hizo posible la redistribucin de los
beneficios de cambiar por imanes ms pequeos y livianos (si bien ms caros) sobre la
base de un sistema total mejorado en rendimiento y costo. Por ejemplo, el reemplazo de
un estator bobinado de campo magntico en el motor de arranque por un campo
magntico permanente reduce la resistencia de la batera y el alternador, permitiendo que
ambos sean ms pequeos y livianos, y adems ms baratos.
General Motors, en cooperacin con Daido Steel, produjo imanes Nd - Fe - B con forma
de anillo. Estos imanes se comercializarn bajo los siguientes nombres Neoquench - DA y
Neoquench - DR. Tienen un poder magntico comparable a los imanes Nd - Fe - B
sintetizados y sern usados en las fbricas de motores automatizados y componentes
para automviles. La forma de anillo de los imanes les permite ser unidos y ensamblados
en los motores sin requerir el uso de herramientas especiales. La capacidad de
produccin inicial ser de 1-2 tpm en Nagoya, pero est planificada una planta de 10 tpm
de capacidad. Daido ya produce 20 tpm de imanes Neoquench-P.
Ford Motor Co. inform de haber cambiado los imanes de ferrita por imanes Nd-Fe-B para
parlantes en su sistema de accesorios de pasatiempo. Esta aplicacin traer como
resultado una reduccin en peso de 0,5kg.
General Motors ha propuesto el uso del imn flexible relleno de Nd-Fe-B como selladora
de puertas para reducir los niveles de ruido en el interior de los automviles, con la
reduccin resultante en peso de aproximadamente 0,5 kg por vehculo. En este modesto
nivel de aplicacin, se observa una demanda de 2-3.000 tpa en cinco aos.
Un mercado potencialmente amplio podra desarrollarse para los imanes Nd-Fe-B en
imgenes de resonancias magnticas, tanto en los scanners de cuerpo entero y en los
sistemas menores. Los imanes de ferrita deberan ser el medio ms barato de generacin
del campo magntico necesario, pero un sistema necesitara 100t de imanes
aproximadamente. Los imanes Nd-Fe-B, a pesar de ser ms caros, son mucho ms
livianos y ms compactos, y en algunos casos, pueden competir con solenoides
superconductores en la generacin del campo magntico requerido.
Los imanes Nd-Fe-B son empleados en un rango creciente de artefactos elctricos,
muchos de los cuales tienen una alta tasa de crecimiento. Por lo tanto, las probabilidades
de un rpido aumento del consumo de imanes Nd-Fe-B son buenas. Las fuentes de la
industria identifican instrumentos cientficos, mquinas de oficina, perifricos de
computadoras, equipos audio - visuales, altoparlantes y motores elctricos para todo tipo
de equipos como causa de una demanda incrementada en el futuro. Estas aplicaciones se
suman al esperado incremento en la demanda dentro de la industria automotriz.
Krupp-Widia introdujo imanes Nd-Fe-B en sus desarrollados vehculos de levitacin
magntica para sistemas de trnsito urbano rpido. Los imanes proveen un mejor
rendimiento y son ms livianos en peso que otros sistemas magnticos.

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2.26. Agricultura
En pequeas concentraciones, son usados como micronutrientes en fertilizantes; en
grandes concentraciones, se emplean como herbicidas, alguicidas y otros pesticidas.
El consumo de boratos en aplicaciones agrcolas se estima en un total de 77.000 tpa de
B2O3. Se ha informado que USA da cuenta de 16.000 tpa y la CE, aproximadamente, de
26.000 tpa. Asimismo, se explic que el uso de boratos en alguicidas y pesticidas se
incrementar, como el consumo en productos preservativos de madera. Sobretodo, el
sector de aplicaciones agrcolas espera mostrar un crecimiento anual de
aproximadamente 4% pa.
B

En USA, el consumo de cido brico y materiales de boratos en aplicaciones agrcolas


alcanz un pico de ms de 18.400 t en 1978 y, subsecuentemente, fluctu entre las
13.000 y las 14.500 durante la siguiente dcada, a excepcin de 1982, cuando el
consumo, en trminos de B2O3, cay por debajo de las 10.000 t. En 1990 y 1991 el
consumo cay fuertemente por debajo de las 6.000t. antes de recobrarse en alrededor de
las 9.200t. en 1992 y 16.300t. en 1993. El cido brico explica una pequea proporcin de
la cantidad total de xido brico consumido en agricultura cada ao. La mayora se
encuentra bajo la categora otros minerales y compuestos
2.26.1. Fertilizantes
En adicin a los nutrientes para plantas a granel aplicados a la siembra, nitrgeno, fsforo
y potasio, se est dando una atencin creciente a los micronutrientes. Los elementos que
son generalmente reconocidos como micronutrientes son boro, cobre, hierro, manganeso,
molibdeno y zinc, y algunas veces se incluye el cobalto, en vistas de su rol en la fijacin
de nitrgeno en plantas leguminosas.
El mtodo ms comn de aplicacin de micronutrientes al suelo es incorporndolos en el
fertilizante a granel en niveles en los que se cree son suficientemente elevados como
para prevenir deficiencias, y suficientemente bajos como para evitar efectos nocivos. La
proporcin de boro agregada est en el orden
del 0,02% en peso, pero los
micronutrientes no son incorporados en todos los fertilizantes. Aquellos a los que se
incorporan micronutrientes son vendidos como fertilizantes premium, y su uso tiende a
ser evitado a menos que exista necesidad de emplearlos.
Los micronutrientes, como el boro, son incorporados con el fertilizante a granel durante la
manufactura, mezclndose con fertilizantes granulares, o por la mezcla con fertilizantes
fluidos antes de la pulverizacin.
Las aplicaciones en suelos se mantienen de forma efectiva por ms tiempo que las
aplicaciones foliares.
Uno de los primeros efectos de la deficiencia de boro en las plantas es que la actividad e
integridad de la membrana exterior del citoplasma de las clulas de la raz es alterada de
una manera en que la absorcin del fsforo, cloruro, rubido (utilizado para imitar al
potasio) es reducida. Esto tiene el efecto de en la capacidad de las plantas de utilizar
fsforo y potasio, y en la regulacin del transporte de muchas substancias, incluyendo
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azcares, a travs de las membranas de la planta.
Las caractersticas bsicas de la deficiencia de boro que se encuentran en muchas
especies cosechadas son las siguientes:
-

las hojas ms jvenes son deformes, gruesas, frgiles y pequeas


los tallos son cortos, produciendo una apariencia de encogidos
los puntos de crecimiento se vuelven moribundos y mueren
manchas necrticas y acuosas se desarrollan en los tejidos almacenados
resquebrajaduras y grietas ocurren en los pecolos, tallos y, a veces, en los
frutos
el desarrollo de los frutos es irregular, y stos son fciles de ser deformados
el crecimiento de las races es disparejo.

La deficiencia de boro fue encontrada en cosechas de races, rboles de frutos, caf,


tabaco y olivos. Los rboles de manzanas y peras desarrollan un corcho ante esta
deficiencia; el rendimiento del azcar de remolacha se reduce; la alfalfa se vuelve
raqutica; y la calidad del man disminuye.
Los fertilizantes de tipo premium con contenidos de micronutrientes garantizados tienen
al menos 200ppm de boro. El tetraborato de sodio (brax) es la fuente de boro ms
comnmente usada, pero la colemanita es frecuentemente empleada en suelos arenosos
donde la excesiva lixiviacin es un problema. El pentaborato de sodio, (Na2B10O16.10H2O)
es tambin utilizado en algunas aplicaciones. Se requiere de un largo perodo donde se
libera de forma controlada el boro, despacio son agregadas al suelo fritas de borosilicatos
solubles.
B

Las tasas de aplicacin de micronutrientes de boro es ptima entre los 0,06 a 0,32gm-2
El Instituto de carbonato de potasio y fosfato de Georgia, recomend 0,45kg de boro para
cada tonelada de produccin de alfalfa esperada en el Sumario de Primavera de 1992.
2.26.2. Herbicidas
A pesar de que el boro sea esencial para las plantas puede convertirse en txico en altas
concentraciones. Asimismo, los boratos pueden ser utilizados como herbicidas. Al ser noselectivos, su uso en agricultura es limitado, y son principalmente empleados en
aplicaciones no agrcolas donde es deseado el control total de la maleza. Estas
aplicaciones incluyen el despeje hiervas a lo largo de los caminos y el balasto en los rieles
del ferrocarril. Estos herbicidas son hechos con brax y cido brico, frecuentemente
mezclados con clorato de sodio y otros qumicos herbicidas. El metaborato de cobre
hidratado (CuO.B2O3.2H2O) tambin ha sido utilizado como fungicida en el tratamiento de
madera aserrada y otros materiales celulsicos.
Hacia fines de la dcada de los 60 y principios de los 70, el advenimiento de herbicidas
ms selectivos se reflej en una cada del consumo de boratos en la agricultura. La
situacin se estabiliz actualmente y los herbicidas basados en boro an encuentran una
enorme aplicacin como herbicida en ferrocarriles.

