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Diseño y Análisis de Redes LAN y WAN

Este documento presenta un resumen del capítulo 1 de un libro o tesis. El capítulo cubre conceptos básicos de redes LAN, incluyendo topologías, protocolos, tipos de redes Ethernet, VLANs y diseño de redes LAN. También describe los servicios de datos, voz y video que componen un sistema triple play sobre IP, así como estándares y protocolos relacionados. Finalmente, introduce conceptos de cableado estructurado, equipos de red y medios de transmisión para redes LAN.

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Diseño y Análisis de Redes LAN y WAN

Este documento presenta un resumen del capítulo 1 de un libro o tesis. El capítulo cubre conceptos básicos de redes LAN, incluyendo topologías, protocolos, tipos de redes Ethernet, VLANs y diseño de redes LAN. También describe los servicios de datos, voz y video que componen un sistema triple play sobre IP, así como estándares y protocolos relacionados. Finalmente, introduce conceptos de cableado estructurado, equipos de red y medios de transmisión para redes LAN.

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i

NDICE DE CONTENIDOS


CAPTULO 1: MARCO TERICO ......................................................................... 1


1.1 CONCEPTOS BSICOS ............................................................................. 1
1.2 INFRAESTRUCTURA DE LA RED DE REA LOCAL (LAN) ....................... 2
1.2.1 TOPOLOGAS FSICAS Y LGICAS .................................................. 2
1.2.1.1 TIPOS DE TOPOLOGA ............................................................... 4
1.2.2 PROTOCOLOS Y ARQUITECTURA.................................................... 7
1.2.3 RED ETHERNET.................................................................................. 8
1.2.4 RED FAST ETHERNET ....................................................................... 9
1.2.5 RED GIGA ETHERNET...................................................................... 10
1.2.6 INTERCONEXIN DE LANs .............................................................. 11
1.3 REDES LAN VIRTUALES (VIRTUAL LOCAL AREA NETWORK, VLAN) [7] ......... 11
1.3.1 TIPOS DE VLAN ................................................................................ 12
1.4 DISEO DE UNA RED LAN....................................................................... 13
1.4.1 MODELO DE RED JERRQUICO ..................................................... 13
1.4.1.1 Capa de Acceso ......................................................................... 14
1.4.1.2 Capa de Distribucin ................................................................... 15
1.4.1.3 Capa de Core o Ncleo ............................................................... 15
1.4.1.4 Caractersticas de una red jerrquica.......................................... 16
1.4.2 RED CONVERGENTE: DEFINICIN Y BENEFICIOS....................... 16
1.5 TRIPLE PLAY: DISEO DE RED CONVERGENTE PARA VOZ, DATOS Y
VIDEO............................................................................................................... 17
1.5.1 SERVICIO DE DATOS ....................................................................... 18
1.5.2 SERVICIOS DE VOZ.......................................................................... 20
1.5.2.1 Voz sobre IP (VoIP)..................................................................... 20
1.5.2.2 Protocolos de Sealizacin ........................................................ 21
1.5.2.3 Protocolo H.323........................................................................... 22
1.5.2.3.1 Suite de ProtocolosH.323 ........................................................ 23
1.5.2.4 Protocolo de Inicio de Sesiones (Session Initiation Protocol, SIP)
.....24
1.5.2.4.1 Intercambio de Mensajes ......................................................... 25
1.5.2.5 Protocolos de Transporte ............................................................ 27

ii

1.5.2.5.1 Protocolo de Transporte de Tiempo Real (Real-Time Transport


Protocol, RTP) ....................................................................................... 27
1.5.2.5.2 Protocolo de Control en Tiempo Real (RTP Control Protocol,
RTCP)... ............................................................................................. 27
1.5.2.6 Parmetros de VoIP .................................................................... 28
1.5.2.6.1 Calidad de Servicio .................................................................. 29
1.5.3 SERVICIOS DE VIDEO ...................................................................... 30
1.5.3.1 Video sobre IP ............................................................................. 31
1.5.3.2 Video Broadcast sobre IP ............................................................ 32
1.5.3.3 Video Bajo Demanda sobre IP (Video on Demand, VoD) ........... 33
1.5.3.4 Videoconferencia sobre IP .......................................................... 34
1.5.3.4.1 Sistemas de Videoconferencia ................................................ 34
1.5.3.5 Streaming de Video ..................................................................... 36
1.5.3.5.1 Tipos de Streaming.................................................................. 36
1.5.3.5.2 Difusin de Streaming ............................................................. 38
1.5.3.6 Estndares de Video ................................................................... 39
1.5.3.6.1 Estndar H.261 ........................................................................ 39
1.5.3.6.2 Estndar H.263 ........................................................................ 41
1.5.3.6.3 EstndarH.264 ......................................................................... 41
1.6 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD ................................................................. 42
1.6.1 CONCENTRADORES O HUBS ......................................................... 42
1.6.2 SWITCH ............................................................................................. 43
1.6.3 ROUTER ............................................................................................ 43
1.7 CABLEADO ESTRUCTURADO ................................................................ 44
1.7.1 MEDIOS DE TRANSMISIN.............................................................. 45
1.7.1.1 Medios de Transmisin Guiados ................................................. 45
1.7.1.1.1 Par trenzado ............................................................................ 45
1.7.1.1.2 Fibra ptica ............................................................................. 47
1.7.2 ESTNDARES ACTUALES ............................................................... 49
1.7.2.1 ANSI/EIA/TIA-568-C.0 ................................................................. 49
1.7.2.2 ANSI/TIA-568-C.1 ....................................................................... 49
1.7.2.3 ANSI/TIA-568-C.2 ....................................................................... 51
1.7.2.4 ANSI/TIA-568-C.3 ....................................................................... 51

iii

1.7.2.5 ANSI/TIA-569-A........................................................................... 53
1.7.2.6 ANSI/TIA-606-A........................................................................... 54
1.7.2.7 ANSI/TIA-607 .............................................................................. 54
1.7.3 SUBSISTEMAS DE UN SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO
.................................................................................................... 54
1.7.3.1 Cuarto de Equipos (ER) .............................................................. 55
1.7.3.2 Cuarto de Telecomunicaciones (TR) ........................................... 55
1.7.3.3 rea de Trabajo (WA) ................................................................ 56
1.7.3.4 Cableado Horizontal .................................................................... 56
1.7.3.5 Cableado Vertical (BACKBONE) ................................................. 57
1.7.3.6 Punto de Acometida (EF) ............................................................ 58
REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPITULO 1.............................................. 59
CAPTULO 2: SITUACIN ACTUAL DE LA RED .............................................. 65
2.1 INTRODUCCIN ....................................................................................... 65
2.1.1 UBICACIN ....................................................................................... 66
2.2 ANTECEDENTES DE LA RED .................................................................. 67
2.2.1 INFRAESTRUCTURA FSICA DE LA SENATEL ............................... 67
2.3 ESTRUCTURA ACTUAL DE LA RED ........................................................ 69
2.3.1 ELEMENTOS DE LA RED ................................................................. 69
2.3.1.1 Servidores ................................................................................... 69
2.3.1.2 Aplicaciones y Servicios .............................................................. 71
2.3.1.2.1 Aplicaciones............................................................................. 71
2.3.1.2.2 Servicios .................................................................................. 72
2.3.2 DISPOSITIVOS DE RED .................................................................... 73
2.3.2.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD .................................................. 73
2.3.2.2 DISPOSITIVOS TERMINALES ................................................... 74
2.4 ANLISIS DEL SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO .................. 77
2.5 DESCRIPCIN DE LAN ............................................................................ 84
2.5.1 ANLISIS DEL TRFICO LAN ........................................................... 85
2.6 DESCRIPCIN DE WAN ........................................................................... 89
2.6.1 ANLISIS DEL TRFICO DE LAS REGIONALES (GUAYAQUIL Y
CUENCA) ...................................................................................................... 90
2.7 DESCRIPCIN DEL SISTEMA DE TELEFONA IP ................................... 91

iv

2.8 POLTICAS DE ADMINISTRACIN Y SEGURIDAD ................................. 92


2.9 PROTOCOLOS UTILIZADOS ................................................................... 93
2.10

REQUERIMIENTOS .............................................................................. 94

2.10.1

INFRAESTRUCTURA DEL CABLEADO ESTRUCTURADO.......... 94

2.10.2

ESTRUCTURA DE LA RED DE DATOS ........................................ 95

REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 2.............................................. 97


CAPTULO 3: DISEO DE LA RED DE REA LOCAL...................................... 98
3.1 INTRODUCCIN ....................................................................................... 98
3.2 ANLISIS DE REQUERIMIENTOS ........................................................... 98
3.2.1 CRECIMIENTO DE USUARIOS ......................................................... 99
3.3 ANCHO DE BANDA REQUERIDO PARA DATOS ................................... 101
3.3.1 DIMENSIONAMIENTO DEL ENLACE A INTERNET ....................... 101
3.3.1.1 Acceso a Pginas Web ............................................................. 102
3.3.1.2 Descarga de Archivos ............................................................... 102
3.3.1.3 Correo Electrnico..................................................................... 103
3.3.2 APLICACIONES PROPIAS DE LA SENATEL ................................. 105
3.3.2.1 Base de datos ........................................................................... 105
3.3.2.2 Servicio de Aplicaciones ........................................................... 105
3.3.2.3 Correo Electrnico Institucional ................................................. 106
3.3.2.4 Comparticin de Archivos ......................................................... 107
3.3.3 SERVICIO DE VIDEO ...................................................................... 108
3.3.3.1 Video Multicast .......................................................................... 109
3.3.3.2 Video Conferencia ..................................................................... 110
3.3.3.3 Video Vigilancia ......................................................................... 111
3.3.4 TRFICO PARA TELEFONA IP ...................................................... 112
3.3.4.1 Nmero de circuitos troncales hacia la red pblica telefnica ... 113
3.3.4.2 Clculo de ancho de banda por canal ....................................... 116
3.3.4.3 Clculo de ancho de banda para telefona IP............................ 119
3.3.5 CAPACIDAD TOTAL DEL ENLACE DE LA SENATEL .................... 120
3.4 DISEO DE LA INFRAESTRUCTURA DE LA RED INTEGRADA ........... 121
3.4.1 DISEO DEL SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO (SCE) 121
3.4.1.1 Cableado Horizontal .................................................................. 124
3.4.1.1.1 Longitud del Cable ................................................................. 125

3.4.1.2 Cableado Vertical ...................................................................... 127


3.4.1.3 Cuarto de Telecomunicaciones ................................................. 128
3.4.1.4 Cuarto de Equipos..................................................................... 129
3.4.1.5 rea de Trabajo......................................................................... 130
3.4.1.6 Gabinetes y Racks .................................................................... 130
3.4.1.7 Etiquetado ................................................................................. 132
3.4.1.8 Material de enrutamiento y terminacin .................................... 133
3.4.1.8.1 Subsistema Horizontal ........................................................... 134
3.4.1.8.2 Subsistema Vertical ............................................................... 135
3.5 DISEO DE LA RED ACTIVA .................................................................. 136
3.5.1 DISEO LGICO DE LA RED ......................................................... 138
3.5.1.1 Direccionamiento IP .................................................................. 143
3.5.1.2 VLANs ....................................................................................... 144
3.5.2 ELEMENTOS ACTIVOS DE LA RED ............................................... 145
3.5.2.1 Equipos de Conectividad ........................................................... 145
3.5.2.1.1 Switch de Acceso Distribucin ............................................ 145
3.5.2.1.2 Switch de Core ...................................................................... 146
3.5.2.2 Servidores ................................................................................. 147
3.5.2.2.1 Servidores en tiempo real: video y telefona .......................... 148
3.5.2.2.2 Extensin del servidor NAS (Network Attached Storage) y del
servidor Espectra (Aplicacin propia de la Institucin) ......................... 148
3.5.2.3 Central telefnica ...................................................................... 149
3.5.2.4 Suministro de Energa Elctrica ................................................ 150
3.6 DIMENSIONAMIENTO DE ENLACES WAN............................................ 151
3.7 SEGURIDAD DE LA RED ........................................................................ 154
3.7.1 POLTICAS DE SEGURIDAD........................................................... 154
3.7.2 CALIDAD DE SERVICIO (QoS) ....................................................... 158
3.8 PLAN DE MIGRACIN ............................................................................ 160
3.8.1 OBJETIVO ........................................................................................ 160
3.8.2 PASOS CLAVE ................................................................................ 160
3.8.2.1 Identificar y confirmar requisitos ................................................ 161
3.8.2.2 Documentar el diseo ............................................................... 161
3.8.2.3 Plan de implementacin ............................................................ 162

vi

REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 3............................................ 164


CAPTULO 4: ANLISIS DE COSTOS ............................................................. 166
4.1 ANLISIS DE COSTOS ........................................................................... 166
4.2 REUTILIZACIN DE LOS EQUIPOS....................................................... 166
4.2.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD ....................................................... 166
4.2.1.1 Switches .................................................................................... 167
4.3 SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO ........................................ 169
4.4 ADQUISICIN Y SELECCIN DE EQUIPOS: ........................................ 170
4.4.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD ....................................................... 170
4.2.2 SERVIDOR ....................................................................................... 173
4.2.3 CENTRAL TELEFNICA ................................................................. 174
4.2.3.1 Telfonos IP .............................................................................. 176
4.4.4. CMARAS IP ................................................................................... 177
4.4.5. EQUIPO CALIDAD DE SERVICIO ................................................... 177
4.5 COSTO DE ENLACES WAN E INTERNET .............................................. 178
4.6 COSTO TOTAL DEL PROYECTO ........................................................... 179
4.7 COSTOS DE OPERACIN Y MANTENIMIENTO.................................... 180
REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 4............................................ 181
CAPTULO 5: CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES.............................. 183
5.1.

CONCLUSIONES ................................................................................ 183

5.2.

RECOMENDACIONES ........................................................................ 186

ANEXOS
ANEXO A
MTODOS DE COMPRESIN
ANEXO B:
SERVIDORES FSICOS Y SERVIDORES VIRTUALES
ANEXO C
APLICACIONES INSTITUCIONALES
ANEXO D
CARACTERSTICAS EQUIPOS DE LA SENATEL
ANEXO E
SNMP

vii

ANEXO F
MONITOREO DE TRFICO
ANEXO G
CALIDAD Y DISPONIBILIDAD DEL ENLACE NACIONAL E
INTERNACIONAL
ANEXO H
PGINAS WEB MS VISITADAS POR LOS USUARIOS
ANEXO I
CALCULADORA BITRATE
ANEXO J
SOFTWARE CALL REPORT 3COM
ANEXO K
FUNCIONAMIENTO CALCULADORA EARLANG B
ANEXO L
PLANOS DE LA INSTITUCIN
ANEXO M
DESCRIPCIN UPS DE LA SENATEL
ANEXO N
FORTIGATE FG-310B-BDL
ANEXO O
NETENFORCERAC-504
ANEXO P
PROFORMAS
ANEXO Q
VELOCIDAD, TRANSFERENCIA O ANCHO DE BANDA
ANEXO R
CMO CALCULAR LA TASA DE CRECIMIENTO
ANEXO S
REPORTE CALL REPORT
ANEXO T
REPORTE NMAP

viii

NDICE DE TABLAS
CAPTULO 1
Tabla 1. 1: Opciones para IEEE802.3 .................................................................... 9
Tabla 1. 2: Abreviados Fast Ethernet ..................................................................... 9
Tabla 1. 3: Abreviados Giga Ethernet .................................................................. 10
Tabla 1. 4: Beneficios Modelo Jerrquico ............................................................ 14
Tabla 1. 5: Peticiones y Respuestas SIP ............................................................. 25
Tabla 1. 6: Cdecs de audio para la transmisin VoIP......................................... 28
Tabla 1. 7: Cuadro comparativo de streaming en directo y bajo demanda .......... 37
Tabla 1. 8: Caracterstica y parmetros de los formatos CIF y QCIF ................... 40
Tabla 1. 9: Categoras Cable UTP ....................................................................... 46
Tabla 1. 10: Tipos de canales de transmisin en funcin de la distancia ............. 51
Tabla 1. 11: Clasificacin Fibra ptica ................................................................. 52
Tabla 1. 12: Seleccin de caractersticas ............................................................. 52
Tabla 1. 13: Mxima distancia para variantes Ethernet sobre fibra ptica .......... 52
CAPTULO 2
Tabla 2. 1: Direcciones del Edificio de la SENATEL ............................................ 68
Tabla 2. 2: Servidores Fsicos .............................................................................. 70
Tabla 2. 3: Servidores Virtuales ........................................................................... 70
Tabla 2. 4: Aplicaciones Institucionales................................................................ 71
Tabla 2. 5: Servicios de la Institucin ................................................................... 72
Tabla 2. 6: Dispositivos de red de la SENATEL ................................................... 73
Tabla 2. 7: Caractersticas Computadores e Impresoras ..................................... 76
Tabla 2. 8: Caractersticas de Cmaras y Telfonos............................................ 76
Tabla 2. 9: Nmero de Dispositivos terminales de la Red .................................... 76
Tabla 2. 10: Resumen de puntos de red por piso................................................. 81
Tabla 2. 11: Direccionamiento IP ......................................................................... 85
Tabla 2. 12: Trfico generado del semana del 11 15 de julio de 2011 .............. 87
Tabla 2. 13: Promedio de trfico generado en los enlaces .................................. 91
CAPTULO 3
Tabla 3. 1: Estimacin del crecimiento de usuarios de la red de datos .............. 100

ix

Tabla 3. 2: Cantidad direcciones IP activas ...................................................... 104


Tabla 3. 3: Volumen de datos del servidor ......................................................... 106
Tabla 3. 4: Capacidad requerida por las aplicaciones de la SENATEL .............. 108
Tabla 3. 5: Caractersticas de los Algoritmos de Compresin de Video ............. 108
Tabla 3. 6: Ancho de banda Videoconferencia IP110
Tabla 3. 7: Tipo de llamadas realizadas ............................................................. 113
Tabla 3. 8: Nmero de llamadas realizadas en el horario laboral....................... 113
Tabla 3. 9: Intensidad de trfico de llamada ....................................................... 114
Tabla 3. 10: Cdecs de audio para la transmisin VoIP ..................................... 117
Tabla 3. 11: Ancho de banda requerido para Telefona IP en la red LAN y WAN.
........................................................................................................................... 120
Tabla 3. 12: Capacidad Total de la SENATEL ................................................... 120
Tabla 3. 13: Dimensionamiento de puntos de red .............................................. 123
Tabla 3. 14: Nmero de faceplate dobles ........................................................... 125
Tabla 3. 15: Nmero total de rollos CAT 6 para el cableado horizontal ............. 127
Tabla 3. 16: Tamao recomendado Cuartos de Telecomunicaciones ............... 129
Tabla 3. 17: Tamao recomendado Cuarto de Equipos ..................................... 129
Tabla 3. 18: Capacidad de canaleta y escalerilla ............................................... 134
Tabla 3. 19: Dimensin y cantidad de canaletas necesarios para el rediseo de la
red. ..................................................................................................................... 135
Tabla 3. 20: Dimensin y cantidad codos necesarios para el rediseo de la red.
........................................................................................................................... 135
Tabla 3. 21: Cantidad de escalerilla ................................................................... 136
Tabla 3. 22: Equipos de conectividad a ser reutilizados ..................................... 138
Tabla 3. 23: Distribucin de switches por piso y por nmero de puntos de red.. 139
Tabla 3. 24: Asignacin de puertos en los switches de core .............................. 139
Tabla 3. 25: Nmeros de puntos de Red Totales ............................................... 143
Tabla 3. 26: Asignacin de direcciones IP ........................................................ 144
Tabla 3. 27: Asignacin de VLANs ..................................................................... 145
Tabla 3. 28: Requerimientos tcnicos: Switch acceso distribucin ................. 146
Tabla 3. 29: Requerimientos tcnicos: Switch Core ........................................... 147
Tabla 3. 30: Caractersticas para el Servidor ..................................................... 149
Tabla 3. 31: Caractersticas de la Central Telefnico ......................................... 150

Tabla 3. 32: Proyeccin de usuarios sucursales SENATEL ............................... 152


Tabla 3. 33: Ancho de banda Enlace WAN Quito............................................... 152
Tabla 3. 34: Enlaces WAN sucursales ............................................................... 153
Tabla 3. 35: Requerimientos de la Calidad de Servicio en las aplicaciones....... 159
Tabla 3. 36: Caractersticas para la adquisicin de equipo que brindar Calidad de
Servicios ............................................................................................................. 160
Tabla 3. 37: Nmero de das para instalar el Sistema de Cableado
estructurado ....................................................................................................... 162
Tabla 3. 38: Nmero de das para cambios en cuarto de equipos y cuarto de
telecomunicaciones ............................................................................................ 163


W1dh>K
Tabla 4. 1: Caractersticas de los Equipos a reutilizar para la capa de acceso
distribucin ......................................................................................................... 168
Tabla 4. 2: Costo de reutilizacin de equipos de conectividad ........................... 168
Tabla 4. 3: Costo de elementos para el SCE ..................................................... 169
Tabla 4. 4: Costos de servicios para el SCE ...................................................... 169
Tabla 4. 5: Caractersticas y Costos de los Switches de Core opcin 1............. 171
Tabla 4. 6: Caractersticas y Costos de los Switches de Core opcin 2............. 173
Tabla 4. 7: Caractersticas y Costos de Servidores............................................ 174
Tabla 4. 8: Caractersticas y Costos de Central Telefnica IP ........................... 175
Tabla 4. 9: Caractersticas y costos de Telfonos IP ........................................ 176
Tabla 4. 10: Caractersticas y Costo de Cmara IP .......................................... 177
Tabla 4. 11: Costo Total de Enlace de Datos ..................................................... 178
Tabla 4. 12: Costo Total de Internet ................................................................... 178
Tabla 4. 13: Costo Total para la Implementacin de la Red opcin 1 ................ 179
Tabla 4. 14: Costo Total para la Implementacin de la Red opcin 2 ................ 179
Tabla 4. 15: Costo Operacin y Mantenimiento ................................................. 180

xi

NDICE DE FIGURAS
CAPTULO 1
Figura 1. 1: Procesamiento de los datos ................................................................ 1
Figura 1. 2: Topologa de Bus ................................................................................ 4
Figura 1. 3: Topologa de Estrella .......................................................................... 5
Figura 1. 4: Topologa de Anillo.............................................................................. 6
Figura 1. 5: Topologa rbol ................................................................................... 6
Figura 1. 6: Topologa Malla ................................................................................... 7
Figura 1. 7: Modelo OSI y Arquitectura TCP/IP ...................................................... 8
Figura 1. 8: Unidad de Datos de Protocolo TCP/IP ................................................ 8
Figura 1. 9: Modos de Transmisin ...................................................................... 10
Figura 1. 10: Red WAN ........................................................................................ 11
Figura 1. 11: Ejemplo divisin de VLANs ............................................................. 12
Figura 1. 12: Modelo de Capas ............................................................................ 15
Figura 1. 13: Conversaciones Multiplexadas ........................................................ 21
Figura 1. 14: Arquitectura H.323 .......................................................................... 23
Figura 1. 15: Suite de Protocolos H.323 ............................................................... 24
Figura 1. 16: Sesin de llamada SIP .................................................................... 26
Figura 1. 17: Escenario RTP/ RTCP .................................................................... 28
Figura 1. 18: Esquemas y consumo Unicast y Multicast ...................................... 33
Figura 1. 19: Arquitectura Punto a Punto ............................................................. 35
Figura 1. 20: Arquitectura Multipunto ................................................................... 35
Figura 1. 21: Streaming en Directo....................................................................... 38
Figura 1. 22: Streaming bajo Demanda ................................................................ 38
Figura 1. 23: HUB................................................................................................. 42
Figura 1. 24: Switch marca Cisco modelo Catalyst 3500 XL ................................ 43
Figura 1. 25: Router marca CISCO RV082 .......................................................... 44
Figura 1. 26: Cable STP ....................................................................................... 46
Figura 1. 27: Cable FTP ....................................................................................... 46
Figura 1. 28: Fibra ptica ..................................................................................... 47
Figura 1. 29: Tipos de Fibra ptica ....................................................................... 48

xii

Figura 1. 30: Comparacin terminologa norma 568-C.0 y 568-C.1 ..................... 50


Figura 1. 31: Tipos de conectores fibra ptica...................................................... 53
Figura 1. 32: Subsistemas del SCE...................................................................... 55
Figura 1. 33: Longitud cable ................................................................................. 57


CAPTULO 2
Figura 2. 1: Ubicacin de la Secretaria Nacional de Telecomunicaciones, matriz
Quito ..................................................................................................................... 66
Figura 2. 2: Edificio CONATEL SENATEL......................................................... 68
Figura 2. 3: Diagrama topolgico de la SENATEL de la red LAN actual, matriz
Quito ..................................................................................................................... 75
Figura 2. 4: Canaleta piso 8 ................................................................................. 77
Figura 2. 5: Puntos de red piso 7 ........................................................................ 77
Figura 2. 6: Servidores Fsicos ............................................................................. 78
Figura 2. 7: Servidores Fsicos Rack 1 y Rack 2 .................................................. 78
Figura 2. 8: Cables UTP en mal estado ............................................................... 79
Figura 2. 9: Rack para equipos de conectividad................................................... 79
Figura 2. 10: Distribucin de puntos de red piso 7 ............................................... 80
Figura 2. 11: Enlaces de Fibra ptica SENATEL ................................................. 82
Figura 2. 12: Tamao de racks por piso ............................................................. 82
Figura 2. 13: Formato de etiquetas utilizadas ...................................................... 83
Figura 2. 14: Diagrama vertical de la SENATEL .................................................. 83
Figura 2. 15: Trfico de entrada y salida, semana 11 15 de julio de 2011 ........ 86
Figura 2. 16: Volumen promedio de la red LAN por pisos. ................................... 88
Figura 2. 17: Velocidad promedio de la red LAN por pisos ................................. 88
Figura 2. 18: Diagrama de la red WAN de la SENATEL ...................................... 89
Figura 2. 19: Radio Enlace ................................................................................... 90
Figura 2. 20: Enlace Regionales .......................................................................... 90
Figura 2. 21: Diagrama del Sistema Telefnico IP ............................................... 92
Figura 2. 22: Protocolos ms activos de la SENATEL ......................................... 94
CAPTULO 3
Figura 3. 1: Captura pantalla NMAP................................................................... 104

xiii

Figura 3. 2: Estadsticas de correo electrnico por da ...................................... 107


Figura 3. 3: Trfico de Servidores ...................................................................... 109
Figura 3. 4: Calculadora de Erlang B ................................................................. 116
Figura 3. 5: Grfico de la Tabla Erlang B ........................................................... 116
Figura 3. 6: Encapsulamiento de VoIP en una red LAN con cdec G.711 ......... 118
Figura 3. 7: Encapsulamiento de VoIP en una red WAN con cdec G.729........ 118
Figura 3. 8: Diagrama del cableado vertical para el rediseo de la red.............. 128
Figura 3. 9: Gabinete de Telecomunicaciones ................................................... 131
Figura 3. 10: Rack 42 UR ................................................................................... 131
Figura 3. 11: Ejemplo etiquetado........................................................................ 132
Figura 3. 12: Ejemplo de identificacin de un punto de red ................................ 133
Figura 3. 13: Etiquetado del cableado par la Institucin. .................................... 133
Figura 3. 14: Hendidura del techo. ..................................................................... 134
Figura 3. 15: Dimensionamiento de Fibra ptica para el cableado vertical. ....... 137
Figura 3. 16: Diagrama del rediseo de la red de la SENATEL (primera opcin)
........................................................................................................................... 141
Figura 3. 17: Diagrama del rediseo de la red de la SENATEL (segunda opcin)
........................................................................................................................... 142
Figura 3. 18: Dimensionamiento de Enlaces WAN............................................. 153
Figura 3. 19: Tiempo estimado para la migracin en semanas .......................... 163
CAPTULO 4
Figura 4. 1: Costo de Equipo para Calidad de Servicio ...................................... 178

xiv

RESUMEN
La Secretaria Nacional de Telecomunicaciones es una entidad pblica que es la
encargada de la ejecucin, implementacin y supervisin de las polticas y
regulacin de las telecomunicaciones. El presente proyecto tiene como objetivo el
rediseo de la red de voz datos y video, en base a los conocimientos tericos, el
anlisis de la situacin actual de la red, un anlisis de los requerimientos, se
presenta varias opciones tecnolgicas y econmicas para eleccin ms
convenientes y para finalizar se presenta las conclusiones y recomendaciones
respecto del proyecto.
En el primer captulo se pone nfasis en los conceptos tericos que se sern de
grana durante el desarrollo del proyecto, se presenta caractersticas de los
servicios de voz, datos y video sobre IP, as como los protocolos que se utilizan,
entre otros temas se menciona las normas y estndares que debe cumplir un
Sistema de cableado Estructurado.
Para el captulo 2 se define la situacin actual de la institucin, se realiza el
levantamiento de informacin respecto a los servidores fsicos y virtuales, las
aplicaciones y servicios que la institucin brinda a los funcionarios, el
equipamiento de conectividad, los dispositivos terminales. Se presenta un anlisis
del trfico que cursa por la red, de los enlaces que tiene con las sucursales de
Guayaquil y Cuenca.
El tercer captulo presenta el rediseo de la red multi servicios, se definen la
capacidad de cada uno de los servicios y aplicaciones que la institucin brinda. Se
plantea un diseo de red jerrquico as como, un diseo del Sistema de Cableado
Estructurado. Se definen que equipos de conectividad pueden ser reutilizados de
acuerdo a las caractersticas tcnicas que poseen

para evitar gastos

innecesarios. En caso de llevarse a cabo el diseo propuesto se presenta un plan


de migracin.

xv

El cuarto captulo presenta una comparacin de dos alternativas de equipos


disponibles en el mercado, los costos de la implementacin del Sistema de
Cableado Estructurado y los costos de los enlaces WAN e Internet.
En el quinto captulo se presenta las conclusiones y recomendaciones una vez
que se ha desarrollado el presente proyecto de titulacin.

xvi

PRESENTACIN

A nivel global, la revolucin tecnolgica ha sido permanente, haciendo del Internet


la principal herramienta de comunicacin en

diferentes reas como las

telecomunicaciones, datos, video, voz, etc. sto se hace posible con la


convergencia mediante las redes IP, las cuales brindan grandes beneficios como
los bajos costos de instalacin, flexibilidad, eficiencia y escalabilidad.
Las Redes de rea Local (LAN), son de vital importancia en las pequeas y
medianas instituciones, debido a que la mayora integra servicios de voz, datos y
video, es decir, una red multiservicios.
La Secretaria Nacional de Telecomunicaciones (SENATEL) maneja informacin a
nivel nacional y necesita de una red que permita brindar servicios, aplicaciones y
acceder stos de forma rpida y continua. Las constantes quejas de los usuarios
dan a notar que la red no est siendo funcional en su totalidad.
El presente proyecto se realiza con la finalidad de proponer un rediseo de red
que pueda soportar el crecimiento continuo de la institucin, el almacenamiento
de informacin, la comparticin de recursos, nuevas aplicaciones, etc., es decir,
tener una red convergente. Esto ser posible mediante la implementacin de una
nueva infraestructura que cumpla con las normas y estndares internacionales y
que vaya de la mano con la tecnologa actual, donde no se deje de lado la
seguridad y la administracin de la misma.
Es de vital importancia ofrecer a la Institucin una red convergente ya que esta
permite mayor seguridad, rapidez y fiabilidad, monitorizacin, centraliza la gestin
y administracin de los diferentes servicios en una sola infraestructura, lo que con
lleva al ahorro de tiempo y de recursos, mejorando la eficiencia y productividad de
la Institucin.

CAPTULO 1
MARCO TERICO
1.1

CONCEPTOS BSICOS [20] [21]

En la actualidad las redes son de gran importancia, en el mbito laboral,


econmico, social, educativo, etc. Debido a que permiten la comunicacin en
segundos a individuos situados en diferentes reas geogrficas, compartiendo
cualquier tipo de informacin de forma rpida y eficaz.
Se debe tener conocimiento de conceptos como:
Dato.- Es una representacin de cifras, atributos o caractersticas que no se
encuentran relacionados entre s, son recopilados para un cierto fin, pero si un
debido proceso stos no tienen significado alguno.
Informacin.- Son los datos procesados y relacionados que forma un mensaje
dando al sujeto o al sistema el conocimiento para interpretar el mensaje y tomar la
decisin correcta.

Figura 1. 1: Procesamiento de los datos [24]


Por lo tanto, una red de datos: es un conjunto de computadoras y/o dispositivos
conectados por enlaces, a travs de medios fsicos (medios guiados) o
inalmbricos (medios no guiados) y que comparten informacin (archivos),
recursos (CD-ROM, impresoras, etc.) y servicios (e-mail, chat, juegos), etc.

[22]

Para lograr establecer la comunicacin entre dos o ms dispositivos existen dos


tcnicas: conmutacin de circuitos y conmutacin de paquetes.

Conmutacin de circuitos.- Es una de las ms antiguas tcnicas utilizadas, crea


un circuito cerrado dedicado entre dos estaciones, donde se cumplen tres etapas:
establecimiento de la conexin, transmisin de datos y cierre de la conexin. La
disponibilidad del canal es garantizado y se mantiene mientras dure la conexin,
sea que enve o no datos. Si la conexin falla toda la informacin que cruce por
este canal se perder y no llegar a su destino, un ejemplo claro es la red
telefnica.
Conmutacin de paquetes.- Es utilizada en redes IP, consiste en usar la
capacidad del canal de una forma ms eficiente que reduce el riesgo de la prdida
de informacin; al llegar de un nodo a otro, la informacin se divide en paquetes
del mismo tamao, los cuales poseen cabecera (direccin origen y destino) e
informacin de control, de modo que los paquetes se recibirn en el mismo orden
para obtener el mensaje que fue enviado en un inicio.

1.2

INFRAESTRUCTURA DE LA RED DE REA LOCAL (LAN) [14]

Una Red de rea Local (Local Area Network, LAN), es una red interconectada de
alta velocidad, que permite intercambiar informacin, compartir recursos, servicios
y aplicaciones. Est limitada a un espacio de 10m 1Km o de 10 1000 nodos
como son: los edificios, las escuelas, o el lugar de residencia. Por lo general es
administrada y gestionada por una sola persona.
Una de las caractersticas de la LAN es su topologa, donde se describe como se
encuentran conectados los dispositivos, es decir, un diagrama que muestra cmo
estn estructuradas las redes. Los tipos de topologas pueden ser:
1.2.1 TOPOLOGAS FSICAS Y LGICAS
Topologa: se emplea para referirse a la disposicin geomtrica de las
estaciones de una red y los cables que la conectan, y al trayecto seguido por las
seales a travs de la conexin fsica. La topologa de red es entonces la

disposicin de los diferentes componentes de una red y la forma que adopta el


flujo de informacin. [49]
Las topologas fueron ideadas para establecer un orden, tiene como objetivo
hallar la forma de conectarse a todos los recursos de red de la manera ms
econmica y eficaz; al mismo tiempo satisfacer las demandas de los usuarios con
un tiempo de red lo ms reducido posible. Para determinar que topologa es la
ms adecuada para una red se tienen en cuenta numerosos parmetros como el
nmero de mquinas que se van a conectar, el tipo de acceso fsico, etc. [49]
Dentro del concepto de topologa se pueden diferenciar dos aspectos. Topologa
fsica y topologa lgica.

La topologa fsica

Se refiere a la disposicin fsica de las maquinas, los dispositivos de red y


cableado. As, dentro de la topologa fsica se pueden diferenciar 2 tipos de
conexiones: punto a punto y multipunto. [49]
En las conexiones punto a punto existen varias conexiones entre parejas de
estaciones adyacentes, sin estaciones intermedias.

[49]

Las conexiones multipunto cuentan con un nico canal de conexin, compartido


por todas las estaciones de la red. Cualquier dato o conjunto de datos que envi
una estacin es recibido por todas las dems estaciones.

[49]

La topologa lgica

Se refiere al trayecto seguido por las seales a travs de la topologa fsica, es


decir, la manera en que las estaciones se comunican a travs del medio fsico.
Las estaciones se pueden comunicar entre s, directa o indirectamente, siguiendo
un trayecto que viene determinado por las condiciones de cada momento.

[49]

1.2.1.1 Tipos de Topologa


La topologa a una red local es la distribucin fsica en la cual se encuentran
dispuestos los ordenadores que la compones hay que tener en cuenta un numero
de factores para determinar cul topologa es la ms apropiada para una situacin
dada. [49] Existen varios tipos, en BUS, en estrella, anillo, rbol y malla.

Topologa bus [14] [20]

Est caracterizado porque el medio de comunicacin que utiliza para conectar los
dispositivos de red es compartido bus comn, cuando los dispositivos quieren
transmitir informacin con otro envan paquetes por el bus, todos los terminales
recibirn los paquetes enviados pero solo el que es el receptor lo aceptar y
procesar, los otros dispositivos rechazarn los paquetes.
En este tipo de redes generalmente se utiliza cable coaxial y con terminaciones
en sus extremos, su implementacin es simple y econmica, pero si el cable llega
a romperse toda la red quedar inoperativa.

Figura 1. 2: Topologa de Bus [20]

Topologa en estrella [14] [20]

Los dispositivos de la red se conectan a un concentrador (nodo central), en forma


de estrella, donde ste se encarga de gestionar los datos para que sean enviados
a la terminal respectiva. Cada dispositivo se conecta al concentrador con un cable
individual si una estacin falla no influira en toda la red, pero si el concentrador
falla toda la red perder comunicacin con los otros terminales.

Figura 1. 3: Topologa de Estrella [20]

Topologa anillo [14] [20]

Se caracteriza por conectar las estaciones una a lado de otra formando un anillo
fsico. Los datos que se transmiten viajan en un mismo sentido hasta que su
destino es alcanzado. Cuando una estacin desea enviar informacin, genera un
paquete denominado testigo que circula por el anillo hasta que encuentra el
dispositivo destino, ste enva un mensaje donde se confirma al dispositivo que
envi los datos que el paquete fue recibido correctamente.
En este tipo de topologa no existen colisiones, debido a que posee un dispositivo
llamado Unidad de Acceso a Multiestaciones (Multistation Access Unit, MAU) que
es encargado de gestionar porciones de la red y si existiese alguna porcin

defectuosa la retirar mientras el problema es resuelto. As la red tiene topologa


en anillo fsicamente y topologa en estrella lgicamente. Su implementacin es
compleja y de alto costo.

Figura 1. 4: Topologa de Anillo [14]

Topologa en rbol

Es una extensin de la topologa en estrella por interconexin de varias. Permite


establecer una jerarqua clasificando a las estaciones en grupos y niveles segn
el nodo a que estn conectadas y su distancia jerrquica al nodo central. [50]
De caractersticas similares a la red en estrella, reduce la longitud de los medios
de comunicacin incrementando el nmero de nodos. Se adapta a las redes con
grandes distancias geogrficas y predominancia de trfico local. [50]

Figura 1. 5: Topologa rbol [25]

Topologa en malla [25]

La topologa de malla cada nodo se conecta a todos los nodos de tal manera es
posible enviar los paquetes por diferentes canales de comunicacin para llegar a
su destino. Esta topologa se caracteriza por poseer redundancia, si un canal falla
se desviar por otro para mantener la transmisin de informacin.

Figura 1. 6: Topologa Malla [25]


1.2.2 PROTOCOLOS Y ARQUITECTURA [6]
En cualquier tipo de topologa existen protocolos que hacen posible la transmisin
de datos. Los protocolos son aquellos que especifican las reglas y la manera de
enviar y recibir la informacin, reconocen los estndares de comunicacin entre
los dispositivos de red. Para la transferencia de informacin con todos los
usuarios, es necesaria una arquitectura de red, la cual permite la comunicacin
por medio de capas, cada capa cumple diferentes funciones.
Hay dos arquitecturas que han sido determinantes y bsicas en el desarrollo de
los estndares de comunicacin: el conjunto de protocolos TCP/IP y el modelo de
referencia OSI. TCP/IP es la arquitectura ms adoptada para la interconexin de
sistemas, mientras que OSI se ha convertido en el modelo estndar para clasificar
las funciones de comunicacin. [6]

Figura 1. 7: Modelo OSI y Arquitectura TCP/IP [26]


Para enviar un mensaje (datos) a otro dispositivo de red, este se divide en
segmentos, a su vez estos se dividen en paquetes y finalmente se dividen en
tramas, stas son enviadas por un medio de comunicacin en forma de dato
digital (bits) donde sern re ensambladas cuando se termine de recibir el
mensaje.

Figura 1. 8: Unidad de Datos de Protocolo TCP/IP [27]


1.2.3 RED ETHERNET [6] [14]
Las redes LAN tpicamente utilizan la tecnologa Ethernet, la cual gestiona el
canal de comunicaciones mediante el mtodo de Acceso Mltiple con Escucha de

Portadora y Deteccin de Colisiones (Carrier Sense Multiple Access/ Collision


Detection, CSMA/ CD), en donde, el dispositivo monitorea el canal mientras se
transmite la informacin, para saber si existe o no una colisin, se enva una seal
para alertar a los otros dispositivos que hubo una colisin. Si ocurre una colisin,
el dispositivo que desea establecer la conexin esperar un tiempo aleatorio para
volver a transmitir el mensaje. La tasa de transferencia de la Ethernet es de 10
Mbps, siendo esta eficaz para poder realizar las actividades asignadas de una
manera imperceptible para el usuario final.
Existen estndares que definen el tipo de cable de red, la velocidad de
transmisin, longitud de cable y la topologa fsica que debe utilizarse para
conectar los dispositivos en la red. Algunos estndares IEEE 802.3 son:

ESTNDAR

TIPO DE CABLE

VELOCIDAD DE
TRANSMISIN
(Mbps)

LONGITUD
MXIMA (m)

10 Base 2
10 Base 5
10 Base T
10 Base F

Cable coaxial delgado RG-58 de 50


Cable coaxial grueso RG-8 de 50
Par Trenzado
Fibra ptica

10
10
10
10

185
500
100
1000

Tabla 1. 1: Opciones para IEEE802.3 [14]

1.2.4 RED FAST ETHERNET [6]


Se caracteriza por ofrecer

aumento de velocidad de transmisin diez veces

mayor a lo de Ethernet, es decir, su velocidad de transmisin es de 100 Mbps,


mantiene el protocolo CSMA/CD, es compatible con Ethernet, lo cual permite que
las modificaciones en la infraestructura de la red sea nula o mnima. Algunos
estndares Fast Ethernet son los siguientes:

ESTNDAR

TIPO DE CABLE

100 Base T
100 Base T4
100 Base TX
100 Base FX

Cable UTP y Fibra ptica


Categora 3, 4 y 5 UTP
Categora 5 UTP
fibra multimodo 62.5/125m

VELOCIDAD DE
TRANSMISIN
(Mbps)
100
100
100
100

Tabla 1. 2: Abreviados Fast Ethernet [14]

LONGITUD
MXIMA (m)
100
400
100
2000

10

1.2.5 RED GIGA ETHERNET


Estandarizado en la norma IEEE802.3z, soporta un Ancho de Banda1 de 1000
Mbps, opera en modo half y full dplex (observar Figura 1.9), utiliza el protocolo
CSMA/CD, tcnica de codificacin 8B10B, mantiene compatibilidad con Ethernet
de 10 Mbps y 100 Mbps, es una solucin para la transferencia de video y trafico
multimedia.

ESTNDAR

TIPO DE CABLE

1000 Base T
1000 Base SX
1000 Base LX
1000 Base C CX

UTP CAT 5E
Fibra ptica (multimodo)
Fibra ptica (multimodo o monomodo)
STP (dos pares de hilos)

VELOCIDAD DE
TRANSMISIN
(Mbps)
1000
1000
1000
1000

Tabla 1. 3: Abreviados Giga Ethernet [18]

LONGITUD
MXIMA (m)
100
550
5000
25

Figura 1. 9: Modos de Transmisin [28]

1 Ancho de Banda:

Ancho de Banda.- Diferencia entre la frecuencia mxima y mnima que puede transmitir un canal.

Capacidad de Canal.- se define como velocidad de bits o la cantidad de bits por segundo que un medio de transmisin es capaz de transmitir
en un canal o ruta de comunicacin.

Para fines comerciales en las redes de ordenadores y de este proyecto el ancho de banda es sinnimo de la tasa de transferencia de datos - la cantidad
de datos que se puedan llevar de un punto a otro en un perodo dado (generalmente un segundo). Esta clase de ancho de banda se expresa
generalmente en bits (de datos) por segundo (bps).

11

1.2.6 INTERCONEXIN DE LANs


Una Red de rea Extendida (Wide Area Network, WAN) es aquella que
interconecta varias LANs con el objetivo de expandir la comunicacin fuera de los
lmites de la red y cubrir necesidades diferentes.
La red WAN ms conocida es el Internet, cuyo nombre procede de Inter
Networking (interconexin de redes), permite establecer una comunicacin
inmediata con cualquier parte del mundo para acceder a la informacin de manera
sencilla y rpida.

Figura 1. 10: Red WAN [7]

1.3

REDES LAN VIRTUALES (Virtual Local Area Network, VLAN) [7]

Es una subred IP separada de manera lgica, permite que varias redes IP y


subredes compartan la misma red conmutada. Se las utiliza para reducir el
tamao del broadcast2 y la administracin de la red (divide la red LAN en
segmentos lgicos). Para que los dispositivos transmitan informacin deben tener
una direccin IP y una mscara consistente con la VLAN. En el switch se debe
2

Broadcast.- Paquete que se enva a todos los dispositivos de la red

12

activar las VLANs y a cada puerto asignarse la VLAN correspondiente. Cuando se


configura una VLAN en el puerto del switch, se denomina puerto de acceso.
Cuando dos computadores se conectan fsicamente en el mismo switch no
significa que estas puedan comunicarse. Estos se pueden comunicar a travs de
un router (dispositivo de capa 3), que tiene la funcin de enrutar los paquetes del
origen al destino, sea que este configurada o no la VLAN.

