Copyright 0
Oficina Internacional del Trabajo (Cinterfor) 1977
Las p u b l i c a c i o n e s de la O f i c i n a I n t e r n a c i o n a l del T r a b a j o e s t n p r o t e g i d a s por e l
c o p y r i g h t de conformidad con l a s d i s p o s i c i o n e s , d e l p r o t o c o l o nm. 2 de la Convencin
U n i v e r s a l sobre Derecho de A u t o r .
No o b s t a n t e , podrn r e p r o d u c i r s e breves e x t r a c t o s de
l a s mismas s i n necesidad de a u t o r i z a c i n p r e v i a , siempre que se indique la f u e n t e .
En
todo lo r e f e r e n t e a la reproduccin o t r a d u c c i n de d i c h a s p u b l i c a c i o n e s , deber
d i r i g i r s e la c o r r e s p o n d i e n t e s o l i c i t u d a C i n t e r f o r , C a s i l l a de c o r r e o 1761, Montevideo,
Uruguay.
C i n t e r f o r acoge con b e n e p l c i t o t a l e s s o l i c i t u d e s .
CBC Herrero
Primera edicin: 1977
Hecho e l d e p s i t o l e g a l n '
106.503/77
E l Centro Interamericano de I n v e s t i g a c i n y Documentacin sobre Formacin P r o f e s i o n a l
( C i n t e r f o r ) es una agencia e s p e c i a l i z a d a de la OIT, e s t a b l e c i d a en 196A con e l f i n de
impulsar y c o o r d i n a r los esfuerzos de l a s i n s t i t u c i o n e s y organismos dedicados a ta
formacin p r o f e s i o n a l en la r e g i n .
La r e s p o n s a b i l i d a d de l a s o p i n i o n e s expresadas en l o s a r t c u l o s , e s t u d i o s y o t r a s
c o l a b o r a c i o n e s f i r m a d a s , incumbe e x c l u s i v a m e n t e a sus a u t o r e s y su p u b l i c a c i n no
s i g n i f i c a que C i n t e r f o r l a s apruebe.
Las p u b l i c a c i o n e s de C i n t e r f o r puede o b t e n e r s e en l a s o f i c i n a s l o c a l e s de la OIT en
muchos p a s e s o p i d i n d o l a s a C i n t e r f o r , C a s i l l a de c o r r e o 1761, Montevideo, Uruguay.
Puede s o l i c i t a r s e un c a t l o g o y l i s t a de nuevas p u b l i c a c i o n e s a la d i r e c c i n
a n t e r i o r m e n t e mencionada.
VV
d! T k
CBC
COLECCIONES BASICAS CINTERFOR
Ttulos publicados
Mecnico A j u s t a d o r -CIUO 8-^1.05 (Segunda e d i c i n c o r r e q i d a )
Tornero mecnico -CILIO 8-33-20 (Segunda ed i c i n c o r r e g i d a )
Fresador mecnico -ClUO 8-33.30 (Segunda e d i c i n c o r r e g i d a )
R e c t i f i c a d o r mecnico -ClUO 8-33.70
Tratador trmico de metales -ClUO 7-26.10
Soldador por arco e l c t r i c o -ClUO 8-72.20
Soldador o x i a c e t i l n i c o -ClUO 8-72.15
Mecnico automotriz - C l U O 8-43.20
Cocinero p r o f e s i o n a l -ClUO 5-31.30
E l e c t r i c i s t a de automviles -ClUO 8-55.^1
E l e c t r i c i s t a de e d i f i c i o s - I n s t a l a d o r - -ClUO 8-55.20
A j u s t a d o r e l e c t r i c i s t a , Bobinador -ClUO 8-51.20/30
M a t r i c e r o para metales -ClUO 8-32.21
M a t r i c e r o para p l s t i c o s -ClUO 8-32.22
A f i l a d o r de herramientas -ClUO 8-35-30
Operacin de mquinas a g r c o l a s -AGRIC.
Mecnico de maquinaria a g r c o l a -ClUO 8-^9.55
Mecnico de motores d i e s e l -ClUO 8-it9-20 y 8-^3.21
Plomero -ClUO 8-71-05
A l b a i 1 -ClUO 9-51-20
Encofrador -ClUO 9-52.20
Armador de hormign -ClUO 9-52.30
Herrero -ClUO 8-31.10
Calderero -ClUO 8-73.10 y 8-7^.30
Trabajador en chapa f i n a y p e r f i l e s -ClUO 8-73.30/^0
Ttulos en preparacin
R e c e p c i o n i s t a de h o t e l -ClUO 3-9^.20
Conserje de hotel -ClUO 5-^0.55
C a j e r o de hotel -ClUO 3-31.60
Camarera de h o t e l -ClUO 5-^0.50
Productor de maz -AGRIC.
Productor de tomates -AGRIC.
Productor de n a r a n j a s -AGRIC.
Productor de arroz -AGRIC.
Mecnico de r e f r i g e r a c i n -ClUO 8-^1.80
E l e c t r o n i c i s t a -ClUO 8-52.10
Impresos en los talleres
Cinterfor.
de
Cinterfor
INTRODUCCION
La Coleccin Bsica C i n t e r f o r -CBC- para Herrero
forma parte de una
f a m i l i a de CBC de ocupaciones a f i n e s denominada "Mecnica G e n e r a l " .
E s t a f a m i l i a t r a d i c i o n a l de Mecnica General i n t e g r a , en su mayor
p a r t e , las ocupaciones r e l a t i v a s a la labra de m e t a l e s , subgrupo
8-3 de la C l a s i f i c a c i n I n t e r n a c i o n a l Uniforme de Ocupaciones de la
O IT (ClUO) y algunas ocupaciones de los subgrupos 8-4 y 8-7 del ClUO.
Cada CBC en sf no c o n s t i t u y e un manual pero, dado que fueron conceb|
das con la d u c t i l i d a d n e c e s a r i a , s i r v e n de base para la preparacin
de m a t e r i a l de i n s t r u c c i n para la p a r t e p r c t i c a de todo t i p o de
c u r s o s , tanto de formacin p r o f e s i o n a l , como de educacin t c n i c a ,
con d i v e r s o s o b j e t i v o s y para d i v e r s o s n i v e l e s de educandos.
Estas c o l e c c i o n e s tienen adems v a l i d e z r e g i o n a l , al s e r producidas
o v a l i d a d a s por grupos de t r a b a j o m u l t i n a c i o n a l e s integrados por es
p e c i a l i s t a s de los pafses l a t i n o a m e r i c a n o s , organizados y coordinados por C i n t e r f o r .
En la presente CBC no se i n c l u y e e l
Documento Normativo, dado que ha s [
do d i f u n d i d o en forma amplia en todas las c o l e c c i o n e s a n t e r i o r e s
que
comprende la f a m i l i a de Mecnica Ge
neral.
DESCRIPCION DE LA CBC
Campo de apTcacon de la CBC para
Herrero
Las hojas de operacin y las de informacin t e c n o l g i c a contenidas
en la presente CBC para Herrero son a p l i c a b l e s en la preparacin
de m a t e r i a l d i d c t i c o para ensear p r c t i c a s de t a l l e r y aspectos
t e r i c o s de las s i g u i e n t e s ocupaciones i n c l u i d a s en la C l a s i f i c a c i n
I n t e r n a c i o n a l Uniforme de Ocupaciones de la OIT (ClUO):
8-31.10
HERRERO
F o r j a y repara o b j e t o s y piezas de h i e r r o y a c e r o , como herramienta
de mano, c o r c h e t e s , cadenas, aperos de labranza y partes de e s t r u c turas m e t l i c a s , u t i l i z a n d o m a r t i l l o s de mano o mecnicos:
e l i g e e l metal y lo c a l i e n t a en una fragua; coloca e l
metal sobre e l yunque, le da forma, s i r v i n d o s e de un
m a r t i l l o ^ y lo c o r t a y t a l a d r a ; recuece las p i e z a s ,
aade un fundente y las s u e l d a , golpeando con e l mart i l l o ; da e l temple y recocido a l metal, piezas u obj e t o s ; repara objetos de metal en la f o r j a .
Puede e s p e c i a l i z a r s e en c i e r t o gnero de t r a b a j o , como
en la f a b r i c a c i n y reparacin de aperos de labranza,
piezas d e c o r a t i v a s de h i e r r o , troqueles y herramientas
c o r t a n t e s , como c i n c e l e s , hachas y guadaas; en la reparacin de piezas de los equipos y herramientas u t i U
zados en minas y c a n t e r a s ; en la f a b r i c a c i n y colocacin de herraduras a los animales o en la f a b r i c a c i n
de cadenas, y s e r designado de acuerdo con su especia1izacin.
Tambin es a p l i c a b l e al t o t a l o a p a r t e del proceso de formacin de
otras ocupaciones t a l e s como:
8-31.20
Forjador a m a r t i l l o
8-31.30
Forjador a m a r t i l l o
Herrero
piln
rural
Esta CBC tambin puede u t i l i z a r s e para ampliar y profundizar e l mate
r i a l d i d c t i c o a p l i c a b l e en e l proceso de formacin de o t r a s ocupaciones de la f a m i l i a de Mecnica g e n e r a l .
Operaciones e informacin
tecnolgica
Las operaciones i n c l u i d a s en e s t a CBC son consideradas b s i c a s para
la e j e c u c i n de t a r e a s inherentes a la ocupacin de H e r r e r o , en e l
rea l a t i n o a m e r i c a n a .
Los programadores de las i n s t i t u c i o n e s podrn notar que en la prct i c a , al e l a b o r a r manuales para cursos e s p c T f i c o s , pueden f a l t a r
algunas operaciones.
Es muy probable que estn i n c l u i d a s en o t r a
CBC del grupo de Mecnica g e n e r a l .
En cuanto a informaciones t e c n o l g i c a s , es i m p r e s c i n d i b l e que se^con
s u l t e n los n d i c e s completos ( V l I - I n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para '^Mecnica g e n e r a l " por CODIGO), pues una amplia cantidad de
hojas son a p l i c a b l e s a mas de una ocupacin, v a l e d e c i r que, mient r a s l a s operaciones son b s i c a s y en general e s p e c f i c a s de una ocu
p a c i n , las informaciones t e c n o l g i c a s son comunes (en g e n e r a l ) a
una f a m i l i a de ocupaciones, en e s t e caso a Mecnica generala
INDICES
HOJAS DE OPERACIN
i - OPERACIONES ordenadas por nmero de REFERENCIA.
REFERENCIA
Ocupacin:
HERRERO.
Nombre de la operacin
Ol/F
Preparar y encender la fragua
02/F
Calentar el material en la fragua
03/F
Estirar en caliente con martillo
04/F
Aplanar con plana
05/F
Redondear con martillo
06/F
Doblar barras en el yunque
07/F
Recalcar
08/F
Doblar en ngulo vivo
09/F
Cortar con tajadera
10/F
Forjar a mano una barra hexagonal partiendo de otra redonda
11/F
Estrangular o degollar
12/F
Estirar en cua
13/F
Retorcer planchuelas
14/F
Agujerear con punzn a mano
15/F
Hacer platina
16/F
Estirar con martinete
17/F
Estampar con estampa de mano en el martinete
18/F
Ranur^r
19/F
Estampar con martinete de cada libre o con prensa
20/F
Rebabar con balancn o con prensa
21/F
Curvar con estampa a mquina
22/F
Soldar por martilleo en caliente
II - OPERACIONES por orden ALFABTICO.
Ocupacin:
HERRERO.
NOMBRE DE LA OPERACIN
Referencia
Agujerear con punzn a mano
14/F
Aplanar con plana
04/F
Calentar el material en la fragua
02/F
Cortar con tajadera
09/F
Curvar con estampa a mquina
21/F
Doblar barras en el yunque
06/F
Doblar en ^gulo vivo
08/F
Estampar con estampa de mano en el martinete
17/F
Estampar con martinete de cada libre o con prensa
19/F
Estirar con martinete
16/F
Estirar en caliente con martillo
03/F
Estirar en cua
12/F
Estrangular o degollar
11/F
Forjar a mano una barra hexagonal partiendo de otra redonda
10/F
Hacer platina
15/T
Prparar y encender la fragua
01/F
Ranurar
18/F
Rebabar con balancn o con prensa
20/F
Recalcar
07/F
Redondear con martillo
05/F
Retorcer planchuelas
13/F
Soldar por martilleo en caliente
22/F
IV - I n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICA
DOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO. SOLDADOR OXIACETILENICO, A F I L A - "
DOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA H N A . c o n t . )
MECANICO AJUSTADOR
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Afilar brocas helicoidales
20/A
Afilar herramientas de uso manual
13/A
Agujerear en la taladradora
06/A
Alinear elementos de transmisin
33/A
Aserrar a mano
11/A
Aserrar en sierra de cinta
21/A
Avellanar cilindrico
23/A
Avellanar conico
07/A
Cepillar estras con la limadora
26/A
Cepillar horizontalmente, con escuadra sup. plana y sup. paralela
16/A
Cepillar ranuras en "T"
27/A
Cepillar ranuras rectas
25/A
Cepillar superficie plana en ngulo
18/A
Cepillar verticalmente superficie plana
17/A
Cincelar
12/A
Curvar y doblar chapa fina
05/A
Desmontar y montar rodamientos (limpieza y lubricacin)
32/A
Enrollar alambre en forma helicoidal (en la morsa) .
19/A
Escariar cilindrico con escariador fijo (a mano)
24/A
Escariar con escariador regulable
29/A
IV - I n d i c e g e n e r a l d e OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICA
DOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILE^NICO, A F I L A - "
DOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA, (cont.)
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Escariar conico (a mano)
28/A
Limar material fino
04/A
Limar superficies concavas y convexas
15/A
Limar superficie plana
01/A
Limar superficies planas en ngulo
10/A
Limar superficies planas paralelas
09/A
Montar bujes
31/A
Rasquetear
30/A
Roscar con machos a mano
14/A
Roscar con terraja (a mano)
22/A
Trazar arcos de circunferencia
03/A
Trazar con gramil
08/A
Trazar rectas en el plano
02/A
TORNERO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Abrir rosca cuadrada externa
22/T
Abrir rosca cuadrada interna
31/T
Abrir rosca mltiple (externa o interna)
33/T
Abrir rosca trapecial (externa e interna)
32/T
IV - I n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i co y por ocupaciones.
^
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOI^, RECTIF]_
CADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OX1ACETILENICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA
FINA, ( c o n t . )
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Abrir rosca triangular derecha interna
28/T
Abrir rosca triangular extema, por penetracin oblicua
21/T
Abrir rosca triangular externa, por penetracin perpendicular
19/T
Afilar herramienta de carburo metlico
35/T
Afilar herramienta de desbastar
05/T
Agujerear con broca montada en el husillo
27/T
Agujerear usando el cabezal mvil
07/T
Centrar en el plato de cuatro mordazas independientes
14/T
Escariar en el tomo
17/T
Fresar chavetero en el torno
41/T
Hacer agujero de centro
03/T
Hacer resortes helicoidales en el tomo
24/T
Mandrilar en el tomo
34/T
Moltear en el tomo
13/T
Perfilar con herramienta de forma
16/T
Ranurar y tronzar en el tomo
08/T
Rectificar superficies cnicas y cilindricas externas
29/T
Refrentar
02/T
Roscar con macho en el tomo
09/T
Roscar con terraja en el torno
11/T
Tornear con centros postizos
39/T
Tornear conico con copiador
30/T
IV - n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL^' por orden a l f a b t i co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIF_I_
CADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA
FINA, ( c o n t . )
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Tornear con luneta fija
38/T
Tornear con luneta mvil
26/T
Tornear en el plato liso
36/T
Tornear excntrico
25/T
Tornear piezas en mandril
23/T
Tornear piezas montadas en perfiles en escuadra
40/T
Tornear rebaje interno (Refrentado interior)
15/T
Tornear superficie cilindrica en el plato y punta
04/T
Tornear superficie cilindrica entrepuntas
12/T
Tornear superficie cilindrica externa en el plato universal
01/T
Tornear superficie cilindrica interna (pasante)
lO/T
Tornear superficies concavas o convexas (movimiento bimanual)
18/T
Tornear superficie cnica desalineando la contrapunta
20/T
Tornear superficie cnica externa usando el carro porta-herramientas
06/T
Tornear superficie esferica
37/T
FRESADOR
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Agujerear en la fresadora
11/FR
Alesar en la fresadora
19/FR
Alinear morsa y material
12/FR
Construir ranuras rectas con mortajador en la fresadora
20/FR
IV - I n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
,
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO. FRESADOR, RECTIF_I_
CADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO., TRABAJADOR EN CHAPA
FINA, ( c o n t . )
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Grabar divisiones usando la fresadora
27/FR
Hacer divisin diferencial en el aparato divisor
28/FR
Fresar contornos (Superficies exteriores e interiores)
21/FR
Fresar corona de dientes concavos para tomillo sin fin
33/FR
Fresar dientes de cremallera
26/FR
Fresar dientes frontales
29/FR
Fresar dientes rectos para engranajes cilindricos exteriores
24/FR
Fresar dientes rectos para engranaje conico
31/FR
Fresar ranura de trayectoria circunferencial
23/FR
Fresar ranuras rectas (Por reproduccin del perfil de la fresa)
13/FR
Fresar ranuras rectas (Seccin en "T")
17/FR
Fresar ranura recta (Seccin Trapecial)
18/FR
Fresar ranuras y dientes helicoidales
30/FR
Fresar rebajes
lO/FR
Fresar segn trayectoria espiral
34/FR
Fresar superficies concava y convexa
22/FR
Fresar superficie plana horizontal (Fresado frontal)
06/FR
Fresar superficie plana horizontal (Fresado tangencial)
04/FR
Fresar superficie plana inclinada
09/FR
Fresar superficie plana paralela o perpendicular a una de referencia
08/FR
Fresar superficie plana vertical
07/FR
Fresar [Link] en ngulo (Usando aparato divisor o mesa circular)
15/FR
IV - n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t
co y por ocupaciones.
^
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, [Link], FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TE'RMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILEN I CO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA,
(cont.)
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Fresar tornillo sin fin
32/FR
Montar cabezal universal en la fresadora.
05/FR
Montar material en la morsa
02/FR
Montar material sobre la mesa'
16/FR
Montar morsa en la fresadora
Ol/FR
Montar portafresas y fresas
03/FR
Montar soporte de engranajes y engranajes
25/FR
Montar y preparar el aparato divisor (Divisin directa e indirecta)
14/FR
RECTIFICADOR
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Balancear muela
06/R
Montar lunetas para rectificar
24/R
Rectificar muela*(Rectificadora plana tangencial)
01/R
Rectificar ranura
09/R
Rectificar superficie cilindrica entre puntas con rebaje sin salida
.15/R
Rectificar superficies cilindricas escalonadas, entre puntas
14/R
Rectificar superficie cilindrica externa al aire
16/R
Rectificar superficie cilindrica interna con rebaje sin salida
22/R
Rectificar superficies cilindricas internas escalonadas
21/R
Rectificar superficie cilindrica interna pasante
18/R
V - n d i c e general de OPERACIONES para "MECNICA GENERAL" por orden a l f a b t
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO. SOLDADOR OXIACETILNICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA
FINA, ( c o n t . )
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Rectificar superficie cilindrica pasante entre puntas
12/R
Rectificar superficie cnica entre puntas con salida
13/R
Rectificar superficie cnica extema al aire
17/R
Rectificar superficie cnica interna
19/R
Rectificar superficies planas escalonadas
08/R
Rectificar superficie plana frontal (Con muela de copa)
07/R
Rectificar superficie plana oblicua
10/R
Rectificar superficies planas oblicuas (Con muela perfilada)
11/R
Rectificar superficies planas paralelas
04/R
Rectificar superficie plana perpendicular
05/R
Rectificar superficie plana (Pieza sujeta en la morsa)
03/R
Rectificar superficie plana (Sobre plato magntico)
02/R
Refrentar en rectificadora cilindrica universal
20/R
Refrentar interno
23/R
TRATADOR TERMICO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Medir dureza
05/TT
Normalizar
06/TT
Operar hornos de combustin
04/TT
Operar homo de electrodos para baos
03/TT
IV - n d i c e general de OPERACIONES para "MECNICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA,
(cont.)
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Operar homo elctrico de cmara
01/TT
Operar horno electrico para baos
02/TT
Operar horno para tratar termoqumicamente con gas
14/TT
Recocer
07/TT
Revenir
09/TT
Templar
08/TT
Templar isotrmicamente
10/TT
Templar superficialmente
11/TT
Tratar termoqumicamente (Con sustancias gaseosas)
15/TT
Tratar termoqumicamente (Con sustancias lquidas)
13/TT
Tratar termoqumicamente (Con sustancias solidas)
12/TT
SOLDADOR POR ARCO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Encender y mantener el arco elctrico
01/SE
Preparar equipo para soldar bajo atmosfera de bioxido de carbono
(CO2)
15/SE
Puntear
02/SE
Soldar a tope con chafln (Posicion horizontal)
11/SE
Soldar a tope con chafln (Posicion plana)
04/SE
Soldar a tope con chafln (Posicion sobre-cabeza)
14/SE
Soldar a tope con chafln (Posicion vertical ascendente)
07/SE
IV - n d i c e general de OPERACIONES para "MECNICA GENERAL" por orden a l f a b t i
t i c o y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA.
(con t . )
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Soldar a tope sin chafln bajo atmosfera de bioxido de carbono
(Posicion plana)
16/SE
Soldar a tope sin chafln (Posicion horizontal)
10/SE
Soldar a tope sin chafln (Posicion plana)
03/SE
Soldar a tope sin chafln (Posicion sobre-cabeza)
13/SE
Soldar a tope sin chafln (Posicion vertical ascendente)
06/SE
Soldar aluminio a tope sin chafln bajo atmosfera inerte (Posicion
plana)
17/SE
Soldar en ngulo (Posicion plana)
05/SE
Soldar en ngulo (Posicion sobre-cabeza)
12/SE
Soldar en ngulo (Posicion vertical ascendente)
08/SE
Soldar vertical descendente
09/SE
SOLDADOR OXIACETILENICO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Oxicortar a mano
07/SO
Preparar equipo oxiacetilenico
01/SO
Soldar con material de aporte en posicion plana
03/SO
Soldar horizontal
04/SO
Soldar sin material de aporte
02/SO
Soldar sobre-cabeza
06/SO
Soldar vertical ascendente
05/SO
IV - I n d i c e genera de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i co y por ocupaciones.
^
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECT1F]_
CADOR, TRATADOR TE'RMTCO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILE'NICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA,
(cont.)
AFILADOR DE HERRAMIENTAS
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Afilar corte frontal en herramientas (En el cabezal porta-piezas)
12/AH
Afilar corte lateral en herramientas cilindricas con dientes rectos
(Entre-puntas)
lO/AH
Afilar corte lateral en herramientas cilindricas con dientes helicoidales
16/AH
Afilar corte lateral en herramientas cnicas con dientes rectos
(En el cabezal porta-pieza)
14/AH
Afilar corte lateral en herramientas cilindricas con dientes rectos
(En el cabezal porta-pieza)
11/AH
Afilar corte lateral en herramientas cnicas con dientes rectos
(Entre-puntas)
13/AH
Afilar en radio
17/AH
Afilar herramienta prismtica con pastilla de metal duro (Con muela
diamantada)
08/AH
Afilar herramientas de perfil constante (En dispositivo para afilar
fresas de perfil constante)
15/AH
Afilar manualmente punta con radio (Herramienta prismtica)
04/AH
Hacer filo angular simtrico (Herramienta prismtica)
06/AH
Hacer filo lateral recto (Herramienta prismtica)
03/AH
Hacer filo recto frontal (Herramienta prismtica)
. 05/AH
Hacer filo trapecial (Herramienta prismtica)
07/AH
Montar herramientas cilindricas en la afiladora universal
09/AH
Montar muelas en afiladora universal
01/AH
Rectificar muela tipo copa en la afiladora universal
02/AH
IV - I n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA
FINA, ( c o n t . )
CALDERERO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referencia
Achaflanar
08/C
Agujerear a maquina con punzn
20/C
Avellanar con maquina porttil
24/C
Calafatear con martillo neumtico
16/C
Cilindrar con mquina de tres rodillos "tipo piramidal"
25/C .
Cilindrar chapas con mquina cilindradora de cuatro rodillos
09/C
Cortar chapas a mquina
06/C
Cortar perfiles con cizalla universal
07/C
Curvar conico a mquina
13/C
Curvar perfiles en caliente
lO/C
Curvar tubos de pared gruesa en caliente
22/C
Doblar chapas gruesas con la prensa dobladora
11/C
Doblar perfiles en caliente
12/C
Embutir con prensa
23/C
Emplantillar
14/C
Enderezar perfiles en prensa
05/C
Enderezar perfiles y barras en forma manual
04/C
Entallar con mquina cizalla universal
26/C
Escariar con mquina porttil
17/C
Perforar con taladro porttil neumtico o elctrico
18/C
Pestaar chapas en caliente
21/C
IV - Indice general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA,
(cont.)
NOMBRE DE LA OPERACIN
Referencia
Planchar chapas con maquina planchadora
03/C
Planchar chapas en forma manual
02/C
Reb ab ar ch ap as
15/C
Remachar en caliente
19/C
Trazar
01/C
HERRERO
NOMBRE DE LA OPERACION
Referen c i a
Agujerear con punzn a mano
14/F
Aplanar con plana
04/F
Calentar el material en la fragua
02/F
Cortar con tajadera
09/F
Curvar con estampa a maquina
21/F
Doblar barras en el yunque
06/F
Doblar en ngulo vivo
08/F
Estampar con estampa de mano en el martinete
17/F
Estampar con martinete de cada libre o con prensa
19/F
Estirar con martinete
16/F
Estirar en caliente con martillo
03/F
Estirar en cua
12/F
INDICE
HOJAS DE OPERACIN
(para Mecnica General)
IV - n d i c e general de OPERACIONES para "MECNICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA,
(cont.)