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2.26.3. Pesticidas
Recientemente, el brax es empleado para proteger la madera aserrada del ataque de
loa insectos. Los compuestos de boro son particularmente txicos para los escarabajos
Lyctus, los que son encontrados en la mayor parte del mundo, y para muchos otros
insectos destructores de madera. Estos insectos fcilmente atacan la madera terciada y
puede reducirla a pulpa en un ao. La madera puede ser protegida por la inmersin de
chapas individuales de la madera terciada en calor, en una solucin de boratos
concentrada inmediatamente despus de que los maderos hmedos o sometidos al vapor
se hayan descortezado. Es posible incorporar el bao de boratos con contenido de cido
brico y brax pentahidratado o una formulacin similar en una lnea de produccin de
madera terciada. El tratamiento no imparte ningn olor o color a la madera aserrada, y es
no txico para formas larga vida.
TIMBOR es un fungicida e insecticida para la preservacin de la madera aserrada
fabricado por US Borax. Es un producto de spray seco que corresponde
aproximadamente al tetrahidrato octaborato disodio (Na2B8O13.4H2O)
B

Una proteccin de largo plazo para la madera aserrada contra el ataque de hongos e
insectos en aplicaciones sobre el suelo puede alcanzarse utilizando tetrahidrato
octaborato disodio. Este material tiene la ventaja de poder ser manipulado por los
operadores sin necesidad de tomar precauciones especiales. La madera aserrada puede
ser tratada tanto a travs de un spray o pintando, o con una impregnacin a presin.
El crecimiento de hongos en las combustibles de los hidrocarburos, como en diesel,
combustible para aviacin y aceites para calefacciones pueden ser inhibidos por la adicin
de ster de cido brico. El fungicida, el cual contiene una mezcla de boratos glicoles, es
un efectivo microbicida. Ataca los microorganismos que crecen en las capas de agua
contaminada en el combustible y que se alimentan en los hidrocarburos. Esto previene la
formacin de espuma y precipita aquello que podra bloquear las caeras hacia los
motores utilizando el combustible. Las ventas estn en el orden de las 100 tpa,
principalmente, por el uso de combustibles en aeroplanos y barcos.
Asimismo, los boratos son utilizados en formulaciones mata cucarachas y hormigas. En
1993, un insecticida celulsico de borato de sodio fue aprobado por US Environmental
Protection Agency, para su uso en hogares.
2.27. Aplicaciones nucleares
Existen dos istopos de boro, 10B y 11B. Los minerales de boro y sus compuestos que
ocurren naturalmente contienen ambos istopos, con 80,3% presente como 11B. El
istopo liviano posee un corte transversal de elevada aprehensin de neutrones y es til
en el control de reacciones nucleares.
Asimismo, el samario y el gadolinio tienen an un corte transversal
aprehensin de neutrones, 10B es costo efectivo en muchas aplicaciones

de elevada

El istopo 10B est separado por una destilacin fraccionada del trifluoruro de boro, BF3,
o su complejo de ter dimetilo (CH3)20. BF3. En un proceso utilizado en Centronic [Link]

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New Addington, UK, el ter trifloruro-dimetilo de boro es usado para las destilaciones
fraccionadas. Este pasa a travs de una columna empaquetada de 45m de metal que es
calentada y se mantiene bajo un vaco parcial. El ter trifloruro-dimetilo de boro
enriquecido en 10B es obtenido en el extremo inferior de la columna y la fraccin que
corresponde a 11B sale por el extremo superior. Son obtenidas fracciones enriquecidas
con un contenido de ms del 90% de 10B. Otras compaas que operan con columnas
para la destilacin fraccionada de 10B incluyen a Societe Isobore, una subsidiaria de
Pechiney Ugine Kuhlmann, en Francia, que posee una capacidad de alrededor de 200
kgpa. En USA, Eagle-Pitcher Industries Inc. operan una planta en Miami, Oklahoma.
Hooker Electro-Chemical Co tambin extrae 10B.
La abundancia normal del istopo 10B en su ocurrencia natural y en compuestos de boro
procesados es del 19,8%. Por lo tanto, es posible utilizar este nivel del 10B en algunas
aplicaciones nucleares. La ms comn es el carburo de boro el cual es un importante
constituyente en la manufactura de escudos o acorazados, varillas de control y
moderadores para reactores nucleares; el boruro metlico y boro elemental tambin
pueden ser utilizados en esta aplicacin.
Boro, carburo de boro y aceros de boro son usados para las varas de control que son
insertadas en o retiradas desde el centro del reactor a los efectos de controlar y regular la
velocidad de la reaccin nuclear. El boro absorbe los electrones libres y, por lo tanto,
puede ser usado para alterar la tasa de escape de neutrones.
Existe una cantidad de otros materiales que pueden emplearse para las varillas de
control, incluyendo xido de gadolino, cobalto, hafnio y aleaciones de plata-indio-cadmio.
Como se muestra en la tabla
, la mayora de los reactores comerciales utilizan tanto
carburo de boro como las aleaciones mencionadas para los sistemas de control. As, el
carburo de boro aparece con una demanda creciente para esta aplicacin en lugar de las
aleaciones en sistemas de control de reemplazo. Desde fines de los aos 70, el principal
fabricante de reactores de agua presurizada, Westinghouse Electric Co de USA, ha usado
carburo de boro o hafnio para las varas de control en nuevos reactores prefirindolos a las
aleaciones.
La demanda de los compuestos de boro en las varas de control del reactor fue
severamente afectada por la cada en rdenes para reactores de nuevo poder.
Mundialmente, la construccin de plantas de nuevo poder se retard como resultado de
las proyecciones decrecientes de la demanda de energa, relativamente bajos precios del
combustible y preocupaciones acerca de la seguridad. Desde mediados de los aos 70,
todos los reactores de nuevo poder ordenados en USA fueron subsecuentemente
cancelados.
En Francia, prismas de carburo de sodio de alta densidad para su utilizacin en el
protector superior de los elementos de combustible en el reactor Phenix son fabricadas
por Le Carbon Lorraine. En USA, Brooks and Perkins Inc. fabrican protectores nucleares
usando una combinacin de carburo de coro, aluminio y acero inoxidable.
2.28. Otras aplicaciones
Existen muchas aplicaciones menores para el boro y sus compuestos por lo que no

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BORATOS
existen datos detallados de consumo disponibles. Estas aplicaciones menores incluyen
refractarios, cermicos, compuestos, catalizadores, fotografa, productos farmacuticos,
inhibidores de corrosin, almacenaje de energa y combustible, pigmentos y secantes.
En USA, el US Bureau of Mines inform sobre el consumo de boro, en trminos de B2O3
con contenido de cido brico y otros minerales y compuestos de boro en diversas
aplicaciones. Adicionalmente al consumo de boro en estas aplicaciones menores, el US
Bureau of Mines comunic las toneladas de materiales de boro vendidas por
distribuidores, por lo cual su uso final es desconocido.
El consumo de B2O3 equivalente en estas aplicaciones diversas fue desde casi 44.000t en
1980 a menos de 15.000t en 1989 y 1990. Este sector mostr una recuperacin
considerable llegando en 1993 a 36.000t. La mayor parte de este aumento se debi a la
recuperacin de la demanda de los minerales y compuestos de boro excluyendo cido
brico, que ha mostrado muchas menos fluctuaciones en los recientes aos.
Las toneladas de cido brico y otro minerales y compuestos de boro vendidos a travs
de distribuidores fluctuaron entre 24.000 y 40.000tpa para la dcada que va entre 1976 y
1986, pero mostr un subsecuente crecimiento aumentando a ms de 70.000tpa entre
1987 y 1990. Desde 1991, este sector report un consumo de 36-41.000tpa.
[Link] de corrosin
La suave alcalinidad y la capacidad de pulido del brax lo hace til para prevenir la
corrosin de los metales ferrosos por las soluciones acuosas a las que estn expuestos.
El principal uso del brax en este campo es probablemente en formulaciones
anticongelantes para refrigerantes de motores de vehculos. El valor del brax en esta
aplicacin est aumentando por su alta solubilidad en glicol etileno, el mayor constituyente
comercial anti-congelante. Los lquidos para freno y los sistemas hidrulicos en la
industria automotriz tambin utilizan el brax como un inhibidor de corrosin. Por ltimo,
se lo emplea como inhibidor de corrosin y como agente lubricante en el estiramiento del
alambre.
2.28.2. Catalizadores
Muchos compuestos de boro, incluyendo el cido brico, el tribromuro de boro, encuentra
su uso como catalizadores en un amplio rango de reacciones. Se cree que los
catalizadores, colectivamente, es una de las principales aplicaciones de los compuestos
de boro en el tem otras aplicaciones.
2.28.3. Acido Brico
El cido brico se emplea para catalizar la oxidacin de los hidrocarburos en el aire, y
para incrementar la produccin de alcoholes. Asimismo, es usado para modificar el curso
y la selectividad de la oxidacin en su fase lquida de ciclohexano a ciclohexanol y
ciclohexanone.
2.28.4. Tribromuro de boro y el tricloruro de boro