Figura 1. 11: Ejemplo divisin de VLANs [29]


1.3.1 TIPOS DE VLAN


De acuerdo con la terminologa comn de las VLAN se clasifican en:


VLAN de Datos.- Es la que est configurada slo para enviar trfico de datos
generado por el usuario, a una VLAN de datos tambin se le denomina VLAN de
usuario. [30]
VLAN Predeterminada.- Todos los puertos del switch

se convierten en un

miembro de la VLAN predeterminada luego del arranque inicial del switch. Hacer
participar a todos los puertos de switch en la VLAN predeterminada los hace a
todos parte del mismo dominio de broadcast. Esto permite a cualquier dispositivo

13

conectado en cualquier puerto del switch comunicarse con otros dispositivos


conectados en otros puertos de switch [9]
VLAN Nativa.- Una VLAN nativa est asignada a un puerto troncal 802.1Q, un
puerto de enlace troncal 802.1Q admite el trfico que llega de una VLAN y
tambin el que no llega de las VLANs, la VLAN nativa sirve como un identificador
comn en extremos opuestos de un enlace troncal, es aconsejable no utilizar la
VLAN1 como la VLAN Nativa. [30]
VLAN de administracin.- Es cualquier VLAN que el administrador configura
para acceder a la administracin de un switch, la VLAN1 sirve por defecto como la
VLAN de administracin si es que no se define otra VLAN para que funcione
como la VLAN de Administracin. [30]


1.4

DISEO DE UNA RED LAN

Para que el manejo de informacin dentro de una LAN sea eficiente, ptimo y
confiable, sta debe estar diseada de forma que pueda cumplir las funciones
establecidas por los requerimientos de la empresa y que stas a su vez sean
transparentes para el usuario final.
1.4.1 MODELO DE RED JERRQUICO [31]
La construccin de una red LAN que satisfaga las necesidades de empresas
pequeas o medianas tiene ms probabilidades de ser exitosa si se utiliza un
modelo de diseo jerrquico. En comparacin de otros diseos de redes, una red
jerrquica se administra y expande con ms facilidad y los problemas se
resuelven con mayor rapidez. [31]
Un modelo de red jerrquico posee muchos beneficios para el diseo de las
redes. La predictibilidad es una de sus principales caractersticas, debido a que es
un modelo que se basa en capas y cada una de ellas define y cumplen funciones
especficas.

14

Dado que las redes son complejas e incluyen mltiples protocolos y tecnologas,
el modelo jerrquico permite tener un modelo entendible y seleccionar la forma
ms adecuada de configuracin en cada una de las capas. Si una red es
diseada en base a un modelo jerrquico es capaz de soportar la transmisin de
voz, datos y video.
Las ventajas de dividir la redes en tres capas: acceso, distribucin y core es que
permite que sea ms fcil de disear, implementar, escalar, redundar, brindar
seguridad, administrar y mantener, esto hace que la red sea confiable, con una
relacin costo beneficio conveniente.
Un resumen de los beneficios que el modelo de red jerrquico puede brindar se
muestra en la Tabla 1.4:
CARACTERSTICAS
Escalabilidad
Redundancia

Rendimiento

Seguridad
Facilidad de
Administracin

Facilidad de
Mantenimiento

DESCRIPCIN
Pueden expandirse con gran facilidad, sto ayuda que sea ms fcil de
implementar y planificar.
La disponibilidad de la red es importante si se proyecta un crecimiento.
Una red implementada con redundancia la hace de alta disponibilidad. La
redundancia se aplica en las capas de ncleo y de distribucin. Se limita a
la capa de acceso.
Si se evita envi de datos por switches de bajo rendimiento, la transmisin
de informacin ser ptima, dado que por las capas de ncleo y de
distribucin se manejan a altas velocidades, un buen rendimiento puede
alcanzar la velocidad del cable de red.
Es ms factible de administrar, debido a que se pueden configurar los
puertos de los switches a de la capa de acceso e implementar polticas a
nivel de capa de distribucin.
El diseo jerrquico permite que cada capa realice funciones especficas,
si se tiene la necesidad de cambiar, aumentar o retirar algn switch en la
red, la implementacin de este ser menos dificultosa debido a que se
puede copiar la configuracin realizando las modificaciones necesarias de
ser el caso. Permitiendo una solucin rpida del problema.
El diseo de la red es modular permitiendo as que la red escale y no sea
complicado de implementar.

Tabla 1. 4: Beneficios Modelo Jerrquico [31]

1.4.1.1 Capa de Acceso [31]


El propsito de esta capa es interactuar con los dispositivos finales como son: el
computador, impresoras, laptops, etc. Tambin pueden incluir switches y/o access
point. Entre sus funciones se tiene el control de usuarios y el acceso a grupos de
trabajo, conectividad con los dispositivos de la red y determinar qu dispositivos
son los que se comunican con la red.

15

1.4.1.2 Capa de Distribucin [31]


Es la capa que limita la comunicacin entre la capa de acceso y la de Core, ya
que decide que paquetes van acceder a los servicios de la red, determina el ruteo
entre VLANs, define los dominios de broadcast, el control de trfico de la red
mediante la implementacin de polticas y seguridad.
Define la forma ms eficiente de transmitir la peticin de los usuarios al servidor,
la capa de distribucin selecciona la ruta ms adecuada para poder enviar la
informacin al servicio requerido.
1.4.1.3 Capa de Core o Ncleo [31]
Como su nombre lo indica es el ncleo de la red, la parte central que hace posible
que la red funcione de manera adecuada, es la encargada de manejar grandes
cantidades de informacin y gestionar el trfico de manera eficiente y confiable,
razn por la cual la latencia y velocidad de transmisin son factores de gran
importancia en esta capa.
Si ocurre una falla en esta capa, todos los usuarios son afectados, por lo tanto
disear con disponibilidad permite superar las fallas que se puedan presentar.

Figura 1. 12: Modelo de Capas [31]

16

1.4.1.4 Caractersticas de una red jerrquica [31]


No basta disear una red jerrquica para que la red trabaje de manera adecuada.
Tiene que cumplir con algunos parmetros, los cuales se muestran a
continuacin:

Dimetro de la red.- Nmero de nodos que tiene que atravesar el paquete


antes de llegar a su destino, mientras mayor sea el nmero de nodos mayor
es la posibilidad de latencia que pueda existir.

Agregado Ancho de banda.- es la prctica de considerar los requisitos de


ancho de banda especficos de cada parte de la jerarqua. Despus de que
se conocen dichos requisitos de la red, se pueden agregar enlaces entre
switches especficos, lo que recibe el nombre de agregado de enlaces. El
agregado de enlaces permite que se combinen los enlaces de puerto de los
switches mltiples a fin de lograr un rendimiento superior entre los
switches.[31]

Redundancia.- Es de gran importancia tener un respaldo de los dispositivos


y de los enlaces de la red, debido a que si uno falla el otro entrar a sustituir
a ste en los servicios que brinda, comnmente no se da redundancia en la
capa de acceso.

1.4.2 RED CONVERGENTE: DEFINICIN Y BENEFICIOS [8]


La convergencia es el proceso de combinacin de las comunicaciones de voz y
video en una red de datos. Las redes convergentes han existido durante algn
tiempo, pero slo fueron factibles en grandes organizaciones empresariales
debido a los requisitos de infraestructura y a la compleja administracin para que
funcionen en forma continua. Los costos de red asociados con la convergencia
eran altos porque se necesitaba un hardware de switches ms costoso para
admitir requisitos adicionales de ancho de banda. [8]

17

La convergencia de voz, video y datos se ha vuelto muy popular recientemente


en el mercado empresarial pequeo y mediano debido a los avances en la
tecnologa. En el presente resulta ms fcil implementar y administrar la
convergencia y su adquisicin es menos costosa. [8]
La transferencia a una red convergente puede ser una decisin difcil si la
empresa ya realiz una inversin en redes de voz, video y datos separadas. El
abandono de una inversin que an funciona resulta arduo pero la convergencia
de voz, video y datos en una infraestructura de red nica presenta varias
ventajas. [8]
Un beneficio de una red convergente es la existencia de slo una red para
administrar. Con las redes de voz, video y datos separadas, los cambios
realizados en la red deben coordinarse a travs de redes. Adems, existen costos
adicionales que resultan del uso de tres conjuntos de cableado de redes. El uso
de una red nica significa que el usuario slo debe administrar una infraestructura
conectada por cables. Otro beneficio es el menor costo de implementacin y
administracin. Es menos costoso implementar una infraestructura de red nica
que tres infraestructuras de redes distintas. La administracin de una red nica es
tambin menos costosa. [8]

1.5

TRIPLE PLAY: DISEO DE RED CONVERGENTE PARA


VOZ, DATOS Y VIDEO. [31]

El trmino TRIPLE PLAY es utilizado para la prestacin de servicios como: voz,


datos y video, sobre una infraestructura de red basada en IP que permite
transportar estos servicios a travs del mismo canal de comunicacin
(convergencia).
El concepto Triple Play no es ninguna novedad en el mundo tecnolgico actual, a
ms de referirse a la convergencia de servicios, se lo maneja como un modelo
comercial, es decir, la contratacin de un conjunto de servicios.

18

1.5.1 SERVICIO DE DATOS [31]


Es el proceso mediante el cual se transmite informacin y se comparte recursos
entre dos o ms ordenadores como: acceso, transferencia de archivos,
alojamiento de pginas web, correo electrnico, impresora, plotter, scanner, etc.
ste servicio requiere un ancho de banda elevado para compartir informacin
entre los usuarios y no se vea afectado por

los retardos. A continuacin se

describen algunos de los recursos:

Acceso

Los servicios de acceso a la red comprenden tanto la verificacin de la identidad


del usuario para determinar cules son los recursos de la misma que puede
utilizar, como servicios para permitir la conexin de usuarios de la red desde
lugares remotos. [43]

Impresin

Permite compartir impresoras de alta calidad, capacidad y coste entre mltiples


usuarios, reduciendo as el gasto. Existen equipos servidores con capacidad de
almacenamiento propio donde se almacenan los trabajos en espera de impresin,
lo cual permite que los clientes se descarguen de esta informacin con ms
rapidez. [43]

Servicio WWW

Los exploradores Web son las aplicaciones de cliente que utilizan nuestras
computadoras para conectarse con la World Wide Web y para acceder a los
recursos almacenados en un servidor Web. Al igual que con la mayora de los
procesos de servidores, el servidor Web funciona como un servicio bsico y
genera diferentes tipos de archivos disponibles. [44]

19

Para acceder al contenido, los clientes Web realizan conexiones al servidor y


solicitan los recursos deseados. El servidor responde con los recursos y, una vez
recibidos, el explorador interpreta los datos y los presenta al usuario. [44]
Los exploradores pueden interpretar y presentar muchos tipos de datos, como
texto sin formato o Lenguaje de marcado de hipertexto (HTML, el lenguaje que se
utiliza para construir una pgina Web). Otros tipos de datos, sin embargo,
requieren de otro servicio o programa. Generalmente se los conoce como plugins
o complementos. Para ayudar al explorador a determinar qu tipo de archivo est
recibiendo, el servidor especifica qu clase de datos contiene el archivo. [44]

Correo Electrnico

El e-mail es la aplicacin ms sencilla y ms usada de Internet. Y la traduccin


de su nombre lo dice todo; es un servicio de correo electrnico en la red.
Cualquier usuario podr enviar y recibir mensajes a travs de la red. [45]
Las direcciones de correo electrnico son fciles de identificar y estn
compuestas de tres partes: el nombre, el identificador y el nombre del servidor;
algo as: [email protected] [45]
Una vez que el usuario conectado a Internet tiene instalado un programa de
correo ya puede enviar y recibir mensajes. Se escribe un mensaje y pulsando un
botn, el programa de correo se conecta con el host del proveedor de acceso y
ste enva el mensaje al host del destinatario. [45]
Aqu los mensajes se almacenan en un buzn hasta que el destinatario decide
conectarse a la red y leer su correo. Es importante entender que los mensajes de
llegada no llegan al computador del propietario de la casilla electrnica, sino a su
servidor, por lo que si la computadora permanece inactiva los mensajes no se
pierden sino quedan en espera en el host. [45]

20

El mensaje que se enva puede contener algo ms que texto. Junto a lo que sera
una carta habitual, puede adjuntarse un fichero de cualquier tipo. De este modo
puede hacer llegar memorndums escritos en cualquier procesador de texto,
hojas de clculo con las cuentas de resultados de su empresa o bases de datos
de sus clientes, fotografas y audio. [45]
1.5.2 SERVICIO DE VOZ [31]
Es un servicio que permite al usuario realizar y recibir llamadas a travs de un
telfono fijo, IP, mvil o softphone. El Ancho de banda utilizado es bastante
reducido debido a que la prdida de paquetes se considera severa cuando al
momento de la conversacin se pierden slabas o existe mucha interferencia en el
canal de comunicaciones, es decir, lo que afecta a la comunicacin es el retraso.
1.5.2.1 Voz sobre IP (VoIP) [32]
Es la tecnologa que hace posible que la seal de voz digital se trasmita a travs
del Protocolo Internet en forma de paquetes.
El emisor realiza y finaliza la llamada, durante el transcurso de la llamada la
informacin es codificada y empaquetada para ser transmitida al receptor del
mensaje por canales de datos en lugar de las lneas telefnicas comunes como es
la Red Telefnica Pblica Conmutada (Public Switched Telephone Network,
PSTN).
Esta tecnologa ofrece un gran beneficio respecto del costo de la lnea telefnica
tradicional, emplea para cada comunicacin un circuito individual, por otro lado
cuando se utiliza el protocolo IP para transmitir las seales de voz, ste divide los
mensajes en paquetes, para enviar diferentes conversaciones multiplexadas (ver
Figura 1.13) por un mismo canal fsico de red.

21

Figura 1. 13: Conversaciones Multiplexadas [33]


Se debe tener claro la diferencia entre la Telefona IP y la Voz sobre IP:

Telefona IP.- Es la tecnologa que sirve para prestar el Servicio Telefnico


Disponible al Pblico con interconexin entre operadores de telefona fija y
mvil de voz. [34]

VoIP.- Es la tecnologa que permite la transmisin de voz y la transmisin de


datos, para la recibir y realizar llamadas telefnicas, utiliza un conjunto de
protocolos, normas y dispositivos para enviar la Informacin en forma de
paquetes a travs de una red IP.

1.5.2.2 Protocolos de Sealizacin [35]


En los ltimos aos, los protocolos de sealizacin para el servicio de
transmisin de voz han experimentado una fuerte evolucin, puesto que cada vez
ms, se estn usando las redes de conmutacin de paquetes para transportar
trfico de voz. Las necesidades de calidad de servicio hacen que sea necesaria
una gestin de recursos que asegure la optimizacin de la capacidad de
transporte de la voz extremo a extremo, para ello surgen los protocolos de la
sealizacin. [35]
Por sealizacin se entiende el conjunto de informaciones intercambiadas entre
los dos extremos de la comunicacin que permiten efectuar operaciones de:

Supervisin (deteccin de condicin o cambio de estado).

22

Direccionamiento (negociacin y establecimiento de llamada).

Explotacin (gestin y mantenimiento de la red). [35]

1.5.2.3 Protocolo H.323 [2]


H.323 fue desarrollado por la UIT (Unin Internacional de Telecomunicaciones),
es un conjunto de protocolos que tiene el propsito de definir los componentes y
los medios de interaccin entre ellos para soportar aplicaciones multimedia sobre
redes de paquetes no confiables, no orientado a conexin como son las Redes IP.
En un principio fue desarrollado para soportar conferencias multimedia de redes
LAN, despus fue aplicado para voz sobre IP.
Est compuesto de cuatro elementos: los gateways, los gatekeeper, unidad de
control multipunto y terminales.

Gateway.- Es el encargado de realizar la interconexin entre un terminal


H.323 con otro que no lo sea. Su funcin principal es la conversin de
protocolos de inicio y fin de llamada, siendo est transparente para los
usuarios.

Gatekeeper.- Son opcionales dentro de la red H.323, posee zonas de


control que se encargan de traducir las direcciones, controlar el acceso de la
red a los terminales, identificacin de terminales, gateways, gestin de
ancho de banda, etc.

Unidad de Control Multipunto (MCU).- Tiene la funcin de combinar la


transmisin de voz y video y distribuir entre todos los usuarios, realiza la
negociacin entre los terminales para establecer las caractersticas
comunes del proceso de voz y video, es decir, controla la multidifusin.

23

Terminal.- Son los elementos utilizados por los usuarios finales, que
permiten la comunicacin bidireccional en tiempo real3 con otro termina
H.323, obligatoriamente el trfico que circula por la red es de voz, siendo los
datos y/o el video opcionales. Algunos ejemplos son: los telfonos
tradicionales, telfonos IP y sistemas de videoconferencia.

Figura 1. 14: Arquitectura H.323 [37]


1.5.2.3.1

Suite de ProtocolosH.323 [1]

As el protocolo H.323 es una suite de protocolos de audio y video preparada para


compartir aplicaciones. Los protocolos crticos incluyen el protocolo H.225 para
empaquetar, sincronizar e iniciar las llamadas usando mensajes de sealizacin
Q.931 en la RDSI4. H.245 se usa para la negociacin y el manejo de los canales
lgico. La sealizacin se transporta sobre TCP, es decir:

Q.931 maneja la inicializacin y el fin de las llamadas.

H.245 negocia las capacidades y el uso de los canales.

H.235 realiza la autenticacin y otras funciones de seguridad.

[36]

Tiempo Real
.- significa trabajar con aspectos del sistema como distribucin fsica de los
componentes, manejo de estmulos impredecibles, fallos en los componentes, incertidumbre
acerca del entorno, y el efecto de estos aspectos sobre el rendimiento y robustez del sistema.
4
RDSI.- Red Digital de Servicios Integrados o Integrated Services Digital Network (ISDN)

24

Figura 1. 15: Suite de Protocolos H.323 [38]


1.5.2.4 Protocolo de Inicio de Sesiones (Session Initiation Protocol, SIP) [1]
Es una alternativa a H.323, publicado por la Fuerza de Tareas de Ingeniera de
Internet (Internet Engineering Task Force, IETF), con el objetivo de establecer,
modificar y finalizar las sesiones interactivas con uno o ms participantes donde
se utilizan elementos multimedia. Las sesiones pueden incluir llamadas
telefnicas sobre Internet, transmisin de datos multimedia y videoconferencia
sobre Internet.
Es un protocolo punto a punto (P2P), constituido por mensajes de peticin
respuesta, lo que hace que gran parte de la comunicacin sea posible gracias a
los terminales. Para ello utiliza elementos como:

Agentes de Usuario, UA.- Son los dispositivos encargados de establecer y


finalizar la comunicacin. Se dividen en dos partes lgicas: el Agente de
Usuario de Cliente (User Agent Client, UAC), encargado de generar
peticiones SIP y recibir respuestas, y el agente de usuario servidor (User
Agent Server, UAS), genera las respuestas a las distintas peticiones.

Servidores SIP.- Actan como mediadores en las comunicaciones entre los


agentes de usuario y son de tres tipos:

25

Servidor Proxy.- Acta como cliente y servidor para establecer


llamadas entre los usuarios. Estas peticiones son reenviadas
internamente o a otros servidores.

Servidor de Registro.- Acepta peticiones del agente de usuario de


cliente y recoge informacin de estas peticiones para actualizar la
base de datos de localizacin.

Servidor de Redireccin.- Genera respuestas de redireccin a las


peticiones enviadas por SIP, donde reencamina estas peticiones al
prximo servidor. No genera peticiones SIP y tampoco puede aceptar
o terminar llamadas.

1.5.2.4.1

Intercambio de Mensajes [38]

La comunicacin entre los clientes y servidores, se realiza mediante mensajes de


texto. La estructura del mensaje es sencilla: lnea de comienzo, una o ms
cabeceras, lnea vaca da a conocer el fin de las cabeceras y el cuerpo del
mensaje. Las peticiones y respuestas que se generan son:

PETICIONES SIP
INVITE.- Mensaje de inicio,
participacin o modificacin de
sesin.
ACK.- Confirmacin de llamada
entrante.

BYE.- Mensaje de terminacin de


sesin.

CANCEL.- Cancela peticin


pendiente.
REGISTER.- Empleado para
registrar al agente de usuario.
OPTION.- Consulta sobre las
capacidades del servidor.

RESPUESTAS SIP

1xx.- Mensaje informativo.

2xx.- Mensaje xito.

3xx.- Mensaje de
redireccin.

4xx.- Fallo de mtodo.

5xx.- Fallos de servidor.

6xx.- Fallos globales.

Tabla 1. 5: Peticiones y Respuestas SIP [39]

26

Un ejemplo se puede observar en la Figura 1.16:

Figura 1. 16: Sesin de llamada SIP [40]


Una sesin de llamada SIP es establecida como sigue: [41]

El telfono llamante enva un invite.

El telfono al que se llama enva una respuesta informativa 100


Tratando retorna.

Cuando el telfono al que se llama empieza a sonar una respuesta 180


sonando es retornada.

Cuando el receptor levanta el telfono, el telfono al que se llama enva


una respuesta 200 OK.

El telfono llamante responde con un ACK confirmado.

Ahora la conversacin es transmitida como datos va RTP.

Cuando la persona a la que se llama cuelga, una solicitud BYE es


enviada al telfono llamante.

El telfono llamante responde con un 200 OK.

27

1.5.2.5 Protocolos de Transporte


Los protocolos de transporte definen como se realizar la comunicacin entre los
terminales previamente establecidos. Los protocolos ms utilizados son:
1.5.2.5.1

Protocolo de Transporte de Tiempo Real (Real-Time Transport Protocol, RTP)


[2] [42]

Utilizado a nivel de capa aplicacin, define la transferencia de audio y video en


tiempo real sobre redes basadas en IP, por lo cual existen prdidas y retardos.
Realiza funciones de transporte de extremo a extremo y brinda servicios de
identificacin del tipo de carga, numeracin de secuencia, etc.
Permite identificar el tipo de informacin transmitida, aade marcas temporales y
nmero de secuencias para controlar la llegada de los paquetes. La informacin
es usada por los receptores para generar el flujo de paquetes que se crea al
eliminarse el receptor, los efectos de estas prdidas son: retardo y jitter. RTP no
se encarga de la reserva de los recursos, sino que ofrece al receptor las
herramientas necesarias para reconstruir la informacin.
Este abre dos puertos para la comunicacin. Uno para los medios que fluyen (un
nmero de acceso uniforme) y otro para el control (Calidad de servicio, QoS y
control de los medios).
1.5.2.5.2

Protocolo de Control en Tiempo Real (RTP Control Protocol, RTCP) [2] [42]

Se basa en la transmisin regular de paquetes de control todos los participantes


de la sesin, donde se realiza el intercambio de mensajes a intervalos regulares
para obtener informacin de calidad de servicio (prdidas, retardo, jitter, etc.) y
sincronizacin de audio y video entre los receptores. Su utilizacin es
recomendable debido a que informa sobre el estado de trasmisin de la
informacin, pero no posee las herramientas para mejorar los servicios de la red.

28

Escenario RTP/ RTCP:

A cada canal de voz se le asocia dos canales RTCP (Figura 1.17).

El uno enva la informacin del origen a destino.

El otro retorna del destino al origen con informacin de la QoS.

Figura 1. 17: Escenario RTP/ RTCP [42]


Los paquetes RTP y RTCP se transportan en UDP. RTP utiliza un puerto impar
aleatorio mientras que el RTCP asociado viaja en el siguiente puerto par a RTP.
1.5.2.6 Parmetros de VoIP

Cdecs.- Codifica y comprime la seal de audio o video analgica en un


formato digital para transmitirlo y luego decodificarlo y descomprimirlo antes
de emitir algn sonido o imagen utilizable. Dependiendo el cdec que se
utilice ser necesario mayor o menor ancho de banda. En la Tabla 1.6 se
muestran los cdecs utilizados para VoIP.

Cdec
G.711
G.723.1A
G.723.1A
G.726
G.728
G.729A
G.729

Tasa de
Datos
(Kbps)
64 kbps
5.3 kbps
6.4 kbps
32 kbps
16 kbps
8 kbps
8 kbps

Periodo
Simple
(ms)
20 ms
30 ms
30 ms
20 ms
2.5 ms
10 ms
10 ms

Tamao
Trama
(Bytes)
160
20
24
80
5
10
10

Trama/
Paquete

MOS

Mtodo de
5
Compresin

1
1
1
1
4
2
2

4,1
3,8
3,9
3,85
3,61
3,7
4,125

PCM
ACELP
MP-MLQ
ADPCM
LD-CELP
CS-CELP
CS-CELP

Tabla 1. 6: Cdecs de audio para la transmisin VoIP [51]

Observar: Anexo A

29

1.5.2.6.1

Calidad de Servicio

Si la conversacin es satisfactoria entre los usuarios que intervienen en la


conversacin, se puede decir la comunicacin realizada con VoIP fue exitosa.
Los mtodos y los mecanismos utilizados son de gran influencia para que la
comunicacin se de menor o mayor calidad. Para garantizar la comunicacin de
las conversaciones se debe considerar:

Ancho de banda.- se debe optimizar y conseguir que sea constante con


independencia del estado de otras conexiones. Para conseguirlo puede
reservarse un ancho de banda para los paquetes de voz. Su reduccin
influir en el nmero de paquetes de voz transmitidos y por tanto en la
conversacin. [2]

Latencia o retardo.- es el retraso sufrido por los paquetes de voz en el


trnsito desde su origen al destinatario, pudindose verse influidos por los
dispositivos intermedios por los q atraviesan el flujo de paquetes. Algunas
recomendaciones para reducir su efecto y que su valor no supere los 150 ms
son:

Establecer polticas QoS adecuadas en dispositivos intermedios.

Dar prioridad a los paquetes de voz frente a los de datos, sobre todo
en redes inalmbricas.

Jitter

Ubicar en el segmento de red de menor congestin de PBx. [2]


[2]

.- Es la variacin en el tiempo en la llegada de paquetes de voz, se

debe a causas como la congestin de la red de datos al enviarse por


diferentes canales de comunicacin. Se recomienda la utilizacin de jitter
buffer, que es donde se almacenan temporalmente los paquetes con un
pequeo retardo hasta la llegada del ms lento, momento en que se
enviarn a intervalos constantes. Al aumentar buffers se disminuye la
prdida de paquetes pero se tiene ms retraso, si se disminuye implica
menos retardo pero ms prdida de paquetes. Es recomendable que el jitter
entre el origen y el final de la comunicacin sea de 100ms.

30

Eco o reverberacin [2].- Se produce cuando el receptor recibe el mensaje y


vuelve a escuchar el mensaje luego de unos segundos. Cuando el retardo
del eco respecto de la seal original es mayor a 10ms es cuando es
perceptible para el odo humano.

Prdida de Paquetes

[2]

.- Debido a que VoIP utiliza UDP, protocolo no

orientado a conexin, existe prdida de paquetes. Si el nivel de compresin


es alto el problema puede agravarse, debido que se supone la prdida de
ms paquetes. Es recomendable que el valor de prdidas no supere el 1%.

1.5.3 SERVICIO DE VIDEO


Video sobre IP y video streaming son tecnologas que permiten a las seales de
video ser capturadas, digitalizadas, secuenciadas y administradas sobre redes IP.
Por ests se transmiten grandes cantidades de datos donde se debe tomar en
consideracin la prdida de paquetes y el jitter. Este servicio comnmente va
acompaado de audio o de voz, lo cual hace necesario la sincronizacin de estos
elementos.
La alternativa ms trivial a la hora de transmitir la informacin multimedia es
tratarla como el resto de informacin, usando as aplicaciones y servicios estndar
de Internet

como por ejemplo ftp y http. Este tipo de servicios nos permiten

visualizar el medio una vez lo hayamos descargado completamente. [52]


Una segunda alternativa, basada en los anteriores servicios (ftp, http,), es
realizar una descarga progresiva de la informacin, de manera que cuando se
empiece a disponer de informacin, se pueda empezar a reproducir. En esta
segunda alternativa la informacin

se descarga usando el mximo ancho de

banda que disponen cliente y servidor, y no hay ningn control para evitar cortes
en la reproduccin: el medio se va almacenando en disco conforme se descarga,
pero si el ancho de banda es ms reducido que el necesario

para la

31

reproduccin, la informacin se reproduce a saltos, ya que se va reproduciendo


conforme llega. [52]
La tercera alternativa es el uso de autntico streaming, en el que se utilizan
protocolos para la transmisin de informacin multimedia en tiempo real (tal y
como el protocolo estndar RTP) con un control de sesin dinmico (como el que
permite RTSP). Con esta

alternativa no se usa el mximo ancho de banda

disponible por el cliente para descargar y visualizar el medio, sino que tan slo se
usa el ancho de banda necesario para ir reproduciendo el medio en tiempo real.
Adems no se produce una descarga completa del medio, sino que conforme se
descarga se va descartando una vez ha sido utilizado para la reproduccin. [52]

1.5.3.1 Video sobre IP [46]


El vdeo IP es un sistema que permite a los usuarios la posibilidad de controlar y
grabar en vdeo a travs de una red IP (LAN/ WAN/ Internet). A menudo es
utilizado para determinadas aplicaciones en el mbito de la vigilancia en
seguridad y monitorizacin remota.
El sistema de video IP hace referencia tanto a las fuentes de video como de audio
disponibles a travs de la red, las secuencias de video digitalizado se lo transmite
en cualquier punto del mundo por medio de la red IP con cables o de forma
inalmbrica, lo que permite la monitorizacin, visualizacin y grabacin desde
cualquier lugar de la red.
El vdeo IP puede utilizarse en un sin nmero de situaciones; no obstante, la
mayora de aplicaciones se incluyen en una de las dos categoras siguientes:

Vigilancia y seguridad: el video IP ayuda al personal de seguridad a proteger


a las personas, los bienes y propiedades, este sistema es una opcin

32

interesante para las compaas que en la actualidad estn utilizando los


sistemas CCTV6.

Monitorizacin remota: permite visualizar en tiempo real, lo que permite la


monitorizacin remota y local de equipos, personas y lugares. El vdeo IP
permite a los usuarios la posibilidad de reunir informacin en todos los
puntos clave

de una operacin y visualizarla en tiempo real, lo que la

convierte en la tecnologa perfecta para la monitorizacin remota y local de


equipos, personas y lugares.
Las presentaciones de video se agrupan en tres categoras: Video Broadcasting,
Video bajo demanda y Videoconferencia. Este tipo de transmisiones de video
sobre IP son escalables, flexibles y de costos adecuados.
1.5.3.2 Video Broadcast sobre IP [47]
La transmisin de un archivo con contenido de video en la red es unidireccional.
Los terminales no interfieren en la sesin solamente son visualizadores pasivos.
Este tipo de video puede ser Unicast o Multicast. En la configuracin Unicast, el
servidor hace una rplica de la comunicacin para cada visualizador terminal. El
consumo de los recursos de la red es acumulativo, al momento que el usuario se
conecta a la transmisin multimedia consume tantos Kbps como la codificacin
del contenido lo permita.
En la configuracin Multicast, la seal es transmitida sobre la red como una sola
transmisin, pero se dirige a varios terminales o hacia un grupo de usuarios. El
consumo de ancho de banda en una red Ethernet equivale al de un nico usuario,
as sea que se conecte varios usuarios a la vez.

CCTV(Circuito Cerrado de Televisin): es un sistema de transmisin de imgenes, en su mayora


analgico, compuesto bsicamente por un nmero finito de cmaras y monitores en el cual se
transmiten seales que forman un conjunto cerrado y limitado. Tiene como fin vigilar y controlar
distintos ambientes, lugares elementos particulares.

33

Esta tecnologa es implementada en medios corporativos para sesiones,


capacitaciones, presentaciones, etc. Se debe tomar en cuenta tres parmetros
para determinar cunto ancho de banda deber utilizar esta tecnologa: el nmero
de usuarios, ancho de banda hacia el servidor y el tamao de la presentacin o
del video.

Figura 1. 18: Esquemas y consumo Unicast y Multicast [47]


1.5.3.3 Video Bajo Demanda sobre IP (Video on Demand, VoD) [47]
El usuario puede solicitar una secuencia de video especfica almacenada en el
servidor. Permite que el usuario tenga las opciones de iniciar, parar, adelantar o
regresar el video debido a que el servicio es interactivo. VoD es usada para la
visualizacin en tiempo real pero generalmente se utiliza para archivos
almacenados en video. Esta tecnologa es usada para e-learnig, mercadeo,
capacitacin, entretenimiento y reas en las cuales el usuario final UHTXLHUH
YLVXDOL]DUORVDUFKLYRVFRQEDVHHQVXSURSLRLWLQHUDULR\QRHQHOKRUDULR
GHOSURYHHGRUGHYtGHRV
Una aplicacin de VoD puede contener los siguientes elementos:
Servidor de video.
Servidor de Controlador de Aplicaciones (Inicia la transmisin).

34

Dispositivo terminal con un conversor para aceptar las peticiones de


visualizacin y control de reproduccin.
Software de administracin y tarifacin.
PC o dispositivo de Red (Registra/convierte archivos de video).
1.5.3.4 Videoconferencia sobre IP [46]
sta tecnologa es una combinacin de transmisiones full dplex de audio y video
permitiendo a un grupo de usuarios ubicados en diferentes reas geogrficas
comunicarse en tiempo real donde se tiene la posibilidad de verse y orse como si
los implicados de la reunin estuviesen frente a frente. Para esto se debe contar
con equipo de videoconferencia como: cmaras, micrfonos, parlantes en cada
uno de los puntos terminales. Por lo general las conversaciones no se almacenan.
1.5.3.4.1

Sistemas de Videoconferencia

Hace posible que se realice una conferencia interactiva entre dos o ms


participantes en diferentes zonas geogrficas usando las redes de computadoras
o las redes IP, mediante el intercambio de video, voz y datos en tiempo real. Esto
se puede realizar mediante la implementacin del lugar fsico adecuado para
realizar la videoconferencia y los dispositivos mencionados anteriormente.
Dependiendo del nivel de dificultad se tiene diferentes tipos de arquitecturas
orientadas a un tipo de videoconferencia como son: punto a punto y multipunto
(servidor central).

Punto a punto.- Arquitectura que consta de dos usuarios finales, que se


conectan mediante una red IP, para iniciar una videoconferencia entre ellos.
Es necesario la utilizacin del gatepeeker para identificar al usuario activo y
as poder iniciar la videoconferencia, se hace uso del gatepeeker para
establecer la conexin y generar notificaciones, el usuario se encarga de
establecer la videoconferencia.

35

Figura 1. 19: Arquitectura Punto a Punto [53]

Multipunto.- Se caracteriza porque la videoconferencia se realiza con tres o


ms usuarios, se debe contar con un equipo capaz de gestionar la
comunicacin. El MCU (Multipoint Control Unit, Unidad de Control
Multipunto) es el dispositivo que permite recibir la seal de los equipos de
videoconferencia y distribuirla.
El proceso es el mismo, todos los usuarios pasan por el gatepeeker, pero
al momento de realizar la videoconferencia se solicita espacio en el MCU
para conectar una cierta cantidad de participantes, si alguien ms desea
ingresar a la videoconferencia, entra en el espacio reservado por el MCU
mediante un nmero y un password.

Figura 1. 20: Arquitectura Multipunto [53]

36

1.5.3.5 Streaming de Video [52]


Este tipo de sistema permite la retransmisin de uno o varios archivos multimedia
hacia un cliente en tiempo real, usando una red con determinado ancho de banda.
En el proceso de streaming NO hay la necesidad de descargar al ordenador del
cliente, el medio se reproduce a medida que se va recibiendo y a su vez el medio
se recibe a la velocidad adecuada para su reproduccin. En contraste con las
descargas progresivas que son almacenadas en el disco y que se recibe a la
mayor velocidad posible para terminar el proceso de descarga lo antes posible.
En el proceso estndar de streaming de audio y video sincronizado, las peticiones
de servicio por parte de los usuarios pueden ser manejadas mediante el Protocolo
de Transmisin en Tiempo Real (Real Time Streaming Protocol, RTSP). Este
protocolo es el encargado de controlar el stream (flujo) de contenido multimedia
en dos direcciones, de manera que lo usuarios pueden solicitar al servidor
retroceder, adelantar, etc. Por medio del streaming se puede realizar lo
mencionado, debido a que el medio no se descarga en forma lineal sino que se
reproduce conforme se obtiene, permitiendo saltos en la reproduccin, acceso
aleatorio, saltos hacia adelante, etc.
Por otro lado, los datos del medio (el stream que contiene comnmente audio y
video sincronizado) pueden ser transportados por el protocolo RTP que permite la
transmisin de informacin multimedia sobre todo tipo de red (ms comn sobre
rede que utilizan el protocolo UDP)
1.5.3.5.1

Tipos de Streaming

Se divide en dos categoras, en funcin de cmo la informacin es obtenida para


ser difundida:

En directo.- Transmite sucesos que estn aconteciendo en el momento de


la difusin. Como puede ser: la transmisin de conciertos, videoconferencia,
conferencia y clases, son sucesos que se difunden usando este tipo de

37

streaming. Estas caractersticas tambin poseen las transmisiones de radio y


televisin por internet, en este caso puede o no ser necesario que el evento
sea en directo, es posible que haya sido grabado con posterioridad, pero se
difundir en el momento requerido.
Para este tipo de transmisiones se utiliza la palabra difusin (broadcast),
debido a que se transmite en tiempo real la misma informacin a todos los
usuarios. Independiente de cuando el cliente acceda al servidor, todos
visualizarn exactamente el mismo flujo de datos en un instante
determinado, se toma en consideracin los retardos en la red que hacen que
unos usuarios reciban antes los datos que otros.
Para efectuar este tipo de transmisin se necesita un servidor y el equipo
que sea capaz de realizar el proceso de captura y compresin en tiempo
real. Este equipo puede ser instalado en el mismo servidor de streaming, se
recomienda que si el nmero potencial de clientes no es grande se lo haga
en el mismo servidor streaming, caso contrario es conveniente separar
ambos programas en mquinas diferentes. Para que el servicio sea eficiente
es de gran beneficio que se utilicen tcnicas de multicast.

Multimedia bajo demanda.- La trasmisin del fichero empieza a servir a


cada usuario en cuanto este lo solicita. En este caso no presenta una
ventaja adicional realizar multicast en la red debido a que cada usuario
recibe una parte distinta del stream, es decir, un paquete distinto de datos.

CARACTERSTICAS
Permite desplazarse hacia a
delante y hacia atrs
Inicio de retransmisin para
cada usuario
Retransmitir eventos en
tiempo real
Descarga completa de un
archivo
Manipulacin en tiempo real
Soporte para subttulos

STREAMING EN
DIRECTO

STREAMING
BAJO DEMANDA

NO

SI

NO

SI

SI

NO

NO

NO

SI
Complejo

NO
Sencillo

Tabla 1. 7: Cuadro comparativo de streaming en directo y bajo demanda [54]

38

Figura 1. 21: Streaming en Directo [55]

Figura 1. 22: Streaming bajo Demanda [56]


1.5.3.5.2

Difusin de Streaming

Multicast.- Un nico stream se comparte entre diferentes usuarios de tal


manera que el servidor enva la informacin una sola vez y sta llega a los
usuarios que han solicitado el servicio. Esta tcnica reduce de manera
eficiente el trfico de red y evita la posible congestin en los equipos de
conectividad. Si se desea implementar este tipo de servicio es necesario
tener acceso a una troncal con soporte multicast (ejemplo: MBone7), o que el
servidor y los usuarios pertenezcan a una red o a redes IP bajo el mismo
dominio de administracin en la que el servicio de multicast est habilitado y
que existan equipos de conectividad dispuestos a enrutar informacin
multicast.

[57]

MBone (IP Multicast Backbone)


. - Es la parte de Internet que tiene implementada una
tecnologa de red llamada Multicast". Mbone es el Conjunto de subredes y encaminadores
(routers) que permiten la entrega de trfico IP multienvo (multicast).Tiene como objetivo facilitar la
distribucin y el acceso a informacin multimedia interactiva, en tiempo real, sobre Internet.

39

Unicast.- Cada usuario inicia su propia peticin de medio independiente de


que todos los usuarios estn interesados en el mismo medio (la difusin
puede ser en tiempo real), de manera que las comunicaciones que se
realizan es uno a uno (entre el servidor y el usuario, por cada usuario). Esta
tcnica requiere que el servidor posea un ancho de banda mayor que el
usuario, aumentando el trfico en la red. Este mtodo garantiza
disponibilidad en el Internet, debido a que no requiere acceso a MBone, ni
capacidad multicast entre el usuario y el servidor.

1.5.3.6 Estndares de Video


Hoy en da la transmisin de video en redes basadas en IP es de gran
importancia, debido a la gran cantidad de aplicaciones que se puede tener en
diferentes aspectos como: educativo, corporativo, salud, etc.
Se empieza con la codificacin de la seal analgica de video en el emisor
utilizando algoritmos de codificacin y una tcnica de compresin adecuada, para
luego organizarla en paquetes y transmitir la informacin por la red. El receptor
recibe la seal para desempaquetarla y decodificarla.
El estndar se basa en la combinacin de tcnicas de codificacin predictiva, la
transformada Discreta de Coseno (DCT), compensacin de movimiento y
codificacin de longitud variable,

la cual hace posible transmitir imgenes de

buena calidad con bajos requerimientos de ancho de banda y bajos costos de


implementacin.
1.5.3.6.1

Estndar H.261

Fue desarrollado por la ITU para satisfacer la compresin de video con bajo
ancho de banda, conocido tambin como px64, donde p toma valores de 1 a
30,es decir, soporta velocidades de transmisin de 64 Kbps hasta 1.920 Kbps,
puede ser utilizada para la comunicacin unidireccional o bidireccional, su

40

aplicacin ms conocida es en la videoconferencia, donde se define el algoritmo


de codificacin de video, el formato de las imgenes y la correccin de errores
para imgenes en movimiento, es considerado como un compresor con prdida
Consta de cinco etapas:
Compensacin de Movimiento.
Transformacin (DCT).
Cuantificacin (con prdidas).
Dos etapas de codificacin sin prdidas: codificacin run-lenght y
codificacin de Huffman.
El estndar es una estructura jerrquica de cuatro capas: Imagen, Grupo de
Bloques (GOB), Macrobloques (MB) y Bloques. Soporta dos resoluciones
Formato Intermedio Comn (Common Interchange Format, CIF, 352x288 pixeles)
y un cuarto de CIF (Quarter Common Interchange Format, QCIF ,176x144
pixeles), con este tipo de resolucin las imgenes se pueden mostrar
distorsionadas y a cuadros, utiliza un esquema de muestreo de 4:2:0. Define
tramas de imgenes no entrelazadas de 30.000/1.001 veces por segundo
(aproximadamente 29.97 Hz). Si se desea velocidades inferiores se descarta un
nmero consecutivo de tramas.
Los parmetros CIF y QCIF se muestran en la siguiente Tabla 1.8:

PARMETRO

Pixel de luminancia codificada por lnea

352

QCIF
(submltiplos
integrales)
176

lneas de luminancia codificada por cuadro

288

144

Pixeles de color codificados por lnea

176

88

lneas de color codificadas por cuadro

144

72

Cuadros codificados por segundo

CIF
29,97

Tabla 1. 8: Caracterstica y parmetros de los formatos CIF y QCIF [59]

41

1.5.3.6.2

Estndar H.263 [3]

El estndar de video H.263 [ITU-T H.263], fue desarrollado para aplicaciones de


videoconferencia a muy bajo caudal (hasta 64 Kbps), para la transmisin de video
sobre las redes telefnicas existentes, a partir del estndar H.261 y MPEG-1. De
hecho, el H.263 emplea los mismos diagramas de bloques para el codificador y
decodificador de H.261. El estndar representa muchas similitudes con el
estndar H.261, sin embargo se implementaron nuevos elementos para obtener
un caudal de compresin ms bajo. Algunas diferencias de ello son:
El H.263 no presenta restricciones sobre el caudal de compresin, sin
embargo su objetivo est en no sobrepasar los 64 Kbits (el caudal para
H.261 era px64kbits, con p entre 1 y 30). En aplicaciones sobre la red
telefnica con modem de 28.8 Kbits/s, el mximo caudal ofrecido para el
flujo de bits es de 20 Kbits/s, ya que el resto se deja para informacin de
control.
1.5.3.6.3

EstndarH.264 [4]

La recomendacin H.264, titulada Codificacin de video avanzada para los


servicios audiovisuales genricos, es un trabajo conjunto de ITU T e ISO/IEC.
H.624 est definido de manera flexible, tal que permite una mayor flexibilidad de
operacin que sus antecesores: desde 56 Kbps para telefona 3G hasta varios
Mbps para televisin de alta definicin (High Definition Television, HDTV). Debido
a esta flexibilidad, es un cdec vlido para altas y bajas resoluciones, para altas y
bajas tasas de bit, y para distintos tipos de aplicaciones y sistemas. As H.264 se
implanta por ejemplo en streaming desde aplicaciones, en telefona 3G, en DVD,
en DVB o en televisin digital por satlite, siendo particularmente importante en
video conferencia, ya que permite que los nuevos terminales sean compatibles
con la alta definicin, aportando un salto de calidad muy apreciable a las sesiones
de videoconferencia.

42

1.6

EQUIPOS DE CONECTIVIDAD

Son equipos que permiten conectar a las redes para intercambiar informacin sin
interrumpir su funcionamiento.
1.6.1 CONCENTRADORES O HUBS
Un concentrador o hub es un dispositivo que permite centralizar el cableado de
una red y poder ampliarla. Esto significa que dicho dispositivo recibe una seal y
repite esta seal emitindola por sus diferentes puertos. [58]
Un concentrador, o repetidor, es un dispositivo de emisin bastante sencillo. Los
concentradores no logran dirigir el trfico que llega a travs de ellos, y cualquier
paquete de entrada es transmitido a otro puerto (que no sea el puerto de entrada).
Dado que cada paquete est siendo enviado a travs de cualquier otro puerto,
aparecen las colisiones de paquetes como resultado, que impiden en gran medida
la

fluidez

del

trfico.

Cuando

dos

dispositivos

intentan

comunicar

simultneamente, ocurrir una colisin entre los paquetes transmitidos, que los
dispositivos transmisores detectan. Al detectar esta colisin, los dispositivos dejan
de transmitir y hacen una pausa antes de volver a enviar los paquetes. [58]

Figura 1. 23: HUB [58]

43

1.6.2 SWITCH
Dispositivo de capa 2 (tambin existen de capa 3) utiliza la segmentacin para
conservar el ancho de banda en la red, son utilizados para reenviar los paquetes
de un segmento a otro segn la direccin MAC8 de destino. Los switches tienen la
capacidad de almacenar las direcciones MAC en una tabla, a medida que se
transmiten por la red, se asigna la direccin y puerto por donde se va transmitir
los datos.
El switch permite una conexin separada para cada dispositivo, lo cual permite
que el rendimiento y la seguridad mejoren notablemente. Son utilizados cuando
se desea conectar mltiples redes, es decir, interconectar dos o ms segmentos
de red para que puedan compartir informacin y recursos.

Figura 1. 24: Switch marca Cisco modelo Catalyst 3500 XL [60]


1.6.3 ROUTER [14]
Dispositivo que opera en capa 3,

cumple por lo general dos funciones:

enrutamiento y conmutacin, la funcin de encaminar los paquetes a su destino


mediante la eleccin del camino ms corto, el router recibe el paquete analiza la
direccin IP destino que est compuesta de un identificador de red destino y un
identificador de red destino, si identificador de red destino pertenece a la red local,
se enviar el datagrama IP dentro de la red local, caso contrario se consultar
con la tabla de enrutamiento que contiene el siguiente salto que deber tomar el
datagrama IP hacia su destino.
8

Direccin MAC: Identificador que corresponde a una nica tarjeta o dispositivo de red de 48 bits

44

Para realizar este procedimiento se utilizan los protocolos de enrutamiento, los


cuales permiten que los routers se comuniquen entre s y as poder determinar la
mejor ruta que el paquete debe tomar. Crean y actualizan tablas de ruteo, las
cuales poseen informacin del siguiente salto que tomar el paquete.
Son encargados de la distribucin del trfico

en la red, dependiendo de la

configuracin realizada, permite la conectividad entre dispositivos sin tomar


consideracin la ubicacin o el sistema operativo.