NOMBRE DE LA OPERACIN
Referen c i a
Estrangular o degollar
11/F
Forjar a mano una barra hexagonal partiendo de otra redonda
lO/F
Hacer platina
15/F
Preparar y encender la fragua
Ol/F
Ranurar
18/F
Rebabar con balancn o con prensa
20/F
Recalcar
07/F
Redondear con martillo
05/F
Retorcer planchuelas
13/F
Soldar por martilleo en caliente
22/F
TRABAJADOR EN CHAPA FINA
NOMBRE DE LA OPERACION
Agujerear con mquina porttil
Agujerear chapas con punzn a mano
Referen c i a
12/CH
, 01/CH
Bordonear
19/CH
Cilindrar chapas
16/CH
Cortar chapas con mquina elctrica porttil
11/CH
Cortar chapas con tijeras o cizallas manuales
05/CH
Curvar perfiles en fro a mano
06/CH
IV - I n d i c e general de OPERACIONES para "MECANICA GENERAL" por orden a l f a b t i
co y por ocupaciones.
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFI
CADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
AFILADOR DE HERRAMIENTAS, CALDERERO, HERRERO., TRABAJADOR EN CHAPA FINA.
NOMBRE DE LA OPERACION
Referen c i a
Curvar perfiles en fro a mquina
08/CH
Curvar tubos en fro con dispositivo o mquina manual
03/CH
Doblar chapas con mquina
15/CH
Embutir a mquina
23/CH
Esmerilar con mquina fija
13/CH
Estampar a mquina
21/CH
Grafar fondos a mano
25/CH
Grafar en forma lineal a mano
17/CH
Grafar a mquina
18/CH
Pestaar cilindros y discos con mquina
10/CH
Pestaar chapas planas a golpes de mazo
09/CH
Pulir con mquina porttil
26/CH
Rebabar
lA/CH
Rebordear
27/CH
Remachar en fro
02/CH
Repujar con martillo
22/CH
Repujar en tomo
20/CH
Soldar con resistencia elctrica (Por costura)
28/CH
Soldar con resistencia elctrica (Por puntos)
24/CH
Soldar con soldadura blanda
07/CH
Soldar perfiles a tope
04/CH
INDICES
HOJAS DE INFORMACIN
TECNOLOGICA
(de la ocupacin)
V - TEMAS TECNOLOGICOS por nmero de REFERENCIA para HERRERO,
( i n c l u y e cdigo, de temas)
REFERENCIA
Tftulo del tema tecnolgico
Cd igo
de temas
354
Forja (Procedimientos)
3-2.41
355
Fraguas
3-2.43
356
Fragua (Combustibles)
5-3.4
357
Fragua (Hogar)
3-2.43
358
Relacin entre ei color y la temperatura del material
2-7.5
359
Martillos y mazas de forja
5-1.02
360
Yunques
3-2.44
361
Morsa de herrero
5-2.12
362
Damero o clavera
5-2.16
363
Utiles del forjador: Tenazas
5-2.15
364
Estampa y contraestampa para forja manual
3-2.45
365
Tajaderas, buriles, corta hierro para forja
3-2.46
366
Punzones para forja
3-2.46
367
Utiles de control dimensional del forjador
2-2.1
2-3.3
2-3.2
368
Caractersticas de las piezas forjadas (Excedentes y
tolerancias)
2-6.1
369
Tratamientos trmicos (En fragua)
1-4.1
1-4.2
370
Estampas (Forja mecnica)
3-2.42
371
Estampas de cortar rebabas (Rebabado)
3-2.45
372
Soldadura en la fragua
3-6.51
VI - n d i c e a l f a b t i c o de TEMAS TECNOLOGICOS para HERRERO,
( i n c l u y e r e f e r e n c i a y cdigo)
Referenc
Codlgo
de temas
Caractersticas de las piezas forjadas (Excedentes y
tolerancias)
368
2-6.1
Damero o clavera
362
5-2.16
Estampa y contraestampa para forja manual
364
3-2.45
Estampas de cortar rebabas (Rebabado)
371
3-2.45
Estampas (Forja mecanica)
370
3-2.42
Forja (Procedimientos)
354
3-2.41
Fragua (Combustibles)
356
5-3.4
Fragua (Hogar)
357
3-2.43
Fraguas
355
3-2.43
Martillos y mazas de forja
359
5-1.02
Morsa de herrero
361
5-2.12
Punzones para forja
366
3-2.46
Relacin entre el color y la temperatura del material
358
2-7.5
Soldadura en la fragua
372
3-6.51
Tajadera, buriles, corta hierro para forja
365
3-2.46
Tratamientos trmicos (En fragua)
369
1-4.1
1-4.2
Utiles de control dimensional del forjador
367
2-2.1
2-3.3
2-3.2
Utiles del forjador: Tenazas
363
5-2.15
Yunques
360
3-2.44
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
CLASIFICACIN Y CDIGO
DE TEMAS TECNOLGICOS
NDICES DE HOJAS DE
INFORMACIN TECNOLGICA
(para Mecnica General)
Clasificacin de TEMAS TECNOLOGICOS para MECANICA GENERAL (Cdigos)
1-
Materiales usados en mecnica
1-1.
Clasificacin de .los materiales.
1-2.
Metales ferrosos.
1-3.
1-4.
Generalidades.
Principales aleaciones.
1-2.1
El a l t o horno.
Las
fundiciones.
1-2.2
Obtencin de los aceros.
1-2.3
C l a s i f i c a c i n de los
1-2.4
Formas
1-2.5
Propiedades de los a c e r o s .
1-2.6
Aceros
aceros.
comerciales.
aleados.
Metales no ferrosos.
1-3.1
Elementos.
1-3.2
Aleaciones.
1-3.3
Formas
comerciales.
1~3.31
Aluminio.
1-3.32
Bronces.
1-3.33
Latones.
Tratamientos trmicos de los aceros.
1-4.1
Con modificaciones
ffsicas.
1-4.11
Templado.
1-4.12
Revenido.
1-4.13
Recocido.
1-4.14
Normalizado.
Con modi f c a c o n e s
1-4.3
qumicas.
.21
Cementacin.
.22
Clanuracin.
.23
Nitruracion.
.24
Carbn i t r u r a c n .
Equipos para tratamientos
trmicos
2-
Metrologa
2-1.
Concepto de: Medida. Unidad. Sistemas de unidades utilizadas
en mecnica.
2-2.
Instrumentos de medida.
2-2.1
Reglas y c i n t a s
2-2.2
C a l i b r e s con nonio.
2-2.3
2-3.
graduadas.
2-2.21
El nonio.
2-2.22
C a l i b r e s con n o n i o .
Micrmetros de
Principios y
E l micrmetro.
2-2.32
Nomenclatura,
Gonimetros.
2-2.5
Plrmetros.
Nomenclatura,
t i p o s y empleo.
tornillo.
2-2.31
2-2.k
apreciacin.
Principios y
apreciacin.
t i p o s y usos.
Instrumentos de verificacin.
2-3.1
Reglas y mrmoles.
2-3.2
Escuadras,
2-3.3
Compases.
2-3.^
Patrones.
plantillas.
2-3.^1
Juegos de patrones
2-3.^2
Patrones
2-3.^3
P a t r o n e s para
[Link]
2-3.5
2-3.6
dimensionales.
angulares.
tolerancias.
y g a l g a s de e s p e s o r .
Amplificadores.
2-3.51
I n d i c a d o r e s de c u a d r a n t e a e n g r a n a j e s .
2-3.52
I n d i c a d o r e s de c u a d r a n t e a p a l a n c a .
2-3.53
Neumticos.
2-3.5A
Opticos.
Niveles.
2-3.7
De e s t a d o
2-3.71
superficial.
Medidores de dureza.
2-4.
Causas de errores en las medidas.
2-5.
Mediciones indirectas.
2-6.
2-7.
2-8.
2-5.1
De ngulos por
2-5.2
De l o n g i t u d e s por
2-5.3
Mediciones con
Ajuste de piezas..
trigonometrfa.
trigonometra.
rodillos.
Definiciones.
2-6.1
Tolerancias.
I n t e r c a m b i a b i 1idad.
2-6.2
T o l e r a n c i a s normalizadas.
2-6.3
Ajustes
2-6.4
C o n t r o l de t o l e r a n c i a s y a j u s t e s .
Apareamiento.
Tablas.
normalizados.
Medidas y verificaciones especiales."
2-7.1
Medidas y v e r i f i c a c i o n e s en l a s
2-7.2
Medidas y v e r i f i c a c i o n e s
2-7.3
V e r i f i c a c i o n e s de
2-7.4
Desplazamientos en las mquinas h e r r a m i e n t a s .
2-7.5
A p r e c i a c i n de temperatura por c o l o r del
Trazados.
roscas.
en los e n g r a n a j e s .
instrumentos.
metal.
3-
Procedimientos de fabricacin de piezas
3-1.
3-2.
Por fusin.
3-1.1
Moldeado en
3-1.2
En moldes
tierra.
metlicos.
Por deformacin plstica.
3-2.1
Laminado.
3-2.2
Estirado.
3-2.3
Trefilado.
3-2.k
Forjado.
3-2.41
Procedimientos
manuales.
3-2.42
Procedimientos
mecanizados.
3-2.43
Fraguas y hornos.
3-2.44
Yunques.
3-2.45
Estampas.
3-2.46
Tajaderas, b u r i l e s ,
3-2.5
Extrusin.
3-2.6
Repujado.
3-2.61
3-2.7
3-2.8
Torno de
c o r t a h i e r r o s y punzones
repujado.
Doblado-curvado en
3-2.71
A mquina.
3-2.72
Manual.
fro.
Plegado y c o r t a d o de chapas.
3-2.81
3-2.82
3-2.83
Maquinas
plegadoras.
Cizallas.
Aditamentos de la c i z a l j a
3-2.84
Ci1indradoras.
3-2.85
Planchadoras.
universal.
3-2.9
3-3.
3-2.91
Maquinas.
3-2.92
Rellenos.
Por ensamblado.
3-3.2
3-3.3
3-3.^
3-3.5
3-4.
Doblado y c o r t a d o de tubos, p e r f i l e s y b a r r a s .
Con remaches.
3-3.21
Remaches.
3-3.22
Herramientas para conformar
Con
tornillos.
3-3.31
Distintas
3-3.32
T o r n i l l o s y arandelas
Por
cabezas.
formas de u n i r con
tornillos.
normalizados.
ajustes.
3-3.^1
Con cuas y
chavetas.
3-3.^2
A j u s t e s con a p r e t e .
Por pestaado.
3-3.51
Bordoneadora
3-3.52
Grafadora.
3-3.53
Rebordeado.
pestaadora.
Por evacuacin del material.
3-4.1
Por c o r t e mecnico.
T e o r a del c o r t e .
Mquinas
herramientas.
V e l o c i d a d de c o r t e .
Avances.
3-4.11
Herramientas.
3-4.12
Taladradora.
3-4.13
Torno.
3-4.14
Cepillo.
3-4.15
Fresadora.
3-4.16
A s e r r a d o r a s mecnicas. -
3-4.17
Cinceladoras
neumticas.
3-4.2
3-4.3
3-4.4
3-5.
Abrasivos.
Muelas.
3-4.21
Amoladoras y p u l i d o r a s .
3-4.22
Afiladoras.
3-4.23
Rectificadoras.
3-4.24
Lapeadoras.
Con herramientas de mano.
3-4.31
Limas.
3-4.32
Rasquetas.
3-4.33
Escariadores.
3-4.34
Cinceles.
3-4.35
Machos de roscar.
3-4.36
Terrajas.
3-4.37
Sierras.
3-4.38
Elementos abrasivos
3-4.39
Punzones y sacabocados.
Por
manuales.
desintegracin.
Metalurgia de polvos.
3-5.1
3-6.
Por abrasin.
Sinterizados.
Soldaduras.
3-6.1
3-6.2
Soldadura por arco e l c t r i c o .
3"6.11
Maquina de s o l d a r y equipos
3-6.12
Elementos.
3-6.13
Procesos.
Soldadura
oxiacetilnica.
3-6.21
Equipos para s o l d a r .
3-6.22
Elementos.
3-6.23
Procesos.
especales
3-6.3
3-6.^
S o l d a d u r a por r e s i s t e n c i a
3-6.31
Por
3-6.32
Continua.
Soldaduras
puntos.
blandas.
3 - 6 . U t i l e s
3-6.5
M a t e r i a l e s de
3-6.43
Fundentes,
3-6.44
Decapantes,
3-6.51
3-7.
de s o l d a r .
3-6.42
Soldaduras
elctrica.
aporte.
etc.
limpiadores.
especiales.
S o l d a d u r a por
forjado.
Matrizado.
3-7.1
3-7.2
3-7.3
3-7.5
Por
corte.
3~[Link]
Generalidades.
3-7.12
Elementos
3-7.13
Procesos, esfuerzos y r e s i s t e n c i a s
3-7.14
Economa y d i s p o s i c i n de p i e z a s
Por
componentes.
(clculos).
(clculos).
doblado.
3-7.21
Generalidades.
3-7.22
Elementos
3-7.23
Procesos, esfuerzos y r e s i s t e n c i a s
3-7.24
Economa y d i s p o s i c i n de p i e z a s
componentes.
(clculos)
(clculos).
Por embutido.
3-7.31
Generalidades.
3-7.32
Elementos componentes.
3-7.33
Procesos, esfuerzos y r e s i s t e n c i a s
Combinados.
3-7.51
Generalidades.
(clculos)
3-8.
Moldeo.
3~8.1
Inyeccin.
3-8.11
3-8.2
3"8.12
Molde, elementos
3-8.13
S i s t e m a s de e x t r a c c i n .
3-8.1^
S i s t e m a s de
3-8.15
S i s t e m a de
indirecta.
Generalidades.
Generalidades.
Soplado.
3-8.51
Generalidades.
3-8.52
Molde, elementos
3-8.53
3-8.6
refrigeracin.
Acuado.
3-8.^1
3-8.5
alimentacin.
Generalidades.
Compresin
3-8.31
3-8.^
componentes.
Compresin.
3-8.21
3-8.3
Generalidades.
componentes.
Refrigeracin.
Materiales
plsticos.
3-8.61
Generalidades y
3-8.62
Caractersticas
de moldes.
clasificacin.
que i n f l u y e n en e l
diseo
4-
Organos, partes y accesorios de las mquinas
4-1.
Estructuras
1|-1.1
Bases y armazones.
^-1.2
Bancadas.
Carros y c o n s o l a s .
Cabezales.
4-2.
Partes mviles.
^-2.1
k~l,2
4-3.
Guas para
traslaciones.
^-2.11
Generalidades.
A-2.12
D i s p o s i c i o n e s de a j u s t e y
^-2.13
D i s p o s i t i v o de compensacin de d e s g a s t e .
A-2.14
Columnas y b u j e s .
fijacin.
Arboles y e j e s y sus s o p o r t e s .
k-l,l\
A r b o l e s de t r a s m i s i n y sus a c o p l a m i e n t o s . Genera 1idades.
k-1.21
Clculos.
k-2.23
Normalizaciones.
k-2.2h
Los s o p o r t e s .
k-2.2S
Soportes con c o j i n e t e s de
^1-2.26
Soportes con c o j i n e t e s de b o l a s y
k-2.21
Soportes con c o j i n e t e s
^-2.28
Chavetas.
Organos transmisores.
A-3.1
Clasificaciones.
Generalidades.
Clasificaciones.
friccin.
rodillos.
hidrulicos.
(Cadenas cinemticas)
Poleas, correas y cables.
i-3.11
Correas l i s a s y sus poleas
A-3.12
Poleas escalonadas.
i-3.13
Correas en " v " y sus p o l e a s .
1izaciones.
Cables y sus ruedas.
(Tipos y
clculos)
Clculos.
(Tipos y
C l c u l o s y normaclculos)
^-3.2
^"3.3
Cadenas y sus
ruedas.
A-3.21
Cadenas de
rodillos.
A-3.22
Cadenas con p e r f i l
^-3.23
Cadenas de eslabones comunes (De a p a r e j o s ) .
de d i e n t e s .
Ruedas de f r i c c i n .
Ruedas dentadas.
Generalidades.
Clasificacin.
Trenes de e n g r a n a j e s .
^"3.^3
E n g r a n a j e s c i l i n d r i c o s de d i e n t e s
rectos.
E n g r a n a j e s c i l i n d r i c o s de d i e n t e s
helicoidales.
. h-3-^7
^-3:^8
E n g r a n a j e s cnicos de d i e n t e s
rectos.
E n g r a n a j e s cnicos de d i e n t e s
curvos.
E l sistema t o r n i l l o
sinfin-corona.
C a j a s de e n g r a n a j e s .
E l sistema t o r n i l l o
tuerca.
A-3.51
Las r o s c a s . Sus p a r t e s .
^"3-52
A p l i c a c i n para obtener d e s p l a z a m i e n t o s .
y tuercas.
^"3.53
Control de los d e s p l a z a m i e n t o s .
duados .
4-3.5^
Roscas normalizadas.
E l sistema
4-4.
Normalizacin.
A-3.^2
^-3.^5
^-3.5
Definiciones.
Su forma de t r a b a j a r .
Tornillos
Los a n i l l o s
gra-
Tablas.
biela-manivela.
4-3.7
Sistemas con levas y e x c n t r i c a s .
4-3.8
Sistemas
4-3.9
Resortes.
hidrulicos.
Las mquinas herramientas (Generalidades).
4-4.1
Definiciones.
4-4.2
Soportes de l a s herramientas y p o r t a h e r r a m i e n t a s
desplazamiento r e c t o .
4-4.21
Caractersticas
Torretas.
generales.
(Tipos, c a r a c t e r s t i c a s
Usos.
con
y usos)
Soportes de herramientas y p o r t a h e r r a m i e n t a s que g i r a n .
-^.31
Extremos cnicos de los e j e s y los sistemas de
f i j a c i n de h e r r a m i e n t a s . Conos normalizados.
-k.32
Sistemas de p l a t o s
-'i.33
Mandriles
roscados.
portabrocas.
C a s q u i l l o s y conos de r e d u c c i n .
-^.35
Ejes
portafresas.
-A.36
Mandriles f i j o y d e s c e n t r a b l e .
oportes de piezas que g i r a n .
Montajes e n t r e puntos.
-[Link]
Platos
universales.
-A.43
P l a t o s de mordazas
-[Link]
Platos Usos.
Los p l a t o s y algunos elementos auxiliares.
( G a t o s , cubos, escuadras)
Pinzas y portapinzas
independientes.
(Boquillas).
M a n d r i l e s f i j o s y los e x p a n s i b l e s .
-[Link]
Lunetas.
i j a c i n de piezas sobre mesas de mquinas.
4-5.
-^.51
Morsas de l a s mquinas.
-^.52
Bridas. Calces.
-^1.53
P l a t o s magnticos.
Gatos.
Sistemas de lubricacin y refrigeracin.
Ranuras y c a n a l e s de d i s t r i b u c i n en los rganos de las
mqu i as.
4-6.
Mquinas auxiliares.
^-6.1
Prensas y b a l a n c i n e s
^-6.2
Prensas de moldeo.
^-6.3
Martillos
neumticos,
5-
Varios
5-1.
5-2.
Utensilios, accesorios y sustancias.
5-1.01
Tijeras
de mano y banco.
5-1.02
M a r t i l l o s y mazos.
5-1.03
Puntas de marcar
5-1.0^
Instrumentos b s i c o s de t r a z a r .
p l a n t i l l a s y puntas de t r a z a r ) .
5-1.05
Compases de punta y de pata y punta.
5-1.06
Gramiles.
5-1.07
Prismas, p a r a l e l o s ,
5-1.08
L l a v e s de a p r e t a r .
5-1.09
G l r a t o r n l 1 los.
5-1.10
A c c e s o r i o s para
(Granetes).
(Regla,
escuadra,
calces.
limpieza.
Accesorios para f i j a r piezas y herramientas.
5-2.1
5-2.2
5-2.3
Morsas, prensas y
tenazas.
5-2.11
Morsas de banco de a j u s t e .
5-2.12
Morsas de h e r r e r o .
5-2.13
Morsas de mano.
5-2.14
Alicates.
5-2.15
Tenazas de h e r r e r o .
5-2.16
Damero o c l a v e r a del
5-2.17
Marmol de c a l d e r e r o .
herrero.
Elementos para montaje y a j u s t e
5-2.21
Escuadras y cubos.
5-2.22
Mesas
5-2.23
Prensas
5-2.2k
Gatos.
Incllnables.
(Accionamiento manua1).
Elementos de t r a b a j o para t r a t a m i e n t o s
trmicos.
5-3.
5-4.
Sustancias varias, lubricantes, refrigerantes y combustibles
5-3.1
Sustancias para c u b r i r s u p e r f i c i e s por
5-3.2
Fluidos de c o r t e .
5-3.3
L u b r i c a n t e s para
5-3.^
Combustibles para
matricerTa.
fraguas.
Elementos de seguridad y proteccin.
5-^.1
Equipos de p r o t e c c i n
personal.
5-^.2
Equipos de seguridad en las maquinas.
trazar.
V I I - n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECANICA GENERAL" por c 6 m o
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a A13) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referen c i a
1-2.1
Hierro fundido (Tipos, usos y caractersticas)
040
1-2.2
Acero al carbono (Nociones preliminares)
002
1-2.3
Acero al carbono (Clasificaciones)
011
1-2.3
Aceros SAE (Clasificacin y composicion)
186
1-2.3
Aceros (Utilizados en calderera)
373
1-2.6
Aleaciones de acero
045
1-2.6
Chapas laminadas en fro Norma Din-1624
268
1-2.6
Aceros (Utilizados en calderera)
373
1-2.61
Aceros especiales para matricera (Caractersticas y
aplicaciones)
260
1-3.1
Metales no ferrosos (Metales puros)
012
1-3.2
Metales no ferrosos (Aleaciones)
066
1-3.2
Molde de inyeccin (Aceros utilizados)
314
1-3.3
Tubos de pared fina (De metales no ferrosos)
396
1-3.31
Aluminio (Materiales obtenidos por extrusin)
395
1-4. 1
Tratamientos trmicos (Generalidades)
185
1-4.1
Aceros SAE (Tratamientos trmicos usuales)
187
1-4.1
Medios de enfriamiento (Caractersticas y condiciones de uso)
191
1-4.1
Hornos especiales (De circulacin forzada)
193
1-4.1
Tratamientos trmicos (En fragua)
369
VII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^ 1 3 ) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referen c i a
1-4.11
Temple
190
1-4.11
Temple isotrmico
194
1-4.11
Temple superficial (Por llama)
195
1-4.11
Temple superficial (Por alta frecuencia)
196
1-4.11
Dureza de las piezas
259
1-4.12
Revenido
192
1-4.13
Recocido
189
1-4.14
Normalizado
188
1-4.2
Tratamientos termoqumicos (Generalidades)
197
1-4.2
Hornos especiales (Para tratar con gas)
201
1-4.2
Tratamientos trmicos (En fragua)
369
1-4.21
Cementacin (Con sustancias solidas)
198
1-4.21
Cementacin (Con sustancias lquidas)
199
1-4.21
Cementacin (Con sustancias gaseosas)
202
1-4.22
Cianuracion
200
1-4.23
Nitruracin
203
1-4.24
C arb on i t r ur a ci 6n
1-4.3
Hornos para tratamientos trmicos (Generalidades)
173
1-4.3.
Hornos elctricos (Tipos y caractersticas)
174
1-4.3
Hornos especiales (De electrodos para baos)
177
1-4.3
Hornos de combustin (Tipos y caractersticas)
179
. 204
VII
- h d c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CODIGO
(Se n c 1 uye re fe ren c a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 4 1 3 ) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referencia
2-2.1
Regla graduada
007
2-2.1
Utiles de control dimensional del forjador
367
2-2.21
Calibre con nonio (Lectura en fracciones de pulgada)
037
2-2.21
Calibre con nonio (Apreciacin 0,05 mm y 0,02 nim)
049
2-2.21
Calibre con nonio (Apreciacin)
050
2-2.22
Calibre con nonio (Nomenclatura y lectura en 0,1 mm)
019
''-2.22
Calibre con nonio (Tipos, caractersticas y usos)
024
2-2.31
Micrometro (Funcionamiento y lectura)
044
2-2.31
Micrometro (Graduacin en mm, con nonio)
051
2-2.31
Micrometro (Graduacin en pulgadas)
067
. 2-2.31
Micrometro (Graduacin en pulgadas, con nonio)
071
2-2.32
Micrometro (Nomenclatura, tipos y aplicaciones)
025
2-2.32
Micrometro (Para mediciones internas)
073
2-2.32
Micrometro con apoyo en "V"
352
2-2.4
Goniometro
027
2-2.4
Regla de senos
166
2-2.5
Pirometros termoelctricos (Tipos, funcionamiento y usos)
175
2-2.5
Pirometros de radiacin (Tipos, caractersticas y usos)
178
2-3.1
Regla de control
004
2-3.1
Mesa de trazado y control
005
VII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referencia
2-3.2
Escuadra de precisin
026
2-3.2
Verificadores de ngulos
031
2-3.2
Plantillas
038
2-3.2
Utiles de control dimensional del forjador
367
2-3.2
Plantillas para controlar formas interiores
378
2-3.3
Utiles de control dimensional del forjador
367.