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BORATOS
El tribromuro de boro, BBr3, encuentra su usa como catalizador en la polimerizacin,
alquilacin y acilacin, pero las cantidades que se utilizan son pequeas. El tricloruro de
boro, BCl3, se usa como un catalizador en una variedad de reacciones qumicas
orgnicas.
2.28.5. Trifluoruro De Boro
El trifloruro de boro, BF3, un gas incoloro medianamente txico, es usado en muchas
aplicaciones catalticas, particularmente en reacciones de polimerizacin, esterificacin y
alquilacin. Es fabricado en una escala comercial mezclando brax y fluorita con cido
sulfrico. Un camino alternativo involucra el tratamiento de brax con cido hidroflurico o
a travs de la reaccin de xido brico o cido brico con fluoruro de amonio o fluoborato
de amonio con cido sulfrico. El trifloruro de boro producido por este mtodo es
almacenado y transportado en barcos en containers de acero presurizados.
El trifloruro de boro es usado como catalizador en las siguientes reacciones:
-

la sntesis de hidrocarburos saturados, olefino, alcoholes, quetonas y teres


reacciones de adicin de monxido de carbono
la esterificacin de cidos con alquines, alcano y alcoholes
craqueo de hidrocarburos
reacciones cclicas
reacciones de hidratacin
reacciones de hidrogenacin y reduccin
reacciones de sulfonacin.
conversin de benzaldehido en cido benzoico
desulfurizacin de hidrocarburos aromticos
reacciones de nitracin
reacciones de halogenacin
alquilacin utilizando alcano, alcoholes, fluoruros alquilinos, steres y teres
reacciones de acilacin
reacciones de polimerizacin
reacciones de isomerizacin
reacciones de refundicin
curado de resinas epoxi
tinturas de polister
preparacin de resinas de fenol solubles en alcohol

El trifloruro de boro forma un rango de complejos orgnicos que son ampliamente usados
en preferencia al trifloruro de boro mismo en reacciones catalticas.
2.28.6. Compuestos refractarios de boro
Los compuestos refractarios de boro que poseen un uso industrial son el carburo de boro,
el nitruro de boro y un rango de boruros de metal. Son caracterizados por sus elevados
puntos de fundicin, dureza, conducitividad elctrica y estabilidad qumica, y por bajos
coeficientes de expansin trmica.
[Link]. Carburo de boro

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BORATOS
Carburo de boro, B4C, es un material muy duro, excedido en dureza nicamente por el
nitruro de boro y el diamante. Posee una buena conductividad elctrica, tiene su punto de
fundicin en los 2.450C, una alta resistencia compresiva, y es qumicamente inerte. Sin
embargo, tiene una resistencia pobre a los shocks trmicos y es susceptible a la oxidacin
en el aire a temperaturas entre 600 y 1.000C.
[Link]. Nitruro de boro hexagonal

Existen dos formas cristalinas del nitruro de boro, hexagonal y cbico, que tienen
propiedades fsicas significativamente diferentes y, por ello, encuentran aplicaciones
industriales distintas.
[Link]. Nitruro de boro cbico

Despus del diamante, el nitruro de boro cbico (NBC) es la sustancia ms dura


conocida. Distinto al diamante, sin embargo, tiene una excelente resistencia al calor
quedando estable hasta 1.370C. considerando que el diamante vuelve a carbn a los
815C. Tanto el diamante como el NBC tienen una muy buena conductividad trmica
hacindolos apropiados para el uso en herramientas cortantes.
Los diamantes son empleados para metales no ferrosos cortantes y sustancias no
metlicas como los compuestos y cermicos, pero no pueden ser utilizados para el hierro
y el acero porque el carbn contenido tiene una alta afinidad por el acero resultando en la
formacin de carburos de acero y en el deterioro de la herramienta.
NBC es usado para herramientas cortantes y abrasivos, particularmente, donde se
encuentran altas temperaturas, como cuando las herramientas son remolidas sin usar
lubricantes lquidos de corte y cuando la velocidad y alimentacin y profundidad del corte
resultan en la generacin de temperaturas muy altas en el extremo o punta cortante. NBC
tiene, asimismo, una alta resistencia a los golpes mecnicos, hacindolos apropiados para
los trabajos a mquina iniciales de compuestos fraguados o fundidos, en los cuales el
corte debe ser intermitente lo que puede resultar en una rpida deterioro de la
herramienta
[Link]. Boruro de metal

Un gran nmero de elementos en la tabla peridica forman compuestos con el boro, son
conocidos como boruros de metal. Entre los mismos, aquellos que son de gran inters
comercial son los boruros de metal binarios que combinan resistencia, dureza, resistencia
al desgaste, altos puntos de fundicin, y resistencia al ataque qumico.
2.28.7. Compuestos de fibra de boro
Los compuestos de fibra de boro consisten de resinas polmeras reforzadas con fibras de
boro. El compuesto resultante es fuerte, resistente a la luz y a esfuerzos continuos, y ha
sido el sujeto de muchas investigaciones en los aos recientes.

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BORATOS
La fibra de boro es producida por un proceso qumico de deposicin al vapor.
Originariamente, el boro era depositado sobre el filamento de titanio pero esto fue,
generalmente, reemplazado por fibra de carbn o filamento de tungsteno. El dimetro final
de la fibra de boro ronda, habitualmente, entre los 100 y 200 y su peso especfico es
entre 2.3 para fibras en base a carbn y 2.6 por fibras basadas en tungsteno. Las fibras
de boro tienen una buena compatibilidad con las matrices de los polmeros pero escasa
compatibilidad con los metales, salvo que la fibra est protegida por una capa de carburo
de silicio, carburo de boro o nitruro de boro.
Compuestos reforzados por fibra de boro estaban entre los primeros materiales
compuestos avanzados para ser empleados en la manufactura de aeroplanos y naves
espaciales, pero su alto costo limit su uso. Desde su introduccin en 1960s, las fibras de
carbn y las fibras aramide tomaron la mayor parte del mercado reciente de compuestos
avanzados. La capacidad de produccin de USA para fibras de carbn, por ejemplo,
totalizaron 4.000tpa en 1994 comparado con aproximadamente 15tpa de fibra de boro. La
tabla
muestra algunos ejemplos de componentes que son manufacturados desde los
compuestos de fibra de boro. Debe observarse que estos aeroplanos son diseos
bastante antiguos, y en tanto que nuevos aeroplanos comnmente subdesarrollados,
como el F-23 Advanced Tactical Fighter, contienen 40% de compuestos, el diseo no
emplea compuestos de fibra de boro.
Otras aplicaciones incluyen compuestos de boro reforzados, usualmente en conjuncin
con compuestos de fibra de carbn. Los helicpteros Sikorsky Black Hawk, Sea Hawk y
Super Stallion se caracterizan por la estructura de las paletas del rotor y de la cola
reforzadas por fibras de boro. Los timones de boro epoxi son usados en el Dassault
Mirage 2000.
Material de boro - epoxi est siendo utilizado para la reparacin de componentes de
armazones de avin. Los parches de fibra de boro preimpregnados son unidos a las
estructuras de metal para reparar resquebrajaduras. La Fuerza Area de USA utiliz
compuestos de boro - epoxi para reparar el bombardero B-1, y extendieron la vida de su
aeroplano de transporte C-141B. El boro - epoxi tambin fue usado por muchos aos para
reparar la flota area australiana.
El nitruro de boro ha sido utilizado como cobertura para fibras de carburo de silicio para su
uso en el refuerzo de la matriz del compuesto de carburo de silicio. Investigadores del
Lewis Research Center de la NASA descubrieron que el carburo de boro tiene una buena
compatibilidad de largo plazo con el carburo de silicio.
2.28.8. Aditivos refractarios
Los aditivos de boro, como el carburo de boro, boruro de calcio, boruro de circonio y
boruro de titanio pueden reducir el nivel de oxidacin del grafito en ladrillos refractarios de
magnesia - carbn, monolitos y piezas fundidas. El uso de dopantes como carburo de
boro acta como antioxidantes y mejora el efecto de los antioxidantes de metal y las
propiedades mecnicas del refractario.
SB Boron Corporation, de Franklin Park, Illinois, ofrece aditivos de boro SB1000, SB2000
y SBRS que contienen boro elemental y magnesia. Adiciones del 0,1% de boro pueden