Figura 1. 25: Router marca CISCO RV082 [61]

1.7

CABLEADO ESTRUCTURADO [62]

Es un conjunto de elementos pasivos, flexibles, independientes, que permiten


conectar equipos activos de diferente o igual tecnologa por medio de la
interconexin de sistemas de comunicacin, administracin y la manipulacin de
informacin como: la voz, los datos y el video.
En un sistema de cableado estructurado, los elementos se conectan a un punto
central, lo que facilita la interconexin, la administracin del sistema y permite la
comunicacin virtual entre los dispositivos que integran la red en cualquier
momento. Es necesario que el sistema cumpla con las normas y estndares
establecidos, que sea comn e independiente de las aplicaciones y que se
proyecte a largo plazo.

45

1.7.1 MEDIOS DE TRANSMISIN


El medio de transmisin constituye la trayectoria entre el emisor y receptor en un
sistema de transmisin de informacin. Las caractersticas y la calidad de la
transmisin son determinadas tanto por la naturaleza de la seal como por la
naturaleza del medio de transmisin. [12]
Se clasifican en: medios guiados y medios no guiados.
1.7.1.1 Medios de Transmisin Guiados
Estn constituidos por una infraestructura fsica que se encarga de transmitir las
seales de un extremo a otro.
1.7.1.1.1

Par trenzado

El par trenzado consiste de dos hilos de cobre, cada uno de ellos con su
correspondiente recubrimiento aislante, dichos hilos se enrollan luego entre s en
forma helicoidal a lo largo de la longitud del cable. [12]
Se puede distinguir varios tipos de pares trenzados, pero dos son los ms
utilizados en redes de computadoras: UTP (Unshielded Twisted Pair) y STP
(Shielded Twisted Pair).

UTP.- Son cables de par trenzado no apantallado, por lo que posee alta
sensibilidad al ruido y a la interferencia electromagntica, pero es
ampliamente utilizado por su bajo costo, tamao reducido y fcil instalacin.
Tiene una impedancia caracterstica de 100 ohms, utiliza un conector RJ-45
y se limita a una distancia de 100m. La Tabla 1.9 muestra las diferentes
categoras de cable UTP que dependen de la velocidad de transmisin y del
ancho de banda.

46

CATEGORA
UTP
1
2
3
4
5
5e
6

100 Kbps
Hasta 4Mbps
Hasta 16 Mbps
Hasta 20Mbps
Hasta 100 Mbps
Hasta 1 Gbps
Hasta 1 Gbps

Slo voz (telefona)


LocalTalk, Apple
Ethernet 10BaseT
Token Ring
Fast Ethernet 100BaseT
Gigabit Ethernet 1000BaseT
10BaseT, 100BaseTX y 1000BaseTX

6a
7

Hasta 10 Gbps
Mayor 10 Gbps

10GBaseT
No est estandarizada, se espera que cumpla los
requisitos exigidos por el estndar 10GBaseT

VELOCIDAD

USO

ANCHO DE
BANDA
< 16 MHz
< 16 MHz
16 MHz
20 MHz
100 MHz
100 MHz
250 MHz
500 MHz
600 MHz

Tabla 1. 9: Categoras Cable UTP [64]

STP.- Es la denominacin de los cables de par trenzado apantallados


individualmente, cada par se envuelve en una malla conductora y otra
general que recubre a todos los pares. Poseen gran inmunidad al ruido, pero
una rigidez mxima. [63]

Figura 1. 26: Cable STP [63]


Otra variantes es el denominado ScTP o FTP, los pares se recubren con un
blindaje de papel metlico, de esta forma mejora la proteccin frente a
interferencias.

Figura 1. 27: Cable FTP [63]


La Galga o AWG, es un organismo de normalizacin sobre el cableado. Es
importante conocer el significado de estas siglas porque en muchos

47

catlogos aparecen clasificando los tipos de cable. Por ejemplo se puede


encontrar que determinado cable consta de un par de hilos de 22 AWG.
AWG hace referencia al grosor de los hilos. Cuando el grosor de los hilos
aumenta el AWG disminuye. El hilo telefnico se utiliza como punto de
referencia; tiene un grosor de 22 AWG. Un hilo de grosor 14 AWG es ms
grueso, y uno de 26 AWG es ms delgado. [63]
1.7.1.1.2

Fibra ptica

Es un hilo muy fino de vidrio o materiales plsticos, por el cual se envan pulsos
de luz que representan los datos a ser transmitidos.
La fibra ptica est constituida por un ncleo o Core de plstico o vidrio de alto
ndice de refraccin sobre el que se monta una cubierta o Claddiing de plstico o
vidrio de menor ndice de refraccin, cubriendo a esta ltima con una chaqueta
protectora. [12]

Figura 1. 28: Fibra ptica [65]


La luz en una fibra ptica viaja por el ncleo (pasillo) rebotando continuamente
con el revestimiento (espejos en las paredes), lo que se llama reflexin interna
total. El revestimiento no absorbe nada de luz del ncleo, la luz puede viajar por
distancias largas. Sin embargo, algunas de las seales de luz pueden degradarse
dentro de la fibra, principalmente por las impurezas del vidrio. La extensin de
esta degradacin depende de la pureza del vidrio y la longitud de onda de la luz
transmitida. [66]

48

Tipos de fibra:

Existen tres tipos de fibra ptica dependiendo del modo en el que se propaga la
luz en su interior:
-

Fibra multimodo a salto de ndice: Transportan simultneamente varios


haces de luz con diferente ngulo de entrada (diferentes modos).El ndice
de refraccin del ncleo es mayor, pero del mismo orden que el del
revestimiento. Si bien la atenuacin y la dispersin temporal son mayores
que en otros tipos de fibra, el mayor dimetro del ncleo requiere de una
menor precisin en la fabricacin lo que las hace ms econmicas. [67]

Fibra multimodo de ndice gradual: Se diferencian de las anteriores en


que el ndice de refraccin del ncleo disminuye radialmente hasta
igualarse al del revestimiento. Esto provoca que los rayos de luz se desven
gradualmente en aparentes trayectorias curvas. Su ancho de banda y su
alcance son mayores que la fibra a salto de ndice. [67]

Fibra monomodo: Es el tipo de fibra ms delgado y difcil de fabricar y


maniobrar pero tambin el de mayor alcance. Solo permite un modo de
propagacin paralelo a su eje. [67]

Figura 1. 29: Tipos de Fibra ptica [67]

49

1.7.2 ESTNDARES ACTUALES


La serie 568-C reemplaz la serie ANSI/TIA-568-B en el 2008.
!

ANSI/TIA-568-C.0: Cableado de telecomunicaciones

genrico

para

de

cableado

de

de

cableado

de

cableado

de

instalaciones de clientes.

ANSI/TIA-568-C.1:

Norma

para

sistemas

telecomunicaciones en edificios comerciales.

ANSI/TIA-568-C.2:

Norma

para

sistemas

telecomunicaciones con pares trenzados balanceados.

ANSI/TIA-568-C.3:

Norma

para

sistemas

de

telecomunicaciones en fibra ptica.


1.7.2.1 ANSI/EIA/TIA-568-C.0
Desarrollada para la planificacin y la instalacin de un sistema de cableado
estructurado para todo tipo de instalaciones. Especifica un sistema que soporte
cableados de telecomunicaciones genricas en un entorno multi - producto y
multi - proveedor.

Varios de los conceptos originalmente indicados en la

recomendacin ANSI/TIA/EIA 568-B.1 (que era especfica para edificios


comerciales) fueron generalizados e incluidos en la 568-C.0. [68]
En esta norma los segmentos de cableado se denominan Subsistemas de
Cableado, los puntos de conexin Distribuidor y al distribuidor final Salida de
Equipos
La nomenclatura de esta norma cambia la Figura 1.30, muestra los elementos
funcionales del Sistema de Cableado Estructurado (SCE)
1.7.2.2 ANSI/TIA-568-C.1
Planeamiento, instalacin y verificacin de

cableados estructurados para

edificios comerciales. Los aspectos de la anterior recomendacin ANSI/TIA/EIA

50

568-B.1 que aplican nicamente a este tipo de edificios fueron detallados y


actualizados en esta nueva recomendacin. [68]
El estndar ahora recomienda fibra multimodo optimizada para lser de 50
m y 850 nm e incluye pautas para gabinetes de telecomunicaciones (TE).
El estndar contina especificando una longitud de cable horizontal
mxima de 100 m, independientemente del tipo de medio. Necesitar
consultar TIA-568 C.0 para distancias horizontales mayores de 100 m para
cumplir con la norma. [69]
Categora 6A se ha aadido como un medio reconocido. [69]
Se recomienda lser optimizado 850nm para fibra ptica 50/125m si la
fibra ptica multimodo se utiliza para el backbone cableado. [69]
Categora 5, 150 ohmios STP, y 50 ohmios y 75 ohmios de cableado
coaxial se han eliminado de la lista de los medios reconocidos. [69]
La Figura 1.30, muestra una comparacin de la nomenclatura que se utiliza en la
norma 568-C.0 y 568-C.1:

Figura 1. 30: Comparacin terminologa norma 568-C.0 y 568-C.1 [69]

51

1.7.2.3 ANSI/TIA-568-C.2
Detalla los requerimientos especficos de los
balanceados, a

cables de pares trenzados

nivel de sus componentes y de sus

parmetros de

transmisin.[68]
Algunas especificaciones:
Use la herramienta de pelar apropiada para el forro del cable. No corte los
pares del conductor.
Use los soportes y espaciado apropiados para minimizar la cada del cable
en los tendidos horizontales. Para tendidos largos se deben usar bandejas
para cable. No exceda la capacidad de carga de los soportes y bandejas
para cable.
No exceda la relacin de llenado de cable a ms de un 40% en ninguna
ruta de acceso.
No coloque cables UTP sobre ductos de calefaccin ni de agua caliente.
Las altas temperaturas bajarn el desempeo y deteriorarn el forro del
cable.
1.7.2.4 ANSI/TIA-568-C.3
Este estndar especifica las caractersticas

de los componentes y los

parmetros de transmisin para un sistema de cableado de fibra ptica (cables,


conectores, etc.), para

fibras multimodo de 50/125m y 62.5/125m y fibras

monomodo. [68]
La normativa aplicable especifica tres tipos de canales de transmisin, en funcin
de la distancia sobre los que se pueden soportar las diferentes aplicaciones
Ethernet (Ethernet, Fast Ethernet, Gigabit, 10 Gigabit, etc.) [70]
OF 300
OF 500
OF 2000

Para aplicaciones que soportan enlaces pticos de hasta 300 m.


Para aplicaciones que soportan enlaces pticos de hasta 500 m.
Para aplicaciones que soportan enlaces pticos de hasta 2000 m.

Tabla 1. 10: Tipos de canales de transmisin en funcin de la distancia [70]

52

Simultneamente, se clasifican las fibras pticas a emplear en 4 grupos (3


multimodo, OM1, OM2 y OM3, con anchos de banda fijados por la norma; y uno
monomodo OS1) segn la Tabla 1.11: [70]

SOPORTE

TIPO F.O.

OM1
OM2
OM3

MM 50
MM 62
MM 50
MM 62
MM 50

At. dB/km.
850 nm

At.
dB/km.
1300nm

Ancho
Banda
MHz x Km.
850 nm

Ancho
Banda
MHz x Km.
1300 nm

< 3,5

< 1,5

> 200

> 500

< 3,5

< 1,5

> 500

> 500

< 3,5

< 1,5

> 1500

> 500

Tabla 1. 11: Clasificacin Fibra ptica

[70]

Habida cuenta de los datos anteriores, es posible establecer la siguiente tabla de


seleccin de fibras de aplicacin a la hora de garantizar la correcta certificacin de
un enlace ptico: [70]


&
d

K&
K&
K&

KD
KD
KD

'
^

KD
KD


'
>

KDKD
KDKD


'
'
^Z^t
KD
K^
K^

Tabla 1. 12: Seleccin de caractersticas [70]


Considerando lo anteriormente indicando, obtenemos el siguiente resumen de
variantes Ethernet sobre f.o. ms utilizadas: [70]

Variante Eth.

Velocidad

Medio

Distancia

100Base-Fx

100 Mbps

f.o. MM OM1 1300 nm

2 Km.

100Base-Lx

100 Mbps

f.o. SM 1310 nm

15 Km.

1000Base-Sx

1 Gbps

f.o. MM OM2 850 nm

500 m.

1000Base-Lx

1 Gbps

f.o. MM OM1/OM2 1300 nm

500 m.

1000Base-Lx

1 Gbps

f.o. SM 1310 nm

10 Km

Tabla 1. 13: Mxima distancia para variantes Ethernet sobre fibra ptica [70]

53

Tipos de Conectores

Los conectores dependen del tipo de equipos a utilizarse, algunos de estos son:
FC.- Para transmisin de datos de telecomunicaciones.
FDDI.- Para redes de fibra ptica de 100 Mbps.
LC y MT-Array.- Para transmisin de alta densidad de datos.
SC y SC-Dplex.- Para transmisin de datos.
ST.- En redes de edificios y en sistemas de seguridad.
SMA.- Para telecomunicaciones y en LANs.

Figura 1. 31: Tipos de conectores fibra ptica [72]


1.7.2.5 ANSI/TIA-569-A
El Estndar para Recorridos y Espacios de Telecomunicaciones en Edificios
Comerciales especifica prcticas de diseo y construccin dentro de los edificios y
entre los mismos, que admiten equipos y medios de telecomunicaciones. [10]

54

1.7.2.6 ANSI/TIA-606-A
El Estndar de Administracin para la Infraestructura de Telecomunicaciones en
Edificios Comerciales incluye estndares para la rotulacin de cableado. Los
estndares especifican que cada unidad de terminacin de hardware debe tener
una identificacin exclusiva. Tambin describe los requisitos de registros y
mantenimiento de la documentacin para la administracin de la red. [10]
1.7.2.7 ANSI/TIA-607
Los estndares sobre Requisitos de Conexin a Tierra y Conexin de
Telecomunicaciones para Edificios Comerciales admiten un entorno de varios
proveedores y productos diferentes, as como las prcticas de conexin a tierra
para varios sistemas que pueden instalarse en las instalaciones del cliente. El
estndar especifica los puntos exactos de interfaz entre los sistemas de conexin
a tierra y la configuracin de la conexin a tierra para los equipos de
telecomunicaciones. El estndar tambin especifica las configuraciones de la
conexin a tierra y de las conexiones necesarias para el funcionamiento de estos
equipos. [10]
1.7.3 SUBSISTEMAS DE UN SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO
Comprende de siete subsistemas, cada uno de ellos realiza funciones
determinadas para brindar servicios de voz, datos y video, estos son:
.

Sala de equipamiento (ER)

Sala o cuarto de telecomunicaciones (TR)

Cableado backbone, tambin conocido como cableado vertical

Cableado de distribucin, tambin conocido como cableado horizontal.

rea de trabajo (WA)

Punto de acometida o demarcacin dentro de las instalaciones de entrada


(EF) en la sala de equipamiento.

55

Figura 1. 32: Subsistemas del SCE [71]


1.7.3.1 Cuarto de Equipos (ER)
Espacio centralizado exclusivamente para equipos de telecomunicaciones como:
central telefnica y equipos de cmputo y de video. Posee varias o las mismas
funciones que un cuarto de equipos pero varia en costos, tamao y complejidad
del equipo que contiene. Incluyen espacio fsico para la persona que gestiona la
red. Todo edificio debe contener al menos un cuarto de equipos. Los estndares
TIA/EIA 568 A y TIA/EIA 569 especifican los requerimientos del cuarto de
equipos.
1.7.3.2 Cuarto de Telecomunicaciones (TR)
rea nica dentro del edificio para realizar las conexiones de los dispositivos de
telecomunicaciones intermedios (hub, switches, routers, etc.), terminaciones de
cable y cableado de interconexin asociado. Su funcin principal es la terminacin
del cableado horizontal y vertical. En el diseo del cuarto de telecomunicaciones

56

se debe considerar la incorporacin de voz, datos y video y de otros sistemas


aplicativos como: alarmas, seguridad, audio, entre otros.
1.7.3.3 rea de Trabajo (WA) [10]
Comprende desde la placa de la pared hasta el equipo en el cual se est dando
la generacin de aplicaciones sea de datos, voz, video o control. Diseada para
soportar cambios, modificaciones y adiciones fciles.

Una WA por cada 10 m2, mnimo 2 salidas por cada WA.

No se permiten puentes, taps o empalmes en el cableado de cobre.

El largo mximo de los patch cords del WA es de 5 metros.

Las cajas de salida para telecomunicaciones del rea de trabajo debern


ubicarse cerca de una salida elctrica (a menos de 3 pies) y debern
instalarse a la misma altura, de ser posible.

1.7.3.4 Cableado Horizontal


Comprende un subsistema de medios de transmisin (cables, fibras, coaxiales,
etc.) que conectan con los cuartos de telecomunicaciones con las reas de
trabajo. No se permite puentes, derivaciones y empalmes en la trayectoria del
cableado. Se debe considerar la interferencia electromagntica (motores,
ascensores, transformadores, etc.). La distancia mxima entre la terminacin en
el cuarto de telecomunicaciones y el rea de trabajo no debe superar los 90m. La
longitud mxima del cable que conecta el cableado horizontal con el vertical en el
cuarto o sala de telecomunicaciones es de 6m, y los patch cords que conectan las
salida del telecomunicaciones con el rea de trabajo es de 3m mximo. Al
cableado horizontal de 90 m se lo conoce como enlace permanente, debido a que
permanece en la edificacin. Los componentes horizontales se ejecutan desde el
patch panel en el cuarto de telecomunicaciones hasta el jack de pared en cada
rea de trabajo. Las conexiones se realizan con patch cords.

57

El punto de consolidacin es un nodo de interconexin opcional que se


permite en el cableado horizontal entre el TR y el WA.

Figura 1. 33: Longitud cable [71]

El Conjunto de Salidas para Telecomunicaciones Multiusuario (Multi-User


Telecommunications Outlet Assembly, MUTOA) consiste de mltiples
conectores de salida para telecomunicaciones que brindan servicio a un
ncleo de reas de trabajo individuales. [71]

El largo de todos los cables del rea de trabajo desde el MUTOA


debe estar etiquetado en ambos extremos. El largo mximo es 20
metros para tendidos horizontales de menos de 70 metros. [71]

Cada MUTOA deber servir un mximo de 12 reas de trabajo. [71]

1.7.3.5 Cableado Vertical (BACKBONE)


Es el cableado vertical interconecta los cuartos de telecomunicaciones, cuartos
de quipos y entrada de servicios.

Se acepta cable UTP, STP, y fibra ptica monomodo y multimodo.

Cables utilizados y distancias

UTP (voz): 800 mts.

F.O. multimodo: 2000mts

STP (voz): 700 mts.

F.O. monomodo: 3000 mts.

58

UTP (datos): 90 mts.

Topologa en estrella.

Mximo dos niveles jerrquicos de cross-conexin: principal e intermedio.

1.7.3.6 Punto de Acometida (EF)


El punto de acometida es donde la red externa proveedoras de servicios como:
Internet, telefona, etc.; se interconectan con cableado vertical del edificio. El
espacio asignado puede ser un cuarto o en la pared.
.

59

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araconstruccionquito.ec%2Findex.php%3Foption%3Dcom_docman%26tas
k%3Ddoc_download%26gid%3D141%26Itemid%3D38%26lang%3Des&ei=
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65

CAPTULO 2
SITUACIN ACTUAL DE LA RED
2.1

INTRODUCCIN

Segn la Ley Especial de Telecomunicaciones, en el Captulo VI DEL CONSEJO


NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES, DE LA SECRETARA NACIONAL DE
TELECOMUNICACIONES

DE

LA

SUPERINTENDENCIA

DE

TELECOMUNICACIONES, en referencia al Ttulo II DELA SECRETARIA


NACIONAL DE TELECOMUNICACIONES (Ttulo agregado por el Art. 10 de la
Ley 94, R.O. 770, 30 VIII 95):
Art. (1).- de la secretaria nacional de telecomunicaciones.- crase la
secretaria nacional de telecomunicaciones, como ente encargado de la ejecucin
de la poltica de telecomunicaciones en el pas, con domicilio en la ciudad de
Quito [4]
La Secretaria Nacional de Telecomunicaciones (SENATEL), es una entidad
ecuatoriana sin fines de lucro. Controla y monitorea de manera tcnica el espectro
radioelctrico para que el sector de las telecomunicaciones opere en condiciones
ptimas. Adems es la encargada de la ejecucin, implementacin y supervisin
de las polticas y regulacin de las telecomunicaciones, que los operadores deben
cumplir dentro de un marco legal y reglamentos respectivos, para as evitar la
competencia desleal. Algunos de sus planes son: portabilidad numrica,
empadronamiento de celulares, registro de sitios de repeticin, registros de
cibercafs, radios nacionales indgenas, etc.
Su

misin

es

Promover

el

desarrollo

armnico

del

sector

de

las

telecomunicaciones, radio, televisin y las TIC9, mediante la administracin y


regulacin eficiente del espectro radioelctrico y los servicios, as como ejecutar

TIC: Tecnologas de la Informacin y Comunicacin.

66

las polticas y decisiones dictadas por el CONATEL, con el fin de contribuir con el
desarrollo de la sociedad. [4]
Su visin es Ser una entidad con excelencia a nivel nacional y un referente en
Latinoamrica en la administracin y regulacin del espectro radioelctrico, los
servicios de telecomunicaciones, radio y televisin. (Plan estratgico 2010-2014)
[4]

Los planes y proyectos que la institucin est encargada de ejecutar son en


diferentes reas del pas, el cual se basa en el Plan Nacional de Desarrollo de las
Telecomunicaciones.
2.1.1 UBICACIN
La matriz de la institucin se encuentra ubicada en la ciudad de Quito en las
coordenadas geogrficas 01139.20S y 782858.78O, Av. Diego de Almagro
N31-95 entre Whymper y Alpallana. Edificio SENATEL como se muestra en la
Figura 2.1. , con dos sucursales, en Guayaquil en la 9 de Octubre 100 Edificio La
Previsora Piso 25 Oficina 25-01 y Malecn, y en Cuenca en la Av. Padre Solano
Edificio San Vicente de Paul. 12 de Abril.

Figura 2. 1: Ubicacin de la Secretaria Nacional de Telecomunicaciones, matriz


Quito

67

2.2

ANTECEDENTES DE LA RED

La Secretaria Nacional de Telecomunicaciones est organizada por direcciones y


cada uno de ellos distribuidos en los doce pisos del edificio, los pisos diez y doce
poseen sala de videoconferencias, cada piso tiene su respectiva sala de
Telecomunicaciones, exceptuando al piso cuarto, ya que dentro del cuarto de
Telecomunicaciones se encuentra la sala de Telecomunicaciones, gran parte de
esta distribucin se refleja en la infraestructura de red, constituida de un cableado
horizontal UTP categora 5e y backbone de fibra ptica, permitiendo as la
interconexin de los aproximadamente 210 usuarios en todas las reas del
edificio matriz.
La red de la SENATEL en la actualidad se encuentra en funcionamiento, sta se
ha ido implementando de acuerdo al ingreso de los usuarios, sin tomar en
consideracin las aplicaciones, programas, recursos, etc. a utilizarse; debido a
esto se satura el servidor central, generando problemas con los usuarios que
necesitan el ingreso continuo al servidor de datos para acceder, modificar y
guardar informacin.
Para la comunicacin de la matriz con las regionales de Guayaquil y Cuenca, se
utiliza el Servicio de Lnea Privada Clear Channel contratado con la empresa
Global Crossing con un enlace WAN de 2048 kbps.
2.2.1 INFRAESTRUCTURA FSICA DE LA SENATEL
La SENATEL cuenta con un edificio matriz de 12 pisos y 2 subsuelos, cada piso
con 2 secciones (A y B), en cada seccin

se encuentran las diferentes

direcciones que conforman la Institucin.


La Institucin est dividida en Direcciones, la Tabla 2.1 muestra el nombre de las
direcciones que la constituyen y como han sido instaladas en cada seccin, se
puede observar que no todas las direcciones se encuentran en un solo piso.

68

Figura 2. 2: Edificio CONATEL SENATEL


PISO

Planta Baja

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12

SECCIN
A
A
B
B
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
A
A
B
A
B
A
B

DEPARTAMENTO
Recaudacin.
Centro de Atencin al Usuario.
Archivo.
Sala de Reuniones.
Centro Mdico.
Archivo.
Direccin General de Control de Gestin.
Direccin General Jurdica.
Direccin General Jurdica.
Departamento de Talento Humano.
Direccin General Financiera.
Direccin General de Sistemas Informticos.
Direccin General de Sistemas Informticos.
Direccin General de Servicios de las Telecomunicaciones.
Direccin General de Servicios de las Telecomunicaciones.
Direccin General de Planificacin.
Direccin General de Planificacin.
Direccin General Financiera.
Direccin General Financiera.
Direccin General de Gestin del Espectro Radioelctrico.
Direccin General de Gestin del Espectro Radioelctrico.
Secretaria General.
Direccin General de Gestin del Espectro Radioelctrico.
Despacho.
Despacho.
Sala de Reuniones.
CONATEL.
CONATEL.
Sala de Reuniones.
Direccin General Jurdica.

Tabla 2. 1: Direcciones del Edificio de la SENATEL10

10

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos

69

2.3

ESTRUCTURA ACTUAL DE LA RED

La red de la SENATEL transmite informacin de datos, voz y video, donde se


refleja en servicios como: Internet, telefona IP, videoconferencia, comparticin de
recursos, etc. Utiliza una infraestructura de cableado horizontal categora 5e, en el
cableado vertical fibra ptica multimodo de 65,5/125 m de ndice gradual y
elementos de que hacen posible la comunicacin.
2.3.1 ELEMENTOS DE LA RED
2.3.1.1 Servidores
Existen dos clases de servidores en la institucin los fsicos y los virtuales, el
administrador ha visto la necesidad de crear servidores virtuales debido a la
cantidad de aplicaciones existentes, es decir, dar un espacio en disco para cada
una de stos para gestionar y administrar de manera adecuada, al ser un
servidor virtual no necesita de un punto de red ni de energa que lo alimente
fsicamente. Siendo una forma econmica de ahorrar recursos, En los servidores
fsicos se han colocado las aplicaciones que ocupan mayor espacio en disco.
Los servidores fsicos y virtuales se pueden observar en la Tabla 2.2 y la Tabla

uio-pm-esxs01
uio-pm-esxs02
uio-pm-linuxs01
uio-pm-linuxs02
uio-pm-linuxs03
uio-pm-esxs03
uio-pm-bdds03

Roles

Adm. Equipos
Virtuales
Adm. Equipos
Virtuales
Adm. Equipos
Virtuales
Adm. Equipos
Virtuales
Adm. Equipos
Virtuales
Adm. Equipos
Virtuales
Base de datos

Sistema Operativo

ESX Server

HP

ESX Server

HP

OpenSuse 10.3

HP

OpenSuse 10.3

HP

OpenSuse 10.3

HP

ESX Server

HP

Windows 2K3 x 64
Std. R2

HP

Procesador

2 x QuadCore 2.4
GHz
2 x QuadCore 2.4
GHz
2 x QuadCore
2.66GHz
2 x QuadCore 2.66
GHz
2 x QuadCore 2.66
GHz
2 x QuadCore 2.66
GHz
1 x QuadCore 2.66
GHz

RAM
(GB)

Nombre Servidor

Fabricante

2.3 respectivamente, para mayor informacin referirse al Anexo B:

8
8
4
4
4
4
4

DISCO DURO

2HD x 146GB
Raid 0+1
2HD x 146GB
Raid 0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
Contina

70

uio-pm-ultims01

Gestin
Procesos

uio-pm-nas01

NAS

uio-pm-bdds01

Base de Datos
Gestin
Procesos
Gestin
Documental
Sistema
Espectro
Radioelctrico

uio-pm-ults01
uio-pm-Alfresco
uio-pm-spects01

Windows 2K3 Std.


R2
Windows 2K3 Std.
R2
Windows 2K3 Std.
R2
Windows 2K3 Std.
R2

HP
HP
HP
HP

2 x QuadCore 2.66
GHz
1 x QuadCore 2.66
GHz
1 x QuadCore 2.66
GHz
2 x QuadCore 2.66
GHz
2 x QuadCore 2.66
GHz1

4
4
4
4
4

OpenSuse 11.2

HP

Windows 2K3 Std.


R2

Dell

1 x XEON 2 GHZ

LotusDomino

Lotus Notes

Centos 5

Dell

2 x XEON 2 GHZ

BaseDeDatos

Base de datos

Windows 2K3 Std

Dell

1 x XEON 2 GHZ

Web-Server

Servidor Web

Centos 5

Dell

1 x XEON 2 GHZ

gye-pm-nas01

NAS

Windows 2K3 Std.


Appliance versin

Dell

1 x Xeon 3.06 GHZ

uio-pm-ctmails01

FAX-SERVER

Windows 2008 Std.

HP

1 x Xeon 2.27 GHz

RAM

Tabla 2. 2: Servidores Fsicos

11

2HD x 72GB Raid


0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+1
2HD x 72GB Raid
0+
2HD x 300 GB
Raid 0+1
2HD x 300 GB
Raid 0+1
2HD x 300 GB
Raid 0+1
2HD x 300 GB
Raid 0+1
2HD x 20 GB Raid
0+1, 6HD x 72GB
Raid 5
2 HD x 250 Gb
Raid 0 + 1

Nombre Servidor

Roles

Sistema Operativo

uio-vm-bdds04
uio-vm-prbs01
uio-vm-prxs01
uio-vm-avirs01
uio-vm-avirs01
uio-vm-DCS03
uio-vm-intranets01
uio-vm-mons01
uio-vm-bdds01
uio-vm-bscs01
uio-vm-mintapps01
uio-vm-mintelsql
uio-vm-accs01
uio-vm-DCS02
uio-vm-admconts01
uio-vm-web
uio-vm-web
uio-vm-sms01
uio-vm-DCS01
uio-vm-web
uio-vm-vpns01

Base de datos, Olympo V7


Pruebas
Proxy
Antivirus
Base de datos
DomainControler
Web Server
Monitoreo
Base de datos
BalanceScoreCard
Aplicaciones
Base de datos
Control Acceso
DomainControler
Web Server
Web Server
Web Server
SMS
DomainControler
Web Server
VPN

Windows 2K3 Std


Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2000 Server
Windows 2K3 Std. R2
OpenSuse 11.2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
OpenSuse 11.2
OpenSuse 11.2
OpenSuse 11.2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
OpenSuse 11.2
Windows 2K3 Std. R2

uio-vm-praps01

Aplicaciones

Windows 2K3 Std. R2

512Mb

20

uio-vm-O3s01
uio-vm-ias01
uio-vm-fms01
uio-vm-wsus01
uio-vm-bdds02

O3 Server
IAS
Aplicaciones
Aplicaciones
Pruebas

Windows 2000 Server


Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
Windows 2K3 Std. R2
12

768Mb
448Mb
512Mb
512Mb
384Mb

30
15
30
50
30

Tabla 2. 3: Servidores Virtuales

11

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos


Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos

12

1GB
824 Mb
1GB
1GB
1GB
512Mb
768Mb
768Mb
512Mb
512Mb
1GB
896Mb
512Mb
512Mb
256Mb
256Mb
256Mb
768Mb
640Mb
768Mb
448Mb

Disco Duro
40
30
25
25
20
20
40
33
30
20
30 + 100 (SAN)
25
33
30
30
30
20
30
15
30
8

71

2.3.1.2 Aplicaciones y Servicios


2.3.1.2.1

Aplicaciones

La institucin cuenta con una serie de aplicaciones para que los usuarios de las
diferentes direcciones puedan cumplir con sus actividades laborales. A
continuacin se describen las aplicaciones que se utilizan. Mayor informacin
referirse al Anexo C.
SISTEMA

VERSIN

Sistema de Facturacin de
Frecuencias (SIFAF)

3.0

Sistema de Gestin del


Espectro radioelctrico (SIGER)
Sistema de Registro de Ttulos
Habilitantes (SACOF)

3.0
4.0

Sistema de Trmites (SISTRA)

1.0

Sistema de Registro de
Documentos (SISRED)

1.0

Sistema de registro y control de


guas de entrega (SISGUIA)

2.0

Sistema de Registro de
Cybercafs (SACYB)

1.0

BPMUltimus

Sin versin
definida

Olympo

1.0

Spectra

3.8.5.0.7

DTS

3.0

ALFRESCO
INTRANET
Aula virtual

3.2
2.0.15
1.9.9+

PORTAL WEB

1.5.2

REGISTRO DE CIBERCAFES
WEB

Sin versin
definida

Ficha Laboral

1.0

Siger-Suptel

2.0

Siratv-Sifaf

1.0

DESCRIPCIN
Este sistema maneja los datos necesarios para la emisin de las
facturas por uso de frecuencias lo cual es la fuente de ingreso
institucional.
Este sistema permite manejar todos los datos tcnicos sobre
concesionarios, frecuencias, contratos, circuitos, etc.
Este sistema facilita el manejo de la informacin legal para la
administracin de contratos por uso de frecuencias.
Este sistema permite el registro de los trmites que ingresan a la
SENATEL
Este sistema permite el registro de los documentos internos que
circulan entre las diferentes direcciones de la SENATEL.
Este sistema facilita el registro e impresin de las guas de
despacho de documentos de la SENATEL con ServiEntrega y otros
couriers.
Este sistema registra los ciber cafs a nivel nacional.
Sistema de automatizacin de procesos de Concesin de
Frecuencias, Emisin de Permisos de Redes Privadas y Certificados
de Modulacin Digital de Banda Ancha.
Este sistema maneja los mdulos de roles y activos fijos de la
Institucin. La empresa encargada de dar soporte a este software es
PROTELCOTELSA.
Sistema de gestin y administracin del espectro radioelctrico.
Sistema de manejo y seguimiento de trmites de la SENATEL.
Sistema de manejo y control documental de la SENATEL.
Administra peticiones de soporte e informacin institucional.
Aula virtual para gestionar el conocimiento colectivo institucional.
1. Publicacin de estadsticas del sector.
2. Informacin institucional (eventos, quejas, reclamos).
3. Ley de transparencia de informacin LOTAIP.
4. Publicacin de resultados en servicios institucionales.
Registra y administra Cyber Cafs.
Sistema de registro de datos informativos de los funcionarios de la
SENATEL.
Sistema de consulta de informacin tcnica que almacena el
sistema Spectra.
Interfaz entre el sistema Siratv (Supertel)-Sifaf (SENATEL), para
facturacin en lnea de las frecuencias de radiodifusin y televisin.
13

Tabla 2. 4: Aplicaciones Institucionales

13

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos.

72

2.3.1.2.2

Servicios

La institucin cuenta con servicios tales como: Internet, correo electrnico,


servicios de red, Active Directory, entre otros. Donde cada uno de ellos poseen
herramientas para que su administracin sea factible.
El servicio de Internet posee un Servidor Proxy, para acceder o denegar accesos,
tambin se utiliza SurfControl como una herramienta de filtrado de contenidos, es
decir, evita el abuso en los accesos inapropiados de Internet provocados por el
usuario como la descarga excesiva de msica, videos, juegos, etc. Adems
gestiona el ancho de banda asignando cuotas14a los distintos grupos de usuarios.
SERVICIOS

Internet
Correo
Electrnico
Antivirus
WEB

COMPONENTES
Servidor Proxy
SurfControl

Gestin de Ancho de Banda, definicin de permisos y reglas.

Firewall
Microsoft
Exchange
Servidores
Antivirus

Proteccin contra intrusos, definicin de reglas y bloqueos.


Alta disponibilidad, seguridad, proteccin de spam y malware,
respaldo y restablecimiento.
Configuraciones, proteccin de clientes, deteccin y reaccin,
actualizacin sistemtica y creacin de respaldos.
Administracin de contactos, servicio online de atencin y
respuesta, comparticin de documentos, datos y multimedia.
Resolucin de nombres para redes basadas en TCP/IP.
Centraliza y maneja la asignacin automtica de direcciones
IP a los ordenadores, facilita no tener que configurar
manualmente cada ordenador perteneciente a la red.
Servidor de acceso a la red, almacenamiento de informacin,
comparticin de recursos de red, archivos, carpetas, etc.

Servidor WEB
DNS

Servicios
de Red

DHCP
NAS

Active
Directory

de

DESCRIPCIN
acceso y filtracin

Configuraciones
contenido.

solicitudes

respaldo

de

Sistema
Operativo

Polticas, usuarios, grupos de usuarios,


informacin, actualizacin permanente.

de

Servidor

Administracin de usuarios y recursos de red, sistemas de


autenticacin y autorizacin, escalabilidad y flexibilidad,
consolidacin de directorios.

Tabla 2. 5: Servicios de la Institucin15

14

Cuotas.- Es el lmite que se asigna para subir o descargar archivos de video, msica, texto
durante un periodo de tiempo especificado.
15
Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos

73

2.3.2 DISPOSITIVOS DE RED


2.3.2.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD
La Tabla 2.6 muestra un resumen de los dispositivos de conectividad que existen
en la red que conforma la SENATEL. La distribucin de los equipos no obedece a
ningn modelo jerrquico de red, se mantiene con una topologa fsica en estrella,
dado que la implementacin de red obedece a las necesidades y al crecimiento
de la Institucin. Posee varios equipos de conectividad inoperantes, este hecho se
tomar en cuenta para el rediseo de la red, con el fin de ahorrar recursos

Direccin
General
Informticos

de

Planta Baja

de

Sistemas

Direccin General de Servicios de las


Telecomunicaciones
Direccin General de Planificacin
Direccin General de Planificacin
Direccin General Financiera
Direccin General
de Gestin del
Espectro Radioelctrico
Secretaria General
Direccin General
de Gestin del
Espectro Radioelctrico
Despacho
Sala de Reuniones
CONATEL
Sala de Reuniones
Direccin General Jurdica

Puertos
Disponibles

Recaudacin
Centro de Atencin al Usuario
Archivo
Sala de Reuniones
Centro Mdico
Archivo
Direccin General de Control
Gestin
Direccin General Jurdica
Departamento de Talento Humano
Direccin General Financiera

Switch
Modelo

Puertos
Utilizados

Piso

Nmero de
Puertos

Departamento

Cantidad

econmicos.

3COM 4200

26

17

Cisco Catalyst 2960G

48

20

28

Primero

Cisco Catalyst 2960G

48

24

24

Segundo

Cisco Catalyst 2960G

48

31

17

Tercero

Cisco Catalyst 2960G

48

27

21

Cuarto

1
1
1
1
1

Cisco Catalyst 2960G


Cisco Catalyst 3750G
Cisco Catalyst 3750G
Cisco Catalyst 3750G
Cisco Catalyst 3750G

48
24
24
24
24

19
24
0
6
3

29
0
24
18
21

Quinto

Cisco Catalyst 2960G

48

24

24

Sexto

Cisco Catalyst 2960G

48

21

27

Sptimo

Cisco Catalyst 2960G

48

23

25

Octavo

Cisco Catalyst 2960G

48

29

19

Noveno

Cisco Catalyst 2960G

48

24

24

Dcimo

Cisco Catalyst 2960G

48

28

20

Onceavo

Cisco Catalyst 2960G

48

21

27

Doceavo

Cisco Catalyst 2960G

48

41

Tabla 2. 6: Dispositivos de red de la SENATEL16

16

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos.

74

Como se puede observar en algunos casos el nmero de puertos utilizados se


encuentra en el lmite con respecto al nmero de puertos que posee el switch,
mientras que en otros casos ningn puerto del switch est siendo utilizado o el
uso de los puertos es mnimo.
En el rediseo se buscar distribuir los switches con la finalidad de aprovechar los
puertos disponibles que posee cada switch sin dejar de lado el crecimiento de la
Institucin. La Figura 2.3 muestra el diagrama de la red actual con los respectivos
dispositivos de conectividad que la componen.
2.3.2.2 DISPOSITIVOS TERMINALES
Los equipos terminales que la red posee son computadoras de escritorio,
computadoras porttiles, impresoras de red, etc. Los computadores de escritorio
son de uso personal de los usuarios para acceder a recursos de la red y realizar
tareas de oficina. Para cada direccin hay una impresora de red, estas son
configuradas

de

tal

manera

que

solo

el

personal

del

departamento

correspondiente pueda acceder a sta.


La mayora de computadoras de escritorio que se utilizan son de marca HP. La
informacin propia de los usuarios se almacena en el disco duro, pero si es
informacin con respecto a la institucin es almacenada en el servidor uio-pmnas01, como parte de la experiencia laboral se requiere incremento en la
capacidad de almacenamiento a peticin de los usuarios de las diferentes
direcciones debido a la necesidad de respaldar su informacin.
El Sistema Operativo que las computadoras de escritorio poseen es Microsoft
Windows XP Professional, en algunas porttiles se tiene el MS Windows Vista
Professional. La mayora de las aplicaciones estn basadas en la plataforma de
Microsoft como: para ofimtica MS Office 2007, MS Internet Explorer 7 para
acceso a la web, etc.

75

76

En las Tablas 2.7 y 2.8 se observan las caractersticas principales de los equipos
terminales que hacen uso los usuarios y el administrador de red. En la Tabla 2.9
se muestra usuarios por piso y por seccin de estos equipos.
COMPUTADORES
Detalle
HP/DELL/Clon
COMPAQ DC5800/ OPTIPLEX 780

Caractersticas
Marca
Modelo
Procesador
Almacenamiento
Memoria
Tarjeta NIC

Intel/Intel mobile 2-3Ghz


200-500 GB
1-4GB
FAST ETHERNET 10/100 Mbps

IMPRESORAS
Detalle
HP
3015dn/ 3525dn/3000n/4250n

Caractersticas
Marca
Modelo
Procesador
Resolucin
Memoria
Tarjeta NIC

200-366 MHz
1200x1200 dpi
128-640 Mb
FAST ETHERNET 10/100 Mbps
17

Tabla 2. 7: Caractersticas Computadores e Impresoras


CMARAS
Caractersticas Detalle
Marca
Vivotek
Modelo
PZ6114
Grabacin
30 FPS
Compresin de
video
Puerto de red

TELFONOS
Detalle
3COM
3C1040 1A/3102/3C10248PE
3Com NBX 100, SuperStack 3 NBX,
3Com VCX V7000 IP
G.711, G.722, G.729ab, ADPCM

MJPEG

Caractersticas
Marca
Modelo
Plataformas
compatibles
Cdecs de voz

Fast Ethernet 10/100


Mbps

Cantidad
de
puertos de red

2 x Ethernet 10Base-T/100Base-TX

Tabla 2. 8: Caractersticas de Cmaras y Telfonos18

Piso

Computadores

Impresoras

Cmaras IP

Telfonos
IP

Seccin A

Seccin B

Planta Baja
1

10
5

5
9

3
4

2
1

8
4

11

14

18

13

23

13

13

10

12

12

11

12

10

11

12

12

43

11

104

Total

215

Tabla 2. 9: Nmero de Dispositivos terminales de la Red

17
18

Observar Data Sheet de los equipos en el Anexo D


Observar Data Sheet de los equipos en el Anexo D

77

2.4

ANLISIS DEL SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO

La institucin no cuenta con un SCE, la infraestructura que posee se ha sido


implementada con el ingreso continuo de los usuarios, es decir, son ubicados en
las diferentes reas sin antes haber planificado una estacin de trabajo o el
crecimiento de la institucin, en la mayora de casos el punto de red se lo obtiene
directamente del switch o de alguna oficina cercana. El cableado horizontal se
extiende por toda el rea del edificio por canaletas para uno, dos o cinco cables,
pero stas soportan ms del valor permitido (observar Figura 2.4).

Figura 2. 4: Canaleta piso 8


Existen cajetines de una, dos, tres y cuatro salidas, para la transmisin de datos.
En pocas reas de la institucin se han etiquetado los faceplate19, tal como se
muestra en la Figura 2.5. Muchas de las etiquetas no corresponden a lo
numerado con el switch y no obedecen al estndar.

Figura 2. 5: Puntos de red piso 7

19

Faceplate.- Cubierta, se encuentra en presentacin sencilla, doble o cudruple.

78

En el cuarto de equipos se encuentran los equipos de conectividad, UPSs y


servidores conectados a una sola toma elctrica, si por algn descuido es
desconectada deja inhabilitada la red a todos los usuarios.
En los racks ubicados en el

cuarto de equipos y en el cuarto de

telecomunicaciones (Figuras 2.8 y 2.9), existen cables UTP que se encuentran


conectados con el switch pero estos puertos no cumplen funcionalidad alguna.

Figura 2. 6: Servidores Fsicos

Figura 2. 7: Servidores Fsicos Rack 1 y Rack 2

79

Cuarto de telecomunicaciones.

Figura 2. 8: Cables UTP en mal estado

Rack del Cuarto de Equipos

Figura 2. 9: Rack para equipos de conectividad


El Figura 2.10 muestra el plano de los puntos de red del piso 7, en este ejemplo
se evidencia que el sistema de cableado estructurado actual no cumplen con las
normas y

estndares requeridos, los pisos restantes presentan similares

caractersticas que el descrito. En los pisos 10 y 12, se deber tener en cuenta


que existen salas de video conferencia. En el rediseo del sistema de cableado
estructurado se propondr un esquema que cumpla con las normas y estndares
y sea transparente para el usuario final.

DIRECCIN GENERAL FINANCIERA

PISO 7

ARCHIVO

TESORERA
SUAD

ARCHIVO

ARCHIVO

RACK

RACK

CANALETA
PLASTICA

SALIDA TRIPLE

SALIDA DOBLE

SALIDA UNICA

LEYENDA

80

5
6
7

3
8

10

RACK

81

El nmero de puntos de red por piso se muestra en la Tabla 2.10; cabe recalcar
que no todos los puntos de red estn siendo utilizados (observar Figura 2.5). Los
puntos de red se utilizan para conectar estaciones de trabajo, equipos de
conectividad, impresoras, cmaras, lectores de tarjetas, etc.

Departamento
Recaudacin
Centro de Atencin al Usuario
Archivo
Sala de Reuniones
Centro Mdico
Archivo
Direccin General de Control de Gestin
Direccin General Jurdica
Departamento de Talento Humano
Direccin General Financiera
Direccin General de Sistemas Informticos
Direccin General de Servicios de las Telecomunicaciones
Direccin General de Planificacin
Direccin General de Planificacin
Direccin General Financiera
Direccin General de Gestin del Espectro Radioelctrico
Secretaria General
Direccin General de Gestin del Espectro Radioelctrico
Despacho
Sala de Reuniones
CONATEL
Sala de Reuniones
Direccin General Jurdica
Total

Piso

Puntos de
Red

Planta Baja

33

28

32

30

4
5

32
29

27

7
8

27
37

31

10

28

11

32

12

28
394

Tabla 2. 10: Resumen de puntos de red por piso


El backbone es de fibra ptica multimodo 62.5/125m de ndice gradual de 4
hilos, posee una topologa en estrella, al switch de core cisco 3750 G se conectan
switches cisco 2960G ubicados en la sala de telecomunicaciones de cada piso,
con conectores tipo SC, diseado para aplicaciones Gigabit Ethernet.