2-3.4
Instrumentos de control (Calibradores y verificadores)
039
2-3.42
Cilindro y columna para controlar perpendicularidad
156
2-3.43
Instrumentos de control (Calibrador ^>asa'-no pasa)
072
2-3.43
Calibradores conicos
170
2-3.44
Bloques calibradores
165
2-3.51
Indicador de cuadrante
043
2-3.71
Ensayo de dureza (Maquina, tipos y caractersticas)
180
2-3.71
Ensyo de dureza Rockwell (Generalidades)
181
2-3.71
Ensayo de dureza Brinell (Generalidades)
182
2-3.71
Ensayo de dureza Vickers (Generalidades)
183
2-3.71
Tablas de dureza (Brinell, Vickers y Rockwell)
184
2-5.3
Medicin con rodillos (Clculos)
130
2-6.1
Caractersticas de las piezas forjadas (Excedentes y
tolerancias)
368
2-6.2
Tolerancias (Sistema ISO)
074
V I I - n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Referencia
TTtulo del tema tecnolgico
2-7.2
Medicin de dientes de engranaje
135
2-7.5
Relacin entre el color y la temperatura del material
358
3-2.41
Forja (Procedimientos)
354
3-2.42
Estampas (Forja mecnica)
370
3-2.43
Fraguas
355
3-2.43
Fragua (Hogar)
357
3-2.44
Yunques
360
3-2.45
Estampa y contraestampa para forja manual
364
3-2.45
Estampas de cortar rebabas (Rebabado)
371
3-2.46
Tajaderas, buriles, corta hierro para forja
365
3-2.46
Punzones para forja
366
3-2.5
Aluminio (Materiales obtenidos por extrusin)
395
3-2.61
Torno para repujar
397
3-2.72
Dispositivos para dar forma
390
3-2.81
Prensas plegadoras mec^icas
386
3-2.81
Plegadoras
405
3-2.82
Cizalla universal
379
3-2.82
Cizalla guillotina
384
3-2.82
Cizalla manual elctrica (Para chaflanar)
385
VII
- I n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a 4 1 3 ) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
TTtulo del tema tecnolgico
Referen c i a
3-2.83
Cizalla universal (Corte de chapas)
380
3-2.83
Cizalla universal (Dispositivo para punzonar)
381
3-2.83
Cizalla universal (Dispositivo para cortar perfiles)
382
3-2.83
Cizalla universal (Dispositivo para entallar)
383
3-2.84
Cilindradoras elctricas
388
3-2.85
Planchadora de cilindros rgidos
389
3-2.91
Dobladoras de tubos
406
3-2.91
Maquina para doblar perfiles
412
3-2.92
Rellenos para curvar tubos
407
3-3.2
Trazado para remachar
399
3-3.2
Herramientas de remachado manual
400
3-3.2
Remaches
401
3-3.2
Punzones para chapa fina
409
3-3.21
Remaches mayores de 10 mm
394
3-3.22
Martillo mecnico neumtico (Estampas para remachar)
392
3-3.22
Martillo mecnico neumtico
391
3-3.3
Punzones para chapa fina
409
3-3.32
Tomillos, tuercas y arandelas
059
3-3.32
Tornillos "Alien" y cabeza cilindrica
265
3-3.51
Bordoneadora pestaadora
398
3-3.52
Maquina grafadora de caos
408
3-3.53
Rebordeado [Link]
413
VII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECANICA GENERAL" por CDIGO
(Se I n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 4 1 3 ) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referencia
3^4.1
Avance en las maquinas herramientas
046
3-4.1
Velocidad de corte (Conceptos, unidades y aplicaciones)
047
3-4.11
Herramientas de corte (Tipos, nociones de corte y cua)
042
3-4.11
Herramientas de corte (Angulos y tablas)
048
3-4.11
Herramientas de corte (Angulos, tablas y perfiles)
340
3-4.11
Herramientas prismticas con carburos metlicos (Normalizacin y quiebra-viruta)
344
3-4.11
Angulos de incidencia (Tablas)
349
3-4.12
Taladradoras (Tipos, caractersticas y accesorios)
016
3-4.12
Brocas (Nomenclatura, caractersticas y tipos)
018
3-4.12
Velocidad de corte en la taladradora (Tablas)
020
3-4.12
Broca helicoidal (Angulos)
054
3-4.12
Taladradoras (Porttil y de columna)
062
3-4.12
Broca de centrar
086
3-4.13
Torno mee. horizontal (Nomenclatura,caracterst. y accesorios)
081
3-4.13
Fijacin de herramientas de corte en el torno ([Link])
083
3-4.13
Herramientas de corte para torno (Perfiles y aplicaciones)
084
3-4.13
Velocidad de corte en el torno (Tablas)
085
3-4.3
Torno mecnico horizontal (Cabezal mvil)
087
3-4.13
Torno mee. horizontal (Funcionam., materiales, [Link] uso)
088
3-4.13
Torno mecnico horizontal (Carro principal)
089
V I I - I n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECANICA GENERAL" por CODIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTIPICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a ^ 1 3 ) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referencia
3-4.13
Torno mecnico horizontal (Cabezal fijo)
090
3-4.13
Tomo mecnico horizontal (Punta y contrapunta)
092
3-4.13
Moleteador
093
3-4.13
Tren de engranajes para roscar en el tomo (Clculo)
095
3-4.13
Torno [Link]. (Mee. de invers. del tornillo patrn y lira)
096
3-4.13
Torno mecnico horizontal (Caja de avances)
097
3-4.13
Desalineado de la contrapunta para tornear sup.c6nica(Clculo)
098
3-4.13
Torno mecnico horiz.(Mecanismo de reduccin del husillo)
100
3-4.13
[Link] gua del accesorio para tornear conico(Clculo)
104
3-4.13
Inclinacin del carro superior para torneado conico (Clculo)
103
3-4.14
Cepilladora limadora (Nomenclatura y caractersticas)
041
3-4.14
Cepilladora limadora (Cabezal y avances automticos)
070
3-4.14
Velocidad de corte en la cepilladora limadora (Tablas)
068
3-4.15
Fresas de avellanar y rebajar
022
3-4.15
Fresadora
111
3-4.15
Fresadora universal
112
3-4.15
Fresas (Tipos y caractersticas)
116
3-4.15
Velocidad de corte en la fresadora
117
3-4.15
Avances, profundidad de corte para las fresas
118
3-4.15
Cabezal universal y cabezal vertical
119
3-4.15
Aparato divisor (Generalidades)
120
VII
- I n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECANICA GENERAL" por CODIGO
(Se I n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
Tftulo del tema tecnolgico
Referencia
3-4.15
Aparato divisor (Divisin simple-divisin directa)
123
3-4.15
Aparato divisor (Divisin universal)
124
3-4.15
Aparato divisor (Tipos de montaje de piezas)
125
3-4.15
Aparato divisor (Divisin indirecta y divisin angular)
126
3-4.15
Mesa circular
12 7
3-4.15
Fresado en oposicion y fresado en concordancia
129
3-4.15
Aparato mortajador - Sus herramientas y portaherramientas
132
3-4.15
Divisor lineal
138
3-4.15
Cabezal para fresar cremalleras
139
3-4.15
Aparato divisor (Divisin diferencial)
140
3-4.15
Fresas de corte frontal (Tablas de ngulos de incidencia
y ngulos frontales)
350
3-4.15
Fresas de perfil constante (Perfil normal e inclinado)
353
3-4.16
Sierras de cinta para metales
055
3-4.16
Sierras alternativas
056
3-4.16
Hojas de sierra para maquina
057
3-4.17
Martillo neumtico (Cinceles)
393
3-4.21
Esmeriladora
030
3-4.21
Amoladoras y pulidoras porttiles (Con eje flexible)
404
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal
338
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal (Platillos y mandriles
porta-muelas)
339
V I I - n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para ^'MECANICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema
tecnolgico
Referen c i a
3-4.22
Muelas diamantadas
343
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal (Cabezales contra-puntas,
brida limitadora, indicador de centro)
345
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal (Soporte universal con
laminas)
346
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal (Cabezal porta-pieza)
347
3-4.22
Rectificadora - Afiladora universal (Accesorios especiales)
348
3-4.22
Desplazamiento de la muela para obtener ngulo de incidencia
(Clculos y tabla)
351
3-4.23
Rectificadora porttil
102
3-4.23
Rectificadora (Generalidades)
146
3-4.23
Rectificadora plana
147
3-4.23
Muelas (Generalidades)
148
3-4.23
Diamante para rectificar muelas
150
3-4.23
Muelas (Elementos componentes)
152
3-4.23
Avance de corte de la rectificadora plana
153
3-4.23
Muelas (Caractersticas)
154
3-4.23
Soporte para balancear muelas
157
3-4.23
Muelas (Tipos)
159
3-4.23
Dispositivo para rectificar muelas en ngulo
160
3-4.23
Muelas (Especificaciones para su eleccin)
161
3-4.23
Velocidad de corte de las muelas (Clculo y tablas)
162
3-4.23
Rectificadora cilindrica universal
167
VII
- n d i c e g e n e r a l de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Referencia
Tftulo del tema tecnolgico
3-4.23
Velocidad de corte de la pieza en la rectificacin cilindrica
3-4.23
Avance de corte en la rectificadora cilindrica
168
N
169
V I I - n d i c e genral de TEMAS TECNOLGICOS para "MECANICA GENERAL'^-por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
TTtulo del tema t e c n o l g i c o
Referencia
3-6.11
Porta-electrodo y conexion a masa
211
3-6.11
Maquina de soldar (Generador)
217
3-6.11
Mquina de soldar (Rectificador)
222
3-6.11
Equipo para soldar bajo atmosfera de bioxido de carbono
226
3-6.11
Equipo para soldar bajo atmosfera de gas inerte
228
3-6.12
Electrodo (Generalidades)
209
3-6.12
Electrodo (Movimientos)
213
3-6.12
Electrodo revestido (Tipos y aplicaciones)
215
3-6.12
Electrodo revestido (Especificaciones)
216
3-6.12
Gases utilizados en la soldadura (Argon-Bioxido de carbono)
227
3-6.13
Arco elctrico
205
3-6.13
Posiciones de soldar
212
3-6.13
Soldadura (Intensidad y tensin)
218
3-6.13
Procesos de soldadura (Soldadura manual con arco elctrico)
219
3-6.13
Juntas (Tipos)
220
3-6.13
Soldadura (Cualidades-caractersticas-recomendaciones)
221
3-6.13
Soldadura (Contracciones y dilataciones)
223
3-6.13
Soldadura (Soplo magntico)
224
3-6.13
Procesos de soldadura (Soldadura bajo atmosfera de gas)
225
3-6.21
Equipo para soldar con oxiacetileno (Generalidades)
229
3-6.21
Equipo soldar con oxiacetileno (Boquilla-Soplete para soldar)
232
3-6.21
Equipo soldar con oxiacetileno (Cilindros-Vlvulas-Regulad.)
234
3-6.21
Equipo soldar con oxiacetileno (Manguera-Economizador de gas)
235
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referencia
3-6.22
Gases utilizados en la soldadura (Oxgeno-Acetileno-Propano)
231
3-6.23
Procesos de soldadura (Soldadura a oxigas)
230
3-6.23
Llama oxiacetileica
233
3-6.23
Oxicorte manual
236
3-6.31
Equipos de soldadura por resistencia a puntos
402
3-6.32
Equipo de soldadura por resistencia a rodillos
403
3-6.42
Aleaciones para soldadura blanda
411
3-6.44
Decapantes para soldaduras blandas
410
3-6.51
Soldadura en la fragua
372
3-7.11
Matriz de corte (Definicin y nomenclatura)
237
3-7.11
Matriz de corte (Conjuntos principales)
238
3-7.11
Matrices de metal duro
261
[Link]
Empleo de cerromatrix
262
3-7.11
Matrices de doble efecto
267
3-7.12
Matriz de corte (Espiga)
239
3-7.12
Matriz de corte (Placa superior)
240
3-7.12
Matriz de corte (Placa de choque)
241
3-7.12
Matriz de corte (Placa porta punzones)
242
3-7.12
Matriz de corte (Placa gua)
243
3-7.12
Matriz de corte' (Guas laterales)
244
3-7.12
Matriz de corte (Placa matriz)
245
V I I - n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referencia
3-7.12
Placa base (Tipos y fijacin)
246
3-7.12
Placa base universal (Dimensiones)
247
3-7.12
Matriz de corte (Punzones)
248
3-7.12
Pilotos centradores
249
3-7.12
Pasadores
250
3-7.12
Localizacin de la espiga (Proceso grfico y analtico)
257
3-7.13
Corte en matricera (Proceso)
251
3-7.13
Corte en matricera (Juego, clculo y aspecto)
252
3-7.13
Esfuerzo de corte
253
3-7.13
Localizacin de la espiga (Proceso grfico y analtico)
257
3-7.13
Diagrama para determinar el espesor de la placa matriz
258
3-7.14
Paso
254
3-7.14
Sistema de avance (Topes y cuchillas de avance)
255
3-7.14
Disposicin de la pieza en la tira
256
3-7.21
Matrices de doblar - curvar y enrollar (Definicin y
nomenclatura)
271
3-7.21
Sistemas de dobladores
275
3-7.23
Fenomenos del doblado
272
3-7.23
Clculo del desarrollo (Doblado)
273
3-7.23
Esfuerzo de doblado
274
3-7.31
Matrices de embutir (Definicin y nomenclatura)
276
3-7.31
Embutidores (Tipos y aplicaciones)
284
3-7.31
Matrices progresivas (Definicin y sistemas)
285
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referen c i a
3-7.33
Fenomenos de la embuticin
277
3-7.33
Juego entre punzn y matriz (Embutido)
278
3-7.33
Radios de embuticin
279
3-7.33
Desarrollo del embutido (Clculo y nnero de operaciones)
280
3-7.33
Formulas para desarrollos
281
3-7.33
Esfuerzo de embutido (Definicin y clculo)
283
3-7.51
Matrices progresivas (Aplicaciones y tipos)
286
3-8.11
Molde de inyeccin (Definicin y nomenclatura)
287
3-8.11
Molde de inyeccin (Clasificacin)
288
3-8.11
Molde de inyeccin (De dos placas)
310
3-8.11
Molde de inyeccin (De tres placas)
311
3-8.11
Molde de inyeccin
312
3-8.11
Mquina de inyeccin (Generalidades)
320
3-8.12
Molde .de inyeccin (Entradas 0 punto de inyeccin)
303
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada restringida)
304
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada capilar)
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada en abanico)
306
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada en disco 0 diafragma)
307
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada en anillo)
308
3-8.12
Molde de inyeccin (Entrada en lengeta)
309
3-8.12
Molde de inyeccin (Espigas)
316
305
V I I - n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se I n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referencia
3-8.12
Molde de inyeccin (Bebederos)
317
3-8.13
Moide de inyeccin - Sistemas de extraccin
289
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por placa
impulsora)
290
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistejnas de extraccin (Por placa
impulsora-por espiga)
291
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistejnas de extraccin (Placa impulsora-con camisa)
292
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por laminas)
293
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por accin r
tardada)
294
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por placa extractora)
295
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Extraccin por
tirantes)
296
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Por aire
comprimido)
297
3-8.13
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Por ncleo
rotativo)
298
3-8.14
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin indirecta)
299
3-8.14
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin directa)
300
3-8.14
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin con canales
aislados)
301
3-8.14
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin con canales
calientes)
302
3-8.15
Molde de inyeccin (Refrigeracin)
313
3-8.21
Molde de compresin (Definicin y nomenclatura)
321
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
CODIGO
DE TEMAS
Tftulo del tema tecr>olgico
Referencia
3-8.21
Molde de compresin (Clasificacin)
322
3-8.21
Molde de compresin (De tope)
323
3-8.21
Molde de compresin (Positivo)
324
3-8.21
Molde de compresin (Semipositivo)
325
3-8.21
Molde de compresin (De coquillas)
326
3-8.31
Molde de compresin indirecta o transferencia (Generalida
des)
327
3-8.31
Molde de compresin indirecta o transferencia (Integral)
328
3-8.31
Molde de compresin indirecta o transferencia (Con mbolo
auxiliar)
329
3-8.31
Molde de compresin indrecta o de transferencia (De doble
accin)
330
3-8.41
Proceso de acuado en fro
332
3-8.51
Molde de soplado (Definicin y funcionamiento)
334
3-8.51
Molde para soplado
335
3-8.52
Molde de soplado (Area de corte)
336
3-8.53
Molde para soplado (Refrigeracin)
337
3-8.61
Materiales plsticos
318
3-8.62
Materiales plsticos (Contraccin)
319
4-1.1
Bases con columnas y bujes (Armazones)
264
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T f t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referencia
4-2.11
Ranuras normalizadas (Chaveteros y ranuras en "T")
122
4-2.14
Columnas y bujes
263
4-2.14
Molde de inyeccin (Columna gua y casquillo gua)
315
4-2.25
Cojinetes de friccin y descansos
078
4-2.26
Rodamientos
077
4-2.28
Chavetas
121
4-3.11
Poleas y correas
079
4-3.13
Poleas y correas
079
4-3.2
Ruedas de cadena
136
4-3.41
Engranajes (Generalidades)
133
4-3.42
Tren de engranajes para roscar en el torno (Clculo)
095
4-3.42
Tren de engranajes (Generalidades)
137
4-3.43
Engranaje cilindrico recto
134
4-3.44
Engranajes cilindricos helicoidales
142
4-3.45
Engranajes conicos
143
4-3.47
Rosca sin fin (Sistema modulo)
108
4-3.47
Corona para tornillo sin-fin
144
4-3.51
Roscas (Nociones, tipos y nomenclatura)
033
4-3.51
Roscas mltiples
107
4-3.51
Hlices
141
4-3.53
Anillos graduados en las mquinas herramientas
069
VII
- rrdce general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por CDIGO
(Se I n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema; t e c n o l g C O
Referencia
4-3.54
Roscas triangulares (Caractersticas y tablas)
036
4-3.54
Roscas de tubos y perfiles cuadrado y redondo
099
4-3.54
Roscas trapeciales normalizadas(Metrica,Acm,Diente de Sierra)
106
4-3.7
Espiral de Arqumedes (Aplicaciones en levas y rosca frontal)
145
4-3.9
Resortes helicoidales
052
4-3.9
Resortes para matricera
266
4-4.2
Herramientas de corte(Nociones [Link] fijacin en el torno)
083
4-4.31
Conos normalizados, Morse y Americano (Tablas)
105
4-4.33
Porta-brocas y conos de reduccin
017
4-4.34
Porta-brocas y conos de reduccin
017
4-4.35
Ejes portafresas
114
4-4.36
Mandril descentrable y mandril fijo
131
4-4.41
Plato y brida de arrastre
091
4-4.42
Plato universal de tres mordazas
082
4-4.43
Plato de mordazas independientes
094
4-4.44
Plato liso y accesorios
110
4-4.45
Pinzas y portapinzas
115
4-4.46
Brida y mandril porta-muela
158
4-4.47
Lunetas
101
4-4.47
Luneta de resortes
172
VII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para ^'MECANICA GENERAL" por CODIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTIPICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referen c i a
4-4.51
Elementos de fijacin (Morsas de maquina)
064
4-4.51
Rectificadora - Afiladora universal (Morsa universal)
341
4-4.52
Elementos de fijacin
113
4-4.53
Platos magnticos
149
4-4.54
Tipos de montaje sobre la mesa
128
4-5.1
Lubricacin (Sistemas y ranuras)
080
4-6.1
Prensas
269
4-6. L
Prensa hidrulica
387
4-6.2
Prensas (Para moldeo de plstico)
331
4-6.3
Martillo mecnico neumtico
391
5-1.01
Tijeras de mano y de banco
014
5-1.02
Martillo y mazo
013
5-1.02
Martillos y mazas de forja
359
5-1.03
Grnete
009
5-1.04
Instrumentos de trazar (Regla - Rayador - Escuadra)
008
5-1.04
Escuadras (Plana 90, falsa y de corredera)
376
5-1.04
Elementos para trazar en perfiles
377
5-1.05
Comps de punta y de centrar
010
VII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para ^'MECANICA GENERAL" por CODIGO
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTIPICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
CDIGO
DE TEMAS
Ttulo del tema tecnolgico
Referen c i a
5-1.05
Compases de calderero
375
5-1.06
Instrumentos de trazar (Gramil - Prismas - Gatos - Perfiles
en escuadra)
023
5-1.07
Instrumentos de trazar
023
5-1.08
Llaves de apretar
058
5-1.09
Destornillador
060
5-1.10
Accesorios para limpieza (Cepillo de acero - Piqueta)
210
5-2.11
Morsa de banco
003
5-2.12
Morsa de herrero
361
5-2.13
Accesorios para fijar piezas (Bridas y Morsas en C)
015
5-2.13
Elementos de fijacin (Prensa de mano y Alicate de presin)
063
5-2.14
Alicates
053
5-2.14
Elementos de fijacin (Prensa de mano y Alicate de presin)
063
5-2.15
Utiles del forjador: Tenazas
363
5-2.16
Damero b clavera
362
5-2.17
Mrmol de calderero (Platn)
374
5-2.21
Instrumentos de trazar (Gramil - Prismas - Gatos - Perfiles
en escuadra)
023
5-2.21
Bloques magnticos
155
5-2.22
Mesa inclinable
163
5-2.22
Mesa de senos
164
5-2.23
Prensas manuales (De columna)
076
VII
- n d i c e general de T E M A S T E C N O L G I C O S para " M E C A N I C A G E N E R A L " por C D I G O
(Se i n c l u y e r e f e r e n c i a ) .
Colecciones consideradas: MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTIFICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^13)
CODIGO
DE TEMAS
T t u l o del tema t e c n o l g i c o
Referencia
5-2.24
Instrumentos de trazar (Gramil - Prismas - Gatos ~ Perfiles
en escuadra)
023
5-2.3
Elementos de trabajo (Para tratamientos trmicos)
176
5-3.1
Sustancias para cubrir superficies por trazar
006
5-3.2
Fluidos de corte
02.1
5-3.3
Lubricacin (Embutido)
282
5-3.4
Fragua (Combustibles)
356
5-4.1
Equipo de proteccin (Mscaras - Aspiradores antipolvillo)
151
5-4.1
Equipo de proteccin (Mascara)
206
5-4.1
Equipo de proteccin (Vestimenta de cuero)
207
5-4.1
Equipo de proteccin (Lentes de seguridad)
214
5-4.2
Sistemas de seguridad (Prensas y matrices)
270
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO ( P L S T I C O S ) , AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TEC'NOLO''G 1 CO
Cod igo
de temas
001
Limas
3-4.31
002
Acero al carbono (Nociones preliminares)
1-2.2
003
Morsa de banco
5-2.11
004
Regla de control
2-3.1
005
Mesa de trazado y control
2-3.1
006
Sustancias para cubrir superficies por trazar
5-3.1
007
Regla graduada
2-2.1
Instrumentos de trazar (Regla-Rayador-Escuadra)
5-1.04
009
Grnete
5-1.03
010
Comps de punta y de centrar
5-1.05
011
Acero al carbono (Clasificaciones)
1-2.3
012
Metales no ferrosos
1-3.1
013 .
Martillo y mazo
5-1.02
014
Tijera de mano y de banco
5-1.01
015
Accesorios para fijar piezas (Bridas y Morsas en C)
5-2.13
016
Taladradoras (Tipos, caractersticas y accesorios)
3-4.12
017
Porta-brocas y Conos de reduccin
018
Brocas (Nomenclatura,caractersticas y tipos)
3-4.12
019
Calibre con nonio (Nomenclatura y lectura en 0,1 mm)
2-2.22
020
Velocidad de corte en la taladradora (Tabla)
3-4.12
021
Fluidos de corte
5-3.2
022
Fresas de avellanar y rebajar
3-4.15
008
i
(Metales puros)
33(34)
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a A13) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cd i go
de temas
023
Instrumentos de trazar([Link] escuadra)
5-1.06(07)
5-2.21(24)
024
Calibre con nonio (Tipos, caractersticas y usos)
2-2.22
025
Micrometro (Nomenclatura-Tipos y aplicaciones)
2-2.32
026
Escuadra de precisin
2-3.2
027
Goniometro
2-2.4
028
Sierra manual
3-4.37 .
029
Cincel y Buril
3-4.34
030
Esmeriladoras
3-4.21
031
Verificadores de ngulos
2-3.2
032
Machos de roscar
3-4.35
033
Roscas (Nociones, tipos, nomenclatura)
4-3.51
034
Barrotes para macho y terraja
3-+.35(36)
035
Brocas para machos (Tablas)
3-4.35
036
Roscastriangulares (Caractersticas y tablas)
4-3.54
037
Calibre con nonio (Lectura en fracciones de pulgada)
2-2.21
038
Plantillas
2-3.2
039
Instrumentos de control (Calibradores y Verificadores)
2-3.4
040
Hierro fundido (Tipos, usos y caractersticas)
1-2.1
041
Cepilladora limadora (Nomenclatura y caractersticas)
3-4.14
042
Herramientas de corte ([Link] de corte y cua)
3-4.11
043
Indicador de cuadrante
2-3.51
044
Micrometro (Funcionamiento y lectura)
2-2.31
045
Aleaciones de acero
1-2.6
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cd i go
de temas
046
Avance en las maquinas herramientas
3-4.1
047
Velocidad de corte (Concepto,unidades,aplicaciones)
3-4.1
048
Herramientas de corte (ngulos y tablas)
3-4.11
049
Calibre con nonio (Apreciacin 0.05 mm y 0.02 mm)
2-2.21
050
Calibre con nonio (Apreciacin)
2-2.21
051
Micrometro (Graduacin en mm , con nonio)
2-2.31
052
Resortes helicoidales
4-3.9
053
Alicates
5-2.14
054
Broca helicoidal (ngulos)
3-4.12
055
Sierras de cinta para metales
3-4.16
056
Sierras alternativas
3-4.16
057
Hojas de sierra para mquinas
3-4.16
058
Llaves de apretar
5-1.08
059
Tornillos, tuercas y arandelas
3-3.32
060
Destornillador
5-1.09
061
Terrajas
3-4.36
062
Taladradoras
063
Elementos de fijacin(Prensa de mano y Alicate de presin)
064
Elementos de fijacin (Morsas de mquina)
4-4.51
065
Escariadores (Tipos y usos)
3-4.33
066
Metales no ferrosos (Aleaciones)
1-3.2
067
Micrometro (Graduacin en pulgadas)
2-2.31
068
Velocidad de corte en la cepilladora limadora (Tablas)
3-4.14
(Porttil y de columna)
3-4.12
5-2.13(14)
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTI
FiCADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cod i go
de temas
069
Anillos graduados en las maquinas herramientas (Clculos)
4-3.53
070
Cepilladora limadora (Cabezal y avances automticos)
3-4.14
071
Micrometro (Graduacin en pulgadas con nonio)
2-2.31
072
Instrumentos de control (Calibrador pasa-no pasa)
2-3.43
073
Micrometro (Para mediciones internas)
2-2.32
,074
Tolerancias (Sistema ISO)
2-6.2
075
Rasquetas (Tipos,caractersticas)
3-4.32
076
Prensas manuales (De columna)
5-2.23
077
Rodamientos
4-2.26
078
Cojinetes de friccin y descansos
4-2.25
079
Poleas y correas
080
Lubricacin (Sistemas y ranuras)
4-5.1
081
Torno mecnico horizontal (Nomenclatura,caract.y accesorios)
3-4.13
082
Plato universal de tres mordazas
083
Herramientas de corte ([Link] fijacin en el torno)
4-4.42
3-4.13
4-4.2
084
Herramientas de corte para torno(Perfiles y aplicaciones)
3-4.13
085
Velocidad de corte en el torno (Tablas)
3-4.13
086
Broca de centrar
3-4.12
087
Torno mecnico horizontal (Cabezal mvil)
3-4.13
088
Torno [Link].(Funcionam., materiales, condic. de uso)
3-4.13
089
Torno mecnico horizontal (Carro principal)
3-4.13
090
Torno mecnico horizontal (Cabezal fijo)
3-4.13
091
Plato y brida de arrastre
4-4.41
4-3.11(13)
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a
(cont.)