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eliminar el hinchamiento, la formacin de espuma y el quiebre de refractarios con
contenido de carbn.
2.28.9. Fotografa
Dos compuestos de boro, metaborato de sodio e hidroquinona, son empleados en los
procesos de revelado fotogrficos, si bien los volmenes utilizados estn declinando.
La hidroquinona es usada como un agente reductor en una solucin alcalina, reduciendo
los iones de bromuro de plata a la plata. El metaborato de sodio acta como una agente
pulidor con carbonato de sodio, manteniendo el Ph del revelador de hidroquinoma a un
nivel ptimo. El brax es utilizado a veces como un agente de pulido en sistemas de
revelado que requieren un bajo Ph.
Mundialmente, la demanda de compuestos de boro en esta aplicacin es muy pequea y
es, probablemente, de 100tpa. Dado que la industria fotogrfica busca sustitutos de la
plata en films convencionales, la demanda de boratos disminuir.
2.28.10. Combustibles
Los hidruros de boro, como el hidruro diboro, B2H6, y el hidruro pentaboro B5H9, fueron
sujetos de considerables investigaciones como un potencial combustible de alto
rendimiento en aeroplanos. Los hidruros de boro queman con un rendimiento comparable
al del hidrgeno. Sin embargo, son caros, txicos y tienen inconvenientes para ser
manipulados y producen xido de boro slido como producto de la combustin. En los
pasados 50s el gobierno de USA invirti us$300M en investigaciones sobre combustibles
de boro pero el programa se abandon a principios de los 60s.
El hidruro de boro sodio (tetraborato de sodio) es un agente reductor poderoso y es usado
como un aditivo de los combustibles en aplicaciones especiales. Fue usado en el pasado
por la Marina de USA como constituyente del combustible para aviacin.
Los carburos de boro han causado algn inters reciente como aditivos de combustibles.
2.28.11. Allameante de energa
Las bateras de almacenaje trmicas, que almacenan energa solar durante las horas del
das y la liberan por la noche, usan una mezcla qumica de sulfato de sodio y agua con
aproximadamente el 3% en peso de decahidrato de brax. Una vez incorporada en las
tejas, la mezcla absorbe la energa solar, la cual causa que los constituyentes pierdan su
agua de cristalizacin. Como los qumicos refrigeran, rehidratan, liberando energa que
ayuda a calefaccionar el ambiente.
2.28.12. Productos farmacuticos, antispticos y cosmticos
El cido brico es agregado a algunos cosmticos y productos farmacuticos utilizados en
aplicaciones externas, porque imparte una cualidad antisptica sedante y suave. Los
cosmticos y productos farmacuticos que contienen cido brico incluyen talco
cosmtico, enjuagues para el cabello, limpieza de la boca, de los ojos y ungentos

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BORATOS
protectores. El polvo de talco cosmtico debe contener hasta 10% de cido brico, y un
polvo para beb hasta 5% de cido brico. Hidruros de boro intermedios orgnicos son
usados en la manufactura de drogas como la cortisona.
Una de las primeras aplicaciones comerciales del borohidruro de sodio fue como agente
reductos en la sntesis de los productos farmacuticos, vitaminas, antibiticos y otros
qumicos. Este uso es an de considerable importancia. El borohidruro de sodio muestra
una selectividad que es idealmente apropiados para la conversin de los intermedios en
una sntesis de productos multi-pasos incluyendo analgsicos, anti-arttricos, antibiticos,
para glndulas prostticas y inhibidor del sistema nervioso central.
En agosto de 1993, la autoridad federal en salud de Alemania Occidental, retir la licencia
para 106 drogas con contenido de cido brico o combinaciones de boro. Esta accin fue
realizada para prevenir la sobredosis de cido brico.
2.28.13. Pigmentos y secantes
Muchos compuestos de boro son usados en pigmentos y secantes. Tetraborato de
manganeso, MnB4O7, es empleado como secante en pinturas y barnices. El borato de
cobalto y el borato de plomo es tambin utilizado como pigmento en porcelanas, y el
borato de cobre en colores para cermicos.
En 1992, US Borax introdujo el borato de zinc Borogard para su uso como pigmento
resistente a la corrosin para ser empleado en medios base agua y base solvente. El
pigmento permite la formulacin de una cobertura econmica y de alto rendimiento sin el
uso de base de plomo, bario y cromato en pigmentos. El pigmento anuncia ser un
sustituto del cromato de zinc en muchas aplicaciones, y muestra una accin de sinergia
cuando se usa en conjuncin con otros inhibidores de corrosin, como el fosfato de zinc y
el metaborato de bario
Sakaki Chemical desarroll un pigmento blanco anti-corrosivo con 51,8% de contenido de
estroncio y 32,8% de B2O3. El pigmento est destinado a reemplazar los pigmentos de
base cromo y plomo. Nippon Paint y Kansai informaron estar interesados en este
pigmento.
2.28.14. Otros usos
El borohidruro de sodio tiene un uso potencial en la remocin de metales pesados como
el mercurio, plomo y plata de corrientes de agua efluentes. Puede precipitar el mercurio
desde las corrientes cloro - calis y plomo de las soluciones fotogrficas ya usadas y de
capas metlicas.
3. ESPECIFICACIONES TCNICAS
El mineral se comercializa y su precio se basa en el contenido de B2O3. La colemanita
calcinada concentrada contiene aproximadamente 42% B2O3 con As (elemento
penalizado) entre los rangos 30 - 2.000 ppm; el cido brico grado tcnico contiene 56,3%
B2O3
B

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La tabla IIl muestra la composicin de las fibras de vidrio y cermica que contienen boro
(% en peso). Se presentara solo esta especificacin con el objeto de ser indicativa, sin
descartar la existencia de otras, que por no estar disponibles no se pudieron mostrar en
este informe.
Tabla I. Composicin de las fibras de vidrio y cermica contenedoras de boro

SiO
Al2O3
Fe2O3
B2O3
CaO
MgO
Na2O
K2O
BaO
TiO2
B

Vidrio C Vidrio D Vidrio E


65,0
74,0
54,5
4,0
-14,5
0,2
0,5
5,0
22,5
7,5
14,0
0,5
17,0
3,0
0,2
4,5
0,5
1,0
0,8
8,0
1,5
-1,0
NA
NA
NA
NA
0,1

Fibras Cermicas
52,9
45,1
<0,1
0,08
--<0,2
--1,7

Fuente: The Industrial Minerals HandyBook ll

4. SUSTITUTOS Y ALTERNATIVAS
Qumicamente los boratos son la nica fuente de anhdrido brico. La mayor competencia
se da en la forma o producto en el cual es ofrecido (borato, colemanita, colemanita
sinttica o cido brico).
Los principales sustitutos o alternativas son los siguientes:
Limpiadores y detergentes: fosfatos, slice (silicato de sodio), soda ash, sulfato de
sodio, zeolitas.
Retardantes de fuego: oxido de antimonio, asbestos, bromo, diatomita, magnesita,
magnesio, perlita, fosfatos, vermiculita, cromita, pumicita.
Aislante/ reemplazando a las lanas de vidrio: asbestos, diatomita, metales, o
cemento, perlita, vermiculita, zeolitas, espuma de vidrio, pumicita, wallastonita.

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PARTE II: LA ACTIVIDAD DEL MINERAL EN LA ARGENTINA
1. CARACTERSTICAS de la OFERTA

1.1. PRODUCCIN
La produccin de boratos en el 2000, represent el 2,27% del total de la produccin
minera, mientras que al valor de produccin de minerales no metalferos, aport
aproximadamente el 10%. La misma se desarroll en las provincias de Salta (74%), Jujuy
(25%) y Catamarca (1%), con un total producido de 580.000 toneladas, representando
$24.998.000.
En la dcada del 70, el comportamiento
de la produccin mostr una tendencia
creciente siendo su valor mnimo en
1970 con 43.346 t y su mximo en 1979
con 132.655 t. Dicho crecimiento,
tambin se observ, en la dcada
siguiente, ya que la produccin se
mantuvo en niveles muy superiores a la
anterior. Los volmenes producidos
fueron, el mnimo de 113.123 (1983) y
el mximo de 269.574 (1988).

Evolucin de la produccin
1996 - 2000
600000

Toneladas

500000
400000
300000
200000
100000
0
1996

1997

1998

1999

2000

La produccin de boratos en la dcada


de los 90 hasta 1997, se ha
incrementado paulatinamente, siendo que su demanda esta determinada por el
comportamiento de los productos finales, cuyas industrias han experimentado cierta
expansin. No obstante, en 1998 la tendencia se revirti, con una cada del 34,5% en la
produccin respecto al ao anterior, como consecuencia del contexto macroeconmico,
de este modo, baj su participacin del 16% al 11%. A partir de 1999, se revirti esta
situacin, recuperando participacin (23%), dado que experiment un importante aumento
en la produccin, como consecuencia de la puesta en marcha de nuevos proyectos y su
orientacin a mercados externos.
En la tabla IV se muestra la produccin de boratos en el periodo 1996 -2000e,
desagregada por provincias y expresadas en toneladas.
Tabla II: Produccin de Boratos 1996 - 2000e

Provincias
Salta
Jujuy
Catamarca
Total

1996
196.016
137.916
8278
342.210

1997
249.560
172.996
-422.556

1998
204.943
70.479
1.389
276.811

1999
s/d
s/d
s/d
565.647

2000
s/d
s/d
s/d
580.000

Fuente: Estadstica Minera de la Repblica Argentina.