82

Figura 2. 11: Enlaces de Fibra ptica SENATEL20


El nodo principal de la red vertical se encuentra ubicado en el cuarto de equipos
en el cuarto piso en un rack abierto de 42 UR21 que contiene el switch de Core,
servidores, entre otros dispositivos de red, cada cuarto de telecomunicaciones
posee un rack de 8 UR excepto el de la planta baja que posee un rack de 12 UR. .

Figura 2. 12: Tamao de racks por piso


20
21

Fuente: Foto tomada del Rack principal de la SENATEL.


UR: Unidades de rack

83

El formato para etiquetar los puertos es la ubicacin por nmero de piso, como se
puede observar en la figura 2.13:

Figura 2. 13: Formato de etiquetas utilizadas 22


El diagrama del cableado vertical de la SENATEL se muestra en la Figura 2.14:

Figura 2. 14: Diagrama vertical de la SENATEL


22

Foto tomada del Rack principal de la SENATEL.

84

Por lo expuesto en la secciones 2.3, 2.4 y 2.5, es necesario realizar el rediseo de


la red que soporte el crecimiento continuo de la institucin, el almacenamiento de
informacin, la comparticin de recursos, nuevas aplicaciones, etc.; en base a los
estndares, con el uso de la tecnologa actual, donde no se deje de lado la
seguridad y la administracin de la misma.

2.5

DESCRIPCIN DE LAN

En el edificio matriz de la SENATEL se conecta toda la red LAN por medio del
Switch de Core Cisco 3750G ubicado en el cuarto de equipos en el cuarto piso.
En la Figura 2.3 se puede observar que los usuarios se conectan al switch de
acceso Cisco Catalyst 2960G ubicados en cada piso de la institucin. En cada
piso existe un cuarto de telecomunicaciones con su respectivo rack. Los switches
de acceso de cada piso se conecta directamente con el switch de Core, ste
gestiona y distribuye el trfico hacia los diferentes segmentos que constituyen la
red. El switch de Core est constituido por 4 switches de Capa 3 Cisco Catalyst
3750G conectados en STACK funcionando como una sola unidad, este brinda
conectividad a los switches de acceso, servidores, router de Internet y a sus
regionales (Guayaquil y Cuenca).
Los servidores estn directamente conectados con el switch de core les que hace
vulnerables a posibles ataque, si se realiza una operacin de instalacin tpica, el
sistema no es seguro debido a que los usuarios descargan servicios de red que
no son necesarios, es decir, se da la posibilidad de ms puertos sean
monitorizados por hackers y as filtrar la informacin.
La red posee un Firewall Fortinet 310B donde sus diferentes interfaces se enlazan
a las redes LAN y WAN. Como se puede observar los enlaces de la red no
poseen redundancia y su arquitectura es centralizada, es decir, si algn switch de
acceso falla todo el piso se quedar sin servicio de red, y el caso ms crtico aun
es si el switch de Core falla, toda la red de la SENATEL

quedara sin

funcionamiento. En la Figura 2.3 se muestran las conexiones de la red LAN,


descritas en esta seccin.

85

La SENATEL tiene como dominio de Internet conatel.gob.ec, el direccionamiento


IP est dividido en VLANS con mascara de red 255.255.255.0, como se muestra
en la Tabla 2.11:
VLAN
1
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120

SUBRED
192.168.147.0
192.168.129.0
192.168.1.0
192.168.130.0
192.168.131.0
192.168.132.0
192.168.133.0
192.168.134.0
192.168.135.0
192.168.136.0
192.168.137.0
192.168.138.0
192.168.139.0
192.168.140.0
192.168.141.0
192.168.142.0
192.168.162.0
192.168.143.0
192.168.144.0
192.168.145.0
192.168.146.0

NOMBRE VLAN
Red SWITCHES
Servidores
Internet
Despacho CONATEL
Despacho SENATEL
Secretara General
CONATEL
Servicios Telecomunicaciones
Jurdico
VACANTE
Administrativo Financiero
Gestin del Espectro
Informtica
Red VPN
Planificacin
Auditora
Regionales
Control de Gestin
Vlan Pruebas
Reuniones
W-SNT

Tabla 2. 11: Direccionamiento IP23


2.5.1 ANLISIS DEL TRFICO LAN
Para el anlisis del trfico de la LAN

se activ el Protocolo Simple de

Administracin de Red (Simple Network Management Protocol, SNMP24) en los


switches de Core. Se instal el PRTG (Paessler Router Traffic Grapher) en un
servidor virtual uio-vm-prtgs01, ste posee una gran variedad de herramientas
para medir el trfico en una red IP. Para trfico mximo se toma como referencia
el valor ms significativo medido en un da, una semana, un mes o un ao. En
este caso se realiz la medicin del trfico en el periodo de marzo septiembre
de 2011, se tom la semana del 11 al 15 de julio de 2011. Semana que gener
mayor cantidad de trfico debido a que es el perodo de aprobacin del plan anual
23
24

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos


Observar Anexo E

86

de inversin 2012. Obtenindose los resultados que se muestran en la Figura


2.15:

Figura 2. 15: Trfico de entrada y salida, semana 11 15 de julio de 2011


En la Figura 2.15 se puede observar claramente el trfico de entrada y de salida
que se genera predominando el trfico de salida con una relacin de 4 a 1:


El trfico generado por la SENATEL se realiza en las horas de 8:00 20:00 que
es el horario donde los funcionarios realizan sus actividades. Las funciones
realizadas en fines de semana son muy pocas al igual que en las noches. El da
donde se genera ms volumen de trfico es el lunes, debido a que los
funcionarios tienen que entregar informes, oficios, memorandos, etc., sto puede
apreciar en el Anexo F.
La Tabla 2.12 muestra el volumen y la velocidad de trfico que se gener en la
semana del 11 15 de julio de 2011, donde las caractersticas y valores
promedios que se genera en los pisos de la institucin se muestran en la Figura
2.16 y 2.17.

87

PISO
Planta Baja
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
PROMEDIO

Volumen
Trfico de Entrada
KByte
114,838
1073,071
89,806
271,788
221,446
149,403
206,657
242,521
249,430
67,024
170,901
166,003
105,093
240,614

Trfico de Entrada
kbit/s
252,958
2,954
204,391
618,491
466,545
340,008
390,775
161,994
211,941
152,525
388,923
377,779
239,183
292,959

Volumen
Trfico de Salida
KByte
2203,138
382,296
651,017
284,127
430,218
317,053
294,989
185,543
288,657
227,9847
173,378
160,907
90,692
437,692

Trfico de Salida
kbit/s
5172
2748
2031
666
1048
748
674
416
847
559
401
258
234
1215,538

Tabla 2. 12: Trfico generado del semana del 11 15 de julio de 2011

En la Figura 2.15 se puede observar que los valores mximos de trfico son de
789 Kbps de entrada y de 3063 Kbps de salida. Los resultados obtenidos del
monitoreo de cada piso se puede observar en el Anexo F. El trfico promedio
generado es de 292,959 Kbps de entrada y 1.215,538 Kbps de salida, este valor
es tomado como referencia para conocer el nivel de utilizacin del enlace.
Es importante destacar que el trafico pico es donde se satura el enlace, es decir si
se toma en consideracin este tipo de trfico se asegura que la red soportar un
pico, mientras si se toma en cuenta el trfico promedio cuando ocurra un pico la
red se saturar.

88

Figura 2. 16: Volumen promedio de la red LAN por pisos.

Figura 2. 17: Velocidad promedio de la red LAN por pisos


La capacidad del enlace es de 2048 Kbps comparado con el promedio de
utilizacin que es de 1215,538 kbps,

se puede concluir que el enlace sta

subutilizado, pero para la percepcin de los usuarios el servicio que se brinda


tanto para el acceso al servicio de Internet o a las aplicaciones que maneja la
institucin es deficiente, debido a que no existe un anlisis del trfico que cursa la
red, de tal manera que se asigne un ancho de banda adecuado a cada piso y a
las necesidades de los usuarios.

89

2.6

DESCRIPCIN DE WAN

La SENATEL dispone de acceso a la red de datos mediante un servicio Clear


Channel25, capacidad de 4096 kbps para Quito y una capacidad de 2048 Kbps
para las regionales de Guayaquil y Cuenca, contratados con Global Crossing
Los dispositivos que se utilizan para estos enlaces son un router Cisco 1800, el
cual interconecta a la LAN de la SENATEL con el internet, las regionales

MINTEL (Ministerio de Telecomunicaciones y de la Sociedad de la Informacin).


Mientras que en el lado de las regionales y el MINTEL poseen un router Cisco
800.
La Figura 2.18 muestra como son los enlaces en la red WAN.

Figura 2. 18: Diagrama de la red WAN de la SENATEL

25

Clear Channel.- Servicio de lnea privada para la transmisin de datos a travs de la Red TDM,
permite que el ancho de banda de punta a punta sea exclusivo del contratante, donde se puede
transmitir cualquier tipo de informacin. Estas lneas poseen alto rendimiento y eficiencia en las
transmisiones.

90

2.6.1 ANLISIS DEL TRFICO DE LAS REGIONALES (GUAYAQUIL Y


CUENCA)
La SENATEL tiene contratado con la compaa enlaces simtricos de 2048 kbps
para las sucursales de Cuenca y Guayaquil, como la Institucin comparte
informacin con el MINTEL tambin tiene un enlace de 2048 Kbps para dicha
Institucin. El servicio de Internet es de 4096 Kbps que es repartido a las
sucursales de Cuenca (1024 Kbps) y Guayaquil (1024 Kbps) desde la matriz,
estos enlaces son conectados desde la matriz por medio de enlaces de radio,
como se muestra en la Figura 2.19. En la Figura 2.20 se puede observar el trfico
que generan las sucursales, se considera que 4096 Kbps es el 100% de la
capacidad del enlace, entonces se tiene un trfico de entrada pico de 1042 Kbps
y de salida 4907Kbps, siendo el consumo del canal del 25% y 119%.

Figura 2. 19: Radio Enlace

Figura 2. 20: Enlace Regionales

91

La tabla 2.13 muestra el promedio del trfico generado en la semana de mayor


afluencia, para el canal de entrada se tiene 323,98 Kbps ocupando
aproximadamente el 7,9%, mientras que para el de salida se tiene un promedio de
1680,35 Kbps siendo la ocupacin del canal el 41,01%,

Sitio
REGIONALES

Volumen
Trfico de Entrada
KByte
145,41

Trfico de
Entrada
kbit/s
323,68

Volumen
Trfico de Salida
KByte
862,86

Trfico de
Salida
kbit/s
1680,35

Tabla 2. 13: Promedio de trfico generado en los enlaces

Tasa de ocupacin de un enlace: corresponde al porcentaje mximo del


enlace de subida y de bajada, entre un ISP26 y de respectivo PIT27 o entre
PITs conectados, en un determinado periodo de tiempo. Se informa el valor
mximo de las distintas conexiones al PIT. Valor: 59%. [10]

Si se toma en consideracin la tasa de ocupacin de un enlace para el valor pico,


el enlace se encuentra saturado, pero si se toma el valor promedio el enlace
soportara la implementacin de aplicaciones o servicios debido a que no sobre
pasa el 59%.
Para el caso se tomar en consideracin el valor pico para no saturar la red y se
puedan implementar nuevos servicios, recursos y aplicaciones sin ningn
problema.

2.7

DESCRIPCIN DEL SISTEMA DE TELEFONA IP

El sistema de telefona de la SENATEL est constituido por una central 3COM


NBX V3000 con 4 puertos FXO28 y 1 puerto FXS29, sta se encuentra en el cuarto

26

ISP.- Proveedor de Servicios de Internet ( Internet Service Provider)


PIT.- Punto de Intercambios de Trfico
28
FXO.- La interfaz de abonado externo es el puerto que efectivamente enva la lnea analgica al
abonado. En otras palabras, es el enchufe de la pared que enva tono de marcado, corriente para
la batera y tensin de llamada. http://www.3cx.es/voip-sip/fxs-fxo.php
27

29

FXS.-Interfaz de central externa es el puerto que recibe la lnea analgica. Es un enchufe del
telfono o aparato de fax, o el enchufe de su centralita telefnica analgica. Enva una indicacin
de colgado/descolgado (cierre de bucle). Como el puerto FXO est adjunto a un dispositivo, tal

92

de equipos, la tecnologa utilizada es completamente IP basada en el protocolo


SIP, soporta extensiones analgicas y consola de operadora. En la actualidad el
sistema trabaja con direcciones IP estticas, pero tambin puede trabajar con
direcciones IP dinmicas o VLANs. Permite

la identificacin, desvi y

transferencia de llamadas. En la figura 2.16 se muestra como es la conexin con


la central telefnica.
El servicio de telefona al momento es deficiente, los usuarios han manifestado
cortes continuos mientras se encuentran en una llamada, tambin se presenta la
interferencia de una llamada con otra.

Figura 2. 21: Diagrama del Sistema Telefnico IP

2.8

POLTICAS DE ADMINISTRACIN Y SEGURIDAD

La red de la SENATEL es administrada por una sola persona, en el horario de


8:00 am a 5:00 pm. Dado que los servicios y aplicaciones que la Institucin posee
son complejos, se tiene a seis personas para su administracin y mantenimiento,
para el servicio tcnico en general se tiene a una persona. Algunas de las
polticas que se manejan a nivel de seguridad y administracin son las siguientes:
como un fax o telfono, el dispositivo
FXO.http://www.3cx.es/voip-sip/fxs-fxo.php

menudo

se

denomina

dispositivo

93

Acceso al Cuarto de Equipos es solo para personal autorizado.


La ventilacin en el Cuarto de Equipos es adecuada.
Conexin a tierra para mantener los equipos protegidos de descargas
elctricas.
Los dispositivos de red (switches, routers, firewall, etc.) tienen configuradas
contraseas para el acceso a consola y a la terminal virtual.
Las estaciones de trabajo tienen una cuenta de administrador y una cuenta
de usuario, cada uno con su respectiva contrasea, lo cual permite
administrar los permisos para cada cuenta.
El tamao mximo permitido de carga no sobre pasa los 5MBytes, as se
pretende evitar la congestin en la red y el mal uso del servicio del Internet.
Bloqueo de pginas web que no contribuyan con el trabajo realizado por los
usuarios como: pginas pornogrficas, descargas de video, juegos online,
etc.

2.9

PROTOCOLOS UTILIZADOS

Una parte fundamental de la red LAN son los protocolos que se manejan dentro
de la red, donde se identifica el tipo de paquetes que estn circulando, adems de
su origen y su destino. Con la ayuda del software del equipo NetEnforcer se
monitoreo los protocolos que se encuentran ms activos. Algunos de los
protocolos se puede observar en la Figura 2.22:

HTTP (Hypertext Transfer Protocol).

SSL (Secure Socket Layer).

SMTP (Simple Mail Transfer Protocol).

SMB (SAMBA).

SNMP (Simple Network Management Protocol).

FTP (File Transfer Protocol).

IP (Internet Protocol).

UDP (User Datagram Protocol).

94

Se puede observar que el protocolo ms utilizado es el HTTP, debido a que la


mayor cantidad de aplicaciones que brinda la SENATEL son administrados
mediante una interfaz web, adicionalmente las consultas que se realizan a las
paginas web permitidas.

Figura 2. 22: Protocolos ms activos de la SENATEL

2.10 REQUERIMIENTOS
2.10.1 INFRAESTRUCTURA DEL CABLEADO ESTRUCTURADO

La Institucin no lleva una documentacin y administracin de acuerdo a la


Norma ANSI/EIA/TIA-606-A, razn por la cual cuando un punto de red se

95

daa ya sea en el cuarto de equipos, cuarto de telecomunicaciones o rea


de trabajo no se realiza notificacin alguna.

Los puntos de red deben ser certificados y etiquetados respecto a la a la


Norma ANSI/EIA/TIA-606-A.

Los puntos de red no utilizados deben ser inhabilitados, en la actualidad se


tiene un bajo nivel de seguridad cualquier usuario puede ingresar con un
cable UTP al cuarto de telecomunicaciones y acceder a la red.

La infraestructura de cablead del edificio no est diseado bajo ninguna


norma y estndares, es necesario realizar el diseo que sea certificado bajo
las normas ANSI/EIA/TIA-568-C

En el cuarto de telecomunicaciones y cuarto de equipos, se debe mejorar las


condiciones fsicas.

En cuanto a conexiones de equipos se debe seguir la norma ANSI/EIA/TIA568-C.1 para evitar que equipos terminales se conectan directamente al
switch sin pasar por el patch panel.

2.10.2 ESTRUCTURA DE LA RED DE DATOS


Por la red de datos circula trfico de los servicios de voz, datos y video, sin
diferenciar uno del otro.
A continuacin se describen algunas caractersticas que est posee:

La estructura actual y la topologa de la red actual carece de redundancia y


de balanceo de carga.

Los usuarios no estn capacitados para el uso correcto del servicio de


Internet

Las claves de seguridad para acceso a los computadores, intranet o para las
aplicaciones que manejan deben contener maysculas, minsculas,
nmeros y caracteres.

Las polticas de seguridad fsicas y lgicas descritas en el apartado 2.8 no


son enrgicas, es decir, no poseen un plan de seguridad informtico que

96

incluya polticas de acuerdo a lo que la institucin necesite y se requiere


implementar polticas de seguridad para la aplicacin de las mismas.

La red actual est diseada por capas. En el rediseo de la red se


mantendr este diseo para optimizar la utilizacin de equipos y tener una
mayor disponibilidad por medio de la redundancia de los equipos.

Seguridad en las impresoras mediante el uso de contraseas.

Se necesita de un programa o herramienta para que administre y monitoree


enlaces LAN/WAN, as como activar el SNMP en cada uno de los switches
que se instalarn en el rediseo de la red para ser administrados.

Se requiere homogeneidad en las marcas de los equipos para que puedan


ser administrados por el mismo programa de ser necesario.

Existe una subutilizacin de direcciones IP debido a que no estn asignadas


ordenadamente, tanto usuarios como impresoras son mezclados en la
asignacin, se debera organizar y documentar.

En el cuarto de equipos existe switches que estn subutilizados, es decir que


solamente se ocupa 4 o 5 puertos de 24 puertos que poseen, se debera
buscar la manera de que estos sean optimizados.

Se maneja un servicio telefnico IP con direccionamiento esttico que posee


fallas como: la prdida de audio en las conversaciones, lentitud del marcado
y prdidas de las llamadas.

Posee servicio de video que ha sido implementado en un computador sin


dimensionar las caractersticas que ste necesita.

97

REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 2


LIBROS
[1]

Stallings, W., Comunicaciones y Redes de Computadoras,

Pearson

Educacin, Madrid, 2004.


[2]

Tanenbaum, A., Redes de Computadoras, Prentice Hall, Mxico, 2003.

FOLLETOS
[3]
[5]

Cisco Certified Network Associate, Cisco CCNA Mdulo 2 - Conmutacin y


Conexin Inalmbrica de LAN/ 2011 [4] PLAN
PLURIANUAL
INSTITUCIONAL 2010 2013
Gonzlez, F., Sistemas de Cableado Estructurado, Escuela Politcnica
Nacional, 2008

[6]

Hidalgo, P., Redes TCP/ IP , Escuela Politcnica Nacional, Marzo 2009

[7]

Hidalgo, P., Redes de rea Local, Escuela Politcnica Nacional, Marzo


2008.

PROYECTO DE TITULACIN
[8]
[9]

Bazurto, J., Mena, D., REDISEO DE LA RED DEL INSTITUTO


TECNOLGICO SUPERIOR CENTRAL TCNICO, Quito, Escuela
Politcnica Nacional, Octubre 2011.
Morales, F., Sarabia, D. REINGENIERA DE LA RED DE DATOS
CORPORATIVA DE LA EMPRESA ALIANZA COMPAA DE SEGUROS Y
REASEGUROS S.A. PARA LA INTEGRACIN DE SERVICIOS DE
TELEFONA IP, Quito, Escuela Politcnica Nacional, Noviembre 2011.

PAGINAS WEB
[10]

Calidad y Disponibilidad, [En lnea], Disponible en:


http://personas.entel.cl/PortalPersonas/appmanager/entelpcs/personas?_nf
pb=true&_pageLabel=P2760069104132431242540

98

CAPTULO 3
DISEO DE LA RED DE REA LOCAL
3.1

INTRODUCCIN

El diseo de una red multi - servicios o red convergente, es el planteamiento que


presenta este captulo para la red LAN de la SENATEL, para que la red sea:
escalable, disponible, confiable, y de fcil administracin. Donde su rendimiento
sea ptimo, tenga polticas de seguridad, monitoreo constante, calidad de
servicio, etc.
Se pretende cumplir con las necesidades especificadas en el captulo anterior, el
trfico que demanda para voz, datos y video. En el rediseo de la red de a
SENATEL se considerar que los cambios efectuados sean transparentes para
los usuarios, los cuales se sientan satisfechos con el acceso al servicio de
Internet, aplicaciones y recursos de red. En este captulo se ofrecer un diseo
que cumpla con las normas y estndares que brinde una solucin para el sistema
del cableado estructurado, la topologa lgica y fsica de la red LAN, sugerencias
de polticas de seguridad y calidad de servicio, el dimensionamiento de los
enlaces (Regionales: Guayaquil y Cuenca).
La informacin en la que se basan los clculos realizados fue proporcionada por
la Direccin General de Sistemas Informticos, la mayora de informacin con la
que se realizan los clculos se incluye en la seccin de Anexos, pero informacin
relevante para la institucin no se incluye en ningn apartado de este proyecto de
titulacin debido a que es una institucin pblica que maneja informacin a nivel
nacional y comparte informacin con otras instituciones pblicas.

3.2

ANLISIS DE REQUERIMIENTOS

La red LAN de la SENATEL soportar diferentes tipos de trfico como: el acceso


al servicio de Internet, correo electrnico, base de datos, comparticin de archivos
y recursos.

99

Para la red de voz se mantendr la forma en la que est siendo tratada, es decir,
que es encapsulada en paquetes IP por la red de datos mediante el uso de VoIP,
y adicional se asignar una VLAN para dicho trfico.
La red de video se utilizar la tecnologa de video sobre IP que permite que las
seales de video analgicas con tcnicas de compresin sean transportadas
sobre redes de datos tpicas basadas en IP donde son capturadas, codificadas,
decodificadas y transmitidas sobre la red de datos; como se explic en el Captulo
1.
3.2.1 CRECIMIENTO DE USUARIOS
La SENATEL lleva 16 aos al servicio del pas, donde su personal ha ido
creciendo constantemente conforme las necesidades de la institucin, es decir, a
medida que se han creado nuevos departamentos el personal se ha indo
incrementando. Segn la informacin dada por el departamento de Gestin de
Talento Humano el incremento del personal en los prximos 5 aos
aproximadamente ser del 5%.
El nmero total del personal considerando funcionarios, pasantes, personal de
limpieza, personal de seguridad y conductores, da un total de 260 empleados.
Se debe considerar que no todo el personal tiene acceso a la red de datos, es
decir, a un computador o a los recursos de red, por lo cual el nmero de
empleados total de la empresa no es igual al nmero de empleados que utilizan la
red de datos. Para el clculo del crecimiento estimado de usuarios de datos se
utiliza la ecuacin 3.1

[5]

, se asume un crecimiento de esta naturaleza ya que la

ecuacin representa la realidad que la Institucin presenta (Anexo R):

Ecuacin 3.1

100

Dnde:

= nmero de usuarios proyectados en n aos.

= nmero de usuarios actual.

= porcentaje de crecimiento.
n = nmero de aos.
En la Tabla 3.1 se muestra un resumen del crecimiento de puntos de red
necesarios para usuarios en cada uno de los pisos:

Piso
Subsuelo
1y2
Planta Baja
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Total

Nmero de Usuarios
Actuales
Seccin A Seccin B
---

---

10
5
11
13
5
6
7
7
11
7
1
2
0

5
9
14
23
7
13
6
12
9
8
7
12
5
215

Nmero de Usuarios
Proyectados
Seccin A
Seccin B
2
14
14
14
12
10
10
8
10
10
10
2
4
0

14
12
16
14
10
14
8
14
14
12
8
12
6
274

Tabla 3. 1: Estimacin del crecimiento de usuarios de la red de datos


Como se puede observar en algunos pisos en las diferentes secciones la
distribucin de los usuarios no es equitativa, en el rediseo se distribuir de tal

101

manera que los usuarios puedan moverse dentro del rea de trabajo
cmodamente.
Se debe tener en cuenta que los puntos de datos considerados en la Tabla 3.1
son solo de los computadores, sin tomar en consideracin los puntos de datos
para las cmaras IP, lectores de tarjetas e impresoras.
No todos los empleados poseen el servicio telefnico. La mayora de empleados
poseen telfonos IP, no es factible calcular el nmero de puntos de voz a
implementarse, sino el incremento de telfonos IP para los usuarios que no
poseen el servicio de telefona.

3.3

ANCHO DE BANDA REQUERIDO PARA DATOS

Una vez que se ha estimado el nmero de usuarios que accedern a la red, es


necesario estimar el trfico que se generar debido a las aplicaciones y servicios
de la institucin, considerando el trfico actual que circula por la red, para as
evitar los cuellos de botella, el congestionamiento de la red y a su vez asegurar la
disponibilidad de las diferentes aplicaciones y servicios de la red.
La red deber soportar las aplicaciones descritas en el Captulo 2 en la seccin
2.3.1.2., aplicaciones y servicios, telefona IP y aplicaciones de Video IP. Para el
dimensionamiento de ancho de banda se toma en consideracin el consumo
basado en los servicios y en la cantidad de usuarios que ingresan a la red.
La red de datos en el cableado vertical posee una capacidad de transmisin 100
Mbps por medio de la tecnologa Fast Ethernet. El backbone es de fibra ptica
con una capacidad de transmisin de 1 Gbps, por lo cual el ancho de banda
permitido es de 100 Mbps sin restriccin alguna.
3.3.1 DIMENSIONAMIENTO DEL ENLACE A INTERNET

102

Para la estimacin de este enlace se toma en cuenta el acceso a pginas web,


descarga de archivos y correo electrnico.
3.3.1.1 Acceso a Pginas Web
La SENATEL cuenta con el firewall Fortinet que se encuentra configurado para
permitir o denegar acceso a las pginas Web dependiendo de las necesidades de
los usuarios. Los Directores de cada departamento y personal administrativo
tienen privilegios de acceso Web, mientras que el personal operacional y de
servicio tienen acceso restringido y solo pueden acceder a pginas Web
autorizadas por la Direccin General de Sistemas Informticos.
La estimacin de trfico de acceso al servicio de Internet fue tomada de reportes
generados por el programa SurfControl, el tiempo de descarga y tamao de la
pgina web mediante una herramienta online30. Los resultados mostraron que la
pgina web promedio tiene un tamao de 96,58 Kbyte en un tiempo de descarga
promedio de 1,5 segundos (Observar Anexo H). Donde se obtuvieron los
siguientes resultados:

3.3.1.2 Descarga de Archivos


De acuerdo a los datos proporcionados por la DGSI, los usuarios pueden
descargar mximo hasta 5MB de informacin en un promedio de 5 minutos, dicha
informacin puede contener datos, audio o video.

30

http://www.iwebtool.com/speed_test?domain=www.yahoo.com%0D%0A

103

3.3.1.3 Correo Electrnico


Para estimar la capacidad del correo electrnico hacia el Internet, el administrador
de red inform que el tamao promedio es de 1MB y que el usuario enva 2
correos por hora.


Una vez calculado el tamao promedio que cada usuario requiere para el acceso
a pginas web, descarga de archivos y correo electrnico, se estima el enlace a
Internet en funcin del nmero de usuarios y del ndice de simultaneidad, debido
que no todos los usuarios utilizan todas las aplicaciones al mismo tiempo. Para
conocer el ancho de banda requerido por los usuarios para el acceso a pginas
web, descarga de archivos y correo electrnico, se utiliza la siguiente ecuacin
3.2 [11]:

Aplicacin= x u x

Ecuacin 3.2

Dnde:
= porcentaje de simultaneidad
u = nmero de usuarios
= capacidad promedio de la aplicacin por usuario

Porcentaje de Simultaneidad [7]:

El porcentaje de simultaneidad de la red se obtuvo al analizar los datos que


proporcion herramienta NMAP31, tomados en la hora de mayor actividad 10:00-

31

NMAP.- es un programa de cdigo abierto que sirve para efectuar rastreo de puertos.

104

11:00 am

32

(Observar Anexo T). La Figura 3.1 muestra la captura de las

direcciones IP en el periodo de prueba.


El porcentaje de usuarios simultneos se obtuvo contabilizando las direcciones IP
activas, los resultados obtenidos se muestra en la Tabla 3.2:
Da
Lunes
Martes
Mircoles
Jueves
Viernes

Direcciones IP activas
88
84
78
82
76

Tabla 3. 2: Cantidad direcciones IP activas


Como se puede observar en la Tabla 3.2 el mayor nmero de direcciones IP
activas es de 88 que representa aproximadamente el 34%, este valor ser
utilizado realizar clculos posteriores.

Figura 3. 1: Captura pantalla NMAP


32

Informacin otorgada por la Direccin de Sistemas Informticos

105

Entonces:

Por lo que el ancho de banda total para el acceso a Internet ser de:

3.3.2 APLICACIONES PROPIAS DE LA SENATEL


La institucin cuenta con varias aplicaciones que los usuarios requieren para
realizar su trabajo como son: acceso a la base de datos, servicio de aplicaciones,
correo electrnico institucional, comparticin de archivos.
3.3.2.1 Base de datos
La SENATEL se considera que las consultas generadas al servidor de base de
datos en la red por usuario son de 15 transacciones por hora con un tamao
promedio de 500 KBytes, informacin obtenida del servidor de base de datos. Por
lo que se estima que el usuario requiere una capacidad de acceso a la base de
datos de:


.
3.3.2.2 Servicio de Aplicaciones

106

La comunicacin entre cliente servidor es constante durante toda la jornada de


trabajo, es decir, los usuarios interactan directamente con los servidores al hacer
uso de las aplicaciones y de los servicios. El trfico que se genera es constante y
genera una carga considerable a la red. La muestra se refiere a la cantidad de
volumen capturado en el servidor en una hora, se toma de 2:00 3:00 pm debido
a que es el intervalo donde se gener ms volumen de datos. La Tabla 3.3
muestra el volumen de datos capturado en el servidor.

Intervalo de Tiempo

Volumen
Trfico de
Entrada
(Kbyte)

Velocidad
Trfico de
Entrada
(Kbps)

Volumen
Trafico de
Salida
(Kbyte)

Velocidad
Trfico de
Salida
(Kbps)

2:00 PM - 3:00 PM

2.067,899

4.706

1.198,890

2.728

Tabla 3. 3: Volumen de datos del servidor

3.3.2.3 Correo Electrnico Institucional


El servicio de correo electrnico institucional es provisto a todo el personal que
forma parte de la institucin. Se utiliza la herramienta de MS Outlook con el
servicio de correo electrnico Microsoft Exchange, el cual permite acceder a los
contactos, correo de voz, faxes, calendario, correo electrnico, etc. Segn
mediciones realizadas (observar Figura 3.2) los usuarios reciben un promedio de
3 correos internos con un tamao aproximado de 500KBytes, donde:

107

Figura 3. 2: Estadsticas de correo electrnico por da

3.3.2.4 Comparticin de Archivos


En el servidor de archivos cada departamento posee una carpeta propia y privada
en la cual el usuario puede acceder, modificar, guardar y eliminar archivos
(documentos de texto, hojas de clculo, carpetas de respaldo de informacin,
etc.). Los archivos comnmente compartidos tienen un tamao de 2,5 MBytes y
cada usuario comparte 2 archivos x hora, informacin proporcionada por la DGSI,
como la transferencia de archivos se produce dentro de la Intranet se puede
utilizar todo el ancho de banda disponible, por lo que se estima que la capacidad
requerida sera de:

Para la estimacin de la capacidad total requerida por las aplicaciones propias de


la institucin se toma en cuenta el nmero de usuarios que se tiene para cada
aplicacin debido a que no todos los usuarios poseen permisos para base de
datos y para el servidor de aplicaciones. Para el ingreso a la base de datos la
DGSI ha asignado permisos para 120 usuarios y para el servidor de aplicaciones
se limita a 80 usuarios, para las dems aplicaciones todos los usuarios tienen

108

acceso y el ndice de simultaneidad con que el usuario ingresa a cada aplicacin


de acuerdo con la ecuacin 3.2 se obtienen los siguientes resultados generales:
Aplicaciones SENATEL

Simultaneidad
(%)

Base de Datos
Servicio de Aplicaciones
Correo Electrnico Institucional
Comparticin de Archivos

34
34
34
34

Nmero
de
Usuarios
120
80
215
215

Capacidad
promedio por
usuario (Kbps)
16,66
2728
3,33
11,11

Capacidad
requerida
(Kbps)
679,728
74201,6
243,423
812,141

Tabla 3. 4: Capacidad requerida por las aplicaciones de la SENATEL


3.3.3 SERVICIO DE VIDEO
Este tipo de sistemas permite al usuario transmitir video o imgenes en tiempo
real a travs de las redes IP, donde se puede visualizar en el computador con el
navegador Web o con un software especial si se trata de mltiples cmaras y se
quiere grabar la informacin. Para este tipo de servicios se requiere un gran
ancho de banda, pero la latencia no es un factor que influya en gran importancia.
Bsicamente para que la reproduccin sea adecuada se debe asegurar la
velocidad de transmisin del cdec y considerar el overhead generado en la
transmisin de datos.
Se debe tomar en consideracin algunos parmetros para el clculo del ancho de
banda necesario para el video como: algoritmos de compresin, nmero de
cuadros por segundo, aplicaciones. Tal como se muestra en la Tabla 3.5:
CUADROS
POR
SEGUNDO

ESTNDAR

APLICACIN

FORMATO DE
VIDEO

TASA DE
DATOS

H.261

Video conferencia sobre RDSI

CIF
QCIF

>=384 Kbps
>=64 Kbps

H.263

Video conferencia sobre


Internet

4CIF/ CIF/ QCIF

64K-2Mb/s

MPEG-1

Distribucin de video en CD/


WWW

CIF

0.5 -1.5 Mbps

352x240

25

MPEG-2

Distribucin de video en DVD


/
digital TV

CCIR601 4:2:0

3-20 Mbps

720x480

25

MPEG-4

Distribucin multimedia sobre


Inter/Intra net

QCIF/CIF

<64K-4Mbps

720x480

15

H.264

Distribucin multimedia sobre


Inter/Intra net

CIF
QCIF

<64K-4Mbps

352x288
176 144

25

RESOLUCIN
352 288
176 144
352x258
176x144

Tabla 3. 5: Caractersticas de los Algoritmos de Compresin de Video

30
10

109

Las tecnologas de video que se han considerado para la SENATEL son: video
multicast, video conferencia y video vigilancia.
3.3.3.1 Video Multicast
Este tipo de video es utilizado para las salas de espera de la Planta Baja (2),
Ascensores (2), Piso 10 y Piso 11, se tiene un servidor en el cual se alberga
diferentes videos y stos van pasando simultnea y repetitivamente durante la
jornada de trabajo.
Para sto se utilizar la tecnologa de video streaming, que es un conjunto de
servicios y tcnicas que tiene como objetivo difundir contenidos multimedia (audio
y video), la visualizacin de los contenidos en el cliente se realiza sin la necesidad
de descargar el archivo.
Mediante el uso de la Calculadora Bitrate33 para video, se calcula el bitrate de
video que se utilizar para el video que se transmitir en las salas de espera:

Figura 3. 3: Trfico de Servidores

33

Observar Anexo I.

110

Se coloca en Final Size el tamao del archivo multimedia a ser transmitido, en


length la duracin del archivo multimedia en horas, minutos y segundos; en Audio
Bitrate se coloca la velocidad a la cual se transmitira el audio, en este caso no es
necesario el Audio Bitrate debido a que sera molesto para el usuario..
Si se desea transmitir video a 1061 Kbps para 6 usuarios simultneos, estos
usuarios sern constantes los 22 das laborables de cada mes.


3.3.3.2 Video Conferencia
Es una tecnologa que permite a la SENATEL enlazar dos puntos ubicados en
diferentes zonas geogrficas entre s proporcionando una comunicacin en
tiempo real. Reduce costo de viajes y optimiza el tiempo. Es un sistema
bidireccional de audio, video y datos.
Para que un sistema de videoconferencia sea aceptable ste no debe tener
congelamiento de la imagen, ni prdida de audio. Por lo cual debe permitir entre
15 y 30 imgenes por segundo y el rango de retraso aproximado entre 125-150
ms. La Tabla 3.6 muestra el Ancho de Banda necesario para videoconferencia
sobre IP.

Calidad

Ancho de Banda

Consumo Real de Ancho de Banda

15 cuadros por segundo

128 kbps

128 kbps + 25% (overhead)

30 cuadros por segundo

192 kbps

192 kbps + 25% (overhead

Tabla 3. 6: Ancho de banda Videoconferencia IP [22]


Entonces para el servicio de videoconferencia se utilizar la siguiente ecuacin:

111

La SENATEL posee tres salas de reuniones es los pisos 10,11 y 12, las cuales
servirn tambin como salas de videoconferencias con las sucursales de
Guayaquil y Cuenca. Para asegurar una buena calidad de imagen se utilizar 240
Kbps para video y para el formato de audio el G.729 con esto se obtiene una
buena calidad en audio y video

Entonces para la estimacin del ancho de banda requerido se considera la


Ecuacin 3.2, en este caso el ndice de simultaneidad sera la relacin del nmero
de horas que se utiliza el servicio con respecto del nmero de horas laborales, se
obtienen los siguientes resultados:

3.3.3.3 Video Vigilancia


Es un servicio que permitir a la SENATEL controlar el ingreso del personal al
edificio, cambios y movimientos del equipamiento.
Para el servicio de video vigilancia se considera: el nmero de cmaras, nmero
de horas al da que la cmara se encontrar grabando, cuadros por segundo,
resolucin de imagen, tiempo de almacenamiento de datos, factor de compresin,
etc.
Tomando en cuenta los parmetros descritos para video vigilancia se escogi el
algoritmo de compresin MPEG-4 debido a que permite alta compresin sin
perder la calidad de imagen, el factor de imagen de este estndar vara entre 70 a
1 para imgenes en movimiento, y 200 a 1 para imgenes estticas. Es
recomendado para video vigilancia un tamao de imagen de 640x480, con

112

profundidad de 24 bits para codificar los 3 colores RGB (Red, Green, Blue; Rojo,
Verde, Azul) de 8 bits, donde se considera 30 cuadros por segundo una
secuencia adecuada para visualizar video

de acuerdo al estndar Comisin

Nacional de Sistema de Televisin (National Television System Committee,


NTSC).


Se considera un factor de compresin para imgenes en movimiento 70 a 1,
entonces:

Se estima un total de 34 cmaras IP, donde se tendra un trfico total de


107,44Mbps. Se debe tomar en cuenta que este es un valor mximo debido a que
la compresin es variable segn el algoritmo utilizado por la cmara, el
movimiento de las imgenes registradas.

3.3.4 TRFICO PARA TELEFONA IP


Para brindar un buen servicio de telefona se deben considerar varios factores
como: el nmero mximo

de llamadas generadas desde la matriz hacia sus

sucursales en la hora de mayor flujo de trabajo, la duracin promedio de una


llamada. Por lo que se utiliz el software Call Report de 3COM (Observar Anexo
J), el anlisis fue realizado en la cuarta semana del mes de marzo de 2011 de
0H00 hasta las 24H00, tomando como referencia el da 24 en horas de trabajo de
8H00 a 17H00, la informacin que despliega es en filas y columnas. Por medio
de esta herramienta se pudo determinar el nmero de llamadas realizadas en el

113

da, en la Tabla 3.7 se detalla el porcentaje de llamadas realizadas, donde la


mayor cantidad de llamadas generadas son locales (entre sucursales).
Tipo de llamada
Locales
Larga distancia
Celular
Sin cobrar
Total

Llamadas diarias
549
86
150
26
811

Porcentaje (%)
68
11
18
3
100

Tabla 3. 7: Tipo de llamadas realizadas


Este anlisis permite observar la cantidad de llamadas realizadas en el da ms
no el trfico que soporta o cul es la hora pico. Para lo cual con el registro de
llamadas generado por el Call Report se pudo realizar este anlisis, referirse al
anexo S
En la Tabla 3.8 se muestra en resumen el nmero de llamadas realizadas en las
horas de trabajo, se dividi el horario laboral para obtener el porcentaje de
llamadas en cierto rango de tiempo.
Hora
Nmero de llamadas
Porcentaje de llamadas (%)
Duracin de llamadas (seg)

8:00 -10:59
218
27
110

11:00 - 13:59
362
45
91

14:00 - 16:59
231
28
96

Total
811
100
99

Tabla 3. 8: Nmero de llamadas realizadas en el horario laboral


3.3.4.1 Nmero de circuitos troncales hacia la red pblica telefnica
Para el clculo del nmero de canales de voz se debe considerar la Intensidad de
trfico (A) que es lo que se transmitira si no se rechazan las llamadas telefnicas,
es decir, el volumen de llamadas generadas, que es un valor terico y que no
puede ser medido (Erlang), el nmero de llamadas originadas en la hora pico ()
que es el nmero de llamadas promedio en un intervalo de tiempo y el tiempo
promedio de la duracin de la llamada (s) [10].
A = .s

Ecuacin 3.3

114

Clculo:
En el rango de 8:00 -10:59 se calcula que la intensidad de trfico, esto es:

En la Tabla 3.9 se muestra la intensidad de trfico para el rango de las horas


laborales con una prdida del 1% recomendado para telefona, como se puede
observar la mayor intensidad de trfico se produce en el horario de 11H00
13H59, donde se considera a este horario como las horas pico donde se realizan
llamadas locales, de larga distancia, celular o sin cobrar.
Hora
Nmero de llamadas
Duracin de llamada
Intensidad de llamada

8:00 -10:59
218
110
2,21

11:00 - 13:59
362
91
3,06

14:00 - 16:59
231
96
2,04

Total
811
99
7,42

Tabla 3. 9: Intensidad de trfico de llamada


Se debe considerar la proyeccin usuarios finales, debido a que ste se
incrementa en el tiempo con respecto a los usuarios actuales. Para lo cual se
toma como referencia la ecuacin 3.4 [9]:

Ecuacin 3.4

Dnde:

= Trfico de datos proyectado.


= Nmero de usuarios proyectados.
= Nmero de usuarios actuales.

115

= Trfico de datos actual.

Con la frmula del Erlang B (Observar Anexo K) el usuario realiza un nico intento
de llamada, si al momento no logra establecerla esta es rechazada y es enrutada
de forma inmediata. Se ocupa esta frmula cuando se espera una probabilidad de
bloqueo pequeo o cuando no se esperan retroalimentaciones. Con la ayuda de
la Figura 3.5 que representa la frmula del Erlang B y los datos de la Tabla 3.9, el
nmero de troncales necesarias es de 10.
La frmula de Erlang C asume una infinita poblacin de fuentes, las cuales
ofrecen en conjunto, un trfico de A Erlangs hacia N servidores. Sin embargo, si
todos los servidores estn ocupados cuando una peticin llega de una fuente, la
peticin es introducida en la cola. Un sin fin de nmeros de peticiones podran ir a
la cola en este modo simultneamente. Esta frmula calcula la probabilidad de la
cola ofrecido en el trfico, asumiendo que las llamadas que fueron bloqueadas se
quedaran en el sistema hasta que se puedan atender. Esta frmula es usada para
determinar la cantidad de agentes o representantes de clientes, que necesitar en
un Call Center para despus saber la probabilidad en la cola.
As mismo se puede realizar el clculo del nmero de troncales con la calculadora
Earlang B (Figura 3.4), obteniendo los mismos resultados.

116

Figura 3. 4: Calculadora de Erlang B34

Figura 3. 5: Grfico de la Tabla Erlang B


3.3.4.2 Clculo de ancho de banda por canal
Para dimensionar el ancho de banda a utilizar en telefona IP, se debe seleccionar
un cdec adecuado, la tabla 3.10 muestra un resumen de los cdecs ms
utilizados en la actualidad y que estn definidos por la ITU T.

34

http://www.erlang.com/calculator/erlb/

117

G.711

Tasa de
Datos
(Kbps)
64 kbps

Periodo
Simple
(ms)
20 ms

Tamao
Trama
(Bytes)
160

G.723.1A

5.3 kbps

30 ms

G.723.1A

6.4 kbps

G.726

Trama/
Paquete

MOS

Mtodo de
35
Compresin

4,1

PCM

20

3,8

ACELP

30 ms

24

3,9

MP-MLQ

32 kbps

20 ms

80

3,85

ADPCM

G.728

16 kbps

2.5 ms

3,61

LD-CELP

G.729A

8 kbps

10 ms

10

3,7

CS-CELP

G.729

8 kbps

10 ms

10

4,125

Cdec

Tabla 3. 10: Cdecs de audio para la transmisin VoIP

CS-CELP
[51]

Uno de los factores que se considera para la seleccin del cdec es la tasa de
datos, que es la velocidad que se necesita para transmitir la informacin de audio
codificada con ese cdec, sin tomar en consideracin las cabeceras que se
agregaran (RTP, UDP, IP y Ethernet). El MOS (Mean Opinion Score, Puntuacin
de Opinin Media) es un valor que define la calidad de sonido de ese cdec que
vara entre 1(malo) y 5(excelente), lo que da una idea de la calidad de los distintos
cdecs.
Para el servicio de telefona IP el trfico considerado es en tiempo real y con un
mnimo de retardo, es recomendable la utilizacin de un cdec que ocupe poco
ancho de banda y que la calidad de sonido sea aceptable.
Por lo cual se escogi el cdec G.711 para la LAN debido a que no se requiere
tanta compresin y el cdec G.729 para la WAN ya que se necesita una mayor
compresin desde la matriz hacia las sucursales. Para el cdec G.729 el tiempo
de duracin del paquete ptimo es de 20 ms. Si se aumenta el tiempo de duracin
del paquete, la carga til se incrementa, mejorando la calidad pero a su vez el
retardo de transmisin es elevado, lo que con lleva a una prdida de paquetes y a
que la calidad de la transmisin de la voz sea deficiente.
Se debe tomar en cuenta que la velocidad expresada en la Tabla 3.10 es la
velocidad que se necesita para transmitir el stream de audio sin aadir nada ms,
entonces para el cdec G.711 se debe calcular el ancho de banda tomando en
35

Observar: Anexo A

118

cuenta que el payload es de 160 bytes (observar Tabla 3.10), ste se encapsula
en RTP (12 bytes), UDP (8 bytes), IP (20 bytes) y Ethernet (18 bytes), tal como
se muestra en la Figura 3.6:

Figura 3. 6: Encapsulamiento de VoIP en una red LAN con cdec G.711


Para el cdec G.729 se debe calcular el ancho de banda tomando en cuenta que
el payload es de 20 bytes que se encapsula en RTP (12 bytes), UDP (8 bytes),
IP (20 bytes) y PPP (6 bytes), tal como se muestra en la Figura 3.7:

Figura 3. 7: Encapsulamiento de VoIP en una red WAN con cdec G.729


Teniendo en cuenta los parmetros descritos, se calcula el ancho de banda
requerido con la siguiente ecuacin:

Ecuacin 3.5

Dnde:

[AT2]

119

H = Longitud de la cabecera.
N = Cantidad de tramas por paquete.
= Longitud de trama (bytes).
= Tamao de trama (ms).