REFERENCIA
TTTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cdigo
de temas
092
Torno mecnico horizontal (Punta y contrapunta)
3-4.13
093
Moleteador
3-4.13
094
Plato de mordazas independientes
4-4.43
095
Tren de engranajes para roscar en el torno (Clculo)
3-4.13
4-3.42
096
Torno [Link].([Link] [Link] tornillo patrn y lira)
3-4.13
097
Torno mecnico horizontal (Caja de avances)
3-4.13
098
Desalineado de la contrapunta para tornear [Link](Clculo) 3-4.13
099
Roscas de tubos y perfiles cuadrado y redondo
100
Torno mecnico horizontal (Mecanismo de reduccin del husillo) 3-4.13
101
Lunetas
4-4.47
102
Rectificadora porttil
3-4.23
103
Inclinacin del carro superior para torneado conico(Clculo)
3-4.13
104
[Link] gua del accesorio para tornear conico(Clculo) 3-4.13
105
Conos normalizados, Morse y Americano (Tablas)
106
Roscas trapeciales normalizadas(Mtrica,Acm,Diente de Sierra) 4-3.54
107
Roscas mltiples
4-3.51
108
Rosca sin fin (Sistema modulo)
4-3.47
109
Plaquitas de carburo metlico
3-5.1
110,
Plato liso y accesorios
4-4.44
111
Fresadora (Generalidades)
3-4.15
112
Fresadora universal
3-4.15
113
Elementos de fijacin (Calces-Bridas-Gatos)
4-4.52
114
Ejes portafresas
4-4.35
4-3.54
4-4.31
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO. TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULD DEL TEMA TECNOLOGICO
Cod i ge
de temas
115
Pinzas y portapinzas
4-4.45
116
Fresas (Tipos y caractersticas)
3-4.15
117
3-4.15
118
Velocidad de corte en la fresadora
Avances, profundidad de corte y formas de trabajar
de las fresas
119
Cabezal universal y cabezal vertical
3-4.15
120
Aparato divisor (Generalidades)
3-4.15
121
Chavetas
4-2.28
122
Ranuras normalizadas (Chaveteros y ranuras en "T")
4-2.11
123
Aparato divisor simple (Divisin directa)
3-4.15
124
Aparato divisor (Divisor universal)
3-4.15
125
Aparato divisor (Tipos de montaje de piezas)
3-4.15
126
Aparato divisor (Divisin indirecta y divisin angular)
3-4.15
127
Mesa circular
3-4.15
128
Montajes de piezas sobre la mesa
4-4.54
129
Fresado en oposicion y fresado en concordancia
3-4.15
130
Medicin con rodillos (Clculos)
2-5.3
131
Mandril descentrable y mandril fijo
4-4.36
132
Aparato mortajador - Sus herramientas y portaherramientas
3-4.15
133
Engranajes (Generalidades)
4-3.41
134
Engranaje cilindrico recto
4-3.43
135
Medicin de dientes de engranajes
2-7.2
136
Ruedas de cadena
4-3.2
137
Tren de engranajes (Generalidades)
4-3.42
3-4.15
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLO'GICO
C6d i go
de temas
138
Divisor lineal
3-4.15
139
Cabezal para fresar cremallera
3-4.15
140
Aparato divisor (Divisin diferencial)
3-4.15
141
Hlices
4-3.51
142
Engranaje cilindrico helicoidal
4-3.44
143
Engranajes conicos
4-3.45
144
Corona para tornillo sin fin
4-3.47
145
Espiral de Arqumedes(Aplicaciones en levas y rosca frontal)
4-3.7
146
Rectificadora (Generalidades)
3-4.23
147
Rectificadora plana
3-4.23
148
Muelas (Generalidades)
3-4.23
149
Platos magnticos
4-4.53
150
Diamante para rectificar muelas
3-4.23
151
Equipo de proteccin (Mscaras - Aspiradores antipolvillo)
5-4.1
152
Muelas (Elementos componentes)
3-4.23
153
Avance de corte en la rectificadora plana
3-4.23
154
Muelas (Caractersticas)
3-4.23
155
Bloques magnticos
"5-2.21
156
Cilindro y columna para controlar perpendicularidad
2-3.42
157
Soporte para balancear muelas
3-4.23
158
Brida y mandril porta-muela
4-4.46
159
Muelas (Tipos)
3-4.23
160
Dispositivo para rectificar muelas en ngulo
3-4.23
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLGICO
Cd i go
de temas
161
Muelas (Especificaciones para su eleccin)
3-4.23
162
Velocidad de corte en las muelas (Clculo y tablas)
3-4.23
163
Mesa inclinable
5-2.22
164
Mesa de senos
5-2.22
165
Bloques calibradores
2-3.44
166
Regla de senos
2-2.4
167
Rectificadora cilindrica universal
3-4.23
168
Velocidad de corte de la pieza en la rectificacin cilindrica 3-4.23
169
Avance de corte en la rectificadora cilindrica
3-4.23
170
Calibradores conicos
2-3.43
171
Rectificacin (Defectos y causas)
3-4.23
172
Luneta de resortes
4-4.47
173
Hornos para tratamientos trmicos (Generalidades)
1-4.3
174
Hornos elctricos (Tipos y caractersticas)
1-4.3
175
Pirometros termoelctricos (Tipos,funcionamiento y usos)
2-2.5
176
Elementos de trabajo (Para tratamientos trmicos)
5-2.3
177
Hornos especiales (De electrodos para baos)
1-4.3
178
Pirometros de radiacin (Tipos,caractersticas y usos)
2-2.5
179
Hornos de combustin (Tipos y caractersticas)
1-4.3
180,
Ensayo de dureza (Mquina,tipos y caractersticas)
2-3.71
181
Ensayo de dureza Rockwell (Generalidades)
2-3.71
182
Ensayo de dureza. Brinell (Generalidades)
2-3.71
183
Ensayo de dureza
2-3.71
Vickers (Generalidades)
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a ^ 1 3 ) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLO^GICO
Cdigo
de temas
184
Tablas de dureza (Brinell, Vickers y Rockwell)
2-3.71
185
Tratamientos trmicos (Generalidades)
1-4.1
186
Aceros SAE (Clasificacin y composicion)
1-2.3
187
Aceros SAE (Tratamientos trmicos usuales)
1-4.1
188
Normalizado
1-4.14
189
Recocido
1-4.13
190
Temple
[Link]
191
Medios de enfriamiento(Caractersticas y condiciones de uso)
1-4.1
192
Revenido
1-4.12
193
Hornos especiales (De circulacin forzada)
1-4.1
194
Temple isotrmico
1-4.11
195
Temple superficial (Por llama)
1-4.11
196
Temple superficial (Por alta frecuencia)
1-4.11
197.
Tratamientos termoqumicos
1-4.2
198
Cementacin (Con sustancias solidas)
1-4.21
199
Cementacin (Con sustancias lquidas)
1-4.21
200
Cianuracin
1-4.22
201
Hornos especiales (Para tratar con gas)
202
Cementacin (Con sustancias gaseosas)
1-4.21
203
Nitruracion
1-4.23
204
Carb oni t rur a ci 6n
1-4.24
205
Arco elctrico
3-6.13
206
Equipo de proteccin (Mscara)
5-4.1
(Generalidades)
1-4.2
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por numero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLO'gICO
Cdigo
de temas
207
Equipo de proteccin (Vestimenta de cuero)
5-4.1
208
Mquina de soldar (Transformador)
3-6.11
209
Electrodo (Generalidades)
3-6.12
210
Accesorios para limpieza (Cepillo de acero - Piqueta)
5-1.10
211
Porta-electrodo y conexin a masa
3-6.11
212
Posiciones de soldar
3-6.13
213
Electrodo (Movimientos)
3-6.1.2
214
Equipo de proteccin (Lentes de seguridad)
5-4.1
215
Electrodo revestido (Tipos y aplicaciones)
3-6.12
216
Electrodo revestido (Especificaciones)
3-6.12
217
Mquina de soldar (Generador)
3-6.11
218
Soldadura (Intensidad y tensin)
3-6.13
219
Procesos de soldadura(Soldadura manual con arco elctrico)
3-6.13
220
Juntas (Tipos)
3-6.13
221
Soldadura (Cualidades-caractersticas-recomendaciones)
3-6.13
222
Mquina de soldar (Rectificador)
3-6.11
223
Soldadura (Contracciones y dilataciones)
3-6.13
224
Soldadura (Soplo magntico)
3-6.13
225
Procesos de soldadura (Solddura bajo atmosfera de gas)
3-6.13
226
Equipo para soldar bajo atmosfera de bioxido de carbono
3-6.11
227
Gases utilizados en la soldadura(Argon-Bioxido de carbono)
3-6.12
228
Equipo para soldar bajo atmosfera de gas inerte
3-6.11
229
Equipo para soldar con oxiacetileno (Generalidades)
3-6.21
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI'
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cdi go
de temas
230
Procesos de soldadura (Soldadura a oxigas)
3-6.23
231
Gases utilizados en la soldadura (OxgenoAcetilenoPropano)
3-6.22
232
Equipo para soldar con oxiacetileno (Boquilla-Soplete
para soldar)
3-6.21
233
Llama oxiacetilenica
3-6.23
234
Equipo para soldar con oxiacetileno (Cilindros-VlvulasReguladores)
3-6.21
235
Equipo para soldar con oxiacetileno (Manguera-Economizador
de gas)
3-6.21
236
Oxicorte manual
3-6.23
237
Matriz de corte (Definicin y nomenclatura)
3-7.11
238
Matriz de corte (Conjuntos principales)
3-7.11
239
Matriz de corte (Espiga)
3-7.12
240
Matriz de corte (Placa superior)
3-7.12
241
Matriz de corte (Placa de choque)
3-7.12
242
Matriz de corte (Placa porta punzones)
3-7.12
243
Matriz de corte (Placa gua)
3-7.12
244
Matriz de corte (Guas laterales)
3-7.12
245
Matriz de corte (Placa matriz)
3-7.12
246
Placa base (Tipos y fijacin)
3-7.12
247
Placa base universal (Dimensiones)
3-7.12
248
Matriz de corte (Punzones)
3-7.12
249
Pilotos centradores
3-7.12
250
Pasadores
3-7.12
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO.
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTTULO DEL TEMA TECNOLO'gICO
Cdigo
de temas
251
Corte en matricera (Proceso)
3-7.13
252
Corte en matricera (Juego, clculo y aspecto)
3-7.13
253
Esfuerzo de corte
3-7.13
254
Paso
3-7.14
255
Sistema de avance (Topes y cuchillas de avance)
3-7.14
256
Disposicin de la pieza en la tira
3-7.14
257
Localizacin de la espiga (Proceso grfico y analtico)
3-7.12
3-7.13
258
Diagrama para determinar el espesor de la placa matriz
3-7.13
259
Dureza de las piezas
1-4.11
260
Aceros especiales para matricera (Caractersticas y
aplicaciones)
1-2.61
261
Matrices de metal duro
3-7.11
262
Empleo de cerromatrix
3-7.11
263
Columnas y bujes
4-2.14
264
Bases con columnas y bujes (Armazones)
4-1.1
265
Tomillos "Alien" y cabeza cilindrica
3-3.32
266
Resortes para matricera
4-3.9
267
Matrices de doble efecto
3-7.11
268
Chapas laminadas en fro Norma Din-1624
1-2.6
269
Prensas
4-6.1
270
Sistemas de seguridad (Prensas y matrices)
5-4.2
VIII
REFERENCIA
- n d i c e general de TEMAS TECNOLOGICOS para "MECANICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cdigo
de temas
271
Matrices de doblar-curvar y enrollar (Definicin y
nomenclatura)
3-7.21
272
Fenomenos del doblado
3-7.23
273
Clculo del desarrollo (Doblado)
3-7.23
274
Esfuerzo de doblado
3-7.23
275
Sistemas de dobladores
3-7.21
276
Matrices de embutir (Definicin y nomenclatura)
3-7.31
277
Fenomenos de la embuticin
3-7.33
278
Juego entre punzn y matriz (Embutido)
3-7.33
279
Radios de embuticin
3-7.33
280
Desarrollo del embutido (Clculo y numero de operaciones)
3-7.33
281
Formulas para desarrollos
3-7.33
282
Lubricacin (Embutido)
5-3.3
283
Esfuerzo de embutido (Definicin y clculo)
3-7.33
284
Embutidores (Tipos y aplicaciones)
3-7.31
285
Matrices progresivas (Definicin y sistemas)
3-7.31
286
Matrices progresivas (Aplicaciones y tipos)
3-7.51
287
Molde de inyeccin (Definicin y nomenclatura)
3-8.11
288
Molde de inyeccin (Clasificacin)
3-8.11
289
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin
3-8.13
290
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por placa
impulsora)
3-8.13
291
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por placa
impulsora-por espigas)
3-8.13
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
PICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETI LN ICO"!
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a A13) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cod igo
de temas
292
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Placa impulsora-con camisa)
3-8.13
293
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por lminas)
3-8.13
294
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por accin
retardada)
3-8.13
295
Molde de inyeccin - Sistemas de extraccin (Por placa extractora)
3-8.13
296
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Extraccin por
tirantes)
3-8.13.
297
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Por aire
comprimido)
3-8.13
298
Molde de inyeccin - Sistema de extraccin (Por ncleo
rotativo)
3-8.13
299
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin indirecta)
3-8.14
300
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin directa)
3-8.14
301
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin con canales
aislados)
3-8.14
302
Molde de inyeccin (Sistema de alimentacin con canales
calientes)
3-8.14
303
Molde de inyeccin (Entradas o punto de inyeccin)
3-8.12
304
Molde de inyeccin (Entrada restringida)
3-8.12
305
Molde de inyeccin (Entrada capilar)
3-8.12
306
Molde de inyeccin (Entrada en abanico)
3-8.12
307
Molde de inyeccin (Entrada en disco o diafragma)
3-8.12
308
Molde de inyeccin (Entrada en anillo)
3-8.12
309
Molde de inyeccin (Entrada en lengeta)
3-8.12
310
Molde de inyeccin (De dos placas)
3-8.11
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OXIACETI LN ICO"!
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cd i go
de temas
311
Molde de inyeccin (De tres placas)
3-8.11
312
Molde de inyeccin
3-8.11
313
Molde de inyeccin (Refrigeracin)
3-8.15
314
Molde de inyeccin - (Aceros utilizados)
1-3.2
315
Molde de inyeccin (Columna gua y casquillo gua)
4-2.14
316
Molde de inyeccin (Espigas)
3-8.12
317
Molde de inyeccin (bebederos)
3-8.12
318
Materiales plsticos
3-8.61
319
Materiales plsticos (Contraccin)
3-8.62
320
Mquina de inyeccin (Generalidades)
3-8.11
321
Molde de compresin (Definicin y nomenclatura)
3-8.21
322
Molde de compresin (Clasificacin)
3-8.21
323
Molde de compresin (De tope)
3-8.21
324
Molde de compresin (Positivo)
3-8.21
325
Molde de compresin (Semipositivo)
3-8.21
326
Molde-de compresin (De coquillas)
3-8.21
327
Molde de compresin indirecta o transferencia (Generalidades)
3-8.31
328
Molde de compresin indirecta o transferencia (Integral)
3-8.31
329
Molde de compresin indirecta o transferencia (Con &nbolo
auxiliar)
3-8.31
330
Molde de compresin indirecta o de transferencia (de
doble accin)
3-8.31
331
Prensas (Para moldeo de plstico)
4-6.2
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILNICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y P E R F I L E S METLICOS.
(HIT. 001 a M 3 ) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cd i go
de temas
332
Proceso de acuado en fro
3-8.14
333
Electroerosion (Principio, nomenclatura, funcionamiento)
3-4.4
334
Molde de soplado (Definicin y funcionamiento)
3-8.51
335
Molde para soplado
3-8.51
336
Molde de soplado (Area de corte)
3-8.52
337
Molde para soplado (Refrigeracin)
3-8.53
338
Rectificadora - Afiladora universal
3-4.22
3-4.23
339
Rectificadora-Afiladora universal (Platillos y mandriles
porta-muelas)
3-4.22
340
Herramientas de corte (Angulos, tablas y perfiles)
3-4.11
341
Rectificadora - Afiladora universal (Morsa universal)
4-4.51
342
Piedra manual de afilar
3-4.38
343
Muelas diamantadas
3-4.22
344
Herramientas prismticas con carburos metlicos (Normalizacin y quiebra-viruta)
3-4.11
345
Rectificadora - Afiladora universal (Cabezales contrapuntas, brida limitadora, indicador de centro)
3-4.22
346
Rectificadora - Afiladora universal (Soporte universal
con lminas)
3-4.22
347
Rectificadora - Afiladora universal (Cabezal porta-pieza)
3-4.22
348
Rectificadora - Afiladora universal (Accesorios especi
les)
3-4.22
349
Angulos de incidencia (Tablas)
3-4.11
350
Fresas de corte frontal (Tablas de ngulos de incidencia
y ngulos frontales)
3-4.15
Colecciones consideradas: MECANICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR,^RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLASTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METALICOS.
(HIT. 001 a ^13) ( c o n t . )
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cdigo
de temas
351
Desplazamiento de la muela para obtener ngulo de incidencia
(Clculos y tabla)
3-4.22
352
Micrometro con apoyo en "V"
2-2.32
353
Fresas de perfil constante (Perfil normal e inclinado)
3-4.15
354
Forja (Procedimientos)
3-2.41
355
Fraguas
3-2.43
356
Fragua (Combustibles)
5-3.4
357
Fragua (Hogar)
3-2.43
358
Relacin entre el color y la temperatura del material
2-7.5
359
Martillos y mazas de forja
5-1.02
360
Yunques
3-2.44
361
Morsa de herrero
5-2.12
362
Damero o clavera
5-2.16
363
Utiles del forjador: Tenazas
5-2.15
364
Estampa y contraestampa para forja manual
3-2.45
365
Tajaderas, buriles, corta hierro para forja
3-2.46
366
Punzones para forja
3-2.46
367
tiles de control dimensional del forjador
2-2.1
2-3.3
2-3.2
368
Caractersticas de las piezas forjadas (Excedentes y
tolerancias)
2-6. 1
369
Tratamientos trmicos (En fragua)
1-4. 1
1-4.2
370
Estampas (Forja mecnica)
3-2.42
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por numero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TRMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR OX IACETI LN I CO'i
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a 413) ( c o n t . )
REFERENCIA
TITULO DEL TEMA TECNOLOGICO
Cdigo
de temas
371
Estampas de cortar rebabas (Rebabado)
3-2.45
372
Soldadura en la fragua
3-6.51
373
Aceros (Utilizados en calderera)
1-2.3
1-2.6
374
Marmol de calderero (Platn)
5-2.17
375
Compases de calderero
5-1.05
376
Escuadras (Plana 90, falsa y de corredera)
5-1.04
377
Elementos para trazar en perfiles
5-1.04
378
Plantillas para controlar formas interiores
2-3.2
379
Cizalla universal
3-2.82
380
Cizalla universal (Corte de chapas)
3-2.83
Cizalla universal (Dispositivo para punzonar)
3-2.83
382
Cizalla universal (Dispositivo para cortar perfiles)
3-2.83
383
Cizalla universal (Dispositivo para entallar)
3-2.83
384
Cizalla guillotina
3-2.82
385
Cizalla manual elctrica (Para chaflanar)
3-2.82
386
Prensas plegadoras mecanicas
3-2.81
387
Prensa hidrulica
388
Cilindradoras elctricas
3-2.84
389
Planchadora de cilindros rgidos
3-2.85
390
Dispositivos para dar forma
3-2.72
391
Martillo mec^ico neumtico
3-3.22
4-6.3
. 381
" 4-6.1
VIII
- n d i c e general de TEMAS TECNOLGICOS para "MECNICA GENERAL" por nmero de REFERENCIA.
Colecciones c o n s i d e r a d a s : MECNICO AJUSTADOR, TORNERO, FRESADOR, RECTI
FICADOR, TRATADOR TERMICO, SOLDADOR POR ARCO, SOLDADOR 0X1ACETILENICO,
MATRICERO (METALES), MATRICERO (PLSTICOS), AFILADOR DE HERRAMIENTAS,
HERRERO, CALDERERO, TRABAJADOR EN CHAPA FINA Y PERFILES METLICOS.
(HIT. 001 a A13)
REFERENCIA
TTULO DEL TEMA TECNOLGICO
Cod go
de temas
392
Martillo mecnico neumtico (Estampas para remachar)
3-3.22
393
Martillo neumtico (Cinceles)
3-4.17
3-4.34
394
Remaches mayores de 10 mm.
3-3.21
395
Aluminio (Materiales obtenidos por extrusin)
1-3.31
3-2.5
396
Tubos de pared fina (De metales no ferrosos)
1-3.3
397
Tomo para repujar
3-2.61
398
Bordonedora pestaadora
3-3.51
399
Trazado para remachar
3-3.2
400
Herramientas de remachado manual
3-3.2
401
Remaches
3-3.2
402
Equipos de soldadura por resistencia a puntos
3-6.31
403
Equipo de soldadura por resistencia a rodillos
3-6.32
404
Amoladoras y pulidoras porttiles (Con eje flexible)
3-4.21
405
Plegadoras
3-2.81
406
Dobladoras de tubos
3-2.91
407
Rellenos para curvar tub^s
3-2.92
408
Mquina grafadora de caos
3-3.52
409
Punzones para chapa fina
3-4.39
3-3.2
3-3.3
410
Decapantes para soldaduras blandas
3-6.44
411
Aleaciones para soldadura blanda
3-6.42
412
Mquina para doblar perfiles
3-2.91
413
Rebordeado con alambre
3-3.53
ADVERTENCIAS
1)
Las hojas i n c l u i d a s a c o n t i n u a c i n , s e r v i r n de patrn para
imprimir m a t r i c e s o e s t n c i l e s para mquinas o f f s e t de o f i c i h a , mimegrafos u o t r o t i p o de d u p l i c a d o r e s .
Deben s e r t r a t a d a s con cuidado a f i n de no daar e l p a p e l ,
n i manchar su s u p e r f i c i e .
2)
Es conveniente que^ las hojas sean v e r i f i c a d a s antes de real i z a r la impresin de las m a t r i c e s , pudiendo r e t o c a r s e con
l p i z comn o t i n t a s de d i b u j o los trazos demasiado d b i l e s ,
a s como t a p a r l a s manchas e imperfecciones con "gouache"
(tempera b l a n c a ) .
3)
Los agregados que deban hacerse a las h o j a s , por ejemplo c
digo l o c a l , pueden e s c r i b i r s e en papel blanco y pegarse e n ' e l
lugar c o r r e s p o n d i e n t e .
El mismo procedimiento es adecuado para c o r r e g i r e r r a t a s y o t r a s f a l t a s .
HOJAS DE OPERACIN
[CBC
CALENTAR EL MATERIAL EN LA FRAGUA
Es dar al material, por medio del calor, condiciones de plasticidad que
f a c i l i t e n su deformacin, por martillado o presin.
Se u t i l i z a en todos los procesos de f o r j a .
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Prepare y enoienda
la fragua
formando un hogar de tamao adecu^
do a la pieza a f o r j a r .
2 paso - Tome el material
oon una tenaza que l e permita sujetarlo con se-
guridad.
OBSERVACIN
La boca de la tenaza deber tener una forma que permita asegurar
la inmovilidad de la pieza.
3 paso - Caliente
el
material
Cierre el paso de a i r e .
Introduzca el material en el centro del hogar, de modo que
quede una camada de carbn encendido por debajo.
OBSERVACIN
Es muy importante mantener una camada de carbn entre la r e j i l l a
y la pieza para evitar que el a i r e suministrado la ataque directamente.
c
Cubra bien con carbn la zona del material a calentar u t i l i -
zando el atizador de gancho, ( f i g .
1).
CARBON
AGREGADO
CAMADA DE
ENCENDIDO
REJILLA
ENCADA
DE
AIRE
Fig. 1
TOBERA
CARBON
[CBC
CALENTAR EL MATERIAL EN LA FRAGUA
_d Regule el registro de a i r e y controle la marcha del fuego. \e
r i f i q u e de tanto en tanto el aumento de temperatura, escarbando
ligeramente con el atizador y observando el color que va tomando
la pieza.
_e
Haga girar la pieza a intervalos para que el calor se reparta
uniformemente.
OBSERVACIONES
1) Como referencia, la informacin que se detalla sobre el color
en relacin con la temperatura aproximada de f o r j a , es vlida p^
ra aceros duces.
Rojo claro
830 -
Rojo amarillento
880 - 1050 (intervalo ptimo)
Amarillo oscuro
880 (ligeramente insuficiente)
1050 - 1150 (algo excesivo)
2) Evite el exceso de carbn; adems de ser un derroche, acelera
intilmente el calentamiento hasta perjudicar a las piezas.
3) Evite el exceso de a i r e , pues actuar en perjuicio de la operacin correcta enfriando el material y al mismo tiempo aumenta]!
do la oxidacin.
4 paso - Retire
el
matevial.
OBSERVACIN
Una vez que el material haya adquirido la temperatura prevista,
c i e r r e el paso de a i r e .
5 paso - Coloque el material
en el lugar correspondiente.
PRECAUCION
EVITE ACCIDENTES y NO DEPOSITE PIEZAS CALIENTES EN LUGARES DE
TRNSITO.
OBSERVACIONES
1) Si la pieza trabajada es de acero de temple, introdzcala en
polvo de cal o ceniza seca al abrigo del a i r e . Evitar que se
temple irregularmente.