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1.2. EMPRESAS PRODUCTORAS
En los ltimos aos se ha producido un crecimiento de la oferta argentina de boratos,
como consecuencia de la iniciacin de actividades de SR Minerals, firma de capitales
extranjeros que explota los yacimientos de Loma Blanca, Salta, a partir de 1996.
Actualmente la operacin est a cargo de la empresa Productora de Boratos Argentinos
quien adquiri la anterior firma.
Asimismo, la actividad del sector se encuentra concentrada en unas pocas firmas: Brax
Argentina S.A. que se mantiene con una participacin estable, Ulex S.A. y Santa Rita
entre otras.
Esta tendencia se verifica tambin a nivel mundial, ya que la adopcin de polticas de
calidad total incrementa las exigencias de las empresas hacia sus proveedores,
dificultando la incorporacin de nuevas firmas y excluyendo a aqullas que no estn en
condiciones de adecuarse a las nuevas normas del mercado.
ANEXO: Directorio de Empresas Productoras de Boratos
2. CARACTERSTICAS de la DEMANDA
Concentraremos el anlisis en tres sectores econmicos que utilizan boratos como
materia prima e insumo intermedio, por ser los ms relevantes en trminos de volmenes
demandados. Ellos son: industria de esmaltes y cermica, industria del vidrio y fibra de
vidrio e industria de fertilizantes.
2.1. ESTRUCTURA DE LA DEMANDA
De acuerdo a la informacin relevada por
el SINATEM, la estructura de demanda
domstica est estructurada de la
siguiente forma:
Usos
Acido Brico
Industria
Vidrio
Fertilizantes
Cermica

%
55
32
10
2
1
Acido Borico

Industria

Fertilizantes

Cermica

Vidrio

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2.2. SECTORES INDUSTRIALES
2.2.1. Industria de esmaltes y cermica
Este sector utiliza distintos tipos de boratos, de acuerdo a las caractersticas y calidades
del producto a obtener. El de mayor utilizacin ha sido hasta ahora el cido brico, en una
proporcin de aproximadamente 10% del producto final.
El comportamiento de este sector est altamente correlacionado con el sector de
construcciones, pues los submercados cermicos de pisos y revestimientos y sanitarios
estn ligados directamente a ese rubro.
El nivel de actividad del sector de la construccin en el tercer trimestre de 2000 respecto
al ao anterior, muestra una baja del 12,5%. El menor nivel de actividad se explica por la
baja en la demanda de empleo formal que disminuy un 16,8% segn el SIJP. Por su
parte, la demanda de insumos, excepto pinturas, tuvo un descenso interanual del 8,4%.
Tambin se verifica el menor nivel de actividad, en la disminucin del 5% en la solicitud de
permisos de edificacin que releva el INDEC.
En el caso de las inversiones en este sector, se observa que las mismas continuaron
retrocediendo en el tercer trimestre de 2000. Los indicadores disponibles relacionados con
la utilizacin de insumos confirmaron este comportamiento con fuertes cadas.
En los ltimos aos, con el desarrollo y modernizacin de la industria cermica, estos
productos han dejado de ser un material de construccin ms, constituyndose en un
importante elemento adicional de la decoracin interior y estilo arquitectnico. Esto
impulsa a que la industria se adapte continuamente a los nuevos requerimientos del
mercado, a travs de la mejora de la presentacin, nuevos diseos, colores, brillo, etc.
Esta tendencia mundial est haciendo crecer significativamente el mercado en nuestro
pas, a pesar de la situacin adversa de la actividad de la construccin.
Bajo esta lnea de trabajo, algunas empresas del mercado cermico, pudieron mejorar sus
ventas y aumentar su participacin de mercado.
2.2.2. Industria del vidrio y fibra de vidrio
Al igual que en el caso de las cermicas, este sector utiliza distintos tipos de boratos, de
acuerdo a las caractersticas y calidades del producto a obtener. Sin embargo, el cido
brico es el ms usado, en una proporcin de aproximadamente el 5 al 15% del producto
final.
En el caso del vidrio, el boro es incorporado en la fabricacin de vidrios especiales, por
ejemplo, el de vajilla tipo borosilicato trmico o PYREX, en envases medicinales, material
de laboratorio, material de iluminacin, etc.

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En los ltimos aos se produjo un fuerte crecimiento de la produccin lo que condujo a
una utilizacin plena de la capacidad productiva. La continuidad de est tendencia se
encuentra subordinada a un posible aumento de las exportaciones.
2.2.3. Industria de fertilizantes
Suelos Deficientes en Micronutrientes. En un relevamiento realizado en la regin
pampeana con 266 muestras, los micronutrientes mas frecuentemente deficientes son en
orden de importancia: boro, zinc y cobre. El grfico de abajo (Fig. 2) muestra la
distribucin en cada categora: muy deficiente, deficiente, medio, suficiente, bien provisto.
70
60
50
40
(%)

30
20
10
0
< 0.1

0.10.3
Porcentaje de muestras
Boro

0.30.5
Zinc

0.50.7

>
0.7
ppm

Cobre

Figura 2. Frecuencia de deficiencias de micronutrientes en suelos pampeanos.


Mercado Potencial de Micronutrientes. De los cultivos que ms sensibilidad especfica
a micronutrientes, donde a su vez se producen sobre suelos que presentan una
determinada frecuencia de deficiencias, se destacan principalmente el uso de boro en
girasol y en alfalfa, y el de zinc en maz y en arroz. Estas combinaciones determinaran
las mayores probabilidades de xito comercial al encarar una promocin de su uso, por el
potencial de respuestas econmicas que se observaran. Secundariamente se encuentra
la posibilidad de zinc y boro en soja. Los cultivos cubren importantes superficies, segn se
detalla en la tabla de abajo, (Tabla 3) promedio de varios campaas, junto con el
porcentaje del rea posible.
Descontando que una parte de esta demanda se cubrira con productos solubles, y que se
compensara por la participacin parcial de productos no solubles en cultivos intensivos
como citrus, gran demandante de zinc, surgen las cifras en la tabla del consumo
potencial. Medido como elemento, el consumo potencial anual podra situarse en unos
2000 t de boro, en 7000 t de zinc y 1000 t ao de cobre.
Si se considerara un contenido de promedio ponderado del 25% de elementos ponderado
entre los distintos productos del 25%, esta estimacin se aproximara a la estimacin
anterior, de 40 mil t por ao. Considerando un 5% de la participacin en el mercado como

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BORATOS
fritas, el volumen potencial podra ubicarse en cantidades alrededor de 1500 a 2000
toneladas de producto. Desde ya que esa cantidad potencial tomara un tiempo en
alcanzarse ya que actualmente el rea tratada es muy baja, inferior al 0.1 %.
Tabla 3. rea cultivada y potencialmente tratable con micronutrientes en Argentina.
rea
Cultivo
Cultivada
Tratable
Dosis Recomendada
Consumo Potencial (1)
B
Zn
Cu
B
Zn
Cu
.. has x 1000...
.. % ..
......... kg / ha ........ ...... t x 1000 ...
Maz
3130
30
-2-10 --4700 -Girasol
3557
50
0.2-1.0
---1067 --Alfalfa(*)
1525
30
0.2-1.0
--275 --Soja
6825
10
0.2-1.0
2-5 -409 2050
Arroz
225
20
-2-5 --- 135 -Trigo
5500
5
--- 1-3
--- 550
Pasturas Mixtas 7250
3
0.2-1.0
-- 1.3
130
-- 435
TOTAL
28.012
1881 6885 985
(1): Tomando como dosis promedio: 0.6 kg/ha de B; 5 kg/ha p/maz, y 3 kg/ha p/soja y arroz de
Zn; y 2 kg/ha de Cu.

Mercado Actual de micronutrientes en Argentina. Recin desde 1996 se contabiliza


mas o menos detalladamente las importaciones de micronutrientes (Tabla 4).
Tabla 4. Fertilizantes con micronutrientes importados en Argentina.

Granulados
Foliares con micros(^)
Foliares totales
Totales

1996
1997 1998 (*)
......... Miles de U$ .........
88 11,495 1,177
....
337 411
1,348
1,593 ....
...
12,709 1,588

1996 1997 1998(*)


...........Miles de t ............
261 1,050 2,718
136
143
60
744
842 310
397 1,193 2,778

(^) Incluye productos para fertirriego, ambos pueden categorizarse como solubles.
(*) Hasta Septiembre inclusive.