Para el cdec G.711:

Para el cdec G.729:

3.3.4.3 Clculo de ancho de banda para telefona IP


Si se toma en consideracin los 274 usuarios proyectados y los 87,2 Kbps del
canal de comunicacin el ancho de banda sera de 21,705 Mbps. Este clculo se
supone vlido cuando todos los usuarios hacen uso del servicio al mismo tiempo.
Para realizar un clculo ms real se toma un ndice de simultaneidad de uso de la
red telefnica del 25%, valor tomado del reporte generado por el Call Report:


Entonces:
Ambiente

Cdec

LAN
WAN

G.711
G.729

Capacidad de Canal
(Kbps)
87,2
26,4

%
Simultaneidad
25
2

Capacidad Total
(Kbps)
5.973,2
120, 38

120

Tabla 3. 11: Ancho de banda requerido para Telefona IP en la red LAN y WAN.
3.3.5 CAPACIDAD TOTAL DEL ENLACE DE LA SENATEL
El ancho de banda estimado para la transmisin de datos en la SENATEL, es la
suma del trfico generado por todas las aplicaciones que los usuarios utilizan para
realizar su trabajo, entonces:

SERVICIO

DESCRIPCIN

CAPACIDAD TOTAL (Kbps)

Servicios Internet

Descarga de archivo
Pgina Web
Correo Electrnico

3.734,68
2.935,39
328,95

Video Conferencia

299,7

TOTAL SERVICIO INTERNET


Base de Datos
Servicio de Aplicaciones
Correo Electrnico Institucional
Servicios Intranet
Comparticin de Archivos
Video Multicast
Video Vigilancia
TOTAL SERVICIO INTRANET
Telefona IP LAN
BACKBONE QUITO

7.298,72
679,73
74201,6
243,423
812,141
6636
107.440
190.012,89
5973,2
195.986,09

Tabla 3. 12: Capacidad Total de la SENATEL


El ancho de banda que la SENATEL al momento est ocupando para sus
aplicaciones es de 195.986 Mbps.
Para la estimacin del trfico de la SENATEL dentro de 5 aos se considera el
crecimiento de los usuarios y la capacidad total estimada. Se obtienen los
siguientes resultados:


121

3.4

DISEO DE
INTEGRADA

LA

INFRAESTRUCTURA

DE

LA

RED

La infraestructura de red debe ser capaz de soportar los servicios de datos, voz y
video, considerando que debe estar acorde con el crecimiento tecnolgico, es
decir, debe ser escalable y utilizable para los prximos 5 aos.
El modelo de red ser el jerrquico nucle distribucin acceso, debido a que
como se analiz en el captulo 1, este modelo permite escalabilidad, rendimiento,
seguridad, facilidad de administracin y mantenimiento. Como se observ en el
captulo 2 la red de la SENATEL est estructurada con las capas de acceso y de
distribucin y con una topologa en estrella que hasta el momento posee varias
falencias, lo que hace necesario su rediseo.
3.4.1 DISEO DEL SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO (SCE)
El rediseo del SCE debe ser una solucin completa basada en estndares y
normas que permitan a la infraestructura admitir tecnologas actuales y para un
crecimiento de 5 aos, ubicando las estaciones de trabajo de forma dinmica
permitiendo

modificaciones

ampliaciones

sin

la

necesidad

de

una

reestructuracin en el SCE.
La solucin que se presentar para el cableado horizontal es una red Gigabit
Ethernet con cable UTP CAT 6 que ofrece velocidades de hasta 1 Gbps a una
frecuencia de 250 MHz y una distancia mxima de 100 metros (90m + 3m usuario
+ 7 m path panel). Recomendacin que se basa en los requerimientos del captulo
2 en la seccin 2.11 y en el clculo del ancho de banda total de la Tabla 3.12.
Con esto se argumenta que el medio de transmisin es vlido, mejorando el
rendimiento de la red para soportar sin ningn problema los servicios de datos,
voz y video.
El cable categora 6 (ANSI/TIA/EIA-568-C.2) es compatible con estndares de
categoras 5/5e y es utilizable para 10BASE-T, 100BASE-TX y 1000BASE-

122

TX(Gigabit Ethernet), comunicacin de datos, soporta video analgico y digital,


cumple con los requisitos de IEEE 802.af e IEEE 802.3at para aplicaciones PoE.36
Los puntos de red sern de acuerdo al nmero de usuarios proyectados, telfonos
IP, perifricos IP (impresoras, cmaras, lectores, etc.) y al espacio fsico de la
SENATEL. Para cada estacin de trabajo se asignar un punto de red, el cual
manejar datos y voz, haciendo uso de los telfonos IP que posee la Institucin.
Estos telfonos IP poseen un mini switch en su interior para que sea posible la
conexin entre el punto de red y la estacin de trabajo. Las principales ventajas
de utilizar un punto de red compartido para voz y datos son; simplifica la
infraestructura, ahorra en los costos por mantenimiento, mayor flexibilidad y
modularidad facilitando el crecimiento de la red. Al ser un punto de red compartido
para enviar voz y datos, la capacidad del canal tambin es compartida, sin
embargo de acuerdo a los datos detallados en la Tabla 3.11 se puede observar
que la capacidad de canal necesaria para transmitir voz es de 5,793 Mbps y para
datos es de 190 Mbps (Tabla 3.12), si se considera que el canal por el cual se
transmitir la informacin es de 1000 Mbps dicha capacidad abastece sin
problema alguno el trfico de voz y datos.
En la actualidad no todos los funcionarios cuentan con un telfono IP, las
impresoras no abastecen para la cantidad de funcionarios que existen en las
diferentes reas, as como el nmero de cmaras IP no han abastecen para cubrir
el rea de todo el edificio.
Los puntos de red fueron definidos mediante la ubicacin fsica de las oficinas, la
ubicacin de los diferentes dispositivos IP (impresoras, cmaras, lectores, etc.).
La distribucin de los puntos de red se pueden observar en el Anexo L en el cual
se presentan los planos de la Institucin.

36

PoE (Power Over Ethernet, PoE). - Tecnologa que permite alimentacin elctrica a un
dispositivo de red mediante el mismo cable que utiliza para la conexin de red.

123

Se considera que la distancia mxima es de 50 metros desde el enlace


permanente (enlace desde el faceplate del rea de trabajo hasta el rack) hacia el
punto de red ms lejano.
Los puntos de red necesarios para tomar en consideracin se muestran en la

LECTORES

ADICIONALES

14
12
16
14
10
14
8
14
14
12
8
12
6
154

2
5
6
4
6
4
6
4
6
6
4
4
4
4
65

6
4
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
34

0
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
0
48

14
19
6
0
0
10
2
6
6
6
6
10
10
16
111

NMERO DE USUARIOS
PROYECTADOS

SECCIN A
Sub 1 y 2
Pb
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Total

SECCIN B

CMARAS IP

PISO

IMPRESORAS

tabla 3.13:

2
14
14
14
12
10
10
8
10
10
10
2
4
0
120

PUNTOS DE RED ADICIONALES

bodegas, gradas, garajes


sala de capacitacin
sala de grabaciones

----sala de reuniones, bodega


sala de reuniones
sala de reuniones
sala de reuniones
sala de reuniones
sala de reuniones
sala de reuniones/videoconferencia
sala de reuniones/videoconferencia
sala de reuniones/videoconferencia

Tabla 3. 13: Dimensionamiento de puntos de red


El SCE de la SENATEL estar distribuido de la siguiente manera:
Cableado Horizontal
Cableado Vertical
Cuarto de Equipos
Cuarto de Telecomunicaciones
rea de trabajo

124

3.4.1.1 Cableado Horizontal


La SENATEL funciona en un edificio que en primera instancia fue construido para
viviendas y no para oficinas, conforme la Institucin ha ido creciendo se ido
modificado la infraestructura del Edificio, construyendo, derivando y levantando
paredes segn las necesidades que se presentaban, no se consider un SCE
para un edificio comercial, razn por la cual el cableado que posee en la
actualidad no cumple con ninguna de las normas internacionales establecidas.
Para el cableado horizontal se utilizar cable UTP categora 6, el cual marcar la
ruta desde el rea de trabajo hasta los switches de acceso. Esta recomendacin
se basa en los la distribucin de puntos de red de la Tabla 3.13.
El sistema de cableado horizontal ser realizado con canaletas decorativas,
debido a que se trata de un edificio diseado para vivienda, posee paredes de
grandes dimensiones en todos los pisos, perforar sera incmodo para los
usuarios y un gasto excesivo, en los espacios grandes que pertenecan a salas y
comedores se dividen mediante muebles modulares con particin de oficina.
Los puntos de red ubicados en el rea del edificio sern de salidas dobles, estos
pueden ser compartidos entre reas de trabajo, impresoras, lectores de tarjetas,
cmaras IP, etc. La terminacin del cable ser en un jack de 8 pines con
asignacin de la Norma ANSI/EIA/TIA-568-C.2, categora 6. El faceplate deber
ser ubicado a 40 cm del suelo, soportar la asignacin de etiquetas individuales y
adaptarse al uso vertical y horizontal.
Los patch cords que al momento posee Institucin no son de utilidad para el
rediseo. Se adquirirn

patch cords de categora 6 (cuatro pares, calibre 23

AWG), las especificaciones tcnicas son las siguientes:


Cumplir con los Estndares de Canal ANSI/TIA-568-C.2 Categora 6 e ISO
11801 2 Edicin Clase E.
Cumplir con los requisitos de IEEE 802.af e IEEE 802.3at para aplicaciones

125

PoE.
Tensin mxima de instalacin: 25 libras
Temperatura de instalacin: 0 C 50 C
Temperatura de operacin: - 20 C 60 C
Dimetro: 5.7 mm nominal
Compatible con tecnologas: Ethernet 10BASE-T, 100BASE-T (Fast
Ethernet), 1000BASE-T (Gigabit Ethernet) y 10GBASE-T
En la tabla 3.14 se describen el nmero de faceplate dobles que se requieren en
cada uno de los pisos:
PISO
Subsuelo 1 y 2
Planta Baja
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Total

Faceplate Dobles
12
30
22
20
19
20
19
16
21
21
19
15
18
14
266

Tabla 3. 14: Nmero de faceplate dobles


3.4.1.1.1

Longitud del Cable

Para calcular el nmero de rollos de, se basa en la norma EIA/TIA-568-C.2 la cual


especifica que se debe tomar en cuenta la longitud mxima y mnima del
cableado horizontal que recorre desde el cuarto de telecomunicacin hasta el
rea de trabajo, se aade a la longitud media un 10% como factor de seguridad y
se incrementa un factor de holgura del 2,5 m que considera el enrutamiento de
subida y bajada hacia los distintos equipos de conectividad. Las frmulas para
realizar el clculo son:

126

Dnde:
= longitud mxima
= longitud mnima
= longitud media

A continuacin se muestra un ejemplo del clculo del nmero de rollos de cable


para la Planta Baja:

En a tabla 3.15 se detalla la cantidad de rollos a utilizar por cada piso:

PISO
SUB 1
SUB 2
PB
1
2

Longitud
Mxima
(m)
56,94
57,03
38,897
48,7
49,11

Longitud
Mnima
(m)
8,32
2,33
1
1,07
1,92

Longitud
Media
(m)
38,393
35,148
24,44335
29,8735
30,5665

Nmero de
Corridas
7
8
12
10
9

Nmero
de
Puntos
12
12
60
44
40

Nmero
de
Rollos
2
2
5
5
5

127

3
4
5
6
7
8
9
10
11
12

49,19
48,08
48,92
48,97
48,35
44,32
44,22
47,36
46,2
41,6

1,14
1
4
2,57
2,42
1,93
1,54
1,14
2,4
3,74

30,1815
29,494
31,606
30,847
30,4235
27,9375
27,668
29,175
29,23
27,437

10
10
9
9
10
10
11
10
10
11

38
40
38
32
42
42
38
30
36
28

4
4
5
4
5
5
Contina
4
3
4
3

Tabla 3. 15: Nmero total de rollos CAT 6 para el cableado horizontal


Para todo el edificio se necesita un total de 60 rollos CAT 6.
3.4.1.2 Cableado Vertical
El uso adecuado de la fibra ptica permitir la interconexin de los switches de
acceso con los switches de core, evitando que se produzca cuellos de botella,
haciendo de la red ptima y de buen rendimiento. La norma ANSI/TIA-568-C.3
especifica las caractersticas de los componentes y parmetros de transmisin
para un cableado con fibra ptica (multimodo y monomodo).
Se aprovechar de la infraestructura que al momento posee en el cableado
vertical que es de fibra ptica multimodo 62.5/125m de ndice gradual de 4 hilos,
si se observa la Tabla 1.13 del Captulo 1, la fibra ptica 1000 BASE SX est
dentro de los parmetros que el rediseo de la red necesita, es decir, soporta un
ancho de banda de 1 Gbps a una distancia mxima de 500m, teniendo en cuenta
que la distancia mxima a cubrir es de 24m. Al momento se est utilizando dos
hilos y los otros dos se encuentran sin utilidad alguna. El diseo se basa en un
esquema jerrquico en estrella con las capas de distribucin y de core.
En el rediseo se considera que

cada enlace hace uso de 2 hilos (1 para

transmisin y 1 para recepcin) y los 2 hilos restantes sern utilizados para


redundancia en la red. El cableado vertical es el que interconecta los cuartos de
telecomunicaciones, el cuarto de equipos y la acometida.

128

Figura 3. 8: Diagrama del cableado vertical para el rediseo de la red


3.4.1.3 Cuarto de Telecomunicaciones
La SENATEL posee el espacio necesario para la ubicacin del Cuarto de
Telecomunicaciones, este se encuentra ubicado en un sector estratgico de cada
piso del edificio, cumpliendo con la Norma EIA/TIA 568-C, en la que se
recomienda que la mxima distancia desde el rea de trabajo hasta el Cuarto de
Telecomunicaciones no sobre pase la distancia de 90 metros. En el edificio se
encuentran distribuidos 12 cuartos de telecomunicaciones. Cada piso del edificio
posee un cuarto de telecomunicaciones excepto las Subsuelos 1 y 2 que se
conectan al cuarto de telecomunicaciones de la Planta Baja.

129

Para el Cuarto de Telecomunicaciones segn la norma ANSI/EIA/TIA 568 se debe


considerar las dimensiones que se especifican en la Tabla 3.16:

rea de Trabajo
2
(m )

Tamao del Cuarto de


Telecomunicaciones (mxm)

1000
800
500

3x3.4
3x2.8
3x2.2

Tabla 3. 16: Tamao recomendado Cuartos de Telecomunicaciones [14]


El nmero mximo de equipos de conectividad que irn en cada Cuarto de
Telecomunicaciones es de 4, la planta baja tiene un espacio de 3m x 2.8m. Para
los dems pisos el tamao del cuarto de telecomunicaciones es de 0,48m x
1,24m, este no cumple con la norma pero no existe espacio suficiente en el
edificio, sin embargo el espacio asignado es suficiente para situar el rack de
telecomunicaciones y cuentan con la seguridad y proteccin adecuada.
3.4.1.4 Cuarto de Equipos
El Cuarto de Equipos debe cumplir con la norma TIA/EIA 569-A la cual especifica:
Deber ser ubicado lejos de fuentes electromagnticas y fuentes de
inundaciones.
Mantener una temperatura entre 18 y 24C.
Tamao de las puertas: sencilla 0,91 m; doble2 m.
Altura mnima recomendada de 2,60 m.
Humedad relativa entre 30% y 55%.

Para el tamao del Cuarto de Equipos se considera la Tabla 3.15.:

Nmero de estaciones que


albergar

Tamao del Cuarto de


2
Equipos (m )

Hasta 100
101 - 400
401 - 800
801 - 111

14
37
74
111

Tabla 3. 17: Tamao recomendado Cuarto de Equipos

130

Para la SENATEL el Cuarto de Equipos se localiza en el cuarto piso del Edificio,


punto central en el que los Cuartos de Telecomunicaciones se conectan. Este
posee un rea de 3,58m x 4,71m (16,86 m2), altura de 2,60m y un piso falso37 de
0,20 m. El nmero de estaciones de trabajo que se albergara en el futuro es de
254 por lo que el cuarto de equipos que posee al momento no cumple con lo que
establece la norma.
3.4.1.5 rea de Trabajo
En este subsistema los usuarios interactan directamente con los equipos de
telecomunicaciones, se considera que cada usuario dispone de un computador y
un telfono IP, las impresoras y escneres sern compartidos por cada seccin
de las diferentes direcciones.
Dentro de cada direccin se tienen divisiones modulares que separan el rea de
trabajo de cada usuario, las reas de trabajo con las futuras reas ha sido
tomadas en cuenta para los puntos de red.
De acuerdo a la distribucin que se muestra en el Anexo L, cada rea de trabajo
contar con dos puntos de red, pero estos sern distribuidos de acuerdo a las
necesidades del usuario, un punto de red como mnimo para cada usuario y en
caso de contar con una impresora se asignarn dos puntos de red,
3.4.1.6 Gabinetes y Racks
En el rediseo se mantendr el uso de los racks y gabinetes actuales, para as
evitar gastos innecesarios para la Institucin.
Para la planta baja el espacio asignado para los cuartos de telecomunicaciones
no es de uso exclusivo de ste, es utilizado a su vez como bodega del personal
37

Piso falso.- sistema constituido por elementos modulares sin fijacin apoyados en una estructura
de soporte, bajo la superficie existe un espacio intermedio para alojar servicios e instalaciones.

131

de mantenimiento. Para ste caso especfico se tiene de un gabinete cerrado de


pared de 12UR, el cual permite una fcil administracin de los equipos activos
(switches) y pasivos (organizadores, mutlitomas de poder). Al ser un gabinete
cerrado debern poseer cerradura para evitar la manipulacin de personal no
autorizado. Se recomienda que el uso de los cuartos de telecomunicaciones se de
uso exclusivo para los equipos de conectividad y elementos que lo componen.

Figura 3. 9: Gabinete de Telecomunicaciones [17]


En los pisos subsiguientes se utilizar un rack empotrado en la pared de 8UR,
cada uno de stos poseer organizadores horizontales y verticales para cable
UTP y para fibra ptica, patch panel de 48 puertos y tomas para energa elctrica.
En el Cuarto de Equipos se ubicaran 3 racks cerrados de piso, estos debern
poseen puertas frontales de acero laminado, cerradura. El primero albergar los
servidores, el segundo equipos de conectividad, y en
equipos de conectividad y central telefnica.

Figura 3. 10: Rack 42 UR [17]

el tercero se ubicarn

132

3.4.1.7 Etiquetado
Proporciona un esquema de administracin de los elementos de cableado
estructurado. Se rige a la norma EIA/TIA 606A.
Las etiquetas debern ser auto-laminadas, es decir, las letras estarn protegidas
con una pelcula de polister para evitar el desgaste por aceites, disolventes,
abrasin, agua y polvo.
La etiquetacin se instalar en ambas puntas del cableado horizontal y cableado
vertical, en faceplates, en patch panel y en ambos extremos de los patch cords de
reas de trabajo y los equipos. Las rutas que marcan los cables sern etiquetadas
en dos intermediaciones.
Los identificadores del cableado horizontal son: fs-an [16]:
f = carcter numrico de identificacin del nmero de piso del edificio
s = carcter alfabtico de identificacin nica del espacio en el piso f
a = uno o dos caracteres alfabticos identificando el panel de parcheo
n = 2 o 4 caracteres numricos identificando el puerto del panel de parcheo.

Figura 3. 11: Ejemplo etiquetado [21]

133

El identificador que se utilizar es la siguiente:

Figura 3. 12: Ejemplo de identificacin de un punto de red


La Tabla 3.13 muestra cmo ser el etiquetado del cableado horizontal:
/W
^
^
W













/








&
'
,
/
:
<
>
D

/







&
'
,
/
:
<
>
D
E

Figura 3. 13: Etiquetado del cableado par la Institucin.


En el Anexo L se detalla la ubicacin y la identificacin de los puntos de datos.
3.4.1.8 Material de enrutamiento y terminacin
En esta seccin se detallan los materiales o elementos que sirven para enrutar o
llevar

los cables de manera ordenada que dar un buen aspecto a la

infraestructura del Edificio.

134

Para el cableado horizontal se utilizar canaletas decorativas y para el cableado


vertical se utilizar escalerillas, en la Tabla 3.16 se muestra el nmero de cables
que sern guiados por estos elementos.

MATERIAL

Canaleta

Escalerilla

ANCHO/LATERAL
(mm)

NMERO DE CABLES

20x12
32x12
60x16
40x40
60x40
100x65

40%
2
3
7
13
23
86

60%
3
5
11
20
35
129

Tabla 3. 18: Capacidad de canaleta y escalerilla [15]


3.4.1.8.1

Subsistema Horizontal

Las canaletas decorativas estarn sujetadas a la pared mientras que si van por el
techo se utilizar canaletas de plstico o metlicas que irn hendidura del techo.

Hendidura

Figura 3. 14: Hendidura del techo.


Segn la norma TIA/EIA-569-A el nmero de cables que la canaleta puede llevar
es inicialmente del 40%, si se considera el crecimiento se puede instalar hasta un
60%, exceder la capacidad recomendada por la norma es responsabilidad de
quien lo recomienda y de quien lo instala.

135

En la tabla 3.19 se muestra la dimensin y cantidad de canaletas que se necesita


por cada piso del edificio matriz, se considera que la longitud de la canaleta es de
2m.
DIMENSIN
CANALETA:
PISO:
SUB 1 Y SUB 2
PB
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Nmero de Canaletas

20x12
(mm)

32x12
(mm)

60x16
(mm)

40x40
(mm)

60x40
(mm)

28
16
10
3
6
2
2
7
6
11
8
11
9
5
124

22
14
2
3
4
5
7
5
4
1
2
2
3
6
80

45
10
15
16
13
17
17
13
13
16
16
25
27
20
263

15
22
20
25
23
21
19
24
21
21
13
10
3
237

4
2
3
2
3
2
16

Tabla 3. 19: Dimensin y cantidad de canaletas necesarios para el rediseo de la


red.
DIMENSIN
CODO INTERNO:

20x12

32x12

60x16

40x40

60x40

CANTIDAD

48

30

86

70

20x12

32x12

60x16

40x40

60x40

26

14

52

42

DIMENSIN
CODO EXTERNO
CANTIDAD

Tabla 3. 20: Dimensin y cantidad codos necesarios para el rediseo de la red.


3.4.1.8.2

Subsistema Vertical

Como se ha mencionado anteriormente para el cableado vertical se mantendr el


uso de la fibra ptica fibra ptica multimodo 62.5/125m de ndice gradual 1000
BASE SX, la cantidad de fibra ptica utilizada es de 180 m, cada segmento es de
15m, los elementos que se pueden utilizar para enrutar la fibra ptica son;
escalerillas porta conductores, tubo circular, ductera cuadrada y canaleta
plstica.

136

Para el cableado vertical de la Institucin se utilizar la escalerilla porta


conductores debido a que permite transportar los cables de una manera segura y
ordenada, es resistente a la corrosin, de fcil instalacin, adaptable a
modificaciones y es compatible con otros sistemas de cableado
En la Figura 3.15 se presenta el diagrama de la cantidad de escalerilla a utilizar
en el cableado vertical.
La longitud de la escalerilla es de 3 m, la Tabla 3.21 muestra el nmero de
escalerilla a utilizar para el cableado vertical.

DdZ/> E,K>dZ> Ed/hd/>/Z





Tabla 3. 21: Cantidad de escalerilla

3.5

DISEO DE LA RED ACTIVA

EL diseo de la red de la SENATEL se basa en un esquema jerrquico, el cual


permite que la red sea de fcil administracin, escalable y desempee un buen
rendimiento.
Se presenta un diseo de dos capas, siendo la capa acceso distribucin una
sola capa y ncleo otra capa, al poseer dos capas se garantiza que cada una
cumpla funciones especficas sin la necesidad de realizar gastos econmicos
innecesarios para la Institucin.
La capa de acceso distribucin contempla, para la capa de acceso la conexin
de los dispositivos terminales de usuario y para la capa de distribucin la
conectividad hacia los diferentes dispositivos de red. Los switches de capa 2 se
conectan directamente con cada estacin de trabajo, telfono IP, cmara IP, etc.
A su vez en este dispositivo se podr configurar VLANS, seguridad en los puertos
y la direccin MAC. Por lo cual el switch de capa 2 realiza la funcin de las dos
capas.

137

La capa ncleo ser la encargada de realizar las funciones de enrutamiento y


conmutacin de paquetes entre las VLANS, debe proporcionar un alto nivel de
disponibilidad y adaptarse a los cambios con rapidez.

Figura 3. 15: Dimensionamiento de Fibra ptica para el cableado vertical.

138

3.5.1 DISEO LGICO DE LA RED


El diseo propuesto para la red de la SENATEL es en topologa estrella en base
a la norma ANSI/EIA/TIA-568-C, se aprovechara la infraestructura que posee en
el backbone que es tecnologa Gigabit Ethernet para, sta se interconectar con
los diferentes pisos del edificio. Para las conexiones horizontales se utilizar
tecnologa Gigabit Ethernet con cable CAT 6
En el rediseo se reutilizar la mayor cantidad de equipos de conectividad que al
momento se estn utilizando, que son los que se muestra en la Tabla 3.22

Cantidad

14
4

Equipo
SWITCH CAPA 2, MARCA CISCO, MODELO WSC2960G
SWITCH CAPA 3, MARCA CISCO, MODELO WSC3750G

Nmero de
Puertos
Ethernet
10/100/1000
ports

Nmero
de
Puertos
SFP

48

24

Tabla 3. 22: Equipos de conectividad a ser reutilizados

Se presentan dos opciones de solucin para la SENATEL:

Primera opcin:

El objetivo principal de la red es brindar seguridad y redundancia tanto en los


equipos como en los enlaces. Se propone un esquema con 3 switches de core
conectados en Stack, es decir, sern apilados y funcionarn como uno solo, dos
de ellos tendrn 12 puertos SFP, cada puerto ir conectado a un switch 2960G de
acceso distribucin de cada piso, cabe resaltar que la los switches 2960G del
piso 1, planta baja y los subsuelos (switches 2960 de estos pisos estarn en
stack)

irn conectados

al tercer switch 3750G, en este switch tambin se

conectarn servidores, equipos que brindarn seguridad, Tabla 3.23 muestra la


reutilizacin de los equipos de conectividad. En ste diseo un enlace ser el
principal y otro brindar redundancia. La tabla 3.24 muestra la asignacin de los
puertos del switches de core y del switch 3750G.El switch principal ser el

139

encardo de gestionar, configurar y monitorizar al switch secundario y terciario. Si


el switch principal falla inmediatamente el switch secundario asumir las funciones
de switch principal. La Figura 3.16 refleja el diseo que se propone.

Piso

Switch

Sub 1 y 2
Planta Baja
1

Cisco 2960
Cisco 2960G
Cisco 2960G

2
3

Cisco 2960G
Cisco 2960G
2 Switch de
Core
Cisco 3750
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G

4
5
6
7
8
9
10
11
12

Puntos de
Red
24
60
44
40
38
40
38
32
42
42
38
30
36
28

Tabla 3. 23: Distribucin de switches por piso y por nmero de puntos de red

Enlace Primario

Enlace Redundante

PB

Puertos
necesarios
2

Gi 0/0/1

Gi 0/0/7

Gi 0/0/2

Gi 0/0/8

Gi 0/0/3

Gi 0/0/9

Gi 0/0/4

Gi 0/0/10

Gi 0/0/5

Gi 0/0/11

Gi 0/0/6

Gi 0/0/12

Gi 0/0/1

Gi 0/0/7

Gi 0/0/2

Gi 0/0/8

Gi 0/0/3

10

Gi 0/0/4

11

Gi 0/0/5

12

Gi 0/0/6

Gi 0/0/9
Gi
0/0/10
Gi
0/0/11
Gi
0/0/12

PISO

SWC_1

SWC_2

SWC_3

SWC_1

SWC_2

SWC_3

Gi 0/0/1

Gi 0/0/2

Tabla 3. 24: Asignacin de puertos en los switches de core

140

Estos switches a su vez debern ser configurados de tal manera que permitan o
denieguen el acceso a determinadas aplicaciones. Mediante el uso de listas de
control de acceso (ACL) se controlar el flujo de trfico asignando o limitando
privilegios para las respectivas direcciones, no es lo mismo el trfico que cruza
por la Direccin General Jurdica que el trfico que cruza por la Direccin General
de Gestin del Espectro Radioelctrico.
La zona desmilitarizada (DMZ) brindar seguridad a los usuarios de la red, esta
zona separa la red interna segura protegida de la inseguridad de la red externa
(Internet), la red interna puede acceder a la DMZ pero la DMZ y la red externa no
tienen acceso a la red interna. En esta zona se ubicar la granja de servidores
(DNS, Web, Correo electrnico. FTP) para proteger la informacin del personal y
de los equipos internos.

Segunda opcin:

Bsicamente se plantea el mismo esquema que la primera opcin (Figura 3.17)


pero la diferencia radica en que en lugar de adquirir dos switches de core de 12
puertos SFP, se pretende adquirir un solo switch de core de 24 puertos SFP con
doble fuente de voltaje, con el objetivo de comparar costos con estas dos
alternativas y la Institucin elija cul crea conveniente.

141

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*

3

&LVFR
*

3

'0=

&LVFR
*

3

)73

'+&3

:(%

'16

%''

&LVFR
*

3

&LVFR
*

3

3

&LVFR

*

&LVFR

*

&DEOH873FDW

3

3

&LVFR
*

)LEUDSWLFDKLORV

142

143

3.5.1.1 Direccionamiento IP
Para el direccionamiento IP se tom como referencia el antiguo esquema de
direccionamiento que maneja la SENATEL y el nmero total de puntos de red a
implementarse (532). Se utilizar la direccin IP privada clase C 192.168.128.0
con mscara 255.255.255.0.

Piso

Subsuelo
1y2

Planta
Baja

10

11

12

Total

Nmero Total
de puntos de
Red

24

60

44

40

38

40

38

32

42

42

38

30

36

28

532

Tabla 3. 25: Nmeros de puntos de Red Totales


Para los servidores, impresoras, cmaras IP, telfonos IP y equipos de
conectividad se les asignar una direccin IP estticas dentro del rango asignado.

Telefona IP

192.168.128.0

1ERA
DIRECCIN
192.168.128.1

Internet

192.168.129.0

192.168.129.1

192.168.129.254

192.168.129.255

255.255.255.0

Servidores

192.168.130.0

192.168.130.1

192.168.130.254

192.168.130.255

255.255.255.0

Despacho CONATEL

192.168.131.0

192.168.131.1

192.168.131.254

192.168.131.255

255.255.255.0

Despacho SENATEL

192.168.132.0

192.168.132.1

192.168.132.254

192.168.132.255

255.255.255.0

Secretara General
  d
,
 ' 
^


d

192.168.133.0

192.168.133.1

192.168.133.254

192.168.133.255

255.255.255.0

192.168.134.0

192.168.134.1

192.168.134.254

192.168.134.255

255.255.255.0

192.168.135.0

192.168.135.1

192.168.135.254

192.168.135.255

255.255.255.0

192.168.136.0

192.168.136.1

192.168.136.254

192.168.136.255

255.255.255.0

192.168.137.0

192.168.137.1

192.168.137.254

192.168.137.255

255.255.255.0

192.168.138.0

192.168.138.1

192.168.138.254

192.168.138.255

255.255.255.0

192.168.139.0

192.168.139.1

192.168.139.254

192.168.139.255

255.255.255.0

192.168.140.0

192.168.140.1

192.168.129.254

192.168.140.255

255.255.255.0

192.168.141.0

192.168.141.1

192.168.141.254

192.168.141.255

255.255.255.0

192.168.142.0
192.168.143.0
192.168.144.0
192.168.145.0
192.168.146.0
192.168.147.0
192.168.148.0

192.168.141.1
192.168.143.1
192.168.144.1
192.168.145.1
192.168.146.1
192.168.147.1
192.168.148.1

192.168.142.254
192.168.143.254
192.168.144.254
192.168.145.254
192.168.129.464
192.168.147.254
192.168.148.254

192.168.142.255
192.168.143.255
192.168.144.255
192.168.145.255
192.168.146.255
192.168.147.255
192.168.148.255

255.255.255.0
255.255.255.0
255.255.255.0
255.255.255.0
255.255.255.0
255.255.255.0
255.255.255.0

REA

':

'
&
 '  
'


Z
 ' 
^/
 ' 
W
 ' 
'
Auditora
Red VPN
Vlan Pruebas
Reuniones
W-SNT
Red SWITCHS
Regionales

SUBRED

LTIMA
DIRECCIN
192.168.128.254

DIRECCIN
BROADCAST
192.168.128.255

MSCARA DE
SUBRED
255.255.255.0

144

Video IP

192.168.149.0

192.168.149.1

192.168.149.254

192.168.149.255

255.255.255.0

Tabla 3. 26: Asignacin de direcciones IP


3.5.1.2 VLANs
Las redes LAN son redes de alta velocidad de transmisin y forman parte del
mismo dominio. Al momento de utilizar las VLANs se puede diferenciar el trfico
de voz, datos y para video lo que mejora la seguridad, el rendimiento y la calidad
de servicio. La VLAN permite agrupar varios equipos de manera lgica y no fsica,
lo que resulta conveniente debido a varias direcciones no se encuentran ubicadas
en el mismo piso. Se asignar una VLAN para cada direccin, telefona, video,
servidores, switches, etc.
Las redes VLAN sern creadas en el switch de core y esta informacin se
reflejar en los switches de acceso distribucin mediante el protocolo de enlace
troncal. La distribucin no vara mucho de la actual, esto es con la finalidad de
que los cambios no sean de gran dificultad para el administrador de red.

REA
Telefona IP
Internet
Servidores
Despacho CONATEL
Despacho SENATEL
Secretara General
Departamento de Talento Humano
Direccin General de Servicios de
las Telecomunicaciones
Direccin General Jurdica
Direccin General Financiera
Direccin General de Gestin del
Espectro Radioelctrico
Direccin General de Sistemas
Informticos
Red VPN
Direccin
General
de
Planificacin
Auditora
Direccin General de Control de
Gestin
Vlan Pruebas
Reuniones
W-SNT
Red SWITCHS
Regionales

SUBRED
192.168.128.0
192.168.129.0
192.168.130.0
192.168.131.0
192.168.132.0
192.168.133.0
192.168.134.0

ETIQUETA
SNT_VoIP
SNT_Internet
SNT_Servidores
SNT_CONATEL
SNT_SNT
SNT_Secretaria
SNT_DTH

VLAN ID
101
102
103
104
105
106
107

192.168.135.0

SNT_DST

108

192.168.136.0
192.168.137.0

SNT_DGJ
SNT_DGF

109
110

192.168.138.0

SNT_DGER

111

192.168.139.0

SNT_DGSI

112

192.168.140.0

SNT_VPN

113

192.168.141.0

SNT_DGP

114

192.168.142.0

SNT_Auditoria

115

192.168.143.0

SNT_DGCG

116

192.168.144.0
192.168.145.0
192.168.146.0
192.168.147.0
192.168.148.0

SNT_Test
SNT_Reuniones
SNT_Wireless
SNT_Switchs
SNT_Regionales

117
118
119
120
121

145

Video IP

192.168.149.0

SNT_VideoIP

122

Tabla 3. 27: Asignacin de VLANs


3.5.2 ELEMENTOS ACTIVOS DE LA RED
Los

elementos

considerados

son:

dispositivos

terminales,

equipos

de

conectividad, servidores y central telefnica.


La computadoras que al momento la institucin cuenta satisface con las
necesidades de la red a implementarse por lo tanto no hay necesidad de cambiar
estos equipos.
Las caractersticas de estos equipos se detallan en el Anexo D
3.5.2.1 Equipos de Conectividad
Los equipos de conectividad se seleccionarn de acuerdo a la funcin que va a
ocupar

dentro

del

rediseo,

stos

debern

garantizar

escalabilidad,

compatibilidad, rendimiento y redundancia en caso de ser necesario.


En los cuartos de telecomunicaciones para cada piso se utilizarn switches de
capa 2 (acceso distribucin) con tecnologa Fast Ethernet y en el cuarto de
equipos se ubicarn switches de capa 3 (core o ncleo) con tecnologa Gigabit
Ethernet.
3.5.2.1.1

Switch de Acceso Distribucin

En la capa de acceso distribucin se contempla el uso de 14 switches de 48


puertos con una velocidad de transmisin de 10/100/1000 Mbps. Se basa en la
reestructuracin del SCE, es decir, nmero de puntos de red que se necesitan
para cada piso. Adems se contempla la capacidad de uso de las aplicaciones
que superan los 57 Mbps, con este tipo de equipos se permitir velocidades
altas, seguridad, calidad de servicio, etc.; para que la red sea ms eficiente.

146

CARACTERSTICAS
Caractersticas generales:

Estndares:
Capacidad de conmutacin
del backplane:
Velocidad de transferencia:
Memoria:
Protocolos de Administracin
Remota:

Seguridad:

Alimentacin:

DESCRIPCIN
Puertos: 48 10/100/1000 BASE-SX RJ45 + 4 Gigabit Ethernet S
+ 1 RS 232.
Capacidad Full Duplex/ Half, switch de capa 2.
Debe ocupar una sola unidad de rack (1UR).
IEEE 802.1D, IEEE 802.1p, IEEE 802.1Q, IEEE 802.1s, IEEE
802.1w, IEEE 802.1x, IEEE 802.1AB, IEEE 802.3, IEEE
802.3ab, IEEE. 802.3ad, IEEE 802.3af, IEEE 802.3ah, IEEE
802.3z, IEEE 802.3u, IEEE 802.3, IEEE 802.3an.
32 Gbps.
mnimo 6.5 Mbps.
Mnimo 64 DRAM.
SNMP v1, SNMP 2c, RMON, Telnet, SNMP v3, Gestin va web,
TFTP, SSH.
Soporte Kerberos, Secure Shell (SSH), RADIUS, TACACS+.
Soporte ACL (Listas de Control de Acceso) de direccin MAC
origen y destino, direccin IP origen y destino, puerto TCP/UDP
origen y destino. Soporte AAA, Static Port Secutiy. Soporte de
DHCP, ARP, SSH/SSL. Filtrado de direcciones MAC. Soporte
VLAN
100 a 120 V AC, 200 a 240 V AC, 50/60 Hz.

Tabla 3. 28: Requerimientos tcnicos: Switch acceso distribucin

Para esta capa se mantendr el uso de los equipos actuales. Los switches CISCO
2960G cumplen con los requerimientos tcnicos para la implementacin
propuesta del rediseo de la red.
3.5.2.1.2

Switch de Core

En la capa de core se contempla el uso de 2 switches, un switch principal y el


otro que brindar redundancia a la red, sern de 12 puertos de 1 Gbps y 4 puertos
de 10/100/1000 Mbps o de 1 switch de 24 puertos de 1 Gbps y 4 puertos de
10/100/1000 Mbps con doble fuente de voltaje. Como se mencion en la seccin
3.5.1, se necesitan de la adquisicin de stos equipos y con las caractersticas
que se mencionan en la Tabla 3.29 para que exista redundancia en el diseo y se
aproveche de mejor manera el backbone de fibra ptica.

147

DESCRIPCIN

CARACTERSTICAS
Caractersticas generales:

Estndares:
Capacidad de conmutacin
backplane:
Velocidad de transferencia:
Memoria:

del

Capacidad de Apilamiento:

Ruteo:
Protocolos
Remota:

de

Administracin

Seguridad:
Alimentacin:
Otros:

Puertos: 12 SFP + 4 10/100/1000 BASE T + 1 RS-232 o 24 SFP + 4


10/100/1000 BASE T + 1 RS-232
Capacidad Full Duplex, switch de capa 3.
Debe ocupar una sola unidad de rack (1UR).
IEEE 802.1s, IEEE 802.1w, IEEE 802.1w, IEEE 802.1x, IEEE 802.3ad, IEEE
802.3af, IEEE 802.3, IEEE 802.3ab, IEEE 802.3U, IEEE 802.1D, IEEE 802.1p,
IEEE 802.3z.
32 Gbps.
Al menos de 100 Mbps.
128 DRAM.
Los switches deben poder integrarse en stack .Mnima velocidad de stack de 20
Gbps. El stack debe comportarse como una solo unidad lgica, administrable
con una sola direccin IP, debe ofrecer redundancia 1: N en el dispositivo
maestro, es decir, cualquiera de los equipos del stack pueden operar como
maestro. Todo el stack debe comportarse como un solo nodo de spannig tree. El
ruteo debe ser posible en el stack.
Equipo debe soportar ruteo inter VLAN a nivel de capa 3. Sorporte ruteo IP
(RIPv1, RIPv2, RIPng, OSPF, EIGRP, BGPv4).
SNMP 1, SNMP 2, RMON 1, RMON 2, RMON 3, RMON 9, Telnet, SNMP 3,
SNMP 2c, TFTP, SSH, CLI.
Soporte Kerberos, Secure Shell (SSH), RADIUS, TACACS+. Soporte ACL
(Listas de Control de Acceso) de direccin MAC origen y destino, direccin IP
origen y destino, puerto TCP/UDP origen y destino. Soporte AAA, Static Port
Security. Soporte de DHCP, ARP, SSH/SSL. Filtrado de direcciones MAC.
100 a 120 V AC, 200 a 240 V AC, 50/60 Hz.
Soporte para Syslog, QoS, limitacin de trfico, Broadcast Storm Control, alta
disponibilidad, seal ascendente automtica (MDI / MDI-X automtico).

Tabla 3. 29: Requerimientos tcnicos: Switch Core


Para este caso los switches CISCO 3750 G de 48 puertos 10/100/1000 Mbps y 4
puertos SFP no permitiran brindar redundancia al esquema que se propone,
razn por lo cual se tendr que adquirir 2 nuevos switches de capa 3 que cumplan
con los requerimientos tcnicos.
3.5.2.2 Servidores
Los servidores al momento no abastecen con la informacin que se genera, no
tienen las caractersticas necesarias para soportar nuevas aplicaciones y
servicios, razn por lo cual es necesario su redimensionamiento.
Como se observ en el captulo 2 la Institucin posee varios servidores fsicos y
virtuales debido a la gran cantidad de aplicaciones que maneja y a la necesidad
de ahorrar espacio, recursos elctricos y de red. En estos servidores se encuentra
configurado varios servicios y aplicaciones, segn la informacin proporcionada
por la DGSI stos no abastecen con la demanda de informacin que se genera.

148

Con el propsito de no saturar los servidores que al momento estn en


funcionamiento y tener una mejor administracin de los mismos, se ha convenido
la implementacin de 2 servidores en los cuales se prestar los siguientes
servicios:
3.5.2.2.1

Servidores en tiempo real: video y telefona

Este ser el encargado de almacenar las grabaciones de las diferentes reas de


la Institucin, se toma conveniente hacerlo en formato ligero, es decir, 640x480
pixel, profundidad de 8 bits, este valor se multiplica por las horas de
funcionamiento diario obteniendo la capacidad del disco para el almacenamiento:

Tomando en cuenta que son 34 cmaras IP se necesita un servidor con una


capacidad en disco de 857, 75 GB. Este servidor tambin almacenara los videos
para el servicio de streaming. Por lo tanto la capacidad en disco debe ser de 1TB.
La SENATEL posee 13 cmaras IP Vivotek PZ6114, se tiene que adquirir 21
cmaras IP con similares caractersticas.
3.5.2.2.2

Extensin del servidor NAS (Network Attached Storage) y del servidor


Espectra (Aplicacin propia de la Institucin)

El espacio en disco que al momento ocupa en servidor NAS es de 72 GB y para


el servidor Espectra es de 300 GB.

149

En el servidor NAS se almacena la informacin importante a la cual pueden


acceder los funcionarios de las diferentes direcciones sin la necesidad de
trasladarse de un lugar a otro, en este servidor se puede guardar y descargar
informacin que tiene un tamao de archivo no mayor a 5MB. En la actualidad los
usuarios se quejan del tamao en disco que tienen para guardar la Informacin.
Lo mismo sucede en el servidor Espectra, que permite manejar todos los datos
tcnicos sobre concesionarios, frecuencias, contratos, circuitos, etc.; informacin
importante que es almacenada en este servidor.
Por tal razn se ha visto la conveniencia de adquirir un servidor blade que est
diseado para brindar redundancia y eficiencia aprovechando el espacio
disponible, los recursos y la energa,
Las caractersticas que el servidor blade debe poseer son las siguientes:
ESPECIFICACIONES DEL HARDWARE
DESCRIPCIN

CARACTERSTICAS
Tipo:
Arquitectura:
Procesador:
Procesadores instalados:

Chasis para rack.


x86 - 64 bits.
Intel Xeon tipo Six Core / compatible 64-bits
X Series.
Dos (2).

Cache :

Mnimo 12MB Level 3 cach.

Rango de Operacin:

Mayor a 2.5 GHz.

Memoria RAM:

64GB, DDR3, 1333 MHz.


Se instalar en mdulos de 8 GB o superior.
Tecnologa: Serial Attached SCSI (SAS), tipo Hot Swap.

Disco duro

2 (Dos) discos duros de mnimo 1 TB.


Conectividad LAN

2 (Dos) Puertos de 1/10 Gbps Ethernet.

Conectividad SAN (Storage


Area Network)
Compatibilidad

2 (Dos) Puertos FC.


Windows Server 2003/2008, VSphere, OpenSuse, Red Hat
Linux Enterprise, (detallar otras versiones de Linux soportadas
oficialmente por el fabricante).

Tabla 3. 30: Caractersticas para el Servidor


3.5.2.3 Central telefnica

150

Al momento la SENATEL cuenta con la central telefnica 3COM NBX V3000, pero
debido a que en el 2012 la compaa Hewlett-Packard (HP) adquiere 3com, esta
central telefnica ya no cuenta con el soporte tcnico que necesita (hardware y
software). Razn por lo cual es necesario la adquisicin de una nueva central
telefnica que sea compatible con los telfonos IP que posee la Institucin.
Teniendo en cuenta que la proyeccin de usuarios es de 274, es decir, el nmero
de extensiones que la institucin necesitara para que todos los funcionarios
posean Telefona IP, las caractersticas que la central telefnica debe poseer son
las siguientes:

DESCRIPCIN

CARACTERSTICAS
300 extensiones concurrentes. Con crecimiento mnimo para 500
usuarios.
ltima versin liberada y recomendada por el fabricante.

Nmero des extensiones:


Software:
Conexin a la red Pblica:

20 puertos FXO, 12 FXS, 1 E1 PRI.


Servicios de Telefona IP nativa, soporte a video llamada IP, conexin a
la PSTN mediante troncales Analgica convencionales, Troncales
digitales ISDN PRI y SIP.
Interfaz Web, creacin de perfiles de administracin, acceso desde
cualquier punto de la red IP.