2) No arroje piezas calientes de acero templable sobre pisos hm^
dos, sufrirn un temple p a r c i a l , irregular e inadecuado.
[CBC
ESTIRAR EN CALIENTE CON MARTILLO
Es producir el alargamiento de una barra, reduciendo la seccin transvers a l , por la accin de golpes sucesivos perpendiculares a su eje.
Este trabajo se realiza en aceros, a temperaturas de f o r j a , pudiendo realj_
zarse adems en otros materiales de maleabilidad similar.
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Fre-pare la fragua adecuando el volumen del hogar a la pieza a
estirar.
2 paso - Caliente
el material
en la fragua hasta alcanzar la temperatura
de f o r j a .
3 paso - Estire
_a
el
material.
Sujete el material con la tenaza elegida y coloque el a n i l l o
de seguridad.
_b
Retire el material del fuego.
_c
Lleve el material al yunque. Mientras sujeta l'a tenazaxon
una mano, con la otra aplique golpes sucesivos con un martillo
de pena longitudinal ( f i g . 1).
Fig. 1
OBSERVACIONES
1) Para lograr un buen estirado haga girar alternativamente la
pieza 90 despus de cada golpe.
2) Si el material se hubiera enfriado sin lograr el estirado prje
visto calintelo nuevamente.
fCBC
ESTIRAR EN CALIENTE CON MARTILLO
5 paso - Haga el acabado a martillo.
Golpee con la cara del m a r t i l l o , en
las mismas condiciones del 3 Paso, hasta lograr un buen aplanado de las caras de la barra ( f i g . 2).
Fig. 2
aNlTRFOB
In. Edidf
[CBC
APLANAR CON PLANA
Consiste en reducir las irregularidades de las superficies trabajadas
a golpes de martillo.
Se recurre a esta operacin para
mejorar la terminacin de las
superficies ( f i g . 1).
Por las caractersticas del trabajo y
atendiendo razones de seguridad, la
operacin debe realizarse entre dos
personas.
Fig. 1
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Caliente
el material
entre 700 y 800C (rojo cereza).
OBSERVACIONES
Evite temperaturas mayores por dos razones principales:
1) Reducir la posibilidad que el material se descarbure.
2) Evitar excesos en alargamientos y deformaciones.
2 paso - Limpie la
escoria.
Retire el material de la fragua utilizando una tenaza.
Rsquelo sobre las aristas del yunque, para eliminar escorias.
OBSERVACION
Si no se quitan l a s escorias removibles, se incrustarn en el
material durante el martillado.
3 paso - Aplane.
a
Con una mano sostenga con firmeza la pieza aferrada con la t ^
naza y con la otra la plana, ubicndola sobre la superficie a
trabajar.
APLANAR CON PLANA
_b Disponga que
su ayudante golpee sobre la plana ( f i g . 2).
AYUDANTE
YUNQUE
Fig. 2
OBSERVACIONES
1) Tras cada golpe, mueva la plana sobre la superficie a aplanar.
2) Procure que los golpes sean de igual intensidad para no marcar
la pieza.
3) Si la pieza es cuadrada o rectangular, tras cada golpe, grela
90; con e l l o evitar deformaciones.
PRECAUCIONES
1) CUIDE QUE LAS POSICIONES RELATIVAS ENTRE EL AYUDANTE Y FORJADOR FORMEN UN NGULO APROXIMADO DE 90^ ES DECIR, NUNCA FRENTE
A FRENTE, POR EL PELIGRO QUE REPRESENTA UNA EVENTUAL ROTURA
DEL MANGO O DESPRENDIMIENTO DE LA MAZA,
2) CUIDE QUE NINGUNA PERSONA SE ENCUENTRE DENTRO DEL REA NECESA
RIA PARA EJECUTAR LA OPERACIN CON SEGURIDAD,
VOCABULARIO TECNICO
MAZA - Macho - Marrn - Martillo pesado.
[CK
REF H0.05/F
OPERACION:
1/1
REDONDEAR CON MARTILLO
Consiste en dar forma redonda a una barra de caras planas, aumentando gradualmente el nmero de aristas.
Se u t i l i z a esta operacin cuando se necesita un extremo redondo en una barra de caras planas, o bien para aprovechar restos de materiales.
PROCESO DE EJECUCION
1 paso - Caliente
SENTIDO
DE LOS
GOLPES
DEL
MARTILLO
a la tempe-
el matevial
ratura de f o r j a .
2 paso - Sujete
el mateHal
(POSICION
con la tenaza
NICIAL
DEL
MATERIAL
y r e t r e l o del fuego.
YUNQUE
3 paso - E^eaute el
a
redondeado*
Ubiqese con el material y el
martillo frente al yunque.
Fig. 1
_b Apoye la barra sobre una arista y comience a golpear sobre la
arista opuesta, aplanando ligeramente la cara golpeada y la que
apoya en el yunque ( f i g .
1).
_c
Gire la barra 90 y repita el sub-paso b.
_d
Contine aplanando las aristas y complete el proceso ( f i g . 2).
OBSERVACIONES
1) Si observa que el material
SENTIDO
GOLPE
est f r o , calintelo nuevamente y luego contine.
2) Al aplanar las aristas cuj_
de no excederse con los golpes, para conservar las dimeji
siones del crculo.
Fig. 2
DEL
OBC
DOBLAR BARRAS EN EL YUNQUE
Consiste en cambiar la direccin del eje de la pieza mediante la aplicacin
de golpes de martillo.
Se u t i l i z a para elaborar piezas con formas curvas o ngulos, tales como e^
labones, argollas, mnsulas, puntas de rizos, bridas ( f i g .
1).
Figs. 1
PROCESO [Link]
CUERNO
CNIco
CASO I - HACER UNA CURVA
1 paso - Caliente
DEL
en la fragua a
el material
la temperatura de f o r j a .
2 paso - Marque con una tiza
el cuerno cni-
co del yunque en el lugar donde efe
tuar el doblado.
3 paso - Doble el
a
material,
Sujete el material con la tenaza
y r e t r e l o del fuego.
b
Apoye el material en el lugar mar-
cado del cuerno cnico.
c
Golpee con el martillo perpendicu-
larmente al eje de la pieza hasta lograr cui^varlo ( f i g . 2).
CASO II - HACER ANGULOS MAYORES DE 90Q
1 paso - Caliente
el
material
Fig. 2
YUNQUE
[CBe
REE H0.06/F
OPERACION:
DOBLAR BARRAS EN EL YUNQUE
2 paso - Dohle el
a
material,
Apoye el material contra un
canto del yunque y golpee sobre
el extremo l i b r e hasta obtener
aproximadamente el ngulo dese^
do ( f i g . 3). '
b
Controle con la p l a n t i l l a y
verifique la rectitud de los lados.
OBSERVACIN
"
Si la pieza presenta deformaciones
proceda a enderezar con martillo o
Fig. 3
pl ana.
CASO III
1 paso - Caliente
2 paso - Doble el
a
- HACER AmULOS MENORES DE 90^
el
matevial.
material,
Doble el material hasta obtener
un ngulo de 90.
b
Apoye el material en el yunque
( f i g . 4).
c
Golpee en la zona prxima a la
unin de las caras en forma alternativa sobre ambas, hasta obtener
el ngulo deseado,
d
Enderece las deformaciones de
las dos caras con martillo y plana,
_e
Verifique con la p l a n t i l l a la
abertura del ngulo.
Fig. 4
2/2
QNTERFOR
Ic. Edida
RECALCAR
Es l a operacin contraria al estirado. Consiste en agrandar la seccin de
una pieza acortando su longitud. Puede hacerse en los extrenos o bien en
un punto intermedio ( f i g . 1).
Se u t i l i z a en la elaboracin de
ciertas piezas cuando se debe
aumentar la seccin transversal
en un lugar determinado.
Ejemplo: Pernos con cabeza,
bulones.
PROCESO DE EJECUCION
paso - Caliente
el
material
en la zona a recalcar
hasta la temperatura
de f o r j a .
RECALCADO EN UN
PUNTO
INTERMEDIO
RECALCADO EN UN
EXTREMO
RECALCADO
DESCENTRADO
Fig. 1
PRECAUCIN
ES MUY IMPORTANTE TRABAJAR A LA TEMPERATURA DE FORJA PARA EVITA
POSIBLES FISURAS QUE SE ORIGINARAN SI SE RECALCA EL MATERIAL CON
UNA TEMPERATURA INFERIOR,
2 paso - Retire
el material
del ho-
gar con una tenaza que l e
.PIEZA
,ZONA
CALIENTE
permita tomarlo transversalmente.
3 paso -'Enfrie
las partes de l a
pieza que no sufrirn deformaciones sumergindolas
en agua ( f i g . 2).
OBSERVACIONES
Fig. 2
1) Debe realizar la operacin lo ms rpido posible para e v i t a r
el enfriamiento de la zona calentada.
2) El enfriamiento parcial no presenta dificultades en aceros
dulces. Cuando se trata de aceros especiales o de alto tenor de
carbono., consulte.
[Cbc
REF H0.07/F
OPERACIN:
2/3
RECALCAR
4 paso - Recalque
a
la
pieza.
Apoye un extremo de la pieza en el centro del yunque, soste-
nindola v e r t i clmente con la tenaza y aplique golpes de martillo
en el extremo opuesto, siguiendo el sentido del eje.'
OBSERVACIONES
1) Si el recalcado se efecta
en un extremo, apoye ste sobre el yunque ( f i g .
3).
2) Si se realiza en un punto
intermedio, apoye el extremo
ms prximo a la zona a recalFig. 3
car ( f i g . 4).
_b
Enderece la pieza.
Cambie de tenaza. U t i l i c e una
que l e permita sostener la pieza longitudinalmente. Coloque
la pieza horizontal mente sobre
el yunque y m a r t i l l e ( f i g .
5).
OBSERVACIONES
1) Se procura enderezar la pieza.
2) Golpee sobre l a zona recalcada
para mejorar la distribucin del
material.
Fig. 4
Fig. 5
aNTERFOl
lim. Edid
QNIIBRFOR
inu Edicin
Cbc
REF
OPERACION:
RECALCAR
OBSERVACION
Si el recalcado se hace en un extremo, inserte la pieza en la c U
vera, ubique en el agujero redondo de l a bigornia y aplique golpes de martillo hasta completar
(fig. 6).
Fig. 6
H0.07/F
3/3
KBC
OPERACION:
REF
H0.08/F
1/2
DOBLAR EN ANGULO VIVO
Es la operacin mediante la cual se obtienen piezas con esquinas agudas.
Se realiza en la fabricacin de elementos tales como escuadras, soportes
y bridas.
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - EnoiendcL la
2 paso - Caliente
fragua.
el material en la zona a doblar.
3 paso - Enfrie
las partes que no deben s u f r i r deformacin, sumergindo-
las rpidamente en agua.
OBSERVACIONES
1) Sumerja en agua la longitud necesaria para que el recalcado
se opere nicamente en el lugar previsto.
2) Evite demoras, pues el material se enfriar ms de lo conveniente.
4 paso - Recalque
la parte
a doblar.
Ubique el material verticalmente so-
bre el yunque y golpee en el extremo hasta producir el recalcado
deseado.
5 paso - Alinee
una cara de la pieza.
Colquela horizontalmente sobre el
yunque, haciendo coincidir la parte recalcada con un agujero y
golpee con el martillo hasta lograr que el recalcado se desplace
hacia un lado, dejando la cara alineada ( f i g .
1).
Fig. 1
.
OBSERVACIN
YUNQUE
Asegrese que la dimensin del agujero sea mayor al ancho de la pieza,
para evitar deformaciones.
6 paso - Caliente
nuevamente la pieza en la zona a doblar, hasta la temp^
ratura de f o r j a .
[CBC
REF H0.08/F
OPERACION:
2/2
DOBLAR EN ANGULO VIVO
7 paso - Dohle el
a
material,
Coloque la cara plana contra el borde del yunque. Haga coinci
dir el borde del yunque con la arista
i n t e r i o r del ngulo a formar ( f i g . 2).
Fig. 2
_b Golpee con el martillo el extremo l i b r e de la
pieza hasta obtener el ngulo deseado ( f i g .
3).
Fig. 3
Aplane las superficies que presenten irregularidades
Fig. 4
(fig.4)
[CBC
RBF H0.09/F
OPERACION:
1/2
CORTAR CON TAJADERA
Se realiza cuando se desea separar una parte de una pieza.
Consiste en golpear sobre la cabeza de la tajadera para provocar la penetra
cin del f i l o de la misma en el material.
Puede efectuarse en f r o o en caliente.
Por las caractersticas del trabajo y atendiendo razones de seguridad, la
operacin debe realizarse entre dos personas.
PROCESO DE EJECUCION
1 paso - Encienda
la
fragua.
T A J A D E R A DE MANO
2 paso - Marque el material
antes de
calentar.
a
Trace con tiza el lugar
del corte.
b
Haga una ranura sobre la
traza de t i z a , usando un
cortafro o la tajadera
( f i g . 1).
OBSERVACIONES
1) Si la pieza es cuadrada y por sus dimensiones debe ser cortada por los cuatro lados, conviene hacer una ranura en cada cara.
2) Calintela s i es necesario.
3 paso - Efecte
a
el
oorte,
Coloque la tajadera de
SENTIDO
GOLPE
DEL
cola en el agujero cuadrado
del yunque.
b
Tome el material con las
tenazas y ubique una de las
ranuras sobre la tajadera
T A J A D E R A CON
MANGO
de cola.
c
Coloque la tajadera de
mano sobre l a marca de la
cara opuesta ( f i g . 2).
Fig. 2
[CBC]
aNTBRPOI
In. Edidi
CORTAR CON TAJADERA
_d Sostenga con una mano las tenazas y con la otra la tajadera
con mango. Indique al ayudante que golpee con la maza sobre la
tajadera.
_e Mientras se suceden los golpes y hasta completar el corte,
vaya haciendo rotar la pieza. Evitar que se deforme.
OBSERVACIONES
1) Si la seccin a cortar
SENTIDO
DEL
GOLPE
es redonda, rote la pieza
continuamente; si Ta seccin
es plana, rtfela alternati-
T A J A D E R A CON
vamente.
YUNQUE
2) Si la superficie del
MANGO
corte no es suficientemente
neta, coloque la tajadera
inclinada y haga aplicar
algunos golpes hasta cortar
el excedente ( f i g . 3).
Fig. 3
VOCABULARIO TECNICO
TAJADERA - Trancha.
CBC
OPERACION:
3 paso - Controle
FORJAR A MANO UNA BARRA HEXAGONAL
PARTIENDO DE OTRA REDONDA
REF.
2/2
[Link]/F
la medida entre caras con el calibre f i j o preparado para
este paso ( f i g . 3).
5)
Fig. 3
PRECAUCIONES-
1) RECUERDE QUE ESTE CALIBRE CONTEMPLA UN LIGERO EXCEDENTE DE
MATERIAL CON RESPECTO AL QUE SE UTILIZAR PARA TERMINAR CON
PLANA.
2) CALIENTE EL MATERIAL CADA VEZ QUE SEA NECESARIO.
4 paso - Aplane dos a ^dos las caras
utilizando
la plana y verifique la marcha de la
operacin con el calibre f i j o con la
dimensin f i n a l .
CASO II - UTILIZANDO ESTAMPA DE FORMA
(Fig. 4)
1 paso - Caliente
el material
hasta la tempe-
ratura de f o r j a .
2'paso - Forje
a
Fig. 4
utilizando estampa de forma.
Prepare l a estampa y contra estampa. Coloque l a contra estampa
en el agujero cuadrado del yunque.
b
Coloque el material sobre la contra estampa y a continuacin
superponga la estampa ( f i g .
^
5).
Ordene golpear con la maza sobre
la cabeza de la estampa mientras
imprime a la barra desplazamientos
longitudinales alternativos, acom-
SENTIDO
DEL
GOLPE
ESTAMPA
paados con rotaciones de 60 para
lograr mayor uniformidad en la distribucin del material.
_d
Verifique l a medida entre caras
con el calibre f i j o correspondiente
al control f i n a l .
_e
Verifique la rectitud
de la barra.
CONTRAESTAMPA
CBC
REF [Link]/F
OPERACION:
1/2
ESTRANGULAR O DEGOLLAR
Consiste en reducir la seccin del material en una zona, generalmente con
el propsito de preparar un cambio de seccin o forma ( f i g .
ESTIRADO
ESTRANGULACION
POSTERIOR,
1).
EN UNA CARA
L
L
n: A;
o
ESTRANGULACION
ESTIRADO
POSTERIOR
Figs. 1
ESTRANGULACION
ESTIRADO
EN DOS
ESTRANGULACION
CARAS
EN CUATRO
ESTIRADO
POSTERIOR
CARAS
POSTERIOR
Se u t i l i z a cuando la forma de l a s piezas requiere cuellos o bruscas disminuciones de seccin, como ocurre con los ejes, llaves de tubo, bielas y
cigCeales.
ESTAMPA
CON COLA O CONTRAESTAMPA U
IL
PROCESO DE EJECUCION
1 paso - Enoiena la
2 paso " Caliente
ESTAMPA
CON
MANGO
fvagua.
el material hasta
la temperatura de f o r j a .
3 paso - Ejecute
a
la
estrangulacin,
Coloque la estampa de cola en
el yunque.
b
Aferre el material con las te-
nazas.
_c
Fig. 2
Coloque el material apoyado transversalmente sobre la estampa
de cola en la zona dispuesta para ejecutar la estrangulacin.
_d
Coloque la estampa de mango en oposicin a la estampa de cola
(fig.
2).
[CBG
REF. [Link]/F
OPERACION:
2/2
ESTRANGULAR O DEGOLLAR
_e
Ordene golpear con la maza sobre la estampa de mango mientras
hace rotar la pieza, primero formando dos escotaduras, luego cua_
tro, despus ocho y asi contine hasta reducir la seccin ( f i g . 3 )
S E N T I D O DE LOS
DE LA MAZA
GOLPES
Fig. 3
f
Verifique las dimensiones de la zona estrangulada.
[CBC
ESTIRAR EN CUA
Se logra estirando y aplanando el material de manera que adopte la forma
de cua.
Es una operacin frecuente en las herreras pues se usa en la fabricacin
de herramientas de empleo muy corriente: cortahierros, tajaderas, cuchil l a s , hachas, hachuelas.
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Encienda
la
fragua,
2 paso - Caliente
el
material,
OBSERVACIN
Es preciso calentar el material hasta que adquiera color rojo
blanco, pues de lo contrario se agrietar con facilidad.
3 paso - Estire
a
en oua.
Aferre el material con las tenazas.
_b Apoye en el yunque el extremo a e s t i r a r , dando a la pieza una
inclinacin de acuerdo a la cua deseada, luego golpee con igual
inclinacin ( f i g .
1).
Fig. 1
4 paso - Termine la pieza
filo.
cortando en la tajadera las irregularidades del
[CBC
RETORCER PLANCHUELAS
Aplicando esfuerzos de torsin, es posible obtener piezas
como la representada en la figura 1.
Se u t i l i z a cuando se desea obtener brocas en espiral y
elementos decorativos.
PROCESO DE EJECUCIN
Fig. 1
CASO I - RETORCER EN FRIO
1 paso - Pr&pco'e un oao que usar como guia.
OBSERVACIONES
1) El cao utilizado como guia tendr las siguientes
caractersticas:
Dimetro i n t e r i o r ligeramente supe-
r i o r que la dimensin mayor de la seccin de la pieza.
Longitud aproximadamente 40 mm menor que la longitud
de la planchuela ( f i g . 2).
PLANCHUELA
2) La llave para retorcer estar dotada de una boca cuyas dimensiones correspondan a la pieza a retorcer.
2 paso - Efecte
a
la
torsibn,
Sujete firmemente un extremo de la pieza en la morsa, mante-
nindola' horizontal.
^
Coloque el trozo de cao gua de modo que la pieza quede en
su i n t e r i o r ( f i g . 3).
_c
Tome con la l l a v e para retorcer el otro extremo de la planchu^
la y aplique esfuerzos sobre ambos brazos de la palanca, r e a l i zando tantos giros como espirales desee obtener ( f i g . 3).
CBC
REF. H0.13/F
OPERACION:
2/2
RETORCER PLANCHUELAS
Fig. 3
!lV
l|
II
il
CAO
I
I
1I
- DE
^ PIE
MORSA
.-
- .
L PLANCHUELA
-ra
LLAVE PARA RETORCER
T
CASO II - RETORCER EN CALIENTE
r
paso - Caliente
el material
en la fragua hasta que adquiera color rojo
blanco.
OBSERVACIN
La zona de la pieza a trabajar se calentar con la mayor uniformidad posible, para f a c i l i t a r que el retorcido sea parejo.
2 paso" - Efecte
a
la
torsin,
Retire el material de la fragua con la tenaza.
OBSERVACIN
Proceda como indican los sub-pasos a, b y c del 2 Paso - Caso 1.
VOCABULARIO TECNICO
CAO - Tubo.
PLANCHUELA - Platina - Barra plana.
ICBC
REF H0.14/F
OPERACION:
1/2
AGUJEREAR CON PUNZN A MANO
Es la operacin de forja por medio de la cual se realizan agujeros en piezas utilizando punzones.
Se u t i l i z a cuando no se necesita precisin en las dimensiones de la perforacin.
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Marque el material
en el centro del agujero a efectuar por medio
de un punto bien v i s i b l e , utilizando el grnete.
2 paso - Caliente
3 paso - Efeote
el material
el
hasta la temperatura de f o r j a .
punsonado.
Aferre el material con la tenaza y trasldese al yunque.
Apoye el material en el medio del yunque y luego coloque el
punzn sobre la marca efectuada ( f i g .
1).
Fig. 1
_c
Disponga que el ayudante golpee sobre el punzn, hasta lograr
una penetracin de unos 3 a 5 mm ( f i g . 2).
DIRECCION DE LOS GOLPES
DEFORMACION
EXPERIMENTADA
AL PENETRAR EL PUNZON
[CBC]
REF
OPERACION:
H0.14/F
AGUJEREAR CON PUNZN A MANO
_d
Coloque en el agujero ini-
CARBON PULVERIZADO
ciado, una pequea cantidad de
carbn pulverizado ( f i g . 3).
OBSERVACIN
No omita este detalle.
Evitar
el atascamiento del punzn.
_e
Contine el agujero, hasta
superar la mitad del espesor
de l a pieza a perforar ( f i g . 4)
_f
Invierta la pieza y repita
los sub-pasos b, c y d.
Coloque la pieza haciendo
coincidir el agujero a r e a l i zar con el o r i f i c i o del yunque ( f i g . 5).
OBSERVACIONES
1) El agujero del yunque debe
Fig. 4
PUNZN
ser ligeramente mayor que el
dimetro del punzn, pues de
lo contrario ste se deteriorar.
2) Si el agujero del yunque es
demasiado grande o pequeo, util i c e un damero.
_h
Haga que su ayudante golpee
hasta completar el agujero
AGUJERO DEL
YUNQUE O
DEL DAMERO
Fig. 5
( f i g . 6).
OBSERVACIN
Cuando el espesor del material
es mayor a la mitad del dimetro
del punzn, para lograr el agujero
es necesario i n v e r t i r l a pieza.
VOCABULARIO TECNICO
PUNZON - Troquel - Macho.
MATERIAL EXPULSADO
POR EL PUNZON
2/2
aNTBRFOR
Itm. Edicifl
CBC
REF H0.15/F
OPERACION:
1/2
HACER PLATINA
Es producir un ensanchamiento transversal de la seccin en una zona del
material hasta obtener una placa del espesor deseado.
Se u t i l i z a en la fabricacin de picos, piquetas, palas para usos especial e s , apoyos intermedios de ejes.
PROCESO DE EJECUCIN
LU
gc
UJ
o
1 paso - Caliente
2 paso - Estire
L
el material
en la fragua.
la zona a platinar.
Realice un primer estirado transversal, con el martillo de pe
na, aplicando golpes paralelos al eje de la pieza ( f i g . 1).
3 paso - Caliente
4 paso - Ejecute
nuevamente el material.
el
Fig. 1
platinado.
Apoye la zona a trabajar sobre el yunque.
U t i l i c e el repartidor para producir el platinado siguiendo el
orden indicado en la figura 2.
REPARTIDOR
Fig. 2
_c
Controle la forma con la p l a n t i l l a y el espesor con el comps,
Cbc
REF.
OPERACION:
H0.15/F
2/2
HACER PLATINA
5 paso - Aplane con plana,
a
Raspe l a superficie de la pieza, en los bordes del yunque pa-
ra desprender l a s escorias.
b
Apoye la misma sobre el yunque y proceda al aplanado con la
plana.
c
Verifique dimensiones nuevamente.
OBSERVACION
Si se desean dimensiones superiores a las que es posible obtener
directamente de la barra, se ejecutar un recalcado previo anter i o r al 2 Paso.
[CBC
ESTIRAR CON MARTINETE
Permite aumentar la longitud de un trozo de material cambiando su forma o
seccin.
Se emplea en trabajos de mayores dimensiones que los ejecutados con martillo
o maza.
PROCESO DE EJECUCION
1 paso - Prepare el mart-inete
a
Monte en el vastago del martinete la estampa superior.
Monte en la chabota la estampa i n f e r i o r .
OBSERVACION
Alinee correctamente las estampas. Asegure las cuas de fijacin.
Si l a s estampas quedan f l o j a s obtendr un trabajo defectuoso.
2 paso - Caliente
el
material.
3 paso - Ordene al operador del martinete que eleve el vastago, mantenindolo en esa posicin.
4 paso - Aferre
el material
con la tenaza y ubquelo en el martinete.
OBSERVACIONES
1) Apoye la barra transversalmente a la estampa en la zona redondeada ( f i g .
1).
2) Use el a n i l l o de seguridad en la tenaza.
MARTILLO
ESTAMPA
CUAS DE ACERO
PARA F I J A R
LA ESTAMPA
SUPERIOR
REF. H0.16/F
OPERACION:
2/3
ESTIRAR CON MARTINETE
5 paso - Efecte
a
una estrangulacin
o degello.
Ordene golpear hasta provocar la deformacin deseada sobre dos
caras de la barra ( f i g . 2).