En esta corta serie de datos, es posible ver un crecimiento importante de este mercado.
Muchas de las empresas ms importantes proveedores de fertilizantes NPK: AGRIUM /
Agroservicios pampeanos y PASA, estn ya ofreciendo productos NPK con agregados
de micros, se entiende que han comprado a las empresas representantes y estn
ofreciendo mezclas fsicas con productos granulados.
Actualmente se destacan el esfuerzo de PASA, Agroservicios Pampeanos y BASF en la
promocin del uso de boro en girasol y alfalfa, y de zinc en maz.
Los principales proveedores de micronutrientes son NUTRIPLANT en Brasil, o FRIT
INDUSTRIES de EEUU, y los principales compradores son AGROSERVICIOS
PAMPEANOS, y PASA, desde 1998. Actualmente los productos son representados en
Argentina por AGRIUM, que representa a FRIT INDUSTRIES, y por AGROSUMA que

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BORATOS
representa a NUTRIPLANT. A pesar de estas diferencias, Nutriplant es una subsidiaria de
FRIT Industries.
(Informe: "El Mercado Argentino de Micronutrientes" - Ing. Agr. Phd Ricardo Melgar; Enero 1999)

3. CONSUMO APARENTE

600
500
Toneladas

El consumo aparente de boratos se mantiene


en constante crecimiento, y esta ntimamente
relacionado con la produccin de cido
brico. En 1996 el incremento fue de 39,85%
respecto del ao anterior. Por lo tanto dicho
aumento acompaa la tendencia positiva en
las exportaciones de cido brico, principal
consumidor de boratos.

400
300
200
100

La tabla V muestra el consumo aparente de


boratos en el periodo 1993-2000e, expresado
en toneladas.

0
1993 1994

1995 1996
1997 1998
1999 2000

Tabla III: Consumo Aparente de boratos

Aos
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000e

Produccin
146.349
215.021
244.933
342.210
422.556
276.811
565.647
580.000

Exportacin
Importacin
14.045
100 kg.
20.295
2
39.142
121
54.312
63
70.280
26
70.400
356
60.331
3
74.714
22

Consumo Aparente
132.304
194.728
205.911
287.961
352.302
206.767
505.319
505.308

Var %
12,48
47,18
5,74
39,85
22,34
-41,30
144,4
-0.002

Como se observa en la tabla V, en el 2000, el 11% de la produccin total se destin a la


exportacin, siendo que el 89% restante se dirigi al consumo local. Las importaciones
son poco significativas comparadas con los volmenes de produccin y consumo.
En 1998, la variacin en el consumo arroj resultados negativos, respecto al ao anterior,
de ms del 40%, mientras que en 1999, el consumo aparente marca un importante
crecimiento del 144% mantenido en el ao 2000.

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BORATOS
PARTE III: INTERCAMBIO COMERCIAL
El comercio exterior se desagregar en el mineral borato y el producto cido brico, ya
que ambos revisten relativa importancia en el intercambio comercial, siendo necesario
indicar su comercializacin por separado.
Argentina, bsicamente, es un pas exportador de borato. Ms del 50% de sus
exportaciones se dirigen a pases del MERCOSUR, en especial Brasil.
En cuanto a la comercializacin de borato, nuestras exportaciones se destinan
principalmente a Brasil, Australia, Uruguay y Espaa; e importamos pequeas cantidades
desde USA y Chile.
Las exportaciones de cido brico se dirigen principalmente al mismo grupo de pases
consumidores de boratos, mientras que las importaciones, mayormente, provienen de
Chile y USA.
1. BORATOS
1.1. POLTICA ARANCELARIA
La posicin arancelaria a travs de la cual ingresan y egresas los boratos es la siguiente,
de acuerdo a la nomenclatura NALADISA, [Link] boratos de sodio naturales y sus
concentrados; [Link] los dems
1.1.1. Aranceles De Importacin y Exportacin
En la actualidad dada la poltica de apertura comercial y la necesidad de incrementar las
exportaciones argentinas al resto del mundo, los boratos no estn gravados en las
exportaciones por ningn arancelamiento siguiendo con un objetivo de poltica nacional de
hacer ms competitivos los productos nacionales en el exterior.
En el caso de las importaciones los aranceles deben diferenciarse de acuerdo a si las
mismas tienen como origen pases del MERCOSUR (INTRAZONA) o si estn originadas
en terceros pases (EXTRAZONA). Las importaciones de boratos, por su parte, estn
gravadas con un 4% de arancel vigente para todos los pases del MERCOSUR. Dicha
estructura arancelaria se presenta seguidamente en la tabla III.
Tabla IV Aranceles de Importacin Extra e Intra Zona

Extra zona
AEC1
%
7

Derecho
%
4

T. Estadstica
%
0,5

Intra zona
Derecho
%
0

IVA
*
SI

IG2
*
SI

Imp. Int
Ver

Fuente: Gua practica del Exportador e Importador


1
2

Arancel Externo Comn


Impuesto a las ganancias

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BORATOS
Boratos de sodio natural y sus concentrados; y los dems:
En el caso de Chile, dada la firma del ACE N35 (Acuerdo Complementario Econmico)
para la conformacin de una zona de libre comercio, el MERCOSUR le otorg al pas
trasandino un 50% hasta el 31/12/01 de preferencia arancelaria sobre el derecho de
importacin en el marco del programa de desgravacin general. En cuanto a las
exportaciones desde Argentina a Chile, las mismas reciben un 78% de preferencia hasta
el 31/12/01.
En cuanto a Bolivia, en la firma del ACE para la conformacin de una zona de libre
comercio, el MERCOSUR le otorg a dicho pas un 28% hasta el 31/12/2001 de
preferencia arancelaria sobre el derecho de importacin en el marco del programa de
desgravacin general. En cuanto a las exportaciones desde Argentina a Bolivia, las
mismas reciben un 28% de preferencia hasta el 31/12/01. En todos los casos, las
preferencias continuarn bajando segn ele cronograma de desgravacin.
1.1.2. Incentivos a las Exportaciones
No existe para el caso de boratos ningn incentivo particular para beneficiar su
exportacin. Tanto INTRA como EXTRAZONA el reintegro para la exportacin es 0%
1.1.3. Devolucin del IVA
Los boratos, al igual que todos los productos cuyo destino es la exportacin, se encuentra
bajo el rgimen de la Ley 23.349 de IVA en la cual se establece la devolucin del pago del
IVA para los productos exportados de manera tal de no exportar impuestos.
A su vez, si se trata de nuevos proyectos mineros cuyo destino es la exportacin de sus
productos una vez inscriptos bajo el rgimen de la Ley 24.196 de Inversiones Mineras se
pueden obtener los beneficios de la devolucin anticipada del IVA regida por la Ley
24.402 y su decreto reglamentario N779/95.
1.2.

IMPORTACIN

Las importaciones de boratos no representan volmenes significativos. El volumen


mximo importado se registro en 1998 siendo de 356 toneladas provenientes de USA
(99%) y Espaa (1%).
La tabla VII muestra las importaciones de borato en el periodo 1995/1999 expresadas en
toneladas.
Tabla V Importacin de Boratos

1995
Bolivia
Chile
Espaa
Nueva Zelanda

--1,6
--

1996

1997
-60
---

1998
-----

25
331
---

1999

2000
--2
--

--1,8
20

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BORATOS
USA
Total

118
119,6

2,3
62,3

26
26

-356

0.015
3

0,016
22

Fuente: INDEC

1.3.

EXPORTACIN

A partir de 1995, con la implementacin del arancel externo comn, los distintos productos
derivados del borato se registran en la partida arancelaria [Link].
Las cifras agregadas muestran un crecimiento significativo de las exportaciones, y a Brasil
como el principal comprador, con ms del 50%.
Las exportaciones promediaron durante el perodo 1995-2000 alrededor de 59.000t con
un volumen mximo de exportacin durante el 2000.
La tabla VIII muestra las exportaciones de borato en el periodo 1995/2000 expresado en
toneladas.
Tabla VI Exportacin de Boratos

Australia
Brasil
Chile
Espaa
Portugal
Uruguay
Otros
Total

1995
12.780
18.879
---5.991
1.492
39.142

1996
13.049
29.427
-9.695
--2.141
54.312

1997
6.117
47.000
-10.500
1.045
109
5.509
70.280

1998
70
41.000
-14.000
597
-14.733
70.400

1999
187
43.100
-9.800
--7.244
60.331

2000
616
53.500
108
7587
1739
-11.154
74.714

Fuente: INDEC

2. CIDO BRICO
2.1. POLTICA ARANCELARIA
La posicin arancelaria a travs de la cual ingresa y egresa cido brico es la siguiente,
de acuerdo a la nomenclatura Comn del MERCOSUR, la posicin arancelaria es la
NALADISA: [Link] cido Ortoborico
2.1.1. Aranceles de importacin y exportacin
En la actualidad dada la poltica de apertura comercial y la necesidad de incrementar las
exportaciones argentinas al resto del mundo, el cido brico no esta gravado en las
exportaciones por ningn arancelamiento siguiendo con un objetivo de poltica nacional de
hacer ms competitivos los productos nacionales en el exterior.
En el caso de las importaciones los aranceles deben diferenciarse de acuerdo a si las
mismas tienen como origen pases del MERCOSUR (INTRAZONA) o si estn originadas
en terceros pases (EXTRAZONA). Las importaciones de cido brico, por su parte, estn
gravadas con un 10% de arancel vigente para todos los pases del MERCOSUR. Dicha
estructura arancelaria se presenta seguidamente en la tabla Vll.
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BORATOS