Arquitectura:
Administracin;
Nmero de puertos;

Mnimo dos puertos de red Ethernet 10/100/1000.

Estndares de Sealizacin

SIP, H.323.

conexin de dispositivos
servicios telefnicos:
Llamadas Dirigidas
Servicios telefnicos:
Soporte de Cdecs:
Integracin con:

SEGURIDAD

Mensajera de voz, telfono IP, telfono inalmbrico, PC-phone,


softphone, Videophone, Troncales SIP, Troncales TDM.
Otra extensin interna, celulares, telefona pblica, IVR
Retensin, transferencia, envio, multi - lnea, marcacin rapida, en
espera, llamada ltimo nmero.
G.711, G.722.1, G.723.1, G.728, G.729A/B, similares o superiores.
LDAP (Light weight Dirtectory Access Protocol) o Active Directory.
Tipo de cifrado TLS/SSL.
Soporte HTTPs.
Autenticacin de dispositivos.
Monitoreo del estado del sistema y de los dispositivos.
Notificacin de alertas.

MENSAJERA

Acceso de los usuarios a sus casilleros de voz remotamente.


Sistema de mensajes de ayuda al usuario en el manejo y administracin
del casillero de voz.

Tabla 3. 31: Caractersticas de la Central Telefnico


3.5.2.4 Suministro de Energa Elctrica

151

Cuando la generacin, el transporte y distribucin de energa elctrica es


deficiente puede causar daos o averas en los equipos de conectividad, .el
suministro de energa elctrica es de vital importancia para que la red se
encuentre totalmente funcional. La SENATEL posee un UPS (Uninterruptible
Power Supply) Liebert Nfinity, 2de 3 KVA, de 6 KVA y 6 de 10 KVA. Las
especificaciones tcnicas del UPS se pueden observar en el Anexo M
Estas UPS son encargadas de cargar continuamente sus bateras de energa, lo
que permite mantener a los equipos activos y en buenas condiciones cuando
sufren cortes de energa elctrica. Poseen un display que informa del estado y
alarmas, permite el diagnstico del estado de las bateras, la seleccin de voltaje
de salida (110, 115, 120 y 127V).
La deficiencia de este servicio en la Institucin era debido a una mala conexin
elctrica, es decir todas las conexiones de racks, servidores, UPSs estn
direccionados a un solo toma corriente, aun existiendo dentro del cuarto de
telecomunicaciones ms toma corrientes, las conexiones sern distribuidas de
acuerdo a la carga y uso del trabajo de los equipos de conectividad, aire
acondicionado, servidores y UPSs.

3.6

DIMENSIONAMIENTO DE ENLACES WAN

La red debe soportar de manera adecuada los servicios y aplicaciones de la


Institucin tomando en cuenta la interconexin con las Sucursales y el Internet,
por lo cual es necesario dimensionar la capacidad del enlace WAN en base a los
servicios a circular por el canal de comunicaciones, la tecnologa que se utilizar
para la interconexin y el nmero de usuarios que posee cada sucursal.
La SENATEL tiene dos sucursales, una en Guayaquil y otra en Cuenca, adems
comparte varios servicios con el MINTEL. La matriz que se encuentra ubicada en
Quito es la que almacenar la mayor cantidad de informacin, as como ser la
encargada de brindar la mayor parte de servicios, aplicaciones y acceso a Internet

152

a las sucursales de Guayaquil y Cuenca. La conexin de las sucursales con la


matriz es en topologa estrella.
En la Tabla 3.32

se observa el nmero de usuarios que pertenece a cada

sucursal:
Sucursal

Nmero de Usuarios

Crecimiento al 5%

Quito (Matriz)
Guayaquil
Cuenca

215
18
12

274
22
15

Tabla 3. 32: Proyeccin de usuarios sucursales SENATEL


Para el dimensionamiento del enlace WAN se toma en cuenta los servicios que
van a circular como son: acceso a pginas web, descarga de archivos, correo
electrnico, aplicaciones propias de la Institucin y videoconferencia.
La Tabla 3.33 muestra el resultado del consumo de ancho de banda de los
clculos realizados anteriormente.

SERVICIO

CAPACIDAD TOTAL (Kbps)

Descarga de archivo
Pgina Web
Correo Electrnico
Servicios Institucionales
Telefona IP
TOTAL

3.734,68
2.935,39
328,95
923,15
120,38
8.042,55

Tabla 3. 33: Ancho de banda Enlace WAN Quito


Se debe garantizar un ancho de banda de por lo menos de 8042,55 Kbps. Al
momento la capacidad del enlace WAN Quito es de 4096 kbps por lo que no
abastece para los servicios y aplicaciones que posee. En las sucursales de
Guayaquil y Cuenca se utilizan los mismos servicios y aplicaciones en estos
casos se realiza una estimacin del trfico, debido a que el anlisis de la red LAN
de estas sucursales no se contempla en el alcance de este proyecto. Por otro lado
la SENATEL comparte informacin con el MINTEL mediante un enlace de 2048
Kbps.

153

SUCURSAL

ANCHO DE BANDA
(Kbps)

Guayaquil
Cuenca

542,38
295,84

Tabla 3. 34: Enlaces WAN sucursales


En base a la Tabla 3.33 para el enlace WAN Quito se solicitar una capacidad de
10000 Kbps, mientras que para las sucursales de Guayaquil, Cuenca y MINTEL
se mantendr el enlace de 2048 Kbps.
Mientras que para el servicio de Internet se solicitar un ancho de banda de 10
Mbps, valor estimado en base a los clculos realizados en la seccin 3.3.5, donde
para satisfacer las necesidades de los usuarios necesita una capacidad de
7.298,72 Kbps.

&DEOH873FDW
(QODFH:$1

7UDQVFHLY HUV

Figura 3. 18: Dimensionamiento de Enlaces WAN

154

3.7

SEGURIDAD DE LA RED

La seguridad y la privacidad de la red se originan debido a la necesidad de


compartir informacin precisa y confidencial.
Para que una red sea segura debe cumplir con las caractersticas de:
confidencialidad, autenticidad, integridad y disponibilidad. En este caso a ms de
las VLANs, ACLs y equipos dedicados a proporcionar seguridad es necesario
incluir polticas de seguridad para la Institucin.
Con el fin de disminuir un ataque al sistema de seguridad es necesario definir
polticas de seguridad, esta constituye la forma en cmo los equipos deben ser
utilizados y como debe ser gestionada la informacin.
3.7.1 POLTICAS DE SEGURIDAD
Las polticas de seguridad es un documento que

debe ser conocido por el

personal de la SENATEL, en est se establecen las normas que permiten


proteger la informacin de ataques internos o externos, amenazas, debilidades y
se definen las acciones a tomar para proteger fsica y lgicamente los recursos
(personal, lugar de trabajo, datos, equipos, etc.) y la informacin de la Institucin,
es decir, los procesos asociados al mantenimiento y procesamiento de la
informacin.
A la seguridad de la institucin debe integrarse polticas de seguridad para
prevenir el uso inadecuado de los equipos y de la informacin que se maneja, con
estas se pretende identificar las vulnerabilidades, establecer procedimientos para
la recuperacin de informacin en caso de alguna falla y poder tener el control de
la red.
Las polticas de seguridad que se implementarn en la SENATEL han sido
analizadas con la ayuda de la DGSI, direccin encargada

de manejar el

155

inventario tecnolgico de la institucin. A continuacin se presentan las polticas


de seguridad:
Los equipos deben ser ubicados e instalados en lugares que garanticen su
correcto funcionamiento.
El usuario o funcionario deber notificar inmediatamente cuando se
manifieste alguna falla real o potencial sobre los equipos de cmputo o de
red, supone cadas de agua, daos elctricos o peligro de incendios.
El usuario o funcionario tiene la obligacin de proteger los equipos que se
encuentra a su cargo; sin la necesidad que stos sean utilizados o
contengan informacin confidencial o importante.
Solo el personal autorizado por la DGSI ser el encargado de llevar a cabo
reparaciones, respaldos o cambios de equipos de ser necesario, por
alguna falencia o dao del equipo.
El cuarto de equipos y el cuarto de telecomunicaciones deben tener
cerraduras con llaves, el ingreso ser solo para personal autorizado. Los
funcionarios que ingresen a estos sitios debern llevar un registro del
ingreso y las acciones que llevaron a cabo durante el tiempo de
permanencia.
El usuario o funcionario es responsable de la informacin que genera, por
lo cual debe evitar la fuga de informacin almacenada en su equipo de
cmputo.
Todos los equipos de conectividad, servidores deben poseer una
contrasea de mnimo 8 dgitos que cuenten con letras maysculas y
minsculas, nmeros y smbolos. Estas deben ser renovadas cada 30 das
por cada usuario y ser notificado previo al vencimiento.

156

Los puertos del switch de core y acceso-distribucin deben ser


configurados de tal manera que aquellos que no se estn utilizando sean
deshabilitados, si se desea habilitar un puerto deber solicitar un permiso a
la DGSI explicando el motivo y se registrar el cambio realizado.
Creacin

de

VLANs

de

acuerdo

al

esquema

detallado

en

el

direccionamiento IP, las 150 primeras direcciones IP sern asignadas a los


usuarios, las siguientes 50 sern asignadas a impresoras y escneres, las
siguientes 25 a cmaras IP y las ltimas 25 se dejarn para un crecimiento
futuro.
El ingreso del personal a cada Direccin ser limitado mediante el uso de
lectores de tarjetas, stas sern nicas para cada usuario.
Mantener un respaldo de los equipos de conectividad y servidores para
restablecer las funciones en caso de existir alguna falencia, el objetivo
principal es el continuo funcionamiento y desarrollo normal de las
actividades de los usuarios.
Asignar a cada Direccin un espacio en el servidor de archivos, para evitar
guardar la informacin en memorias flash, discos duros, etc. Esta
informacin se compartir a los usuarios pertenecientes de dicha Direccin,
si se desea compartir informacin entre diferentes Direcciones se deber
solicitar permiso a la DGSI

para

leer, agregar, modificar, o eliminar

informacin, cualquier cambi ser registrado.


La informacin manejada por los usuarios o por los funcionarios debe ser
protegida, reservada y confidencial.
El usuario o funcionario debe tener conocimiento de las medidas aplicativas
para prevenir y detectar cdigo malicioso como: virus, troyanos o gusanos.
As de analizar cada memoria flash que ingresa en el equipo.

157

Si se requiere de la instalacin de software, se deber justificar su uso y


solicitar su autorizacin a la DGSI indicando el equipo donde debe
instalarse el software y el tiempo que ser utilizado.
El servicio de Internet ser de uso exclusivo para actividades pertinentes a
su rea de trabajo. El administrador de red ser el encardo de filtrar y
monitorear continuamente el contenido web al que ingresan los usuarios.
El acceso al contenido de pginas web ser limitado, se bloquearn
pginas que tengan contenidos inadecuados o que limiten la productividad
del usuario o funcionario, tales como: redes sociales, video streaming,
messenger, servidores de descarga, etc.
El usuario no debe imprimir material que no sea perteneciente a las
actividades relacionadas con las funciones que cumple dentro de la
Institucin.
El servidor encargado de almacenar video vigilancia ser administrado por
el administrador de red, pero puede ser monitoreado por el personal
asignado para este servicio, el ingreso al sistema de video vigilancia ser
mediante contrasea.
Las actualizaciones de sistemas, servicios y aplicaciones se realizarn en
horarios no laborales para no afectar las actividades de los funcionarios.
Los funcionarios deben considerar a los mensajes recibidos por correo
electrnico como propiedad de la Institucin, estos mensajes deben ser
tratados de una manera privada y directa entre emisor y receptor.
Los

mensajes

enviados

mediante

correo

electrnico que

posean

informacin de suma importancia deben ser encriptados y destinados a las


personas autorizadas que ejerzan funciones y responsabilidades.

158

Determinantemente queda prohibido suplantar, esconder o suprimir, el


correo electrnico de un funcionario.
Queda determinantemente prohibido eliminar o alterar las configuraciones
que los tcnicos de la DGSI dejaron en un inicio como: Outlook, navegador
web, direccionamiento a servidor de archivos u otros programas.
A cada funcionario se le asignar un usuario y una contrasea para al
ingreso a la red Interna (Intranet). Cada usuario es responsable de todas
las actividades que se realizan con su usuario.
Queda prohibido quitar o daar las etiquetas del cableado estructurado.

La DGSI es la nica responsable de instalar, diagnosticar o reparar los


daos del sistema de cableado estructurado.

Se considera como falta grave a la exploracin de los recursos


informticos, aplicaciones, sistemas o cualquier actividad no autorizada
por la DGSI con el fin de explotar una potencial vulnerabilidad.
A ms de las polticas a ser implementadas, la SENATEL posee un equipo de
Gestin Unificada de Amenazas (Unified Threat Management, UTM) Fortigate Fg310b-Bdl, que es un equipo con varios servicios integrados entre ellos un Firewall,
antivirus, anti spam, servidor de correo electrnico, servidor DNS, IPS, IDS, VPN,
etc. El fin de este equipo es procesar y analizar los contenidos antes que ingresen
a la red institucional. Las caractersticas del UTM que posee la institucin se
detallan en el Anexo N.
3.7.2 CALIDAD DE SERVICIO (QoS)
Es la tecnologa que garantiza la transmisin de cierta cantidad de informacin
que se va a transportar en un tiempo para brindar un buen servicio. La calidad de
servicio es importante para las aplicaciones de video y voz.

159

Los parmetros que se deben controlar son: ancho de banda, latencia, jitter,
prdida de paquetes y hacer una clasificacin de la prioridad de las aplicaciones
y servicios para tratar de forma diferente al trfico que se genera. La Tabla 3.35
muestra los requerimientos de calidad de servicio que necesita la SENATEL para
las aplicaciones y servicios que posee, en lo que se refiere al ancho de banda y
prioridad se les ha designado de acuerdo a las necesidades que la institucin
requiere:

APLICACIN

FIABILIDAD

RETARDO

JITTER

Alta (*)
Alta (*)
Alta (*)
Media
Media
Media
Media

Alto
Alto
Medio
Alto
Alto
Bajo
Bajo

Alto
Alto
Alto
Medio
Medio
Bajo
Bajo

Correo Electrnico
Transferencia de Ficheros
Acceso Web
Sistema de Seguridad
Video Streaming
Telefona
Video conferencia

ANCHO DE
BANDA
Bajo
Medio
Medio
Alto
Alto
Bajo
Alto

PRIORIDAD
Baja
Media
Baja
Media
Media
Alta
Media

(*) Fiabilidad alta si se utiliza el protocolo de transporte TCP

Tabla 3. 35: Requerimientos de la Calidad de Servicio en las aplicaciones [13]


Una de las falencias que posee la SENATEL es en la telefona, los usuarios
constantemente se han quejado de la deficiencia de este servicio, por lo cual este
servicio

tendr

prioridad

alta

en

la

transmisin

para

permitir

regular

adecuadamente el trfico.
La SENATEL posea el NetEnforcerAC-404 que es un equipo que permite regular
la calidad de servicio de acuerdo a los parmetros que la institucin necesita, este
equipo fue puesto a prueba durante 3 meses, dando buenos resultados en la
administracin y gestin de la red, por lo cual se desea la renovacin del equipo.
Cuando la Institucin decidi adquirir este equipo el proveedor inform que este
equipo esta descontinuado y que al momento ya no se venden las licencias para
su funcionamiento, por lo que se recomend la adquisicin de la nueva versin
que se encuentra en stock que es la NetEnforcerAC-504. Las especificaciones
tcnicas se muestran en el Anexo O. En la Tabla
caractersticas para la adquisicin del equipo:

3.36 se muestra las

160

CARACTERSTICAS

DESCRIPCIN

Tipo de Servicio:

Adquisicin de licencia por 3 aos del equipo NetEnforcer AC-504/ 100M 4 ports,
w/NetXplorer& 10 Mbps BW Control 2 x 10/100/1000 Mbps 2 x 10/100
MbpsMaxThroughput: 100 Mbps.
El soporte se realizar mnimo por cinco aos, tanto en las versiones del Firmware como
en las herramientas de administracin.
Dejar en perfecto funcionamiento el administrador de Ancho de Banda.
Actualizaciones peridicamente.
Acceso a la base de conocimientos del fabricante para solucionar problemas tcnicos.
Acceso a parches, mantenimiento y actualizacin de parches.
Soporte en sitio de 20 horas anuales.
20 pipes y 20 lneas de administracin en su ltima versin.

Soporte:
Medios:
Protocolos:
Soporte tcnico:

Configuracin:

Tabla 3. 36: Caractersticas para la adquisicin de equipo que brindar Calidad de


Servicios

3.8

PLAN DE MIGRACIN

El plan de Migracin es un proceso que describe los movimientos fsicos y lgicos


para la implementacin del nuevo diseo de la red. Los usuarios deben ser
notificados de los cambios que se realizarn dentro de la Institucin para evitar
posibles conflictos y molestias. Los usuarios debern entender que el cambio es
para incorporar funciones nuevas, manejar de una manera eficiente la informacin
y a su vez brindar comodidad a los mismos.
3.8.1 OBJETIVO
El proceso tiene como objetivo transferir toda la informacin existente valida, as
como implementar los cambios sugeridos en el nuevo diseo para que los
funcionarios y usuarios se adapten a la red multi-servicios.
3.8.2 PASOS CLAVE
Un plan de migracin efectivo incluye cuatro pasos clave: requisitos, diseo,
pruebas e implementacin.

Identificar y confirmar requisitos.

Documentar el diseo.

Pruebas

Plan de implementacin: cree una cronologa.

161

3.8.2.1 Identificar y confirmar requisitos


En este punto se levantar toda la informacin que sea de gran utilidad para la
migracin como son: el personal, hardware, software requerimientos de red y
reas crticas.
Se debe tener en cuenta que se tienen dos tipos de personal, el final y el tcnico.
El tcnico son las personas pertenecientes a la DGSI que sern capacitados para
brindar soporte tcnico a los usuarios finales y a cualquier eventualidad que surja
antes, durante y despus del proceso de migracin. El usuario final ser aquel
que posea una estacin de trabajo y reciba los beneficios del proceso de
migracin.
Es de vital importancia tener detallado el hardware y software para conocer si la
implementacin de las nuevas aplicaciones podr soportar este tipo de cambios.
Los requerimientos de la red a implementarse se describen en el Captulo 2.
Se considera que las reas crticas de este proceso es el cambio total del sistema
del cableado Estructurado, la implementacin de los switches de core y los
switches de acceso-distribucin, la central telefnica y servidores.
3.8.2.2 Documentar el diseo [19]
El documento de diseo es una gua para el nuevo entorno; incorpora funciones
nuevas y los cambios principales que impactarn en la comunidad de servidores.
Se recomienda la creacin de documentos de diseo detallados para una
migracin similar a la creada para la instalacin inicial.
Pruebas
Las pruebas se realizarn en sitio al instante de la instalacin, y habr un lapso de
una semana laborable en la cual se pondr a prueba el nuevo diseo de red.

162

Verifique el efecto de la funcionalidad nueva; por ejemplo, cmo la utilizacin de


un sistema Windows Server 2008 afecta la configuracin de la comunidad.
3.8.2.3 Plan de implementacin [19]
Frecuentemente, un plan de implementacin se basa en el documento de diseo
e incluye un plan de proyecto con cronogramas, recursos y dependencias. El plan
de implementacin tambin puede incluir el mtodo para crear de imgenes de
servidores, la configuracin de parmetros, el mtodo de instalacin de la
aplicacin, la capacitacin para el servicio de asistencia tcnica, la capacitacin
de los usuarios, las fases de implementacin (si corresponde) y el plan para retirar
la comunidad anterior (si corresponde).
A continuacin se detalla el tiempo que se utilizar para el cambio de estos
servicios:

Piso

Puntos de
Red

Nmero de
Horas

Subsuelo 1 y 2
Planta Baja
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Total

24
60
44
40
38
40
38
32
42
42
38
30
36
28
532

29,76
74,4
54,56
49,6
47,12
49,6
47,12
39,68
52,08
52,08
47,12
37,2
44,64
34,72
659,68

Nmero de das

4
9
7
6
6
6
6
5
7
Contina
7
6
5
6
4
82

Tabla 3. 37: Nmero de das para instalar el Sistema de Cableado


estructurado [6] [20]
En este tiempo se contempla la instalacin y recorrido de cable UTP categora 6,
canaletas, faceplate, puntos de red y patch cords. Se necesitar de 4 personas
para realizar la instalacin. En esta seccin tambin se realizarn las pruebas de
servicio y certificacin de los puntos de red.

163

Cantidad

Equipo

2
13
1
1
2
19
Tiempo das:

Switch de core
Switch de acceso - distribucin
Central telefnica
Calidad de Servicio
Servidores
Total
10

Tiempo
38
Horas
0,83
0,83
0,83
0,83
0,83
4,15

Tabla 3. 38: Nmero de das para cambios en cuarto de equipos y cuarto de


telecomunicaciones [6] [20]
Las personas que se utilizarn para la implementacin de estos servicios en el
Administrador de red de la DGSI y un tcnico del equipo en mencin. El tiempo
total estimado para la implementacin de la nueva red con las pruebas realizadas
y capacitacin a los usuarios es de 3 meses y una semana, como se puede
observar en la Figura 3.19:

Figura 3. 19: Tiempo estimado para la migracin en semanas

38

Informacin proporcionada por el Administrador de Red

164

REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 3


LIBROS
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2006.

[2]

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[3]

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PROYECTO DE TITULACIN
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COOPERATIVA DE AHORRO Y CRDITO MUSHUC RUNA PARA
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SERVICIOS, Quito, Escuela Politcnica Nacional, Marzo 2012, Pg. 106

[6]

Barreiro, C., Herrera, A., REINGENIERA DE LA RED DE DATOS


COORPORATIVA DE LA ADMINISTRACIN ZONAL SUR ELOY ALFARO
DEL MUNICIPIO DEL DISTRITO METROPOLITANO DE QUITO, Quito,
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[7]

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EUGENIO ESPEJO PARA SOPORTE DE VIDEO CONFERENCIA Y
DISEO DE LA RED DE INTERCONEXIN CON HOSPITALES DE LA
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[8]

Aguilar, O. REDISEO DE LA RED DE VOZ, DATOS Y VIDEO PARA LA


UNIDAD EDUCATIVA SANTA MARA DE MAZZARELLO, Quito, Escuela
Politcnica Nacional, Abril 2012.

[9]

Guambuguete,

E.,

DISEO

DE

LA

INFRAESTRUCTURA

DE

COMUNICACIONES DE VOZ, DATOS Y VIDEO PARA EL PPA

165

(PROGRAMA

DE

PROVISIN

DE

ALIMENTOS),

Quito,

Escuela

Politcnica Nacional, Enero 2012.


[10]

Morales, F., Sarabia, D. REINGENIERA DE LA RED DE DATOS


CORPORATIVA DE LA EMPRESA ALIANZA COMPAA DE SEGUROS Y
REASEGUROS S.A. PARA LA INTEGRACIN DE SERVICIOS DE
TELEFONA IP, Quito, Escuela Politcnica Nacional, Noviembre 2011.

ARTICULO TCNICO
[11]

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PREDICCIN DE ANCHO DE BANDA PRIMERA APROXIMACIN,
Subgerencia de Administracin y Operacin de Redes Ingeniera

PAGINAS WEB
[12]

Ganzbal, J., CLCULO DE ANCHO DE BANDA EN VOIP, Pg. 3, [En


lnea],

Disponible

en:

http://www.idris.com.ar/lairent/pdf/ART0001%20-

%20Calculo%20de%20ancho%20de%20banda%20en%20VoIP.pdf
[13]

Mrquez, L. y Ravelo, E. CALIDAD DE SERVICIOS EN REDES, Pg. 9,


[En lnea], Disponible en:

http://www.slideshare.net/prestonj_jag/calidad-

de-servicio-en-redes
[14]

Cableado Estructurado, [En lnea], Disponible en:


http://www.materials.imdea.org/sites/default/files/pdf/site/publichiring/closed-tenders/Pliego-Tecnico-electronica_de_red_cerrado.pdf

[15]

Canaleta plastica, [En lnea], Disponible en:


http://www.questinter.com/fichas/Canaleta_plastica.pdf

[16]

ANSI/EIA/TIA 606 A, [En lnea], Disponible en:


http://www.bradycms.com/CMS400BradyEurope/uploadedFiles/Downloads/
Industry/ANSI-TIA-EIA-606A-RefGuide.pdf

[17]

Rack, [En lnea], Disponible en:


http://fibremex.com/fibraoptica/index.php?mod=eCommerce&ext=group&id
=102

[18]

NORMA 606A, [En lnea], Disponible en:

166

http://loquepasaensistemas.files.wordpress.com/2010/05/tia606-and606a.ppt
[19]

Plan de migracin, [En lnea], Disponible en:


http://support.citrix.com/proddocs/topic/xenapp5fp-w2k8/nl/es/ps-installmigrate-plan-v2.html?locale=es

[20]

cableado Estructurado [En lnea], Disponible en:


http://exa.unne.edu.ar/depar/areas/informatica/SistemasOperativos/Cablea
do_Estructurado-TP08.pdf

[21]

TIA 606 Y 606A, [En lnea], Disponible en:

[22]

http://loquepasaensistemas.files.wordpress.com/2010/05/tia606-and606a.ppt
Consideraciones para implementacin de video conferencia Va IP, [En
lnea], Disponible en:
http://www.grupoact.com.mx/archivos/Consideraciones%20para%20Videco
nferencia%20IP.pdf

166

CAPTULO 4
ANLISIS DE COSTOS
4.1

ANLISIS DE COSTOS

Una vez que se analizado los componentes que la SENATEL necesita para la
implementacin y puesta en marcha de la red multiservicios, el presente captulo
se realiza el anlisis comparativo de las diferentes alternativas.
Los dispositivos y equipos que se hace referencia son los que pertenecen a la red
pasiva y a la red activa.

4.2

REUTILIZACIN DE LOS EQUIPOS

La SENATEL posee varios equipos que podrn ser reutilizados de acuerdo a las
caractersticas y estado en el que se encuentran, con lo que se evitar costos
innecesarios.
Las estaciones de trabajo cuentan con las caractersticas suficientes para que
sigan en funcionamiento, los usuarios pueden realizar sus tareas sin ningn
inconveniente. Cabe recalcar que las

computadoras fueron asignadas a los

usuarios de acuerdo a las actividades que realizan.


4.2.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD
Como se expuso en el captulo 2 la Institucin cuenta con switches Cisco

3COM, los swiches 3COM como anteriormente se explic ya no se encuentran en


el mercado y son de 9 y 12 puertos, no abastecen para el nmero de puntos de
red se va a implementar en cada piso, si se considera que el menor nmero de
puntos de red es de 24, este swich no es vlido para considerarlo en el rediseo.

167

4.2.1.1 Switches
Al momento se encuentran utilizando 4 Switches Cisco 3750 que posee 48
puertos 10/100/100 Mbps y 4 puertos SFP, para la capa de core. Cuando se
adquieran los switches de core propuestos en el rediseo stos sern
reemplazados quedando los otros sin funcionalidad alguna.
Cuando se realice el cambio de los Switches de Core, los Cisco 3750 sern
puestos en funcionamiento en la parte de la Capa Acceso - distribucin, en la
Tabla 3.23 se muestra la redistribucin de los Switches:
Las caractersticas que estos equipos poseen son las siguientes:
SWITCH DE ACCESO - DISTRIBUCIN
Imagen:

Marca:
Modelo:
Caractersticas:

Costo
Imagen:

Marca:

CISCO
[1]
WS-C2960G-48TC-L
Puertos: 44 x 10/100/1000 + 4 x Gigabit SFP combinado.
Capacidad de Conmutacin: 32 Gbps.
Gestin Remota: SNMP 1, SNMP 2, RMON 1, RMON 2, RMON 3,
RMON 9, Telnet, SNMP 3, SNMP 2c, HTTP, HTTPS, FTP, TFTP,
SSH.
Conmutacin Layer 2, auto-sensor por dispositivo, asignacin
direccin dinmica IP, negociacin automtica, soporte ARP,
equilibrio de carga, soporte VLAN, seal ascendente automtica
(MDI/MDI-X automtico) IGMP, DHCP, soporte de Dynamic
Trunking Protocol (DTP), soporte de Access Control List (ACL),
Quality of Service (QoS), entre otros.
Soporte de estndares: IEEE 802.3, IEEE 802.3u, IEEE 802.3z,
IEEE 802.1D, IEEE 802.1Q, IEEE 802.3ab, IEEE 802.1p, IEEE
802.3x, IEEE 802.3ad (LACP), IEEE 802.1w, IEEE 802.1x, IEEE
802.1s, IEEE 802.3ah, IEEE 802.1ab (LLDP)
4.423,07 USD

CISCO
Contina

168

Modelo:
Caractersticas:

Costo

[2]

WS-C3750G-24TS-E1U
Puertos: 24 x 10/100/1000 + 4 x SFP.
Capacidad de conmutacin: 32 Gbps.
Gestin Remota: SNMP 1, SNMP 2, RMON 1, RMON 2, RMON 3,
RMON 9, Telnet, SNMP 3, SNMP 2c, HTTP, HTTPS, FTP, TFTP,
SSH.
Control de flujo, capacidad duplex, conmutacin Capa 3, autosensor por dispositivo, Encaminamiento IP, soporte de DHCP,
negociacin automtica, soporte ARP, soporte VLAN, seal
ascendente automtica (MDI/MDI-X automtico),IGMP, limitacin
de trfico, apilable, soporte IPv6, soporte de Access Control
List(ACL), Quality of Service (QoS), entre otros.
Soporte de estndares: EEE 802.3, IEEE 802.3u, IEEE 802.3z,
IEEE 802.1D, IEEE 802.1Q, IEEE 802.3ab, IEEE 802.1p, IEEE
802.3x, IEEE 802.3ad (LACP), IEEE 802.1w, IEEE 802.1x, IEEE
802.1s, IEEE 802.3ah, IEEE 802.1ab (LLDP)
9.297, 75 USD

Tabla 4. 1: Caractersticas de los Equipos a reutilizar para la capa de acceso


distribucin
La reutilizacin de los equipos ahorra gastos innecesarios y sin afectar la
implementacin del nuevo diseo. La

tabla 4.2 presenta los costos que la

Institucin se evit al no adquirir nuevos equipos de conectividad.



Piso

Switch

Costo USD

Sub 1 y 2
Planta Baja
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11

Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 3750
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G
Cisco 2960G

4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07
9.297,75
4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07
4.423,07

12

Cisco 2960G

4.423,07

Total:

66.797,66

Tabla 4. 2: Costo de reutilizacin de equipos de conectividad


Si se reutilizan los equipos, al

momento de realizar una comparacin con

respecto del costo actual que se encuentra en el mercado el ahorro en equipos de


conectividad que se presenta es de USD 66.797,66

169

4.3

SISTEMA DE CABLEADO ESTRUCTURADO

Para el sistema de cableado se considera que se cambiar la infraestructura


estructura actual, para ello se ha considerado la contratacin de un solo
proveedor ya que es ms fcil que la garanta se aplique al sistema de cableado
estructurado que a cada una de las partes que lo integran. En la Tabla 4.3 y 4.4
se detallan el costo de los elementos que se adquirirn. La oferta econmica fue
presentada por la empresa TOTALTEK.
Elemento

Descripcin

Faceplate
Canaleta Plstica

Codo Interno

Codo Externo

Cable UTP CAT6

Cantidad

doble
20x12
32x12
60x16
40x40
60x40
20x12
32x12
60x16
40x40
60x40
20x12
32x12
60x16
40x40
Rollo 305 m
SUBTOTAL
12% IVA
TOTAL

Precio Unitario

Precio Total

2,20
2
3
10
6
1
0,22
0,32
1,49
0,55
0,26
0,22
0,32
1,49
0,55
180

585,2
248,00
240,00
2.630,00
1.422,00
16,00
10,66
9,55
127,92
38,33
0,52
5,77
4,45
77,34
23,00
10800,00
15653,54
1878,42
17531,96

266
124
80
263
237
16
48
30
86
70
2
26
14
52
42
60

Tabla 4. 3: Costo de elementos para el SCE

Servicios

Cantidad

Cableado UTP CAT 6


Certificacin UTP CAT 6
Etiquetacin UTP CAT 6
Retiro de cableado antiguo 5e
Instalacin escalerillas

532
532
1064
1600
42

Precio
Unitario
22
8
5
8
2

SUBTOTAL
12% IVA
TOTAL

Tabla 4. 4: Costos de servicios para el SCE

Precio
Total
11.704,00
4.256,00
5.320,00
12.800,00
84,00
34.164,00
4099,68
38.263,68

170

El costo de la implementacin del Sistema de Cableado Estructurado no solo


contempla los materiales sino tambin el retiro de las instalaciones antiguas, la
mano de obra de las instalaciones nuevas, la certificacin UTP y etiquetacin
UTP.

4.4

ADQUISICIN Y SELECCIN DE EQUIPOS:

En esta seccin se observan los equipos que son necesarios adquirir para una
posible implementacin, se debe tener en cuenta que estos equipos sern un
complemento de los equipos que existen actualmente.
4.4.1 EQUIPOS DE CONECTIVIDAD
Se adquirir 2 Switches de Core con las caractersticas que se describieron en
el Captulo 3, los equipos que se presentaron se muestran en la tabla 4.5 y 4.6. El
costo de stos vara de acuerdo a las especificaciones tcnicas que poseen, la
marca y el modelo.
Opcin 1
SWITCH DE CORE
Imagen

Marca
Modelo
Capacidad
de
Apilamiento
Nmero de Puertos
12 SFP + 4 10/100/1000
BASE T + 1 RS-232
Montable en Rack (1UR)
Capacidad
de
conmutacin
del
backplane: 32 Gbps
Troughtput: 35.7 Mpps

CISCO
[3]
WS-C3750X-12S-S
SI

HP

SI

SI

SI
SI

SI
SI

SI

SI

Memoria RAM: 512 MB

SI

SI

[4]

E5400/E8200
SI

Contina

171

Capacidad
Apilamiento
Puertos MDI/MDI-X

de

SI

SI

SI

SI

SI

SI

de

SI

Acces Control List (


802.1p priority ,VLAN,
MAC address, Ether
type, IP address, DSCP,
Protocol type, TCP/UDP
port
number,
IPv6
Traffic Class, IPv6 flow
label)
Protocolos de Ruteo:

SI

SI, 802.1p /CoS multicapa y Control


de ancho de banda por puerto/flujo
(granularidad inferior a 64 kbps).
SI

Protocolos
de
Administracin Remota:
SNMP 1, SNMP 2, RMON
1, RMON 2, RMON 3,
RMON 9, Telnet, SNMP
3, SNMP 2c, TFTP, SSH,
CLI
VLAN

SI

IGMPv3,VRRP,
OSPFv2,Static IP routing, PIM-SM,
PIM-DM, IGMP, RIP-1, IGMPv2,
RIP-2
SI

SI

SI

Seguridad

Kerberos, Secure Shell (SSH),


RADIUS, TACACS+

Control
de
acceso
multicapa
2/3/4.,RADIUS/TACACS+.,SSH/SSL,
Vinculacin IP-MAC, Vinculacin IPMAC-puerto.

Estndares
IEEE 802.3, IEEE 802.3u,
IEEE
802.3z,
IEEE
802.1D, IEEE 802.1Q,
IEEE
802.3ab,
IEEE
802.1p, IEEE 802.3x,
IEEE 802.3ad (LACP),
IEEE
802.1w,
IEEE
802.1x, IEEE 802.1s,
IEEE 802.1ae
Soporte VoIP

SI

SI

SI

SI

Soporte Video IP

SI

SI

Garanta

1 ao

1ao

Costo

8.228,25 USD

3,236.17 USD

Port Mirroring
Soporte
Calidad
Servicio (QoS)

RIP-1, RIP-2, HSRP, static IP


routing, RIPng, IGMP-1, IGMP 2

Tabla 4. 5: Caractersticas y Costos de los Switches de Core opcin 1

172

Opcin 2
SWITCH DE CORE
Imagen

Marca
Modelo

CISCO
[5]
WS-C3750X-24S-S

HP

Capacidad
de
Apilamiento
Nmero de Puertos
24 SFP + 4 10/100/1000
BASE T + 1 RS-232
Montable en Rack (1UR)
Capacidad
de
conmutacin
del
backplane: 32 Gbps
Troughtput: 35.7 Mpps

SI

SI

SI

SI

SI
SI

SI
SI

SI

SI

Memoria RAM: 512 MB

SI

SI

Capacidad
Apilamiento
Puertos MDI/MDI-X

SI

SI

SI

SI

SI

SI

de

SI

Acces Control List (


802.1p priority ,VLAN,
MAC address, Ether
type, IP address, DSCP,
Protocol type, TCP/UDP
port
number,
IPv6
Traffic Class, IPv6 flow
label)
Protocolos de Ruteo:

SI

SI, 802.1p /CoS multicapa y


Control de ancho de banda por
puerto/flujo (granularidad inferior a
64 kbps).
SI

Protocolos
de
Administracin Remota:
SNMP 1, SNMP 2, RMON
1, RMON 2, RMON 3,
RMON 9, Telnet, SNMP
3, SNMP 2c, TFTP, SSH,
CLI

SI

IGMPv3,VRRP,
OSPFv2,Static IP routing, PIM-SM,
PIM-DM, IGMP, RIP-1, IGMPv2,
RIP-2
SI

VLAN

SI

SI

de

Port Mirroring
Soporte
Calidad
Servicio (QoS)

RIP-1, RIP-2, HSRP, static IP


routing, RIPng, IGMP-1, IGMP 2

5500-24G-SFP EI (JD374A)

[6]

Contina

173

Seguridad
Kerberos, Secure Shell
(SSH),
RADIUS,
TACACS+
Estndares
IEEE 802.3, IEEE 802.3u,
IEEE
802.3z,
IEEE
802.1D, IEEE 802.1Q,
IEEE
802.3ab,
IEEE
802.1p, IEEE 802.3x,
IEEE 802.3ad (LACP),
IEEE
802.1w,
IEEE
802.1x, IEEE 802.1s,
IEEE 802.1ae
Soporte VoIP

SI

SI

SI

SI

SI

SI

Soporte Video IP

SI

SI

Doble Fuente de Voltaje

SI

SI

Garanta

1 ao

1ao

Costo

8,434.99 USD

7240,67 USD

Tabla 4. 6: Caractersticas y Costos de los Switches de Core opcin 2


Como se puede observar se presentan dos opciones para el rediseo, la primera
que involucra la adquisicin de dos switches cada uno con 24 puertos SFP y la
segunda con un solo switch de 24 puertos SFP, si se adquiriese la segunda
opcin se evitara la configuracin en stack.
Para las dos opciones se seleccionar la marca CISCO para que mantenga
compatibilidad con los switches CISCO de las capa acceso-distribucin.
Los costos de estos equipos fueron provistos por las empresas TECNOPLUS CIA.
LTDA. y por Andean Trede.
4.2.2 SERVIDOR

SERVIDOR

Imagen

Contina

174

Marca

CISCO

Modelo

UCSC-DBUN-C220-112

Tipo: 1 UR
Arquitectura: x86 - 64 bits
Procesador: 1 x Intel
Xeon E5-2620 / 2 GHz ( 2.5
GHz ) ( 6 ncleos)
Procesadores instalados:
2
Cach: 12 MB
Rango de Operacin:
2,530 GHz

SI
SI

HP
HP BL460C G7 E5649 6G
1P SVR
SI
SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

SI

4.135,04 USD

4.231,70 USD

Memoria RAM: 8
(instalados) / 256
(mx.) - DDR3

GB
GB

Disco duro: 2 discos de


500 GB
Interfaces: 1 x serie
2
x
USB
2.0
1 x gestin - Ethernet
10Base-T/100BaseTX/1000Base-T
1
x
VGA
2 x LAN (Gigabit Ethernet)
1 x KVM
Compatibilidad (Windows
Server
2003/2008,
VSphere, OpenSuse, Red
Hat Linux Enterprise)
Costo

Tabla 4. 7: Caractersticas y Costos de Servidores


Para el caso de la eleccin del servidor se recomienda la marca CISCO debido a
que cumple con los requerimientos mnimos que se solicita en el Captulo 3
seccin 3.5.2.2. Los valores obtenidos fueron provistos por la empresa XPC.
4.2.3 CENTRAL TELEFNICA
CENTRAL TELEFNICA IP

/


D

/^K

sz

D

 

'

E

^/

^/

^ j    ^/

^/
Contina

175


    W  
^/
&y^&yK
   d
/W/W
   W^dE  ^/
  
d/^EWZ/^/W

/
t




^/



/W
E      

d
dyd

Z:
      Z: ^/
h^
      Z:
h^W/Eh^
  ^ ^/W
,
    
   
/W
  s
d^/WddD
>
^  
    



^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^/

^   ' '
''' ^/


^/

/  >W > 
  W   ^/


^/

^'hZ/ ^ ^ ^ ^,


^/
D,

^/

'






h^

h^

Tabla 4. 8: Caractersticas y Costos de Central Telefnica IP


Como se puede observar, se presentan dos soluciones CISCO y AVAYA, se
recomienda la solucin AVAYA debido a que las caractersticas en seguridad son

176

ms eficientes que las de CISCO, a ms de eso soporta un crecimientos de


usuario mayor y su costo es menor.
La empresa Andean Trade proporciono el valor econmico para la marca CISCO,
mientras que para AVAYA la empresa prefiere mantener la confidencialidad.
4.2.3.1 Telfonos IP

TELFONOS IP

Imagen

Marca
Modelo
Nmero de Lneas :4
Nmero de Lneas SIP: 8
PoE
Cdec de Voz: G.711
Soporte VLAN
Administracin va web
browser
Interfaces: 2 x Ethernet
10Base-T/100Base-TX
Posibilidades de
teleconferencia
Capacidad de transferencia de
llamada
Remarcado
Llamada en espera
Velocidad de marcado
Llamada en espera
Bloqueo de llamadas
Marcado On-hook
Costo

CISCO
[11]
SPA504G
SI
SI
SI
SI
SI

AVAYA
[12]
9611G
SI
SI
SI
SI
SI

SI

SI

SI

SI

Si

Si

Si

Si

Si
Si
Si
Si
Si
Si
159 USD

Si
Si
Si
Si
Si
Si
257,41 USD

Tabla 4. 9: Caractersticas y costos de Telfonos IP


Para la adquisicin de telfonos IP se recomienda AVAYA, posee similares
caractersticas que CISCO pero al ser de la misma marca que la Central
Telefnica no existir problemas de compatibilidad de equipos. Por el momento
se adquirirn 85 telfonos IP debido a que los actuales telfonos actuales 3COM
son compatibles con la central telefnica IP AVAYA.

177

La empresa Andean Trade proporciono el valor econmico para la marca CISCO,


mientras que para AVAYA la empresa prefiere mantener la confidencialidad.
4.4.4. CMARAS IP
Se considera la adquisicin de las mismas cmaras IP que al momento posee la
SENATEL, debido a que estas poseen las caractersticas tcnicas para soportar
video vigilancia y al ser de la misma marca y modelo se mantendra la esttica
del edificio. Para complementar el diseo se necesita la adquisicin de 21
cmaras IP.
CMARA IP

Imagen

Marca
Modelo
Tipo
Grabacin
Compresin de video
Puerto de red
Garanta
Costo

Vivotek
[13]
PZ6114
IP
30 FPS
MPEG 4
FAST ETHERNET 10/100 Mbps
1ao
588,05 USD

Tabla 4. 10: Caractersticas y Costo de Cmara IP


4.4.5. EQUIPO CALIDAD DE SERVICIO
Se deber adquirir un nuevo equipo para la gestin de Calidad de Servicio ms
las licencias y el soporte tcnico.
La empresa que facilito la cotizacin de este equipo prefiere mantener la
confidencialidad.

178

Figura 4. 1: Costo de Equipo para Calidad de Servicio

4.5

COSTO DE ENLACES WAN E INTERNET

La SENATEL al ser una empresa pblica se ve obligada a contratar el servicio de


datos y de Internet con Corporacin Nacional de Telecomunicaciones (CNT).
Los routers que se utilizan para establecer los enlaces vienen incluidos con el
servicio.

RADIO ENLACE

COSTO
INSTALACIN
USD
800.00

PRECIO
MENSUAL DATOS
USD
1270

CISCO 877

2000

RADIO ENLACE

350.00

445.00

CISCO 877

2000

RADIO ENLACE

350.00

445.00

CISCO 877

SUCURSAL

ANCHO DE
BANDA (Kbps)

MEDIO DE
TRANSMISIN

QUITO

10000

GUAYAQUIL
CUENCA

ROUTER

Tabla 4. 11: Costo Total de Enlace de Datos


Para la capacidad del enlace a Internet se toma en consideracin la Tabla 3.12
del Captulo 3, donde se describe el ancho de banda que utilizar cada servicio y
es de 7.298,72Kbps, la Tabla 4.12 muestra la capacidad del enlace a Internet que
se deber adquirir:

SERVICIO

ANCHO DE
BANDA (Kbps)

MEDIO DE
TRANSMISIN

COSTO
INSTALACIN
USD

PRECIO
MENSUAL DATOS
USD

ROUTER

INTERNET

10000

RADIO
ENLACE

500

107,45

CISCO 1800

Tabla 4. 12: Costo Total de Internet

179

4.6

COSTO TOTAL DEL PROYECTO

La tabla 4.13 muestra el costo total de los equipos que deben ser adquiridos para
la implementacin del nuevo diseo de red.
Opcin 1:

CANTIDAD

TEM

1
2
1
1
85
21
1

Sistema de Cableado Estructurado


Switch de Core
Servidor
Central Telefnica IP
Telfono IP
Cmaras IP
Equipo QoS
TOTAL

Valor Unitario
USD
55.795,64
8.228,25
4.135,04
5.565,00
257,41
588,05
24.018,96

Valor Total USD


55.795,64
16.456,5
4.135,04
5.565,00
21.879,85
12.349,05
24.018,96
140.200,04

Tabla 4. 13: Costo Total para la Implementacin de la Red opcin 1


Opcin 2:

CANTIDAD

TEM

1
1
1
1
85
21
1

Sistema de Cableado Estructurado


Switch de Core
Servidor
Central Telefnica IP
Telfono IP
Cmaras IP
Equipo QoS
TOTAL

Valor Unitario
USD
55.795,64
8.228,25
4.135,04
5.565,00
257,41
588,05
24.018,96

Valor Total USD


55.795,64
8.434,99
4.135,04
5.565,00
21.879,85
12.349,05
24.018,96
132.178,53

Tabla 4. 14: Costo Total para la Implementacin de la Red opcin 2


Como se puede observar el precio de la opcin 1 es ms costosa que la opcin
dos, si bien el precio de 1 switch de core de 12 puertos SFP no difiere en gran
cantidad de 1 switch de core de 24 puertos SFP, pero dado que el diseo
requiere de 2 switch de core de 12 puertos el precio aumenta en gran cantidad,
siendo que las dos opciones satisfacen las necesidades de la red, no se
justificara la eleccin de la opcin 1 porque el beneficio es el mismo pero costo
es elevado.