(a)
Fig. 2
PRECAUCION
EVITE ACCIDENTES^ SUJETE LA TElAZA CON LAS DOS MANOS MANTENINDOLA CON FIRMEZA.
OBSERVACION
Mantenga la pieza horizontal.
_b Gire la barra 90 y produzca deformaciones iguales sobre las
otras dos caras.
_c
Haga detener el martinete manteniendo la estampa superior e^e
vada.
d
Controle la seccin del degello con comps de espesor.
6 paso - Estire
a
el material
en la zona curvada de l a estampa.
Ordene golpear mientras imprime a la barra desplazamientos loji
gitudinales acompasados con los golpes; al mismo tiempo haga que
la pieza vaya realizando giros de 90 a su izquierda y luego de
90 a su derecha.
OBSERVACIONES
1) Los giros de 90 procuran evitar que la pieza se deforme.
2) Continu distribuyendo los golpes en la pieza como indica la
[CBC
REF H0.16/F
OPERACION:
3/3
ESTIRAR CON MARTINETE
7 paso - Estire
a
en la zona plana.
Ubique el material transversal mente a la zona plana de la
estampa i n f e r i o r .
b
Ordene golpear y repita la distribucin de los golpes en la
pieza, de acuerd a las indicaciones del sub-paso a del 6 Paso
c
Haga detener el martinete.
Controle con el comps de espesor si el material tiene la
dimensin deseada.
8 paso - Aplane la barva,
a
Apoye la barra en la zona plana de la estampa i n f e r i o r , si-
guiendo el sentido longitudinal de la estampa.
b Ordene golpear mientras imprime a la barra un movimiento en
e s p i r a l , t a l como se indica en la figura 4.
Fig. 4
c
Haga detener el martinete manteniendo elevada la estampa
superior.
d
Verifique la seccin y rectitud de la barra.
VOCABULARIO TECNICO
' CHABOTA - Yunca - Asiento del yunque.
[CBC
OPERACION:
ESTAMPAR CON MARTINETE
DE CADA LIBRE CON PRENSA
REF H0.19/F
2/2
OBSERVACION
Este paso concluye cuando las estampas alcanzan temperaturas suficientes como para ser soportadas con la mano.
3 paso -Estampe
el
material.
Caliente el material.
Lubrique la estampa con un hisopo embebido en aceite.
Coloque el material caldeado sobre la estampa i n f e r i o r .
Accione la mquina hasta que el material tome la forma de la
estampa.
e
Extraiga la pieza de la estampa
utilizando una tenaza adecuada ( f i g . 3 ) .
PIEZA ESTAMPADA
ESTAMPA INFERIOR
Fig. 3
40 paso - Limpie l a s escorias que quedan sobre la
estampa inferior con un chorro de a i r e a
presin, para dejarla en condiciones de
continuar con la prxima pieza ( f i g . 4 ) .
OBSERVACION
Despus de un perodo
de trabajo
refrigere
la estampa
con un cho
rro de agua;
evitar
deformaciones.
VOCABULARIO TECNICO
HISOPO - Rociador.
[BC
REBABAR CON BALANCIN O CON PRENSA
Operacin complementaria del estampado. Tiene por objeto separar los excedentes de material que se forman en los contornos exteriores e interiores
de piezas forjadas con martinetes, pilones o prensas.
PROCESO DE EJECUCIN
1 paso - Prepare
I
(.30
O
O
el halanoin
o la
prensa,
Monte la matriz en la mesa del balancn o base de la prensa.
Monte el punzn en la cabeza deslizante acoplada al excntrico
del balancn o en el travesano deslizante de la prensa.
c
Centre ambas piezas y ajstelas.
Entibie e l punzn y la matriz utilizando el calentador a gas.
paso - Behahe las
piezas,
Lubrique la matriz y el punzn.
Coloque y centre la pieza pre-
viamente calentada sobre la matriz
(fig. 1).
c
que el punzn descienda ( f i g . 2).
d
PUNZON
Accione el dispositivo para
Retire la pieza y
las rebabas.
SOPORTES PARA RETENCION
DE LA REBABA
OBSERVACION
Limpie la matriz con un
chorro de a i r e a presin.
CURVAR CON ESTAMPA A MAQUINA
Consiste en cambiar la direccin del eje de la pieza, previamente calentada,
presionando sobre e l l a hasta adaptarla a la estampa de forma.
Se u t i l i z a la presin ejercida por una prensa o el impacto prpducido por un
martinete o piln.
Se emplea en la fabricacin de piezas en serie.
PROCESO DE EJECUCIN
PARA CmVAR um BARRA EN LA PRENSA
1 paso - Coloque
la estampa i n f e r i o r
y la superior, cntrelas y
asegrelas.
2 paso - Caliente
el matevial
a curvar
a l a temperatura de f o r j a .
3 paso - Efecte
a
el primer
curvado,
Retire el material calen-
tado con la tenaza y ubquelo
sobre la estampa inferior
haciendo tope en el limitador ( f i g . 1).
b
Accione la prensa hasta
producir el curvado ( f i g . 2).
OBSERVACION
Si se trata de una serie de
piezas complete el paso en
todo el lote.
4 paso - Retire
5 paso - Coloque
la estampa.
las estampas para
doblar la segunda parte.
6 paso - Caliente
el
material.
Fig. 1
[CBC
REF
OPERACION:
CURVAR CON ESTAMPA A MAQUINA
7 paso - Retire
el material
caliente
con la tenaza y colquelo
sobre la estampa.
a
Accione la prensa hasta
obtener la segunda curva
( f i g . 3).
b
Retire el material de
la estampa.
Fig. 3
H0.21/F
2/2
CBC
REF
OPERACION:
H0.22/F
1/3
SOLDAR POR MARTILLEO EN CALIENTE
Consiste en unir mediante golpes, dos piezas de acero, tras haberlas caleji
tado al rojo blanco.
Se u t i l i z a para soldar llantas de carros, eslabones, a n i l l o s y barras.
PROCESO DE EJECUCIN
S co
CASO I - SOLDAR DOS BARRAS DE ACERO DULCE
paso - Prepare
tos extremos
de las piezas
a unir.
a
Caliente ambos extremos a l a
temperatura de f o r j a .
MARTILLO DE PENA
_b
Recalque dichos extremos.
_c
D forma de ua utilizando el
martillo de pena, dejando las
estras producidas por
los golpes ( f i g .
1).
FORMA DE UA
Fig. 1
paso - Caliente
a
el
material,
Prepare el hogar para alojar simultneamente los extremos que
se han de soldar.
b
Calintelos hasta que adquieran color rojo blanco.
OBSERVACION
Cuando las piezas llegan a tomar color rojo blanco, se observan
chispas b r i l l a n t e s que saltan en lnea recta.
"Estas chispas constituyen la seal de que el hierro alcanz su
mxima maleabilidad y entra superficialmente en fusin.
_c
Sin r e t i r a r las piezas del fuego, agregue sobre las zonas a
soldar arena s i l i c i a , polvo de vidrio o brax para e v i t a r la
oxidacin.
OBSERVACIONES
1) Esper unos instantes hasta que la arena funda.
2) Cuando empiezan a producirse nuevamente chispas b r i l l a n t e s
que saltan en lnea recta se observar que el material adquiri
color rojo blanco, lo que indica que ha llegado a la temperatura
requerida.
[CBC
REF.
OPERACION:
H0.22/F
2/3
SOLDAR POR MARTILLEO EN CALIENTE
3 paso - Efecte
a
la
soldadura,
Lleve las dos piezas hasta el yunque.
OBSERVACIN
Efecte este paso con un ayudante.
b
Golpee el material contra el yunque para eliminar las escorias
(fig. 2).
Fig. 2
OBSERVACIN
Acte con la mxima rapidez para evitar enfriamientos,
jc
Coloque las piezas sobre el yunque enfrentando y juntando las
superficies a unir.
_d
Golpee rpidamente primero los bordes y luego contine con
golpes ms recios hasta concluir la soldadura ( f i g .
3).
Fig. 3
Estire la zona soldada hasta obtener la forma deseada.
aNTERFO
In. Edici^
CbC
REF H0.22/F
OPERACION:
SOLDAR POR MARTILLEO EN CALIENTE
3/3
CASO II - SOLDAR CON PLACAS LAFFITTE
Se u t i l i z a cuando no es conveniente calentar las piezas de acero
a la temperatura de fusin.
Por ejemplo: t i l e s para mquinas herramientas.
1 paso - Prepare el
material,
Limpie con la lima las superficies a unir.
Cruce las superficies a soldar, rayando con buril o lima.
OBSERVACION
Las rayas permiten que la soldadura tenga mayor adherencia.
2 paso - Cliente
el material
hasta obtener un blanco naciente.
3 paso - Efecte la soldadura,
a Retire el material y limpie rpidamente con un cepillo de
acero las caras a soldar.
OBSERVACIN
Este sub-paso permite eliminar escorias.
b
Coloque entre las superficies a unir un trozo de placa L a f f i t t e
Caliente unos instantes ms, apoye el material sobre el yunque
y golpee hasta unir.
OBSERVACIN
Acte con rapidez, para evitar que se enfre el material.
HOJAS DE INFORMACION
TECNOLGICA
CBC
INFORMACION TECNOLOGICA:
FORJA (PROCEDIMIENTOS)
Se entiende por forja la deformacin plstica de un material a temperaturas
elevadas, empleando la presin de una prensa o a golpes de m a r t i l l o , producidos en forma manual o mecnicamente.
UJ
z:
UJ
O
<
o
o
Para los metales es vlido considerar un estado intermedio entre el lquido
y el slido, llamado estado plstico.
Los metales son materiales que por me
dio del calor aumentan su plasticidad y , en consecuencia, la posibilidad de
ser deformados.
Esta propiedad es utilizada para f o r j a r l o s .
El proceso puede realizarse por dos procedimientos principales, llamados for
ja 1ibre y estampado.
FORJA LIBRE
El material se calienta en la fragua y se bate con martillos pesados sobre
el yunque, sujetndolo con tenazas.
00
Es un trabajo netamente manual, que exige habilidad operativa.
-1
O
VEi^TAJAS. Permite obtener piezas nicas y es aconsejable para casos de produccin reducida.
Mejora las caractersticas mecnicas del material.
c\j
I
DESVENTAJAS. No resulta conveniente para la obtencin de piezas
w
Q
O
"O
en serie.
ESTAMPADO
El material se introduce en estampas ( f i g . 1) sobre la cual se golpea con mar
tillo.
Es comn la utilizacin de martillos mecnicos.
CONTRA
ESTAMPA
RtDONDA
ESTAMP^A DE COLA
Figs. 1
VENTAJAS. Procedimiento conveniente para la produccin de piezas en serie.
DESVENTAJAS. Los costos de la estamoa no la hacen conveniente para la fabricacin de oiezas nicas, o de produccin escasa.
\CBC
INFORMACION
TECNOLOGICA:
FRAGUAS
La fragua constituye un elemento tpico del puesto de trabajo del forjador.
No obstante su funcionamiento poco econmico, resulta insustituible en los
t a l l e r e s cuando se procura un calentamiento rpido de piezas [Link] forjado posterior ( f i g . 1).
NOMENCLATURA
a) Salida de aire y r e j i l l a
b) Hogar
c) Mesa de l a d r i l l o
Fig. 1
refractario
d) Depsito para el agua
e) Tobera
f ) Vlvula de descarga
g) Vlvula de aire
h) Ventilador e l c t r i c o
i ) Campana para evacuar el humo
unida a la chimenea.
TIPOS
Se distinguen dos tipos principales de fraguas
-
Fijas
Porttiles
Fraguas
figos
Estn constituidas por una mesa donde se ubican el o los hogares.
Un ventilador a motor aporta el aire necesario para la combustin
y una chimenea con campana permite evacuar los gases.
KBC
FRAGUAS
Las fraguas f i j a s pueden ser metlicas o de manipostera ( f i g . 2).
La mesa est recubierta con
ladrillos refractarios aire
dedor de la
rejilla
donde
se forma el hogar.
El sistema de ventilacin en
las fraguas f i j a s generalmen
te es accionado por un motor
elctrico.
Fig.2
Las chimeneas pueden construirse de mampostera o de chapa y a veces van adosadas a una pared, por la ventaja que sta representa pa
ra apoyar la chimenea, la que debe sobrepasar unos 3 metros, como
mnimo, la cumbre del techo, para favorecer el t i r a j e .
Las que vienen provistas con tobera, ventilador con motor elctrico,
vlvulas de descarga y de aire y chimenea, producen una fuente de
calor capaz de fundir los aceros.
El aire suministrado por el ventilador puede regularse a voluntad
por medio de una llave de paso.
Estas fraguas se caracterizan porque son similares a los hornos
abiertos que funcionan con combustibles slidos, tales como: hul l a o carbn de piedra, coke, carbn vegetal.
[CBC
Fraguas
INFORMACION
REF.: HIT.355
TECNOLOGICA:
3/5
FRAGUAS
porttiles
Sus reducidas dimensiones l i
mitn el tamao de
las pie-
zas que pueden forjarse.
Son metlicas, con ventilador
a manivela, de accionamiento
manual ( f i g .
3).
Para su funcionamiento no se
requiere ningn tipo de instalacin especial y por su
tamao y peso reducido se
pueden trasladar sin inconve
Fiq. 3
nientes.
Puede considerarse una desventaja el accionamiento manual del ventilador.
ACCESORIOS
Los accesorios empleados en cualquiera de los tipos de fragua son:
( f i g . 4).
Falita
Empleada para recoger el carbn del depsito y
colocarlo sobre la fragua.
Fig. 4
Pinzas
( f i g . 5).
Su uso no es frecuente; no obstante es muy t i l
cuando se toman carbones encendidos para el manejo del hogar.
Fig. 5
[CBC
INFORMACION
REF.:
TECNOLOGICA:
HIT.355
4/5
FRAGUAS
de gancho y de punta ( f i g . 6)
Atizadores
Utilizados para acondi
clonar el fuego y quitar las escorias.
Fig. 6
Hisopo ( f i g . 7).
Empleado para humedecer el carbn con el fin de
e v i t a r un consumo innecesario.
TRAPOS
Fig. 7
Depsito
de agua.
Necesario para enfriar las herramientas y even-
tualmente ciertas piezas o partes de e l l a s durante el forjado.
Depsito
de carbn.
Constituye la reserva de combustible de la
fragua.
Soporte para las tenazas.
Utilizado para ubicar al alcance del for
jador, las que necesita para efectuar el trabajo que tiene en proce
so.
En las fraguas es posible obtener temperaturas que llegan hasta el punto de
fusin de los aceros.
Esta condicin determina un amplio campo de u t i l i z a -
cin, aunque por sus caractersticas queda reducida a trabajos en pequea escala o piezas nicas.
MANTENIMIENTO GENERAL
- Control de la presencia de escorias que obstruyen la r e j i l l a y
como consecuencia reducen la cantidad de aire que alimenta la
combustin.
Cbc
FRAGUAS
Mantener a nivel el depsito de agua.
Adems, renovar parcial-
mente e l agua cuando la temperatura se eleva en exceso por el
uso continuado.
Al apagar la fragua se debe r e t i r a r el carbn encendido que se
encuentra sobre la r e j i l l a .
Para este trabajo se u t i l i z a r el
atizador de gancho.
No se debe arrojar agua sobre la r e j i l l a caliente, pues el enfriamiento brusco puede f i s u r a r l a .
OBSERVACIONES
1) El recubrimiento de l a d r i l l o s refractarios debe conservarse en
buenas condiciones, pues de lo contrario se quemar la chapa me
t l i c a , base de su construccin.
2) Los movimientos del registro de a i r e , los de la vlvula de descarga de la carbonilla y el ventilador, requieren un control pe
ridico y una limpieza y lubricacin frecuente para conservarlos en buenas condiciones de uso.
3) En ningn caso se golpear sobre la fragua, para no deteriorar
el recubrimiento de l a d r i l l o s refractarios o la estructura.
PRECAUCIONES
1) NO UTILICE COMBUSTIBLES INFLAMABLES FARA ENCENDER LA FRAGUA YA
QUE SON PELIGROSOS. PUEDE ACCIDENTARSE.
2) CUIDADO CON EL FUEGO Y LAS PIEZAS CALIENTES. UTILICE LAS HERRA
MIENTAS ADECUADAS Y LOS ELEMENTOS DE PROTECCIN QUE CORRESPO
DAN.
3) NO USE ROPAS ENGRASADAS O HUMEDECIDAS CON COMBUSTIBLES INFLA
BLES.
4) CUIDE SU ROPA DE TRABAJO. USE VESTIMENTA ADECUADA Y MANTNGA
EN CONDICIONES DE HIGIENE.
ESTOS FACTORES.
SU SEGURIDAD Y SU SALUD DEPENDEN D
CBC
INFORMACION
REF.:
TECNOLOGICA:
HIT. 356
1/3
FRAGUA (COMBUSTIBLES)
Los trabajos de forja demandan temperaturas que llegan a 1350 C, y e l l o se
logra en la fragua utilizando combustibles adecuados.
Los combustibles que se usan en la fragua para alcanzar tales temperaturas
son los carbones.
Segn su procedencia se distinguen en:
- Carbones de ovigen
mineral,
- Carbones de origen
vegetal.
CARBONES MINERALES
Proceden de la carbonizacin de maderas sepultadas durante siglos sufriendo
un proceso de combustin incompleta bajo humedad, calor y presin.
Tipos
Entre los carbones minerales tenemos:
- Hulla o carbn de
piedra.
- Coke.
Hulla,
Existen bsicamente dos tipos: Hulla de llama larga, rica en compo-
nentes gaseosos y hulla de llama corta, pobre en gases.
Poder c a l o r f i c o : 7.000 a 8.000 caloras/Kg.
Ventajas
Tienen buen poder c a l o r f i c o .
Desventajas
Contienen, en general, impurezas perjudiciales para la f o r j a tales
como azufre y fsforo.
Producen escorias.
Coke.
Se obtiene por destilacin de la hulla.
Poder c a l o r f i c o : 6.500 a 8.000 caloras/Kg.
Reducido contenido de impurezas.
Color negro mate y de textura porosa.
para su utilizacin en la fragua.
Es [Link] mejor combustible
[CBC
FRAGUA (COMBUSTIBLES)
Ventajas
Buen poder c a l o r f i c o .
Es de alto valor para el forjador por su reducido contenido de azu
fre y fsforo.
Conserva su estado slido hasta su combustin t o t a l .
Arde bien cuando el suministro de aire es suficiente; cuando es in
suficiente, inmediatamente pierde actividad.
Desventajas
Ofrece dificultades para el encendido.
CARBOlJES VEGETALES
Se obtienen produciendo la combustin incompleta de la lea en hornos especia
les.
Poder c a l o r f i c o : aproximado 6.000 caloras/Kg.
Entre los carbones vegetales tenemos:
- Carbn fuerte
- Carbn flojo
Carbn vegetal^
que se obtiene
que se obtiene
carbn fuerte
y carbn
con lea dura.
con lena
blanda.
blando
Ventajas
Produce un fuego limpio, l i b r e de gases perjudiciales para la forja.
No produce escorias.
Desventajas
Menor poder c a l o r f i c o .
Produce mayor cantidad de cenizas.
GENERALIDADES
El coke, por su d i f i c u l t a d en el encendido, se aconseja u t i l i z a r l o en trozos,
aproximadamente de un tamao medio equivalente al de una nuez.
El carbn de hulla y los carbones vegetales deben tener tamaos mucho mayores
que el anterior.
CBC
INFORMACION
TECNOLOGICA:
REF.: hit.356
3/3
FRAGUA (COMBUSTIBLES)
CONSERVACION
Los carbones se conservarn de manera que se evite la mezcla o incorporacin
de otros materiales ajenos, pues todos ellos constituyen impurezas perjudiciales.
PRECAUCIONES
'/17 EL MANIPULEO DE CANTIDADES GRANDES DE CARBON^ EVITE ORIGIN
JJNA ATMOSFERA POLVORIENTA^ QUE RESULTARA PERJUDICIAL PARA LOS
TRABAJAN EN ESE AMBIENTE,
[CBC
INFORMACION
REF.: HIT.357
TECNOLOGICA:
1/2
FRAGUA (HOGAR)
El hogar es la zona de calentamiento donde se ubicar la pieza a f o r j a r .
Durante la combustin se distinguen en el hogar distintas zonas ( f i g .
1).
T- CARBON
z:
LU
CD
<
O
ZONA REDUCTORA
ZONA OXIDANTE
ZONA AIRE
FRIO'
c_>
LADRILLO REFRACTARIO
DESCARGA
DE CARBONILLA
Fig. 1
Zona de aire
O
t/j
w
H
w
Q
Se forma sobre la r e j i l l a al s a l i r el aire por
fro:
la tobera impulsado por el ventilador.
ro
Zona oxidante:
CVJ
ro
El a i r e , cuando toma contacto con el carbn incan-
descente, situado junto a la r e j i l l a origina una zona oxidante,
inadecuada para el calentamiento.
Zona neutra:
Se encuentra en el centro del hogar formado por la
bveda de carbn.
rial.
Es la zpna ideal para el calentamiento del mate
A l l se registra la mayor temperatura.
Es el lugar donde
debe situarse la pieza para su calentamiento.
Zana reduotora:
Es la zona de menor temperatura, la combustin
no es completa, por cuanto no todos los trozos de carbn se encuen
tran incandescentes.
La altura de esta zona depende de la mayor o
menor presin de a i r e .
CARACTERISTICAS
Las caractersticas del hogar, pueden variar en la medida que varen la cantidad de carbn y de aire insuflado.
Se reduce el tiempo de calentamiento cuando se ubica el material en la zona
de ptimo rendimiento; adems, son menores los riesgos de perjudicar a la
pieza.
[CBC
FRAGUA (HOGAR)
MANTENIMIENTO
El mantenimiento de la zona de calentamiento en el hogar depende de una alimentacin adecuada de combustible y de la regulacin de aire.
Asimismo, se controlar la existencia de escorias, eliminndolas peridicamente, para no disminuir la-capacidad del hogar.
PRECAUCIONES
1) EVITE EXCESOS DE INYECCION DE AIRE, QUE PRODUCIRAN VOLADURA DE
CARBONILLA INCANDESCENTE, QUE RUEDE OCASIONAR LESIONES Y/O QUEMADURAS EN LOS OJOS.
2) AL MOMENTO DE INTRODUCIR LA PIEZA EN EL SENO DEL HOGAR, CORTE
EL SUMINISTRO DE AIRE,
rcBc
RELACIN ENTRE EL COLOR
Y LA TEMPERATURA DEL MATERIAL
Para el buen resultado de la f o r j a , logrando la imprescindible plasticidad
del material, es necesario realizar el trabajo manteniendo la temperatura
adecuada.
PROCEDIMIENTO
Uno de los procedimientos prcticos usados es el reconocimiento visual basado en que a medida que se calienta una pieza va adquiriendo coloraciones diferentes que guardan estrecha relacin con la temperatura.
De a l l la necesidad de reconocer los colores para evitar los inconvenientes
que se originan al trabajar a temperaturas bajas o excesivas.
Ventajas
Es rpido, sencillo y suficiente para las necesidades de un forjador comn.
La apreciacin de la temperatura se hace a simple vista sin necesi
dad de instrumentos.
Desventajas
La inadecuada iluminacin del local puede originar estimaciones
equivocadas.
Para apreciar bien los colores la iluminacin debe
ser tenue, en su defecto conviene hacer la observacin en un s i t i o
oscuro.
No puede aplicarse este procedimiento cuando se necesita conocer
la temperatura con precisin.
En ese caso deben usarse instrumen
tos especiales.
NOTA
No todos los hierros y aceros deben forjarse a la misma temperatura.
A t t u l o de ejemplo se incluyen en la pgina siguiente tablas
de temperatura de forja correspondientes a los tipos de aceros co
mues.
PRECAUCION
LA INADECUADA ILUMINACION DEL LOCAL PUEDE ORIGINAR ESTIMACIONES
EQUIVOCADAS. PAPA APRECIAR BIEN LOS COLORES, LA ILUMINACION DEBE
SER TENUE, EN SU DEFECTO CONVIENE HACER LA OBSERVACIN EN UN SITI
OSCURO.
fCBC
RELACIN ENTRE EL COLOR
Y LA TEMPERATURA DEL MATERIAL
TABLA 1
TEMPERATURAS DE'FORJA Y COLORES
CORRESPONDIENTES PARA ACEROS DE BAJO CARBONO (ACEROS DULCES)
Coloracin
Temperatura (C)
Observaciones
Rojo naciente
600
Insuficiente temperatura
Rojo oscuro
700
Limite mnimo de forja
Rojo cereza naciente
800
Se forja mediocremente
Rojo cereza
900
Se forja bien
Rojo cereza claro
1000
Temperatura ptima de forja
Naranja
1100
El acero es ms plstico
Naranja claro
1200
Se oxida fcilmente
Blanco
1300
Blanco resplandeciente
1400
El acero comienza a fundir
TABLA 2
TEMPERATURAS DE FORJA Y COLORES
CORRESPONDIENTES PARA LOS ACEROS DULCES, SEMIDUROS Y DUROS
Coloracin
Temperatura (C)
Observaciones
Rojo naciente
600
No adecuada para la forja
Rojo oscuro
700
No adecuada para la forja
Rojo cereza naciente
750
Lmite mnimo de forjadora
Rojo cereza
800-900
Forja de los aceros duros
Rojo cereza claro
1000
Rojos claros
1050-1100
Forja de los aceros semiduros
Amarillo
1100
Soldadura aceros duros
Amarillo claro
900-1250
Forja de los aceros dulces
Amarillo brillante
1200
Soldadura de los aceros dulces
Blanco
1250
El acero se oxida
1400
El acero comienza a fundir
Blanco resplandeciente
\CBC
INFORMACION
TECNOLOGICA:
MARTILLOS Y MAZAS DE FORJA
Son herramientas constituidas por un cuerpo de acero de diversas formas y ta
maos, provistas de un mango.
Se las u t i l i z a para golpear en el forjado ma-
nual .
Segn su tamao y peso, se distinguen los martillos de las mazas, en que los
primeros son ms livianos y se u t i l i z a una sola mano para manejarlos; en tan
to que las mazas, ms pesadas requieren el uso de las dos manos.