Tabla VII Aranceles de Importacin


1

AEC
%
10

Extra zona
Derecho T. Estadstica
%
%
10
3

Derecho
%
0

Intra zona
IVA
IG2
*
*
SI
SI

Imp. Int
Ver

Fuente: Gua practica del Exportador e Importador


1
Arancel Externo Comn
2
Impuesto a las ganancias

En el caso de Chile, dada la firma del ACE N35 (Acuerdo Complementario Econmico)
para la conformacin de una zona de libre comercio, el MERCOSUR le otorg al pas
trasandino un 50% de preferencia arancelaria sobre el derecho de importacin en el
marco del programa de desgravacin general hasta el 31/12/01. En cuanto a las
exportaciones desde Argentina a Chile, las mismas reciben un 50% de preferencia en el
mismo perodo.
En cuanto a Bolivia, en la firma del ACE para la conformacin de una zona de libre
comercio, el MERCOSUR le otorg a dicho pas un 70% de preferencia arancelaria sobre
el derecho de importacin en el marco del programa de desgravacin general hasta el
31/12/01. En cuanto a las exportaciones desde Argentina a Bolivia, las mismas reciben
un 50% de preferencia en el mismo perodo. Asimismo, los derechos continuarn bajando
segn el cronograma de desgravacin.
2.1.2. Incentivos a las exportaciones
No existe para el caso del cido brico ningn incentivo particular para beneficiar su
exportacin. Tanto INTRA como EXTRAZONA el reintegro para la exportacin es 0%
2.1.3. Devolucin del IVA
El cido brico, al igual que todos los productos cuyo destino es la exportacin, se
encuentra bajo el rgimen de la Ley 23.349 de IVA en la cual se establece la devolucin
del pago del IVA para los productos exportados de manera tal de no exportar impuestos.
A su vez, si se trata de nuevos proyectos mineros cuyo destino es la exportacin de sus
productos una vez inscriptos bajo el rgimen de la Ley 24.196 de Inversiones Mineras se
pueden obtener los beneficios de la devolucin anticipada del IVA regida por la Ley
24.402 y su decreto reglamentario N779/95.
2.2. IMPORTACIN
Las importaciones de cido brico son poco significativas. Cerca del 30% de nuestras
compras provienen de Chile, el 60% de las mismas tienen su origen en USA y el restante
10% tiene su procedencia en pases europeos. El volumen mximo comercializado fue de

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BORATOS
957 toneladas en 1997 por un valor de CIF dlares de 442.350 siendo el origen de las
mismas: Chile (42%), USA (49%) y Pases Bajos (9%).
La tabla X muestra las importaciones de cido brico en el periodo 1995/2000 expresado
en toneladas.
Tabla VIII Importacin de cido Brico

1995
Alemania
Blgica
Brasil
Chile
Hong Kong
Pases Bajos
USA
Total cido Brico

-7,9
-75
--216
300,8

1996
-5
-305
--546
856

1997

1998
2

-408
-81
466
957

2
--106
17
-391
516

1999
---130
--196
367

2000
1.65
0.05
22
120
-235
379

Fuente: INDEC.

2.3. EXPORTACIN
La tabla XI muestra las principales exportaciones de cido brico en el periodo 1995/1999
expresado en toneladas.
Tabla IX Exportacin de cido Brico

Australia
Brasil
Canad
India
Italia
Pases Bajos
Reino Unido
Sudfrica
Uruguay
Otros
Total cido Brico

1995
1996
1997
1998
1.002
861
861
871
6.670
9.041
8.353
8.586
-410
420
273
-- --728
-582
117
110
441
63
-389
42
3
-273
230
420
567
25
263 -237
168
9.649
12.022
10.683
11.159

1999
798
9.620
489
356
6
83
20
147
28
612
12.159

2000
595
9.953
232
335
28
--116
56
813
12.125

Fuente: INDEC

Como se observa en el cuadro anterior, Brasil es el principal mercado del cido brico
argentino, con un porcentaje que flucta entre el 70 y el 90%.
El perodo 1995-2000 muestra un promedio de 11.100t. anuales de exportacin con un
aumento de un 26%. El mayor volumen de exportacin se registr en 1999 con 12.159t
equivalentes a FOB Dlares 5,5 millones. Como fuera mencionado anteriormente Brasil
absorbi un 79% de las ventas argentinas al exterior, y fue seguido por Australia con un
7% y Canad con un 4%.

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BORATOS
3. COSTOS DE COMERCIALIZACIN
Los costos de transporte de las cargas de borato se detallan a continuacin. Los mismos
son orientativos.
Origen
Destino
Salar Diablillo - Cent. Salta Salta
Paso de los Libres
Iguazu
Buenos Aires

Importe
$/t 28
$/t. 32
$/t. 36
$/t. 33

Modalidad
Camin
Camin
Camin
Camin

Est. Pocitos

$/t. 27
$/t. 14,56
$/t. 13,68

[Link]. Belgrano
[Link]. Belgrano
[Link]. Belgrano

Resistencia
Salta (Est. Alvarado)
Est. Socompa

Para transportar cargas a Chile se debe hacer el cambio de [Link]. en la frontera. La


tarifa normal por t/km. es de $ 0,[Link] los valores son aproximados, sufriendo modificaciones de acuerdo a la forma en
que se entrega el producto, las cantidades transportadas, la programacin anticipada de
los envos, etc.
El valor de un flete entre Buenos Aires - San Pablo esta en el orden de los u$s/t. 132.
Este valor puede modificarse por las mismas variables que las indicadas para el
ferrocarril.
Estos valores se refieren a grandes cantidades. Se considera que el transporte cuenta
con carga de retorno, de no ser as estos precios pueden variar hasta en un 50%.

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BORATOS
PARTE lV: PRECIOS
1. PRECIOS INTERNOS
Los precios en el mercado interno son los siguientes (se deben tomar como precios
indicativos):
cido Brico
Ulexita 50
Ulexita 30

$/t 480.$/t 300.$/t 240.-

2. EVOLUCIN DE PRECIOS
La tabla muestra la evolucin de
los precios del cido brico, la
ulexita 50 y la ulexita 30 en el
periodo 1991/1999.
Como se puede observar en la
tabla, el comportamiento de los
mismos ha sido estable, al no
experimentar
importantes
fluctuaciones.
Tabla
Evolucin de los precios
de cido Brico, Ulexita 50 y
Ulexita 30

Evolucin de precios
1991 - 1999
600
500
400
300
200
100
0
1991

1992

1993

1994

Acido Borico

Aos
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999

cido Brico (u$s/t)


480
450
430
420
450
480
480

1995

1996

Ulexita 50

Ulexita 50 (u$s/t)

1997

1998

1999

Ulexita 30

Ulexita 30 (u$s/t)
370
350
330
320
300
300
300

260
250
240
230
230
240
240

3. PRECIOS INTERNACIONALES

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BORATOS
Los precios internacionales por toneladas publicados por Industrial
mensualmente son los siguientes, corresponden a diciembre de 1999:
A granel, FOB California, USA.
Brax Decahidratado
Brax Pentahidratado, refinado
Brax Dehidratado
cido Brico
Bolsas, UK (lotes 2 - 24 T)
Brax Decahidratado
Brax Pentahidratado, refinado
Brax Anhidro
cido Brico

Minerals

$ 286
$ 327
$ 742
$ 743

$ 747,45 - $ 840
$ 650 - $ 743
$ 1.376 - $ 1.469
$ 1.079 - $ 1.171

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BORATOS
PARTE V: SITUACIN INTERNACIONAL
1. PASES PRODUCTORES
Los principales yacimientos de boratos se encuentran localizados en Turqua donde las
reservas indicadas rondan los 150.000.000 de toneladas. La produccin de Turqua se
basa en los minerales de brax, colemanita y ulexita. En segundo lugar se encuentra
USA, quien produce cerca de 1.100.000 toneladas y posee reservas indicadas cercanas a
las 80.000.000 de toneladas. Sus depsitos se encuentran localizados en California donde
son explotados por cuatro compaas. La U.S. Brax (USA) lidera a nivel mundial la
produccin y comercializacin de boratos. El principal consumo del pas est concentrado
en los estados al Norte y Este del mismo y la estructura de la demanda esta conformada
aproximadamente de la siguiente manera: productos de vidrio 73%, agricultura 3%,
retardador de fuego 4%, jabones y detergentes 6% y otros 14%; el consumo de cido
brico fue el siguiente: productos de vidrio 43%, cermica 4%, retardador de fuego 5% y
otros 48%. En Estados Unidos (1999 - 2000), se firm un acuerdo entre los productores
de boratos y los principales productores de retardadores de fuego para desarrollar y
expandir el uso de boratos en plsticos y aditivos de polmeros.
Europa no posee depsitos de boratos pero es un importante consumidor de los mismos,
tal que el consumo se distribuye de la siguiente manera: productos de vidrio 23%,
cermica 10%, blanqueador 35%, agricultura 2% y otros 30%.
En Sudamrica, Argentina y Chile son los principales productores de boratos, con 580.000
y 200.000 toneladas respectivamente. Segn datos del 200, la Argentina se ubicaba como
tercer productor mundial de boratos con 580.000 t, despus de Turqua (1.400.000 t) y
USA (1.120.000 t).
La tabla XIl muestra los principales productores de boratos para el periodo 1995-2000
expresado en toneladas.
Tabla X Principales productores mundiales (miles de toneladas)