180

Se debe tener en cuenta que la Institucin ahorrara la suma 66.797,66 USD con
la reutilizacin de los equipos de conectividad descrito en la seccin 4.2.1.

4.7

COSTOS DE OPERACIN Y MANTENIMIENTO

Los precios de los equipos que se ofertan incluyen el costo de soporte tcnico y
mantenimiento por 3 aos. La Tabla 3.14 muestra el costo anual del enlace WAN
e Internet:
DESCRIPCIN

COSTO USD

Enlace de 10 Mbps
Enlace de 2 Mbps
Enlace de 2 Mbps
Internet
Total Anual

16.040
5.690
5.690
1.789,4
29.209,4

Tabla 4. 15: Costo Operacin y Mantenimiento

Los precios a los que se hace referencia se encuentra en las proformas que se
detallan en el Anexo P, se debe considerar que solo para el sistema de cableado
estructurado se ha considerado el 12% del I.V.A.

181

REFERENCIAS BIBLIOGRFICAS CAPTULO 4


PAGINAS WEB
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[8]

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AVAYA G450, [En lnea], Disponible en:


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CISCO SPA504G, [En lnea], Disponible en:


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AVAYA 9611G, [En lnea], Disponible en:


http://www.best4systems.com/es/avaya-9611g-ip-telefonico-1-gigabit

[13]

VIVOTEK PZ6114, [En lnea], Disponible en:


http://www.onyougo.es/4xem-4x-pz6114-camaras-de-seguridad_pi523519

183

CAPTULO 5
CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES
5.1.

CONCLUSIONES

La informacin obtenida del anlisis realizado a la red de la SENATEL


permiti conocer las fallas y vulnerabilidades que posee. Entre las que se
puede destacar la mala utilizacin de los equipos de conectividad, falta de
polticas de seguridad, el no cumplimiento de las normas y estndares del
sistema de cableado estructurado.
El anlisis del trfico realizado permiti determinar el ancho de banda
adecuado y especificar las caractersticas de los equipos a ser adquiridos
para que las aplicaciones y servicios que maneja la Institucin funcionen de
manera correcta.
El proyecto propuesto es una red multiservicios basada en un modelo
jerrquico, es decir posee las capas de core y de acceso distribucin,
permitiendo

administrar y asignar funciones

especficas. Este diseo

brinda escalabilidad, redundancia, eficiencia, seguridad, facilidad de


administracin y mantenimiento.
El diseo jerrquico propuesto (capa acceso distribucin y capa ncleo)
permitir integrar en una sola infraestructura los servicios de voz, datos y
video, siendo una red de alta velocidad en la cual se pueda agregar nuevas
funcionalidades sin la necesidad de realizar cambios significativos.
Con la implementacin del diseo propuesto se puede compartir recursos
sean stos de software y hardware entre las direcciones sin saturar la red y
permitiendo la optimizacin de stos recursos.

184

Se propone el uso de dos switches de core en la capa ncleo, con el uso


del 4 hilos de fibra ptica en el cableado vertical para brindar redundancia
al diseo, lo que mantendr a la red activa en caso de alguna falla en la
red.
Se plantea un nuevo esquema en las VLAN, con sto se define de forma
clara el trfico de voz, datos y video, lo que permitir priorizar de acuerdo a
las necesidades de cada direccin.
La implementacin del Sistema de Cableado Estructurado brindar una
solucin a los requerimientos del sistema de comunicacin basada en el
cumplimiento de las normas y estndares considerando los servicios,
aplicaciones y trfico a circular en los prximos 5 aos, lo que permitir
soportar las aplicaciones actuales y futuras.
El diseo de la red se basa en una red Gigabit Ethernet con fibra ptica en
el cableado vertical (backbone) y colocar cable UTP categora 6 en el
cableado horizontal, esto permite que la red sea de alta velocidad y evita
que se sature la misma.
El dimensionamiento de usuarios, servicios, aplicaciones, equipos y
capacidad de los enlaces a 5 aos, es de gran importancia para el buen
funcionamiento de la red, debido a que permite conocer de una forma ms
precisa las necesidades de la Institucin
El equipo seleccionado para complementar la infraestructura de la red ha
sido seleccionado de acuerdo al dimensionamiento del anlisis del trfico,
nmero de usuarios y requerimientos,
Para la parte de video streaming se ha tomado en consideracin que ste
se har uso solo en las salas de espera.
La implementacin de polticas de seguridad permite establecer normas
sobre los usos correctos de la red y sus componentes y a su vez
implementar multas a las personas que las infringieran.

185

La central Telefnica ser encargada de: el manejo de extensiones,


enrutamiento

de

llamadas,

permisos

de

llamadas,

transferencias,

conferencias de voz, llamadas en espera, directorio, historial de llamadas,


etc.
La calidad de servicio se brindar con la ayuda de un equipo, la
implementacin de este sistema permitir clasificar al trfico y brindar un
trato diferenciado, el trfico de voz ser prioridad debido a que los
paquetes de voz deben ser fluidos para que el odo humano pueda
interpretarlos correctamente.
Se reutilizar algunos equipos de conectividad (switches) debido a que
poseen las caractersticas que satisfacen la red a implementarse. Si bien
es cierto la SENATEL posee equipos de ltima tecnologa pero stos no
han sido aprovechados de la mejor manera. Con el diseo propuesto se
busca la optimizacin de los equipos que la Institucin posee, as como
evitar gastos innecesarios en la adquisicin de nuevos equipos.
Se plantea un plan de migracin en el cual se toma en cuenta la
implementacin del Sistema de Cableado Estructurado, la configuracin de
los equipos y la capacitacin a los usuarios.
En el piso 8 y 9 se maneja la aplicacin Spectra, este programa funciona
con el uso de unas llaves, cada llave (flash memory) posee un valor de
aproximado de $30.000 USD, el acceso ha sido restringido a personal
autorizado.
La documentacin de la red es de vital importancia para las futuras
implementaciones, permitir agilizar el trabajo debido a que se tendr
conocimiento de los cambios realizados obteniendo como resultado una
mejor evaluacin de la red.

186

Para la implementacin de la red se incluye una serie de

materiales,

equipos y servicios para dar una solucin definitiva a las falencias que sta
posee. En el mercado existen varias opciones que pueden dar solucin,
pero al momento de adquirir los productos es poco probable elegir a un
solo fabricante. En el presente proyecto se seleccion los equipos que
satisfagan las necesidades tomando en cuenta la disponibilidad de los
equipos y el soporte tcnico.

5.2.

RECOMENDACIONES

Poner en prctica las polticas de seguridad recomendadas, debido a que


la SENATEL ha tenido varios ataques internos y externos, tanto en la parte
fsica como lgica.
El diseo debe ser implementado de acuerdo a las normas y estndares,
para que los resultados obtenidos al anlisis de trfico, dimensionamiento
de usuarios y equipos sean de satisfactorios.
Para la administracin de la red se recomienda documentar todo cambio
que se realice, en la cual se permita conocer los cambios realizados.
Es de vital importancia que los equipos sugeridos para complementar la
red cumplan con las especificaciones mnimas sugeridas.
Realizar

inspecciones

fsicas

peridicas

para

comprobar el

buen

funcionamiento del sistema de cableado estructurado.


Dar mantenimiento preventivo y correctivo a las estaciones de trabajo, para
evitar algn virus en la red que ocasione congestiones en la misma o en el
peor de los casos, provocar prdida en la informacin de los usuarios.
Se ha observado que la los equipos que posee la Institucin son de buena
calidad, pero debido al desconocimiento no han sido aprovechados de la

187

mejor manera, se recomienda capacitar al personal para aprovechar al


mximo las caractersticas que poseen.
Si se realiza la implementacin del diseo propuesto, se recomienda
realizar pruebas para evaluar el rendimiento de la red.
La SENATEL es una institucin pblica que brinda servicios a nivel
nacional, la informacin que se maneja es de carcter confidencial, por lo
cual en el tema de direccionamiento IP las direcciones fueron cambiadas a
peticin de la Institucin, se recomienda mantener esta confidencialidad ya
que es una manera de mantener segura la informacin.




ANEXOS
ANEXO A
MTODOS DE COMPRESIN
Resumen PCM Y ADPCM39
Pulse Code Modulation (PCM) y Adaptive Delta Pulse Code Modulation
(ADPCM) son tcnicas para almacenar los datos de audio analgicos en
formato digital, Microsoft.Archivo WAV.
PCM

PCM funciona tomando muestras discretas en intervalos iguales (llamados la


tasa de muestreo). Intervalos son 11 kHz, 22 kHz y 44 kHz. Frecuencia de
cuanto mayor sea el muestreo, mejor ser la representacin de la onda
analgica original y mejor ser la calidad del sonido. Cada muestra es un
nmero real con una resolucin ilimitada de + 1,0 del valor a gran escala a -1,0
del valor de escala completa. Dado que stos deben almacenarse como
nmeros de precisin finita digitales, los datos se truncan a PCM de 16 bits o
PCM de 8 bits, comnmente denominado samples de 8 y 16 bits. Datos de 16
bits tienen ms resolucin, por lo que la forma de onda digital suena
mejor. PCM de 8 bits tiene menor resolucin, causando audible silbido en la
forma de onda. Tambin requiere menos espacio en disco.
ADPCM

ADPCM, comnmente se conoce como una forma de compresin, es una


forma ms eficaz de almacenar las formas de onda que PCM de 16 bits u 8
bits. Slo utiliza 4 bits por muestra, ocupando un cuarto de espacio del disco de
PCM de 16 bits. Sin embargo, la calidad del sonido es inferior. Dado que el
hardware de Windows Sound System slo entiende el PCM de 8 a 16 bits, el
equipo debe comprimir y descomprimir el ADPCM de PCM, lo que requiere
tiempo de CPU. mono de 22 kHz ADPCM puede ser descomprimido en tiempo
real

(es

decir,

mientras

reproduce)

en

un

megahertz

386SX/16

CPU. Velocidades de muestreo mayores (44 kHz) o archivos estreo tardarn


39

Tomado de: http://support.microsoft.com/kb/89879/es

ms tiempo para un 386SX/16 descomprimir, que hace que se omitir en el


audio. Mono de 11 kHz ADPCM se puede comprimir en tiempo real en un
equipo 386SX/16. Para hacer ADPCM, el equipo debe tener el Administrador
de

compresin

de

Audio

(ACM)

instalado.

ACELP (Algebraic Code Excited Linear Prediction, ACELP)40

El mtodo de codificacin, Prediccin lineal con excitacin por cdigo


algebraico, ha sido concebido para dotar de robustez a la proteccin de los
errores de transmisin, y para ofrecer una alta calidad en presencia de ruido
acstico de fondo mientras se utiliza una velocidad binaria limitada. Se ha
especificado los esquemas de correccin de errores (consistente en un cdigo
convolucional sealado de relacin 1/3) y de entrelazado para proteger de
manera selectiva los bits ms importantes dentro de la trama vocal.
Adems, se ha incluido un mecanismo de deteccin de errores y pueden
tambin utilizarse tcnicas de reemplazamiento de las tramas malas, a fin
de hacer mnima la degradacin de la calidad vocal resultante de las tramas
de voz no recibidas correctamente.
LD CELP (Low-Delay Code Excited Linear Prediction)41

El LD-CELD conserva la esencia de la tcnica de prediccin lineal con


excitacin por cdigo (CELP, codeexcited linear prediction), que aplica un
mtodo de anlisis y sntesis a la bsqueda de cdigo cifrado. Sin embargo,
el LD-CELP utiliza adaptacin hacia atrs de los predictores y la ganancia
para lograr un retardo algortmico de 0,625 ms. Se transmite nicamente el
ndice del cdigo cifrado de excitacin. Los coeficientes del predictor se
actualizan mediante anlisis de codificacin predictiva lineal (LPC, linear
prediction coding) de las seales vocales previamente cuantificadas. La
ganancia de excitacin es actualizada utilizando la informacin de ganancia
incluida en la excitacin previamente cuantificada. Operaciones de LDCELP a velocidad binaria variable, especialmente para equipos digitales de
multiplicacin de circuitos a velocidades inferiores a 16 kbit/s
CS-CELP42 ( Code Excited Linear Prediction)

40

41

Tomado de: http://www.itu.int/dms_pub/itu-r/opb/rep/R-REP-M.2014-1998-PDF-S.pdf

Tomado de: CCITT G.728 Aspectos generales de los sistemas de


transmisin digital; equipos terminales, Septiembre 1992

CS-CELP surgi de la bsqueda de un codificador que, con una tasa de bits


de 8 kbit/s, consiguiera una calidad de voz equivalente a la que se obtiene
con un codificador ADPCM, operando a 32 kbit/s, para la mayor parte de la
condiciones de trabajo. Entre estas condiciones cabe citar seales de voz,
tanto limpias como ruidosas, variaciones de nivel o seales carentes de voz.
Para la recomendacin de la ITU G.729, uno de los trminos de referencia
que se fijaron fue que el codificador de voz trabajara a 8 kbit/s. Esta tasa se
eligi en parte porque se adecua al rango de trabajo de la primera
generacin de estndares digitales celulares, que va desde los 6,7 kbit/s en
Japn hasta los 13 kbit/s en Europa, pasando por los 7,95 kbit/s en Estados
Unidos. Adems era lo ms natural dividir por dos la tasa de bit de
codificadores de voz ya existentes y estandarizados (64, 32 y 16).
MP-MLQ43 (Multi-Pulse Maximum Likelihood Quantization )

Puede ser usada para compresin de voz o de otras seales de audio,


componentes de servicios multimedia a muy baja velocidad. Tiene asociadas
dos velocidades binarias, 5.3 y 6.3 Kbps. La velocidad ms alta tiene mejor
calidad. La velocidad ms baja da una buena calidad y proporciona a los
diseadores de sistema ms flexibilidad. Ambas velocidades son una parte
obligatoria del codificador y decodificador, y existe una opcin que permite
implementar mecanismos de supresin de perodos de silencio utilizando la
tcnica de deteccin de actividad de voz, que da un amplio rango de velocidad
de operacin entre 2.65 y 3.15 kbps.

42

Tomado
de:
http://bibing.us.es/proyectos/abreproy/11154/fichero/Memoria%252Fpdf%252Fmemoria.pdf
43
Referencia: Recomendacin UIT-T G.723.1, "Codee de Voz de Doble Velocidad para la
Transmisin en Comunicaciones Multimedios a 5.3 y 6.3 kbits/s", Marzo 1996

Gestin Procesos

NAS

uio-pm-ultims01

uio-pm-nas01

Lotus Notes

Base de datos

Servidor Web

NAS

FAX-SERVER

BaseDeDatos

Web-Server

gye-pm-nas01

uio-pm-ctmails01

Radioelctrico

LotusDomino

uio-pm-spects01

Sistema Espectro

Gestin Documental

Base de datos

uio-pm-Alfresco

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-esxs03

uio-pm-bdds03

Base de Datos

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-linuxs03

Gestin Procesos

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-linuxs02

uio-pm-ults01

VMWare Infaestructure 3,5 Up. 4

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-linuxs01

uio-pm-bdds01

VMWare Server 1.6

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-esxs02

CT Mail

No

LAMP

SQL 2005, Olympo V7

Lotus Notes (CONARTEL)

Spectra, Oracle 10g

Alfresco 2.2

Ultimus

SQL 2000

No

Ultimus

SQL 2005

VMWare Server 1.6

VMWare Server 1.6

VMWare Infaestructure 3,5 Up. 5

VMWare Infaestructure 3,5 Up. 5

Adm. Equipos Virtuales

uio-pm-esxs01

Aplicaciones Implementadas

Roles

Nombre Servidor

SERVIDORES FSICOS

SERVIDORES FSICOS Y SERVIDORES VIRTUALES

ANEXO B:

Windows 2008 Std.

Appliance versin

Windows 2K3 Std.

Centos 5

Windows 2K3 Std

Centos 5

Windows 2K3 Std. R2

OpenSuse 11.2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 x 64 Std. R2

ESX Server

OpenSuse 10.3

OpenSuse 10.3

OpenSuse 10.3

ESX Server

ESX Server

Sistema Operativo

Fabricante
HP

Dell

Dell

Dell

Dell

Dell

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

HP

1 x Xeon 2.27 GHz

1 x Xeon 3.06 GHZ

1 x XEON 2 GHZ

1 x XEON 2 GHZ

2 x XEON 2 GHZ

1 x XEON 2 GHZ

2 x QuadCore 2.66 GHz1

2 x QuadCore 2.66 GHz

1 x QuadCore 2.66 GHz

1 x QuadCore 2.66 GHz

2 x QuadCore 2.66 GHz

1 x QuadCore 2.66 GHz

2 x QuadCore 2.66 GHz

2 x QuadCore 2.66 GHz

2 x QuadCore 2.66 GHz

2 x QuadCore 2.66GHz

2 x QuadCore 2.4 GHz

2 x QuadCore 2.4 GHz

Procesador

(GB)
6

2 HD x 250 Gb Raid 0 + 1

6HD x 72GB Raid 5

2HD x 20 GB Raid 0+1,

2HD x 300 GB Raid 0+1

2HD x 300 GB Raid 0+1

2HD x 300 GB Raid 0+1

2HD x 300 GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 72GB Raid 0+1

2HD x 146GB Raid 0+1

2HD x 146GB Raid 0+1

HDD

Arquitectura

187

64

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

64

64

64

64

64

64

64

(bits)

RAM

SQL 2000, ZKFingerPrint Reader


Active Directory

LAMP
GLPI

BalanceScoreCard

Aplicaciones

Base de datos

Control Acceso

Domain Controler

Web Server

Web Server

Web Server

SMS

Domain Controler

Web Server

uio-vm-bscs01

uio-vm-mintapps01

uio-vm-mintelsql

uio-vm-accs01

uio-vm-DCS02

uio-vm-admconts01

uio-vm-web

uio-vm-web

uio-vm-sms01

uio-vm-DCS01

uio-vm-web

PRTG

LAMP

Active Directory

SQL 2005, SMS

LAMP

SQL 2005

PHP, MySQL

BalanceScoreCard

SQL 2000, Oracle Forms

Monitoreo

LAMP

Base de datos

Web Server

uio-vm-intranets01

Active Directory

uio-vm-bdds01

Domain Controler

uio-vm-DCS03

SQL 7

F-Secure

Isa Server 2006

No

SQL 2005, Olympo V7

Aplicaciones Implementadas

uio-vm-mons01

Antivirus

Proxy

uio-vm-prxs01

Base de datos

Pruebas

uio-vm-prbs01

uio-vm-avirs01

Base de datos, Olympo V7

uio-vm-bdds04

uio-vm-avirs01

Roles

Nombre Servidor

SERVIDORES VIRTUALES

OpenSuse 11.2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

OpenSuse 11.2

OpenSuse 11.2

OpenSuse 11.2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

OpenSuse 11.2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2000 Server

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std

Sistema Operativo

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

No

Procesador

Fabricante y

1GB

RAM
768Mb

640Mb

768Mb

256Mb

256Mb

256Mb

512Mb

512Mb

896Mb

1GB

512Mb

512Mb

768Mb

768Mb

512Mb

1GB

1GB

1GB

824 Mb

30

15

30

20

30

30

30

33

25

(SAN)

100

30 +

20

30

33

40

20

20

25

25

30

40

HDD

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

32

(Bits)

Arquitectura

IAS
Fiel Magister

O3 Server

IAS

Aplicaciones

Aplicaciones

Pruebas

uio-vm-ias01

uio-vm-fms01

uio-vm-wsus01

uio-vm-bdds02
SQL 2005, IIS

WSUS

O3

App Institucionales

Aplicaciones

uio-vm-O3s01

Isa Server 2006

VPN

uio-vm-vpns01

uio-vm-praps01

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2000 Server

Windows 2K3 Std. R2

Windows 2K3 Std. R2

No

No

No

No

No

No

No

384Mb

512Mb

512Mb

448Mb

768Mb

512Mb

448Mb

30

50

30

15

30

20

32

32

32

32

32

32

32

ANEXO C
APLICACIONES INSTITUCIONALES

Sistema

Vers

Descripcin

in

Front

Back

End

End

Estado de

Fecha de

funcionam

Implanta

iento

cin

Consulta
Ingreso de

Sistema de

Este sistema permite manejar todos

Gestin del
Espectro

3.0

radioelctrico

los

datos

tcnicos

sobre

concesionarios, frecuencias, contratos,


circuitos, etc.

(SIGER)

Ms Visual

Ms SQL

Basic.Net

Server

2002

2000

datos para
facturacin
de

ene-2006

Radiodifusi
n y
Televisin

Sistema de
Facturacin de
Frecuencias

Este
3.0

(SIFAF)
Sistema de
4.0

Sistema de
1.0

(SISTRA)
Sistema de
Documentos

1.0

informacin

legal

para

la

administracin de contratos por uso de

MS SQL

Basic.Net

Server

2002

2000

Ms Visual

Ms SQL

Basic.Net

Server

2002

2000

Este sistema permite el registro de los

Ms Visual

trmites que ingresan a la SENATEL

Basic 6.0

documentos

internos

que

circulan

Ms Visual

entre las diferentes direcciones de la

Basic 6.0

SENATEL

Sistema de
de guas de

facturas por uso de frecuencias lo cual

Ms Visual

Este sistema permite el registro de los

(SISRED)
registro y control

datos

frecuencias.

(SACOF)

Registro de

los

Este sistema facilita el manejo de la

Habilitantes

Trmites

maneja

es la fuente de ingreso institucional

Registro de
Ttulos

sistema

necesarios para la emisin de las

Este sistema facilita el registro e


2.0

entrega (SISGUIA)

impresin de las guas de despacho


de documentos de la SENATEL con
Servientrega y otros couriers.

Registro de
Cybercafs

1.0

Server

sep-2002

Activo

jun-2011

Archivado

mar-2003

Activo

oct-2004

de
Ms SQL

BPM

Server

Redes Privadas y Certificados de

Studio

2000

Concesin

Archivado

7.0

Utimus

de

oct-2002

Ms SQL

Frecuencias, Emisin de Permisos de

procesos
BPM Ultimus

automatizacin

Archivado

7.0

2005

(SACYB)
de

Server

2008

Basic 6.0

oct-2008

Ms SQL

Server

nivel nacional.

Activo

7.0

Ms SQL

MS Visual

Sistema

Server

Basic.Net

Este sistema registra los ciber cafs a

ene-2006

Ms SQL

Ms Visual

Sistema de

Activo

de

Modulacin Digital de Banda Ancha.


Este sistema maneja los mdulos de
Olympo

1.0

roles y activos fijos de la Institucin. La


empresa encargada de dar soporte a

Ms Visual
Basic

Ms SQL
Server
7.0

Activo

este software es PROTELCOTELSA


Spectra

3.8.5

Sistema de gestin y administracin

Oracle

Oracle

.0.7

del espectro radioelctrico.

Forms

10g

DTS

3.0

ALFRESCO

3.2

Sistema de manejo y seguimiento de


trmites de la SENATEL
Sistema

de

manejo

Eclipse
Helios 3.1

control

documental de la SENATEL

Eclipse

Activo

may2010

MySQL

Activo

jun-2009

MySQL

Activo

feb-2008

Vi

mar-2008
(fecha
aproxima

INTRANET

2.0.1
5

Administra peticiones de soporte e


informacin institucional

Xoops
administra

MySQL

Activo

tion

da en
base al
sistema
de
archivos)

1. Publicacin de estadsticas del


sector.
2. Informacin institucional (eventos,
PORTAL WEB

1.5.2

quejas, reclamos)
3.

Ley

de

Vi

mar-2008

Joomla

(fecha

administra
tor

transparencia

aproxima
MySQL

Activo

base al

de

sistema

informacin LOTAIP.
4.

Publicacin

de

da en

resultados

de

en

archivos)

servicios institucionales.
Vi
Aula virtual

1.9.9
+

Aula

virtual

para

gestionar

el

Moodle

MySQL

Activo

sep-2010

Vi

MySQL

Activo

oct-2009

datos

Ms Visual

Ms SQL

informativos de los funcionarios de la

Basic.Net

Server

2002

2000

Sistema de consulta de informacin

Ms Visual

Ms SQL

tcnica que almacena el sistema

Basic.Net

Server

2002

2000

Ms Visual

Ms SQL

En

Basic.Net

Server

construcci

2002

2000

conocimiento colectivo institucional.

administra
tion

Sin
REGISTRO DE

versi

CIBERCAFES

WEB

defin

Registra y administra CyberCafs.

ida
Sistema
Ficha Laboral

1.0

de

registro

de

SENATEL
Siger-Suptel

2.0

Spectra.
Interfaz
Siratv-Sifaf

1.0

entre

(Supertel)-Sifaf

el

sistema

(Senatel),

Siratv
para

facturacin en lnea de las frecuencias


de radiodifusin y televisin.

Archivado

Activo

may2010

ANEXO D
CARACTERSTICAS EQUIPOS DE LA SENATEL
Telfono IP 3Com 3102 Business Phone

DISPOSITIVO

TELEFONO IP

MODELO

3102 BUSINESS PHONE

NMERO
PARTE
PUERTOS

DE 3C10402B
CONECTIVIDAD DE RED PUERTO DUAL ETHERNET 10/100 (2PT 10/100)
HEADSET JACK

PROTOCOLO

802.3af

DESCRIPCION

PLATAFORMA SOPORTADA: NBX, VCX


DISPLAY 16033 PIXELS
FULL DUPLEX

3com Nbx 3c10248pe

Especificaciones

Dos RJ45 10/100 puertos de conmutacin


2 lneas 24 caracteres LCD
4 botones de funcin
3 Botones de programa

Cuenta con un altavoz monitor-slo para comprobar el correo de voz


Descripcin:
The 3Com 3C10248PE NBX 2101PE Basic Phone offers 3 programmable buttons, 4 dedicated feature buttons, 2x24 LCD display
with 3 soft-keys, integrated full duplex 10/100 Mbps switched Ethernet uplink & device ports; auto-sensing 110/220 V, 50/60 Hz AC
power supply with external 10 foot AC power brick. El 3Com NBX 3C10248PE Telfono 2101PE bsica dispone de 3 botones
programables, 4 teclas de funcin dedicada, pantalla LCD de 2x24 con tres teclas programables, duplex completo integrado 10/100
Mbps Ethernet conmutada de enlace ascendente y los puertos del dispositivo, auto-sensing 110/220 V, 50 / 60 Hz con fuente de

alimentacin CA externo de 10 pie de ladrillo de alimentacin de CA. Also, compliant with the new IEEE 802.af draft standard for
Power over Ethernet. Adems, cumple con el estndar IEEE nuevo proyecto 802.af para Power over Ethernet. (PoE) (PoE)}

Telfono IP 3C10401A

*HQHUDO
7LSRGHSURGXFWR
3ODWDIRUPDVFRPSDWLEOHV

7HOpIRQR9R,3
&RP1%;6XSHU6WDFN1%;&RP9&;9,3


&DUDFWHUtVWLFDVGHOWHOpIRQR
7HFODGR
7LSRGHPHFDQLVPRGHPDUFDFLyQ
8ELFDFLyQ
GHO
PHFDQLVPR
GH
%DVH
PDUFDFLyQ
&DSDFLGDGGHOODPDGDVHQFRQIHUHQFLD 6t
6t
7HOpIRQRFRQDOWDYR]

&DQWLGDGGHERWRQHVSURJUDPDEOHV
6t
&RQWUROGHYROXPHQ
6t
&RQWUROGHOWLPEUH

7RQRVGHOWLPEUH
,QGLFDGRUGHQXHYRPHQVDMH
,QGLFDGRUHV



7HOHIRQtD,3
&DUDFWHUtVWLFDVSULQFLSDOHV

&RQPXWDGRU(WKHUQHWLQWHJUDGRVRSRUWHSDUDDOLPHQWDFLyQPHGLDQWH(WKHUQHW
3R( 

&yGHFVGHYR]
&DOLGDGGHOVHUYLFLR
$VLJQDFLyQGHGLUHFFLyQ,3
&DQWLGDGGHSXHUWRVGHUHG

***DE$'3&0
,(((4 9/$1 ,(((S7\SHRI6HUYLFH 7R6 ,(((
'+&3
[(WKHUQHW%DVH7%DVH7;


9LVXDOL]DGRU
7LSR
8ELFDFLyQGHODSDQWDOOD
5HVROXFLyQGHODSDQWDOOD

3DQWDOODGHFULVWDOOtTXLGRPRQRFURPR

&DEOH
SDUD
&DEOHGHUHGP

%DVH
[St[HOHV

&DEOHVLQFOXLGRV


DXULFXODU





P

PC microtorre HP Compaq dc5800


Procesador

Conectividad
Micrfono, jack de entrada *

Velocidad de reloj*

2.8 GHz

Familia de procesador*

Intel Core 2Altavoz,


Duo auricular, jack de salida *

Modelo del procesador*

E7400

L2 cache

3 MB

Bus frontal lateral del sistema

1066 MHz

Memoria

Puerto serial

1
1

Ranuras de expansin
Ranuras x1 PCI Express

Ranuras x16 PCI Express

Ranuras PCI

Memoria interna*

2 GB

Memoria interna, mximo*

8 GB

Tipo de memoria interna*

DDR2-SDRAM

Disposicin de memoria*
Velocidad de memoria del reloj

Detalles tcnicos
Color del producto *

Negro

Tipo de chasis *

Micro Torre

2 x 1 GB

Ranura para cable de seguridad

IBM

800 MHz

Unidad de disquete

1.44 MB

Baha de disco

2 x 5.25", 1 x 3.5"

Medios de almacenaje
Capacidad total de almacenaje

250 GB

Velocidad de rotacin de disco duro

7200 RPM Ancho *

Peso y dimensiones
176 mm

Tarjeta de lectura integrada*

Profundidad *

428 mm

Impulsin ptica

Altura *

377 mm

Peso

8.9 kg

Tipo de unidad ptica*

DVD Super Multi


Condiciones ambientales

LightScribe
Grficos
Modelo de adaptador de grficos discretos*

10 - 35 C

Intervalo de humedad relativa para funcionamiento

10 - 90 %

Altitud de funcionamiento

0 - 3048 m

Altitud no operativa

0 - 9144 m

Intel GMA 3100

Sistema operativo/software
Sistema operativo instalado

Intervalo de temperatura operativa

Windows Vista Business

Conectividad

Intervalo de temperatura de almacenaje

-30 - 60 C

Intervalo de humedad relativa durante almacenaje

5 - 95 %

Cantidad de puertos USB 2.0*

Contenido del embalaje

Cantidad de puertos VGA (D-Sub)*

Pantalla incluida

Puerto de ratn PS/2*

Otras caractersticas

Ethernet LAN (RJ-45) cantidad de puertos*

Caractersticas de red

Gigabit Ethernet

Entrada de lnea

Graphics chipset

Intel

Salida de lnea

Emisiones de presin acstica

27 Db

Dell Optiplex 780



(VSHFLILFDFLRQHV7pFQLFDV
)DFWRUGH)RUPD

0LQL7RZHU

3URFHVDGRU

,QWHO&RUH'XR( *+] 

%XVGHO6LVWHPD

0+]

0HPRULD&DFKH

0%/

&KLSVHW

,QWHO4

0HPRULD

[*%*%''50+]VORWV

'LVFR'XUR

*%6$7$USP

0HGLRSWLFR

['9'5:

9LGHR

0%19,',$*H)RUFH'XDO9*$'9,DQG69LGHR792XW

6RQLGR

,QWHJUDGRFKDQQHODXGLR

3DUODQWHV

1RLQFOX\H

/HFWRUGH0HPRULDV

LQ0HGLD&DUG5HDGHU

7HFODGR

'HOO86%(VSDxRO

0RXVH

'HOOySWLFR86%

'LVTXHWHUD

1RLQFOX\H

6LVWHPD2SHUDWLYR

:LQGRZV3URIHVVLRQDOHQ(VSDxROFRQ2IILFH6WDUWHU

0RQLWRU

'HOO(:)3:LGH

)ODW3DQHO

&RQHFWLYLGDG

5HG

0ESV,QWHJUDGD

0yGHP

1RLQFOX\H

3XHUWRV

86%



&RQH[LRQHV

',63/$<3257 '3 
H6$7$
3DUDOHOR
5-
6HULDO
86%LQWHUQR
9*$

6ORWV

 3&,[$&
 3&,[$&
 3&,$&

%DKtDV

 ([WHUQR
 H[WHUQR
 ,QWHUQRV

ANEXO E
44

SNMP

SNMP significa Protocolo simple de administracin de red. Es un protocolo que les permite a
los administradores de red administrar dispositivos de red y diagnosticar problemas en la red.

Principio operativo de SNMP


El sistema de administracin de red se basa en dos elementos principales: un supervisor y
agentes. El supervisor es el terminal que le permite al administrador de red realizar solicitudes de
administracin. Los agentes son entidades que se encuentran al nivel de cada interfaz. Ellos
conectan a la red los dispositivos administrados y permiten recopilar informacin sobre los
diferentes objetos.
Los conmutadores, concentradores (hubs), routers y servidores son ejemplos de hardware que
contienen objetos administrados. Estos objetos administrados pueden ser informacin de
hardware, parmetros de configuracin, estadsticas de rendimiento y dems elementos que estn
directamente relacionados con el comportamiento en progreso del hardware en cuestin. Estos
elementos se encuentran clasificados en algo similar a una base de datos denominada MIB ("Base
de datos de informacin de administracin"). SNMP permite el dilogo entre el supervisor y los
agentes para recolectar los objetos requeridos en la MIB.
La arquitectura de administracin de la red propuesta por el protocolo SNMP se basa en tres
elementos principales:

los dispositivos administrados son los elementos de red (puentes,


concentradores, routers o servidores) que contienen "objetos administrados"
que pueden ser informacin de hardware, elementos de configuracin o
informacin estadstica;
los agentes, es decir, una aplicacin de administracin de red que se
encuentra en un perifrico y que es responsable de la transmisin de datos de
administracin local desde el perifrico en formato SNMP;
el sistema de administracin de red (NMS), esto es, un terminal a travs
del cual los administradores pueden llevar a cabo tareas de administracin

44

Tomado de: http://es.kioskea.net/contents/internet/snmp.php3

ANEXO F:
MONITOREO DE TRFICO

3/$17$%$-$
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6
0$57(6
0,(5&2/(6
-8(9(6
9,(51(6





























'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62

3,62
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62

3,62
'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62

W/^K
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62

3,62
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6



 



-8(9(6









9,(51(6

















3,62
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















'$


7UDIILFLQ YROXPH .%\WH


7UDIILFLQ VSHHG NESV


7UDIILFRXW YROXPH .E\WH


7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6

















3,62

3,62
'$

7UDIILFLQ YROXPH .%\WH 7UDIILFLQ VSHHG NESV 7UDIILFRXW YROXPH .E\WH 7UDIILFRXW VSHHG NESV

/81(6









0$57(6









0,(5&2/(6









-8(9(6









9,(51(6



















SERVIDOR

$0$0

7UDIILFLQ YROXPH 
.E\WH
.%\WH

7UDIILFLQ
VSHHG NELWV
NELWV

7UDIILFRXW
YROXPH .E\WH
.%\WH

7UDIILFRXW
VSHHG NELWV
NELWV

$0$0

.%\WH

NELWV

.%\WH

NELWV



$030
3030
3030

.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV

.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV





3030
3030
3030

.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV

.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV





3030
3030
3030
3030
3030
3030

.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV
NELWV
NELWV
NELWV

.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH
.%\WH

NELWV
NELWV
NELWV
NELWV
NELWV
NELWV








'DWH7LPH

&RYHUDJH


ANEXO G
CALIDAD

DISPONIBILIDAD

DEL

ENLACE

NACIONAL

45

INTERNACIONAL
Nacional

Tasa de prdida de paquetes: corresponde a la medida del porcentaje de prdidas de


paquetes promedio enviados a un destino nacional y que no reciben su respectiva respuesta, durante un
determinado periodo de tiempo. Se informa el valor mximo de las distintas conexiones al PIT (Punto de
Intercambio de Trfico). Valor: 0,1%.

Latencia: corresponde al tiempo promedio que demora un paquete en ir y volver hacia otro
punto definido dentro de la red Internet nacional. Se informa el valor mximo de las distintas conexiones al
PIT. Valor: 1 ms.

Tasa de ocupacin de un enlace: corresponde al porcentaje mximo del enlace de subida


y de bajada, entre un ISP y de respectivo PIT o entre PITs conectados, en un determinado periodo de
tiempo. Se informa el valor mximo de las distintas conexiones al PIT. Valor: 59%.

Disponibilidad del enlace: corresponde al porcentaje del tiempo en que el servicio est
funcionando a los SLA exigidos. Se informa el valor mnimo de las distintas conexiones al PIT. Valor:
99,5%.
Internacional

Tasa de prdida de paquetes: corresponde a la medida del porcentaje de prdidas de


paquetes promedio enviados a un destino internacional y que no reciben su respectiva respuesta, durante
un determinado periodo de tiempo. Valor: 0,1%.

Latencia: corresponde al tiempo promedio que demora un paquete en ir y volver hacia otro
punto definido dentro de la red Internet internacional. Valor: 120 ms.

Tasa de ocupacin de un enlace: corresponde al porcentaje mximo del enlace de subida


y de bajada (se considera el de mayor utilizacin), correspondiente a la sumatoria de todos los trficos
dividido por la capacidad total del enlace, en un determinado periodo de tiempo. Valor: 59%.

Disponibilidad del enlace: corresponde al porcentaje del tiempo en que el servicio


internacional entregado por parte del proveedor est funcionando, comnmente denominado SLA. Valor:
99,5% (proveedor Global Crosing).

46
,QGLFDGRUHVGH&DOLGDG 

/DUHVROXFLyQH[HQWD1KDGHILQLGRORVVLJXLHQWHVLQGLFDGRUHVGHFDOLGDGFRPRORVLQGLFHVPtQLPRVTXH
ORV3,7VQDFLRQDOHVGHEHQSXEOLFDUHQVXZHEVLWHWDVDGHRFXSDFLyQGHOHQODFHODWHQFLD\WDVDGHSpUGLGD
GHSDTXHWHV$FRQWLQXDFLyQVHGHWDOODFDGDXQDGHWDOHVYDULDEOHV


45

7DVDGHRFXSDFLyQGHOHQODFHHVWDYDULDEOHPLGHODIUDFFLyQGHDQFKRGHEDQGDGLVSRQLEOHHQXQ
FLUFXLWRFRQUHVSHFWRDODQFKRGHEDQGDWHyULFRPi[LPRTXHHVSRVLEOHFXUVDUVREUHHOHQODFH/D
RFXSDFLyQHVPHGLGDHQDPEDVGLUHFFLRQHV\HVH[SUHVDGDFRPRSRUFHQWDMH

7tSLFDPHQWHHVWHLQGLFDGRUHVFDOFXODGRWRPDQGRPXHVWUDVGHORVFRQWDGRUHVGHWUiILFRGHFDGD
HQODFHORVTXHXVXDOPHQWHDOPDFHQDQFDSDFLGDGXWLOL]DGDHQXQODSVRGHWLHPSRGHWHUPLQDGR

Referencia;
http://personas.entelpcs.cl/PortalPersonas/appmanager/entelpcs/personas?_nfpb=true&_pageLab
el=P19000124401307463461267
46
Referencia: http://pit.188.cl/pit/help.html

(VWHYDORUVHFRPSDUDFRQODFDSDFLGDGWHyULFDPi[LPDHQHOPLVPRODSVRGHWLHPSR(VWRVYDORUHV
VRQH[WUDLGRVGHVGHORVQRGRV URXWHUV XVDQGR6103FDGDPLQXWR/RVYDORUHVFRQVROLGDGRVVRQ
SURPHGLDGRVFDGDPLQXWRV\SUHVHQWDGRVJUiILFDPHQWH

8QHQODFHFRQXQDWDVDGHRFXSDFLyQPD\RUDXQSRGUtDLQGLFDUVREUHRFXSDFLyQODTXH
XVXDOPHQWHSURYRFDGURSSLQJ\SRUORWDQWRPD\RUODWHQFLD\SpUGLGDGHSDTXHWHV

/DVPHGLFLRQHVVRQVLHPSUHLQWHUSUHWDGDVGHVGHHOSXQWRGHREVHUYDFLyQUHPRWR(VWRVLJQLILFDTXH
ODWDVDGHRFXSDFLyQGHVXELGD\EDMDGDUHSUHVHQWDQUHVSHFWLYDPHQWHORVYROXPHQHVPHGLGRVGH
WUiILFRGHVGHHOVLWLRUHPRWRKDFLDHO3,7\GHVGHHO3,7KDFLDHOVLWLRUHPRWR(VWRHV

7iILFRGH6XELGDWUiILFRGHVGHHOVLWLRUHPRWRKDFLDHO3,7
7iILFRGH%DMDGDWUiILFRGHVGHHO3,7KDFLDHOVLWLRUHPRWR


/DWHQFLDHVWHLQGLFDGRUPLGHHOWLHPSRTXHOHWRPDDXQSDTXHWHYLDMDUGHVGHXQRULJHQDXQ
GHVWLQRGHWHUPLQDGR(OQRPEUHWpFQLFRXWLOL]DGRWDPELpQHV5RXQG7ULS7LPH

8VXDOPHQWHODODWHQFLDVHPLGHXVDQGR,&03 ,QWHUQHW0HVVDJH&RQWURO3URWRFRO DWUDYpVGH
WHUFHUDVDSOLFDFLRQHVWDOHVFRPR3,1*3,1*HVXQDKHUUDPLHQWDGLVSRQLEOHJHQHUDOPHQWHHQ
WRGDVODVYHUVLRQHVGHVLVWHPDVRSHUDWLYRVTXHVRSRUWDQ7&3,36XQRPEUHHVVHJ~QODPD\RULD
XQDFURQLVPRGH3DFNHW,1WHUQHW*URSHU\KDFHWDPELHQUHIHUHQFLDDOYHUERFRQHOFXDOVHFRQRFH
HQODPDULQDDPHULFDQDDODDFFLyQGHH[SORUDFLyQGHORVVRQDUHVHQVXEPDULQRV

3DUDPHGLUODWHQFLDHQHO3,7GH7HOHIyQLFD0XQGRVHGLVSRQHGHDSOLFDFLRQHVTXHHQIRUPD
SHULyGLFD FDGDPLQXWRV JHQHUDQSDTXHWHV,&03\HVSHUDQODVFRUUHVSRQGLHQWHVUHVSXHVWDVGH
ODLQWHUIDFHUHPRWDGHORV3,7VH,63VFRQHFWDGRV(VWRVUHVXOWDGRVVRQSRVWHULRUPHQWH
SUHVHQWDGRVHQIRUPDJUiILFD

(OYDORUGHODODWHQFLDGHSHQGHIXQGDPHQWDOPHQWHGHODWHFQRORJtDGHWUDQVPLVLyQHPSOHDGD8Q
HQODFHGHILEUDySWLFDGHPHGLDQDORQJLWXGSUHVHQWDWDVDVGHODWHQFLDHQWUH\PLOLVHJXQGRV8Q
HQODFHVDWHOLWDOSUHVHQWDODWHQFLDVGHORUGHQGHPLOLVHJXQGRVRPiV



7DVDGHSpUGLGDGHSDTXHWHVHVWDYDULDEOHPLGHHOFRPSRUWDPLHQWRGHOHQODFHSDUDGHWHFWDU
FRQJHVWLyQ,3HVXQSURWRFRORGHWUDQVSRUWHEDVDGRHQHOSDUDGLJPDGHOPHMRUHVIXHU]R EHVW
HIIRUW TXHQRJDUDQWL]DTXHXQSDTXHWHTXHHVWUDQVSRUWDGRSRUXQDUHG,3OOHJXHILQDOPHQWHDVX
GHVWLQR(VHVWRVWpUPLQRVODWDVDGHSHUGLGDGHSDTXHWHVPLGHFXDQWLWDWLYDPHQWHHVWHIDFWRU
8VXDOPHQWHHQXQHQODFHXVDGRFRPRVXEUHGGHLQWHUFRQH[LyQQRGHEHQREVHUYDUVHSpUGLGDV
PD\RUHVDOVDOYRTXHHOFLUFXLWRHVWHFRQJHVWLRQDGRH[LVWDQSUREOHPDVDQLYHOGHWUDQVPLVLyQ
ItVLFDRORVQRGRV URXWHUV H[WUHPRVHVWpQVREUHFDUJDGRV

3DUDPHGLUSpUGLGDGHSDTXHWHVVHXVDWDPELpQ,&03HQYLDQGRXQQ~PHURILQLWRGHSDTXHWHV\
FRQWDELOL]DQGRHOQ~PHURGHSDTXHWHVUHFLELGRVGHVGHODLQWHUIDFHUHPRWD(VWRVUHVXOWDGRVVRQ
SRVWHULRUPHQWHSUHVHQWDGRVHQIRUPDJUiILFD

$OLJXDOTXHODODWHQFLDODWDVDGHSpUGLGDGHSDTXHWHVHVXQDYDULDEOHPX\LPSRUWDQWHD
FRQVLGHUDUHQHODQiOLVLVGHDSOLFDFLRQHVGHYR]VREUH,3\HQODVDSOLFDFLRQHVUHODFLRQDGDVFRQOD
GLVWULEXFLyQGHDXGLR\YLGHRHQWLHPSRUHDOVREUHUHGHVGHGDWRV


7DQWRODODWHQFLDFRPRODWDVDGHSpUGLGDGHSDTXHWHVVRQPHGLGDVXVDQGR3,1*HQYLDQGRSDTXHWHV
,&03GHWDPDxRE\WHVHQXQODSVRPi[LPRGHVHJXQGRVGHVGHXQDPiTXLQD81,;HQXQD/$1
DG\DFHQWHDORVURXWHUVTXHFRPSRQHQHOEDFNERQHGHO3,7GH7HOHIyQLFD0XQGR





ANEXO H
PGINAS WEB MS VISITADAS POR LOS USUARIOS47

47

Tomado de la pgina web:


http://www.iwebtool.com/speed_test?domain=www.yahoo.com%0D%0A
http://www.quasarcr.com/pageweight/

www.mintel.gob.ec

446,86

TIEMPO DE
CARGA (s)
2,01

www.conatel.gob.ec

102,49

3,67

www.gestiondocumental.gob.ec
http://finanzas.gob.ec/portal/page?_pageid=1965,1&_dad=
portal&_schema=PORTAL
http://www.compraspublicas.gob.ec/incop/

154,95

0,6

118,14

1,99

173,08

1,26

www.hotmail.com

16,85

1,22

www.yahoo.com

356,66

1,41

www.google.com

41,724

0,07

Promedio

96,5825

1,56375

NOMBRE DE DOMINIO

TAMAO (KB)

ANEXO I
CALCULADORA BITRATE48

48

Tomado de: http://www.3ivx.com/support/calculator/index.html

ANEXO J
SOFTWARE CALL REPORT 3COM49

Call Reporting The NBX Call Processor captures information about all outgoing and incoming calls made
through the system. To view this call information in detail, you must install Call Reports (Downloads >
Software > NBX Call Detail Reports) on a networked computer as specified later in this section.
Then, you must download the call report information, which is referred to as call detail reports, from the
system to a local hard drive.
After you install NBX Call Detail Reports, you can:
Retrieve calling data from the system.
Generate formatted reports.
Export reports in formats suitable for use with third-party reporting software, spreadsheets, databases, and
word processing applications.
Export your call data in HTML format for publication on a web server.
Export reports to a disk file or directly to a Microsoft mail message or a Microsoft Exchange folder.
Call reports do not include information on the locked or unlocked status of telephones.
Installing Call Reports To install NBX Call Reports, select Downloads > Software > NBX Call Reports.
See the Help topic for Downloads > Software in the NBX Call Reports installation procedures.