CONSTITUCION
Estn constituidos por:
a) Un cuerpo de acero provisto de un o r i f i c i o central llamado ojo.
b) Un mango de madera que atraviesa el ojo.
c) Una cua metlica para f i j a r el mango en el cuerpo.
El cuerpo se construye en acero al carbono, y luego es sometido a
un tratamiento trmico de temple en ambos extremos.
No ocurre lo
mismo en la zona del ojo, donde debe permanecer sin temple a f i n
de reducir posibles roturas.
El mango es de madera seleccionada, resistente y f l e x i b l e , sin nudos ni rajaduras.
MARTILLOS
Los martillos del forjador por su forma, se c l a s i f i c a n en martillos de bola
y de pena; el peso usual de los mismos oscila entre 1 y 2,5 kg.
Martillo
de bola
Se u t i l i z a en forma limitada, para trabajos especiales ( f i g .
1).
[CBC]
MARTILLOS Y MAZAS DE FORJA
Martillo
de pena
Son los ms comunes y de variada aplicacin.
Longitudinal:
Existen varios tipos
PENA
La pena est
LONGITUDINAL
centrada con respecto al
eje del cuerpo de acero y
longitudinal con respecto
al mango ( f i g . 2).
Fig. 2
Transversal:
La pena est centrada
con respecto al eje del cuerpo de
acero, pero en este caso transversal
con respecto al mango ( f i g . 3).
/m^'A
im
Transversal
descentrada:
PENA T
TRANSVERSAL
1 1 i
Fig. 3
Llamada as porque la pena est descentra-
da con referencia al eje del cuerpo de acero y transversal con respecto al mango ( f i g . 4).
PENA T R A N S V E R S A L
CABEZA,
DESCENTRADA
SUPERFICIE
LIGERAMENTE
CONVEXA
Fig. 4
fCBC
MARTILLOS Y MAZAS DE FORJA
MAZAS
Existen de diversas formas y tamaos ( f i g . 5).
Su peso mximo llega hasta 10 kg.
ll
Fig. 5
MANTENIMIENTO
Se v e r i f i c a r el buen estado controlando fisuras, tanto en el block de acero
como en el mango.
La cua debe ajustar correctamente al mango para producir
golpes firmes y seguros.
Toda vez que se produzcan rebabas, sern elimina-
das para conservar las superficies a golpear en su forma original.
Cuando
se observen rajaduras en el mango, ste se repondr de inmediato.
PRECAUCIONES
LOS MARTILLOS Y MAZAS, DEBEN ESTAR LIBRES DE GRASA O ACEITE, TARA
EMPUARLOS CON FIRMEZA Y GOLPEAR CON SEGURIDAD,
EL OPERARIO QUE UTILIZA LA MAZA DEBE ENCONTRARSE EN POSICION TAL
QUE ANTE UNA EVENTUAL ROTURA DEL MANGO O DESPRENDIMIENTO DEL
PO, NO LESIONE AL FORJADOR.
rcBc
YUNQUES
Son bloques de acero, que constituyen apoyo donde se coloca el material a
golpear y estn sujetos a un pedestal de madera dura, cuyo fin es absorber
las vibraciones producidas por los golpes.
Se construyen de acero forjado o acero fundido, convenientemente endurecido,
en las superficies de trabajo, por medio de un tratamiento trmico.
Los tipos ms comunes de yunque tienen un cuerpo prismtico y uno o dos cuer
nos de forma cnica, piramidal o rectangular.
CARACTEmSTICAS
Tienen un plano central superior completamente l i s o , y en cada extremo dos
cuernos de distinta forma; a veces uno cnico y otro piramidal ( f i g . 2 ) , o
bien cnico y rectangular ( f i g . 1).
AGUJERO REDONDO
CARA O SUPERFICIE DE APOYO
-V
y
^
CUERNO CONICO
mm
EXTREMO
RECTANGULAR
AGUJERO CUADRADO
TALON O BASE
Fig. 1
AGUJERO CUADRADO
CUERNO PIRAMIDAL-
Cerca de la base de cada cuerno hay
AGUJERO
REDONDO
un o r i f i c i o , uno es redondo y el otro
cuadrado.
CUERNO CONICO
En ellos se pueden acomo-
dar estampas, matrices u otros acceso
rios necesarios durante el trabajo.
Fig. 2
PEDESTAL DE MADERA
DURA O CEPO
[CBC
REF. :HIT.360
INFORMACION TECNOLOGICA:
2/3
YUNQUES
ACCESORIOS
La variedad de trabajos exige u t i l i z a r herramientas adicionales que se sujetan en los o r i f i c i o s del yunque.
Bigornias
de yunque o higometas.
Muy tiles para trabajar piezas
pequeas ( f i g . 3).
BIGORNIAS DE YUNQUE
Fig. 3
Silla
o banquillo.
Empleado para f o r j a r piezas con forma de hor-
q u i l l a ( f i g . 4).
Horquilla
para doblar
( f i g . 5).
HORQUILLA PARA DOBLAR
S I L L A O BANQUILLO
Fig. 4
Fig. 5
HORQUILLA PARA CURVAR
Horquilla
can curva ( f i g . 6).
[CBC]
INFORMACION
REF. :HIT.360
TECNOLOGICA:
3/3
YUNQUES
Que se u t i l i z a para
Estampa inferior.
fabricar piezas en forma de T ( f i g . 7),
Estampa en V.
Empleada para dar
forma a los ngulos ( f i g . 8).
ESTAMPA INFERIOR T
Fig. 7
Bloque.
Fig. 8
Se u t i l i z a cuando el yunque
resulta de tamao demasiado grande ( f i g . 9)
Todos los accesorios son de
acero al carbono y tratados
trmicamente.
Se lo u t i l i z a como mesa de
apoyo para golpear.
Fig. 9
OBSERVACIONES
1) La altura del yunque debe ser t a l que, cuando el forjador est
de pie junto a l , alcance con los nudillos de la mano el plano
central, estando el brazo en posicin normal.
2) El yunque debe estar asentado firmemente para que el forjador
ejecute su trabajo correctamente y con seguridad.
3) El plano central debe mantenerse constantemente limpio y l i b r e
de escorias; sta condicin brinda seguridad y buenos trabajos.
4) Se deben e v i t a r los golpes directos sobre la superficie del
yunque, especialmente sobre las aristas.
CBC
INFORMACION
REF.: HIT. 361
TECNOLOGICA:
MORSA DE HERRERO
1/1
Es un aparato que permite sujetar fuertemente las piezas a trabajar por medio de dos mandbulas que se aprietan con un t o m i l l o .
Se monta en bancos
o bases de madera dura.
Las mandbulas son generalmente muy robustas, de acero fundido y resistentes
a los golpes.
MANDIBULAS
CONSTITUCION
La morsa ( f i g . 1) est constituida por
un brazo fijo
asegurado a un banco o
base de madera.
El brazo mvil est
articulado en la parte i n f e r i o r .
Sus
mandbulas se abren, cuando se afloja
el tomillo
resorte^
regulador y que libera un
alojado entre ambos brazos.
El t o r n i l l o es accionado por un brazo
de palanca que cumple la funcin de
manija.
Est dotado de una rosca de
VIGA
DE MADERA
f i l e t e s cuadrangulares o trapeciales
que le permite soportar grandes es-
Fig. 1
fuerzos.
Las mandbulas se construyen de acero forjado.
En ellas se f i j a n mordazas
moleteadas de acero templado, que permiten sujetar firmemente las piezas a
trabajar.
Las morsas de herrero son de construccin slida, muy reforzadas
para admitir golpes o esfuerzos considerables, requeridas para f o r j a r o doblar piezas.
Se pueden u t i l i z a r para sujetar piezas calientes.
ractersticas admite un uso rudo.
Por su construccin y ca-
Se la debe ubicar prxima a la fragua.
MANTENIMIENTO
En forma peridica, debe lubricarse el t o r n i l l o regulador de presin.
CONSERVACION
Cuando el resorte pierde su elasticidad debe reponerse.
Con igual c r i t e r i o
se proceder cuando el t o r n i l l o presente un desgaste excesivo.
VOCABULARIO TECNICO
MORSA DE HERRERO - Tornillo de banco
Cbc
INFORMACION
REF.: HIT.362
TECNOLOGICA:
1/1
DAMERO O CLAVERA
Es un accesorio que se usa en la f o r j a como sufridera.
Consiste en un block macizo de acero fundido, con o r i f i c i o s de distintos
dimetros y formas en los cuales pueden ubicarse las diferentes [Link]
de cola.
En su contorno o borde existen ranuras
de formas y dimensiones distintas ( f i g .
1).
La variedad de o r i f i c i o s y formas del
contorno, permiten realizar una gama apreciable de operaciones de f o r j a , tales como:
doblar, perforar y enderezar.
Fig. 1
MONTAJE
Se usa sobre una base construida con p e r f i l e s angulares suficientemente resistentes como para sostenerlo y soportar golpes.
PRECAUCION
DADO SU PESO CONSIDERABLE^ EL DAMERO DEBE UBICARSE SOBRE UNA B
SUFICIENTEMENTE SLIDA,
APLICACIONES
Se los u t i l i z a para hacer agujeros de gran variedad de secciones, mediante
punzones adecuados que actan en combinacin con cada o r i f i c i o .
Es empleado
para doblar y enderezar barras de diversas secciones y combar chapas.
Los bordes pueden u t i l i z a r s e como estampas.
MANTENIMIENTO
Cuando no se u t i l i z a se debe cubrir con grasa para e v i t a r su oxidacin.
OBSERVACION
No golpear las a r i s t a s ; las deformaciones le restarn calidad a
los futuros trabajos.
Los accesorios utilizados en el
damero estn constituidos por
las estampas de cola u otros ele
mantos que el forjador debe f i -
Fig. 2
j a r sobre este bloque para efectuar algunas operaciones ( f i g . 2 )
[CBC
INFORMACION
REF.:HIT.363
TECNOLOGICA:
1/5
UTILES DEL FORJADOR: TENAZAS
Son los tiles que permiten al forjador tomar el material, ya sea para forj a r l o o trasladarlo de lugar.
COJSTITUClbl^
Las tenazas
estn constituidas por dos brazos y la hooa^ que se articulan
mediante un eje
o perno ubicado entre la boca y la empuadura ( f i g . 1).
ANILLO DE SUJECION
Fig. 1
Las mandbulas son cortas y resistentes, mientras que los brazos son largos
y con cierta f l e x i b i l i d a d .
Esta se advierte cuando se cierra la empuadura
para colocar el a n i l l o de sujecin.
TIPOS
Con relacin al tamao, las tenazas deben ser lo ms livianas posible y muy
reforzadas cerca del o r i f i c i o de la bisagra.
Se distinguen por las formas y dimensiones de su boca.
Su eleccin depende de la seccin del material a trabajar ( f i g . 2).
Figs. 2
[CBC
INFORMACION
REF.: HIT. 363
TECNOLOGICA:
UTILES DEL FORJADOR: TENAZAS
^ 1
Figs- 2
2/5
INFORMACION
REF.: HIT.363
TECNOLOGICA:
UTILES DEL FORJADOR: TENAZAS
\CBC
3/5
Se las fabrica en aceros de bajo contenido de carbono (S.A.E. 1010 - 1020)
por los siguientes motivos:
a) Cuando se calienta, se las puede e n f r i a r directamente en agua
sin que se perjudique o altere la estructura interna del mater i a l por temple.
b) Al no tratarse de un material f r g i l , es posible que con motivo
del trabajo se doblen, pero de ninguna manera se producirn roturas sorpresivas, capaces de provocar accidentes.
c) F a c i l i t a al forjador la adecuacin de la boca con relacin al
material a trabajar.
Bastar calentar a la temperatura de for
ja y corregir la forma, sin necesidad de introducir un tratamiento trmico posterior, por tratarse de aceros prcticamente
no susceptibles al temple.
En lo posible se evitarn estas re-
formas.
Como nico accesorio se emplea el a n i l l o de sujecin que mantie
ne apretado el material ( f i g . 3).
Fig. 3
VENTAJAS
a) Permite aferrar materiales a elevada temperatura y trabajarlos
sin dificultad.
b) La diversidad de formas que presentan sus bocas dan mayor seguridad al forjador, al sujetar las piezas.
DESVENTAJAS
No son aptas para trabajos ajenos a la especialidad.
rcBc
INFORMACION
TECNOLOGICA:
UTILES DEL FORJADOR: TENAZAS
USOS
Cuando se trabaja con tenazas pequeas, el forjador con su mano, vence la
f l e x i b i l i d a d de los brazos sosteniendo la pieza sin que le demande gran esfuerzo.
Tratndose de piezas mayores, debe vencer la tensin que ejercen
los brazos, colocando el a n i l l o de sujecin, que f a c i l i t a r el manipuleo,
evitando un esfuerzo continuo para mantener la pieza.
Los brazos de las tenazas deben mantenerse limpios y l i s o s .
La suciedad,
grasa o a c e i t e , como as tambin el xido, asperezas o rebabas, dificultan el
manipuleo y pueden ser causa de accidentes.
CONSERVACION
Se debe controlar:
1) El juego entre el perno y agujero para conservar un buen ajuste
de la bisagra.
2) Posibles fisuras en la mandbula, la boca, los brazos o en la
zona de la bisagra.
3) Deformaciones de la boca.
4) Se debe e v i t a r exponerlas al fuego.
Despus de su u t i l i z a c i n , antes de guardarlas, como norma de trabajo, es menester revisarlas a fin de corregir cualquier defecto
producido durante el trabajo.
REF.: HIT.363
INFORMACION TECNOLOGICA:
Ira. Edicin
[CBC]
5/5
TILES DEL FORJADOR: TENAZAS
PRECAUCIONES
SI LA PIEZA ES GRANDE, NO OMITA EL USO DEL ANILLO DE SUJECION, PUE
LE BRINDARA SEGURIDAD,
CUANDO EL TRABAJO LO REQUIERA, TOME LA TENAZA CON LAS DOS MANO
CON FIRMEZA, YA QUE LA VIOLENCIA DE LOS IMPACTOS PUEDEN HACERLA
BRAR Y ESCAPAR DE LAS MANOS,
LAS MANDBULAS DE LA TENAZA DEBEN QUEDAR AJUSTADAS A LA PIEZA E
TODA LA LONGITUD DE LA BOCA, A FIN DE EVITAR ACCIDENTES, (Fig,
INCORRECTO
INCORRECTO
Fiqs. 4
4),
ESTAMPA Y CONTRAESTAMPA PARA FORJA MANUAL
Son empleadas por el forjador para aplanar p e r f i l e s o dar formas diversas a
materiales calentados a temperaturas de f o r j a
LU
Estn compuestas por un cuerpo con un ojo u o r i f i c i o
O
<
para introducir el mango, una cabeza donde se golpea
CABEZA
ORIFICIO
PARA MANGO
CUERPO
y un extremo opuesto a la cabeza, con la forma que se
desea producir ( f i g .
1).
Fig. 1
EXTREMO
TIPOS
Existen distintos tipos de estampas: las comunes, con contraestampa y las co
ligadas.
Se las construye de acero al carbono, con un tratamiento trmico de temple.
o
2
u
P
<
S
w
H
IX)
Q
Estampas comunes.
LD
^
Las ms conocidas-son: la plana comn, plana es
trecha, estampa redonda y estampa esfrica ( f i g . 2).
CVl
I
ro
ESTAMPA
ESFERICA
8
5
Algunas se complementan con contraestampas de cola, que en conjunto forman la seccin del material a obtener.
La contraestampa se
introduce en el agujero cuadrado del yunque para su f i j a c i n .
INFORMACION
[CBC
RJEF.: HIT. 364
TECNOLOGICA:
2/2
ESTAMPA Y CONTRAESTAMPA PARA FORJA MANUAL
Las ms comunes son: hexagonal de cola, redonda de cola y para degollar ( f i g .
3).
HEXAGONAL
DE MANGO
REDONDA
DE MANGO
HEXAGONAL
DE COLA
DEGOLLADOR DE
MANGO
DEGOLLADOR
DE COLA
REDONDA
DE COLA
Figs. 3
Estampa coligada.
Se compone de estampa y contraestampa coligadas
o unidas por un sistema de
tensin, mediante una v a r i
ESTAMPA COLIGADA PARA REDONDO
Ta de acero ( f i ^ . 4).
Las formas de estas estampas varan, segn la nece-
S)
^ny
sidad de la seccin a obte
Fig. 4
ner (redonda, hexagonal,
cuadrada, e t c . ) .
COI^SERVACION
Controle y c o r r i j a alteraciones en la superficie de trabajo, rebabas, mangos
rajados o f l o j o s .
Cuando se usan en forma continuada, es conveniente introducirlas en un. recipiente con agua para enfriarlas y as e v i t a r que pierdan su temple.
Deben lubricarse despus de finalizada la operacin.
Es conveniente limpiar
la superficie de las estampas antes de cada operacin, para sacar las escamas
provocadas por la oxidacin del material.
Hecho esto, se coloca en el inte-
r i o r el material previamente calentado a temperatura de f o r j a y aplicando sobre ellos golpes de martillos, mazas o martinetes, hasta lograr reproducir
su forma.
INFORMACION
[CBC
TECNOLOGICA:
TAJADERAS, BURILES, CORTA HIERROS PARA FORJA
Estas herramientas sirven para hacer cortes, permitiendo desprender o quitar
una parte de la pieza que se est trabajando.
E l l a s son:
- Tajadera
-
(Fig,
1)
Buril
- Corta
hierros
Fig. 1
a - ANGULO DE CORTE
TAJADERA
Montada en
Tajadera manuable.
un mango de madera ( f i g . 2) o
provista de un mango de acero
formando una sola pieza ( f i g . 3 ) .
I D
Fig. 3
Tajadera sin mango.
Tajaderas
fijas.
Para manejar con tenazas ( f i g . 4).
En la parte i n f e r i o r
llevan una espiga cuadrada, la que se
introduce en un o r i f i c i o cuadrado del
yunque ( f i g . 5).
Fig. 4
Fig. 5
[CBC
INFORMACION
TECNOLOGICA:
R^F--HIT.365
2/4
TAJADERAS, BURILES, CORTA HIERROS PARA FORJA
BURILES
Pueden adoptar diversas formas, los ms comunes son los planos ( f i g . 6) y los
curvos ( f i g . 7).
Fig. 6
Fig. 7
Fig. 7
CORTA HIERROS
Son fabricados en diversos tamaos variando la seccin y dimensiones del cuer
po y el ancho del f i l o ( f i g . 8).
Fig. 8
CONSTITUCION
Las ta;]'aderas estn constituidas por un cuerpo de acero, en donde se aloja el
mango de madera de unos 50 cm de longitud.
Los buriles
y corta hierros^
son de una sola pieza y se toman directamente
con las manos.
Por un extremo el cuerpo termina en un f i l o , cuyo ngulo de corte depender
del material a cortar y del estado ( f r o o c a l i e n t e ) .
El otro extremo forma la cabeza sobre la que se aplican los golpes.
INFORMACION
\CBC
REF.:
TECNOLOGICA:
HIT.365
3/4
TAJADERAS, BURILES, CORTA HIERROS PARA FORJA
Son construidos en acero al carbono aplicndose un tratamiento trmico (temple) en el f i l o .
Tambin se los fabrica en aceros aleados, especiales para
trabajo de corte.
CARACTERISTICAS
El ngulo de corte debe estar de acuerdo
a la temperatura del material a cortar.
Corresponde un ngulo de 20 para trabaj a r en caliente y un ngulo de 60 para
trabajar en f r o ( f i g . 9).
Fig. 9
Ventajas
Estas herramientas son f c i l e s de fabricar y prcticas en su u t i l i zacin.
Como algunos materiales son d i f c i l e s de trabajar en f r o ,
se calientan previamente y luego se le cortan con la tajadera o el
corta hierro los sobrantes.
Desventajas
El corte producido no es parejo como el que es posible obtener con
una sierra.
USOS Y CONDICIONES DE USO
La penetracin de la herramienta nunca debe ser t o t a l .
El f i l o no debe cho-
car contra la superficie del yunque o del taco sobre el cual se apoya la pie
za.
Es necesario girar la pieza 180 y luego repetir el corte por [Link]
opuesta.
Este paso no es necesario cuando se trabaja con tajadera manual y tajadera
de cola.
CONSERVACION
Con el uso, el ngulo de corte pierde su forma.
za, donde se forman rebabas.
Lo mismo ocurre con la cabe
En ambos casos se deben restablecer las carac-
t e r s t i c a s originales para conservarlas en buenas condiciones.
Cuando sea
INFORMACION
TECNOLOGICA:
TAJADERAS, BURILES, CORTA HIERROS PARA FORJA
necesario hacer un estirado para lograr nuevamente el f i l o , se someter el
t i l de nuevo al tratamiento trmico de temple.
PRECAUCIONES
CUAJADO SE OPERA CON CORTA HIERRO O BURILES, LOS GOLPES DEBEN SER
CERTEROS POR CUANTO CUALQUIER ERROR EARK QUE EL IMPACTO REPERCUTA
EN LA MANO QUE SOSTIENE EL fjTIL,
MANTENGA LOS (jTILES LIMPIOS, LIBRES DE GRASAS Y ACEITE.
FUNCIONAMIENTO
Producen el corte cuando se aplican sobre la cabeza golpes
de martillo o maza, cuya energa es capaz de hacer penetrar
el f i l o .
Cuando el ngulo de corte es muy agudo existe ten
dencia al atascamiento.
Por este motivo, el f i l o para cor-
te en caliente debe ser algo redondeado, de manera que acte adems, estirando el material ( f i g . 10).
Fig. 10
OBSERVACIONES
Cuando deba cortar materiales en f r o , asegrese que no estn templados, porque i n u t i l i z a r el f i l o del t i l .
Cuando estn calien-
tes se enfriar la herramienta en agua para que conserve el temple,
INFORMACION
TECNOLOGICA:
PUNZONES PARA FORJA
{CBC
Se usan para hacer agujeros en un material previamente calentado a temperatura de forja.
CABEZA
\
Estn formados por un cuerpo, uno de cuyos
extremos forma una espiga cnica que es
CUERPO
DEL PUNZON
utilizada para perforar; el otro extremo
constituye la cabeza del punzn ( f i g . 1).
A veces llevan un ojo u o r i f i c i o en el
cuerpo donde se aloja el mango, de unos
50 cm. de largo.
_ ESPIGA
Fig. 1
Se lo construye en acero al carbono con
un tratamiento trmico de temple.
Hay punzones con mango ( f i g . 2) y sin mango ( f i g . 3).
El cuerpo es de longitud va-
riable con relacin a la seccin o al uso.
Los punzones sin mangos son macizos y de
menor longitud.
Se los fabrica de distin-
tas secciones de acuerdo a las caractersticas del o r i f i c i o a perforar ( f i g . 4).
PUNZONES DE MANGO
Fig. 2
PUNZON SIN MANGO
Fig. 3
Fig. 4
rcBc
INFORMACION
TECNOLOGICA:
PUNZONES PARA FORJA
Se u t i l i z a como accesorio, un a n i l l o de apoyo que se coloca debajo del o r i f i cio a perforar, cuando el o r i f i c i o es pasante.
El dimetro de este a n i l l o es algo mayor que el dimetro del punzn para que
pase sin d i f i c u l t a d ( f i g . 5).
Puede cumplir esta misin uno de los o r t f i c i o s
del yunque o bien alguno de los que posee el damero.
d > d'
PUNZON
PIEZA
ANILLO DE APOYO
S U P E R F I C I E DE APOYO (YUNQUE)
Fig. 5
Ventajas
a) Confinando el trabajo con punzones, se pueden realizar o r i f i c i o s
de gran dimetro sin desperdicio de material o con muy poca prdida.
b) En caliente se pueden hacer o r i f i c i o s sobre cualquier tipo de
acero.
Desventajas
No son aptos para obtener o r i f i c i o s de precisin.
Para perforaciones hasta 10 mm se utilizan punzones con mango, supe
rando esta medida, se usan punzones sin mango.
CONSERVACION
Los punzones cuando llevan mangos de madera, deben controlarse, observando
posibles rajaduras o f a l l a s .
Las rebabas y deformaciones que se forman con
el uso deben corregirse de inmediato.
Cuando el punzn se recaienta debe ser enfriado en agua para que conserve la
dureza que le da el temple.
\cbC\
PUNZONES PARA FORJA
PRECAUCIONES
CUANDO SE UTILIZA EL PUNZON CON MANGO^ SE DEBE SOSTENER CON FI
ZA Y PERPENDICULARMENTE A LA PIEZA A PERFORAR, SI EL PUNZN ESTA
INCLINADO, NO sblO SERA DEFECTUOSOS EL AGUJERO, SINO QUE PUEDE PRO
DUCIRSE UN GOLPE FALSO, CAPAZ DE LESIONAR AL FORJADOR,
INFORMACION
TECNOLO^JICA:
UTILES DE CONTROL
DIMENSIONAL DEL FORJADOR
CBC
REF.: HIT.367
1/4
Si bien cada uno de estos elementos tiene caractersticas propias, en conjun
to resuelven los problemas de control de dimensiones en la diversidad de pie
zas que debe elaborar el forjador.
<
ct:
L
CD
<
O
Son empleados como t i l e s : '
Be^Za graduada ( f i g . 1).
Fig. 1
Regla T de herrero
( f i g . 2).
Fig. 2
Falsa escuadra
( f i g . 3).
Fig. 3
t-i
c\j
I
C\J
ro OsJ
ro co
I I
C\J CM
Comps de puntas
( f i g . 4).
w
Q
.8
'Q
Fig. 4
8
Comps de interior
( f i g . 5).
Figs. 5
INFORMACION
[CBC
TECNOLOQICA:
UTILES DE CONTROL
DIMENSIONAL DEL FORJADOR
doble oompas e espesor
( f i g . 6).
Fig. 6
En todos los casos estos tiles se construyen de acero al carbono sin tratamiento trmico de temple o con temple p a r c i a l , suficientemente resistentes
para soportar el trato que la especialidad requiere.
Regla graduada
La mayor apreciacin es el milmetro, ya que en trabajos de forja es d i f c i l
mantenerse dentro de lmites menores.
A veces tienen una doble graduacin;
sobre un borde el Sistema mtrico y el otro en pulgadas.