Pases
Argentina
Bolivia
Chile
China
Per
Turqua
USA
Total

1995
244
6
211
120
45
1,768
1,110

1996
342
9
149
157
39
1,446
1,150

1997
350
12
170
140
40
1,400
1,190

1998
270
12
160
140
40
1,550
1,170
4,370

1999
567
10
200
110
30
1,410
1,220
4,470

2000
580
10
200
110
30
1,400
1,120
4,270

Fuente: World Mineral Statistics 1990-1996

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BORATOS
2. PASES EXPORTADORES
USA es el segundo productor mundial de boratos, y exporta cerca de la mitad de su
produccin domestica, sus volmenes exportados rondan las 500.000 toneladas.
Principalmente exporta materiales que comprenden brax, cido brico, colemanita, y
ulexita. Otros pases exportadores son Turqua, Chile, Argentina, Bolivia, Per y China.
No es posible determinar cuales son los volmenes exportados.
En cuanto al cido brico, exportan los siguientes pases: USA, Chile, Francia, Italia,
Turqua, Argentina, Bolivia y Per.

3. PASES IMPORTADORES
Los principales pases importadores de boratos son europeos, que a falta de produccin
deben satisfacer su demanda va importacin, los mismos son Holanda, Francia, Italia, y
Espaa. Otros pases importadores son Japn, USA, Mxico, Canad, Brasil, Taiwan y
Australia.
En relacin al cido brico, la importacin esta dada bsicamente por Japn, Alemania,
Francia, Blgica, Reino Unido, Italia, Espaa, Holanda, Taiwan, Corea, Canad y Mxico.

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BORATOS
PARTE VI: MERCOSUR , CHILE Y BOLIVIA
1. BRASIL
Produccin
Brasil no cuenta con produccin de boratos, por lo tanto su demanda interna la satisface a
travs de la importacin.
Importacin de Boratos Naturales
Las importaciones de boratos naturales en el 2000 ascendieron a las 85.000 toneladas,
provenientes de Argentina 61%, Per 18% y Bolivia 17%.
Importacin de cido Brico
En cuanto a las importaciones de cido brico, en el 2000 fueron de aproximadamente
25.000 toneladas, siendo el principal proveedor la Argentina.
Exportacin
Las exportaciones de Brasil son poco significativas comparadas con las importaciones,
con volmenes que no superan los 1.000 kilos.
2. URUGUAY
Uruguay no registra produccin de boratos y solo importa pequeas cantidades. En el
2000 no se registraron importaciones y solo se observ una pequea cantidad exportada
a Brasil de 26 kg.
3. PARAGUAY
Paraguay no posee reservas de boratos, por lo tanto no se registra produccin del mismo.
De acuerdo a las estadsticas de comercio exterior de dicho pas, no se registra
comercializacin de boratos naturales.
4. CHILE
Produccin
La produccin en Chile se encuentra localizada en las regiones l y ll. La tabla XIII muestra
la evolucin de la produccin de ulexita en Chile entre 1990 - 1998.
Tabla XI Produccin de Ulexita

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BORATOS
Aos
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998

Toneladas
131.853
97135
202.716
117.072
85.935
211.312
149.008
170.605
280.140

Fuente: Memoria Anual 1998

Las principales empresas productoras son Quiborax, Qumica Industrial del Brax Ltda.,
Soc. Minera del Boro Ltda, y S.C.M. Boratos Andinos.
Las exportaciones de boratos en el 2000 fueron de aproximadamente 36.000 toneladas,
dirigidas a ms de 10 pases, principalmente Brasil y Estados Unidos.
5. BOLIVIA
La produccin minera se desagrega en tres sectores: COMIBOL (se dedica bsicamente
a la produccin de minerales metalferos), Minera Mediana (produccin de minerales
metalferos) y Minera Chica y Cooperativas se dedican a la produccin de minerales
industriales.
En 1996 la produccin de ulexita fue de 4.127,8 toneladas por un valor de u$s 1.435.601.
Dicha produccin esta en manos de la minera chica y cooperativas, segn el anuario
estadstico boliviano.
Respecto a la produccin de cido brico y brax, las mismas fueron de 4.899,3 y 203,5
toneladas respectivamente por un valor de u$s 2.430.792 y 80.960 cada una y la
produccin proviene del mismo sector.
Respecto a la exportacin de ulexita, cido brico y brax, la siguiente tabla muestra la
comercializacin de los mismos en el periodo 1990 - 1996 en toneladas.
Ao
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997

Ulexita

cido Brico
1.087,8
4.419,6
7.444,5
7.953,7
6.835,5
3.855,6
4.127,8
S/d

Brax
-

944,8
1.713,4
2.747,6
2.705,4
4.899,3
S/d

849,7
330,0
203,5
S/d

Fuente: Anuario Estadstico de Bolivia

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BORATOS
Las exportaciones de ulexita sufrieron una importante cada en 1995 (-43,59%) para luego
recuperarse en 1996 un 7,06% respecto al ao anterior. El principal destino de las
exportaciones es Brasil, quien absorbe aproximadamente del 76% seguido por Chile con
el 10% del total.
En relacin al cido brico, la tendencia de las exportaciones es creciente, observndose
el principal salto en 1996 con un 81% de incremento respecto al ao anterior. Los
principales pases demandantes son USA (30%) e Italia (25%). Ambos pases concentran
el 55% de la demanda.
Las exportaciones de brax son poco significativas, y muestran un comportamiento
decreciente. Hasta 1994 no se registraba exportacin y el volumen ms importante se
observa en dicho ao con 849 toneladas, 4 veces mayor que la exportacin registrada en
1996. Su principal demandante es Brasil.

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BORATOS
ANEXO
DIRECTORIO DE EMPRESAS PRODUCTORAS
EMPRESA
BORAX ARGENTINA S.A.

DOMICILIO
TELEFONO
Avda. Fasio N 912 - 4600
- San 0388 4222990
Salvador de Jujuy, Jujuy
[Link] N 369 - 4400 - Salta
0387-4311869
FERNANDEZ-SOLA S.A.
Tucumn N 1498 - 4400 - Salta
0387-4234598
FRANCISCO CRUZ
Francisco De La Cruz N 1148-Ciudad del 0387-4250825
GEO ANDINA S.R.L.
Milagro - 4400 - San Salvador de Jujuy,
Jujuy
Ruta N 36 km. 2 Campo Quijano - 4400 - 0387-4904135
MINERA SANTA RITA
Salta
PROCESADORA DE BORATOS Ruta Prov. 1 - 4600 - San Salvador de 0388-4228309
Jujuy, Jujuy
ARGENTINOS S.A.
Asuncin N 2135/41 - 1419 - Capital 4574-1555
ULEX S.A
Federal
Avda. J.M. De Rosas s/n - 4400 - Salta 0387 - 4241335
ULEX S.A
La Opinin esquina Radio Splendid B 0387-4240554
VIENTO BLANCO S.R.L.
Intersindical - 4400 - Salta
Fuente: Secretaria De Energa Y Minera

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BORATOS
BIBLIOGRAFA
British Geological Survey.
Nottingham 1996.-

World Minerals Statistics 1991-1995. Keyworth,

United States Department of the Interior United States Geological Survey.


Mineral Commodity Summaries 1997. USA 1997. Peter W. Harben. Industrial Mineral Handybook. 2nd. Edition. U.K.1995. Society of Mining, Metallurgy and Exploration, Inc. Industrial Minerals and Rocks.
6th edition. Littleton, Colorado 1994. Industrial Mineral - Junio 1997. USA 1997. Subsecretaria de Minera. Estadstica Minera de la Repblica Argentina 1990-1995.
Buenos Aires 1996. Subsecretaria de Minera. Comercio Exterior de sustancias minerales 1990 1994. Buenos Aires 1995. INDEC. Anuario de Comercio Exterior. Buenos Aires 1996. INDEC. MERCOSUR: Sinopsis Estadstica. Buenos Aires 1995. Ministerio de Minas y Energa. Anuario Mineral Brasileo. Brasilia 1996. Ministerio de Minas y Energa. Sumario Mineral 1995. Brasilia 1995. Organizacin Puntodiez S.A.. Direcmin 97. Santiago, Chile 1997. Secretaria Nacional de Minera de Bolivia. Anuario estadstico. Sector Minero
Metalrgico 1980 - 1996. La Paz, Bolivia 1997. Roskill

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