49

http://mtmnet.com/PDF_FILES/3ComV3000_AdminGuide_V50.pdf

ANEXO K
FUNCIONAMIENTO CALCULADORA EARLANG B50

4.8

Brief instructions

+HUHLVDEULHILQWURGXFWLRQWRWKHFDOFXODWRU)RUPRUHGHWDLOHGLQIRUPDWLRQSUHVV
WKH+HOS%XWWRQ )RU D UXQQLQJ UHFRUG RI WKH UHVXOWV FDOFXODWHG SUHVV
WKH5HVXOWVEXWWRQ %RWK WKHVH IXQFWLRQV RSHQ QHZ EURZVHU ZLQGRZV RQ \RXU
GHVNWRS

50

7KH(UODQJ%WUDIILFPRGHOLVXVHGE\WHOHSKRQHV\VWHPGHVLJQHUVWR
HVWLPDWHWKHQXPEHURIOLQHVUHTXLUHGIRU3671FRQQHFWLRQV &2WUXQNV RU
SULYDWHZLUHFRQQHFWLRQV7KHWKUHHYDULDEOHVLQYROYHGDUH%XV\+RXU7UDIILF
%+7 %ORFNLQJDQG/LQHV
o %XV\+RXU7UDIILF LQ(UODQJV LVWKHQXPEHURIKRXUVRIFDOOWUDIILF
WKHUHDUHGXULQJWKHEXVLHVWKRXURIRSHUDWLRQRIDWHOHSKRQH
V\VWHP
o %ORFNLQJLVWKHIDLOXUHRIFDOOVGXHWRDQLQVXIILFLHQWQXPEHURIOLQHV
EHLQJDYDLODEOH(JPHDQFDOOVEORFNHGSHUFDOOV
DWWHPSWHG
o /LQHVLVWKHQXPEHURIOLQHVLQDWUXQNJURXS

,I\RXNQRZWZRRIWKHILJXUHV\RXFDQZRUNRXWWKHWKLUGDVIROORZV
o &OLFNRQWKHUnknownUDGLREXWWRQUHSUHVHQWLQJWKHXQNQRZQ
YDULDEOH
o (QWHUWKHNQRZQILJXUHVLQWRWKHLUHGLWER[HV
o 3UHVV&DOFDQGWKHWKLUGILJXUHZLOOEHFDOFXODWHGDQGGLVSOD\HGLQWKH
UHPDLQLQJHGLWER[

)RUH[DPSOHLIIURP\RXUFDOOORJJHU\RXNQRZWKDWWKH%XV\+RXU7UDIILF
LV(UODQJVDQG\RXZDQWWRNQRZKRZPDQ\OLQHVDUHUHTXLUHGLQWKLV

Tomado de: http://www.erlang.com/calculator/erlb/

WUXQNJURXSLI\RXDUHSUHSDUHGWRWROHUDWHFDOOVEHLQJEORFNHGLQHYHU\
FDOOVDWWHPSWHGWKHQ
o 3UHVVWKH/LQHV8QNQRZQUDGLREXWWRQ WKLVLVVHOHFWHGE\GHIDXOW 
o (QWHULQWKH%+7HGLWER[
o (QWHULQWKH%ORFNLQJHGLWER[
o :KHQ\RXSUHVVWKH&DOFEXWWRQZLOOEHGLVSOD\HGLQ
WKH/LQHVHGLWER[LQGLFDWLQJWKDWOLQHVZRXOGEHUHTXLUHGLQWKLV
WUXQNJURXS

ANEXO L
PLANOS DE LA INSTITUCIN

ANEXO M
DESCRIPCIN UPS DE LA SENATEL

ANEXO N
FORTIGATE FG-310B-BDL

ANEXO O
NETENFORCERAC-504

ANEXO P
PROFORMAS

ANEXO Q
VELOCIDAD, TRANSFERENCIA O ANCHO DE BANDA
9HORFLGDGWUDQVIHUHQFLDRDQFKRGHEDQGD"
([LVWHQ XQDV GLIHUHQFLDV FODUDV HQWUH ORV WpUPLQRV GHO WtWXOR TXH XVXDOPHQWH SDVDQ
GHVDSHUFLELGDV SHUR TXH VLHQGR VHULRV HQ OD SDUWH WpFQLFD R DFDGpPLFD QR GHEHUtDQ
GHMDUVH SDVDU (Q HVWD HQWUDGD FRUWD WHQJR OD LQWHQFLyQ GH GHVFULELU XQ SRFR ODV
GLIHUHQFLDVTXHH[LVWHQ'LVIU~WHQOR
&XDQGRKDEODPRVGHHQODFHVGHGDWRVXWLOL]DPRVODVSDODEUDVYHORFLGDGWUDQVIHUHQFLD
\ DQFKR GH EDQGD LQGLVWLQWDPHQWH SHUR FRPR YDPRV D YHU VRQ FRQFHSWRV PX\
GLVWLQWRV\KDVWDORVFXUUtFXORVGH&LVFRVHHTXLYRFDQHQHVR

$QFKRGHEDQGD
(OSULPHUWpUPLQRDGLVFXWLUHV$QFKRGHEDQGD8WLOL]DUELHQHOLGLRPDVLHPSUHHVXQD
YLUWXG\XQDYHQWDMDSDUDTXLHQORVDEHKDFHUSRUHMHPSORHOWpUPLQRHQFXHVWLyQVH
VLHQWH UDUR DO KDEODU GH OD FDQWLGDG GH LQIRUPDFLyQ TXH VH SXHGH WUDQVPLWLU SRU XQ
HQODFH GH UHG GH GDWRV QDGLH VH SUHJXQWD SRU TXp HVH WpUPLQR WDQ VDFDGR GH ORV
FDEHOORV" TXp HV HVD PLVWHULRVDEDQGDD OD TXH VH UHILHUH HO WpUPLQR" \ D~Q
VDELpQGRORVHDSOLFDGLUHFWDPHQWHDODFDSDFLGDGGHWUDQVIHUHQFLDGHLQIRUPDFLyQ"
3XHV HO WpUPLQR HV WDQ GHVFDEHOODGR SRUTXH LPSOLFDXQ FRQFHSWR DOWDPHQWH WpFQLFR \
PX\ HVSHFtILFR GH ODV WHOHFRPXQLFDFLRQHV DOJR TXH QR VH GHGXFH WULYLDOPHQWH \ TXH
IXp GHPRVWUDGR VLPXOWiQHDPHQWH SRU YDULRV WHyULFRV HQWUH HOORV HO PX\ FRQRFLGR
&ODXGH6KDQQRQ
$QFKR GH EDQGD VH UHILHUH D ODV IUHFXHQFLDV TXH SXHGH RFXSDU XQ FDQDO GH
FRPXQLFDFLRQHV HQ XQ HVSHFWUR GH IUHFXHQFLDV XVXDOPHQWH UDGLRHOpFWULFR /D
FRQIXVLyQFRQVLVWHHQTXHKD\XQDUHODFLyQWHyULFDTXHLQGLFDFXiOHVHOOtPLWHPi[LPR
GHLQIRUPDFLyQTXHSRGUtDWUDQVSRUWDUXQFDQDOGHWHOHFRPXQLFDFLRQHVFRQEDVHHQVX
DQFKR GH EDQGD \ VX QLYHO GH UXLGR HVR GLFH HO 7HRUHPD GH 6KDQQRQ+DUWOH\ 'H OR
DQWHULRUVHGHGXFHFXiQHTXLYRFDGRHVKDEODUGHDQFKRGHEDQGDLQGLVFULPLQDGDPHQWH
FRPR FDSDFLGDG GH WUDQVIHUHQFLD HO DQFKR GH EDQGD HV XQD EDVH SDUD FDOFXODU OD
FDSDFLGDG GH XQ FDQDOQR OR GHWHUPLQD GLUHFWDPHQWH\ HQ PXFKRV FDVRV FXDQGR
QRV UHIHULPRV DO DQFKR GH EDQGD GH XQ HQODFH GH GDWRV QL VLTXLHUD HVWi DVRFLDGR
GLUHFWDPHQWHHODQFKRGHEDQGDItVLFR ODVIUHFXHQFLDVTXHRFXSDHQHOHVSHFWUR QLHO
QLYHOGHUXLGR
(QUHV~PHQXVDPRVHOWpUPLQRSDUDUHIHULUQRVDDOJRTXHQRHVDQFKRGHEDQGDOD
DVRFLDFLyQ FRQ FDSDFLGDG HV LQGLUHFWD \ QR VH XVDQ WRGRV ORV SDUiPHWURV QHFHVDULRV
SDUD GHWHUPLQDU OD FDSDFLGDG DVRFLDGD D FLHUWR DQFKR GH EDQGD \ DXQTXH OR
KLFLpUDPRVHOUHVXOWDGRHVXQPi[LPRWHyULFRQRUHDO
&LVFR GLVFULPLQD HO DQFKR GH EDQGD HQ XQR GLJLWDO \ XQR DQDOyJLFR DSOLFDQGR HO
VHJXQGR DO FRQFHSWR TXH DFDER GH GHVFULELU \ DO SULPHUR HO FRQFHSWR GH WDVD GH
WUDQVIHUHQFLD VLQ HPEDUJR OD GLVWLQFLyQ HQWUH XQR \ RWUR HV PiV WpFQLFD TXH OD
GHVFULSFLyQTXHDFDERGHKDFHU\HVWULFWDPHQWHWDPSRFRDSOLFD&LVFRKDDGDSWDGRHO
XVRGHOWpUPLQRDORTXHODLQGXVWULDSRUFRVWXPEUHKDGHFLGLGRXVDU



51

http://cesarcabrera.info/blog/%C2%BFvelocidad-transferencia-o-ancho-de-banda/

9HORFLGDG
(QWRQFHV GHEH VHU YHORFLGDG QR" 3XHV QR HO WpUPLQR YHORFLGDG WDPELpQ HV XQ
FRQFHSWR WpFQLFR FODUR TXH PiV GLJHULEOH TXH HO SULPHUR /D YHORFLGDG HQ
WHOHFRPXQLFDFLRQHVVHUHILHUHDODYHORFLGDGItVLFDGHXQDVHxDOHQXQPHGLRHVSHFtILFR
\DYHFHVVHFRQRFHPiVFRPRYHORFLGDGGHSURSDJDFLyQ3RUHMHPSORVL\RWHQJRGRV
HQODFHV GHO PLVPR DQFKR GH EDQGD OXHJR LQGLFR FXiO HV HO WpUPLQR FRUUHFWR 
GLJDPRVXQHQODFHLQDOiPEULFRGHNESV\RWURDOiPEULFRGHNESVDPEDVVHxDOHV
WLHQHQYHORFLGDGHVGHSURSDJDFLyQGLVWLQWDVUHODFLRQDGDVHVWULFWDPHQWHFRQHOPHGLR
DGLFLRQDOPHQWHODWHFQRORJtDLPSRQHWDPELpQFLHUWDVUHVWULFFLRQHVGHYHORFLGDGTXHOD
OLPLWDQ SHUR TXH QR HVWiQ GLUHFWDPHQWH UHODFLRQDGDV FRQ OD FDSDFLGDG GHO FDQDO /D
YHORFLGDGGHSURSDJDFLyQXVXDOPHQWHHVWDQUiSLGDTXHQROLPLWDODFDSDFLGDGHIHFWLYD
GHO FDQDO VLQ HPEDUJR Vt WLHQH HIHFWRV HQ OD WUDQVPLVLyQ SRU HMHPSOR OD YR]
SDTXHWL]DGD 9R,3 QRSXHGHWHQHUXQDODWHQFLDVXSHULRUDPVGHLGD\YXHOWDSDUD
TXHVHDFODUD\HQHVHUHWUDVRVtFXHQWDODYHORFLGDGGHSURSDJDFLyQSRUORVGLIHUHQWHV
PHGLRV
3DUD SRQHU XQ HMHPSOR ORV HQODFHV VDWHOLWDOHV XVXDOPHQWH HQYtDQ VX LQIRUPDFLyQ HQ
EORTXHV HV GHFLU VyOR HQYtDQ GDWRV FXDQGR KD\ VXILFLHQWHV TXH MXVWLILTXHQ HO JDVWR
(QHVHFDVRHOPDOOODPDGRDQFKRGHEDQGDGHOHQODFHHVHOSURPHGLRGHHQYtRSRU
RWURODGRVLWHQHPRVXQHQODFHHWKHUQHWpVWHHQYtDWUDPDVGHLQIRUPDFLyQKDVWDGH
XQ WDPDxR PtQLPR GH % GH FDUJD HV GHFLU TXH SRGHPRV HVWiQ HQYLDQGR WUDPDV
PiVVHJXLGR\PiVSHTXHxDV$GLFLRQDOPHQWHVLWHQHPRVXQHQODFHHWKHUQHWSRUILEUD
GH GLJDPRV .P \ XQ SDU GH HVWDFLRQHV VDWHOLWDOHV EDVH D OD PLVPD GLVWDQFLD
KLSRWpWLFDPHQWH TXpGLVWDQFLDGHEHQUHFRUUHUDPEDVVHxDOHV"DVtORVGRVFDQDOHV
WHQJDQODPLVPDWDVDGHWUDQVIHUHQFLDODYHORFLGDGDODTXHYLDMDQODVWUDPDVHVPX\
GLVWLQWD\ODWDVDGHWUDQVIHUHQFLDVHEDVDHVWULFWDPHQWHHQHOSURPHGLRGHGDWRVTXH
OOHJDQ R VDOHQ SHUR OD YHORFLGDG D OD TXH VH SURSDJDQ HV GLVWLQWD 3DUD TXLHQHV KDQ
HVWXGLDGR SURWRFRORV GH HQUXWDPLHQWR \ HQ HVSHFLDO (,*53 ODV PpWULFDV SRU GHIHFWR
FRQVLGHUDQHODQFKRGHEDQGDPtQLPRHQXQDUXWDKDFLDXQDUHG\HO'(/$<RUHWDUGR
SRUTXpVRQSDUiPHWURVGLVWLQWRV"3RUTXHHOORVWUDWDQDOSULPHURFRPRODFDSDFLGDG
GHOFDQDO\DOVHJXQGRFRPRFRQVHFXHQFLDGHODYHORFLGDGGHOPHGLR\ODWHFQRORJtDWDO
FRPRORLOXVWUpHQHOSULPHUHMHPSORVLQHPEDUJRTXHGDGHPRVWUDGDTXHWDQWRDQFKR
GHEDQGDFRPRYHORFLGDGVRQWpUPLQRVHTXLYRFDGRV

7UDQVIHUHQFLD
$HVWDVDOWXUDVHOOHFWRU\DGHEHKDEHUGHGXFLGRFXiOHVHOWpUPLQRFRUUHFWR7DVDGH
WUDQVIHUHQFLD UDWD GH WUDQVIHUHQFLD R VLPSOHPHQWH WUDQVIHUHQFLD eVWH WpUPLQR Vt
UHIOHMDFODUDPHQWHORTXHVHTXLHUHGHFLU
$XQTXHHOWpUPLQRHVHOFRUUHFWRH[LVWHQYDULDVIRUPDVGHWUDQVIHUHQFLD\WDPSRFRVH
SXHGHFRQILDUSOHQDPHQWH(QWHOHFRPXQLFDFLRQHV RHQUHGHVGHGDWRV VHVDEHTXHD
OD LQIRUPDFLyQ TXH VH HQYtD FXDQGR HV WUDQVSRUWDGD VH OH DJUHJD XQD FDQWLGDG GH
LQIRUPDFLyQDGPLQLVWUDWLYDTXHGHSHQGHGHODWHFQRORJtDXVDGDSRUORWDQWRKD\TXH
GLVWLQJXLU HQWUH WUDQVIHUHQFLD HIHFWLYD \ UHQGLPLHQWR (O SULPHU FDVR HV OD FDSDFLGDG
WRWDO GH OD WHFQRORJtD HO VHJXQGR HV OR TXH VH SXHGH PHGLU HQ WpUPLQRV GH OD
LQIRUPDFLyQ GHO XVXDULR SRU HMHPSOR HQ (WKHUQHW GH 0ESV OD WUDQVIHUHQFLD
HIHFWLYDHV0ESVSHURHOUHQGLPLHQWRSXHGHVHUGHD0ESVGHSHQGLHQGRGH
ODFRQJHVWLyQGHODUHGGHODFDOLGDGGHORVHQODFHVGHRWURVIDFWRUHVPX\HVSHFtILFRV
\FRPSOHMRVFRPRORVSURWRFRORVDGLFLRQDOHVD(WKHUQHWTXHVHXVDQ\RWUDVFRVDVTXH
QRWHQGUtDHVSDFLRGHH[SOLFDUHQXQDVRODHQWUDGD

0HGLFLyQGHSHUIRUPDQFHGHHQODFHV 52
8QUHTXHULPLHQWRKDELWXDOHQODVWDUHDVGHDGPLQLVWUDFLyQGHODUHGHVHOGHPHGLFLyQ
GH
OD
SHUIRUPDQFH
GH
ORV
HQODFHV
(QHVWHSXQWRSHUPtWDQPHDQWHWRGRXQDDFODUDFLyQODPHGLFLyQGHSHUIRUPDQFHHVWi
UHIHULGDLQLFLDOPHQWHDODPHGLFLyQGHXQHQODFHHVSHFtILFR7DPELpQSRGHPRVPHGLUOD
SHUIRUPDQFH GH XQD FRQH[LyQ D WUDYpV GH XQD UXWD FRPSOHWD SRU HMHPSOR HQWUH PL
WHUPLQDO \ HO VHUYLGRU GH %ORJJHU 3HUR HQ HVWH FDVR HO UHVXOWDGR VHUi LJXDO D OD
SHUIRUPDQFH GHO HQODFH GH PHQRU FDSDFLGDG SRU HO FXDO DWUDYLHVD PL UXWD KDFLD
%ORJJHU
3HUR HQWUDQGR HVSHFtILFDPHQWH HQ WHPD VL YDPRV D PHGLU SHUIRUPDQFH SULPHUR
WHQHPRVTXHDFODUDUXQSDUGHFRQFHSWRV
'DWD5DWH\7KURXJKSXW
/R SULPHUR HV WHQHU FODUR OD GLIHUHQFLD HQWUH OD WDVD GH WUDQVIHUHQFLD GHO HQODFH
KDELWXDOPHQWH GHQRPLQDGD GDWD DUWH  \ OD WDVD GH WUDQVIHUHQFLD HIHFWLYD
GHQRPLQDGDWKURXJKWSXW 
(OGDWD UDWHUHILHUH D OD FDSDFLGDG DEVROXWD GH XQ HQODFH \ HV IXQFLyQ GLUHFWD GH OD
PDQHUDHQTXHPRGXOD\FRGLILFDODSRUWDGRUDVREUHHVHHQODFH+DELWXDOPHQWHVXHOH
PHGLUVH
HQ
ELWVVHJXQGR
0ESV
*ESV
HWF 
(O GDWD UDWH HVWDEOHFH XQ OtPLWH DEVROXWR SDUD QXHVWUD WUDQVPLVLyQ QR SRGHPRV
WUDQVPLWLU PD\RU FDQWLGDG GH GDWRV TXH OD GHILQLGD HQ HO GDWD UDWH
(OWKURXJSXWHQ FDPELR HV OD FDSDFLGDG HIHFWLYD GH WUDQVIHUHQFLD GH GDWRV VREUH HO
HQODFH(VWDFDSDFLGDGVLHPSUHHVPHQRUDOGDWDUDWH\DTXHHQORVHQODFHVMXQWRFRQ
ORV GDWRV KD\ WUiILFR GH QHJRFLDFLyQ PDQWHQLPLHQWR \ FRQWURO GHO HQODFH (VWR HQ
VLVWHPDV 7&3,3 DGHPiV GHSHQGH GHO SURWRFROR GH FDSD GH WUDQVSRUWH TXH XWLOL]D OD
DSOLFDFLyQTXHSXHGHVHU7&3R8'37tSLFDPHQWHXQDVHVLyQ8'3WLHQHXQPiV
GH SHUIRUPDQFH TXH XQD VHVLyQ 7&3 VREUH HO PLVPR HQODFH (Q PXFKRV FDVRV
0LFURVRIW SRU HMHPSOR  YDPRV D HQFRQWUDU HO WKURXJKSXW HQ %\WHVVHJXQGR .%SV
0%SV 
8Q
HMHPSOR
(Q UHGHV LQDOiPEULFDV :L)L  VROHPRV HQFRQWUDU FRQH[LRQHV TXH HVWiQ GHFODUDGDV
FRPR GH  0ESV VLQ HPEDUJR QXQFD OOHJDPRV D HVD FLIUD FXDQGR UHDOL]DPRV
WUDQVIHUHQFLDV
GH
DUFKLYRV
(VWR VH GHEH HVHQFLDOPHQWH D TXH HO SURWRFROR ,((( J TXH LPSOHPHQWDQ ODV
UHGHV:L)LWLHQHXQDDOWDFDUJDGHWUiILFRGHPDQDJHPHQW\FRQWURODOPLVPRWLHPSR
TXH LPSRQH WLHPSRV GH HVSHUD PX\ DOWRV $ HVWR V~PHQOH TXH OD PD\RUtD GHO WUiILFR
TXH
SDVD
VREUH
HVDV
UHGHV
HV
7&3
6LORYHPRVHQFLIUDV

'DWDUDWH0ESV

7KURXJKSXWPi[LPR$SUR[LPDGDPHQWH0ESV

7KURXJKSXWGHXQDVHVLyQ)73 7&3 0ESVR0%SV

&RQVHFXHQFLDV SUiFWLFDV OD GDWD UDWH VH YHULILFD PRQLWRUHDQGR OD YHORFLGDG D OD TXH
QHJRFLDQ ORV SXHUWRV TXH FRPSRQHQ XQ HQODFH HO WKURXJKSXW GHEH VHU PHGLGR
JHQHUDQGRWUiILFRVREUHHVHHQODFH
52

Tomado
enlaces.html

de:

http://librosnetworking.blogspot.com/2012/02/medicion-de-performance-de-

ANEXO R
CMO CALCULAR LA TASA DE CRECIMIENTO53
Calcular la tasa de crecimiento puede ser difcil de conseguir para algunas
personas. Este artculo te muestra como volverlo en un proceso fcil de entender.
1. Tienes que tener dos nmeros. En este caso son 205 (pasado) y 310
(presente).

2. Aplica la frmula "Presente - Pasado / Pasado"

3. Multiplica la solucin por 100. Esto te dar un porcentaje que queda ms


claro.

4. Crea una tabla. Para hacer esto sobre una serie de aos, pon los aos en
un cuadro. Esto ayuda a ver la tasa de crecimiento o de reduccin.
53

http://es.wikihow.com/calcular-la-tasa-de-crecimiento

5. Para calcular la tasa de crecimiento, dando nmeros de presente y pasado


y asumiendo un crecimiento regular:

Empieza con la frmula "nm presente = nm pasado * (1 + tasa de


crecimiento)n" donde n = nmero de periodos
Divide ambos lados entre el nmero del pasado, toma el exponente 1/n,
luego resta uno para obtener:
tasa de crecimiento = (nm presente / nm pasado)1/n - 1
Por ejemplo, supn que te dan la cantidad presente de 310, y la cantidad
pasada de 205, y un tiempo de periodo de 10 aos, entonces la tasa anual
de crecimiento es (310/205)1/10 - 1 = 4.22 por ciento.
Para la SENATEL:




















Entonces:
tasa de crecimiento = ((nm presente / nm pasado)exp1/n) - 1
= ((260 / 202) exp1/5) 1=5.17
La tasa de crecimiento para la SENATEL es del 5% en 5 aos

ANEXO S
REPORTE CALL REPORT

El reporte original generado consta de 945 registros, en el cuadro siguiente se


puede observar una parte del reporte:
Cmpl
t
Yes

Type

ext

Name/Dept.

ext

Name/Dept.

Start

Duration

External party

notes

24/03/2011

DATE

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

6:02:19

00:01:17

092922374

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

6:37:15

00:00:30

088027073

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

7:21:29

00:00:33

081017839#

24/03/2011

No

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

7:23:01

00:00:05

085030170

LongDista
nce
Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1000

OPERADORA OPERADORA CAU

7299

E1 CANAL 30

7:23:06

00:00:23

085030170

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1114

GONZALO CARVAJAL ASESORA

7299

E1 CANAL 30

7:25:21

00:02:41

2407961

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

7:34:49

00:00:33

081017839#

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

7:35:36

00:00:30

097695058

LongDista
nce
Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7299

E1 CANAL 30

7:39:35

00:01:32

2289080235

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1707

PABLO LOPEZ SERV. TELECOM

7299

E1 CANAL 30

7:44:51

00:00:31

3330661

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

7:46:58

00:00:32

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

7:47:39

00:00:31

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

7:48:22

00:00:38

097695058

Wireless

24/03/2011

No

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7297

E1 CANAL 28

7:48:48

00:00:27

2289080

Local

24/03/2011

No

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7299

E1 CANAL 30

7:46:39

00:02:36

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7296

E1 CANAL 27

7:49:20

00:00:06

22890802352
9512951...
2289080

24/03/2011

Yes

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7296

E1 CANAL 27

7:49:29

00:00:06

2289080

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

7:49:15

00:00:36

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7296

E1 CANAL 27

7:49:39

00:00:19

2289080

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

7:50:06

00:00:34

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

7:55:59

00:00:34

081017839#

24/03/2011

Yes

OUT

1754

OSWALDO SANCHEZ PLANIFICACIN

7299

E1 CANAL 30

7:57:07

00:01:03

222866412

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1452

GABRIEL GARCIA FINANCIERO

7299

E1 CANAL 30

8:01:33

00:02:19

095799929

Wireless

24/03/2011

No

OUT

1471

EDUARDO MEZA SUB. ADMINIST.

7299

E1 CANAL 30

8:04:16

00:00:17

094014058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1478

NIMIA GAROFALO SUB. ADMINIST

7299

E1 CANAL 30

8:04:33

00:00:12

094014058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7298

E1 CANAL 29

8:02:26

00:03:36

099738988

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1673

MIGUEL VILLACIS ESPECTRO RAD.

7298

E1 CANAL 29

8:09:10

00:01:05

2617703

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1673

MIGUEL VILLACIS ESPECTRO RAD.

7298

E1 CANAL 29

8:10:21

00:00:37

2617703

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1478

NIMIA GAROFALO SUB. ADMINIST

7299

E1 CANAL 30

8:08:03

00:03:01

032984952

24/03/2011

Yes

OUT

1604

YAEL ZAMBRANO JURDICO

7297

E1 CANAL 28

8:10:42

00:00:49

2641948

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7298

E1 CANAL 29

8:13:55

00:00:29

2485745

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1465

KARLA TERAN TALENTO HUMANO

7299

E1 CANAL 30

8:12:59

00:02:08

2429913

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1617

SANDRA YEPEZ JURDICO

7299

E1 CANAL 30

8:16:43

00:00:47

2430852

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7299

E1 CANAL 30

8:17:38

00:00:49

096399909

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7299

E1 CANAL 30

8:18:33

00:00:50

099738988

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1606

EDISON POZO JURDICO

7298

E1 CANAL 29

8:20:15

00:00:57

2631114

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1458

LEONARDO URIARTE FINANCIERO

7298

E1 CANAL 29

8:22:37

00:02:24

39983001361

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7299

E1 CANAL 30

8:20:07

00:08:38

099738988

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7298

E1 CANAL 29

8:26:51

00:02:13

092636018

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1651

MERCY ANDRADE GESTIN ESPECT

7297

E1 CANAL 28

8:27:28

00:01:42

2446215

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7299

E1 CANAL 30

8:28:49

00:01:56

099738988

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7298

E1 CANAL 29

8:29:11

00:01:49

098720609

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1651

MERCY ANDRADE GESTIN ESPECT

7297

E1 CANAL 28

8:29:19

00:01:59

062652757

24/03/2011

Yes

OUT

1207

GABRIELA DEL POZO FODETEL

7298

E1 CANAL 29

8:31:54

00:00:20

032982191

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7299

E1 CANAL 30

8:31:11

00:01:05

089902619

LongDista
nce
LongDista
nce
LongDista
nce

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1455

SILVIA RON SUB. ADMINIST

7296

E1 CANAL 27

8:30:25

00:02:24

2951187

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1409

ALEXANDRA MEJIA INFORMTICA

7297

E1 CANAL 28

8:32:47

00:01:13

3412846

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7299

E1 CANAL 30

8:32:26

00:02:26

089902619

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7299

E1 CANAL 30

8:34:57

00:00:36

092636018

LongDista
nce
Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7299

E1 CANAL 30

8:35:41

00:00:04

095346684

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1306

FAX SEC-NACIONAL DESPACHO SNT

7297

E1 CANAL 28

8:34:43

00:01:18

082829107

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7296

E1 CANAL 27

8:35:20

00:00:47

29464001201

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1100

PRESIDENTE CONATEL CONATEL

7299

E1 CANAL 30

8:35:54

00:00:13

095346684

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1108

JOSE AGUADO CONATEL

7298

E1 CANAL 29

8:32:36

00:05:18

083221718

24/03/2011

Yes

OUT

1458

LEONARDO URIARTE FINANCIERO

7298

E1 CANAL 29

8:39:51

00:00:55

39983001385

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1479

VERONICA LOPEZ FINANCIERO

7299

E1 CANAL 30

8:39:29

00:02:58

2805303107

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

8:46:39

00:00:42

085030170

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1366

JORGE VELEZ SUB. ADMINIST

7298

E1 CANAL 29

8:47:39

00:00:36

2985531

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1707

PABLO LOPEZ SERV. TELECOM

7299

E1 CANAL 30

8:45:34

00:04:57

3330661

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1404

CARLOS GARCES INFORMTICA

7299

E1 CANAL 30

8:51:29

00:00:16

3815410312

Local

24/03/2011

No

OUT

1450

YADIRA SALTOS FINANCIERO

7299

E1 CANAL 30

8:52:36

00:00:00

094185634

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1557

PATRICIO GUERRERO CONT. GESTIN

7299

E1 CANAL 30

8:52:36

00:00:32

094185634

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1753

GLORIA TORRES PLANIFICACIN

7298

E1 CANAL 29

8:56:07

00:00:31

2674151

Local

24/03/2011

No

OUT

1302

CECILIA JARAMILLO ASESORIA SNT

7298

E1 CANAL 29

8:57:43

00:00:00

087002037

24/03/2011

No

OUT

1550

DIEGO MENDEZ CONT. GESTIN

7295

E1 CANAL 26

8:58:51

00:00:00

099958296

LongDista
nce
Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1471

EDUARDO MEZA SUB. ADMINIST.

7297

E1 CANAL 28

8:58:06

00:00:48

2598929

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1463

GLADYS MARTINEZ RECURSOS HUMAN

7295

E1 CANAL 26

8:58:51

00:00:09

099958296

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1700

7298

E1 CANAL 29

8:57:43

00:01:23

087002037

24/03/2011

Yes

OUT

1500

DIRECTOR
SERVICIOS
TELECOMUNICACIONES SERV.TELECOM
RAFAEL GUTIERREZ AUDITORIA

7299

E1 CANAL 30

8:55:47

00:03:24

398710011

LongDista
nce
Local

24/03/2011

No

OUT

1550

DIEGO MENDEZ CONT. GESTIN

7297

E1 CANAL 28

9:03:58

00:00:00

099958296

Wireless

24/03/2011

No

OUT

6441

Voicemail 42

7297

E1 CANAL 28

9:03:58

00:00:00

099958296

24/03/2011

Yes

OUT

1670

DAVID PAREDES GESTIN ESPECT

7299

E1 CANAL 30

9:03:22

00:00:41

2481298

AA,
Wireless
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7298

E1 CANAL 29

9:03:43

00:00:33

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

9:04:49

00:00:32

097695058

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1368

GUARDIANIA GUARDIANIA SEGURIDAD

7299

E1 CANAL 30

9:05:31

00:00:03

087563735#

24/03/2011

Yes

OUT

1652

GALO PROCEL GESTIN ESPECT

7295

E1 CANAL 26

9:05:45

00:00:33

3815410320

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1607

ADRIANA ESCOBAR JURDICO

7298

E1 CANAL 29

9:05:02

00:02:26

2730578

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1202

GIOVANNY AGUILAR FODETEL

7299

E1 CANAL 30

9:05:40

00:01:50

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1652

GALO PROCEL GESTIN ESPECT

7297

E1 CANAL 28

9:06:23

00:01:56

25725222487
2777212...
3815852

24/03/2011

No

OUT

1650

7298

E1 CANAL 29

9:09:45

00:00:00

084500867

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1358

DIRECTOR ESPECTRO RAD GESTIN


ESPECT
SILVIA VERA COMUNICACIN

7299

E1 CANAL 30

9:08:36

00:01:18

090014444

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1366

JORGE VELEZ SUB. ADMINIST

7299

E1 CANAL 30

9:10:18

00:00:32

17002653867

TollFree

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7299

E1 CANAL 30

9:11:25

00:00:34

29464001201

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1302

CECILIA JARAMILLO ASESORIA SNT

7298

E1 CANAL 29

9:09:45

00:02:44

084500867

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7299

E1 CANAL 30

9:12:02

00:00:37

29464001171

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1458

LEONARDO URIARTE FINANCIERO

7299

E1 CANAL 30

9:13:22

00:01:50

39983001385

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1358

SILVIA VERA COMUNICACIN

7299

E1 CANAL 30

9:15:26

00:00:37

096399912

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1800

SOPORTE INFORMATICA INFORMATICA

7296

E1 CANAL 27

8:58:46

00:18:19

073016260

24/03/2011

No

OUT

1450

YADIRA SALTOS FINANCIERO

7299

E1 CANAL 30

9:17:29

00:00:00

094185634

LongDista
nce
Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1557

PATRICIO GUERRERO CONT. GESTIN

7299

E1 CANAL 30

9:17:29

00:00:31

094185634

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1202

GIOVANNY AGUILAR FODETEL

7299

E1 CANAL 30

9:18:05

00:00:46

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1766

PAULINA ABARCA ASENATEL ASENATEL

7298

E1 CANAL 29

9:22:02

00:01:10

25725222487
2777212...
2279229107

24/03/2011

Yes

OUT

1301

MAGDALENA BUENO SENATEL

7299

E1 CANAL 30

9:23:05

00:00:20

099711734

Wireless

24/03/2011

No

OUT

1650

7297

E1 CANAL 28

9:24:30

00:00:00

084500867

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1351

DIRECTOR ESPECTRO RAD GESTIN


ESPECT
IMELDA LESCANO SEC. GENERAL

7299

E1 CANAL 30

9:23:38

00:01:13

2904841401

Local

Local

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1350

MARCELO LOOR SEC. GENERAL

7297

24/03/2011

Yes

OUT

1500

RAFAEL GUTIERREZ AUDITORIA

7298

E1 CANAL 29

9:24:01

00:02:53

398710011

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1307

JAVIER ESTRELLA SENATEL

7299

E1 CANAL 30

9:26:47

00:01:04

089872676

24/03/2011

Yes

OUT

1307

JAVIER ESTRELLA SENATEL

7299

E1 CANAL 30

9:28:12

00:00:06

080716188

24/03/2011

Yes

OUT

1307

JAVIER ESTRELLA SENATEL

7298

E1 CANAL 29

9:28:34

00:00:35

080716188

24/03/2011

Yes

OUT

1364

ADRIANA GUERRA SEC. GENERAL

7297

E1 CANAL 28

9:28:38

00:00:33

2651518

LongDista
nce
LongDista
nce
LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1716

ANA VALDIVIEZO SERV. TELECOM

7299

E1 CANAL 30

9:28:21

00:01:08

3261842

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1307

JAVIER ESTRELLA SENATEL

7298

E1 CANAL 29

9:29:27

00:00:36

080716188

24/03/2011

Yes

OUT

1504

MARCELO CORREA AUDITORIA

7299

E1 CANAL 30

9:30:19

00:00:53

2530304

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7298

E1 CANAL 29

9:30:22

00:02:38

29464001201

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1606

EDISON POZO JURDICO

7295

E1 CANAL 26

9:34:06

00:02:34

2631114

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1468

MIRYAM APOLO RR.HH.

7296

E1 CANAL 27

9:37:46

00:00:23

2587630240

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1661

KARLA FERIGRA GESTIN ESPECT

7299

E1 CANAL 30

9:37:15

00:01:22

2527570

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1351

IMELDA LESCANO SEC. GENERAL

7293

E1 CANAL 24

9:34:06

00:04:49

2904841401

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1556

FANNY RIVADENEIRA CONT. GESTIN

7297

E1 CANAL 28

9:34:04

00:05:44

Yes

OUT

1404

CARLOS GARCES INFORMTICA

7299

E1 CANAL 30

9:38:39

00:01:14

10031022909
365
3815410312

Local

24/03/2011
24/03/2011

Yes

OUT

1715

ADOLFO ASQUI SERV.TELECOM

7294

E1 CANAL 25

9:33:21

00:06:38

2690902

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1452

GABRIEL GARCIA FINANCIERO

7295

E1 CANAL 26

9:37:47

00:02:15

2450181

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1556

FANNY RIVADENEIRA CONT. GESTIN

7299

E1 CANAL 30

9:39:55

00:00:43

2909365

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1404

CARLOS GARCES INFORMTICA

7297

E1 CANAL 28

9:40:04

00:00:58

2533031

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1366

JORGE VELEZ SUB. ADMINIST

7295

E1 CANAL 26

9:40:36

00:01:08

2813421

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1452

GABRIEL GARCIA FINANCIERO

7296

E1 CANAL 27

9:40:13

00:01:37

2592723

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1307

JAVIER ESTRELLA SENATEL

7292

E1 CANAL 23

9:34:12

00:08:24

089872676

24/03/2011

Yes

OUT

1452

GABRIEL GARCIA FINANCIERO

7298

E1 CANAL 29

9:42:08

00:01:55

241699610

LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1661

KARLA FERIGRA GESTIN ESPECT

7299

E1 CANAL 30

9:42:06

00:02:10

25626800

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1359

SANDRA CABEZAS SEC. GENERAL

7299

E1 CANAL 30

9:44:47

00:01:12

2258926

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1716

ANA VALDIVIEZO SERV. TELECOM

7297

E1 CANAL 28

9:43:56

00:02:59

2868873

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7295

E1 CANAL 26

9:46:37

00:00:40

2228678

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1452

GABRIEL GARCIA FINANCIERO

7294

E1 CANAL 25

9:46:50

00:02:48

098905351

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1451

ERIKA CABRERA FINANCIERO

7295

E1 CANAL 26

9:49:51

00:00:42

2244257

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1468

MIRYAM APOLO RR.HH.

7298

E1 CANAL 29

9:46:11

00:04:24

2587630240

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1108

JOSE AGUADO CONATEL

7293

E1 CANAL 24

9:50:07

00:00:36

084606273

Wireless

24/03/2011

Yes

OUT

1704

ANDRES VALLEJO SERV. VALLEJO

7294

E1 CANAL 25

9:49:55

00:01:09

052611823

24/03/2011

Yes

OUT

1478

NIMIA GAROFALO SUB. ADMINIST

7299

E1 CANAL 30

9:46:11

00:04:59

032984952

24/03/2011

Yes

OUT

1472

FERNANDO CALERO SUB. ADMINIST

7297

E1 CANAL 28

9:49:45

00:01:41

2229556

LongDista
nce
LongDista
nce
Local

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7297

E1 CANAL 28

9:52:36

00:00:06

2228678

Local

24/03/2011

Yes

OUT

1362

MARGARITA JACOME CAU

7297

E1 CANAL 28

9:52:46

00:00:01

2228677

Local

ANEXO T
REPORTE NMAP
RED DEL PISO DGSI(10.0.74.0/24)

E1 CANAL 28

9:24:30

00:01:27

084500867

Wireless

Local

Starting Nmap 6.00 ( http://nmap.org ) at 2013-04-15 16:19 ECT


Nmap scan report for 10.0.74.1
Host is up (0.0026s latency).
Not shown: 998 closed ports
PORT STATE SERVICE
22/tcp open ssh
23/tcp open telnet
MAC Address: 44:D3:CA:BD:BF:3F (Cisco Systems)
Nmap scan report for 10.0.74.2
Host is up (0.0011s latency).
Not shown: 974 filtered ports
PORT

STATE SERVICE

7/tcp

open echo

9/tcp

open discard

13/tcp

open daytime

17/tcp

open qotd

19/tcp

open chargen

21/tcp

open ftp

80/tcp

open http

135/tcp open msrpc


139/tcp open netbios-ssn
443/tcp open https
445/tcp open microsoft-ds
1032/tcp closed iad3
1033/tcp closed netinfo
2002/tcp open globe
2869/tcp closed icslap
3306/tcp open mysql
3389/tcp open ms-wbt-server
5357/tcp open wsdapi
9876/tcp open sd
16992/tcp closed amt-soap-http
49152/tcp open unknown
49153/tcp open unknown
49154/tcp open unknown
49155/tcp open unknown
49165/tcp closed unknown
49175/tcp closed unknown
MAC Address: 08:2E:5F:08:91:DD (Hewlett Packard)
Nmap scan report for 10.0.74.3
Host is up (0.0010s latency).
Not shown: 996 closed ports
PORT

STATE SERVICE

2002/tcp open globe


4002/tcp open mlchat-proxy
6002/tcp open X11:2
9002/tcp open dynamid
MAC Address: 64:9E:F3:81:22:D0 (Cisco Systems)

Nmap scan report for 10.0.74.4


Host is up (0.0011s latency).
Not shown: 979 filtered ports
PORT
80/tcp

STATE SERVICE
open http

135/tcp open msrpc


139/tcp open netbios-ssn
443/tcp open https
445/tcp open microsoft-ds
1032/tcp closed iad3
1033/tcp closed netinfo
1433/tcp open ms-sql-s
2383/tcp open ms-olap4
2869/tcp closed icslap
3306/tcp open mysql
3389/tcp open ms-wbt-server
5357/tcp closed wsdapi
5800/tcp open vnc-http
5900/tcp open vnc
6129/tcp open unknown
16992/tcp closed amt-soap-http
49152/tcp open unknown
49153/tcp open unknown
49154/tcp open unknown
49157/tcp open unknown
MAC Address: 08:2E:5F:08:81:81 (Hewlett Packard)
Nmap scan report for 10.0.74.251
Host is up (0.0017s latency).
Not shown: 991 closed ports
PORT
22/tcp

STATE SERVICE
open ssh

2121/tcp open ccproxy-ftp


7070/tcp open realserver
8000/tcp open http-alt
8009/tcp open ajp13
8080/tcp open http-proxy
8443/tcp open https-alt
9090/tcp open zeus-admin
50500/tcp open unknown
MAC Address: 18:03:73:7D:9B:8B (Dell)
Nmap done: 256 IP addresses (15 hosts up) scanned in 29.91 seconds
RED PRINCIPAL (192.168.1.0/24)
Starting Nmap 6.00 ( http://nmap.org ) at 2013-04-15 16:49 ECT
Nmap scan report for 192.168.1.0
Host is up (0.0025s latency).

Not shown: 999 closed ports


PORT STATE SERVICE
80/tcp open http
Nmap scan report for 192.168.1.1
Host is up (0.0040s latency).
Not shown: 978 closed ports
PORT

STATE SERVICE

42/tcp open nameserver


53/tcp open domain
80/tcp open http
88/tcp open kerberos-sec
135/tcp open msrpc
139/tcp open netbios-ssn
389/tcp open ldap
445/tcp open microsoft-ds
464/tcp open kpasswd5
593/tcp open http-rpc-epmap
636/tcp open ldapssl
1026/tcp open LSA-or-nterm
1027/tcp open IIS
1049/tcp open td-postman
1063/tcp open kyoceranetdev
2301/tcp open compaqdiag
2381/tcp open compaq-https
3268/tcp open globalcatLDAP
3269/tcp open globalcatLDAPssl
3389/tcp open ms-wbt-server
5555/tcp open freeciv
8009/tcp open ajp13
Nmap scan report for 192.168.1.2
Host is up (0.0015s latency).
Not shown: 991 closed ports
PORT

STATE SERVICE

135/tcp open msrpc


139/tcp open netbios-ssn
445/tcp open microsoft-ds
1025/tcp open NFS-or-IIS
1131/tcp open caspssl
1433/tcp open ms-sql-s
3306/tcp open mysql
3389/tcp open ms-wbt-server
5555/tcp open freeciv
Nmap scan report for 192.168.1.3
Host is up (0.00039s latency).
Not shown: 999 filtered ports
PORT STATE SERVICE
25/tcp closed smtp

Nmap scan report for 192.168.1.4


Host is up (0.00037s latency).
Not shown: 999 filtered ports
PORT STATE SERVICE
25/tcp closed smtp
Nmap scan report for 192.168.1.5
Host is up (0.0032s latency).
Not shown: 983 closed ports
PORT
80/tcp

STATE SERVICE
open http

110/tcp open pop3


135/tcp open msrpc
139/tcp open netbios-ssn
143/tcp open imap
389/tcp open ldap
443/tcp open https
445/tcp open microsoft-ds
1352/tcp open lotusnotes
3306/tcp open mysql
3389/tcp open ms-wbt-server
5555/tcp open freeciv
8181/tcp open unknown
49152/tcp open unknown
49153/tcp open unknown
49154/tcp open unknown
49175/tcp open unknown
Nmap scan report for 192.168.1.6
Host is up (0.00043s latency).
Not shown: 999 filtered ports
PORT STATE SERVICE
25/tcp closed smtp
Nmap scan report for 192.168.1.7
Host is up (0.0020s latency).
Not shown: 994 closed ports
PORT

STATE SERVICE

21/tcp open ftp


22/tcp open ssh
111/tcp open rpcbind
443/tcp open https
3306/tcp open mysql
8180/tcp open unknown
Nmap scan report for 192.168.1.8
Host is up (0.0030s latency).
Not shown: 985 closed ports
PORT

STATE SERVICE

22/tcp open ssh


25/tcp open smtp
110/tcp open pop3
111/tcp open rpcbind
143/tcp open imap
443/tcp open https
465/tcp open smtps
587/tcp open submission
993/tcp open imaps
995/tcp open pop3s
5222/tcp open xmpp-client
5269/tcp open xmpp-server
5555/tcp open freeciv
7025/tcp open vmsvc-2
7777/tcp open cbt
Nmap scan report for 192.168.1.9
Host is up (0.00039s latency).
Not shown: 999 filtered ports
PORT STATE SERVICE
25/tcp closed smtp
Nmap scan report for 192.168.1.10
Host is up (0.00042s latency).
Not shown: 999 filtered ports
PORT STATE SERVICE
25/tcp closed smtp

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