Regla T de
herrero
Generalmente son fabricadas por el mismo forjador.
No llevan graduacin al-
guna y su espesor oscila entre 4 y 6 mm segn el tamao.
Falsa
esauadra
Se la construye en dos piezas articuladas, en un extremo y unidas con un tor
ni l i o que permite ajustar ambas partes, para conservar la medida del ngulo
deseado.
Comps de puntas
Formado por dos patas iguales articuladas.
Por medio de un t o r n i l l o ajusta-
ble sobre un brazo deslizante es posible obtener medidas f i j a s .
Compases de
espesor
El ajuste en la articulacin puede ser remachado y con un ajuste duro que fac i l i t e el movimiento de los brazos ejerciendo cierto esfuerzo.
Una variante
la constituye un ajuste de la articulacin mediante una mariposa.
{CEC
INFORMACION
Comps de
TECNOLOGICA:
TILES DE CONTROL
DIMENSIONAL DEL FORJADOR
REF.: HIT.367
3/4
interior
De iguales caractersticas que los anteriores, sirve para lograr controles
de dimetro de agujeros, y ancho de ranuras.
Dohle comps de
espesor
Cada brazo trabaja separadamente ( f i g . 8).
E l l o es posible porque el mango
tiene un agujero cuadrado, donde se f i j a el perno central con igual seccin,
Las extremidades del perno son c i l i n d r i c a s para permitir el montaje de los
brazos y su f c i l movimiento.
AGUJERO CUADRADO
VASTAGOS
CILINDRICOS
Fig. 7
Ventajas
Estos tiles controlan dimensiones longitudinales, ngulos, espeso
res, interiores y exteriores.
Desventa^ as
Se puede deslizar un error cuando involuntariamente se produce una
variacin en la apertura del instrumento utilizado.
ACCESORIOS
Cuando es necesario fabricar cierto nmero de piezas iguales, es conveniente
preparar p l a n t i l l a s y/o calibres f i j o s .
Estos f a c i l i t a n el control y al mis-
mo tiempo evitan errores que se producen cuando los controles se repiten con
cada pieza utilizando instrumentos con piezas mviles.
[CBC
UTILES DE CONTROL
DIMENSIONAL DEL FORJADOR
USOS Y CONDICIONES DE USO
Regla graduada.
Utilizada para control de longitudes sobre la pie
za o para colocar los compases sobre medida.
Empleada en la verificacin de ngulos rectos.
Regla T de herrero.
Falsa escuadra.
La posibilidad de variacin del ngulo formado
por sus brazos ampla su campo de control para ngulos de O a
180.
Comps de puntas.
Se usa para trazar circunferencias o arcos de
circunferencia como as tambin para trasladar dimensiones.
Comps de espesor.
Su uso, como su nombre lo indica, se limita al
control de medidas exteriores.
Comps de interior.
Establecida la medida entre sus puntas, se lo
u t i l i z a como calibre en interiores.
Dohle comps de espesor.
Cumple las mismas funciones que el comps
de espesor simple, pero con la ventaja que conserva entre sus brazos dos dimensiones.
MANTENIMIENTO
Los elementos de control deben mantenerse en buen estado y en lugar adeca
do a f i n de e v i t a r golpes que los deterioren o i n u t i l i c e n .
No exponerlos a
la accin del fuego.
CONSERVACIN
Se debe e v i t a r l a oxidacin protegindolos al f i n a l i z a r la jornada o cuando
no. se los u t i l i z a , cubrindolos con una pelcula de grasa o vaselina.
PRECAUCION
CUANDO SE OPERA CON INSTRUMENTOS DE DIMENSIONES VARIABLES^ SE DEBE
VERIFICAR CON FRECUENCIA LA MEDIDA,
CARACTERSTICAS DE LAS PIEZAS FORJADAS
(EXCEDENTES Y TOLERANCIAS)
fCBC
Los elementos metlicos forjados adquieren una mayor resistencia mecnica
por efecto del martillado, siempre que el proceso de f o r j a se cumpla bajo
condiciones preestablecidas que determinan las caractersticas del material.
Por otra parte las dimensiones de las piezas forjadas deben establecerse especificando excedentes y tolerancias para cada una de las dimensiones que la
con forman.
CARACTERSTICAS
a) El desarrollo de las deformaciones plsticas debe hacerse mante
ni endo las temperaturas de f o r j a dentro de los lmites correspondientes al tipo de material que se trabaja.
Si la temperatu
ra es baja, se producirn grietas; si es elevada, el material
se oxidar e incluso puede llegar a fundirse.
b) El calentamiento debe ser uniforme llegando hasta el mismo cora
zn del material.
c) La fuerza de los golpes debe ser adecuada a la masa del material
a f o r j a r : si esta fuerza es insuficiente provocar nicamente
desplazamientos superficiales del material.
d) En los elementos forjados siempre se debe dejar excedentes de
material en las partes que luego sern maquinadas.
En igual forma se determinarn las tolerancias que deben dejarse en cada una de las dimensiones restantes.
El excedente de material a dejar sobre superficies que luego sern maquinadas, vara segn la siguiente regla:
- Para elementos de hasta 1 kg. o de hasta 200 mm de dimetro o de
longitud: 3 mm sobre cada superficie.
- Para elementos entre 1 y 14 kg. y entre 200 y 500 mm de dimetro
o de longitud: 5 a 10 mm sobre cada superficie.
- Para elementos mayores de 14 kg. y mayores de 500 m de dimetro
de longitud: 15 a 20 mm sobre cada superficie.
CARACTERSTICAS DE LAS PIEZAS FORJADAS
(EXCEDENTES Y TOLERANCIAS)
[CBC
TOLERANCIAS
Para las zonas que no sern maquinadas, las tolerancias dimensionales de las
piezas tienen un campo bastante amplio.
An empleando t i l e s adecuados, las
tolerancias pueden mantenerse dentro de los siguientes lmites:
- Para piezas de pequeas dimensiones: de 1 a 2 mm
- Para piezas medianas de dimensiones: de 2 a 3 mm
- Para piezas de grandes dimensiones: de 3 a 4 mm.
Los valores indicados son a t t u l o orientativo y pueden variar en funcin de
la forma de la pieza, del procedimiento de forja y de las condiciones particu
lares en que se desarrolla el trabajo en los distintos t a l l e r e s .
Ventajas
de las piezas
forjadas
Mediante la f o r j a puede darse a una pieza con la forma aproximada que se desea.
Esta particularidad reduce el desperdicio de material al marginarlas y
les da mejores caractersticas mecnicas que las elaboradas por otros procedimientos.
El uso de la forja como procedimiento para elaborar piezas, est limitado por
diversos factores:
a) Por la forma del elemento que se quiere obtener.
b) Por las dimensiones de la pieza.
c) Por la cantidad de piezas que se han de f o r j a r .
INFORMACION
CBC
TECNOLOGICA:
REF.: hit.369
1/2
TRATAMIENTOS TERMICOS (EN FRAGUA)
Son operaciones a que se somete el material para conferirle cualidades o
propiedades particulares.
Consiste en calentarlo bajo determinadas condicio
nes y luego e n f r i a r l o siguiendo un proceso determinado.
LiJ
O
<
O
MATERIAL CRUDO
Se denomina crudo o natural al material que no ha sufrido ningn tratamiento
\<C
CJ
trmico.
Posee las cualidades determinadas por el enfriamiento natural des-
pus de la f o r j a , de la laminacin en caliente o del t r e f i l a d o en f r o .
MATERIAL TRATADO
Se designa as al material que ha sido sometido a tratamientos trmicos entre los que citamos:
Recocido
El material se calienta a temperaturas elevadas (900 a 1200 segn el material) y luego se deja enfriar lentamente.
CVJ
"- -sI
Las condicio
nes en que se efecta el enfriamiento pueden variar de acuerdo al
tipo de acero.
Reciben este tratamiento los aceros de elevado con
tenido de carbono y los aceros aleados cuando deben ser trabajados
en f r o con mquinas herramientas.
Bonificado
Decimos que el material ha sido bonificado cuando ha sufrido un
tratamiento trmico de temple y luego un revenido, a fin de que ad
quiera mejores caractersticas de empleo.
formalizado
El material es sometido a un calentamiento seguido de un enfriamiento al aire.
El objeto es obtener una estructura de grano ms
fino y una dureza intermedia entre la correspondiente al recocido
y al bonificado.
OBSERVACIN
Tanto el bonificado como el normalizado, interesan particularmente
en aquellos materiales que sern trabajados con mquinas herramien
tas por arranque de virutas y no por la f o r j a , puesto que al calen
tar el material para lograr la plasticidad pierde sus cualidades.
CBC
TRATAMIENTOS TERMICOS (EN FRAGUA)
Templado
Consiste en calentar el material hasta una temperatura elevada, de
terminada para cada tipo de acero, seguida de un enfriamiento rpi
do en un bao refrigerante (agua, aceite u otros especialmente pre
parados).
El temple vara las caractersticas mecnicas del metal.
Aumenta su dureza pero al mismo tiempo lo torna ms f r g i l .
Revenido
Este tratamiento se realiza inmediatamente despus del temple, con
el objeto de rducir en gran parte las tensiones que se originan
al e n f r i a r bruscamente la pieza.
Consiste en un calentamiento pa-
ra lograr que el acero pierda dureza pero gane tenacidad.
Cementado
Mediante este tratamiento se logra un endurecimiento superficial
de la pieza, conservando el i n t e r i o r las caractersticas anteriores a la operacin.
Este endurecimiento se origina por un enriquecimiento de carbono
de toda o parte de la superficie.
Despus del cementado se debe
templar pero, en estos casos, despus del temple no se efecta revenido.
Los aceros que pueden ser cementados son de bajo tenor de
carbono, de manera que el temple no corre el riesgo de transmitir
fragilidad al ncleo.
Ninguno de stos tratamientos da ventajas a los procesos de f o r j a , pues al
calentar el material para lograr plasticidas se pierden las caractersticas
provocadas por "el tratamiento trmico.
Las ventajas se observan con materia-
les que deban ser trabajados con mquinas y herramientas, por arranque de virutas.
USOS Y CONDICIONES DE USO
La gran variedad de piezas y funciones de los rganos de mquinas, determinan
muy diferentes constituciones y caractersticas mecnicas para su correcto
comportamiento.
Ello se logra dando al material, durante el proceso o al f i -
nal del mismo, los tratamientos trmicos correspondientes que permiten adecuar la estructura interna, a los requerimientos.
CBC
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
Son moldes de acero, generalmente compuestos por dos piezas, cuya finalidad
es imponer una forma definida al material en estado pastoso o plstico.
En general estn constituidas por dos bloques con forma de cubo o parale!pe
do ( f i g . 1).
Se construyen en aceros especiales de gran tenacidad a altas
temperaturas.
ESTAMPA SUPERIOR MONTADA EN
LA MAZA DEL MARTINETE
AGUJERO PARA FACILITAR
EL MANIPULEO CON BARRAS
ESTAMPA INFERIOR MONTADA SOBRE
EL YUNQUE DE UN MARTINETE O PRENSA
lENSAMBLADORA O
COLA DE MILANO
Fig. 1
TIPOS
Dentro de la gran variedad de estampas citaremos cuatro tipos de las ms comunes:
- Estampa para esbozar
el
- Estampa para conformar la
- Estampa para cortar
- Estampa para
Estampas para
material,
pieza,
rebabas.
acmar.
esbozado
Actan deformando el material por presin o impacto, aproximndolo toscamente
a la forma y dimensiones f i n a l e s , para su posterior reestampado.
Estampa para conformar la
pieza
Con estas estampas se obtiene la forma definitiva de la pieza.
tan por deformacin del material en estado plstico.
Tambin ac-
[CBC
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
Estampas para cortar
rebabas
Estn constituidas por punzn y matriz.
Efectan un trabajo de corte, me-
diante el cual se separan los excedentes de la pieza estampada.
Estampas para aoimar
Tienen como fin mejorar l a pieza estampada y rebabada, calibrando sus medidas
y alisando superficies.
La operacin se realiza con una estampa anloga a
la que s i r v i para conformar la pieza, con la diferencia de haber sido construida con mayor precisin dimensional y un mejor acabado superficial.
Este
tipo de estampas no sufren la fatiga de tener que deformar el material cal i en
t e , siendo su duracin mayor.
Ventajas y
Desventajas
Las estampas para f o r j a mecnica presentan ventajas en la fabricacin de grandes series, dando al proceso mayor agilidad y precisin, con economa de material.
Tanto la construccin como el empleo de este tipo de t i l e s , requie
re maquinarias e instalaciones especiales, de alto costo, lo que
hace desventajoso su uso en medianas y pequeas series.
FUNCIONAMIEm
Las estampas para f o r j a mecnica, realizan su trabajo en la carrera descendente, ya sea por presin, tratndose de una prensa, o por impacto con un mar
tinete o piln.
Todas funcionan con el mismo principio y generalmente u t i l i -
zando las mismas mquinas diferencindose sobre todo por el tipo de acabado
que logran.
USOS Y CONDICIONES DE USO
Las dos medias estampas, la superior y la i n f e r i o r , se aplican respectivameji
te. a la maza y al yunque de la mquina.
Es importante cuidar el centrado y
ajuste de ambas partes en las respectivas ensambladuras.
El manipuleo de las estampas pesadas puede hacerse mediante barras que se insertan en agujeros ubicados en los costados de los bloques.
PRECAUCIN
EL MANHULEO DE LAS ESTAMPAS DEBE EACEBSE CON GUANTES,
Ira. Edicin
[CBC
INFORMACION
PreGalentado
TECNOLOGICA:
EJEF>:.HIT.370
3/6
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
de estampas
Tiene por objeto elevar la temperatura de los bloques, antes de i n i c i a r el
trabajo con el objeto de e v i t a r roturas.
Limpieza
Despus de elaborar cada pieza, se deben limpiar las escorias que quedan sobre la estampa inferior y lubricarla luego para asegurar la calidad del producto.
MfJTEI^IMIEI^TO
Durante el empleo de la estampa y al terminar el trabajo debe controlarse
cuidadosamente su estado con objeto de e v i t a r deformaciones o fisuras que pue
dan i n u t i l i z a r l a s .
CONSERVACIOI^
Cuando se termina de usar una estampa y antes de guardarla se debe limpiar y
reparar, si fuese necesario, luego hay que protegerla contra la oxidacin cubrindola con aceite o grasa.
Las estampas se clasificarn y acondicionarn bajo techo, si es posible sobre
estantes de madera.
VIMEI^SIONADe DE LOS BLOQUES
Con respecto al tamao de los bloques no existe regla f i j a que establezca sus
dimensiones con" relacin a la pieza a estampar; no obstante es imprescindible
que el golpe asestado para deformar plsticamente el material a estampar, sea
absorbido por la masa de acero del bloque sin provocar deformaciones ni grietas.
Como orientacin prctica puede calcularse que la medida de los bloques
sea 2,25 a 2,50 veces mayor que la correspondiente medida mxima de la pieza.
ALIEACIOI^ DE LAS ESTAMPAS
Para asegurar que las cavidades de ambos bloques de la estampa se encuentran
centradas al final de la carrera, estos deben disponer de un vnculo que los
una en la posicin exacta.
[CBC
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
Se pueden u t i l i z a r dos sistemas de alineacin:
1) Mediante dos columnas opuestas ( f i g . 2a).
2) Mediante asientos cnicos o inclinados, macho y hembra de centra
do final ( f i g s , 2b y 2c).
(a)
d = 20 a 30 mm
h = 20 a 25 mm
d = dim. columnas
26 a 32 nm
r
5 a
a = 8
r = 5 a 6 mm
6 mm
DIMENSIOIJADO DE CAVIDADES
Las cavidades de las estampas para conformacin deben estar sobredimensionadas, respecto a la forma final de la pieza maquinada.
Esta variacin de dimensiones y formas debe calcularse considerando:
- El excedente dejado para la maquinacin.
- La contraccin por enfriamiento.
- La extraccin de la pieza (ngulos de descarga).
- La resistencia de la estampa (redondeo de a r i s t a s ) .
Excedente
para maquinacin
Generalmente los planos de piezas a estampar y maquinar ya vienen acotados
con los valores incrementados en vista al maquinado.
mayores que las f i n a l e s , suele llamarse pieza bruta.
Esta pieza, de medidas
INFORMACION
rcBc
REF.:
TECNOLOGICA:
HIT.370
5/6
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
CONTRACCION POR ENFRIAMIENTO
Al dimensionar las cavidades de una estampa para conformar una pieza, se debe considerar los efectos de contraccin, debido a los cambios de temperatura durante el enfriamiento de la pieza.
riaciones dimensionales.
Este efecto produce importantes va-
La pieza a la temperatura de forja ocupa mayor vo-
lumen que a la temperatura ambiente, por este motivo las dimensiones de las
cavidades se incrementarn de acuerdo a los siguientes valores:
Materiales
Incremento
Variacin de temperatura
Aceros
\%
1000
Bronce
0,8%
500
Latn
0,9%
500
Cobre
0,8%
500
Aleaciones ligeras
0,9%
400
A todas las cotas de la pieza en bruto se sumarn los porcentajes de contraccin indicados, redondendolos convenientemente.
En la pieza f r a se tendrn
entonces las medidas correspondientes a las cotas del dibujo de la pieza en
bruto.
EJEMPLO
Para una cota de 100 mm en el dibujo de la pieza en bruto se deber tener en la huella, de acuerdo a la tabla:
lOOmm + Imm = lOlmm para el acero.
lOOmm + 0,80 = 100,80mm para el bronce.
lOOmm + 0,90 = 100,90mm para el latn, etc.
ANGULOS EXTERIORES a^ - 5 a 7'
Extracoion
de la
"pieza
Para permitir la extraccin de la pieza
deber modificarse el valor de los ngu
los, llamndose a estos ngulos de defor
macin o de descarga ( f i g . 3).
Es conve
niente que es^s nuevos ngulos sean todos
iguales lo qu f a c i l i t a la extraccin.
ANGULOS
INTERIORES
7 a 8'
rcBc
ESTAMPAS (FORJA MECANICA)
Resistencia
de la estampa
A fin de e v i t a r principios de fisuras en las cavidades de las estampas, no
debe aparecer ningn ngulo vivo.
Es conveniente redondearlos ( f i g . 4) segn
los radios indicados en la tabla.
Fig. 4
PERFIL DE LA PIEZA MAQUINADA
REDONDEADO DE LAS ARISTAS EN LAS PIEZAS ESTAMPADAS EN CALIENTE
Medidas h, h^
bin d
h2 0 tam-
Redondeado
r
Redondeado
Redondeado
de
25
0,5
25
40
1.5
40
63
12
1.5
63
100
20
1,5
100
160
30
2
2,5
160
250
i
50
2,5
3
3,5
[CBC
ESTAMPAS DE CORTAR REBABAS
(REBABADO)
Cuando se realiza el conformado de una pieza, generalmente se forma, en el
huelgo que queda entre el bloque superior e inferior de la estampa, una lmi
na de metal llamada rebaba, que contornea la pieza.
Para eliminar la rebaba, se usan, en general tres procedimientos:
- En etapa posterior, por maquinado o manualmente.
- Mediante un aditamento especial colocado en la estampa de confor
mar.
- Mediante estampas especiales.
El procedimiento por maquinado, o en forma manual por cincelado, se usa slo
en casos en que no se justifique econmicamente el empleo de los otros dos,
ya sea porque la serie de produccin sea muy pequea o porque sean altos los
costos de las estampas especiales o aditamentos.
El segundo procedimiento es muy conveniente para la produccin en grandes se
ries dado que el rebabado se realiza como un paso final simultneo al proceso de conformado.
Consiste, en general, en disponer la estampa en una base
que lleva en la parte inferior una abertura de descarga para la salida de la
pieza, producindose a l l el eliminado de la rebaba.
El tercer procedimiento, que se realiza despus de conformada la pieza mediante estampas especiales, es el ms usado ya que esas estampas de rebabar
son en general baratas y su operacin es rpida y econmica.
ESTAMPAS DE REBABAS
CONSTITUCIN
Las estampas para cortar rebabas constan de un punzn y una matriz (figs. 1
y 2).
PUNZON
PUNZON
Fig. 1
Fig. 2
[CBC
ESTAMPAS DE CORTAR REBABAS
(REBABADO)
Se las construye en aceros especiales, con tratamientos trmicos de temple y
revenido.
La matriz se monta sobre la base y el punzn sobre el cabezal deslizante de
la prensa o el martinete.
FUL^CIOL^AMIEI^TO
El punzn, en su carrera descendente arrastra a la pieza ( f i g . 1), o a la rebaba ( f i g . 2), segn la disposicin que se haya adoptado de acuerdo a las caractersticas de la pieza.
Al ser arrastrada la pieza y mantenerse f i j a la rebaba, o viceversa, se produ
ce el corte por cizallamiento.
PRECAUCIN
ES FUMMML
CUIDAR EL CENTRADO DEL PUNZN CON LA MATRIZ A FIN DE
EVITAR DEFECTOS EN EL TRABAJO Y ROTURAS,
MANTENIMIENTO Y CONSERVACION
Despus de un perodo de trabajo se debe acondicionar la estampa corrigiendo
los defectos producidos por el uso y protegindola contra la oxidacin.
DISEO DEL PUNZN Y LA MATRIZ
Los punzones deben adaptarse en lo posible a la forma de las piezas y pasar
por el agujero de la matriz con una holgura (s) determinada ( f i g . 3).
Si el
punzn arrastra a la rebaba, la matriz es quin debe adaptarse a la forma de
la pieza.
Tambin es necesario dejar un ngulo de descarga en el agujero de la matriz.
Ese ngulo es de 13 a 15, mantenindose en los primeros 4 a 6 mm del aguje
ro las caras verticales y paralelas.
a < 15'
PUNZON
Q: >
Figs. 3
INFORMACION
[CBC
TECNOLOGICA:
ESTAMPAS DE CORTAR REBABAS
(REBABADO)
REF.:
HIT.371 3/3
Las figuras 3a, b y c, que representan las formas ms comunes de punzones,
permiten apreciar la relacin entre el perfil de la pieza determinado por el
ngulo a y los valores h y d y el valor del juego (s) entre punzn y matriz.
La tabla que se presenta a continuacin indica los valores de S para las
tres formas consideradas (figs. 3a, b y c).
Forma "a"
a < 15
h (mm)
Forma "b"
a > 15
S
h (.mm)
Forma "c"
S
d (mm)
Hasta 5
Hasta 20
5 a 10
0,3
0,5
de 20 a 30
0,3
0,5
Hasta 20
de 20 a 30
0,3
0,5
de 10 a 20
0,8
de 30 a 45
0,8
de 30 a 45
0,8
de 20 a 25
1,0
de 45 a 60
1,0
de 45 a 60
1,0
de 25 a 30
1,2
de 60 a 70
1.2
de 60 a 70
1,2
de 30
1,5
de 70
1,5
de 70
1,5
de
Cbc
INFORMACION
TECNOLOGICA:
SOLDADURA EN LA FRAGUA
REF. :HIT.372
1/3
Este tipo de soldadura, sin aporte de material, realizada por medio de la
fragua, se basa en la propiedad que poseen los aceros de ser autosoldantes
Od
o
cuando su temperatura se eleva hasta el rojo blanco.
El procedimiento consiste en l l e v a r las partes a soldar hasta la temperatura
necesaria, protegiendo con un desoxidante las superficies que harn contacto.
o
LU
ta lograr la soldadura.
Luego se enfrentan ambas superficies y se martilla con rapidez y energa has-
Se distinguen dos tipos principales de unin ( f i g . 1).
8
TIPO
m
UD
I
PC
Fig. 1
En ambos tipos de unin, la seccin transversal de la junta debe ser algo mayor que la seccin o r i g i n a l , para que luego de realizada la soldadura pueda
restablecerse por estirado esa seccin original.
8
Union Tipo A
La preparacin de esta unin
consiste en hacer un recalca
do ( f i g . 2a) para luego darle forma de ua ( f i g . 2b) con
un martillo de pena.
Deben quedar bien marcadas las
huellas producidas por la pena
del martillo, pues al calentarlas entrarn en fusin ms rpidamente favorecindose asi
la soldadura.
[CBC
INFORMACION
TECNOLOGICA:
SOLDADURA EN LA FRAGUA
Union Tipo B
Al soldar piezas de grandes di
mensiones, las partes a soldar
toman la forma de la figura 3.
Se hace un recalcado sobre ambas partes y luego se le da a
cada una la forma indicada.
CONDICIONES IMPORTANTES
Fig. 3
El xito del procedimiento depende de la observacin de tres aspectos claves:
1) El acero deber tomar una temperatura entre 1250 y 1300C correspondiente al color blanco.
2) Las superficies que harn contacto deben estar protegidas de la
oxidacin.
3) Debe realizarse un martillado rpido y enrgico.
RESISTENCIA DE LA UNION
Si se logra una limpieza t o t a l , la soldadura obtenida resultar de una resistencia igual a la del resto del material.
En la prctica no ocurre a s f , pues
las pequeas escorias que quedan atrapadas al unir las partes, dejan puntos
donde no se produce la soldadura.
Por lo general la resistencia en l a zona
soldada alcanza de un 85 a 90 % de la del material base, cuando se ha efecta
do un buen trabajo.
Ventajas
Este procedimiento no requiere equipos especiales de soldadura,
pues basta disponer de una fragua y un martillo adecuado.
An hoy es un recurso empleado en zonas rurales.
Desventajas
No es un procedimiento prctico pues requiere condiciones ptimas
de limpieza, buena apreciacin de temperaturas y gran destrezas ope
rativas para lograr una unin de resistencia aceptable.
INFORMACION
REF.:
TECNOLOGICA:
CBC
HIT.372
3/3
SOLDADURA EN LA FRAGUA
MATERIALES DESOXIDANTES
El acero a elevadas temperaturas y en contacto con el oxgeno del aire sufre
un activo proceso de oxidacin, que se evidencia por la presencia de cascarillas.
Para proteger las superficies a unir de este proceso, puede depositarse sobre e l l a s sustancias fusibles, tales como: arena s i l c e a , polvo de v i d r i o ,
brax, etc.
VOCABULARIO TECNICO
SOLDADURA EN FRAGUA - Caldeo
MARTILLADO
- Batido